Demonstrações Financeiras Banif Banco de Investimento (Brasil) S.A. 31 de dezembro de 2013 e 2012 com Relatório dos Auditores Independentes

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1 Demonstrações Financeiras Banif Banco de Investimento (Brasil) S.A. com Relatório dos Auditores Independentes

2 Demonstrações financeiras Índice Relatório da Administração...1 Relatório dos Auditores Independentes sobre Demonstrações Financeiras... 6 Demonstrações financeiras auditadas Balanços patrimoniais... 8 Demonstrações do resultado Demonstrações das mutações do patrimônio líquido Demonstrações dos fluxos de caixa

3 BANIF BANCO DE INVESTIMENTO (BRASIL) S.A. RELATÓRIO DA ADMINISTRAÇÃO 31 de Dezembro de 2013 Prezados Acionistas, Apresentamos as Demonstrações Financeiras do Banif Banco de Investimento (Brasil), S.A., elaboradas na forma da legislação societária, normas de contabilidade e legislação bancária aplicável às Instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil, relativas ao exercício encerrado em 31/12/2013, acompanhadas das Notas Explicativas e do relatório da Ernst & Young Auditores Independentes S.S. sobre as Demonstrações Financeiras. CONJUNTURA ECONÔMICA O PIB brasileiro cresceu 2,3% em 2013, contrariando expectativas iniciais de crescimento maior. O crescimento abaixo do esperado em 2013 decorre de diversos fatores, com destaque para: a) baixos níveis de investimento; b) infraestrutura ainda precária, principalmente no setor de transporte e logística; c) fraco desempenho do setor industrial; e d) a baixa demanda nos principais mercados mundiais, que tem impactado, ainda, direta e indiretamente, a atividade econômica do país. O nível inflacionário, que em 2013 atingiu a taxa de 5,91%, também vem preocupando as autoridades monetárias, impondo a adoção de uma política de elevação da taxa básica de juros, que variou de 7,25% a.a. no início do ano para 10% ao final do ano. Outro fator que pode agravar a pressão inflacionária é a desvalorização do real frente ao dólar observada nos últimos meses, em decorrência, sobretudo, dos indicativos de recuperação econômica dos Estados Unidos, levando o FED a reduzir seu programa de estímulo à economia, refletindo na valorização do dólar frente a diversas moedas, e também de algumas incertezas quanto à manutenção do ritmo de crescimento chinês. O país vivencia também período de déficit nas contas externas, fato que não se verificava há bastante tempo. Todavia, nesse particular, pode-se esperar melhoria desse quadro em função da desvalorização cambial acima mencionada, que beneficia o setor exportador brasileiro. 1

4 Um indicador que coloca o país à frente de muitos mercados é a taxa de desemprego que se situou em 5,4% ao final de 2013, abaixo de seus pares emergentes e de muitas potências mundiais. Nesse cenário, com pequenas variações entre o governo e o mercado, prevê-se crescimento do PIB brasileiro para algo em torno de 2,0% em 2014, abaixo dos 2,3% alcançados em SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL Dados preliminares do BACEN revelam que a expansão do volume de crédito do sistema financeiro nacional, de dezembro/2012 a dezembro/2013, foi de 14,6%, atingindo montante de R$ 2,7 trilhões, com evolução de 22,6% nas instituições financeiras públicas, 6,6% nas privadas nacionais e 9,0% nas instituições estrangeiras. A relação crédito/pib passou de 53,9% em Dezembro/2012 para 56,5% em Dezembro/2013. GRUPO BANIF Nesse ambiente, o Banif Brasil, no país desde 1998, com sua sede localizada na cidade de São Paulo - SP, mantém estruturas de bancos Comercial e de Investimento, com os seguintes focos: O Banco Comercial atua no Middle Market e no Small Business, ofertando produtos de crédito, tesouraria, operações estruturadas, câmbio e captações em geral. O Banco de Investimento é responsável pela originação, estruturação e distribuição de operações de renda variável, renda fixa, produtos estruturados, securitizações e atua assessorando seus clientes em corporate e project finance e em fusões e aquisições. Tem reputação consolidada na condução de negócios através de diversos instrumentos estruturados e tradicionais de mercado de capitais, tais como Certificados de Recebíveis Imobiliários, Fundos de Investimento Imobiliário, Fundos de Investimento em Participações, Fundos de Investimento em Direitos Creditórios e Debêntures. A atuação do Grupo no Brasil no ano de 2013 foi caracterizada pelo processo de reestruturação, com foco na racionalização da estrutura organizacional e busca da eficiência operacional. Especificamente no âmbito do Banco de Investimento o processo implicou no refinamento do foco de negócios e ao mesmo tempo foi promovido o fortalecimento das equipes de originação e estruturação de operações. 2

5 Nesse sentido, importa reportar a incorporação do patrimônio do Banif Banco de Investimento (Brasil) S.A. ao Banif Banco Internacional do Funchal (Brasil), S.A., detendo este último 100% das ações do primeiro, com expressivos ganhos de sinergias, tendo propiciado redução das despesas administrativas em 33% em relação ao ano anterior. No período de 31/12/2012 a 31/12/2013, os Ativos Totais do BI decresceram de R$ 417 milhões para R$ 274 milhões, os Depósitos de Clientes de R$ 207 milhões para R$ 150 milhões e a Carteira de Crédito de R$ 44 milhões para R$ 32 milhões. Tais mutações nos indicadores financeiros decorreram em parte do refinamento do foco de negócios que prioriza a condução de transações precipuamente para distribuição a investidores clientes do grupo. A apuração do Índice de Basiléia do Grupo Banif (Brasil), em 31/12/2013, indica 14,49%, na visão Basiléia III, superior ao limite mínimo exigido pelo Regulador (11%), representando melhoria em relação a 31/12/2012, quando esse índice foi de 13,63% (Basiléia II). A reestruturação organizacional implementada, incluindo a integração dos Bancos Comercial e de Investimento, vem proporcionando significativa redução de despesas e favorecendo sua competitividade na realização de negócios. A integração contribuiu para o processo de consolidação e de potencial ampliação da carteira combinada de clientes do Grupo, posicionando-o o para a ampliação dos negócios. Abaixo apresentamos as principais variações e indicadores de balanço: Ativo Total

6 Captação de Terceiros Liquidez Geral 1,67 2 1,

7 Indice de Basileia - Consolidado 14,49 14,6 14,4 14, ,63 13,8 13,6 13,4 13, Índice de endividamento 109, , OUVIDORIA O componente organizacional de Ouvidoria encontra-se em funcionamento e a sua estrutura atende às disposições estabelecidas pela Resolução CMN de 26 de março de

8 Relatório dos Auditores Independentes sobre Demonstrações Financeiras Aos Administradores e acionistas do BANIF Banco de Investimento (Brasil) S.A. Examinamos as demonstrações financeiras do BANIF Banco de Investimento (Brasil) S.A., que compreendem o balanço patrimonial em 31 de dezembro de 2013 e as respectivas demonstrações do resultado, das mutações do patrimônio líquido e dos fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, assim como o resumo das principais práticas contábeis e demais notas explicativas. Responsabilidade da Administração sobre as Demonstrações Financeiras A Administração do Banco é responsável pela elaboração e adequada apresentação dessas demonstrações financeiras de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil - BACEN e pelos controles internos que ela determinou como necessários para permitir a elaboração de demonstrações financeiras livres de distorção relevante, independentemente se causada por fraude ou erro. Responsabilidade dos Auditores Independentes Nossa responsabilidade é a de expressar uma opinião sobre essas demonstrações financeiras com base em nossa auditoria, conduzida de acordo com as normas brasileiras e internacionais de auditoria. Essas normas requerem o cumprimento de exigências éticas pelos auditores e que a auditoria seja planejada e executada com o objetivo de obter segurança razoável de que as demonstrações financeiras estão livres de distorção relevante. Uma auditoria envolve a execução de procedimentos selecionados para obtenção de evidência a respeito dos valores e divulgações apresentados nas demonstrações financeiras. Os procedimentos selecionados dependem do julgamento do auditor, incluindo a avaliação dos riscos de distorção relevante nas demonstrações financeiras, independentemente se causada por fraude ou erro. Nessa avaliação de riscos, o auditor considera os controles internos relevantes para a elaboração e a adequada apresentação das demonstrações financeiras do Banco para planejar os procedimentos de auditoria que são apropriados nas circunstâncias, mas não para expressar uma opinião sobre a eficácia dos controles internos do Banco. Uma auditoria inclui, também, a avaliação da adequação das práticas contábeis utilizadas e a razoabilidade das estimativas contábeis feitas pela Administração, bem como a avaliação da apresentação das demonstrações financeiras tomadas em conjunto. Acreditamos que a evidência de auditoria obtida é suficiente e apropriada para fundamentar nossa opinião. Opinião Em nossa opinião, as demonstrações financeiras referidas acima apresentam adequadamente, em todos os aspectos relevantes, a posição patrimonial e financeira do 6

9 BANIF Banco de Investimento (Brasil) S.A. em 31 de dezembro de 2013 o desempenho de suas operações e os seus fluxos de caixa para o exercício findo naquela data, de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, aplicáveis às instituições autorizadas a funcionar pelo Banco Central do Brasil. São Paulo, 28 de março de 2014 ERNST & YOUNG Auditores Independentes S.S. CRC-2SP015199/O-6 Eduardo Wellichen Contador - CRC-1SP184050/O-6 7

10 Balanços patrimoniais Ativo Circulante Disponibilidades Aplicações interfinanceiras de liquidez Aplicações no mercado aberto Aplicações em depósitos interfinanceiros Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos Carteira própria Vinculados a operações compromissadas Operaçõesde crédito Empréstimos Financiamentos ( - ) Provisão para créditos de liquidação duvidosa (1.871) (6.517) Outros créditos Rendas a receber Negociação e intermediação de valores - 9 Diversos ( - ) Provisão para outros créditos de liquidação duvidosa (2.246) (655) Outros valores e bens Outros valores e bens ( - ) Provisão para desvalorizações (511) - Despesas antecipadas Realizável a longo prazo Aplicações interfinanceiras de liquidez Aplicações em depósitos interfinanceiros Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos Carteira própria Vinculados à prestação de garantias Operações de crédito Empréstimos Financiamentos ( - ) Provisão para créditos de liquidação duvidosa (7.238) (3.472) Outros créditos Diversos ( - ) Provisão para outros créditos de liquidação duvidosa (12.705) (13.590) Permanente Investimentos Participações em coligadas e controladas Outros investimentos ( - ) Provisão para perdas (155) (155) Imobilizado de uso Outras imobilizações de uso ( - ) Depreciações acumuladas (4.790) (4.378) Diferido Gastos de organização e expansão ( - ) Amortizações acumuladas (2.111) (1.896) Intangível - 36 Outros ativos intangíveis ( - ) Amortizações acumuladas (260) (224) Total do ativo

11 Passivo Circulante Depósitos Depósitos interfinanceiros Depósitos a prazo Captações no mercado aberto Carteira própria Outras obrigações Cobrança e arrecadação de tributos e assemelhados - 7 Sociais e estatutárias Fiscais e previdenciárias Diversas Exigível a longo prazo Depósitos Depósitos a prazo Outras obrigações Fiscais e previdenciárias Diversas Resultados de exercícios futuros Resultados de exercícios futuros Patrimônio liquido Capital: De domiciliados no exterior Reservas de lucros Ajustes de avaliação patrimonial (522) 462 Total do passivo As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 9

12 Demonstrações do resultado Exercícios findos em e Semestre findo em 31 de dezembro de 2013 (Em milhares de reais, exceto prejuízo por lote de mil ações) 2º semestre Receitas da intermediação financeira Operações de crédito Resultado de operações com títulos e valores mobiliários Resultado com instrumentos financeiros derivativos (2.651) Despesas da intermediação financeira (10.324) (25.594) (46.706) Operações de captação no mercado (9.869) (25.768) (42.784) Provisão para créditos de liquidação duvidosa (455) 174 (3.922) Resultado bruto da intermediação financeira (27) (3.449) Outras receitas / (despesas) operacionais (2.618) (12.687) (5.755) Receitas de prestação de serviços Despesas de pessoal (5.400) (11.622) (17.742) Outras despesas administrativas (2.723) (7.284) (11.634) Despesas tributárias (125) (287) (1.632) Resultado de participações em coligadas e controladas (58) (179) (856) Outras receitas operacionais Outras despesas operacionais (579) (1.282) (269) Resultado operacional (2.645) (16.136) (1.620) Resultado não operacional (5) (10) 439 Resultado antes da tributação sobre o lucro e participações (2.650) (16.146) (1.181) Participações estatutárias no lucro Prejuízo do semestre/exercício (2.650) (16.146) (1.181) Quantidade de ações do capital social - lote de mil Prejuízo em R$ por lote de mil ações (9,5184) (57,9800) (4,2409) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 10

13 Demonstrações das mutações do patrimônio líquido Exercícios findos em e Semestre findo em 31 de dezembro de 2013 Ajuste de Lucros Capital Reservas de lucros Avaliação (prejuízos) Social legal outras patrimonial Acumulados Total Saldos em 31 de dezembro de Ajuste de avaliação patrimonial TVM (1.681) - (1.681) Prejuízo do exercício (1.181) (1.181) Reservas de lucros - - (1.181) Saldos em 31 de dezembro de Mutações do exercício - - (1.181) (1.681) - (2.862) Saldos em 31 de dezembro de Ajuste de avaliação patrimonial TVM (984) - (984) Prejuízo do exercício (16.146) (16.146) Reservas de lucros - - (16.146) Saldos em 31 de dezembro de (522) Mutações do exercício - - (16.146) (984) - (17.130) Saldos em 30 de junho de (694) (13.496) Ajuste de avaliação patrimonial TVM Prejuízo do semestre (2.650) (2.650) Reservas de lucros - - (16.146) Saldos em 31 de dezembro de (522) Mutações do semestre - - (16.146) (2.478) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 11

14 Demonstrações dos fluxos de caixa Método indireto Exercícios findos em e Semestre findo em 31 de dezembro de º semestre Fluxo de caixa das atividades operacionais (Prejuízo) ajustado do semestre/exercício (1.178) (15.951) Prejuízo do semestre/exercício (2.650) (16.146) (1.181) Ajustes para reconciliar o prejuízo líquido ao caixa líquido Depreciações e amortizações Ajuste de avaliação patrimonial 172 (984) (1.681) Provisão para devedores duvidosos 455 (174) Provisão para desvalorização de outros valores e bens Resultado na venda de ativos imobilizados - - (1.232) Equivalência patrimonial Variação de ativos e passivos (73.402) (45.848) (43.691) (Aumento) em aplicações interfinanceiras de liquidez (22.645) (22.702) (1.678) Redução em títulos e valores mobiliários Redução em operações de crédito Redução em outros créditos (Baixas) de outros créditos para prejuízo - - (783) Redução (aumento) em outros valores e bens (288) (Redução) em depósitos (22.460) (56.591) ( ) (Redução) em captações no mercado aberto (56.205) (67.193) (52.872) (Redução) em instrumentos financeiros derivativos - - (780) (Redução) em recursos de aceites e emissão de títulos - - (37.217) (Redução) em outras obrigações (2.254) (1.840) (26.439) (Redução) nos resultados de exercícios futuros (9) (36) (2) Caixa líquido (aplicado) nas atividades operacionais (74.580) (61.799) (41.670) Fluxo de caixa das atividades de investimentos Alienação de investimentos (Aquisição) de ativo imobilizado - - (211) Vendas de ativo imobilizado Caixa líquido gerado nas atividades de investimentos (Redução) de caixa e equivalentes de caixa (74.580) (61.799) (13.867) Caixa e equivalentes de caixa No início do semestre/exercício No fim do semestre/exercício (Redução) de caixa e equivalentes de caixa (74.580) (61.799) (13.867) As notas explicativas são parte integrante das demonstrações financeiras. 12

15 1. Contexto operacional O Banif Banco de Investimento (Brasil) S.A. é uma sociedade de capital fechado, constituído sob a forma de banco de investimento, integrante do Conglomerado Financeiro Banif. Seu acionista controlador é a sociedade Banif Banco Internacional do Funchal (Brasil), S.A.. As operações do Banco são conduzidas no contexto de um conjunto de instituições que atuam integradamente no mercado financeiro. Em 21 de janeiro de 2013, o Conselho de Administração e os Acionistas aprovaram a incorporação do patrimônio do Banif Banco de Investimento (Brasil) S.A. ( Incorporada ) ao Banif Banco Internacional do Funchal (Brasil), S.A. ( Incorporadora ) através da entrega da totalidade das ações emitidas pela Incorporada ao Incorporador, com a emissão e entrega das ações pelo Incorporador aos seus acionistas BANIF Banco Internacional do Funchal S.A. e Banif Securities Holdings Ltd. O Protocolo de Justificativa datado de 21 de janeiro de 2013 descreve as razões pelas quais a Incorporada e Incorporadora demonstraram interesse na operação supra, que são: - Simplificar a estrutura societária das Companhias, possibilitando maior rapidez no processo decisório e redução das despesas relativas; - Melhoria da eficiência de custos, principalmente por meio do compartilhamento de estrutura e pessoal (em modelo de cost-sharing) e da gestão unificada dos patrimônios das Companhias; - A identificação de outras sinergias no processo de integração. A partir de então, o Banif Banco de Investimento (Brasil) S.A passou a possuir um único acionista qual seja, Banif Banco Internacional do Funchal (Brasil), S.A. A operação Societária acima descrita foi aprovada pelo Banco Central do Brasil BACEN em 05/07/2013, por força do Ofício 05417/2013- BCB/Deorf/GTSP2, por despacho da Chefia Adjunta do Departamento de Organização do Sistema Financeiro DEORF. 2. Apresentação das demonstrações financeiras As demonstrações financeiras foram elaboradas de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil, que incluem as diretrizes contábeis emanadas da Lei das Sociedades por Ações Lei 6.404/76, alterações introduzidas pelas Leis /07 e /09, e normas do Banco Central do Brasil BACEN; e estão sendo apresentadas de acordo com o Plano Contábil das Instituições do Sistema Financeiro Nacional - COSIF. 13

16 2. Apresentação das demonstrações financeiras continuação As estimativas contábeis são determinadas pela Administração considerando fatores e premissas estabelecidas com base em julgamentos. Itens significativos, sujeitos a essas estimativas e premissas, incluem as provisões para ajuste dos ativos ao valor provável de realização ou recuperação, as provisões para perdas, as provisões para contingências, marcação a mercado de instrumentos financeiros, os impostos diferidos, entre outros. A liquidação das transações envolvendo essas estimativas poderá resultar em valores divergentes em razão de imprecisões inerentes ao processo de sua determinação. A Administração revisa as estimativas e premissas, pelo menos, semestralmente. 3. Sumário das principais práticas contábeis a) Apuração do resultado As receitas e despesas são apropriadas pelo regime de competência, observando-se o critério pro rata dia para as de natureza financeira, calculadas com base no método exponencial, exceto aquelas relacionadas com operações no exterior, as quais são calculadas com base no método linear. As operações com taxas prefixadas são registradas pelo valor de resgate e as receitas e despesas correspondentes ao período futuro são registradas em conta redutora dos respectivos ativos e passivos. As com taxas pós-fixadas são atualizadas até a data do balanço através dos índices pactuados. b) Caixa e equivalentes de caixa O caixa e equivalentes de caixa são representados por disponibilidades em moeda nacional e aplicações no mercado aberto, cujos vencimentos, nas datas da contratação sejam iguais ou inferiores a noventa dias e apresentam risco insignificante de mudança de valor justo, e são utilizados pelo Banco para gerenciamento de seus compromissos de curto prazo. c) Aplicações interfinanceiras de liquidez São registradas ao custo de aquisição, acrescido dos rendimentos auferidos até a data do balanço, deduzidos de provisão para desvalorização, quando aplicável. As aplicações em operações compromissadas são classificadas em função de seus prazos de vencimento, independentemente dos prazos de vencimento dos papéis que lastreiam as operações. d) Títulos e valores mobiliários e instrumentos financeiros derivativos De acordo com o estabelecido pela Circular nº 3.068/01, os títulos e valores mobiliários integrantes da carteira são classificados em três categorias distintas, conforme a intenção da Administração, quais sejam: 14

17 3. Sumário das principais práticas contábeis continuação 15 Títulos para negociação; Títulos disponíveis para venda e; Títulos mantidos até o vencimento. Os títulos para negociação são apresentados no ativo circulante, independentemente dos respectivos vencimentos e compreendem títulos adquiridos com o propósito de serem ativa e frequentemente negociados. São avaliados pelo valor de mercado, sendo o resultado da valorização ou desvalorização computado ao resultado. Os títulos disponíveis para a venda são aqueles que não foram adquiridos para frequente negociação e são utilizados, dentre outros fins, para reserva de liquidez, garantias e proteção contra riscos. Os rendimentos auferidos segundo as taxas de aquisição, bem como as possíveis perdas permanentes são computados ao resultado. Estes títulos são avaliados ao valor de mercado, sendo o resultado da valorização ou desvalorização contabilizado em contrapartida à conta destacada do patrimônio líquido (deduzidos os efeitos tributários), o qual será transferido para o resultado no momento da sua realização. Os instrumentos financeiros derivativos são compostos por operações de futuro e de swaps, as quais são contabilizadas de acordo com os seguintes critérios: operações de futuros - o valor dos ajustes a mercado são diariamente contabilizados em conta de ativo ou passivo e apropriados diariamente como receita ou despesa; operações de swap - o diferencial a receber ou a pagar é contabilizado a valor de mercado em conta de ativo ou passivo, respectivamente, apropriado como receita ou despesa pro-rata até a data do balanço. As operações com instrumentos financeiros derivativos não considerados como hedge accounting são avaliadas, na data do balanço, a valor de mercado, contabilizando a valorização ou a desvalorização em conta de receita ou despesa, no resultado do período. e) Operações de crédito, outros créditos com características de concessão de crédito e provisão para créditos de liquidação duvidosa As operações de crédito e outros créditos são registradas pelo valor pactuado e atualizadas pró-rata dia, com base na variação do indexador e na taxa de juros pactuada e são classificadas de acordo com o julgamento da Administração quanto ao nível de risco, levando em consideração a conjuntura econômica, a experiência passada e os riscos específicos em relação à operação, aos devedores e garantidores, observando os parâmetros

18 3. Sumário das principais práticas contábeis continuação e) Operações de crédito, outros créditos com características de concessão de crédito e provisão para créditos de liquidação duvidosa - continuação estabelecidos pela Resolução nº 2.682/99, que requer análise periódica da carteira e sua classificação em nove níveis, sendo AA (risco mínimo) e H (risco máximo). As rendas das operações vencidas há mais de 60 dias, independentemente de seu nível de risco, somente são reconhecidas como receita quando efetivamente recebidas. As operações classificadas no nível H permanecem nessa classificação por 180 dias, quando então são baixadas contra a provisão existente e controladas, no mínimo por cinco anos, em contas de compensação, não mais figurando no balanço patrimonial. As operações renegociadas são mantidas, no mínimo, no mesmo nível em que estavam classificadas antes da renegociação. As renegociações de operações de crédito, que já haviam sido baixadas contra a provisão e que estavam em contas de compensação, são classificadas no nível H, e os eventuais ganhos provenientes da renegociação somente são reconhecidos como receita quando efetivamente recebidos. O saldo de outros créditos com características de concessão de crédito são compostos substancialmente por outros créditos com características de operações de crédito, mantidos pelo seu valor nominal no vencimento e deduzidos de provisão para perdas seguindo a mesma regra de provisionamento anteriormente descrita. f) Outros valores e bens Substancialmente compostos por bens não de uso e despesas antecipadas, que são apropriadas ao resultado na rubrica de outras despesas operacionais pelo mesmo prazo dos contratos que lhes deram origem, ou integralmente por ocasião da cessão ou liquidação antecipada de tais créditos. g) Investimentos Os investimentos em controladas são avaliados com base no método de equivalência patrimonial e os demais investimentos pelo custo, deduzidos de provisão para perdas, quando aplicável. 16

19 3. Sumário das principais práticas contábeis continuação h) Imobilizado e diferido Corresponde aos direitos que tenham como objeto bens corpóreos e incorpóreos, destinados à manutenção das atividades da Instituição ou exercido com essa finalidade. São demonstrados ao custo de aquisição ou formação, líquido das respectivas depreciações ou amortizações acumuladas. A depreciação é calculada pelo método linear, utilizando-se taxas que levam em conta a vida útil estimada dos bens, ou seja, 4% a.a. para imóveis, 10% a.a. para instalações, móveis e equipamentos e 20% a.a. para sistemas de processamento de dados e veículos. O ativo diferido refere-se a gastos com aquisição e desenvolvimento de logiciais e benfeitorias em imóveis de terceiros, com amortizações lineares conforme prazo do contrato de locação. Após a promulgação da Resolução nº 3.617/08, as instituições financeiras devem registrar no ativo diferido, exclusivamente, as despesas préoperacionais e os gastos de reestruturação que contribuirão, efetivamente, para o aumento do resultado de mais de um exercício social e que não configurem tão somente redução de custos ou acréscimo na eficiência operacional, facultando a permanência dos saldos existentes naquela data até a sua efetiva baixa. As regras contábeis vigentes não admitem, a partir de janeiro de 2009, o registro contábil de novas adições ao diferido. i) Redução do valor recuperável de ativos não financeiros - (Impairment) O registro contábil de um ativo deve evidenciar eventos ou mudanças nas circunstâncias econômicas, operacionais ou tecnológicas, que possam indicar deterioração ou perda de seu valor recuperável. Quando tais evidências são identificadas e o valor contábil líquido excede o valor recuperável, é constituída uma provisão, ajustando o valor contábil líquido. Essas provisões são reconhecidas no resultado do período/exercício, conforme previsto na Resolução nº 3.566/08. Os valores dos ativos não financeiros são revistos anualmente, exceto créditos tributários, cuja realização é avaliada semestralmente. j) Ativos e passivos contingentes e obrigações legais fiscais e previdenciárias O reconhecimento, a mensuração e a divulgação dos ativos e passivos contingentes, e obrigações legais são efetuados de acordo com os critérios definidos na Resolução n 3.823/09 e Pronunciamento Técnico CPC 25, emitido pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), obedecendo aos seguintes critérios: 17

20 3. Sumário das principais práticas contábeis continuação j) Ativos e passivos contingentes e obrigações legais fiscais e previdenciárias - continuação Contingências ativas - não são reconhecidas nas demonstrações financeiras, exceto quando da existência de evidências que propiciem a garantia de sua realização; sobre as quais não cabem mais recursos. Contingências passivas - são reconhecidas nas demonstrações financeiras quando, baseado na opinião de assessores jurídicos e da administração, for considerado provável o risco de perda de uma ação judicial ou administrativa, com uma provável saída de recursos para a liquidação das obrigações e quando os montantes envolvidos forem mensuráveis com suficiente segurança. Os passivos contingentes classificados como perdas possíveis pelos assessores jurídicos são apenas divulgados em notas explicativas, enquanto aquelas classificadas como perda remota não requerem provisão e divulgação. Obrigações legais - fiscais e previdenciárias - referem-se a demandas judiciais onde são contestadas a legalidade e a constitucionalidade de alguns tributos (ou impostos e contribuições). O montante discutido é quantificado, registrado e atualizado mensalmente. O Banco vem apurando e recolhendo PIS e COFINS de acordo com a sistemática prevista na Lei 9.701/98 e na Lei Complementar 70/91, conforme mandato de segurança, que considerou inconstitucional os artigos 3º, 8º, e 17º da lei 9.718/98, que instituiu o alargamento da base de cálculo para os referidos impostos. k) Imposto de renda e contribuição social corrente e diferido As provisões para o imposto de renda (IRPJ) e contribuição social (CSLL), quando devidas, são calculadas com base no lucro ou prejuízo contábil, ajustado pelas adições e exclusões de caráter permanente e temporária, sendo o imposto de renda determinado pela alíquota de 15%, acrescida de 10% sobre o lucro tributável excedente a R$ 240 no exercício (R$ 120 no semestre) e a contribuição social pela alíquota de 15%. l) Depósitos, captações no mercado aberto e recursos de aceites e emissões de títulos São demonstrados pelos valores das exigibilidades e consideram os encargos exigíveis até a data do balanço, reconhecidos em base pró-rata dia sendo as de obrigações em moeda estrangeira, atualizadas às taxas oficiais de câmbio, vigentes nas datas dos balanços. As captações no mercado aberto são classificadas no passivo circulante em função de seus prazos de vencimento, 18

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