O FENOMENO DO MUNDO NO PENSAMENTO DE MARTIN HEIDEGGER

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1 O FENOMENO DO MUNDO NO PENSAMENTO DE MARTIN HEIDEGGER Caroline Martins de Sousa Bolsista PET - Filosofia / UFSJ (MEC/SESu/DEPEM) Orientadora: Profa. Dra. Glória Maria Ferreira Ribeiro - DFIME / UFSJ (Tutora do Grupo PET Filosofia) Resumo: O presente estudo pretende compreender o fenômeno do mundo, na obra Ser e Tempo (escrita em 1926) do filósofo alemão Martin Heidegger. Este rompe com a concepção tradicional acerca do mundo, que o concebe como possuindo uma natureza substancial. Para Heidegger, o mundo não está pronto, ele está sempre se fazendo desde e com as relações que o homem estabelece com os outros, com as coisas e com ele mesmo. O corpo do mundo, que se estrutura desde e com essas relações, se mostra como linguagem à medida que nos revelam o significado das coisas no uso e manuseio que dessas coisas fazemos. Palavras-chaves: Mundo, manual, linguagem. O presente estudo pretende compreender o fenômeno do mundo na obra Ser e Tempo de 1926 do filósofo alemão Martin Heidegger. Para tanto usaremos a terceira edição em português, traduzida por Márcia de Sá Cavalcante. Por ter sido uma das obras mais relevantes do filósofo, ela irá marcar de forma radical seu pensamento; é nessa obra que Heidegger descreve o homem a partir do fenômeno da sua existência. Fundamentalmente, existir, para o nosso autor, é ser-no-mundo. Segundo Heidegger, nós, enquanto existentes, estamos sempre lançados no mundo mundo este que se mostra, de imediato, nessas relações que estabelecemos com os outros, com as coisas e com o nosso próprio ser (ou seja, estamos sempre nos relacionando com as nossas possibilidades de ser). Desde essa perspectiva o mundo se mostra tão familiar, que somos tomados pela ilusão de que ele já está pronto e acabado isto é, temos a ilusão de que as coisas já estão determinadas (prontas), como se já soubéssemos o que as coisas são. Ou seja, temos sempre uma pré-compreensão acerca das coisas. É essa pré-compreensão que guia as nossas ações cotidianas, nos revelando o mundo como um mundo circundante. Isto é, o mundo que nos é familiar e próximo: o mundo das nossas ocupações. Estamos sempre lançados (projetados) nesse mundo circundante, sempre lançados numa ocupação. Contudo, esse mundo que assim se revela na ocupação (no uso e manuseio dos instrumentos e na lida com os outros que aí, nessa circunstância nos vêm ao encontro), se mostra e ganha corpo como uma conjuntura de relações (com as coisas, com os outros e

2 Caroline Martins de Sousa com o próprio ser do homem). Entretanto, o mundo considerado nele mesmo, nada mais é do que um horizonte no qual o homem tem de continuamente se projetar; horizonte de significância desde o qual o existente haure os significados do seu ser e do ser das coisas que lhe vêm ao encontro desde esse mesmo horizonte. Assim compreendido, o fenômeno do mundo se mostra fundamentalmente como linguagem à medida que nos revela o significado das coisas, significados estes que se mostram desde um fazer. Linguagem aqui, não é compreendida como uma atividade dos órgãos humanos de fonação e audição e, nem, como diria Aristóteles, a expressão exterior daquilo que se encontra no interior da alma. Para Heidegger, linguagem é a própria teia discursiva que ganha corpo no nosso mundo circundante isto é: no cotidiano de nossas ações mais prosaicas. Por exemplo: ao tecermos um xale, já compreendemos previamente a finalidade dos instrumentos utilizados nesta ocupação (tear, linha...). No uso e manuseio, os significados de tais instrumentos se descobrem em nossas mãos. Os significados dos instrumentos se descobrem no ato mesmo de os utilizarmos. Dessa forma, neste trabalho o que nos interessa é compreender de que modo esse mundo circundante se revela nos instrumentos com os quais nos ocupamos cotidianamente. Inicialmente devemos esclarecer o ser- no mundo no seu momento fundamental e essencial: mundo. E para realizar tal tarefa, Heidegger propõe descrever o mundo como fenômeno, partindo de tudo o que se dá nele: plantas, animais, homens..., para assim, visualizarmos o que aparece como ente dentro do mundo. Essa tarefa é ôntica, ou seja, ela fica centrada nos entes já determinados. No entanto, o que buscamos é a estrutura ontológica, é o ser, e como mencionamos acima, buscamos uma exposição do mundo fenomenológica, isto é, revelar o ser dos entes que se dão dentro do mundo. O estudo ontológico tradicional tenta conceber o fenômeno do mundo sem primeiro tecer a compreensão da constituição da pre-sença (termo que traduz a compreensão que Heidegger tem do homem como existente) como ser- no- mundo. Ou seja, a ontologia tradicional parte do pressuposto que, tanto o homem como o mundo, já se encontram prontos, se constituindo como uma coisa, uma res conferindo-lhe assim, um caráter substancial. Consoante o pensamento de Heidegger, para visualizarmos o mundo será preciso dar um passo para trás, ou melhor, é necessário nos colocar a questão: desde qual fenômeno tanto

3 O fenômeno do mundo no pensamento de Martin Heidegger o homem como o mundo se tornam possíveis? Fazer isso é se perguntar pela própria estrutura ser-no-mundo. O que é pois, o mundo nessa estrutura? E para nos aproximarmos dessa questão é preciso partir para uma interpretação ontológica dos entes que vêm ao encontro dentro do mundo circundante. 1 No âmbito desta exposição fenomenológica acerca do ser dos entes, o ente que será demonstrado é aquele que se revela na ocupação do mundo circundante e é produzido no mundo. A pre-sença já está sempre nesse modo de lidar da ocupação cotidiana. No entanto, a questão fenomenológica do ente que vem ao encontro é obscura, pois o ente em si mesmo se vela. Essa ardiliosidade se revela a partir do ente já estabelecido como base préfenomenal : as coisas. Porém, é possível não chegarmos a base pré fenomenal a qual buscamos, uma vez que, o ente identificado como coisa, nos leva à noção de substância. Assim, neste ser, o ente que vem ao encontro na ocupação, continua encoberto pré-ontologicamente. Então, nesse caráter obscuro dos entes que simplesmente se dão no mundo, será possível chegarmos ao sentido ontológico daquilo que vem ao encontro no cotidiano? Heidegger determina este ente com o termo instrumento. Este é tudo o que usamos para, por exemplo, cozinhar: a panela, colher, fogão, etc... são todos instrumentos utilizados no ato de cozinhar. Então, tentaremos demonstrar o modo de ser deste instrumento, através do que faz um instrumento ser um instrumento, ou seja, a instrumentalidade. Rigorosamente, um instrumento nunca é 2. Ou seja, é através do todo instrumental (do manuseio, serventia...) que faz com que um instrumento seja o que é, como por exemplo, os instrumentos para cozinhar : temperos, panela, ervas, colheres, fogão, hortaliças, etc... nunca se revelam por si mesmos, e sim num conjunto de coisas que constituem a cozinha. O único modo do instrumento se revelar originalmente é (como pudemos verificar no exemplo do ato de tecer com o tear) quando a ação já se apropriou do instrumento, sem saber da característica instrumental desse mesmo instrumento. Na ocupação de tecer, quanto mais se tece, sem se lembrar da conta de luz que venceu, sem pensar o que vai preparar para o jantar, no amor que partiu, de suas flores na janela, enfim, quanto mais se concentra no uso e manuseio do instrumento tear, mais se sabe usá-lo mais próprio se torna o 1 HEIDEGGER, Martin. Pág In: Ser e Tempo. Tradução por Márcia Sá Cavalcante. Petrópolis: Vozes. Parte I. 3ª edição ibidem, p.110.

4 Caroline Martins de Sousa relacionamento com ele. O próprio tecer é que revela o manuseio próprio do tear. A este modo de ser do instrumento que se mostra por si próprio, é designado por Heidegger, como manualidade. Portanto, uma compreensão teórica acerca das coisas necessita de uma compreensão da manualidade. Esse modo de lidar com os instrumentos no uso e manuseio têm uma visão própria na ocupação que abarca o conjunto (os utensílios). Esta é uma pré-compreensão do todo no manuseio, isto é, ao tecer um xale, já pré-compreendemos qual é a finalidade da linha e do tear. Esse tipo de visão próprio do modo de lidar com os instrumentos é chamado por Heidegger de Circunvisão (UMSICHT). Esta é o modo como lidamos com o cotidiano, o modo como somos guiados em nossas ocupações. Isto é, o ser está sempre se fazendo presente no mundo, está sempre se realizando na presença, à medida que está sempre se ocupando e tomando as coisas para si. Esta ocupação é guiada pela circunvisão, que descobre o manual (noção que traduz: tudo que se descobre em nossas mãos, no ato de usar e manusear; é desde o manual que se descobre o significado dos instrumentos que utilizamos em nossas ocupações cotidianas). Ou seja, através da circunvisão é que se tem uma visão do conjunto que abrange o material, o usuário, o uso e a obra. Contudo, a circunvisão não nos permite compreender como se dá o enraizamento ontológico do manual. Ela (a circunvisão) só nos permite compreender (ver) a teia de remissões, desde a qual se torna possível usar o instrumento. Desse modo, Manualidade é a determinação categorial dos entes tal como são em si 3. Como vimos o ser -no- mundo é o modo mais imediato de lidar no mundo (no uso e manuseio), este só esclarece o que é simplesmente dado, a partir do que esta à mão na ocupação, isto é, através da manualidade. Assim, a manualidade está baseada em algo (ser) simplesmente dado, nos seres intramundanos. Desse modo, na interpretação desse ente intramundano já se pressupõe o mundo. Embora ainda estando nesta interpretação do ser dos entes que vêm ao encontro no mundo circundante (manualidade), agora temos a possibilidade de ver o fenômeno do mundo. Uma vez que, o todo instrumental, o qual analisamos mais acima, se mostra como um conjunto já pré-compreendido através da circunvisão. Segundo Heidegger, nesse conjunto anuncia-se o mundo. 3 ibidem, p.114.

5 O fenômeno do mundo no pensamento de Martin Heidegger Dessa maneira, o mundo já se abriu, devido ao fato do manual ter se tornado acessível (à mão), assim guiado pela circunvisão o mundo já se abriu na ocupação. E nesta ocupação a partir das relações que o homem estabelece com o todo instrumental, o mundo se mostra como linguagem à medida que nos revelam os significados das coisas, significados estes que se mostram desde um fazer. Isto é, na ocupação o em si do instrumento se revela a partir do uso que fazemos dele, como a linha, na ação de tecer ela é um instrumento para, por exemplo, fazer um xale, mas ela pode ainda revelar uma outra possibilidade de ser, como um varal para este xale. Assim no uso e manuseio através da circunvisão é que descobrimos os significados das coisas. O mundo não está pronto, temos que realiza-lo a todo segundo para que ele seja. Ele está sempre se fazendo desde e como essas relações que homem estabelece com as coisas, com os outros e consigo mesmo. Concluindo, Heidegger rompe com a concepção tradicional do fenômeno do mundo que o concebe como possuindo uma natureza substancial redimensionando-o a partir da noção de existência humana trabalhada por ele em Ser e Tempo. Ou seja, para o nosso filósofo a essência do homem é a sua existência; sendo que essa existência se traduz na estrutura fundamental Ser-no-mundo. Isso significa que o ser do mundo e o do homem não se separam para Heidegger, um não é sem o outro - uma vez que o fenômeno do mundo é que revela as possibilidades de ser próprias do homem. No entanto, para sermos, temos que realizar essas possibilidades de ser a todo segundo, o mundo não está pronto, ele está sempre se fazendo desde e como as relações que o homem estabelece com os outros, com as coisas e com ele mesmo. É a partir dessa co-pertinência que se verifica entre homem e mundo, que se dá a ruptura com as teorias da substância. Referências Bibliográficas HEIDEGGER, Martin. Ser e Tempo. Traduzido por Márcia Sá Cavalcante Schuback. Petrópolis: Vozes. Parte I. 14ª edição, 2005.

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