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1 Guia ANDIMA Brasil para investidores estrangeiros

2 G u i a A N D I M A Brasil para investidores estrangeiros Rio de Janeiro 2007

3 Editado em É proibida a reprodução total ou parcial deste livro sem citação da fonte. FICHA TÉCNICA Superintendência Técnica - Valéria Arêas Coelho Gerência Técnica - Sandro Baroni Selaimen Gerência de Estudos Econômicos e Tributários - Mary Carmen Mendez Elaborado por - Patrícia Herculano Colaboradores - Glória Maria Medeiros Baptista, Marcelo Cidade, Rodrigo Barbosa, Bruno Botafogo. Assessoria de Comunicação - Cláudio Accioli Editoração e Produção Gráfica - Marcelo Paiva Capa - Carlos Alberto V. Junior Revisão - Renato Mourão Catalogação e Referência Bibliográfica - Cláudia Kropf ANDIMA Rio de Janeiro: Av. República do Chile, 230/13º andar - CEP Tel.: (21) Superintendência Técnica: Tel.: (21) ; Gerência Comercial: Tel.: (21) São Paulo: Rua Líbero Badaró, 377/4º andar - CEP Tel.: (11) Internet: / Impressão - Grafitto Gráfica e Editora B823 Brasil para investidores estrangeiros / Associação Nacional das Instituições do Mercado Financeiro. - Rio de Janeiro: ANDIMA, p.; 25 cm. - (Guia ANDIMA) ISBN Investimentos estrangeiros - Brasil. 2. Mercado financeiro - Brasil. 3. Tributação. I. Associação Nacional das Instituições do Mercado Financeiro (Brasil). CDD

4 3 Lista de Figuras CAPÍTULO 1 - INTRODUção Gráfico 1 Trajetória do EMBI Brasil... 9 CAPÍTULO 2 - COMO INVESTIR NO MERCADO FINANCEIRO BRASILEIRO Quadro 2.1 Representantes no país Quadro 2.2 Registros obrigatórios Quadro 2.3 Qualificação e condição do investidor Quadro 2.4 Prestação de informações e outras obrigações CAPÍTULO 3 - MODALIDADES DE INVESTIMENTO DISPONÍVEIS Gráfico 2 Composição do mercado financeiro no Brasil Quadro 3.1 Regras gerais para aplicações Quadro Títulos públicos federais - características gerais Quadro Títulos públicos federais - características por tipo de título Quadro Títulos e valores mobiliários de emissão privada - debêntures Quadro Títulos e valores mobiliários de emissão privada - depósitos a prazo (CDB/RDB) Quadro Títulos e valores mobiliários de emissão privada - demais títulos e valores mobiliários de renda fixa Quadro 3.4 Operações compromissadas Quadro Fundos de investimento - regra geral Quadro Fundos de investimento - outros fundos de investimento Quadro 3.6 Mercados de ações e de derivativos Quadro Modalidades específicas - DR - Depositary Receipts Quadro Modalidades específicas - derivativos agropecuários Quadro 3.8 Depósito, negociação e liquidação dos principais ativos no Brasil CAPÍTULO 4 - TRIBUTAÇÃO Quadro 4.1 Tributação de não-residentes... 38

5 4 Brasil para investidores estrangeiros CAPÍTULO 5 - ANEXOS Anexo 2 Regulamentação - caminho das pedras Anexo 3 Principais regras prudenciais e de supervisão bancária Anexo 4 Principais iniciativas e informações disponibilizadas pela ANDIMA Anexo 5 Transparência no mercado de renda fixa brasileiro: disponibilidade de informações no mercado de balcão Anexo 6 Gráfico 1 Composição da DPMFi em poder do público Tabela 1 Prazo médio das emissões da DPMFi em ofertas públicas Gráfico 2 Estrutura de vencimentos da DPMFi em poder do público Tabela 2 Detentores dos principais TPF em poder do público Tabela 3 PAF - Plano Anual de Financiamento: metas e resultados Tabela 4 Títulos privados - estoque Gráfico 3 Estoque de debêntures Gráfico 4 Crédito total s/pib x títulos originados de cessão de crédito Gráfico 5 Valor de mercado das ações negociadas na Bovespa Tabela 5 Volumes de derivativos negociados na BM&F Tabela 6 Volumes de derivativos registrados na CETIP Gráfico 6 IPCA acumulado em 12 meses: projetado pelo mercado x efetivo Gráfico 7 Meta de inflação x IPCA efetivo Gráfico 8 Composição IMA Geral Tabela 7 Composição do IMA (descrição) Gráfico 9 IMA - evolução das durations Gráfico 10 IMA - rentabilidade em 12 meses Gráfico 11 Títulos prefixados (LTN e NTN-F) - TIR e durations Gráfico 12 Posição da carteira de investimentos estrangeiros no país Gráfico 13 Fluxo de recursos dos investidores estrangeiros em carteira... 59

6 5 Sumário 1 - INTRODUção COMO INVESTIR NO MERCADO FINANCEIRO BRASILEIRO Representantes no país Registros obrigatórios Qualificação e condição do investidor Prestação de informações e outras obrigações MODALIDADES DE INVESTIMENTO DISPONÍVEIS Regras gerais para aplicações Títulos públicos federais Características gerais Características por tipo de título Títulos e valores mobiliários de emissão privada Debêntures Depósitos a prazo (CDB/RDB) Demais títulos e valores mobiliários de renda fixa Operações compromissadas Fundos de investimento Regra geral Outros fundos de investimento Mercados de ações e de derivativos Modalidades específicas DR - Depositary Receipts Derivativos agropecuários Depósito, negociação e liquidação dos principais ativos no Brasil... 33

7 6 Brasil para investidores estrangeiros 4 - TRIBUTAÇÃO Tributação de não-residentes ANEXOS Anexo 1 - Formulário de identificação - Anexo à Resolução nº 2.689/ Anexo 2 - Regulamentação - caminho das pedras Anexo 3 - Principais regras prudenciais e de supervisão bancária Anexo 4 - Principais iniciativas e informações disponibilizadas pela ANDIMA Anexo 5 - Transparência no mercado de renda fixa brasileiro: disponibilidade de informações no mercado de balcão Anexo 6 - Estatísticas do mercado financeiro brasileiro Glossário Referências BIBLIOGRÁFICAS... 67

8 Introdução 1 Introdução 7 Nos últimos anos, avanços significativos em termos de estabilidade econômica foram alcançados no Brasil, em grande medida como resultado da implementação do sistema de metas de inflação, da adoção de uma maior disciplina fiscal e de um processo consistente de ajustamento das contas externas. A melhora dos fundamentos, por sua vez, tem contribuído para o aumento da resistência da economia brasileira às turbulências externas e para o maior interesse dos investidores estrangeiros 1 pelos mercados financeiro e de capitais domésticos. A melhoria contínua da infra-estrutura do sistema financeiro resultado da reestruturação do Sistema de Pagamentos Brasileiro em 2002 e do processo de adaptação sistemático às Regras da Basiléia, bem como da adoção de inúmeras outras regras prudenciais e de supervisão bancária, em compasso com as recomendações internacionais 2 também tem contribuído para atrair novos aplicadores para o país, diversificando, assim, a base de investidores no mercado doméstico. Contudo, a despeito do tamanho do mercado financeiro brasileiro - estimado em R$ 6,2 trilhões (US$ 3,3 trilhões) -, a participação do investidor estrangeiro ainda é muito tímida, alcançando menos de 6% desse total. Em relação ao segmento de renda fixa foco da atuação da ANDIMA e deste trabalho -, cujos títulos públicos respondem por quase 1. Nos textos a seguir, as expressões investidor estrangeiro e investidor não-residente são empregadas sem distinção. 2. Veja o Anexo 3 - Principais Regras Prudenciais e de Supervisão Bancária.

9 8 Brasil para investidores estrangeiros 60% do segmento, somando R$ 1,2 trilhão (US$ 624 milhões), a participação do investidor estrangeiro é ainda menos expressiva, atingindo pouco mais de 3% 3. Nos anos recentes, esforços no sentido de estimular a presença de investidores nãoresidentes no mercado local têm sido empreendidos. No passado, as medidas privilegiaram apenas o mercado de renda variável 4 e, mais recentemente, passaram a contemplar também o segmento de renda fixa. A principal ação nesta direção foi a isenção, a partir de 2006, da incidência do IR - Imposto de Renda sobre os rendimentos produzidos por títulos públicos federais adquiridos por estes investidores. Esta medida atendeu proposta da ANDIMA apresentada às autoridades por meio do Relatório Econômico Dívida Pública: Participação do Investidor Estrangeiro, no final de Nesse estudo, foi defendida a desoneração dos recursos estrangeiros que ingressam no país para adquirir ativos de renda fixa, sob a forma de títulos públicos, por acreditar que tal iniciativa geraria externalidades positivas capazes de beneficiar não apenas o endividamento do setor público, mas também o ambiente econômico do país como um todo. Entre os benefícios esperados, o estudo cita a capacidade de indução, pelos investidores estrangeiros, do aumento da maturidade da dívida, tendo em vista sua cultura de mais longo prazo e o aprofundamento do mercado, por conta da ampliação da base de investidores e da liquidez. Passado mais de um ano, alguns dos efeitos positivos já podem ser verificados. A parcela dos investimentos estrangeiros em renda fixa cresceu cerca de 600%. Embora este resultado não seja desprezível, o incremento se deu sobre uma base muito pequena, representando ainda percentual bastante reduzido do segmento, conforme já mencionado. Em termos de perspectivas, pode-se antever um novo movimento de ingresso de investidores no país, nos próximos anos, como resultado do tão esperado upgrade na sua classificação para a categoria de Grau de Investimento. Uma vez que se consiga elevar o rating soberano, o incremento se deve dar de forma natural, por conta do fluxo de investidores estrangeiros institucionais (fundos de investimento e pensão) que são impedidos (por mandato) de aplicarem em títulos e/ou países que não estejam classificados como de baixo risco de crédito. O principal atrativo deverá continuar sendo o elevado diferencial 3. A título de comparação, os não-residentes e organismos internacionais respondem juntos por mais de 50% do total dos títulos do Tesouro norte-americano. Veja outros dados do mercado brasileiro no Anexo 6 - Estatísticas do Mercado Financeiro Brasileiro. 4. Desde 1992, os ganhos de capital em operações realizadas em Bolsas estão isentos de Imposto de Renda (veja Capítulo 4 - Tributação).

10 Introdução 9 de juros domésticos em relação às taxas praticadas no mercado internacional, favorecendo, sobretudo, as aplicações em títulos públicos e corporativos de renda fixa e em operações de securitização, entre outras oportunidades de investimento. Gráfico 1 Trajetória do EMBI Brasil jan/03 mar/03 mai/03 jul/03 set/03 dez/03 fev/04 abr/04 jun/04 ago/04 nov/04 jan/05 mar/05 mai/05 ago/05 out/05 dez/05 fev/06 abr/06 jul/06 set/06 nov/06 jan/07 mar/07 jun/07 ago/07 Fontes: J P Morgan e Bloomberg. Elaboração: ANDIMA. Nos últimos anos, além da isenção do IR incidente sobre os rendimentos de títulos públicos, também foram adotadas outras iniciativas visando à simplificação dos procedimentos operacionais para o investimento no país, tais como a reformulação e consolidação das normas aplicáveis e a redução dos prazos para obtenção da documentação necessária à sua concretização, conforme será apresentado no capítulo a seguir. A ANDIMA, como entidade auto-reguladora do mercado de renda fixa, tem concentrado seus esforços na busca do aprofundamento desse segmento, contribuindo em alguma medida para que o país reduza suas vulnerabilidades. Com este foco, vem promovendo uma série de iniciativas visando a ampliar a transparência e a liquidez; assegurar maior diversificação da base de investidores; disseminar informações sobre negócios; e eliminar entraves e reduzir custos tributários que afetam a negociação de títulos (veja Anexo 4 - Principais Iniciativas e Informações disponibilizadas pela ANDIMA). Este Guia é mais uma das ações da Associação neste sentido. A publicação substitui o antigo Relatório Econômico Brasil para Investidores Estrangeiros, que já teve quatro edições. Apresentado na forma de quadros-resumo, o Guia está dividido em sete capítulos, incluindo a presente introdução. No Capítulo 2 estão

11 10 Brasil para investidores estrangeiros sistematizados os principais aspectos burocráticos e trâmites operacionais envolvidos no fluxo do investimento estrangeiro para o país. No Capítulo 3 descrevemos as principais modalidades de investimento disponíveis com ênfase na renda fixa -, e no Capítulo 4 apresentamos a tributação incidente sobre as respectivas operações. No capítulo 5 incluímos, na forma de Anexos, informações adicionais sobre legislação, aspectos específicos do Sistema Financeiro Nacional e adequação ao receituário internacional, além de estatísticas e outras informações disponibilizadas pela ANDIMA. Os dois últimos capítulos, 6 e 7, por sua vez, contêm o Glossário e as Referências Bibliográficas utilizadas na elaboração deste Guia.

12 Como investir no mercado financeiro brasileiro 2 Como Investir no Mercado Financeiro Brasileiro 11 De acordo com a regulamentação em vigor, os investidores não-residentes, pessoas físicas ou jurídicas, podem aplicar seus recursos nos instrumentos e modalidades operacionais dos mercados financeiro e de capitais disponíveis ao investidor residente. Independente do mercado ao qual se destinam os recursos, o mecanismo operacional é único 1, devendo o investidor constituir representante no Brasil, preencher o formulário anexo à Resolução nº 2.689/00 (veja modelo no Anexo 1) e obter registro na CVM - Comissão de Valores Mobiliários. O investidor deverá, ainda, nomear representante tributário - que, em geral, tende a ser o próprio representante exigido pela Resolução nº 2.689/00, citado acima - e contratar serviço de custódia de títulos e valores mobiliários. As movimentações financeiras com o exterior, decorrentes de suas aplicações, por sua vez, somente podem ser efetuadas mediante contratação de câmbio 2. O investidor está sujeito, ainda, a uma série de obrigações (registro no BC, na RFB, abertura de conta, preenchimento de cadastro, entre outras), conforme detalhado nos quadros a seguir. 1. Há duas modalidades de investimento que não estão contempladas na Res. nº 2.689/00 e que possuem regulamentação específica: DR Depositary Receipts (Res. nº 1.927/92) e contratos a termo, futuro e de opções referenciados em produtos agropecuários, negociados na BM&F (Res. nº 2.687/00) veja quadros e Quando se tratar de movimentação de recursos com o exterior relativa a aplicações direcionadas, exclusivamente, ao mercado acionário brasileiro, as contratações de câmbio podem ser realizadas diretamente pela CBLC, devendo esta Companhia ser indicada como beneficiária ou remetente no respectivo instrumento de pagamento. No caso de operações de derivativos agropecuários (citados na nota acima), a BM&F é responsável pelas contratações de câmbio relativas às operações de seus comitentes.

13 12 Brasil para investidores estrangeiros Nos últimos anos, algumas facilidades operacionais foram desenvolvidas, de forma a tornar o fluxo operacional do investimento estrangeiro mais simples e rápido. Neste sentido, quase todos os registros passaram a ser feitos de forma eletrônica (exceto a inscrição no CPF) e, em geral, estão centralizados em uma (ou poucas) instituição(ões) financeira(s) que tende(m) a exercer diversas funções (representante legal e tributário, agente custodiante e banco liquidante das operações de câmbio). Há, ainda, facilidades adicionais para os investidores que operarem na condição de participantes de contas coletivas ( passageiros ), que podem aderir aos contratos de representação e de custódia firmados pelo titular das respectivas contas. Além disso, o RDE - Registro Declaratório Eletrônico junto ao Banco Central é único para todas as movimentações das contas coletivas. No Anexo 2 - Regulamentação - Caminho das Pedras estão listadas as principais normas que regem o investimento estrangeiro nos mercados financeiro e de capitais brasileiros. Os quadros a seguir, por sua vez, apresentam informações resumidas dos aspectos operacionais envolvidos nessas operações. Quadro 2.1 Nomeação Condições Representantes no país Previamente ao início de suas operações, o investidor não-residente deve nomear um ou mais representantes no país 1. - Se PF - Pessoa Física, deve ser residente e domiciliado no país; - Se PJ - Pessoa Jurídica, deve ser constituído e estar habilitado a funcionar no país; - Caso seja PF ou PJ não-financeira, o investidor deverá também nomear instituição financeira ou autorizada pelo BC, que será co-responsável pelo cumprimento das obrigações previstas na regulamentação. Atribuições/ Obrigações Disposições Relevantes - Manter sob sua guarda e apresentar ao BC e à CVM, sempre que solicitado, o formulário de identificação (veja modelo no Anexo 1) e contratos de representação firmado com o investidor e de custódia de títulos e valores mobiliários; - Efetuar e manter atualizados os registros junto à CVM e ao BC (veja quadro 2.2); - Prestar ao BC e à CVM as informações solicitadas; - Abonar a assinatura do investidor contida no formulário de identificação; - Comunicar ao BC e à CVM o cancelamento do contrato de representação e também a ocorrência de qualquer irregularidade de seu conhecimento; - Recolher a taxa de fiscalização à CVM (trimestral). - Quando se tratar de conta coletiva, o investidor participante pode aderir ao contrato firmado entre o titular da conta e seu representante, mediante assinatura de Termo de Adesão; - O descumprimento das obrigações do representante sujeitará ao impedimento do exercício de suas funções, devendo o investidor indicar seu substituto. Nota: 1. Não se confunde, necessariamente, com o representante exigido pela legislação tributária (veja Capítulo 4), contudo, na prática, tende a ser o mesmo.

14 Como investir no mercado financeiro brasileiro 13 Quadro 2.2 CVM RDE - Registro Declaratório Eletrônico no BC CNPJ/CPF na RFB Registros obrigatórios - Previamente ao início de suas operações e após o preenchimento do formulário de identificação (veja Anexo 1), o investidor deve, através de seu representante, obter registro na CVM; - O registro é feito por intermédio do website da CVM (www.cvm.gov.br); - A CVM concede o registro em até 24 horas do pedido efetuado pelo representante; - O número do registro (código) atribuído pela CVM deve constar de todas as operações realizadas em nome de cada investidor, participante de conta coletiva ou titular de conta própria; - Estrutura do código (aaaaa.bbbbbb.cccccc.x-y): aaaaa-código de representante, bbbbbb-código do titular da conta própria ou coletiva, cccccc-código individual do investidor, X-igual a 0, se conta própria e igual a 1 se conta coletiva, Y-dígito de verificação; - A CVM pode suspender ou cancelar o registro do investidor não-residente que descumprir as exigências previstas na regulamentação. - Os recursos ingressados no país sujeitam-se ao registro no Banco Central de forma declaratória e por meio eletrônico (RDE - Registro Declaratório Eletrônico); - O RDE inicial e suas atualizações (aplicações, resgates, rendimentos, ganhos de capital, transferências) constituem requisito obrigatório para quaisquer movimentações com o exterior, devendo o respectivo número constar do contrato de câmbio (em campo apropriado); - Os registros são feitos por transações específicas do Sisbacen - Sistema de Informações Banco Central; - O BC pode suspender o registro, ficando vedadas quaisquer movimentações enquanto não sanadas as irregularidades, no caso de não observância das exigências previstas na regulamentação. - Os investidores não-residentes estão obrigados a inscrever-se no CPF ou CNPJ, para realizar aplicações nos mercados financeiro e de capitais do país; - O CNPJ - Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica é obtido, de forma automática, pela CVM junto à RFB, em 24 horas (prazo habitual) após o registro do investidor na CVM; - O pedido de inscrição no CPF - Cadastro de Pessoa Física deve ser feito em uma das unidades da RFB ou na representação diplomática brasileira do país onde se encontra o investidor.

15 14 Brasil para investidores estrangeiros Quadro 2.3 Qualificação e Código CVM Tipos de Contas Outras Condições Qualificação e condição do investidor a) Bancos comerciais, bancos de investimento, associação de poupança e empréstimo, custodiantes globais e instituições similares, reguladas e fiscalizadas por autoridade governamental competente. b) Companhias seguradoras, reguladas e fiscalizadas por autoridade governamental competente. c) Sociedades ou entidades que tenham por objetivo distribuir emissão de valores mobiliários, ou atuar como intermediários na negociação de valores mobiliários, agindo por conta própria ou de terceiros, registradas e reguladas por órgão reconhecido pela CVM. d) Entidades de previdência reguladas por autoridade governamental competente. e) Instituições sem fins lucrativos, desde que reguladas por autoridade governamental competente. f) Qualquer entidade que tenha por objetivo a aplicação de recursos nos mercados financeiro e de capitais, da qual participem exclusivamente pessoas naturais e jurídicas residentes e domiciliadas no exterior, desde que seja registrada e regulada por órgão reconhecido pela CVM. g) Qualquer entidade que tenha por objetivo a aplicação de recursos nos mercados financeiro e de capitais, da qual participem exclusivamente pessoas naturais e jurídicas residentes e domiciliadas no exterior, desde que a administração da carteira seja feita, de forma discricionária, por administrador profissional, registrado e regulado por entidade reconhecida pela CVM. h) Demais fundos ou entidades de investimento coletivo. 108 i) Pessoas jurídicas constituídas no exterior. 109 j) Pessoas físicas residentes no exterior Titular de conta própria pode operar apenas em seu próprio nome; - Titular de conta coletiva pode operar tanto em nome próprio como por conta de outros investidores não-residentes ( passageiros ). Tem que estar qualificado nos itens a a h acima; - Participante de conta coletiva cliente do titular da conta coletiva. - Para a qualificação nos itens c, f e g, a CVM reconhece entidades que atendam a pelo menos um dos seguintes requisitos: I - tenham firmado com a CVM Memorando de Cooperação e Entendimento; II - tenham aderido à Resolução da OICV Organização Internacional das Comissões de Valores, sobre Cooperação e Assistências Recíprocas, ou tenham firmado a Declaração relativa à Resolução de Compromisso aos Princípios Básicos da OICV sobre Altos Padrões Regulatórios e Cooperação e Assistência Recíprocas; III - estejam subordinados ao órgão regulador em seu país de origem, ou com ele tenham se comprometido a trocar informações, desde que este órgão regulador obedeça a um dos critérios estabelecidos nos incisos anteriores e tenha o poder de transmitir à CVM informações pertinentes ao investidor requerente do registro; ou IV sejam membros da OICV e se comprometam diretamente com a CVM a trocar informações sobre o investidor requerente do registro, nos termos das declarações do inciso II acima

16 Como investir no mercado financeiro brasileiro 15 Quadro 2.4 Informações Contrato de Custódia Transferências Remessas ao Exterior Cadastro junto à Corretora Local Prestação de informações e outras obrigações - Ao Banco Central: mensalmente, até o 5º dia útil do mês subseqüente, as instituições prestadoras do serviço de custódia devem disponibilizar as informações, de forma individualizada, por investidor, sobre as posições de custódia detidas (aplicativo disponível no site do BC); - À CVM: o representante deve apresentar informações referentes aos investidores não-residentes, mensalmente, até o 5º dia útil do mês subseqüente (dados agregados), por meio do documento Informe de Investidores Não-Residentes por Titular ; e, semestralmente, até o dia 15 do mês subseqüente ao término do semestre (dados individuais e detalhados), por meio do documento Informe de Investidores Não- Residentes por Passageiro (arquivos disponíveis no site da CVM). - O investidor que pretende operar como titular de conta deve firmar, diretamente ou por intermédio do seu representante, contrato de prestação de serviço de custódia de títulos e valores mobiliários com instituição autorizada pela CVM. Os participantes de contas coletivas podem aderir ao contrato do titular da referida conta, sendo que todas as operações e registros de custódia são segregados por participante; - O investidor pode ser titular e participar de mais de uma conta. Caso opte por manter seus títulos e valores mobiliários em contas de custódia separadas ou em mais de uma instituição custodiante, o contrato de custódia deve conter cláusula que disponha sobre procedimentos operacionais para as movimentações entre as contas e respectivas informações; - Quando o investidor atuar por intermédio de instituição estrangeira, o contrato de custódia poderá ser firmado por esta instituição, em nome do investidor, desde que o custodiante se assegure de que o investidor se encontra devidamente cadastrado na instituição estrangeira (veja Cadastro abaixo). - Desde que o investidor não-residente tenha o mesmo código individual (veja estrutura do Código CVM no quadro 2.2), podem ser efetuadas transferências de recursos entre diferentes contas. Para isso, o representante do investidor deve informar previamente à CVM a conta de origem, a conta de destino, a data, o valor e os ativos transferidos; - As transferências de posição de custódia entre investidores não-residentes ocorridas no exterior, decorrentes de fusão, incorporação, cisão e demais alterações societárias, bem como aquelas decorrentes de sucessão mortis causa, dependem de prévia autorização da CVM, devendo o representante submeter à Comissão cópia da documentação que suporte o referido evento. Nas remessas ao exterior a título de rendimento, retorno e ganho de capital, o banco interveniente é responsável pela verificação dos documentos a serem apresentados pelo custodiante ou representante do investidor, os quais devem comprovar a distribuição de rendimentos, a propriedade e a venda dos ativos que os geraram ou foram alienados e o recolhimento dos tributos devidos. - Na condição de clientes de corretoras locais, os investidores não-residentes devem realizar cadastro junto a estas instituições, que são responsáveis por mantê-lo atualizado. O cadastro deve conter, no mínimo, as informações exigidas pelas normas que tratam do combate aos crimes de lavagem de dinheiro. Deve, adicionalmente, conter os nomes das pessoas autorizadas a emitir ordens, bem como do representante legal ou responsável pela custódia dos seus valores mobiliários; - Alternativamente ao cadastro completo, as corretoras poderão efetuar o cadastramento de forma simplificada, de acordo com as normas estabelecidas pelas Bolsas e entidades administradoras de mercado de balcão organizado, obedecidas as exigências relativas ao reconhecimento do relacionamento com custodiantes globais que exerçam a atividade de custódia de valores mobiliários de investidores não-residentes. Para tanto, é obrigatória a celebração de contrato entre as corretoras locais e os intermediários estrangeiros.

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18 Modalidades de investimento disponíveis 3 Modalidades de Investimento Disponíveis 17 Conforme já mencionado, o investidor não-residente pode aplicar seus recursos em todas as modalidades disponíveis nos mercados financeiro e de capitais brasileiros. Neste capítulo, são descritas as características e definições dos principais títulos, ativos, valores e demais instrumentos financeiros, assim como as suas formas de negociação e liquidação, além de apresentadas as condições previstas na regulamentação e específicas para o investidor estrangeiro. No que tange à conformação do mercado financeiro no Brasil, em especial do segmento de renda fixa foco deste trabalho e da atuação da ANDIMA, os títulos da dívida pública federal interna são o ativo predominante, totalizando R$ 1,2 trilhão (US$ 624 bilhões). Para efeito de comparação, o estoque do principal título de dívida privada não-bancária as debêntures é de R$ 183 bilhões (US$ 97,6 bilhões), enquanto que o do mais importante instrumento de captação dos bancos, o CDB Certificado de Depósito Bancário, é de R$ 374 bilhões (US$ 199 bilhões). Além do tamanho, o mercado de dívida do governo é também o segmento mais líquido 1. O volume negociado até julho alcançou R$ 51,4 trilhões (US$ 27,4 trilhões), dos quais quase 96% correspondem a operações compromissadas. 1. Se comparado aos títulos de dívida de economias desenvolvidas e alguns países emergentes, a liquidez do mercado brasileiro ainda é bastante reduzida. No Relatório Econômico Mercado de Balcão de Renda Fixa: Uma Agenda de Debates o tema liquidez é abordado com profundidade. A publicação pode ser consultada em e (english version).

19 18 Brasil para investidores estrangeiros Gráfico 2 Composição do mercado financeiro no Brasil (julho/ US$ bilhões) Títulos de IF/Instrumentos Financeiros $ ,1% Títulos Corporativos $ 101 3,0% Títulos de Cessão de Crédito $ 22 0,7% Derivativos $ ,4% Títulos Públicos Federais $ ,8% Fontes: BM&F, Bovespa, Banco Central e CETIP. Elaboração: ANDIMA. Ações $ ,0% O Anexo 6 - Estatísticas do Mercado Financeiro Brasileiro apresenta outros dados e informações resumidas a respeito do perfil, entre demais características dos principais segmentos financeiros. Sem dúvida, no caso brasileiro, o histórico macroeconômico é fator determinante na alocação dos investimentos, que, ao longo de muitos anos, concentraram-se em opções de curto prazo e, em grande medida, atreladas às Taxas Selic ou DI 2. Um outro fator decisivo na definição dos portfólios é a tributação, que, de forma geral, contribui para a reduzida mobilidade entre as opções de investimento e para a adoção de estratégias do tipo buy and hold. Também pelos fatores citados, a indústria de fundos de investimento registrou um crescimento excepcional nos últimos anos, alcançando hoje patrimônio superior a R$ 1,1 trilhão (US$ 564 milhões). No segmento de renda variável, cabe destacar o alto grau de desenvolvimento e sofisticação dos mercados de derivativos financeiros e a expansão do mercado de capitais, sobretudo nos dois últimos anos, resultado da ampliação dos processos de abertura de capital de empresas (IPO s). Em um cenário de estabilidade econômica e redução continuada das taxas de juros internas, pode-se antever como tendência para os próximos anos um crescimento maior do segmento de títulos de dívida 2. Taxa Selic é a taxa média ajustada dos financiamentos diários apurados no Selic. Taxa DI é a taxa média diária das operações no mercado interfinanceiro veja definições no Glossário.

20 Modalidades de investimento disponíveis 19 corporativa, dos instrumentos de securitização, entre outras alternativas de operações estruturadas de renda fixa. Quanto à estrutura do SPB - Sistema de Pagamentos Brasileiro (integralmente reformulado em 2002), deve-se ter em conta o elevado grau de sofisticação dos sistemas de registro e liquidação de ativos no Brasil (veja quadro 3.8). Em particular no que se refere às operações realizadas em balcão, a obrigatoriedade de registro pelos investidores institucionais e instituições financeiras, assim como a individualização das contas de custódia nos depositários, já vigora de longa data, alcançando inclusive os investidores não-residentes. Uma série de recomendações internacionais - Basiléia, chinese wall, compliance, know your costumer, entre outras - também já estão amplamente difundidas e incorporadas ao Sistema Financeiro Nacional (veja Anexo 3 - Principais Regras Prudenciais e de Supervisão Bancária). Analisando o atual perfil dos investimentos de não-residentes no Brasil, verifica-se uma forte concentração no mercado acionário (77% do valor total da carteira), fruto, em grande medida, de uma legislação fiscal que favoreceu por muitos anos este segmento em detrimento do de renda fixa. A partir da isenção de Imposto de Renda concedida aos estrangeiros em suas aplicações em títulos públicos já citada no Capítulo 1 e detalhada no próximo capítulo, este segmento passou também a atrair os investidores, respondendo hoje por 21% de suas aplicações no país. Vale ressaltar que é facultado ao investidor não-residente migrar de aplicações em renda variável para renda fixa e vice-versa, uma vez respeitadas as diferenças de tratamento tributário (veja Capítulo 4). Também merece registro a existência de regras específicas de aplicação pelo investidor não-residente nas seguintes modalidades de investimento: Depositary Receipts e derivativos agropecuários, que não estão abrangidos pelas disposições gerais da Resolução nº 2.689/00 (veja quadros e 3.7.2).

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