Comentários de DESTAQUES FINANCEIROS E OPERACIONAIS - 4T12 E 2012

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1 São Paulo, 13 de maio de 2013 A Unidas S.A. anuncia os seus resultados do quarto trimestre de 2012 (4T12) e do ano de As informações financeiras são apresentadas em milhões de Reais, exceto quando indicado o contrário. As demonstrações financeiras consolidadas são apresentadas em conformidade com as normas internacionais de contabilidade (IFRS) e também de acordo com as práticas contábeis adotadas no Brasil. DESTAQUES FINANCEIROS E OPERACIONAIS 4T12 E 2012 O Lucro Líquido do 4T12 foi de R$82,3 MM, superior em R$86,8 MM ao prejuízo do 4T11, de R$(4,5) MM. No entanto, eliminando os efeitos não recorrentes do Ativo Fiscal Diferido e da depreciação adicional decorrente da redução do IPI, o Lucro Líquido Ajustado do 4T12 (eliminando os efeitos não recorrentes mencionados acima) foi de R$12,1 MM, superior em R$16,6 MM ao prejuízo do 4T11. No acumulado ao ano 2012, o Lucro Líquido Ajustado foi de R$34,5 MM, superior em R$99,1 MM ao prejuízo de A Receita Líquida proveniente do negócio de Terceirização de Frota TF apresentou um aumento de 6,9%, passando de R$53,8 MM no quarto trimestre de 2011 para R$57,5 MM no mesmo período de Em termos acumulados, a Receita Líquida de Terceirização de Frota em 2012 foi de R$222,9 MM, superior em 8,9% quando comparado com A Receita Líquida do segmento de Aluguel de Carros RAC (excluindo Franquias) no 4T12 atingiu R$41,5 MM, 20,6% superior à Receita Líquida do 4T11, de R$34,4 MM. No acumulado de 2012, a Receita Líquida de RAC atingiu R$144,6 MM, elevação de 12,4% sobre os R$128,6 MM registrados em O EBITDA Consolidado no 4T12 foi de R$57,0 MM, superior em 23,6% aos R$46,1 MM do 4T11. A Margem EBITDA consolidada no 4T12 foi de 53,7%, 5,6 p.p. acima da margem do 4T11. O EBITDA dos negócios de locação (RAC + TF + Franquias) no 4T12 foi de R$53,7 MM, superior em 4,1% aos R$51,6 MM do 4T11. A Taxa de Ocupação dos veículos no segmento de Aluguel de Carros RAC (excluindo Franquias) foi de 69,5% no 4T12, 1,5 p.p. acima do 4T11. No ano de 2012, a Taxa de Ocupação foi de 69,6%, 3,4 p.p. maior do que a de No 4T12, a Unidas abriu mais nove novos pontos de venda de seminovos (desmobilização de ativo), sendo dois próprios e sete franqueados, e cinco novas lojas próprias de Aluguel de Carros. A Frota no Final do Período da Companhia registrou aumento de 9,4%, passando de veículos no quarto trimestre de 2011 para veículos no mesmo período de Reconhecimento do Ativo Fiscal Diferido no montante de R$74,1 MM. Eventos subsequentes Aquisição da Best Fleet por R$191,8 MM, empresa de terceirização de frota especializada no segmento premium, com uma frota na ordem de veículos e Receita de Aluguel de Frotas de aproximadamente R$72,0 MM. Fechamento da parceria Fly and Drive Unidas TAM Linhas Aéreas, na qual os passageiros da TAM poderão usufruir de ofertas e benefícios exclusivos na locação de veículos Unidas, representando mais comodidade ao fechar a parte aérea e terrestre de forma integrada. Dados Econômico Financeiros 4T12 4T11 Var Var. Receita Líquida Consolidada 179,5 168,4 6,6% 671,3 670,9 0,1% Receita Líquida de Locação (RAC + TF + Franquias) 106,1 95,7 10,9% 395,6 361,1 9,6% EBITDA Consolidado 57,0 46,1 23,6% 205,1 166,9 22,9% Margem EBITDA Consolidada * 53,7% 48,1% 5,6 p.p. 51,8% 46,2% 5,6 p.p. EBITDA Negócios Locação (RAC + TF + Franquias) 53,7 51,6 4,1% 204,1 174,3 17,1% Margem EBITDA Negócios Locação 50,6% 53,9% (3,3) p.p. 51,6% 48,3% 3,3 p.p. Lucro (Prejuízo) Líquido 82,3 (4,5) N/A 78,5 (64,6) 221,5% Lucro (Prejuízo) Líquido Ajustado ** 12,1 (4,5) 368,9% 34,5 (64,6) 153,4% Dívida Líquida 345,0 298,6 15,5% 345,0 298,6 15,5% Dívida Líquida / EBITDA (últimos 12 meses) 1,7x 1,8x (0,1)x 1,7x 1,8x (0,1)x Dados Operacionais 4T12 4T11 Var Var. Frota no Final do Período ,4% ,4% Nº de Colaboradores Próprios no Final do Período ,8% ,8% * Margem sobre Receita Líquida de Locação (RAC + TF + Franquias) ** O Lucro (Prejuízo) Líquido Líquido Ajustado desconsidera os efeitos não recorrentes das depreciações extraordinárias em função do IPI realizadas no 2T12 e no 4T12 e do reconhecimento do Ativo Fiscal Diferido 1

2 1 REDE DE ATENDIMENTO UNIDAS No 4T12, a Unidas abriu mais treze pontos de atendimento aos clientes, passando de 147 pontos em 30/09/2012 para 160 ao final do 4T12. Foram abertos 9 novos pontos de venda de seminovos (desmobilização de ativo), sendo dois próprios e sete franqueados, e cinco novas lojas próprias de Aluguel de Carros (RAC). +39 lojas +4 pontos +6 lojas +18 lojas +4 lojas 2 SEGMENTO DE ALUGUEL DE CARROS (RAC) No 4T12, a Receita Líquida relacionada ao segmento de Aluguel de Carros RAC, excluindo Franquias, apresentou aumento de 20,6% em relação ao 4T11, passando de R$34,4 MM para R$41,5 MM, crescimento este decorrente principalmente do avanço do número de diárias em 17,6%, suportado em parte, pela abertura de 5 novas lojas. No ano de 2012, a Receita Líquida avançou 12,4% no comparativo com 2011, passando de R$128,6 MM para R$144,6 MM, devido ao aumento do número de diárias em 7,1% e à elevação da tarifa média em 5,2%. 7,1% 12,4% 17,6% 20,6% A Tarifa Média praticada no segmento de RAC foi de R$87,2 no 4T12, 2,7% superior ao valor de R$84,9 apurado no 4T11. Na comparação entre os anos de 2011 e 2012, o aumento foi de 5,2%, passando de R$82,7 em 2011 para R$87,0 em A Taxa de Ocupação dos veículos no segmento de RAC foi de 69,5% no 4T12, aumentando 1,5 p.p. em relação ao 4T11, que registrou uma taxa de 68,0%. Na comparação entre os anos de 2011 e 2012, o aumento foi de 3,4 p.p., passando de 66,2% em 2011 para 69,6% em Esse resultado reflete a melhora sistemática na eficiência da utilização da frota operacional da Companhia. Apesar da frota média operacional ter aumentado 14,6% no comparativo entre os trimestres, e 0,9% no comparativo entre os anos, e a Receita Líquida cresceu respectivamente 20,6% (4T12 X 4T11) e 12,4% (2012 X 2011). 2

3 2,7% 1,5 p.p. A Tarifa Média é calculada através da divisão da receita de aluguel, excluindo outras receitas de participação em avarias e o repasse de aluguéis aos franqueados, pela quantidade de diárias no período. A Taxa de Ocupação é calculada através da divisão do número de veículos alugados pelo número de veículos disponíveis para locação no período. Os dados do segmento de RAC reportados neste item não levam em consideração a operação realizada através da rede de franquias da Companhia. 3 SEGMENTO DE TERCEIRIZAÇÃO DE FROTA (TF) No 4T12, a Receita Líquida proveniente do negócio de Terceirização de Frota TF apresentou aumento de 6,9% em relação ao 4T11, passando de R$53,8 MM para R$57,5 MM. Este crescimento foi decorrente do aumento da frota média operacional em 14,6%, e que foi parcialmente compensado por um ticket médio mais baixo, devido à redução do valor médio de compra dos veículos em função da redução do IPI para carros novos, por uma maior aquisição de modelos básicos ocorrida no período e pela redução das taxas de juros. No ano de 2012, a Receita Líquida aumentou 8,9% no comparativo com 2011, passando de R$204,7 MM para R$222,9 MM, devido ao aumento da frota média operacional em 8,9%. 8,9% 14,6% 8,9% 6,9% 4 FROTA No 4T12 a frota total atingiu veículos, o que representou um crescimento de 9,4% no comparativo com o 4T11. Os gráficos a seguir reforçam a estratégia da Companhia de elevar a rentabilidade dos seus ativos, adotada a partir do primeiro semestre de Essa estratégia levou a uma redução gradual do número de veículos em 2009 e 2010, pela não renovação de contratos de terceirização de menor rentabilidade. Contudo, a partir do final de 2010 a Companhia voltou a expandir as suas operações, aproveitando o crescimento do mercado de locação de veículos, porém com um foco maior na rentabilidade dos seus contratos. O Investimento Líquido em frota no 4T12 foi de R$67 MM, sendo R$50 MM maior do que o realizado no 4T11. 3

4 No ano de 2012, o Investimento Líquido em frota foi de R$155,0 MM, sendo R$34 MM superior ao realizado em carros (9,4%) No 4T12, houve um leve crescimento na Idade Média dos veículos no segmento de Terceirização de Frota TF em relação ao 4T11, passando de 13,5 para 13,7 meses, e um aumento no segmento de Aluguel de Carros RAC (excluindo Franquias) de 8,5 para 10,1 meses. O aumento da idade média dos veículos no segmento de RAC é reflexo do impacto negativo no mercado de venda de seminovos, decorrente do maior rigor na concessão de crédito automotivo pelas financeiras ocorrido a partir do 4T11. Esta situação atrasou a estratégia de renovação da frota da Companhia ao longo do 1S12, diminuindo o volume de compras e de vendas de veículos no período. Contudo, aproveitando a redução do IPI para os carros novos, anunciada pelo Governo em 21 de maio de 2012, a Companhia aproveitou para acelerar a renovação da sua frota neste segmento, o que permitiu reduzir a idade média da frota em cerca de 2 meses no período entre junho e dezembro de Como demonstrado no gráfico abaixo, no 4T12, o volume de carros vendidos para renovação da frota apresentou um crescimento de 7,5% em relação ao 4T11, passando de para carros vendidos. Em 2012, observase uma pequena queda no volume dos carros vendidos em 1,8%, representando menos 234 veículos vendidos no comparativo com (1,8)% 7,5% 4

5 5 DEPRECIAÇÃO A depreciação dos carros é calculada pela diferença entre o preço de compra e o valor estimado de venda, deduzido de todas as despesas de venda. A depreciação anual média por carro teve um aumento de 8,1% no comparativo entre os anos de 2011 e 2012, passando de R$4.715 para R$ Deste valor, R$1.469 são reflexo do reconhecimento de R$31,1 MM de depreciação adicional realizada pela Companhia no 2T12, decorrentes da redução do IPI para os veículos novos anunciada pelo Governo em 21 de maio de 2012 e que durou até 31 de dezembro de 2012; e da realização de uma nova depreciação adicional, realizada pela Companhia no 4T12, no montante de R$5,6 MM, decorrente do anuncio do Governo em 19 de dezembro de 2012 da manutenção de um IPI reduzido ao longo do primeiro semestre de 2013, isto é, voltando de forma escalonada no período compreendido entre 1º de janeiro e 30 de junho de ,1% (23,1)% Reflexo da } redução do IPI Embora, em 21 de maio de 2012, o Governo tenha anunciado que a redução do IPI se manteria apenas até 31 de agosto, a Companhia, através da depreciação adicional acima indicada (R$31,1 MM), ajustou o valor de todos os carros que seriam desmobilizados até ao final do ano de Com o anúncio do Governo em dezembro, da manutenção de um IPI reduzido ainda no primeiro trimestre de 2013, a Companhia decidiu lançar uma nova depreciação adicional no 4T12 (R$5,6 MM) e prevê ainda uma nova depreciação adicional de R$16,2 MM a ser lançada ao longo de 2013 e de R$2,0 MM em 2014, em função da desmobilização dos carros que foram comprados antes do anúncio da redução do IPI para os veículos novos. Caso o impacto no preço de tais veículos, pelo prolongamento do IPI reduzido, seja inferior ao estimado pela Companhia, a depreciação adicional prevista para 2013 e 2014 poderá ser reduzida. Depreciação adicional (R$MM) Realizada Estimada 9M12 4T12 Subtotal Total 31,1 5,6 36,7 16,2 2,0 54,9 56,6% 10,2% 66,8% 29,5% 3,6% 100,0% A depreciação média por carro é calculada através da divisão dos custos de depreciação anualizados pela frota média operacional do período. 6 RECEITA LÍQUIDA CONSOLIDADA No 4T12, a Receita Líquida Consolidada apresentou elevação de 6,6% com relação ao 4T11, passando de R$168,4 MM para R$179,5 MM. No ano de 2012, a Receita Líquida Consolidada apresentou crescimento de 0,1% no comparativo com 2011, passando de R$670,9 MM para R$671,3 MM. 5

6 0,1% 6,6% Conforme mencionado no quadro de Dados Econômicos e Financeiros, a Receita Líquida dos negócios de locação (RAC + TF + Franquias) no 4T12 foi de R$106,2 MM, sendo 10,9% superior a Receita Líquida do 4T11, que foi de R$95,8 MM. No ano de 2012, a Receita Líquida dos negócios de locação foi de R$395,6 MM, sendo esta superior em 9,6% a que foi obtida em 2011 no valor de R$361,1 MM. Já o crescimento da Receita Líquida Consolidada no comparativo entre os anos foi impactado negativamente por valores pouco expressivos dos veículos vendidos para renovação da frota, mas que apresentou uma reversão de tendência e cresceu crescimento de 1,0% no 4T12, quando comparado ao 4T11. O indicador da Receita Líquida Consolidada dos negócios de Locação sobre o Ativo Médio Total cresceu 3,8 p.p. no comparativo entre o 4T11 e o 4T12, atingindo 51,0%. Essa melhora reflete uma maior eficiência da utilização da frota, em alinhamento com a estratégia de foco na rentabilidade que a Companhia vem adotando ao longo dos últimos dois anos. 3,8 p.p. Esse indicador utiliza a Receita Liquida dos negócios de locação (RAC + TF + Franquias) anualizada, dividida pelo Ativo Médio Total do trimestre (este calculado com base nas médias diárias do mesmo no trimestre). Convém ressaltar que a Receita Líquida da Unidas é composta pela sua Receita Bruta deduzida dos cancelamentos e dos impostos incidentes diretamente sobre a mesma; já os créditos de PIS e COFINS provenientes dos custos são contabilizados nas mesmas contas que os originaram. 7 CUSTOS E DESPESAS No 4T12, os Custos Operacionais Totais apresentaram uma redução de R$0,9 MM (0,7%) no comparativo com o 4T11, passando de R$136,0 MM para R$135,1 MM, redução esta decorrente principalmente da queda de 29,3% no Custo dos Veículos Vendidos. Em contrapartida, houve um crescimento de 6,4% no Custo de Pessoal, principalmente devido aos dissídios coletivos de 2011 e 2012, ao aumento do quadro de funcionários decorrente da abertura de novas lojas de Aluguel de Carros e de Venda de Seminovos; e a um aumento de 69,8% nos custos de Depreciação e Amortização, devido ao reconhecimento de depreciação adicional de R$5,6 MM, no 4T12, conforme explicado anteriormente. 6

7 Em 2012, os Custos Operacionais Totais apresentaram um aumento de R$2,2 MM (0,4%) no comparativo com 2011, passando de R$535,8 MM para R$538,0 MM. Crescimento este devido principalmente ao aumento de 48,6% nos custos de Depreciação e Amortização, devido ao crescimento da frota e ao reconhecimento de depreciação adicional de R$31,1 MM (2T12) e de R$5,6 MM (4T12) conforme já mencionado e devido adicionalmente ao crescimento de 16,2% no Custo de Pessoal pelos motivos já citados anteriormente. Estas variações foram compensadas pela redução de 18,3% no Custo dos Veículos Vendidos devido ao menor volume na venda de seminovos. Custos Operacionais (R$MM) 4T12 4T11 Var Var. Custo de Pessoal (10,0) (9,4) (6,4)% (39,4) (33,9) (16,2)% Despesas de Manutenção de Veículos (22,4) (21,6) (3,7)% (88,3) (84,8) (4,1)% Depreciação e Amortização (50,1) (29,5) (69,8)% (153,5) (103,3) (48,6)% Outras (0,7) (2,1) 66,7% (7,5) (8,5) 11,8% Subtotal Custos (83,2) (62,6) (32,9)% (288,7) (230,5) (25,2)% Custo dos Veículos Vendidos (51,9) (73,4) 29,3% (249,3) (305,3) 18,3% Custo Operacional Total (135,1) (136,0) 0,7% (538,0) (535,8) (0,4)% % da Receita Líquida (75,3)% (80,8)% 5,5 p.p. (80,1)% (79,9)% (0,2) p.p. No 4T12, as Despesas Operacionais apresentaram crescimento de R$3,9 MM (20,4%) no comparativo com o 4T11, passando de R$19,1 MM para R$23,0 MM. No período, este crescimento deveuse ao aumento das Despesas Comerciais em R$3,3 MM e ao aumento das Despesas Gerais e Administrativas em R$1,6 MM, devido principalmente à elevação das Despesas com Pessoal em R$1,1 MM. Em 2012, as Despesas Operacionais apresentaram decréscimo de R$9,5 MM (10,6%) no comparativo com 2011, passando de R$89,8 MM para R$80,3 MM. No período, destacamse a redução das Despesas Comerciais em R$8,1 MM (devido ao valor da Provisão para Devedores Duvidosos PDD que foi menor em R$6,7 MM em relação a 2011); e a diminuição das Despesas Gerais e Administrativas em R$1,8 MM. Como percentual da Receita Líquida Consolidada da Companhia, as Despesas Operacionais sofreram queda de 1,4 p.p., passando de 13,4% em 2011 para 12,0% em Despesas Operacionais (R$MM) 4T12 4T11 Var Var. Despesas Comerciais (7,2) (3,9) (84,6)% (21,1) (28,2) 25,2% Despesas Gerais e Administrativas (15,6) (14,0) (11,4)% (54,7) (56,5) 3,2% Honorários da Administração (0,6) (0,5) (20,0)% (2,4) (2,5) 4,0% Outras Despesas Operacionais 0,4 (0,7) 157,1% (2,1) (2,6) 19,2% Despesa Operacional Total (23,0) (19,1) (20,4)% (80,3) (89,8) 10,6% % da Receita Líquida (12,8)% (11,3)% (1,5) p.p. (12,0)% (13,4)% 1,4 p.p. 8 EBITDA No 4T12, o EBITDA consolidado foi de R$57,0 MM, 23,6% superior aos R$46,1 MM obtidos no 4T11. A margem EBITDA no 4T12 atingiu 53,7%, 5,6 p.p. acima da margem do 4T11. Em 2012, o EBITDA consolidado foi de R$205,1 MM, crescimento de 22,9% se comparado aos R$166,9 MM registrados em A Margem EBITDA em 2012 atingiu 51,8%, ou seja, 5,6 p.p. acima da margem em ,9% 23,6% 7

8 A definição de EBITDA adotada pela Companhia, que está de acordo com o Instrumento Particular de Escritura da 2ª Emissão de Debêntures Simples para Distribuição Pública, pode não ser comparável com o EBITDA, por definição, de outras companhias. EBITDA (R$mil) Controladora Consolidado 31/12/ /12/ /12/ /12/2011 (=)Lucro do período após impostos sobre os lucros e participações de acionistas não controladores (64.633) (64.633) (+) Impostos sobre os lucros (71.942) (71.034) 511 (+) Despesas financeiras líquidas (+) Depreciação e amortização (+) Amortização de ágio líquida da reversão da provisão para manutenção da integridade do patrimônio líquido (+) Participação em sociedades controladas (1.396) (=) EBITDA Receita liquida total Margem EBITDA (%) 35,3% 29,4% 30,6% 24,9% Em 31 de dezembro de 2012 a Companhia estava em cumprimento com todos os índices e limites financeiros previstos, conforme demonstrado abaixo: A seguir demonstramos o EBITDA dos negócios de locação, que apresentou crescimento tanto no comparativo dos trimestres quanto no anual. 17,1% 14.4% 4,1% 12,1% 18,1% 0.8% Margem EBITDA por Negócio 4T12 4T11 Var Var. Terceirização de Frota 64,3% 68,2% (3,9) p.p. 66,7% 61,5% 5,2 p.p. Aluguel de Carros 34,3% 35,5% (1,2) p.p. 32,1% 31,0% 1,1 p.p. Total Locação 50,6% 53,9% (3,3) p.p. 51,6% 48,3% 3,3 p.p. No comparativo entre 2011 e 2012, o EBITDA por Negócio apresentou crescimento de 17,1%, devido principalmente ao crescimento da Receita Líquida em R$34,6 MM e à redução das Despesas Operacionais em R$7,7 MM. 8

9 No comparativo entre o 4T11 e o 4T12, a Margem EBITDA no negócio de Terceirização de Frota foi impactada principalmente pelo aumento das Despesas Comerciais em R$2,7 MM. A Margem EBITDA no negócio de Aluguel de Carros foi impactada principalmente pelo aumento das Despesas de Pessoal em R$0,5 MM em função do dissídio e do aumento do número de lojas e pela evolução das Despesas de Aluguel em R$0,9 MM. 9 EBIT No 4T12, o EBIT consolidado foi de R$21,3 MM, 60,2% superior aos R$13,3 MM obtidos no 4T11. Em 2012, o EBIT consolidado foi de R$53,1 MM, 17,2% maior que os R$45,3 MM apurados em Entretanto, convém ressaltar que o EBIT no 4T12 está influenciado pela depreciação extraordinária decorrente do impacto do IPI já mencionado, de R$5,6 MM, e no ano, o EBIT está impactado pelas já mencionadas depreciações extraordinárias no valor total de R$36,7 MM. EBIT (R$MM) 4T12 4T11 Var Var. EBIT 21,3 13,3 60,2% 53,1 45,3 17,2% Margem EBIT (Sobre Receita de Locação) 20,1% 13,9% 6,2 p.p. 13,4% 12,5% 0,9 p.p. Se desconsiderarmos o efeito das depreciações extraordinárias, os EBITs ajustados no 4T12 e em 2012 seriam, respectivamente, de R$26,9 MM e R$89,8 MM. 98,2% 102,3% 10 RESULTADO FINANCEIRO A reestruturação do endividamento da Companhia, que visou o alongamento do seu perfil, a redução do custo financeiro e a desoneração das garantias concedidas na obtenção dos empréstimos, conjugado com a redução dos juros nominais da economia ao longo de 2012, resultou na redução das despesas financeiras líquidas no montante de R$6,5 MM no 4T12, em relação ao mesmo período do ano anterior; e no valor de R$63,9 MM em 2012 quando comparado com Seguem abaixo a abertura das receitas e despesas financeiras obtidas no comparativo dos trimestres e dos anos: Resultado Financeiro (R$MM) 4T12 4T11 Var Var. Receitas Financeiras 5,1 10,8 (52,8)% 28,1 26,9 4,5% Despesas Financeiras (16,2) (28,4) (43,0)% (73,7) (136,4) (46,0)% Resultado Financeiro (11,1) (17,6) (36,9)% (45,6) (109,5) (58,4)% 9

10 (36,9)% (58,4)% 11 ATIVO FISCAL DIFERIDO A Companhia, fundamentada na expectativa da geração de lucros tributáveis futuros com base em estudo técnico, reconheceu impostos diferidos ativos, relativos aos prejuízos fiscais acumulados, conforme demostrado abaixo. Controladora e Consolidado Imposto de renda diferido ativo sobre: Prejuízos fiscais e bases negativas Provisões temporárias Total IRPJ e CSLL Diferidos Ativos Não Circulante () Provisão para ajuste ao valor recuperável (26.468) Ativo não Circulante As estimativas para a recuperação dos créditos tributários foram baseadas nas projeções dos lucros tributáveis levando em consideração diversas premissas financeiras e de negócios presentes no encerramento do exercício findo em 31 de dezembro de Consequentemente, essas estimativas poderão não se concretizar no futuro tendo em vista as incertezas inerentes a tais previsões. 12 RESULTADO LÍQUIDO CONSOLIDADO A Companhia auferiu no 4T12 um lucro líquido de R$82,3 MM, resultado este melhor em R$86,8 MM do que o resultado negativo do 4T11, devido basicamente ao aumento da Receita, à redução dos Custos Operacionais e das Despesas Financeiras Líquidas, bem como pelo reconhecimento do Ativo Fiscal Diferido. Em 2012, o lucro foi de R$78,6 MM, valor R$143,2 MM melhor do que o auferido em Demonstração do Resultado (R$MM) 4T12 4T11 Var Var. Receita Líquida 179,5 168,4 6,6% 671,3 670,9 0,1% Custos Operacionais (135,1) (136,0) (0,7)% (538,0) (535,8) 0,4% Lucro Bruto 44,4 32,4 37,0% 133,3 135,1 (1,3)% Despesas Operacionais (23,1) (19,1) 20,9% (80,2) (89,9) (10,8)% Despesas Financeiras Líquida (11,1) (17,6) (36,9)% (45,6) (109,4) (58,3)% Lucro antes dos Impostos (EBT) 10,2 (4,3) 337,2% 7,5 (64,2) 111,7% IRPJ e CSLL (2,0) (0,2) 900,0% (3,0) (0,4) 650,0% Ativo Fiscal Diferido 74,1 0,0 N/A 74,1 0,0 N/A Lucro (Prejuízo) Líquido do Período 82,3 (4,5) N/A 78,6 (64,6) 221,7% Para fins de análise comparativa entre o 4T12 e o 4T11, devemos desconsiderar os efeitos não recorrentes da já mencionada depreciação extraordinária realizada no 4T12 e do reconhecimento do Ativo Fiscal Diferido, obtendo um resultado líquido no 4T12 de R$12,1 MM, resultado este melhor em R$16,6 MM se comparado ao prejuízo de R$(4,5) MM do 4T11. No comparativo entre os anos de 2012 e 2011, devemos desconsiderar os efeitos não recorrentes citados acima, assim como a já mencionada depreciação extraordinária realizada no 2T12. Desta forma o resultado líquido em 2012 foi de R$34,5 MM, resultado este melhor em R$99,1 MM se comparado ao prejuízo de R$(64,6) MM de

11 368,9% 153,4% 13 DÍVIDA No final de 2012, o endividamento bruto da Unidas, incluindo os encargos, atingiu R$580,8 MM que, descontando o caixa e equivalentes de caixa e as aplicações financeiras, resultaram numa dívida líquida de R$345,0 MM. COMPOSIÇÃO DA DÍVIDA EM 31/12/12 Instrumento Custo Médio Saldo em 31/12/12 (R$ MM) % 2ª EMISSÃO DE DEBÊNTURES CDI + 3,48% 510,1 87,8% CONTRATOS CAPITAL DE GIRO CDI + 2,88% 70,7 12,2% TOTAL DÍVIDA BRUTA 580,8 100,0% CAIXA E EQUIVALENTES DE CAIXA / APLICAÇÕES FINANCEIRAS (235,8) TOTAL DÍVIDA LÍQUIDA 345,0 O aporte de R$300,0 MM ocorrido em 13 de julho de 2011, referente ao aumento de capital da Companhia pelo ingresso dos novos sócios, permitiu a desalavancagem da sua estrutura de capital. A Dívida Líquida caiu de R$526,3 MM em Jun/11 para R$345,0 MM em Dez/12, melhorando de 3,5x para 1,7x o indicador Dívida Líquida / EBITDA, de 2,0 para 0,6 o indicador Dívida Líquida / Patrimônio Líquido e de 0,7 para 0,4 a Dívida Líquida / Frota Total, conforme demonstrado abaixo: 0,3 vez 1,4 vez No 4T12, o custo médio da dívida da Unidas obteve uma redução de 283 pontos base quando comparado a 30 de junho de 2011, saindo de CDI+6,34% a.a. para CDI+3,51% a.a.. A elevação do spread médio verificada a partir do 4T11 deveuse à queda do CDI no período (393 pontos base) em comparação com a variação do IPCA (89 pontos base), que impacta diretamente o custo da 2ª Série da 2ª Emissão de Debêntures da Companhia. 11

12 Em 22 de fevereiro de 2013, a Unidas comunicou ao mercado que realizará a sua 3ª Emissão de Debêntures, no montante total de R$120,0 MM e com uma taxa teto de CDI+1,80% a.a., com o objetivo de recompor o caixa da Companhia decorrente da aquisição da Best Fleet. Através desta emissão, a Companhia também terá como benefício a redução do seu Custo Médio Anual da Dívida. (283) bps Em 31/12/2012, a Unidas possuía 17,1% do principal da sua dívida vencendo em 2013, enquanto 82,9% está distribuído no período compreendido entre 2014 a 2016, conforme demonstrado no gráfico anterior. Ao final do 4T12, a Companhia possuía apenas 4% da sua frota alienada como garantia de financiamentos e também apenas 4% da dívida bruta total tinha veículos em garantia. 14 EVENTOS SUBSEQUENTES A Unidas celebrou, em 07 de janeiro de 2013, o Contrato de Compra de 100% do Capital Social da Best Fleet, que no dia 31 de janeiro de 2013 foi autorizada sem restrições pelo CADE, e concretizada em 06 de março de 2013 pelo valor de R$191,8 MM após ajustes de capital de giro. Com a aquisição, passamos a ter uma presença mais forte no segmento de veículos executivos do mercado de Terceirização de Frotas, bem como demos mais um passo importante no crescimento com rentabilidade e na consolidação desse segmento de negócio da Companhia. A Best Fleet possui uma frota na ordem de veículos com preço médio de compra de veículo superior a R$60.000, e encerrou o ano de 2012 com Receita de Aluguel de Frotas de aproximadamente R$72,0 MM. A Unidas anunciou, em 31 de janeiro de 2013, uma parceria comercial com a TAM (Fly and Drive), sendo esta válida para todos os destinos operados pela TAM no Brasil e que também são servidos pela rede da Unidas. Com esta parceria, os passageiros que viajam pela TAM poderão adquirir pacotes integrados de viagens aéreas e terrestres, com ofertas e benefícios exclusivos junto à locação de automóveis na Unidas, além de usufruir junto à Unidas de diárias mais baratas e vantagens ao locar acessórios ou contratar serviços adicionais. A Unidas comunicou ao mercado, em 13 de março de 2013, a elevação, pela Fitch Ratings, do Rating Nacional de Longo Prazo da Companhia e de sua 2ª Emissão de Debêntures de A(bra) para A(bra), com Perspectiva Estável, assim como atribuiu o Rating Nacional de Longo Prazo A(bra) à futura 3ª Emissão de Debêntures da Companhia. Ademais, a agência de classificação de risco de crédito Standard & Poor s atribuiu o rating bra na Escala Nacional Brasil à futura 3ª Emissão de Debêntures da Companhia. 12

13 15 DADOS OPERACIONAIS Dados Operacionais (não revisados pelos auditores independentes) 4T12 4T11 Var Var. Frota Média Operacional Terceirização de Frota ,6% ,9% Aluguel de Carros ,6% ,9% Franquias ,6% (1,9)% Total ,4% ,7% Frota Média Alugada Terceirização de Frota ,6% ,9% Aluguel de Carros ,8% ,6% Franquias ,3% ,9% Total ,0% ,6% Frota no Final do Período Terceirização de Frota ,4% ,4% Aluguel de Carros ,3% ,3% Franquias (2,0)% (2,0)% Total ,4% ,4% Idade Média da Frota em Operação (meses) Terceirização de Frota 13,7 13,5 1,5% 13,2 14,5 (9,0)% Aluguel de Carros 10,0 8,5 17,6% 10,9 9,4 16,0% Franquias 10,4 11,2 (7,1)% 9,9 11,2 (11,6)% Total 12,4 12,4 0,0% 12,3 12,8 (3,9)% Carros Comprados Número de Carros Comprados ,3% ,2% Preço Médio Terceirização de Frota (R$ mil) 26,8 24,6 8,9% 25,3 27,4 (7,7)% Preço Médio Aluguel de Carros (R$ mil) 29,9 27,2 9,9% 29,7 19,8 50,0% Preço Médio Franquias (R$ mil) 30,0 27,8 7,9% 27,8 30,6 (9,2)% Preço Médio Total (R$ mil) 28,8 26,0 10,8% 26,2 27,8 (5,8)% Carros Vendidos Número de Carros Vendidos ,1% (1,8)% Preço Médio Terceirização de Frota (R$ mil) 21,1 22,4 (5,8)% 20,8 22,7 (8,4)% Preço Médio Aluguel de Carros (R$ mil) 22,9 24,5 (6,5)% 22,8 23,9 (4,6)% Preço Médio Franquias (R$ mil) 24,0 23,8 0,8% 23,2 24,1 (3,7)% Preço Médio Total (R$ mil) 21,6 23,3 (7,3)% 21,6 23,4 (7,7)% Idade Média dos Carros Vendidos 27,1 27,2 (0,4)% 28,4 28,0 1,4% PONTOS DE ATENDIMENTO UNIDAS EM 31/12/12 Região Brasil Segmento Aluguel de Carros Rede Própria Aluguel de Carros Franquias Sudeste Venda de Veículos Rede Própria Venda de Veículos Franquias Atendimento Corporativo Aluguel de Carros Rede Própria Aluguel de Carros Franquias Sul Venda de Veículos Rede Própria Venda de Veículos Franquias Atendimento Corporativo Aluguel de Carros Rede Própria Aluguel de Carros Franquias Nordeste Venda de Veículos Rede Própria Venda de Veículos Franquias Atendimento Corporativo Aluguel de Carros Rede Própria Aluguel de Carros Franquias CentroOeste Venda de Veículos Rede Própria Venda de Veículos Franquias Atendimento Corporativo Aluguel de Carros Rede Própria Aluguel de Carros Franquias Norte Venda de Veículos Rede Própria Venda de Veículos Franquias Atendimento Corporativo Total Nº Pontos

14 CONTATOS GISOMAR MARINHO Diretor Financeiro e de Relações com Investidores Telefones: (11) / Website: AVISOS Esse material possui informações resumidas, sem intenção de serem completas. Maiores informações sobre a Unidas, suas atividades, situação econômicofinanceira e riscos inerentes a sua atividade podem ser encontradas nas suas demonstrações financeiras e informações públicas. As informações não financeiras, as expectativas da administração quanto ao desempenho futuro da Companhia, os dados relativos à frota, idade média da frota, número de carros comprados, volume de veículos vendidos, frota onerada, número de diárias, taxa de ocupação, carteira de veículos (TF), tarifa média, depreciação média, despesas de reestruturação, EBIT, margem EBIT ajustado, EBIT por negócio, EBITDA consolidado, EBITDA por negócio, margem EBITDA ajustado, Resultado Financeiro ajustado, Lucro (prejuízo) liquido ajustado, custo de transação diferido (dívidas liquidadas), penalidade prépagamento da dívida, índice de inadimplência, custo médio anual da dívida, escalonamento pagto principal dívida, número de colaboradores, dissídio coletivo, rede de atendimento Unidas, ativo médio total e Rating Corporativo Fitch Ratings não foram revisados pelos auditores independentes. As declarações e informações sobre o futuro não são garantias de desempenho. Elas envolvem riscos, incertezas e suposições porque se referem a eventos futuros, dependendo, portanto, de circunstâncias que poderão ocorrer ou não. Muitos dos fatores que irão determinar os valores e resultados futuros estão além da capacidade de controle ou previsão da Companhia. 14

15 ANEXO 1 RESULTADO POR NEGÓCIO AJUSTADO* (Não revisado pelos auditores independentes) Resultado Terceirização de Frota (R$MM) 4T12 4T Receita bruta 63,3 59,3 245,4 225,5 Impostos sobre a receita (5,8) (5,4) (22,5) (20,8) Receita operacional líquida 57,5 53,8 222,9 204,7 Custos operacionais (11,6) (10,9) (48,4) (46,5) Lucro bruto 45,9 42,9 174,5 158,2 Despesas operacionais (9,0) (6,2) (25,9) (32,4) EBITDA 36,9 36,7 148,6 125,8 Margem EBITDA 64,2% 68,2% 66,7% 61,5% Resultado Aluguel de Carros (RAC+FRANQUIAS) (R$MM) 4T12 4T Receita bruta 53,5 46,2 190,2 172,2 Impostos sobre a receita (4,9) (4,2) (17,5) (15,9) Receita operacional líquida 48,6 41,9 172,7 156,3 Custos operacionais (21,9) (18,3) (80,5) (70,1) Lucro bruto 26,7 23,6 92,2 86,2 Despesas operacionais (10,0) (8,7) (36,7) (37,7) EBITDA 16,7 14,9 55,5 48,5 Margem EBITDA 34,4% 35,6% 32,1% 31,0% Resultado Venda de Veículos (R$MM) 4T12 4T Receita bruta 73,5 72,9 276,4 311,2 Impostos sobre a receita (0,2) (0,3) (0,7) (1,4) Receita operacional líquida 73,3 72,6 275,7 309,9 Custos operacionais (66,7) (74,9) (260,4) (301,0) Lucro bruto 6,6 (2,3) 15,3 8,9 Despesas operacionais (3,3) (3,3) (14,3) (16,3) EBITDA 3,3 (5,6) 1,0 (7,4) Margem EBITDA 4,5% (7,7)% 0,4% (2,4)% Resultado Consolidado (R$MM) 4T12 4T Receita bruta 190,4 178,3 712,0 708,9 Impostos sobre a receita (10,9) (10,0) (40,7) (38,0) Receita operacional líquida 179,5 168,4 671,3 670,9 Custos operacionais (100,2) (104,1) (389,3) (417,6) Lucro bruto 79,3 64,3 282,0 253,3 Despesas operacionais (22,3) (18,2) (76,9) (86,4) EBITDA 57,0 46,1 205,1 166,9 Depreciação e amortização (29,3) (32,0) (112,0) (118,3) Amortização de ágio, líquida da reversão da provisão (0,8) (0,8) (3,3) (3,3) EBIT 26,9 13,3 89,8 45,3 Despesas financeiras, liquidas (11,1) (17,6) (45,6) (109,4) EBT 15,8 (4,3) 44,2 (64,1) Obs.: Resultado ajustado excluindo o efeito de R$31,1 MM da depreciação extraordinária realizada no 2T12 e excluindo o efeito de R$5,6 MM da depreciação extraordinária realizada no 4T12 devido à redução do IPI para carros novos. 15

16 ANEXO 2 DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADO CONSOLIDADO DO PERÍODO Resultado Consolidado (R$mil) 4T12 4T Receita Líquida Total Custos Operacionais ( ) ( ) ( ) ( ) Lucro Bruto Despesas Comerciais (7.220) (3.932) (21.111) (28.214) Despesas Gerais e Administrativas (15.627) (13.975) (54.684) (56.534) Honorários da Administração (597) (462) (2.358) (2.516) Outras Despesas operacionais 352 (703) (2.087) (2.590) Total Despesas Operacionais Lucro (Prejuízo) Operacional (EBIT) Receita Financeiras Despesas Financeiras (16.174) (28.423) (73.709) ( ) Resultado Financeiro Líquido (11.099) (17.643) (45.563) ( ) Lucro antes dos Impostos (4.340) (64.121) Imposto de Renda e Contribuição Social (2.007) (176) (3.053) (511) Ativo Fiscal Diferido Lucro antes das Participações Minoritárias (4.516) (64.632) Reconciliação do EBITDA 4T12 4T Lucro Líquido (4.518) (64.633) Depreciação e Amortização Amortização de ágio, líquida da Reversão da provisão Despesas Financeiras Líquidas Imposto de Renda e Contribuição Social (72.080) 176 (71.034) 511 EBITDA

17 ANEXO 3 BALANÇO PATRIMONIAL ATIVO (R$MM) 12/ /2012 CIRCULANTE Caixa e equivalentes de caixa Aplicações financeiras Contas a receber Impostos e contribuições sociais a compensar 8 9 Despesas antecipadas 6 3 Bens do imobilizado não destinados a uso Outros créditos 2 2 NÃO CIRCULANTE Impostos e contribuições sociais a compensar 0 5 Impostos diferidos 0 74 Depósitos judiciais PERMANTE Imobilizado Intangível 4 13 TOTAL DO ATIVO PASSIVO (R$MM) 12/ /2012 CIRCULANTE Fornecedores Financiamentos e empréstimos Debêntures Tributos a recolher 2 2 Salários e encargos a pagar 5 5 Adiantamento de clientes 0 4 Outras contas a pagar 5 12 NÃO CIRCULANTE Financiamentos e empréstimos Debêntures Provisão para contingências Adiantamento de clientes 0 4 PATRIMÔNIO LÍQUIDO Capital social Reserva de opções 0 1 Reserva de capital Prejuízos acumulados TOTAL DO PASSIVO E PATRIMÔNIO LÍQUIDO

18 ANEXO 4 DEMONSTRATIVO DO FLUXO DE CAIXA FLUXO DE CAIXA CONSOLIDADO (R$MM) 4T12 4T Caixa e equivalentes de caixa Inicial Fluxo de caixa das atividades operacionais Lucro Líquido 82 (5) 79 (65) (+) Despesas não caixa Variações nos ativos (1) 0 (21) (11) Variações nos passivos 3 (4) 13 (10) Aquisição de veículos (152) (96) (424) (437) (=) Fluxo de caixa das atividades operacionais (30) Fluxo de caixa dos investimentos Imobilizados 11 (2) (13) (6) Intangível (8) (0) (11) (1) Aplicações Financeiras 1 (16) (1) (16) (=) Fluxo de caixa dos investimentos 4 (18) (25) (23) Fluxo de caixa dos financiamentos Empréstimos e financiamentos (33) (28) (101) (57) Aumento de capital (2) 310 (=) Fluxo de caixa dos financiamentos (33) (30) (101) 252 (=) Fluxo de caixa do período (58) (18) (79) 264 Caixa e equivalentes de caixa Final

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