Comissão de Valores Mobiliários Protegendo quem investe no futuro do Brasil

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1 Comissão de Valores Mobiliários Protegendo quem investe no futuro do Brasil EQUITY X DEBT CAPITAL MARKET O U T U B R O,

2 Comissão de Valores Mobiliários Protegendo quem investe no futuro do Brasil O conteúdo da apresentação é de responsabilidade exclusiva do apresentador. As opiniões aqui expressadas não refletem necessariamente as opiniões da CVM*. *Conforme termos da PORTARIA/CVM/PTE/Nº 096, de 13 de outubro de

3 Equity Equity, investimento em empresas, sob a forma de ações ordinárias ou preferenciais, por meio do qual as sociedades empresariais obtém fundos em troca de participação nos resultados. 3

4 Debt Debt, são títulos por meio dos quais as sociedades empresariais e os governos levantam fundos mediante pagamento de juros. 4

5 Mercado de Capitais O mercado de capitais é o conjunto de mercados, instituições e ativos que viabiliza a transferência de recursos financeiros entre tomadores (empresas) e aplicadores (investidores) desses recursos. Essa transferência ocorre por meio de operações envolvendo equity e debt, e podem ser dar diretamente entre eles ou através de intermediários. 5

6 Evolução do Mercado de Capitais Brasileiro O mercado entre 2002 e 2008: Nesse período o mercado da capitais brasileiro sofreu uma verdadeira revolução (Reis Velloso) Fatores que contribuíram : Avanços na área de regulação; Criação do Novo Mercado em 2000 pela Bovespa; Auto-regulação; Adoção de padrões mais rígidos de gerenciamento de risco 6

7 Evolução do Mercado de Capitais Brasileiro Tais avanços criaram: 1. Fundamentos para o desenvolvimento do mercado. 2. Condições para o desfrute da conjuntura macroeconômica favorável. 7

8 Evolução do Mercado de Capitais Brasileiro O grande crescimento do mercado nos últimos anos indica o início de um processo de desenvolvimento de longo prazo. 8

9 Investimento em Equity Ofertas públicas primárias registradas - Ações, CDA e BDR Ano Números de Emissões (US$ Milhões) , , , , , , , , , , (jan-set) ,68 9

10 Investimento em Equity 10

11 Investimento em Equity 11

12 Investimento em Debt Ofertas públicas de Debêntures (Registradas + Dispensadas Inst. 476 e art. 5º da Inst. 400) Período Número de Emissões Volume US$ milhões , , , , , , , , , , (jan a set) ,27 12

13 Investimento em Debt Ofertas públicas de Debêntures (Registradas + Dispensadas Inst. 476 e art. 5º da Inst. 400) (em U$ milhões) 13

14 Investimento em Debt Ofertas públicas de Debêntures (Registradas + Dispensadas Inst. 476 e art. 5º da Inst. 400) 14

15 Investimento em Debt Ofertas públicas de Notas Promissórias (Registradas + Dispensadas Inst. 476 e art. 5º da Inst. 400) Ano Número de Emissões Volume US$ milhões , , , , , , , , , , (jan a set) ,59 15

16 Investimento em Debt Ofertas públicas de Notas Promissórias (Registradas + Dispensadas Inst. 476 e art. 5º da Inst. 400) (em U$ milhões) 16

17 Investimento em Debt Ofertas públicas de Notas Promissórias (Registradas + Dispensadas Inst. 476 e art. 5º da Inst. 400) 17

18 Crise: origem Baixas taxas de juros mantidas desde setembro de Ausência de mecanismos de regulação ou auto-regulação aplicáveis a entidades que cresceram e se multiplicaram fora do sistema bancário tradicional nos últimos anos, especialmente sobre hipotecas. Bancos comerciais e de investimento promoveram inovações sem que fossem previamente estabelecidos limites máximos de riscos e alavancagem, ou padrões mínimos de transparência. 18

19 Crise: consequências No mundo: A globalização dos fluxos de capitais levou os efeitos da crise, inicialmente norte-americana, para os demais mercados. Bancos, fundos de investimento e de hedge, companhias de securitização e de seguros, necessitando de liquidez, desencadearam processo de venda de ativos e liquidação de contratos derivativos, ocasionando desvalorização e mesmo o travamento do mercado de capitais. 19

20 Crise: consequências No Brasil: O sistema bancário e o mercado de capitais brasileiro : 1. Não transacionam os ativos financeiros afetados pela inadimplência dos financiamentos imobiliários ocorrida nos mercados americano e europeu. 2. Não apresentam tantas deficiências de regulação, assimetria de informações (decorrente da falta de transparência e da complexidade de alguns instrumentos) nem tantos excessos de alavancagem (em termos relativos). 20

21 Crise: consequências No Brasil: No mercado acionário brasileiro: 1. Grande venda de ativos por parte de investidores internacionais interessados em fazer caixa. 2. Forte redução no preço internacional de commodities, setor que corresponde a quase metade do mercado acionário brasileiro. 21

22 Crise: consequências EMPRESA Dezembro de Maiores empresas da Bovespa Desvalorização das ações entre junho e outubro (17/10/2008) Empresas de Commodities: - 55% Outras: - 26% Dezembro de 2006 Junho de de Outubro de 2008 Perda entre junho/2008 e 17/Outubro /2008 Petrobras 49,7 216,5 405,5 201,7-50,2% Vale 17,0 130,7 230,5 122,2-47,0% Gerdau 1,9 23,1 54,5 19,1-65,0% Sid Nacional 4,1 16,6 55,0 22,9-58,3% TOTAL COMMODITIES 72,8 386,9 745,5 365,9-55,1% Itaubanco 21,3 92,6 96,7 68,4-29,3% Banco Brasil 4,3 52,8 66,5 38,4-42,3% Bradesco 19,6 86,5 101,3 73,4-27,6% Itausa 5,7 34,7 39,5 26,6-32,6% Eletrobras 18,7 28,9 33,4 26,5-20,7% Ambev 18,2 67,2 62,1 59,0-5,1% Total outros 87,8 362,7 399,5 292,1-26,3% TOTAL DAS 10 MAIORES 160,6 749, ,0 658,1-42,5% TOTAL BOVESPA 376, , , ,2-40,5% 22

23 Lições da Crise Para o mercado Financeiro Brasileiro: Especialistas e instituições internacionais avaliam que padrões de regulação e auto-regulação aplicados no sistema bancário e no mercado de capitais brasileiro são os melhores entre os países emergentes e, em relação a alguns países desenvolvidos, pode-se até situá-los em nível superior. 23

24 Lições da Crise Salientou as necessidades do Mercado: Evolução de práticas de governança. Gestão de riscos. Transparência. 24

25 Características do mercado brasileiro de Debt Mercado de dívida privada ainda não fornece financiamento de longo prazo. O investimento privado em infra-estrutura requer segurança regulatória. O mercado de capitais brasileiro não oferece recursos suficientes de financiamento em moeda nacional com prazos e condições adequados a estes investimentos. O mercado doméstico de dívida privada atinge apenas 13% do PIB de capitalização, sendo boa parte emitida por leasing, com baixa liquidez, prazos curtos e custos elevados, acompanhando os juros dos títulos públicos. 25

26 Características do mercado brasileiro de Debt Mercado de dívida privada ainda não fornece financiamento de longo prazo. A experiência internacional mostra que a construção de um grande mercado secundário de títulos de renda fixa em moeda nacional é fundamental para o crescimento econômico. 26

27 Características do mercado brasileiro de Debt Mercado de dívida privada ainda não fornece financiamento de longo prazo. O crescimento do volume e a ativação do mercado secundário de instrumentos de dívida privada requer, por exemplo: 1. Redução sustentável da taxa real de juros dos títulos públicos e ; 2. Ajustes regulatórios e tributários. A ativação do mercado de títulos de dívida pública gera como subproduto a ativação do mercado de títulos e dívida privada. Para a formação de preços dos títulos de dívida privada, a taxa de juros dos papéis públicos é essencial. 27

28 Características do mercado brasileiro de Debt Melhoria de padrões de governança Das empresas brasileiras listadas na Bovespa, cerca de de 61% ainda se encontram no segmento tradicional. 28

29 Características do mercado brasileiro de Debt Economia Informal A elevada participação da economia informal no PIB é um dos principais obstáculos ao crescimento do mercado de capitais e da economia brasileira. Esse fenômeno tem origem na elevada carga tributária e na pesada burocracia. As vantagens da economia informal limitam a entrada de novas empresas na economia formal, restringindo oportunidades de investimento. 29

30 Características do mercado brasileiro de Debt Busca de harmonização das normas existentes às melhores práticas internacionais Representa um passo na direção da transparência e da qualificação do mercado para investidores internacionais. A Instrução CVM nº 457, de 13/07/2007 e a Lei nº , de 28/12/2007 estabeleceram as bases para a convergência das normas contábeis brasileiras às normas do Internacional Accounting Standards Board (IASB) e sua efetiva adoção por parte das empresas brasileiras. 30

31 Características do mercado brasileiro de Debt Necessidade de estimulo à Educação Financeira Componente essencial da sustentabilidade do desenvolvimento e da eficiência do mercado de capitais. Permite que todos os segmentos sociais possam beneficiar-se de oportunidades de investimento, planejamento financeiro e programação da aposentadoria. 31

32 Características do mercado brasileiro de Debt Difusão do uso do mercado de capitais É muito oportuna, dado o baixo grau de alavancagem das empresas nacionais, indicando elevado potencial de crescimento do mercado de dívida privada. 32

33 Processo de emissão de Debêntures 33

34 Dúvidas dos envolvimentos e tramites legais para um IPO Oferta Pública Considera-se como público em geral uma classe, categoria ou grupo de pessoas, ainda que individualizadas nesta qualidade, ressalvados aqueles que tenham prévia relação comercial, creditícia, societária ou trabalhista, estreita e habitual, com a emissora. (artigo 3º, 1º) 34

35 Dúvidas dos envolvimentos e tramites legais para um IPO Oferta pública inicial, usualmente referida como IPO (do inglês Initial public offering) é o evento que marca a primeira oferta pública de ações de uma companhia. 35

36 Dúvidas dos envolvimentos e tramites legais para um IPO Passo a passo: As principais etapas para abrir o capital na bolsa: 1 Contratar uma auditoria 2 Implantar a governança 3 Criar a área de RI 4 Escolher os parceiros 5 Elaborar o prospecto 6 Fazer road shows 7 Obter os registros 8 Anunciar a abertura 36

37 Novas regras para IPO Desde 2008: esforços para mudar a estrutura de registro das ofertas públicas de distribuição de valores mobiliários. Objetivos: Eliminar os gargalos enfrentados em 2007 Reduzir as exigências para distribuições em que investidor necessita menos da tutela da CVM Dar celeridade ao sistema de registro Aprofundar a análise das distribuições efetivamente registradas na CVM Assegurar o fluxo permanente das informações, para além do momento da oferta 37

38 : Instrução CVM nº 471 Breve histórico das novas regras Dispõe sobre o procedimento simplificado para registro de ofertas públicas de distribuição de valores mobiliários : Instrução CVM nº 476 Dispõe sobre as ofertas públicas de valores mobiliários distribuídas com esforços restritos : Instrução CVM nº 480 Dispõe sobre o registro de emissores de valores mobiliários admitidos à negociação em mercados regulamentados de valores mobiliários : Instrução CVM nº 482 (vigência em ) Altera e acrescenta artigos à Instrução CVM nº 400, de 29 de dezembro de Registro automático para EGEM 38

39 Instrução CVM : Instrução CVM nº 400 Dispõe sobre as ofertas públicas de distribuição de valores mobiliários, nos mercados primário ou secundário, e revoga a Instrução CVM nº 13, de 30 de setembro de 1980, e a Instrução CVM nº 88, de 3 de novembro de

40 Instrução CVM 400 Art. 2º: Toda oferta pública de distribuição de valores mobiliários nos mercados primário e secundário, no território brasileiro, dirigida a pessoas naturais, jurídicas, fundo ou universalidade de direitos, residentes, domiciliados ou constituídos no Brasil, deverá ser submetida previamente a registro na Comissão de Valores Mobiliários CVM, nos termos desta Instrução. 40

41 Instrução CVM 400 Anexo II: Lista os documentos e informações exigidos para o Registro : Contratos Modelo de boletim de subscrição ou recibo de aquisição Prospectos Deliberações Declarações de responsabilidade 41

42 Instrução CVM 400 Anexo III: Teor do Prospecto Art. 38 da Instrução CVM 400: Prospecto é o documento elaborado pelo ofertante em conjunto com a instituição líder da distribuição, obrigatório nas ofertas públicas de distribuição de que trata esta Instrução, e que contém informação completa, precisa, verdadeira, atual, clara, objetiva e necessária, em linguagem acessível, de modo que os investidores possam formar criteriosamente a sua decisão de investimento. 42

43 Instrução CVM 471 Convênio: Operações Passíveis de Análise Emissores Valores Mobiliários Companhias Abertas Fundos de Investimento Companhias estrangeiras ou assemelhadas que sejam patrocinadoras de programas de certificado de depósito de valores mobiliários BDRs Debêntures Notas Promissórias Follow on (ações, certificados de depósito de ações ou BDRs) Bônus de subscrição de mesma classe e espécie de outros já admitidos à negociação em bolsa de valores ou mercado de balcão organizado

44 Instrução CVM 471 Convênio: Exceções IPOs Registros de distribuição pública que sejam concedidos de forma automática Operações de companhias fechadas que concomitantemente à oferta pública queiram registrar-se como companhia aberta Operações que envolvam pedidos de confidencialidade

45 Instrução CVM 471 Ofertas Analisadas Debêntures Quantidade Ações Quantidade Total Total Notas Promissórias Quantidade Ofertas Canceladas Quantidade Total Total 01* 07** - 08 * Cancelada em ** 05 ofertas canceladas em 2009 e 02 em 2010.

46 Instrução CVM 471 Ofertas Registradas Período Nº Ofertas Volume (R$ em milhões) Total Obs: As informações contemplam as ofertas que obtiveram registro na CVM através do Procedimento Simplificado.

47 Instrução CVM 471 Prazos Médios de Registro DEBÊNTURES ANTES DO CONVÊNIO Média 2007 Média 2008 APÓS CONVÊNIO* Média 2009 Média dias úteis 50 dias úteis 26 dias úteis 29 dias úteis AÇÕES ANTES DO CONVÊNIO Média dias úteis Média dias úteis APÓS CONVÊNIO* Média dias úteis Média dias úteis * Foram desconsiderados dilações de prazo, alterações voluntárias nos documentos e adiamentos no lançamento da oferta.

48 Instrução CVM : Instrução CVM nº 476 Dispõe sobre as ofertas públicas de valores mobiliários distribuídas com esforços restritos e a negociação desses valores mobiliários nos mercados regulamentados. 48

49 Principais objetivos da norma: Instrução CVM 476 Redução dos custos das ofertas públicas de esforços restritos, facilitando o acesso dos emissores ao mercado de valores mobiliários; Eliminação das incertezas geradas pela amplitude do conceito de oferta pública, fornecendo aos emissores a segurança de que estão dispensados de registro da CVM. o Art. 2º. (...) Parágrafo único. Não será permitida a busca de investidores através de lojas, escritórios ou estabelecimentos abertos ao público, ou com a utilização de serviços públicos de comunicação, como a imprensa, o rádio, a televisão e páginas abertas ao público na rede mundial de computadores. 49

50 Instrução CVM 476 Principais regras: Dispensa do registro de oferta (exigido pelo art. 19 da Lei nº 6.385/76). Dispensa o registro de emissor de valores mobiliários (exigido pelo art. 21 da Lei nº 6.385/76), nos casos em que os valores mobiliários sejam negociados apenas em mercados de balcão organizado e não organizado. Objeto da oferta: notas comerciais; CCB que não sejam de responsabilidade de instituição financeira; debêntures não conversíveis ou não permutáveis por ações; cotas de fundos de investimento fechados; e CRI, e CRA (Letras Financeiras vai entrar). Investidores qualificados dispostos a investir R$1 milhão. Restrição da oferta a 50 investidores e subscrição a 20 investidores. Não pode fazer nova oferta: 4 meses (mesmo ofertante e mesma espécie de valores mobiliários). Obrigações dos emissores: DFs auditadas e publicação de Fatos Relevantes (Instrução CVM nº 358/02). 50

51 Instrução CVM : Instrução CVM nº 480 Dispõe sobre o registro de emissores de valores mobiliários admitidos à negociação em mercados regulamentados de valores mobiliários. 51

52 Instrução CVM 480 Principais objetivos da norma: Uniformização entre as informações regularmente prestadas pelos emissores de valores mobiliários e as divulgadas nos prospectos das ofertas públicas de distribuição de valores mobiliários. Criação de 2 categorias de emissores de valores mobiliários de acordo com os tipos de valores mobiliários admitidos à negociação: Equity e Debt (categoria A) ou só Debt (categoria B). Introdução de regimes de prestação de informações adequados a cada uma das categorias criadas. Permissão para que determinados emissores, desde que atendam a certos pré-requisitos, tenham seus pedidos de registro de ofertas de distribuição aprovados com maior celeridade. 52

53 Instrução CVM 480 Definição de EGEM: Empresa com Grande Exposição ao Mercado. Art. 34. Terá o status de EGEM o emissor que atenda cumulativamente aos seguintes requisitos: tem ações negociadas em bolsa há, pelo menos, 3 anos. cumpriu tempestivamente com suas obrigações periódicas nos últimos 12 meses. valor de mercado das ações em circulação é igual ou superior a R$ 5 bi, na cotação de fechamento do último dia útil do trimestre anterior ao pedido de registro da oferta pública. 53

54 Instrução CVM : Instrução CVM nº 482 (vigência em ) Altera e acrescenta artigos à Instrução CVM nº 400, de 29 de dezembro de 2003 e à Instrução CVM nº 476, de 16 de janeiro de

55 Instrução CVM 482 Principais regras: EGEM Registro automático da oferta pública de valores mobiliários: o o Produção de efeitos do registro: 5 dias após o protocolo na CVM Instrução do pedido: requerimento específico para o registro automático. declaração fundamentada de que a emissora se enquadra na definição de EGEM. os documentos previstos no Anexo II Instrução CVM nº 400. Prospecto elaborado nos moldes do Anexo III. Em caso de utilização de Prospecto Preliminar, comprovação da publicação do Anuncio de Início de Distribuição, nos termos dos art. 52 e 53 da Instrução CVM nº 400/

56 Instrução CVM 482 Expectativas para as ofertas pós-icvm nº482: Maior celeridade na análise das ofertas pela CVM Superintendência de Registro: foco nas informações sobre a ofertas. Superintendência de Empresas: verificação das informações sobre a emissora em bases permanentes 56

57 Comissão de Valores Mobiliários Protegendo quem investe no futuro do Brasil Muito Obrigado!

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