IMUNIDADE PARLAMENTAR ORIGEM HISTÓRICA E DEFINIÇÃO

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1 CURSO DE DIREITO MACELO SILVA DE FREITAS IMUNIDADE PARLAMENTAR ORIGEM HISTÓRICA E DEFINIÇÃO Fortaleza 2008

2 MACELO SILVA DE FREITAS IMUNIDADE PARLAMENTAR ORIGEM HISTÓRICA E DEFINIÇÃO O trabalho tem o objetivo de ser apresentado na programação de Iniciação Científica na Faculdade 7 de Setembro. Professor orientador: Prof. Ms. Felipe Braga. Fortaleza 2008

3 RESUMO FREITAS. Macelo Silva. Imunidade Parlamentar, Origem Histórica e Definição. Fortaleza, Artigo Curso de Direito, Faculdade 7 de Setembro. O presente trabalho monográfico nasce da necessidade de se fazer um exame mais apurado da atividade parlamentar brasileira, tendo como foco principal a influencia que o instituto da imunidade parlamentar tem na atividade exercida pelos indivíduo que atuam à sobra da proteção deste instituto. Assim preocupamos, primeiramente, em descobrir a origem do instituto na historio brasileira e seus precursores na Europa, salientando as diferenças entre os pressupostos que validaram a criação do instituto e as mudanças que o instituto foi sofrendo no decorrer dos anos até chegar em nossos dias. Com a cobertura, cada vez maior, que a mídia dá às personalidades políticas que compõe, a vida destes parlamentares passou a ser muito mais pública, uma vez que os encontramos constantemente em noticiários de todos os tipos. Quase sempre as noticias veiculam estas figuras com algum fato não muito simpático aos olhos do povo. Neste contexto, o instituto das Imunidades Parlamentares que garante as prerrogativas que asseguram aos membros do parlamento, a mais ampla liberdade de palavra, no exercício de suas funções, e os protege contra abuso de violação por parte dos outros, se tornou muito importante. Conhecer seu conteúdo e efeitos é cada vez mais necessário em nossos dias. Palavras-chave: Imunidades parlamentares, prerrogativa funcional, privilégios.

4 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 1. ORIGEM DO INSTITUTO DA IMUNIDADE PARLAMENTAR 1. 1 O Contexto Histórico de Surgimento da Imunidade Parlamentar na Europa As imunidades na Roma Antiga Imunidade na Inglaterra Imunidade na França Imunidade na Alemanha Imunidade na Itália Imunidade nos Estados Unido da América 2. Surgimento da Imunidade Parlamentar no Brasil 2.1 O Instituto da Imunidade Parlamentar na Constituição de Definição do Termo Imunidade Parlamentar Definição Extensa da Imunidade Parlamentar CONCLUSÃO REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

5 INTRODUÇÃO Com a grande divulgação que o tema da Imunidade Parlamentar tem ganho em nossos dias, principalmente com os constantes escândalos ou denúncias de fatos ilícitos envolvendo a participação de parlamentares do cenário público brasileiro, faz-se necessário um estudo apurado do instituto, desde seu surgimento e sua definição nos testos legais. Tal tema deverá suscitar ainda inúmeros debates jurídicos, sociais e políticos em nossa sociedade. O presente trabalho tem o objetivo de servir como capítulo que comporá um trabalho monográfico de fim do curso de bacharelado em direito na Faculdade Sete de Setembro. Assim abordaremos neste trabalho introdutório o contexto histórico que gerou o apareceu, no mundo político e jurídico, do instituto da Imunidade Parlamentar, tanto em paises europeus como nos Estados Unidos da América. Em seguida procuraremos situar o surgimento da Imunidade Parlamentar no Brasil e sua evolução em nossa história são abordados do ponto de vista das Constituições desde a do Império até a de Em seguida conceituamos o instituto com conceitos tirados de dicionários e doutrinadores, procurando identificar pontos comuns de suas opiniões. Tal análise servirá para formularmos um conceito extensivo do temos, delimitando assim a linha de estudo a ser seguido no trabalho de monografia final. A todo momento estaremos salientando que o instituto protege o parlamentar, o congressista, no que tange àqueles atos, palavras, opiniões e votos proferidos no exercício das funções no congresso, sendo passíveis dessa tutela apenas os comportamentos dos parlamentares no exercício efetivo de suas funções, no parlamento ou fora dele. Não podendo o instituto ser colocado a serviço da delinqüência ou para acoberta atos ilícitos de pessoas

6 que se utilizam dos meios legais para auto promoção ou para agirem acobertado por uma má interpretação de direitos. Enquanto houver previsão constitucional determinando prerrogativas para os parlamentares, o instituto das imunidades vai continuar suscitando muita discussão. O certo é que a questão da controvérsia é menos da formatação e contornos legais do instituto ou da sua existência, mas, sim no comportamento, na postura ético daqueles que se utilizam erroneamente das vantagens ou prerrogativas garantidas pelo instituto. Em conclusão apresento a importância da pesquisa histórica para a compreensão clara do instituto, buscando demonstrar que se formos cientes dos pressupostos que serviram para a geração deste direito, estaremos mais qualificados a interpretar seu conteúdo e importância para o momento atual, e mais seguros para propormos, se for o caso, mudanças para tornar o instituto mais eficiente para um novo momento.

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