O Sistema Bancário e Financeiro Brasileiro e a Financeirização do Território no Estado do Pará.

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1 1 O Sistema Bancário e Financeiro Brasileiro e a Financeirização do Território no Estado do Pará. 1. INTRODUÇÃO Raphael Augusto Ferreira dos Santos 1 Krisley Machado dos Santos² O mercado financeiro em específico o tema das finanças e sua relação com o aspecto geográfico têm sido de grandes estudos para o entendimento tanto do mercado financeiro, quanto para a questão do território. Surge a questão e o debate entre a financeirização e o território, e a ligação entre eles.a população e seu poder de compra e venda, estimula o mercado cada vez mais a investir em projetos e serviços para atender esta demanda gerando fluxo de capital, importante para o país ou somente para as instituições financeiras, que procuram obter lucro encima deste. Esta pesquisa tem como objetivo o entendimento e compreensão da expansão do sistema bancário e financeiro no Brasil e no Estado do Pará, suas implicações e causas no território através de pesquisas bibliográficas e documentais. O contexto histórico do Brasil em relação ao mercado financeiro se analisado, interpassa pelo tema debatido sem que ocorram dúvidas, onde a criação de instituições, a sua localização e serviços prestados, independente de ser público ou privado, acaba por influenciar positivamente ou negativamente, dentro dos limites territoriais de um país, de um estado ou até mesmo dentro de um fluxo internacional, caracterizado pela globalização. 2.MERCADO FINANCEIRO E DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO O MERCADO FINANCEIRO O mercado financeiro é constituído de alternativas de aplicação e captação de recursos, denominados instrumentos financeiros, e de instituições. O mercado é destinado ao fluxo dos recursos financeiros entre os poupadores e tomadores, assim o mercado têm a flexibilidade de 1 Graduando em Geografia pela Universidade Federal do Pará,/UFPa ² Graduanda em Pedagogia pela Universidade Federal do Pará,/UFPa

2 2 otimizar e de criar condições para a utilização dos recursos financeiros e de liquidez e administração dos riscoso mercado financeiro tem por função, possibilitar que os agentes econômicos coloquem em comunicação ou no caso contato direto ou indireto a um valor mínimo e com barreiras também mínimas possíveis. Ao realizar esta tarefa, de otimização da utilização dos recursos financeiros da economia, e por sua vez, aumentando a produtividade. Para analisar a intermediação financeira, devemos considerar uma economia deveras simples e sem nenhum ativo no caso objeto de circulação de valor (significado de valor), no caso a moeda. Cada unidade econômica tem excesso de renda sobre o consumo (poupança) na forma de bens, deve-se entender que a poupança é uma reserva real, logo, para que ocorra um fluxo de bens, no caso o mercado, existe um tipo de atividade chamada escambo. No entanto este tipo de fluxo limita excessivamente a poupança, e o crescimento econômico, pois causa dificuldade de se obter uma perfeita sincronia entre oferta e demanda e o valor de cada mercadoria, que podem ser totalmente diferentes, mas que são trocadas por um único valor de modo geral. Os integrantes do sistema monetário operam com haveres de utilização imediata, no caso, depósitos a vista e papel moeda em poder do público, tendo em vista que ambos possuem poder de compra. Elas também têm poder de criar moeda, que pode ser definido da seguinte maneira, os depósitos a vista geram empréstimos para outros clientes, o banco ao realizar empréstimos, que irão converter-se em depósitos no mesmo banco ou em outros, acaba por elevar o potencial da moeda ao acesso ao público, no caso dos meios de pagamento. 2.2 DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO E FINANCEIRO O Desenvolvimento econômico de um país é dado no momento em que seu PIB (Produto Interno Bruto) expande, ou seja, a soma dos valores do todos os produtos, bens de serviços produzidos dentro de um país ou no caso de suas fronteiras geográficas em um ano incluindo seu desabono (além de levar em consideração variáveis de natureza sócio econômica no que se refere a condições de vida). Equivale, conseguinte, à sua mestria de

3 produção, sine qua non para a análise e de grande importância para o crescimento dos salários e a elevação do índice de bem estar da sociedade, determinado principalmente pelo crescimento dos fatores de produção como o trabalho, capital e crescimento tecnológico. Pode-se considerar desta maneira que, o mercado financeiro é de deveras importância, na proporção em que pode servir para a mobilidade de recursos da poupança popular e os transferir para investimentos, elevando a capacidade produtiva do país. Portanto o desenvolvimento do mercado financeiro é de elevada importância para o crescimento econômico. Ocorre uma relação eventual entre desenvolvimento econômico e financeiro, há hoje um consentimento meio que generalizado dos impactos positivos que um sistema financeiro desenvolvido reflete na economia no que se diz respeito a produtividade, acumulação de capital, aumento das poupanças e investimentos. O crescimento econômico depende da expansão da capacidade de produção, o que, por sua vez, exige investimentos em capital físico e em recursos humanos. Dessa forma, o crescimento econômico está associado a elementos incentivadores de poupança e sua alocação eficiente em investimentos. (ANDREA, 2000). 3. BREVE CONTEXTO HISTÓRICO DO SISTEMA BANCÁRIO E FINANCEIRO DO BRASIL Um grande marco para o mercado financeiro brasileiro é dado a partir da década de 60, pois houve uma melhor estruturação do sistema financeiro nacional, no entanto devem-se analisar os períodos anteriores que antecedem essa melhora para posteriormente decorrer sobre os tempos atuais no que se diz respeito ao sistema bancário e financeiro do Brasil. Nos anos 30, temos no Brasil, uma economia basicamente agroexportadora, em foco no café, onde era grandemente suscetível a crises econômicas externas, já que em 1930 a sua produção era enorme. Nesta década o mundo enfrentou uma de suas piores crises e acabou por revelar uma grande dependência do país e de sua economia em um único produto.a partir deste ocorrido, a industrialização tornou-se a principal meta da política econômica, no entanto 3

4 necessitava de grandes esforços na geração de poupanças e transferência de recursos para a aplicabilidade no setor industrial. Nos anos 40 caracterizou-se pela criação da SUMOC, (Superintendência da Moeda e do Crédito) um ponta pé no que é hoje o Banco Central do Brasil, criado para exercer o controle do mercado monetário e poder preparar a organização do Banco Central, que até o momento na época, era inexistente. No entanto foram criadas instituições financeiras do setor privado não bancário,que inicialmente, tinham o objetivo de agir na região de financiamentos e investimentos, entretanto, resumiam-se a financiar capitais para empresas e créditos para aquisição de produtos, no caso, de bens duráveis. Na década de 50, o Brasil sofria de carência de capital social básico e infra estruturacapaz de resistir a um processo de industrialização. Porém, para que isso pudesse ocorrer, foi criado o BNDE (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico) que veio com o objetivo de ser uma ferramenta que serviria para o desenvolvimento econômico e social do país a longo prazo. Neste direcionamento de recursos para os setores públicos, o período foi conhecido como euforia desenvolvimentista, quando foram realizadas as obras da construção de Brasília e rodovias. Nos anos 60 e 70, em específico na primeira década, conhecida pelo Golpe Militar, foram instituídas políticas monetárias e fiscais com o objetivo de conter a inflação e desenvolver o mercado financeiro. A necessidade de uma reforma financeira era necessária, o Banco do Brasil que era a principal instituição financeira do governo e banco comercial, acabou por ser removido de seu poder emissor, onde este controlava o Tesouro Nacional que emitia o papel moeda /64 como: As instituições financeiras são conceituadas de acordo com o art.17 da Lei nº Pessoas jurídicas públicas ou privadas, que têm como atividade principal ou acessória, a coleta, intermediação ou aplicação de recursos financeiros próprios ou de terceiros, em moeda nacional ou estrangeira, e a custódia de valor e propriedade de terceiros. (Lei de Reforma Bancária, 1964). 4

5 5 Os bancos podem ser comercias de investimento, múltiplos e de desenvolvimento. Os bancos comerciais realizam operações de curto prazo, os de investimento realizam as operações de médio e longo prazo. Os bancos múltiplos são constituídos de duas carteiras, as de comercial e de investimento, os bancos de investimento executam principalmente o financiamento de capital fixo e de giro, reestruturações societárias além de prestar serviços como administração de recursos de terceiros, já os bancos de investimento, são instituições financeiras privadas. As instituições financeiras podem ser públicas ou privadas. As públicas pertencem a política de execução de crédito do Governo Federal, e que complementam as atividades bancárias privadas atendendo ao atendimento das necessidades da economia. Temos no Brasil como principais instituições financeiras públicas: a caixa econômica que tem como principal função, a de receber depósitos a vista gerando moeda escritural, e as cadernetas de poupança que são importantes fontes de recurso e consistem na concessão de crédito. A Caixa Econômica Federal, inicialmente, teve o papel de inibir a atividade de empresas que emprestavam dinheiro a juros excessivos e não prestavam garantias aos depositantes. Atualmente, sua tarefa consiste em administrar recursos para atividades peculiares, trabalha no monopólio das Loterias Federais e Esportivas, além de administrar o Programa de Integração Social (PIS) e receber os recursos do FGTS (Fundo de Garantia por Tempo de Serviço), cuidando dos pagamentos aos trabalhadores referentes ao FGTS, PIS e seguro desemprego. Hoje a Caixa Econômica Federal é o mais importante financiador de habitação, programas de habitação e de políticas federais como desenvolvimento urbano, habitação e educação. Outra instituição financeira de grande importância pública é o Banco do Brasil, que de início teve como responsabilidade, promover a indústria nacional, estimulando o desenvolvimento a partir da concessão de créditos. No século passado o Banco do Brasil assumiu vários papéis importantes na economia brasileira, como autoridade monetária e agente financeiro do Tesouro Nacional. Entretanto, não exerce mais poderes de autoridade monetária, onde em 1986, houve a separação entre o Banco do Brasil, Banco Central e Tesouro Nacional. Atualmente exerce a função de banco múltiplo sobre o controle

6 6 da União, executando atividades importantes como executor de políticas federais, créditos rurais e ao comércio exterior; Temos também como importantes instituições financeiras, os bancos de desenvolvimento, que procuram promover desenvolvimento econômico e social na sua área de atuação, fornecendo financiamentos de programas e projetos que podem gerar desenvolvimento. Entre eles temos como exemplo nacional o BNDES, administrado pelo Governo Federal. Como exemplo regional, no caso a Amazônia, temos o Banco da Amazônia, inicialmente criado para estimular a produção da borracha na década de 40 (segunda guerra mundial) denominado Banco de Crédito da Borracha. Após este acontecimento, passou a se chamar Banco de Crédito da Amazônia tendo como finalidade estimular o crédito para fins de desenvolvimento local e regional. Nos anos 60 e com a procura de maior integração com a Amazônia, passou a ser denominado BASA (Banco da Amazônia S.A), até os dias atuais, agregando a política de agente financeiro do Governo Federal para o desenvolvimento da Amazônia, e estimulando a implementação de novas empresas na região consideradas de interesse para o desenvolvimento da Amazônia Legal. Na década de 80, o Brasil ainda era bastante fechado no que se refere às relações de investimentos estrangeiros. Quanto às importações, era o oposto ao que acontecia em outros países, onde as relações financeiras e comerciais eram intensificadas pela globalização, esta década ainda ficou caracterizada pelas dívidas externas como principais componentes de investimento estrangeiro no Brasil. A década de 90 foi marcada por fatos como a implementação do plano Real, redução do Estado nas participações econômicas por meio de privatizações e a adentrada do Brasil no contexto do mundo globalizado por meio da maior abertura econômica, acabaram por repercutir fortemente no mercado financeiro. Nos anos 2000 a economia brasileira foi marcada fortemente pelo crescimento e desenvolvimento, no entanto, alguns problemas ainda persistem desde os tempos passados, e

7 necessitam ser resolvidos como a redução da carga tributária, é fundamental desenvolver não apenas o mercado de capitais, mas todo o mercado financeiro. Embora o sistema bancário seja atualmente um lugar mais seguro para a guarda dos recursos monetários e financeiros doa agentes econômicos do que era há alguns anos, bem como ofereça uma gama mais ampla e sofisticada de produtos e serviços, ele continua deficiente[...]. (VASCONCELOS; FUCIDJI, 2003, p.21). 4. FINANCEIRIZAÇÃODO TERRITÓRIONO ESTADO DO PARÁ A Geografia alcança neste fim de século a sua era de ouro, porque a geograficidade se impõe como condição histórica, na medida em que nada considerado essencial hoje se faz no mundo que não seja a partir do conhecimento do que é o Território. O Território é o lugar em que desembocam todas as ações, todas as paixões, todos os poderes, todas as forças, todas as fraquezas, isto é, onde a história do homem plenamente se realiza a partir das manifestações da sua existência. (SANTOS, 1999, p.7). O fenômeno financeiro tem uma forte ligação com a rede urbana mundial e brasileira, o avanço das tecnologias e meios de comunicaçãoajudaram a acelerar o processo de globalização,e o de financeirização do território, ampliando ainda mais seu leque de influência. A chamada indústria de serviços financeiros ganha ação a partir de diferentes tipos de instituições como os bancos centrais pelos estados nacionais, bancos comerciais, bancos de investimento e caixas econômicas, entre outros. No entanto, a introdução das técnicas de informação, ou no caso a tecnologia nas comunicações, nos processos financeiros, acabou por causar uma instabilidade maior no sistema financeiro mundial, acabando por tornar os territórios mais vulneráveis e instáveis (SILVEIRA, 2002). Deve-se compreender que o território é um conjunto de sistemas, onde reside o trabalho, a moradia, fluxos e serviços, onde a ele é dada determinada função tanto pelo Estado Nacional quanto por questões individuais, no caso do indivíduo que reside sobre determinado território como, por exemplo, sua casa. Dentro de um território há legislação fiscal e tributária, organizando o fluxo econômico e financeiro, além de poder existir os paraísos fiscais que existem próximos de centros financeiros de países centrais, estes têm seus 7

8 8 regulamentos internos relaxados e modificados e atraem grandes fluxos de capitais, mas de origem duvidosa e de curto prazo. Como já explicado anteriormente, o dinheiro surgiu como produto de troca e de valor para objetos e para acumulação de riqueza e é movimentado pelo fluxo de pessoas e mercadorias, utilizado pela sociedade como produto de comércio.o movimento entre localidades ou no caso cidades ou grandes centros são denominados praças financeiras onde há sedes de empresas e comércio, a partir daí surge a rede urbana global. Para Santos (2013), essa relativa superioridade técnica e política do subsistema financeiro resulta num comando não apenas sobre a economia, mas também sobre as outras instâncias da sociedade, incluído certamente, o território. O dinheiro acaba por influenciar no território em suas leis, movimentos, fixos e fluxos, para Milton Santos, o dinheiro cria sua lei e a impõe aos outros, forçando mimetismos, adaptações, rendições, a partir de duas outras lógicas complementares: a das empresas e a dos governos. A fixação de instituições financeiras em determinadas regiões para determinadas funções, mesmo que essas possam exercer outras atividades, no entanto estão localizadas neste lugar para influenciar em atividades específicas. Temos como exemplo os bancos regionais como no caso o BASA (Banco da Amazônia S.A) que como já foi mencionado, exerce funções de financiamento na região que compreende a Amazônia Legal e estimula o crescimento de projetos e indústrias que buscam o benefício econômico. No estado do Pará, temos como principais instituições além da já mencionado BASA e demais privadas, o BANPARÁ (Banco do Estado do Pará), que desde 1961 participa e movimenta a economia do Estado com serviços financeiros para servidores que trabalham em instituições públicas estaduais e municipais (deve ser destacado que esta instituição está na condição de banco público), influencia, participa e incentiva diversos projetos e empreendimentos que buscam a melhoria socioeconômica do Pará, além de ter sua relevância no fomento da economia paraense.

9 O BANPARÁ conta com um total de 185 postos de atendimentoeletrônicos, estes que são um dos principais instrumentos de financeirização do território, pois podem levar as funções mais básicas para fora do ambiente das agências tradicionais, podendo ser incluídas nos mais diversos lugares, este banco também conta com 45 agências em todo o estado.já o BASA conta com 42 agências. Ambas abrangem em grande maioria os municípios que são influenciados pelos grandes projetos nacionais e empresas de grande porte além do investimento no agronegócio para pequenos, médios e grandes produtores, que procuram nesses bancos, incentivo financeiro para sua produção, devendo ser destacado a região metropolitana de Belém, onde esta concentra o setor de serviços, como grandes empresas, suas bases e escritórios, necessitando de agentes bancários fixos e de grande porte.pode ser entendido que existe certa concentração geográfica das transações bancárias, ou no caso, circulação financeira. No território brasileiro, a tipologia fundada em agências bancárias é dada através dos seus serviços prestados a disposição de novos sistemas técnicos, que acabou por gerar fixos e fluxos geográficos. Outra grande forma de financeirização do território pode ser notada em investimentos bancários sobre a expansão imobiliária. Esta vêm sendo de grande destaque em âmbito nacional e regional, no Estado do Pará, nota-se um elevado aumento de tais empreendimentos, onde fatores como empréstimos pra pessoas físicas e jurídicas, e parcelamento do valor do imóvel. Para Santos (2013, p.186 e 187): [...] o território, em sua quase totalidade, torna-se produtivo para os capitais financeiros, sobretudo a partir da profusão de formas de investimento, seguros, créditos e etç. É a necessidade de arrecadar em cada ponto do território, visando fazer fluir o dinheiro para reforçar os investimentos em áreas de maiores densidades técnicas e informacionais. Deste modo entende-se o funcionamento da atual rede financeira do país e do Estado do Pará, onde acaba por se tornar fortemente dependente das instituições financeiras para a movimentação de capital e acaba por tornar certa organização territorial influenciando no cotidiano de toda a população que também se torna dependente. Santos (1999),afirma que [...] esse é o resultado da influência do dinheiro em estado puro sobre o território. [...] isto é, 9

10 10 não necessita consultar ninguém para se instalar, ela funciona a despeito dos outros atores, e acarreta para o lugar uma existência sem autonomia. 5. CONCLUSÃO O processo de financeirização do território criou novos ativos financeiros, atingindo setores econômicos e grupos sociais antes desinteressados em investir ou apenas em entrar na questão envolvendo os serviços financeiros. Podendo ser facilmente percebido na quantidade de agências bancárias que se espalharam pelo território nacional, suas atividades e finalidades em exercer tal papel. A criação de instituições por parte do governo em serviço de fiscalização, manutenção e gerencia de recursos e normas para estabelecer comportamentos financeiros, a distribuição de recursos com finalidades sociais e econômicas, são formas de financeirização do território. Não podendo resumir esta questão somente para as instituições bancárias, e sim aplicando também a administração governamental, onde este também estimula a economia e seu movimento gerindo certa organização do espaço. As análises sobre financeirização do território são importantes e extensas, passando por vários atores e coadjuvantes que exercem seu papel influenciando neste contexto de fixos e fluxos. Por fim resulta em mudanças, fazendo surgir novos agentes de gestão do território impulsionados pela lógica capitalista. Por fim resulta em mudanças, fazendo surgir novos agentes de gestão do território impulsionados pela lógica capitalista. 6. REFERÊNCIAS ANDREZO, Andrea Fernandes. A Alienação de controle de companhia aberta e a recente reforma da legislação societária efetivo avanço? Revista de Direito Mercantil, Industrial, Econômico e Financeiro, São Paulo: Malheiros, v.130, abr./jun., Contribuição à melhoria do nível de transparência dos bancos no Brasil Dissertação (Mestrado) FEA/USP, São Paulo. BANCO CENTRAL DO BRASIL. Relação de Agências e Postos Bancários.BACEN, Disponível em <>.http://www.bcb.gov.br/?red-relagpab. Acesso em 24 de mai

11 11.Cartilhas BC: o que é um banco central? Brasília: BACEN, Banco Central: Fique por dentro. Brasília: BACEN, BASTOS, Celso Ribeiro. Regulamentação do Sistema Financeiro Nacional. Cadernos de Direito Tributário e Finanças Públicas, São Paulo, CORRÊA, José Rubem. Mercado de Capitais, suas empresas e seus instrumentos. Brasília: Gráfica Brasil Central Ltda CONTADOR, Cláudio R. Mercado de Ativos Financeiros no Brasil: perspectiva histórica e comportamento recente. Rio de Janeiro: IBMEC, GALVÊAS, Ernane. Desenvolvimento econômico do Brasil e o Sistema Financeiro Nacional GIOVANNI, José Ruy. JÚNIOR, José Ruy Giovanni. Matemática: pensar & descobrir. Nova edição. São Paulo. FTD, LIMA, Iran Siqueira et al (Coord.) Curso de mercado financeiro: tópicos especiais. São Paulo, Atlas, MONTORO FILHO, André Franco; Moeda e sistema financeiro no Brasil. Rio de Janeiro: IPEA/INPES, SANTOS, Milton. O Dinheiro e o Território. São Paulo: GEOgraphia Universidade de São Paulo, Ano. 1 Nº ; SILVEIRA, María. Laura.O Brasil: território e sociedade no início do século XXI. 17ª. ed.rio de Janeiro, Record, SILVEIRA, María Laura. Uma globalização desnecessária, um território instável. In Ciência Geográfica (Bauru) Vol. I. no SPÓSITO, Eliseu e Daniel de S. Medeiros. A territorialização do sistema bancário na metrópole paulista. In GEOUSP no. 17, VASCONCELOS, Marcos Roberto; FUCIDJI, José Ricardo (2003) Uma Avaliação dos Efeitos da Entrada de Bancos Estrangeiros no Setor Bancário Brasileiro. Revista Análise Econômica, nº. 39, ano 21, março. UFRGS, 2003.

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