INFORMATIVO SCS. Ano 9, nº de Setembro de 2015

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1 INFORMATIVO SCS Ano 9, nº de Setembro de 2015

2 Informativo da Secretaria de Comércio e Serviços SCS Nº 166 Ano 09 Brasília, 02 de Setembro de 2015 Sumário 1. SERVIÇOS... 3 CONFIANÇA DO SETOR DE SERVIÇOS DIMINUI EM AGOSTO, DIZ FGV SERVIÇOS CALL CENTER... 4 CLIENTES MAIS EXIGENTES E CUSTOS COM PESSOAL DESAFIAM CALL CENTERS SERVIÇOS - SEGUROS... 6 APENAS 13,3% DAS RESIDÊNCIAS NO BRASIL TÊM SEGURO... 6 SEGUROS PARA VIAGENS PASSARÃO A TER NOVAS REGRAS A PARTIR DESTE MÊS SERVIÇOS - TELECOMUNICAÇÕES ANATEL QUER SIMPLIFICAR REGULAMENTAÇÃO PARA APROXIMAR OPERADORAS E PROVEDORES SERVIÇOS TRANSPORTE AÉREO DEMANDA POR TRANSPORTE AÉREO INTERNACIONAL SUBIU 21,9% EM JULHO COMÉRCIO ELETRÔNICO E-COMMERCE: FACILIDADE PARA TODOS E EM QUALQUER LUGAR SONY INAUGURA SUA NOVA LOJA VIRTUAL MERCADO IMOBILIÁRIO EM 2016 SEU IMÓVEL VOLTARÁ AO PREÇO DE 2011, DIZ FIPEZAP CURTAS CONFIANÇA DO EMPRESÁRIO DO COMÉRCIO CAI 4,7% ENTRE JULHO E AGOSTO ÍNDICE DE PONTUALIDADE DOS VOOS DA GOL ALCANÇA 98,24% EM AGOSTO, DIVULGA EMPRESA FEIRAS... 20

3 1. Serviços Confiança do setor de serviços diminui em agosto, diz FGV 31 de Setembro de 2015 Fonte: Portal G1.com Recuo do indicador foi de 4,7%, para 74,7 pontos. Pioraram avaliações sobre o presente e as expectativas sofre futuro. A confiança do setor ser serviços caiu 4,7% entre julho e agosto, passando de 78,4 para 74,7 pontos, segundo a Fundação Getulio Vargas (FGV). Pioraram as avaliações sobre o presente e as expectativas em relação aos meses seguintes. De acordo com a FGV, o Índice de Situação Atual (ISA-S) recuou 9,6%, após avançar 4,8% em julho, e o Índice de Expectativas (IE-S) recuou 1,7%, depois de cair 7,1% no mês anterior. A piora do indicador que mede a percepção diante do momento atual foi determinada pela queda de 11,6% do indicador da Situação Atual dos Negócios e de 7,4% do indicador do Volume de Demanda Atual. A proporção de empresas que avaliam a situação dos negócios como boa recuou de 9,5% para 8,6%, e a parcela das que a avaliam como ruim, aumentou de 47,5% para 53,8%. Já a queda do indicador de expectativas foi determinada, principalmente, pelo indicador que avalia o grau de otimismo com a evolução da demanda nos três meses seguintes, que recuou 2,2% frente a julho. Há um quadro de pessimismo entre as empresas de serviços, expresso na continuidade da queda da curva de confiança. A fragilidade na demanda, tanto das empresas quanto das famílias, vem impactando negativamente a atividade do setor, com reflexos imediatos no mercado de trabalho, uma vez que este é o setor mais empregador da economia. Os indicadores sinalizam uma nova queda no ritmo de atividade de serviços no terceiro trimestre, avalia Silvio Sales, consultor da FGV/IBRE. PIB O setor de serviços, que tem o maior peso na economia brasileira, recuou 1,4% no segundo trimestre de 2015, em comparação com o mesmo período em Esta foi a maior queda registrada desde 1996, início da série do Produto Interno Bruto (PIB). Os números foram divulgados na sexta-feira (29), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Voltar ao índice 3

4 2. Serviços Call Center Clientes mais exigentes e custos com pessoal desafiam call centers 02 de Setembro de 2015 Fonte: DCI Geração Y quer ser atendida por vários canais e até por especialistas quando entra em contato com a empresa, o que obriga maior automação e melhor direcionamento de funcionários O crescimento do potencial consumidor da chamada geração Y - muito atenta às inovações tecnológicas - e a necessidade de otimizar os gastos com recursos humanos são dois dos principais desafios enfrentados pelo setor de atendimento ao cliente. Para as centrais e fornecedoras de TI, o convívio com os clientes mais "antenados", nascidos entre 1977 e 1995, exige atualização constante. "É uma geração com tolerância e paciência zero", diz o vice-presidente da Aspect para a América Latina, Central e Caribe, Laurent Delache. O grupo, dos EUA, focado em soluções de atendimento, está no País desde A principal ferramenta para conquistar esse perfil de cliente é a multicanalidade - diversos canais que possibilitem o contato: via telefone, chat, redes sociais ou aplicativos. A estrutura, contudo, não entrega os resultados desejados caso os diferentes canais não sejam integrados, gerando informação de valor - essa integração é conhecida como omnichannel. "A geração Y não está mais falando ao telefone", completa Delache. "Aos poucos, ela só se relacionará com o cliente que oferecer canais integrados." O casamento dos dados nos diferentes canais está mais acessível graças ao desenvolvimento da computação em nuvem, que diminui investimentos em infraestrutura. Já o avanço do big data permite que os dados sirvam de matéria-prima para diagnósticos. "É um caminho sem volta. Se não for em cloud, a alta disponibilidade custa muito caro." Aplicativos Neste contexto, ferramentas como o app Posso Ajudar? da M2G, ganham destaque. Colaborativa, a plataforma permite ao usuário guiar a experiência de atendimento através de uma interface de autosserviço, que pode operar através de vídeo ou texto. "Levamos em conta o histórico da operação do cliente", conta o gerente de produto e inovação da M2G, Fernando Arrais. "Isso traz a informação exata necessária para tratar o caso específico de atendimento." Com a Voxeo, a Aspect oferece serviço semelhante. O app também permite o recebimento de demandas por diversos canais, incluindo redes sociais. Elas, por sua vez, exigem um acompanhamento cuidadoso, uma vez que os hábitos de navegação do cliente mais novo são voláteis. O serviço de mensagens instantâneas WhatsApp, popular no Brasil, está no mix de diversas companhias, mas, segundo Delache, ainda precisa passar por 4

5 padronização. "70% dos custos operacionais de uma empresa de atendimento são com pessoas", disse o vice-presidente regional da Aspect. Através da automação de processos e do avanço dos autosserviço, algumas companhias conseguem reduzir essa margem. Entretanto, a expectativa do consumidor moderno que entra em contato com um contact center é ser atendido por um especialista, e não por uma máquina: de acordo com estudo do Center for Generational Kinetics nos Estados Unidos, 80% dos nascidos entre 1977 e 1995 esperam esse tipo de atendimento. Treinamento O setor brasileiro, em um primeiro momento, parece ir na contramão dessa tendência. Segundo a E-Consulting Corp, a média de treinamento oferecido pelas empresas aos funcionários caiu de 139 horas anuais em 2013 para 116 em Os investimentos também retrocederam: de 7% do faturamento em 2013 para 5% em Ouvidos pelo DCI durante o Congresso Nacional das Relações Empresa-Cliente (Conarec) 2015, diversos players relataram que a alternativa é restringir o papel do atendente para funções específicas, que só poderiam ser resolvidas com ajuda humana. Isso não significa que a gestão de pessoas fique de lado. Na Algar Tech, braço de TI do Grupo Algar, que oferece soluções de atendimento, treinamentos e coaching são oferecidos para os 8 mil funcionário de contact center durante os períodos do mês com menor movimento. "Nosso processo de gestão de pessoas é diferente", afirmou o diretor de BPO e aplicações da empresa, Marco Aurélio Borges Matos. Segundo ele, o número anual de promoções ronda as 2.000, diminuindo o turnover, um problema histórico do setor. "Na Algar, ser atendente não é bico", destacou o executivo. Ele lembrou que o plano de carreira da empresa o contemplou, pois há 16 anos quando entrou na empresa foi atuar como operador de contact center. Ainda assim, direcionar aos atendentes a funções insolúveis também é algo que vigora. Para Matos, a eficiência perante o cliente garante ganhos no longo prazo. Na empresa de call centerhome Agent, a alternativa foi investir no homeoffice e a companhia se especializou no modelo. "Nosso turnover é próximo de zero", garante o CEO, Fabio Boucinhas, que vincula à baixa rotatividade um maior grau de especialização dos funcionários. Já a baiana Tel! acredita que investir em colaboradores é a prioridade. "Tecnologia é commodity. O engajamento é o diferencial", conta o CEO, Gabriel Dumont. Dos 12 mil funcionários, 300 ingressaram este ano, em uma nova operação em Itabuna (218 km de Salvador). Voltar ao índice 5

6 3. Serviços - Seguros Apenas 13,3% das residências no Brasil têm seguro 01 de Setembro de 2015 Fonte: Portal EXAME.com Seguros residenciais: o estudo reforça o potencial de crescimento do setor de apólices de seguro no país Estudo feito pela Federação Nacional de Seguros Gerais (FenSeg) divulgado nesta terça-feira, 01, mostra que apenas 13,3% de um total de 68 milhões de residências no Brasil possuem seguro. O indicador, que representa um volume de 9,1 milhões de apólices que somam R$ 2,2 bilhões em faturamento (prêmios), reforça, segundo Neival Freitas, diretor executivo técnico da entidade, o potencial que este segmento tem para crescer no país. O estudo, conforme ele, faz parte de uma ofensiva da Federação, que inclui levar mais informações ao mercado e aos consumidores, para impulsionar o crescimento do seguro residencial no Brasil que apesar de ter valor inferior ao de automóveis é menos contratado. Para este ano, porém, ele prevê crescimento de apenas um dígito como reflexo da crise que o país atravessa. "Estamos preparando o terreno é um ano difícil, de crise. O ano que vem esperamos ter um crescimento mais significativo do seguro residencial e, dependendo do comportamento da economia, podemos alcançar expansão de dois dígitos", disse ele, em entrevista à reportagem. A região que possui maior número de casas seguradas em relação à quantidade total de domicílios é, de acordo com a FenSeg, a região Sudeste. O índice de penetração é de 20,5%, com 6,1 milhões de residências protegidas por uma apólice de um total de 30 milhões de moradias. Com isso, possui também a maior representatividade nacional, respondendo por 9,9% das casas seguradas no país. No Sul, segunda região com mais residências protegidas em relação à quantidade total de domicílios, o índice de penetração chega a 16,6% com 1,7 milhão de casas protegidas por uma apólice. Com isso, representa 2,5% da base nacional. Os números do Sul, segundo Freitas, tem razão cultural à medida que os índices de educação na região são mais elevados. Outras regiões Centro-Oeste tem penetração de 10,4%, sendo que os menores indicadores foram vistos nas regiões Norte e Nordeste. É de 3,07% e 3,46%, respectivamente. Enquanto no Centro-Oeste há 557 mil apólices de seguros residenciais, no Norte há 155 mil e no Nordeste 632 mil. O total de domicílios nessas regiões é de 5 milhões nas duas primeiras (em cada) e 18 milhões na última. 6

7 O diretor da FenSeg explica que muitas vezes o consumidor não faz seguro para a sua casa por falta de informação. Enquanto o custo de uma apólice para um veículo equivale, pelo menos, de 3% a 5% do valor do carro, para residência, é de 0,6% a 0,9% do preço do imóvel. Seu preço médio é de cerca de R$ 250,00. Além disso, pesa o fato de o produto ter menos apelo que outras proteções como seguro saúde e previdência privada. Na análise por Estado, conforme a FenSeg, São Paulo é destaque com mais de R$ 1 bilhão em faturamento de seguro residencial. Além dele, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina estão entre os Estados com prêmios que ultrapassam a casa dos R$ 100 milhões. Na lanterna, estão Amapá, Acre e Roraima que, segundo a FenSeg, possuem pouco mais de R$ 1 milhão cada. Para realizar o estudo, a FenSeg considerou números do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), com dados da Pnad e projeções para domicílios em 2014 e prêmios de seguros divulgados pela Superintendência de Seguros Privados (Susep). 7

8 Seguros para viagens passarão a ter novas regras a partir deste mês 01 de Setembro de 2015 Fonte: Portal BRASILTURIS O planejamento de uma viagem dos sonhos vai além da escolha de guias, mapas, passagens e da arrumação de malas. A aquisição de um seguro viagem é fundamental para que o viajante aproveite ao máximo as atrações locais e conte com serviços especializados caso ocorra algo que não estava no roteiro original, desde o atendimento a pequenos acidentes até internações hospitalares provocadas pelos motivos mais diversos. A partir de 25 deste mês, o produto Assistência Viagem passará a contar com nova regulamentação, tornando-se um seguro. De acordo com a normativa lançada pela Superintendência de Seguros Privados (Susep), as regras serão comuns a todas as seguradoras brasileiras. O superintendente de distribuição da Mapfre Assistance, Sandro Barbosa, explica o que muda nas coberturas e na comercialização dos produtos. Coberturas Em viagens internacionais, os planos de seguro devem obrigatoriamente cobrir Despesas Médicas Hospitalares e Odontológicas, Traslado de Corpo, Traslado Médico e Regresso Sanitário que garante o retorno do segurado ao local de origem da viagem ou de seu domicílio, caso este não se encontre em condições de retornar como passageiro regular por motivos médicos causados por eventos cobertos pelo seguro. Nas viagens nacionais, essa cobertura será opcional. As coberturas de Despesas Médicas Hospitalares e Odontológicas em viagem internacional ou nacional deverão, obrigatoriamente, abranger episódios de crise ocasionados por doença preexistente ou crônica. Tais coberturas deverão ser aplicadas quando os casos gerarem quadro clínico de emergência ou urgência até o limite do capital segurado, além das despesas relacionadas, até que o viajante esteja em condições de seguir o trajeto inicialmente previsto ou de retornar à sua residência. Outra mudança importante é que, em caso de impossibilidade do retorno do segurado por evento coberto, o prazo de vigência das coberturas se estenderá, automaticamente, até o retorno do segurado ao local de domicílio ou origem da viagem. Com as novas regras estabelecidas, teremos produtos mais completos, garantindo maior tranquilidade para os consumidores que contratarem o seguro de viagem, explica Barbosa. Comercialização A partir de 25 deste mês, as ofertas de seguros de viagem deverão ser feitas somente por corretores ou por representantes de seguros, que serão as pessoas jurídicas que assumirão a obrigação de promover a venda do seguro e em nome da sociedade seguradora. As agências e operadoras de turismo deverão se tornar representantes para continuar a vender o produto. 8

9 Buscando o desenvolvimento e a preparação dos profissionais do mercado, a Mapfre Assistance através de uma plataforma de e-learning irá capacitar os agentes e corretores que comercializam o produto. Com essas mudanças, os viajantes poderão contar com serviços cada vez mais completos para desfrutar ao máximo suas viagens a lazer, trabalho ou estudo. Além disso, a nossa empresa, que é reconhecida por seus serviços de qualidade, terá a oportunidade de oferecer produtos ainda mais completos para um público que é cada vez mais exigente, diz o superintendente. A Mapfre Assistance tem realizado treinamentos para abordar as principais mudanças do produto e esclarecer dúvidas dos seus parceiros. Antes de contratar um seguro viagem, consulte o seu agente de viagens ou corretor de seguros e fique atento à nova legislação vigente a partir de 25 deste mês. Voltar ao índice 9

10 4. Serviços - Telecomunicações Anatel quer simplificar regulamentação para aproximar operadoras e provedores 01 de Setembro de 2015 Fonte: Jornal do Brasil A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) apresentará, no primeiro semestre de 2016, uma proposta de revisão de seus regulamentos. O objetivo é simplificar as regras, de forma a facilitar a convivência de serviços de internet e telecomunicações. Não queremos criar empecilhos para essa aproximação, disse hoje (1 ) o conselheiro da agência Igor Freitas, durante o 59º Painel Telebrasil. Ao diminuir o peso da regulamentação que recai sobre as operadoras, a Anatel pretende melhorar o ambiente de competição entre empresas de telecomunicações e de internet setores que, apesar da proximidade, têm legislações distintas. No caso da internet, o papel da Anatel é mais focado no acompanhamento da prestação do serviço de rede para saber se foi prestado conforme o contrato. A preocupação de Freitas leva em conta a tendência cada vez maior de distribuição de conteúdo audiovisual fora das tradicionais radiodifusoras ou operadoras de TV por assinatura. A distribuição é feita pelas chamadas Over the Top Content (OTTs), caso de aplicativos como WhatsApp ou sites com grande tráfego de dados, como Youtube, Netflix e Facebook. Não dá para fazer regulações muito detalhistas em função da dinâmica [das tecnologias usadas nos serviços de internet e de telecomunicações], disse Freitas. Segundo ele, será difícil as operadoras de telecomunicações evoluírem sem que tenham uma liberdade de inovação similar à das OTTs. Nesse sentido, a Anatel pretende apresentar algumas sugestões para a regulamentação do Marco Civil da Internet, que está sendo elaborado pelo Ministério da Justiça. Para Freitas, a legislação precisa permitir parcerias entre operadoras e OTTs, de forma a evitar que a neutralidade resulte no engessamento desses setores e de seus investimentos em inovação. A internet das coisas [situação em que a internet passa a conectar, além de pessoas, itens usados no dia a dia] aumentará a demanda, que já é altíssima. Portanto, o modelo a ser adotado precisa de flexibilidade para poder se desenvolver, afirmou. [Assim sendo,] a neutralidade de rede [mecanismo que prevê pacotes de dados da internet isonômicos, de forma a garantir tratamento sem distinção de conteúdo, origem, destino ou serviço] tira espaço das empresas para fazer uma gestão de rede que diferencie aplicativos que sejam mais usados e, portanto, precisam de maior trânsito, disse ele. Freitas ressaltou que a relação entre operadoras e OTTs não é rivalidade, mas uma parceria, inclusive a fim de estudar o usuário para adaptar o serviço ao perfil dele. Esse perfil é identificado pelos aplicativos. A tendência é que em cinco ou dez anos a venda de serviços seja feita por aplicativos e que, na contratação dessas operadoras, o usuário receba também um pacote 10

11 de aplicativos. O que sempre foi e continuará sendo inaceitável é bloquear [aqueles aplicativos que não sejam de parceiros], acrescentou. Na proposta de regulamentação do Marco Civil da Internet que está sendo finalizada pelo MJ serão definidas as exceções dessa neutralidade de rede por exemplo em situações de emergência ou de cirurgias médicas feitas à distância, via internet. Voltar ao índice 11

12 5. Serviços Transporte Aéreo Demanda por transporte aéreo internacional subiu 21,9% em julho 01 de Setembro de 2015 Fonte: Portal BRASILTURIS A demanda (em passageiros-quilômetros pagos transportados RPK) do transporte aéreo internacional de passageiros das empresas aéreas brasileiras apresentou crescimento pelo 17º mês consecutivo, com aumento de 21,9% em julho de 2015, quando comparada com o mesmo mês de A oferta internacional (em assentos-quilômetros oferecidos ASK) registrou o 12º mês consecutivo de crescimento, com alta de 25,2% em comparação ao mês de julho do ano passado. Ambas foram recordes para um mês nos últimos dez anos. No acumulado de janeiro a julho de 2015, a demanda internacional aumentou 14,7% em relação ao mesmo período de A oferta internacional cresceu 15,5% no mesmo intervalo de tempo. A GOL foi a aérea brasileira que registrou maior alta na demanda por transporte aéreo internacional de passageiros em julho deste ano, na ordem de 11,9% quando comparada ao mesmo mês do ano passado. O indicador da TAM apontou alta de 11,7%. O número de passageiros pagos transportados por empresas brasileiras no mercado internacional em julho de 2015 atingiu 697,1 mil, aumento de 21,7% em relação a julho de Trata-se da maior quantidade de passageiros transportados em voos internacionais por empresas brasileiras registrada para um mês nos últimos dez anos. No período de janeiro a julho deste ano, a quantidade de passageiros transportados acumulou aumento de 15,9% em relação ao mesmo período do ano anterior, foram 4,2 milhões em 2015 contra 3,6 milhões em A taxa de aproveitamento das aeronaves em voos internacionais (RPK/ASK) foi de 82,9% em julho deste ano, contra 85,2% no mesmo mês do último ano, representando uma variação negativa de 2,6%. Transporte Doméstico A demanda (RPK) por transporte aéreo doméstico de passageiros registrou crescimento de 8,6% em julho de 2015, comparada com o mesmo mês de 2014, enquanto a oferta (ASK) registrou aumento de 6,2% no mesmo período. Com o resultado de julho deste ano, a demanda doméstica completou 22 meses consecutivos de crescimento e alcançou o seu maior nível para o mês desde o início da série. Já a oferta doméstica apresentou o décimo primeiro mês consecutivo de crescimento, tendo sido recorde para o mês nos últimos dez anos. Com o resultado de julho, a demanda doméstica acumulou alta de 4,7% no ano e a oferta registrou aumento de 3,5% no mesmo período. Entre as principais empresas aéreas brasileiras (foram consideradas aquelas que registraram participação de mercado superior a 1%, em termos de RPK), GOL e Azul destacaram-se com as maiores taxas de crescimento da demanda doméstica em julho de 2015, quando comparadas com o mesmo mês 12

13 de 2014, da ordem de 10,7% e 10,0%, respectivamente. A Avianca apresentou crescimento de 6,9% e a TAM, de 5,7%. Avianca, TAM, GOL e Azul aumentaram a oferta, em termos de ASK, em 10,6%, 7,2%, 4,8% e 3,7% respectivamente. A taxa de aproveitamento das aeronaves em voos domésticos operados por empresas brasileiras (RPK/ASK) em julho de 2015 foi da ordem de 83,4%, aumento de 2,3% em relação ao mesmo mês do ano anterior. No acumulado do ano, o aproveitamento doméstico foi de 80,4%, frente a 79,5% do mesmo período de 2014, o que representou melhora de 1,2%. O número de passageiros pagos transportados no mercado doméstico em julho deste ano atingiu nove milhões, aumentando 7,9% em relação a julho do ano passado, alcançando a maior quantidade para o mês nos últimos dez anos. No acumulado de janeiro a julho de 2015, as empresas aéreas brasileiras transportaram 56,5 milhões de passageiros, cerca de dois milhões a mais em comparação ao mesmo período de Considerando dados recentemente apurados junto à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), verificou-se que o modal aéreo continua ampliando a sua participação no transporte interestadual de passageiros de longa distância (acima de 75 km) em comparativo com o modal rodoviário. O avião foi o meio de transporte utilizado por 63,5% dos passageiros deste mercado no primeiro trimestre deste ano, frente a 62% em igual período do ano passado, o que representou uma variação positiva de 2,5%. Voltar ao índice 13

14 6. Comércio Eletrônico E-commerce: Facilidade para todos e em qualquer lugar Foi uma evolução geográfica e financeira gigantesca. Do bairro, o pequeno comerciante passou a vender à cidade, ao Estado, ao País, ao mundo inteiro. Melhor: não se limita mais a boletos, transferências bancárias nem maquininhas de cartões. Não se limita, mesmo, à existência do cartão. Com os meios digitais de pagamento, é possível vender para todos em qualquer lugar. É uma constatação: desde 2013, os meios eletrônicos ultrapassaram o dinheiro vivo nos pagamentos, movimentando cerca de R$ 1,1 trilhão - em cartões de crédito e débito, pré-pagos e via celular. Há menos de dois anos, de um gasto total de R$ 3 trilhões, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 37% das transações foram feitas com meios digitais e 36%, em dinheiro. Pode parecer pouco este 1%, mas é a tendência do mercado, iniciada em 2004, quando os meios eletrônicos superaram os cheques. Em 2018, segundo previsões da consultoria em varejo Boanerges & Cia., os meios eletrônicos dominarão 50% dos meios de pagamento das compras realizadas por brasileiros. Em 2023, chegará a 60%. Dinheiro vivo, mesmo, só em 17% das transações. Opções de pagamento eletrônico não faltarão. O Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) recomenda aos pequenos comerciantes um serviço de soluções de pagamento on-line: basta instalar o sistema e imediatamente o consumidor pode comprar e pagar por transferência bancária ou, principalmente, cartões de crédito ou de débito. Segundo o presidente da Associação Brasileira de Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), Marcelo Noronha, o setor aproxima-se da posição central como meio de pagamento mais utilizado no consumo. No ano passado, cresceu 14,8%, alcançando R$ 978,8 bilhões em transações. No primeiro trimestre deste ano, movimentou R$ 246,6 bilhões, alta de 10,6%sobre igual período de Melhor ainda, existem as carteiras digitais. É o caso do PayPal, conhecido internacionalmente - em cada US$ 6 processados no e-commerce mundial, pelo menos US$ 1 passa pelo PayPal. Em 2014, a companhia processou US$ 228 bilhões; só em dispositivos móveis, US$ 46 bilhões. O sistema tem uma grande vantagem, segundo Gabriela Szprinc, diretora da área de pequenas e médias empresas do PayPal: junta serviços que teriam de ser comprados separadamente - maquininha, sistema antifraude e processamento de pagamentos. "E fazemos os pagamentos em 24 horas, o que não é nada comum nesse mercado", diz Gabriela. O normal, os clientes sabem, é D+30. Os custos para o comerciante são bem acessíveis: até agora, o PayPal cobra de 5,4% a 6,4% mais R$ 0,60 em cada transação. E a partir de 1º de 14

15 julho, para pequenos comerciantes, reduziu ainda mais a taxa, para 4,99% (mais R$ 0,60). Melhor que os demais sistemas, o PayPal alcança o mundo inteiro, o que significa que o dono de uma loja virtual pode vender em qualquer lugar do mundo. "O mercado de pequenos e médios empreendedores é extremamente promissor. Vem crescendo mesmo com a crise", diz Gabriela. O PayPal estima que o e-commerce deve crescer 20% neste ano. A pesquisa Perfil do E-Commerce no Brasil, encomendada pelo PayPal à BigData Corp., a partir do monitoramento automatizado dos sites brasileiros, revela que o comércio eletrônico brasileiro tem 450 mil e-commerces ativos - e mais de 50 milhões de consumidores, segundo a e-bit. Não faltarão clientes para o pequeno comerciante. 15

16 Sony inaugura sua nova loja virtual 01 de Setembro de 2015 Fonte: varejista.com.br Visando acompanhar o crescimento do e-commerce no país, a Sony Brasil coloca no ar sua nova loja online, que traz uma interface renovada e melhoria significativa na experiência de compra de seus consumidores. Um dos grandes diferenciais do novo site, frente ao anterior, é o design responsivo, que se adapta aos diversos dispositivos usados para acesso e navegação, como computadores, smartphones e tablets. Além desta melhoria, a loja ganha uma nova organização de categorias e produtos, pensada para facilitar a navegação do usuário e fornecer informações relevantes sobre qualidade e benefícios do produto de forma mais simples e útil para o momento de compra. Sabemos que mais da metade das pessoas acessam a Sony Store via celular. Seguir esta tendência e otimizar a experiência foi um dos pontos que pensamos no desenvolvimento do canal, explica Lucio Pereira, gerente de Marketing Digital e Negócios Diretos da Sony Brasil. Para agilizar o processo, a nova plataforma trabalhara com smart checkout, uma solução que permite ao consumidor fazer suas compras com poucos cliques e sem senha, o que garante segurança e rapidez. Além disso, futuramente, aqueles que desejarem acompanhar seus pedidos também poderão fazer login no e-commerce usando suas contas da PlayStation Network, uma facilidade pioneira entre as demais lojas virtuais da companhia pelo mundo. A segurança foi também crucial para o desenvolvimento da nova Sony Store, que continua certificada pela Certisign. O novo e-commerce da Sony segue normas internacionais, como as criadas pela PCI Payment Card Industry que é referência global em boas práticas para segurança da informação. O novo site foi desenvolvido pela VTex, empresa nacional que atenderá a Sony em toda América Latina. A plataforma Brasil será independente do site regional, proporcionando mais agilidade e liberdade para ações diferenciadas e customizadas para os brasileiros. Este novo site teve a participação de toda a Sony Brasil, sendo um projeto inovador também em sua construção. Temos grandes expectativas para a plataforma, já que as vendas diretas representam atualmente 13% do volume total e esperamos um crescimento representativo daqui para frente, finaliza Lúcio. O endereço da loja virtual continua o mesmo: store.sony.com.br Voltar ao índice 16

17 7. Mercado Imobiliário Em 2016 seu imóvel voltará ao preço de 2011, diz FipeZap 01 de Setembro de 2015 Fonte: Portal EXAME.com O preço médio do metro quadrado dos imóveis brasileiros anunciados para venda deve subir apenas 0,9% em 2015 e em junho de 2016 deve registrar uma queda de 4,8% na variação acumulada nos últimos 12 meses. Essas são as projeções do mais recente Boletim FipeZap, relatório de análise do mercado imobiliário divulgado trimestralmente pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e pelo classificado de imóveis online Zap Imóveis. A partir dessas expectativas, Eduardo Zylberstajn, coordenador do Índice FipeZap e economista da Fipe, afirma que no meio do ano que vem o preço médio dos imóveis deve retornar aos níveis apresentados no final de "Com a queda real de 5% neste ano, os preços retornaram ao patamar de Como nós esperamos uma queda nominal de 4,6% no meio de 2016, e a inflação para os próximos 12 meses está estimada em 5,65%, nesse intervalo teremos uma queda real de quase 10%. Assim, o Índice FipeZap vai devolver todo o ganho que teve de 2012 para cá até o meio de 2016, voltando aos níveis de 2011", explica Zylberstajn. Enquanto a taxa de juros nominal mostra a variação absoluta dos preços, a taxa de juro real mostra a variação considerando o efeito da inflação. A queda real, portanto, é registrada quando a variação nos preços dos imóveis fica abaixo da alta generalizada de preços, medida por índices inflacionários, como o IPCA. As projeções do Boletim FipeZap trabalham com a hipótese de que a relação entre as variáveis no passado se manterá no futuro. Por isso, trata-se de uma hipótese simplificada do cenário, já que mudanças estruturais podem ocorrer e modificar a tendência verificada. Mercado em crise Segundo o relatório, as projeções de alta tímida nos preços em 2015 e de queda nominal para 2016 se baseiam, principalmente, nas seguintes constatações: o crédito imobiliário está mais restrito; o volume de imóveis novos ofertados ainda não mostrou sinais de retração; a massa salarial está em queda; e os juros reais estão em alta. "A queda na atividade, a rápida deterioração do mercado de trabalho e a piora nas condições do financiamento alimentam as preocupações com a saúde e sustentabilidade do mercado imobiliário", afirma o relatório. Os dados já fechados do Índice FipeZap, mostram que nos primeiros sete meses de 2015, o preço anunciado do metro quadrado subiu 1,5%, em média, nas 20 cidades que compõem o Índice FipeZap. Com uma inflação próxima a 7% no período (segundo o IPCA), o indicador mostra que houve uma queda real de 5% nos preços dos imóveis de janeiro a julho. 17

18 O boletim ressalta que o aumento da taxa de desemprego da população já seria motivo suficiente para afetar o crescimento dos preços, mas com as restrições na concessão de crédito pelos bancos, essa tendência é amplificada. Dentre as restrições no crédito, destaca-se a redução no limite dos percentuais de financiamento dos imóveis usados pelo principal agente de crédito imobiliário do mercado, a Caixa Econômica Federal. Desde abril, o banco só concede financiamentos para imóveis usados para compradores que possuírem entradas de pelo menos 50% do valor do imóvel. As restrições são fruto do menor volume de depósitos realizados na poupança, que é a principal fonte de recursos para os financiamentos imobiliários do país hoje. Assim, o boletim destaca também a necessidade de busca de outras fontes de recurso para os financiamentos. Em matéria recentemente publicada por EXAME.com, especialistas afirmaram que a poupança deve alguns anos para voltar a ter o mesmo nível de depósitos registrado antes da crise, afinal, os investidores que precisaram sacar os recursos da caderneta para pagar dívidas ou arcar com despesas diante de uma demissão, não devem conseguir tão cedo poupar o mesmo volume de dinheiro. Entre janeiro e junho deste ano, a quantidade de saques da poupança superou a de depósitos em 38,541 bilhões de reais, o pior resultado já registrado para um primeiro semestre desde 1995, início da série histórica do Banco Central (BC) e-cai-em-2016-diz-fipezap Voltar ao índice 18

19 8. Curtas Confiança do empresário do comércio cai 4,7% entre julho e agosto 01 de Setembro de 2015 Fonte: administradores.com Em comparação com agosto do ano passado, houve quedas nos nove componentes do índice O Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), medido pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), caiu 4,7% na passagem de julho para agosto deste ano. Essa foi a segunda queda consecutiva do indicador, já que na passagem de junho para julho, já havia registrado recuo de 1,7%. Em agosto, o índice atingiu o patamar mais baixo desde março de Na comparação com agosto de 2014, a queda foi 24,6%. A queda de 4,7% na passagem de julho para agosto deste ano foi provocada por recuos em oito dos nove componentes do índice, com destaque para a expectativa do empresário em relação à economia (-7,8%), a intenção de contratação de funcionários (-6,8%) e a avaliação em relação à condição atual da empresa (-6,2%). Apenas a avaliação sobre a situação dos estoques teve uma leve alta (0,1%). Na comparação com agosto de 2014, houve quedas nos nove componentes, com destaque para as avaliações das situações atuais da economia (-64,1%), do setor (-44,9%) e da empresa (-34,1%). Outros componentes com grande recuo foram as intenções de investimentos na empresa (-30,5%) e de contratação de funcionários (-29,7%). Índice de pontualidade dos voos da Gol alcança 98,24% em agosto, divulga empresa 02 de Setembro de 2015 Fonte: Portal IstoéDinheiro Gol divulgou nesta terça-feira, 2, que em agosto, o índice de voos que decolaram no horário previsto chegou a 98,24, entre as mais de 22,5 mil partidas registradas no período, segundo dados da Infraero. Um recorde para a indústria de aviação brasileira, segundo a Gol. De acordo com a companhia aérea, somente dois voos tiveram atrasos no mês passado: um no dia 6 e outro no dia 29. Segundo o comunicado, no acumulado do ano, a Gol é líder de pontualidade no Brasil, com um índice de 95,43%, e a companhia é a líder nesse fundamento nos últimos três anos no País. Voltar ao índice 19

20 9. Feiras 28/08/2015 até 07/09/ MULTIFEIRA BRASIL MOSTRA BRASIL Setor: Multisetores Local: Arena das Dunas Cidade: Natal - RN 29/08/2015 até 06/09/ EXPOINTER Setor: Agronegócio Local: Parque Estadual de Exposições Assis Brasil Cidade: Esteio - RS 01/09/2015 até 02/09/ IT SA BRASIL Setor: Informática, Tecnologia da Informação e Telecomunicações Local: Clube Transatlântico Cidade: São Paulo SP 01/09/2015 até 03/09/ FRUTAL Setor: Agronegócio Local: Centro de Eventos do Ceará Cidade: Fortaleza CE 01/09/2015 até 03/09/ INTERSOLAR SOUTH AMERICA 2015 Setor: Energia Local: Pavilhão Amarelo, Expo Center Norte, São Paulo Cidade: São Paulo SP 01/09/2015 até 04/09/ INTERMACH 2015 Setor: Metalurgia e Siderurgia Local: Megacentro Expoville Cidade: Joinville SC 01/09/2015 até 04/09/ HOSPITALMED Setor: Saúde Local: Centro de Convenções de Pernambuco Cidade: Olinda PE 03/09/2015 até 13/09/ BIENAL DO LIVRO RIO Setor: Artes Gráficas, Papelarias, Embalagem de Papel, Livro, Material Didático e Educativo Local: Riocentro Cidade: Rio de Janeiro RJ 20

21 04/09/2015 até 07/09/ EXPO NOIVAS & FESTAS RJ EDIÇÃO NOVA AMÉRICA Setor: Multisetores Local: Shopping Nova América Cidade: Rio de Janeiro RJ 04/09/2015 até 13/09/ ART MUNDI Setor: Artesanato, Artes e Coleções Local: Mendes Convention Center Cidade: Santos SP 07/09/2015 até 14/09/ FEIRA MINEIRA DE MÓVEIS E DECORAÇÃO Setor: Madeira e Móveis Local: Minascentro Cidade: Belo Horizonte MG 09/09/2015 até 10/09/ EXPOVENDING & OCS 2015 Setor: Multisetores Local: Palácio das Convenções Anhembi Cidade: São Paulo SP 09/09/2015 até 12/09/ FEIRA ECOBAHIA AMBIENTAL Setor: Meio Ambiente e Saneamento Local: parque costa azul salvador Cidade: Salvador BA 10/09/2015 até 13/09/ FENICS Setor: Multisetores Local: Parque de exposições João Alencar Athayde Cidade: Montes Claros MG 14/09/2015 até 16/09/ BRASVIAS Setor: Transporte e Logística Local: Centro Internacional de Convenções do Brasil Cidade: Brasília DF 14/09/2015 até 17/09/2015 EXPOSIBRAM 2015 Setor: Mineração Local: Centro de Feiras e Convenções de Minas Gerais EXPOMINAS Cidade: Belo Horizonte MG O Calendário Brasileiro de Exposições e Feiras está disponível no site Voltar ao índice 21

22 Secretaria de Comércio e Serviços Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior

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