Principais áreas de atuação do Barbosa, Müssnich & Aragão:

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Principais áreas de atuação do Barbosa, Müssnich & Aragão:"

Transcrição

1 OUTUBRO DEZEMBRO Principais áreas de atuação do Barbosa, Müssnich & Aragão: Administrativo e Concessões Ambiental Comércio Internacional Concorrencial e Defesa Comercial Contencioso e Resolução de Conflitos Esporte e Entretenimento Ética Corporativa e Compliance Imobiliário Mercados Financeiro e de Capitais Propriedade Intelectual Recuperação de Empresas Societário Trabalhista e Previdenciário Tributário 01 BM&A investe na área de Comércio Internacional 02 O novo regulamento de arbitragem da CCI 03 PPA, infraestrutura e participação privada nos grandes projetos 04 STJ afirma a isençãode IRPF sobre ganho de capital na venda de ações Responsabilidade de provedores sob a ótica do Judiciário 05 As Câmaras Reservadas a Direito Empresarial do Tribunal de Justiça do estado de São Paulo 06 A nova lei do aviso prévio BM&A investe na área de Comércio InteRnacional Sempre atento às demandas cada vez mais sofisticadas do mercado, o Barbosa, Müssnich & Aragão BM&A decidiu investir na área de Comércio Internacional, trazendo de volta ao Brasil uma advogada de renome internacional e ampla experiência na área: Adriana Dantas. A iniciativa está associada à crescente importância do comércio exterior para as empresas que exploram o mercado brasileiro, que cada vez mais se deparam com barreiras e disputas comerciais, demandando assistência jurídica altamente especializada. Adriana Dantas: sócia da área de Comércio Internacional. Adriana advogou em Londres e Genebra e, nos últimos cinco anos, atuou nos Estados Unidos um dos países mais desenvolvidos nessa área, onde representou a indústria brasileira e empresas multinacionais em diversas questões e procedimentos de comércio internacional, inclusive perante autoridades brasileiras, norte-americanas, europeias, indianas e chinesas. A área atenderá demandas de clientes em questões aduaneiras e também relativas a defesa comercial e barreiras tarifárias e não tarifárias, que afetam o acesso aos mercados brasileiro e externo. Além disso, os profissionais da área têm vasta experiência em disputas comerciais internacionais. Os acordos da Organização Mundial do Comércio (OMC), internalizados pelo Brasil, entraram em vigor em 1994, mas a indústria nacional demorou a identificar e utilizar as oportunidades que essas regras oferecem, explica a nova sócia do BM&A. As regras brasileiras que afetam o comércio internacional estão em constante evolução, com vistas a aumentar a eficácia dos instrumentos de defesa de setores da indústria. Entre as iniciativas, há um conjunto de medidas para impulsionar a produção nacional e o comércio exterior de bens produzidos no Brasil. A expectativa é de aumento das ações para a defesa comercial da indústria brasileira, com impactos sobre os interesses de exportadores e importadores. Além disso, a internacionalização de alguns setores da economia aumenta a sua vulnerabilidade a barreiras tarifárias e não tarifárias adotadas pelos parceiros comerciais brasileiros, o que requer análise estratégica dos impactos dessas regras sobre os negócios das multinacionais brasileiras. Adriana reconhece que o aumento do protecionismo a nível global representa um grande desafio, principalmente para setores exportadores da economia brasileira que só recentemente começaram a se internacionalizar, mas lembra que a área de Comércio Internacional do BM&A está preparada para atuar em todas as esferas do comércio exterior e a assessorar, com eficácia, seus clientes. O escritório já assessorava diversas empresas em questões relacionadas ao direito aduaneiro e defesa comercial e optou por expandir a equipe com profissionais extremamente qualificados, com vasta experiência internacional. A líder da área continuará a atuar em conjunto com os sócios Barbara Rosenberg e Antenor Madruga, ambos com experiência em questões internacionais. Para marcar o investimento na área, o BM&A promoveu uma mesa-redonda, no dia 7 de dezembro, em São Paulo, para discutir as perspectivas para 2012 na área de defesa comercial e regras que afetam o comércio exterior. O evento contou com a presença do ex-diretor jurídico da OMC, Bruce Wilson.

2 O novo regulamento de arbitragem da CCI André Abbud Gustavo Kulesza Passados quatorze anos da última revisão de seu regulamento de arbitragem, a Câmara de Comércio Internacional (CCI) acaba de divulgar suas novas regras, que entrarão em vigor em 1º de janeiro de Resultado de dois anos de trabalho coordenado pela Comissão de Arbitragem da entidade e impulsionado por uma força-tarefa de cerca de 200 membros, o regulamento 2012 foi enfim redigido por um comitê composto por 20 profissionais de 14 países e 5 continentes diferentes, integrado por membros da Corte, do Secretariado, advogados, árbitros e diretores jurídicos de empresas. Não havia nenhuma razão urgente ou imperiosa para se alterarem as regras; a posição da CCI como principal instituição de arbitragem do mundo segue inalterada 1. A revisão objetivou apenas incorporar novas ferramentas e atender a demandas da prática arbitral surgidas desde Três são as principais inovações: (a) a introdução da figura do árbitro de emergência, (b) de disposições de casemanagement e (c) de regras sobre casos envolvendo múltiplas partes e múltiplos contratos. Com a entrada em vigor das novas regras, a parte que necessitar de uma medida urgente poderá solicitá-la ao árbitro de emergência, mesmo antes da formação do tribunal arbitral (Art. 29.1). O árbitro de emergência, que não poderá integrar o tribunal de nenhuma arbitragem relacionada ao conflito (Anexo V, Art. 2.6), deve ser indicado pelo Presidente da Corte de Arbitragem da CCI (Corte) em até dois dias (Anexo V, Art. 2.1). Sua decisão sobre a medida urgente deve ser tomada no prazo de quinze dias (Anexo V, Art. 6.4) e as partes estão obrigadas a cumpri-la (Art. 29.2). Contudo, a ordem não vincula o tribunal arbitral, que pode alterar ou mesmo anular a medida (Art. 29.3). A possibilidade de as partes recorrerem à CCI para obter tutelas urgentes não é novidade. Vigora hoje o procedimento cautelar pré-arbitral, que permite às partes se socorrerem de um Terceiro Ordenador apto a expedir medidas urgentes. Mas além de mais complexo, o procedimento pré-arbitral em vigor aplica-se apenas às partes que tenham se vinculado expressamente a ele (opt in), ao passo que o novo árbitro de emergência estará disponível a todas as partes que celebrarem convenções arbitrais CCI a partir de 2012, a menos que decidam excluir essa opção (opt out Art b). Com isso, as partes terão a seu dispor um mecanismo aparentemente ágil e eficaz para a obtenção de medidas urgentes. De todo modo, a nova regra não impede que as partes se dirijam às autoridades estatais para o mesmo fim (Art. 29.7). A segunda principal mudança no regulamento foi a previsão de uma case-management conference, uma espécie de conferência preliminar entre árbitros e partes destinada a definir, logo no início do processo, as questões a serem resolvidas, os atos a serem praticados e o cronograma a ser seguido. Essa conferência, que pode ser feita por telefone ou vídeo, tem por objetivo aumentar a eficiência e diminuir os custos da arbitragem e, para isso, pode se valer das conhecidas Técnicas de Controle de Tempo e Custo em Arbitragem, parte das quais foi agora incorporada nas regras (Arts e 24.1; Anexo IV)..A terceira grande inovação diz respeito às arbitragens com pluralidade de partes ou contratos. Ao contrário do atual, o novo regulamento disciplina o tema em detalhes. Nos casos em que há múltiplos contratos, as novas regras permitem que as partes formulem seus pedidos em uma só arbitragem, independentemente de estarem fundados em mais de uma convenção (Art. 9). Neste último caso, no entanto, a cumulação só será admitida se as convenções de arbitragem forem compatíveis e as partes tiverem concordado (Art. 6.4.ii). O novo regulamento prevê também a possibilidade de qualquer das partes integrar um terceiro à arbitragem por meio de um requerimento de integração (Art. 7). A integração da parte adicional, contudo, estará submetida à análise da Corte, que deve se convencer de que o terceiro está vinculado a uma convenção arbitral (Art. 6.4.i). Uma vez integrado, o terceiro poderá, em conjunto com o(s) requerente(s) ou o(s) requerido(s), nomear um árbitro para compor o tribunal (Art. 12.7). Contudo, essa integração tem limite temporal: após a confirmação ou nomeação de qualquer árbitro, o terceiro somente será integrado à arbitragem se todas as partes, inclusive ele próprio, estiverem de acordo (Art. 7.1). Finalmente, as novas regras dispõem sobre a consolidação de arbitragens paralelas, que somente ocorrerá mediante requerimento de uma das partes e desde que (i) as partes estejam de acordo ou (ii) os pedidos sejam baseados na mesma convenção arbitral, ou ainda, (iii) se os pedidos se fundarem em mais de uma convenção, estas forem compatíveis entre si e as arbitragens envolverem as mesmas partes e a mesma relação jurídica (Art. 10). 2 1 Cf. a pesquisa 2010 International Arbitration Survey: Choices in International Arbitration, p. 23.

3 Álvaro Palma de Jorge PPA, infraestrutura e participação privada nos grandes projetos Encontra-se em discussão no Congresso Nacional o projeto de lei que institui o Plano Plurianual da União para o período de ( PPA ). Este plano, cuja elaboração foi capitaneada pelo Ministério do Planejamento, é, conforme definido no artigo 3º do referido projeto de lei, instrumento de planejamento governamental que define diretrizes, objetivos e metas com o propósito de viabilizar a implementação e a gestão das políticas públicas, convergir a dimensão estratégica, orientar a definição de prioridades e auxiliar na promoção do desenvolvimento sustentável. O PPA organiza a atuação governamental por meio de dois tipos distintos de programas, os chamados Programas Temáticos e os Programas de Gestão, Manutenção e Serviços ao Estado. Os primeiros orientam a atuação do Estado para a entrega de bens e serviços à sociedade e os últimos cuidam do conjunto de ações destinadas ao apoio, à gestão e à manutenção da atuação governamental. Para todos aqueles interessados no desenvolvimento da infraestrutura nacional, a análise do PPA , particularmente do seu Anexo I, onde estão descritos os seus Programas Temáticos, permite vislumbrar que os próximos três anos serão repletos de oportunidades para o desenvolvimento de grandes projetos. São previstos vultosos investimentos em diversos setores. Relativamente aos investimentos em infraestrutura, foram contemplados os seguintes setores: transporte rodoviário, transporte hidroviário, transporte ferroviário, transporte marítimo, aviação civil, energia elétrica, combustíveis, petróleo e gás, mineração e transformação mineral, gestão de riscos e resposta a desastres, comunicações, moradia, saneamento básico e mobilidade urbana e trânsito. Os números impressionam. Na área de petróleo e gás estão previstas duas rodadas de licitações de áreas do pré-sal e sete leilões de áreas localizadas em bacias maduras e campos marginais. No que tange aos aeroportos, a pretensão é a de aumentar a capacidade dos terminais para atender 305 milhões de passageiros/ano e 2,4 milhões de toneladas de carga aérea. A expansão da malha ferroviária deverá ser de quilômetros. Em termos de rodovias, há a previsão da concessão de quilômetros e a construção de quilômetros de rodovias fronteiriças e pontes internacionais. Em termos de esgoto e abastecimento de água a previsão é a de contratar algo em torno de R$ 19 bilhões. Não obstante as oportunidades de negócios que serão geradas para as empresas desses setores, há outra frente importante a ser lembrada, isto é, a dos financiamentos desses grandes projetos. Embora seja um programa essencialmente governamental, o PPA revela o interesse de atrair atores privados para participarem do financiamento dos projetos. De fato, na mensagem presidencial que encaminhou o PPA ao Congresso Nacional, fica claro o objetivo de ser expandida a participação privada, tendo sido afirmado que O outro desafio que se coloca para a economia brasileira consiste em elevar as fontes privadas de financiamento para os projetos de longo prazo com destaque para o aprofundamento do mercado de capitais e de crédito. Cabe ressaltar que a atuação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), do Banco do Brasil (BB) e da Caixa Econômica Federal (CEF) nesse financiamento de longo prazo continuará sendo fundamental, mas se reduzirá com o fortalecimento de fontes privadas de financiamento. 1 É importante ressaltar que a intenção governamental de aumentar o leque de oportunidades para o financiamento privado de projetos não se encontra apenas no plano das ideias. Como já tratado em edição anterior desta BM&A Review, 2 o governo vem desenvolvendo ao longo dos últimos anos alguns mecanismos interessantes para fomentar a participação privada como fonte de financiamento em grandes projetos de infraestrutura. Dois deles merecem ser relembrados nesta última edição do ano. O primeiro desses instrumentos é o já conhecido Fundo de Investimento em Participações em Infraestrutura (FIP-IE), disciplinado pela Lei nº /07 e suas alterações. O investimento neste tipo de fundo, que deverá ocorrer através de sociedades de propósito específico com o fim de desenvolver projetos de infraestrutura, traz algumas vantagens tributárias para os seus quotistas. Entre as diversas vantagens está a de aplicação da alíquota de 0% para a taxação do lucro obtido com a venda das quotas do FIP-IE detidas por pessoas físicas e a alíquota de 15% para pessoas jurídicas. Na mesma linha, a Lei nº /11 permitiu a captação de recursos, através da emissão de debêntures de sociedades com o mesmo propósito descrito no parágrafo anterior. Os rendimentos obtidos com esses títulos por pessoas físicas serão isentos de imposto de renda e o de pessoas jurídicas será tributado na fonte à alíquota de 15%. Diante do quadro acima descrito, o setor de infraestrutura no Brasil aparece como uma fonte promissora de negócios para os próximos anos, tanto para as empresas do setor em si quanto para investidores nacionais e estrangeiros. 1 Trecho extraído da Mensagem Presidencial que encaminhou o Projeto de Lei do PPA ao Congresso. Disponível em 2 Vide, por exemplo, o artigo de Anna Carolina Malta e Rafael Gonçalves de Carvalho na BM&A Review nº 33. 3

4 Lígia Regini José Eduardo Pieri STJ afirma a isenção de IRPF sobre ganho de capital na venda de ações No 1º semestre de 2011, a 1ª Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) competente para a uniformização das questões tributárias pautadas na legislação federal consolidou entendimento favorável aos contribuintes quanto à isenção do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) incidente sobre o ganho de capital decorrente da venda de participação societária, prevista no Decreto-lei nº 1.510/76. De acordo com disposição legal revogada no final de 1988, é isento do IRPF o ganho de capital nas alienações efetivadas após decorrido o período de cinco anos da data da subscrição ou aquisição da participação. Tal benefício fiscal tinha o claro propósito de estimular aportes de capital nas empresas e, ao mesmo tempo, inibir operações especulativas. O STJ, após analisar diversos recursos, concluiu que a isenção do Decreto-lei n.º 1.510/76 era condicionada e onerosa e gerava direito adquirido às pessoas físicas que, no período da sua vigência, cumpriam o requisito de manutenção da participação societária por cinco anos. Com isso, o STJ resguardou tais contribuintes dos efeitos da revogação da isenção pela Lei nº 7.713/88. Nessa linha, é isento de IRPF o ganho de capital auferido na venda de participação societária adquirida até 1983, mesmo quando a venda ocorre após A decisão da matéria no âmbito da 1ª Seção do STJ não foi dada no regime dos recursos repetitivos e, por isso, não vincula a solução dos demais recursos e processos. De toda sorte, a decisão é importantíssimo precedente e deverá refletir nas decisões de todos os Tribunais Federais do país para afastar a cobrança do imposto. É importante registrar que o Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (CARF) tem diversos precedentes igualmente favoráveis aos contribuintes, e o Supremo Tribunal Federal (STF) ainda não se pronunciou sobre o tema, embora seu histórico jurisprudencial indique a proteção do direito adquirido a isenções instituídas sob condição onerosa (Súmula 544). A venda de posições acionárias antigas merece, portanto, ser avaliada também da perspectiva tributária, de modo a preservar eventual direito à isenção do IRPF sobre o esperado ganho de capital. Responsabilidade de Provedores sob a ótica do Judiciário Atualmente o Brasil é o quinto país em número de usuários de internet, atrás de China, EUA, Índia e Japão. Estima-se que o volume de vendas no comércio eletrônico tenha saltado de 0,5 milhão em 2001 para 20 milhões em 2011, com crescimento anual médio de mais de 30%. 1 Diante da atual ausência de legislação específica, principalmente com relação à responsabilidade de provedores de internet no caso de violações cometidas por usuários tais como ofensa a direitos de propriedade industrial, a direitos da personalidade, a direitos do consumidor, especialmente nos casos envolvendo comércio eletrônico nas relações de consumo, a jurisprudência brasileira evolui em busca de soluções para os problemas concretos que chegam às portas do Judiciário. Os tribunais brasileiros, em geral, têm firmado posição no sentido de não se exigir um controle prévio de conteúdo por parte dos provedores de conteúdo, hospedagem, acesso etc. Segundo essa linha de entendimento, os provedores são responsáveis pelo conteúdo gerado por terceiros apenas quando há omissão ou demora em eliminar a violação identificada. Na esteira do entendimento que vem sendo adotado pelo Superior Tribunal de Justiça, os provedores: (i) não respondem objetivamente pela inserção no site, por terceiros, de informações ilegais; (ii) não podem, em regra, ser obrigados a exercer um controle prévio do conteúdo das informações postadas por seus usuários; (iii) devem, assim que tiverem conhecimento inequívoco da existência de dados ilegais no site, removê- -los em tempo hábil, sob pena de responderem pelos danos respectivos; (iv) devem manter um sistema minimamente eficaz de identificação de seus usuários. Contudo, essas premissas não isentam indiscriminadamente os provedores de responsabilidade pelo tráfego de informações em seus sites. Elenca-se, como contrapartida, o dever do provedor, uma vez ciente da existência do conteúdo ofensivo, de providenciar sua retirada em tempo hábil, sob pena de responsabilização. 2 Nesse sentido, os principais sites de internet já disponibilizam áreas específicas para notificação de infração, com regras próprias para comprovação do direito alegado e identificação do usuário e da infração. A eficácia desse tipo de mecanismo tem auxiliado na solução amistosa de conflitos provenientes de atos ocorridos na arena da internet. Enquanto o Projeto de Lei nº 2126/11, que propõe ser o marco civil da internet no Brasil, ainda aguarda apreciação da Câmara dos Deputados, recomenda-se que violações praticadas no ambiente de internet sejam notificadas ao provedor para que se adotem as providências necessárias a fazer cessar a violação este, por sua vez, na hipótese de injustificadamente deixar de ou demorar a solucionar o problema, poderá ser responsabilizado pelos danos causados. 1 Informações estatísticas disponibilizadas pelo ebit em novembro de STJ, 3ª T., Resp SP, Rel. Min. Nancy Andrighi, j. 14/12/2010, DJe 8/8/

5 Felipe Galea As Câmaras Reservadas a Direito Empresarial do Tribunal de Justiça do estado de São Paulo Seguindo a tendência de instalar câmaras especializadas no julgamento de matérias segmentadas do direito, iniciada com a formação da Câmara Reservada ao Meio Ambiente e da Câmara Reservada a Falência e Recuperação, o Tribunal de Justiça do estado de São Paulo criou, mediante a Resolução nº 538/11 de seu Órgão Especial, a Câmara Reservada a Direito Empresarial, cujas atividades foram iniciadas em 16 de agosto de Inicialmente estava prevista apenas uma câmara reservada a essa matéria, mas, em sessão do dia 9 de novembro de 2011, o Órgão Especial do Tribunal de Justiça decidiu unificar a Câmara Reservada a Direito Empresarial e a Câmara Reservada a Falência e Recuperação para formar duas Câmaras de Direito Empresarial, pelo fato de ambas julgarem questões empresariais e pela coincidência de parte dos desembargadores que as integram. A atual Câmara Reservada a Direito Empresarial é presidida pelo desembargador Romeu Ricupero, e também integrada pelos desembargadores Manoel de Queiroz Pereira Calças, José Reynaldo Peixoto de Souza, Ricardo José Negrão Nogueira e Enio Santarelli Zuliani. Já a câmara até então reservada a falência e recuperação era presidida pelo desembargador Hamilton Elliot Akel, e também composta pelos desembargadores Manoel de Queiroz Pereira Calças, José Araldo da Costa Telles, Romeu Ricupero, Ricardo José Negrão Nogueira e Roberto Nussinkis Mac Cracken (suplente). As Câmaras Reservadas a Direito Empresarial têm competência para apreciar matérias tratadas no Livro II da Parte Especial do Código Civil (artigos 966 a 1.195), na Lei das Sociedades por Ações (Lei nº 6.404/76), na Lei de Propriedade Industrial (Lei nº 9.279/96) e na Lei de Franquias (Lei nº 8.955/94). Segundo estatísticas do próprio Tribunal de Justiça, essas matérias foram objeto de pelo menos recursos ao longo do ano de Com a referida unificação das câmaras, ambas passarão a julgar também recursos relacionados à Lei nº /05, que regula a recuperação judicial, a extrajudicial e a falência do empresário e da sociedade empresarial. Com o funcionamento das Câmaras Reservadas a Direito Empresarial, espera-se uma maior harmonia entre as decisões afetas a direito empresarial no Tribunal de Justiça, aumentando a previsibilidade dos julgamentos ao jurisdicionado, além de se supor que os conceitos jurídicos característicos a essa área do direito sejam bem aplicados pelos julgadores e as lides atinjam o maior grau possível de profundidade técnica. No entendimento do desembargador Manoel de Queiroz Pereira Calças, divulgado pelo Tribunal de Justiça na ocasião da primeira sessão de julgamento da câmara especializada, esta permitirá o alcance da segurança jurídica decorrente da interpretação de regras comerciais. A expectativa é de que haja uma melhoria na prestação jurisdicional e que o direito comercial tenha uma interpretação especializada em razão de sua autonomia como ramo do direito privado. Outra tendência decorrente dessa medida é uma maior agilidade nos julgamentos dos recursos, especialmente nesse início do funcionamento das Câmaras Reservadas a Direito Empresarial, pelo fato de que somente os apelos interpostos após a sua instalação serão julgados por elas, permanecendo aqueles já distribuídos nas suas respectivas câmaras ordinárias da Seção de Direito Privado do Tribunal de Justiça. Os profissionais da área de contencioso do BM&A, frequentemente envolvidos como patronos em relevantes lides de natureza empresarial, têm acompanhado as sessões de julgamento das Câmaras Reservadas a Direito Empresarial e notado que as pautas costumam ser mais enxutas e as sessões de julgamento mais rápidas que aquelas das Câmaras de Direito Privado anteriormente competentes para a resolução de litígios dessa natureza. Embora apenas algumas sessões da Câmara Reservada a Direito Empresarial do Tribunal de Justiça tenham sido realizadas até o momento, pois sua periodicidade é quinzenal, percebe-se que a maior parte dos julgamentos se refere a questões contratuais e de propriedade industrial, ainda restando um menor volume de decisões sobre direito societário. 5

6 Marina Motta Larissa Brechbühler A nova lei do aviso prévio No último dia 11 de outubro, foi publicada a Lei nº /2011, que regulamenta a concessão de aviso prévio proporcional ao tempo de serviço, benefício que é assegurado aos trabalhadores pelo Art. 7º, inciso XXI, da Constituição Federal. Até aquela data, a CLT garantia aos empregados o direito ao aviso prévio de 30 dias, independentemente do tempo de serviço na mesma empresa. Com a alteração implementada pela nova lei, aos 30 dias de pré-aviso originalmente previstos, acrescentam-se outros três dias por cada ano de serviço completo. Assim, por exemplo, o empregado que estiver na mesma empresa por dez anos completos terá o direito a receber 60 dias de aviso prévio 30 dias a que já tinha direito mais os 30 dias referentes aos dez anos de trabalho (10 [anos] 3 [dias]). O aviso prévio proporcional foi limitado a um máximo de 90 dias, que serão concedidos àqueles empregados que contarem com 20 anos ou mais de trabalho completo para o mesmo empregador. A nova lei, contudo, deu margem a inúmeras dúvidas acerca de aspectos relevantes relacionados ao aviso prévio proporcional e sua aplicação nos casos concretos. A primeira delas diz respeito à eficácia da lei no tempo. Para que se respeite o direito adquirido e os contratos em vigor quando a lei foi sancionada, ela deveria, em tese, produzir efeitos apenas para as relações de emprego encerradas após a data de sua publicação. Entretanto, muitos sindicatos já manifestaram o entendimento a nosso ver equivocado de que os trabalhadores que já estavam cumprindo o aviso prévio por ocasião da entrada em vigor da lei poderiam reivindicar o acréscimo do período proporcional aos seus contratos de trabalho. Um segundo aspecto relevante diz respeito à projeção do período de aviso prévio proporcional na duração do contrato de trabalho. É que, de acordo com a CLT, o tempo do aviso prévio, ainda que indenizado, integra o contrato de trabalho para todos os fins, inclusive para pagamento de FGTS, 13º salários e férias. Assim, os dias adicionais de aviso prévio proporcional prolongarão o contrato de trabalho para todos os efeitos, de modo que os reflexos legais também terão que ser pagos, onerando os custos das empresas no momento das despedidas sem justa causa. Entretanto, a questão mais controvertida diz respeito ao aviso prévio que o empregado concede ao empregador quando pede demissão. O instituto do aviso prévio, assim como foi concebido originalmente na CLT, estabelece a reciprocidade entre patrão e empregado. Ou seja, o empregador é obrigado a avisar o empregado a sua demissão sem justa causa com antecedência de no mínimo 30 dias, devendo o empregado observar o mesmo procedimento e o mesmo prazo quando pretende desligar-se da empresa. Por este motivo, seria razoável que a proporcionalidade do aviso prévio fosse exigível também dos empregados (e não só das empresas), quando estes manifestem desejo de deixar o trabalho. Entretanto, como a nova lei não menciona expressamente a figura do empregador como destinatário do aviso prévio proporcional, alguns já defendem que o trabalhador não estaria obrigado à sua concessão quando pede demissão. É importante que as empresas estejam alerta para as dificuldades práticas que enfrentarão no seu dia a dia no processo de despedida de trabalhadores a partir de outubro de As respostas para estes questionamentos somente serão obtidas com o tempo, na medida em que forem sendo submetidos ao Judiciário. EXPEDIENTE CONSELHO EDITORIAL Paulo Cezar Aragão, Francisco Antunes Maciel Müssnich, Plínio Simões Barbosa. PRODUÇÃO Lígia Batista PROJETO GRÁFICO E DIAGRAMAÇÃO Soter Design IMPRESSÃO J. SHOLNA TIRAGEM 2500 EXEMPLARES FECHAMENTO DEZEMBRO DE 2011 A reprodução de qualquer matéria depende de prévia autorização. O BM&AReview é uma publicação redigida para fins de informação e debate, não devendo ser considerada como opinião legal para operações ou transações específicas. BM&A ADVOGADOS Brasília Tel. (+55) (61) Fax. (+55) (61) Rio de Janeiro Tel. (+55) (21) Fax. (+55) (21) São Paulo Tel. (+55) (11) Fax. (+55) (11) BM&A PROPRIEDADE INTELECTUAL Rio de Janeiro Tel. (+55) (21) Fax. (+55) (21) BM&A CONSULTORIA TRIBUTÁRIA São Paulo Tel. (+55) (11) Fax. (+55) (11) Rio de Janeiro Tel. (+55) (21) Fax. (+55) (21) Os textos do BM&A Review foram produzidos por profissionais de Barbosa, Müssnich & Aragão Advogados, BM&A Consultoria Tributária e BM&A Propriedade Intelectual. 6

Assistência Jurídica para a Construção de um Mundo dos Negócios Novo e Sustentável

Assistência Jurídica para a Construção de um Mundo dos Negócios Novo e Sustentável Assistência Jurídica para a Construção de um Mundo dos Negócios Novo e Sustentável Quem Somos Somos uma sociedade de advogados dedicada à assistência e orientação jurídica as empresas nacionais e estrangeiras.

Leia mais

SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A.

SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A. SETE BRASIL PARTICIPAÇÕES S.A. CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO REGIMENTO INTERNO DOS COMITÊS COMITÊ DE FINANÇAS E ORÇAMENTO APROVADO PELO CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO EM 24 DE SETEMBRO DE 2014 SUMÁRIO I INTRODUÇÃO

Leia mais

APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL

APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL Somos um escritório jurídico que reúne especialistas nos mais diversos ramos do direito empresarial. Priorizamos a ética nas relações com os clientes e nos dedicamos muito ao

Leia mais

75 ANOS DE TRADIÇÃO JURÍDICA.

75 ANOS DE TRADIÇÃO JURÍDICA. ANOS 75 ANOS DE TRADIÇÃO JURÍDICA. Fundado em 1937, URBANO VITALINO ADVOGADOS é um escritório com larga experiência e tradição jurídica, que prima pela excelência na prestação de seus serviços e atua em

Leia mais

DE LÉO, PAULINO E MACHADO ADVOGADOS

DE LÉO, PAULINO E MACHADO ADVOGADOS 01 02 Apresentação DE LÉO, PAULINO E MACHADO ADVOGADOS é um escritório que foi constituído para atuar nas mais diversas áreas do Direito Empresarial, tendo como principal objetivo a prestação de serviços

Leia mais

Áreas de atuação. Tavolaro Advogados. Direito Administrativo. Direito Imobiliario. Direito Civil e Processual Civil.

Áreas de atuação. Tavolaro Advogados. Direito Administrativo. Direito Imobiliario. Direito Civil e Processual Civil. O Escritório Tavolaro Sociedade de Advogados é uma banca de advogados fundada há quase 40 anos, por Luiz Antonio Tavolaro, e atuante em todo o Estado de São Paulo em diversas áreas do direito. O escritório

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 Aprova a NBC T 11.8 Supervisão e Controle de Qualidade. O Conselho Federal de Contabilidade, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, Considerando que as Normas

Leia mais

A vocação da Pires Terra Pinto é criar parcerias duradouras e sólidas fundadas em um novo conceito de prestação de serviços, com estrutura e equipe

A vocação da Pires Terra Pinto é criar parcerias duradouras e sólidas fundadas em um novo conceito de prestação de serviços, com estrutura e equipe A vocação da Pires Terra Pinto é criar parcerias duradouras e sólidas fundadas em um novo conceito de prestação de serviços, com estrutura e equipe voltadas para ter e exercer esses valores diariamente.

Leia mais

Júlio M. de Oliveira Mestre e doutor PUC/SP

Júlio M. de Oliveira Mestre e doutor PUC/SP PLR: pressupostos para caracterização conforme jurisprudência do CARF e a tributação dos planos de stock option Júlio M. de Oliveira Mestre e doutor PUC/SP A TRIBUTAÇÃO DOS PLANOS DE STOCK OPTION Hipótese

Leia mais

ÁREAS DE ATUAÇÃO Direito Empresarial Direito Penal Empresarial e Econômico

ÁREAS DE ATUAÇÃO Direito Empresarial Direito Penal Empresarial e Econômico APRESENTAÇÃO O escritório Goldenstein Malucelli Advogados Associados, situado na cidade de Curitiba, estado do Paraná, dedica-se à prestação de serviços de consultoria a pessoas físicas e jurídicas, nas

Leia mais

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR N.º, DE 2013

PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR N.º, DE 2013 PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR N.º, DE 2013 (Do Sr. Otavio Leite e da Sra. Fátima Pelaes) Acrescenta dispositivos à Lei Complementar n.º 123, de 14 de dezembro de 2006, que institui o Estatuto Nacional da

Leia mais

(Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame) O Congresso Nacional decreta:

(Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame) O Congresso Nacional decreta: PROJETO DE LEI N o, DE 2005 (Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame) Dispõe sobre a desburocratização dos processos de constituição, funcionamento e baixa das microempresas e empresas de pequeno porte, nos

Leia mais

Senise, Moraes & Maggi Sociedade de Advogados surgiu da união de advogados com diversos anos de experiência e sólida formação jurídica que perceberam

Senise, Moraes & Maggi Sociedade de Advogados surgiu da união de advogados com diversos anos de experiência e sólida formação jurídica que perceberam Senise, Moraes & Maggi Sociedade de Advogados surgiu da união de advogados com diversos anos de experiência e sólida formação jurídica que perceberam as necessidades dos clientes na realidade hipercomplexa

Leia mais

Acelerar a resolução de litígios entre empresas e chamar arbitragens internacionais a Portugal são dois propósitos do novo quadro legal

Acelerar a resolução de litígios entre empresas e chamar arbitragens internacionais a Portugal são dois propósitos do novo quadro legal RESOLUÇÃO ALTERNATIVA DE LITÍGIOS Arbitragem voluntária tem nova lei a boleia da troika Acelerar a resolução de litígios entre empresas e chamar arbitragens internacionais a Portugal são dois propósitos

Leia mais

INFORMATIVO JURÍDICO

INFORMATIVO JURÍDICO 1 ROSENTHAL E SARFATIS METTA ADVOGADOS INFORMATIVO JURÍDICO NÚMERO 61, ANO VI JANEIRO DE 2014 I DEFINIÇÃO SOBRE A ALÍQUOTA REDUZIDA DO ICMS SOBRE BENS DE CAPITAL EM SÃO PAULO Após muitos anos, o Fisco

Leia mais

MC Coutinho Advocacia e Assessoria - QND 14 Lote 11 Sala 104 - Taguatinga Norte / DF Fone: (61) 3354-1575 (61) 3263-5362 Web Site:

MC Coutinho Advocacia e Assessoria - QND 14 Lote 11 Sala 104 - Taguatinga Norte / DF Fone: (61) 3354-1575 (61) 3263-5362 Web Site: APRESENTAÇÃO O Escritório MC Marins Coutinho é hoje referência em Direito Trabalhista e Sindical. A especialização em tais áreas do direito social faz parte de sua estratégia de diferenciação e excelência

Leia mais

FACULDADE DOM BOSCO Credenciada através da Portaria nº. 2.387 de 11/08/2004, publicada no D.O.U. de 12/08/2004. Resolução nº 001/011

FACULDADE DOM BOSCO Credenciada através da Portaria nº. 2.387 de 11/08/2004, publicada no D.O.U. de 12/08/2004. Resolução nº 001/011 Resolução nº 001/011 Regulamentar a Arbitragem Expedita. do Curso de Direito; - Considerando a necessidade de Regulamentar a Arbitragem Expedita O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão aprovou, e eu

Leia mais

DECRETO Nº 45.013, DE 15 DE JULHO DE 2004. MARTA SUPLICY, Prefeita do Município de São Paulo, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei,

DECRETO Nº 45.013, DE 15 DE JULHO DE 2004. MARTA SUPLICY, Prefeita do Município de São Paulo, no uso das atribuições que lhe são conferidas por lei, DECRETO Nº 45.013, DE 15 DE JULHO DE 2004 Regulamenta a Lei nº 13.833, de 27 de maio de 2004, que dispõe sobre a criação do Programa de Incentivos Seletivos para a área leste do Município de São Paulo.

Leia mais

INFORMATIVO JURÍDICO

INFORMATIVO JURÍDICO 1 ROSENTHAL E SARFATIS METTA ADVOGADOS INFORMATIVO JURÍDICO NÚMERO 5, ANO III MAIO DE 2011 1 ESTADO NÃO PODE RECUSAR CRÉDITOS DE ICMS DECORRENTES DE INCENTIVOS FISCAIS Fiscos Estaduais não podem autuar

Leia mais

Propriedade Intelectual nº16

Propriedade Intelectual nº16 Intelectual nº16 Destaques STJ - Não se aplica a responsabilidade objetiva ao provedor de correio eletrônico por não fazer a fiscalização prévia das mensagens enviadas TJSP No caso de depósitos realizados

Leia mais

Trataremos nesta aula das contribuições destinadas ao custeio da seguridade social

Trataremos nesta aula das contribuições destinadas ao custeio da seguridade social 1.4.7.3. Contribuições do art.195 CF Trataremos nesta aula das contribuições destinadas ao custeio da seguridade social (previdência, saúde e assistência social), espécies de contribuições sociais, como

Leia mais

Art. 1º Fica aprovado, na forma do Anexo, o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ. JOSÉ EDUARDO CARDOZO ANEXO

Art. 1º Fica aprovado, na forma do Anexo, o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos - CONARQ. JOSÉ EDUARDO CARDOZO ANEXO PORTARIA Nº 2.588, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2011 Aprova o Regimento Interno do Conselho Nacional de Arquivos O MINISTRO DE ESTADO DA JUSTIÇA, no uso de suas atribuições previstas nos incisos I e II do parágrafo

Leia mais

INFORMATIVO. num num. Prezado leitor, Nesta edição do Informativo Mensal do Escritório Ribeiro da Luz advogados, trataremos de Direito Tributário.

INFORMATIVO. num num. Prezado leitor, Nesta edição do Informativo Mensal do Escritório Ribeiro da Luz advogados, trataremos de Direito Tributário. BOLETIM INFORMATIVO EDIÇÃO N 2 11 / 2013 INFORMATIVO num Editorial - 5ª Edição num Prezado leitor, Nesta edição do Informativo Mensal do Escritório Ribeiro da Luz advogados, trataremos de Direito Tributário.

Leia mais

A P R E S E N T A Ç Ã O D I G I T A L

A P R E S E N T A Ç Ã O D I G I T A L APRESENTAÇÃO DIGITAL APRESENTAÇÃO Investimento contínuo em qualificação. Adequação às necessidades do cliente. Ética e Gestão Profissional. Esses são os principais pilares que nortearam a fundação do Escritório

Leia mais

Descrição do Sistema de Franquia. Histórico do Setor. O Fórum Setorial de Franquia

Descrição do Sistema de Franquia. Histórico do Setor. O Fórum Setorial de Franquia Descrição do Sistema de Franquia Franquia é um sistema de distribuição de produtos, tecnologia e/ou serviços. Neste sistema uma empresa detentora de know-how de produção e/ou distribuição de certo produto

Leia mais

TERRAS COELHO ADVOGADOS é uma sociedade de

TERRAS COELHO ADVOGADOS é uma sociedade de TERRAS COELHO ADVOGADOS é uma sociedade de advogados voltada para os mais variados ramos do direito, com atuação preventiva e contenciosa em todo o território nacional. Sociedade nascida da união de profissionais

Leia mais

APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL www.idevanlopes.com.br

APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL www.idevanlopes.com.br APRESENTAÇÃO INSTITUCIONAL www.idevanlopes.com.br INTRODUÇÃO Idevan Lopes Advocacia & Consultoria Empresarial é um escritório especializado em Direito Empresarial, integrado por profissionais com cursos

Leia mais

INFORMATIVO JURÍDICO

INFORMATIVO JURÍDICO 1 ROSENTHAL E SARFATIS METTA ADVOGADOS INFORMATIVO JURÍDICO NÚMERO 05, ANO V MAIO DE 2013 1 IMPORTADORES ESTÃO DESOBRIGADOS DE INFORMAR VALOR DE COMPRA NAS NOTAS Obrigação, vigente desde o começo do ano,

Leia mais

GESTÃO E GERENCIAMENTO AMBIENTAL ESTRATÉGIAS DE GESTÃO AMBIENTAL

GESTÃO E GERENCIAMENTO AMBIENTAL ESTRATÉGIAS DE GESTÃO AMBIENTAL GESTÃO E GERENCIAMENTO AMBIENTAL GESTÃO AMBIENTAL: Planejamento. GERENCIAMENTO AMBIENTAL: Execução e Controle. GESTÃO ETAPAS: 1. Definição dos Objetivos do Planejamento = metas. 2. Inventário/ Banco de

Leia mais

O recurso à Arbitragem e as suas vantagens

O recurso à Arbitragem e as suas vantagens O recurso à Arbitragem e as suas vantagens Modo de resolução jurisdicional de controvérsias em que, com base na vontade das partes, a decisão é confiada a um terceiro. Para este efeito, considera-se terceiro

Leia mais

REGULAMENTO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UTFPR CAPÍTULO I DA FINALIDADE E LEGISLAÇÃO DE REFERÊNCIA

REGULAMENTO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UTFPR CAPÍTULO I DA FINALIDADE E LEGISLAÇÃO DE REFERÊNCIA REGULAMENTO DA PROPRIEDADE INTELECTUAL DA UTFPR CAPÍTULO I DA FINALIDADE E LEGISLAÇÃO DE REFERÊNCIA Art. 1º O presente Regulamento tem por finalidade regulamentar as atividades de propriedade intelectual

Leia mais

Responsabilidade Civil de Provedores

Responsabilidade Civil de Provedores Responsabilidade Civil de Provedores Impactos do Marco Civil da Internet (Lei Nº 12.965, de 23 abril de 2014) Fabio Ferreira Kujawski Modalidades de Provedores Provedores de backbone Entidades que transportam

Leia mais

CURSO DE DIREITO ADMINISTRATIVO Rafael Carvalho Rezende Oliveira 2ª para 3ª edição

CURSO DE DIREITO ADMINISTRATIVO Rafael Carvalho Rezende Oliveira 2ª para 3ª edição A 3ª edição do livro CURSO DE DIREITO ADMINISTRATIVO foi atualizada com o texto do PL de novo CPC enviado pelo Congresso Nacional à sanção presidencial em 24.02.2015. Em razão da renumeração dos artigos

Leia mais

1. Informações Institucionais

1. Informações Institucionais 1. Informações Institucionais Nossa Empresa Líder mundial em eventos de negócios e consumo, a Reed Exhibitions atua na criação de contatos, conteúdo e comunidades com o poder de transformar negócios Números

Leia mais

DIFERENCIAIS. da LCF ADVOGADOS

DIFERENCIAIS. da LCF ADVOGADOS UMA NOVA PROPOSTA NA ÁREA JURÍDICA Sócios Fundadores da LCF ADVOGADOS A LCF ADVOGADOS tem uma proposta de advocacia diferenciada mediante a prestação de consultoria e assessoria jurídica empresarial especializada

Leia mais

Click to edit Master title style

Click to edit Master title style 26/05/2014 1 NOSSO ESCRITÓRIO Criado em 2008 em Recife, Pernambuco, Vasconcelos, Coutinho, Almeida & Gesteira Costa Advogados tem por objetivo a prestação de serviços de advocacia com excelência, agilidade

Leia mais

Apresentação Dutra Advocacia

Apresentação Dutra Advocacia Apresentação Dutra Advocacia iniciou suas atividades em 2012 e tem aprimorado a consultoria jurídica prestada a seus clientes, ampliando ano a ano seu campo de atuação. Hoje tem como ênfase as seguintes

Leia mais

ESCOLA DE FORMAÇÃO 2007 ESTUDO DIRIGIDO. Liberdade de profissão

ESCOLA DE FORMAÇÃO 2007 ESTUDO DIRIGIDO. Liberdade de profissão ESCOLA DE FORMAÇÃO 2007 ESTUDO DIRIGIDO Liberdade de profissão Preparado por Carolina Cutrupi Ferreira (Escola de Formação, 2007) MATERIAL DE LEITURA PRÉVIA: 1) Opinião Consultiva n. 5/85 da Corte Interamericana

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE DE MAIO DE 2011. (Do Sr. PENNA)

PROJETO DE LEI Nº, DE DE MAIO DE 2011. (Do Sr. PENNA) PROJETO DE LEI Nº, DE DE MAIO DE 2011. (Do Sr. PENNA) Dispõe sobre a regulamentação do exercício profissional de Designer, e dá providências. O Congresso Nacional decreta: Capítulo I Caracterização e atribuições

Leia mais

Excelentíssimo Senhor Presidente da República,

Excelentíssimo Senhor Presidente da República, EM Interministerial nº 113/2006 - MF/MEC Brasília, 11 de outubro de 2006. Excelentíssimo Senhor Presidente da República, Temos a honra de submeter à apreciação de Vossa Excelência o presente Projeto de

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO NÃO-OBRIGATÓRIO PARA O CURSO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DA UFPR

REGULAMENTO DE ESTÁGIO NÃO-OBRIGATÓRIO PARA O CURSO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DA UFPR REGULAMENTO DE ESTÁGIO NÃO-OBRIGATÓRIO PARA O CURSO DE CIÊNCIAS ECONÔMICAS DA UFPR DA NATUREZA Art.1 o No Projeto Pedagógico do Curso de Ciências Econômicas, as diretrizes curriculares incluem o estágio

Leia mais

QUAL É A ESTRUTURA SOCIETÁRIA IDEAL? Vanessa Inhasz Cardoso 17/03/2015

QUAL É A ESTRUTURA SOCIETÁRIA IDEAL? Vanessa Inhasz Cardoso 17/03/2015 QUAL É A ESTRUTURA SOCIETÁRIA IDEAL? Vanessa Inhasz Cardoso 17/03/2015 2 CONSIDERAÇÕES INICIAIS Há vários tipos de estruturas societárias possíveis; Análise da realidade de cada empresa; Objetivos dos

Leia mais

10. Convenção Relativa à Competência das Autoridades e à Lei Aplicável em Matéria de Protecção de Menores

10. Convenção Relativa à Competência das Autoridades e à Lei Aplicável em Matéria de Protecção de Menores 10. Convenção Relativa à Competência das Autoridades e à Lei Aplicável em Matéria de Protecção de Menores Os Estados signatários da presente Convenção, Desejando estabelecer disposições comuns relativas

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA LE LIS BLANC DEUX COMÉRCIO E CONFECÇÕES DE ROUPAS S.A. I. PROPÓSITO

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA LE LIS BLANC DEUX COMÉRCIO E CONFECÇÕES DE ROUPAS S.A. I. PROPÓSITO POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA LE LIS BLANC DEUX COMÉRCIO E CONFECÇÕES DE ROUPAS S.A. I. PROPÓSITO Este Manual visa a consolidar as regras e procedimentos que devem ser observados

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE CAPÍTULO I DA DEFINIÇÃO LEI N. 1.021, DE 21 DE JANEIRO DE 1992 "Define microempresa para efeito fiscal previsto na Lei Complementar n. 48/84 e dá outras providências." O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE seguinte Lei: FAÇO SABER que

Leia mais

LEI Nº 12.546/2011 (MP 540/2011) ORIENTAÇÕES PRÁTICAS - DESONERAÇÃO FOLHA DE PAGAMENTO TI/TIC

LEI Nº 12.546/2011 (MP 540/2011) ORIENTAÇÕES PRÁTICAS - DESONERAÇÃO FOLHA DE PAGAMENTO TI/TIC LEI Nº 12.546/2011 (MP 540/2011) ORIENTAÇÕES PRÁTICAS - DESONERAÇÃO FOLHA DE PAGAMENTO TI/TIC 1 INTRODUÇÃO Em 15 de dezembro de 2011 a Presidente da República SANCIONOU a Lei nº 12.546/2011 (decorrente

Leia mais

Sistema Integrado de Municipalização do Licenciamento Ambiental

Sistema Integrado de Municipalização do Licenciamento Ambiental Sistema Integrado de Municipalização do Licenciamento Ambiental Documento Interno Texto base: Leoni Fuerst Preocupações referentes às questões relativas ao meio ambiente e a ecologia vêm se tornando crescentes

Leia mais

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 37, DE 2009

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 37, DE 2009 SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 37, DE 2009 Altera a Lei nº 9.250, de 26 de dezembro de 1995, e a Lei nº 9.532, de 10 de dezembro de 1997, para permitir a dedução, do imposto de renda das pessoas

Leia mais

A ÁREA DE PRÁTICA DE DIREITO PÚBLICO DA ABBC

A ÁREA DE PRÁTICA DE DIREITO PÚBLICO DA ABBC ABBC A atuação da ABBC assenta na independência, no profissionalismo e na competência técnica dos seus advogados e colaboradores, com o escrupuloso respeito das regras deontológicas que presidem ao exercício

Leia mais

REGULAMENTO TRABALHOS CIENTÍFICOS. Art. 1º Somente serão aceitos trabalhos que se enquadrem nas áreas temáticas definidas ao final deste regulamento.

REGULAMENTO TRABALHOS CIENTÍFICOS. Art. 1º Somente serão aceitos trabalhos que se enquadrem nas áreas temáticas definidas ao final deste regulamento. REGULAMENTO TRABALHOS CIENTÍFICOS Art. 1º Somente serão aceitos trabalhos que se enquadrem nas áreas temáticas definidas ao final deste regulamento. Parágrafo único. O correto enquadramento do trabalho

Leia mais

Celebrado em Brasília, aos 20 dias do mês de março de 1996, em dois originais, nos idiomas português e alemão, ambos igualmente válidos.

Celebrado em Brasília, aos 20 dias do mês de março de 1996, em dois originais, nos idiomas português e alemão, ambos igualmente válidos. ACORDO-QUADRO ENTRE O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL E O GOVERNO DA REPÚBLICA FEDERAL DA ALEMANHA SOBRE COOPERAÇÃO EM PESQUISA CIENTÍFICA E DESENVOLVIMENTO TECNOLÓGICO O Governo da República

Leia mais

A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015

A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015 A REORIENTAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO INDUSTRIAL BRASILEIRO IBGC 26/3/2015 1 A Situação Industrial A etapa muito negativa que a indústria brasileira está atravessando vem desde a crise mundial. A produção

Leia mais

Áreas de Atuação Societário

Áreas de Atuação Societário SC Advogados Apresentação A Salomão Cateb Advogados foi fundada em 1963 na cidade de Belo Horizonte por Salomão de Araújo Cateb. Os mais de 40 anos de atividade conferiram à empresa o reconhecimento e

Leia mais

INSTRUÇÃO CVM Nº. 476, OFERTAS PÚBLICAS DE VALORES MOBILIÁRIOS DISTRIBUÍDAS COM ESFORÇOS RESTRITOS 16 de Janeiro de 2009

INSTRUÇÃO CVM Nº. 476, OFERTAS PÚBLICAS DE VALORES MOBILIÁRIOS DISTRIBUÍDAS COM ESFORÇOS RESTRITOS 16 de Janeiro de 2009 INSTRUÇÃO CVM Nº. 476, OFERTAS PÚBLICAS DE VALORES MOBILIÁRIOS DISTRIBUÍDAS COM ESFORÇOS RESTRITOS 16 de Janeiro de 2009 Apresentamos a seguir um resumo dos principais pontos da Instrução da Comissão de

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2014

PROJETO DE LEI Nº, DE 2014 PROJETO DE LEI Nº, DE 2014 (Do Sr. Arthur Oliveira Maia) Altera a redação do art. 3º da Lei nº 8.650, de 20 de abril de 1993, para suprimir qualquer restrição ou preferência legal na contratação de treinador

Leia mais

Decisão do STF permite contratação de professores federais por Organização Social

Decisão do STF permite contratação de professores federais por Organização Social Decisão do STF permite contratação de professores federais por Organização Social Na mesma semana em que os trabalhadores brasileiros tomaram as ruas e conseguiram suspender a votação do Projeto de Lei

Leia mais

Aspectos Legais sobre Investimentos no Brasil

Aspectos Legais sobre Investimentos no Brasil Aspectos Legais sobre Investimentos no Brasil Carlos Alberto Rossi Cenário Atual: Eliminação da discriminação entre de empresa brasileira com capital nacional e empresa estrangeira, pela Emenda Constitucional

Leia mais

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009

MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009 DOU de 05/10/09 seção 01 nº 190 pág. 51 MINISTÉRIO DAS CIDADES CONSELHO DAS CIDADES RESOLUÇÃO RECOMENDADA N 75, DE 02 DE JULHO DE 2009 Estabelece orientações relativas à Política de Saneamento Básico e

Leia mais

::PORTFOLIO PORTFOLIO

::PORTFOLIO PORTFOLIO PORTFOLIO ::PORTFOLIO :: A EMPRESA Cesar e Cesar Sociedade de Advogados, é um escritório de advocacia e de assessoria jurídica formado por uma equipe de profissionais com experiência nas áreas relacionadas

Leia mais

ACORDO-QUADRO SOBRE MEIO AMBIENTE DO MERCOSUL

ACORDO-QUADRO SOBRE MEIO AMBIENTE DO MERCOSUL MERCOSUL/CMC/DEC. N o 02/01 ACORDO-QUADRO SOBRE MEIO AMBIENTE DO MERCOSUL TENDO EM VISTA: O Tratado de Assunção, o Protocolo de Ouro Preto, a Resolução N o 38/95 do Grupo Mercado Comum e a Recomendação

Leia mais

Rio de Janeiro: o melhor lugar para a sua empresa no Brasil

Rio de Janeiro: o melhor lugar para a sua empresa no Brasil Rio de Janeiro: o melhor lugar para a sua empresa no Brasil Thayne Garcia, Assessora-Chefe de Comércio e Investimentos (tgarcia@casacivil.rj.gov.br) Luciana Benamor, Assessora de Comércio e Investimentos

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO ELEKTRO ELETRICIDADE E SERVIÇOS S.A.

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO ELEKTRO ELETRICIDADE E SERVIÇOS S.A. CNPJ 02.328.280/0001-97 POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS DE EMISSÃO DA ELEKTRO ELETRICIDADE E SERVIÇOS S.A. Companhia Aberta CNPJ/MF nº 02.238.280/0001-97 Rua Ary Antenor de Souza, nº 321,

Leia mais

Apresentação Criado há mais de dez anos a partir da vontade de prestar assessoria jurídica dinâmica, o Alves Oliveira é alicerçado no trabalho honesto e transparente. Com fundador experiente e com conhecimento

Leia mais

A lei de incentivos fiscais de Campinas

A lei de incentivos fiscais de Campinas A lei de incentivos fiscais de Campinas Lei 12.802/06 com as alterações formuladas na Lei 12.653/06: A Câmara Municipal aprovou e eu, Prefeito do Município de Campinas, sanciono e promulgo a seguinte lei:

Leia mais

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS

POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS POLÍTICA DE NEGOCIAÇÃO DE VALORES MOBILIÁRIOS TEGMA GESTÃO LOGÍSTICA S.A. ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO E PRINCÍPIOS GERAIS 2. DEFINIÇÕES 3. OBJETIVOS E ABRANGÊNCIA 4. PERÍODO DE VEDAÇÕES ÀS NEGOCIAÇÕES 5. AUTORIZAÇÃO

Leia mais

{ 2 } Parque Tecnológico Capital Digital

{ 2 } Parque Tecnológico Capital Digital { 2 } Parque Tecnológico Capital Digital { 3 } 1. INTRODUÇÃO: PARQUE TECNOLÓGICO CAPITAL DIGITAL - PTCD Principal polo de desenvolvimento Científico, Tecnológico e de Inovação do Distrito Federal, o PTCD

Leia mais

CAPITULO I DA POLÍTICA MUNICIPAL DO COOPERATIVISMO.

CAPITULO I DA POLÍTICA MUNICIPAL DO COOPERATIVISMO. LEI Nº 1.827/2009. EMENTA: Institui a política de apoio e incentivo ao desenvolvimento do Cooperativismo no âmbito do município de Santa Cruz do Capibaribe/PE e dá outras providências. A MESA DIRETORA

Leia mais

A D V O G A D O S. Apresentação

A D V O G A D O S. Apresentação Apresentação O Escritório de Advocacia Gomes e Mello Frota Advogados destaca-se no meio jurídico como uma forte referência em função da equipe que o compõe, e da respeitabilidade que a mesma possui. Este

Leia mais

Norma Regulamentadora - NR 12 Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos. Histórico e Momento Atual

Norma Regulamentadora - NR 12 Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos. Histórico e Momento Atual Norma Regulamentadora - NR 12 Segurança no Trabalho em Máquinas e Equipamentos Histórico e Momento Atual A NR 12 teve sua redação substancialmente alterada pela Portaria MTE nº 197/2010 e encontra-se em

Leia mais

www.avantassessoria.com.br

www.avantassessoria.com.br www.avantassessoria.com.br Nossa Empresa A AVANT Assessoria Contábil e Tributária é uma empresa de contabilidade especializada em consultoria e assessoria de empresas e profissionais liberais, oferecendo

Leia mais

Arena Alvarez A D V O G A D O S

Arena Alvarez A D V O G A D O S Quem somos Arena Alvarez Advogados, fundado em 1994, em São Paulo, atua nas áreas de seguros e resseguros; direito aeronáutico (responsabilidade civil perante terceiros, contratos de compra/venda, financiamento

Leia mais

LIFE SCIENCES NO BRASIL

LIFE SCIENCES NO BRASIL LIFE SCIENCES NO BRASIL L IFE S CIENCES NO B R A presença da iniciativa privada no setor da saúde é cada vez mais relevante para a indústria de medicamentos e para as áreas de assistência à saúde, serviços

Leia mais

TRIBUTÁRIO EM FOCO #edição 6

TRIBUTÁRIO EM FOCO #edição 6 TRIBUTÁRIO EM FOCO #edição 6 Maio de 2012 NOVIDADE NA LEGISLAÇÃO TRIBUTÁRIA "GUERRA DOS PORTOS" - ICMS NAS IMPORTAÇÕES - RESOLUÇÃO DO SENADO Nº 13, DE 26 DE ABRIL DE 2012 DECISÕES JUDICIAIS PARTICIPAÇÃO

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº de 2007 (Da Deputada Luiza Erundina)

PROJETO DE LEI Nº de 2007 (Da Deputada Luiza Erundina) PROJETO DE LEI Nº de 2007 (Da Deputada Luiza Erundina) Cria isenção de Imposto de Renda para pessoas físicas beneficiárias de ações de cunho previdenciário e assistencial. O Congresso Nacional decreta:

Leia mais

MENSAGEM N 36, DE 2015

MENSAGEM N 36, DE 2015 CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL MENSAGEM N 36, DE 2015 Submete à consideração do Congresso Nacional o texto do Acordo entre o Governo da República Federativa do

Leia mais

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES, PRESERVAÇÃO DE SIGILO E DE NEGOCIAÇÃO DA ALIANSCE SHOPPING CENTERS S.A.

POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES, PRESERVAÇÃO DE SIGILO E DE NEGOCIAÇÃO DA ALIANSCE SHOPPING CENTERS S.A. POLÍTICA DE DIVULGAÇÃO DE INFORMAÇÕES RELEVANTES, PRESERVAÇÃO DE SIGILO E DE NEGOCIAÇÃO DA ALIANSCE SHOPPING CENTERS S.A. I - DEFINIÇÕES 1. As definições utilizadas na presente Política de Divulgação de

Leia mais

REGIMENTO DO CENTRO DE PESQUISA - CEPESq PROF. PASQUALE CASCINO

REGIMENTO DO CENTRO DE PESQUISA - CEPESq PROF. PASQUALE CASCINO REGIMENTO DO CENTRO DE PESQUISA - CEPESq CAPÍTULO I DA SEDE E FORO Artigo 1º - O CENTRO DE ENSINO E PESQUISA CEPESq PROF. PASQUALE CASCINO com sede e foro na cidade de São Paulo, à Avenida João Dias, 2046

Leia mais

RESPONSABILIDADE PESSOAL DOS SÓCIOS ADMINISTRADORES NOS DÉBITOS TRIBUTÁRIOS QUANDO DA DISSOLUÇÃO IRREGULAR DA SOCIEDADE

RESPONSABILIDADE PESSOAL DOS SÓCIOS ADMINISTRADORES NOS DÉBITOS TRIBUTÁRIOS QUANDO DA DISSOLUÇÃO IRREGULAR DA SOCIEDADE compilações doutrinais RESPONSABILIDADE PESSOAL DOS SÓCIOS ADMINISTRADORES NOS DÉBITOS TRIBUTÁRIOS QUANDO DA DISSOLUÇÃO IRREGULAR DA SOCIEDADE Carlos Barbosa Ribeiro ADVOGADO (BRASIL) VERBOJURIDICO VERBOJURIDICO

Leia mais

Resumo Aula-tema 02: Fontes, princípios, renúncia e transação do Direito do Trabalho.

Resumo Aula-tema 02: Fontes, princípios, renúncia e transação do Direito do Trabalho. Resumo Aula-tema 02: Fontes, princípios, renúncia e transação do Direito do Trabalho. O propósito dessa aula é reconhecer quais os lugares de onde se originam os direitos trabalhistas, onde procurá-los

Leia mais

GUERRA FISCAL: SÃO PAULO E ESPÍRITO SANTO ICMS - IMPORTAÇÃO

GUERRA FISCAL: SÃO PAULO E ESPÍRITO SANTO ICMS - IMPORTAÇÃO GUERRA FISCAL: SÃO PAULO E ESPÍRITO SANTO ICMS - IMPORTAÇÃO Fábio Tadeu Ramos Fernandes ftramos@almeidalaw.com.br Ana Cândida Piccino Sgavioli acsgavioli@almeidalaw.com.br I INTRODUÇÃO Desde a década de

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental

Política de Responsabilidade Socioambiental Política de Responsabilidade Socioambiental SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 OBJETIVO... 3 3 DETALHAMENTO... 3 3.1 Definições... 3 3.2 Envolvimento de partes interessadas... 4 3.3 Conformidade com a Legislação

Leia mais

TAUCCI & SILVEIRA LIMA. Advogadas

TAUCCI & SILVEIRA LIMA. Advogadas O Escritório O escritório Taucci & Silveira Lima oferece soluções jurídicas eficientes e inovadoras voltadas ao atendimento de clientes corporativos, primando por agilidade, qualidade e obtenção de resultados.

Leia mais

APRESENTAÇÃO. Atuamos em âmbito nacional, com uma estrutura apropriada para atender os clientes com excelência e segurança.

APRESENTAÇÃO. Atuamos em âmbito nacional, com uma estrutura apropriada para atender os clientes com excelência e segurança. APRESENTAÇÃO Comparato, Nunes & Federici Advogados é uma sociedade de advogados fundada por profissionais com grande experiência na gestão de jurídicos corporativos e bancas de advocacia. O escritório

Leia mais

Visão Geral da Lei de Inovação: Avanços e Desafios após 10 anos.

Visão Geral da Lei de Inovação: Avanços e Desafios após 10 anos. Visão Geral da Lei de Inovação: Avanços e Desafios após 10 anos. 10.09.2014 Henrique Frizzo 1 Conceitos Gerais da Lei de Inovação Conceitos Gerais da Lei de Inovação Lei 10.973/2004 - Lei de Inovação:

Leia mais

Clipping Legis. Publicação de legislação e jurisprudência fiscal. Nº 182 Conteúdo - Atos publicados em Maio de 2015 Divulgação em Junho/2015

Clipping Legis. Publicação de legislação e jurisprudência fiscal. Nº 182 Conteúdo - Atos publicados em Maio de 2015 Divulgação em Junho/2015 www.pwc.com.br Clipping Legis CSLL - Instituições financeiras - Majoração de alíquota - MP nº 675/2015 Receitas financeiras - Alíquota zero de PIS/ COFINS para as variações monetárias e hedge - Alteração

Leia mais

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988

CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 CONSTITUIÇÃO DA REPÚBLICA FEDERATIVA DO BRASIL 1988 TÍTULO VIII DA ORDEM SOCIAL CAPÍTULO II DA SEGURIDADE SOCIAL Seção II Da Saúde Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante

Leia mais

Buscando cooperação no mundo pós-crise: DECLARAÇÃO CONJUNTA

Buscando cooperação no mundo pós-crise: DECLARAÇÃO CONJUNTA 3 º Encontro Empresarial Brasil-UE Buscando cooperação no mundo pós-crise: DECLARAÇÃO CONJUNTA Estocolmo, 6 de outubro de 2009 A Confederação de Empresas Suecas (SN), O BUSINESSEUROPE e a Confederação

Leia mais

Fundo Setorial de Petróleo e Gás Natural Comitê Gestor REGIMENTO INTERNO

Fundo Setorial de Petróleo e Gás Natural Comitê Gestor REGIMENTO INTERNO MINISTÉRIO DA CIÊNCIA, TECNOLOGIA E INOVAÇÃO Fundo Setorial de Petróleo e Gás Natural Comitê Gestor REGIMENTO INTERNO (aprovado na 49ª Reunião do Comitê realizada em 11 de abril de 2013) CAPÍTULO I Do

Leia mais

TERMO DE DISPONIBILIZAÇÃO DE ESPAÇO VIRTUAL PARA DIVULGAÇÃO DE MARCA, PRODUTOS E/OU SERVIÇOS

TERMO DE DISPONIBILIZAÇÃO DE ESPAÇO VIRTUAL PARA DIVULGAÇÃO DE MARCA, PRODUTOS E/OU SERVIÇOS TERMO DE DISPONIBILIZAÇÃO DE ESPAÇO VIRTUAL PARA DIVULGAÇÃO DE MARCA, PRODUTOS E/OU SERVIÇOS Pelo presente Termo, em que são partes, de um lado SHAPE.I e, de outro, PARCEIRO, regularmente cadastrado em

Leia mais

A ATUAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA APÓS A LEI Nº 12.527/2011 - ACESSO ÀS INFORMAÇÕES FISCAIS

A ATUAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA APÓS A LEI Nº 12.527/2011 - ACESSO ÀS INFORMAÇÕES FISCAIS A ATUAÇÃO DA ADMINISTRAÇÃO FAZENDÁRIA APÓS A LEI Nº 12.527/2011 - ACESSO ÀS INFORMAÇÕES FISCAIS DENISE LUCENA CAVALCANTE Pós-Doutora pela Universidade de Lisboa. Doutora pela PUC/SP Mestre pela UFC. Procuradora

Leia mais

REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO

REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO REGULAMENTO DE CONCESSÃO DE INCENTIVOS AO INVESTIMENTO Considerando que os Municípios dispõem de atribuições no domínio da promoção do desenvolvimento, de acordo com o disposto na alínea n) do n.º 1 do

Leia mais

COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR N o 76, DE 2011. I RELATÓRIO

COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR. PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR N o 76, DE 2011. I RELATÓRIO COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR N o 76, DE 2011. Veda a utilização do sistema francês de amortização, ou tabela Price, nos empréstimos e financiamentos de qualquer natureza.

Leia mais

REGIMENTO DOS GRUPOS NACIONAIS E REGIONAIS DE TRABALHO DA ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DO DIREITO DO SEGURO AIDA/Brasil

REGIMENTO DOS GRUPOS NACIONAIS E REGIONAIS DE TRABALHO DA ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DO DIREITO DO SEGURO AIDA/Brasil REGIMENTO DOS GRUPOS NACIONAIS E REGIONAIS DE TRABALHO DA ASSOCIAÇÃO INTERNACIONAL DO DIREITO DO SEGURO AIDA/Brasil Artigo 1. Os Grupos Nacionais de Trabalho e os Grupos Regionais de Trabalho terão por

Leia mais

Formação em Parcerias Público Privadas. Desenvolvimento de uma carteira de projetos

Formação em Parcerias Público Privadas. Desenvolvimento de uma carteira de projetos Formação em Parcerias Público Privadas Desenvolvimento de uma carteira de projetos Novembro de 2013 1. Contexto Atual 2. Análise das Demandas do Setor Público 3. Como Estruturar um Procedimento 4. Como

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL (LRF) Atualizado até 13/10/2015 LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) tem como base alguns princípios,

Leia mais

Sumário. I - O tráfego internacional de telecomunicações; II Da União Internacional das Telecomunicações UIT;

Sumário. I - O tráfego internacional de telecomunicações; II Da União Internacional das Telecomunicações UIT; A tributação das telecomunicações: A alteração do Tratado de Melbourne e suas implicações na tributação internacional de Telecom Incidência de IRRF e CideRoyalties nas operações de interconexão Sumário

Leia mais

01 JULHO 2014 LISBOA GJ AIP-CCI

01 JULHO 2014 LISBOA GJ AIP-CCI 01 JULHO 2014 LISBOA GJ AIP-CCI 1 CENTRO DE MEDIAÇÃO, CONCILIAÇÃO E ARBITRAGEM 2 PONTOS DA INTERVENÇÃO: SOBRE O CENTRO DE ARBITRAGEM PROPRIAMENTE DITO: GÉNESE LEGAL DESTE CENTRO ESTRUTURA ORGÂNICA ÂMBITO

Leia mais

INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA PORTARIA Nº 339, DE 12 DE AGOSTO DE 2010

INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA PORTARIA Nº 339, DE 12 DE AGOSTO DE 2010 INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA PORTARIA Nº 339, DE 12 DE AGOSTO DE 2010 Dispõe sobre a implantação e o funcionamento do Programa de Cooperação Internacional - PROCIN do Instituto de Pesquisa

Leia mais

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO TRANS-MUX (EXPLORAÇÃO INDUSTRIAL DE LINHA DEDICADA EILD) ANEXO 3 TERMO DE COMPROMISSO DE CONFIDENCIALIDADE

CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO TRANS-MUX (EXPLORAÇÃO INDUSTRIAL DE LINHA DEDICADA EILD) ANEXO 3 TERMO DE COMPROMISSO DE CONFIDENCIALIDADE CONTRATO DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇO TRANS-MUX (EXPLORAÇÃO INDUSTRIAL DE LINHA DEDICADA EILD) ANEXO 3 TERMO DE COMPROMISSO DE CONFIDENCIALIDADE 1. OBJETIVO Este Anexo ao Contrato de Prestação de Serviço TRANS-MUX

Leia mais

PROGRAMA DE BOLSAS DE FORMAÇÃO ACADÊMICA MODALIDADE: MESTRADO E DOUTORADO

PROGRAMA DE BOLSAS DE FORMAÇÃO ACADÊMICA MODALIDADE: MESTRADO E DOUTORADO PROGRAMA DE BOLSAS DE FORMAÇÃO ACADÊMICA MODALIDADE: MESTRADO E DOUTORADO EDITAL Nº. 01/2008 O Presidente da Fundação Cearense de Apoio ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico FUNCAP, Prof. Tarcísio

Leia mais