MODELO DE ADMINISTRAÇÃO DE ESTOQUES PARA A PRODUÇÃO DE CÁPSULAS EM FARMÁCIA DE MANIPULAÇÃO BASEADO NO PONTO DE RESSUPRIMENTO

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1 31 de Julho a 02 de Agosto de 2008 MODELO DE ADMINISTRAÇÃO DE ESTOQUES PARA A PRODUÇÃO DE CÁPSULAS EM FARMÁCIA DE MANIPULAÇÃO BASEADO NO PONTO DE RESSUPRIMENTO Adriana Silveira Pereira de Melo (UFF) Ronaldo Ferreira da Silva (UFF) Victor Gomes Simão (UFF) Rafael Affonso de Paula (UFF) Osvaldo L.G.Quelhas (UFF) Resumo Este artigo trata da administração do estoque para a produção de medicamentos em pequena escala. O estudo foi realizado na Farmácia Universitária da Universidade Federal Fluminense (FAU-UFF). O objetivo foi pesquisar um método para gerenciaamento dos estoques dos insumos farmacêuticos na produção de cápsulas da FAU. Através do entendimento dos conceitos sobre previsão de demanda e do levantamento de dados de vendas dos medicamentos produzidos, determinou-se a demanda dos insumos ativos e inertes selecionados e em seguida o ponto de ressuprimento do estoque. O resultado consistiu na elaboração de uma planilha que registrou toda a produção de medicamentos do setor de cápsulas, as entradas dos insumos e a necessidade de reposição. As conclusões apontam para a necessidade de implantação de metodologias simples, mas eficazes que possibilitem ao gestor o controle do estoque. Abstract

2 This paper reports about the stock administration of a medications production in small scale. The study was accomplished in the Academic Pharmacy of the Fluminense Federal University (FAU-UFF). The objective was to develop a form of manage the stock from the capsules production FAU. Through the concepts understanding about demand forecast and of the sales data rising of the medications produced, it determined the demand of the active materials and selected inert and soon after the stock replacement point. The result consisted in the elaboration of a worksheet that registered all the medications production of the capsules sector, the materials entrance and the need to replacement. The conclusion indicates the need to implantation of simple methodologies, but effective that enables to the manager the stock control. Palavras-chaves: Gestão da produção em farmácia de manipulação, ponto de ressuprimento, administração de estoque IV CNEG 2

3 1. INTRODUÇÃO Poucos são os estudos sobre a gestão da produção em farmácias de manipulação. Existem cerca de 5000 farmácias de manipulação no país, a maioria de pequeno porte e este número vem crescendo a cada ano (SILVEIRA, 2007). Com o mercado em ascensão, faz-se necessário a utilização de ferramentas de gestão para torná-las (as farmácias) mais competitivas. Uma das práticas gerenciais mais descuidadas nas pequenas e médias empresas é o controle de estoque (OLIVEIRA & CARNEIRO, 2004). Os estoques podem ser definidos como a acumulação armazenada de recursos materiais em um sistema de transformação (SLACK et al, 2002, p.381). Para que uma empresa adote uma política de estoques vai depender dos materiais a serem estocados e dos objetivos da empresa. A utilização de estoques em quantidades mínimas para diminuição dos custos pode acarretar a falta de determinados itens em casos de demandas instáveis (LEMOS & FOGLIATTO, 2004). Por esse motivo o gerenciamento dos estoques precisa ser bem planejado. Segundo Tubino (2007) o estoque tem a função de equilibrar os materiais, devido às diferenças entre fornecimento e demanda. Os estudos de Krever et al (2003) mostraram que um controle eficiente de estoques aumenta a disponibilidade dos produtos, a qualidade do serviço e os custos da manutenção. Ketzenberg et al (2007) mostraram em suas pesquisas a importância do gerenciamento das informações no reabastecimento dos estoques. Para a aplicação eficiente de um controle de estoque, muitas vezes é necessária a utilização de softwares sofisticados ou de conhecimentos específicos sobre gestão de estoque. Esta prática torna-se difícil em farmácias de manipulação, em função da estrutura enxuta e da indisponibilidade de equipamentos, softwares e pessoal qualificado para operá-los na maior parte destas empresas. O presente trabalho pretende investigar um método para administração do estoque dos insumos utilizados na produção de cápsulas numa farmácia de manipulação, possibilitando a utilização da técnica por farmacêuticos. IV CNEG 3

4 2. REVISÃO DE LITERATURA: A GESTÃO DO PCP (PLANEJAMENTO E CONTROLE DA PRODUÇÃO) EM FARMÁCIA DE MANIPULAÇÃO A administração do estoque de um determinado item baseia-se em quando e quanto comprar, em função da observação da demanda. Ou seja, é necessário estipular o ponto de ressuprimento e a quantidade a ser reposta, com o intuito de se otimizar gastos com os produtos estocados. O modelo de ponto de pedido consiste em estabelecer uma determinada quantidade, que ao ser alcançado desencadeia um pedido de reposição da matéria prima em questão, sem que ocorra a falta deste componente. O gerenciamento de estoques é uma atividade de importância fundamental e deverá ser integrado tanto com a produção como também com as vendas de modo a otimizar os volumes das compras (TUBINO 2007) CONCEITO DE FARMÁCIA DE MANIPULAÇÃO Farmácia é um estabelecimento de manipulação de formulas magistrais e oficinais, de comércio de drogas, medicamentos, insumos farmacêuticos, correlatos. A fórmula magistral é aquela preparada na farmácia, a partir de uma prescrição de um profissional habilitado, destinada a um paciente individualizado, e que estabeleça em detalhes sua composição, forma farmacêutica, posologia e modo de usar. Já a fórmula oficinal é aquela cuja fórmula esteja inscrita no Formulário Nacional ou em formulários Internacionais reconhecidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária. (BRASIL 2007) Nesses estabelecimentos podem ser produzidos medicamentos alopáticos e homeopáticos. Nos medicamentos alopáticos a produção concentra-se em cápsulas, cremes, pomadas, xampus, xaropes, géis, soluções orais, loções cremosas, óvulos e supositórios enquanto que nos homeopáticos a manipulação consiste em tinturas-mãe, glóbulos, tabletes, pomadas papéis e fórmulas líquidas. A diferença entre a farmácia e a drogaria é que na drogaria não pode haver manipulação de medicamentos, é permitida somente a revenda de medicamentos industrializados. IV CNEG 4

5 Em ambas é obrigatória a presença de um farmacêutico durante todo o horário de funcionamento (CRÓSTA, 2000) O almoxarifado na farmácia é a área destinada ao armazenamento das matérias-primas, embalagens e deve ter espaço suficiente para que os itens a serem armazenados sejam colocados de maneira organizada, com a luz e umidade controlada, sobre estantes ou prateleiras ou pallets. A função dos depósitos, todavia, é a estocagem de pequenos volumes de produtos que tenham alta rotatividade, e qualquer mudança para grandes volumes de produtos com baixa rotatividade deve ser evitada, devido ao custo que isto pode gerar. A ANVISA na resolução que institui as Boas Práticas de Manipulação de preparações magistrais e oficinais para uso para uso humano em Farmácias (RDC 67/2007), em seu anexo I, item 4.2, descreve o que é necessário a uma boa armazenagem de matérias-primas farmacêuticas. Tendo em vista a adequação de uma farmácia de manipulação a essas normas, é preciso que cada estabelecimento farmacêutico adote um procedimento escrito para a avaliação e registro de todos os processos que ocorrem no almoxarifado, para garantir a qualidade do produto final (FERREIRA, 2002). O grande diferencial dos medicamentos produzidos numa farmácia de manipulação em relação aos medicamentos industrializados é a adequação da dose dos fármacos a cada paciente. O medicamento manipulado tem importância significativa para pacientes pediátricos e idosos, pois os mesmos na maioria das vezes não encontram o medicamento na dose adequada disponíveis no mercado. Os médicos também podem prescrever diversas associações entre os fármacos numa mesma formulação. Por esta razão a farmácia de manipulação caracteriza-se por trabalhar com variedade de insumos farmacêuticos e de embalagens, para que todos os clientes possam ser atendidos. Uma outra diferença importante é o prazo de validade, pois os medicamentos manipulados possuem prazo de validade menor (CRÓSTA, 2000) COMPOSIÇÃO DAS PREPARAÇÕES FARMACÊUTICAS As preparações farmacêuticas são constituídas por insumos farmacêuticos ativo e por insumos inerte. Os insumos inertes são substâncias complementares, de natureza definida, IV CNEG 5

6 desprovida de propriedades farmacológicas ou terapêuticas, nas concentrações utilizadas, e empregadas como veículo ou excipiente, na composição do produto final (BRASIL, 2007). Para a preparação de diversas formas farmacêuticas, as farmácias produzem veículos ou bases galênicas que são preparações constituídas somente por insumos inertes. Estes veículos estão diretamente relacionados à produção de cremes, loções, géis, suspensões, soluções e shampoos. Para cada um dos veículos existe uma série de insumos com prazos de validade diferentes. De acordo com a legislação vigente (RDC Nº 67/2007) o prazo de validade do produto final deve estar relacionado ao período do tratamento. Em razão da variabilidade dos insumos farmacêuticos e das quantidades adquiridas, as farmácias estocam inúmeros itens com diferentes prazos de validade. Além disso, a legislação obriga todos os estabelecimentos que lidam com produtos farmacêuticos a manter um programa de gerenciamento de resíduos, responsabilizando estes estabelecimentos pelo destino final dos insumos vencidos (BRASIL, 2004) DETERMINAÇÃO DA DEMANDA As organizações de forma geral sempre se adaptam de acordo com o direcionamento dos negócios. Esse direcionamento pode ser notado de inúmeras maneiras, de acordo com a capacidade operacional, da mão-de-obra, do fluxo do caixa e muitas outras formas. Entretanto a forma mais usual de prever o andamento do negócio é a partir da demanda determinada de dados passados. É essencial que os dados consultados sejam de total confiabilidade, pois será a partir desses dados que por ventura se tomará uma decisão que influenciará o futuro da empresa em questão. Daí, a importância de registrar com precisão as operações de entrada e saída de todos os componentes da empresa, a fim de conseguir no futuro entender o andamento do negócio..(gardner; DIAZ-SAIZ, 2002 apud LEMOS; FOGLIATTO, 2004). Neste sentido, as previsões pelo Planejamento e Controle da Produção (PCP) ocorrem em dois momentos distintos: para planejamento do sistema produtivo gerenciando suprimentos, estoques, entradas e saídas de material e produto acabado - e para o uso do sistema produtivo IV CNEG 6

7 dimensionamento de capacidade e tempo de processamento. Sendo assim, as previsões serão utilizadas na administração de estoque. Demanda é a quantidade que os consumidores desejam adquirir de determinado produto por alguma unidade de tempo. Essa demanda é influenciada por uma série de fatores que se estendem desde as condições macroeconômicas até questões operacionais, como a disponibilidade do produto e preço no ponto-de-venda. E a partir dessa quantidade estipulada, a produção é acionada para atender as necessidades dos consumidores MÉTODOS DE PREVISÃO DE DEMANDA As técnicas de previsão da demanda podem ser divididas em qualitativas e quantitativas. Nas técnicas qualitativas a previsão é baseada em dados subjetivos, como a opinião e julgamento de pessoas que estejam diretamente relacionadas com o processo produtivo. Nas técnicas quantitativas utilizam-se modelos matemáticos para projetar as demandas futuras, que podem estar relacionadas com o tempo (previsões baseadas em séries temporais), ou associadas com uma ou mais variáveis que tenham relação com a demanda do produto (previsões baseadas em correlações) (TUBINO, 2007). Essas técnicas estão descritas no Quadro 1. Previsão da Média Tendência Técnicas baseadas em séries temporais Média móvel simples Média exponencial móvel Considera-se que as variações são devidas às causas aleatórias e distribuídas igualmente em relação à média. Fácil operação e utilização. Usada para casos em que a demanda é estável. Previsão obtida relacionando as previsões anteriores, acrescidas do erro, corrigida por um coeficiente de ponderação. É aplicável na previsão de dados médios de demanda com pequenas variações. È o movimento gradual de longo prazo no nível de demanda. Busca-se uma equação que descreva este movimento, que pode ser uma equação linear ou ajustamento exponencial para a tendência. Técnicas baseadas em correlações Consiste em prever a demanda de um produto com base na previsão de outra variável que esteja relacionada com o produto. Deve-se estabelecer uma equação que relacione a variável de previsão com a demanda do produto. Quando esta correlação leva a uma equação linear é conhecida como regressão linear. IV CNEG 7

8 Sazonalidade Consiste na variação de alguns produtos que são mais vendidos durante certa época do ano. Para se calcular a previsão se deve empregar o ultimo dado da demanda no período em questão e assumi-lo como previsão. Quadro 1 - Técnicas de previsão de demanda Fonte: Adaptado do Planejamento e Controle da Produção (TUBINO, 2007) Apesar de todos esses cálculos deve-se sempre observar o modelo utilizado comparandose a demanda prevista e a real, para validar a técnica utilizada (TUBINO, 2007). Soares (2006) através de seus estudos concluiu que prever a demanda no setor de operações numa empresa de eletrodomésticos de forma agregada por famílias de produtos gera melhores resultados e que o modelo do sistema de produção deve estar de acordo com as características da demanda. Tubino & Andrade (2003) em trabalhos realizados numa malharia que possuía demandas variáveis, demonstraram que a aplicação de sistemas puxados em ambientes que possuem demandas instáveis é possível, contrariando a teoria convencional de PCP (planejamento e controle da produção). Os autores aplicaram a seguinte metodologia: classificaram as malhas de acordo com o sistema ABC e nas malhas com classe A e B implantou-se o sistema puxado de produção, alcançando um controle de 80% de toda a produção. Um dos resultados obtidos foi à redução do estoque médio na sala de malhas cruas, que passaram de 150 toneladas para 80 toneladas. Outro estudo interessante sobre o assunto foi realizado no sistema bancário, onde ocorria dificuldade na previsão de demanda de um caixa eletrônico. A principal dificuldade era a incerteza dos saques que apresentavam variações em relações aos dias da semana, feriados e pagamentos de acordo com o dia útil do mês. Para tentar minimizar essa questão, Paiva e Mesquita (2007) propuseram um modelo de regressão múltipla com variáveis dummy para o cálculo da previsão de demanda. As variáveis dummy permitem a formulação de uma equação de previsão para cada data, indicando se a causa do comportamento da demanda ocorre ou não. O modelo proposto apresentou ótimos resultados, pois houve redução dos níveis de estoque de numerário, ocasionando ganhos econômicos para os clientes (bancos) e para a empresa administradora dos caixas eletrônicos. IV CNEG 8

9 De acordo com Silveira e Gusberti (2007) as pequenas e médias empresas do setor farmacêutico não utilizam metodologias formais para a previsão de demanda por achar que a ferramenta é dispendiosa e complicada. Os autores realizaram um estudo de caso numa dessas empresas e empregaram um modelo de cálculo da previsão de demanda, segundo uma árvore de definição, utilizando métodos qualitativos e quantitativos. A empresa em questão calculava a previsão da demanda baseada na média de vendas do último período (anual) e estipulava um percentual acima da média passada; ou seja, tratava demanda e meta de vendas conjuntamente. Após a aplicação do modelo proposto observou-se que a metodologia empírica usada pela empresa conferia com o calculado pelo modelo, porém o modelo oferecia informações extras como, por exemplo, a definição de demanda de produtos em desenvolvimento, que precisam de metodologias mais estruturadas TIPOS DE PRODUÇÃO Existem dois tipos de produção, a puxada e a empurrada. No caso da Farmácia Universitária da UFF( FAU) observam-se ambos os tipos de produção: a puxada e a empurrada. A produção é empurrada quando se produz de acordo com uma previsão de demanda que é apresentada. Caso a demanda real seja inferior à projetada, o centro produtor empurra o excedente para o estágio seguinte, que pode ser uma estação de trabalho ou o mercado consumidor. Como não se sabe se o estágio de montagem seguinte está precisando daquela peça que está sendo empurrada, pode ocorrer a formação de estoques. Esse tipo de produção é o que acontece normalmente nas empresas. Já na produção puxada nada é produzido até que o cliente (interno ou externo) solicite a fabricação; ou seja, um processo posterior pede e retira peças do estoque de um processo anterior apenas na proporção e na hora que são necessárias, evitando-se a produção antecipada e a formação de estoque excedente. A produção puxada está relacionada à filosofia just in time. A filosofia just in time tem seus fundamentos na eliminação de desperdícios (TUBINO, 2007). Seu objetivo maior é dispor da peça ou insumo necessário, na quantidade necessária e no momento necessário, pois qualquer espera por falta de insumos em uma linha de produção, ou seu excesso em estoque traduz-se em custos e desperdícios. IV CNEG 9

10 Quantidades IV CONGRESSO NACIONAL DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO Na produção puxada não há formação de estoques e os custos com matérias primas são mais baixos, visto que as mesmas somente serão utilizadas quando necessárias PONTO DE RESSUPRIMENTO O ponto de ressuprimento ou ponto de pedido é quantidade de itens em estoque, que quando atingida dá partida ao processo de reposição do item em uma quantidade pré-estabelecida (TUBINO 2007). O modelo de ponto de ressuprimento pode ser ilustrado pela analogia à prática de abastecimento de combustível em um automóvel. Isto se dá quando o proprietário abastece o veículo somente quando o nível de combustível no tanque está na reserva, ou em qualquer outro nível que ele considere como ideal ou limite de alerta para se procurar um posto e encher o tanque. Dessa forma, o modelo se caracteriza por intervalos variáveis de ressuprimento (em função do quantitativo consumido ao longo do tempo), mas pelo seu reabastecimento em quantidades sempre fixas (QUELHAS et al, 2008). A Figura 1 pode representar bem o funcionamento do modelo. Mostrando uma quantidade máxima (Qmax) e uma quantidade mínima (Qmin) de estoque. Modelo de ponto de ressuprimento PR Qmax Qmin Tempo Figura 1 - Modelo de ponto de ressuprimento Fonte: Adaptado de Tubino (2007). IV CNEG 10

11 A quantidade determinada no ponto de pedido tem que ser suficiente para atender a demanda durante o período em que o item é reposto. (Tubino 2007). Onde, PR = Ponto de ressuprimento d = Demanda t = Tempo de ressuprimento Qs = Estoque de segurança PR = d. t + Qs O tempo de ressuprimento deve ser considerado como sendo o intervalo de tempo para repor determinado item, depois que tenha sido feito o pedido de reposição. Levando-se em conta o tempo de preparação do pedido, tempo de preparação da compra ou fabricação, o tempo de entrega do item, e qualquer outro empecilho que possa vir a existir na empresa. O estoque de segurança é o limite da reserva do tanque, ou seja, a quantidade mínima que deve existir no estoque no caso de ocorrer algum imprevisto no processo de ressuprimento do material (TUBINO, 2007). A maioria das farmácias utiliza softwares específicos para venda de seus produtos, que fornecem previsões de demanda, mas, esses dados são generalizados. Na realidade, os dados não podem ser generalizados em função do tempo de ressuprimento, que é diferente em cada farmácia, as especialidades médicas atendidas e perfil sócio-econômico dos clientes. 3. METODOLOGIA A metodologia de pesquisa que foi utilizada baseia-se numa revisão de literatura e pesquisa de campo, com estruturação de um estudo de caso. Caracteriza-se, assim, como uma pesquisa de natureza exploratória. Na FAU são utilizadas cerca de 300 matérias-primas para a produção de medicamentos de uso externo e interno. O setor de produção de cápsulas utiliza 40(quarenta) insumos farmacêuticos entre ativos e inertes. Para análise inicial do consumo de insumos na FAU, foi IV CNEG 11

12 levantado o consumo de todos os insumos deste setor no período de janeiro a outubro de Entretanto para uma primeira etapa de estudos foi selecionada uma pequena amostra de insumos para que fossem testados os instrumentos propostos para a administração de estoque. O critério utilizado para a escolha dos insumos foi baseado no fator criticidade e deu-se em virtude da maior saída dos mesmos. Dentre os insumos escolhidos foram selecionados na categoria de ativos: Atenolol, Carbonato de cálcio, Enalapril, Ginkgo biloba, Losartan e Norfloxacino. Na categoria de insumos inertes selecionou-se: amido e celulose. Os dados históricos de consumo dos insumos no período estudado foram organizados em uma tabela, onde se calculou a média de consumo. Em seguida, para determinar a demanda diária dos insumos analisados, dividiram-se as médias mensais de consumo por 30 dias. Os valores em g/dia foram utilizados como previsão de demanda. Determinada a demanda de consumo realizou-se a sua observação do consumo no decorrer dos meses seguintes para comprovar se o valor calculado de fato correspondia à realidade. A partir do valor da demanda obtido, procedeu-se o cálculo do tempo de ressuprimento e o estoque de segurança. O tempo de ressuprimento foi determinado calculando-se o tempo médio em que o pedido é feito, entrega pelo fornecedor e a liberação do insumo pelo controle de qualidade da farmácia. Já o estoque de segurança foi estipulado a partir da quantidade consumida para a fabricação de determinada quantidade de medicamento de acordo com a demanda para 15 dias. Aplicou-se então a fórmula do ponto de ressuprimento para cada insumo analisado. 4. RESULTADOS O levantamento do consumo de cada insumo farmacêutico selecionado no tempo estipulado para o estudo permitiu a elaboração da Tabela 1. IV CNEG 12

13 Tabela 1 - Saída de matéria prima ao longo dos meses de janeiro a outubro de Materia-prima Janeiro(g) Fevereiro(g) Março(g) Abril(g) Maio(g) Junho(g) Julho(g) Agosto(g) Setembro(g) Outubro(g) Media(g) Amido 4098, , , , , , , , , , ,33 Atenolol 2315, , , ,00 20, , , , , , ,51 Carbonato de Calcio 17550, , , , , , , , , , ,80 Celulose 11925, , , , , , , , , , ,00 Enalapril 453,00 405,00 543,00 556,00 487,00 547,00 532,00 373,00 493,00 483,00 487,20 Ginkgo Biloba 1665, , , , , , , , , , ,68 Losartan 1054, , , ,00 974, , , , , , ,00 Noxfloxacino 2797, , , , , , , , , , ,3 Este modelo de registro de consumo foi escolhido devido à simplicidade de implantação e de controle das quantidades de entradas e de saídas de insumos ao longo do tempo. Ela possibilita que qualquer pessoa que tenha acesso aos dados, os compreenda e dê continuidade ao gerenciamento. Na análise dos dados disponíveis verificou-se que não existe muita variação de consumo entre as épocas do ano (tabela 1), para os oito insumos de maior uso, considerados críticos. Para esses insumos, não há indicação de sazonalidade, o que facilitaria a determinação da demanda de cada item presente no estudo. O cálculo do ponto de ressuprimento, através da demanda diária dos insumos, do tempo de ressuprimento e do estoque de segurança, uma segunda tabela foi montada. (Tabela 2). O tempo de ressuprimento foi o mesmo para todos os insumos estudados, ou seja, de 18 dias. Tabela 2 - Determinação do ponto de ressuprimento Materia-Prima Demanda (g/dia) Tempo de ressuprimento (dias) Estoque de segurança (g) Ponto de ressuprimento (g) Amido 144, , ,43 Atenolol 71, , ,00 Carbonato de Cálcio 664, , ,90 IV CNEG 13

14 Celulose 433, , ,80 Enalapril 16, ,00 347,30 Gingko Biloba 78, , ,00 Losartan 41, , ,00 Norfloxacino 85, , ,00 Com o cálculo do ponto de ressuprimento, chegou-se a outra planilha simples e de fácil compreensão (tabela 3) onde estão condensadas as informações necessárias para um melhor gerenciamento do estoque. Tabela 3 - Relatório de entrega para o gestor Quantidade atual do estoque(g) Ponto de Ressuprimento(g) Quantidade a ser comprada(g) Validade mínima Estimativa de duração(dias) Matéria prima Status Amido 6875, , ,00 Não comprar 9 Meses 54 Atenolol 9652, , ,00 Não comprar 9 Meses 114 Carbonato de Cálcio 650, , ,00 Comprar 9 Meses 432 Celulose 37314, , ,00 Não comprar 9 Meses 96 Enalapril 1710, ,30 972,00 Não comprar 9 Meses 89 Ginkgo Biloba 109, , ,00 Comprar 9 Meses 2 Losartan 746, , ,00 Comprar 9 Meses 17 Norfloxacino 4943, , ,00 Não comprar 9 Meses 136 A Tabela 3 permite a visualização da quantidade atual do estoque, do ponto de ressuprimento, da quantidade a ser comprada para uma demanda de 60 dias, a necessidade ou não de compra do insumo, a validade mínima do insumo e uma estimativa de duração do insumo no estoque da FAU para os insumos selecionados.. 6. CONCLUSÃO E SUGESTÃO DE NOVAS PESQUISAS De acordo com a Tabela 3 obtida durante o estudo, o farmacêutico pode programar e efetivar a compra dos insumos. A partir dessa tabela pode-se prever o tempo em que à matériaprima durará, possibilitando que o mesmo possa planejar com precisão quando e quanto comprar de cada insumo em função das particularidades de cada estabelecimento. Este gerenciamento evitará desperdícios, visto que, os insumos não perderão a validade e evitarão que as mesmas sejam descartadas. IV CNEG 14

15 O principal ganho da Farmácia Universitária da Universidade Federal Fluminense (FAU- UFF) com este trabalho foi a obtenção de um sistema eficiente e simples de controle de estoque baseada nas entradas e saídas de matéria-prima. Será possível evitar paradas de produção em função da falta de insumos, bem como a formação de estoques excessivos de ativos e inativos no almoxarifado da FAU, otimizando a ocupação de espaços em prateleiras e mitigando os riscos de perdas de insumos. O estudo realizado deixa evidente a necessidade por novas pesquisas mais aprofundadas para a otimização da produção nas instalações da FAU-UFF. Através da elaboração de um planejamento de produção mais abrangente, englobando além do controle de estoques de matériaprima, a análise histórica da demanda e a disponibilidade de recursos produtivos seria possível realizar planejamento mestre de produção firmes em um horizonte de tempo adequado aos pontos de ressuprimento para os principais insumos analisados. 7. BIBLIOGRAFIA BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução RDC 306, de 7 de dezembro de Dispõe sobre o gerenciamento de resíduos para os serviços de saúde. Diário Oficial [da] República Federativa do Brasil, Brasília - DF, 10 de dezembro de BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Resolução RDC 67, de 8 de outubro de Dispõe sobre as Boas Práticas de Manipulação de Preparações magistrais e Oficinais para Uso Humano em farmácias. Diário oficial [da] República Federativa do Brasil, DF, 9 de outubro de CRÒSTA, Vera Maria Duch. Gerenciamento e qualidade em empresas de pequeno porte: um estudo de caso no segmento de farmácia de manipulação f. Dissertação (Mestrado me Matemática). Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Matemática, Estatística e Computação Científica, Campinas, FERREIRA, A Oliveira. Guia prático de farmácia magistral. 2.ed. Juiz de Fora: Tecnopress, KETZENBERG, et al. A framework for the value of information in inventory replenishment. European Journal of Operacional Research,v.182,n 3,p , nov KREVER et al. Inventory control based on advanced theory, an application. European Journal of Operational Research, v.162, n 2, p , IV CNEG 15

16 LEMOS, Fernando O.; FOGLIATTO, Flávio S. Modelagem estocástica do estoque de itens revisados periodicamente com pedidos sujeitos a múltiplas datas de entrega. In: ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO, 24, 2004, Florianópolis. OLIVEIRA, Rosana C; CARNEIRO, Savana CP. Elaboração e implementação de um modelo de administração de estoque baseado em faixa de ressuprimento. IN: ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO, 24, 2004, Florianópolis. PAIVA, Rodrigo C; MESQUITA, Marco A. Previsão de demanda e reposição de numerários em uma rede de caixas eletrônicos. In: ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO, 27, 2007, Foz do Iguaçu. QUELHAS, Osvaldo L.G.; MESQUITA, Marco A.; LUSTOSA, Leonardo J.; OLIVEIRA, Rodrigo J. Planejamento e controle da produção. Rio de Janeiro: Campus, SILVEIRA, Kaka. Mudanças na RDC 214 mobilizam o mercado. Revista Canal Aberto. São Paulo, ano 1, edição nº SILVEIRA, Patrícia; GUSBERTI, Tomoe D H. Modelo de definição de demanda de produtos farmacêuticos no contexto de pequenas e médias empresas. In: ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO, 27, 2007, Foz do Iguaçu. SOARES, Hugo Freneda. O comportamento da demanda e suas implicações na gestão de operações: um estudo de caso de uma empresa de eletrodomésticos. Dissertação (Mestrado em Engenharia de Produção), Programa de Pós-Graduação em Engenharia de Produção, Universidade Federal de São Carlos, São Carlos, TUBINO, Dalvio; ANDRADE, Gilberto, JP. A implantação de sistemas puxados de programação da produção em ambientes de demandas instáveis. In: ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO, 23, 2003, Ouro Preto. TUBINO, Dalvio Ferrari. Planejamento e controle da produção: teoria e prática. São Paulo: Atlas, IV CNEG 16

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