egroup - Um Modelo para Gerenciamento de Grupos Dinâmicos de Entidades

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "egroup - Um Modelo para Gerenciamento de Grupos Dinâmicos de Entidades"

Transcrição

1 egroup - Um Modelo para Gerenciamento de Grupos Dinâmicos de Entidades Paulo Henrique Santini Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), Programa de Mestrado em Computação Aplicada (PIPCA). Av. Unisinos, 950, São Leopoldo, Brasil Jorge Luis Victória Barbosa Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), Programa de Mestrado em Computação Aplicada (PIPCA). Av. Unisinos, 950, São Leopoldo, Brasil Resumo Com o aumento do número de dispositivos por pessoa, surge a possibilidade de se criar aplicações que usufruam mais de um único aparelho. É nesse contexto que aparece a Computação Ubíqua, uma vez que seus princípios estabelecem o uso da tecnologia de modo invisível, pró-ativo e sensíveis a contexto. Neste cenário, este artigo apresenta o egroup, um modelo que permite criar e gerenciar grupos de entidades (pessoa, lugar ou objeto) de forma dinâmica. A estratégia adotada neste trabalho visa distinguir os recursos dos trabalhos já desenvolvidos, assim como grupos dinâmicos, contexto, perfis e trilhas de grupos. Para coleta de resultados do modelo proposto, foi seguido uma abordagem quantitativa, onde três aplicações (Mingle, Facebook e Twitter) com número indefinido de usuários irão consumir o modelo para validação. Com isso, as principais contribuições deste modelo são o gerenciamento e acompanhamento do grupo, bem como o uso de trilhas e perfis, gerando um perfil e histórico através de consenso dos grupos. Com base nos resultados obtidos, foi possível viabilizar o modelo apresentado. I. INTRODUÇÃO Durante muito tempo a computação ficou restrita a pequenos grupos de pessoas em universidades e grandes empresas, isso tudo ainda na época do uso dos mainframes, época em que era necessário um grupo seleto e especializado de pessoas para fazer o manuseio de um único computador. Posteriormente, com o desenvolvimento dos computadores pessoais (PCs) a computação começou a ficar mais acessível. Atualmente, os dispositivos móveis acabaram pulverizando o cotidiano das pessoas, onde a proporção é justamente o contrário das décadas anteriores, abraçando um horizonte de vários computadores ou dispositivos para um única pessoa. É nesse contexto que se enquadra a Computação Ubíqua [1], que vislumbra toda essa expansão no uso de dispositivos móveis, para transformar a computação, em uma tecnologia onipresente, transparente e invisível, ou seja, o principal intuito é fazer com que o usuário usufrua destas tecnologias presentes no seu cotidiano, sem que perceba que está utilizando-a. Provendo de toda essa interação, surge um paradigma [2] que implica na contextualização sobre a informação, considerando que grande parte destes dispositivos estarão conectados em qualquer lugar, assim como a informação estará presente em qualquer lugar e a qualquer hora. Portanto, com a difusão destes dispositivos, que na sua maioria encontram-se conectados e interligados à um universo extremamente propício a informação, geralmente compartilhada por ambientes conhecidos como redes sociais, por exemplo: Facebook, Twitter ou Linkedin [3]. Por outro lado, tem se pesquisado e desenvolvido aplicações que utilizam ou vinculam o Cartão Universitário Inteligente (TUI) [4], que podem ser utilizados assim como as redes sociais, na formação de grupos. Pesquisas nesta área têm apontado que para a formação dos grupos [5] é interessante conhecer o contexto do usuário, além de outros atributos como: localização, histórico de contexto do usuário conhecido como trilhas [6] e perfil do usuário [7]. Embora existam alguns trabalhos que propõe a formação de grupos automáticos, mas que não operam a formação destes grupos envolvendo o conceito de entidades. Neste cenário este artigo propõe um modelo de gerenciamento ubíquo de grupos dinâmicos de entidades, denominado egroup. O modelo gerencia a criação dos grupos de forma dinâmica e esses grupos podem ser formados por pessoas, estudantes de determinado curso ou universidade, também podem ser um objeto, por exemplo: um grupo de containers, entre diversos outros exemplos. Considerando sempre o contexto, perfis e trilhas dos grupos, com o objetivo de monitorar constantemente tais grupos, gerando um perfil e histórico dos grupos através de um consenso, que serão atualizados dinamicamente conforme entrada e saída de entidades. Ainda que, o modelo deva suportar qualquer aplicação que almeje trabalhar com grupos, nos mais diversos ramos de sua aplicabilidade. Este artigo está organizado da seguinte forma. Seção II contem uma breve descrição quanto a conceitos e funcionalidades sobre criação e gerenciamento de grupos dinâmicos de entidades. A seção III é dedicada aos trabalhos relacionados. A seção IV propõe o modelo do egroup, detalhando os métodos utilizados para composição do modelo. A seção V apresenta uma integração do egroup com três aplicações já existentes. Finalmente, a seção VI apresenta as considerações finais e possíveis trabalhos futuros. II. GERENCIAMENTO DE GRUPOS DINÂMICOS A formação dos grupos é abordado durante a pesquisa, tanto que baseado em trabalhos anteriores [5], foi possível perceber e também distinguir, que estes grupos podem ser relativamente estáticos, por exemplo, são formados para executar alguma atividade física (fazer um grupo para a realização), mas estes grupos também podem ser dinâmicos, formados através do contexto físico e social da entidade em determinado período. Por exemplo, um grupo dinâmico pode ser formado por

2 pesquisadores que estejam presentes em um mesmo simpósio de TI durante um determinado período de tempo. Porém, nem sempre as entidades estarão presentes em determinado local, portanto é necessário a utilização de recursos baseados em localização [8] para tais entidades, algo que pode ser gerado automaticamente. A sensibilidade ao contexto é um dos principais temas de pesquisa que encontra-se incluído dentro da área da Computação Ubíqua [1]. Em 2001 [2] uma nova visão e abordagem sobre o conceito foi introduzido juntamente com aquele já existente. Em uma das definições defendidas sobre sensibilidade ao contexto, é dito que para um sistema ser minimamente intrusivo, é necessário que ele seja capaz de reconhecer a situação do usuário e seus arredores, e com isso, adaptar o seu comportamento de acordo com a informação. A informação neste caso é chamada de contexto e sistemas capazes deste tipo de adaptação são chamados de sensíveis ao contexto. Outras tantas definições sobre sensibilidade ao contexto [9] já foram introduzidas, mas é possível idealizar que esta abordagem utiliza do desenvolvimento de aplicações para buscar outras várias informações, que de certa forma estão em constante mudança, tais como: conectividade, configuração de hardware, localização, hora, grupo de pessoas ou entidades que estão próximas, perfil e o histórico de tal entidade [10]. Entre tantas definições, a mais impactante e que de certa forma tornou-se referência em pesquisa foi a proposta em 2001 [11], que definia contexto como qualquer informação que possa ser utilizada para caracterizar a situação de uma entidade. Uma entidade é uma pessoa, local ou objeto que seja considerada relevante para a interação entre um usuário e uma aplicação, incluindo o próprio usuário e aplicação. Ainda, por extensão, [11] define que um sistema é sensível a contexto se ele utiliza o contexto para oferecer informações relevantes e/ou serviços ao usuário, onde a relevância depende da tarefa do usuário. No caso o egroup, o contexto é talvez a informação mais relevante para a formação e encontro dos grupos, uma vez que localiza as entidades e os agrupa em contextos conforme seus interesses, perfis e trilhas. Além do contexto atual das entidades, é importante uma lembrar que os históricos de contextos os quais são visitados pelas entidades pode permitir uma ampliação na capacidade de um sistema sensível a contexto se adaptar a uma entidade. A este histórico é dado o nome de Trilha [6] [12] [13]. Essa trilha armazena muito mais conteúdo do que simplesmente a localização de tal entidade, nela estão contidos as atividades que foram realizadas, as aplicações utilizadas, os conteúdos que foram acessados, entre outros. Tudo isso, dentro de um contexto e em um determinado período de tempo [6]. Estudos anteriores apontam que a personalização de uma Entidade é uma extensão do conceito de usuário [6]. Uma vez que o usuário refere-se a uma pessoa que está utilizando um aplicativo. Um fator extremamente relevante neste trabalho analisado, é que os autores [6] definem que uma entidade utilizada pode ser qualquer entidade: como uma pessoa, um carro ou mesmo um dispositivo. No contexto do egroup, um perfil foi definido como um conjunto de informações relevantes a respeito de uma entidade, processado a partir das decisões tomadas por esta entidade. III. TRABALHOS RELACIONADOS Nesta seção são apresentados alguns trabalhos relacionados com o modelo proposto, bem como uma tabela comparativa entre os mesmos. Inicialmente buscou-se trabalhos que tivessem uma relação direta com o modelo proposto, envolvendo alguns ou a grande maioria, dos conceitos comentados na seção II. No entanto, não encontrou-se trabalhos que possuíssem uma abrangência quanto a geração de um perfil e trilha do grupo dinamicamente. Portanto, foram escolhidos modelos que tivessem uma ou mais características relacionadas com o modelo proposto. A seguir é apresentada uma visão geral sobre trabalhos relacionados com o egroup: A. Felix e Tedesco (2008) No artigo apresentado por Felix e Tedesco (2008) [14], os autores apresentam a Smart Chat Group, uma ferramenta que usufrui de agentes inteligentes para possibilitar o acompanhamento, sugestão e a formação automática de pequenos grupos de aprendizagem, estes grupos são baseados em informações de contexto de tais aprendizes. Portanto, a ferramenta colaborativa e ciente de contexto auxilia em atividades voltadas aos aprendizes, uma vez que acompanha e monitora o desempenho de cada um deles, possibilitando ao professor a recomendação de material didático aos alunos. Ainda disponibiliza ao professor um ambiente onde ele pode testar a formação de pequenos grupos em diferentes cenários de aprendizagem. Para desenvolver o modelo proposto, utilizou-se dois agentes de softwares embarcados: um agente acompanhador e outro formador de grupos. O primeiro, é responsável pela interação com o aprendiz, recomendar material, atividades, troca mensagens e principalmente pelo auxílio na captação do contexto primário do aprendiz, e a inferência do contexto secundário do aprendiz, como: suas habilidades, deficiências e reputação. Já o outro, é responsável por formar e recomendar grupos, a formação destes grupos ocorre basicamente a partir das informações de contexto do aprendiz. Os grupos de aprendizes são separados pelo agente, através dos seus interesses pessoais e das informações de contexto dos mesmos. B. Ferreira, Barbosa e Gluz (2013) Ferreira, Barbosa e Gluz (2013) [5] apresentam o Ubi- Group, que é um modelo ubíquo para recomendação de conteúdo para determinado grupo de aprendizes. O principal objetivo deste modelo é recomendar objetos de aprendizagem, levando em consideração os perfis dos aprendizes e também o contexto em que tal indivíduo está inserido. O modelo é composto por cinco agentes de software, são eles: Agente de Apoio Pedagógico (AP), cujo qual é responsável por realizar a interface com o aprendiz e enviar informações atualizadas dos perfis dos aprendizes ao Agente Gestor de Perfis que mantém os perfis dos aprendizes sempre atualizados. O Agente gestor de Contexto (GC), recebe informações dos agentes anteriores e tem a função de manter atualizados os contextos utilizados pelo UbiGroup, além de informa ao Agente Recomendador (RE) as alterações de entrada e saída de membros, este por sua vez, gerencia os processos de recomendação de objetos de aprendizagem. E por fim, mas não menos importante, o Agente Comunicador (CO) que efetua

3 a comunicação com os repositórios onde estão contidos os objetos de aprendizagem. C. Wagner, Barbosa e Barbosa (2014) No artigo elaborado por Wagner, Barbosa e Barbosa (2014) [7], os autores apresentam o eprofile, um modelo que permite que outras aplicações registrem e armazenem suas ações de entidades (pessoa, objeto) dentro de trilhas e a partir deste histórico é possível inferir informações de perfil, através do uso de interoperabilidade semântica, e assim permitindo a geração de um perfil unificado através de informações compartilhadas pelas diferentes aplicações que utilizaram o modelo. Para validação do modelo proposto, foi desenvolvido um protótipo na linguagem Python, este foi integrado com outros dois diferentes softwares, onde foi verificado a possibilidade de se gerar perfis de usuários através desta aplicação integrada ao modelo apresentado. Tendo como principal contribuição o uso de trilhas na extração dos perfis e também para a geração dos perfis de forma dinâmica, além do gerenciamento das regras para inferência de informações, quanto para modelos de entidades dinâmicas. D. Backstrom, Huttenlocher, Kleinberg e Lan (2006) Os autores Backstrom, Huttenlocher, Kleinberg e Lan (2006) [3] apresentam um estudo quanto ao desafio que se tem em coletar e analisar dados durante um certo período de tempos, uma vez que grupos sociais e comunidades online, foram monitorados e analisados constantemente, tudo isso, com um intuito de saber quais as principais características que influenciam os indivíduos a participarem de tais grupos, comunidades e ainda, aspectos sobre o comportamento que estes grupos apresentam ao longo do tempo. Para validação do estudo proposto, foi utilizado duas grandes fontes de dados: o primeiro é LiveJournal, uma comunidade livre e online, que possui cerca de 10 milhões de usuários, permite que os membros mantenham conteúdo de revistas, indivíduos e possam ainda, declarar suas amizades, a que comunidade pertencem, bem como seus respectivos grupos. E a outra foi a DBLP que é um banco de dados de publicações online, onde fornece lista de autores, artigos, conferência, possui mais de 400 mil artigos, é tratado no artigo como uma estrutura semelhante a do LiveJournal, relacionando pessoas que em conferências, juntando as que possuem coautores semelhantes. E. Hallberg, Norberg, Kristiansson, Synnes e Nugent (2007) No artigo apresentado por Hallberg, Norberg, Kristiansson, Synnes e Nugent (2007) [15] é proposto um modelo dinâmico para criação e formação automática de grupos, estes grupos são formados através do uso de informações baseadas em contexto. A criação, formação e o gerenciamento dos grupos dinâmicos se dá pela combinação de conteúdos e para isso, pode ser incluído vários aspectos, como: informações de status, localização, atividades, interesses, entre outros. Os autores, acreditam que estes grupos dinâmicos podem simplificar a maneira de como as pessoas se comunicam e contribuem para com o grupo. Mesmo que surgem dúvidas, por exemplo: como um grupo deve ser criado, formado e gerenciado, ou então, como devem ser geradas as regras para criação automática destes grupos. Para validar o modelo proposto, bem como, responder tais perguntas, foi desenvolvido uma aplicação que mostra como os grupos podem ser criados, com possibilidade de adicionar e remover contatos, além de apresentar o contexto que o usuário tem a fornecer, um mapa para mostrar a localização dos usuários de determinado grupo. Com o protótipo pronto, foi realizado uma pesquisa com 10 usuários, no qual de maneira geral, observou-se que o conceito e as abordagens apresentada são extremamente úteis, embora ainda gere muitas preocupações com a integridade e a sobrecarga de informações que será recebido. F. Considerações sobre os trabalhos relacionados A Tabela I apresenta um comparativo entre os trabalhos apresentados durante esta seção, nela estão contidos métodos, tecnologia e funcionalidades que foram utilizados pelos trabalhos analisados. Cabe ressaltar, que para realizar o comparativo, foram levados em consideração os seguintes aspectos: 1) Métodos utilizados: Referência do modelo que está sendo avaliado. 2) Grupos dinâmicos de entidades: Indica se tem formação de grupos de forma dinâmica e automática. Na tabela, a definição de Automático significa que o modelo forma grupos de forma automática, por outro lado, se for a definição Parcial significa que apenas forma grupos de forma dinâmica. 3) Acompanhamento de grupos: Identifica se o modelo monitora o grupo de forma constante. 4) Sensibilidade ao contexto: Considera o contexto do usuário e avalia se isso é levado em consideração na formação dos grupos. 5) Gerenciamento de trilhas: Avalia se as trilhas do usuário são levadas em consideração para a formação dos grupos. 6) Gerenciamento de perfil: Avalia se os perfis dos usuários são levados em consideração para realizar a formação dos grupos. 7) Agente de software: Indica se o modelo usa algum tipo de Agente de Software. 8) Ontologia: Indica se o modelo utiliza ontologia para estabelecer significado dos termos. 9) Dispositivos móveis: Indica se o modelo suporta acesso via dispositivos móveis. 10)Perfil e trilhas dinâmicas dos grupos: Responsável pela construção do perfil e trilha do grupo, isso será feito de forma dinâmica e a cada entrada ou saída de entidade. A revisão da literatura na área resultou nos dados apresentados na Tabela I. Nela é apresentado o comparativo entre as funcionalidades presentes nos sistemas analisados. A primeira coluna da tabela apresenta o método utilizado (Tecnologias, operações e gerenciamento) e as colunas seguintes representam os trabalhos que foram analisados.

4 Tabela I: Comparação entre os trabalhos apresentados Felix et al. Ferreira et al. Wagner et al. Backstrom et al. Hallberg et al. egroup Método Utilizado (2008) (2013) (2014) (2006) (2007) (2014) Grupos dinâmicos de entidade Automático Automático Parcial Parcial Automático Automático Acompanhamento de grupos Sim Sim Não Sim Sim Sim Sensibilidade ao contexto Sim Sim Sim Sim Sim Sim Gerenciamento de trilhas Não Sim Sim Não Não Sim Gerenciamento de perfil Não Sim Sim Não Sim Sim Agente de software Sim Sim Sim Não Não Sim Ontologia Não Sim Sim Não Não Sim Dispositivos móveis Não Sim Não Não Sim Sim Perfil e trilhas dinâmicas Não Não Não Não Não Sim Fonte: Elaborado pelo autor IV. MODELO EGROUP Esta seção apresenta o modelo do egroup. A seção A apresenta uma visão geral sobre o funcionamento do modelo. A seção B detalha a arquitetura do modelo. Seção C apresenta a modelagem dos agentes. A seção D apresenta as ontologias utilizada por este modelo, e a seção E apresenta um exemplo de operação. A. Visão Geral O egroup é um modelo para o gerenciamento ubíquo de grupos dinâmicos de entidades. O objetivo deste trabalho é formar e gerenciar grupos dinâmicos para qualquer entidade. O modelo a ser especificado, implementado e validado, é um modelo genérico, ou seja, deverá aceitar qualquer formato de perfis e trilhas unificadas para a formação de quaisquer grupos de entidades, gerando de forma dinâmica qualquer perfil e trilha do grupo, através de um consenso do próprio grupo, uma vez que os perfis e trilhas (do grupo) serão atualizados dinamicamente conforme entrada e saída de entidades, considerando sempre o contexto em que tal entidade encontra-se, com a finalidade de monitorar constantemente tais grupos. Esses grupos podem ser relativamente estáticos, por exemplo, são formados para executar alguma atividade física (fazer um grupo para a realização), mas estes grupos também podem ser dinâmicos, formados através do contexto físico e social da entidade em determinado período. Por exemplo, um grupo dinâmico pode ser formado por pesquisadores que estejam presentes em um mesmo Simpósio de Tecnologia da Informação (TI) durante um determinado período de tempo. Os grupos podem ser formados por pessoas, estudantes de determinado curso ou universidade, mas também podem ser um objeto, por exemplo: um grupo de containers, entre diversos outros exemplos. Ainda que, o modelo deva suportar qualquer aplicação que almeje trabalhar com grupos, nos mais diversos ramos de sua aplicabilidade. Assim sendo, são objetivos específicos deste trabalho: Após um estudo e análise aprofundada de outros modelos, foi identificado um conjunto de oportunidades para o desenvolvimento deste modelo. São elas: Geração de um perfil e trilha do grupos de forma dinâmica; Uso de perfis e trilhas unificadas para formação de grupos dinâmicos de entidades; Agrupamento de qualquer tipo entidade; Criação de um modelo genérico; Modelo de entidades dinâmico; B. Arquitetura A arquitetura do egroup é composta por quatro agentes de software, os quais são apresentados na figura 1. O Agente Comunicador de Interface (AC) é o responsável por obter as informações das entidades que desejarem utilizar o modelo do egroup. O Agente Gestor de Perfis (GP) é responsável por manter os perfis das entidades sempre atualizados e também gerar a similaridade entre tais entidades, afim de formar os grupos através da semelhança de suas informações (localização, preferências), conhecido como processo de consenso. O Agente Gestor de Contextos (GC) é responsável por identificar o contexto em que tal entidade encontra-se, gerênciá-los e também atualizá-los dinamicamente. O Agente Grupos de Entidades é reponsável por efetuar a comunicação com a base de dados e principalmente por gerenciar todo o processo de formação dos grupos. Apresentar o estado-da-arte dos grupos dinâmicos; Especificar o modelo do egroup; Desenvolver um protótipo para o egroup; Validar o modelo a partir deste protótipo;

5 D. Ontologias Preciso ver como funcionam as ontologias e estudá-las; E. Exemplo Execução Aplicar um exemplo de execução junto com a arquitetura do egroup; Aqui outras imagens que já tinha desenhado, deixei para conversarmos. Figura 1: Arquitetura do egroup Figura 3: Modelo do Projeto Legenda da Figura 1. Figura 2: Modelo do Projeto Exem. C. Modelagem de Agentes 1) Agente Comunicador de Interface: Tenho que especificar o cada um faz; 2) Agente Gestor de Perfis: Tenho que especificar o cada um faz; 3) Agente Gestor de Contexto: Tenho que especificar o cada um faz; 4) Agente Grupos de Entidades: Tenho que especificar o cada um faz; Legenda da Figura 2. Figura 4: Modelo Projeto Entrado Grupo

6 Figura 5: Modelo Projeto Utilização de Aplicação Legenda da Figura 3. V. IMPLEMENTAÇÃO Precisamos conversar para definir como será feito, o que será preciso, etc... VI. METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO Para verificar a operação do protótipo, foram realizados três testes. É uma avaliação quantitativa que serão realizados três testes, onde três aplicações irão consumir o modelo do egroup, estas aplicações (em ordem): Mingle, Facebook e Twitter. O número de usuários que usaram o modelo é indefinido. [4] [6] J. M. Silva, J. H. Rosa, J. L. Barbosa, D. N. Barbosa, and L. A. Palazzo, Content distribution in trail-aware environments, Journal of the Brazilian Computer Society, vol. 16, no. 3, pp , [7] A. Wagner, J. L. V. Barbosa, and D. N. F. Barbosa, A model for profile management applied to ubiquitous learning environments, Expert Systems with Applications, vol. 41, no. 4, pp , [8] J. Hightower and G. Borriello, Location systems for ubiquitous computing, Computer, vol. 34, no. 8, pp , [9] B. Schilit, N. Adams, and R. Want, Context-aware computing applications, in Mobile Computing Systems and Applications, WMCSA First Workshop on. IEEE, 1994, pp [10] G. Chen, D. Kotz et al., A survey of context-aware mobile computing research, Technical Report TR , Dept. of Computer Science, Dartmouth College, Tech. Rep., [11] G. D. Abowd, A. K. Dey, P. J. Brown, N. Davies, M. Smith, and P. Steggles, Towards a better understanding of context and contextawareness, in Handheld and ubiquitous computing. Springer, 1999, pp [12] C. Driver and S. Clarke, Hermes: A software framework for mobile, context-aware trails, in Workshop on Computer Support for Human Tasks and Activities at Pervasive, Vienna, Austria, [13], An application framework for mobile, context-aware trails, Pervasive and Mobile Computing, vol. 4, no. 5, pp , [14] Z. C. Felix and P. A. Tedesco, Smart chat group: Ferramenta ciente de contexto para formação de grupos, in Anais do Simpósio Brasileiro de Informática na Educação, vol. 1, no. 1, 2008, pp [15] J. Hallberg, M. B. Norberg, J. Kristiansson, K. Synnes, and C. Nugent, Creating dynamic groups using context-awareness, in Proceedings of the 6th international Conference on Mobile and Ubiquitous Multimedia. ACM, 2007, pp VII. CONCLUSÃO AGRADECIMENTOS Os autores gostariam de agradecer professor e orientador Jorge Luis Victória Barbosa, ao colega Marcelo Josué Telles e aos demais colegas de mestrado, ao grupo de pesquisas do Mobilab, ao Santander Universides pelo projeto da bolsa mestrado, CAPES/Brasil (Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior), PROSUP (Programa de Suporte à Pós- Graduação de Instituições de Ensino Particulares, CNPq/Brasil (Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico), pelo apoio. REFERÊNCIAS [1] M. Weiser, The computer for the 21st century, SIGMOBILE Mob. Comput. Commun. Rev., vol. 3, no. 3, pp. 3 11, Jul [Online]. Available: [2] M. Satyanarayanan, Pervasive computing: Vision and challenges, Personal Communications, IEEE, vol. 8, no. 4, pp , [3] L. Backstrom, D. Huttenlocher, J. Kleinberg, and X. Lan, Group formation in large social networks: membership, growth, and evolution, in Proceedings of the 12th ACM SIGKDD international conference on Knowledge discovery and data mining. ACM, 2006, pp [4] Cartão universitário inteligente (tui), 2014, cartão Santander Universidades. [Online]. Available: PT/Corporativo/Sustentabilidade/Santander-Universidades-/Cart%C3% A3o-Universitario-Inteligente-TUI.html [5] L. G. A. Ferreira, J. L. V. Barbosa, and J. C. Gluz, Um modelo de recomendação ubíqua de conteúdo para grupos de aprendizes, in Anais do Simpósio Brasileiro de Informática na Educação, vol. 24, no. 1, 2013.

Computação Sensível ao Contexto

Computação Sensível ao Contexto Computação Sensível ao Contexto Percepção de Contexto em Ambientes Domiciliares Modelagem de Contexto Modelagem de Contexto + Modelagem de Usuário Fabrício J. Barth novembro de 2004 Sumário O que já foi

Leia mais

Um Assistente Virtual Inteligente Dirigido por Várias Metodologias Educacionais no Ensino em Informática

Um Assistente Virtual Inteligente Dirigido por Várias Metodologias Educacionais no Ensino em Informática Um Assistente Virtual Inteligente Dirigido por Várias Metodologias Educacionais no Ensino em Informática Abstract. This work shows the evolution of Intelligent Teaching Assistant SAE that include and provide

Leia mais

8 Bibliografia. ACEAUME, E. et al. On The Formal Specification of Group Membership Services. INRIA, 1995, 15 p. Relatório Técnico TR95-1534.

8 Bibliografia. ACEAUME, E. et al. On The Formal Specification of Group Membership Services. INRIA, 1995, 15 p. Relatório Técnico TR95-1534. Bibliografia 88 8 Bibliografia ACEAUME, E. et al. On The Formal Specification of Group Membership Services. INRIA, 1995, 15 p. Relatório Técnico TR95-1534. AMBRIOLA, V.; TORTORA, G. Advances in Software

Leia mais

For-All - Uma Plataforma para Sistemas Pervasivos Orientados a Serviço

For-All - Uma Plataforma para Sistemas Pervasivos Orientados a Serviço For-All - Uma Plataforma para Sistemas Pervasivos Orientados a Serviço Elenilson Vieira da S. Filho 1, Ângelo L. Vidal de Negreiros 1, Alisson V. Brito 2 1 Departamento de Informática Universidade Federal

Leia mais

ONTOLOGIA E SUAS APLICAÇÕES EM MODELAGEM CONCEITUAL PARA BANCO DE DADOS PROPOSTA DE TRABALHO DE GRADUAÇÃO

ONTOLOGIA E SUAS APLICAÇÕES EM MODELAGEM CONCEITUAL PARA BANCO DE DADOS PROPOSTA DE TRABALHO DE GRADUAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO CENTRO DE INFORMÁTICA ONTOLOGIA E SUAS APLICAÇÕES EM MODELAGEM CONCEITUAL PARA BANCO DE DADOS PROPOSTA DE TRABALHO DE GRADUAÇÃO Grasielle

Leia mais

Um Arcabouço open source em Python para DBC com

Um Arcabouço open source em Python para DBC com Um Arcabouço open source em Python para DBC com Suporte à Evolução Dinâmica não Antecipada Yguaratã C. Cavacanti 1, Hyggo Oliveira de Almeida 1, Evandro Costa 2 1 Instituto de Computação Universidade Federal

Leia mais

Uma Ontologia Genérica para a Análise de Domínio e Usuário na Engenharia de Domínio Multiagente

Uma Ontologia Genérica para a Análise de Domínio e Usuário na Engenharia de Domínio Multiagente Uma Ontologia Genérica para a Análise de Domínio e Usuário na Engenharia de Domínio Multiagente Carla Gomes de Faria1, Ismênia Ribeiro de Oliveira1, Rosario Girardi1 1Universidade Federal do Maranhão (UFMA)

Leia mais

3 Trabalhos Relacionados

3 Trabalhos Relacionados 35 3 Trabalhos Relacionados Alguns trabalhos se relacionam com o aqui proposto sob duas visões, uma sobre a visão de implementação e arquitetura, com a utilização de informações de contexto em SMA, outra

Leia mais

Apêndice A. Documento de Especicação de Requisitos de Software do Classroom experience

Apêndice A. Documento de Especicação de Requisitos de Software do Classroom experience Apêndice A Documento de Especicação de Requisitos de Software do Classroom experience 103 Especificação dos Requisitos do Software < Classroom experience > Versão 2.0 Preparado por < Taffarel Brant Ribeiro,

Leia mais

Centro Universitário Barão de Mauá Pró- Reitoria de Pós- Graduação, Extensão e Iniciação Científica Programa de Iniciação Científica

Centro Universitário Barão de Mauá Pró- Reitoria de Pós- Graduação, Extensão e Iniciação Científica Programa de Iniciação Científica Centro Universitário Barão de Mauá Pró- Reitoria de Pós- Graduação, Extensão e Iniciação Científica Programa de Iniciação Científica Contribuição da Computação, Informática e Tecnologia da Informação para

Leia mais

7 Congresso de Pós-Graduação UM ESTUDO EMPÍRICO A UTILIZAÇÃO DE TÉCNICAS DE MODELAGEM DE REQUISITOS PARA O DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES PERVASIVAS

7 Congresso de Pós-Graduação UM ESTUDO EMPÍRICO A UTILIZAÇÃO DE TÉCNICAS DE MODELAGEM DE REQUISITOS PARA O DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES PERVASIVAS 7 Congresso de Pós-Graduação UM ESTUDO EMPÍRICO A UTILIZAÇÃO DE TÉCNICAS DE MODELAGEM DE REQUISITOS PARA O DESENVOLVIMENTO DE APLICAÇÕES PERVASIVAS Autor(es) ANTONIO TADEU MAFFEIS Orientador(es) LUIZ EDUARDO

Leia mais

Faculdade de Tecnologia Senac RS (FATEC/RS) Porto Alegre RS Brasil. {fdalosto, hunderc, Smayres}@gmail.com

Faculdade de Tecnologia Senac RS (FATEC/RS) Porto Alegre RS Brasil. {fdalosto, hunderc, Smayres}@gmail.com Validação de modelo para registro de freqüência utilizando computação pervasiva e tecnologia RFID Camila San Martin Ayres, Fábio Dal Osto, Hunder Everton Correa Jr. Faculdade de Tecnologia Senac RS (FATEC/RS)

Leia mais

Palavras-chave: aprovisionamento de recursos, redes da próxima geração, redes sensíveis ao contexto, Qualidade de Serviço.

Palavras-chave: aprovisionamento de recursos, redes da próxima geração, redes sensíveis ao contexto, Qualidade de Serviço. UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS INSTITUTO DE INFORMÁTICA MESTRADO EM CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO Título: PROPOSTA DE SOLUÇÃO PARA SOBRE-APROVISIONAMENTO DE RECURSOS SOBRE CAMINHOS HETEROGÊNEOS EM REDES SENSÍVEIS

Leia mais

APLICAÇÕES PARA CASAS INTELIGENTES EM AMBIENTES PERVASIVOS

APLICAÇÕES PARA CASAS INTELIGENTES EM AMBIENTES PERVASIVOS APLICAÇÕES PARA CASAS INTELIGENTES EM AMBIENTES PERVASIVOS RESUMO Alessandro Lumertz Garcia 1 Anderson Yanzer Cabral 2 Este artigo apresenta tipos de aplicações que podem existir nas casas inteligentes,

Leia mais

Figura 1 - Processo de transformação de dados em informação. Fonte: (STAIR e REYNOLDS, 2008, p. 6, adaptado).

Figura 1 - Processo de transformação de dados em informação. Fonte: (STAIR e REYNOLDS, 2008, p. 6, adaptado). Tecnologia da Informação (TI) A tecnologia é o meio, o modo pelo qual os dados são transformados e organizados para a sua utilização (LAUDON; LAUDON, 1999). Os dados podem ser considerados como fatos básicos,

Leia mais

Gerenciando Objetos de Aprendizagem em Educação Ubíqua

Gerenciando Objetos de Aprendizagem em Educação Ubíqua Gerenciando Objetos de Aprendizagem em Educação Ubíqua Nelson Buis Sonntag 1, Débora Barbosa 2, Rodrigo Hahn 1, Jorge Barbosa 1, Sérgio Crespo C. S. Pinto 1 1 Universidade do Vale do Rio dos Sinos Mestrado

Leia mais

Comparativo entre Projetos de Infraestrutura Computacional Pervasiva para Ambientes Clínicos

Comparativo entre Projetos de Infraestrutura Computacional Pervasiva para Ambientes Clínicos Comparativo entre Projetos de Infraestrutura Computacional Pervasiva para Ambientes Clínicos Marcelo Lopes Kroth 1, Iara Augustin 2 1, 2 Grupo de Sistemas de Computação Móvel (GMob), Universidade Federal

Leia mais

UNIVATES. Case Cisco CLIENTE SEGMENTO DESAFIOS SOLUÇÕES RESULTADOS CASES DE EDUCAÇÃO

UNIVATES. Case Cisco CLIENTE SEGMENTO DESAFIOS SOLUÇÕES RESULTADOS CASES DE EDUCAÇÃO CASES DE EDUCAÇÃO Case Cisco UNIVATES CLIENTE - Centro Universitário Univates - Número total de alunos: 13.235 - Número total de professores contratados: 537 SEGMENTO - Educação privada superior e profissionalizante

Leia mais

4 Trabalhos Relacionados

4 Trabalhos Relacionados 4 Trabalhos Relacionados Os trabalhos apresentados nesta seção são os que buscam de alguma forma resolver as questões levantadas nos capítulos 1 e 2 e possuem alguma semelhança entre si. Eles serão comparados

Leia mais

Lucas Nascimento Santos

Lucas Nascimento Santos Lucas Nascimento Santos Mobile Application Developer lucassantoos56@gmail.com Resumo Lucas Nascimento Santos (@ll_ucasn), engenheiro de software. Estudante de Ciência da Computação na Universidade Salvador

Leia mais

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br

PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br PROJETO DE REDES www.projetoderedes.com.br Centro Universitário de Volta Redonda - UniFOA Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro

Leia mais

CA Mainframe Chorus for Storage Management Versão 2.0

CA Mainframe Chorus for Storage Management Versão 2.0 FOLHA DO PRODUTO CA Mainframe Chorus for Storage Management CA Mainframe Chorus for Storage Management Versão 2.0 Simplifique e otimize suas tarefas de gerenciamento de armazenamento, aumente a produtividade

Leia mais

Testes de Software Aula 2

Testes de Software Aula 2 Testes de Software Aula 2 Universidade Federal do Ceará Estes slides fazem parte do material de treinamento produzido pela Célula de Testes e Qualidade de Software (CTQS) do Grupo de Redes de Computadores,

Leia mais

Desenvolvendo aplicações móveis integradas a redes sociais para o suporte de turistas no Brasil

Desenvolvendo aplicações móveis integradas a redes sociais para o suporte de turistas no Brasil Desenvolvendo aplicações móveis integradas a redes sociais para o suporte de turistas no Brasil Rossana M. C. Andrade 1,2, *, Márcio E. F. Maia 1,3, Paulo Henrique M. Maia 1 1 Grupo de Redes de Computadores,

Leia mais

7 Utilização do Mobile Social Gateway

7 Utilização do Mobile Social Gateway 7 Utilização do Mobile Social Gateway Existem três atores envolvidos na arquitetura do Mobile Social Gateway: desenvolvedor do framework MoSoGw: é o responsável pelo desenvolvimento de novas features,

Leia mais

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP)

Hardware (Nível 0) Organização. Interface de Máquina (IM) Interface Interna de Microprogramação (IIMP) Hardware (Nível 0) Organização O AS/400 isola os usuários das características do hardware através de uma arquitetura de camadas. Vários modelos da família AS/400 de computadores de médio porte estão disponíveis,

Leia mais

DESENVOLVENDO HABILIDADES E CONSTRUINDO CONHECIMENTOS NO AMBIENTE VIRTUAL CYBERNAUTAS. Maio/2005 216-TC-C3

DESENVOLVENDO HABILIDADES E CONSTRUINDO CONHECIMENTOS NO AMBIENTE VIRTUAL CYBERNAUTAS. Maio/2005 216-TC-C3 1 DESENVOLVENDO HABILIDADES E CONSTRUINDO CONHECIMENTOS NO AMBIENTE VIRTUAL CYBERNAUTAS Maio/2005 216-TC-C3 José Antonio Gameiro Salles UNISUAM / CCET / Desenv. de Softwares & UNISUAM/LAPEAD - antoniosalles@gmail.com

Leia mais

Uma Aplicação de Ensino Orientada a Agentes na Internet

Uma Aplicação de Ensino Orientada a Agentes na Internet 1 de 5 22/7/2008 17:14 Uma Aplicação de Ensino Orientada a Agentes na Internet Adriana Soares Pereira Cláudio Fernando Resin Geyer adriana@inf.ufrgs.br Resumo Este trabalho apresenta uma proposta de desenvolvimento

Leia mais

Descoberta de Domínio Conceitual de Páginas Web

Descoberta de Domínio Conceitual de Páginas Web paper:25 Descoberta de Domínio Conceitual de Páginas Web Aluno: Gleidson Antônio Cardoso da Silva gleidson.silva@posgrad.ufsc.br Orientadora: Carina Friedrich Dorneles dorneles@inf.ufsc.br Nível: Mestrado

Leia mais

Curso de atualização Educação Integral e Integrada. Tutorial Moodle. Belo Horizonte, 2013.

Curso de atualização Educação Integral e Integrada. Tutorial Moodle. Belo Horizonte, 2013. Curso de atualização Educação Integral e Integrada Tutorial Moodle Belo Horizonte, 2013. 1. INTRODUÇÃO... 3 2. ACESSANDO O AMBIENTE... 4 3. CONHECENDO O AMBIENTE... 5 3.1. CAIXAS DE UTILIDADES... 5 4.

Leia mais

SENAI - Educação profissional

SENAI - Educação profissional MAPA DO PORTAL (HT T P: //WWW. PORT AL DAINDUST RIA. COM. B R/CNI/MAPADOSIT E /) SITES DO SISTEMA INDÚSTRIA (HT T P: //WWW. PORT AL DAINDUST RIA. COM. B R/CANAIS/) CONT AT O (HT T P: //WWW. PORT AL DAINDUST

Leia mais

CONCEITOS E APLICAÇÕES DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM

CONCEITOS E APLICAÇÕES DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM CONCEITOS E APLICAÇÕES DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM Rogério Schueroff Vandresen¹, Willian Barbosa Magalhães¹ ¹Universidade Paranaense(UNIPAR) Paranavaí-PR-Brasil rogeriovandresen@gmail.com, wmagalhaes@unipar.br

Leia mais

PLANO DA SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM CURSOS TÉCNICOS. Walter André de Almeida Pires. Silveira

PLANO DA SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM CURSOS TÉCNICOS. Walter André de Almeida Pires. Silveira PLANO DA SITUAÇÃO DE APRENDIZAGEM CURSOS TÉCNICOS 1. Identificação Curso Técnico em Informática Unidade São José Coordenador da S.A Walter André de Almeida Pires Unidade(s) Curricular(es) Envolvida(s)

Leia mais

XVIII JORNADA DE ENFERMAGEM EM HEMODINÂMICA.

XVIII JORNADA DE ENFERMAGEM EM HEMODINÂMICA. . Qualificando o desempenho operacional utilizando ferramentas de Tecnologia de Informação. sfl.almada@gmail.com Enfª Sueli de Fátima da Luz Formação: Bacharel em Enfermagem e Obstetrícia Universidade

Leia mais

Soluções em Software para Medicina Diagnóstica. www.digitalmed.com.br

Soluções em Software para Medicina Diagnóstica. www.digitalmed.com.br Soluções em Software para Medicina Diagnóstica www.digitalmed.com.br NOTA DE AGRADECIMENTO Primeiramente, agradecemos pela sua receptividade em conhecer as nossas soluções, afinal, é sempre uma imensa

Leia mais

Framework colaborativo para processamento de imagens utilizando a tecnologia jini

Framework colaborativo para processamento de imagens utilizando a tecnologia jini Framework colaborativo para processamento de imagens utilizando a tecnologia jini Daniel Welfer (UFSM) welfer@inf.ufsm.br Fábio Paulo Basso (UFSM) fbasso@inf.ufsm.br Marcos Cordeiro d Ornellas (UFSM) ornellas@inf.ufsm.br

Leia mais

FURB - Universidade Regional de Blumenau TCC - Trabalho de Conclusão de Curso Acadêmico: Fernando Antonio de Lima Orientador: Oscar Dalfovo

FURB - Universidade Regional de Blumenau TCC - Trabalho de Conclusão de Curso Acadêmico: Fernando Antonio de Lima Orientador: Oscar Dalfovo FURB - Universidade Regional de Blumenau TCC - Trabalho de Conclusão de Curso Acadêmico: Fernando Antonio de Lima Orientador: Oscar Dalfovo Roteiro Introdução Sistemas de Informação - SI Executive Information

Leia mais

Soluções em Software para Medicina Diagnóstica. www.digitalmed.com.br

Soluções em Software para Medicina Diagnóstica. www.digitalmed.com.br Soluções em Software para Medicina Diagnóstica www.digitalmed.com.br NOTA DE AGRADECIMENTO Primeiramente, agradecemos pela sua receptividade em conhecer as nossas soluções, afinal, é sempre uma imensa

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO SISTEMA DE GESTÃO DE PESSOAS SEBRAE/TO UNIDADE: GESTÃO ESTRATÉGICA PROCESSO: TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Competências Analista 1. Administração de recursos de infra-estrutura de tecnologia da informação 2.

Leia mais

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O FUNCIONAMENTO DO EAD I-UMA SOBRE O EAD

PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O FUNCIONAMENTO DO EAD I-UMA SOBRE O EAD PERGUNTAS E RESPOSTAS SOBRE O FUNCIONAMENTO DO EAD I-UMA SOBRE O EAD 1. O que é EAD? EAD é a sigla para Ensino a Distância, ou Educação a Distância, uma modalidade de ensino que acontece a partir da união

Leia mais

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares

Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares Universidade de Brasília Departamento de Ciência da Informação e Documentação Profa.:Lillian Alvares Comunidades de Prática Grupos informais e interdisciplinares de pessoas unidas em torno de um interesse

Leia mais

Requisitos de um Registro Eletrônico de Saúde Ubíquo *

Requisitos de um Registro Eletrônico de Saúde Ubíquo * Requisitos de um Registro Eletrônico de Saúde Ubíquo * Caroline F. Vicentini 1, Alencar Machado 1, Iara Augustin 1 1 Mestrado em Computação Programa de Pós Graduação em Informática Universidade Federal

Leia mais

1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE)

1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE) 1 UML (UNIFIED MODELING LANGUAGE) Segundo Tonsig (2003), para conseguir desenvolver um software capaz de satisfazer as necessidades de seus usuários, com qualidade, por intermédio de uma arquitetura sólida

Leia mais

Análise do processo de avaliação contínua em um curso totalmente à distância

Análise do processo de avaliação contínua em um curso totalmente à distância Análise do processo de avaliação contínua em um curso totalmente à distância Joice Lee Otsuka Instituto de Computação Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) 1 Caixa Postal 6176 CEP: 13083-970 - Campinas,

Leia mais

Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia.

Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia. Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia. Introdução Sávio Marcos Garbin Considerando-se que no contexto atual a turbulência é a normalidade,

Leia mais

A perspectiva e atuação da ANS no desenvolvimento de padrões no Brasil. Jussara M P Rötzsch ANS/DIDES/GGSUS

A perspectiva e atuação da ANS no desenvolvimento de padrões no Brasil. Jussara M P Rötzsch ANS/DIDES/GGSUS A perspectiva e atuação da ANS no desenvolvimento de padrões no Brasil Jussara M P Rötzsch ANS/DIDES/GGSUS Avanços (tecnológico e científico) na Saúde Maior conhecimento sobre os determinantes de saúde

Leia mais

Uso de taxonomias na gestão de conteúdo de portais corporativos.

Uso de taxonomias na gestão de conteúdo de portais corporativos. Gestão de Conteúdo web através de ontologias: conceitos e aplicações Fernando Silva Parreiras Contextualização O que? Uso de taxonomias na gestão de conteúdo de portais corporativos. Quem? Gerentes, consultores

Leia mais

práticas recomendadas Cinco maneiras de manter os recrutadores à frente da curva social

práticas recomendadas Cinco maneiras de manter os recrutadores à frente da curva social práticas recomendadas Cinco maneiras de manter os recrutadores à frente da curva social Não há dúvidas de que as tecnologias sociais têm um impacto substancial no modo como as empresas funcionam atualmente.

Leia mais

Symantec Network Access Control

Symantec Network Access Control Conformidade abrangente de endpoints Visão geral O é uma solução completa para o controle de acesso que permite às empresas controlar o acesso às redes corporativas de forma segura e eficiente, através

Leia mais

2 Conceitos Gerais de Classificação de Documentos na Web

2 Conceitos Gerais de Classificação de Documentos na Web Conceitos Gerais de Classificação de Documentos na Web 13 2 Conceitos Gerais de Classificação de Documentos na Web 2.1. Páginas, Sites e Outras Terminologias É importante distinguir uma página de um site.

Leia mais

Um processo para construção de software mais transparente

Um processo para construção de software mais transparente Um processo para construção de software mais transparente Eduardo Almentero 1, and Julio Cesar Sampaio do Prado Leite 1 1 Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro, PUC - Rio, Brasil {ealmentero,

Leia mais

José Benedito Lopes Junior ¹, Marcello Erick Bonfim 2

José Benedito Lopes Junior ¹, Marcello Erick Bonfim 2 ISBN 978-85-61091-05-7 Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 27 a 30 de outubro de 2009 Definição de uma tecnologia de implementação e do repositório de dados para a criação da ferramenta

Leia mais

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento

O que é o Virto ERP? Onde sua empresa quer chegar? Apresentação. Modelo de funcionamento HOME O QUE É TOUR MÓDULOS POR QUE SOMOS DIFERENTES METODOLOGIA CLIENTES DÚVIDAS PREÇOS FALE CONOSCO Suporte Sou Cliente Onde sua empresa quer chegar? Sistemas de gestão precisam ajudar sua empresa a atingir

Leia mais

DAS6607 - Inteligência Artificial Aplicada à Controle de Processos e Automação Industrial

DAS6607 - Inteligência Artificial Aplicada à Controle de Processos e Automação Industrial DAS6607 - Inteligência Artificial Aplicada à Controle de Processos e Automação Industrial Aluno: André Faria Ruaro Professores: Jomi F. Hubner e Ricardo J. Rabelo 29/11/2013 1. Introdução e Motivação 2.

Leia mais

Aplicação de um Metamodelo de Contexto a uma Tarefa de Investigação Policial

Aplicação de um Metamodelo de Contexto a uma Tarefa de Investigação Policial Aplicação de um Metamodelo de Contexto a uma Tarefa de Investigação Policial Lucas A. de Oliveira, Rui A. R. B. Figueira, Expedito C. Lopes Mestrado em Sistemas e Computação Universidade de Salvador (UNIFACS)

Leia mais

MBA Inteligência Competitiva Com ênfase em BI/CPM. Metadados

MBA Inteligência Competitiva Com ênfase em BI/CPM. Metadados MBA Inteligência Competitiva BI/CPM 1 Data Warehousing PÓS-GRADUAÇÃO MBA Inteligência Competitiva Com ênfase em BI/CPM Metadados Andréa Cristina Montefusco (36927) Hermes Abreu Mattos (36768) Robson Pereira

Leia mais

Requisitos de Ferramentas Especializadas de Gestão de Configuração de Software

Requisitos de Ferramentas Especializadas de Gestão de Configuração de Software Requisitos de Ferramentas Especializadas de Gestão de Configuração de Software Ricardo Terra 1 1 Departamento de Ciência da Computação Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Campus da Pampulha 31.270-010

Leia mais

ADAPTANDO UMA APLICAÇÃO PARA CLOUD: UMA ANÁLISE ENTRE OS ESFORÇOS UTILIZADOS

ADAPTANDO UMA APLICAÇÃO PARA CLOUD: UMA ANÁLISE ENTRE OS ESFORÇOS UTILIZADOS ADAPTANDO UMA APLICAÇÃO PARA CLOUD: UMA ANÁLISE ENTRE OS ESFORÇOS UTILIZADOS Cleverson Nascimento de Mello¹, Claudete Werner¹, Gabriel Costa Silva² ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil

Leia mais

Palavras-Chaves: Arquitetura, Modelagem Orientada a Objetos, UML.

Palavras-Chaves: Arquitetura, Modelagem Orientada a Objetos, UML. MODELAGEM ORIENTADA A OBJETOS APLICADA À ANÁLISE E AO PROJETO DE SISTEMA DE VENDAS ALTEMIR FERNANDES DE ARAÚJO Discente da AEMS Faculdades Integradas de Três Lagoas ANDRE LUIZ DA CUNHA DIAS Discente da

Leia mais

Ciência Tecnologia - Inovação

Ciência Tecnologia - Inovação Ciência Tecnologia - Inovação Tecnologias da informação A Tecnologia da Informação assumiu nos últimos anos um papel imprescindível no contexto das Instituições de Ensino Superior. agilidade flexibilidade

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico ETEC MONSENHOR ANTONIO MAGLIANO Código: 088 Município: Garça Eixo Tecnológico: Informação e Comunicação Habilitação Profissional: Técnica de Nível Médio de

Leia mais

15/09/2015. Gestão e Governança de TI. Modelo de Governança em TI. A entrega de valor. A entrega de valor. A entrega de valor. A entrega de valor

15/09/2015. Gestão e Governança de TI. Modelo de Governança em TI. A entrega de valor. A entrega de valor. A entrega de valor. A entrega de valor Gestão e Governança de TI Modelo de Governança em TI Prof. Marcel Santos Silva PMI (2013), a gestão de portfólio é: uma coleção de projetos e/ou programas e outros trabalhos que são agrupados para facilitar

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA

A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA Autores : Agata RHENIUS, Melissa MEIER. Identificação autores: Bolsista IFC-Campus Camboriú;

Leia mais

Iniciativa para Identificação de Oportunidades Tecnológicas para o Desenvolvimento da Internet do Futuro. Tania Regina Tronco

Iniciativa para Identificação de Oportunidades Tecnológicas para o Desenvolvimento da Internet do Futuro. Tania Regina Tronco Iniciativa para Identificação de Oportunidades Tecnológicas para o Desenvolvimento da Internet do Futuro Tania Regina Tronco Data: 15/04/2009 Motivadores A evolução da Internet causará um forte impacto

Leia mais

Usando Modelos Para Apoiar a Especificação e Verificação de Requisitos de Ubiquidade

Usando Modelos Para Apoiar a Especificação e Verificação de Requisitos de Ubiquidade Usando Modelos Para Apoiar a Especificação e Verificação de Requisitos de Ubiquidade Leonardo Mota, Jobson Massollar, Guilherme Horta Travassos Federal University of Rio de Janeiro/COPPE/PESC Caixa Postal

Leia mais

CA Mainframe Chorus for DB2 Database Management Version 2.0

CA Mainframe Chorus for DB2 Database Management Version 2.0 FOLHA DO PRODUTO CA Mainframe Chorus for DB2 Database Management CA Mainframe Chorus for DB2 Database Management Version 2.0 Simplifique e otimize seu DB2 para tarefas de gerenciamento de carga de trabalho

Leia mais

Autores/Grupo: TULIO, LUIS, FRANCISCO e JULIANO. Curso: Gestão da Tecnologia da Informação. Professor: ITAIR PEREIRA DA SILVA GESTÃO DE PESSOAS

Autores/Grupo: TULIO, LUIS, FRANCISCO e JULIANO. Curso: Gestão da Tecnologia da Informação. Professor: ITAIR PEREIRA DA SILVA GESTÃO DE PESSOAS Autores/Grupo: TULIO, LUIS, FRANCISCO e JULIANO Curso: Gestão da Tecnologia da Informação Professor: ITAIR PEREIRA DA SILVA GESTÃO DE PESSOAS ORGANOGRAMA FUNCIANOGRAMA DESENHO DE CARGO E TAREFAS DO DESENVOLVEDOR

Leia mais

Emprego de Código de Barras Bidimensionais para Conferência da Autenticidade de Certificados Digitais

Emprego de Código de Barras Bidimensionais para Conferência da Autenticidade de Certificados Digitais Emprego de Código de Barras Bidimensionais para Conferência da Autenticidade de Certificados Digitais Caroline F. Vicentini 1, Francisco T. M. Avelar 1, João Carlos D. Lima 2, Iara Augustin 2 1 Ciência

Leia mais

Em direção a Educação Ubíqua: aprender sempre, em qualquer lugar, com qualquer dispositivo

Em direção a Educação Ubíqua: aprender sempre, em qualquer lugar, com qualquer dispositivo Em direção a Educação Ubíqua: aprender sempre, em qualquer lugar, com qualquer dispositivo Débora Nice Ferrari Barbosa UNILASALLE nice@unilasalle.edu.br Dirléia Fanfa Sarmento UNILASALLE fanfa@unilasalle.edu.br

Leia mais

3 Gerenciamento de Projetos

3 Gerenciamento de Projetos 34 3 Gerenciamento de Projetos Neste capítulo, será abordado o tema de gerenciamento de projetos, iniciando na seção 3.1 um estudo de bibliografia sobre a definição do tema e a origem deste estudo. Na

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Engenharia de Software O que é a engenharia de software É um conjunto integrado de métodos e ferramentas utilizadas para especificar, projetar, implementar e manter um sistema. Método É uma prescrição

Leia mais

Quatro tendências críticas em TI para a continuidade dos negócios

Quatro tendências críticas em TI para a continuidade dos negócios Quatro tendências críticas em TI para a continuidade dos negócios Em TI, o fracasso não é uma opção. Não surpreendentemente, as organizações tornaram uma prioridade alta desenvolver e implementar planos

Leia mais

CLOUD COMPUTING: COMPARANDO COMO O MUNDO ONLINE PODE SUBSTITUIR OS SERVIÇOS TRADICIONAIS

CLOUD COMPUTING: COMPARANDO COMO O MUNDO ONLINE PODE SUBSTITUIR OS SERVIÇOS TRADICIONAIS CLOUD COMPUTING: COMPARANDO COMO O MUNDO ONLINE PODE SUBSTITUIR OS SERVIÇOS TRADICIONAIS João Antônio Bezerra Rodrigues¹, Claudete Werner¹, Gabriel Costa Silva² ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí

Leia mais

Universidade Ubíqua: a UFPB Virtual ao seu alcance

Universidade Ubíqua: a UFPB Virtual ao seu alcance Universidade Ubíqua: a UFPB Virtual ao seu alcance SEVERO¹, Ana Beatrice Santana SILVA², Danielle Rousy Dias da ANJOS 3, Eudisley Gomes dos PRESTES 4, Mateus Augusto Santos FERNANDES 5, Raul Felipe de

Leia mais

Gerenciador SafeSign Guia de Instalação

Gerenciador SafeSign Guia de Instalação Guia de Instalação Certificação Digital Guia CD-06 Público 1. Pré-requisitos para a instalação do dispositivo de certificação digital: Aplicativo SafeSign Para que o processo de instalação tenha sucesso,

Leia mais

Avaliação de um Serviço para Gerenciamento de Entidades Físicas em Aplicações Ubíquas

Avaliação de um Serviço para Gerenciamento de Entidades Físicas em Aplicações Ubíquas Avaliação de um Serviço para Gerenciamento de Entidades Físicas em Aplicações Ubíquas Rodolfo Antunes 1, Cristiano Costa 2, Jorge Barbosa 2, Cláudio Geyer 1, Adenauer Yamin 3 1 UFRGS Universidade Federal

Leia mais

Um Sistema de Controle de Acesso Utilizando Agentes e Ontologia

Um Sistema de Controle de Acesso Utilizando Agentes e Ontologia Um Sistema de Controle de Acesso Utilizando Agentes e Ontologia Pedro Ricardo Oliveira 1, João Carlos Gluz 1 1 Programa Interdisciplinar de Pós Graduação Em Computação Aplicada (PIPCA) Universidade do

Leia mais

Plano Estratégico de Tecnologia de Informação - PETI

Plano Estratégico de Tecnologia de Informação - PETI Plano Estratégico de Tecnologia de Informação - PETI Hercio M. Ferraro Neto Pós-Graduando em Adm. De Sistemas de Informação Neste artigo iremos tratar de uma ferramenta da administração de sistemas de

Leia mais

Melhores práticas para gerenciamento de suporte a serviços de TI

Melhores práticas para gerenciamento de suporte a serviços de TI Melhores práticas para gerenciamento de suporte a serviços de TI Adriano Olimpio Tonelli Redes & Cia 1. Introdução A crescente dependência entre os negócios das organizações e a TI e o conseqüente aumento

Leia mais

Roteamento e Comutação

Roteamento e Comutação Roteamento e Comutação Uma estação é considerada parte de uma LAN se pertencer fisicamente a ela. O critério de participação é geográfico. Quando precisamos de uma conexão virtual entre duas estações que

Leia mais

Eficiência operacional no setor público. Dez recomendações para cortar custos

Eficiência operacional no setor público. Dez recomendações para cortar custos Eficiência operacional no setor público Dez recomendações para cortar custos 2 de 8 Introdução Com grandes cortes no orçamento e uma pressão reguladora cada vez maior, o setor público agora precisa aumentar

Leia mais

INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa

INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa INTEGRE Diversas fontes de informações em uma interface intuitiva que exibe exatamente o que você precisa ACESSE Informações corporativas a partir de qualquer ponto de Internet baseado na configuração

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches A presença de tecnologias digitais no campo educacional já é facilmente percebida, seja pela introdução de equipamentos diversos,

Leia mais

Instituto de Computação Universidade Federal Fluminense

Instituto de Computação Universidade Federal Fluminense Gerência da tutoria - o diferencial em uma plataforma on-line Luiz Valter Brand Gomes* Rosângela Lopes Lima* Filipe Ancelmo Saramago* Rodrigo Telles Costa* Instituto de Computação Universidade Federal

Leia mais

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2

Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Curso Tecnológico de Redes de Computadores 5º período Disciplina: Tecnologia WEB Professor: José Maurício S. Pinheiro V. 2009-2 Aula 1 Conceitos da Computação em Nuvem A computação em nuvem ou cloud computing

Leia mais

Consumo de Energia e Mobile Cloud

Consumo de Energia e Mobile Cloud Consumo de Energia e Mobile Cloud Uma Visão Geral sobre os Tópicos Abertos Rafael Roque de Souza www.ime.usp.br/ rroque/ Disciplina: MAC 0463/5743 - Computação Móvel Prof. Dr. Alfredo Goldman vel Lejbman

Leia mais

FAESA@Online: Um ambiente para criação e manutenção de cursos a distância

FAESA@Online: Um ambiente para criação e manutenção de cursos a distância FAESA@Online: Um ambiente para criação e manutenção de cursos a distância Short paper Autores: Luciano Lessa Lorenzoni - Apresentador luciano@faesa.br 27-3279152 Denise Frazotti Togneri togneri@zaz.com.br

Leia mais

Gerenciamento de Dispositivos de Borda Reconfiguráveis na Computação Pervasiva

Gerenciamento de Dispositivos de Borda Reconfiguráveis na Computação Pervasiva Gerenciamento de Dispositivos de Borda Reconfiguráveis na Computação Pervasiva Eduardo da Silva Möller, Wagner Al-Alam, Maurício Lima Pilla, Adenauer Corrêa Yamin, André Rauber Du Bois Universidade Católica

Leia mais

Em Busca de uma Arquitetura de Referência para Frameworks de Aplicação Dirigidos por Modelos para Sistemas de Informação

Em Busca de uma Arquitetura de Referência para Frameworks de Aplicação Dirigidos por Modelos para Sistemas de Informação Em Busca de uma Arquitetura de Referência para Frameworks de Aplicação Dirigidos por Modelos para Sistemas de Informação Valdemar Vicente GRACIANO NETO 1 ; Juliano Lopes DE OLIVEIRA 1 1 Instituto de Informática

Leia mais

Novas Mídias e Relações Sociais.

Novas Mídias e Relações Sociais. Novas Mídias e Relações Sociais. Eduardo Foster 1 1 Caiena Soluções em Gestão do Conhecimento, Av. 34-578, CEP 13504-110 Rio Claro, Brasil foster@caiena.net Resumo. A comunicação é uma disciplina que acompanha

Leia mais

UM MODELO DE GERÊNCIA DE OBJETOS DE APRENDIZAGEM EM UM AMBIENTE DE EDUCAÇÃO UBÍQUA

UM MODELO DE GERÊNCIA DE OBJETOS DE APRENDIZAGEM EM UM AMBIENTE DE EDUCAÇÃO UBÍQUA 69 UM MODELO DE GERÊNCIA DE OBJETOS DE APRENDIZAGEM EM UM AMBIENTE DE EDUCAÇÃO UBÍQUA Marcus V. L. Martins Débora Nice Ferrari Barbosa Jorge Luis Victória Barbosa Cláudio Fernando Resin Geyer Resumo Palavras-chave

Leia mais

Ferramenta para Definição de Contexto pelo Usuário-Final na Programação de Tarefas Clínicas em um Sistema de Saúde Pervasivo

Ferramenta para Definição de Contexto pelo Usuário-Final na Programação de Tarefas Clínicas em um Sistema de Saúde Pervasivo Ferramenta para Definição de Contexto pelo Usuário-Final na Programação de Tarefas Clínicas em um Sistema de Saúde Pervasivo Alencar Machado 1, Giovani Rubert Librelotto 1, Iara Augustin 1 1 Universidade

Leia mais

UMA VISÃO GERAL DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM

UMA VISÃO GERAL DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM UMA VISÃO GERAL DA COMPUTAÇÃO EM NUVEM Ederson dos Santos Cordeiro de Oliveira 1, Tiago Piperno Bonetti 1, Ricardo Germano 1 ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil edersonlikers@gmail.com,

Leia mais

Renata Miranda Pires Boente

Renata Miranda Pires Boente Uso do Modelo Qualitativo de Análise de Risco (Karolak) na Gestão de Projetos de TI: Um estudo de caso na Justiça Federal de Primeiro Grau Seção Judiciária do Rio de Janeiro Renata Miranda Pires Boente

Leia mais

Módulo 07 Gestão de Conhecimento

Módulo 07 Gestão de Conhecimento Módulo 07 Gestão de Conhecimento Por ser uma disciplina considerada nova dentro do campo da administração, a gestão de conhecimento ainda hoje tem várias definições e percepções, como mostro a seguir:

Leia mais

1. PRÁTICA EFICAZ DE GESTÃO EDUCACIONAL Gestão do ciclo completo de relacionamento com o aluno SRM da Universidade Feevale

1. PRÁTICA EFICAZ DE GESTÃO EDUCACIONAL Gestão do ciclo completo de relacionamento com o aluno SRM da Universidade Feevale RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO 1. PRÁTICA EFICAZ DE GESTÃO EDUCACIONAL Gestão do ciclo completo de relacionamento com o aluno SRM da Universidade Feevale 1.1 Histórico da Prática Eficaz Por meio do Departamento

Leia mais

Desenvolvimento e utilização do Painel de Auditoria Contínua Agências pela Auditoria Interna do Banco do Brasil

Desenvolvimento e utilização do Painel de Auditoria Contínua Agências pela Auditoria Interna do Banco do Brasil PRÁTICA 1) TÍTULO Desenvolvimento e utilização do Painel de Auditoria Contínua Agências pela Auditoria Interna do Banco do Brasil 2) DESCRIÇÃO DA PRÁTICA - limite de 8 (oito) páginas: A Auditoria Interna

Leia mais

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos

A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos A evolução da tecnologia da informação nos últimos 45 anos Denis Alcides Rezende Do processamento de dados a TI Na década de 1960, o tema tecnológico que rondava as organizações era o processamento de

Leia mais

Visão Geral dos Sistemas de Informação

Visão Geral dos Sistemas de Informação Visão Geral dos Sistemas de Informação Existem muitos tipos de sistemas de informação no mundo real. Todos eles utilizam recursos de hardware, software, rede e pessoas para transformar os recursos de dados

Leia mais

MobiLE: Um ambiente Multiagente de Aprendizagem Móvel para Apoiar a Recomendação Sensível ao Contexto de Objetos de Aprendizagem

MobiLE: Um ambiente Multiagente de Aprendizagem Móvel para Apoiar a Recomendação Sensível ao Contexto de Objetos de Aprendizagem MobiLE: Um ambiente Multiagente de Aprendizagem Móvel para Apoiar a Recomendação Sensível ao Contexto de Objetos de Aprendizagem Luiz Cláudio Nogueira da Silva 1 2, Francisco Milton Mendes Neto 1 2, Luiz

Leia mais