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1 Consulting Engineering IT Management

2 Formerly GMS Estudo do acesso a conteúdos no mercado de pay-tv Apritel Lisboa, 13 de Janeiro de 2011 Consulting Engineering IT Management

3 Agenda 01. A Maksen 02. Âmbito do estudo 03. Principais resultados 04. Recomendações

4 01. A Maksen

5 A Maksen Práticas internacionais de consultoria Criação da GMS Consulting Mudança para Technology, Media & Communications Financial Services & Insurance Energy, Infrastructures & Natural Resources Public Sector, Government & Healthcare Other Industries 5

6 Onde desenvolvemos a nossa actividade A presença global da Maksen tem vindo a crescer nos últimos anos. Os nossos profissionais desenvolvem a nossa actividade de forma global, estando presente e tendo entregue projectos num conjunto vasto de países: 6

7 Alguns factos A partir de Portugal, prestamos serviços a um conjunto alargado de clientes na indústria de Technology, Media & Communications, a nível nacional e internacional: Alcatel-Lucent ANACOM APDC APRITEL CASTELLO LOPES COLT controlinveste CTT EDICLUBE FCCN Futebol Clube do Porto IMPRESA INSTITUTO DE INFORMÁTICA UFG Inter Reditus IOL Lusa Fruto do crescimento da empresa nos últimos anos e do continuado reconhecimento dos seus clientes pela qualidade do trabalho desenvolvido: Lusomundo Media MARCONI MCR Media Capital NBP Nokia Siemens Networks Nortel Networks ONI COMMUNICATIONS ONI WAY Optimus Porto Digital PT PT Contact PT Inovação PT Prime PT PRO PT Sistemas de Informação Radianz RTP SIC Sistel Sporting Clube de Portugal SPORTINVESTE Multimedia Telecelular TELEPAC tmn TSF TV Cabo TVI Vodafone ZON MULTIMEDIA Em 2009 foi classificada como a Melhor Empresa para Trabalhar para Executivos. Em 2010, o Great Place to Work Institute, elegeu a empresa como a Melhor Empresa Portuguesa para Trabalhar e a Melhor Empresa para os Jovens Trabalharem Em 2010, foi ainda a primeira consultora em Portugal com as certificações ISO 9001 (Gestão de Qualidade) e ISO (Segurança de Informação). Angola Telecom Bahgat group BT CV Telecom DEDIC etisalat Movicel MSTelcom Multitel Omantel Orange PrimeSys STC Telefonica TelespCelular Terra VIVO 7

8 02. Âmbito do Estudo

9 Objectivos do estudo Foram analisados os seguintes aspectos para avaliar: I Qual o posicionamento competitivo dos operadores? II Qual a influência do negócio de pay-tv no posicionamento competitivo dos operadores? III Qual a relevância do eixo conteúdos na oferta do negócio de pay-tv? IV Quais as actuais condições de acesso aos conteúdos mais relevantes e o respectivo impacto no mercado de pay-tv? Possibilidades de mitigação das potenciais barreiras de acesso a conteúdos; e Potenciais ajustamentos ao modelo regulatório actual de forma a agilizar a implementação das medidas preconizadas. V De que forma o modelo regulatório do sector está preparado para endereçar as barreiras ao acesso? 9

10 Âmbito: mercado de pay-tv em Portugal, sobre plataformas fixas de TV Distribuição de conteúdos em sinal aberto Produção de conteúdos Agregação de conteúdos Empacotamento de conteúdos 5 Distribuição conteúdos por televisão de subscrição Fornecer plataforma Disponibilizar equipamento Gerir relação com o consumidor Plataforma TV* Cinema Desporto Informação Outros (infantil, generalista, documentários) * A denominação TV refere-se a serviços de comunicação audiovisual linear nas plataformas fixas actuais (fibra óptica, cobre, satélite e cabo, estando por isso excluídos deste conceito serviços do tipo content on-demand tais como video-on-demand). 10

11 03. Principais resultados

12 Drivers da oferta Mercado Os conteúdos/canais de TV são cruciais ao negócio de pay-tv Indústria atractiva para a generalidade dos operadores Continuará a existir um crecimento da indústria de pay-tv, motivado em parte pelo desenvolvimento de novas funcionalidades e do crescimento IPTV Tendência para uma menor polarização do posicionamento dos operadores Conteúdos TV são driver da oferta de televisão e de elevada relevância na rentabilidade dos negócios Os conteúdos desportivos, informativos e cinematográficos são cruciais para o cliente e para o operador O peso dos custos de programação é crítico para a rentabilidade do negócio Os canais premium de desporto e de filmes première geram actualmente 32% da receita de pay-tv, sendo uma componente muito relevante da oferta dos operadores Em Portugal, a afinidade dos consumidores é elevada para conteúdos de desporto e cinema, transformando-os como conteúdos âncora na oferta de pay-tv 12

13 Foram analisados diversos canais, seleccionados pela Apritel, inseridos nas categorias de conteúdos consideradas relevantes Plataforma TV* Cinema Desporto Informação Outros (infantil, generalista, documentários) Base Premium Entrevistas e reuniões efectuadas com operadores, produtores e agregadores (Jul, Ago e Set 2010) Informação qualitativa disponibilizada pelos operadores (Set 2010) * A denominação TV refere-se a serviços de comunicação audiovisual linear nas plataformas fixas actuais (fibra óptica, cobre, satélite e cabo, estando por isso excluídos deste conceito serviços do tipo content on-demand tais como video-on-demand). 13

14 Condições de acesso Os canais seleccionados foram analisados de acordo com o seguinte racional Poder negocial do fornecedor Limitação no acesso ao canal por operadores Marca Acesso exclusivo a direitos Audiências O poder negocial de um fornecedor poderá resultar da detenção de conteúdos únicos associados a marcas fortes no mercado, de acessos exclusivos a direitos de transmissão ou de disponibilização de conteúdos de interesse generalizado com elevada audiência. Este poder negocial traduz-se em poder de mercado, o qual, quando utilizado incorrectamente, pode criar barreiras no acesso. Assim, um fornecedor com elevado poder negocial poderá abusar da sua posição dominante, exercendo um comportamento abusivo que tem por objectivo: Pricing grossista Condições de comercialização do canal Exclusão dos concorrentes, impedindo ou dificultando a sua entrada no mercado; ou Exploração das possibilidades que lhe são oferecidas pelo seu poder de mercado, prejudicando os seus concorrentes e, em última instância, afectando os consumidores. Competitividade do mercado 14

15 Condições de acesso Os canais seleccionados foram analisados de acordo com o seguinte racional Poder negocial do fornecedor Limitação no acesso ao canal por operadores Pricing grossista Marca Acesso exclusivo a direitos Audiências Exclusividade a um operador Limitação na distribuição A limitação no acesso a conteúdos/canais por operadores traduz-se numa conduta anti-competitiva resultante do abuso de poder do fornecedor. As empresas podem tentar criar barreiras à entrada dos concorrentes no mercado através do não fornecimento do acesso a um serviço essencial, neste caso, conteúdo ou canal, alegando: Períodos de exclusividade (apenas um player acede ao conteúdo); ou Condições contratuais inatingíveis que limitem a possibilidade de acesso (nem todos os players acedem ao conteúdo). Condições de comercialização do canal Competitividade do mercado 15

16 Condições de acesso Os canais seleccionados foram analisados de acordo com o seguinte racional Poder negocial do fornecedor Limitação no acesso ao canal por operadores Pricing grossista Condições de comercialização do canal Marca Acesso exclusivo a direitos Audiências Exclusividade a um operador Limitação na distribuição Peso artificial do efeito de escala Mínimos garantidos Flat fees Descontos de quantidade Atractividade de bundles Custos de segurança O peso artificial do efeito de escala ocorre quando são aplicados preços consideravelmente diferenciados em função do número de subscritores do operador, resultando num esmagamento de margens para os operadores com operações mais pequenas ou novos players no mercado. Estes preços discriminatórios podem ser estabelecidos com base em condições contratuais que impeçam concorrentes, igualmente eficientes, de obterem lucros/margem (ex.: o estabelecimento de mínimos garantidos ou flat fees excessivamente altos e/ou descontos de quantidade desproporcionais que favoreçam os players de maior dimensão). A agregação de serviço (bundles) ocorre quando um player agrega dois ou mais canais estabelecendo descontos pela aquisição dos canais em pacote, sendo o preço por canal separado extremamente elevado fomentando a aquisição do pacote independentemente do interesse/ necessidade de adquirir determinado conteúdo adicional. Competitividade do mercado No caso de canais premium, a cobrança efectuada por box e não por subscritor, mesmo em redes que, conceptualmente, apresentem maior nível de segurança, poderá conduzir a uma anulação de vantagens competitivas dos players que detém plataformas consideradas mais seguras. 16

17 Condições de acesso Os canais seleccionados foram analisados de acordo com o seguinte racional Poder negocial do fornecedor Limitação no acesso ao canal por operadores Pricing grossista Condições de comercialização do canal Marca Acesso exclusivo a direitos Audiências Exclusividade a um operador Limitação na distribuição Peso artificial do efeito de escala Mínimos garantidos Flat fees Descontos de quantidade Atractividade de bundles Custos de segurança Condições distintas de autorização a promoções Caso exista obrigação de partilha de informação referente ao plano de negócio e a campanhas promocionais e comerciais por parte dos players a uma entidade, esta poderá potenciar a criação de condições para a assimetria de informação no mercado, caso tenha participação de outro player, como accionista com assento no conselho de administração. Adicionalmente, o time-to-market das campanhas dos operadores pode ser afectado, conforme o tempo que medeie entre a comunicação e a decisão da entidade, afectando a sua eficácia comercial. Competitividade do mercado Fragilidade da confidencialidade 17

18 Condições de acesso Os canais seleccionados foram analisados de acordo com o seguinte racional Poder negocial do fornecedor Limitação no acesso ao canal por operadores Pricing grossista Condições de comercialização do canal Marca Acesso exclusivo a direitos Audiências Exclusividade a um operador Limitação na distribuição Peso artificial do efeito de escala Mínimos garantidos Flat fees Descontos de quantidade Atractividade de bundles Custos de segurança Condições distintas de autorização a promoções Esta análise resulta da avaliação dos impactos, para o mercado e para os consumidores, das potenciais barreiras identificadas pelos interlocutores durante as entrevistas, reuniões e recolha de informação qualitativa com os representantes dos diversos players do mercado. Os principais impactos que podem ocorrer são: Preço demasiado elevado para o consumidor, dificultanto o aumento das taxas de penetração; Falta de opção de escolha na medida em que, o cliente vê o seu leque de opções reduzido por haver limitações de acesso a conteúdos a um número restrito de operadores; e Produto não rentável no retalho. Competitividade do mercado Fragilidade da confidencialidade Efeitos no consumidor Efeitos no operador 18

19 Condições de acesso Barreiras no acesso a conteúdos identificadas pelos operadores Prática no passado recente Prática actual Cinema Desporto Informação Outros (infantil, generalista, documentários) Poder negocial do fornecedor Acesso exclusivo a direitos Acesso exclusivo a direitos Marca Audiências Marca Marca Audiências Limitação no acesso ao canal por operadores Exclusividade a um operador Exclusividade a um operador Limitação na distribuição Exclusividade a um operador Peso artificial do efeito de escala Peso artificial do efeito de escala Peso artificial do efeito de escala Peso artificial do efeito de escala Peso artificial do efeito de escala Peso artificial do efeito de escala Pricing grossista Atractividade de bundles Custos de segurança * Custos de segurança Condições de comercialização do canal Condições distintas de autorização a promoções Fragilidade da confidencialidade Competitividade do mercado Preço elevado para consumidor Produto não rentável Preço elevado para consumidor Produto não rentável Falta opção de escolha Produto não rentável Produto não rentável Fontes: Entrevistas efectuadas aos operadores e produtores (Julho, Agosto e Setembro 2010) Informação qualitativa disponibilizada pelos operadores (Setembro 2010) * Diferentes condições contratuais

20 04. Recomendações

21 Condições de acesso Remédios típicos a aplicar através de processos antitrust Com o actual modelo regulatório, a AdC tem poderes para intervir directamente no mercado, no sentido de aplicar os remédios apresentados, sendo a entidade melhor posicionada para validar a existência das potenciais barreiras apontadas e validar se os seus efeitos distorcem a concorrência do mercado. Poder negocial do fornecedor Barreiras no acesso Acesso exclusivo a direitos Limitação do âmbito temporal e limitação do âmbito material. Limitação no acesso ao canal por operadores Pricing grossista Condições de comercialização do canal Exclusividade a um operador Limitação na distribuição Peso artificial do efeito de escala Atractividade de bundles Imposição regulatória do tipo must-offer, através da definição dos conteúdos/canais cuja revenda deva ser obrigatória pelos mesmos serem considerados essenciais. Imposição regulamentar do tipo retail-minus (conteúdos essenciais). Mínimos garantidos: Estabelecer mínimos garantidos justos (fair price floors). Flat fees: Estabelecer flat fees justos. Descontos de quantidade: Regular a tabela de descontos do conteúdo e aplicar a mesma transversalmente. Imposição regulamentar do tipo retail-minus. Competitividade do mercado Cond. distintas de autorização a promoções Fragilidade da confidencialidade A priori: estabelecimento de critérios contratuais transversais. Excepções: Publicação de decisões e/ou definição de procedimentos que regulem a utilização/divulgação da informação sensível. 21

22 Em Portugal, a regulação de matérias de concorrência no mercado de conteúdos é tipicamente uma intervenção ex-post Acção Aplicabilidade Filosofia de intervenção Tipo de iniciativa Intervenção ex-ante Prevenção das situações de poder de mercado significativo que venham a criar distorções ou entraves à concorrência. Em mercados com funcionamento livre e uma intervenção ex-post em que não seja garantida a existência de condições concorrenciais. Intervenção é vista como indispensável para atingir resultados aceitáveis; Regulação contínua. Temporária (até reposição da normalidade) ou permanente (em mercados regulados); Pró-activa. Intervenção ex-post Controlo comportamental das empresas a posteriori. Aplicação de normas que proíbem condutas lesivas da concorrência, em mercados que não apresentam falhas estruturais relevantes. Intervenção necessária apenas quando a concorrência for restringida; Soluções pontuais de reposição da normalidade. Sobretudo reactiva (ex.: decorrente de queixas ou denúncias). Algumas limitações apontadas ao modelo regulatório Português: Possível sobreposição de funções de regulação e análise da concorrência do mercado de acesso a conteúdos Inexistência de actuação preventiva de matérias de análise da concorrência Articulação ad hoc da AdC com as autoridades reguladoras sectoriais na implementação do regime jurídico da concorrência Inexistência de um regulador único para o mercado de conteúdos televisivos 22

23 Uma alteração ao modelo regulatório actual permitiria lidar de forma mais eficaz com a natural evolução do mercado Possíveis cenários de alteração do modelo regulatório Alteração do protagonista regulatório do mercado de pay-tv Alteração do modo de intervenção regulatório do mercado de pay-tv (ex-ante) Alteração do modo de intervenção do mercado de pay-tv através da fusão e concentração dos poderes Limitações: Racional Atribuição de poderes a um dos reguladores sectoriais; e Implementação do regime jurídico da concorrência. Intervenção ex-ante em matérias de concorrência de mercado de pay-tv e de acesso a conteúdos assegurada por um regulador sectorial. Concentração dos poderes regulatórios do mercado de conteúdos e de telecomunicações numa entidade única; e Intervenção ex-ante e expost. Possível sobreposição de funções de regulação e análise da concorrência do mercado de acesso a conteúdos Inexistência de actuação preventiva de matérias de análise da concorrência Articulação ad hoc da AdC com as autoridades reguladoras sectoriais na implementação do regime jurídico da concorrência Inexistência de um regulador único para o mercado de conteúdos televisivos 23

24 Formerly GMS Estudo do acesso a conteúdos no mercado de pay-tv Apritel Lisboa, 13 de Janeiro de 2011 Consulting Engineering IT Management

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