GESTÃO DE MARKETING NAS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "GESTÃO DE MARKETING NAS"

Transcrição

1 Ano 01 Rodrigo Legrazie de FARIA n. 02 GESTÃO DE MARKETING NAS COOPERATIVAS RURAIS p Instituto de Engenharia Arquitetura e Design INSEAD Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio CEUNSP Salto-SP P. 1 1

2 Prof Eng Agr Msc Rodrigo Legrazie de Faria Professor e Coordenador do Curso de Engenharia Ambiental do Centro Universitário Nossa Senhora do Patrocínio - CEUNSP Itu/ Salto. RESUMO O presente artigo apresenta um conjunto básico de informações relativas a gestão de marketing no agribusiness cooperativo, destacando a importância das Cooperativas Rurais para a sobrevivência e competitividade dos pequenos e médios empresários rurais, em um cenário cada vez mais instável e influenciado por inúmeras variáveis. A gestão de marketing, em geral, é pouco explorada e ineficiente nas organizações desta natureza, portanto este estudo ressalta a profissionalização da administração do marketing nas cooperativas rurais adquirindo maior estabilidade e competitividade aos cooperados no agronegócio globalizado. Palavras- Chave: agronegócio, gestão, marketing e cooperativismo 1- INTRODUÇÃO O agribusiness brasileiro vem passando por inúmeras transformações, com o advento da chamada Revolução Verde 1, período de grandes mudanças técnicas e administrativas em todas as áreas da cadeia de produção rural marcada pela profissionalização do setor agropecuário e expansão da produtividade e da área agricultável. A agricultura de hoje além de ser responsável pelo abastecimento da população do país, deve desempenhar com sucesso um perfeito intercâmbio entre as atividades que ocorrem dentro das empresas rurais e aquelas que ocorrem em outras organizações que integram o agribusiness, com destino ao atacado e varejo. Com o advento das tecnologias e pesquisas na agricultura, as unidades de produção agrícola passaram por inúmeras transformações (sociais econômicas e políticas). Dentre as inúmeras mudanças, destaca-se a presença de elos cada vez mais freqüentes e intensos entre as empresas rurais e outras organizações que integram o agribusiness brasileiro e profissionalização nas técnicas de marketing e comercialização dos produtos rurais. As unidades de produção rural começaram a adotar escala de produção e tecnologia, levando a agricultura a um comportamento confinado às operações de cultivo e criação. Por 1 - Conforme XAVIER & MEGIDO (1999)Entende-se como o período da segunda metade do Séc. XX, onde a agricultura teve uma imensa expansão e profissionalização, principalmente com as descobertas tecnológicas, no campo da bioquímica, genética, administração, mecânica e outras áreas. P

3 outro lado, as funções de armazenamento, processamento, distribuição e comercialização foram sendo transferidas para outras organizações que emergiam. Com isso criou-se um arranjo de funções fora da fazenda, denominadas de setor a montante (antes da porteira) e a jusante (depois da porteira). O setor a montante é onde se desenvolve a produção de Insumos (sementes, fertilizantes, defensivos, combustíveis, medicamentos, vacinas, e outros), máquinas (tratores, colheitadeiras, pulverizadores e outros) e equipamentos (arado, grades, cultivadores e outros), mais a prestação de serviços agronômicos, veterinários, financeiros, marketing e outros. Já o setor a jusante é onde estão inseridas as organizações complexas e organizadas, encarregadas dos serviços de armazenamento, transporte, processamento, industrialização, distribuição nos centros de atacado e varejo. Enfim, em torno da agricultura mundial, passa a orbitar uma rede extensa e complexa de organizações públicas e privadas, formando o que chamamos de Complexo Agroindustrial (CAI), podendo ser definida como todas as instituições e atividades por elas desenvolvidas, no processo de produção, elaboração e distribuição dos produtos da agricultura e pecuária, envolvem desde a produção e fornecimento de recursos, até a mesa do consumidor final. No Brasil o agribusiness é responsável por aproximadamente 35% do PIB. As mudanças tecnológicas e econômicas provocadas pelo processo de desenvolvimento limitam cada vez mais as funções da empresa rural. Conceitua-se empresa rural, como uma organização que realiza qualquer atividade agropecuária. Além da terra faz parte da unidade de produção as máquinas, benfeitorias e recursos humanos (ANDRADE,1998) No percurso entre o produtor agropecuário até o consumidor, o produto passa por "diversas" mãos, por algumas transformações, desde simples limpeza e classificação até um processo radical de mudança de forma, grande parte de todas as mudanças ocorridas no produto rural, são realizadas por organizações específicas e organizadas, isso nos mostra que as unidades de produção agrária estão cada vez mais específicas, desenvolvendo apenas a criação e cultivo. Segundo XAVIER & MEGIDO (1997), em 1990 o agribusiness gerava US$ 6 trilhões/ano, quando contabilizado de forma integrada. A tabela (1) mostra as projeções do agribusiness mundial, com as respectivas participações das fases do agribusiness, referente ao montante financeiro que envolve os agronegócios 2.Deixando claro que cada vez mais o agribusiness vem se concentrando antes e depois da porteira, colocando os micro e pequenos empresários rurais em condições desafiadoras e de intensas mudanças nas técnicas, tanto no aspecto produtivo como comercial. 2 MEGIDO, J.L ; XAVIER, C. Marketing & Agribusiness. São Paulo: Atlas, p.22, P

4 Tabela 1- Projeções sobre volumes e participações de negócios da cadeia agroalimentar. ANO US$ bilhões SETORES ANTES DA PORTEIRA 375 (12%) 500 (0,9%) 700 (0,7%) DENTRO DA PORTEIRA 750 (24%) 1,115 (20%) 1,465 (14%) DEPOIS DA PORTEIRA 2,000 (64%) 4,000 (71%) 8,000 (79%) TOTAL 3,125 (100%) 5,615 (100%) 10,165 (100%) Fonte: MEGIDO & XAVIER (1996), p. 22. Enfim, em torno da agricultura passou a orbitar uma rede extensa e complexa de organizações públicas e privadas, formando o sistema de alimentos e fibras. Para SILVA (1992), a idéia do complexo é diferente da analise sistêmica, entende-se que, além da existência de fluxos intersetoriais significativos de compra e venda entre os diversos ramos que os compõe, o conjunto assim formado tem uma dinâmica própria. Para LAUSCHNER (1993), as tendências do CAI mundial será: - participação cada vez maior do setor montante; - queda relativa na renda dos agricultores e - o aumento continuado da importância da agroindústria a própria evolução exige novos serviços e benefícios aos bens de consumo, que são adicionados pelo agregado III; daí, muitas vezes, a importância da agricultura (agregado II) ser relativamente menor ás vistas do consumidor, mediante o valor final atribuído ao bem. A figura do agricultor moderno aparece e torna-se alma gêmea do profissional especialista dedicado integralmente às tarefas de cultivo e criação. Todavia, o sucesso e a sobrevivência no CAI depende mais das funções realizadas antes e depois da porteira do que propriamente na produção agropecuária. Por outro lado, mais de 60% de todo os alimentos produzidos pelo Brasil são oriundos da agricultura familiar, em que os produtores rurais constituem-se em um grande número de pequenos e médios produtores, com baixo nível educacional dentre os empresários dos diversos setores, administração primitiva, pouca profissionalização, baixo índice tecnológico P

5 utilizado nos processos produtivos e, na maioria das vezes, com grande dificuldade de comercialização e divulgação de seus produtos. Para PINAZZA ; ALIMANDRO (1999), o agribusiness no Séc. XXI sofrerá uma maior concentração, em relação a diversificação de serviços, marketing, tecnológica e mercadológica, tendo como alvo o consumidor final da cadeia. As fusões e alianças aumentaram o poder de barganha das organizações que fornecem insumos, máquinas e implementos agrícolas para os empresários rurais e também as grandes redes de atacado e varejo que compram, juntamente com as agroindústrias, produtos derivados das atividades rurais. No mercado, está claro que o volume de negócios elevado é importante fator de concentração de forças. Empresas que operam com elevados volumes de produto, obtêm vantagens sobre os menores, retendo maior participação de mercado e conseguem melhores negócios na compra de insumos. REIS & CARVALHO (2000:35). A união dos produtores rurais e suas respectivas produções, por intermédio de uma empresa cooperativa, permitem com que os riscos econômicos sejam diluídos e as oportunidades maximizadas, além de coibir as formas imperfeitas de mercado, principalmente o oligopólio. A cooperativa rural é de indubitável importância para o agribusiness, principalmente no contexto latino americano, que predomina a agricultura família. Dentre os vários serviços deste tipo de organização estão: o marketing, finanças, vendas e a comercialização, apresentando-se como uma espécie de integração horizontal. O marketing rural tem um caráter mais institucional no Brasil, onde a maioria dos produtores, de forma isolada, não conseguem investir no Mix de Marketing 3 e em pesquisas, estudo de mercado. Como grande parte de nossa produção de alimentos provém das pequenas e médias empresas rurais e os consumidores finais da cadeia são variados, as empresas rurais expostas à competição global podem ter dificuldades em atingir de maneira eficiente todo o mercado. Portanto o presente artigo é parte do livro do presente autor: Gestão de Marketing nas Cooperativas Rurais, publicado pela editora Scortecci em 2003, por sua vez o primeiro livro no Brasil a abordar e instigar uma importante reflexão sobre o objeto de estudo em questão 2- DESAFIOS E TENDÊNCIAS DAS COOPERATIVAS RURAIS. Toda e qualquer análise perspectiva do movimento cooperativista deve levar consigo a ótica dos princípios doutrinários, onde o foco central foi e sempre será o cooperado e a função social do empreendimento. Desse modo, também podemos aferir e talvez prognosticar, o que é a nova geração de empreendimentos cooperativos. 3 Define-se " MIX" de marketing, de acordo com SETTE (1999:30), como: " Um conjunto de instrumentos de ações para direcionar a demanda de produtos e realização do marketing." P

6 Segundo BIALOSKORSKI (2000), são vários os problemas e desafios das cooperativas no séc. XXI: - Diferentemente das associações capitalistas, em que o voto é proporcional ao capital do investidor, a cooperativa é uma sociedade de pessoas, em que cada cooperado tem direito a um único voto, isso geralmente decorre em diversos conflitos para o processo de gestão em cooperativas, em especial na relação entre cooperado e cooperativa. - Ao mesmo tempo em que os cooperados são clientes e donos da cooperativa, os conflitos internos nascem do paradoxo de que os cooperados desejam o menor preço dos insumos e ao mesmo tempo exige que a empresa pague pelo seu produto o melhor preço do mercado. - A renda do cooperado, no entender de ZYLBERSZTAJN (1994), decorre muito mais da venda de seu produto do que as eventuais "sobras" distribuídas ao final do exercício. Tal fato leva ao pouco incentivo por parte dos cooperados em monitorar as ações dos agentes administrativos (gestores). - Outro problema grave é a falta de profissionalização dos gestores, esse fato decorre principalmente da deficiência em que os gestores alocam e direcionam seus recursos a fim de alcançarem seus objetivos. Isso se deve principalmente a falta de conhecimento dos princípios filosóficos deste tipo de organização. - A estrutura gerencial das cooperativas ainda está voltada somente ao cooperado, e muitas vezes esquecem os desejos e necessidades do consumidor final da cadeia. A gestão da cooperativa deve ser mais sistêmica e acompanhar com rapidez as mudanças políticas, sociais e principalmente econômicas. - As cooperativas exploram muito pouco o instrumento de marketing na gestão. Para RODRIGUES (1998), centenas de cooperativas quebraram e outras tantas já se enquadraram à nova realidade. Mas ainda há milhares de outras se debatendo entre duas ondas: a gestão e o marketing. A cooperativa somente terá sucesso social e econômico, na ótica dos autores se tiver uma gestão capaz de gerar: agilidade, modernidade, flexibilidade, e eficiência econômica, pois não existe jeito das cooperativas funcionarem sem lucro. P

7 GEUS (1998), em sua obra : A empresa viva, evidencia que a perpetuação das empresas, em ambientes cada vez mais complexos e mutáveis, implica em reengendrar novos métodos de gerencia, para aumentar a longevidade das organizações, durante o texto, o autor, compara dois tipos de empresa: a empresa viva e a "empresa econômica, mostrando-nos que as empresas que tem como objetivo principal, somente o lucro, irão durar menos. Já as empresa que desenvolvem o espírito de equipe, aprendizagem coletiva e pensa estrategicamente, isto certamente também poderá ser aplicado nas cooperativas rurais a fim de prolongar sua existência, mesmo em ambientes dinâmicos. Para XAVIER & MEGIDO (1998), os quesitos mais importantes e que irão determinar a capacidade de modernização e profissionalização das cooperativas rurais no agribusiness brasileiro, estão mais ligadas a decisões estratégicas e políticas de mercado, do que no mero fator tecnológico da produção agropecuária. Para as cooperativas são essenciais os seguintes aspectos, no atual cenário: - desenvolver competências que lhe garantem competitividade no mercado; - viabilizar o suporte financeiro para atender o crescimento potencial do mercado e sua adaptação organizacional/estrutural aos novos tempos e - radicalizar a cultura mercadológica da cooperativa. Para os autores no futuro, bem mais do que hoje, o chamado marketing rural será fortemente, um marketing de serviços e de comunicação. Os consumidores exigem mais e cada dia que passa, procuram produtos e serviços que não só satisfaçam suas necessidades, mas sim seus desejos e sonhos, isso significa que a comunicação rural e o marketing dos novos tempos será movida pela abertura de suas frentes de público-alvo, da linguagem e canais, abrindo novos horizontes. Diante de tanta competitividade e mudanças, a cooperativa ainda se mostra como uma grande promessa de sucesso para os agricultores, que sofrem com as influencias e forças de outras organizações que integram o complexo agroindustrial SARAIVA, J.M & ANDRADE, J.G (1998), relatam que as cooperativas que pretendem se manterem conectadas num mundo global, onde os mercados são emergentes e os consumidores exigentes e mutáveis, devem incorporar a qualidade como uma filosofia de vida. Isto é o que prega a obra desses autores, pois não basta o marketing eficiente, primeiro temos que atribuir qualidade perceptível aos olhos dos consumidores, em produtos e serviços. Determinar padrões de qualidade para os produtos rurais ainda é um desafio para o sistema de produção, devido a inúmeros fatores que começam no pré-plantio e vão até a pós-colheita. A pesquisa parte do pressuposto de que qualidade no café, hoje não é mais vantagem P

8 competitiva e sim requisito para entrar no mercado externo, no entanto a baixa qualidade, de grande parte dos produtos rurais, acabam impedindo eficácia na comercialização e marketing. As tendências das cooperativas rurais no agribusiness concentrado e altamente competitivo vão estar fundamentadas em uma administração profissional, separando a propriedade do controle, maior eficiência na captação de recursos, direitos claros quanto a propriedade, buscar alianças estratégicas com outras organizações ou cooperativas e manter o perfil social de sua doutrina. 3- A GESTÃO DO MARKETING NAS COOPERATIVAS RURAIS. O marketing nos últimos anos vem mudando suas características e função. Pode-se dizer que em um agribusiness competitivo e cada vez mais influenciado por forças exógenas, o marketing passa a ser a religião dos agronegócios, instigando as empresas a aprenderem mais sobre essa técnica administrativa e ainda passar a incorporar o marketing como filosofia. Para KOTLER (1993): marketing é um processo social e gerencial pelo qual os indivíduos e grupos obtêm o que necessitam de desejam através da criação e troca de produtos e valores com outros. Todavia RIES; TROUT (1993), afirma que marketing não é uma batalha de produtos e sim, uma batalha de percepções.... É vencedora a empresa cujos produtos ou serviços são percebidos ou notados pelas pessoas. Ainda hoje há uma intensa confusão entre o termo marketing e seus instrumentos. Muitos atribuem como sinônimo de marketing, as vendas ou propagandas. Mas na verdade há uma significativa diferença entre eles. Nas vendas, preocupa-se simplesmente em troca um produto ou serviço por outro, na maioria das vezes dinheiro. Já o marketing se preocupa, em primeiro lugar, com a satisfação das necessidades das pessoas através do processo de troca, sendo o lucro conseqüência de sua aplicabilidade. Pela suas próprias características, as cooperativas sempre buscaram satisfazer as necessidades e desejos dos seus cooperados, sendo fortemente orientadas para a produção e pouco direcionada para acompanhar a dinâmica do mercado. O marketing é entendido e praticado no Brasil há quatro décadas, porém ainda não totalmente adotado, indo apenas um pouco além da prática do composto promocional. A sociedade brasileira, assim como qualquer outra do globo terrestre, respira e alimenta-se de marketing, conscientemente ou não. E por isso é necessário compreender o significado e a importância do marketing como desencadeador do processo de desenvolvimento econômico e social. (COBRA, 1997) P

9 Conforme WAACK; MACHADO (1999), a gestão de marketing das cooperativas está relegada a um plano inferior, e a atividade de marketing é na prática apenas a atividade de comercialização da produção. Dependendo da natureza do mercado em que a empresa atua tal fato pode Ter maiores implicações. Na medida em que a empresa cooperativa busca a verticalização de suas atividades, através de industrialização e distribuição de produtos ao varejo a complexidade da atividade de marketing aumenta. Para PINAZZA; ARAÚJO (1993), a aplicação das tecnologias do marketing nas cooperativas agropecuárias tem importância decisiva para o desenvolvimento e para a adição de valor no sistema agroindustrial, especialmente na criação das utilidades de tempo, lugar, forma, troca e posse. De acordo com MEGIDO e XAVIER (1993) o marketing é um instrumento valioso para responder, com eficiência e eficácia, às tendências percebidas de mudanças nos negócios agropecuários, a exemplo da ênfase maior nos produtos com elevado valor agregado, na correta e rápida avaliação dos nichos de mercado, na demanda dos consumidores por produtos mais nutritivos, mais saudáveis e com mais serviços. Segundo PINHO et al. (1997) a presença efetiva das cooperativas agropecuárias na cadeia do agribusiness brasileiro exige um foco estratégico sobre produto, mercado, distribuição e promoção. Os produtos agrícolas, mesmos os considerados como commodities, devem ser vistos além do seu aspecto físico ou puramente material. No seu desenvolvimento e comercialização, as cooperativas agropecuárias devem, agora, considerar as possibilidades de agregar valor por meio de componentes básicos, tais como qualidade, marca e embalagem. O produto agropecuário deve apresentar um nível de qualidade que corresponda às exigências do consumidor em termos de desempenho, características, confiabilidade, praticidade e durabilidade, esta última de grande importância no segmento de alimentos. A percepção de qualidade, associada a um produto, influencia, decisivamente, as decisões de compra e a fidelidade do consumidor, além de possibilitar que a cooperativa pratique preços distintos e promova a extensão da marca. A marca é a identidade do produto; é ela quem determina a imagem que as pessoas têm dele, podendo exercer influência no comportamento, nas preferências e nos hábitos de compra do consumidor. Assim, a criação de uma marca pode constituir-se em uma referência para o consumidor e transformá-la em sinônimo de qualidade para o produto. MEGIDO; XAVIER (1997) Os produtos podem receber o nome da própria cooperativa como marca nominal, que exprime, assim, uma noção clara do que se pode esperar em termos de preço, qualidade e outros benefícios. Conforme KOTLER (1997) as funções da marca são: identificar o produto ou serviço, facilitar o processo de contabilidade, fornecer uma proteção legal, garantir lealdade e lucratividade e fortalecer a imagem da empresa. P

10 Ainda pode ser vantajoso explorar nas marcas a procedência do produto, especialmente no caso de a cidade, região ou estado permitirem associações muito fortes, a exemplo de Minas Gerais com o conhecido queijo-de-minas. Assim como nesta região, muitas outras podem trazer conotações fortes com determinados produtos, materiais ou capacidades. Nos Estados Unidos, as cooperativas e associações de produtores rurais investem em marketing cerca de US$ 100 milhões anuais, tendo como propósitos, posicionar produtos, desenvolver marcas regionais, educar o consumidor em novos usos, canais de distribuição, pesquisa de mercado, e outras atividades importantes para o bom gerenciamento de marketing 3. Outro exemplo típico são as associações e cooperativas de café da Colômbia que exploram de maneira eficiente os compostos de marketing, possibilitando a sobrevivência e expansão da agricultura familiar, visto que mais de 90% do café colombiano é oriundo das pequenas empresas rurais. A embalagem reveste-se de uma importância especial, pois torna visíveis as características do produto e produz impactos significativos no preço, na funcionalidade e no destino final do produto. No parecer de NEVES (2000) tem que ter em mente a função que se deseja da embalagem para o produto, os materiais que serão usados, o formato, a cor, testes com consumidores, para ver a aprovação, com distribuidores, para também avaliar aprovação e possibilidades de manuseio e resistência. Pode-se dizer que hoje as embalagens não só são meios para armazenar e conservar as propriedades dos produtos agrícolas, mas principalmente um forte veículo de comunicação, indispensável ao posicionamento dos produtos no mercado. Em face de um mercado altamente competitivo, as cooperativas agropecuárias precisam conhecer melhor os gostos e as necessidades do consumidor, pois não adianta fazer um bom produto, se não houver comprador para este. Estar em sintonia com o consumidor permite, eventualmente, detectar novos nichos de mercado ainda não explorados, trazendo vantagem competitiva para a cooperativa. JANK & NASSAR (2000) salientam que a competitividade no agribusiness reflete na adequação de todos os recursos, dando a empresa uma capacidade de sobreviver e prosperar nos mercados correntes ou em novos mercados. Referente às ideologias apresentadas anteriormente é evidente que a conquista de mercado tem a competitividade como requisito básico. Na busca desta, a pesquisa de mercado, o apoio econômico ao cooperado na produção, as integrações e as alianças estratégicas são mecanismos eficazes na abertura de novos mercados ou garantia de manutenção daqueles já existentes. 3 Dados extraídos da obra Marketing & agribusiness, de José Luis TejonMegido e Coriolano Xavier (Atlas, 3,ed:1998) P

11 A intensidade, o número e a natureza dos canais intermediários dão origem a diferentes formas de distribuição, sendo mais empregada a distribuição intensiva, para os produtos de massa com presença em super e hipermercados, e a distribuição exclusiva, nas redes de fast food que operam por franquia. A definição dos canais de distribuição é fator primordial para a venda, pois eles são facilitadores da comercialização dos produtos. Atualmente, com a proliferação de segmentos e de alternativas de canais, as cooperativas agropecuárias precisam estar atentas à definição correta dos meios a serem utilizados, considerando-os de acordo com critérios econômicos, de controle e adaptação, bem como identificar e avaliar formas alternativas de atingir o seu mercado. Para ROSEMBLOON (1999) a variável distribuição engloba o componente de estratégias de canais e de gestão logística. A estratégia de canais é um componente bem mais amplo, uma vez que é todo o processo de estabelecer e operar uma organização contratual que é responsável por atingir os objetivos da empresa de fazer com que seus produtos cheguem até o consumidor. A promoção é desenvolvida por meio de todas as suas ferramentas propaganda, publicidade, promoção de vendas, relações públicas, merchandising, venda pessoal, ou por determinado mix, que atua de forme integrada, na viabilização adequada da comunicação da cooperativa com seus diferentes públicos. Segundo SETTE (2000), as forças de vendas de uma empresa têm um custo elevado e exigem um efetivo gerenciamento. Para isto, o empresário deve ter objetivos claros, e um planejamento bem feito nas etapas, tamanho e estrutura da força de vendas. O processo da comunicação mercadológica envolve pleno planejamento das atividades promocionais, que exige preparação anterior para a conscientização dos cooperados, e vai até a definição da melhor forma de se comunicar com o mercado. Entre outros objetivos, as cooperativas agropecuárias devem considerar o ferramental de comunicação para promover, de maneira ampla, o conhecimento de seus produtos e estimular a preferência do consumidor por estes e pelas marcas. Conforme KOTLER (1993), a comunicação é fundamental no marketing. A comunicação deve ser bem planejada, contendo o conteúdo e estrutura e uma forma forte de comunicação da mensagem. Mesmo no caso da escassez de recursos econômicos e materiais, é possível realizar, de maneira criativa, o mix de comunicação e adotar atitudes inovadoras de promoção dos produtos e marcas. Segundo WAACK; MACHADO (1999) as cooperativas devem visar essencialmente a implementação de um sistema de informação, a interligação das oportunidades de mercado com a atividade de produção, finalmente a definição de estratégias e crescimento, que darão suporte à implementação de um plano de marketing. P

12 Para PINAZZA; ARAÚJO (1993), a aplicação da tecnologia do marketing nas cooperativas agropecuárias tem importância decisiva para o desenvolvimento e para a adição de valor no sistema agroindustrial, especialmente na criação das utilidades de tempo, lugar, forma, troca e posse. De acordo com MEGIDO; XAVIER (1998) o marketing é um instrumento valioso para responder, com eficiência e eficácia às tendências percebidas de mudança nos negócios agropecuários, a exemplo da ênfase maior nos produtos com elevado valor agregado, na correta e rápida avaliação dos núcleos do mercado, na demanda dos consumidores por produtos mais nutritivos, saudáveis e com mais serviços. 4- CONSIDERAÇÕES FINAIS Mediante ao presente levantamento bibliográfico sobre o objeto de estudo em questão, podese concluir que: a) As cooperativas rurais devem passar por uma reestruturação gerencial, a fim de não só defender os interesses sociais e econômicos de seus cooperados, mas criar mercados para seus produtos agropecuários; b) o gargalo do agronegócio cooperativo está cada vez mais centrado na competência dos cooperados e colaboradores e na eficiência e eficácia da gestão de marketing rural; c) com o advento da globalização e a complexidade, cada vez maior, da cadeia agrícola, o cooperativismo vem se mostrando como uma das poucas saídas para a agricultura familiar se desenvolver e permanecer, face à agricultura de precisão e d) o cooperativismo rural não só contribuirá para assegurar a sobrevivência e crescimento das pequenas e médias empresas rurais, mas garantir um agronegócio mais sustentável, priorizando um modelo de produção rural socialmente justo, economicamente viável aos cooperados e ecologicamente correto. Bibliografia ALIMANDRO, Regis & PINAZZA, L.A. Reestruturação no agribusiness brasileiro. Rio de Janeiro, ANDRADE, M.M. Introdução à metodologia do trabalho científico. São Paulo, ALENCAR, Edgar. Complexos Agroindustriais. Lavras: UFLA/FAEPE, ANDRADE, J.G. Introdução à administração rural. Lavras: UFLA/FAEPE, BATALHA, M.O & SILVA, A.L. Marketing e agribusiness: um enfoque estratégico. Revista de Administração de Empresas. São Paulo, v.35. n.5.p.30-39, P

13 BIALOSKORSKI NETO, S. Economia e Gestão dos negócios agroalimentares: Agribusiness Cooperativo. São Paulo: Pioneira, Cooperativismo: Economia, crescimento e estrutura de capital. Piracicaba, Tese de Doutorado Gestão do agribusiness cooperativo. Gestão Agroindustrial, vol.1, Atlas. São Paulo, Governança e perspectivas do Cooperativismo.Revista Preço agrícola. São Paulo, abril de 1999, p COBRA, M. Estratégias de marketing de serviços. São Paulo: COBRA editora & marketing, COBRA, M. Administração de Marketing. São Paulo: Atlas, COBRA, M. Administração de marketing. 2 edição. São Paulo: Atlas, COBRA, M. Marketing básico: Uma perspectiva brasileira. 4 edição. São Paulo: Atlas, GEUS, Arie. A empresa viva. Rio de Janeiro: Campus, GUARNIERI, Osny. Propaganda no agribusiness. Taubaté: Santuário, JANK, M. S. e NASSAR, A. M. Agribusiness e cooperativa no Mercosul. Perspectiva Econômica: vol. 30, nº 91, KOTLER, P. Administração de marketing. São Paulo: Atlas,1994. KOTLER, P. & ARMSTRONG,G. Introdução ao marketing. Rio de Janeiro: JC, 4 ed., LAUSCHNER, R. Agribusiness, cooperativa e produtor rural. Vale do Rio dos Sinos-RS: Usininos, MACHADO FILHO, C.A.; SPERS, E.E.; CHADDAD,F.R; NEVES,M.F. Agribusiness Europeu: Editora Pioneira, São Paulo, MEDEIROS, N.H. A competição shumpeteriana e a organização cooperativa: O CASO COCAMAR. São Paulo. FEA/USP, 1995.(Tese de Doutorado) MEGIDO, J.L. & XAVIER, C. Marketing & agribusiness. São Paulo: Atlas, MEGIDO, J.L. Marca Brasil: para virar o jogo, o café brasileiro precisa de algo mais forte do que os hábitos de conumo. Revista Agroanalysis-FGV, novembro de 1999, p NEVES, M.F. Marketing no agribusiness. Economia e gestão dos negócios agroalimentares. São Paulo: Pioneira, NEVES, M.F; CHADDAD, F.R & LAZZARINI, S.G. Alimentos: novos tempos e conceitos na gestão de negócios. São Paulo: Pioneira, NETO, S. B. Cooperativismo: direitos de propriedade e eficiência econômica, a nova geração de cooperativas no Canadá. In: AGUIAR, D. R. D. & PINHO, J. B. (orgs.), O Agronegócio Brasileiro: desafios e perspectivas, PINAZZA, L.A. & ARAÚJO, N. B. Agricultura na Virada do Século XX: visão de agribusiness. São Paulo: Globo, P

14 .Gestão do agribusiness cooperativo. In: Gestão Agroindustrial, São Paulo, vol.1, Atlas PINAZZA, L.A. ALIMANDRO, R. Os princípios do cooperativismo constituem uma metaideologia ajustável e diferentes regimes socioeconômicos.revista Agroanalysis/FGV, fev. de 2001;p PINHO, J. B., LEITE, S. S. E RODRIGUES, S. C. Marketing em cooperativas agropecuárias: oportunidades e desafios no agribusiness. Economia Rural. Viçosa: DER UFV. Nº 4, Out/ Dez REIS, A.J. & CARVALHO, F.A. Comercialização agrícola no contexto agroindustrial. Lavras: UFLA/FAEPE, RODRIGUES,R. A Segunda onda, Available In:<http://www.abag.com.br >.Acess in: sep Aliança cooperativa internacional: Declaração sobre a identidade cooperativa, O papel do marketing no desenvolvimento das cooperativas brasileiras. Revista ESPM, vol. 5, n ROSEMBLOON, B. Marketing Channels. 6.ed., The Dryden Press, 688p.,1999. SANTOS, C.E. Agricultura familiar, marketing e inserção nos mercados: o sonho possível? Lavras: UFLA, Dissertação de Mestrado, SARAIVA, J.M & ANDRADE, J.G. gestão da qualidade. Lavras:UFLA/FAEPE, SCHIFFMAN, L.G & KANUK, L.L. Comportamento do consumidor. Rio de Janeiro JC. 6 ed, SEMENIK, R.J & BAMOSSY, G.J. Princípios de marketing: uma perspectiva global. São Paulo: Makron Books, SETTE, R.S. Estratégia empresarial. Lavras: UFLA/FAEPE, Marketing. Lavras: UFLA/FAEPE, Marketing para jovens consumidores de café: estratégias para o mercado brasileiro. São Paulo: EAESP/FGV, Tese de Doutorado. SHELMAN, M.L. The Agribusiness System Approach: Cases and Concepts. Proceedings of the International Agribusiness management Association Inaugural Symposium. Boston, pp , SILVA, T. N. Participação dos cooperados na gestão de cooperativas de produção: uma análise da separação entre propriedade e controle. Perspectiva Econômica: vol. 29, nº86, SILVA, J.G. Fim do agribuiness ou emergência da biotecnologia?. Economia e Sociedade, UNICAMP, Campinas, n.1,p , agosto de WAACK, R.S. & MACHADO, C.P. Administração estratégica em cooperativas agroindustriais. II Workshop Brasileiro de Gestão agroalimentar: PENSA/USP, P

15 WEYDMANN, C. L. Agribusiness; há lugar para as cooperativas? Economia Rural. Viçosa: DER-UFV. N.3, Jul./Set ZYLBERSTAJN, Decio & NEVES, M.F. Economia & gestão dos negócios agroalimentares. São Paulo: Pioneira, ZYLBERSZTAJN, Decio. Organização de cooperativas: desafios e tendências. Revista de Administração, São Paulo, vol.29, nº3, pp.23-32, jul./set P

MARKETING. Marketing # Vendas MARKETING. Vendas. Marketing 26/02/2013 MARKETING ESTRATÉGICO MARKETING OPERACIONAL.

MARKETING. Marketing # Vendas MARKETING. Vendas. Marketing 26/02/2013 MARKETING ESTRATÉGICO MARKETING OPERACIONAL. Material Didático Disciplina: Comercialização Agroindustrial # Vendas Prof. responsável: José Matheus Yalenti Perosa Vendas Objeto Produtos Necessidade dos consumidores Atividade humana ou processo social,

Leia mais

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO TAREFAS ESTRUTURA PESSOAS AMBIENTE TECNOLOGIA ÊNFASE NAS TAREFAS Novos mercados e novos conhecimentos ÊNFASE

Leia mais

PLANO DE CURSO CURSO: CURSO SUPERIOR DE

PLANO DE CURSO CURSO: CURSO SUPERIOR DE CURSO: CURSO SUPERIOR DE PERÍODO: 3º TECNOLOGIA EM AGRONEGÓCIO DISCIPLINA: Marketing no Agronegócio PROFESSOR: Josele França e Braga SEMESTRE: 1 ANO: 2014 CRÉDITOS: 04 h/a C/H: 80 h/a semestral EMENTA

Leia mais

Revisando... Segmentos antes da porteira: Insumos agropecuários Serviços agropecuários

Revisando... Segmentos antes da porteira: Insumos agropecuários Serviços agropecuários Revisando... Segmentos antes da porteira: Insumos agropecuários Serviços agropecuários Segmentos dentro da porteira: Produção agrícola Produção pecuária Segmentos depois da porteira: Agroindústria Canais

Leia mais

Marketing Estratégico no Agronegócio Brasileiro

Marketing Estratégico no Agronegócio Brasileiro Marketing Estratégico no Agronegócio Brasileiro Prof. Adriano Alves Fernandes DCAB - Departamento de Ciências Agrárias e Biológicas CEUNES - Universidade Federal do Espírito Santo 1- Introdução Uma grande

Leia mais

Planejamento e Gestão Estratégica de Empreendimentos Rurais

Planejamento e Gestão Estratégica de Empreendimentos Rurais Planejamento e Gestão Estratégica de Empreendimentos Rurais A Importância do Entendimento na elaboração das diretrizes Estratégicas do Negócio Autores Frederico Fonseca Lopes (fflopes@markestrat.org):

Leia mais

Introdução aos Agronegócios Seminário Temático I. Profª Caroline P. Spanhol

Introdução aos Agronegócios Seminário Temático I. Profª Caroline P. Spanhol Introdução aos Agronegócios Seminário Temático I Profª Caroline P. Spanhol A Origem do conceito Cada dia mais, as propriedades rurais... Perdem sua auto-suficiência Passam a depender mais de insumos e

Leia mais

OS NEGÓCIOS LUCRO = VOLUME PRODUZIDO X PREÇO - CUSTO

OS NEGÓCIOS LUCRO = VOLUME PRODUZIDO X PREÇO - CUSTO OS NEGÓCIOS Odilio Sepulcri* INTRODUÇÃO A sobrevivência dos negócios, dentre outros fatores, se dará pela sua capacidade de gerar lucro. O lucro, para um determinado produto, independente da forma como

Leia mais

Empreendedorismo e Competência do Gestor no Agronegócio. Prof. Dr. Osmar Manoel Nunes

Empreendedorismo e Competência do Gestor no Agronegócio. Prof. Dr. Osmar Manoel Nunes Empreendedorismo e Competência do Gestor no Agronegócio. Prof. Dr. Osmar Manoel Nunes 1 Conceito de Agronegócio As propriedades rurais tradicionais eram muito diversificadas, com várias culturas e criações

Leia mais

A Sustentabilidade nos Sistemas Associativistas de Produção

A Sustentabilidade nos Sistemas Associativistas de Produção IV SIMPÓSIO BRASILEIRO DE AGROPECUÁRIA SUSTENTÁVEL IV SIMBRAS I CONGRESSO INTERNACIONAL DE AGROPECUÁRIA SUSTENTÁVEL A Sustentabilidade nos Sistemas Associativistas de Produção Prof. José Horta Valadares,

Leia mais

Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro.

Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro. PLANO DE MARKETING Andréa Monticelli Um dos objetivos deste tema é orientar as ações sistemáticas na busca satisfazer o consumidor estimulando a demanda e viabilizando o lucro. 1. CONCEITO Marketing é

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Evolução de Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução

Leia mais

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr.

Gestão do Conhecimento A Chave para o Sucesso Empresarial. José Renato Sátiro Santiago Jr. A Chave para o Sucesso Empresarial José Renato Sátiro Santiago Jr. Capítulo 1 O Novo Cenário Corporativo O cenário organizacional, sem dúvida alguma, sofreu muitas alterações nos últimos anos. Estas mudanças

Leia mais

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016

EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 EMENTAS - MATRIZ CURRICULAR - 2016 901491 - EVOLUÇÃO DO PENSAMENTO ADMINISTRATIVO I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação; a evolução da teoria organizacional

Leia mais

negócios agroindustriais

negócios agroindustriais graduação administração linha de formação específica negócios agroindustriais Características gerais A Linha de Formação Específica de Negócios Agroindustriais da Univates visa ao desenvolvimento de competências

Leia mais

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO

2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO 1 2.1. COMPETINDO COM TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO Fundamentos da Vantagem Estratégica ou competitiva Os sistemas de informação devem ser vistos como algo mais do que um conjunto de tecnologias que apoiam

Leia mais

Agronegócios: conceitos e dimensões. Prof. Paulo Medeiros

Agronegócios: conceitos e dimensões. Prof. Paulo Medeiros Agronegócios: conceitos e dimensões Prof. Paulo Medeiros Agricultura e Agronegócios Durante milhares de anos, as atividades agropecuárias sobreviveram de forma muito extrativista, retirando o que natureza

Leia mais

GESTÃO ESTRATÉGICA DE MARKETING

GESTÃO ESTRATÉGICA DE MARKETING GESTÃO ESTRATÉGICA DE MARKETING PÓS-GRADUAÇÃO / FIB-2009 Prof. Paulo Neto O QUE É MARKETING? Marketing: palavra em inglês derivada de market que significa: mercado. Entende-se que a empresa que pratica

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE ADMINISTRAÇÃO Nome da disciplina Evolução do Pensamento Administrativo I Estudo da administração, suas áreas e funções, o trabalho do administrador e sua atuação;

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO ANEXO I. PROJETO DE CURTA DURAÇÃO 1. IDENTIFICAÇÃO 1.1 Título do

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM MARKETING PROJETO INTEGRADOR PROJETO INTEGRADOR 1. INTRODUÇÃO Conforme as diretrizes do Projeto Pedagógico dos Cursos Superiores de Tecnologia da Faculdade Unida de Suzano

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2014. Ensino Técnico Etec Dr. José Luiz Viana Coutinho Plano de Trabalho Docente 2014 Ensino Técnico Etec ETEC Dr. José Luiz Viana Coutinho Município: Jales Município: Jales Eixo Tecnológico: Recursos Naturais Componente Curricular:

Leia mais

Princípios e Conceitos de Marketing. Prof. Felipe A. Pires

Princípios e Conceitos de Marketing. Prof. Felipe A. Pires Princípios e Conceitos de Marketing Prof. Felipe A. Pires O que é Marketing? É a execução de um conjunto de atividades comerciais, tendo como objetivo final a troca de produtos ou serviços entre produtores

Leia mais

Curso de Administração Informações da Disciplina: Administração da Produção I

Curso de Administração Informações da Disciplina: Administração da Produção I Administração da Produção I Apresentar aos alunos do curso de Administração de Empresas os fundamentos da Administração da Produção e Operações, fornecendo-lhes uma visão geral do conteúdo desta disciplina,

Leia mais

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Adm.Walter Lerner 1.Gestão,Competência e Liderança 1.1.Competências de Gestão Competências Humanas e Empresariais são Essenciais Todas as pessoas estão, indistintamente,

Leia mais

Entenda o IC AGRO. Sobre o Índice de Confiança do Agronegócio (IC Agro)

Entenda o IC AGRO. Sobre o Índice de Confiança do Agronegócio (IC Agro) Metodologia Entenda o IC AGRO O Índice de Confiança do Agronegócio (IC Agro) apresenta informações sobre a percepção econômica do Brasil e do agronegócio por produtores agropecuários, cooperativas e indústrias

Leia mais

Situação mercadológica hoje: Era de concorrência e competição dentro de ambiente globalizado.

Situação mercadológica hoje: Era de concorrência e competição dentro de ambiente globalizado. TECNICAS E TECNOLOGIAS DE APOIO CRM Situação mercadológica hoje: Era de concorrência e competição dentro de ambiente globalizado. Empresas já não podem confiar em mercados já conquistados. Fusões e aquisições

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO Nº 39-CEPE/UNICENTRO, DE 13 DE DEZEMBRO DE 2013. Aprova o Curso de Especialização em MBA em Cooperativismo e Desenvolvimento de Agronegócios, modalidade regular, a ser ministrado no Campus Santa

Leia mais

MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA

MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA MARKETING E VENDAS NA FARMÁCIA Há muito se discute que o mercado de farmácias é ambiente competitivo e que a atividade vem exigindo profissionalismo para a administração de seus processos, recursos e pessoal.

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade IV DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade IV DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade IV DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Trade Marketing é confundido por algumas empresas como um conjunto de ferramentas voltadas para a promoção e a comunicação dos produtos. O

Leia mais

MERCADOLOGIA 2º ANO DE ADMINISTRAÇÃO FARN 2009.1. sc. Prof. Franklin Marcolino de Souza, M.sc. Slide 01

MERCADOLOGIA 2º ANO DE ADMINISTRAÇÃO FARN 2009.1. sc. Prof. Franklin Marcolino de Souza, M.sc. Slide 01 MERCADOLOGIA 2º ANO DE ADMINISTRAÇÃO FARN 2009.1 Prof. Franklin Marcolino de Souza, M.sc sc. Slide 01 O QUE O MARKETING NÃO É? MARKETING NÃO É PROPAGANDA. MARKETING NÃO É VENDAS. MARKETING NÃO É MERAMENTE

Leia mais

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO

PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO PRESSUPOSTOS BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO NO ALENTEJO ÍNDICE 11. PRESSUPOSTO BASE PARA UMA ESTRATÉGIA DE INOVAÇÃO 25 NO ALENTEJO pág. 11.1. Um sistema regional de inovação orientado para a competitividade

Leia mais

IDÉIAS EM CONSTRUÇÃO DOCUMENTOS PARA ESTUDO 03-03

IDÉIAS EM CONSTRUÇÃO DOCUMENTOS PARA ESTUDO 03-03 1 IDÉIAS EM CONSTRUÇÃO DOCUMENTOS PARA ESTUDO 03-03 O PAPEL DO FUNDO ROTATIVO NA FORMAÇÃO DE UMA NOVA CULTURA DE CRÉDITO Introdução Obedecendo a mesma dinâmica dos dois números anteriores, esse texto trata

Leia mais

Plano de Direcionamento. Conhecimento de Mercado

Plano de Direcionamento. Conhecimento de Mercado Plano de Direcionamento Conhecimento de Mercado Conhecimento de Mercado É necessário conhecer o mercado para que sejam desenvolvidos produtos que atendam as necessidades e expectativas dos clientes. Segmentação

Leia mais

COOPERATIVISMO - ORGANIZAÇÃO SOCIAL COMO BASE DO DESNVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA AGRICULTURA FAMILIAR Osvaldir Dalbello e Diane Franz EPAGRI, Paraná.

COOPERATIVISMO - ORGANIZAÇÃO SOCIAL COMO BASE DO DESNVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA AGRICULTURA FAMILIAR Osvaldir Dalbello e Diane Franz EPAGRI, Paraná. COOPERATIVISMO - ORGANIZAÇÃO SOCIAL COMO BASE DO DESNVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL DA AGRICULTURA FAMILIAR Osvaldir Dalbello e Diane Franz EPAGRI, Paraná. 1.Introdução A cooperação sempre existiu na história

Leia mais

As Vendas e Prestações de Serviços

As Vendas e Prestações de Serviços Disciplina: Técnicas de Secretariado Ano lectivo: 2009/2010 Prof: Adelina Silva As Vendas e Prestações de Serviços Trabalho Realizado por: Susana Carneiro 12ºS Nº18 Marketing Marketing é a parte do processo

Leia mais

ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO.

ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO. 1 ESTRATÉGIAS MERCADOLÓGICAS UTILIZADAS PELAS OPERADORAS, TIM, CLARO E VIVO. Juliana da Silva RIBEIRO 1 RESUMO: O presente trabalho enfoca as estratégias das operadoras de telefonia móvel TIM,VIVO e CLARO

Leia mais

PGPM A. EGF B. AGF C. CONTRATO DE OPÇÃO SOV COV. Aquisições via Preços Mínimos. Via Leilões

PGPM A. EGF B. AGF C. CONTRATO DE OPÇÃO SOV COV. Aquisições via Preços Mínimos. Via Leilões PGPM A. EGF SOV COV B. AGF C. CONTRATO DE OPÇÃO Aquisições via Preços Mínimos Via Leilões Estados e Municípios Leite Compra Local Compra Direta Compra Especial Formação de Estoque Doação Simultânea EMPODER

Leia mais

Empreendedorismo e comportamento empreendedor: como transformar gestores em profissionais empreendedores

Empreendedorismo e comportamento empreendedor: como transformar gestores em profissionais empreendedores Empreendedorismo e comportamento empreendedor: como transformar gestores em profissionais empreendedores Ana Maria Bueno (CEFETPR/PG) ana@pg.cefetpr.br Dr ª. Magda L.G. Leite (CEFETPR/PG) magda@pg.cefetpr.br

Leia mais

E - Simulado 02 Questões de Tecnologia em Marketing

E - Simulado 02 Questões de Tecnologia em Marketing E - Simulado 02 Questões de Tecnologia em Marketing Questão 01: (ENADE 2009): Um fabricante de sapatos pode usar a mesma marca em duas ou mais linhas de produtos com o objetivo de reduzir os custos de

Leia mais

Curso de Administração Informações da Disciplina: Administração Financeira I

Curso de Administração Informações da Disciplina: Administração Financeira I Administração Financeira I Timóteo Ramos Queiróz Conhecer, identificar e saber realizar as funções do administrador que dizem respeito às decisões financeiras de curto e às formas de mensuração da criação

Leia mais

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros

Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos. Prof. Paulo Medeiros Vantagens competitivas e estratégicas no uso de operadores logísticos Prof. Paulo Medeiros Introdução nos EUA surgiram 100 novos operadores logísticos entre 1990 e 1995. O mercado para estas empresas que

Leia mais

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E

Prof. Marcelo Mello. Unidade III DISTRIBUIÇÃO E Prof. Marcelo Mello Unidade III DISTRIBUIÇÃO E TRADE MARKETING Canais de distribuição Canal vertical: Antigamente, os canais de distribuição eram estruturas mercadológicas verticais, em que a responsabilidade

Leia mais

Atitude Empreendedora: Uma competência estratégica ao profissional de treinamento e desenvolvimento.

Atitude Empreendedora: Uma competência estratégica ao profissional de treinamento e desenvolvimento. Atitude Empreendedora: Uma competência estratégica ao profissional de treinamento e desenvolvimento. Por PAULA FRANCO Diante de um cenário empresarial extremamente acirrado, possuir a competência atitude

Leia mais

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO

O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO O PLANEJAMENTO DE COMUNICAÇÃO COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Josiane Corrêa 1 Resumo O mundo dos negócios apresenta-se intensamente competitivo e acirrado. Em diversos setores da economia, observa-se a forte

Leia mais

AS DECISÕES REFERENTES AOS CANAIS DE MARKETING ESTÃO ENTRE AS MAIS CRÍTICAS COM QUE AS GERÊNCIAS PRECISAM LIDAR

AS DECISÕES REFERENTES AOS CANAIS DE MARKETING ESTÃO ENTRE AS MAIS CRÍTICAS COM QUE AS GERÊNCIAS PRECISAM LIDAR KOTLER, 2006 AS DECISÕES REFERENTES AOS CANAIS DE MARKETING ESTÃO ENTRE AS MAIS CRÍTICAS COM QUE AS GERÊNCIAS PRECISAM LIDAR. OS CANAIS AFETAM TODAS AS OUTRAS DECISÕES DE MARKETING Desenhando a estratégia

Leia mais

Plano de Marketing e Vendas e a Análise Estratégica do Negócio Fabiano Marques

Plano de Marketing e Vendas e a Análise Estratégica do Negócio Fabiano Marques Plano de Marketing e Vendas e a Análise Estratégica do Negócio Fabiano Marques Nada é mais perigoso do que uma idéia, quando ela é a única que temos. (Alain Emile Chartier) Neste módulo, faremos, a partir

Leia mais

A Importância do CRM nas Grandes Organizações Brasileiras

A Importância do CRM nas Grandes Organizações Brasileiras A Importância do CRM nas Grandes Organizações Brasileiras Por Marcelo Bandeira Leite Santos 13/07/2009 Resumo: Este artigo tem como tema o Customer Relationship Management (CRM) e sua importância como

Leia mais

Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos

Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos Rede de Produção de Plantas Medicinais, Aromáticas e Fitoterápicos Atores envolvidos Movimentos Sociais Agricultura Familiar Governos Universidades Comunidade Científica em Geral Parceiros Internacionais,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS DOM PEDRITO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM AGRONEGÓCIO

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS DOM PEDRITO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM AGRONEGÓCIO UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS DOM PEDRITO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM AGRONEGÓCIO DISCIPLINA: Administração Financeira PROFESSOR: Nelson de Mello AULA 1 12/08/2015 Administração Financeira Prof.

Leia mais

PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO. O IFFarroupilha, em seus cursos, prioriza a formação de profissionais que:

PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO. O IFFarroupilha, em seus cursos, prioriza a formação de profissionais que: PERFIL PROFISSIONAL DO EGRESSO O IFFarroupilha, em seus cursos, prioriza a formação de profissionais que: Tenham competência técnica e tecnológica em sua área de atuação; Sejam capazes de se inserir no

Leia mais

Feira Internacional de tecnologia e negócios. 05 a 09 de março de 2012 Não-Me-Toque/RS

Feira Internacional de tecnologia e negócios. 05 a 09 de março de 2012 Não-Me-Toque/RS EXPODIRETO 2012 Feira Internacional de tecnologia e negócios 05 a 09 de março de 2012 Não-Me-Toque/RS EXPODIRETO 2012 Feira Internacional de tecnologia e negócios Você é nosso convidado para participar

Leia mais

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues.

Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Lider coach: Uma nova abordagem para a gestão de pessoas. Orlando Rodrigues. Ao longo da historia da Administração, desde seus primórdios, a partir dos trabalhos de Taylor e Fayol, muito se pensou em termos

Leia mais

ESTUDO DA IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA O COMÉRCIO VAREJISTA LUCIMEIRI CEZAR ANDRÉ

ESTUDO DA IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA O COMÉRCIO VAREJISTA LUCIMEIRI CEZAR ANDRÉ ESTUDO DA IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PARA O COMÉRCIO VAREJISTA LUCIMEIRI CEZAR ANDRÉ Acadêmica de Administração Geral na Faculdade Metropolitana de Maringá /PR - 2005 RESUMO: A atividade comercial

Leia mais

Empreendedorismo social Missão social Concebe a riqueza como meio para alcançar determinado fim.

Empreendedorismo social Missão social Concebe a riqueza como meio para alcançar determinado fim. Empreendedorismo privado geração de riquezas Empreendedorismo social Missão social Concebe a riqueza como meio para alcançar determinado fim. 1 Modelo de gestão com mais de 80 anos, originalmente relacionado

Leia mais

Estratégias em Tecnologia da Informação. Variáveis Ambientais e Diagnóstico Estratégico (Análise SWOT)

Estratégias em Tecnologia da Informação. Variáveis Ambientais e Diagnóstico Estratégico (Análise SWOT) Estratégias em Tecnologia da Informação Capítulo 5 Variáveis Ambientais e Diagnóstico Estratégico (Análise SWOT) Material de apoio 2 Esclarecimentos Esse material é de apoio para as aulas da disciplina

Leia mais

Prof: Carlos Alberto

Prof: Carlos Alberto AULA 1 Marketing Prof: Carlos Alberto Bacharel em Administração Bacharel em Comunicação Social Jornalismo Tecnólogo em Gestão Financeira MBA em Gestão de Negócios Mestrado em Administração de Empresas

Leia mais

Estratégia de negócio, segmentação e posicionamento Prof. Dr. Raul Amaral

Estratégia de negócio, segmentação e posicionamento Prof. Dr. Raul Amaral Estratégia de negócio, segmentação e posicionamento Prof. Dr. Raul Amaral Estratégia de negócio, estratégias de segmentação e posicionamento. Análise do potencial de demanda. Definição da missão. liderança.

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE A MOTIVAÇÃO E A ROTATIVIDADE DE FUNCIONÁRIOS EM UMA EMPRESA

A RELAÇÃO ENTRE A MOTIVAÇÃO E A ROTATIVIDADE DE FUNCIONÁRIOS EM UMA EMPRESA A RELAÇÃO ENTRE A MOTIVAÇÃO E A ROTATIVIDADE DE FUNCIONÁRIOS EM UMA EMPRESA Elaine Schweitzer Graduanda do Curso de Hotelaria Faculdades Integradas ASSESC RESUMO Em tempos de globalização, a troca de informações

Leia mais

B3-88 Análise do grupo de compras coletivas de alimentos ecológicos em Laranjeiras do Sul, Paraná através de modelagem de processos de entrega.

B3-88 Análise do grupo de compras coletivas de alimentos ecológicos em Laranjeiras do Sul, Paraná através de modelagem de processos de entrega. B3-88 Análise do grupo de compras coletivas de alimentos ecológicos em Laranjeiras do Sul, Paraná através de modelagem de processos de entrega. Novakoski, Rodrigo 1 ; Silva, Aline Pereira 2 ; Schreiner,

Leia mais

Canais de marketing. Trade Marketing. Trade Marketing. Trade marketing é uma ferramenta que atua diretamente em três níveis:

Canais de marketing. Trade Marketing. Trade Marketing. Trade marketing é uma ferramenta que atua diretamente em três níveis: Canais de marketing Prof. Ricardo Basílio ricardobmv@gmail.com Trade Marketing Trade Marketing Trade marketing é uma ferramenta que atua diretamente em três níveis: Distribuidores; Clientes; Ponto de venda.

Leia mais

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação

Módulo 15 Resumo. Módulo I Cultura da Informação Módulo 15 Resumo Neste módulo vamos dar uma explanação geral sobre os pontos que foram trabalhados ao longo desta disciplina. Os pontos abordados nesta disciplina foram: Fundamentos teóricos de sistemas

Leia mais

Logística e a Gestão da Cadeia de Suprimentos. "Uma arma verdadeiramente competitiva"

Logística e a Gestão da Cadeia de Suprimentos. Uma arma verdadeiramente competitiva Logística e a Gestão da Cadeia de Suprimentos "Uma arma verdadeiramente competitiva" Pequeno Histórico No período do pós-guerra até a década de 70, num mercado em franca expansão, as empresas se voltaram

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO

PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO PLANEJAMENTO E ESTRATÉGIAS 1. O CENÁRIO DO SETOR AGROPECUÁRIO BRASILEIRO A economia brasileira tem passado por rápidas transformações nos últimos anos. Neste contexto ganham espaço novas concepções, ações

Leia mais

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1

Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva. Resposta do Exercício 1 Respostas da Lista de Exercícios do Módulo 2: Vantagem Competitiva 1 Resposta do Exercício 1 Uma organização usa algumas ações para fazer frente às forças competitivas existentes no mercado, empregando

Leia mais

ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE AS INTERFACES DO MARKETING E ENGENHARIA DE PRODUÇÃO

ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE AS INTERFACES DO MARKETING E ENGENHARIA DE PRODUÇÃO ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE AS INTERFACES DO MARKETING E ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Carolina K. Souza Universidade Federal de Santa Catarina - UFSC Departamento de Engenharia de Produção, Campus universitário

Leia mais

SUPERE A CRISE E FORTALEÇA SEU NEGÓCIO.

SUPERE A CRISE E FORTALEÇA SEU NEGÓCIO. Workshop para empreendedores e empresários do Paranoá DF. SUPERE A CRISE E FORTALEÇA SEU NEGÓCIO. Dias 06 e 13 de Dezembro Hotel Bela Vista Paranoá Das 08:00 às 18:00 horas Finanças: Aprenda a controlar

Leia mais

A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL

A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL A INFLUÊNCIA DA COMUNICAÇÃO NO DESENVOLVIMENTO DE AÇÕES DE RESPONSABILIDADE SOCIAL NO BRASIL Introdução A partir da década de 90 as transformações ocorridas nos aspectos: econômico, político, social, cultural,

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT

DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT Artigo para a Revista Global Fevereiro de 2007 DIFERENTES INTERPRETAÇÕES DO CONCEITO DE SUPPLY CHAIN MANAGEMENT O conceito de Supply Chain Management (SCM), denominado Administração da Cadeia de Abastecimento

Leia mais

RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO

RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO RETORNO EM EDUCAÇÃO CORPORATIVA DEVE SER MENSURADO Apesar de as empresas brasileiras estarem despertando para o valor das ações de educação corporativa em prol dos seus negócios, muitos gestores ainda

Leia mais

Módulo 5. Composto de Marketing (Marketing Mix)

Módulo 5. Composto de Marketing (Marketing Mix) Módulo 5. Composto de Marketing (Marketing Mix) Dentro do processo de administração de marketing foi enfatizado como os profissionais dessa área identificam e definem os mercados alvo e planejam as estratégias

Leia mais

GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO. Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br

GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO. Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br Guia de Estudo Vamos utilizar para a nossa disciplina de Modelagem de Processos com BPM o guia

Leia mais

Resenha. Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.)

Resenha. Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.) Resenha Inovação: repensando as organizações (BAUTZER, Daise. São Paulo: Atlas, 2009.) Patrícia Morais da Silva 1 Superar as expectativas do mercado atendendo de forma satisfatória as demandas dos clientes

Leia mais

Capítulo 2. Logística e Cadeia de Suprimentos

Capítulo 2. Logística e Cadeia de Suprimentos Capítulo 2 Logística e Cadeia de Suprimentos Prof. Glauber Santos glauber@justocantins.com.br 1 Capítulo 2 - Logística e Cadeia de Suprimentos Papel primordial da Logística na organização Gestão da Produção

Leia mais

Estratégia Competitiva 16/08/2015. Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor

Estratégia Competitiva 16/08/2015. Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor Módulo II Cadeia de Valor e a Logistica Danillo Tourinho S. da Silva, M.Sc. CADEIA DE VALOR E A LOGISTICA A Logistica para as Empresas Cadeia de Valor Estratégia Competitiva é o conjunto de planos, políticas,

Leia mais

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Uma evolução nos sistemas de controle gerencial e de planejamento estratégico Francisco Galiza Roteiro Básico 1 SUMÁRIO:

Leia mais

Planejar Soluções em TI e Serviços para Agronegócio. Software de Gestão Rural ADM Rural 4G

Planejar Soluções em TI e Serviços para Agronegócio. Software de Gestão Rural ADM Rural 4G Planejar Soluções em TI e Serviços para Agronegócio Software de Gestão Rural ADM Rural 4G 2011 ADM Rural 4G Agenda de Apresentação E Empresa Planejar O Software ADM Rural 4G Diferenciais Benefícios em

Leia mais

15 anos entregando soluções empresariais que constroem resultados.

15 anos entregando soluções empresariais que constroem resultados. 15 anos entregando soluções empresariais que constroem resultados. Agronegócio brasileiro. Aqui vive um país inteiro! CONSULTORIA EM USINAS SUCROALCOOLEIRAS APORTE - Análise de Potencial de mercado com

Leia mais

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS - FAN CEUNSP SALTO /SP CURSO DE TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL TRABALHO INTERDISCIPLINAR

FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO E NEGÓCIOS - FAN CEUNSP SALTO /SP CURSO DE TECNOLOGIA EM GESTÃO COMERCIAL TRABALHO INTERDISCIPLINAR APRESENTAÇÃO DO TI O Trabalho Interdisciplinar é um projeto desenvolvido ao longo dos dois primeiros bimestres do curso. Os alunos tem a oportunidade de visualizar a unidade da estrutura curricular do

Leia mais

A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO COMO ESTRATÉGIA DE COMPETITIVIDADE: UM ESTUDO DE CASO

A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO COMO ESTRATÉGIA DE COMPETITIVIDADE: UM ESTUDO DE CASO A TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO COMO ESTRATÉGIA DE COMPETITIVIDADE: UM ESTUDO DE CASO MARCELO MÁRCIO ROMANIELLO 1 ; JUSSARA MARIA SILVA 2 ; ANTÔNIO CARLOS DOS SANTOS 3 RESUMO: O presente estudo analisou a tecnologia

Leia mais

Promover o desenvolvimento rural sustentável no Estado de São Paulo, ampliando as oportunidades de emprego e renda, a inclusão social, a preservação

Promover o desenvolvimento rural sustentável no Estado de São Paulo, ampliando as oportunidades de emprego e renda, a inclusão social, a preservação GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SECRETARIA DE AGRICULTURA E ABASTECIMENTO SECRETARIA DO MEIO AMBIENTE Projeto de Desenvolvimento Rural Sustentável MicrobaciasII OBJETIVO GERAL Promover o desenvolvimento

Leia mais

MBA em Design Estratégico

MBA em Design Estratégico MBA em Design Estratégico Público - alvo Indicado para profissionais com formação em Design, Arquitetura, Moda ou gestores e empreendedores que estejam buscando novas formas de gestão orientadas para a

Leia mais

TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO

TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO TÍTULO: O CRM NA FIDELIZAÇÃO DE CLIENTES EM UMA EMPRESA DE MATERIAL PARA CONSTRUÇÃO CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS SUBÁREA: ADMINISTRAÇÃO INSTITUIÇÃO: FACULDADE DE AURIFLAMA AUTOR(ES):

Leia mais

INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE. Palestra para o Conselho Regional de Administração

INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE. Palestra para o Conselho Regional de Administração INSTRUMENTOS DE DESENVOLVIMENTO DAS MPEs OFERTADOS PELO SEBRAE Palestra para o Conselho Regional de Administração 1 O QUE É O SEBRAE? 2 O Sebrae O Serviço de Apoio às Micros e Pequenas Empresas da Bahia

Leia mais

CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS INOVAÇÃO EM FINANCIAMENTO

CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS INOVAÇÃO EM FINANCIAMENTO CONVITE À APRESENTAÇÃO DE PROPOSTAS INOVAÇÃO EM FINANCIAMENTO FUNDO COMUM PARA OS PRODUTOS BÁSICOS (FCPB) BUSCA CANDIDATURAS A APOIO PARA ATIVIDADES DE DESENVOLVIMENTO DOS PRODUTOS BÁSICOS Processo de

Leia mais

Introdução ao Marketing. História do Conceito

Introdução ao Marketing. História do Conceito História do Conceito O termo marketing, de acordo com Cobra (1988, p. 34) é uma expressão anglo-saxônica derivada da palavra mercari, do latim, que significa comércio, ou ato de mercar, comercializar ou

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Regime: Duração: CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO DE S (ÁREA: GESTÃO) TECNÓLOGO SERIADO ANUAL - NOTURNO 3 (TRÊS) ANOS LETIVOS Integralização:A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO

Leia mais

OS 5 P S DO MARKETING NO SETOR HOTELEIRO NA CIDADE DE BAMBUÍ-MG

OS 5 P S DO MARKETING NO SETOR HOTELEIRO NA CIDADE DE BAMBUÍ-MG 1 OS 5 P S DO MARKETING NO SETOR HOTELEIRO NA CIDADE DE BAMBUÍ-MG Camila Alves Teles 1 Maria Solange dos Santos 2 Rodrigo Honório Silva 3 Romenique José Avelar 4 Myriam Angélica Dornelas 5 RESUMO O presente

Leia mais

Gestão de Relacionamento com o Cliente CRM

Gestão de Relacionamento com o Cliente CRM Gestão de Relacionamento com o Cliente CRM Fábio Pires 1, Wyllian Fressatti 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil pires_fabin@hotmail.com wyllian@unipar.br RESUMO. O projeto destaca-se

Leia mais

III CONGRESSO BRASILEIRO DO CACAU: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E SUSTENTABILIDADE

III CONGRESSO BRASILEIRO DO CACAU: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E SUSTENTABILIDADE III CONGRESSO BRASILEIRO DO CACAU: INOVAÇÃO TECNOLÓGICA E SUSTENTABILIDADE Painel 8: O papel de Instituições Públicas para Desenvolvimento da Cacauicultura Brasileira O Cacau e a Agricultura Familiar Adriana

Leia mais

estão de Pessoas e Inovação

estão de Pessoas e Inovação estão de Pessoas e Inovação Luiz Ildebrando Pierry Secretário Executivo Programa Gaúcho da Qualidade e Produtividade Prosperidade e Qualidade de vida são nossos principais objetivos Qualidade de Vida (dicas)

Leia mais

EDUCAÇÃO CORPORATIVA EM EAD: Benefícios da modalidade e-learning.

EDUCAÇÃO CORPORATIVA EM EAD: Benefícios da modalidade e-learning. EDUCAÇÃO CORPORATIVA EM EAD: Benefícios da modalidade e-learning. Autor(a): Gliner Dias Alencar Coautor(es): Joaquim Nogueira Ferraz Filho, Marcelo Ferreira de Lima, Lucas Correia de Andrade, Alessandra

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL

RESPONSABILIDADE SOCIAL RESPONSABILIDADE SOCIAL Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares TODO COMPORTAMENTO TEM SUAS RAZÕES. A ÉTICA É SIMPLESMENTE A RAZÃO MAIOR DAVID HUME DEFINIÇÕES

Leia mais

PARTE III Introdução à Consultoria Empresarial

PARTE III Introdução à Consultoria Empresarial FATERN Faculdade de Excelência Educacional do RN Coordenação Tecnológica de Redes e Sistemas Curso Superior de Tecnologia em Redes de Computadores Técnicas de Consultoria Prof. Fabio Costa Ferrer, M.Sc.

Leia mais

RELATÓRIO TÉCNICO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DE APOIO À REALIZAÇÃO DE EVENTOS

RELATÓRIO TÉCNICO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DE APOIO À REALIZAÇÃO DE EVENTOS RELATÓRIO TÉCNICO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS DE APOIO À REALIZAÇÃO DE EVENTOS Intituição: Embrapa Cerrados / Centro de Pesquisa Agropecuária do Projeto: IV Reunião Técnica de Pesquisas em Maracujazeiro Responsável:

Leia mais

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza

LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza LOGÍSTICA Professor: Dr. Edwin B. Mitacc Meza edwin@engenharia-puro.com.br www.engenharia-puro.com.br/edwin Introdução A A logística sempre existiu e está presente no dia a dia de todos nós, nas mais diversas

Leia mais

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO

alimentos para o brasil APRESENTAÇÃO 2014-2015 APRESENTAÇÃO O Plano Safra da Agricultura Familiar 2014/2015 Alimentos Para o Brasil vem consolidar mais de uma década de políticas públicas que melhoram a vida de quem vive no Brasil Rural.

Leia mais