RESULTADOS 2T16. Relações com Investidores Telefônica Brasil S.A. Julho, 2016

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1 RESULTADOS Relações com Investidores Telefônica Brasil S.A. Julho, 2016

2 DISCLAIMER Esta apresentação pode conter declarações baseadas em estimativas a respeito dos prospectos e objetivos futuros de crescimento da base de assinantes, um detalhamento dos diversos serviços a serem oferecidos e seus respectivos resultados. O único objetivo dessas declarações é indicar como pretendemos expandir nosso negócio e, portanto, elas não devem ser consideradas garantias de performance futura. Nossos resultados reais podem diferir substancialmente daqueles contidos nessas declarações devido a uma série de fatores, entre eles fatores políticos e econômicos brasileiros, desenvolvimento de tecnologias competitivas, acesso ao capital necessário para alcançar esses resultados e intensificação do cenário competitivo nos mercados onde operamos. Para melhor entendimento, apresentamos números proforma combinando os resultados financeiros e indicadores operacionais da Telefônica Brasil e GVT para todos os períodos desde janeiro de

3 DESTAQUES DO Aceleração da receita de serviços, expansão contínua de margem e otimização do Capex levando a uma excepcional geração de fluxo de caixa Aceleração da receita de serviços impulsionada por melhores tendências móveis Receita operacional líquida de serviços +1,6% a/a no vs +1,0% no 1T16 (+3,9% a/a no ex efeitos regulatórios) Receita de serviço móvel +2,6% a/a no vs +0,4% no 1T16 (+4,7% a/a no ex efeitos regulatórios) Dados móveis e SVA: +24,0% a/a no vs +23,0% a/a no 1T16 (56% da RSM no ) Receita fixa +0,1% a/a no afetada por impacto regulatório (+2,8% a/a excluindo regulamentação) FTTx (+19,9% a/a no ) e TV Paga (+13,9% a/a no ) Abordagem comercial racional levando a sólido crescimento de acessos e ARPU em serviços chave Focando crescimento em segmentos chave: líder em market share pós-pago 1 (42,3%); sólida evolução da base FTTx (+10.0%) Melhoria continuada do crescimento anual de ARPU no : Móvel +15,9%; TV Paga +12,3% e BL +7,4% Expansão sustentada de EBITDA 2 realçada por sinergias e eficiência Redução contínua de custos (-1,8% a/a no vs -2,0% a/a no 1T16) apesar da inflação (8,8% IPCA 12M) Mantendo alto crescimento de EBITDA Recorrente 2 (+7,0% a/a no e 1T16) com melhoria da margem EBITDA (31,4% no ; +180 bps vs 2T15) Excepcional aumento de FCO resultado de EBITDA fortalecido e otimização de Capex EBITDA 2 -Capex crescendo 42,7% a/a no 1S16 e fluxo de caixa livre 3 4 vezes maior do que no 1S15 Capex continua a se beneficiar da otimização (15,6% das receitas no 1S16, abaixo de nosso guidance inicial de 20% para 2016) Execução bem sucedida de sinergias criando mais confiança na entrega das metas Atividades de sinergias concluídas geraram R$557 milhões em fluxo de caixa livre ao final de junho de % do VPL alvo de R$22bn já assegurado após conclusão das principais iniciativas de sinergia Sólida execução com melhores resultados em relação ao inicialmente estimado e oportunidades adicionais identificadas no processo de integração levando a uma tendência de VPL de aproximadamente R$25bn 1- Fonte: ANATEL. Última informação disponível de maio/ Ajustado pela venda de torres no 1T16, no valor total de R$513,5 milhões e pela provisão para reestruturação organizacional no, no valor total de R$101,2 milhões. 3- Inclui recebimentos da venda de torres no 1T16, no total de R$562,1 milhões e despesas da provisão para reestruturação organizacional no, no valor de R$21,8 milhões. 3

4 Aceleração da receita de serviços, contínua expansão de margem e otimização de Capex levando a excepcional geração de fluxo de caixa PRINCIPAIS DESTAQUES FINANCEIROS R$ milhões % 1 % ex. Impacto Reg. 2 1S16 % 1 % ex. Impacto Reg. 2 Receita Líquida de Serviços ,6 3, ,3 3,7 Receita Líq. de Serviço Móvel ,6 4, ,5 3,8 Receita Líq. Fixa ,1 2, ,0 3,5 OpEx (1,8) (1,9) EBITDA Recorrente , ,0 Margem EBITDA Recorrente 3 (%) 31,4% 1,8 p.p. 31,4% 1,8 p.p. Capex (14,2) (14,7) Capex/Receitas (%) 16,8% (2,9) p.p. 15,6% (2,8) p.p. EBITDA 3 CAPEX , ,7 Fluxo de Caixa Livre , ,4 1- Considera os números de TEF Brasil + GVT a partir de jan/ Impacto regulatório do corte de tarifas (VU-M/VC/TU-RL/TU-RIU). 3- Ajustado pela venda de torres no 1T16, no valor total de R$513,5 milhões e pela provisão para reestruturação organizacional no, no valor total de R$101,2 milhões. 4- Valores da venda de torres recebidos no, no 1T16 FCL afetado por pagamento de Fistel de R$1.1bn. FCL após despesas financeiras e impostos. 4

5 RECEITAS TOTAL Maior proporção e aceleração de crescimento em produtos não-voz continuam a levar o total de receitas a uma tendência positiva, apesar de efeitos regulatórios Negócios não-voz cresceram 16,5% a/a no vs 15,5% a/a no 1T16, suportados principalmente por dados móveis, TV Paga e FTTx Receita de Serviços R$ Milhões T15 48% 52% 3,9% 1,6% 56% 44% 1 Ajustado 16,5% -12,5% 24,0% Dados Móveis & SVA -2,7% Serviços Não-Voz 13,9% 19,9% TV UBL 2T15 Serviços de Voz -17,4% Entrega contínua da estratégia centrada em dados levando a evolução resiliente nos serviços chave Receitas de voz afetadas por regulamentação e maturidade do serviço Serviços não-voz Serviços de Voz Voz Fixa 2T15 Voz Móvel 1- Excluindo efeito regulatório do corte de tarifas (VU-M/VC/TU-RL/TU-RIU). 5

6 RECEITA MÓVEL Reaceleração da receita móvel impulsionada por crescimento do póspago e maior proporção de dados Aumento da receita móvel impulsionado por dados Forte aceleração nas receitas do pós-pago, que já representam quase 70% da RSM Receita Líquida de Serviço Móvel R$ Milhões 2,6% 4,7% 1,2% T15 1T16 Voz sainte Dados e SVA Voz entrante 1 Ajustado 2,6% 42,7% -14,3% 24,0% -17,4% Outros Acelerando crescimento vs 1T16 Crescimento da Receita de Serviço Móvel 6,3% % T/T 9,5% 0,4% 2,6% +2,3 p.p. +3,2 p.p. +0,7 p.p. -12,3% -11,6% 1T16 Pré-pago Pós-pago Total Quebra Móvel Receita de Serviço Base de Clientes 2% 3% 33% 28% 65% 69% 2T15 +0,2 p.p. 64% 57% +4,4 p.p. 36% 43% 2T15 Pós-pago Pré-pago Outros -7.4 p.p. -4,5 p.p p.p. 1- Excluindo efeito dos cortes de VU-M. 6

7 OPERACIONAL MÓVEL Com uma estratégia racional e centrada em dados a Vivo continua a liderar em pós-pago, protegendo valor no pré-pago Recuperando a liderança em adições líquidas no pós-pago mantendo a melhor posição de mercado Abordagem seletiva melhorando o ARPU pré-pago e aumentando a penetração de pacotes pré-pagos Market Share Pós-pago 1 41,6% 42,1% 42,4% 42,4% 42,3% 2T15 3T15 4T15 1T16 mai/16 Share de Adições Líquidas 1 37% 25% 24% 13% Acum/16 Vivo Player 2 Player 3 Player 4 Evolução de Ofertas Pré-pago % -42% Ofertas sem Empacotamento 2T15 +34% Ofertas Empacotadas Incentivando uso de dados e recargas mais frequentes Share de Vivo Turbo na base prépaga crescendo 19 p.p. a/a Churn Individual Pós-pago 1,9% 1,8% 1,7% 1,7% 1,8% 0,7% 0,8% 0,7% 0,8% 0,7% 2T15 3T15 4T15 1T16 Pós-pago ex. M2M Voluntário Vivo continua alcançando portabilidade líquida positiva em todos os meses no. -0,2% -2,9% 3,4% Pré-pago % 12,3% -12,3% -11,6% -20,7% -21,5% 2T15 1T16 Acessos Receitas ARPU Sainte 15,4% Abordagem seletiva para proteger rentabilidade 1- Fonte: ANATEL. Última informação disponível de maio de

8 Adoção do 4G tem aumentado o consumo de dados levando a aceleração do crescimento do ARPU Móvel OPERACIONAL MÓVEL Serviços diferenciados continuam a impulsionar a adoção do 4G em nossa base fortalecida pela bem sucedida migração do 3G para o 4G 160% 98% 37% 48% Market Share 4G 1 da população coberta pela rede 4G Crescimento médio do MBoU² MB por mês 48% 33% Aparelhos 4G 1 2T15 Tráfego 4G Pós-pago 3G 4G Pré-pago Consumo de dados tem acelerado, ARPU total impulsionado por campanhas de upselling ARPU Total R$ por mês Dados 23,5 27,2 46% 56% 15,9% 40,0% Voz 54% 44% -4,7% 0,8% 3,0% 5,1% ARPU Total % 10,9% 15,9% 2T15 2T15 3T15 4T15 1T16 1- De acordo com a ANATEL, maio de Média de Megabytes por usuário. 8

9 Crescimento resiliente em segmentos fixos de alto valor RECEITA FIXA Evolução robusta em Banda Larga e TV Paga compensando os impactos regulatórios na Voz Sólido crescimento no segmento B2C Receita Líquida Fixa R$ Milhões Receita Líquida Fixa B2C R$ Milhões 0,1% 2,8% 1 Ajustado 3,6% -0,1% ,1% -1,8% ,5% ,9% 13,9% ,0% 2T15 1T16 Voz e Outros 2 TV Paga FTTx xdsl Dados e TI 3 FTTH crescendo 52% a/a IPTV cresceu 69% a/a Receita Líquida FTTx B2C Receitas % 17,2% 2T15 2T15 +3,1 pp 20,2% Demanda reprimida em fixo B2C, resultando em forte e resiliente crescimento em fibra 1- Ajustado para o efeito regulatório dos cortes de VC e TU-RL/TU-RIU. 2- Inclui voz, interconexão e outros serviços. 3- Dados Corporativos e TI. 9

10 Tendências de clientes e ARPU continuam sólidas nos serviços fixos chave Crescimento duplo-dígito em FTTx e TV Paga Premium e melhor mix de vendas e preços BANDA LARGA OPERACIONAL FIXO levando a forte crescimento de ARPU, especialmente em TV Paga e FTTx Acessos BL 1 MIlhares Total FTTH FTTC xdsl % 9% 45% 46% 49% 45% 2T15 2% 39% 6% -6% Foco em venda de FTTx Líder em UBL 2 com 54% de market share e 49% de adições líquidas no 1S16 ARPU Banda Larga 3 R$ por mês xdsl FTTx 41,6 44,6 39,3 43,7 41,2 47,3 2T15 7% 8% 5% TV PAGA Acessos TV Paga Milhares Total IPTV DTH Q15 2T15 2Q16-1% 50% -5% Crescimento IPTV relacionado a forte up-take nas vendas FTTH Maiores desconexões DTH devido a abordagem mais seletiva ARPU TV Paga R$ por mês 80,7 90,6 78,4 99,7 87,4 108,4 2T15 DTH IPTV 12% 9% 11% 1- FTTx inclui acessos FTTH (Fiber to the Home) e FTTC (Fiber to the Curb). 2- De acordo com dados da ANATEL de maio/2016 para velocidades acima de 34Mbps. 3- Considerando acessos ADSL para xdsl e Fibra para FTTx. 10

11 Evolução de Custos do % sobre Receita Líquida CUSTOS E MARGENS Sinergias e eficiência continuam a levar a redução de custos e consistente crescimento de EBITDA Custos Operacionais Ajustados 1 R$ Milhões 2T IPCA 12M -1,8% 8,8% Custos Ajustados % 10,7% 9,5% 8,4% Custo das Mercadorias Vendidas 6,1% 5,1% -15,9% 6,6% 5,7% 5,4% 0,5% 0,9% Serviços Prestados, G&A e Outros 34,2% 33,9% 0,0% -2,0% -1,8% 2T15 3T15 4T15 1T16 Custos Ajustados Custos Ajustados ex. ITX PDD Despesas de Comercialização 2 2,9% 3,0% 19,0% 17,9% 5,7% -5,0% Acelerando Crescimento de EBITDA 1 4 % 5,9% 7,0% 7,0% Pessoal 1 8,3% 8,7% 5,8% 2,6% 3,6% Margem EBITDA Recorrente 29,6% 31,4% +1,8 p.p. Margem EBITDA Rec. de Serviços 3 33,2% 34,6% +1,3 p.p. 2T15 3T15 4T15 1T16 1- Ajustado para a provisão para reestruturação organizacional no, no valor total de R$101,2 milhões. 2- Excluindo PDD 3- Margem EBITDA de Serviço exclui receita de aparelhos e custo das mercadorias vendidas. 4- Ajustado para a venda de torres no 1T16, no valor total de R$513,5 milhões. 11

12 CUSTOS E MARGENS Sinergias e eficiência continuam a levar a redução de custos e crescimento consistente de EBITDA Quebra da Evolução de Custos do R$(134) Milhões Δ Δ R$ (1) Serviços Prestados, G&A e Outros Evolução anual beneficiada pelas reduções da tarifa de interconexão compensando por maiores despesas ligadas à expansão de rede R$ (101) R$ (98) Custo das Merc. Vendidas Despesas de Comercialização Estratégia comercial racional e otimização da força de vendas reduzindo despesas comerciais Beneficiado por Sinergias em Publicidade e Canais devido a unificação das marcas R$ 17 PDD R$ 50 Pessoal Excluindo a provisão para reestruturação organizacional no valor de R$101,2 milhões no, que gerará economia de R$181 milhões/ano 1 (R$70 milhões em 2016) Crescendo menos que a inflação no período Redução do custo de handsets devido a abordagem comercial mais seletiva focada em clientes de maior valor -10,8% Ações de crédito e cobrança continuam a sustentar níveis estáveis de PDD mesmo com deterioração macro 3,2% 3,2% Q15 2Q16 1S15 1S16 Subsídio PDD % ROL 1- VPL total da reestruturação no valor de R$1.8bi. 12

13 Expansão do lucro líquido no 1S16 impulsionada principalmente pelo crescimento do EBITDA, venda de torres e menores despesas financeiras Lucro Líquido do 1S16 R$ Milhões e % LUCRO LÍQUIDO REPORTADO R$ Milhões 7,0% 7,8% -4,2% 3,4% 22,1% n.d. 42,3% % S15 EBITDA ex. Itens Não-Recorrentes D&A Resultado Financeiro Impostos 1S16 Itens Não- Recorrentes 1S16 após Itens Não-Recorrentes Principais razões das variações Aumento em D&A Explicado pelo maior volume de ativos fixos no período devido a maiores investimentos nos últimos anos Resultado Financeiro Menores custos no 1S16 devido a, principalmente, à variação cambial no 1S15 associada ao endividamento sem proteção da GVT até abril de 2015 Itens Não-Recorrentes Impactado positivamente pela venda de torres no 1T16, no valor líquido de R$338,9 milhões e negativamente impactado pela provisão para reestruturação organizacional no, no valor líquido de R$66.8 milhões 13

14 R$3,3 Bilhões de dividendos e Juros Sobre Capital Próprio (JSCP) a serem pagos em duas parcelas durante o 2S16 R$ bilhões baseados no Lucro de 2015 Dividendos JSCP R$1,2 Bi (R$0,3 Bi em Div. e R$0,9 Bi em JSCP) a serem pagos em 23 de agosto de 2016 DIVIDENDOS Cronograma de pagamentos de Dividendos e Juros Sobre Capital Próprio Brutos já declarados 1,7 R$3,3 Bi 1,6 R$2,1 Bi (R$1,3 Bi em Div. e R$0,8 Bi em JSCP) a serem pagos em 13 de dezembro de 2016 Continua a sustentar prática histórica de forte payout sobre lucro líquido 95,9% 98,5% 98,5% 99,2%

15 Alocação de capex inteligente e efetiva focada em crescimento e qualidade CAPEX Menor Capex em 2016 beneficiado por alocação inteligente e projetos de eficiência Execução de Capex focada em crescimento e qualidade impulsionando maior geração de fluxo de caixa Capex R$ Bilhões e % sobre Receita Líquida 18,0% 18,4% 3,6 3,8 15,6% 3,3 55,0% 2/3 do Capex no 1S16 orientado para projetos comerciais nas diferentes UNs 12,1% 1S14 1S15 1S16 Alocação Inteligente Alavancando em Big Data para economizar investimentos de rede Foco em crescimento rentável Expansão de TV seletiva Sinergias Renegociação de contratos neutralizando variação cambial Capex evitado usando infraestrutura de fibra da GVT e compartilhando rotas de backbone B2C B2B Rede TI Outros FCO: EBITDA 1 (-) Capex R$ Bilhões 1- Ajustado para a venda de torres no 1t16, no valor total de R$513,5 milhões e para a provisão para reestruturação organizacional no, no valor total de R$101,2 milhões. 15 2,3 1S15 3,3 1S16 42,7%

16 FLUXO DE CAIXA LIVRE Forte geração de fluxo de caixa sustentou esforço de capex e perfil financeiro robusto Geração sustentada de Fluxo de Caixa Livre impulsionada pela venda de torres R$ Milhões (3.824) (3.263) EBITDA (CAPEX) 1S15 1S R$ Milhões Redução da dívida líquida relacionada a pagamento da dívida e caixa gerado no período Dívida Bruta R$ Bilhões 10,2 8,6 YTD -15,6% (767) (789) (Juros e Imposto de Renda) -22 Dez/15 Jun/16 (1.138) (966) (Capital Circulante) +172 Dívida Líquida R$ Bilhões Itens Não-Recorrentes 1 Fl. de Caixa Livre ,36 4,6 Dez/15 Dívida líquida 0,21 2,9 Jun/16 Dívida líquida / EBITDA YTD -36,7% 1- Recebimentos da venda de torres no 1T16, no total de R$562,1 milhões e despesas da provisão para reestruturação organizacional no, no valor total de R$21,8 milhões, com o restante a ser pago no 3T16. 16

17 Ações de sinergia já executadas assegurando R$12,2Bi em VPL SINERGIAS Sinergias Bilhões Visão da Due Dilligence Cenário Base Visão Pós- Fechamento Melhor Cenário Já Assegurados (em jun/16) % do Cenário Base % do Melhor Cenário Principais ações de Sinergia já executadas Receitas Sinergias Operacionais R$ 9,6 R$ 16,3 R$7,2 75% 44% Novo portfolio 3P nacional Cross selling F-M e M-F OPEX Receita Opex R$ 2,7 R$ 3,9 R$ 5,5 R$ 6,7 R$ 0,6 R$ 4,0 22% 103% 11% 60% Redesenho organizacional em 2015 Unificação de Marca (publicidade)/canais Renegociação com fornecedores Migração de circuitos alugados para rede própria Capex 1 Sinergias Fiscais R$ 3,0 R$ 4,4 R$ 4,1 R$ 2,6 87% 63% R$ 5,9 R$5,0 114% 85% CAPEX Alavancando a infraestrutura de libra da GVT principalmente em backbone e backhaul FISCAIS Sinergias Totais R$ 14,0 R$ 22,1 R$12,2 87% 55% Unificação de entidades legais destravando benefícios do ágio Maior PL após integração com GVT deverá alavancar JSCP 1- Inclui economias com Capex, Capex evitado e Opex evitado. 17

18 SINERGIAS Resultados de sinergia acima das estimativas iniciais, combinados com oportunidades adicionais identificadas no processo de integração, apontam em direção a um maior VPL de R$25Bi VPL de Sinergias R$ Bilhões +13% 25,0 22,1 Melhor Cenário Tendência de VPL VPL de Sinergias Operacionais R$ Bilhões Receitas Opex Capex VPL de Sinergias Fiscais R$ Bilhões JSCP & Outros Goodwill 16,3 5,5 6,7 4,1 4,6 5,9 5,0 3,5 2,5 2,4 2,5 Melhor Cenário +23% Melhor Cenário -15% 20,0 5,5 9,8 Tendência de VPL Tendência de VPL Sinergias de receita não mudaram Maior captura de sinergias em operações de campo reduzindo custos de rede, manutenção e instalação +R$0.8Bi em VPL Maior otimização de despesas com publicidade e comerciais devido a sinergias com marca, canais e integração de portfolio melhores do que o esperado +R$0.9Bi em VPL Oportunidades de redesenho organizacional geraram sinergias adicionais +R$1.8Bi em VPL Estimativas mais conservadoras para potenciais benefícios de JSCP Inicio da amortização do ágio em 1º de abril de 2016 com a unificação das entidades legais 18

19 SINERGIAS Impacto das Sinergias Operacionais no fluxo de caixa livre no valor de R$557MM em 2016 Sinergias Diretas de Fluxo de Caixa 1 Sinergias Indiretas de Fluxo de Caixa Impacto de Sinergias em Receita Impacto de Sinergias em Opex Impacto de Sinergias em EBITDA Impacto de Sinergias em Capex (líquido dos investimentos para viabilização das sinergias) Impacto no Fluxo de Caixa Operacional Direto 32 FY15 68 FY FY15-99 FY15 1 FY S S S S S16 + Receitas - Opex + EBITDA - Capex + FCO Sinergias Evitadas em Capex e Opex Ganhos econômicos relacionados com alavancagem mútua das companhias sobre seus ativos, evitando, assim, investimentos e despesas Backbone (Capex) Compartilhamento das rotas de backbone da Vivo e GVT para melhorar a redundância e aumentar a capacidade Backhaul (Capex) Uso da rede de fibra da GVT para conectar sites móveis, aumentando a capacidade HP's de Fibra (Capex) Capex evitado da Vivo para implantar FTTH nas áreas (no estado de São Paulo) que a GVT já cobria até maio de 2015 Opex Evitado 3 Opex relacionado com Capex evitado (ex. manutenção de links e rotas de backbone) Impacto no 1S16 Impacto no FY15 R$99 Milhões R$32 Milhões R$61 Milhões R$72 Milhões R$264 R$635 Milhões 1- Líquido do impacto de antecipação de custos de integração. 2- Negativamente impactado pela provisão para reestruturação organizacional no, no valor total de R$101,2 milhões. 3- Opex evitado não se aplica a HP s de Fibra. 19

20 Resultados confirmam novamente o forte desempenho de nossa estratégia centrada em dados e focada em valor com sólidas tendências de sinergia Aceleração da receita de serviços com melhores tendências na móvel, especialmente em móvel pós-pago Estratégia focada em valor com robusto crescimento de acessos e sólido crescimento de ARPU nos principais segmentos de clientes: móvel pós-pago e UBL Fixa Aceleração do crescimento de EBITDA sustentada com menores custos através de eficiência e sinergias apesar da inflação no período Sólida geração de Fluxo de Caixa Operacional impulsionada por Capex otimizado com sustentação da remuneração consistente dos acionistas Forte entrega das sinergias permitindo à companhia assegurar 55% do VPL total incluído no plano e verificar potencial de upside para o nosso melhor cenário Destaques Sustentando crescimento de receita e excepcional geração de fluxo de caixa através de estratégia comercial sustentável, eficiência e sinergias 20

21 Para mais informações: Relações com Investidores

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