Diário Oficial do Município - Belo Horizonte Ano VII - Nº: /12/2001

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Diário Oficial do Município - Belo Horizonte Ano VII - Nº: 1.525-26/12/2001"

Transcrição

1 Poder Executivo Diário Oficial do Município - Belo Horizonte Ano VII - Nº: /12/2001 Secretaria Municipal da Coordenação de Política Social - Secretaria Municipal de Saúde Portaria SCOMPS/SCOMARH/SMSA nº 01/2001 PORTARIA SCOMPS/SCOMARH/SMSA Nº 01/2001 Dispõe sobre Norma Técnica Especial que disciplina a instalação e o funcionamento de Agências Funerárias, Velórios, Necrotérios, Salas de Necropsia, Salas de Anatomia Patológica, Cemitérios, Crematórios e demais estabelecimentos congêneres instalados no município de Belo Horizonte e dá outras providências. O Secretário Municipal de Saúde e o Secretaria Municipal de Coordenação de Administração e Recursos Humanos, no uso de suas atribuições legais e considerando: - a letra " j", do inciso III, do art. 18 da Lei Municipal nº 7.031, de 12 de janeiro de 1996; - o 2º, do art. 19 da Lei Municipal nº 7.031, de 12 de janeiro de 1996; - o art. 155 da Lei Municipal nº 7.031, de 12 de janeiro de 1996; - os artigos 164 a 176 do Regulamento do Decreto Municipal nº 5.616, de 15 de maio de 1987; - a Portaria MS nº 1884, de 11 de novembro de 1994, do Ministério da Saúde; - as deliberações acordadas com o Sindicato das Empresas Funerárias do Estado de Minas Gerais e demais representantes do setor em Belo Horizonte, em reunião realizada no dia 21 de dezembro de 2001 no Gabinete da Secretaria Municipal de Coordenação de Administração e Recursos Humanos, RESOLVEM: Art. 1º - Ficam enquadrados no rol dos estabelecimentos de interesse da saúde, para todos os efeitos legais, e cumprimento das disposições da Lei Municipal nº 7.031, de 12 de janeiro de 1996, as "Agências Funerárias, Empresas de Transporte de Cadáveres, Velórios, Necrotérios, Salas de Necropsia, Salas de Anatomia Patológica, Cemitérios, Crematórios" e demais estabelecimentos congêneres instalados no município de Belo Horizonte. 1º - Os estabelecimentos de que tratam o caput somente funcionarão quando devidamente autorizados pelas Gerências Central e/ou Distritais de Vigilância Sanitária Municipal que, após a respectiva vistoria fiscal sanitária, e atendidas todas as exigências legais contidas na legislação sanitária municipal vigente, em especial as expressas na Norma Técnica Especial nº 002 /01, parte integrante desta Portaria, fornecerão o Alvará de Autorização Sanitária. 2º - Fica terminantemente proibido o embalsamamento e o tamponamento de cadáveres em Agências Funerárias, ressalvadas as disposições temporárias desta Portaria. 3º - Não serão tolerados a permanência de cadáveres nas dependências de Agências Funerárias, ressalvadas as disposições temporárias desta Portaria. 4º - Os estabelecimentos de que tratam o caput deverão possuir responsável técnico, que se responsabilizará por todas as atividades constantes no Alvará de Localização e Funcionamento e do Alvará de Autorização Sanitária expedido pelos órgãos competentes. 5º- No caso da atividade autorizada vir a ser "Necrotério, Sala de Necropsia e/ou Sala de Anatomia Patológica", este responsável técnico deverá ser obrigatoriamente profissional médico, legalmente habilitado, com registro no Conselho Regional de Medicina. Art. 2º - As agências Funerárias vistoriadas pela Vigilância Sanitária Municipal e que sofreram( ou vierem a sofrer) interdição de locais, áreas e/ou setores não permitidos em seu Alvará de Localização e Funcionamento e em seu Alvará de Autorização Sanitária, tais como salas de necropsia, salas de anatomia patológica e/ou necrotérios, terão 60 (sessenta) dias, a contar da data da interdição dos locais, áreas e/ou setores constantes do Termo de Interdição lavrado pelo Fiscal Sanitário Municipal, para regularização das irregularidades encontradas. 1º - Para fins de cumprimento da regularização contida no caput, o estabelecimento interditado deverá providenciar solicitação de alteração da atividade expressa em seu Alvará de Localização e Funcionamento junto a Secretaria Municipal de Regulação Urbana, com o pedido de acréscimo das novas atividades

2 requisitadas (quais sejam: velório, necrotério, sala de necropsia e/ou sala de anatomia patológica), e requerimento obrigatório do Alvará de Autorização Sanitária junto às Gerências Central e/ou Distritais de Vigilância Sanitária Municipal. 2º - Durante o período de 60(sessenta) dias a contar da data da publicação desta Portaria, fica autorizado à todas as Agências Funerárias em que foi(forem) flagrada a manipulação e/ou suspeita de manipulação de cadáveres, e que por força disto teve (tiverem) local(is), área(s) e/ou setor(es) interditado(s), utilizar(em) em caráter provisório o espaço pertencente à empresa "Tanatos Serviços Funerários Ltda, Funerária Belo Horizonte", situado à rua Domingos Vieira. 376, Bairro Santa Efigênia. 3º - Este local só poderá ser utilizado, nos termos desta Portaria, para ornamentação(arranjos florais e estéticos), limpeza e tamponamentos de cadáveres, sendo obrigatória a responsabilidade técnica de médico, devidamente habilitado para a função, com registro no Conselho Regional de Medicina. 4º - Fica expressamente proibido o embalsamamento de cadáveres no local autorizado, nos termos dos 2º e 3º. Esta Portaria entra em vigor na data da sua publicação. Belo Horizonte, 21 de dezembro de 2001 Evilázio Teubner Ferreira Secretário Municipal de Saúde Reinaldo Melgaço Marques Secretário Municipal de Coordenação de Administração e Recursos Humanos NORMA TÉCNICA ESPECIAL Nº 002/2001 Disciplina a instalação e o funcionamento de Agências Funerárias, Velórios, Necrotérios, Salas de Necropsia, Salas de Anatomia Patológica, Cemitérios, Crematórios e demais estabelecimentos congêneres instalados no município de Belo Horizonte. CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES E ALVARÁ DE AUTORIZAÇÃO SANITÁRIA Art. 1º - Ficam enquadrados no rol dos estabelecimentos de interesse da saúde, para todos os efeitos legais, e cumprimento das disposições da Lei Municipal nº 7.031, de 12 de janeiro de 1996, as "Agências Funerárias, Empresas de Transporte de Cadáveres, Velórios, Necrotérios, Salas de Necropsia, Salas de Anatomia Patológica, Cemitérios, Crematórios" e demais estabelecimentos congêneres instalados no município de Belo Horizonte. 1º - Os estabelecimentos de que tratam o caput somente funcionarão quando devidamente autorizados pelas Gerências Central e/ou Distritais de Vigilância Sanitária Municipal que, após a respectiva vistoria e atendidas todas as exigências legais contidas nesta Norma Técnica Especial, fornecerão o Alvará de Autorização Sanitária. 2º - Os estabelecimentos de que tratam o caput deverão possuir responsável técnico, que se responsabilizará por todas as atividades constantes no Alvará de Autorização Sanitária expedido. 3º- No caso da atividade autorizada vir a ser isolada ou conjuntamente à Agência Funerária, "Necrotério, Sala de Necropsia e/ou Sala de Anatomia Patológica", este responsável técnico deverá ser obrigatoriamente profissional médico, legalmente habilitado, com registro no Conselho Regional de Medicina. 4º - O Alvará de Autorização Sanitária terá a validade de 12(doze) meses, a contar da data de sua expedição, ficando a sua renovação obrigatória sujeita à comprovação do cumprime nto dos dispositivos definidos neste Diploma Legal, devendo ser afixado obrigatoriamente em lugar visível ao público usuário, sob pena de multa. 5º - Para requerer o Alvará de Autorização Sanitária, deverá ser apresentado: 1) Requerimento padrão em 02 (duas) vias firmado pela empresa e pelo responsável técnico, dirigido à Gerência de Vigilância Sanitária Municipal-GERVIS da regional onde está localizada a agência funerária, com endereço completo, inclusive CEP e CNPJ; 2) Termo de Responsabilidade Técnica (impresso da GERVIS); 3) Xerox do Alvará de Localização e Funcionamento e do Alvará de Autorização Sanitária anterior; 4) Xerox da Ficha de Inscrição Municipal - FIC; 5) Prova de relação contratual entre o responsável técnico e o estabelecimento/empresa, quando for o caso,

3 com xerox da Carteira de Trabalho; 6) Declaração contendo: Horário de funcionamento do estabelecimento/empresa; Relação de todos os equipamentos existentes(mesas, bancadas, estantes, computadores, etc); Relação de recursos humanos com a respectiva jornada e regime de trabalho. 7) Cópia do CNPJ(antigo CGC); 8) Cópia do contrato social; 9) Planta das instalações físicas do estabelecimento/empresa, em cópia heliográfica. CAPÍTULO II DAS CONDIÇÕES DE FUNCIONAMENTO Art.2º - Para efeito de controle sanitário e de funcionamento serão observadas as seguintes definições: Agências Funerárias: estabelecimento comercial onde se proceda a venda de urnas funerárias, arranjos florais e o translado de cadáveres dos locais onde estejam sendo velados para cemitérios e /ou crematórios autorizados pelos órgãos competentes; Velórios: Locais vinculados à estabelecimentos públicos ou privados, onde se pratica o ato de velar um cadáver, ou seja, passar a noite/dia onde o mesmo está exposto; Necrotérios : Local vinculado a estabelecimento público ou privado onde se manipulam os cadáveres que vão ser autopsiados, identificados, embalsamados e/ou tamponados, exclusivamente por médico com registro para o exercício de tal atividade no Conselho Regional de Medicina; Necropsia /Autópsia: Exame médico das diferentes partes de um cadáver, só permitido no Instituto Médico Legal, órgão da Secretaria de Estado da Segurança Pública de Minas Gerais, ou em locais específicos de órgãos de ensino superior e/ou hospitais públicos e privados, desde que autorizados pelos órgãos competentes; Salas de necropsia e anatomia patológica: local vinculado a estabelecimento público ou privado onde se realiza a necropsia/autópsia ou se faz estudo de peças do organismo alteradas por processos patológicos( estudo das doenças, suas origens, sintomas e natureza); Cemitérios: Locais públicos ou privados, devidamente autorizados pelos órgãos competentes, destinados ao sepultamento (enterro) de cadáveres; Crematórios : Locais públicos ou privados, devidamente autorizados pelos órgãos competentes, onde se realiza a destruição, pelo fogo, especialmente, os cadáveres humanos. SEÇÃO I DAS AGÊNCIAS FUNERÁRIAS Art. 3º - Às Agências funerárias fica expressamente proibido, quando for somente esta a atividade contida em seu Alvará de Autorização Sanitária, o embalsamamento, tamponamento, identificação, necropsia, autópsia, limpeza, manipulação e permanência de cadáver. 1º - A inclusão de outras atividades correlatas ao setor funerário, sendo o es tabelecimento uma Agência Funerária será permitido, desde que haja autorização da Secretaria Municipal de Regulação Urbana para tal, consignada em Alvará de Localização e Funcionamento para o local. 2º - As Agências Funerárias deverão ser ventiladas, iluminadas e dispor de: I - Construção sólida, sem defeitos de edificação, tais como rachaduras que comprometam a sua estrutura física, vazamentos ou outros que desaconselhem a sua autorização sanitária. II - pisos, paredes e tetos com material de acabamento resistentes, lisos, de cores claras, impermeáveis e laváveis, em bom estado de conservação; III - Instalações sanitárias adequadas, separadas por sexo, para uso do público usuário e funcionários; IV - Sala de recepção e espera para atendimento ao público u suário; V - bebedouro de jato inclinado e guarda protetora, sendo a extremidade do local de suprimento de água localizado acima do nível de transbordamento ou outro tipo de bebedouro, desde que possua copos descartáveis e água mineral; VI - Espaço adequado e proporcional à demanda de exposição à venda de urnas funerárias e arranjos florais. SEÇÃO II DOS VELÓRIOS Art. 4º - Os velórios, que podem ser autorizados isoladamente ou vinculados à Agências Funerárias, devem ser ventilados, iluminados, estar afastados a uma distância mínima de 3 m (três) metros das divisas dos terrenos vizinhos, e dispor de meios de:

4 I - sala de vigília, com área não inferior a 20 m (vinte metros quadrados); II - sala de descanso e espera proporcional ao número de salas de vigília; III - bebedouro de jato inclinado e guarda protetora, sendo a extremidade do local de suprimento de água localizado acima do nível de transbordamento ou outro tipo de bebedouro, desde que possua copos descartáveis e água mineral; IV - o bebedouro a que se refere o item anterior deverá estar fora do local destinado a velório; V - Construção sólida, sem defeitos de edificação, tais como rachaduras que comprometam a sua estrutura física, vazamentos ou outros que desaconselhem a sua autorização sanitária. VI - pisos, paredes e tetos com material de acabamento resistentes, lisos, de cores claras, impermeáveis e laváveis, em bom estado de conservação; VII - Instalações sanitárias adequadas, separadas por sexo, para uso do público usuário e funcionários. SEÇÃO III DOS NECROTÉRIOS, SALAS DE NECROPSIA E SALAS DE ANATOMIA PATOLÓGICA Art. 5º - Os necrotérios, salas de necropsia e salas de anatomia patológica, que poderão ser autorizados a funcionar isoladamente ou vinculados à Agências Funerárias, deverão possuir: I - sala de necropsia/preparo e guarda de cadáver, com área mínima não inferior a 16,00 m2(dezesseis metros quadrados), que corresponde à manipulação de 02(dois) cadáveres, no mínimo, e nesta sala deverá existir: a) mesa e/ou bancada para necropsia, de formato que facilite o escoamento de líquidos, sendo a mesa e/ ou bancada feita ou revestida de material liso, resistente, impermeável e lavável; b) lavabo e/ou pia com água corrente e dispositivo que permita a lavagem das mesas e/ou bancadas de necropsia e do piso; II - câmara frigorífica adequada para cadáveres e com área mínima de 8,00 m2 (oito metros quadrados); III - sala de recepção e espera; IV - bebedouro de jato inclinado e guarda protetora, sendo a extremidade do local de suprimento de água localizado acima do nível de transbordamento ou outro tipo de bebedouro, desde que possua copos descartáveis e água mineral; V - o bebedouro a que se refere o item anterior deverá estar fora do local destinado ao necrotério, sala de necropsia e/ou sala de anatomia patológica; VI - Construção sólida, sem defeitos de edificação, tais como rachaduras que comprometam a sua estrutura física, vazamentos ou outros que desaconselhem a sua autorização sanitária. VII - pisos, paredes e tetos com material de acabamento resistentes, lisos, de cores claras, impermeáveis e laváveis, em bom estado de conservação; VIII - Instalações sanitárias adequadas, separadas por sexo, para uso do público usuário e funcionários, localizado fora do local destinado ao necrotério, sala de necropsia e/ou sala de anatomia patológica. IX - tanque para tratamento, lavagem e limpeza de corpos; X - Crematório (opcional). SEÇÃO IV DOS CEMITÉRIOS Art.6º - Os cemitérios só poderão ser construídos mediante autorização do poder público municipal, através das Secretarias Municipais de Saúde, de Meio Ambiente e Saneamento e de Regulação Urbana, obedecendo as seguintes disposições: I - em regiões elevadas, devem ser construídos na contra vertente de água, no sentido de evitar a contaminação das fontes de abastecimento; II - em regiões planas, o Poder Público Municipal só poderá autorizar a construção dos cemitérios, se não houver risco de inundação; III - nos casos dos incisos I e II o Poder Público Municipal, em conjunto com o requerente à construção, deverão faze r estudos técnicos do lençol freático, que não poderá ser nunca inferior ao nível de 2,00m(dois metros); IV - devem ser isolados dos logradouros públicos e terrenos vizinhos, por uma faixa de 15(quinze) metros quando houver redes de água, e por uma faixa de 30(trinta) metros, quando na região não houver redes de água; V - as faixas mencionadas no inciso IV deverão ficar circunscritas pelos tapumes dos cemitérios.

5 Art. 7º- Nos cemitérios, deverá haver, pelo menos: I - local para administração e recepção; II - depósito de materiais e ferramentas; III - vestiários e instalação sanitária para os empregados; IV - instalações sanitárias para o público, separadas para cada sexo. Art. 8º - Nos cemitérios, pelo menos 20 %(vinte por cento) de suas área serão destinadas a arborização ou ajardinamento. 1º - Os jardins sobre jazigos não serão computados para os efeitos deste artigo. 2º - Nos cemitérios-parque, poderá ser dispensada a destinação de área mencionada neste artigo. Art. 9º - Os vasos ornamentais não deverão conter água, a fim de se evitar a proliferação de insetos, em especial o transmissor do dengue. SEÇÃO V DOS CREMATÓRIOS Art.10 - Os projetos referentes a construção de crematórios deverão ser submetidos à prévia aprovação do Poder Público Municipal, nos termos da Lei Municipal nº 8.270, de 11 de dezembro de º - Poderá haver cremação somente no caso de não haver dúvida quanto à causa mortis e insuspeição, por parte da autoridade policial ou judicial competente, de que a morte tenha ocorrido de ação criminosa. 2º - Será cremado o cadáver: I - daquele que, em vida, houver demonstrado esse desejo, por instrumento público ou particular; II - se a família do morto assim o desejar, desde que, em vida, o de cujus não tenha feito declaração em contrário, por uma das formas citadas no inciso I, entendendo-se como família, o cônjuge ou seus descendentes, ascendentes e irmãos, se maiores e capazes, atuando nesta ordem, um na falta do outro ; III - Em caso de morte violenta e atendido o disposto no incis o II, a cremação poderá ser realizada mediante consentimento de autoridade competente, nos termos da legislação vigente; IV - O Poder Público Municipal poderá, observado o disposto na Lei Municipal nº 8.270, de 11 de dezembro de 2001, e nesta Norma Técnica Especial, determinar a cremação de cadáver de indigente e daquele cujo corpo não for reclamado, independentemente de pagamento do preço respectivo; V - Os restos mortais, após regular exumação, poderão ser incinerados, mediante consentimento da família ou do de cujus; VI - As cinzas resultantes da cremação do cadáver ou incineração dos restos mortais serão recolhidas em urna, e esta guardada em nicho; VII - Constarão da urna os dados identificadores do de cujus, as datas do falecimento e da cremação ou incineração; VIII - A urna poderá ser entregue a quem o de cujus houver indicado, em vida, ou retirada pela família do morto; IX - O Poder Público Municipal indicará o destino das cinzas, nos casos previstos no inciso IV; X - A cremação de cadáver, a incineração de restos mortais e a guarda das cinzas resultantes destas práticas, sujeitam-se ao pagamento prévio do preço respectivo, nos termos da Lei Municipal nº 8.270, de 11 de dezembro de 2001; XI - O forno crematório e o incinerador de restos mortais serão instalados em necrópole/necrotério ou fora dela(e), respeitando-se neste último caso as normas de uso e ocupação do solo, de posturas municipais, ambientais e da Vigilância Sanitária Municipal. Art.11 - Os crematórios deverão ser providos de câmaras frigoríficas e sala de necropsia, devendo esta atender aos requisitos mínimos estabelecidos neste Diploma Legal. Art.12 - Pertencentes aos crematórios deverão existir áreas verdes ao seu redor, com área mínima de m2 (vinte mil metros quadrados). CAPÍTULO III DAS DISPOSIÇÕES FINAIS Art Os projetos a que se referem os artigos anteriores, deverão ser acompanhados e aprovados pela Secretaria Municipal de Saúde, através da Referência Técnica da GEVIS para aprovação de Projetos e PGRSS.

6 Art As penalidades às infrações aos dispositivos fixados nesta Norma Técnica Especial serão capitulados observados os preceitos contidos no Anexo de penalidades e multas do Regulamento do Decreto Municipal nº 5.616, de 15 de maio de 1987 ou do art.97 da Lei Municipal nº 7.031, de 12 de janeiro de Art.15 - A presente Norma Técnica Especial poderá ser revista a qualquer tempo de acordo com a necessidade, segundo normas legais e regulamentares supervenientes. Art A Secretária Municipal de Saúde baixará oportunamente, por ato do Gerente de Vigilância Sanitária, "Roteiro de Vistoria Fiscal Sanitária para atividades do Ramo Funerário", objetivando padronizar as vistorias fiscais sanitárias. Belo Horizonte, 21 de dezembro de 2001 Evilázio Teubner Ferreira Secretário Municipal de Saúde João Batista de Souza Gerente da Vigilância Sanitária Municipal

DECRETO Nº 12.009, DE 30 DE MARÇO DE 2005

DECRETO Nº 12.009, DE 30 DE MARÇO DE 2005 DECRETO Nº 12.009, DE 30 DE MARÇO DE 2005 Regulamenta a Lei 9.048 de 14 de janeiro de 2005, que "Autoriza a outorga de concessão ou permissão de serviço crematório nos casos que menciona e dá outras providências".

Leia mais

*Decreto 26.200/2012: DECRETO Nº 26.200, DE 16 DE JULHO DE 2012. DISPÕE SOBRE A REGULAMENTAÇÃO DA LEI COMPLEMENTAR Nº 489, DE 31 DE MAIO DE 2012.

*Decreto 26.200/2012: DECRETO Nº 26.200, DE 16 DE JULHO DE 2012. DISPÕE SOBRE A REGULAMENTAÇÃO DA LEI COMPLEMENTAR Nº 489, DE 31 DE MAIO DE 2012. *Decreto 26.200/2012: DECRETO Nº 26.200, DE 16 DE JULHO DE 2012. DISPÕE SOBRE A REGULAMENTAÇÃO DA LEI COMPLEMENTAR Nº 489, DE 31 DE MAIO DE 2012. O Prefeito Municipal de Chapecó, Estado de Santa Catarina,

Leia mais

DECRETO Nº 30.570, de 14 de outubro de 1986. Regulamenta os artigos 48, 49 e 50 da Lei nº 6.320, de 20. sobre Cemitérios e Afins.

DECRETO Nº 30.570, de 14 de outubro de 1986. Regulamenta os artigos 48, 49 e 50 da Lei nº 6.320, de 20. sobre Cemitérios e Afins. DECRETO Nº 30.570, de 14 de outubro de 1986. Regulamenta os artigos 48, 49 e 50 da Lei nº 6.320, de 20 DECRETO Nº 30.570, de 14 de outubro de 1986 Regulamenta os artigos 48, 49 e 50 da Lei nº 6.320, de

Leia mais

LEI N.º 10.348 DE 4 DE SETEMBRO DE 1987

LEI N.º 10.348 DE 4 DE SETEMBRO DE 1987 LEI N.º 10.348 DE 4 DE SETEMBRO DE 1987 Dispõe sobre instalação e funcionamento de elevadores e outros aparelhos de transporte, e dá outras providências. Jânio da Silva Quadros, Prefeito do Município de

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº..., de... de... de 2007. Estabelece normas especiais para funcionamento de bares e similares e dá outras providências.

LEI MUNICIPAL Nº..., de... de... de 2007. Estabelece normas especiais para funcionamento de bares e similares e dá outras providências. ANTEPROJETO DE LEI ORDINÁRIA MUNICIPAL PARA ESTABELECIMENTO DE NORMAS ESPECIAIS PARA FUNCIONAMENTO DE BARES E SIMILARES NA REGIÃO DO ENTORNO DO DISTRITO FEDERAL LEI MUNICIPAL Nº..., de... de... de 2007

Leia mais

Lei Municipal n.º 15.645/92

Lei Municipal n.º 15.645/92 Lei Municipal n.º 15.645/92 Lei publicada no Diário Oficial da Cidade do Recife em 20/06/92 Ementa: Disciplina o uso dos cemitérios e os serviços Funerários do Município do Recife e dá outras providências.

Leia mais

DECRETO Nº 27.989, de 25 de maio de 2007

DECRETO Nº 27.989, de 25 de maio de 2007 DECRETO Nº 27.989, de 25 de maio de 2007 REGULAMENTA O ESTABELECIMENTO E FUNCIONAMENTO DOS CEMITÉRIOS PARTICULARES DE ANIMAIS. O PREFEITO DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO, no uso de suas atribuições legais

Leia mais

A cremação e suas implicações jurídicas:

A cremação e suas implicações jurídicas: A cremação e suas implicações jurídicas: 1.Introdução e considerações iniciais Tendo em vista a crescente procura pelo serviço de cremação no município do Rio de Janeiro e em todo o Brasil, e o grande

Leia mais

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 19, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2003

MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 19, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2003 MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO GABINETE DO MINISTRO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 19, DE 15 DE DEZEMBRO DE 2003 O MINISTRO DE ESTADO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO, no uso da atribuição

Leia mais

SEGURO DE ACIDENTES PESSOAIS INDIVIDUAL. Condições Especiais

SEGURO DE ACIDENTES PESSOAIS INDIVIDUAL. Condições Especiais SEGURO DE ACIDENTES PESSOAIS INDIVIDUAL Condições Especiais Processo SUSEP Nº 15414.004703/2010-01 0 ÍNDICE CLÁUSULA ADICIONAL DE AUXÍLIO DE FUNERAL AF 1. OBJETO... 2 2. DEFINIÇÕES... 2 3. GARANTIAS DO

Leia mais

PORTARIA 82/2000 NORMA TÉCNICA SLU/PBH Nº 001/2000

PORTARIA 82/2000 NORMA TÉCNICA SLU/PBH Nº 001/2000 PORTARIA 82/2000 NORMA TÉCNICA SLU/PBH Nº 001/2000 Aprova Norma Técnica que fixa a padronização de contenedor para o acondicionamento e procedimentos para o armazenamento de resíduo sólido de serviço de

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DIVISÃO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Centro Estadual de Vigilância em Saúde Núcleo de Estabelecimento de Saúde PODOLOGIA

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DIVISÃO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Centro Estadual de Vigilância em Saúde Núcleo de Estabelecimento de Saúde PODOLOGIA ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL DIVISÃO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA Centro Estadual de Vigilância em Saúde Núcleo de Estabelecimento de Saúde PODOLOGIA Ana Carolina Kraemer Enfermeira - Especialista em Saúde Portaria

Leia mais

FARMÁCIAS E DROGARIAS

FARMÁCIAS E DROGARIAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE FARMÁCIAS E DROGARIAS Nome Fantasia: Razão Social: Endereço: Responsável Técnico: CRF: Telefone: CNPJ: Secretaria Municipal de Saúde de Feira de Santana - Av. João Durval

Leia mais

Assistência Funeral Individual. Condições Gerais. Capítulo I OBJETIVO

Assistência Funeral Individual. Condições Gerais. Capítulo I OBJETIVO Assistência Funeral Individual Condições Gerais Capítulo I OBJETIVO Cláusula 1ª. O Serviço de Assistência Funeral tem como objetivo, a prestação do Serviço de Funeral do Segurado bem como o custeio das

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO

AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO PORTARIA ANP N. 127, DE 30.07.99 REVOGADA PELA RESOLUÇÃO ANP N. 20, DE 18.06.09 O DIRETOR da AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO ANP, no uso de suas atribuições legais, conferidas

Leia mais

SEGURO DE VIDA EM GRUPO

SEGURO DE VIDA EM GRUPO SEGURO DE VIDA EM GRUPO Condições Especiais Processo SUSEP 10.005463/99-80 ÍNDICE CLÁUSULA ADICIONAL DE AUXÍLIO FUNERAL AF Conteúdo 1. OBJETO DO SEGURO 3 2. DEFINIÇÕES 3 3. GARANTIAS DO SEGURO 3 4. RISCOS

Leia mais

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DA CÂMARA Nº 85, DE 2015 (Nº 1.759/2007, NA CASA DE ORIGEM) CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DA CÂMARA Nº 85, DE 2015 (Nº 1.759/2007, NA CASA DE ORIGEM) CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DA CÂMARA Nº 85, DE 2015 (Nº 1.759/2007, NA CASA DE ORIGEM) Dispõe sobre as empresas de sistemas eletrônicos de segurança e dá outras providências. O CONGRESSO NACIONAL decreta:

Leia mais

1. REGISTRO DE ESTABELECIMENTO DE PRODUÇÃO, PREPARAÇÃO, MANIPULAÇÃO, BENEFICIAMENTO, ACONDICIONAMENTO E EXPORTAÇÃO DE BEBIDA E FERMENTADO ACÉTICO.

1. REGISTRO DE ESTABELECIMENTO DE PRODUÇÃO, PREPARAÇÃO, MANIPULAÇÃO, BENEFICIAMENTO, ACONDICIONAMENTO E EXPORTAÇÃO DE BEBIDA E FERMENTADO ACÉTICO. ANEXO NORMAS SOBRE REQUISITOS, CRITÉRIOS E PROCEDIMENTOS PARA O REGISTRO DE ESTABELECIMENTO, BEBIDA E FERMENTADO ACÉTICO E EXPEDIÇÃO DOS RESPECTIVOS CERTIFICADOS. 1. REGISTRO DE ESTABELECIMENTO DE PRODUÇÃO,

Leia mais

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC N 6, DE 30 DE JANEIRO DE 2012

Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC N 6, DE 30 DE JANEIRO DE 2012 ADVERTÊNCIA Este texto não substitui o publicado no Diário Oficial da União Ministério da Saúde Agência Nacional de Vigilância Sanitária RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC N 6, DE 30 DE JANEIRO DE

Leia mais

Em Distribuidora de Medicamentos, Correlatos, Cosméticos e Saneantes Domissanitários.

Em Distribuidora de Medicamentos, Correlatos, Cosméticos e Saneantes Domissanitários. Em Distribuidora de Medicamentos, Correlatos, Cosméticos e Saneantes Domissanitários. Nº PROCESSO REQUERIMENTO RAZÃO SOCIAL IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO NOME DE FANTASIA NÚMERO DO CNPJ NÚMERO ÚLTIMO

Leia mais

REGULAMENTO DOS CEMITÉRIOS MUNICIPAIS ÍNDICE GERAL CAPÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS SERVIÇOS

REGULAMENTO DOS CEMITÉRIOS MUNICIPAIS ÍNDICE GERAL CAPÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS SERVIÇOS REGULAMENTO DOS CEMITÉRIOS MUNICIPAIS ÍNDICE GERAL Lei Habilitante CAPÍTULO I DEFINIÇÕES E NORMAS DE LEGITIMIDADE CAPÍTULO II DA ORGANIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS SERVIÇOS Secção I Disposições Gerais Secção

Leia mais

DECRETO Nº. 2.469 DE 23 DE NOVEMBRO DE 2009

DECRETO Nº. 2.469 DE 23 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre o procedimento de fiscalização para fins de SUSPENSÃO e CANCELAMENTO de Alvará de Funcionamento e INTERDIÇÃO em estabelecimentos empresariais e dá outras providências. O PREFEITO DO MUNICÍPIO

Leia mais

Lei Municipal n.º 16.062/95

Lei Municipal n.º 16.062/95 Lei Municipal n.º 16.062/95 Lei publicada no Diário Oficial da Cidade do Recife em 22/07/95 Ementa: Altera a redação do Art. 4º da Lei nº 15.645, de 19 de junho de 1992, para permitir a implantação e administração

Leia mais

PORTARIA CVS Nº 02, de 11/01/2010

PORTARIA CVS Nº 02, de 11/01/2010 PORTARIA CVS Nº 02, de 11/01/2010 Dispõe sobre Regulamento Técnico que estabelece requisitos sanitários para estabelecimentos destinados a eventos esportivos. A Diretora Técnica do Centro de Vigilância

Leia mais

DECRETO Nº 30.090, DE 20 DE FEVEREIRO DE 2009.

DECRETO Nº 30.090, DE 20 DE FEVEREIRO DE 2009. DECRETO Nº 30.090, DE 20 DE FEVEREIRO DE 2009. Regulamenta o Capítulo VII da Lei nº 4.257, de 02 de dezembro de 2008 e dá outras providências. O GOVERNADOR DO DISTRITO FEDERAL, no uso das atribuições que

Leia mais

REGULAMENTO A ADMINISTRAÇÃO DO CEMITÉRIO JARDIM DAS ACÁCIAS DISPOSIÇÕES GERAIS

REGULAMENTO A ADMINISTRAÇÃO DO CEMITÉRIO JARDIM DAS ACÁCIAS DISPOSIÇÕES GERAIS REGULAMENTO A ADMINISTRAÇÃO DO CEMITÉRIO JARDIM DAS ACÁCIAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art. 1º. O presente ato disciplina o funcionamento do Cemitério Jardim das Acácias, bem como estabelece normas para os seus

Leia mais

RESOLUÇÃO "SMO" Nº 791 DE 29 DE AGOSTO DE 2007

RESOLUÇÃO SMO Nº 791 DE 29 DE AGOSTO DE 2007 RESOLUÇÃO "SMO" Nº 791 DE 29 DE AGOSTO DE 2007 O SECRETÁRIO MUNICIPAL DE OBRAS E SERVIÇOS PÚBLICOS, no uso das atribuições que lhe são conferidas pela Legislação em vigor, e tendo em vista o que consta

Leia mais

LEI Nº 4.201, DE 02 DE SETEMBRO DE 2008 DODF de 04.09.2008 (Autoria do Projeto: Poder Executivo)

LEI Nº 4.201, DE 02 DE SETEMBRO DE 2008 DODF de 04.09.2008 (Autoria do Projeto: Poder Executivo) LEI Nº 4.201, DE 02 DE SETEMBRO DE 2008 DODF de 04.09.2008 (Autoria do Projeto: Poder Executivo) Dispõe sobre o licenciamento para o exercício de atividades econômicas e sem fins lucrativos no âmbito do

Leia mais

REGULAMENTO DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E DA DISPOSIÇÃO DOS EFLUENTES SANITÁRIOS DO LOTEAMENTO NINHO VERDE I

REGULAMENTO DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E DA DISPOSIÇÃO DOS EFLUENTES SANITÁRIOS DO LOTEAMENTO NINHO VERDE I REGULAMENTO DO SISTEMA DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA E DA DISPOSIÇÃO DOS EFLUENTES SANITÁRIOS DO LOTEAMENTO NINHO VERDE I 1. O presente Regulamento objetiva estabelecer regras gerais de uso do sistema de abastecimento

Leia mais

Regulamento de Utilização de Habitações Sociais de Gestão ou Promoção Municipal

Regulamento de Utilização de Habitações Sociais de Gestão ou Promoção Municipal Regulamento de Utilização de Habitações Sociais de Gestão ou Promoção Municipal Preâmbulo Uniformizar critério de utilização das habitações sociais para salvaguardar um melhor ambiente dos espaços, relação

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 101/2014. A Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, Estado do Paraná, Aprova: CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

PROJETO DE LEI Nº 101/2014. A Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, Estado do Paraná, Aprova: CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES PROJETO DE LEI Nº 101/2014 Dispõe sobre a Regulamentação para registro e funcionamento de Meios de Hospedagem no Município de Foz do Iguaçu, exceto Hotéis, Flats, Apart-Hotéis, Hotéis-Residência e Similares.

Leia mais

MANUAL do SEGURAdo AcidENtES pessoais

MANUAL do SEGURAdo AcidENtES pessoais MANUAL do SEGURadO Acidentes pessoais ÍNDICE Manual do Segurado Acidentes Pessoais 1. Objetivo...3 2. Assistência Funeral Individual...3 3. Canais de Atendimento...7 2 Manual do Segurado (SulAmérica Acidentes

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 13, DE 08 DE MAIO DE 2014.

RESOLUÇÃO Nº 13, DE 08 DE MAIO DE 2014. RESOLUÇÃO Nº 13, DE 08 DE MAIO DE 2014. Estabelece as diretrizes e os critérios para requerimento e obtenção de outorga do direito de uso dos recursos hídricos por meio de caminhão-pipa em corpos de água

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE COORDENADORIA GERAL DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE NORMA TÉCNICA 2/07

PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE COORDENADORIA GERAL DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE NORMA TÉCNICA 2/07 PREFEITURA MUNICIPAL DE PORTO ALEGRE SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE COORDENADORIA GERAL DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE NORMA TÉCNICA 2/07 Esta Norma dispõe sobre a Regulamentação e Controle das Condições Sanitárias

Leia mais

http://www.fonoaudiologia.org.br//servlet/consultalegislacao?acao=pi&leiid=17

http://www.fonoaudiologia.org.br//servlet/consultalegislacao?acao=pi&leiid=17 Page 1 of 7 Número: 339 Ano: 2006 Ementa: Dispõe sobre o registro de Pessoas Jurídicas nos Conselhos de Fonoaudiologia e dá outras providências. Cidade: - UF: Conteúdo: Brasilia-DF, 25 de Fevereiro de

Leia mais

RESOLUÇÃO CGSIM Nº 29, DE 29 DE NOVEMBRO DE 2012.

RESOLUÇÃO CGSIM Nº 29, DE 29 DE NOVEMBRO DE 2012. RESOLUÇÃO CGSIM Nº 29, DE 29 DE NOVEMBRO DE 2012. Dispõe sobre recomendação da adoção de diretrizes para integração do processo de licenciamento pelos Corpos de Bombeiros Militares pertinente à prevenção

Leia mais

I seja aprovado o projeto arquitetônico;

I seja aprovado o projeto arquitetônico; PROJETO DE LEI Nº 106/2015. INSTITUI A LICENÇA PRÉVIA PARA FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS QUE ESPECIFICA, EM IMÓVEIS E EDIFICAÇÕES QUE NÃO CUMPRAM OS REQUISITOS EXIGIDOS PELA LEGISLAÇÃO EM VIGOR PARA

Leia mais

ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS - INDÚSTRIAS DE COSMÉTICOS E SANEANTES -

ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS - INDÚSTRIAS DE COSMÉTICOS E SANEANTES - ORIENTAÇÕES TÉCNICAS PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS - INDÚSTRIAS DE COSMÉTICOS E SANEANTES - 1. LEGISLAÇÃO SANITÁRIA ESPECÍFICA - Lei Federal 6.360/76 e Decreto Estadual (DE) 23.430 de 24/10/1974 (http://www.al.rs.gov.br/legis/);

Leia mais

DECRETO Nº 18.403, DE 12 DE SETEMBRO DE 2013.

DECRETO Nº 18.403, DE 12 DE SETEMBRO DE 2013. DECRETO Nº 18.403, DE 12 DE SETEMBRO DE 2013. Estabelece normas para utilização de Parques e Praças Municipais para Feiras de Adoção de Animais e de Eventos Relacionados à causa animal. O PREFEITO MUNICIPAL

Leia mais

Resolução Estadual nº 05, de 1988

Resolução Estadual nº 05, de 1988 Resolução Estadual nº 05, de 1988 ASSUNTO: Aprovação da Norma Técnica Especial (NTE) relativa ao Controle de Transfusão de Sangue em Estabelecimentos Hospitalares e Afins. DATA DE ENTRADA EM VIGOR: REVOGAÇÃO:

Leia mais

LEI Nº 977, DE 24 DE ABRIL DE 2014.

LEI Nº 977, DE 24 DE ABRIL DE 2014. LEI Nº 977, DE 24 DE ABRIL DE 2014. Regulamenta os serviços funerários no Município de Chapadão do Sul e dá outras providências. O Prefeito Municipal de Chapadão do Sul, Estado de Mato Grosso do Sul, no

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 12.977, DE 20 MAIO DE 2014. Vigência Regula e disciplina a atividade de desmontagem de veículos automotores terrestres; altera

Leia mais

Art. 5 - A Carta de Intenção do interessado deverá vir acompanhada da proposta resumo.

Art. 5 - A Carta de Intenção do interessado deverá vir acompanhada da proposta resumo. EDITAL DE CHAMAMENTO PÚBLICO ROBERTO CLAUDIO RODRIGUES BEZERRA, Prefeito Municipal de Fortaleza, no uso das suas atribuições que lhe confere a Lei Orgânica do Município, com a finalidade de viabilizar

Leia mais

L E I n º 5 3 9 / 2 0 1 2 d e 0 6 d e j u l h o d e 2 0 1 2.

L E I n º 5 3 9 / 2 0 1 2 d e 0 6 d e j u l h o d e 2 0 1 2. L E I n º 5 3 9 / 2 0 1 2 d e 0 6 d e j u l h o d e 2 0 1 2. Disciplina o serviço de transporte de passageiros em veículos de aluguel (táxi). A PREFEITA DO MUNICÍPIO DE ITAQUIRAÍ, ESTADO DE MATO GROSSO

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE ESTÂNCIA VELHA

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE ESTÂNCIA VELHA DECRETO MUNICIPAL N.º 102/2014, de 11 de dezembro de 2014. REGULAMENTA PROCEDIMENTOS, RELATIVOS A AIDOF, NOTAS FISCAIS DE SERVIÇO, ESCRITURAÇÃO FISCAL E REQUERIMENTOS E APRESENTAÇÃO DE DOCUMENTOS FISCAIS

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 333 DISPOSIÇÕES GERAIS

LEI COMPLEMENTAR Nº 333 DISPOSIÇÕES GERAIS DISPÕE SOBRE A INSTALAÇÃO, CONSERVAÇÃO E FUNCIONAMENTO DE ELEVADORES E APARELHOS DE TRANSPORTE AFINS, REGULAMENTA A HABITAÇÃO DAS EMPRESAS PRESTADORAS DESSES SERVIÇOS E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. LEI COMPLEMENTAR

Leia mais

NOSSOS BENEFÍCIOS FUNERAL (INDIVIDUAL, FAMILIAR E MULTI-FAMILIAR)

NOSSOS BENEFÍCIOS FUNERAL (INDIVIDUAL, FAMILIAR E MULTI-FAMILIAR) NOSSOS BENEFÍCIOS FUNERAL (INDIVIDUAL, FAMILIAR E MULTI-FAMILIAR) NOSSOS BENEFÍCIOS FUNERAL 1. DEFINIÇÕES USUÁRIO: é a pessoa física com até 65 anos na contratação, contratante ou beneficiária do plano

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº, DE DE DE 2013. MINUTA (versão 3)

RESOLUÇÃO Nº, DE DE DE 2013. MINUTA (versão 3) RESOLUÇÃO Nº, DE DE DE 2013. MINUTA (versão 3) Estabelece as diretrizes e critérios para requerimento e obtenção de outorga do direito de uso dos recursos hídricos superficiais para fins de captação por

Leia mais

18.4. Áreas de vivência

18.4. Áreas de vivência 18.4. Áreas de vivência 18.4.1. Os canteiros de obras devem dispor de: a) instalações sanitárias; (118.015-0 / I4) b) vestiário; (118.016-9 / I4) c) alojamento; (118.017-7 / I4) d) local de refeições;

Leia mais

DEPARTAMENTO DA POLÍCIA FEDERAL PORTARIA Nº 1.129, DE 15 DE DEZEMBRO DE 1995

DEPARTAMENTO DA POLÍCIA FEDERAL PORTARIA Nº 1.129, DE 15 DE DEZEMBRO DE 1995 DEPARTAMENTO DA POLÍCIA FEDERAL PORTARIA Nº 1.129, DE 15 DE DEZEMBRO DE 1995 O Diretor do Departamento de Polícia Federal, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo ítem III, do Artigo 30 do Regimento

Leia mais

DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CAPÍTULO ÚNICO

DISPOSIÇÕES PRELIMINARES CAPÍTULO ÚNICO LEI N 2.232, DE 11 DE MAIO DE 1998 Institui o Sistema Municipal de Vigilância Sanitária e contém outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE QUIRINÓPOLIS APROVOU E EU, PREFEITO MUNICIPAL, SANCIONO A SEGUINTE

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES RESOLUÇÃO CFC N.º 1.390/12 Dispõe sobre o Registro Cadastral das Organizações Contábeis. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLVE: CAPÍTULO I

Leia mais

I - Apresentar Carteira Nacional de Habilitação, categoria A, em validade, expedida há pelo menos dois anos;

I - Apresentar Carteira Nacional de Habilitação, categoria A, em validade, expedida há pelo menos dois anos; CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 10 - O presente regulamento dispõe sobre o serviço de transporte de carga, na modalidade denominada motoentrega, consiste no serviço de entrega e coleta de

Leia mais

Atualizada.: 19/04/2012 ANEXO 1 E

Atualizada.: 19/04/2012 ANEXO 1 E COORDENADORIA DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA E AMBIENTAL MEDIA COMPLEXIDADE ANEXO 1 E Ótica; Creches; Instituições de longa permanência para idosos; Instituições que prestem serviços de atenção a pessoas com

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC N.º 1.389/12 Dispõe sobre o Registro Profissional dos Contadores e Técnicos em Contabilidade. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLVE:

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.389/12 Dispõe sobre o Registro Profissional dos Contadores e Técnicos em Contabilidade.

RESOLUÇÃO CFC N.º 1.389/12 Dispõe sobre o Registro Profissional dos Contadores e Técnicos em Contabilidade. RESOLUÇÃO CFC N.º 1.389/12 Dispõe sobre o Registro Profissional dos Contadores e Técnicos em Contabilidade. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLVE:

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 7.102, DE 20 DE JUNHO DE 1983. Dispõe sobre segurança para estabelecimentos financeiros, estabelece normas para constituição

Leia mais

NORMA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO

NORMA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO ESTADO DE SANTA CATARINA SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DIRETORIA DE ATIVIDADES TÉCNICAS - DAT NORMA DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO INSTRUÇÃO NORMATIVA (IN n 042/DAT/CBMSC)

Leia mais

LEI Nº 744/2013 De 12 de junho de 2013.

LEI Nº 744/2013 De 12 de junho de 2013. LEI Nº 744/2013 De 12 de junho de 2013. ESTABELECE PROCEDIMENTOS RELATIVOS À COLETA DE LIXO HOSPITALAR E/OU RESIDUOS PERIGOSOS NO MUNICÍPIO DE CARBONITA/MG E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O Prefeito Municipal

Leia mais

NR 18 - CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO

NR 18 - CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO NR 18 - CONDIÇÕES E MEIO AMBIENTE DE TRABALHO NA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO 18.4 Áreas de Vivência 18.4.1. Os canteiros de obras devem dispor de: a) instalações sanitárias; b) vestiário; c) alojamento; d)

Leia mais

ROTEIRO DE INSPEÇÃO PARA AVALIAÇÃO DA ESTRUTURA FÍSICA DAS INSTITUIÇÕES DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS

ROTEIRO DE INSPEÇÃO PARA AVALIAÇÃO DA ESTRUTURA FÍSICA DAS INSTITUIÇÕES DE LONGA PERMANÊNCIA PARA IDOSOS I IDENTIFICAÇÃO DO ESTABELECIMENTO Nome: Endereço: AP: Nome Fantasia: Inscrição Municipal: Nº do Processo: CNPJ: Tipo de Serviço: ( ) Municipal ( ) Filantrópico ( ) Conveniado SUS RJ ( ) Privado ( ) Estadual

Leia mais

GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DIRETORIA DE VISTORIAS

GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DIRETORIA DE VISTORIAS GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO DISTRITO FEDERAL DEPARTAMENTO DE SEGURANÇA CONTRA INCÊNDIO DIRETORIA DE VISTORIAS INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 003/2015 - DIVIS/DESEG APLICAÇÃO DE PENALIDADES

Leia mais

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENAÇÃO DOS INSTITUTOS DE PESQUISA CENTRO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA

SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENAÇÃO DOS INSTITUTOS DE PESQUISA CENTRO DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE COORDENAÇÃO DOS INSTITUTOS DE PESQUISA Portaria CVS 15, de 26 de Dezembro de 2002. Define diretrizes, critérios e procedimentos para a avaliação físico funcional de projetos

Leia mais

DECRETO Nº 2.557, DE 10 DE MARÇO DE 2008.

DECRETO Nº 2.557, DE 10 DE MARÇO DE 2008. DECRETO Nº 2.557, DE 10 DE MARÇO DE 2008. Altera a redação do Decreto nº 2.378, de 16 de agosto de 2006, que regulamenta a Lei Complementar nº 112, de 25 de julho de 2006, e dispõe sobre a Autorização

Leia mais

(Apenso o PL nº 5.010, de 2009)

(Apenso o PL nº 5.010, de 2009) COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI N o 3.572, DE 2008 (Apenso o PL nº 5.010, de 2009) Dispõe sobre normas gerais acerca da prestação de serviços funerários, administração de cemitérios

Leia mais

PARECER CFM nº 29/14 INTERESSADO: CRM-AP Inscrição de empresa funerária em Conselho de Medicina Cons. José Albertino Souza

PARECER CFM nº 29/14 INTERESSADO: CRM-AP Inscrição de empresa funerária em Conselho de Medicina Cons. José Albertino Souza PARECER CFM nº 29/14 INTERESSADO: CRM-AP ASSUNTO: Inscrição de empresa funerária em Conselho de Medicina RELATOR: Cons. José Albertino Souza EMENTA: O Manual de Procedimentos Administrativos padrão para

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 670, DE 10 DE AGOSTO DE 2000

RESOLUÇÃO Nº 670, DE 10 DE AGOSTO DE 2000 RESOLUÇÃO Nº 670, DE 10 DE AGOSTO DE 2000 Conceitua e estabelece condições para o funcionamento de estabelecimentos médicos veterinários, e dá outras providências. O CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA VETERINÁRIA

Leia mais

Art. 2º A instalação dos equipamentos mencionados no artigo 1º não será permitida nos seguintes locais:

Art. 2º A instalação dos equipamentos mencionados no artigo 1º não será permitida nos seguintes locais: Resolução nº 001, de 25 de outubro de 2005 Estabelece normas para a instalação e operação de Estações de Rádio-Base ERB, microcélulas de telefonia celular, de rádio-difusão, de TV e equipamentos afins,

Leia mais

Certificado de Origem

Certificado de Origem Mercadores Certificado de Origem Coletânea (Versão Histórica) Versão 2.00 - Maio de 2010 Atualizada até: Instrução Normativa RFB nº 777, de 19 de outubro de 2007 Paulo Werneck mercadores.blogspot.com www.mercadores.com.br

Leia mais

DECLARAÇÃO DE CONFORMIDADE DA CASA DE LIXO

DECLARAÇÃO DE CONFORMIDADE DA CASA DE LIXO DECLARAÇÃO DE CONFORMIDADE DA CASA DE LIXO A entrada do processo é feita no protocolo da EMSURB localizada na portaria do Parque da Sementeira. Após a análise é fornecida a DECLARAÇÃO E O PARECER TÉCNICO

Leia mais

DECRETO N.º 3.952, DE 02 DE OUTUBRO DE 2013.

DECRETO N.º 3.952, DE 02 DE OUTUBRO DE 2013. DECRETO N.º 3.952, DE 02 DE OUTUBRO DE 2013. Disciplina a liberação, o cancelamento e a baixa de Alvará de Localização e Funcionamento no município de Erechim. O Prefeito Municipal de Erechim, Estado do

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO

AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO AGÊNCIA NACIONAL DO PETRÓLEO PORTARIA ANP Nº 29, DE 9 DE FEVEREIRO DE 1999 Estabelece a regulamentação da atividade de distribuição de combustíveis líquidos derivados de petróleo, álcool combustível, mistura

Leia mais

CEMITÉRIOS/CREMATORIOS FUNERÁRIAS HOSPITAIS/DML

CEMITÉRIOS/CREMATORIOS FUNERÁRIAS HOSPITAIS/DML COMISSÃO MUNICIPAL DE SERVIÇOS FUNERÁRIOS C M S F I Seminário de Serviços Funerários nas Instituições de Saúde SINDIHOSPA Porto Alegre junho de 2010 SISTEMA FUNERÁRIO MUNICIPAL CEMITÉRIOS/CREMATORIOS CAF

Leia mais

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE GESTÃO PÚBLICA ORIENTAÇÃO NORMATIVA Nº 3, DE 15 DE FEVEREIRO DE 2013

MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE GESTÃO PÚBLICA ORIENTAÇÃO NORMATIVA Nº 3, DE 15 DE FEVEREIRO DE 2013 MINISTÉRIO DO PLANEJAMENTO, ORÇAMENTO E GESTÃO SECRETARIA DE GESTÃO PÚBLICA ORIENTAÇÃO NORMATIVA Nº 3, DE 15 DE FEVEREIRO DE 2013 Dispõe sobre as regras e procedimentos a serem adotados pelos Órgãos Setoriais

Leia mais

A Educação Básica no Sistema Estadual de Ensino de Sergipe. II Encontro Estadual dos Conselhos de Educação

A Educação Básica no Sistema Estadual de Ensino de Sergipe. II Encontro Estadual dos Conselhos de Educação A Básica no Sistema Estadual de Ensino de Sergipe 1 LDB - Da organização Art. 8º A União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios organizarão, em regime de colaboração, os respectivos sistemas de

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA MPA N 06, DE 19 DE MAIO DE 2011

INSTRUÇÃO NORMATIVA MPA N 06, DE 19 DE MAIO DE 2011 ALTERADA PELA IN MPA Nº 16/2013 INSTRUÇÃO NORMATIVA MPA N 06, DE 19 DE MAIO DE 2011 Dispõe sobre o Registro e a Licença de Aquicultor, para o Registro Geral da Atividade Pesqueira - RGP. A MINISTRA DE

Leia mais

Lei Municipal N.º 1413

Lei Municipal N.º 1413 1 EMENTA: -- Disciplina o parcelamento da terra no Município de Volta Redonda, Estado do Rio de Janeiro. A Câmara Municipal Aprova e Eu Sanciono a Seguinte Lei: -- CAPÍTULO I Disposições Preliminares Art.

Leia mais

http://devel.americana.sp.gov.br/americanav5/legislacao/lei_3115.html

http://devel.americana.sp.gov.br/americanav5/legislacao/lei_3115.html Page 1 of 5 LEI Nº 3.115, DE 05 DE DEZEMBRO DE 1997. Alterada pelas Leis nº 3.279, de 17/03/1999 e nº 3.611, de 26/12/2001 (Observar a Lei nº 3.502, de 26/12/2000 - Conversão dos valores expressos em unidades

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI Nº 6.996, DE 7 DE JUNHO MAIO DE 1982. Dispõe sobre a utilização de processamento eletrônico de dados nos serviços eleitorais e

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE COMAM - CONSELHO MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE. DELIBERAÇÃO NORMATIVA N o 19/98

SECRETARIA MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE COMAM - CONSELHO MUNICIPAL DO MEIO AMBIENTE. DELIBERAÇÃO NORMATIVA N o 19/98 DELIBERAÇÃO NORMATIVA N o 19/98 O Conselho Municipal de Meio Ambiente, no uso de suas atribuições que lhe são conferidas pela Lei n. o 4.253 de 04.12.85, regulamenta os procedimentos administrativos para

Leia mais

REGULAMENTA OS PROCEDIMENTOS PARA CONCESSÃO DA LICENÇA PARA LOCALIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO PARA A REALIZAÇÃO DE EVENTOS.

REGULAMENTA OS PROCEDIMENTOS PARA CONCESSÃO DA LICENÇA PARA LOCALIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO PARA A REALIZAÇÃO DE EVENTOS. DECRETO Nº 16.785, DATA: 5 de outubro de 2005. REGULAMENTA OS PROCEDIMENTOS PARA CONCESSÃO DA LICENÇA PARA LOCALIZAÇÃO E FUNCIONAMENTO PARA A REALIZAÇÃO DE EVENTOS. O Prefeito Municipal de Foz do Iguaçu,

Leia mais

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL RESOLUÇÃO Nº 113, DE 22 DE SETEMBRO DE 2009.

AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL RESOLUÇÃO Nº 113, DE 22 DE SETEMBRO DE 2009. AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL RESOLUÇÃO Nº 113, DE 22 DE SETEMBRO DE 2009. Estabelece critérios e procedimentos para a alocação de áreas aeroportuárias. A DIRETORIA DA AGÊNCIA NACIONAL DE AVIAÇÃO CIVIL

Leia mais

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais,

O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLUÇÃO CFC N.º 1.371/11 Dispõe sobre o Registro das Entidades Empresariais de Contabilidade. O CONSELHO FEDERAL DE CONTABILIDADE, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, RESOLVE: CAPÍTULO

Leia mais

MANUAL DO SEGURADO VIDA SIMPLES

MANUAL DO SEGURADO VIDA SIMPLES MANUAL DO SEGURADO VIDA SIMPLES ÍNDICE Manual do Segurado Vida Simples 1. OBJETIVO...3 2. REDE DE DESCONTO EM FARMÁCIAS...3 3. CARTÃO CESTA BÁSICA...4 4. ASSISTÊNCIA FUNERAL...5 4.1 ASSISTÊNCIA FUNERAL

Leia mais

COMPANHIA DOCAS DO ESTADO DE SÃO PAULO - CODESP AUTORIDADE PORTUÁRIA DE SANTOS

COMPANHIA DOCAS DO ESTADO DE SÃO PAULO - CODESP AUTORIDADE PORTUÁRIA DE SANTOS RESOLUÇÃO DP Nº. 116.2013, DE 21 DE OUTUBRO DE 2013. ESTABELECE PROCEDIMENTOS PARA OS SERVIÇOS DE LAVAGEM DE PORÕES DE NAVIOS GRANELEIROS NAS ÁREAS DO PORTO ORGANIZADO DE SANTOS O DIRETOR-PRESIDENTE DA

Leia mais

RESOLUÇÃO CNRM/004/2001

RESOLUÇÃO CNRM/004/2001 RESOLUÇÃO CNRM/004/2001 A PRESIDENTE DA COMISSÃO NACIONAL DE RESIDÊNCIA MÉDICA (CNRM), no uso de sua atribuições previstas no art. 5.º do Decreto n.º 80.281, de 05 de setembro de 1977, e considerando o

Leia mais

Regulamento do Serviço de Assistência Funeral Página 1 de 31 Capemisa Seguradora de Vida e Previdência S/A

Regulamento do Serviço de Assistência Funeral Página 1 de 31 Capemisa Seguradora de Vida e Previdência S/A REGULAMENTOS DOS SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA FUNERAL ÍNDICE Padrão de até R$ 1.500,00 Plano Individual...pág. 02 até 04 Plano Familiar...pág. 05 até 07 Padrão de até R$ 2.000,00 Plano Individual...pág. 08

Leia mais

Regulamento do Serviço de Assistência Funeral Página 1 de 31 Capemisa Seguradora de Vida e Previdência S/A

Regulamento do Serviço de Assistência Funeral Página 1 de 31 Capemisa Seguradora de Vida e Previdência S/A REGULAMENTOS DOS SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA FUNERAL ÍNDICE Padrão de até R$ 1.500,00 Plano Individual...pág. 02 até 04 Plano Familiar...pág. 05 até 07 Padrão de até R$ 2.000,00 Plano Individual...pág. 08

Leia mais

DISTRIBUIDORA DE COSMÉTICOS

DISTRIBUIDORA DE COSMÉTICOS 1. Identificação do Estabelecimento Razão Social: Nome Fantasia: CNPJ: Endereço: Bairro: Município: CEP: Fone: Fax: E-mail: Responsável Legal: CPF: Responsável Técnico: CPF: CR : 2. Inspeção Data: Objetivo:

Leia mais

adota a seguinte Consulta Pública e eu, Diretor Presidente, determino a sua publicação:

adota a seguinte Consulta Pública e eu, Diretor Presidente, determino a sua publicação: Agência Nacional de Vigilância Sanitária www.anvisa.gov.br Consulta Pública nº 26, de 21 de maio de 2009. D.O.U de 22/05/09 A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária, no uso das

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. INSTRUÇÃO Nº 112 - CLASSE 12ª - DISTRITO FEDERAL (Brasília).

RESOLUÇÃO Nº. INSTRUÇÃO Nº 112 - CLASSE 12ª - DISTRITO FEDERAL (Brasília). RESOLUÇÃO Nº INSTRUÇÃO Nº 112 - CLASSE 12ª - DISTRITO FEDERAL (Brasília). Relator: Ministro Ari Pargendler. Dispõe sobre pesquisas eleitorais. O TRIBUNAL SUPERIOR ELEITORAL, usando das atribuições que

Leia mais

DOE Seção I quinta-feira, 19 de março de 2015, páginas 29/30.

DOE Seção I quinta-feira, 19 de março de 2015, páginas 29/30. DOE Seção I quinta-feira, 19 de março de 2015, páginas 29/30. Resolução SS 28, de 18-3-2015 Dispõe sobre a instrução de processos de afastamento para participar de congressos, cursos e outros eventos culturais,

Leia mais

Regulamento do Serviço de Assistência Funeral Página 1 de 31 Capemisa Seguradora de Vida e Previdência S/A

Regulamento do Serviço de Assistência Funeral Página 1 de 31 Capemisa Seguradora de Vida e Previdência S/A REGULAMENTOS DOS SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA FUNERAL ÍNDICE Padrão de até R$ 1.500,00 Plano Individual...pág. 02 até 04 Plano Familiar...pág. 05 até 07 Padrão de até R$ 2.000,00 Plano Individual...pág. 08

Leia mais

RESOLUÇÃO 23.190 INSTRUÇÃO Nº 127 CLASSE 19ª BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL. Relator: Ministro Arnaldo Versiani. Interessado: Tribunal Superior Eleitoral.

RESOLUÇÃO 23.190 INSTRUÇÃO Nº 127 CLASSE 19ª BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL. Relator: Ministro Arnaldo Versiani. Interessado: Tribunal Superior Eleitoral. RESOLUÇÃO 23.190 INSTRUÇÃO Nº 127 CLASSE 19ª BRASÍLIA DISTRITO FEDERAL. Relator: Ministro Arnaldo Versiani. Interessado: Tribunal Superior Eleitoral. Dispõe sobre pesquisas eleitorais (Eleições de 2010).

Leia mais

REGULAMENTO DOS SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA FUNERAL Plano Familiar

REGULAMENTO DOS SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA FUNERAL Plano Familiar REGULAMENTO DOS SERVIÇOS DE ASSISTÊNCIA FUNERAL Plano Familiar 1. OBJETIVO 1.1 Prestar o serviço de assistência funeral em caso de morte do participante/segurado, por causas naturais ou acidentais, de

Leia mais

REGULAMENTO MUNICIPAL DOS REQUISITOS DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM

REGULAMENTO MUNICIPAL DOS REQUISITOS DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM REGULAMENTO MUNICIPAL DOS REQUISITOS DE INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO DOS ESTABELECIMENTOS DE HOSPEDAGEM NOTA JUSTIFICATIVA O Decreto-Lei n.º 39/2008, de 7 de Março - que aprova o novo regime jurídico da

Leia mais

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 96, DE 16 JANEIRO DE 2012

MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 96, DE 16 JANEIRO DE 2012 MINISTÉRIO DO TRABALHO E EMPREGO SECRETARIA DE INSPEÇÃO DO TRABALHO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 96, DE 16 JANEIRO DE 2012 Dispõe sobre procedimentos para a divulgação e fiscalização do cumprimento da legislação

Leia mais

ROTEIRO DE INSPEÇÃO EM HOTEIS E MOTEIS

ROTEIRO DE INSPEÇÃO EM HOTEIS E MOTEIS SUPERINTEDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE GERENCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE AMBIENTAL E SAÚDE DO TRABALHADOR COORDERNAÇÃO DE FISCALIZAÇÃO DE AMBIENTES E SAÚDE DO TRABALHADOR Av. Anhanguera, nº 5.195 Setor Coimbra

Leia mais

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS. Art. 1º - Por resíduos perigosos entende-se todo o lixo produzido por:

CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS. Art. 1º - Por resíduos perigosos entende-se todo o lixo produzido por: 1 LEI Nº 897, DE 10 DE OUTUBRO DE 2013. DISPÕE SOBRE "PROCEDIMENTOS RELATIVOS AOS RESÍDUOS PERIGOSOS" E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. O Prefeito Municipal de Mangaratiba faz saber que a Câmara Municipal de Mangaratiba,

Leia mais