TUDO É ÁGUA (TALES DE MILETO) - Grécia - século VI a.c.

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1 TUDO É ÁGUA (TALES DE MILETO) - Grécia - século VI a.c.

2 OS RELATOS... Difícil era levar a água da mina até a casa. Não havia canos. Havia uma árvore que podia ser usada como cano, por ser oca por dentro: a embaúba. Aí veio a ideia de se fazerem miniaturas de rios que levassem a água de onde ela estava até o lugar onde queriam que ela estivesse. Assim se inventaram os regos. Mas há uma coisa que a água não faz: ela não sobe morro... Daí se deduz a primeira regra de como fazer a água chegar até perto da casa: é preciso que a mina d água esteja mais alta que a casa. Estando mais alta, faz-se o rego e a água corre, até chegar à casa... Se estiver mais abaixo, o jeito é ir até lá e trazer a água num pote ou jarro...

3 OS RELATOS: Difícil era tomar banho. Especialmente no tempo de frio. Era preciso esquentar água no fogão de lenha, e como não havia banheiro e chuveiro dentro da casa, o jeito era tomar banho de bacia, com canequinha. Complicado. O que significa que não se tomava banho todo dia. Banho diário é invenção moderna, felicidade não conhecida naqueles tempos. O que se usava, mesmo, era lavar os pés numa bacia. Foi assim durante milhares de anos. Jesus lavou os pés dos seus discípulos. Muitas vezes eu lavei os pés do meu pai.

4 HOMEM X ÁGUA A história nos revela que em geral os homens se estabelecem onde a água é abundante - junto aos lagos e rios. As primeiras grandes civilizações surgiram nos vales de grandes rios - vale do Nilo no Egito, vale do Tigre-Eufrates na Mesopotâmia, vale do Indo no Paquistão, vale do rio Amarelo na China. Todas essas civilizações construíram grandes sistemas de irrigação, tornaram o solo produtivo e prosperaram.

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9 HOMEM X ÁGUA Na América: os incas sistemas de canalização de águas para irrigação. Os egípcios: dominavam técnicas sofisticadas de irrigação do solo na agricultura; Métodos de armazenamento de líquido, pois dependiam das enchentes do Rio Nilo.

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12 HOMEM X ÁGUA Aquedutos: As construções destinadas ao transporte de água - romanos. Os aquedutos supriam as cidades com a água dos lagos em fontes artificiais. Os romanos também se destacaram na construção de redes de esgotos e de canalizações para escoamento das águas de chuvas na cidade. Por volta do ano 300 d.c., existiam em Roma mais de 300 banhos públicos. Termas: construções sofisticadas, com piscinas de água quente, morna ou fria, ao lado de salas para a prática de esportes e massagem.

13 Aqueduto é um canal ou galeria, subterrâneo ou à superfície, e construído com a finalidade de conduzir a água.

14 Agricultura na região do Nilo As residências construídas na Antiguidade, não possuíam sanitários. Evacuação: diretamente no solo. A camada mais rica da população usava recipientes para fazer suas necessidades e em seguida descarregava o conteúdo em local próximo ás moradias. Quando chovia, as fezes eram levadas pelas enxurradas até os rios, contaminando a águas e disseminando doenças. Alguns povos já aravam o solo para o plantio da lavoura, sem adotar medidas que evitassem o transporte de terra pelas enxurradas, tornando as águas mais sujas de barro. Certos povos, principalmente os egípcios e japoneses, filtravam o líquido em vasos de porcelana.

15 Da Idade Média à sociedade industrial Crescimento industrial. Graves epidemias. Reforma sanitária: Foram instaladas as descargas líquidas, semelhantes as utilizadas atualmente, transportando os detritos para as canalizações de águas pluviais. O Brasil foi um dos primeiros países do mundo a implantar redes de coleta para escoamento das águas das chuvas. Porém esse sistema foi instalado somente no Rio de Janeiro e atendia a área da cidade onde estava instalada a aristocracia.

16 A HISTÓRIA DA ÁGUA NO BRASIL: - O Monjolo - A Roda d Água - Bilhas, Cântaros e Moringas - As Casas de Banho SÉCULO XVI: - A Água na cultura Indígena - A água na Carta de Pero Vaz de Caminha - As primeiras cidades - Engenhos (SÉCULO XVIII): A água e o ciclo do ouro no Brasil SÉCULOS SEGUINTES: SANEAMENTO/INFRAESTRUTURA/PROBLEMAS COM A ÁGUA/DOENÇAS

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19 A ÁGUA PARA OS INDIGENAS: Para os Metutire (grupo Caiapó-MT/PA) a água é considerada um elemento que estimula o crescimento físico e o amadurecimento psicossocial, e as mulheres costumam mandar as crianças banharem-se na chuva para que crescessem rapidamente. Os Aúwe Xavante (MT) distinguem dois tipos de água: a dos rios, identificada como água viva, e a dos lagos e lagoas, considerada água parada ou morta, sendo que cada uma delas tem seus donos. Os donos ou espíritos da água viva são generosos, alertam os adolescentes contra os perigos dos rios, controlam peixes e jacarés e curam determinadas doenças. Já os espíritos, donos das águas mortas vivem no fundo dos lagos, são hostis e perigosos e por isso os índios precisam pedir-lhes permissão, fazendo rituais que precedem a pesca.

20 O DIA MUNDIAL DA ÁGUA 22 DE MARÇO CRIADO PELA ASSEMBLEIA GERAL DA ONU EM 1993.

21 Questionamentos... Dimensão científica: Qual a importância do saneamento básico para a qualidade de vida da população? Que doenças são causadas pela falta de saneamento básico? O que é drenagem? Dimensão histórica: Qual a importância da água para a evolução da humanidade? Como eram os sistemas de drenagens na antiguidade? Dimensão social: Como as populações se estabelecem ao longo dos rios, lagos, mares?

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