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2 UMA QUÍMICA QUE NOS UNE

3 ÍNDICE 1. Mensagem do Presidente 4 2. Visão Estratégica 7 3. Perfil do Relatório 11 Âmbito 12 Verificação Externa 13 Dúvidas e esclarecimentos A CUF 14 Visão 15 Missão 16 Valores 16 Unidades de Negócio 16 Produtos 19 Modelo de Negócio 21 Partes Interessadas 24 Materialidade 28 Política de Qualidade, Ambiente e Segurança 30 Política de Inovação 31 Carta do Cliente 32 Governo 33 Organigrama Funcional Sustentabilidade - Análise 35 Domínio Económico 36 Análise 36 Estratégia 41 Metas 42 Plano de Acção 42 Domínio Ambiental 43 Análise 43 Estratégia 52 Metas 53 Plano de Acção 53 Domínio Social 54 Análise 54 Estratégia 65 Metas 66 Plano de Acção Abordagem de Gestão Índice GRI 71 Conteúdos Padrão Gerais 72 Conteúdos Padrão Específicos Anexos 78 Recursos Humanos 79 Notas Metodológicas 95 Siglas e Acrónimos Verificação 98 3

4 Mensagem do Presidente

5 1. MENSAGEM DO PRESIDENTE É com enorme satisfação que apresentamos o primeiro Relatório de Sustentabilidade da CUF, relativo ao ano de 2014, que vem reforçar o nosso compromisso e dar seguimento à nossa estratégia de sustentabilidade. A sustentabilidade é um tema central na estratégia da CUF desde a sua fundação. Numa primeira fase a sustentabilidade foi abordada numa perspectiva mais económica, na medida em que garantir o desenvolvimento económico-financeiro da empresa se assumia como o objectivo primordial. No entanto, logo em seguida surgiu a preocupação em garantir também uma relação simbiótica com as comunidades em que se inseria e com os seus colaboradores. Com o enfoque na Indústria Química, a partir do final da década de 80 a CUF foi ganhando uma percepção acrescida da importância de um terceiro domínio, o ambiental, para o seu crescimento de longo prazo não apenas numa perspectiva de compliance 5

6 mas como elemento essencial da sua estratégia de desenvolvimento. Com o objectivo de contribuir de forma activa para uma abordagem transversal da sustentabilidade nas organizações, a CUF foi co-fundadora do Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável (BCSD Portugal) em A adesão da unidade de negócio dos Químicos Industriais ao Responsible Care, em 1993, ajudou a definir comportamentos e práticas, tendo como foco a protecção do meio ambiente e a comunidade local. Recentemente, em 2013, a CUF-QI aderiu ao Euro Chlor Safety Commitment (Euro Chlor), onde se comprometeu a respeitar e cumprir medidas exigentes no que respeita ao manuseamento seguro do cloro. Hoje em dia, a CUF adopta uma abordagem perfeitamente integrada dos vários domínios da sustentabilidade económica, ambiental e social e que está subjacente à construção da sua visão de longo prazo e da estratégia a seguir para a sua concretização, sem a qual considera que não será possível competir num mercado cada vez mais global. O reflexo desta estratégia traduz-se em reconhecimentos públicos como o prémio da EDP - Energia Eléctrica e Ambiente, o prémio da Academia de Engenharia e o prémio recebido no âmbito Responsible Care European Award. A elaboração do relatório, desenvolvido de acordo com a versão G4 das directrizes da Global Reporting Initiative, reflecte a intenção de comunicarmos, às diferentes partes interessadas, de forma transparente e fiável, em linha com as melhores práticas de reporte. Por fim, convido-vos a ler o nosso relatório. 6

7 Visão Estratégica

8 2. VISÃO ESTRATÉGICA A CUF desenvolveu uma visão de longo prazo de se tornar uma empresa de excelência, com grande crescimento e relevância no sector da química a nível global e uma superior capacidade de geração de valor para as suas partes interessadas investidores, clientes, colaboradores e sociedade em geral. Esta visão foi desenvolvida ao mesmo tempo que se tem vindo a assistir a uma grande concorrência global de novas regiões e players com acesso a vastos mercados (ex.: Extremo Oriente), recursos financeiros abundantes e matérias-primas de baixo custo (ex.: Médio Oriente e, mais recentemente, os Estados Unidos com a revolução do gás de xisto) e que coloca grandes desafios a toda a indústria europeia e à CUF em particular. 8

9 De modo a responder à sua visão ambiciosa, por um lado, e aos grandes desafios do contexto externo, por outro, a CUF apercebeu-se que deveria realinhar a sua estratégia e os seus segmentos de negócio em torno das tendências futuras do mercado e das suas competências internas, muito ligadas à inovação tecnológica e à eficiência das operações. A CUF definiu um posicionamento único na intersecção destes três elementos, que procura progressivamente ir concretizando de modo a assegurar a sustentabilidade do seu negócio. FIGURA 01 Macro Estratégia da CUF interligação entre mercados, tecnologia e operações 1 Mercados Sustentáveis 2 3 CUF 1 Presença em cadeias de valor alinhadas com as grandes tendências a 20/30 anos (ex.: saúde, água, eficiência energética) Equilíbrio entre produtos/mercados estabelecidos e emergentes Entrada em novas geografias 2 Adopção de novas tecnologias, disruptivas e incrementais, privilegiando a eficiência e/ou modos de produção mais sustentáveis Adopção de novos modelos de negócio (ex.: Over-The-Fence) Diferenciação via Inovação Excelência nas Operações 3 Aumento de eficiência, com redução de consumos e desperdícios Escalas de produção eficientes Segurança e qualidade na produção 9

10 É neste contexto que a CUF concretizou, durante a última década, um realinhamento importante do seu portefólio em torno dos segmentos core dos químicos industriais (anilina, cloro-álcalis e produtos derivados/associados) e dos nanomateriais (óxidos metálicos), onde pensa que pode ser competitiva e relevante nos seus mercados de referência, tendo desinvestido de negócios como os fertilizantes, os explosivos civis, e as fibras sintéticas onde não reunia essas condições. Para os próximos anos, a CUF desenvolveu um programa CUF 2020 com objectivos e linhas de orientação estratégica muito concretas de acordo com a visão e macro estratégia apresentadas. Este programa visa atingir objectivos ambiciosos que passam pela obtenção de posições de liderança nos negócios core da anilina (#1 no mundo, no segmento não integrado com o difenilmetano diisocianato (MDI)), do cloro (#1 na Ibéria) e dos nanomateriais (#1 na produção de óxidos metálicos), bem como objectivos de crescimento acelerado das receitas e de melhoria da rentabilidade operacional até FIGURA 02 CUF 2020 objectivos e linhas de orientação estratégica LINHAS DE ORIENTAÇÃO ESTRATÉGICA CUF 2020 Desenvolvimento de novas oportunidades internacionais no mercado da anilina, com o conceito Over-The-Fence Expansão no mercado ibérico do cloro-álcalis, aproveitando a necessidade de actualização tecnológica da capacidade instalada Foco em produtos de maior valor acrescentado no negócio dos nanomateriais, alavancados no processo produtivo único da Innovnano Melhoria da eficiência da unidade de Estarreja, conjugada com a implementação de melhorias nas áreas da Qualidade, Segurança e Ambiente Reforço da aposta nas actividades de Investigação, Desenvolvimento e Inovação CUF 2020 Líder em mercados core Receitas >900M Margem EBITDA>10% 10

11 Perfil do Relatório

12 3. PERFIL DO RELATÓRIO ÂMBITO O presente Relatório tem como objectivo descrever as principais actividades e indicadores da CUF no que diz respeito ao seu desempenho económico, ambiental e social durante o exercício de Os indicadores reportados referentes ao Ambiente e à Responsabilidade pelo Produto, estão circunscritos à CUF Químicos Industriais, S.A. (CUF-QI) pela sua relevância, materialidade e impacto, face às restantes empresas do universo CUF. Os indicadores dos âmbitos Económico, Práticas Laborais e Trabalho Condigno, Direitos Humanos e Sociedade incluem informação referente a todas as empresas da CUF em território nacional. O universo empresarial CUF é apresentado no subcapítulo Unidades de Negócio. A informação reportada neste relatório deve ser complementada através da consulta a outras fontes de informação da CUF, nomeadamente o Relatório e Contas de 2012, 2013 e 2014 e o website institucional. 12

13 VERIFICAÇÃO EXTERNA Toda a informação presente neste documento, quer seja resultado de medições, cálculos ou estimativas, foi recolhida em documentos especificamente elaborados pelas direcções responsáveis pela informação dos indicadores em causa. A informação reportada foi submetida à verificação de uma entidade externa, PricewaterhouseCoopers & Associados - Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda., de acordo com o relatório de verificação existente no final deste documento. O Relatório de Sustentabilidade da CUF foi elaborado de acordo com as directrizes da Global Reporting Initiative, versão G4 para o nível in accordance - Core. DÚVIDAS E ESCLARECIMENTOS O Relatório de Sustentabilidade foi elaborado pela Direcção de Planeamento, Controlo de Gestão, Inovação e Sustentabilidade, com a colaboração de todas as direcções da CUF. Pedidos de esclarecimento sobre o presente relatório poderão ser remetidos a: Micaela Pires Cabral Directora de Planeamento, Controlo de Gestão, Inovação e Sustentabilidade Ana Casaca Coordenadora de Inovação e Sustentabilidade 13

14 A CUF

15 4. A CUF A CUF é detida em 81,5% pela entidade José de Mello, Participações II, SGPS e em 18,5% pela entidade Guimarães de Mello Portugal, SGPS, S.A.. A CUF é o maior grupo português no sector da Indústria Química, operando em duas unidades de negócios: Químicos Industriais e Nanomateriais. Na área dos Químicos Industriais, a CUF possui unidades de produção em Portugal e Espanha, nas quais produz químicos orgânicos, nomeadamente produtos da cadeia de valor da anilina, e inorgânicos, nomeadamente produtos cloro-álcalis. A área de negócio dos Nanomateriais é a mais recente aposta da CUF e dedica-se ao desenvolvimento, produção e comercialização de materiais nanoestruturados. VISÃO A CUF ambiciona ser um grupo químico competitivo de excelência, gerando valor no mercado global através da criação de produtos químicos que contribuam para um mundo melhor. 15

16 MISSÃO A CUF tem como missão garantir a plena satisfação dos accionistas, clientes, fornecedores e colaboradores da empresa, através do seu crescimento e melhoria contínua, fruto da contribuição individual e do trabalho em equipa, de modo a ocupar um lugar proeminente no sector da Indústria Química. VALORES A CUF segue uma cultura de qualidade e de defesa do ambiente, no sentido de desenvolver as suas empresas e promover a satisfação dos seus accionistas, bem como a realização dos seus colaboradores. Quer em negócios consolidados como em projectos de futuro, os valores do Grupo José de Mello, que a CUF adopta, estão presentes e orientam toda a sua actividade: Inovação Competência Desenvolvimento Humano Em especial a área dos Químicos Industriais, nomeadamente a CUF-QI, adopta ainda o valor: Actuação Responsável UNIDADES DE NEGÓCIO A CUF é constituída por duas unidades de negócio: Químicos Industriais e Nanomateriais. Químicos Industriais Nos Químicos Industriais, a CUF está maioritariamente focada em duas grandes cadeias de valor: anilina e cloro-álcalis. Na cadeia de valor da anilina, a CUF posiciona-se como parceiro estratégico para os grandes consumidores deste produto. A partir das suas fábricas ou centros de distribuição, a CUF fornece clientes próximos que operam de forma integrada com as unidades de produção CUF, bem como clientes remotos em várias geografias. A CUF é líder em vendas de anilina e mononitrobenzeno na Europa (#4 maior produtora) e a maior produtora europeia de ácido sulfanílico puro. 16

17 Na cadeia de valor de cloro-álcalis a CUF é o terceiro maior produtor Ibérico, fornecendo um conjunto alargado de clientes das mais diversas áreas de actividade. De forma complementar a estas cadeias de valor, a CUF opera também na produção de cloreto de sódio (sal comum), tanto para seu consumo integrado como para venda em mercado. Nanomateriais Na unidade de negócio dos Nanomateriais, a CUF opera através da sua subsidiária Innovnano - Materiais Avançados, S.A. (Innovnano), disponibilizando uma diversificada gama de materiais cerâmicos nanoestruturados, produzidos por um processo patenteado denominado Emulsion Detonation Synthesis (EDS), que permite a utilização de matérias-primas oriundas de fontes sustentáveis. Este processo foi desenvolvido internamente pela CUF, originando produtos nanoestruturados de excelente homogeneidade bem como permitindo um crescimento escalável que possibilita a produção a custo competitivo. Em Setembro de 2012, a Innovnano inaugurou um moderno site industrial, que lhe permitiu iniciar a sua produção. O novo centro de produção foi edificado de acordo com uma filosofia modular, facilitando a expansão futura em resposta ao crescimento previsto da procura. Localização As actividades da CUF, unidades industriais, centros logísticos e serviços de suporte, estão localizados em vários pontos de Portugal e da Europa. Nos Químicos Industriais, a CUF possui as suas principais actividades no Complexo Químico de Estarreja (CQE) tendo também actividades produtivas em Pombal e Pontevedra (Espanha). Estas actividades são suportadas por centros logísticos no Porto de Aveiro, Barreiro e Antuérpia (Bélgica). Nos Nanomateriais, a CUF possui a sua unidade industrial em Coimbra, suportada por uma representação comercial no Reino Unido. Os serviços corporativos e sede da empresa encontram-se em Oeiras, na CUF Consultadoria e Serviços, S.A. (CUF C&S). 17

18 FIGURA 03 Localização das principais actividades da CUF LEGENDA Químicos Industriais: unidades produtivas Químicos Industriais: centros logísticos Sede Nanomateriais Empresas do Universo CUF A CUF C&S, sediada no Lagoas Park em Oeiras, é a holding do grupo empresarial. A área de negócio de Químicos Industriais centra-se na empresa CUF-QI que possui, por sua vez, várias subsidiárias. Adicionalmente, os Químicos Industriais são suportados por duas entidades focadas em trading de amoníaco (AP - Amoníaco de Portugal, S.A. (AP)) e gestão logística (SGPAMAG - Sociedade de Granéis, S.A. (SGPAMAG)). A área de negócio dos Nanomateriais desenvolve-se na empresa Innovnano. REINO UNIDO Londres BÉLGICA Antuérpia ESPANHA Pontevedra PORTUGAL Estarreja Aveiro Coimbra Pombal Oeiras Barreiro 18

19 TABELA 01 PRINCIPAIS EMPRESAS DA ORGANIZAÇÃO CUF EMPRESAS DO UNIVERSO CUF LOCALIZAÇÃO DAS OPERAÇÕES % DE PARTICIPAÇÃO CUF - Consultadoria e Serviços, S.A. (CUF C&S) Oeiras Empresa-Mãe CUF - Companhia União Fabril SGPS, S.A. (CUF SGPS) Lisboa 100% Químicos Industriais CUF - Químicos Industriais, S.A. (CUF-QI) Estarreja 100% Renoeste - Valorização de Recursos Naturais, S.A. (Renoeste) Pombal 100% Electroquímica del Noroeste, S.A. (Elnosa) Pontevedra 100% Nutriquim - Produtos Químicos, S.A. (Nutriquim) Barreiro 100% Quimigest - Soc. Química de Prestação de Serviços,S.A. (Quimigest) Estarreja 100% Aquatro - Projectos e Engenharia, S.A. (Aquatro) Estarreja 100% Suporte - Químicos Industriais AP - Amoníaco de Portugal, S.A. (AP) Barreiro 100% SGPAMAG - Sociedade de granéis, S.A. (SGPAMAG) Aveiro 100% Nanomateriais Innovnano - Materiais Avançados, S.A. (Innovnano) Coimbra 100% PRODUTOS Na unidade dos Químicos Industriais, a CUF detém um portefólio abrangente de produtos nas cadeias de valor da anilina e de cloro-álcalis. Estes produtos são fabricados a partir de matérias-primas como benzeno, amoníaco, sal e hidrogénio. 19

20 TABELA 02 PRODUTOS QUÍMICOS INDUSTRIAIS ANILINA E DERIVADOS CLORO-ÁLCALIS SAL Ácido Nítrico Ácido Clorídrico Sal Gema Ácido Sulfanílico Cloro Sal Recristalizado Anilina Hipoclorito de Sódio Ciclohexilamina Soda Caústica Ciclohexanol Mononitrobenzeno Destacam-se como principais aplicações: Da anilina: produto intermédio da Indústria Química com aplicações finais na construção, embalamento e refrigeração, na produção de borracha, tintas, pigmentos e fibras sintéticas; Do mononitrobenzeno: produto intermédio com aplicações na Indústria Química e Farmacêutica; Do cloro: produto intermédio para a Indústria Química na produção de poliuretanos e também produto final usado no tratamento de águas; Do hipoclorito de sódio: produto usado no tratamento de águas, produtos de higiene e limpeza e no branqueamento têxtil; Da soda cáustica: produto utilizado numa grande variedade de indústrias, incluindo a química, a têxtil, de papel e pasta de papel, a alimentar e de detergentes e sabões. Na unidade dos Nanomateriais, o actual portefólio de produtos é composto por materiais cerâmicos nanoestruturados de elevada qualidade, que inclui vários tipos de óxidos de zircónia estabilizados com ítria. Adicionalmente, a capacidade de customização da tecnologia de produção permite a adaptação ou optimização dos produtos de acordo com os requisitos específicos de cada cliente. Dada a componente de grande inovação desta unidade de negócio e do mercado associado, a CUF procura recorrentemente novos produtos deste tipo para satisfazer as necessidades dos clientes. 20

21 MODELO DE NEGÓCIO O modelo de negócio fundamental das empresas da área dos Químicos Industriais centralizadas no Complexo Químico de Estarreja está assente no conceito Over-The-Fence. Este conceito tem como objectivo a ligação directa entre os principais fornecedores e clientes, de forma integrada, via pipeline. Desta forma, são combinados os benefícios de uma produção integrada verticalmente com a vantagem de acesso a preços, regras de mercado e transparência dos fornecedores externos. Este modelo permite também uma pré-definição de quantidades e preços, permitindo níveis de risco controlados e melhorias de eficiência, na medida em que todos os intervenientes tendem a concentrar-se naquelas actividades em que são mais eficientes. Assim, consegue-se promover a sustentabilidade económica de todos os intervenientes no CQE, bem como reduzir os riscos operacionais e ambientais, através da utilização de transporte de curta distância via pipeline. Complementarmente ao modelo Over-The-Fence, a CUF na sua área dos Químicos Industriais opera também, numa fracção significativa da sua actividade, num modelo tradicional de fornecimento ao mercado nacional e internacional através de uma cadeia logística multimodal eficiente com vista a satisfazer as necessidades dos clientes a preços competitivos e com níveis de serviço e flexibilidade diferenciadores. Em ambos os modelos, pretendem-se encontrar soluções que minimizem o total cost of ownership para os clientes, oferecendo soluções de alta performance e eficiência, garantindo a segurança e fiabilidade. FIGURA 04 Modelo Over-The-Fence no Complexo Químico de Estarreja: visão simplificada da integração por pipeline Air Liquide Hidrogénio CUF QI Cadeia Anilina Hidrogénio CUF QI Cadeia Cloro-Álcalis Monóxido de Carbono Anilina Ácido Clorídrico Cloro Soda Cáustica Dow MDI 21

22 Na área dos Nanomateriais, o modelo de negócio assenta nos princípios da diferenciação de produto e competitividade de preço. Diferenciação de produtos através da procura contínua de produtos inovadores que satisfaçam, em performance e características técnicas, as necessidades dos clientes. Competitividade de preço através do aproveitamento das vantagens competitivas da tecnologia EDS e da procura de soluções de produção e logística que permitam servir os requisitos dos clientes a custos controlados. Globalmente, o modelo de negócio da CUF combina: Propostas de valor diferenciadoras para os clientes; As principais actividades a montante, em especial relações com os principais parceiros fornecedores e obtenção de matérias-primas de forma eficiente; As principais actividades produtivas utilizando os activos diferenciadores da CUF a nível industrial, de propriedade intelectual e de recursos humanos qualificados; As principais actividades a jusante, em especial relações com os parceiros clientes, com os vários canais de distribuição e com os diferentes segmentos de negócio. 22

23 FIGURA 05 Modelo de negócio da CUF, apresentada através da metodologia Business Model Generation Canvas Parceiros Chave Actividades Chave Proposta de Valor Relacionamento com Clientes Segmentos de Clientes Produtos de MDI (ex.: Dow, Bayer) Fornecedores de Matérias- -Primas (ex.: Benzeno) Relacionamento com o Cliente Minimização do Total Cost of Ownership para o Cliente Assistência Pessoal Dedicada Nicho de Mercado Fornecedores de Utilidades (ex.: Hidrogénio) Comunidades Locais Investigação e Desenvolvimento Produção e Logística Optimização de Investimentos Operação Integrada. Elevada Fiabilidade Eficiência Segurança Relações de Longo Prazo Assistência Técnica Permanente Química Orgânica (Anilina e derivados) Química Inorgânica Operadores Logísticos Centros de Conhecimento Recursos Chave Canais Desenvolvimento de Nanomateriais Fábricas na Innovnano Força de vendas própria e Agentes Preponderância de Clientes Over-The-Fence Parceiros de Tecnologia Propriedade Intelectual Recursos Humanos Qualificados Características Diferenciadoras Preço Competitivo Divulgações Científicas Associações Internacionais de Química e Nanotecnologia Website Na Innovnano: Electrónica Energias (PV+Cogeração + Baterias+Fuel Cells) Aeronáutica/Aeroespacial Cerâmicas Estruturais Estrutura de Custos Fontes de Receita Custos com Matérias-Primas (ex.: Benzeno) Custos com I&D Custos de Capital (CAPEX Fábricas) Custos com Utilidades (ex.: Electricidade) Economias de Escala Venda de Produtos Químicos e Nanomateriais Venda com contratos a prazo Negociação/Fixação dinâmica de preços 23

24 FIGURA 06 Impacto mútuo entre partes interessadas e CUF Impacto da Organização nas Partes Interessadas 4 Associações do Sector ONG s e Grupos de Defesa Especializados Comunidade Local Analistas e Media Entidades Reguladoras Colaboradores Clientes Fornecedores Accionistas Parceiros do Sistema Científico e Tecnológico 0 4 Impacto das Partes Interessadas na Organização PARTES INTERESSADAS A identificação das principais partes interessadas da CUF foi realizada durante uma reunião subordinada aos temas da sustentabilidade e ética, através de uma dinâmica de grupo na qual participaram todos os quadros da empresa. Esta identificação baseou-se no conhecimento e experiência adquiridos ao longo de anos de trabalho na CUF. Como resultado, todas as partes interessadas que actualmente influenciam o desenvolvimento do negócio foram identificadas, discutidas em conjunto e, posteriormente, mapeadas numa matriz de acordo com o seu grau de influência. 24

25 Consciente do contributo que as diferentes partes interessadas têm na sustentabilidade futura da empresa, a CUF desenvolveu diversos mecanismos para proactivamente e sistematicamente gerir e melhorar a relação com as mesmas. De entre esses diversos mecanismos, destacamos: A relação com a comunidade local de Estarreja é reforçada pelo Painel Consultivo Comunitário do Programa Actuação Responsável (PACOPAR), fundado pela CUF em 2001, em parceria com as restantes empresas a operar no CQE. O PACOPAR é um grupo de actuação conjunta que visa a melhoria da qualidade de vida desta comunidade local, aplicando os princípios de Actuação Responsável; A relação entre a CUF e os seus clientes e fornecedores mais próximos é reforçada formal e informalmente através de vários encontros e mecanismos de coordenação regulares que permitem a operação integrada do Complexo Químico de Estarreja; A CUF mantém uma relação próxima com os seus accionistas, bem como com as restantes empresas do Grupo José de Mello, de forma a partilhar melhores práticas em diversas áreas. Um exemplo desta relação é o Comité de Inovação que permite que todas as empresas beneficiem do conhecimento mútuo; A CUF participa num vasto número de associações do sector em que opera, seja em Portugal (ex.: Associação das Indústrias da Petroquímica, Química e Refinação (AIPQR)), em Espanha (ex.: Federación Empresarial de la Industria Química Española (FeiQue)) ou a nível internacional (ex.: Euro Chlor, European Petrochemical Association (EPCA)). Apresentamos de seguida uma listagem mais exaustiva dos pontos de contacto e interacção com as partes interessadas. 25

26 TABELA 03 PARTES INTERESSADAS MECANISMOS DE INTERACÇÃO Colaboradores Website da empresa e Newsletter (papel e online) Plataforma interna com informação da empresa Formações e acções de sensibilização Programas internos que envolvem a empresa e o colaborador Reuniões periódicas da Comissão de Trabalhadores Reuniões de Gestores da Qualidade e Ambiente Acompanhamento dos Sistemas de Gestão Visitas às outras empresas do Grupo José de Mello Encontros temáticos com outras empresas Plataformas informáticas SAP e SIAWISE Biblioteca (física e digital) Placards e/ou vitrine com informação relevante Comunicação interna através de Clientes Dia Portas Abertas Sessões de esclarecimento Inquérito de satisfação Assistência técnica Reuniões periódicas Newsletter online Comunicação social Fornecedores Dia Portas Abertas Reuniões periódicas Negociação de contratos Inquéritos de satisfação LISTA DE MECANISMOS DE INTERACÇÃO COM AS PARTES INTERESSADAS DA CUF TEMAS RELEVANTES Gestão de competências Remuneração e motivação Estabilidade de emprego Condições laborais Saúde e segurança Preço, características e segurança dos produtos Flexibilidade nas entregas dos produtos Gestão de sugestões e reclamações Satisfação geral dos clientes Ética e transparência Inovação e sustentabilidade Contratos e pagamentos Impactos do negócio e práticas de mitigação de riscos Ética e transparência Inovação e sustentabilidade 26

27 TABELA 03 LISTA DE MECANISMOS DE INTERACÇÃO COM AS PARTES INTERESSADAS DA CUF 27 PARTES INTERESSADAS MECANISMOS DE INTERACÇÃO Parceiros do Sistema Científico e Tecnológico Reuniões periódicas Reporte de informação financeira e não financeira Negociação de contratos Accionistas Reuniões periódicas Reporte de informação financeira e não financeira Comunidade Dia Portas Abertas Programas de voluntariado Programas de iniciativa local Reuniões PACOPAR Reporte de informação financeira e não financeira Associações do Sector Reuniões periódicas Celebração de protocolos Participação em grupos de trabalho Entidades Reguladoras Reuniões periódicas Resposta formal aos requisitos formais Sessões de esclarecimento Comunicação Social Programas de rádio Website da empresa e Newsletter online TEMAS RELEVANTES Performance da empresa Compromissos a longo prazo Ética e transparência Inovação e sustentabilidade Performance da empresa Controlo dos riscos Ética e transparência Inovação e sustentabilidade Impactos ambientais e sociais Ética e transparência Boas práticas da empresa Estratégia da empresa Ética e transparência Impactos ambientais e sociais Mecanismos de mitigação dos riscos e impactos Ética e transparência Inovação e sustentabilidade Desenvolvimento local Segurança ambiental Inovação

28 MATERIALIDADE A identificação dos temas materiais para a CUF teve início em 2012 no encontro anual de colaboradores no qual o tema da sustentabilidade foi debatido. Em 2013, em reunião de Comissão Executiva foram propostas oito áreas materiais, como resultado de um processo de análise interna e benchmark internacional. Ainda em 2013, na reunião de Direcção para lançamento do planeamento 2014, todos os presentes foram convidados a identificar acções específicas para cada um dos referidos temas, que foram posteriormente desenvolvidas por meio de Projectos de Investigação, Desenvolvimento e Inovação (IDI), com o detalhe técnico e de recursos necessário para passarem a integrar todos os planos de acção da organização, em TABELA 04 ABORDAGEM PARA A DEFINIÇÃO DOS TEMAS MATERIAIS DA CUF Consulta às Partes Interessadas Análise de Benchmark Análise de Tendências do Sector Foi desenvolvido um exercício para a análise da materialidade, na perspectiva das diferentes partes interessadas internas, com o objectivo de identificar os temas materiais para a CUF Foi também avaliada a relevância dos diferentes temas materiais na perspectiva das partes interessadas da empresa A CUF desenvolveu uma análise de benchmark sobre a estratégia de sustentabilidade a 5 empresas pares do sector da química consideradas referência na gestão de sustentabilidade Foi realizada uma análise sobre as principais tendências, impactos e riscos que deverão ser tidos em conta na definição dos temas materiais para estratégia de sustentabilidade da CUF 28

29 Com base na abordagem apresentada, foram identificados oito temas considerados materiais para a CUF e, simultaneamente, para as suas partes interessadas. É objectivo da CUF realizar durante 2015 a Matriz de Materialidade, na qual os temas materiais serão priorizados tendo em consideração a relevância dos mesmos para as partes interessadas, internas e externas. TABELA 05 DESCRIÇÃO DOS TEMAS MATERIAIS PARA A CUF TEMA MATERIAL RELEVÂNCIA LIMITE Tecnologia e Inovação Eficaz gestão da tecnologia e inovação, através da criação de parcerias com centros de investigação e de processos de inovação nos processos produtivos ou na criação de novos produtos Interno Externo Logística Optimização das operações de logística e consequente melhoria do impacto destas actividades no meio ambiente Interno Externo Recursos e Energia Gestão dos recursos energéticos, diminuindo a intensidade do seu consumo e consequente impacto no nível de emissões de Gases de Efeito de Estufa (GEE) Interno Externo Ambiente Preservação do meio ambiente tendo em consideração a necessidade de garantir a eficiência nos processos produtivos e a utilização de matérias-primas Interno Externo Água Eficaz gestão da água, devido ao elevado consumo deste recurso aliado à previsão da sua crescente escassez Interno Externo Produtos e Segurança Gestão responsável dos produtos de forma a promover a utilização segura dos mesmos durante todo o seu ciclo de vida Interno Externo Colaboradores Recrutamento eficaz, disponibilização de acções de formação com vista ao desenvolvimento de competências e adopção de mecanismos robustos de feedback e motivação Interno Externo 29 Comunidade Preservação dos interesses da sociedade com o objectivo de contribuir para o bem-estar da mesma, no presente e futuro Interno Externo

30 POLÍTICA DE QUALIDADE, AMBIENTE E SEGURANÇA Na procura do desenvolvimento sustentável, fundamentado nos princípios orientadores da Actuação Responsável, e com um permanente espírito de inovação e cumprimento da legislação nacional e comunitária em vigor, ambas as unidades de negócios gerem as suas actividades de modo a perseguir os seguintes objectivos: Melhorar continuamente os produtos e serviços procurando atingir a satisfação plena dos clientes; Desenvolver as competências dos colaboradores, no sentido do cumprimento dos objectivos propostos; Envolver e promover a participação dos colaboradores em projectos de melhoria contínua; Criar com fornecedores, clientes e outras instituições, relações de mútuo benefício; Avaliar e controlar os riscos para os colaboradores, ambiente e populações vizinhas, decorrentes das suas actividades, implementando medidas de prevenção e monitorização eficazes; Aumentar o sentido de responsabilidade ambiental e de segurança a todos os níveis da organização, através da formação e sensibilização dos seus colaboradores; Promover e assegurar um ambiente de trabalho seguro e saudável para os seus colaboradores; Minimizar os riscos, para as pessoas e instalações, que possam advir das suas actividades. A empresa CUF-QI, que lidera a unidade de negócio dos Químicos Industriais, está certificada para os seguintes Sistemas de Gestão: Qualidade pela ISO 9001:2008; Ambiente pela ISO 14001:2004; Segurança e Saúde no Trabalho pela OSHAS 18001:2007; Investigação, Desenvolvimento e Inovação pela NP 4457:2007. A empresa Innovnano, unidade de negócio dos Nanomateriais, está certificada para o Sistema de Gestão de Qualidade pela ISO 9001:2008 e está em fase de implementação do Sistema de Gestão de Investigação, Desenvolvimento e Inovação (SGIDI) pela NP 4457:

31 POLÍTICA DE INOVAÇÃO A Política de Inovação da CUF está aprovada e publicada desde Fevereiro de 2012 e apresenta os valores da empresa para promover a Investigação, Desenvolvimento e a Inovação: Organizar e gerir o SGIDI com vista à criação de ideias inovadoras, transformáveis em projectos susceptíveis de gerarem valor; Assegurar um adequado planeamento, execução e controlo dos projectos e uma criteriosa disponibilização de recursos, observando o estrito cumprimento dos requisitos regulamentares, técnicos e normativos aplicáveis à actividade da CUF; Incentivar a motivação, criatividade e qualificação dos colaboradores de forma a promover continuamente uma cultura de rigor e um ambiente gerador de conhecimento científico e tecnológico; Fomentar o desenvolvimento de acções de cooperação em inovação com Centros de Competência, de modo a assegurar uma presença sustentada na Indústria Química mundial, explorando oportunidades de crescimento na química orgânica e inorgânica. 31

32 CARTA DO CLIENTE A satisfação dos clientes da CUF é fundamental para o crescimento sustentável do negócio e, nesse sentido, alguns compromissos são assumidos para assegurar a melhoria contínua da empresa nas mais diversas áreas: Oferta de produtos Compreender se os produtos fornecidos pela CUF satisfazem as necessidades dos seus clientes, e se são apresentadas propostas comerciais transparentes; Segurança Promover e aplicar as acções necessárias para garantir que a produção e armazenamento, assim como o transporte e utilização dos seus produtos, ocorrem de acordo com as melhores regras de segurança; Informação e apoio ao cliente Disponibilizar de forma clara e rigorosa, toda e qualquer informação relevante sobre os produtos, de forma a garantir a utilização segura dos mesmos; Recursos humanos Garantir a formação inicial e contínua dos colaboradores da CUF necessária ao cumprimento competente e profissional das suas funções; Sugestões e reclamações Promover e/ou incentivar os clientes para a apresentação de sugestões e reclamações, assim como assegurar a análise cuidadosa das mesmas no sentido de acautelar, em tempo útil, as medidas rectificativas necessárias; Relações Respeitar os princípios de confidencialidade e lealdade assumidos com os seus clientes, bem como todos os compromissos com eles contratualizados. 32

33 GOVERNO A gestão da sustentabilidade na CUF está integrada na estratégia da empresa, reflectindo-se no actual modelo de governo da empresa, bem como, na mitigação de riscos e impactos económicos, ambientais e sociais. TABELA 06 COMPOSIÇÃO DOS ÓRGÃOS SOCIAIS DA CUF C&S ÓRGÃOS SOCIAIS Assembleia Geral Presidente da Mesa Secretário Conselho de Administração Presidente Administradores Executivos Administradores Não Executivos Fiscal Único Suplente do Fiscal Único Alexandre Cabral Côrte-Real de Albuquerque Manuel José Gouvêa Portella de Herédia João Maria Guimarães José de Mello André Cabral Côrte-Real de Albuquerque João Jorge Gonçalves Fernandes Fugas Luís Augusto Nesbitt Rebelo da Silva Jaime Urquijo Chacón Luís Eduardo Brito Freixial de Goes Pedro Maria Guimarães José de Mello ERNST & YOUNG AUDIT & ASSOCIADOS - SROC, S.A. Paulo Jorge Luís da Silva 33

34 ORGANIGRAMA FUNCIONAL CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO POOL DE CONSULTORES SÉNIORES CUF Químicos Industriais Comercial Operações Técnica COMISSÃO EXECUTIVA Nanomateriais Ciência e Segurança Operações Técnica ASSESSORIA JURÍDICA ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO EXTERNA Áreas Corporativas e de Suporte Vendas e Marketing Administrativa e Financeira Aprovisionamento Planeamento, Controlo de Gestão, Inovação e Sustentabilidade Recursos Humanos e Comunicação Interna Sistemas de Informação 34

35 Sustentabilidade Análise

36 5. SUSTENTABILIDADE - ANÁLISE Na análise de sustentabilidade foram considerados três domínios fundamentais nos quais os temas identificados como materiais para a CUF estão sob análise. No domínio económico encontra-se analisada a Tecnologia e Inovação; no domínio ambiental são analisados a Logística, os Recursos e Energia, o Ambiente e a Água; e, no domínio social incluem- -se o Produto e Segurança, os Colaboradores e a Comunidade. DOMÍNIO ECONÓMICO Análise Desempenho económico O ano de 2014 foi marcado por um crescimento da actividade da CUF, apesar da tendência de estagnação do sector químico verificada por toda a Europa. A estratégia de expansão do negócio dos Químicos Industriais passa pela aposta no modelo Over-The-Fence, já existente em Estarreja. Para o negócio dos Nanomateriais, a estratégia de expansão passa pela construção de novas unidades fabris de conceito modular de elevada capacidade produtiva, permitindo desta forma um crescimento sustentado que acompanhe as tendências do mercado. TABELA 07 DESEMPENHO ECONÓMICO DA CUF 2012 (M ) 2013 (M ) 2014 (M ) Valor Económico Gerado Receitas Valor Económico Distribuído Custos Operacionais Salários e Benefícios Pagamentos a Fornecedores de Capital Pagamentos ao Estado 0,4 0,45 0,25 Investimentos na Comunidade 0,15 0,16 0,16 Valor Económico Acumulado

37 Em 2014, a CUF registou um crescimento económico de aproximadamente 2 M face a 2013, devido ao aumento global da sua actividade, reflectido na produção e consequentemente nas vendas. No ano de 2014, a CUF registou um volume de vendas da ordem dos 350 M, que corresponde a um crescimento da ordem dos 6,4% face ao ano anterior. A CUF-QI aumentou as suas vendas quer no mercado dos orgânicos (6,7%) quer no dos inorgânicos (7,7%). Como factos relevantes e que tiveram um impacto significativo nas contas da empresa (com valores muito aquém dos orçamentados) destacamos: A descida do preço do benzeno no último trimestre do ano, com duplo impacto: por um lado, o reflexo imediato na descida do preço de venda do produto acabado e, por outro, a impossibilidade de fazer reflectir esses valores no custo de matéria-prima incorporada no produto acabado - dada a existência de stock - contribuindo para uma redução da margem; A paragem da fábrica do principal cliente (DOW Europe) durante o mês de Dezembro de uma forma não prevista. Os investimentos em activos fixos mantiveram-se nos níveis exigidos pela actividade, com destaque para a expansão da unidade de hipoclorito e da conclusão da reconstrução da ponte-cais #22 no Porto de Aveiro. No âmbito da gestão da liquidez, foi dada continuidade ao trabalho iniciado sobre o capital a curto prazo, tendo sido desenvolvidas várias acções sobre o crédito a clientes e fornecedores, com reflexos efectivos ao nível dos prazos médios praticados e da redução do ciclo de conversão de caixa. No âmbito de uma política de prudência, a empresa manteve as operações de cobertura de taxas de juro, nomeadamente as relativas a operações de longo prazo. O efeito conjugado do aumento dos capitais próprios e da redução do passivo, permitiu à CUF reforçar o seu nível de autonomia financeira para 14,7%, que compara com 12,9% no final do ano anterior. 37

38 Clientes e Fornecedores Os principais clientes da CUF pertencem à Indústria Química. Os produtos orgânicos da CUF destinam-se à exportação através da DOW Europe ou directamente para o mercado internacional (Alemanha, Bélgica e Eslováquia). Os produtos inorgânicos destinam-se principalmente ao mercado ibérico. Os principais clientes da Innovnano pertencem essencialmente ao mercado internacional. A maioria dos fornecedores da CUF encontra-se em território nacional. Em 2014, a CUF adquiriu cerca de 19% das matérias- -primas a fornecedores locais (excluindo a compra do benzeno), o que representa um volume de negócios na ordem dos 27 M. Foram considerados fornecedores locais aqueles que se encontram localizados numa zona relevante para as operações da CUF, nomeadamente Aveiro, Coimbra, Faro, Leiria ou Setúbal. Nos anos de 2013 e 2014, a CUF promoveu a realização de auditorias aos seus fornecedores e transportes, com o objectivo de aumentar a qualidade dos seus produtos e a correcta distribuição pelos clientes. 38

39 Tecnologia e Inovação No sector químico, a inovação constitui actualmente um dos principais motores para o desenvolvimento e competitividade, pela criação de novas soluções e aperfeiçoamento dos processos produtivos. A CUF não é excepção e a empresa promove diariamente, e de forma sistemática, um clima de inovação, que é transversal a toda a organização. A Inovação na CUF baseia-se nos processos que integram o SGIDI, nomeadamente Gestão de Interfaces, Gestão de Ideias, Gestão da Vigilância, Gestão da Propriedade Intelectual, Gestão de Projectos de IDI e Gestão do Conhecimento. A Gestão de Interfaces refere-se às parcerias de IDI desenvolvidas pela CUF, com parceiros estratégicos assim como às redes de conhecimento nas quais a CUF se insere. Das entidades mais relevantes para estas redes de conhecimento destacam-se: Associação Industrial Portuguesa (AIP), Associação TABELA 08 RESULTADOS EM TECNOLOGIA E INOVAÇÃO. FACTOS E NÚMEROS Investimento em IDI 1 M 1 M 4 M Famílias de Patentes Colaboradores envolvidos em IDI 8,5% 8,0% 8,5% Parcerias de IDI N/A Doutoramentos/Mestrados 8 / 5 9 / 12 7 / 6 Publicações/Apresentações para o exterior Portuguesa das Empresas Químicas (APEQ), AIPQR, European Chemical Industry Council (CEFIC), Euro Chlor e Confederação Empresarial de Portugal (CIP). A Gestão de Ideias materializa-se no programa Colombo e é actualmente uma das actividades chave da empresa, ao permitir transformar as ideias submetidas pelos seus colaboradores em aplicações que contribuem para a criação de valor. 39

40 FIGURA 07 Resultados do programa Colombo IDEIAS COLOMBO Através desta plataforma, os colaboradores são convidados e incentivados a submeterem ideias e sugestões ao nível da eficiência dos processos, aumento de produtividade, melhorias ambientais e de segurança, entre outros. Desde 2006 foram submetidas 324 ideias, das quais 98 foram aprovadas e 67 efectivamente implementadas, com um retorno financeiro calculado na ordem dos 3 M, bem como inúmeros resultados intangíveis ao nível da segurança, ambiente e produtividade, entre outros. A Vigilância é uma ferramenta fundamental da IDI da CUF, ao possibilitar a identificação, recolha e análise de conhecimento crucial para a criação de novos produtos e/ou processos, alertar para inovações técnicas e científicas susceptíveis de criar oportunidades e/ou ameaças ao negócio, assim como permitir encontrar soluções para problemas reais. Anualmente, é definido um plano de vigilância, tendo em consideração três áreas distintas: tecnológica, mercado e regulamentar LEGENDA Total de Ideias Ideias Aprovadas O capital intelectual detido pela CUF é um dos principais factores de diferenciação da organização. Deste modo, a protecção da Propriedade Intelectual é realizada por meio de uma gestão próxima do seu portefólio de patentes e do estabelecimento de cláusulas contratuais com as suas principais partes interes- 40

41 sadas. Em 2014, a CUF-QI detinha 4 famílias de patentes e a Innovnano 8 famílias de patentes. A Gestão de Projectos de IDI é feita de forma periódica e exaustiva, permitindo a informação recolhida monitorizar a execução dos projectos a nível técnico e de recursos, com benefícios directos na eficiência global da execução dos projectos, bem como ao nível de partilha de informação relevante. Esta abordagem tem permitido ao longo dos anos uma série de resultados na CUF-QI, dos quais se destacam a tecnologia inovadora de que é proprietária, um laboratório próprio com unidade piloto e um robusto sistema de automação e controlo que serve todas as áreas de produção da CUF-QI. Adicionalmente, foi criado em 2012 o Comité de Inovação do Grupo José de Mello, que conta com a participação de elementos das áreas de inovação das várias plataformas do Grupo - Brisa, Efacec, CUF e José de Mello Saúde - com os principais objectivos de partilhar conhecimento e actividades, metas e projectos, facilitar a troca de ideias e experiências, fomentar a partilha de boas práticas com o exterior, debater política e instrumentos de inovação, propor orientações transversais a todo o Grupo José de Mello e, da mesma forma, apoiar projectos transversais específicos das unidades de negócios. Estratégia A CUF tem como ambição fortalecer a sua presença na Indústria Química mundial, explorando oportunidades de crescimento na química orgânica, inorgânica e especialidades químicas. Para alcançar esta ambição a CUF tem como objectivos estratégicos: Ser o 1º operador não integrado de anilina a nível mundial; Ser um dos principais produtores na cadeia cloro-álcalis na Península Ibérica; Ser líder global na produção de óxidos metálicos nanoestruturados. 41

42 Metas As metas estabelecidas para 2015 são as seguintes: Margem de EBITDA superior a 10%; Manutenção da certificação NP 4457 para o SGIDI da CUF-QI; Obtenção da certificação NP 4457 para o SGIDI da Innovnano; Manutenção do portefólio de patentes. Plano de Acção Para alcançar as metas previstas para 2015 está prevista a implementação das seguintes medidas específicas: A CUF C&S pretende prosseguir uma estratégia assente no desenvolvimento das actuais actividades dos Químicos Industriais e dos Nanomateriais e estabelecer parcerias com outras partes interessadas, nomeadamente internacionais; A CUF-QI pretende procurar novos mercados para a colocação dos seus produtos e defender a sua posição junto dos clientes; manter uma atitude de rigor na procura de formas de optimização das suas actividades por redução 42

43 de consumos e prosseguir uma estratégia de crescimento e de internacionalização, através da realização de novos projectos e eventuais parcerias, a estabelecer a montante ou a jusante da cadeia produtiva; A Innovnano pretende aumentar a sua produção através da adopção de medidas que conduzam à melhoria da eficiência produtiva, e pela consolidação de oportunidades de negócios específicas, bem como pelo alargamento e diferenciação do portefólio de produtos. DOMÍNIO AMBIENTAL Análise Logística A CUF acompanha toda a legislação na área dos transportes e realiza auditorias junto dos fornecedores com o objectivo de assegurar o seu cumprimento. Durante 2014 foi realizada uma auditoria de segurança a um fornecedor de transportes. Em 2014, a CUF-QI desenvolveu o projecto Certificação de Motoristas que levou à revalidação da certificação de motoristas e ao alargamento da certificação a mais 14 novos mo- 43

44 toristas responsáveis pelo transporte de produtos na área dos inorgânicos. Está prevista a continuidade deste projecto em No âmbito das Instruções Operacionais relacionadas com FIGURA 08 Produções da empresa CUF-QI (Ton) o Código Internacional para Segurança de Navios e Instalações Portuárias (ISPS), em 2014 foram realizadas duas acções com objectivos distintos: uma com o objectivo de sensibilizar para a obrigatoriedade legal do ISPS, dirigida à Administração, Direcção e Coordenação; a outra com o principal objectivo de dotar os colaboradores operacionais de competências relativas às instruções operacionais, orientando-os para a aplicação e obrigatoriedade legal do ISPS. Produção Em 2014, verificou-se um aumento de cerca de 90 KTon no sector de Produção de Cloro-Álcalis (PCA), relativamente a No sector de Produção da Anilina e Derivados (PAD) verificou-se um aumento de aproximadamente 65 KTon na produção, face ao ano anterior LEGENDA Sector PCA Sector PAD 44

45 Recursos e Energia A CUF-QI utiliza duas fontes de energia para a sua produção, energia eléctrica e gás natural. As actividades produtivas realizadas pela CUF-QI têm uma elevada exigência energética, sendo que o sector PCA utiliza maioritariamente energia eléctrica e o sector PAD gás natural. Os consumos destes dois recursos mantiveram-se relativamente constantes ao longo dos anos em análise. A ligeira diminuição verificada no consumo de energia eléctrica em 2013 deveu-se à paragem da fábrica durante 3 semanas. Em 2014, o aumento verificado no consumo de gás natural foi consequência do aumento da produção do sector PAD. A intensidade energética correlaciona os consumos totais de energia eléctrica e gás natural com a produção, tendo sido verificada uma melhoria de 5,3% neste indicador no período entre 2012 e FIGURA 09 Consumos energéticos da empresa CUF-QI CONSUMOS DE ENERGIA ELÉTRICA E GÁS NATURAL (GJ) LEGENDA Energia Eléctrica Gás Natural

46 A CUF-QI aposta na eficiência energética para se manter sustentável e competitiva no mercado, através do esforço contínuo de poupança energética, da melhoria contínua dos processos e equipamentos e da monotorização dos consumos. A eficiência energética é também conseguida através de medidas específicas, como por exemplo o controlo da potência contratada e do factor de potência, a compensação de energia reactiva e o controlo/modulação de cargas por período tarifário. As emissões directas de Gases com Efeito de Estufa resultam principalmente do consumo de gás natural e produção de ácido nítrico. As emissões indirectas resultam principalmente do consumo de energia eléctrica, consumo este que se deve principalmente ao sector PCA. Em relação ao total das emissões de GEE da responsabilidade da CUF-QI, em 2014 registaram-se 73% de emissões indirectas e 27% de emissões directas, 75% e 25% respectivamente para o ano de FIGURA 10 Relação entre o consumo energético e a produção da empresa CUF-QI INTENSIDADE ENERGÉTICA(GJ/TON PRODUTO) 1,32 1,28 1,

47 FIGURA 11 Emissões de GEE da empresa CUF-QI FIGURA 12 Relação entre as emissões de GEE e a produção da empresa CUF-QI EMISSÕES DIRECTAS E INDIRECTAS DE GEE (TON CO 2 EQ.) INTENSIDADE CARBÓNICA (TON CO 2 EQ./ TON PRODUTO) ,134 0, , LEGENDA Emissões Directas de GEE Emissões Indirectas de GEE A intensidade carbónica da CUF-QI relaciona as emissões totais de GEE (directas e indirectas) com a quantidade de produto. Verificou-se uma diminuição significativa para este indicador ao longo dos anos em análise. A quantidade de outras emissões atmosféricas, como por exemplo NO 2, SO 2, partículas, CO, COT e metais pesados, é monitorizada pela CUF-QI, assegurando desta forma que todos os valores medidos se encontram dentro dos limites legais regulados de emissão. 47

48 FIGURA 13 Quantidades de outras emissões atmosféricas da empresa CUF-QI OUTRAS EMISSÕES ATMOSFÉRICAS (TON) 72 LEGENDA NO 2 CO Partículas SO 2 COT Ambiente A CUF assume uma constante preocupação com o meio ambiente, mantendo um controlo sistemático dos seus impactos, antecipando assim a adopção de estratégias para a minimização dos riscos. O correcto cumprimento da Política de Qualidade e Ambiente é garantido através da execução de um exigente programa anual de auditorias internas. Em 2014, a CUF-QI realizou 5 auditorias de Qualidade, 3 de Ambiente e 5 de Qualidade, Ambiente e Segurança. Em 2014, deu-se continuidade ao programa Leak Detection And Repair (LDAR) (de acordo com a EN 15446:2008, EPA -453/R e EPA 21), iniciado em 2008, que tem como objectivo detectar e eliminar as emissões fugitivas de compostos orgânicos voláteis. No ano de 2014, os resultados deste programa reflectiram-se numa redução em 43% destas emissões, após reparação das fugas detectadas. A CUF-QI consome diversos materiais não renováveis, como por exemplo o benzeno, o sal, o amoníaco, o hidrogénio e o ácido sulfúrico. O consumo destas matérias sofreu um ligeiro aumento em 2014 devido ao aumento global da produção. 48

49 FIGURA 14 Consumos de materiais da empresa CUF-QI CONSUMO DE MATERIAIS NÃO RENOVÁVEIS (TON) FIGURA 15 Descargas de efluentes da empresa CUF-QI DESCARGAS DE EFLUENTES (m 3 ) LEGENDA Benzeno Amoníaco Ácido Sulfúrico Sal Hidrogénio Os efluentes industriais provenientes da CUF-QI passam por uma Estação de Tratamento de Águas Residuais (ETAR) antes de serem descarregados na rede de efluentes do Sistema Intermunicipal de Saneamento da Ria de Aveiro (SIMRIA). O ligeiro aumento de volume das descargas de efluentes que se verificou esteve de acordo com o aumento da produção. Verificou-se uma diminuição da intensidade de descargas de efluentes, que correlaciona o volume total descarregado com a produção. 49

50 FIGURA 16 Relação entre as descargas de efluentes e a produção da empresa CUF-QI FIGURA 17 Quantidades dos Indicadores de Qualidade presentes nos efluentes da empresa CUF-QI INTENSIDADE DE DESCARGAS DE EFLUENTES (m 3 / TON PRODUTO) INDICADORES DE QUALIDADE DO EFLUENTE (TON) 0, ,57 0, LEGENDA Sulfatos CQO Nitratos SST Os efluentes descarregados encontram-se dentro dos limites legais regulados de emissão. Com excepção da carga de Carência Química de Oxigénio (CQO) nos efluentes que subiu ligeiramente em 2013, todos os restantes indicadores de qualidade tiveram uma evolução positiva ao longo dos três anos em análise. Em 2014, verificou-se um aumento da produção de resíduos da CUF-QI, consequente do aumento da actividade produtiva. Para o mesmo ano, 98% dos resíduos produzidos foram classificados como resíduos industriais perigosos e destes, 84% foram valorizados energeticamente através do incinerador da CUF. 50

51 FIGURA 18 Quantidades de resíduos produzidos pela empresa CUF-QI TOTAL DE RESÍDUOS PRODUZIDOS (TON) custos operacionais com a protecção do ambiente na ordem dos 2,7 M /ano e realizou investimentos ambientais na ordem dos 0,46 M /ano TABELA 09 CUSTOS E INVESTIMENTOS AMBIENTAIS (M ) 2013 (M ) 2014 (M ) LEGENDA Total de Resíduos Incinerados Total de Resíduos Depositados Total de Resíduos Gerados Custos Operacionais 2,66 2,73 2,72 Investimentos 0,37 0,33 0,46 Para a protecção do meio ambiente, a CUF-QI realiza, de forma sistemática, diversos investimentos e implementa medidas específicas que visam a mitigação do seu impacto ambiental. Ao longo dos últimos três anos, a CUF-QI teve Água Os processos produtivos da CUF-QI são dependentes da utilização de água, o que representa uma grande preocupação devido à sua crescente escassez a nível mundial. A captação desta matéria-prima foi em 99,7% realizada no 51

52 FIGURA 19 Consumo total de água da empresa CUF-QI FIGURA 20 Relação entre o consumo de água e a produção da empresa CUF-QI CONSUMO TOTAL DE ÁGUA(m 3 ) INTENSIDADE DO CONSUMO DE ÁGUA (m 3 / TON PRODUTO) , ,45 1, rio Antuã e os restantes 0,3% foram captados da rede pública e dois poços. A média do consumo total de água ao longo dos três anos foi na ordem dos 1,7 milhões de m 3. A intensidade do consumo de água reflecte a relação entre o consumo total deste recurso e a produção anual, tendo sido verificada uma melhoria de 8,7% ao longo dos anos em análise. Estratégia A estratégia da CUF-QI no domínio ambiental passa pelo acompanhamento e monotorização periódica dos aspectos e impactos que influenciam o meio ambiente. Desta forma, a empresa continuará a implementar medidas com vista à racionalização dos seus consumos e mitigação dos impactos associados à sua actividade. 52

53 Metas As principais metas estabelecidas para 2015 são: Cumprir integralmente os requisitos legais aplicáveis; Reduzir o consumo específico de água face ao ano anterior; Reduzir o consumo de energia eléctrica face ao ano anterior. Plano de Acção Para alcançar as metas previstas para 2015, serão implementadas as seguintes medidas: Continuar com o programa LDAR; Desenvolver acções que melhorem a protecção ambiental e sustentabilidade dos recursos hídricos em ambos os sectores produtivos; Substituir um conjunto transformador/rectificador da electrólise de NaCl; Conduzir um estudo técnico e uma avaliação para permitir a ligação às novas pontes-cais no Porto de Aveiro. 53

54 DOMÍNIO SOCIAL Análise Produto e Segurança A empresa dispõe de práticas robustas para assegurar que a produção, armazenamento, transporte e utilização dos produtos ocorrem de acordo com as melhores práticas de segurança, minimizando o risco de ocorrência de acidentes laborais e ambientais. Reflexo desta preocupação foi a adesão da CUF-QI, em 2013, às directrizes do Euro Chlor Safety Commitment. Para assegurar a correcta utilização dos seus produtos, a empresa investe em práticas de divulgação de informação, visitas e/ou auditorias aos seus clientes. Em 2013, realizouse um total de 73 e 95 auditorias a instalações de cloro e de 54

55 líquidos corrosivos, respectivamente. Em 2014, realizaram-se 61 auditorias a instalações de cloro e 125 a instalações de líquidos corrosivos. Após as auditorias e/ou visitas, a CUF-QI elabora e envia a todos os clientes auditados, relatórios com registos fotográficos nos quais são destacados os pontos críticos e sugeridas propostas de melhoria. Adicionalmente, são também identificadas necessidades formativas nas instalações dos seus clientes, ao nível do armazenamento e manuseamento dos seus produtos. Durante o ano de 2013 realizaram-se 20 acções de formação para um total de 251 formandos e em 2014 efectuaram-se 15 acções de formação que evolveram 176 formandos. A CUF-QI divulga toda a informação necessária dos seus produtos através de fichas técnicas e de segurança que possui para todos os seus produtos. A rotulagem dos produtos é realizada segundo a legislação nacional e comunitária em vigor. No que diz respeito às restantes auditorias, em 2014 registaram-se 14 auditorias de Segurança e Saúde no Trabalho e 5 TABELA 10 PRODUTO E SEGURANÇA Total de Produtos Produtos com Fichas de Segurança associadas Produtos com Fichas Técnicas associadas Número total de Clientes Clientes com Ficha de Segurança actualizada Clientes com Ficha Técnica actualizada auditorias conjuntas de Qualidade, Ambiente e Segurança. Em 2014, destacou-se também o investimento realizado para a melhoria das condições de segurança nas actividades de carga e descarga de produtos químicos perigosos e a aquisição de equipamentos de combate às emergências e de monitorização e prevenção. 55

56 Para a CUF, a satisfação dos seus clientes é um factor preponderante para garantir a sua fidelização e, desta forma, alcançar os objectivos estratégicos da empresa. De dois em dois anos, a CUF-QI realiza um inquérito aos seus clientes que possibilita a determinação do nível de satisfação com os produtos e serviços e a identificação das oportunidades de melhoria, através da análise de oito vertentes distintas: Atendimento da equipa comercial; Serviço da equipa comercial; Produto fornecido; Documentação fornecida; Fornecimento adequado; Assistência técnica; Evolução do desempenho global da CUF-QI; Identificação dos critérios mais importantes para o cliente e avaliação comparativa da CUF-QI perante a concorrência. Em 2012, 122 clientes da CUF-QI responderam ao inquérito e em 2014 foram obtidas 142 respostas. Em ambos os anos, o nível médio da avaliação global da CUF-QI pelos clientes foi de 4,17 em 5 valores. 56

57 Todas as reclamações endereçadas à CUF, independentemente da sua origem ou tipologia, são alvo de análise. Caso seja detectada alguma falha, são desenvolvidas de imediato acções no sentido de solucionar a situação ocorrida e prevenir futuras ocorrências. Durante o ano de 2014, foram registadas 2 reclamações do exterior (Câmara Municipal de Estarreja e empresa CIRES) e 27 de clientes. Colaboradores A CUF acredita que a sustentabilidade da empresa está directamente relacionada com o envolvimento e desempenho de todos os seus colaboradores. Como tal, através de iniciativas ou projectos, a organização assegura políticas e sistemas de gestão para os Recursos Humanos. Nesse sentido, e com o objectivo de aprofundar a partilha de informação sobre a estratégia e o plano de acção da CUF, o Presidente da Comissão Executiva, João de Mello, realiza desde 2012 sessões com todos os colaboradores, reforçando assim o alinhamento de todos com a estratégia da CUF. A 31 de Dezembro de 2014, a CUF empregava 339 colaboradores, dos quais 298 tinham contrato de trabalho sem termo, representando 88% do total de colaboradores, e 94% estavam abrangidos por acordos de negociação colectiva e/ou portarias de extensão. A taxa de contratação da CUF para o ano de 2014 foi de 6% e a taxa de rotatividade de 12%. Em 2014, a CUF empregava 82% de homens no seu efectivo total, dos quais 46% ocupavam a função de operador. Em 2014, 71% dos colaboradores da CUF encontravam-se na região de Estarreja. Durante o ano de 2014, não se verificou nenhum acidente industrial grave (o que segundo a directiva Seveso II, implica um acidente que envolva substâncias perigosas), verificando- -se apenas 3 acidentes de trabalho com baixa. A taxa de absentismo para o ano de 2014 foi de 2%, igual ao ano anterior. Após licença parental, a taxa de retorno foi de 100% para os anos entre 2012 e 2014 e a taxa de retenção em 2014 foi de 86%. 57

58 A CUF aposta, de forma estruturada e sistemática, na promoção do desenvolvimento pessoal e profissional dos seus colaboradores potenciando a igualdade de oportunidades e o crescimento sustentado de cada profissional, através das suas práticas de Recursos Humanos. O plano de formação anual é reflexo desta aposta, contemplando formações internas e externas assim como a participação dos colaboradores em seminários, conferências, feiras e/ou simpósios. Em 2014, 91% dos colaboradores da CUF receberam formação, representando um aumento de 22% face a O número total de horas de formação em 2014 foi de h, quase o dobro relativamente ao ano anterior. Em 2014, foram realizadas várias formações transversais a todos os colaboradores na área da Qualidade, Ambiente e Segurança e deuse continuidade à formação da Língua Inglesa. Alguns colaboradores participaram no Programa Avançado de Gestão para Executivos da Universidade Católica Portuguesa/Grupo José de Mello. Em 2014, destacamos a nossa presença nos seguintes eventos: 16 th Conferência COGEN Portugal; 9 th Conferência do Euro Chlor; ChemPor th International Chemical and Biological Engineering Conference; EuroChem Workshop. Através de parcerias entre a CUF e as Universidades, o Instituto de Emprego e Formação Profissional (IEFP) e a Escola Secundária de Estarreja, em 2014 foram atribuídos 43 estágios e bolsas, menos 25 face a 2013, das quais: 5 Bolsas de Investigação de Doutoramento; 15 Estágios Curriculares; 4 Estágios de Empresa; 19 Estágios IEFP. Dois dos projectos emblemáticos da CUF na área da formação são o Programa Matriosca Líder e o Programa 4x4. O primeiro foi desenvolvido através de uma parceria entre a CUF e a Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da 58

59 Universidade do Porto e tem como objectivo a formação- -acção-diagnóstico dos seus colaboradores, através da qual é possível conhecer e contextualizar os obstáculos e alavancas às lideranças CUF. O segundo visa potenciar o rejuvenescimento da empresa e, através de uma metodologia, é promovida a boa integração de jovens colaboradores na organização. Esta metodologia prevê um plano de formação completo e adequado no qual constam matérias chave para a CUF tais como: sistema de gestão integrado, processos produtivos, normas de segurança, educação ambiental e higiene e segurança no trabalho, gestão de inovação, entre outros. O Programa Conhecer o Grupo é também uma das boas práticas existentes na CUF. Desenvolvido há 14 anos para todas as empresas do Grupo José de Mello tem como objectivo dar a conhecer aos colaboradores a realidade das várias empresas promovendo simultaneamente a criação de sinergias internas e a partilha de conhecimento. 59

60 FIGURA 21 Estrutura laboral, por género, da CUF ESTRUTURA LABORAL POR GÉNERO FIGURA 22 Estrutura laboral, por categoria profissional, da CUF ESTRUTURA LABORAL POR CATEGORIA PROFISSIONAL LEGENDA Homens Mulheres Total ADMINISTRADORES DIRECTORES COORDENADORES TÉCNICOS ENCARREGADOS OPERADORES TÉCNICOS FUNCIONAIS ADMINISTRATIVOS LEGENDA Homens Mulheres 60

61 FIGURA 23 Estrutura laboral, por região, da CUF ESTRUTURA LABORAL POR REGIÃO FIGURA 24 Total de horas de formação da CUF TOTAL DE HORAS DE FORMAÇÃO (H) ESTARREJA LISBOA LOULÉ COIMBRA POMBAL LEGENDA Homens Mulheres 61

62 Em 2014, a CUF ofereceu aos seus colaboradores um conjunto de benefícios que visam a conciliação entre a vida profissional e a vida familiar. Entre as práticas existentes destacamos: A flexibilidade do horário; A possibilidade de gozar férias em períodos parcelares; A atribuição de presentes de Natal aos filhos dos colaboradores até aos 12 anos; A oferta de um kit pelo nascimento dos filhos dos colaboradores; A entrega de uma lembrança no dia de aniversário do colaborador; A homenagem aos colaboradores com maior antiguidade; O programa de Bolsas de Estudo da Fundação Amélia de Mello, iniciativa transversal a todo o Grupo José de Mello, que se destina a apoiar o desenvolvimento e formação de filhos de colaboradores através da comparticipação no pagamento das propinas, no decurso dos seus estudos superiores. O Acordo Colectivo de Trabalho estabelece: O complemento do subsídio de doença garantindo ao colaborador a retribuição líquida mensal; A possibilidade de majoração de dias de férias até ao máximo de 3 dias; A atribuição do dia de Carnaval como feriado e do feriado Municipal. No sentido de estreitar a relação entre a empresa e os seus colaboradores, em 2014, destacam-se o Piquenique CUF e a Festa de Natal nos quais os colaboradores e respectivas famílias se juntam para conviver. A satisfação dos colaboradores é essencial para a sua motivação e, como tal, em Julho de 2014 foi realizado o estudo Clima Organizacional da CUF que verificou uma taxa de realização de 96% e compreendeu todas as empresas da CUF. Através de um questionário desenvolvido para o efeito foi aferido o nível 62

63 de motivação e satisfação dos colaboradores, identificaram-se pontos fortes e fracos do actual clima organizacional e definiram-se as acções a desenvolver nos próximos anos. A apresentação dos resultados será feita durante o ano de A CUF acredita que a Gestão do Desempenho dos colaboradores é um factor determinante para a empresa se manter competitiva e sustentável no actual contexto socioeconómico. Neste sentido, foi iniciado em 2014 o desenvolvimento de um novo sistema informático para a Gestão do Desempenho, com o objectivo de avaliar os seus colaboradores, de forma a possibilitar a valorização individual e a identificação de oportunidades evolutivas. Em 2014, 82% dos colaboradores da CUF receberam avaliação de desempenho, um aumento de 1% face a A Saúde e Segurança dos colaboradores é mais um tema chave na gestão da CUF, devido à natureza do seu negócio. As medidas correctivas e de controlo operacional estipuladas pela CUF, prevêem avaliações do risco e a conformidade 63

64 com os requisitos legais aplicáveis. Para garantir a segurança e saúde dos colaboradores da CUF existe um Plano de Controlo Operacional de Segurança e Saúde e um Plano de Emergência Externo de Estarreja. O primeiro, a nível interno, sistematiza todos os procedimentos a realizar em resposta a um desastre ou a uma situação de emergência grave. A operacionalidade dos procedimentos é verificada através de simulacros periódicos. No decurso de 2014 foram realizados 2 exercícios de simulacro, um sem aviso prévio a 10 de Dezembro de 2014 no sector PAD e outro a 27 Novembro de 2014 com aviso prévio, no sector PCA. Deste modo, foi testada a operacionalidade efectiva da Equipa de Intervenção e do Grupo de Operações de Emergência da CUF-QI, em Estarreja. O Plano de Emergência Externo de Estarreja entrou em vigor no passado dia 30 de Abril de 2014 e garante ao município uma maior agilidade e operacionalidade na resposta a situações de emergência química. Comunidade A CUF promove iniciativas de sensibilização para a temática da Responsabilidade Social, através do incentivo a programas de voluntariado e da participação em actividades organizadas dentro da empresa. No ano de 2014, entre diversas iniciativas destacaram-se: O Programa de Voluntariado, transversal a todo o Grupo José de Mello que tem como objectivos desenvolver uma actuação empresarial socialmente responsável e incentivar o crescimento pessoal e profissional dos seus colaboradores. O programa conta com cinco entidades parceiras para acolhimento de voluntários, o ATL da Galiza, o Centro Comunitário da Paróquia de Carcavelos, a Obra do Frei Gil, a Associação Coração Amarelo e a Junior Achievement Portugal. O programa Ser Solidário, transversal a todo o Grupo José de Mello, que procura apoiar financeiramente instituições de solidariedade. As instituições são escolhidas pelos próprios cola- 64

65 boradores, que aderem a esta iniciativa doando uma quantia mensal do seu vencimento. Os apoios financeiros que resultaram da edição de 2014 foram entregues à Comunidade Vida e Paz, ao Cerciesta, ao Centro Social Padre David de Oliveira Martins e ao Centro Raríssimo da Maia, tendo recebido, cada uma, um apoio de As actividades de cariz pedagógico na Mina de Loulé, um dos locais mais emblemáticos do país em termos de património geológico. No ano de 2014 destacam-se duas visitas integradas no programa Ciência Viva, no Verão. Devido ao impacto no desenvolvimento regional, quer a nível social, económico e ambiental, a comunicação transparente e o envolvimento com a comunidade local é uma prioridade para a CUF. Em Novembro de 1993, as empresas do CQE, nomeadamente a CUF-QI, aderiram voluntariamente ao programa Responsible Care. Este programa promove a comunicação transparente com as principais partes interessadas, o que permite desenvolver políticas e acções para a minimização e/ou mitigação dos impactos negativos da indústria na sociedade. Em resposta ao compromisso assumido no âmbito da adesão ao Responsible Care, as empresas do CQE constituíram um painel comunitário, o PACOPAR. A missão do PACOPAR é melhorar, de forma continuada e sustentável, a qualidade de vida de Estarreja, congregando para tal sinergias entre os vários membros envolvidos. Desde a sua constituição, o PACOPAR já apoiou 110 projectos comunitários. Em 2014, o PACOPAR contribuiu com cerca de para 12 instituições de Estarreja com projectos nas áreas da educação, do apoio social e da protecção civil. Enquanto política de comunicação, o PACOPAR publica anualmente uma revista e, no seu website, diversos temas interessantes para a comunidade local e para o seu sector de actividade, além dos indispensáveis indicadores que demonstram o desempenho destas indústrias nas áreas de Segurança e Ambiente. Estratégia A estratégia da CUF para o domínio social passa pela melhoria das condições de trabalho, gestão de competências e política de zero acidentes. 65

66 Metas As principais metas estabelecidas para 2015 são: Implementação de medidas concretas para a CUF ser reconhecida como uma das melhores empresas para trabalhar em Portugal até ao final de 2020; Promover as competências de liderança de colaboradores; 16 auditorias de segurança; 6 visitas Medicina no Trabalho & Segurança e Saúde no Trabalho; 0 acidentes industriais graves; 0 acidentes de trabalho; Manter o mesmo nível de participação nas iniciativas Programa de Voluntariado e Ser Solidário. Plano de Acção Para alcançar as metas previstas para 2015, serão implementadas as seguintes medidas: Publicar o Código de Ética da CUF; Implementar o Plano de Comunicação Interna que inclui, entre outras acções, o desenvolvimento da intranet e o portal do colaborador; Executar o Sistema de Gestão de Competências; Continuar o Programa 4X4; Continuar o Programa Matriosca Líder; Executar o Plano Anual de Formação. 66

67 Abordagem de Gestão

68 6. ABORDAGEM DE GESTÃO SISTEMA DE GESTÃO INTEGRADO Com vista a assegurar uma actuação responsável a todos os níveis, a unidade de negócio dos Químicos Industriais, nomeadamente a empresa CUF-QI, implementou de forma integrada os Sistemas de Gestão da Qualidade e Ambiente (SGQA), Segurança e Saúde no Trabalho (SGSST) e Investigação, Desenvolvimento e Inovação. Assim sendo, a CUF-QI dispõe de órgãos consultivos de apoio à implementação e manutenção dos referidos sistemas de gestão para actividades inerentes ao desenvolvimento, produção, armazenamento e comercialização de produtos, bem como actividades e processos de suporte: 68

69 Conselho do Sistema de Gestão Investigação, Desenvolvimento e Inovação; Conselho do Sistema de Gestão da Qualidade e Ambiente; Comissão de Segurança, Higiene e Saúde no Trabalho. A unidade de negócio dos Nanomateriais, Innovnano, tem como objectivo implementar um Sistema de Gestão Integrado. SISTEMA DE GESTÃO DE QUALIDADE E AMBIENTE É da responsabilidade do Conselho do SGQA da CUF-QI definir, acompanhar e monitorizar todas as acções e processos que visam a melhoria contínua da produtividade e desempenho da empresa, assim como simultaneamente avaliar situações de emergência e necessidades relativas a novos requisitos legais ou regulatórios. Relativamente à unidade industrial dos Nanomateriais, em 2014 obteve a certificação ISO 9001 para o seu recém- -implementado Sistema de Gestão de Qualidade. SISTEMA DE GESTÃO DE SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO O SGSST da CUF possui mecanismos de monitorização, identificação e prevenção dos riscos e impactos para a segurança e saúde dos colaboradores. No universo das empresas CUF, e tendo em consideração a sua dimensão, a empresa CUF-QI dispõe de uma Comissão de Higiene e Segurança, na qual participam representantes dos colaboradores e são acompanhados os objectivos para a Segurança e Saúde no Trabalho, os resultados da investigação de incidentes e a análise dos problemas de segurança. Objectivos alcançados pela CUF-QI: Em 2003 obteve a certificação ISO 9001 para o seu Sistema de Gestão de Qualidade Em 2007 obteve a certificação ISO para o seu Sistema de Gestão de Ambiente Objectivo alcançado pela CUF-QI: Em 2013 obteve a certificação OSHAS devido ao cumprimento de todos os requisitos para a Segurança e Saúde no Trabalho exigidos por esta norma internacional. 69

70 SISTEMA DE GESTÃO DE INVESTIGAÇÃO, DESENVOLVIMENTO E INOVAÇÃO A CUF adoptou o modelo de inovação Interacções em Cadeia com o objectivo de sistematizar e organizar a gestão da inovação e respectiva informação. Na CUF-QI, os objectivos do SGIDI são definidos de forma anual pelo Representante da Administração para o mesmo, em sede do Conselho de IDI. Todas as oportunidades de inovação são desenvolvidas de forma sustentada no âmbito do SGIDI, estando sujeitas a uma cuidadosa avaliação do seu potencial de retorno e risco. Objectivo alcançado pela CUF-QI: Em 2013 obteve a certificação NP 4457 para o seu SGIDI. A Innovnano encontra-se em processo de certificação do SGIDI segundo a NP 4457, estando prevista a sua obtenção durante o ano de

71 Índice GRI

72 7. ÍNDICE GRI Indicador Localização Verificação Externa ESTRATÉGIA E ANÁLISE G4-1 Declaração do Presidente sobre a relevância da sustentabilidade para a organização e a sua estratégia de sustentabilidade Pág. 5 e 6 Sim PERFIL ORGANIZACIONAL G4-3 Nome da organização Pág. 12 Sim G4-4 Principais marcas, produtos e serviços Pág. 20 Sim G4-5 Localização da sede da organização Pág. 17, 18 e 19 Sim G4-6 Número de países nos quais a organização opera e nome dos países Pág. 17 e 18 Sim nos quais as suas principais operações estão localizadas ou que são especialmente relevantes para os tópicos de sustentabilidade G4-7 Tipo e natureza legal de propriedade Pág. 15 Sim G4-8 Mercados abrangidos Pág. 38 Sim G4-9 Dimensão da organização Pág. 36, 57, 60 e 61 Sim Relatório e Contas 2012, 2013 e 2014 G4-10 Número total de colaboradores Pág. 57, 60 e 61 Sim G4-11 Percentagem de colaboradores abrangidos por acordos de contratação colectiva Pág. 57 Sim G4-12 Cadeia de valor da organização Pág. 21, 22 e 23 Sim G4-13 Principais alterações que tenham ocorrido, durante o período abrangido pelo relatório, referente à dimensão, à estrutura organizacional ou à cadeia de valor N/A Primeiro Relatório de Sustentabilidade da organização Sim 72

73 7. ÍNDICE GRI Indicador Localização Verificação Externa PERFIL ORGANIZACIONAL G4-14 Abordagem ao princípio da precaução A CUF tem uma abordagem activa na Sim gestão dos riscos financeiros, operacionais, patrimoniais, ambientais e de higiene e segurança, baseada no princípio da precaução. Através deste princípio, a empresa procura minimizar os potenciais efeitos adversos associados a estes riscos. Relatório e Contas 2012, 2013 e 2014 G4-15 Iniciativas e princípios de carácter económico, ambiental e social que a organização subscreve Pág. 54 e 65 Sim G4-16 Participação em associações e organizações nacionais Pág. 39 Sim ou internacionais de defesa TEMAS MATERIAIS IDENTIFICADOS E LIMITES G4-17 Lista de todas as entidades incluídas nas demonstrações Pág. 12 e 19 Sim financeiras consolidadas G4-18 Processo adoptado para definição do conteúdo do relatório Pág. 28 Sim e limites dos Temas materiais G4-19 Temas materiais identificados no processo de definição Pág. 29 Sim do conteúdo do relatório G4-20 Limite de cada Tema material dentro da organização Pág. 29 Sim G4-21 Limite de cada Tema material fora da organização Pág. 29 Sim G4-22 G4-23 Reformulações de informações fornecidas em relatórios anteriores e as razões para tais reformulações Alterações significativas em relação a períodos cobertos por relatórios anteriores quanto ao âmbito e ao limite dos Temas materiais N/A Primeiro Relatório de Sustentabilidade da organização N/A Primeiro Relatório de Sustentabilidade da organização Sim Sim 73

74 7. ÍNDICE GRI Indicador Localização Verificação Externa ENVOLVIMENTO COM STAKEHOLDERS (Partes Interessadas) G4-24 Lista de grupos de stakeholders da organização Pág. 24 Sim G4-25 Base para identificação e selecção de stakeholders Pág. 24 Sim G4-26 Abordagem adoptada para envolvimento com stakeholders, inclusive a frequência do envolvimento por tipo e por grupo Pág. 25, 26, 27 e 65 G4-27 Principais questões e preocupações apontadas pelos stakehol- Pág. 26 e 27 Sim ders como resultado do processo de envolvimento e as medidas adoptadas pela organização no tratamento das mesmas PERFIL DO RELATÓRIO G4-28 Período coberto pelo relatório Pág. 12 Sim G4-29 Data do último relatório publicado N/A Primeiro Relatório de Sim Sustentabilidade da organização G4-30 Ciclo de publicação de relatórios O ciclo de publicação do Relatório de Sim Sustentabilidade será anual. G4-31 Contactos para questões sobre o relatório ou os seus conteúdos Pág. 13 Sim G4-32 Opção in accordance escolhida pela organização Pág. 13 Sim G4-33 GOVERNANCE G4-34 e respectivo índice do conteúdo da GRI Política e práticas correntes adoptadas pela organização para submeter o relatório a uma verificação externa Estrutura de governance da organização, incluindo comissões subordinadas ao órgão de governação hierarquicamente mais elevado Pág. 13 Pág. 33 e 34 ÉTICA E INTEGRIDADE G4-56 Valores, princípios, padrões e normas de comportamento Pág. 15, 16, 30, 31 e 32 Sim da organização FORMAS DE GESTÃO G4 - DMA Pág. 29, 39-59, e Sim Sim Sim Sim 74

75 7. ÍNDICE GRI Indicador Localização Verificação Externa INDICADORES DE DESEMPENHO ECONÓMICO Desempenho Económico G4 - EC1 Valor económico directo gerado e distribuído Pág. 36 Sim Práticas de Compras G4 - EC9 Proporção de gastos com fornecedores locais Pág. 38 Sim INDICADORES DE DESEMPENHO AMBIENTAL Materiais G4 - EN1 Materiais totais utilizados, por peso Pág. 49 Sim Energia G4 - EN3 Consumo de energia dentro da organização Pág. 45 Sim G4 - EN5 Intensidade Energética Pág. 46 Sim Água G4 - EN8 Consumo total de água, por fonte Pág. 51 e 52 Sim Emissões G4 - EN15 Emissões directas de Gases com Efeito de Estufa (Âmbito 1) Pág. 47 Sim G4 - EN16 Emissões indirectas de Gases com Efeito de Estufa (Âmbito 2) Pág. 47 Sim G4 - EN18 Intensidade Carbónica Pág. 47 Sim G4 - EN21 NO X, SO X e outras emissões atmosféricas significativas Pág. 47 e 48 Sim Efluentes e Resíduos G4 - EN22 Descargas de água, por qualidade e destino Pág. 49 e 50 Sim G4 - EN23 Peso total de resíduos produzidos, por tipo e destino Pág. 50 e 51 Sim Compliance G4 - EN29 Montantes envolvidos no pagamento de coimas e o número de sanções não-monetárias por incumprimento das leis e regulamentos ambientais A CUF não pagou nenhuma multa significativa entre 2012 e 2014, neste âmbito. Global G4 - EN31 Total de custos e investimentos com a protecção ambiental, por tipo Pág. 51 Sim Sim 75

76 7. ÍNDICE GRI Indicador Localização Verificação Externa INDICADORES DE DESEMPENHO SOCIAL - PRÁTICAS LABORAIS E TRABALHO CONDIGNO Emprego G4 - LA1 G4 - LA3 Número total e taxas de novas contratações e rotatividade de colaboradores, por faixa etária, género e região Taxa de retenção e de retorno após licença de paternidade, por género Segurança e Saúde no Trabalho G4 - LA5 Percentagem de empregados representados em comités formais de segurança e saúde G4 - LA6 Taxa de lesões, doenças profissionais, dias perdidos, absentismo e óbitos relacionados com o trabalho, por género e região Formação e Educação G4 - LA9 G4 - LA10 G4 - LA11 Média de horas de formação, por empregado, por género e por categoria profissional Gestão de competências, aprendizagem contínua e gestão de carreiras profissionais Percentagem de empregados que recebem avaliação de desempenho regular, por género e por categoria profissional Diversidade e Igualdade de Oportunidades G4 - LA12 Composição dos órgãos sociais da organização, por género, por categoria profissional e faixa etária Pág. 57 Anexos - Recursos Humanos Pág. 57 Anexos - Recursos Humanos Anexos - Recursos Humanos Pág. 57 Anexos - Recursos Humanos Pág. 58 e 61 Anexos - Recursos Humanos Pág. 58 Anexos - Recursos Humanos Pág. 63 Anexos - Recursos Humanos Anexos - Recursos Humanos Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim Sim 76

77 7. ÍNDICE GRI Indicador Localização Verificação Externa INDICADORES DE DESEMPENHO SOCIAL - DIREITOS HUMANOS Investimentos G4 - HR2 Total de horas de formação em políticas relacionadas com Direitos Humanos INDICADORES DE DESEMPENHO SOCIAL - SOCIEDADE Compliance G4 - SO8 Valor monetário de multas significativas ou sanções não monetárias por não conformidade com leis e regulamentos Não existiram formações em políticas relacionadas com os Direitos Humanos na CUF entre 2012 e A CUF não pagou nenhuma multa significativa entre 2012 e 2014, neste âmbito. INDICADORES DE DESEMPENHO SOCIAL - RESPONSABILIDADE PELO PRODUTO Segurança e Saúde do Cliente G4 - PR1 Produtos e serviços cujos impactos de segurança e saúde Pág. 55 Sim são avaliados e melhorados Rotulagem de Produtos e Serviços G4 - PR3 Tipo de informações no rótulo de produtos e de serviços Pág. 55 Sim exigidos pela organização para os produtos e serviços G4 - PR5 Avaliação da satisfação dos clientes Pág. 56 Sim Compliance G4 - PR9 Sim Valor monetário de multas significativas relativamente ao fornecimento e uso de produtos e serviços A CUF não pagou nenhuma multa significativa entre 2012 e 2014, neste âmbito. Sim Sim 77

78 Anexos

79 RECURSOS HUMANOS NÚMERO DE COLABORADORES Por género Nº Total de Colaboradores Masculino Feminino Por faixa etária Menor que 30 anos Entre 30 e 50 anos Maior que 50 anos Por região Estarreja Lisboa Loulé Pombal Aljustrel Barreiro Coimbra Por categoria profissional Administradores Directores Coordenadores Técnicos Encarregados Operadores Técnicos Funcionais Administrativos

80 RECURSOS HUMANOS (CONT.) PERCENTAGEM DE COLABORADORES Por género Masculino 84% 83% 82% Feminino 16% 17% 18% Por faixa etária Menor que 30 anos 10% 9% 10% Entre 30 e 50 anos 37% 37% 37% Maior que 50 anos 53% 54% 53% Por região Estarreja 68% 68% 71% Lisboa 13% 12% 12% Loulé 6% 4% 4% Pombal 4% 4% 4% Aljustrel 1% - - Barreiro 4% 4% 1% Coimbra 5% 7% 8% 80

81 RECURSOS HUMANOS (CONT.) ÓRGÃOS SOCIAIS Por género Masculino Feminino Por faixa etária Menor que 30 anos Entre 30 e 50 anos Maior que 50 anos PERCENTAGEM DE ÓRGÃOS SOCIAIS Por género Masculino 100% 100% 100% Feminino Por faixa etária Menor que 30 anos Entre 30 e 50 anos 25% 33% 43% Maior que 50 anos 75% 67% 57% COLABORADORES ABRANGIDOS POR COMITÉS FORMAIS DE SAÚDE E SEGURANÇA *Empresa CUF-QI Percentagem de colaboradores abrangidos por Comités Formais de Saúde e Segurança* 100% 100% 100% 81

82 RECURSOS HUMANOS (CONT.) SAÍDA DE COLABORADORES Nº Total de Saídas Por género Masculino Feminino Por faixa etária Menor que 30 anos Entre 30 e 50 anos Maior que 50 anos Por região Estarreja Lisboa Loulé Pombal Aljustrel Barreiro 4-12 Coimbra

83 RECURSOS HUMANOS (CONT.) ADMISSÃO DE COLABORADORES Nº Total de Admissões Por género Masculino Feminino Por faixa etária Menor que 30 anos Entre 30 e 50 anos Maior que 50 anos Por região Estarreja 8-13 Lisboa Loulé 1-1 Pombal Aljustrel Barreiro Coimbra

84 RECURSOS HUMANOS (CONT.) TAXA DE SAÍDAS Taxa Total de Saídas 4% 4% 6% Por género Masculino 4% 4% 6% Feminino 2% 2% 3% Por faixa etária Menor que 30 anos 10% 6% - Entre 30 e 50 anos 1% 5% 7% Maior que 50 anos 5% 2% 6% Por região Estarreja 1% 1% 2% Lisboa 5% 9% 2% Loulé - 30% 7% Pombal 7% - - Aljustrel 35% - - Barreiro 25% - 150% Coimbra - 5% 4% 84

85 RECURSOS HUMANOS (CONT.) TAXA DE ADMISSÕES Taxa Total de Admissões 5% 3% 6% Por género Masculino 5% 2% 5% Feminino 4% 7% 8% Por faixa etária Menor que 30 anos 26% 15% 34% Entre 30 e 50 anos 5% 4% 7% Maior que 50 anos Por região Estarreja 3% - 6% Lisboa 2% 7% 5% Loulé 5% - 7% Pombal Aljustrel Barreiro Coimbra 75% 35% 16% 85

86 RECURSOS HUMANOS (CONT.) TAXA DE ROTATIVIDADE Taxa Total de Rotatividade 9% 6% 12% Por género Masculino 9% 6% 12% Feminino 6% 9% 12% Por faixa etária Menor que 30 anos 36% 22% 34% Entre 30 e 50 anos 6% 9% 14% Maior que 50 anos 5% 2% 6% Por região Estarreja 5% 1% 8% Lisboa 7% 16% 7% Loulé 5% 30% 14% Pombal 7% - - Aljustrel 35% - - Barreiro 25% - 150% Coimbra 75% 40% 20% 86

87 RECURSOS HUMANOS (CONT.) COLABORADORES QUE RECEBERAM FORMAÇÃO Nº Total de Colaboradores que receberam Formação Por género Masculino Feminino Por categoria profissional Administradores Directores Coordenadores Técnicos Encarregados Operadores Técnicos Funcionais Administrativos

88 RECURSOS HUMANOS (CONT.) PERCENTAGEM DE COLABORADORES QUE RECEBERAM FORMAÇÃO Percentagem Total de Colaboradores que receberam Formação 61% 69% 91% Por género Masculino 65% 73% 91% Feminino 42 48% 92% Por categoria profissional Administradores % Directores 47% 36% 93% Coordenadores 90% 82% 95% Técnicos 56% 56% 94% Encarregados 79% 79% 100% Operadores 68% 72% 91% Técnicos Funcionais 74% 94% 95% Administrativos 18% 52% 75% 88

89 RECURSOS HUMANOS (CONT.) HORAS DE FORMAÇÃO Nº Total de Horas de Formação Por género Masculino Feminino Por categoria profissional Administradores Directores Coordenadores Técnicos Encarregados Operadores Técnicos Funcionais Administrativos

90 RECURSOS HUMANOS (CONT.) COLABORADORES QUE RECEBERAM AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO Nº Total Colaboradores que receberam Avaliação de Desempenho Por género Masculino Feminino Por categoria profissional Administradores Directores Coordenadores Técnicos Encarregados Operadores Técnicos Funcionais Administrativos

91 RECURSOS HUMANOS (CONT.) PERCENTAGEM DE COLABORADORES QUE RECEBERAM AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO Percentagem Total de Colaboradores que receberam Avaliação de Desempenho 80% 81% 82% Por género Masculino 79% 80% 82% Feminino 89% 90% 82% Por categoria profissional Administradores 13% 17% 14% Directores 80% 79% 71% Coordenadores 100% 100% 100% Técnicos 81% 86% 81% Encarregados 79% 79% 84% Operadores 72% 73% 80% Técnicos Funcionais 100% 94% 88% Administrativos 85% 88% 89% COLABORADORES COM DIREITO A LICENÇA PARENTAL Por género Masculino Feminino COLABORADORES QUE GOZARAM A LICENÇA PARENTAL Por género Masculino Feminino

92 RECURSOS HUMANOS (CONT.) COLABORADORES QUE REGRESSARAM APÓS LICENÇA PARENTAL Por género Masculino Feminino TAXA DE RETORNO Por género Masculino 100% 100% 100% Feminino 100% 100% 100% TAXA DE RETENÇÃO Por género Masculino 40% 250% 100% Feminino 133% 75% 50% NÚMERO DE ÓBITOS RELACIONADOS COM O TRABALHO Nº Total de Óbitos relacionados com o trabalho

93 RECURSOS HUMANOS (CONT.) NÚMERO DE DIAS PERDIDOS POR ACIDENTE DE TRABALHO Nº Total de Dias Perdidos por Acidente de Trabalho Por género Masculino Feminino NÚMERO DE HORAS NÃO TRABALHADAS* Nº Total de Horas Não Trabalhadas Por género Masculino Feminino * Exclui-se desta contabilização o Absentismo devido a Licenças de Parentalidade/Casamento, Luto ou Estudo NÚMERO DE ACIDENTES DE TRABALHO COM BAIXA MÉDICA Nº Total de Acidentes de Trabalho com baixa médica Por género Masculino Feminino

94 RECURSOS HUMANOS (CONT.) TAXA DE HORAS NÃO TRABALHADAS* Taxa Total de Horas Não Trabalhadas 4% 4% 4% Por género Masculino 4% 4% 4% Feminino 4% 1% 1% * Exclui-se desta contabilização o Absentismo devido a Licenças de Parentalidade/Casamento, Luto ou Estudo TAXA DE ABSENTISMO Taxa Total de Absentismo 1% 2% 2% Por género Masculino 1% 2% 2% Feminino 3% 2% 3% ÍNDICE DE FREQUÊNCIA DE ACIDENTES DE TRABALHO Índice Total de Frequência de Acidentes de Trabalho 7,51 9,11 4,90 Por género Masculino 8,84 10,86 5,83 Feminino

95 NOTAS METODOLÓGICAS Efectivo Médio = Nº de Colaboradores no ano + Nº de Colaboradores no ano anterior 2 Taxas de Saídas = 100 x Nº de Saídas Efectivo Médio Taxa de Admissões = 100 x Taxa de Rotatividade = 100 x Nº de Admissões Efectivo Médio Nº de Saídas + Nº de Admissões Efectivo Médio Taxa de Retorno =E Taxa de Retenção = Colaboradores que regressaram ao emprego após licença parental Colaboradores que estavam planeados regressar após licença Colaboradores que se mantiveram em funções passados 12 meses do seu regresso Colaboradores que se mantiveram em funções após licença parental no ano anterior Taxa de Horas Não Trabalhadas = Nº de Horas Não Trabalhadas (1) Nº de Horas Trabalháveis 95 Nº de Horas de Faltas ao Trabalho Taxa de Absentismo = Nº de Horas Trabalháveis Nº de Acidentes com Baixa Médica Índice de Frequência de Acidentes de Trabalho = x 10 3 Efectivo Médio (1) - Exclui-se desta contabilização o absentismo devido a Licenças de Maternidade/Casamento, Luto ou Estudo

96 SIGLAS E ACRÓNIMOS AIP AIPQR AP APEQ Aquatro BCSD Portugal CEFIC CIP CO CO 2 CO 2 EQ. COT CQE CQO CUF C&S CUF-QI EBITDA EDS Elnosa EPCA ETAR Euro Chlor FeiQue Associação Industrial Portuguesa Associação das Indústrias da Petroquímica, Química e Refinação AP - Amoníaco de Portugal, S.A. Associação Portuguesa das Empresas Químicas Aquatro - Projectos e Engenharia, S.A. Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável European Chemical Industry Council Confederação Empresarial de Portugal Monóxido de Carbono Dióxido de Carbono Dióxido de Carbono equivalente Carbono Orgânico Total Complexo Químico de Estarreja Carência Química de Oxigénio CUF - Consultadoria e Serviços, S.A. CUF - Químicos Industriais, S.A. Resultados Antes de Juros, Impostos, Amortização e Depreciação Emulsion Detonation Synthesis Electroquímica del Noroeste, S.A. European Petrochemical Association Estação de Tratamento de Águas Residuais Euro Chlor Safety Commitment Federación Empresarial de la Industria Química Española 96

97 SIGLAS E ACRÓNIMOS GEE GRI IDI IEFP Innovnano ISPS LDAR MDI NaCl NO 2 Nutriquim ONG PACOPAR PAD PCA Quimigest Renoeste SGIDI SGPAMAG SGQA SGSST SIMRIA SO 2 SST Gases com Efeito de Estufa Global Reporting Initiative Investigação, Desenvolvimento e Inovação Instituto do Emprego e Formação Profissional Innovnano - Materiais Avançados, S.A. Código Internacional para Segurança de Navios e Instalações Portuárias Leak Detection and Repair Difenilmetano Diisocianato Cloreto de Sódio Dióxido de Azoto Nutriquim - Produtos Químicos, S.A. Organizações Não Governamentais Painel Consultivo Comunitário do Programa Actuação Responsável Processo de Produção de Anilina e Derivados Processo de Produção de Cloro-Álcalis Quimigest - Sociedade Química de Prestação de Serviços, S.A. Renoeste - Valorização de Recursos Naturais, S.A. Sistema de Gestão da Investigação, Desenvolvimento e Inovação SGPAMAG - Sociedade de Granéis, S.A. Sistemas de Gestão da Qualidade e Ambiente Sistema de Gestão de Segurança e Saúde no Trabalho Sistema Intermunicipal de Saneamento da Ria de Aveiro Dióxido de Enxofre Sólidos Suspensos Totais 97

98 Verificação

99 Ao Conselho de Administração da CUF Consultadoria e Serviços, S.A. Verificação independente do Relatório de Sustentabilidade 2014 Introdução Fomos solicitados pela CUF Consultadoria e Serviços, S.A. (CUF), para procedermos à verificação independente do Relatório de Sustentabilidade 2014 (Relatório). A verificação foi efetuada de acordo com as instruções e critérios definidos pela CUF, referidos e divulgados no Relatório, e com os princípios e a abrangência descritos no Âmbito. Responsabilidades O Conselho de Administração da CUF é responsável pela preparação do Relatório e divulgação da informação de desempenho apresentada e seus critérios de avaliação bem como pelos sistemas de controlo interno, processos de recolha, agregação, validação e relato da mesma. A nossa responsabilidade consiste na elaboração de um relatório contendo o nosso parecer sobre a adequação daquela informação baseada nos procedimentos de verificação independente que efetuámos e por referência aos termos acordados. Não assumimos qualquer responsabilidade perante qualquer outro propósito, pessoas ou organizações. Âmbito Os nossos procedimentos de revisão foram planeados e executados de acordo com o International Standard on Assurance Engagements 3000 (ISAE 3000), e com referência à Global Reporting Initiative, versão 4 (GRI4) de forma a obter um grau moderado de segurança sobre a adequação da informação constante do Relatório bem como dos sistemas e processos que lhe servem de suporte. A extensão dos nossos procedimentos é menor que a de uma auditoria e, por consequência, o nível de fiabilidade é mais baixo, consistindo em indagações e testes analíticos e algum trabalho substantivo. Foi também considerada a norma AA1000 Assurance Standard (2008), para revisão de tipo 2 e um nível de garantia de assurance moderado. Relativamente à GRI4 e à norma AA1000 AccountAbility Principles Standard (APS) (2008), o nosso trabalho consistiu na verificação da auto avaliação feita pela gestão sobre o nível de conformidade da GRI4 e na avaliação do nível de adesão aos princípios da norma AA1000APS. Nesta verificação independente, os nossos procedimentos consistiram em: (i) (ii) Indagações à gestão e principais responsáveis das áreas em análise para compreender o modo como está estruturado o sistema de informação e a sensibilidade dos intervenientes às matérias incluídas no relato; Identificar a existência de processos de gestão internos conducentes à implementação de políticas económicas, ambientais e de responsabilidade social; PricewaterhouseCoopers & Associados - Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda. Sede: Palácio Sottomayor, Rua Sousa Martins, 1-3º, Lisboa, Portugal Tel , Fax , Matriculada na Conservatória do Registo Comercial sob o NUPC , Capital Social Euros PricewaterhouseCoopers & Associados - Sociedade de Revisores Oficiais de Contas, Lda. pertence à rede de entidades que são membros da PricewaterhouseCoopers International Limited, cada uma das quais é uma entidade legal autónoma e independente. Inscrita na lista das Sociedades de Revisores Oficiais de Contas sob o nº 183 e na Comissão do Mercado de Valores Mobiliários sob o nº 9077

100 (iii) Verificar numa base de amostra a eficácia dos sistemas e processos de recolha, agregação, validação e relato que suportam a informação de desempenho supracitada, através de cálculos e validação de dados reportados; (iv) Confirmar a observância de determinadas unidades operacionais às instruções de recolha, agregação, validação e relato de informação de desempenho; (v) Executar, numa base de amostra, alguns procedimentos de consubstanciação da informação, através de obtenção de evidência sobre informação reportada; (vi) Comparação dos dados financeiros e económicos com os constantes do Relatório e Contas 2014 auditados pelo auditor financeiro externo; (vii) Analisar o processo de definição da materialidade dos temas incluídos no Relatório, de acordo com metodologia descrita. (viii) Avaliar o nível de adesão aos princípios de inclusão, relevância e capacidade de resposta definidos na norma AA1000APS 2008, através da análise dos conteúdos do Relatório e de documentação interna; (ix) Confirmar a existência de dados e informações requeridos para cumprir com a versão G4 da GRI, na opção De Acordo Essencial. Confidencialidade e Independência Internamente, a PwC SROC rege-se por regras éticas e deontológicas de confidencialidade e independência bastante rígidas. Assim, em todos os aspetos da nossa colaboração, a Sociedade e os seus colaboradores mantêm estrita confidencialidade da informação obtida no desempenho das suas funções e completa independência face aos interesses da CUF. Adicionalmente, desenvolvemos o nosso trabalho em alinhamento com os requisitos de independência da norma ISAE 3000, incluindo o cumprimento das políticas de independência da PwC e do código de ética do International Ethics Standards Board of Accountants (IESBA). Conclusões Com base no trabalho efetuado de acordo com os termos de referência e com o Âmbito, nada chegou ao nosso conhecimento que nos leve a concluir que os sistemas e processos de recolha, agregação, validação e relato da informação constante do Relatório não estão a funcionar de forma apropriada e que a informação divulgada, não esteja isenta de distorções materialmente relevantes. Tendo por base a nossa verificação do Relatório e das Diretrizes da GRI, com os pressupostos incluídos no âmbito, concluímos que o Relatório inclui os dados e a informação requeridos para cumprir com a versão G4 da GRI, na opção De Acordo Essencial. Comentários/Observações De acordo com a norma AA1000AS (2008), apresentamos as principais observações relativamente à adesão da CUF aos princípios da AA1000APS (2008): Princípio da inclusão: A CUF subscreve formal e publicamente o compromisso dar seguimento à sua estratégia de sustentabilidade e de geração de valor para os seus stakeholders. Recomenda-se assumir, de forma pública, o compromisso de ser responsável para com aqueles em quem a organização causa impacte e/ou que causam impacte na organização. A CUF identificou e mapeou as suas principais partes interessadas, de acordo com o seu grau de influência, tendo realizado uma consulta interna de stakeholders, com o objetivo de identificar os diferentes temas materiais e obter feedback em matéria de sustentabilidade. CUF Consultadoria e Serviços, S.A. PwC 2

101 Recomenda-se realizar uma auscultação formal de stakeholders externos em matéria de sustentabilidade, de modo a compreender as expetativas e obter feedback dos vários stakeholders. Recomenda-se ainda formalizar a periodicidade de revisão do processo de priorização e mapeamento de stakeholders, efetuado em 2014, assim como assegurar a reavaliação periódica do processo, especialmente no caso de se registarem alterações significativas na Empresa ou no setor. Princípio da relevância: A CUF identificou os temas materiais, como resultado de um processo de consulta interna a stakeholders, benchmark e análise de tendências internacionais. Recomenda-se realizar uma auscultação formal de stakeholders externos em matéria de sustentabilidade, de modo a identificar as opiniões e expetativas dos mesmos, no sentido de que as estas sejam integradas na análise de materialidade de temas de sustentabilidade e na estratégia de sustentabilidade. Princípio da capacidade de resposta: A CUF possui um conjunto de mecanismos de consulta que visam compreender e responder às expetativas de algumas das suas partes interessadas. Recomenda-se assegurar a existência de mecanismos de comunicação e envolvimento para todas as partes interessadas. Lisboa, 27 de julho de 2015 PricewaterhouseCoopers & Associados, S.R.O.C., Lda. Representada por António Joaquim Brochado Correia, ROC CUF Consultadoria e Serviços, S.A. PwC 3

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