MRV ANUNCIA RESULTADOS DO 2T13

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1 MRV ANUNCIA RESULTADOS DO 2T13 QUALIDADE OPERACIONAL E GERAÇÃO DE CAIXA R$116 milhões de Geração de Caixa no 2T13, totalizando R$178 milhões no 1S13 Recorde trimestral de repasses no 2T13 Melhor primeiro semestre de vendas da história da Companhia Belo Horizonte, 14 de agosto de 2013 MRV Engenharia e Participações S.A. (BM&FBovespa: MRVE3 ADR OTCQX: MRVNY), anuncia hoje seus resultados do segundo trimestre de 2013 (2T13). As informações financeiras são apresentadas em milhões de Reais (R$ milhões), exceto onde indicado o contrário, e têm como base as informações contábeis consolidadas, preparadas de acordo com as Normas Internacionais de Relatório Financeiro (IFRS), que considera a Orientação OCPC 04 sobre a aplicação da Interpretação Técnica ICPC 02 aplicáveis a entidades de incorporação imobiliária no Brasil, como aprovadas pelo Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e pelo Conselho Federal de Contabilidade (CFC), e com todos os pronunciamentos emitidos pelo CPC. TELECONFERÊNCIAS RESULTADO 2T13 Português Inglês 15 de Agosto de de Agosto de h30 (Brasília) / 10h30 (Nova York) 11h30 (Brasília) / 10h30 (Nova York) Telefone: +55 (11) Telefone: Código: MRV Código: MRV Destaques Geração de caixa de R$116 milhões no 2T13, totalizando R$178 milhões no 1S13. Receita Líquida atingiu R$ milhões no trimestre, 23% superior a 1T13. Recorde de vendas contratadas para o período, atingindo R$ milhões no 2T13, 47% superior ao mesmo período do ano passado. O volume de unidades vendidas no trimestre, unidades, foi 31% superior ao 2T12. Novo recorde trimestral de unidades repassadas, atingindo unidades no 2T13, um aumento de 22% em relação ao 1T13 e de 24% quando comparado com o mesmo período do ano passado. Novo recorde trimestral de unidades concluídas, atingindo unidades no 2T13. VSO trimestral de 27% no 2T13. Em 17 de maio de 2013, os atuais acionistas da LOG CP em conjunto com o Bradesco BBI assinaram um acordo de investimentos totalizando R$ 278 milhões. Valuation da LOG CP, post-money, de aproximadamente R$1,3 bilhão. Fonte de geração de valor aos acionistas da MRV. 1

2 Entrega dos Sonhos amostra de produtos entregues no 2T13 O principal motivador das nossas ações é a satisfação dos nossos clientes. Entregar produtos de qualidade, no prazo e com a melhor relação custo/benefício são compromissos da MRV. Spazio Castelli Curitiba / PR Entrega: abr/13 Valorização: 42% Parque Santa Cecília Guarulhos / SP Entrega: mai/13 Valorização: 48% Spazio Convivence São José dos Pinhais - PR Entrega: abr/13 Valorização: 28% Parque Rio Bandeira São José do Rio Preto/SP Entrega: Mai/13 Valorização: 46% Parque San Edgard São Paulo / SP Entrega: jun/13 Valorização: 41% 2

3 Outros destaques MRV Engenharia foi a empresa que mais cresceu em vendas nos últimos cinco anos no país Segundo ranking Melhores e Maiores da revista Exame a MRV Engenharia foi a empresa brasileira que mais cresceu em vendas nos últimos cinco anos. Entre 2008 e 2012 a receita da MRV atingiu o incrível aumento de 517%, neste mesmo período o PIB brasileiro cresceu apenas 17%. A empresa é a maior operadora do programa Minha Casa Minha Vida e hoje conta com mais de 200 mil clientes ativos. Dando continuidade ao trabalho da MRV na melhoria das condições de trabalho na construção civil, mais cinco obras da Companhia tiveram comissões de representantes sindicais em canteiros de obras implementadas. A MRV foi a primeira empresa de construção civil residencial a aderir ao Compromisso no país. Atingimos a marca de 24 escolas de alfabetização e/ou produção implementadas em nossos canteiros de obra pelo Brasil. Em 17 de maio de 2013 os atuais acionistas da LOG Commercial Properties e Participações S.A. em conjunto com o Bradesco BBI assinaram um acordo de investimentos, totalizando R$ 278 milhões, sendo R$ 150 milhões por parte dos atuais acionistas e R$ 128 milhões por parte do FIP Multisetorial Plus. A operação foi aprovada, sem restrições, pelo Conselho Administrativo de Defesa Econômica CADE, no dia 25 de junho de

4 Mensagem da Administração MRV: uma empresa de incorporação, construção e venda de unidades habitacionais cuja missão é concretizar o sonho da casa própria oferecendo imóveis com a melhor relação custo/benefício para o cliente. Com o processo de abertura de capital das incorporadoras e construtoras, iniciado de forma massiva em 2007, criou-se a percepção de que era trivial gerir uma empresa do setor no país, entregando bons produtos e com boa rentabilidade para o acionista. O tempo mostrou que não era bem assim. A gestão de uma empresa de incorporação e construção demanda competências muito específicas. Exige entender que uma moradia não é um produto qualquer e a transformação de terrenos em moradias é um processo longo e complexo, que exige planejamento, conhecimento e investimentos em melhoria contínua. Implica, principalmente, compreender também que as pessoas são o maior capital e que, no final do dia, o agente mais importante desse processo é o cliente. A satisfação dos clientes com a qualidade do produto entregue, com respeito aos prazos e no atendimento pós-venda são a base para o fortalecimento da marca e sustentabilidade dos negócios. Pensar como o cliente, com ética e transparência, com um time comprometido e dividindo o sucesso resultam na geração de valor para o acionista de forma sustentável e perene, lemas que norteiam os valores da MRV. A MRV segue investindo para cada vez mais ter uma relação harmoniosa com o meio-ambiente, com a sociedade onde os projetos estão inseridos, e em um produto melhor para os seus clientes. Pensando assim, a MRV vem melhorando consistentemente os seus processos operacionais, reflexos já percebidos em uma menor necessidade de manutenções futuras e melhoria na avaliação dos clientes quanto ao atendimento e ao produto MRV. É com prazer que divulgamos o nosso segundo relatório de sustentabilidade, o primeiro conforme os padrões e diretrizes da GRI (Global Reporting Initiative), disponível em nosso website para todos os públicos (www.mrv.com.br/mrvsustentavel). Desde a abertura de capital em 2007 até 2011 mantivemos o nosso foco e maiores investimentos em crescimento. A partir de 2012, estrategicamente, passamos a nos dedicar mais aos processos de qualidade, rentabilidade e geração de caixa. Partimos, em 2007, de uma empresa que produzia aproximadamente 3 mil unidades por ano para uma empresa de 40 mil unidades por ano. Não foi fácil, mas estamos evoluindo passo a passo e conseguimos chegar a um ótimo nível operacional, onde as mais diversas áreas da Companhia tem capacidade de trabalhar com qualidade nesse patamar de produção. Esse processo de transformação exigiu investimentos, planejamento, experiência e muito suor. É verdade que nossas margens, apesar de permanecerem sempre no campo positivo, caíram ao longo dos anos. Chegamos, no 1S13, ao que acreditamos ser o vale das margens neste processo, porém encaramos este período como um período de vitórias pelo valor agregado através do crescimento, consolidação e estruturação do negócio em diversas praças e cidades. Agora, temos a colheita pela frente. Aprimoramos nosso processo de repasse / financiamento dos clientes junto à CEF e ao Banco do Brasil, atingindo um patamar superior a 4 mil clientes financiados por mês. Isto tem nos permitido uma geração de caixa crescente: no 1T13 geramos R$62 milhões e no 2T13 R$116 milhões, totalizando R$ 178 milhões de geração de caixa no 1S13 e a expectativa é de geração de caixa contínua e consistente, pois continuaremos investindo em nossa operação. Seguimos trabalhando arduamente, focando na redução dos custos de produção e na maximização dos preços de venda. Entretanto, em função do longo ciclo e da contabilidade baseada no POC (Percentage of Completion), esperamos que o reflexo destas sinergias e maior rentabilidade sejam percebidos na DRE a partir do final de 2013 e início de O processo de expansão geográfica foi concluído, os custos inerentes à entrada em novas regionais já foram absorvidos e a replicação das melhores práticas em uma equipe de construção consolidada e com um turn over menor tendem a uma redução do custo médio de produção. 4

5 Em relação ao mercado, estamos vendo um desequilíbrio na equação de demanda e oferta. Nas cidades em que atuamos, praticamente não encontramos concorrência em nosso segmento, permitindo a contínua apreciação das nossas unidades sem o efeito adverso no volume e velocidades de vendas, mesmo com um cenário macroeconômico não tão favorável. Consolidamos nossa posição de maior player nacional do Programa MCMV, com foco nos Grupo 2 e 3 do Programa. MCMV 1 ( ) TOTAL MRV % Unidades Contratadas % Faixa I % Faixas II e III % MCMV 2 ( /jul/13) TOTAL MRV % Unidades Contratadas % Faixa I % Faixas II e III % Destacamos, nos gráficos abaixo, a evolução dos preços de vendas em comparação ao INCC. O gráfico demonstrado no conceito Mesmos Produtos, que representa a evolução dos preços dos nossos produtos sem influência de mix de tipologia e geográfico, indica o aumento médio de preço aplicado nos produtos à venda evidenciando a estratégia de precificação adotada pela administração desde o princípio de Quando analisado no conceito Preço Médio de Vendas, que representa a evolução do preço médio total levando em conta o mix de tipologia e geográfico, fica evidente que os ganhos de margem efetivamente virão dos produtos comercializados a partir do 4T12. Evolução dos Preços de Vendas acumulados Conceito Mesmos Produtos 1 Preço Mesmos produtos - Média trimestral INCC 4,7% 6,5% 3,4% 4,6% 12,0% 5,3% 17,4% 7,2% 23,9% 11,7% Evolução dos Preços de Vendas acumulados Conceito Preço Médio de Venda Preço Médio Divulgado - Média trimestral INCC 4,3% 3,4% 4,6% 3,8% 8,4% 5,3% 10,8% 7,2% 16,8% 11,7% 1T12 2T12 3T12 4T12 1T13 2T13 1T12 2T12 3T12 4T12 1T13 2T13 Reforçamos nosso otimismo com o momento em que a Companhia está vivendo. Podemos afirmar que em 2012 atingimos um novo patamar de qualidade operacional. Os projetos lançados a partir de 2012 estão 100% aderentes ou adiantados ao cronograma original. Conquistamos um menor desvio padrão nos custos de produção por unidade entre projetos e precificamos melhor nossas unidades a venda. Estamos seguros que o resultado deste trabalho irá refletir em melhoria das nossas margens no médio/longo prazo e na redução do ciclo de caixa. 1 Para excluir distorções de mix geográfico e tipologia, o conceito mesmos produtos considera apenas a evolução dos preços em projetos que tiveram vendas em períodos consecutivos e de mesma tipologia. 5

6 Principais Indicadores 2 Indicadores Financeiros Os indicadores financeiros apresentados neste relatório estão em conformidade com os pronunciamentos CPC 19 (R2) Negócios em Conjunto (IFRS 11), que entraram em vigor a partir de 1º de janeiro de 2013, exceto quando mencionado o contrário. Indicadores Financeiros (em R$ milhões) 2T13 1T13 2T12 Var. 2T13 x 1T13 Var. 2T13 x 2T12 1S13 Var. 1S13 x Receita Operacional Líquida ,9% 6,1% ,2% Lucro Bruto ,1% 1,5% ,0% % Margem Bruta 26,6% 26,1% 28,7% 0,5 p.p. 2,1 p.p. 26,4% 27,5% 1,2 p.p. EBITDA ,7% 9,9% ,9% % Margem EBITDA 18,3% 15,5% 21,5% 2,8 p.p. 3,2 p.p. 17,0% 21,3% 4,3 p.p. Lucro Líquido ,7% 3,1% ,0% % Margem Líquida 13,8% 9,5% 15,1% 4,3 p.p. 1,3 p.p. 11,9% 14,2% 2,3 p.p. ROE (12 meses) 12,7% 13,1% 19,7% 0,4 p.p. 7,0 p.p. 12,7% 19,7% 7,0 p.p. ROE (anualizado) 14,3% 8,2% 16,2% 6,1 p.p. 1,8 p.p. 11,5% 15,2% 3,7 p.p. Lucro por Ação (R$) 0,296 0,165 0,304 78,8% 2,8% 0,461 0,546 15,6% Receita Bruta de Vendas a Apropriar ,4% 17,5% ,5% Custo de Unidades Vendidas a Apropriar (1.823) (1.715) (1.451) 6,3% 25,6% (1.823) (1.451) 25,6% Resultado a Apropriar ,5% 7,7% ,7% % Margem do Resultado a Apropriar 41,3% 41,2% 45,0% 0,0 p.p. 3,8 p.p. 41,3% 45,0% 3,8 p.p. Geração de Caixa (Cash Burn) (8) 87,2% (77) - Dívida líquida (caixa líquido) ,7% 1,0% ,0% Dívida líquida/pl 39,3% 38,3% 43,6% 1,1 p.p. 4,3 p.p. 39,3% 43,6% 4,3 p.p. Dívida líquida/ebitda anualizado 2,27 3,11 2,07 27,0% 9,8% 2,69 2,18 23,5% 2 Exceto quando mencionado o contrário, todos os valores incluídos nesta divulgação de resultados consideram o lucro líquido e patrimônio líquido atribuído aos acionistas da controladora. 6

7 Indicadores Operacionais Banco de Terrenos 2T13 1T13 2T12 Var. 2T13 x 1T13 Var. 2T13 x 2T12 1S13 Var. 1S13 x %MRV Landbank (em R$ bilhões) 22,5 22,9 20,3 1,4% 11,0% 22,5 20,3 11,0% Número de Unidades ,5% 1,6% ,6% Área Útil (m 2 mil) ,7% 2,2% ,2% Preço Médio por Unidade (em R$ mil) ,1% 12,8% ,8% Preço Médio por m 2 (em R$ mil) 2,9 2,8 2,6 4,5% 13,5% 2,9 2,6 13,5% 100% Número de Empreendimentos ,0% 2,5% ,5% Landbank (em R$ bilhões) 24,1 24,4 21,6 1,3% 11,7% 24,1 21,6 11,7% Número de Unidades ,7% 1,2% ,2% Unidades por projeto ,7% 1,3% ,3% Área Útil (m 2 mil) ,8% 1,7% ,7% Preço Médio por Unidade (em R$ mil) ,5% 13,0% ,0% Preço Médio por m 2 (em R$ mil) 2,9 2,8 2,6 4,7% 13,5% 2,9 2,6 13,5% Lançamentos 2T13 1T13 2T12 Var. 2T13 x 1T13 Var. 2T13 x 2T12 1S13 Var. 1S13 x %MRV VGV (em R$ milhões) ,8% 40,5% ,8% Número de Unidades ,9% 42,8% ,4% Tamanho médio dos lançamentos (unidades) ,9% 33,4% ,1% Área Útil (m 2 mil) ,9% 41,8% ,9% Preço Médio por Unidade (em R$ mil) ,6% 4,1% ,3% Preço Médio por m 2 (em R$ mil) 2,7 2,7 2,7 0,1% 2,2% 2,7 2,6 6,7% 100% Número de Empreendimentos ,8% 57,1% ,4% VGV (em R$ milhões) ,0% 39,2% ,0% Número de Unidades ,9% 41,6% ,8% Área Útil (m 2 mil) ,8% 40,6% ,5% Preço Médio por Unidade (em R$ mil) ,2% 4,0% ,7% Preço Médio por m 2 (em R$ mil) 2,7 2,7 2,7 0,2% 2,3% 2,7 2,6 7,3% Vendas Contratadas 2T13 1T13 2T12 Var. 2T13 x 1T13 Var. 2T13 x 2T12 1S13 Var. 1S13 x %MRV Vendas (em R$ milhões) ,2% 46,5% ,9% Número de Unidades ,7% 30,8% ,3% Área Útil (m 2 mil) ,1% 31,6% ,1% Preço Médio por Unidade (em R$ mil) ,4% 12,0% ,6% Preço Médio por m 2 (em R$ mil) 2,9 2,8 2,6 5,0% 11,3% 2,8 2,5 11,7% 100% Vendas (em R$ milhões) ,2% 46,3% ,9% Número de Unidades ,7% 30,0% ,1% Área Útil (m 2 mil) ,4% 30,9% ,0% Preço Médio por Unidade (em R$ mil) ,5% 12,5% ,7% Preço Médio por m 2 (em R$ mil) 2,8 2,7 2,5 4,9% 11,7% 2,8 2,5 11,8% 7

8 Desempenho Operacional - MRV Lançamentos (%MRV), brutos de permutas Lançamentos (%MRV) (R$ milhões) Lançamentos (%MRV) (unidades) Ao final do 2T13, possuíamos R$ milhões em VGV de projetos já com registro de incorporação emitidos e que não foram lançados por gerenciamento estratégico de estoques. 8

9 Lançamentos por Fonte de Financiamento 2T13 - %MRV (em unidades) Lançamentos no 2T13 por Distribuição Geográfica %MRV (R$) 89% dos lançamentos do trimestre foram elegíveis ao programa Minha Casa Minha Vida. Lançamentos 2T13 por Estado %MRV (R$ milhões) Estado R$ milhões % São Paulo ,8% Minas Gerais 77 12,2% Rio Grande do Sul 75 11,8% Espírito Santo 37 5,9% Ceará 33 5,2% Pernambuco 30 4,7% Mato Grosso 17 2,7% Distrito Federal 5 0,7% Total ,0% Vendas Contratadas (%MRV), líquidas de permutas Vendas Contratadas (%MRV) (R$ milhões) 9

10 Vendas Contratadas (%MRV) (em unidades) Melhor primeiro semestre de vendas da história da Companhia, baseado em um mercado com pouca concorrência nos segmentos e praças em que atuamos. Das vendas do 2T13, 88% foram elegíveis ao programa MCMV. Vendas Contratadas por Fonte de Financiamento 2T13 - %MRV (em unidades) Vendas Contratadas no 2T13 por Distribuição Geográfica %MRV (R$) Vendas por Período de Lançamento (%MRV) Período de Lançamento T10 2T10 3T10 4T10 1T11 2T11 3T11 4T11 1T12 2T12 3T12 4T12 1T13 2T13 2T13 5% 1T13 7% 14% 4T12 7% 15% 12% 3T12 14% 20% 13% 5% 2T12 14% 16% 20% 7% 7% 1T12 3% 12% 10% 5% 5% 4% 4T11 11% 23% 18% 16% 11% 10% 9% 3T11 16% 25% 20% 12% 9% 9% 10% 9% 2T11 9% 14% 8% 10% 8% 5% 5% 4% 4% 1T11 17% 16% 12% 9% 8% 8% 6% 4% 2% 3% 4T10 31% 38% 34% 24% 16% 15% 10% 6% 5% 8% 9% 3T10 21% 23% 11% 13% 7% 6% 6% 5% 4% 4% 4% 4% 2T10 26% 35% 15% 9% 8% 5% 6% 5% 3% 4% 3% 4% 3% 1T10 11% 27% 8% 4% 3% 3% 2% 2% 1% 1% 0% 1% 2% 2% % 60% 32% 19% 12% 11% 9% 9% 8% 4% 4% 4% 3% 4% 5% Antes de % 29% 15% 17% 15% 13% 10% 10% 9% 4% 5% 4% 4% 5% 4% Total 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% 100% Os lançamentos do 2T13 foram concentrados no mês de junho, sendo que as vendas do período foram principalmente das unidades em estoque. 10

11 Vendas sobre Oferta Vendas sobre oferta = Vendas / (Estoque Inicial + Lançamentos) Distratos (%MRV) Em 2013 restringimos ainda mais nossa política de crédito, levando a um incremento temporário no volume de unidades distratadas (nenhum projeto foi abortado). Entendemos que esta decisão agrega valor aos acionistas uma vez que a revenda destas unidades é rápida, com ganhos substanciais em preço de venda e maximização no recebimento de caixa futuro. (em R$ milhões) 1T13 2T13 Var. 2T13 x 1T13 Vendas Brutas ,2% Distratos (Valor de Contrato) ,2% Distratos / Vendas 21,2% 21,3% 0,01 p.p. Das unidades distratadas no 1S13, 90,5% das unidades foram revendidas dentro do próprio 1S13 e com um ganho no preço médio de venda de 16,4% (comparado ao valor original de contrato corrigido pelo INCC). Velocidade de Revenda das Unidades Distratadas jun/13 90,5% ,1% ,5% T13 2T13 1S13 Unidades Distratadas Unidades Revendidas Preço Médio de Revenda x Preço Médio de Venda da Unidade Distratada corrigido pelo INCC 3 15,9% 16,8% 16,4% 140,8 134,5 137,8 116,1 120,5 118,4 1T13 2T13 1S13 Preço Médio Unidade Distratada, corrigido pelo INCC Preço Médio Unidades Revendidas 3 Valor Médio de contrato da unidade distratada corrigido pelo INCC do período entre a venda original e a revenda. 11

12 Estoque a Valor de Mercado (%MRV) Em 30 de junho de 2013, o estoque a valor de mercado totalizava R$ 4,19 bilhões (R$ 4,40 bilhões em 31 de março de 2013). Rotineiramente são realizadas atualizações dos preços das unidades em estoque. Estoque a Valor de Mercado por Fonte de Recurso de Financiamento %MRV (unidades) (30/06/2013) Estoque a Valor de Mercado por Fase de Construção %MRV (unidades) (30/06/2013) Ao final do 2T13 detínhamos aproximadamente 3 trimestres de vendas em estoque. O estoque de unidades concluídas representa menos de 1 mês de volume de vendas. Duração do Estoque = Estoque final / Vendas 12

13 Banco de Terrenos (%MRV) Banco de Terrenos 2T12 1T13 2T13 Banco de Terrenos inicial (em R$ milhões) Aquisições/Ajustes (R$ milhões) Lançamentos (R$ milhões) Banco de Terrenos final (em R$ milhões) Banco de Terrenos (unidades em milhares) Nº de unidades por empreendimento (média) Preço Médio (em R$ mil) (1.067) (754) (634) Rotineiramente são realizadas atualizações dos preços dos projetos em nosso banco de terrenos. Banco de Terrenos (%MRV) (R$ bilhões) Banco de Terrenos (%MRV) (em unidades) Atingimos 78% de permuta nas compras dos terrenos adquiridos no 2T13, modalidade que beneficia o ciclo financeiro. O banco de terrenos já está consolidado, sendo que as aquisições visam à reposição dos terrenos lançados. % dos terrenos adquiridos por permuta no período 13

14 Produção (100%) Parte dos nossos esforços para recomposição da rentabilidade provém de um maior controle e estabilidade nos custos de produção. Como já mencionado, a partir de 2012 passamos a identificar um menor desvio padrão no custo por unidade produzida entre projetos e, como reflexo, uma queda no custo por unidade produzida. Entretanto, em função do longo ciclo e da contabilidade baseada no POC (Percentage of Completion), esperamos que estas melhorias sejam percebidas nos Demonstrativos Financeiros a partir do final de 2013 e início de Unidades produzidas (unidades) Unidades concluídas (unidades) Atualmente, gerenciamos 372 canteiros de obras, com um número médio de 326 unidades por canteiro, totalizando mais de unidades em construção simultaneamente. Respeitando os cronogramas de cada obra e a sequência natural do processo (aquisição do terreno, lançamento, vendas, produção, financiamento e então conclusão), esperamos um crescimento nas unidades concluídas em

15 Nº de unidades por Canteiro de Obra (100%) dez/07 dez/08 dez/09 dez/10 dez/11 mar/12 jun/12 set/12 dez/12 mar/13 jun-13 Banco de Terrenos Jun/13 Crédito Imobiliário (100%) No 2T13 a companhia atingiu novo recorde de unidades repassadas em um trimestre, superando a média de unidades repassadas por mês. Unidades Repassadas (Clientes) 4 Unidades Contratadas (Financiamento à Construção) 5 4 Repasses: Quantidades de clientes (pessoa física) que assinaram seus financiamentos com uma instituição financeira no período. 5 Unidades Contratadas: Total de unidades que tiveram o financiamento a construção (pessoa jurídica) contratado em uma instituição financeira no período. 15

16 Geração de Caixa - Geração de R$ 116 milhões no 2T13 Baseado em nosso modelo de negócio e gestão rigorosa dos nossos recebimentos e desembolsos, geramos R$ 178 milhões no 1S13. Não computados como consumo de caixa, no 2T13, os R$125 milhões distribuídos em dividendos, os R$63 milhões aportados na LOG CP e os R$19 milhões desembolsados em nosso programa de recompra de ações. Mantida a estratégia de crescimento moderado, com aquisição de terrenos visando a reposição dos projetos lançados, manutenção no volume de unidades produzidas e com uma melhoria contínua no ciclo de recebimento, projetamos uma geração de caixa saudável e consistente. Geração de Caixa / Cash Burn Consolidado 6 (R$ milhões) T12 2T12 3T12 4T12 1T13 2T13-70 A MRV considera a operação de CRI como dívida até o momento do efetivo desligamento dos clientes ou vencimento das obrigações. 6 Geração de Caixa / Cash Burn medido pela variação da dívida líquida, excluindo-se os aumentos de capital, recompra de ações mantidas em tesouraria e os dividendos pagos, quando houver. A geração de caixa/cash burn consolidado representa o segmento residencial, partindo-se do critério de consolidação conforme pronunciamento CPC19-IFRS11. A exemplo do ocorrido na divulgação dos resultados do 2T12, quando da inclusão da conta de aplicações vinculadas à poupança na conta de Títulos e Valores Mobiliários, foi atualizado o cálculo do Cash Burn do 1T12. 16

17 Desempenho Econômico - Financeiro MRV Os indicadores financeiros apresentados neste relatório estão em conformidade com os pronunciamentos CPC 19 (R2) Negócios em Conjunto (IFRS 11), que entraram em vigor a partir de 1º de janeiro de 2013, exceto quando mencionado o contrário. Receita Operacional Líquida O 2T13 apresentou um aumento de receitas quando comparado ao 1T13 e 2T12 impulsionado por um maior volume de vendas e consistência na produção. Receita Líquida (em R$ milhões) 0% % % T12 1T13 2T13 1S13 (em R$ milhões) 2T13 1T13 2T12 Var. 2T13 x 1T13 Var. 2T13 x 2T12 1S13 Var.1S13 x Receita operacional líquida ,3% 8,4% ,2% Resultado financeiro alocado à receita líquida ,3% 28,9% ,0% Receita operacional líquida total ,9% 6,1% ,2% Lucro Bruto 70,0% Lucro Bruto (em R$ milhões) e Margem Bruta (%) ,0% 30,0% 28,7% 26,1% 26,6% -4% ,0% -2% 25% 27,5% 26,4% ,0% -30,0% ,0% ,0% 2T12 1T13 2T13 1S13-17

18 A margem bruta do 2T13 está impactada em 3,3 p.p. pelos encargos financeiros alocados no CMV (custo dos imóveis vendidos). Excluindo-se os encargos financeiros, a margem bruta do 2T13 foi de 29,8% comparado com 30,4% no 1T13 e 32,2% no 2T12. No quadro abaixo demonstramos os encargos financeiros alocados no CMV: Custo Financeiro alocado ao CMV (em R$ milhões) 2T13 1T13 2T12 1S13 Custo Financeiro alocado ao CMV % da Receita Líquida 3,3% 4,3% 3,5% 3,7% 3,8% Despesas Comerciais Despesas Comerciais (em R$ milhões) % Desp. Comerciais / Vendas Contratadas (%MRV) e % Desp. Comerciais / Receita Líquida 13% % 119 6,9% 7,6% 7,0% 6,8% 7,3% % 71 6,8% 5,7% 5,2% 6,4% 5,4% % Rec. Líquida % Vendas 2T12 1T13 2T13 1S13 2T12 1T13 2T13 1S13 Despesas Gerais e Administrativas (G&A) Despesas Gerais e Administrativas (em R$ milhões) % Desp. G&A / Vendas Contratadas (%MRV) e % Desp. G&A / Receita Líquida 14% % 4% 104 5,7% 7,0% 5,9% 5,9% 6,4% ,6% 5,3% 4,4% 5,6% 4,8% % Rec. Líquida % Vendas 2T12 1T13 2T13 1S13 2T12 1T13 2T13 1S13 18

19 EBITDA 7 Em decorrência do acordo de investimentos na LOG CP, a MRV auferiu ganho de R$ 22,7 milhões, líquido de gastos na operação, registrado no resultado em Outras receitas operacionais. 70,0% EBITDA (em R$ milhões) e Margem EBITDA (%) ,0% % ,0% 21,5% 15,5% 18,3% ,0% -10,0% -10% % ,3% 17,0% ,0% ,0% ,0% 2T12 1T13 2T13 1S13 - Segue abaixo a demonstração do cálculo do EBITDA: em R$ milhões 2T13 1T13 2T12 Var. 2T13 x 1T13 Var. 2T13 x 2T12 1S13 Var.1S13 x Lucro antes dos impostos ,1% (3,6%) (17,9%) Depreciações e Amortizações ,8% 110,5% ,4% Resultado Financeiro (14) (8) 4 65,4% - (22) 7 - Encargos financeiros incluídos no CMV (6,8%) (2,2%) (1,7%) EBITDA ,7% (9,9%) (19,9%) Margem EBITDA 18,3% 15,5% 21,5% 2,8 p.p. (3,2 p.p.) 17,0% 21,3% (4,3 p.p.) Resultado Financeiro (em R$ milhões) 2T13 1T13 2T12 Var.2T13 x 1T13 Var. 2T13 x 2T12 1S13 Var.1S13 x Despesas financeiras (28) (25) (29) 9,1% 4,7% (53) (59) 9,8% Receitas financeiras ,6% 21,8% ,6% Receitas financeiras provenientes de clientes ,7% 357,7% ,1% Total 14 8 (4) 65,4% - 22 (7) - Abaixo estão demonstrados os resultados financeiros totais ajustados pelos encargos financeiros alocados ao custo dos imóveis vendidos: (em R$ milhões) 2T13 1T13 2T12 Var.2T13 x 1T13 Var. 2T13 x 2T12 1S13 Var.1S13 x Resultado financeiro 14 8 (4) 65,4% - 22 (7) - Custo Financeiro alocado ao CMV (33) (36) (34) 6,8% 2,2% (69) (70) 1,7% Total ajustado (19) (27) (38) 29,3% 49,9% (46) (78) 40,2% 7 EBITDA: Vide definição no Glossário. 19

20 Impostos Os impostos e contribuições contabilizados foram impactados fundamentalmente devido às transferências de empreendimentos que eram tributados pelo Lucro Real e Presumido para a tributação para Regime Especial de Tributação ( RET ). Foi realizada uma reversão do imposto diferido no 2T13 conforme abaixo: PIS / COFINS R$ 25,5 IRPJ / CSLL R$ 8,6 Total R$ 34,1 Gradativamente, devido ao enquadramento da integralidade dos novos projetos no regime especial de tributação, a alíquota efetiva (PIS/COFINS/IRPJ/CSLL) da Companhia tenderá aos 4%. Lucro Líquido Reversão de Impostos Diferidos (R$ milhões) 50,0% Lucro Líquido (em R$ milhões) e Margem Líquida (%) ,0% 10,0% -10,0% 15,1% 145-3% 9,5% 79% 13,8% ,2% -16% 11,9% ,0% ,0% 50-70,0% 2T12 1T13 2T13 1S13 - Resultado a Apropriar (em R$ milhões) jun/13 mar/13 dez/12 Var. Jun-13 x Mar-13 Var. Jun-13 x Dez-12 Receita Bruta de Vendas a apropriar ,4% 11,5% (-) Custo de Unidades Vendidas a apropriar (1.823) (1.715) (1.565) 6,3% 16,5% Resultado a apropriar ,5% 5,2% Margem do Resultado a apropriar % 41,3% 41,2% 43,8% 0,0 p.p. 2,5 p.p. 20

21 Balanço Patrimonial Caixa e Equivalentes de Caixa e Aplicações Financeiras (Títulos e valores mobiliários) Em 30 de junho de 2013, possuíamos um saldo de Caixa e Equivalentes de Caixa e Aplicações financeiras (Títulos e valores mobiliários) no montante de R$ milhões, um aumento de 3% em relação aos R$ milhões em 31 de março de Em junho/13 amortizamos o principal e pagamos juros no valor total de R$108 milhões referente à primeira emissão de debêntures. Mantemos uma posição sólida de caixa e uma baixa alavancagem, dando tranquilidade para a manutenção de nossas operações nos patamares atuais, mesmo em períodos de incertezas da economia global e da economia brasileira. Clientes por Incorporação de Imóveis (em R$ milhões) jun/13 mar/13 dez/12 Var. Jun-13 x Mar-13 Var. Jun-13 x Dez meses ,2% 3,7% 13 a 24 meses ,0% 0,9% 25 a 36 meses ,7% 7,7% 37 a 48 meses ,6% 9,8% 49 meses em diante ,6% 9,8% Total ,0% 2,1% Clientes por incorporação de imóveis ,9% 3,5% Receita de vendas a apropriar ,4% 11,5% Total ,0% 2,1% Do total das nossas contas a receber, em 30/junho de 2013, tínhamos o montante de R$ 253 milhões sem a garantia do imóvel (Pró-soluto 8 ), representando aproximadamente 3% dos R$ milhões a receber total. Pró-soluto (R$ milhões) jun/13 Após entrega de chaves 44 Antes da entrega de chaves 209 Total 253 Contas a receber Pró-soluto / Contas a receber (%) 3,3% Adiantamento de Clientes (em R$ milhões) jun/13 mar/13 dez/12 Var. Jun-13 x Mar-13 Var. Jun-13 x Dez meses ,5% 30,1% 13 a 24 meses ,9% 105,9% Após 24 meses ,5% 232,5% Total ,0% 9,8% Adiantamentos por recebimentos ,7% 19,5% Adiantamentos por permutas ,8% 5,1% Total ,0% 9,8% 8 Pró Soluto: a receber de clientes que já financiaram seus imóveis nas instituições financeiras. 21

22 Estoques (Imóveis a comercializar) (em R$ milhões) jun/13 mar/13 dez/12 Var. Jun-13 x Mar-13 Var. Jun-13 x Dez-12 Imóveis em construção ,7% 2,4% Imóveis concluídos ,6% 33,7% Estoque de terrenos ,4% 1,0% Adiantamento a fornecedores ,4% 9,5% Estoque de materiais ,1% 15,6% Total ,0% 0,9% Circulante ,3% 0,7% Não circulante ,3% 1,1% Endividamento Em 30 de junho de 2013, o endividamento total da Companhia era de R$ milhões e totalmente denominado em reais, substancialmente indexados à variação do certificado de depósito interbancário e taxa referencial. Cronograma de Vencimento da Dívida (em R$ milhões) Empréstimo - Financiamento* Debêntures Total 12 meses a 24 meses a 36 meses a 48 meses meses em diante 2-2 Dívida Total * Inclui arrendamento mercantil Em 30 de junho de 2012, o duration 9 da dívida da MRV era de 23 meses. Detalhamento da Dívida (em R$ milhões) Vencimento Encargos Saldo Devedor jun-13 mar-13 Capital de Giro Debêntures - 1ª emissão - 1ª série 15/06/2013 CDI + 1,5% a.a Debêntures - 1ª emissão - 2ª série 15/06/2013 IPCA + 10,8% a.a Debêntures - 3ª emissão 01/02/2014 CDI + 1,6% a.a Debêntures - 5ª emissão 01/07/2016 CDI + 1,5% a.a Debêntures - 6ª emissão 03/05/2017 CDI + 1,5% a.a Capital de Giro - CDI até Mai/17 CDI + 1,02 a 1,60% a.a CCB que lastrearam a operação de CRI Mar/13 a Mar/15 CDI + 1,15% a.a Financiamento à construção Debêntures - 4ª emissão 01/12/2015 TR + 8,4299 a.a Financiamento à construção até Mai/16 TR + 8% a 10,5% a.a Outros Outros até Abr/20 CDI + Spread e Pré-fixada 4,5% Total Duration vide glossário no anexo 8. 22

23 Custo médio ponderado da Dívida (R$ Milhões) Saldo Devedor Saldo Devedor Jun/13 /Total (%) Custo Médio CDI ](1.766) 57,5% CDI + 1,4% TR (1.307) 42,5% TR + 8,1% Outros (Pré Fixada) 1 0,0% 4,5% Total (3.073) 100,0% A Companhia tem privilegiado a contratação de Financiamento à Construção em função da agilidade que o mesmo traz ao processo de repasse dos clientes e dos menores custos quando comparados ao das dívidas corporativas. Dívida Líquida Dívida Líquida MRV Consolidado (em R$ milhões) jun/13 mar/13 dez/12 Var. Jun-13 x Mar-13 Var. Jun-13 x Dez-12 Dívida total ,4% 4,0% (-) Caixa e Equivalentes de Caixa e Aplicações Financeiras (1.380) (1.341) (1.539) 2,9% 10,3% Dívida Líquida ,7% 1,8% Patrimônio Líquido Total ,8% 5,2% Dívida Líquida / PL Total 39,3% 38,3% 40,7% 1,1 p.p. 1,3 p.p. EBITDA Anualizado ,7% 9,0% Dívida Líquida / EBITDA Anualizado 2,27 3,11 2,43 27,0% 27,9% Risco Corporativo e Covenants Ratings braa- braa- Covenant de Dívida 10 Covenant de Recebíveis 10 0,65 15,14 0,14 0,17 0,12 0,04-0,04-0,08-0,11-0,10-0,01 0,31 0,30 0,26 0,15 0,21 0,21 0,10 0,11 0,14 0,28 0,27 0,17 0,19 5,55 4,46 4,32 4,90 7,03 5,53 5,03 4,99 4,14 3,97 3,82 3,74 4,15 4,18 4,31 4,03 4,00 4,13 3,76 3,54 3,88 1,60 < 0,65 > 1,6 10 Covenants de Dívida e Recebíveis calculados conforme pronunciamento CPC 19 (R2) IFRS 11 a partir do 1T13 23

24 Ações No 2T13 foram recompradas ações, ao preço médio de R$6,57 por ação. MRVE3 (28/06/13) ações Valor de Mercado: R$ 3,1 mi US$ 1,4 mi (28/06/2013: US$ 1 = R$ 2,18) Média Diária de Negociação (2013): R$ 49,36 milhões Programa de Recompra de Ações Plano de Recompra Vigência 09/08/2014 Status Ativo Quantidade Máxima Quantidade Adquirida até 28/06/ Saldo Disponível para recompra (em 30/06/13) Ações em Tesouraria (em 30/06/13) Em Ago/2011 iniciamos o nosso programa de recompra de ações, para permanência em tesouraria e eventual cancelamento ou alienação, com um limite máximo de recompra de de ações e negociação até 9 de agosto de Em Julho/2012 foi aprovado um novo programa de recompra, que somado ao primeiro aprovou no total a recompra de ações com vigência até 9 de agosto de Esse segundo programa foi prorrogado por mais 365 dias, em RCA realizada em 18 de junho de O novo prazo máximo para a referida recompra passa ser 09 de agosto de

25 LOG Commercial Properties Principais Indicadores Indicadores Financeiros (em R$ MM) 2T13 1T13 2T12 Var. % 2T13 x 1T13 Var. % 2T13 x 2T12 1S13 Var. % 1S13 x Receita Operacional Líquida ,7% 51,7% ,3% Lucro Bruto ,0% 44,9% ,9% Margem Bruta 72,8% 70,2% 76,2% 2,6 p.p. -3,4 p.p. 71,6% 77,1% -5,5 p.p. Lucro Líquido ,4% 107,0% 6 6-6,5% Margem Líquida 41,9% 12,2% 30,7% 29,7 p.p. 11,2 p.p. 28,2% 56,5% -28,3 p.p. EBITDA ,2% 107,6% ,4% Margem EBITDA 89,8% 67,5% 65,7% 22,3 p.p. 24,2 p.p. 79,5% 60,0% 19,6 p.p. FFO ,9% 92,4% ,5% Margem FFO 69,1% 42,0% 54,5% 27,1 p.p. 14,6 p.p. 56,6% 79,4% -22,8 p.p. Dívida Líquida ,9% 65,2% ,2% Dívida Líquida / PL 0,6 1,3 0,6-57,3% 0,4% 0,6 0,6 0,4% O segundo trimestre de 2013 foi de grande importância para a LOG visando o aumento da sua capacidade de geração de ativos comerciais. Além do crescimento dos volumes de aprovações e produção de ativos, a LOG concluiu uma operação de capitalização com a injeção de aproximadamente R$ 278 milhões em junho de 2013, sendo R$ 150 milhões dos atuais acionistas, proporcional às suas participações no capital anteriormente à conclusão desta operação, e R$ 128 milhões do FIP Multisetorial Plus ( FIP MPLUS ), fundo de private equity gerido pelo Bradesco BBI. A estrutura de controle da Companhia permaneceu inalterada. Com a operação, o capital votante e total da LOG ficou assim dividido: Acionista % capital votante e total MRV Engenharia e Participações S.A. 37,87% FIP Starwood 30,03% Outros acionistas 22,20% FIP MPLUS 9,90% Total do capital votante e total 100,00% Esta operação permitirá à LOG a continuidade do seu agressivo plano de investimento na construção e entrega de galpões industriais, shopping centers, centros de conveniência (strip malls), escritórios e loteamentos industriais, visando um volume cada vez maior fluxo de caixa de locação. Esta contribuição é mais um passo importante para o desenvolvimento e crescimento independente da LOG. Considerando o planejamento atual aprovado pela Administração da LOG, não há expectativa de necessidade de recursos adicionais para execução deste planejamento até o final de Ainda em junho de 2013 a SPE Cabral, da qual a LOG possui 50% de participação, realizou a venda de 50% de sua participação no empreendimento Shopping Contagem para um novo parceiro por R$ 58,8 milhões. Após esta operação, a LOG passará a deter indiretamente a participação de 7,5% no empreendimento. Esta negociação representa um cap rate estimado em 7,9% (NOI estimado no 3º ano). Os recursos serão utilizados em novos investimentos que a SPE Cabral já possui em seu portfolio. Em 30 de junho de 2013, o portfólio da LOG totalizava aproximadamente 1,4 milhão de m² de ABL (já descontados o %LOG do Shopping Contagem vendido), com presença em 9 estados e 26 cidades. Ao final do primeiro semestre de 2013, 57,0% do portfólio da LOG encontrava-se devidamente aprovado nos respectivos órgãos reguladores e prefeituras. 25

26 Evolução do Portfólio LOG (em m 2 ABL) - %LOG % % 6% 7% 11% 7% 82% 87% 87% dez/11 dez/12 jun/13 Galpões Retail Office A estratégia da LOG é de abrangência nacional de seu portfolio, reduzindo o risco de exposição a mercados específicos, além de se beneficiar dos mercados com baixo volume de oferta e alta demanda. Esta estratégia tem se provado eficiente na velocidade de absorção de seus espaços, assim como na manutenção de rentabilidade acima da média de mercado. O yield on cost médio dos projetos entregues até 30 de junho de 2013 está em 16,4%. Evolução da Distribuição Geográfica do Portfólio (em m 2 ABL) - %LOG em 31/dez/11 em 31/dez/12 em 30/jun/13 SP 53% MG 24% GO 9% RJ 9% ES PR 3% 2% SP 51% MG 14% CE 8% GO 8% RJ 7% PR 7% ES 3% BA 2% MG 16% SP 38% PR 11% RJ 11% ES 8% GO 6% CE 6% SE BA 3% 1% O Portfólio LOG acima não contempla o Parque Industrial Betim PIB, o projeto de loteamento industrial em construção pela LOG. Este projeto está sendo construído em uma área de 6 milhões de m², sendo aproximadamente 2,8 milhões de m² de área comercializável. Este é o único projeto da LOG cujas unidades são intencionadas para venda, embora a LOG já inicie estudos visando à implantação de condomínios logísticos próprios objetivando aproveitar a localização privilegiada do empreendimento. Os potenciais projetos de condomínios logísticos da LOG não estão contemplados no Portfólio LOG acima. Fotos das obras do Parque Industrial Betim 26

27 Considerando o rápido ciclo de construção da LOG, de aproximadamente seis meses para galpões industriais, o aumento significativo do volume de ABL aprovados representa um passo importante para a concretização do agressivo plano de crescimento da LOG. Evolução ABL Aprovado Acumulado em 30/jun/13 (em m 2 ABL) - %LOG % ABL aprovado em 30/jun/13 (em m 2 ABL) - %LOG /dez/12 1S13 30/jun/13 No 1S13, a LOG apresentou resultados operacionais que ratificam a grande capacidade de execução de seu time. Nos primeiros seis meses de 2013 a LOG produziu m² de ABL, um aumento de 18,9% em relação à produção do mesmo período de 2012, totalizando um acumulado de m² de ABL construídos. Em 30 de junho de 2013 a LOG possuía 11 canteiros de obra, distribuídos em 10 cidades e 6 estados com aproximadamente colaboradores (entre diretos e indiretos) trabalhando na construção de nossos ativos Evolução ABL Construído Acumulado em 30/jun/13 (em m2 ABL) - %LOG /dez/12 1S13 30/jun/13 Fotos de obras em andamento da LOG 27

28 Link para vídeo da construção do LOG São José dos Pinhais (time-lapse): Em 30 de junho de 2013, a LOG havia entregado um total acumulado de m² de ABL, sendo m² de ABL entregues no primeiro semestre deste ano. As áreas entregues para locação da LOG estavam distribuídas em 9 cidades e 5 estados. Após a conclusão das obras em andamento acima citadas, a LOG adicionará mais m² ao total de ABL entregues (aumento de 41,9% no total do ABL entregue atual) em 15 cidades e 7 estados, dando assim prosseguimento ao aumento da diversificação geográfica dos seus ativos em operação. Evolução ABL Engregue Acumulado em 30/jun/13 (em m2 ABL) - %LOG /dez/12 1S13 30/jun/13 Dívida líquida LOG CP (em R$ milhões) jun/13 mar/13 dez/12 Var. Jun-13 x Mar-13 Var. Jun-13 x Dez-12 Dívida total ,2% 27,5% (-) Caixa e Equivalentes de Caixa e Aplicações Financeiras (238) (25) (24) 866,8% 886,6% Dívida Líquida ,9% 15,2% Patrimônio Líquido Total ,2% 64,6% Dívida Líquida / PL Total 57,2% 134,1% 111,2% 76,8 p.p. 54,0 p.p. EBITDA Anualizado ,2% 98,1% Dívida Líquida / EBITDA Anualizado 10,60 23,48 24,79 54,8% 57,2% 28

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