COMPETÊNCIAS DECISIVAS I N C O M P A N Y PETTERSON GROUP. Módulo 1 Produção e Serviços Confiáveis pettersongroup.com.br

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "COMPETÊNCIAS DECISIVAS I N C O M P A N Y PETTERSON GROUP. Módulo 1 Produção e Serviços Confiáveis pettersongroup.com.br"

Transcrição

1 COMPETÊNCIAS DECISIVAS I N C O M P A N Y PETTERSON GROUP Módulo 1 Produção e Serviços Confiáveis pettersongroupcombr

2 Produção e Serviços Confiáveis IN COMPANY I A Empresa tem um desempenho de entrega muito alto (acima de 99%)Com baixo estoque Esta competência decisiva, agora também está disponível para você Theory Of Constraints Lean Manufacturing Kanban Six Sigma ERP APS TQM A Empresa tem um desempenho de entrega muito Estratégia :Uma vantagem competitiva decisiva é ganha no mercado sabendo que as datas de alto (acima de 99%)Com entrega prometidas pela Empresa são notavelmente confiáveis, quando todos os demais parâmetros permanecem os mesmos baixo estoque Esta competência decisiva, agora também está disponível para você Tática :Fazer promessas é fácil Apoiar as promessas com dinheiro (especialmente quando ninguém mais ousa fazer o mesmo) é convincente Marketing A Empresa é notavelmente boa em cumprir suas promessas e oferece multas pesadas para cada intervalo de tempo de atraso Multas pesadas significam o suficiente para deter um concorrente de oferecer (ou até mesmo ceder à pressão para fazer) o mesmo

3 Produção e Serviços Confiáveis Melhorar tudo não quer dizer que tudo está melhorando É tempo de perceber que a produção é um dos principais instrumentos do marketingcom a concorrência e o crescimento contínuo global, a pressão para melhorar é cada vez mais intensa Executivos e gerentes enfrentam muitos desafios: aumentar as vendas, reduzir custos, reduzir estoques, prever com precisão a demanda futura, encontrar o próximo grande avanço do mercado, e acima de tudo sobreviver! Embora existam muitas maneiras de melhorar, muitas organizações têm investido em pelo menos um dos três métodos mais comuns de melhorarias Theory of constraints (TOC), Lean, ou Six Sigma Na maioria dos casos, os especialistas das empresas passaram tempo significativo dominar uma dessas três filosofias e passou um tempo tentando mostrar retornos de seus investimentos A questão que chegaram com as metodologias é que: melhorar tudo não significa que tudo está melhorando mesmo com tais investimentos em Lean Manufacturing e Six Sigma, investimentos em plantas e tecnologia, e outras metodologias de melhoria Tais investimentos realizados não apresentaram as taxas de retorno esperadas Então, quais as mudanças decisivas para atingir altas taxas de retorno? LEAN TOC SIX SIGMA T Q M J I T M R P II In Company Núcleo do Treinamento Dentro dos insucessos dessas melhorias é preciso entender, por que algumas tentativas de integrar as três metodologias não mostraram os retornos prometidos? Ou acabaram sendo integrados para um único nome ou única aplicação? Algumas das razões parecem ser: 1 As metodologias foram vistas como: "ferramentas em uma caixa de ferramentas", onde cada ferramenta foi percebida como a melhor para usos em situações particulares 2 As experiências necessárias para o pessoal em todas as metodologias não estavam disponíveis, tornando impossível uma verdadeira integração 3 Um processo de integração eficaz para as três metodologias não foi desenvolvido Objetivo Nosso objetivo é mostrar como integrar efetivamente essas metodologias e trazer os resultados surpreendentes Sem perder os objetivos de negócios /resultado do que devemos melhorar com o treinamento IN COMPANY 1-A logística: os altos estoques; 2-Os serviços: as reclamações dos clientes e pontualidade ruins; 3-As Finanças O longo tempo de retorno dos investimentos; 4- Pessoal: As relações ruins das pessoas

4 Quebra de Paradigma nas Operações Produtivas Forecasts Previsões Uma prática comum e destrutiva nas empresas O algoritmo de previsão não é uma profecia e nunca foi destinado a responder a perguntas como: "Quantas unidades serão vendidas no próximo mês?" Previsão é um modelo estatístico que descreve, em certas hipóteses, um comportamento futuro incerto específico de uma variável específica Sendo apenas um modelo estatístico significa tudo o que pode fazer é apontar para uma possível disseminação dos resultados tratados de sólida estatística, encontrar uma provável média e um desvio padrão em torno da provável média Ao fornecer esta informação parcial sobre a possível gama de resultados, permite que o tomador de decisão a considerar que na faixa, é melhor colocar a quantidade em causa para o risco mínimo O malentendido comum de previsão tem duas partes O primeiro é entender o que informações parciais a previsão deve fornecer O segundo é como fazer uma boa decisão com base nas informações de previsão A ignorância comum sobre a primeira parte é focado em utilizar a previsão de um único número A manipulação matemática / estatística de todas as funções de incerteza inclui, no mínimo, dois parâmetros A descrição comum mínimo de comportamento incerto é a utilização da média e do desvio padrão Uma outra opção é o de descrever uma propagação de possíveis resultados do intervalo de confiança: uma gama de resultados, que engloba, de acordo com a avaliação de previsão, 95 por cento ou mais dos resultados possíveis O uso comum da previsão como um único número está causando enorme confusão porque o intervalo essencial dos resultados está faltando Assim, é quase inútil e definitivamente enganosa,a grande maioria dos relatórios de gestão conter apenas a coluna da previsão, ou seja, a média prevista (previsão) O erro de previsão, é equivalente ao desvio padrão, e não é mencionado nos relatórios O mal-entendido básico é ainda mais destrutivo quando as pessoas, principalmente de vendas, são obrigados a dar a sua "previsão" para o próximo período () Operações - 2/5 Premissa Errada: Redução de Desperdícios Há décadas a premissa no setor de operações é que as medidas locais de eficiência são essenciais para reduzir o desperdício e cumprir as metas de produção Por trás dessas medidas de eficiência está a suposição de que qualquer recurso ocioso é um desperdício Quando se faz uma reprogramação na área de operações, as máquinas ficam paradas, o que é encarado como desperdício Quando as pessoas estão paradas, aguardando algum acontecimento na produção (manutenção, trabalho fluindo de outro centro de produção, etc), isso também é considerado desperdício A premissa depende da definição de desperdício Na área de produção, "desperdício" normalmente é comparado a recurso "ocioso" Esse "desperdício" é medido localmente, de acordo com seu impacto local Somos novamente afetados por uma variação da regra de adição, inválida, pela qual a soma das eficiências locais é igual aos resultados globais Quando se avalia essa premissa em relação ao sistema como um todo, verifica-se que ela está totalmente errada()

5 Software ERP Não é a melhor solução prática Operações - 3/5 Planejamento Avançado de Produção Muitos fabricantes de software APS, planejamento avançado de produção, alegam que o software deles funcionam de acordo com eficiência dos recursos em capacidade finitana Prática, não é suficiente a maioria dos ERPsQuando um recurso termina uma tarefa O software procura programá-lo para imediatamente começar a outra tarefa Quando uma tarefa termina em um centro de trabalho, o software tenta programar mais cedo possível a próxima tarefa nesse mesmo lugar Resumindo, como não podemos deixar os recursos ociosos, o recurso que trabalharia nesse pedido, agora vai trabalhar em outro Da mesma forma, o recurso que trabalharia no nosso pedido na sequencia terá que mudar, e assim por diante A mudança está espalhando-se por toda a produção Isso quer dizer que quanto menos capacidade disponível, mais instável será a programaçãoportanto, as programações do software APS não são as melhores programações práticas e são instáveis Não considere como criticas APS, mas como uma sincera tentativa de entender o valor dos softwares APS em geral () Datas de Entrega - APS As datas de entregas não são realísticas, mesmo colocando tempo de seguranças pode reduzir a severidade do problema Consequência, aumenta o lead-time e estoques Reduzindo a habilidade de usar eficientemente os recursos: o objetivo do APS Quando a perturbação for grande o software recomendará adição exatamente de quantas horas extras e conforme o usuário rodar software, transformará distúrbios randômicos em desvios determinísticos em toda fábrica com grande chance de levar ao caos (inércia) E, qual a correlação entre a frequência que se roda o software e melhoras os resultados da empresa (ROI)? (vide Incompany 2) Logo, nas operações na maioria das empresas roda apenas uma vez por semana Mesmo seguindo a programação da semana inteira, a programação que eles geraram na semana seguinte é desconexa: Desestabilizada a programação Dr Deming tentou nos ensinar, que dentar otimizar dentro dos distúrbios não só ajuda como prejudica Desde que o sistema esteja vibrando dentro dos limites do seu ruído, qualquer intromissão só aumenta as flutuações Para planta industriais com setup dependentes o pesadelo é maior Consulte nos para maiores detalhes () Políticas e hábitos e o Software ERP- APS? Uma nova tecnologia trará benefícios quando, e somente quando, ela superar uma limitação existente As limitações ou as regras e hábitos antes da instalação do ERP continuam após a implementação, ou com as otimizações locais espalhadas pela empresa ou mesmo no próprio setor fabril, onde um recurso ocioso é desperdício, ou programação de setups dependentes, etcas medidas locais de desempenho (Vide InCompany 2) e as demais regras presentes em outros departamentos contribuirão a impor uma limitação É por esses e também outros motivos a empresa não poderá obter os reais benefícios para o resultado da empresa Outras vantagens são alcançadas, mas as empresas não capitalizarão o potencial de benefícios Para termos os benéficos quando instalado a nova tecnologia também é necessário mudar as regras que reconhecem a existência de uma limitação Sem mudar as regras é perdido significativos benefícios Mesmo com redução de estoques e aprimoramentos substancias no tempo de entregamas, poucas empresas obtiveram benefícios reais Ganharam maior visibilidade das operações fabris, mas operando no velha limitação não capitalizaram o potencial ()

6 RECICLAGEM DECISIVA Melhorias que geram lucros e diferencial competitivo Make to Order (MTO) Make to Stock (MTS) Make to Growth (MTG) Existe uma diferença básica entre a produção de um pedido para uma ordem específica do cliente e produzir um fim em antecipação à demanda futura? A partir de uma perspectiva de negócios, há uma diferença óbvia: a produção em antecipação à demanda significa risco enquanto a produção de um pedido firme parece seguro o suficiente No entanto, uma vez que há uma decisão de produzir para estoque, ou com base na previsão formal ou em um palpite, deve haver uma diferença nas regras por trás de planejamento de produção e execução? A abordagem tradicional não vê muita diferença entre fazer para estoque (MTS) e fazer para pedido (MTO) para a gestão da produção Assim, a mistura dentro da mesma ordem de trabalho a uma quantidade que é coberto por pedidos firmes com uma quantidade de base em antecipação é muito comum (Forecasts- Previsões, Planejamento Mestre de Produção, MRP II, produção para Supermercado- Lean )No treinamento é demonstrado que há uma diferença entre os termosempresas que detêm este conhecimento e o aplicaram obtêm, VANTAGEM COMPETITIVA DECISIVA comparada com a concorrência O setor em geral tem se mostrado incapaz de copiar a estratégia produtiva ou demoram em média 5 anos para perceber a mudança de paradigma, tempo suficiente para a empresa dominar o mercado () PRODUZIR PARA CRESCIMENTO (MTG) não é Vendedor - Managed Inventory (VMI) O método completo do MTG, produzir para crescimento, é oferecer novas oportunidades de negócios devido ao valor adicional dado aos clientes, o que para os concorrentes seja difícil de copiar esta estratégia O VMI, que é estoque gerido pelo fornecedor, significa de otimizar o desempenho da cadeia de suprimentos em que o fornecedor tem acesso aos dados de inventário do cliente É a mesma coisa que pedir a um cliente, assuma a responsabilidade para o nível de estoque de produtos do fabricante, no site do cliente Esse tipo de relação de negócios é conhecido como vendor management (VMI) VMI não é uma invenção É bem conhecida porque alguns ultra-grandes organizações força seus fornecedores de médio e pequeno porte () Operações - 4/5 O vendedor tem que cumprir com o que o grandalhão diz para ele Desta forma, é uma relação ganha-perde No MTG compreender como executar efetivamente aumenta as oportunidades de negócios em que um fornecedor pode oferecer a um cliente, uma alternativa desejável que normalmente no VMI se encontra forçada aos clientes() PRODUÇÃO E MARKETING PARA VENDAS Apesar de lidar com o tema da MTS e como ela é diferente da MTO, dentro do termo chamado produzir para estoque (MTS) emergiu o novo termo produzir para disponibilidade e crescimento (MTG) onde é adicionado o significado operacional no MTS para instrumento decisivo no marketing em que é possível adicionar uma mensagem de valor percebido para o cliente: Comprometemo-nos para o nosso mercado escolhido para manter a disponibilidade perfeita de um grupo de produtos finais específicos ao mesmo tempo temos flexibilidade no chão de fábrica com picos de demanda O objetivo do MTG é oferecer uma nova oportunidade de negócio baseado em fornecer valor adicional aos clientes através de prazos de entrega, garantia que os concorrentes não irão copiar Neste IN COMPANY, vamos explicar as iniciativas operacionais necessárias para oferecer este compromisso com o mercado e como tal oferta poderia ser usada para melhorar a percepção de valor do cliente e como o marketing pode capitalizar o valor adicionado e obter mais lucros para a organização ()

7 Método produtivo com visão de negócios BENEFÍCIOS: Proporciona o aumento das vendas, redução dos estoques e ao mesmo tempo melhora a disponibilidade dos produtos, liberação de caixa e redução no capital de giro Melhor reputação no mercado devido a confiabilidade nos prazos de entrega e condições especiais vantajosas aos clientes e fornecedores; Planejamento desempenho produtivo 100% integrado com Plano Estratégico e Tático Motivação, integração e sinergia, vide os próximos treinamentos e constate a integração,, com Marketing e Vendas, Suprimentos e Distribuição, Finanças Integradas, Gestão de Projetos e Gestão de Pessoas Operações - 5/5 OUTROS BENEFICIOS DO TREINAMENTO PRODUÇÃO Aumento da capacidade de produção sem investimentos e contratações Pontualidade na entrega com vantagem decisiva comparada ao setor Fim dos atrasos na produção Integração plena com marketing de Médio estoque em processo cai no mínimo 49 % ()}Sistema puxado ()}Vantagem Competitiva Decisiva ()In Company e o plano para implementação Consulte o programa de treinamento In Company completo Média de redução do Lead Time 70 %

8 OI-13 HOJE PA-08 OI-23 OI-06 PI-2a PA-08 PI-3F PLANO E IMPLEMENTAÇÃO Logistica de Produção Integrada Operações Confiáveis PLANO DE IMPLEMENTAÇÃO DA CONCEITOS UTILIZADOS PELA INDÚSTRIA E ADAPTADOS A SERVIÇOS MÉDICOS OI-24 OI-10 OI-23 PI-2b PA-2a OI-17 Plano Implemen OI-12 Apres Conselho OI-04 PA-09 PA-06 PA-03 OI-21 OI-10 OI-05 Investimento Máximo de 10 participantes Consulte o programa completo Payback : 2 a 3 meses (retorno do investimento ) OI-11 OI-01 OI-21 PI-3d OI-08 PI-2d OI-21 PA -10 OBJETIVO FINAL: TER IMPLEMENTADO PSC, GARANTINDO QUE SEJA OPERACIONAL E PROCESSO DE OBJETIVO FINAL: IMPLEMENTADO GARANTINDO QUE SEJA OPERACIONAL E PROCESSO DE MELHORIA CONTÍNUA NAS OPERAÇÕES MELHORIA CONTÍNUA NAS OPERAÇÕES (FINANÇAS-PRODUÇÃO E VENDAS) OI-14 OI-10 Pl-4b OI-18 OI-10 PI-3c OI-22 PI-3c PI-2c PI-3d PI-3F PI-3A PI-1a OI-21 PI-5a PA-07 PI 03 É iniciado e mantido o treinamento de todas as pessoas OI-07 OI-02 PI-4A PA-01 PA-6 O treinamento, a ser detalhado, será dirigido, entre outras finalidades, para alcançar plenamento os seguintes objetivos: - Levar todas as pessoas à compra da idéia PI-3a - Conscientizar todos os envolvidos com a produção quanto a necessidade de agir conforme a ÉTICA DA EFETIVIDADE () - Chão de fábrica: Esclarecer os conceitos do (), através de simulações () - Promover o treinamento especifico para os diretamente envolvidos com o gerenciamento de () - Evidenciar a necessidade de tratamento diferenciado para o pesssoal do() GRUPO DE IMPLENTAÇÃO (G6) PA-O8 OI 4 : O TEMPO MÍNIMO Necessário para que as pessoas envolvidas desenvolvam as diversas etapas do Plano de implementação é disponibilizada pela diretoria OI 11 São priorizadas as ações treinamento em função do () e da implantação do () OI 12 O Grupo dos 6(G6) APRESENTA o plano de Implementação do () ao Conselho diretor e obtém o aval para iniciar a

Sistema de Administração da Produção

Sistema de Administração da Produção Sistema de Administração da Produção (Extraído do livro Planejamento, Programação e Controle da Produção Enrique Correa e Irineu Gianesi e Mauro Caon Ed Atlas, 2001) 1. Definição São sistemas de Informação

Leia mais

MRP II. Planejamento e Controle da Produção 3 professor Muris Lage Junior

MRP II. Planejamento e Controle da Produção 3 professor Muris Lage Junior MRP II Introdução A lógica de cálculo das necessidades é conhecida há muito tempo Porém só pode ser utilizada na prática em situações mais complexas a partir dos anos 60 A partir de meados da década de

Leia mais

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello

Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS. Prof. Roberto Marcello Unidade II GERENCIAMENTO DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Roberto Marcello SI Sistemas de gestão A Gestão dos Sistemas Integrados é uma forma organizada e sistemática de buscar a melhoria de resultados.

Leia mais

Unidade II GESTÃO DE. Prof. Léo Noronha

Unidade II GESTÃO DE. Prof. Léo Noronha Unidade II GESTÃO DE SUPRIMENTOS E LOGÍSTICA Prof. Léo Noronha Após a Segunda Guerra Mundial: Estados Unidos da América passaram por um longo período de crescimento. Responsáveis pela reconstrução de muitos

Leia mais

Advanced Planning and Scheduling

Advanced Planning and Scheduling Advanced Planning and Scheduling Por Soraya Oliveira e Raquel Flexa A importância do planejamento Uma cadeia de suprimentos é composta por diversos elos conectados que realizam diferentes processos e atividades

Leia mais

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos

T2Ti Tecnologia da Informação Ltda T2Ti.COM http://www.t2ti.com Projeto T2Ti ERP 2.0 Autor: Marco Polo Viana. Bloco Suprimentos Bloco Suprimentos Controle de Produção PCP Objetivo O objetivo deste artigo é dar uma visão geral sobre o Módulo Controle de Produção PCP, que se encontra no Bloco Suprimentos. Todas informações aqui disponibilizadas

Leia mais

CONFIRA UMA BREVE DESCRIÇÃO DAS VANTAGENS COMPETITIVAS OBTIDAS A PARTIR DE CADA META COMPETITIVA VANTAGEM DA QUALIDADE

CONFIRA UMA BREVE DESCRIÇÃO DAS VANTAGENS COMPETITIVAS OBTIDAS A PARTIR DE CADA META COMPETITIVA VANTAGEM DA QUALIDADE CHÃO DE FÁBRICA A PRODUÇÃO COMPETITIVA CONFIRA UMA BREVE DESCRIÇÃO DAS VANTAGENS COMPETITIVAS OBTIDAS A PARTIR DE CADA META COMPETITIVA VANTAGEM DA QUALIDADE Foco principal das empresas que competem com

Leia mais

Marketing. Gestão de Produção. Gestão de Produção. Função Produção. Prof. Angelo Polizzi

Marketing. Gestão de Produção. Gestão de Produção. Função Produção. Prof. Angelo Polizzi Marketing Prof. Angelo Polizzi Gestão de Produção Gestão de Produção Objetivos: Mostrar que produtos (bens e serviços) consumidos, são produzidos em uma ordem lógica, evitando a perda ou falta de insumos

Leia mais

ERP Enterprise Resource Planning

ERP Enterprise Resource Planning ERP Enterprise Resource Planning Sistemas Integrados de Gestão Evolução dos SI s CRM OPERACIONAL TÁTICO OPERACIONAL ESTRATÉGICO TÁTICO ESTRATÉGICO OPERACIONAL TÁTICO ESTRATÉGICO SIT SIG SAE SAD ES EIS

Leia mais

Ortems. Agile Manufacturing Software ADV ANCE D PLANN ING AND DE TAI LED SCH EDUL ING - AP S

Ortems. Agile Manufacturing Software ADV ANCE D PLANN ING AND DE TAI LED SCH EDUL ING - AP S ADV ANCE D PLANN ING AND DE TAI LED SCH EDUL ING - AP S QUEM SOMOS Empresa criada no Brasil no ano de 1996 como joint-venture da SORMA SpA Itália, proprietária de um software ERP para indústrias. Realizou

Leia mais

Unidade IV LOGÍSTICA INTEGRADA. Profa. Marinalva R. Barboza

Unidade IV LOGÍSTICA INTEGRADA. Profa. Marinalva R. Barboza Unidade IV LOGÍSTICA INTEGRADA Profa. Marinalva R. Barboza Supply Chain Managment - SCM Conceito: Integração dos processos industriais e comerciais, partindo do consumidor final e indo até os fornecedores

Leia mais

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010

Objetivo da Aula. Enterprise Resource Planning - ERP. Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 23/4/2010 Enterprise Resource Planning - ERP Objetivo da Aula Descrever os sistemas ERP, seus módulos e possíveis aplicações e tendências 2 1 Sumário Informação & TI Sistemas Legados ERP Classificação Módulos Medidas

Leia mais

O que se espera de um sistema de administração da produção?

O que se espera de um sistema de administração da produção? O que se espera de um sistema de administração da produção? O que se espera de um sistema de administração da produção? Segundo Corrêa (2001), independente da lógica que utilize, os sistemas da administração

Leia mais

ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas

ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas ANEXO 1: Formato Recomendado de Planos de Negócios - Deve ter entre 30 e 50 páginas 1) Resumo Executivo Descrição dos negócios e da empresa Qual é a ideia de negócio e como a empresa se chamará? Segmento

Leia mais

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica

Ementários. Disciplina: Gestão Estratégica Ementários Disciplina: Gestão Estratégica Ementa: Os níveis e tipos de estratégias e sua formulação. O planejamento estratégico e a competitividade empresarial. Métodos de análise estratégica do ambiente

Leia mais

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br

Docente do Curso Superior de Tecnologia em Gestão Comercial UNOESTE. E mail: joselia@unoeste.br Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 141 A LOGÍSTICA COMO DIFERENCIAL COMPETITIVO Douglas Fernandes 1, Josélia Galiciano Pedro 1 Docente do Curso Superior

Leia mais

ERP. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning -Sistema de Gestão Empresarial -Surgimento por volta dos anos 90 -Existência de uma base de dados

Leia mais

Preparando sua empresa para o forecasting:

Preparando sua empresa para o forecasting: Preparando sua empresa para o forecasting: Critérios para escolha de indicadores. Planejamento Performance Dashboard Plano de ação Relatórios Indicadores Embora o forecasting seja uma realidade, muitas

Leia mais

Integrando Lean com os sistemas de tecnologia de informação

Integrando Lean com os sistemas de tecnologia de informação Integrando Lean com os sistemas de tecnologia de informação Jean Cunningham Quando eu era CFO (Chief Financial Officer) da Lantech (Louisville, KY), ajudei a adaptar o sistema de tecnologia de informação

Leia mais

O que é e-ppcp? Funcionalidades adicionadas:

O que é e-ppcp? Funcionalidades adicionadas: e-ppcp / e-kanban 1 O que é e-ppcp? O e-ppcp é um aplicativo desenvolvido em ABAP/4 pela IntegrationSys para adicionar ao ERP SAP funcionalidades para suportar efetivamente o planejamento e operação de

Leia mais

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG)

Material de Apoio. Sistema de Informação Gerencial (SIG) Sistema de Informação Gerencial (SIG) Material de Apoio Os Sistemas de Informação Gerencial (SIG) são sistemas ou processos que fornecem as informações necessárias para gerenciar com eficácia as organizações.

Leia mais

MRP MRP. Módulo 5 MRP e JIT. Demanda de produtos e serviços. Fornecimento de produtos e serviços

MRP MRP. Módulo 5 MRP e JIT. Demanda de produtos e serviços. Fornecimento de produtos e serviços Módulo 5 MRP e JIT Adm Prod II 1 MRP Fornecimento de produtos e serviços Recursos de produção MRP Decisão de quantidade e momento do fluxo de materiais em condições de demanda dependente Demanda de produtos

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS

SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS 1 SISTEMAS DE INFORMAÇÕES GERENCIAIS John F. Eichstaedt, Toni Édio Degenhardt Professora: Eliana V. Jaeger RESUMO: Este artigo mostra o que é um SIG (Sistema de Informação gerencial) em uma aplicação prática

Leia mais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais

ERP. Enterprise Resource Planning. Planejamento de recursos empresariais ERP Enterprise Resource Planning Planejamento de recursos empresariais O que é ERP Os ERPs em termos gerais, são uma plataforma de software desenvolvida para integrar os diversos departamentos de uma empresa,

Leia mais

Eliminando os picos artificiais de vendas. Alexandre Cardoso

Eliminando os picos artificiais de vendas. Alexandre Cardoso Eliminando os picos artificiais de vendas Alexandre Cardoso Os mercados se comportam de maneiras erráticas e imprevisíveis, gerando sempre uma variação nos volumes e no mix de produção. As causas estão

Leia mais

Palestra: Entrerprise Resource Planning - ERP

Palestra: Entrerprise Resource Planning - ERP Palestra: Entrerprise Resource Planning - ERP Ricardo Vilarim Formado em Administração de Empresas e MBA em Finanças Corporativas pela UFPE, Especialização em Gestão de Projetos pelo PMI-RJ/FIRJAN. Conceito

Leia mais

COMPETÊNCIAS DECISIVAS I N C O M P A N Y PETTERSON GROUP

COMPETÊNCIAS DECISIVAS I N C O M P A N Y PETTERSON GROUP COMPETÊNCIAS DECISIVAS I N C O M P A N Y PETTERSON GROUP Módulo 1 Macro Distribuição e Cadeia Suprimentos pettersongroup.com.br Macro Distribuição e Cadeia Suprimentos IN COMPANY V Estoque no sistemas

Leia mais

FUND DE SI SISTEMAS INTEGRADOS ERP SCM CRM

FUND DE SI SISTEMAS INTEGRADOS ERP SCM CRM FUND DE SI SISTEMAS INTEGRADOS ERP SCM CRM 5/5/2013 1 ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING 5/5/2013 2 1 Os SI nas organizações 5/5/2013 3 Histórico Os Softwares de SI surgiram nos anos 60 para controlar estoque

Leia mais

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS

OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS OS PRINCIPAIS PROBLEMAS DA GESTÃO DA CADEIA DE SUPRIMENTOS Esta seção apresenta alguns dos problemas da gestão da cadeia de suprimentos discutidos em mais detalhes nos próximos capítulos. Estes problemas

Leia mais

GERENCIANDO INCERTEZAS NO PLANEJAMENTO LOGÍSTICO: O PAPEL DO ESTOQUE DE SEGURANÇA

GERENCIANDO INCERTEZAS NO PLANEJAMENTO LOGÍSTICO: O PAPEL DO ESTOQUE DE SEGURANÇA GERENCIANDO INCERTEZAS NO PLANEJAMENTO LOGÍSTICO: O PAPEL DO ESTOQUE DE SEGURANÇA Eduardo Saggioro Garcia Leonardo Salgado Lacerda Rodrigo Arozo Benício Erros de previsão de demanda, atrasos no ressuprimento

Leia mais

Sistemas de Administração e Gestão da Produção

Sistemas de Administração e Gestão da Produção Sistemas de Administração e Gestão da Produção Izabel Cristina Zattar izabelzattar@netvision.com.br www.grima.ufsc.br/izabel/index.html Os 3 Grandes Níveis do Planejamento Horizonte de detalhamento Diário/Semanal

Leia mais

ADM 250 capítulo 11 - Slack, Chambers e Johnston

ADM 250 capítulo 11 - Slack, Chambers e Johnston ADM 250 capítulo 11 - Slack, Chambers e Johnston 1 Planejamento e Controle Recursos de entrada a serem transformados Materiais Informação Consumidores AMBIENTE ESTRATÉGIA DE OPERAÇÕES OBJETIVOS ESTRATÉGICOS

Leia mais

GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS

GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Unidade I GESTÃO DE RECURSOS PATRIMONIAIS E LOGÍSTICOS Prof. Fernando Leonel Conteúdo da aula de hoje 1. Planejamento e controle de estoques. 2. A importância dos estoques. 3. Demanda na formação dos estoques.

Leia mais

A Organização orientada pela demanda. Preparando o ambiente para o Drummer APS

A Organização orientada pela demanda. Preparando o ambiente para o Drummer APS A Organização orientada pela demanda. Preparando o ambiente para o Drummer APS Entendendo o cenário atual As organizações continuam com os mesmos objetivos básicos: Prosperar em seus mercados de atuação

Leia mais

MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12)

MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12) MRP / MRP II / ERP (capítulos 11 e 12) As siglas MRP, MRP II e ERP são bastante difundidas e significam: MRP Materials Requirements Planning Planejamento das Necessidades de Materiais; MRP II Resource

Leia mais

INNOVA. Soluções de software que capacitam os processadores de aves a...

INNOVA. Soluções de software que capacitam os processadores de aves a... INNOVA Soluções de software que capacitam os processadores de aves a... Maximizar o rendimento e a produtividade Estar em conformidade com os padrões de qualidade e garantir a segurança dos alimentos Obter

Leia mais

CS&OP-P Certified S&OP Professional

CS&OP-P Certified S&OP Professional A achain é uma empresa especializada nas áreas de Supply Chain, Value Chain e Demand Chain Management, com atuação nas modalidades de serviços de treinamento e apoio administrativo. Missão achain: Proporcionar

Leia mais

GESTÃO EM PRODUÇÃO E SERVIÇOS

GESTÃO EM PRODUÇÃO E SERVIÇOS UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO DE JANEIRO ESCOLA POLITÉCNICA DEPARTAMENTO DE ENGENHARIA INDUSTRIAL MBA GESTÃO EM PRODUÇÃO E SERVIÇOS DISCIPLINAS E EMENTAS SINTONIZANDO PERCEPÇÕES E UNIFORMIZANDO A LINGUAGEM

Leia mais

SCM Supply Chain Management Desafio na Integração de clientes e fornecedores

SCM Supply Chain Management Desafio na Integração de clientes e fornecedores SCM Supply Chain Management Desafio na Integração de clientes e fornecedores OBJETIVOS Principais desafios de Supply Chain enfrentados pelas indústrias Premissas para criação de valor na comunicação interempresas

Leia mais

Lean e a Gestão Integrada da Cadeia de Suprimentos

Lean e a Gestão Integrada da Cadeia de Suprimentos JOGO DA CERVEJA Experimento e 2: Abordagem gerencial hierárquica e centralizada Planejamento Integrado de todos os Estágios de Produção e Distribuição Motivação para um novo Experimento Atender à demanda

Leia mais

Logística Empresarial

Logística Empresarial Logística Empresarial Aula 05 Os direitos desta obra foram cedidos à Universidade Nove de Julho Este material é parte integrante da disciplina oferecida pela UNINOVE. O acesso às atividades, conteúdos

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL

SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS B) INFORMAÇÃO GERENCIAL 1. SISTEMAS DE INFORMAÇÃO GERENCIAL (SIG) Conjunto integrado de pessoas, procedimentos, banco de dados e dispositivos que suprem os gerentes e os tomadores

Leia mais

Portfólio de Treinamentos. Exo Excelência Operacional // 2014

Portfólio de Treinamentos. Exo Excelência Operacional // 2014 Portfólio de Treinamentos Exo Excelência Operacional // 2014 Treinamentos Exo Excelência Operacional A Exo Excelência Operacional traz para você e sua empresa treinamentos fundamentais para o desenvolvimento

Leia mais

Por que Lean & Six Sigma?

Por que Lean & Six Sigma? CONTEÚDO DA PALESTRA O O que é LEAN? O O que é Six Sigma? Por que? LEAN LEAN ORIGEM DO LEAN A metodologia Lean já existe há algum tempo: A Ford foi pioneira no início do século XX 33 horas para concluir

Leia mais

Integração entre Sistemas de Seqüenciamento e ERP para solução de problemas de alteração de ordens de produção devido a eventos inesperados

Integração entre Sistemas de Seqüenciamento e ERP para solução de problemas de alteração de ordens de produção devido a eventos inesperados Integração entre Sistemas de Seqüenciamento e ERP para solução de problemas de alteração de ordens de produção devido a eventos inesperados Helio Galvão Ciffoni, Ramon Hoshino & Walid Nicolas Assad Malisoft

Leia mais

Quem precisa de metas afinal? Por que ter metas?

Quem precisa de metas afinal? Por que ter metas? Metas e Objetivos Muito se confunde a respeito destes dois conceitos quando se faz um planejamento estratégico do negócio. A diferença entre Meta e Objetivo, no entanto, é bastante clara como será apresentada

Leia mais

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE

SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE SAM GERENCIAMENTO DE ATIVOS DE SOFTWARE Modelo de Otimização de SAM Controle, otimize, cresça Em um mercado internacional em constante mudança, as empresas buscam oportunidades de ganhar vantagem competitiva

Leia mais

A Cadeia de Abastecimentos corresponde ao conjunto de processos necessários para: agregar-lhes valor dentro da visão dos clientes e consumidores e

A Cadeia de Abastecimentos corresponde ao conjunto de processos necessários para: agregar-lhes valor dentro da visão dos clientes e consumidores e A Cadeia de Abastecimentos corresponde ao conjunto de processos necessários para: obter materiais, agregar-lhes valor dentro da visão dos clientes e consumidores e disponibilizar os produtos no local e

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 1 OBJETIVOS 1. Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? 2. Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

Unidade II GESTÃO DAS INFORMAÇÕES. Prof. Me. Léo Noronha

Unidade II GESTÃO DAS INFORMAÇÕES. Prof. Me. Léo Noronha Unidade II GESTÃO DAS INFORMAÇÕES ORGANIZACIONAIS Prof. Me. Léo Noronha Objetivos Informação estratégica Sistema de informações como fonte de vantagem competitiva (VC) Conceito de informação estratégica

Leia mais

Sistema de Informação Gerencial (SIG)

Sistema de Informação Gerencial (SIG) Sistema de Informação Gerencial (SIG) Os Sistemas de Informação Gerencial (SIG) são sistemas ou processos que fornecem as informações necessárias para gerenciar com eficácia as organizações. Um SIG gera

Leia mais

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning

Engª de Produção Prof.: Jesiel Brito. Sistemas Integrados de Produção ERP. Enterprise Resources Planning ERP Enterprise Resources Planning A Era da Informação - TI GRI Information Resource Management -Informação Modo organizado do conhecimento para ser usado na gestão das empresas. - Sistemas de informação

Leia mais

Vendas na Empresa Lean

Vendas na Empresa Lean Vendas na Empresa Lean Autor: Alexandre Cardoso Publicado: 29/04/2011 Introdução Em uma empresa, a área de Vendas é de extrema importância para o sucesso do negócio. Aprimorar o seu desempenho tem sido

Leia mais

A função produção apresenta três papéis importantes para a estratégia empresarial:

A função produção apresenta três papéis importantes para a estratégia empresarial: FASCÍCULO 2 Papel estratégico e objetivo da produção Segundo Slack, para que se entenda a contribuição da função produção devese responder a duas questões: qual papel se espera que a produção desempenhe

Leia mais

Balanced Scorecard. Planejamento Estratégico através do. Curso e- Learning

Balanced Scorecard. Planejamento Estratégico através do. Curso e- Learning Curso e- Learning Planejamento Estratégico através do Balanced Scorecard Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitida a distribuição física ou eletrônica deste material sem a permissão expressa

Leia mais

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO

FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO @ribeirord FUNDAMENTOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Rafael D. Ribeiro, M.Sc,PMP. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br Sistemas de Informação Sistemas de Apoio às Operações Sistemas

Leia mais

Aplicando lean em indústrias de processo

Aplicando lean em indústrias de processo Aplicando lean em indústrias de processo Alexandre Cardoso* Os setores de alimentos, químico, farmacêutico e de cosméticos, que na sua essência são indústrias de processo, têm obtido sucesso na aplicação

Leia mais

Tecnologia da Informação: Otimizando Produtividade e Manutenção Industrial

Tecnologia da Informação: Otimizando Produtividade e Manutenção Industrial Tecnologia da Informação: Otimizando Produtividade e Manutenção Industrial Por Christian Vieira, engenheiro de aplicações para a América Latina da GE Fanuc Intelligent Platforms, unidade da GE Enterprise

Leia mais

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1

SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 SPEKTRUM SOLUÇÕES DE GRANDE PORTE PARA PEQUENAS E MÉDIAS EMPRESAS SPEKTRUM SAP Partner 1 PROSPERE NA NOVA ECONOMIA A SPEKTRUM SUPORTA A EXECUÇÃO DA SUA ESTRATÉGIA Para as empresas que buscam crescimento

Leia mais

ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES EM REDES LOGÍSTICAS

ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES EM REDES LOGÍSTICAS ASPECTOS FUNDAMENTAIS DO PROBLEMA DE LOCALIZAÇÃO DE INSTALAÇÕES EM REDES LOGÍSTICAS Data: 10/03/2001 Peter Wanke INTRODUÇÃO Localizar instalações ao longo de uma cadeia de suprimentos consiste numa importante

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão da Produção Integrada e Logística

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão da Produção Integrada e Logística Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão da Produção Integrada e Logística Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Gestão da Produção e Logística tem por objetivo fornecer

Leia mais

12/02/2009. Planejamento e Controle da Produção. MSc. Paulo Cesar C. Rodrigues paulo.rodrigues@usc.br Mestre em Engenharia de Produção

12/02/2009. Planejamento e Controle da Produção. MSc. Paulo Cesar C. Rodrigues paulo.rodrigues@usc.br Mestre em Engenharia de Produção MSc. Paulo Cesar C. Rodrigues paulo.rodrigues@usc.br Mestre em Engenharia de PCP É a função da administração que planeja, dirige e controla o suprimento de material e as atividades de processamento de

Leia mais

Questão em foco: Gerenciamento do Portfólio de Produto em uma estratégia de PLM. Fechando o ciclo de planejamento do produto

Questão em foco: Gerenciamento do Portfólio de Produto em uma estratégia de PLM. Fechando o ciclo de planejamento do produto Questão em foco: Gerenciamento do Portfólio de Produto em uma estratégia de PLM Fechando o ciclo de planejamento do produto Tech-Clarity, Inc. 2010 Sumário Introdução à questão... 3 As Primeiras Coisas

Leia mais

Comparando as metodologias Lean Enterprise, Six Sigma e de Gestão da Qualidade

Comparando as metodologias Lean Enterprise, Six Sigma e de Gestão da Qualidade Página 1 de 6 NOTÍCIAS CARREIRAS & GESTÂO CURSOS & SEMINÁRIOS LIVROS DANÇA DAS CADEIRAS PESQUISAS COMPRAS ENTREVISTAS EM VÍDEO LAZER & TURISMO HOME Artigos Comparando as metodologias Lean Enterprise, Six

Leia mais

As Perdas P na Logística Enxuta [3 de 11]

As Perdas P na Logística Enxuta [3 de 11] As Perdas P na Logística Enxuta [3 de 11] Dentre as 7 perdas da Logística Enxuta, as perdas P talvez sejam as mais difíceis de serem identificadas. Por conseguinte, são menos suscetíveis de serem eliminadas.

Leia mais

Faça mais, com menos: Como crescer em um mercado de trabalho desafiador

Faça mais, com menos: Como crescer em um mercado de trabalho desafiador Faça mais, com menos: Como crescer em um mercado de trabalho desafiador Investir em pessoal com um programa de gestão de desempenho permite que uma operação de abastecimento não só sobreviva, mas cresça

Leia mais

ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING

ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CÂMPUS CANOAS ERP ENTERPRISE RESOURCE PLANNING RENAN ROLIM WALENCZUK Canoas, Agosto de 2014 SUMÁRIO 1 INTODUÇÃO...03 2 ERP (ENTERPRISE

Leia mais

CONCEITOS RELACIONADOS ÀS ATIVIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS NOS EPISÓDIOS 1, 2 E 3.

CONCEITOS RELACIONADOS ÀS ATIVIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS NOS EPISÓDIOS 1, 2 E 3. CONCEITOS RELACIONADOS ÀS ATIVIDADES A SEREM DESENVOLVIDAS NOS EPISÓDIOS 1, 2 E 3. PROBLEMA: É UM OBSTÁCULO QUE ESTÁ ENTRE O LOCAL ONDE SE ESTÁ E O LOCAL EM QUE SE GOSTARIA DE ESTAR. ALÉM DISSO, UM PROBLEMA

Leia mais

Introdução ao Sistema ERP

Introdução ao Sistema ERP Introdução ao Sistema ERP Parte 1- Introdução ao ERP - Benefícios básicos de um sistema ERP - Dificuldades de implantação - ERP e a realidade da pequena empresa brasileira Parte 2 Sistema Genesis-ERP da

Leia mais

N= D. LT_prod. (1+Seg) + D. LT_entr. (1+Seg)

N= D. LT_prod. (1+Seg) + D. LT_entr. (1+Seg) Os parametros para o cálculo são : Demanda diária (D) Qtde. de peças por KANBAN (Q) Lead time de produção (LT_Prod) Lead time de entrega (LT_entr) Segurança (margem) definida (Seg) Sendo: N= D. LT_prod.

Leia mais

Logística Empresarial. Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II. Aula 6. Conceitos Importantes.

Logística Empresarial. Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II. Aula 6. Conceitos Importantes. Logística Empresarial Aula 6 Global Sourcing A Globalização e a Nova Visão da Logística Parte II Prof. Me. John Jackson Buettgen Contextualização Conceitos Importantes Fluxos logísticos É o movimento ou

Leia mais

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 3 O QUE É PLANEJAMENTO DE VENDAS E OPERAÇÕES?

PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 3 O QUE É PLANEJAMENTO DE VENDAS E OPERAÇÕES? PLANEJAMENTO OPERACIONAL - MARKETING E PRODUÇÃO MÓDULO 3 O QUE É PLANEJAMENTO DE VENDAS E OPERAÇÕES? Índice 1. O que é planejamento de...3 1.1. Resultados do planejamento de vendas e operações (PVO)...

Leia mais

Gerenciamento da produção

Gerenciamento da produção 74 Corte & Conformação de Metais Junho 2013 Gerenciamento da produção Como o correto balanceamento da carga de dobradeiras leva ao aumento da produtividade e redução dos custos (I) Pedro Paulo Lanetzki

Leia mais

APS Advanced Plainning and Scheduling Sistema Avançado de Produção

APS Advanced Plainning and Scheduling Sistema Avançado de Produção APS Advanced Plainning and Scheduling Sistema Avançado de Produção O módulo APS é a mais nova ferramenta que irá auxiliar no gerenciamento da produção. O principal objetivo do APS é a determinação exata

Leia mais

Objetivos. Engenharia de Software. O Estudo de Viabilidade. Fase do Estudo de Viabilidade. Idéias chave. O que Estudar? O que concluir?

Objetivos. Engenharia de Software. O Estudo de Viabilidade. Fase do Estudo de Viabilidade. Idéias chave. O que Estudar? O que concluir? Engenharia de Software O Estudo de Viabilidade Objetivos O que é um estudo de viabilidade? O que estudar e concluir? Benefícios e custos Análise de Custo/Benefício Alternativas de comparação 1 2 Idéias

Leia mais

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA

SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA 2 SISTEMAS DE INFORMAÇÃO NA EMPRESA OBJETIVOS Quais são as principais aplicações de sistemas na empresa? Que papel eles desempenham? Como os sistemas de informação apóiam as principais funções empresariais:

Leia mais

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão Estratégica de Negócios

Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão Estratégica de Negócios Programa do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu MBA em Gestão Estratégica de Negócios Apresentação O programa de Pós-graduação Lato Sensu em Gestão Estratégica de Negócios tem por objetivo desenvolver a

Leia mais

Objetivos da Produção

Objetivos da Produção Objetivos da Produção Aula 3 Profª. Ms. Eng. Aline Soares Pereira Sistemas Produtivos I Objetivos da aula 1. Apresentar os objetivos e estratégias da produção 2 Produção: É o processo de obtenção de qualquer

Leia mais

Gestão de Estoques - Premissas. Pleno atendimento Máxima eficiência Menor custo Maior giro possível para o capital investido

Gestão de Estoques - Premissas. Pleno atendimento Máxima eficiência Menor custo Maior giro possível para o capital investido Gestão de Estoques - Premissas Pleno atendimento Máxima eficiência Menor custo Maior giro possível para o capital investido EQUILÍBRIO ENTRE ESTOQUE E CONSUMO Paulo Gadas JUNHO-14 1 Gestão de Estoques

Leia mais

SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005

SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005 SISTEMAS DE GESTÃO São Paulo, Janeiro de 2005 ÍNDICE Introdução...3 A Necessidade do Gerenciamento e Controle das Informações...3 Benefícios de um Sistema de Gestão da Albi Informática...4 A Ferramenta...5

Leia mais

PRODUTIVIDADE PARA O MUNDO REAL. APS Excellence Day Rio de Janeiro, 24 de junho de 2015

PRODUTIVIDADE PARA O MUNDO REAL. APS Excellence Day Rio de Janeiro, 24 de junho de 2015 PRODUTIVIDADE PARA O MUNDO REAL. APS Excellence Day Rio de Janeiro, 24 de junho de 2015 Confidencialidade, Propriedade Intelectual e Marca Registrada Apresentação Renato Mendes renato.mendes@mezasoft.com

Leia mais

ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO*

ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO* ERP & BI ENTENTENDO A BUSCA CONSTANTE DAS EMPRESAS POR UM SISTEMA QUE FORNEÇA INFORMAÇÕES CONFIÁVEIS PARA TOMADA DE DECISÃO* RESUMO Marilia Costa Machado - UEMG - Unidade Carangola Graciano Leal dos Santos

Leia mais

CA Clarity PPM. Visão geral. Benefícios. agility made possible

CA Clarity PPM. Visão geral. Benefícios. agility made possible FOLHA DO PRODUTO CA Clarity PPM agility made possible O CA Clarity Project & Portfolio Management (CA Clarity PPM) o ajuda a inovar com agilidade, a transformar seu portfólio com confiança e a manter os

Leia mais

CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7)

CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7) CONCEITOS E FUNÇÕES DO PLANEJAMENTO, DA PROGRAMAÇÃO E DO CONTROLE DA PRODUÇÃO PPCP (Petrônio Garcia Martins / Fernando Piero Martins Capítulo 7) A ESTRATÉGIA DA MANUFATURA E O SISTEMA PPCP: A estratégia

Leia mais

TPM no Coração do Lean Autor: Art Smalley. Tradução: Odier Araújo.

TPM no Coração do Lean Autor: Art Smalley. Tradução: Odier Araújo. TPM no Coração do Lean Autor: Art Smalley. Tradução: Odier Araújo. A Manutenção Produtiva Total (TPM) tem sido uma ferramenta muito importante para os setores de manufatura intensivos em equipamentos.

Leia mais

OTIMIZAÇÃO DA PROGRAMAÇÃO E SEQUENCIAMENTO DA PRODUÇÃO EM UM TRATAMENTO TÉRMICO COM A UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE CAPACIDADE FINITA

OTIMIZAÇÃO DA PROGRAMAÇÃO E SEQUENCIAMENTO DA PRODUÇÃO EM UM TRATAMENTO TÉRMICO COM A UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE CAPACIDADE FINITA OTIMIZAÇÃO DA PROGRAMAÇÃO E SEQUENCIAMENTO DA PRODUÇÃO EM UM TRATAMENTO TÉRMICO COM A UTILIZAÇÃO DE SISTEMAS DE CAPACIDADE FINITA Izabel C. Zattar, Carlos M. Sacchelli, M. Eng. Instituto Superior de Tecnologia

Leia mais

Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA. Marinalva R. Barboza

Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA. Marinalva R. Barboza Unidade I LOGÍSTICA INTEGRADA Marinalva R. Barboza Definição do conceito de logística e evolução Logística tem origem no idioma francês Logistique se define de forma militar sendo uma parte estratégica

Leia mais

3 O sistema APO Advanced Planner and Optimizer

3 O sistema APO Advanced Planner and Optimizer 3 O sistema APO Advanced Planner and Optimizer Esse capítulo tem por objetivo apresentar os conceitos do sistema APO (Advanced Planner and Optimizer), o sistema APS da empresa alemã SAP. O sistema APO

Leia mais

Sistemas Integrados ASI - II

Sistemas Integrados ASI - II Sistemas Integrados ASI - II SISTEMAS INTEGRADOS Uma organização de grande porte tem muitos tipos diferentes de Sistemas de Informação que apóiam diferentes funções, níveis organizacionais e processos

Leia mais

1. Introdução. 1.1. A história do ERP

1. Introdução. 1.1. A história do ERP 1. Introdução Podemos definir os sistemas ERP como sistemas de informação integrados na forma de um pacote de software que tem a finalidade de dar suporte à maioria das operações de uma organização. A

Leia mais

Diferenças fundamentais entre o sistema UEP e o módulo de custos dos ERP s e as vantagens desta integração

Diferenças fundamentais entre o sistema UEP e o módulo de custos dos ERP s e as vantagens desta integração Tecnonews Jan/2013 Artigo desta Edição: Diferenças fundamentais entre o sistema UEP e o módulo de custos dos ERP s e as vantagens desta integração 1. Diferenciais entre o Sistema UEP e o Módulo de Custos

Leia mais

ERP ERP ERP TRABALHO SOBRE IMPORTÂNCIA

ERP ERP ERP TRABALHO SOBRE IMPORTÂNCIA UNIVERSIDADE DE PERNAMBUCO UPE FACULDADE DE CIÊNCIAS DA ADMINISTRAÇÃO DE PERNAMBUCO FCAP TRABALHO SOBRE Clarissa Emmanuelle Mariana Bruna Larissa EQUIPE: Bruna Araruna Bertão Clarissa Pimentel Bandeira

Leia mais

DOW BUSINESS SERVICES Diamond Value Chain Consulting

DOW BUSINESS SERVICES Diamond Value Chain Consulting DOW BUSINESS SERVICES Diamond Value Chain Consulting Soluções personalizadas para acelerar o crescimento do seu negócio Estratégia Operacional Projeto e Otimização de Redes Processos de Integração Eficácia

Leia mais

Conectando a Montagem aos Processos em Lotes através de Sistemas Puxados Básicos

Conectando a Montagem aos Processos em Lotes através de Sistemas Puxados Básicos Conectando a Montagem aos Processos em Lotes através de Sistemas Puxados Básicos Art Smalley Tradução: Diogo Kosaka Sistemas puxados são uma parte fundamental da manufatura lean e freqüentemente são mal

Leia mais

Alguns dos nossos Clientes

Alguns dos nossos Clientes Alguns dos nossos Clientes Processo de S&OP Caminho para a Excelência em Negócios A Realidade dos Processos Administrativos Muitas empresas gerenciam diversos planos para cada departamento mas não existe

Leia mais

Sistemas de Apoio. Prof.: Luiz Mandelli Neto. Sistemas de Apoio. ERP (Enterprise Resource Planning) PLANEJAMENTO DE RECURSOS EMPRESARIAIS

Sistemas de Apoio. Prof.: Luiz Mandelli Neto. Sistemas de Apoio. ERP (Enterprise Resource Planning) PLANEJAMENTO DE RECURSOS EMPRESARIAIS Sistemas de Apoio Prof.: Luiz Mandelli Neto Sistemas de Apoio ERP (Enterprise Resource Planning) PLANEJAMENTO DE RECURSOS EMPRESARIAIS Mapa de TI da cadeia de suprimentos Estratégia Planejamento Operação

Leia mais

Departamento de Engenharia. ENG 1090 Introdução à Engenharia de Produção

Departamento de Engenharia. ENG 1090 Introdução à Engenharia de Produção Pontifícia Universidade Católica de Goiás Departamento de Engenharia Curso de Graduação em Engenharia de Produção ENG 1090 Introdução à Engenharia de Produção Prof. Gustavo Suriani de Campos Meireles Faz

Leia mais

Soluções baseadas no SAP Business One BX PRODUCTION BX PRODUCTION. Software de Gestão para Manufatura Discreta e Repetitiva.

Soluções baseadas no SAP Business One BX PRODUCTION BX PRODUCTION. Software de Gestão para Manufatura Discreta e Repetitiva. Brochura BX PRODUCTION Soluções baseadas no SAP Business One BX PRODUCTION Software de Gestão para Manufatura Discreta e Repetitiva SAP Business One para manufatura discreta e repetitiva A combinação de

Leia mais

MANUTENÇÃO PREDITIVA : BENEFÍCIOS E LUCRATIVIDADE.

MANUTENÇÃO PREDITIVA : BENEFÍCIOS E LUCRATIVIDADE. 1 MANUTENÇÃO PREDITIVA : BENEFÍCIOS E LUCRATIVIDADE. Márcio Tadeu de Almeida. D.Eng. Professor da Escola Federal de Engenharia de Itajubá. Consultor em Monitoramento de Máquinas pela MTA. Itajubá - MG

Leia mais