Carla Moraes Técnica em Edificações CTU - Colégio Técnico Universitário

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2 Carla Moraes Técnica em Edificações CTU - Colégio Técnico Universitário

3 PREVENÇÃO

4 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA Visam o abandono seguro da população, em caso de incêndio ou pânico, e permitir o acesso de bombeiros para o combate ao fogo ou retirada de pessoas.

5 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA são acessos ou rotas e suas respectivas portas; escadas; rampas; descarga. o número de saídas de emergência e sua largura são proporcionais ao número de pessoas que utilizam a edificação. as larguras mínimas das saídas de emergência devem ser de 1,10 m, para escadas, rampas, acessos e descargas das ocupações em geral

6 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA Acessos devem: permanecer desobstruídos e permitir o escoamento fácil de todos os ocupantes da edificação;

7 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA Acessos devem: ter pé direito mínimo de 2,50 m ser sinalizados e iluminados, com indicação clara do sentido da saída as distâncias máximas a serem percorridas para atingir as portas de acesso às edificações e o acesso às escadas ou as portas das escadas são regulamentadas.

8 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA Rampas: não podem terminar em degraus ou soleiras, devendo ser precedidas e sucedidas sempre por patamares planos. patamares das rampas devem ser sempre em nível, tendo comprimento mínimo de 1,10 m Não é permitida a colocação de portas em rampas; as rampas devem ter corrimãos e piso antiderrapante. Existem exigências de sinalização, iluminação e ausência de obstáculos para as rampas. A declividade máxima deve ser de 10%.

9 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA Escadas devem oferecer resistência ao fogo nos elementos estruturais e ser dotada de guardacorpo e corrimão em todos os lados; devem ser acrescidas de sinalização iluminação de emergência indicando a rota de fuga e descarga; ter os pisos com condições antiderrapantes. A largura deve ser proporcional ao número de pessoas que por ela devam transitar em caso de emergência.

10 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA Degraus: devem ter altura compreendida entre 16,0 e 18,0 cm. E ter largura dimensionada conforme fórmula específica O lanço mínimo deve ser de três degraus e o lanço máximo, entre dois patamares consecutivos, não deve ultrapassar 3,70m de altura. As paredes das caixas de escadas devem ter acabamento liso e não podem ser utilizadas como depósitos e nem apresentar aberturas para tubulações, passagem para rede elétrica, dutos e assemelhados.

11 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA Guarda-corpos devem existir sempre que houver qualquer desnível maior de 19 cm, para evitar quedas, sua altura deve ser, no mínimo, de 1,05 m ao longo dos patamares, escadas, corredores, mezaninos e outros, podendo ser reduzida para até 92 cm nas escadas internas e de no mínimo, 1,30 m, para escadas externas.

12 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA Corrimãos: deverão ser adotados em ambos os lados das escadas ou rampas, devendo estar situados entre 80 cm e 92 cm acima do nível do piso. Em escolas, jardins-de-infância e assemelhados, se for o caso, deve haver corrimãos nas alturas indicadas para os respectivos usuários, além do corrimão principal. Devem estar afastados 40 mm no mínimo, das paredes ou guardas às quais forem fixados.

13 SAÍDAS DE EMERGÊNCIA Corrimãos: para auxílio dos deficientes visuais, os corrimãos das escadas deverão ser contínuos, sem interrupção nos patamares, prolongandose, sempre que for possível, pelo menos 0,20 m (vinte centímetros) do início e término da escada com suas extremidades voltadas para a parede. Escadas com mais de 2,20 m de largura devem ter corrimão intermediário, no máximo, a cada 1,80 m.

14 EXTINTORES DE INCÊNDIO

15 EXTINTORES DE INCÊNDIO o extintor deve ser instalado de maneira que seja visível para todos os usuários. sua localização deve ser protegido contra intempéries e que permaneça desobstruído e devidamente sinalizado. sejam adequados à classe de incêndio. é permitida a instalação de extintores sobre piso acabado, desde que permaneçam apoiados em suportes apropriados e afixados ao solo, com altura recomendada entre 10 e 20 cm do piso.

16 o extintor com agente de múltiplo uso ABC poderá substituir qualquer tipo de extintor de classes específicas A, B e C dentro de uma edificação. deve haver, no mínimo, um extintor de incêndio não distante mais de 5 m da porta de acesso da entrada principal da edificação.

17 Existe legislação específica para determinar a capacidade extintora mínima dos extintores de incêndio e a distância máxima a ser percorrida, de acordo com o risco. Classe A Capacidade extintora mínima 2-A 20 BC Distância máxima a ser percorrida 20m.

18 MATERIAIS DE ACABAMENTO E REVESTIMENTO Regulamento de Segurança Contra Incêndio e Pânico das edificações do Estado de Minas Gerais Espera-se que na ocorrência de incêndio, restrinjam a propagação de fogo e o desenvolvimento de fumaça.

19 MATERIAIS DE ACABAMENTO E REVESTIMENTO a responsabilidade do controle de materiais de acabamento e de revestimento deve ser do responsável técnico a manutenção é de responsabilidade do proprietário ou responsável pelo uso da edificação.

20 MATERIAIS DE ACABAMENTO E REVESTIMENTO Da Análise do Processo Art. 7º A partir do protocolo no CBMMG, o Serviço de Segurança Contra Incêndio e Pânico terá o prazo de trinta dias para a análise do processo.

21 Carla Moraes

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