22º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental VI-034 ÁGUA PARA SACIAR CORPO E ESPIRITO: BALNEABILIDADE E OUTROS USOS NOBRES

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "22º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental VI-034 ÁGUA PARA SACIAR CORPO E ESPIRITO: BALNEABILIDADE E OUTROS USOS NOBRES"

Transcrição

1 22º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 14 a 19 de Setembro Joinville - Santa Catarina VI-034 ÁGUA PARA SACIAR CORPO E ESPIRITO: BALNEABILIDADE E OUTROS USOS NOBRES Eduardo von Sperling(1) Engenheiro Civil e Sanitarista, Doutor em Ecologia Aquática, Professor Titular do Departamento de Engenharia Sanitária e Ambiental da Universidade Federal de Minas Gerais Endereço(1): Av. Contorno Centro - Belo Horizonte - MG - CEP: Brasil - Tel: (31) RESUMO O presente trabalho técnico procura destacar a conveniência de uma maior atenção ao uso recreativo da água, notadamente em um país como o Brasil, de farta disponibilidade de recursos hídricos. Busca-se assim, dentro de um contexto técnico, resgatar as possibilidades existentes de aproveitamento de rios, lagos e represas para o lazer individual e coletivo. É feita uma apreciação histórica do uso recreativo da água, tão difundido na época do império romano por exemplo, abordando-se o seu significado nas culturas oriental e ocidental. Talvez esteja nesta análise histórica uma possível explicação para o fato deste uso ser quase negligenciado em nosso país, que é, em linhas gerais, absolutamente carente de uma adequada infra-estrutura para a utilização recreativa de ambientes de água doce. As considerações emitidas neste trabalho vão ao encontro da estratégia de estabelecimento de usos múltiplos para os recursos hídricos, especialmente por ocasião da construção de novas represas. PALAVRAS-CHAVE: Balneabilidade, Usos da Água, Recreação. INTRODUÇÃO A literatura técnica na área de Saneamento e Meio Ambiente apresenta com frequência os diversos usos dos recursos hídricos, com um claro destaque para as funções de abastecimento doméstico e industrial e geração de energia. Na verdade é compreensível a importância dedicada a estes usos, considerando-se a limitada disponibilidade de água doce

2 em nosso planeta e a óbvia necessidade de fornecer à população água em quantidade e qualidade suficientes para atender às demandas de bebida (curiosamente a menor delas em termos percentuais de consumo), banho, descarga de vaso sanitário, lavagem de roupa e de louça e outras atividades ligadas à higiene e ao bem-estar. No aspecto industrial o consumo de água pode ser ainda muito mais intenso, notadamente para tipologias que utilizam grandes quantidades de água para refrigeração de máquinas, como é o caso de usinas siderúrgicas, tão frequentes em nosso país, ou para aquelas indústrias em que a á gua é parte integrante do produto final, com destaque para a fabricação de bebidas alcoólicas e não alcoólicas. Quanto à geração de energia, que constitui-se em um uso não consutivo da água, sabe-se que, no Brasil, a quase totalidade da produção energética é obtida mediante a utilização de usinas hidrelétricas. Outro uso da água de bastante relevância, sobretudo em zonas rurais, é a dessedentação de animais, particularmente para o caso do gado. A própria legislação brasileira (Lei da Política Nacional de Recursos Hídricos, Lei 9433/97) estabelece que, em situações emergenciais e de escassez de água, os usos prioritários são o abastecimento doméstico e a dessedentação de animais. Dentre o leque de possíveis usos da água está também a navegação, cuja relevância deveria ser ainda maior em um país como o Brasil. À exceção das hidrovias no Rio Paraguai e no trecho RioTietê-Rio Paraná, este uso é praticamente desconsiderado em grande parte do continente sul-americano, em nítido contraste com o continente europeu, onde o transporte de carga e de passageiros é feito em larga escala por via fluvial. Ainda com relação aos diversos usos da água, não pode ser esquecida a atividade de irrigação, que, na realidade, é aquela que mais consome água em uma escala global. Neste aspecto existem preocupações com relação à salinização dos solos em decorrência do intenso uso de água para irrigação de terrenos em zonas áridas e semiáridas. Outro uso, infelizmente ainda pouco difundido em nosso país, é o aproveitamento de recursos hídricos para fins de aquicultura, com destaque para a produção comercial de peixes. Obviamente as exigências de qualidade para tal uso são fortemente distintas daquelas que se aplicam aos outros usos aqui citados, tendo em vista a necessidade do estabelecimento de características eutróficas para o desenvolvimento das espécies aquáticas. Ainda com relação aos usos aos quais os recursos hídricos podem ser destinados, cabe menção a atuação de lagos e represas para contenção de cheias. Tal uso vem adquirindo crescente importância nos paises mais desenvolvidos, onde constata-se um forte aumento na construção das chamadas bacias de retenção, as quais podem atuar eficientemente na contenção das primeiras águas de chuva. Finalmente deve ser destacado um dos usos mais nobres do ambiente aquático e, ao mesmo tempo, um dos menos lembrados em nosso país : recreação ou lazer, juntamente com harmonia paisagística. No âmbito da Engenharia Sanitária e Ambiental observa-se uma forte lacuna na adequada apreciação deste milenar uso. A questão da balneabilidade das águas está praticamente restrita ao monitoramento de praias em regiões litorâneas com maior afluxo de banhistas, sendo muito limitadas as pesquisas sobre condições de balneabilidade em águas doces. No entanto, junto com abastecimento, este é o uso mais antigo da água, estando associado não só ao prazer corporal, mas também a rituais religiosos nas mais diversas culturas e à possibilidade de universalização do direito natural de cada habitante do planeta a usufruir do saudável e relaxante contato com a água. METODOLOGIA

3 Por tratar-se de uma abordagem de cunho teórico, a metodologia deste trabalho técnico assume um caráter fundamentalmente descritivo. Inicialmente é feita uma apreciação sobre a balneabilidade das águas doces, incluindo um registro histórico do seu uso em culturas antigas. Neste aspecto existe uma forte vinculação com a religiosidade destas culturas, nas quais o meio hídrico cumpria, e muitas vezes cumpre até hoje, uma função claramente espiritual. É dada ênfase à questão da balneabilidade na época do império romano, onde atingiu-se o apogeu na utilização coletiva da água nos famosos banhos e termas disseminados por quase toda a Europa Ocidental. Além do aspecto recreativo, representado pelas atividades que envolvem um contato direto com a água (recreação de contato primário), são também feitas considerações sobre o lazer contemplativo, no qual o ambiente aquático exerce uma função de relaxamento, designada na literatura internacional pela expressão calming function. Uma abordagem complementar refere-se à desejável inserção de corpos d água artificiais na paisagem urbana, acarretando um claro benefício estético e contribuindo fortemente para a melhoria da qualidade de vida da população que habita o seu entorno. Neste aspecto merece destaque a construção de bacias de retenção de águas de chuva dentro de um contexto urbano. Tais bacias constituem-se na verdade em agradáveis lagos de pequenas dimensões, os quais cumprem eficientemente, ao mesmo tempo, um papel de cunho hidrológico e paisagístico. Pretende-se assim com este trabalho induzir a comunidade profissional e científica brasileira a desenvolver reflexões sobre a conveniência de uma maior dedicação à criação de estruturas favoráveis às atividades recreativas em ambientes de água doce. PRIMEIRAS MANIFESTAÇÕES SOBRE O USO RECREATIVO DA ÁGUA Os primeiros registros sobre o uso da água para fins de balneabilidade são oriundos da época do império egípcio. Naquela ocasião, que remonta a 3000 anos antes de Cristo, o uso da água com esta finalidade era privilégio apenas de uma casta nobre, ao contrário do que sucedeu três milênios depois no império romano. Neste contexto histórico merece destaque a clássica obra de Hipócrates ( AC), Tratado das Aguas, do Ar e dos Lugares, onde é feita uma apologia aos benefícios provenientes do contato com a água. Outros filósofos na mesma época (Platão, Aristóteles) apontam para o poder relaxante dos banhos. O USO RECREATIVO NA ÉPOCA DO IMPÉRIO ROMANO É durante o império romano que o conceito de balneabilidade atinge sua mais alta expressão. No início da era moderna a cidade de Roma possuia 1 milhão de habitantes, chegando a 1,5 milhão no século II (Paquier, 2000), ali ocorrendo uma ampla e disseminada utilização dos banhos e termas. Estas últimas cumpriam simultaneamente as finalidades de banho e de banheiro, sendo inicialmente conhecidas como lavatrina, de onde se originou o termo latrina. Seu uso principal ocorria no período noturno, quando as termas

4 funcionavam também como centro de convívio social. Algumas termas romanas apresentavam grande capacidade de recebimento de banhistas, comportando até 3000 pessoas. Na época do imperador Caracalla muitas termas funcionavam 24 h por dia, elevando o consumo per capita médio de água em Roma até o surpreendente valor de 1000 l/d (Malissard, 1994). Contribuia também para tanto o intenso uso da água no combate a incêndios, bastante frequentes nas épocas mais secas do ano. Merece destaque ainda o uso decorativo da água, cumprindo assim a função de lazer contemplativo. A existência de água corrente em casa, representada por fontes domésticas e relógios de água (clepsidras), era considerada como sinal de prosperidade. No aspecto de qualidade de água, é interessante observar a conexão existente entre alguns conceitos da época e o conhecimento atual da questão. Tanto para banhos quanto para consumo considerava-se que a água deveria apresentar poucos depósitos após fervura (conceito de sólidos em suspensão), não deixar traços fluindo sobre bronze (conceito de corrosividade) e permitir que os legumes pudessem ser cozinhados rapidamente (conceito de águas brandas). A CULTURA ORIENTAL COM RELAÇÃO À BALNEABILIDADE No contexto da cultura oriental é inevitável a vinculação dos banhos com os aspectos religiosos, notadamente no budismo, taoísmo e hinduísmo. Nestas religiões, recomenda-se ainda que as orações sejam feitas junto à água, reforçando o caráter contemplativo/religioso dos ambientes aquáticos. Merecem destaque os problemas sanitários decorrentes da forte concentração de banhistas em rios sagrados, como ocorre durante a festa decenal em Alahabad, India, em que, durante duas semanas, 100 milhões de pessoas nadam em um trecho de 200 m do Rio Ganges. Outro aspecto relevante de cunho sanitário refere-se à cremação de corpos, a qual provoca um forte aumento da carga orgânica em alguns rios sagrados da India. O LAZER CONTEMPLATIVO A par da questão da balneabilidade, comentada nos tópicos anteriores, este trabalho pretende destacar a relevante função de harmonia paisagística exercida pelos ambientes aquáticos. O entorno de rios, lagos e represas permite a realização de atividades diversas, tais como caminhar, correr e receber a função relaxante das águas (efeito de espelho, movimentação ao vento, quietude, presença de pássaros, linhas curvas, em contraste com a arquitetura urbana de características lineares). A função urbanistica dos corpos d água favorece, além do enriquecimento da paisagem, um maior vinculo entre vizinhos, provocado pela maior probabilidade de encontros no entorno do ambiente aquático, o que confere ainda uma sensação de segurança ao cidadão. Pesquisas desenvovidas nos EUA, notadamente no condado de Los Angeles, concluem que a existência de um corpo d água urbano diminui a criminalidade, reduz a agressividade em pessoas portadoras do mal de

5 Alzheimer e melhora consideravelmente o problema de dificuldades escolares (ADD- Attention Deficit Disorder) em crianças. Além disso os ambientes aquáticos urbanos contribuem significativamente para a educação ambiental de crianças e adultos, constituindo-se em habitat para a vida selvagem e em um excelente espaço para apresentação e discussão de iniciativas pedagógicas. CONCLUSÕES As conclusões deste trabalho reforçam a conveniência de se dedicar uma maior atenção à balneabilidade em águas doces brasileiras. Neste contexto a Engenharia Sanitária e Ambiental assume um papel de extrema relevância, representado tanto pela abordagem técnica da questão, quanto pelo poder formador de opinião dos profissionais que atuam nessa área. Tais considerações revestem-se de um caráter prioritário em nosso país, já tão carente na oferta de opções de lazer para a população de baixa renda que habita as regiões interioranas. Acredita-se que uma contribuição como esta, que objetiva a melhoria da qualidade de vida, deva ser emanada do seio de uma associação técnica e discutida com as comunidades interessadas. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS MALISSARD, A Les Romains et l Eau. Ed. Les Belles Lettres, 342 p., PAQUIER, M. Histoire illustré de 5000 ans d hygiène publique. Ed. Johannet, 193 p., 2000

Formas de uso da água

Formas de uso da água Formas de uso da água INTRODUÇÃO A água é utilizada para várias atividades humanas: uso doméstico, geração de energia, irrigação, navegação, lazer, entre outras atividades. Distribuição relativa do consumo

Leia mais

USO RACIONAL DA ÁGUA 2008

USO RACIONAL DA ÁGUA 2008 USO RACIONAL DA ÁGUA Tipos de Água: Água potável - é a que se pode beber. É fundamental para a vida humana, e é obtida através de tratamentos que eliminam qualquer impureza. Água poluída - É a água suja

Leia mais

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA. Águas no Brasil: A Visão dos Brasileiros

PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA. Águas no Brasil: A Visão dos Brasileiros PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA Águas no Brasil: A Visão dos Brasileiros O que o brasileiro pensa sobre a conservação e o uso da água no Brasil METODOLOGIA OBJETIVO Levantar informações para subsidiar o planejamento

Leia mais

Pós-graduando em Educação Ambiental e Recursos Hídricos CRHEA/USP. Pós-graduanda em Educação Ambiental e Recursos Hídricos CRHEA/USP

Pós-graduando em Educação Ambiental e Recursos Hídricos CRHEA/USP. Pós-graduanda em Educação Ambiental e Recursos Hídricos CRHEA/USP EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMO INSTRUMENTO DE PREVENÇÃO E RECUPERAÇÃO DE IMPACTOS CAUSADOS PELA POLUIÇÃO DAS ÁGUAS DA REPRESA DE FURNAS NO ENTORNO DO MUNICÍPIO DE ALFENAS-MG FÁBIO VIEIRA MARTINS Pós-graduando

Leia mais

I B OP E Opinião. O que o brasileiro pensa e faz em relação à conservação e uso da água

I B OP E Opinião. O que o brasileiro pensa e faz em relação à conservação e uso da água PESQUISA DE OPINIÃO PÚBLICA Águas no Brasil: A visão dos brasileiros O que o brasileiro pensa e faz em relação à conservação e uso da água Dezembro, 2006 METODOLOGIA OBJETIVO Levantar informações para

Leia mais

Art. 1º - A Política Nacional de Recursos Hídricos baseia-se nos seguintes fundamentos:

Art. 1º - A Política Nacional de Recursos Hídricos baseia-se nos seguintes fundamentos: Patrimonio Hídrico Brasileiro - Explicação do Abaixo Assinado. Observação: O melhor instrumento para entender essa proposta é o Texto Base da Campanha da Fraternidade de 2004, Fraternidade e Água, realizada

Leia mais

ENQUADRAMENTO DE CORPOS COMO INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL REGIONAL

ENQUADRAMENTO DE CORPOS COMO INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL REGIONAL ENQUADRAMENTO DE CORPOS COMO INSTRUMENTO DE PLANEJAMENTO PARA O DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL REGIONAL EDMILSON COSTA TEIXEIRA LabGest GEARH / UFES (edmilson@npd.ufes.br) DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL? [COMISSÃO

Leia mais

Avançando na gestão das águas do DF

Avançando na gestão das águas do DF Avançando na gestão das águas do DF O Conselho de Recursos Hídricos do Distrito Federal (CRH DF) 1 emitiu no ano de 2014 duas resoluções tratando do enquadramento dos corpos d água superficiais do Distrito

Leia mais

Serão distribuídos: Para os professores: Cinco módulos temáticos e um caderno de atividades. Para os alunos: um caderno de atividades.

Serão distribuídos: Para os professores: Cinco módulos temáticos e um caderno de atividades. Para os alunos: um caderno de atividades. professor Serão distribuídos: Para os professores: Cinco módulos temáticos e um caderno de atividades. Para os alunos: um caderno de atividades. Também serão produzidos, dentro de sala de aula, cartazes

Leia mais

T- 072 FERRAMENTAS PARA DETERMINAÇÃO DO PADRÃO DE CONSUMO RESIDENCIAL DE ÁGUA

T- 072 FERRAMENTAS PARA DETERMINAÇÃO DO PADRÃO DE CONSUMO RESIDENCIAL DE ÁGUA T- 072 FERRAMENTAS PARA DETERMINAÇÃO DO PADRÃO DE CONSUMO RESIDENCIAL DE ÁGUA FERRAMENTAS PARA DETERMINAÇÃO DO PADRÃO DE CONSUMO RESIDENCIAL DE ÁGUA Tema I: Abastecimento de Água Autores: Jennifer Conceição

Leia mais

BACIA DO RIO DAS VELHAS

BACIA DO RIO DAS VELHAS BACIA DO RIO DAS VELHAS A bacia hidrográfica do rio das Velhas está localizada na região central do estado de Minas Gerais, entre as coordenadas 17 o 15 e 20 o 25 S - 43 o 25 e 44 o 50 W, apresentando

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS EDUCAÇÃO AMBIENTAL E GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS EDUCANDO PARA UM AMBIENTE MELHOR Apresentação A Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos do Rio Grande do Norte SEMARH produziu esta

Leia mais

A HIDROSFERA. Colégio Senhora de Fátima. Disciplina: Geografia 6 ano Profª Jenifer Tortato

A HIDROSFERA. Colégio Senhora de Fátima. Disciplina: Geografia 6 ano Profª Jenifer Tortato A HIDROSFERA Colégio Senhora de Fátima. Disciplina: Geografia 6 ano Profª Jenifer Tortato A HIDROSFERA A água é o mais abundante solvente natural que atua no sentido de desagregar, ou seja, fragmentar

Leia mais

Hidrografia Brasileira

Hidrografia Brasileira HIDROGRAFIA BRASILEIRA 1 O QUE É HIDROGRAFIA? A hidrografia é o ramo da geografia física que estuda as águas do planeta, abrangendo, rios, mares, oceanos, lagos, geleiras, água do subsolo e da atmosfera.

Leia mais

Geração de energia elétrica

Geração de energia elétrica Geração de energia elétrica Suprimento (geração, transmissão e distribuição) de energia elétrica: aspectos socioambientais Lineu Belico dos Reis REQUISITOS BÁSICOS: Atendimento ao arcabouço legal ambiental

Leia mais

Águas Continentais do Brasil. Capítulo 11

Águas Continentais do Brasil. Capítulo 11 Águas Continentais do Brasil Capítulo 11 As reservas brasileiras de água doce O Brasil é um país privilegiado pois detém cerca de 12% da água doce disponível no planeta; Há diversos problemas que preocupam:

Leia mais

O Q UE U É HIDRO R GRA R FIA? A

O Q UE U É HIDRO R GRA R FIA? A HIDROGRAFIA BRASILEIRA O QUE É HIDROGRAFIA? A hidrografia é o ramo da geografia física que estuda as águas do planeta, abrangendo, rios, mares, oceanos, lagos, geleiras, água do subsolo e da atmosfera.

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2014

PROJETO DE LEI Nº, DE 2014 PROJETO DE LEI Nº, DE 2014 (Do Sr. Geraldo Resende) Estabelece a Política Nacional de Captação, Armazenamento e Aproveitamento de Águas Pluviais e define normas gerais para sua promoção. O Congresso Nacional

Leia mais

O Plano Nacional de Recursos Hídricos e as Mudanças climáticas

O Plano Nacional de Recursos Hídricos e as Mudanças climáticas Workshop Adaptação às mudanças climáticas e os desafios da gestão ambiental integrada no Brasil O Plano Nacional de Recursos Hídricos e as Mudanças climáticas Diretoria de Recursos Hídricos Ministério

Leia mais

"Água e os Desafios do. Setor Produtivo" EMPRESAS QUE DÃO ATENÇÃO AO VERDE DIFICILMENTE ENTRAM NO VERMELHO.

Água e os Desafios do. Setor Produtivo EMPRESAS QUE DÃO ATENÇÃO AO VERDE DIFICILMENTE ENTRAM NO VERMELHO. "Água e os Desafios do Setor Produtivo" EMPRESAS QUE DÃO ATENÇÃO AO VERDE DIFICILMENTE ENTRAM NO VERMELHO. DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E O PAPEL DE CADA UM É o desenvolvimento que atende às necessidades

Leia mais

A Construção de um Programa de Revitalização na Bacia do rio São Francisco

A Construção de um Programa de Revitalização na Bacia do rio São Francisco A Construção de um Programa de Revitalização na Bacia do rio São Francisco Antônio Thomaz Gonzaga da Matta Machado Projeto Manuelzão/UFMG Conceito de Revitalização Caráter técnico-científico Legislação

Leia mais

VIABILIDADE ECONÔMICO-FINANCEIRA PARA IMPLANTAÇÃO DO SES AJURICABA-RS

VIABILIDADE ECONÔMICO-FINANCEIRA PARA IMPLANTAÇÃO DO SES AJURICABA-RS VIABILIDADE ECONÔMICO-FINANCEIRA PARA IMPLANTAÇÃO DO SES AJURICABA-RS Giuliano Crauss Daronco (1) Doutor em Recursos Hídricos e Saneamento. Departamento de Ciências Exatas e Engenhariais. (DCEEng). Universidade

Leia mais

ÁGUA: PESQUISA PARA A SUSTENTABILIDADE

ÁGUA: PESQUISA PARA A SUSTENTABILIDADE Workshop FAPESP/SABESP ÁGUA: PESQUISA PARA A SUSTENTABILIDADE Adolpho José Melfi 12/05/09 Água Recurso natural do século 21 Densamente povoado Gestão Fortemente urbanizado Altamente industrializado Representa

Leia mais

WWDR4 Resumo histórico

WWDR4 Resumo histórico WWDR4 Resumo histórico Os recursos hídricos do planeta estão sob pressão do crescimento rápido das demandas por água e das mudanças climáticas, diz novo Relatório Mundial das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento

Leia mais

ESTUDO DA VIABILIDADE DO USO DE CISTERNAS EM ASSENTAMENTO RURAL NO MUNICÍPIO DE VÁRZEA-PB

ESTUDO DA VIABILIDADE DO USO DE CISTERNAS EM ASSENTAMENTO RURAL NO MUNICÍPIO DE VÁRZEA-PB ESTUDO DA VIABILIDADE DO USO DE CISTERNAS EM ASSENTAMENTO RURAL NO MUNICÍPIO DE VÁRZEA-PB Jackson Silva Nóbrega 1 ; Francisco de Assis da Silva 1 ; Marcio Santos da Silva 2 ; Maria Tatiane Leonardo Chaves

Leia mais

AVALIAÇÃO DA BALNEABILIDADE DAS PRAIAS DO MUNICÍPIO DE SANTOS/SP NOS ÚLTIMOS DEZ ANOS

AVALIAÇÃO DA BALNEABILIDADE DAS PRAIAS DO MUNICÍPIO DE SANTOS/SP NOS ÚLTIMOS DEZ ANOS Revista Ceciliana Jun 4(1): 55-59, 2012 - Universidade Santa Cecília Disponível online em http://www.unisanta.br/revistaceciliana AVALIAÇÃO DA BALNEABILIDADE DAS PRAIAS DO MUNICÍPIO DE SANTOS/SP NOS ÚLTIMOS

Leia mais

ÁGUA. Água conhecida como elemento vital. primitivas. evoluídas. História da humanidade relação simples e intrínseca: Homem/Água.

ÁGUA. Água conhecida como elemento vital. primitivas. evoluídas. História da humanidade relação simples e intrínseca: Homem/Água. ÁGUA Água conhecida como elemento vital Comunidades primitivas evoluídas Água Sobrevivência História da humanidade relação simples e intrínseca: Homem/Água. Civilizações mais primitivas comunidades nômades

Leia mais

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997

Universidade Estadual do Centro-Oeste Reconhecida pelo Decreto Estadual nº 3.444, de 8 de agosto de 1997 RESOLUÇÃO Nº 5-CEPE/UNICENTRO, DE 22 DE FEVEREIRO DE 2010. Aprova o Curso de Especialização em Educação, Meio Ambiente e Desenvolvimento, modalidade modular, a ser ministrado no Campus CEDETEG, da UNICENTRO.

Leia mais

I MPACTO AMBI ENTAL DA I RRI GAÇÃO NO BRASI L

I MPACTO AMBI ENTAL DA I RRI GAÇÃO NO BRASI L I MPACTO AMBI ENTAL DA I RRI GAÇÃO NO BRASI L Salassier Bernardo, Ph.D. UENF Este trabalho aborda aspectos do impacto ambiental da irrigação, considerando seus efeitos sobre modificação do meio ambiente,

Leia mais

Disciplina: Ciências Professor(a): Klícia Regateiro Série: 6º ano. Água

Disciplina: Ciências Professor(a): Klícia Regateiro Série: 6º ano. Água Disciplina: Ciências Professor(a): Klícia Regateiro Série: 6º ano Água Água é vida A água é para o Homem, para os animais e para as plantas um elemento de primeira necessidade, É essencial à vida! É indispensável

Leia mais

ORIENTAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DE TECNOLOGIAS PARA A INCLUSÃO SOCIAL

ORIENTAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DE TECNOLOGIAS PARA A INCLUSÃO SOCIAL ORIENTAÇÃO E IMPLANTAÇÃO DE TECNOLOGIAS PARA A INCLUSÃO SOCIAL VASCONCELOS, Arthur Henrique Pacífico 1 ; CASTIGLIONI, Gabriel Luis 2 ; SILVA, Flavio Alves 2 ; RODRIGUES, Adelino José Saraiva 3. 1 Estudante

Leia mais

22º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental VI-079 - POLUIÇÃO SONORA: UMA ANÁLISE DO NÍVEL DE RUÍDO EM 03 SHOPPINGS DE NATAL/RN

22º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental VI-079 - POLUIÇÃO SONORA: UMA ANÁLISE DO NÍVEL DE RUÍDO EM 03 SHOPPINGS DE NATAL/RN 22º Congresso Brasileiro de Engenharia Sanitária e Ambiental 14 a 19 de Setembro 2003 - Joinville - Santa Catarina VI-079 - POLUIÇÃO SONORA: UMA ANÁLISE DO NÍVEL DE RUÍDO EM 03 SHOPPINGS DE NATAL/RN Carmem

Leia mais

Vitor Amadeu Souza vitor@cerne-tec.com.br

Vitor Amadeu Souza vitor@cerne-tec.com.br Tema: O Uso consciente da água Vitor Amadeu Souza vitor@cerne-tec.com.br O que é Meio Ambiente? Podemos definir o meio ambiente da seguinte forma: É o conjunto de todos os fatores que afetam diretamente

Leia mais

Localização Estoques Hídricos

Localização Estoques Hídricos ÁGUA USO RACIONAL FUNDAÇÃO RELICTOS Ciclo da Água Estado Físico da Água. Localização Estoques Hídricos Água no Mundo Água no Nosso Corpo 74% do nosso corpo também é constituído de água. Assim como a água

Leia mais

Água - Recurso Natural

Água - Recurso Natural - Recurso Natural PROF. Carla Gracy Ribeiro Meneses A água é um elemento essencial para a humanidade. Nosso corpo é composto por dois terços de água, isso equivalente ao nosso peso total. Curiosidades!

Leia mais

USO RACIONAL DA ÁGUA: RESULTADOS DE PRÁTICA PEDAGÓGICA

USO RACIONAL DA ÁGUA: RESULTADOS DE PRÁTICA PEDAGÓGICA USO RACIONAL DA ÁGUA: RESULTADOS DE PRÁTICA PEDAGÓGICA ROCHA, Elza dos Santos S. da (UNEMAT) elzassr@yahoo.com.br SANTOS, Leandra Ines Seganfredo (UNEMAT) leandraines@hotmail.com Sabemos que a água é indispensável

Leia mais

[415] 11. INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO E MONITORAMENTO

[415] 11. INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO E MONITORAMENTO [415] 11. INSTRUMENTOS DE AVALIAÇÃO E MONITORAMENTO [416] Com o intuito de definir uma base de referência para avaliação futura da evolução da situação do sistema de saneamento no município, recomenda-se

Leia mais

História da Habitação em Florianópolis

História da Habitação em Florianópolis História da Habitação em Florianópolis CARACTERIZAÇÃO DAS FAVELAS EM FLORIANÓPOLIS No início do século XX temos as favelas mais antigas, sendo que as primeiras se instalaram em torno da região central,

Leia mais

Sistemas Compactos de Tratamento de Esgotos Sanitários para Pequenos Municípios

Sistemas Compactos de Tratamento de Esgotos Sanitários para Pequenos Municípios Comitê de Gerenciamento da Bacia Hidrográfica do Alto Rio Jacuí - COAJU III Seminário Estadual sobre os Usos Múltiplos da Água Erechim, 30 de julho de 2010 Sistemas Compactos de Tratamento de Esgotos Sanitários

Leia mais

ÁGUA. O ciclo da água e as suas propriedades Disponibilidade Fontes de abastecimento Usos Problemas associados Uso eficiente.

ÁGUA. O ciclo da água e as suas propriedades Disponibilidade Fontes de abastecimento Usos Problemas associados Uso eficiente. ÁGUA O ciclo da água e as suas propriedades Disponibilidade Fontes de abastecimento Usos Problemas associados Uso eficiente 1º Ano Eng.ª Ambiente 2007/2008 1 Ciclo da Água 1º Ano Eng.ª Ambiente 2007/2008

Leia mais

DISCURSO PROFERIDO PELO DEPUTADO JOÃO HERRMANN NETO (PDT/SP), NA SESSÃO DA CÂMARA DOS DEPUTADOS, EM.../.../... Senhor Presidente

DISCURSO PROFERIDO PELO DEPUTADO JOÃO HERRMANN NETO (PDT/SP), NA SESSÃO DA CÂMARA DOS DEPUTADOS, EM.../.../... Senhor Presidente DISCURSO PROFERIDO PELO DEPUTADO JOÃO HERRMANN NETO (PDT/SP), NA SESSÃO DA CÂMARA DOS DEPUTADOS, EM.../.../... Senhor Presidente Senhoras e Senhores Deputados, As águas subterrâneas que formam os aqüíferos

Leia mais

COMISSÃO DE MINAS E ENERGIA. PROJETO DE LEI N o 3.986, DE 2008 I - RELATÓRIO

COMISSÃO DE MINAS E ENERGIA. PROJETO DE LEI N o 3.986, DE 2008 I - RELATÓRIO COMISSÃO DE MINAS E ENERGIA PROJETO DE LEI N o 3.986, DE 2008 Altera dispositivos da Lei nº 9.427, de 26 de dezembro de 1996, e da Lei nº 10.848, de 15 de março de 2004, para promover a geração e o consumo

Leia mais

Mobilização - construir parcerias e articulações integradas às dimensões ambientais: social, cultural e econômica.

Mobilização - construir parcerias e articulações integradas às dimensões ambientais: social, cultural e econômica. MISSÃO Desenvolver e implantar projetos que tenham como foco a geração de benefícios para o Planeta, provocando modificações conscientes, tanto no campo das ciências, quanto das atividades humanas. PRINCÍPIOS

Leia mais

A dinâmica do relevo terrestre e A hidrografia terrestre

A dinâmica do relevo terrestre e A hidrografia terrestre 1 O relevo terrestre é formado e modelado pela ação de diversos agentes internos (movimentos tectônicos, vulcanismo, terremoto) e externos (ação das águas, do vento e do próprio homem). Explique de que

Leia mais

O que é saneamento básico?

O que é saneamento básico? O que é saneamento básico? Primeiramente, começaremos entendendo o real significado de saneamento. A palavra saneamento deriva do verbo sanear, que significa higienizar, limpar e tornar habitável. Portanto,

Leia mais

Eixo Temático ET-04-005 - Gestão Ambiental em Saneamento PROPOSTA DE SANEAMENTO BÁSICO NO MUNICÍPIO DE POMBAL-PB: EM BUSCA DE UMA SAÚDE EQUILIBRADA

Eixo Temático ET-04-005 - Gestão Ambiental em Saneamento PROPOSTA DE SANEAMENTO BÁSICO NO MUNICÍPIO DE POMBAL-PB: EM BUSCA DE UMA SAÚDE EQUILIBRADA 225 Eixo Temático ET-04-005 - Gestão Ambiental em Saneamento PROPOSTA DE SANEAMENTO BÁSICO NO MUNICÍPIO DE POMBAL-PB: EM BUSCA DE UMA SAÚDE EQUILIBRADA Marcos Antônio Lopes do Nascimento¹; Maria Verônica

Leia mais

Água. Material de Apoio - Água

Água. Material de Apoio - Água Água Material de Apoio Programa Escola Amiga da Terra Mapa Verde Realização: Instituto Brookfield Assessoria: Práxis Consultoria Socioambiental Este material foi utilizado pelos educadores participantes

Leia mais

REUTILIZAÇÃO DA ÁGUA DOS APARELHOS DE AR CONDICIONADO EM UMA ESCOLA DE ENSINO MÉDIO NO MUNICÍPIO DE UMUARAMA-PR

REUTILIZAÇÃO DA ÁGUA DOS APARELHOS DE AR CONDICIONADO EM UMA ESCOLA DE ENSINO MÉDIO NO MUNICÍPIO DE UMUARAMA-PR 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 REUTILIZAÇÃO DA ÁGUA DOS APARELHOS DE AR CONDICIONADO EM UMA ESCOLA DE ENSINO MÉDIO NO MUNICÍPIO DE UMUARAMA-PR Thatiane Rodrigues Mota 1 ; Dyoni Matias

Leia mais

Estudos da Natureza na Educação Infantil

Estudos da Natureza na Educação Infantil Estudos da Natureza na Educação Infantil Referenciais Curriculares Nacionais da Educação Infantil (RCNEI) parte 3 Prof. Walteno Martins Parreira Jr www.waltenomartins.com.br waltenomartins@yahoo.com 2015

Leia mais

O homem e o meio ambiente

O homem e o meio ambiente A U A UL LA O homem e o meio ambiente Nesta aula, que inicia nosso aprendizado sobre o meio ambiente, vamos prestar atenção às condições ambientais dos lugares que você conhece. Veremos que em alguns bairros

Leia mais

A Qualidade da Água nas Cidades de Campina Grande e Taperoá. *gicelia.moreira2009@gmail.com

A Qualidade da Água nas Cidades de Campina Grande e Taperoá. *gicelia.moreira2009@gmail.com A Qualidade da Água nas Cidades de e Gicélia Moreira (ID) 1,AntonioJoão S. Filho(ID) 1 Nataline C. S. Barbosa (ID) 1 Antonio N. de Souza (PG) Departamento de Química CCT-UEPB *gicelia.moreira2009@gmail.com

Leia mais

PALESTRA Tecnologias e processos inovadores no abastecimento de água em comunidades isoladas SEMINÁRIO

PALESTRA Tecnologias e processos inovadores no abastecimento de água em comunidades isoladas SEMINÁRIO PALESTRA Tecnologias e processos inovadores no abastecimento de água em comunidades isoladas Daniel Kuchida SEMINÁRIO Segurança da Água para Consumo Humano. Como moldar o futuro da água para as partes

Leia mais

Lei nº 10200 DE 08/01/2015

Lei nº 10200 DE 08/01/2015 Lei nº 10200 DE 08/01/2015 Norma Estadual - Maranhão Publicado no DOE em 12 jan 2015 Dispõe sobre a Política Estadual de Gestão e Manejo Integrado de Águas Urbanas e dá outras providências. O Governador

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2012 (Do Sr. Laércio Oliveira)

PROJETO DE LEI Nº, DE 2012 (Do Sr. Laércio Oliveira) PROJETO DE LEI Nº, DE 2012 (Do Sr. Laércio Oliveira) Institui o Programa Nacional de Conservação, Uso Racional e Reaproveitamento das Águas. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º A presente lei tem por

Leia mais

Não fique para trás! Submeta seu projeto. Fonte de recursos para projetos julho 2012

Não fique para trás! Submeta seu projeto. Fonte de recursos para projetos julho 2012 Não fique para trás! Submeta seu projeto. Fonte de recursos para projetos julho 2012 1. Patrocínios 1.1 Patrocínio a Eventos e Publicações Data limite: 60 dias de antecedência da data de início do evento

Leia mais

FACULDADE DE ENGENHARIA

FACULDADE DE ENGENHARIA FACULDADE DE ENGENHARIA Impactos ambientais das hidrelétricas na Amazônia Profa. Aline Sarmento Procópio Dep. Engenharia Sanitária e Ambiental Amazônia: alguns dados A Região Amazônica compreende a maior

Leia mais

Abril Educação Água Aluno(a): Número: Ano: Professor(a): Data: Nota:

Abril Educação Água Aluno(a): Número: Ano: Professor(a): Data: Nota: Abril Educação Água Aluno(a): Número: Ano: Professor(a): Data: Nota: Questão 1 A água e o ar são indispensáveis para a sobrevivência dos seres vivos, mas o homem vem poluindo esses meios de forma muitas

Leia mais

PROJETO DE EXTENSÃO FUTEBOL PARA TODOS EDUCANDO ATRAVÉS DO ESPORTE

PROJETO DE EXTENSÃO FUTEBOL PARA TODOS EDUCANDO ATRAVÉS DO ESPORTE PROJETO DE EXTENSÃO FUTEBOL PARA TODOS EDUCANDO ATRAVÉS DO ESPORTE *Luciano Leal Loureiro *Jéssica Finguer RESUMO O presente texto busca explicar o que é o projeto Futebol Para Todos, oferecido pelo curso

Leia mais

O ENSINO DE GEOGRAFIA E A DISTRIBUIÇÃO, DISPONIBILIDADE E USO DA ÁGUA: RELATO DE EXPERIÊNCIA

O ENSINO DE GEOGRAFIA E A DISTRIBUIÇÃO, DISPONIBILIDADE E USO DA ÁGUA: RELATO DE EXPERIÊNCIA O ENSINO DE GEOGRAFIA E A DISTRIBUIÇÃO, DISPONIBILIDADE E USO DA ÁGUA: RELATO DE EXPERIÊNCIA Elaine Aparecida Ramos elaineramos89@gmail.com Taison Luiz de Paula Braghiroli taisonbrag@gmail.com Resumo:

Leia mais

Mostra de Projetos 2011. Lixo que não é Lixo

Mostra de Projetos 2011. Lixo que não é Lixo Mostra Local de: Dois Vizinhos Mostra de Projetos 2011 Lixo que não é Lixo Categoria do projeto: Projetos em implantação, com resultados parciais. Nome da Instituição/Empresa: APMF Escola Municipal Plínio

Leia mais

Crise da água: Desafios e Soluções

Crise da água: Desafios e Soluções Núcleo PCJ-Campinas/Piracicaba Crise da água: Desafios e Soluções São Paulo, 3 de junho de 2014. Regramento Legal do Sistema Hídrico Lei Estadual nº 7.663, de 30 de dezembro de 1991 (Política Estadual

Leia mais

ATIVIDADES EXTRAS. Data: Entrega:

ATIVIDADES EXTRAS. Data: Entrega: Geografia ATIVIDADES EXTRAS Tema: Data: Entrega: Valor: Nota: AVALIAÇÕES Conteúdo: Data: Valor: Nota: A Geopolítica no Oriente Médio Atlas National Geographic Visitante contempla a vista de um restaurante

Leia mais

RECURSOS HÍDRICOS DISPONÍVEIS NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA

RECURSOS HÍDRICOS DISPONÍVEIS NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ CENTRO DE CIÊNCIAS AGRÁRIAS DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA AGRÍCOLA RECURSOS HÍDRICOS DISPONÍVEIS NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA Deodato do Nascimento Aquino Técnico

Leia mais

MATERIAL DIDÁTICO SOBRE GERAÇÃO EÓLICA

MATERIAL DIDÁTICO SOBRE GERAÇÃO EÓLICA MATERIAL DIDÁTICO SOBRE GERAÇÃO EÓLICA Paulo C. M. Carvalho carvalho@dee.ufc.br Departamento de Engenharia Elétrica, Universidade Federal do Ceará Campus do Pici Caixa Postal 6001 CEP 60455-760 Fortaleza

Leia mais

CORREÇÃO DAS ATIVIDADES DE SALA E TAREFAS.

CORREÇÃO DAS ATIVIDADES DE SALA E TAREFAS. Aula 19: Conhecendo a hidrosfera do Brasil I CORREÇÃO DAS ATIVIDADES DE SALA E TAREFAS. Correção atividade sala: PG 3: Canadá, Brasil, EUA, Canadá, R.U etc... Bolívia, República do Congo, Mongólia, etc...

Leia mais

REDES HIDROGRÁFICAS SÃO TODOS OS RECURSOS HIDROGRÁFICAS DE UM PAÍS, COMPOSTOS GERALMENTE PELOS RIOS, LAGOS E REPRESAS.

REDES HIDROGRÁFICAS SÃO TODOS OS RECURSOS HIDROGRÁFICAS DE UM PAÍS, COMPOSTOS GERALMENTE PELOS RIOS, LAGOS E REPRESAS. REDES HIDROGRÁFICAS SÃO TODOS OS RECURSOS HIDROGRÁFICAS DE UM PAÍS, COMPOSTOS GERALMENTE PELOS RIOS, LAGOS E REPRESAS. BACIA HIDROGRÁFICA. É UMA REDE DE TERRAS DRENADAS POR UM RIO E SEUS PRINCIPAIS AFLUENTES.

Leia mais

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE Sérgio Dal-Ri Moreira Pontifícia Universidade Católica do Paraná Palavras-chave: Educação Física, Educação, Escola,

Leia mais

MUDANÇAS DO CLIMA E OS RECURSOS HÍDRICOS. São Carlos, 25 de fevereiro de 2010

MUDANÇAS DO CLIMA E OS RECURSOS HÍDRICOS. São Carlos, 25 de fevereiro de 2010 MUDANÇAS DO CLIMA E OS RECURSOS HÍDRICOS São Carlos, 25 de fevereiro de 2010 A BACIA HIDROGRÁFICA COMO UNIDADE DE PLANEJAMENTO OCUPAÇÃO DA BACIA HIDROGRÁFICA O DESMATAMENTO DAS BACIAS OCUPAÇÃO DA BACIA

Leia mais

Caatinga: exclusivamente brasileira

Caatinga: exclusivamente brasileira Caatinga: exclusivamente brasileira Ministério do Meio Ambiente Secretaria de Biodiversidade e Florestas Departamento de Conservação da Biodiversidade Parque Nacional da Serra da Capivara - PI Caatinga:

Leia mais

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE

INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE Atlas de saneamento Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva Ministro do Planejamento, Orçamento e Gestão Guido Mantega INSTITUTO BRASILEIRO DE GEOGRAFIA E ESTATÍSTICA - IBGE Presidente Eduardo

Leia mais

BALNEABILIDADE DAS LAGOAS URBANAS DE SALVADOR - BAHIA

BALNEABILIDADE DAS LAGOAS URBANAS DE SALVADOR - BAHIA BALNEABILIDADE DAS LAGOAS URBANAS DE SALVADOR - BAHIA Juliana Jesus Santos ; Ailton dos Santos Junior ; Maili Correia Campos ; Claudia do Espírito Santo Lima & Eduardo Farias Topázio INTRODUÇÃO Balneabilidade

Leia mais

Curso: Panorama dos Recursos Hídricos no Mundo e no Brasil

Curso: Panorama dos Recursos Hídricos no Mundo e no Brasil Curso: Panorama dos Recursos Hídricos no Mundo e no Brasil Aula: A água em números Alexandre Resende Tofeti Brasília - DF 23 de Agosto de 2013 CFI Dados sobre a Água no Mundo e na América do Sul Reservas

Leia mais

OS CUIDADOS COM A ÁGUA NA ESCOLA FUNDAMENTAL PROFESSOR ADAILTON COELHO COSTA

OS CUIDADOS COM A ÁGUA NA ESCOLA FUNDAMENTAL PROFESSOR ADAILTON COELHO COSTA OS CUIDADOS COM A ÁGUA NA ESCOLA FUNDAMENTAL PROFESSOR ADAILTON COELHO COSTA Dantas 1, Mayara; Gomes 1, Márcia; Silva 1, Juliene; Silva 1, Jaciele; 1 Discente do Curso de Bacharelado em Ecologia; 2 Professora

Leia mais

Ensino Fundamental II

Ensino Fundamental II Ensino Fundamental II Valor da prova: 2.0 Nota: Data: / /2015 Professora: Angela Disciplina: Geografia Nome: n o : Ano: 6º 4º bimestre Trabalho de Recuperação de Geografia Orientações: - Leia atentamente

Leia mais

O TURISMO E O LAZER E SUA INTERFACE COM O SETOR DE RECURSOS HÍDRICOS

O TURISMO E O LAZER E SUA INTERFACE COM O SETOR DE RECURSOS HÍDRICOS O TURISMO E O LAZER E SUA INTERFACE COM O SETOR DE RECURSOS HÍDRICOS Martha Sugai Superintendente de Usos Múltiplos Substituta Brasília, 13 de julho de 2005 A indústria do turismo é, na atualidade, a atividade

Leia mais

INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS DO AMBIENTE PARA ENGENHARIA

INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS DO AMBIENTE PARA ENGENHARIA UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CENTRO DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA CIVIL ÁREA DE ENGENHARIA SANITÁRIA E AMBIENTAL INTRODUÇÃO ÀS CIÊNCIAS DO AMBIENTE PARA ENGENHARIA Selma Maria

Leia mais

Missão. Objetivos Específicos

Missão. Objetivos Específicos CURSO: Engenharia Ambiental e Sanitária Missão O Curso de Engenharia Ambiental e Sanitária da Universidade Estácio de Sá tem por missão formar profissionais com sólida formação técnico científica nas áreas

Leia mais

A palavra transporte vem do latim trans (de um lado a outro) e portare (carregar). Transporte é o movimento de pessoas ou coisas de um lugar para

A palavra transporte vem do latim trans (de um lado a outro) e portare (carregar). Transporte é o movimento de pessoas ou coisas de um lugar para A palavra transporte vem do latim trans (de um lado a outro) e portare (carregar). Transporte é o movimento de pessoas ou coisas de um lugar para outro. Os transportes podem se distinguir pela possessão:

Leia mais

UMA ANÁLISE SOBRE AS DIVERSAS PAISAGENS DA LAGOA MAIOR EM TRÊS LAGOAS/MS

UMA ANÁLISE SOBRE AS DIVERSAS PAISAGENS DA LAGOA MAIOR EM TRÊS LAGOAS/MS UMA ANÁLISE SOBRE AS DIVERSAS PAISAGENS DA LAGOA MAIOR EM TRÊS LAGOAS/MS Cínthia dos Santos Sêna 1 Esp Luziane Albuquerque 2 RESUMO O presente trabalho visa analisar as diversas paisagens que compõem a

Leia mais

Eixo Temático ET-13-015 - Educação Ambiental UM ESTUDO SOBRE POÇOS ARTESIANOS EM SANTA CRUZ DO CAPIBARIBE-PE

Eixo Temático ET-13-015 - Educação Ambiental UM ESTUDO SOBRE POÇOS ARTESIANOS EM SANTA CRUZ DO CAPIBARIBE-PE 531 Eixo Temático ET-13-015 - Educação Ambiental UM ESTUDO SOBRE POÇOS ARTESIANOS EM SANTA CRUZ DO CAPIBARIBE-PE Valdiana Maria Gonçalves Araujo¹; Viviane Suzy de Oliveira Pereira²; Débora Caroline Ferreira

Leia mais

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO

01/12/2012 MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL. Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO MEIO AMBIENTE E RESPONSABILIDADE SOCIAL Guarantã do Norte/MT A SOCIEDADE ESTÁ EM TRANSFORMAÇÃO TAREFAS ESTRUTURA PESSOAS AMBIENTE TECNOLOGIA ÊNFASE NAS TAREFAS Novos mercados e novos conhecimentos ÊNFASE

Leia mais

PROPOSTA ALTERNATIVA PARA A REUTILIZAÇÃO DA ÁGUA DA CHUVA EM RESIDÊNCIAS

PROPOSTA ALTERNATIVA PARA A REUTILIZAÇÃO DA ÁGUA DA CHUVA EM RESIDÊNCIAS ISSN 1984-9354 PROPOSTA ALTERNATIVA PARA A REUTILIZAÇÃO DA ÁGUA DA CHUVA EM RESIDÊNCIAS Tatiana dos Anjos Mota (UFF) Max Anderson da Silva Mendes (CEFET) Resumo Este trabalho é uma proposta alternativa

Leia mais

PROF. RICARDO TEIXEIRA A DINÂMICA DA HIDROSFERA

PROF. RICARDO TEIXEIRA A DINÂMICA DA HIDROSFERA PROF. RICARDO TEIXEIRA A DINÂMICA DA HIDROSFERA A hidrosfera fonte para a vida A superfície do planeta Terra é constituída predominantemente de água. Os continentes e ilhas constituem cerca de 30% da superfície

Leia mais

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Bacias Hidrográficas Brasileiras. Prof. Claudimar Fontinele

Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Bacias Hidrográficas Brasileiras. Prof. Claudimar Fontinele Ciências Humanas e Suas Tecnologias - Geografia Ensino Médio, 3º Ano Bacias Hidrográficas Brasileiras Prof. Claudimar Fontinele BACIA HIDROGRÁFICA Bacia Hidrográfica é a área drenada por um rio principal

Leia mais

COMPARAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA EM PONTOS DETERMINADOS DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO CAMBORIÚ

COMPARAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA EM PONTOS DETERMINADOS DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO CAMBORIÚ COMPARAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA EM PONTOS DETERMINADOS DA BACIA HIDROGRÁFICA DO RIO CAMBORIÚ Pietra Quelissa ROBE, Estudante de Controle Ambiental do IFC- Campus Camboriú Yasmin Nunes DA SILVA, Estudante

Leia mais

GIRH como Ferramenta de Adaptação às Mudanças Climáticas. Adaptação em Gestão das Águas

GIRH como Ferramenta de Adaptação às Mudanças Climáticas. Adaptação em Gestão das Águas GIRH como Ferramenta de Adaptação às Mudanças Climáticas Adaptação em Gestão das Águas Meta e objetivos da sessão Meta considerar como a adaptação às mudanças climáticas pode ser incorporada na gestão

Leia mais

MEDIDAS NECESSÁRIAS HOJE PARA PREVISÕES CONFIÁVEIS SOBRE A FUTURA DISPONIBILIDADE E QUALIDADE DOS RECURSOS HÍDRICOS

MEDIDAS NECESSÁRIAS HOJE PARA PREVISÕES CONFIÁVEIS SOBRE A FUTURA DISPONIBILIDADE E QUALIDADE DOS RECURSOS HÍDRICOS MEDIDAS NECESSÁRIAS HOJE PARA PREVISÕES CONFIÁVEIS SOBRE A FUTURA DISPONIBILIDADE E QUALIDADE DOS RECURSOS HÍDRICOS Como prever? MODELOS MATEMÁTICOS TIPO DE USO PARA A ÁGUA Concentração admissível BACIA

Leia mais

GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO URBANO SEDURB DIRETORIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS

GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO URBANO SEDURB DIRETORIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS GOVERNO DE SERGIPE SECRETARIA DE ESTADO DO DESENVOLVIMENTO URBANO SEDURB DIRETORIA DE RELAÇÕES INSTITUCIONAIS Seminário Internacional Planejamento Urbano em Região Metropolitana - O caso de Aracaju Aracaju,

Leia mais

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA TECNÓLOGO EM MECATRÔNICA INDUSTRIAL CRISE HÍDRICA NO ESTADO DE SÃO PAULO

INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA TECNÓLOGO EM MECATRÔNICA INDUSTRIAL CRISE HÍDRICA NO ESTADO DE SÃO PAULO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA TECNÓLOGO EM MECATRÔNICA INDUSTRIAL CRISE HÍDRICA NO ESTADO DE SÃO PAULO Por: Bruno Soares da Silva Professor: José Carlos Martins

Leia mais

05 DE JUNHO DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE

05 DE JUNHO DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE D I R E T O R I A D E S A Ú D E 05 DE JUNHO DIA MUNDIAL DO MEIO AMBIENTE Em 05 de Junho, é comemorado o Dia Mundial do Meio Ambiente e nesse ano o foco está voltado para as Mudanças Climáticas com o tema

Leia mais

Conteúdo Específico do curso de Gestão Ambiental

Conteúdo Específico do curso de Gestão Ambiental Conteúdo Específico do curso de Gestão Ambiental 1.CURSOS COM ÊNFASE EM : Gestão Ambiental de Empresas 2. CONCEPÇÃO DOS CURSOS: O Brasil possui a maior reserva ecológica do planeta sendo o número um em

Leia mais

Política de Sustentabilidade

Política de Sustentabilidade Política de Sustentabilidade Síntese O Compromisso ALIANSCE para a Sustentabilidade demonstra o nosso pacto com a ética nos negócios, o desenvolvimento das comunidades do entorno de nossos empreendimentos,

Leia mais

USO RACIONAL DA ÁGUA NA AGRICULTURA

USO RACIONAL DA ÁGUA NA AGRICULTURA ASGAM Assessoria de Gestão Ambiental Companhia de Gestão dos Recursos Hídricos COGERH USO RACIONAL DA ÁGUA NA AGRICULTURA Marcos Dantas Gestão Ambiental Pós-graduando em Biodiversidade e Sustentabilidade

Leia mais

COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA. PROJETO DE LEI N.º 7.569, DE 2.006 (Do Poder Executivo)

COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA. PROJETO DE LEI N.º 7.569, DE 2.006 (Do Poder Executivo) COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA PROJETO DE LEI N.º 7.569, DE 2.006 (Do Poder Executivo) AUTOR: PODER EXECUTIVO RELATOR: DEPUTADO CARLOS ABICALIL Modifica as competências e a estrutura organizacional da

Leia mais

Gestão Participativa e os Comitês de Bacias

Gestão Participativa e os Comitês de Bacias Novembro de 2009. Gestão Participativa e os Comitês de Bacias Suraya Modaelli DAEE 1,2 bilhão de pessoas sem acesso a água potável no mundo 2 bilhões sem infra-estrutura de saneamento milhões de crianças

Leia mais

ÁGUA QUE BRILHA E ILUMINA A VIDA Aos Educadores:

ÁGUA QUE BRILHA E ILUMINA A VIDA Aos Educadores: ÁGUA QUE BRILHA E ILUMINA A VIDA Aos Educadores: A consciência ecológica levanta-nos um problema de profundidade e vastidão extraordinárias. Temos que defrontar ao mesmo tempo o problema da Vida na Terra,

Leia mais

A Engenharia Civil e as Construções Sustentáveis

A Engenharia Civil e as Construções Sustentáveis Engenharia A Engenharia Civil e as Construções Sustentáveis A construção sustentável é um novo conceito que está surgindo dentro da engenharia civil. A construção sustentável além de tornar a obra ecológica,

Leia mais

Simone Cristina de Oliveira (1) Engenheira Agrônoma (UFV), Mestre em Sociologia (UNESP), Gerente de Gestão Ambiental do DAAE

Simone Cristina de Oliveira (1) Engenheira Agrônoma (UFV), Mestre em Sociologia (UNESP), Gerente de Gestão Ambiental do DAAE EDUCAÇÃO AMBIENTAL COMO FERRAMENTA PARA O PLANEJAMENTO DA GESTÃO DO SANEAMENTO TEMA VII.c: EDUCAÇÂO AMBIENTAL Simone Cristina de Oliveira (1) Engenheira Agrônoma (UFV), Mestre em Sociologia (UNESP), Gerente

Leia mais

A CHEIA DO RIO NEGRO EM MANAUS E SEUS IMPACTOS NO CENTRO E NA PONTA NEGRA EM 2009

A CHEIA DO RIO NEGRO EM MANAUS E SEUS IMPACTOS NO CENTRO E NA PONTA NEGRA EM 2009 A CHEIA DO RIO NEGRO EM MANAUS E SEUS IMPACTOS NO CENTRO E NA PONTA NEGRA EM 2009 1. INTRODUÇÃO Diego Lopes Morais 1 1 Graduando em Geografia / Universidade do Estado do Amazonas - UEA Instituto Nacional

Leia mais

Voluntariado nas Organizações de Terceiro Setor Marisa Seoane Rio Resende *

Voluntariado nas Organizações de Terceiro Setor Marisa Seoane Rio Resende * Voluntariado nas Organizações de Terceiro Setor Marisa Seoane Rio Resende * Voluntariado é a expressão da participação da sociedade na vida pública mais significativa da atualidade. Os movimentos de participação

Leia mais