PLANO DE SEGURANÇA INTERNO SCIE

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2 SCIE UTILIZAÇÃO TIPO: IV CATEGORIA DE RISCO: 2ª

3 SCIE

4 PROMULGAÇÃO DO PLANO DE SEGURANÇA - SCIE A Direção do promulga o presente que compõe as Medidas de Autoproteção de Segurança contra Incêndios no edifício no sentido de promover a segurança de todos os trabalhadores e outros ocupantes, bem como dos seus bens, sendo obrigação dos trabalhadores e directores cumprirem o disposto no presente manual. Por se tratar de um documento dinâmico, deverá ser revisto e atualizado anualmente ou sempre que tal se verifique necessário. Este Plano entra em vigor no dia seguinte ao da sua assinatura. Pela Direção Data:, de de

5 REVISÃO E ALTERAÇÃO DO - SCIE Quadro 1 Edições do Plano de Segurança Interno - SCIE Revisão Data Motivo Elaboração do Documento

6 LISTA DE DISTRIBUIÇÃO DO - SCIE A distribuição do Plano de Segurança Interno (PSI) é da competência do Responsável de Segurança. São distribuídos exemplares controlados por todos os chefes de departamento, sendo-lhes sempre enviadas todas as edições do PSI. Detentor Exemplar Comando Distrital de Operações de Socorro de Viseu 1e2 Bombeiros Voluntários De Lamego 3 Padre Avelino Martins da Silva (Responsável de Segurança) 4 Professor Rui Óscar (Delegado de Segurança) 5 Posto de Segurança (Secretaria) 6 Data de receção

7 1. CAPITULO I PROPÓSITO 1.1. CONCEITO RAZÕES CARACTERÍSTICAS OBJETIVOS MEDIDAS DE AUTOPROTEÇÃO CAPITULO II PLANO DE PREVENÇÃO 2.1. CLASSIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO Desconformidades do Edifício Identificação Entrada em Funcionamento Utilizações-tipo Categorias de Risco Locais de Riscos Responsável de Segurança e Delegado de Segurança DESCRIÇÃO DO ESPAÇO Aspetos Humanos Período de Funcionamento Aspetos Físicos Descrição Funcional IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS Riscos Internos Riscos Externos INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA NOS LOCAIS DE RISCO C, C+, D E F PROCEDIMENTOS DE E XPLORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DOS ESPAÇOS Acessibilidade dos meios de socorros aos espaços e utilizações-tipo Acessibilidade dos meios externos à Rede de Água SI Praticabilidade dos caminhos de evacuação Eficácia da estabilidade ao fogo e dos meios de compartimentação, isolamento e proteção Acessibilidade aos meios de alarme e intervenção Vigilância dos espaços, em especial os de maior risco de incêndio e os que estão normalmente desocupados Conservação dos espaços em condições de limpeza e arrumação adequadas Segurança na manipulação e armazenamento de matérias e substâncias perigosas Segurança nos trabalhos de manutenção, remodelação e ampliação... 34

8 2.6. PROCEDIMENTOS DE E XPLORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DAS INSTALAÇÕES Instalações Elétricas Instalações de Combustíveis Sistema Automático de Deteção de Incêndio Meios de Extinção de Incêndio Sinalética de Segurança PROCEDIMENTOS DE CONSERVAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS INSTALAÇÕES TÉCNICAS E DOS EQUIPAMENTOS E SISTEMAS DE SEGURANÇA POSTO DE SEGURANÇA INSPEÇÕES REGULARES E EXTRAORDINÁRIAS FISCALIZAÇÃO PLANTAS DE PREVENÇÃO CAPITULO III PLANO DE EMERGÊNCIA 3.1. IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS E NÍVEIS DE GRAVIDADE Efetivo Níveis de intervenção / Gravidade ORGANOGRAMA DE SEGURANÇA Atribuições, Responsabilidades e Perfil dos Intervenientes PROCEDIMENTO DE ALARME PROCEDIMENTO DE ALERTA PLANO DE ATUAÇÃO Atuação em caso de Emergência Atuação em caso de Incêndio Atuação em caso de Acidente PLANO DE EVACUAÇÃO PROCEDIMENTO DE RECEÇÃO E ENCAMINHAMENTO DO CORPO DE BOMBEIROS PROCEDIMENTO DE REPOSIÇÃO DE SEGURANÇA CAPITULO IV FORMAÇÃO 4.1. PROGRAMA DAS AÇÕES PARA TODOS OS OCUPANTES DA UTILIZAÇÃO-TIPO PROGRAMA DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA PARA OS OCUPANTES QUE TRABALHAM COM SITUAÇÕES DE MAIOR RISCO (LOCAIS DE RISCO, C,C+,D E F) PROGRAMA DE FORMAÇÃO PARA OS OCUPANTES COM ATRIBUIÇÕES ESPECIAIS EM CASO DE EMERGÊNCIA RELATÓRIO DE FORMAÇÃO EM SCIE... 68

9 5. CAPITULO V EXERCÍCIOS E SIMULACROS 5.1. EXERCÍCIOS PRÁTICOS SIMULACROS Contagem dos Tempos Cenários Intervenientes EXECUÇÃO E AVALIAÇÃO DE SIMULACROS RELATÓRIOS DE SIMULACRO ATUALIZAÇÃO DO CAPITULO VI INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA ESPECÍFICAS Incêndio/Explosão Sismo Derrame Fuga de Gás Vendaval ou Ciclone Inundação Intrusão nas Instalações Autorização Fogos Nus Substâncias Perigosas Trabalhos de Manutenção Abastecimento de Combustíveis Transporte, Manuseamento e Armazenamento de Garrafas de Gás Manuseamento da Manta Ignífuga Manuseamento de Carreteis INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA GERAIS Funcionamento de Equipamentos de Combate a Incêndios (Extintor) Sistema Automático de Deteção de Incêndio (SADI) Incêndio/Explosão Sismo Fuga de Gás Inundação Caso de Emergência Instruções de Evacuação

10 8. CAPITULO VII CADERNO DE REGISTOS 1. Mapa dos Relatórios de Vistorias, Inspeções e Fiscalizações 2. Relatório de anomalias nas instalações técnicas 3. Relatórios de anomalias nos Equipamentos e Sistemas de Segurança 4. Cadastro dos Extintores 5. Relação das ações de Manutenção nas Instalações Técnicas 6. Relação das ações de Manutenção dos Equipamentos e Sistemas de Segurança - EXTINTOR 7. Relação das ações de Manutenção dos Equipamentos e Sistemas de Segurança - ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA 8. Relação das ações de Manutenção dos Equipamentos e Sistemas de Segurança - SINALIZAÇÂO 9. Relatórios de Modificações, Alterações e Trabalhos Perigosos 10. Relatório de Ocorrências 11. Relatórios de Ocorrências - (Incidentes, Acidentes e Avarias) 12. Relatórios das Ações de Formação 13. Preparação do Simulacro 14. Relatório do Simulacro 15. Avaliação de Exercícios e Simulacros 16. Implementação das Medidas após Simulacro 17. Lista de Verificação 18. Plano de Formação ANEXOS A. PLANTA DE LOCALIZAÇÃO B. ORGANIGRAMA DE SEGURANÇA C. LISTA DE CONTACTOS D. PLANO DE ATIVIDADES E. PEÇAS DESENHADAS F. PLANTA DE IMPLANTAÇÃO

11 CAPÍTULO I Propósito SCIE

12 CAPÍTULO I Propósito PÁG. 12 O Plano de Segurança Interno define um conjunto de regras de exploração e comportamento, que constituem o conjunto de procedimentos de prevenção contra incêndios a adotar pelo, de acordo com o pressuposto no Decretolei nº 220/2008 de 12 de Novembro e da Portaria nº 1532/2008 de 29 de Dezembro. A Segurança é entendida pelo como um fator crucial na sua atividade, não somente pelos impactes que eventuais incidentes ou acidentes possam ter na continuidade das suas operações, pondo por essa via em causa a cadeia de fornecimento em que está inserida, mas igualmente pelos impactes ambientais e sociais negativos que daí poderão advir, afetando de forma significativa a comunidade e os seus colaboradores. Consciente desta realidade, o em conformidade com os princípios que norteiam a sua Politica de Segurança, entende que a prevenção é a melhor forma de antecipar eventuais situações de risco, pelo que a elaboração de um Plano de Segurança Interno (PSI), devidamente documentado, fundamentado, divulgado e assumido pelos colaboradores como parte ativa do seu dia-a-dia, constitui uma mais-valia para a mesma. A elaboração do Plano de Segurança Interno permite criar um documento de apoio à formação e treino dos utilizadores, assim como de informação às forças de socorro e de intervenção externa, para além de ser um guião em situação real de emergência. Para que isso seja funcional, implica a elaboração de vários documentos, como referido no nº 2, do art.º 21º, do Decreto-Lei nº 220, de 12 de Novembro de 2008, sendo estes: o Plano de Prevenção, Plano de Emergência e o Caderno de Registos. Por sua vez o Plano de Emergência Interno é constituído pelo Plano de Atuação, pelo Plano de Evacuação e outros documentos constantes do art. 205º, da Portaria nº 1532 de 29 de Dezembro de Este Plano foca vários pontos essenciais tais como: Caracterização das Instalações; Identificação dos riscos Levantamento dos meios humanos e materiais disponíveis Organização de meios humanos para agir em situações de emergência; Organização dos planos de atuação e de evacuação; Definição das instruções de segurança a nível geral, especial e particular

13 CAPÍTULO I Propósito PÁG CONCEITO O presente documento pretende ser um Instrumento simultaneamente preventivo e de gestão operacional que sistematiza um conjunto de procedimentos RAZÕES Reduzir a probabilidade de ocorrência de incêndio; Limitar o desenvolvimento de eventuais incêndios; Facilitar a evacuação e o salvamento dos ocupantes em risco; Permitir a intervenção eficaz e segura dos meios de socorro CARACTERÍSTICAS Simples; Flexível; Dinâmico; Adequado e; Preciso 1.4. OBJECTIVOS Dotar o edifício de um nível de segurança eficaz; Sensibilizar para a necessidade de conhecer e rotinar procedimentos de autoproteção a adotar, por parte de todos os ocupantes do edifício; Coresponsabilizar todos os ocupantes no cumprimento dos procedimentos de segurança; Corrigir as situações desconformidades detetadas; Maximizar a resposta, através dos meios de 1.ª intervenção; Organizar os meios humanos, para garantir a salvaguarda de pessoas e bens em situação de emergência MEDIDAS DE AUTOPROTEÇÃO A elaboração deste documento teve como objetivo estabelecer o regime jurídico de segurança contra incêndios no COLÉGIO DE LAMEGO e determinar as condições de segurança contra incêndios a aplicar a todas as áreas ou sectores. Este edifício deve adotar e aplicar medidas de autoproteção, ou seja, medidas de Organização e Gestão da Segurança baseadas sobre a existência de: Medidas preventivas, destinadas a reduzir o risco de ocorrência de um incêndio e pormenorizadas no Plano de Prevenção; Medidas de proteção, destinadas a minimizar as consequências de um incêndio e pormenorizadas no Plano de Emergência; Registo de Segurança, onde devem ser anotadas as ocorrências suscetíveis de comprometer a segurança dos ocupantes e instalações e serão resguardados todos os documentos direta ou indiretamente relacionados com a segurança; Cursos e exercícios práticos de formações das pessoas que lidam com situações de maior risco de incêndio

14 CAPÍTULO I Propósito PÁG. 14 Simulacros com periodicidade de acordo com a tabela XLI do art.º 207 da Portaria nº 1532/2008 de 29 de Dezembro, que permitem testar o Plano de Emergência, criar rotinas de comportamento e aperfeiçoar os procedimentos.

15 CAPÍTULO II Plano de Prevenção SCIE

16 CAPÍTULO II Plano de Prevenção PÁG. 16 NOTA INTRODUTÓRIA O Plano de Prevenção define um conjunto de regras de exploração e comportamento, que constituem o conjunto de procedimentos de prevenção contra incêndios a adotar pelo, de acordo com o pressuposto no Decreto-lei nº 220/2008 de 12 de Novembro e da Portaria nº 1532/2008 de 29 de Dezembro. Em conformidade com os princípios que norteiam o na sua Politica de Segurança, este entende que a prevenção é a melhor forma de antecipar eventuais situações de risco, pelo que a elaboração de um Plano de Prevenção devidamente documentado, fundamentado, divulgado e assumido pelos colaboradores como parte ativa e preventiva do seu dia-adia, constitui uma mais-valia para o mesmo. Neste sentido, e visando por um lado minimizar ou eliminar os danos ou perdas que possam resultar de potenciais problemas e, por outro, dar resposta cabal ao preconizado na legislação, a Direção, entendeu que se procedesse à elaboração do Plano de Segurança Interno de forma a definir as regras a respeitar pelo conjunto dos seus colaboradores, e visitantes (fornecedores, clientes ou outros) que no quadro das suas atividades se encontrem dentro das instalações. 2.1 CLASSIFICAÇÃO DO EDIFÍCIO Desconformidades do Edifício Existem algumas desconformidades de acordo com o estabelecido na Portaria nº1532/2008 de 29 de Dezembro, no que se refere a: Segundo o artigo 14º, nº 11, os locais de risco C, deviam constituir compartimentos corta-fogo. Segundo o artigo 20º Os locais de risco B devem ser separados dos locais adjacentes por elementos da construção que garantam, pelo menos, as classes de resistência ao fogo padrão indicadas no quadro XIII; Segundo o artigo 23º Os locais de risco E devem ser separados dos locais adjacentes por elementos da construção que garantam, pelo menos, as classes de resistência ao fogo padrão indicadas no quadro XVII; No que diz respeito à resistência ao fogo de todos os materiais de revestimentos, tais como portas e pavimentos, prevê-se que nos locais que não apresentam risco acrescido, estes estejam de acordo com o estabelecido com os quadros dos artigos 39º, 40º e 41º, uma vez que o edifício é em cantaria de pedra, possui pilares em betão armado ou pedra de granito, vigas de betão armado onde apoiam lajes maciças e aligeiradas, a estrutura de suporte de cobertura é igualmente em betão, composta por lajes aligeiradas, as paredes interiores dos vários pisos são em alvenaria de pedra e em alvenarias de tijolo, revestidas e pintadas com tinta plástica e/ou azulejo decorativo e os pavimentos possuem todos, revestimento cerâmico. No entanto, não foi possível comprovar a veracidade da afirmação, pelo que se sugere que a mesma seja comprovada; Segundo o artigo 135º, nº 1 c) o estabelecimento deveria dispor de instalações de controlo de fumo; Segundo o artigo 164º, d) o edifício deveria ser servido por redes de incêndio armadas, guarnecidas com bocas-deincêndio do tipo carretel, devidamente distribuídas e sinalizadas; Segundo o artigo 184º, a) e b) deverão existir sistemas automáticos de deteção de gás;

17 CAPÍTULO II Plano de Prevenção PÁG. 17 Como medidas compensatórias, face às desconformidades existentes, foi definido pelo : Os locais de risco C deverão constituir compartimentos corta-fogo; Os locais de risco B devem ser separados dos locais adjacentes por elementos da construção que garantam, pelo menos, as classes de resistência ao fogo padrão indicadas no quadro XIII da Portaria nº1532/2008 de 29 de Dezembro; Os locais de risco E deverão ser separados dos locais adjacentes por elementos da construção que garantam, pelo menos, as classes de resistência ao fogo padrão indicadas no quadro XVII da Portaria nº1532/2008 de 29 de Dezembro; No que diz respeito à resistência ao fogo de todos os materiais de revestimentos, tais como portas e pavimentos, é necessário que, estes estejam de acordo com o estabelecido com os quadros dos artigos 39º, 40º e 41º da Portaria nº1532/2008 de 29 de Dezembro. Será necessário confirmar que a resistência ao fogo dos materiais de revestimentos existentes cumpre com o estipulado nos artigos supracitados; O estabelecimento deverá dispor de instalações de controlo de fumo; O edifício deverá ser servido por redes de incêndio armadas, guarnecidas com bocas-de-incêndio do tipo carretel, devidamente distribuídas e sinalizadas; Deverá existir Sistema Automático de Deteção de Gás (SADG); Entre cada piso deverá existir indicação/ sinalização de piso a que se vai aceder; Identificação Nome: Morada: Ortigosa, Lamego Telefone: Fax: Entrada em Funcionamento O entrou em funcionamento no ano de Utilizações-tipo O empreendimento possui a seguinte utilizações-tipo UT - IV - Escolares Categorias de Risco Segundo os diplomas legais constata-se que as utilizações-tipo classificam-se segundo a sua categoria de risco: UT- IV - Escolares 2ª Categoria de Risco com locais de risco E 2ª Categoria de Risco

18 CAPÍTULO II Plano de Prevenção Altura < 28 metros (com saídas de emergência inferiores a 9 metros) Efetivo total 270 pessoas Efetivo nos locais de risco E 29 pessoas PÁG Locais de Riscos Segundo o Decreto-lei nº 220/2008, de 12 de Novembro, os locais de risco são classificados de acordo com a natureza de risco, em seis classes: Locais de Risco A, B, C, D, E e F. Locais de Risco A Locais que não apresentam riscos especiais, no qual se verifiquem simultaneamente as condições: - O efetivo não exceda 100 pessoas: - O efetivo de público não exceda 50 pessoas; Mais de 90% dos ocupantes não se encontrem limitados na mobilidade ou nas capacidades de perceção e reação a um alarme. Locais de Risco B Locais que possam receber mais de 100 e menos de 500 pessoas nas condições dos locais de risco A Locais de Risco C Locais que apresentam riscos agravados de eclosão e de desenvolvimento de incêndio devido quer às atividades nele desenvolvidas, quer às características dos produtos, materiais ou equipamentos neles existentes, designadamente à carga de incêndio; - Cozinhas em que sejam instalados aparelhos, ou grupos de aparelhos, para confeção de alimentos ou sua conservação, com potência total útil superior a 20 kw; - Instalações de frio para conservação cujos aparelhos possuam potência total útil superior a 70kW; - Arquivos, depósitos, armazéns e arrecadações de produtos ou materiais diversos com volume superior a 100m3; - Locais afetos a serviços técnicos, previstos no RT-SCIE, em que sejam instalados equipamentos elétricos, eletromecânicos ou térmicos com potência total superior a 70kW, ou armazenamento de combustíveis. Locais de Risco C+ Locais de risco C que possuam as seguintes características: - Volume superior a 600m3 - Densidade de carga de incêndio modificada superior a MJ/m2 - Potência instalada dos equipamentos elétricos e eletrodomésticos superiores a 250kW; - Potência instalada dos equipamentos alimentados a gás superior a 70kW; - Locais de pintura ou aplicação de vernizes; - Sejam locais de produção, depósito, armazenamento ou manipulação de líquidos inflamáveis em quantidades superiores a 100l.

19 CAPÍTULO II Plano de Prevenção PÁG. 19 Locais de risco D Locais de risco com permanência de pessoas acamadas ou destinadas a receber crianças com idade são superior a seis anos ou pessoas limitadas na mobilidade ou nas capacidades de perceção e reação a um alarme, nomeadamente: - Quartos nos locais afetos à utilização-tipo V ou grupos desses quartos e respetivas circulações horizontais exclusivas; - Enfermarias ou grupos de enfermarias e respetivas circulações horizontais exclusivas; - Salas de estar, de refeições e de outras atividades ou grupo dessas salas e respetivas circulações horizontais exclusivas, destinadas a pessoas idosas ou doentes em locais afetos à utilização-tipo V; - Salas de dormida, de refeições e outras atividades destinadas a crianças com idade inferior a 6 anos ou grupo dessas salas e respetivas circulações horizontais exclusivas; em locais afetos à utilização-tipo IV; - Locais destinados ao ensino especial de deficientes; Locais de Risco E Locais destinados a dormida, em que as pessoas não apresentam as limitações indicadas nos locais de risco D, nomeadamente: - Quartos nos locais afetos à utilização-tipo IV não considerados no item anterior, ou grupo desses quartos e respetivas circulações horizontais exclusivas; - Quartos e suites em espaços destinados à utilização-tipo VII ou grupos desses espaços e respetivas circulações horizontais; - Espaços turísticos destinados a alojamento, incluindo os afetos a turismo do espaço rural, de natureza e de habitação; - Camaratas ou grupos de camaratas e respetivas circulações horizontais exclusivas; Locais de Risco F Locais que possuem meios e sistemas essenciais à continuidade de atividades sociais relevantes, nomeadamente os centros nevrálgicos de comunicação, comando e controlo, nomeadamente: - Centros de controlo de tráfego rodoviário, ferroviário, marítimo ou aéreo; - Centros de gestão, coordenação ou despacho de serviços de emergência, tais como centrais 112, centros de operações de socorro e centros de orientação de doentes urgentes; - Centros de comando e controlo de serviços públicos ou privados de distribuição de água, gás e energia elétrica. Desta forma, no edifício caracterizam-se os seguintes locais de risco: Piso 0 Átrio da entrada principal; Átrio (entrada nascente); Receção; Gabinete do Diretor de Ciclo; Secretaria; Gabinete Médico; Gabinete da Direção; Salão de jogos; 1Laboratório de Física; 1Bar; 1Laboratório de Química; 3 WC s; Risco A Risco A Risco A Risco A Risco A Risco A Risco A Risco A Risco C Risco A Risco C Risco A

20 CAPÍTULO II Plano de Prevenção Piso 1 Piso 2 Piso 3 Piso 4 1Laboratório de Biologia; 1Arquivo; 1Salão de festas; 1Sala de TV/ Cinema; 3 Salas de Aulas; 2 Corredores; Gabinete do Diretor do Colégio; 2 Escadarias Inferiores; 1Sala de professores; 1Gabinete do telefone; 1Capela; 3 WC s; 2 Corredores; 4 Refeitórios; 8 Salas de aulas; 1 Sala do diretor de turma; 1 Arquivo; 1Cozinha; 1Papelaria; 1Copa/ Pessoal e dispensa (Camara Frigorífica); Sala do Diretor do Ciclo 3; 2 Escadarias interiores; 39 Quartos de dormir (individuais); 6 Dependências para arrumos; 1Atrio Balneários; 1 Salas de estar; 1Sala EV 1Sala ET 3Gabinetes 6 WC s; 1 Coro da capela; 4 Corredores; 3Escadarias Interiores 14 Quartos de dormir (individuais); 4 WC; 4 Corredores; 1Gabinete 1 Sala 1Biblioteca 1Atrio 2 Escadarias Interiores. 2 Quartos de Dormir; 1 WC; 2 Dependências para arrumos; 1 Corredor. 2 Escadarias Interiores Responsável de Segurança e Delegado de Segurança Responsável de Segurança: Padre Avelino Martins da Silva Cargo: Diretor do Colégio Morada: Colégio de Lamego - Ortigosa, Lamego Telefone: PÁG. 20 Risco C Risco C Risco B Risco B Risco A Risco A Risco A Risco A Risco A Risco A Risco B Risco A Risco A Risco B Risco A Risco A Risco C Risco C+ Risco C Risco C+ Risco A Risco A Risco E Risco A Risco A Risco A Risco A Risco A Risco A Risco A Risco A Risco A Risco A Risco A Risco E Risco A Risco A Risco A Risco A Risco C+ Risco A Risco A Risco E Risco A Risco A Risco A Risco A

21 CAPÍTULO II Plano de Prevenção PÁG. 21 Delegado de Segurança: Professor Rui Francisco Óscar Pinto Cargo: Docente Morada: S. Martinho do Souto, Lamego Telefone: DESCRIÇÃO DO ESPAÇO Aspetos Humanos A comunidade escolar no colégio ronda as 270 pessoas sensivelmente assim distribuídas: TOTAL Corpo Docente 30 Pessoal não docente 15 Discentes 225 TOTAL Período de Funcionamento O Colégio estará em funcionamento cinco dias por semana Aspetos Físicos LOCALIZAÇÃO GEOGRÁFICA O está localizado em Ortigosa, Lamego, Portugal (Ver Planta de Localização)

22 CAPÍTULO II Plano de Prevenção PÁG. 22 Legenda do Mapa: Oceano Atlântico Espanha Portugal Lamego No mapeamento rodoviário de emergência, o percurso e o tempo previsto para a chegada ao Colégio está assim estimado: Serviço Municipal de Proteção Civil 5 após saída das instalações Bombeiros Voluntários de Lamego 5 após saída das instalações Polícia de Segurança Pública 5 após saída das instalações Hospital Distrital de Lamego 10 após saída das instalações

23 CAPÍTULO II Plano de Prevenção PÁG Descrição Funcional O edifício ora mencionado, foi construído no ano de O Colégio de Lamego é um estabelecimento de ensino particular, oficialmente reconhecido como tal pelo Estado, integrado no sistema nacional de educação, dotado de paralelismo pedagógico. Nele é ministrado o ensino do 2.º e 3.º Ciclo do Ensino Básico e o 10º, 11º e 12º ano de Ensino Secundário, em conformidade com os programas oficiais e demais legislação em vigor neste domínio. Ao mesmo tempo, o Colégio de Lamego é também uma escola católica. Como tal, procura seguir, na sua ação educativa, as diretrizes do magistério da Igreja referentes à educação cristã da juventude, partindo deste princípio geral enunciando pelo Concílio Vaticano II: «A Escola Católica, ao mesmo tempo que se abre convenientemente às condições do progresso do nosso tempo, educa os alunos na promoção eficaz do bem da cidade terrestre e prepara-os para o serviço do Reino de Deus, de modo que, pela prática de uma vida exemplar e apostólica, se tornem o fermento salutar da comunidade humana» (Conc. Vat II, Declaração Gravissimum Educationis, sobre a educação cristã, n.º 8) O Colégio de Lamego ocupa uma área de 6130 m2, divididos em espaços pavimentados, zonas arborizadas e edifícios. Os espaços pavimentados são constituídos pelos pátios, parque de estacionamento e campo de jogos. O complexo de edifícios é constituído por 1 pavilhão geral, um pavilhão gimnodesportivo e um pequeno anexo. Nas zonas limítrofes, o edifício permanece livre de mato com continuidade horizontal, que em caso de existir mato, esta seria suscetível de facilitar a propagação de um incêndio, até uma distância superior a 50m. O edifício principal é construído essencialmente em cantaria de pedra, o apresenta uma estrutura resistente constituída por pilares em betão armado ou em pedra de granito, vigas de betão armado onde apoiam lajes maciças e aligeiradas. A estrutura de suporte de cobertura é igualmente em betão, composta por lajes aligeiradas. As paredes interiores dos vários pisos são em alvenaria de pedra e em alvenarias de tijolo, revestidas e pintadas com tinta plástica e/ou azulejo decorativo. Os pavimentos possuem todos, revestimento cerâmico.

24 CAPÍTULO II Plano de Prevenção PÁG IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS Este plano de segurança, principalmente vocacionado para o risco de incêndio é, no entanto, aplicável a outros riscos intrínsecos e externos. O identificou e avaliou os perigos e riscos de acordo com tabela seguinte: Origem Risco Áreas de Risco Natural Tecnológica x Social Inundação Todas as áreas x Tempestades Coberturas e fachadas x Sismo Todas as áreas x Colapso de estrutura Todas as áreas x Derrame Cozinha, Depósitos de Combustível Incêndio Todas as áreas Explosão Cozinha, Depósitos de Combustível, Posto de Gás Acidente rodoviário Estacionamento x Ameaça de Bomba Todas as áreas x Intrusão e Roubo Todas as áreas x x x x x x x x Riscos Internos Justificação dos Riscos / pontos críticos Incêndio Este risco pode assumir origem natural (resultado de trovoadas), tecnológica (resultante de problemas nas linhas de produção ou por problemas elétricos) ou social (como resultado de atos criminosos, quer interno quer com origem na envolvente das instalações. Considerando o tipo de atividade / produtos da empresa, são considerados pontos críticos: Cozinha Depósitos de Combustível Quartos Quadros Elétricos Caldeira Explosão Risco resultante de problemas elétricos, fugas de gás ou combustível. Consideram-se como pontos críticos: Posto de Gás

25 CAPÍTULO II Plano de Prevenção Cozinha Quadros Elétricos Depósito de Combustível PÁG. 25 Derrame Risco tecnológico (maioritariamente) ou social, pode causar impactes ambientais significativos, identificados ao abrigo da gestão ambiental. Resultará de eventuais roturas dos depósitos de armazenamento (embalagens, etc.) e / ou da manipulação nos atos de descargas no aprovisionamento. Inundação Risco natural ou tecnológico. A nível natural, os índices de pluviosidade da zona onde se insere a unidade não prefiguram situações graves; A nível tecnológico, a ocorrência de situações resultará de roturas nas canalizações ou de danos resultantes de roturas de mangueiras durante as verificações da rede de água destinada ao combate a emergência. Não se pode configurar, dado ser situação anómala, os potenciais locais onde possa ocorrer, sendo, no entanto, de considerar os mesmos que para a vertente natural. A considerar a lavandaria. Intrusão nas instalações / Sabotagem Risco social, de que podem resultar atos de vandalismo e / ou sabotagem nos equipamentos e / ou de controlo. São consideradas zonas críticas, devido a área da unidade, as seguintes: Receção; Quartos; Depósitos de Combustível. Riscos Externos Sismo Não havendo registos de sismos que tenham afetado de forma importante esta região nos anos recentes, não deve ser eliminada a hipótese de se sentirem os efeitos de um abalo com epicentro noutras regiões. Além das consequências diretas provocadas pelo abalo há a considerar situações colaterais como incêndios, fugas de gás, derrocadas e o pânico. Portugal, no contexto da tectónica de placas, situa-se na placa euro-asiática, limitada a sul pela falha Açores - Gibraltar, a qual corresponde à fronteira entre as placas euro-asiática e africana e, a oeste pela falha dorsal do Oceano Atlântico. O movimento das placas caracteriza-se pelo deslocamento para norte da placa africana e pelo movimento divergente de direção este-oeste na dorsal atlântica.

26 CAPÍTULO II Plano de Prevenção PÁG. 26 Não sendo, de forma alguma, um dos pontos mais críticos do globo, a orla ocidental da Península Ibérica e a Bacia Mediterrânea condizem a uma zona onde a probabilidade de ocorrência de um tremor de terra, com consequências eventualmente graves, é significativa. Portugal Continental está situado nesta zona de risco sísmico. A zona onde se situa o edifício é numa zona relativamente sensível, onde a probabilidade de ocorrência de um tremor de terra com efeitos graves é baixa. O edifício localiza-se na zona com intensidade sísmica máxima de 6, logo existe pouca probabilidade de ocorrência de sismo. Rapto / Sequestro Embora pouco provável é de considerar a possibilidade de rapto. Ameaça de Bomba A ameaça de bomba é uma situação de emergência que, não tem grandes tradições no nosso país. No entanto, o perigo de ameaça de bomba, apesar de muito reduzido, pode ocorrer em momentos muito específicos. Na maioria dos casos, as ameaças são feitas por telefone.

27 CAPÍTULO II Plano de Prevenção PÁG. 27 Não sendo possível saber antecipadamente da veracidade da mesma, a todas deverá ser dada especial atenção procedendo-se à evacuação geral do edifício, devido à gravidade das possíveis consequências, em termos humanos, é um cenário que deverá ser sempre equacionado. Riscos Tecnológicos Não existe este tipo de risco. Normalmente, está associado a instalações perigosas (bombas de gasolina, armazéns ou indústria de produtos químicos, ). 2.4 INSTRUÇÕES DE SEGURANÇA NOS LOCAIS DE RISCO C, C+ D, E e F As instruções de segurança encontram-se descritas no capítulo VII 2.5 PROCEDIMENTOS DE EXPLORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DOS ESPAÇOS Acessibilidade dos meios de socorro aos espaços da utilização tipo O local de implantação do empreendimento encontra-se na área de intervenção dos Bombeiros Voluntários de Lamego a uma distância de sensivelmente de 1,4km. O tempo entre o alerta e a chegada dos socorros externos é estimado em aproximadamente 5 minutos já contando com o trânsito. O acesso às instalações, em caso de emergência, pode ser efetuado pelo Piso 0 (entrada principal). As vias de acesso, que permitem a aproximação e manobra das viaturas dos bombeiros, possibilitam o estacionamento a uma distância inferior a 30 metros da saída da utilização-tipo. O edifício é servido por arruamentos que permitem a operação das viaturas de socorro e das autoescadas, satisfazendo as condições (nº3 do Artº 4 do Anexo à Portaria 1532/2008). A área de implementação do edifício tem acesso principal através do portão principal situado a Sul do Edifício. As paredes exteriores do edifício, através das quais se prevê ser possível realizar operações de salvamento de pessoas e de combate a incêndio, não dispõem de elementos salientes que possam dificultar o acesso aos pontos de penetração no edifício, nem os pontos de penetração possuem grades, grelhagens ou vedações, salvo em zonas não conotadas como problemáticas, que possam impedir a sua transposição. Na generalidade, os pontos de penetração do edifício serão as portas e janelas, sendo que existe pelo menos um ponto de penetração por cada 800 m2 ou fração Procedimento: As vias de circulação internas devem manter-se permanentemente desimpedidas, para permitir, sempre que necessário, o acesso e estacionamento de ambulâncias e das viaturas dos bombeiros a todos os pontos do recinto. As vias de acesso ao estabelecimento devem permitir a aproximação, o estacionamento e a manobra das viaturas dos bombeiros, bem como o estabelecimento das operações de socorro, através da penetração dos bombeiros no interior de todos os pisos ocupados do edifício.

28 CAPÍTULO II Plano de Prevenção PÁG. 28 A entrada dos bombeiros no interior dos pisos através dos vãos, não deve ser dificultada pela interposição de obstáculos, quer no exterior, quer no interior do edifício Acessibilidade dos meios externos à Rede de Água SI Compete ao Delegado de Segurança assegurar a existência e fácil acessibilidade a estes locais. Os marcos de água encontram-se representados na Planta de Implantação presente no Anexo F Praticabilidade dos caminhos de evacuação Consideram-se saídas de emergência as portas existentes no Piso 0, 1, 2, 3 e 4, com acesso direto ao exterior, cuja utilização faz parte do regular funcionamento da instituição. As saídas do edifício encontram-se devidamente identificadas. As vias de evacuação correspondem aos percursos a efetuar desde qualquer ponto do edifício até à saída de emergência respetiva e desenvolvem-se por corredores e escadas. Estão estruturadas em número suficiente e visam encaminhar, de maneira rápida e segura, os ocupantes para o exterior até um local seguro. No não existem portas com barra antipânico e nem todas as portas abrem no sentido da evacuação. Estão dimensionadas e devidamente identificadas as vias e saídas de emergência. Procedimento: Compete à Equipa de Intervenção, destacada nos vários pisos e sectores, garantir a limpeza e a desobstrução de todos os caminhos de evacuação do estabelecimento assegurando a saída rápida e segura dos ocupantes, através dos percursos definidos e sinalizados. Não é permitida a colocação, mesmo que provisória, nos caminhos de evacuação de quaisquer objetos, materiais ou peças de mobiliário ou de decoração que possam criar os seguintes efeitos: Favorecer a deflagração ou o desenvolvimento de um incêndio; Ser derrubados ou deslocados; Reduzir as larguras definidas para os caminhos de evacuação; Dificultar a abertura das portas de saída; Prejudicar a visibilidade da sinalização de segurança e iluminação de emergência ou iluda o sentido das saídas; Prejudicar o funcionamento das instalações de segurança - botoneiras de alarme de incêndio, sirenes de alarme, bocas-de-incêndio e extintores de incêndio. As portas de saída dos caminhos de evacuação, bem como os respetivos acessórios de abertura devem ser mantidas permanentemente operacionais, podendo ser abertas facilmente pelo seu interior em situação de emergência. Qualquer anomalia deverá ser comunicada ao RS ou delegado de segurança. A circulação nos corredores e escadas deve fazer-se, sempre, de forma calma, sem encontrões e corridas, de forma a não colocar em perigo a integridade física própria e dos demais utentes. A colocação do mobiliário nas divisões deve facilitar a circulação e rápida abertura da porta. As exposições e decorações temporárias destinadas a festas ou outras iniciativas extraordinárias deverão ser removidas após o termo destas.

29 CAPÍTULO II Plano de Prevenção PÁG. 29 A execução de trabalhos que prejudiquem as regras enunciadas só poderá ocorrer em períodos de menos afluência de pessoas, a providenciar pelo RS, as seguintes alterações e trabalhos: Aumento da lotação autorizada; Redução do número e larguras de saídas ou de vias de evacuação; Obstrução das aberturas permanentes das vias de evacuação ao ar livre Eficácia da estabilidade ao fogo e dos meios de compartimentação, isolamento e proteção As características construtivas do edifício e a natureza dos materiais e elementos de construção neles integrados devem obedecer a critérios de modo a limitar a propagação de um eventual incêndio, assegurar a integridade dos caminhos de evacuação e reduzir os riscos de desabamento durante um período de tempo compatível com as operações de evacuação e de intervenção. Para o efeito, os elementos de construção serão definidos no parágrafo seguinte em termos de: - Suporte de Cargas (R), - Suporte de Cargas e estanquidade a chamas e gases quentes (RE), - Suporte de Cargas, estanquidade a chamas e gases quentes e isolamento térmico (REI), - Estanquidade a chamas e gases quentes (E), - Estanquidade a chamas e gases quentes e isolamento térmico (EI), Tendo em conta a classificação, quanto à categoria do risco da utilização tipo do edifício, a compartimentação executada, tanto vertical como horizontalmente, deverá cumprir o prescrito na Portaria n.º 1532/2008 de 29 de Dezembro: a) Os elementos estruturais, com funções de suporte e de compartimentação, devem ter características construtivas que garantem uma estabilidade / resistência ao fogo de acordo com o preconizado nos Art.º 21,22 e Art.º 300.º n.º 1, isto é: Estruturas REI 60 Paredes não resistentes EI 60 Vãos de Paredes E 30 C Paredes resistentes REI 60 Pavimentos REI 60 Portas E 30 C Revestimentos em vias de evacuação Os revestimentos e elementos decorativos devem ser escolhidos no intuito de reduzir a velocidade de alastramento de um eventual incêndio, pela rápida propagação superficial das chamas, e cumprir o estipulado no Art.º 40.º, 41.º, 42.º, 43.º, 44.º, 45.º, 49.º, da Portaria n.º 1532/2008 de 29 de Dezembro. As classes mínimas de reação ao fogo dos materiais de revestimento de pavimentos, paredes, tetos e tetos falsos em vias de evacuação horizontais são as seguintes: a) Vias horizontais Os revestimentos e elementos decorativos nas vias de evacuação horizontais, ao ar livre ou em edifícios até 9 m de altura, devem ter as seguintes qualidades mínimas de reação ao fogo: revestimento dos tetos... C-s3 d1

30 CAPÍTULO II Plano de Prevenção PÁG. 30 revestimento das paredes... C-s3 d1 revestimento dos pavimentos... DFL-s3 b) Vias verticais Os revestimentos e elementos decorativos nas vias de evacuação verticais, no interior de edifícios até aos 28 m de altura, devem ter as seguintes qualidades mínimas de reação ao fogo: revestimento dos tetos... A2-s1 d0 revestimento das paredes... A2-s1 d0 revestimento dos pavimentos... CFL-s1 Os elementos em relevo ou suspensos em vias de evacuação, não devem ultrapassar 20% da área da parede ou do teto e possuem uma reação ao fogo, pelo menos, da classe B-s1d0. Procedimento: A resistência ao fogo dos elementos e componentes de construção com funções de compartimentação, isolamento e proteção definidas para o edifício não pode ser comprometida. A execução de trabalhos nos elementos e componentes de construção do edifício com as funções atrás referidas apenas poderá ser concretizada após autorização no Responsável de Segurança ou Delegado de Segurança. Carecem de autorização da ANPC (Autoridade Nacional de Proteção Civil), a providenciar pela Responsável de Segurança, a abertura de vãos de passagem ou criação de novas comunicações horizontais ou verticais que interfiram com os meios de compartimentação, isolamento e proteção inicialmente implementados. Todos funcionários deverão zelar pelo cumprimento das regras enunciadas, informando o Delegado de Segurança das infrações verificadas e de todas as situações em que não poderão atuar de modo a cumprir e fazer cumprir estas normas Acessibilidade aos meios de alarme e de intervenção No existem os seguintes meios de alarme e intervenção: Meios de Alarme Acionamento através de detetores automático ou botoneiras manuais de alarme. Estes sistemas estão ligados a uma central de alarme localizada no hall da receção. Botoneiras de Emergência Meios de Intervenção Extintores de Pó Químico ABC Extintores de CO2 Manta Ignífuga disponível na cozinha Procedimento:

31 CAPÍTULO II Plano de Prevenção PÁG. 31 Os extintores devem ser instalados em locais bem visíveis, colocados em suporte próprio de modo a que seu manípulo esteja a uma altura não superior a 1,20m do pavimento. Manter desobstruída a zona de acesso aos meios de intervenção e alarme. Os meios de intervenção devem ser colocados em local visível e o acesso aos mesmos nunca deve estar obstruído de forma a permitir uma rápida intervenção em caso de incêndio. Os extintores devem apresentar uma área desimpedida de 1m2, medida em planta, com 0,5 m2 para cada lado. Assegurar que os meios de intervenção e alarme manual se encontram devidamente colocados, sinalizados e identificados, em local visível e cujo acesso nunca esteja obstruído. Não é permitida a colocação, mesmo provisória, nos meios de alarme ou intervenção quaisquer objetos ou materiais ou de decoração que possa prejudicar o funcionamento das instalações de segurança botoneiras de alarme de incêndio e extintores. Não pendurar ou prender qualquer objeto aos extintores. A execução de trabalhos que prejudiquem as regras enunciadas só poderá ocorrer em períodos de menor afluência. Os funcionários deverão zelar pelo cumprimentos das regras enunciadas, informando o Delegado de Segurança das infrações verificadas às mesmas e de todas as situações em que não poderão atuar de modo a cumprir e fazer cumprir estas normas Vigilância dos espaços, em especial os de maior risco de incêndio e os que estão normalmente desocupados O êxito das ações de combate a incêndio, depende em grande parte da rapidez da intervenção, isto é, combate na fase inicial ou em fase adiantada do seu desenvolvimento. Para a descoberta em fase inicial, é fundamental a presença de meios humanos ou na ausência destes de meios de deteção. Este sistema tem como finalidade a deteção automática de incêndios na sua fase inicial e o respetivo alarme, tornando possíveis ações de combate e de evacuação das pessoas. Todos os espaços deste edifício, e em particular os locais de maior risco e os locais normalmente desocupados, são permanentemente vigiados pelo Sistema Automático de Deteção de Incêndio. Os locais onde sejam efetuadas operações de conservação ou manutenção que envolvem o emprego de aparelhos que produzem calor, faíscas ou chamas serão objeto de rondas específicas após a realização das referidas operações Conservação dos espaços em condições de limpeza e arrumação adequadas Procedimento: Limpeza /Aspetos Gerais Os elementos e equipamentos do Colégio, em especial os seus revestimentos, devem proporcionar uma fácil limpeza, tendo em vista a higiene, salubridade e manutenção. Nas zonas de circulação, nos locais de convívio, no refeitório, nos laboratórios, na capela, na biblioteca, nas camaratas e nas salas, em que os revestimentos de parede devem ser facilmente laváveis até ao nível acessível, recomenda-se a sua lavagem periódica.

32 CAPÍTULO II Plano de Prevenção PÁG. 32 A cozinha, e os seus espaços de apoio, os balneários e as instalações sanitárias devem ser limpos diariamente e periodicamente desinfetados. Nas operações de limpeza e desinfeção correntes devem utilizar-se os processos e produtos mais apropriados a cada tipo de revestimento, de modo a não afetar a sua durabilidade nem a dos respetivos elementos de construção ou equipamentos. É importante manter os espaços exteriores limpos e em bom estado de utilização, de maneira a proporcionar aos utentes condições para aí permanecerem com agrado. Arrumação e Limpeza / Prevenção de Incêndios Para a limitação das causas de um incêndio, bem como para a minimização das condições de alimentação e propagação do fogo, é fundamental a redução da carga combustível e a manutenção das instalações em boas condições de limpeza, arrumação e utilização. Deve proceder-se a vistoria diária de todas as instalações, antes do seu encerramento, e verificar se foram cumpridas todas as medidas de prevenção contra incêndio. No âmbito das medidas cautelares de prevenção, deve-se nomeadamente: Empreender operações periódicas de limpeza geral de todos os espaços normalmente não ocupados e de difícil acesso e de todos os espaços que, embora ocupados, sejam pouco visitados (arrecadações, arquivos), pois a poeira, facilmente acumulável nestes locais, é altamente inflamável. Especial atenção às condições de armazenamento de combustíveis líquidos e gasosos, devendo os líquidos combustíveis serem guardados em contentores apropriados e à prova de derrame, em locais afastados de qualquer fonte de calor, chama ou faísca. Assegurar que todas as instalações elétricas, de gás e de aquecimento, assim como todos os aparelhos e equipamentos elétricos, sejam mantidos em perfeitas condições de funcionamento. Dar especial atenção aos seguintes aspetos: Substituição de todos os condutores elétricos em mau estado de conservação; Investigação de qualquer parte de equipamento elétrico com cheiro anormal; Evitar a sobrecarga dos circuitos elétricos, não ligando demasiados aparelhos na mesma tomada; Fazer a revisão periódica das tubagens de gás e em caso de anomalia contactar imediatamente um técnico. Prestar especial atenção às instalações de gás, tendo o cuidado de fechar as torneiras de segurança após cada utilização dos aparelhos. Se sentir cheiro a gás, não ligar/desligar: Interruptores, aparelhos elétricos ou fazer qualquer tipo de chama, ventilar o local e fechar as torneiras de segurança. Não utilizar aparelhos de aquecimento de água, por queima, desde que não estejam reunidas as necessárias condições de segurança. Cozinha Não fazer lume fora dos locais próprios. Não utilizar cestos de papéis em material combustível.

33 CAPÍTULO II Plano de Prevenção PÁG. 33 Manter os exaustores ligados enquanto se cozinha, assegurando o seu bom estado de limpeza e limpando os filtros de acordo com o respetivo plano de manutenção e limpeza. Utilizar extensões elétricas apenas para uso temporário, mantendo os fios elétricos afastados de superfícies quentes ou com água, e retirar das tomadas os aparelhos portáteis quando não estão a ser usados. Manter afastados da chama asas de tachos e panelas, caixas e utensílios de plástico, apagando os bicos ou placas de fogão quando não estão a ser utilizados. Se surgirem chamas numa frigideira ou fritadeira cobri-la com uma manta de abafamento, tampa ou toalha húmida. Não utilizar nunca água e desligar imediatamente o gás ou a eletricidade. No fim do dia, antes de abandonar o local de trabalho, remover todos os materiais combustíveis da proximidade de fontes de calor, limpar a gordura acumulada e desligar a energia elétrica. Ao fim de cada dia de trabalho, proceder a uma vistoria cuidadosa de todas as instalações, tendo em vista verificar se foram cumpridas as medidas cautelares mínimas de segurança, nomeadamente o fecho das torneiras de corte geral das instalações de gás Segurança na manipulação e armazenamento de matérias e substâncias perigosas O seu manuseamento de substâncias perigosas deve ser feito de acordo com: Instrução de Segurança do Capítulo VII disponíveis em formato digital e em papel junto do armazenamento; Fichas de Dado de Segurança nos locais de armazenamento; Desta forma, o trabalho preventivo no manuseio e armazenamento destes produtos perigosos, visando práticas prudentes no presente, ajudam a prevenir situações desagradáveis para os colaboradores e utilizadores que se encontram no edifício. A incompatibilidade entre alguns produtos químicos é uma das preocupações no edifício para o bom manuseamento e armazenamento, para isso ao armazenar tais produtos, tem-se o cuidado de fazê-lo de forma a evitar, por exemplo, colocar produtos oxidante próximo a solvente orgânico ou pirofóricos próximo a inflamáveis (Instruções de Trabalho de Segurança.) Procedimento: Normas de segurança na utilização Ler atentamente a Ficha de Dados de Segurança do produto. Informar-se sobre o significado da rotulagem das embalagens de produtos químicos inflamáveis, tóxicos e corrosivos. Respeitar as instruções de utilização dos produtos e siga as medidas de segurança constantes nas Ficha de Dados de Segurança dos mesmos (as fichas de segurança devem sempre ser adquiridas juntamente com o produto). Preparar os produtos respeitando as doses recomendadas pelo fabricante. Não misturar produtos diferentes ou incompatíveis mesmo que sejam para o mesmo fim (exceto quando existam instruções do fabricante em contrário) (podem ser libertados vapores nocivos). Ao fazer diluições com água, verter o produto sobre a água (principalmente ácidos e bases) e nunca o inverso. Manipular os produtos químicos em locais arejados (com ventilação natural ou artificial).

34 CAPÍTULO II Plano de Prevenção PÁG. 34 Verificar o bom estado das embalagens e recipientes a fim de identificar e evitar as fugas. Manter as embalagens dos produtos químicos em bom estado de conservação, com o rótulo original e tapadas (não furar as tampas originais nem substitui-las). Conservar os produtos unicamente em recipientes adequados, corretamente rotulados. Não os colocar nunca em garrafas ou outros recipientes alimentares, como garrafas de refrigerantes ou de água mineral, etc. Tais práticas dão todos os anos origem a acidentes graves. De preferência guarde os produtos perigosos fechados à chave. Evitar todo e qualquer contacto com a boca. Não comer e não beber quando estiver a utilizar substâncias perigosas ou se estiver num local onde elas sejam utilizadas. Evitar o contacto das substâncias químicas com a pele através da utilização de luvas de proteção e utensílios para mexer as preparações. Após a remoção das luvas de proteção, lavar as mãos com sabão não irritante, passar por água abundante e secar. Utilizar os EPI s adequados a cada produto (luvas de proteção, aventais, óculos de proteção /ou proteção respiratória sempre que seja necessário, etc.) Respeitar escrupulosamente as regras de higiene pessoal: lavar as mãos; antes de comer, despir o vestuário de trabalho que tenha sujado; tratar e proteger imediatamente as feridas, mesmo as mais pequenas. O acesso e utilização de embalagens com produtos químicos inflamáveis, tóxicos e corrosivos só é permitido desde que estejam devidamente identificados e etiquetados quanto ao nome do produto e perigos do mesmo. Os recipientes vazios não poderão ser abandonados, devendo ser obrigatoriamente descontaminadas ou inutilizadas. Normas de segurança no armazenamento Ler atentamente a Ficha de Dados de Segurança do produto. É proibido fumar ou fazer lume. Manter fechadas as portas das zonas/locais de armazenagem. Todas as embalagens dos produtos armazenados devem obrigatoriamente apresentar os respetivos rótulos. Manter os recipientes fechados e sempre nas suas embalagens originais. Os locais de armazenamento devem manter-se permanentemente limpos e arrumados, sendo asseguradas as suas condições de ventilação. Não é permitida a armazenagem de produtos químicos inflamáveis, tóxicos e corrosivos em outros locais que não os previamente aprovados, os quais se encontram identificados. Rejeitar todas as embalagens que não ofereçam condições de segurança (devem apresentar bom estado geral, rótulos intactos, tampas adequadas, ausência de fissuras ou zonas deformadas, etc.). Utilizar luvas ao manusear produtos químicos (mesmo que seja para os armazenar). Qualquer anomalia deve ser comunicada de imediato ao Delegado de Segurança Em caso de emergência contactar as entidades respetivas que contam do Anexo C Segurança nos trabalhos de manutenção, remodelação e ampliação

35 CAPÍTULO II Plano de Prevenção PÁG. 35 Tal como para a limpeza em qualquer posto de trabalho, a área de armazenamento, zonas de circulação ou pontos de evacuação, são implementados procedimentos e programas de manutenção, para isso foi criado um procedimento de boas práticas para intervenção de manutenção ou alterações das instalações (Instruções de trabalho de Segurança) Os trabalhos de manutenção e alteração de sistemas deverão obedecer às instruções dos respetivos instaladores ou fabricantes e com a regulamentação que lhes seja aplicável, devendo as anomalias quo ocorram ser prontamente retificadas. Os trabalhos de recuperação, beneficiação, remodelação e ampliação das instalações existentes, que implicam a intervenção em simultâneo de mais de uma empresa ou trabalhadores independentes, deverão ser objeto de um Plano de Segurança e Saúde. De acordo com a regulamentação vigente, o referido Plano de Segurança e Saúde deverá ser elaborado por um Coordenador de Segurança e Saúde, devidamente credenciado, tendo em conta os Documentos Técnicos para Utilização Posterior e os riscos específicos inerentes a cada operação. Cabe ao Delegado de Segurança fazer respeitar estas regras. No entanto e em função da especialidade do trabalho a realizar, será exigido ao prestador do serviço, após notificação clara, a elaboração dos procedimentos de segurança adequados ao trabalho a desenvolver. 2.6 PROCEDIMENTOS DE EXPLORAÇÃO E UTILIZAÇÃO DAS INSTALAÇÕES As instalações técnicas dos estabelecimentos devem ser concebidas, instaladas e mantidas, nos termos legais, de modo que não constituam causa de incêndio nem contribuam para a sua propagação Instalações Elétricas Para abastecimento energético, as instalações possuem uma potência contratada de 46,13kW. As instalações possuem vários quadros eléctricos parciais, sendo que o quadro geral está localizado à entrada do edifício, no Piso 0. A localização consta nas peças desenhadas. Todos os quadros são normalizados, com os circuitos de saídas protegidas com disjuntores. As tomadas de correntes de usos têm uma tensão de 220V. O sistema de iluminação de emergência está instalado em blocos autónomos, que em caso de corte geral de eletricidade tem autonomia para permitir a evacuação em segurança. Existe também sinalização de segurança nas vias de evacuação nas paredes dos diversos corredores e zonas de tráfego de acordo com o plano geral de evacuação traçado. Instruções de Funcionamento: Quadro Geral O interruptor principal (cor preta) permite energizar ou desenergizar o quadro elétrico. Posição 0 significa de quadro está desenergizado enquanto que posição 1 significa que quadro está energizado. O acendimento dos indicadores luminosos de fases indica a presença de tensão na rede. A posição alto dos disjuntores/interruptores, indica, normalmente que os circuitos de utilização estão sob tensão. As informações escritas nas etiquetas indicam a finalidade de cada circuito elétrico.

36 CAPÍTULO II Plano de Prevenção PÁG. 36 Quadros Parciais de Piso O interruptor principal (cor azul) permite energizar ou desenergizar o quadro elétrico do piso. A posição alto dos disjuntores/interruptores, indica, normalmente que os circuitos de utilização estão sob tensão. As informações escritas nas etiquetas indicam a finalidade de cada circuito elétrico. Instruções de Utilização: No intuito de reduzir os riscos inerentes à utilização da rede elétrica deverão ser respeitadas as seguintes regras: Utilizar corretamente os equipamentos elétricos. Assinalar sistematicamente os aparelhos defeituosos. Impedir que se efetuem reparações provisórias de equipamentos defeituosos. Remover os aparelhos defeituosos, fixar nestes, uma etiqueta que indique a avaria encontrada e guarda- los para futura reparação, num local normalmente fechado. Confiar a reparação das instalações e equipamentos a técnicos devidamente habilitados. Verificar antes de substituir um fusível ou se voltar a ligar o interruptor do circuito, que o problema que gerou o corte de energia foi corretamente resolvido. Evitar a utilização de instalações elétricas provisórias e móveis e verificar, quando tiver de utilizar extensões de tomadas múltiplas, que os condutores têm uma secção suficiente para suportar as cargas a que vão estar submetidos. Proibir a colocação de extensões de tomadas múltiplas ou de condutores elétricos, por baixo dos tapetes e alcatifas, nomeadamente nas vias de circulação. Utilizar tomadas e fichas elétricas que não apresentem ligações frouxas ou maus contactos suscetíveis de originar a carbonização do material isolante, originar um curto-circuito e por sua vez o incêndio. Evitar sobrecargas da rede elétrica, nomeadamente pela utilização de tomadas e fichas escolhidas em função da potência dos equipamentos e pela proibição de empregar fichas triplas ou caixas de tomadas que dão origem a uma rede elétrica do tipo tentacular. Sinalizar e deixar livre de qualquer obstáculo os quadros da rede elétrica e verificar periodicamente o bom funcionamento dos interruptores gerais. Desligar no fim de cada dia de trabalho os quadros dos locais técnicos quando daí não resulte prejuízo para a exploração ou a segurança do edifício. Deter-se alguns momentos em observação, sempre que se liguem ou desliguem circuitos ou aparelhos, para se certificar que tudo se encontra em boas condições. Verificar periodicamente se todos os aparelhos elétricos que o necessitem, estão efetivamente ligados ao circuito de proteção. Procedimentos em caso de disfuncionamento: Em caso de disfuncionamento de um equipamento elétrico: Retirar a ficha do equipamento defeituoso da tomada elétrica, ou determinar o Quadro Elétrico que alimenta o referido equipamento; Desligar o respetivo circuito;

37 CAPÍTULO II Plano de Prevenção PÁG. 37 Colocar um cartaz informativo para não ligar o referido equipamento. Em caso de disfuncionamento de um circuito de utilização: Verificar que o disfuncionamento não apresenta riscos de incêndio; Determinar, o Quadro Elétrico que alimenta o referido circuito; Desligar o referido circuito, utilizando para o efeito as informações constantes dos respetivos quadros; Colocar no Quadro Elétrico, um cartaz informativo para não voltar a ligar o referido circuito. Sinais de Possíveis Avarias Sobreaquecimento dos equipamentos, fichas, tomadas e cabos. Odor a plástico ou borracha queimada Desarme dos disjuntores em curtos períodos de tempo Instalações de Combustíveis As instalações de combustíveis líquidos do estabelecimento incluem um depósito de gasóleo com capacidade para 3000L, um depósito de gás com capacidade para 2500L e um local com duas botijas de 45Kg. O depósito de gasóleo alimenta as caldeiras existentes. O corte geral das caldeiras encontra-se localizado à entrada do edifício, no Piso 0, sendo que o parcial junto das mesmas. Nas suas proximidades encontram-se 3 extintores de pó químico ABC. O local encontra-se devidamente sinalizado. O depósito de gás abastece a cozinha através de uma rede de distribuição. O corte geral está localizado junto ao abastecimento de gás (Posto de Gás). Os cortes parciais encontram-se junto da cozinha, no Piso 1 existindo um extintor de pó químico ABC nas suas imediações. As botijas de gás de 45Kg abastecem os laboratórios. O corte geral está no laboratório de física e química encontrando-se nas suas imediações um extintor de CO2. Instruções de Funcionamento: O abastecimento da rede a gás é possível somente com a válvula de corte em posição armada Instruções de Utilização: No intuito de reduzir os riscos inerentes à utilização da instalação de gás combustível deverão ser respeitadas as seguintes disposições: Utilizar corretamente os equipamentos. Desligar os aparelhos defeituosos. Impedir que se efetuem reparações provisórias de equipamentos defeituosos. Remover os aparelhos defeituosos, fixar nestes uma etiqueta que indique a avaria encontrada e guardá-los para futura reparação, num local normalmente fechado.

38 CAPÍTULO II Plano de Prevenção Confiar a reparação das instalações e equipamentos a técnicos devidamente habilitados. Deixar livre de qualquer obstáculo o acesso às válvulas de corte. Verificar periodicamente o bom funcionamento de todos os equipamentos da instalação. PÁG. 38 Em caso de fecho da rede de gás pela electroválvula: Verificar que não existe uma fuga de gás no local; caso contrário proceder de acordo com o parágrafo relativo aos procedimentos em caso de disfuncionamento. Empurrar o eixo da electroválvula, até rearmar o sistema. Anotar a ocorrência no Caderno de Registos. Informar o Delegado de Segurança da ocorrência. Procedimentos em caso de disfuncionamento: Corte de abastecimento: Logo que receba uma informação relativa a um eventual corte de abastecimento de gás: o Informar o Responsável da Segurança ou o Delegado de Segurança; o Anotar a ocorrência no Caderno de Registos. Logo que receba uma informação relativa ao restabelecimento do abastecimento de gás: o Verificar que a electroválvula está na posição de funcionamento, caso contrário proceder ao seu rearme; o Informar o Responsável da Segurança ou o Delegado da ocorrência; o Anotar a ocorrência no Diário do Registo de Segurança. Fuga de gás: Aplicar as Instruções referidas no Capítulo VII Sistema Automático de Deteção de Incêndio No intuito de detetar atempadamente uma situação potencialmente perigosa e desencadear, de imediato, as operações destinadas a minimizar as consequências desta ocorrência, este edifício foi dotado de um Sistema Automático de Deteção de Incêndio. O referido sistema é do tipo convencional e inclui: Central de Deteção de Incêndio, localizada no Piso 0; Detetores óticos de fumo, providos de indicadores luminosos (LED), cujo acendimento indica a entrada em funcionamento do detetor. Botoneiras de alarme manual implantadas a cerca de 1,50 m dos pavimentos, em particular nas circulações horizontais comuns, junto às saídas e locais com maior risco de incêndio. Dispositivos sonoros de emergência que permitem a emissão de um sinal sonoro contínuo que constitui o sinal de evacuação. Modo de Funcionamento do SADI: As botoneiras de alarme manual podem ser ativadas por pressão sobre a sua fresta transparente ou, para as operações periódicas

39 CAPÍTULO II Plano de Prevenção PÁG. 39 de verificação, pela introdução de uma chave no aparelho; Em caso de incêndio, na sua fase inicial surge o fumo que rapidamente sobe para o teto, os detentores, colocados no teto, ficam cobertos por este e de imediato o sistema é acionado fazendo tocar as sirenes de alarme. O Responsável de Segurança ou os elementos da equipa de intervenção ao ouvir o sinal de alarme, silenciam o sinal na central e investigam a ocorrência. Procedem ao controlo da emergência e, se não o conseguirem, chamam os socorros externos. Reposta a normalidade, dirigem-se à central, fazem reiniciar, repondo o funcionamento normal da central. Quando o alarme é provocado pelo acionamento das botoneiras de alarme, o procedimento é o mesmo, isto é: Após suar o alarme, dirigem-se à central e fazem silenciar; Averiguam a ocorrência; Repõem a normalidade; Na central, fazem reiniciar, repondo-a em normal funcionamento. Procedimento em caso de disfuncionamento: Em caso de disfuncionamento do Sistema Automático de Deteção de Incêndio: Desligar a respetiva central de controlo e alarme. Colocar um cartaz informativo para não voltar a ligar o referido equipamento. Informar o Delegado de Segurança da ocorrência. Anotar a ocorrência no Caderno de Registos. Efetuar rondas periódicas na totalidade dos locais do edifício. Após reparação do referido sistema: Retirar o cartaz informativo; Informar o Delegado de Segurança; Anotar a ocorrência Caderno de Registos. Para todos os fins úteis, consultar o Manual do referido sistema Meios de Extinção de Incêndio De modo a circunscrever rapidamente um foco de incêndio, antes de tomar proporções incontroláveis, este edifício foi dotado de extintores portáteis. Extintores e Equipamentos Complementares

40 CAPÍTULO II Plano de Prevenção PÁG. 40 O edifício está dotado de extintores portáteis, da classe de eficácia não inferior a 8A, adequadamente distribuídos, à razão de 18 litros de agente extintor padrão por cada 500m2 de pavimento do piso, para que a distância a percorrer de qualquer ponto suscetível de ocupação até ao extintor mais próximo não exceda os 15m. Os extintores existentes no estabelecimento, são basicamente de dois tipos: Extintores de Pó Químico ABC, eficazes sobre todos os tipos de fogos, nomeadamente: o Fogos de classe A, ou seja de combustíveis sólidos; o Fogos de classe B, ou seja de combustíveis líquidos; o Fogos de classe C, ou seja de combustíveis gasosos. Extintores de CO2 implantados em zonas preparação de alimentos e junto de equipamentos elétricos Como equipamentos complementares temos uma manta ignífuga implantada na cozinha, local que abriga aparelhos produzem chama. As instruções gerais de funcionamento encontram-se no Capítulo VII Instruções de Segurança. Procedimento em caso de disfuncionamento: Determinar a causa do disfuncionamento; Colocar um cartaz informativo Equipamento defeituoso ; Informar o Responsável ou o Delegado de Segurança da ocorrência; Anotar a ocorrência no Caderno de Registos. Após reparação do referido equipamento, num prazo máximo de 24 horas: Retirar o cartaz informativo; Informar telefonicamente o Responsável ou o Delegado da Segurança; Anotar a ocorrência no Caderno de Registos. Em caso de disfuncionamento dos extintores: A ponteira e a escala de cores do manómetro dos extintores de Pó Químico ABC permitem verificar que o aparelho está ou não em bom estado de funcionamento: Verde Encarnado = pressão insuficiente = recarregar. = pressão satisfatória. Em caso de selos partidos ou de uma pressão insuficiente: Retirar o extintor defeituoso. Colocar, no seu lugar, um cartaz informativo Equipamento em curso de manutenção ; Informar o Responsável da Segurança ou o Delegado da ocorrência; Anotar a ocorrência no Caderno de Registos. Notas:

41 CAPÍTULO II Plano de Prevenção PÁG. 41 Sempre que possível substituir o aparelho defeituoso por um outro extintor com características similares; Um extintor defeituoso deverá ser substituído ou reparado num prazo máximo de 24 horas Sinalética de Segurança De modo a informar os utentes sobre os problemas e as regras de segurança, adotadas para o efeito, este edifício possui uma Sinalética de Segurança ao longo do mesmo. A Sinalética de Segurança utilizada neste edifício inclui nomeadamente: Sinais fotoluminescentes dos seguintes tipos: o Sinais de proibição o Sinais de obrigação o Sinais referentes ao material de segurança contra incêndios o Sinais de emergência Plantas de emergência dos pisos implantadas em pontos estratégicos do edifício e destinados à totalidade dos utentes. Instruções de conceção e instalação da sinalética de segurança De forma a permitir a qualquer pessoa interpretar rapidamente e sem ambiguidade os referidos sinais, torna- se necessário minimizar o emprego de informações escritas e utilizar sinais que resultam da combinação de formas, cores e símbolos normalizados. As coordenadas cromáticas e os fatores de luminescência das cores devem satisfazer os requisitos da Norma Portuguesa NP A localização dos sinais foi definida de forma a satisfazer a relação A = d2 /2000, na qual "A" representa a área do sinal em metros quadrados e "d" a distância em metros onde ainda se vê o sinal. Os sinais de segurança utilizados são fabricados em acrílico rígido fotoluminescente, capazes de garantir um mínimo de 10% da sua luminescência, 30 minutos após o corte da iluminação ambiente. As Plantas de emergência dos pisos foram afixadas em suportes fixos e resistentes e incluem: o o Uma planta simplificada da respetiva zona ou piso, com a localização dos seguintes meios de segurança: Os percursos de evacuação Os dispositivos manuais de acionamento do alarme Os meios de 1ª intervenção, nomeadamente extintores e carretéis O ponto onde a planta se encontra afixada; As Instruções Gerais de Segurança, no mínimo, que definem as providências que os ocupantes devem tomar em caso de emergência. Cabe aos elementos da Equipa de Segurança assinalar eventuais sinais ou plantas em falta ou danificados. Compete ao Delegado de Segurança tomar as providências destinadas a assegurar a sua colocação ou substituição.

42 CAPÍTULO II Plano de Prevenção 2.7 PÁG. 42 PROCEDIMENTOS DE CONSERVAÇÃO E MANUTENÇÃO DAS INSTALAÇÕES TÉCNICAS E DOS EQUIPAMENTOS E SISTEMAS DE SEGURANÇA Podendo algumas instalações técnicas, quando mal conduzidas ou exploradas, potenciar o risco de incêndio, devem existir de forma acessível para consulta os manuais de instruções de funcionamento das instalações e respetivos equipamentos constituintes bem como os procedimentos de segurança. De modo a garantir o seu bom funcionamento será necessário realizar revisões periódicas, desde instalações técnicas a equipamentos (Plano de Atividades SCIE). Podem ser consideradas com revisões periódicas, operações de verificação, inspeção, testes, manutenção, etc. A periodicidade destas operações, indica o período de tempo a respeitar entre 2 operações sucessivas do mesmo tipo, podendo ser: Operações anuais; Operações semestrais; Operações trimestrais; Operações mensais; Operações quinzenais; Operações semanais; Operações diárias; Operações ocasionais. Por operações ocasionais entendem-se operações de controlo não programadas efetuadas pelos elementos da Equipa de Segurança ou pessoal especializado subcontratado Após estas revisões periódicas estas deverão ser registadas. O registo deve contemplar os seguintes pontos: A referência do sistema, equipamento ou dispositivo objeto da operação; O tipo de operação efetuada; Os resultados obtidos; A data de execução da operação; A data do relatório; O nome e rubrica do executante. As operações acima referidas serão executadas em conformidade com as Instruções contidas nos Manuais Técnicos fornecidos pelos fabricantes e instaladores dos respetivos sistemas, equipamentos e dispositivos associados. As informações contidas nos referidos Manuais de utilização e de manutenção prevalecem sobre as informações apresentadas no Plano de Prevenção deste edifício. Os registos das operações de conservação, manutenção e verificação serão obrigatoriamente registados no Caderno de Registos. No Anexo D encontra-se o plano de atividades de conservação e manutenção das instalações técnicas e dos equipamentos de segurança

43 CAPÍTULO II Plano de Prevenção 2.8 PÁG. 43 POSTO DE SEGURANÇA O posto de segurança do encontra-se localizado na receção e destina-se a centralizar toda a informação de segurança e os meios principais de receção e difusão de alarmes e de transmissão do alerta, bem como a coordenar os meios operacionais e logísticos em caso de emergência. Neste posto de segurança existe: Um chaveiro de segurança contendo as chaves de reserva para abertura de todos os acessos do espaço que serve, bem como dos seus compartimentos e acessos a instalações técnicas e de segurança; Um exemplar deste plano de segurança; Uma lista afixada dos contactos de emergência (ANEXO C). 2.9 INSPEÇÕES REGULARES E EXTRAORDINÁRIAS O Responsável de Segurança solicita à ANPC inspeções regulares de 2 em 2 anos, e sempre que justificar solicita inspeções extraordinárias, para verificação: - Manutenção das condições de SCIE aprovadas; - Execução das medidas de autoproteção; - Plano de Segurança Interno e seus anexos. O Responsável de Segurança procede à correção de eventuais desconformidade e no prazo fixado no relatório de inspeção. No Caderno de Registos de Segurança encontra-se cópia do respetivo relatório de inspeção FISCALIZAÇÃO A fiscalização do estabelecimento poderá ser feita pela ANPC e ASAE, entidades competentes tendo em conta as utilizações tipo e categoria de risco do edifício. Em caso de fiscalização, deverá ser preenchido o registo (caderno de registos) e registadas quais anotações e alterações efetuadas a partir desta PLANTAS DE PREVENÇÃO As plantas de prevenção têm como objetivo serem um documento de simples leitura, e consulta onde constam os itens constantes nas normas portuguesas elaboradas a partir do projeto de incêndios. Nota: Ainda por elaborar.

44 CAPÍTULO III Plano de Emergência SCIE

45 CAPÍTULO III Plano de Emergência PÁG. 45 Os procedimentos em caso de emergência definem-se como um documento orientador com normas de atuação dos vários sectores em situações de emergência, destinados a minimizarem os efeitos de catástrofe que se prevê que possam vir ocorrer em determinadas áreas, gerindo, de forma otimizada, os recursos disponíveis. Através da ativação do Plano de Emergência (PE) procurar-se-á desenvolver as ações operacionais mais eficientes tendo em vista responder no mais curto espaço de tempo a uma situação de emergência, garantindo a salvaguarda de pessoas e bens. Para além disso, tentar-se-á repor, tanto quanto possível, a normalidade nas áreas mais afetadas do edifício para que se consiga um regresso rápido à vida normal. Contudo, estes objetivos também passam pela sensibilização de todos para a necessidade de conhecer e adotar medidas de autoproteção em caso de acidente e para a urgência de rotinar procedimentos de segurança, pelo que todos os ocupantes deverão ser corresponsabilizados no cumprimento das normas de segurança. Este documento contém a estrutura da organização de segurança, os procedimentos a seguir, as responsabilidades dos diversos intervenientes nas ações de intervenção e de apoio em situações de emergência decorrentes dos riscos previstos. De um modo sucinto, o plano de emergência pretende definir e cumprir os procedimentos e técnicas de atuação em caso de emergência a adotar pelos intervenientes destinados a salvar os ocupantes e limitar a propagação e as consequências do incêndio recorrendo a meios próprios. 3.1 IDENTIFICAÇÃO DOS RISCOS E NÍVEIS DE GRAVIDADE Efetivo Recordemos o efetivo do edifício. O estabelecimento possui 30 elementos de pessoal docente, 15 elementos de pessoal não docente e 225 elementos de pessoal discente, sendo o efetivo total é de 270 pessoas. Porém em alturas de eventos, visitas ou outros, este poderá aumentar circunstancialmente (familiares e amigos), nunca atingindo os 500 ocupantes Níveis de intervenção / Gravidade Consoante a gravidade da situação, que conduz à declaração de Emergência Local, Parcial ou Geral, são desencadeados as intervenções, de acordo com os seguintes níveis: Gravidade Reduzida - (Nível 1) Intervenção visando a resolução da situação que está na origem da ocorrência, recorrendo aos meios localmente disponíveis e aos recursos do próprio sector/piso Acidente de proporções reduzidas; Sob controlo; Não ameaça áreas ou locais circundantes. NÃO É NECESSÁRIA A ATIVAÇÃO DO PLANO DE EMERGÊNCIA

46 CAPÍTULO III Plano de Emergência PÁG. 46 Gravidade Média - (Nível 2) Intervenção visando a resolução da situação que está na origem da ocorrência, recorrendo às Equipas de Intervenção e, se necessário, procedendo á evacuação da área, através da intervenção das Equipas de Evacuação. Acidente de proporções médias; Não estar sob controlo; Não ameaça áreas ou locais circundante. ATIVAÇÃO PARCIAL DO PLANO DE EMERGÊNCIA Gravidade Elevada - (Nível 3) Intervenção visando a resolução da situação que está na origem da ocorrência, recorrendo às Equipas de Intervenção e ás Equipas de Evacuação mas que dada a sua gravidade implica o recurso a meios de intervenção externos. Acidente de grandes proporções; Estar fora de controlo; Ameaçam áreas ou locais circundantes. ATIVAÇÃO GERAL DO PLANO DE EMERGÊNCIA. No quadro seguinte, são sistematizados e classificados os diferentes tipos de acidentes que, em função do resultado da análise efetuada, se considerou serem de maior risco. Nível de Gravidade Nível 1 Nível 2 Nível 3 Explosão Sismo Incêndio Ameaça de bomba Rapto /Sequestro Inundação Incêndio com origem no exterior

47 CAPÍTULO III Plano de Emergência PÁG ORGANOGRAMA DE SEGURANÇA Um dos elementos fundamentais na correta gestão de uma emergência é o fator humano. A definição das atribuições e responsabilidades de cada interveniente na resposta a uma emergência, deverá ficar clara e inequivocamente expressa. Dada a especificidade do estabelecimento, atividades e instalações, a estrutura da Organização de Segurança para a Emergência a definir depende dos riscos presentes, dos recursos humanos e dos meios materiais disponíveis para fazer face a uma situação acidental. É do cargo do RS a organização e delegação dos elementos participantes na equipa de emergência. Deste modo, é definido no Anexo B e sempre que surja alguma alteração, este deverá ser prontamente atualizado. O organograma apresentado vigora apenas, durante o período em que decorre uma situação de emergência, sobrepondo-se à estrutura organizacional do edifício. Para manter o PE atualizado é necessário garantir a frequente gestão dos riscos, a manutenção das condições de segurança e do equipamento instalado e a revisão do mesmo, o RS e Delegado de Segurança e restantes elementos das equipas deverão reunir periodicamente, para debater e resolver problemas ligados à operacionalidade e gestão da segurança nas instalações. Todavia, para garantir a implementação correta e eficaz do PE é necessário garantir as condições de segurança das instalações e prevenir as situações de risco, no dia-a-dia. Assim, ainda que de uma forma informal, as tarefas diárias do pessoal interveniente na Organização de Segurança, enquanto os colaboradores e ocupantes deverão ser complementadas com as funções designadas no ponto seguinte. Apresenta-se uma estrutura base para a Organização em situação de Emergência aplicável ao edifício detalhando as várias atribuições e responsabilidades dos elementos intervenientes.

48 CAPÍTULO III Plano de Emergência PÁG Atribuições, Responsabilidades e Perfil dos Intervenientes É fulcral a definição clara e precisa das atribuições e responsabilidades dos diversos intervenientes numa situação de emergência. Neste ponto são referidas as funções que se adequam à Organização de Segurança. RESPONSÁVEL DE SEGURANÇA (RS) Como responsável máximo na estrutura de emergência, deve conhecer em profundidade o PE e todas as decisões críticas devem ser tomadas com o seu conhecimento. A sua principal preocupação deverá ser a de assegurar as condições de segurança necessárias, para a evacuação de áreas afetadas, o controlo e atenuação do sinistro com a maior brevidade possível, de modo a reduzir as suas consequências para as pessoas equipamentos e bens materiais e patrimoniais. Devido à importância das suas funções, durante uma emergência, é imprescindível que esteja permanentemente contactável e que possa deslocar-se para as instalações no menor espaço de tempo, para se inteirar da situação e assumir a coordenação do PE. Dele dependem, diretamente, o Delegado de Segurança e, indiretamente, todos os elementos das Equipas de Emergência. Durante uma Emergência decide sobre a eventual convocação da Equipa de Emergência, à qual solicita opiniões especializadas. É o elemento responsável por coordenar as atuações no âmbito do controlo da emergência. Em função das informações facultadas pelo Chefe de Intervenção, sobre a evolução da Emergência e da Evacuação, respetivamente, dá as ordens pertinentes sobre as ações a realizar e decide da emissão do alerta às entidades externas. Em situação de Emergência é o responsável por: Declarar a emergência; Definir a fase de emergência; Declarar o estado de prontidão das diversas Equipas; Aprovar toda a informação veiculada para o exterior; Ordenar a evacuação geral das instalações; Solicitar o apoio de socorros externos; Designar um elemento da Equipa de Apoio Técnico para receber os socorros externos e conduzi-los ao Centro de Controlo de Emergências; Estabelecer a interface com os comandos das Equipas de Socorro Externas; Declarar o Fim da Emergência. Constituem ainda obrigações do Responsável de Segurança:

49 CAPÍTULO III Plano de Emergência PÁG. 49 Conhecer e manter atualizado o PE, promovendo as revisões periódicas; Assegurar que as Equipas de Emergência têm o equipamento adequado para fazer face a uma situação de emergência; Garantir a elaboração do relatório de simulacro e de ocorrências; Dar a ordem para reposição da normalidade; Propor as medidas de segurança adequadas para prevenir a ocorrência e/ou a repetição de situações acidentais. Deve possuir as seguintes características: Autoridade suficiente para que seja obedecido pelas equipas de emergência; Capacidade de decisão e coordenação; Profundo conhecimento da atividade do edifício; Não necessita de ser um especialista quanto à sua formação técnica em incêndios. No entanto, é desejável que possua alguns conhecimentos específicos sobre: Meios de intervenção (Extintores portáteis e bocas-de-incêndio); Sistemas de Alarme; Instalações técnicas (Ex: rede elétrica, abastecimento de gás). A pessoa que ocupa este cargo deverá ter habilitações e competências, de modo a poder tomar decisões e a gerir recursos humanos, materiais e financeiros necessários, com total autonomia, no âmbito das funções e responsabilidades descritas anteriormente. DELEGADO DE SEGURANÇA (DS) O Delegado de Segurança também designado por DS é o elemento responsável por garantir as condições de segurança das pessoas, equipamentos e bens do edifício. Atua no local da emergência, onde a avalia e a classifica. Assume a direção e coordenação das Equipas de Intervenção e de Evacuação. Em princípio, será quem reunirá, as melhores condições e conhecimentos relativos às instalações, para assumir a função. Reporta ao Responsável de Segurança e deverá conhecer profundamente todas as atividades, processos bem como o próprio PE. Em situação de emergência as suas funções são:

50 CAPÍTULO III Plano de Emergência PÁG. 50 Avaliar o sinistro e prever a sua evolução; Coordenar a atuação das Equipas de Intervenção e de Evacuação nas suas áreas de responsabilidade, mobilizando-as para os locais em que sejam necessários ou orientando-os para o Ponto de Reunião. Apoiar o Responsável de Segurança; Declarar o estado de prontidão das diversas equipas, caso o desenvolvimento da situação de emergência seja de tal modo rápido que seja impraticável aguardar pela decisão do Responsável de Segurança; Recolher e compilar toda a informação respeitante à evacuação através das Equipas de Evacuação, nas diversas saídas da sua responsabilidade. Informar o Responsável de Segurança sobre a evolução do sinistro e da necessidade de promover uma evacuação parcial, geral ou sobre a necessidade de pedir ajuda externa; Identificar áreas presumivelmente não evacuadas; Colaborar com os meios de socorro externos no sentido de controlar a emergência; Prestar informações às equipas de socorro externas, sobretudo, no respeitante ao estado de evolução do sinistro; às medidas de controlo tomadas; as áreas ameaçadas, áreas prioritárias a proteger (pontos nevrálgicos) e áreas críticas (pontos perigosos); o estado de funcionamento/disponibilidade dos equipamentos e sistemas de proteção existentes; e, outras informações úteis para garantir uma intervenção rápida e eficaz. A pessoa que ocupa este cargo deverá ter habilitações adequadas à dimensão e ao grau de complexidade técnica e social das instalações. Deve conhecer todos os equipamentos de segurança contra incêndios existentes nas instalações, a sua capacidade e função e deve saber operar com eles. Por isso, deve receber um curso intensivo de segurança contra incêndios e um curso de técnicas de extinção com os meios de intervenção disponíveis (extintores portáteis). No entanto, é obrigatório que possua conhecimentos específicos sobre: Os sistemas de extinção tais como: o Extintores portáteis e agentes extintores; o Bocas-de-incêndio; o Sistemas de Alarme. As instalações técnicas existentes, tais como: o Rede elétrica (locais de corte de energia, gerais e parciais com a indicação das áreas que seccionam); o Rede de abastecimento de água;

51 CAPÍTULO III Plano de Emergência PÁG. 51 EQUIPA INTERVENÇÃO (EI) Para se garantir uma rápida intervenção e a consequente extinção de um incêndio, deverá assegurar-se que todo o pessoal tem formação para efetuar uma primeira intervenção. Esta equipa recebe ordens diretamente do Delegado de Segurança Devem conhecer os equipamentos de segurança contra incêndios existentes, a sua capacidade e função e devem saber operar com eles. Devem ser pessoas em boas condições físicas e receber formação de reciclagem periódica. São-lhes exigidos conhecimentos de segurança contra incêndios, nomeadamente sobre: Utilização de bocas-de-incêndio, extintores portáteis e técnicas de extinção de incêndios; Transmissão do alarme; Conhecimento das vias de evacuação e do Ponto de Reunião dos ocupantes evacuados; Saber o que NÃO podem fazer no auxílio a feridos. As suas funções em emergência são: Ao serem informados da ocorrência de um sinistro, dirigir-se de imediato ao local do mesmo e iniciar as ações de intervenção com os meios disponíveis; Informar o Chefe de Intervenção de anomalias detetadas; Informar o Chefe de Intervenção da existência de feridos no local do sinistro. Estar diariamente informados dos riscos existentes; e, assegurar a permanente desobstrução, visibilidade e prontidão dos meios de intervenção existentes nas variadas áreas. EQUIPA DE APOIO TÉCNICO / MANOBRA DOS DISPOSITIVOS DE SEGURANÇA (ET) A principal função é apoiar as Equipas de Intervenção e de Evacuação, realizando todas as tarefas de apoio que contribuam para o sucesso das suas missões. Tarefas essas, que serão coordenadas pelo Chefe de Intervenção ou Responsável de Segurança. Os elementos a designar, deverão estar permanentemente nas instalações, garantindo a realização das ações necessárias até à chegada dos restantes elementos da Equipa de Apoio Técnico. Têm como funções:

52 CAPÍTULO III Plano de Emergência PÁG. 52 Efetuar o corte de energia elétrica; Efetuar o corte, seccionamento de água; Efetuar o seccionamento da caldeira Efetuar a receção dos Bombeiros; Deverão ter conhecimentos e experiência, entre outros, dos seguintes sistemas de segurança: Extintores portáteis e bocas-de-incêndio; Instalações técnicas (rede elétrica locais de corte, gerais e parciais com a indicação das áreas que seccionam). EQUIPA DE EVACUAÇÃO (EE) A evacuação assume um papel importante nas ações de controlo da emergência. Deverão conhecer o plano de evacuação (caminhos de evacuação implementados). Dada a eventual presença de ocupantes com dificuldades de movimentação, deverão estar treinados nas metodologias de movimentação de pessoas com dificuldades motoras ou outras. As funções dos elementos afetos às Equipas de Evacuação são: Orientar toda a população presente nas instalações até às saídas de emergência, em direção ao ponto de reunião (Ponto de Encontro). Um dos elementos realiza uma ronda de controlo a cada zona assegurando-se de que todas as pessoas foram evacuadas; Manter uma ligação estreita com a Equipa de Primeiros Socorros solicitando o seu apoio para assistir a elementos eventualmente feridos ou doentes em dificuldades durante a evacuação, através do Responsável de Evacuação. Um dos elementos de cada Equipa de Evacuação assume a sua chefia. As funções são idênticas às dos outros elementos, mas o chefe de equipa tem como função adicional reportar o estado da evacuação da sua área ao Responsável de Evacuação. Não são exigidas características específicas para os elementos desta equipa, todavia, recomenda-se que sejam cumpridos os seguintes requisitos: Ter espírito e vontade de colaborar; Impor confiança e segurança aos seus parceiros e ocupantes das instalações; Embora cordialmente, deverá tomar as atitudes necessárias para evitar o pânico;

53 CAPÍTULO III Plano de Emergência PÁG. 53 A ocupação profissional não o deve obrigar a ausentar-se do seu local de trabalho. EQUIPA DE PRIMEIROS SOCORROS (EP) A EP é mobilizada, a pedido dos Órgãos Operacionais e são coordenadas pelo Delegado de Segurança. Funções e responsabilidades: Prestar assistência a todos os que tenham sofrido lesões ou ferimentos durante o processo de evacuação e combate ao sinistro; Procurar acalmar as pessoas de modo a evitar o pânico; Verificar periodicamente o material de socorrismo, mantendo-o em bom estado. São pessoas com formação específica em socorrismo, nomeadamente: Princípios éticos; Grande objetivo do socorro, em geral, deteção, alerta, pré-socorro como atuar ao nível do socorro profissionalizado; Planos de ação; Normas a cumprir na abordagem das vítimas; Exercícios práticos direcionados. RECEÇÃO Ao receber a comunicação deve: A SOLICITAR A identificação da pessoa que transmitir a ocorrência A localização exata da ocorrência A natureza e a amplitude da ocorrência B TRANSMITIR DE IMEDIATO AS INFORMAÇÕES AO: Responsável de Segurança Responsável da Área onde se verifica a ocorrência;

54 CAPÍTULO III Plano de Emergência PÁG. 54 C Executar chamadas para os Serviços de Emergência Exteriores (Estas chamadas só devem ser efetuadas quando o Responsável de Segurança, ou na ausência deste o Delegado de Segurança o determinar). Garantir a disponibilidade de linhas para, se necessário, chamar os Serviços de Emergência Exteriores. RELAÇÕES PÚBLICAS É o responsável por manter informados os Órgãos de Comunicação e as autoridades locais, sempre que a amplitude da emergência o justifique. Principais funções: Receber instruções do Responsável de Segurança sobre as informações a prestar à Comunicação Social e a outras entidades exteriores; Preparar a sala de reuniões e proceder ao acolhimento dos órgãos de comunicação, evitando a sua entrada na zona do sinistro, enquanto não existirem condições para isso; Informar todos os colaboradores para não fazerem qualquer declaração aos órgãos de comunicação ou estranhos à empresa e limitarem-se a encaminhar o pedido de informação às Relações Públicas; Em caso de vítimas ou feridos graves, deverá garantir em primeira mão a informação à família. 3.3 PROCEDIMENTO DE ALARME A perceção de uma situação de emergência ocorre por deteção visual. A pessoa que deteta a situação avisa o RS, verifica se existem pessoas em perigo e utiliza os meios de extinção disponíveis. O RS deve registar a emergência A hora exata da receção do alarme; A pessoa que dá o sinal; O local onde se verifica ocorrência. De seguida deve verificar a dimensão do sinistro bem como se há vitimas a socorrer. A eventual inexistência de pessoal durante a noite, fins-de-semana e feriados, leva a que, nestes períodos, a atuação face a um acidente grave, tenha um tratamento diferente daquele que terá durante o dia. Neste caso a ocorrência de sinistros, pressupõe o recurso imediato aos meios externos. Sempre que se verifique uma situação grave que obrigue à intervenção das equipas de emergência, deverá o RS dar a ordem de alarme parcial ou geral. O alarme consiste no sinal sonoro verbal e/ou visual para aviso e informação, aos ocupantes da edifício, de ocorrência de uma situação anormal ou de emergência. É audível em todos os espaços.

55 CAPÍTULO III Plano de Emergência PÁG. 55 O alarme é acionado premindo o botão de alarme do Sistema Automático de Deteção de Incêndio (SADI). Pode ser executado por quem detetar a emergência, pelo Responsável ou Delegado de Segurança ou por alguém em quem este delegue. Alarme parcial Alarme que tem por destinatários apenas os ocupantes de um espaço limitado do edifício e o pessoal afeto à segurança. Feito de forma verbal. Através de sistema de aviso (campainha) implementado em cada quarto. Alarme geral Alarme emitido para aviso de uma situação de emergência a todos os ocupantes do edifício devendo desencadear-se os procedimentos de evacuação, caso tal se justifique; Feito de forma verbal Aviso sonoro 4.1 PROCEDIMENTO DE ALERTA O RS, após considerar que os meios internos não são suficientes face ao cenário, solicita a intervenção dos agentes externos pela seguinte ordem: 1º Corpo de bombeiros; 2º Proteção Civil 3º GNR/PSP 4º Centro de Saúde, 6º Poderá ainda contactar ACT Autoridade para as Condições de Trabalho. Deverá informar as autoridades o seguinte: 1º IDENTIFICAÇÂO (Nome, Cargo, Instalações) 2º Localização/morada das instalações indicando pontos de referência 3º Breve Explicação do sinistro (incêndio, proporções, nº feridos e nº de pessoas que intervêm no incêndio (no momento) 4º Fornecer um contacto direto para a comunicação. NOTA BEM: Responder com prioridade às questões colocadas pelo operador das autoridades.

56 CAPÍTULO III Plano de Emergência PÁG PLANO DE ACTUAÇÃO O plano de atuação define os procedimentos a adotar, de forma a combater o sinistro e minimizar as suas consequências, até à chegada dos socorros externos. Deve-se seguir os respetivos escalões de mobilização Atuação em caso de Emergência Atuação em caso de Emergência Fluxograma Ação Responsabilidade Alarme Todos O alarme é efetuado acionando a botoneira de alarme. Averigua Ocorrência Equipa de Intervenção da Zona de Alarme Não Verdadeiro? Sim Verificar os motivos do alarme. Repõe o Sinal de Alarme Equipa de Intervenção Equipa de Intervenção Observações Define actuação em função do tipo e dimensão da ocorrência Inundação Tempestades Sismo Colapso de estrutura Derrame Incêndio (ver fluxograma) Explosão Fuga de gás Acidente rodoviário Ameaça de bomba Intrusão e roubo Sabotagem

57 CAPÍTULO III Plano de Emergência PÁG Atuação em caso de Incêndio Modo Proceder Anular a possibilidade da propagação do incêndio, desligando todos os sistemas que o possam potenciar riscos Tentar de imediato a extinção sem correr riscos desnecessários Se não conseguir anular o incêndio alerte de imediato, chamando a equipa de intervenção Meios Técnicos Responsável Extintores Carreteis Equipas de Intervenção ou Qualquer Colaborador Telefone / Verbal Equipas de Intervenção Descreva as circunstâncias do incêndio Telefone Equipas de Intervenção (Qualquer Colaborador) Informar o RS ou DS sobre o incêndio, seu foco e outra informação Telefone Equipa de Intervenção Em caso de emergência NÍVEL 3, dar a ordem de acionamento do alarme geral Telefone - RS - Na sua ausência DS Informar o RS sobre ativação do PE Telefone DS Evacuar os trabalhadores internos e trabalhadores de empresas externas, visitas, e outras pessoas que se encontrem nas instalações, para os respetivos pontos de encontro, com base nas plantas de emergência. Garantir que as pessoas se mantêm calmas e efetuam uma evacuação ordenada, não regressando aos locais evacuados. - Sinal sonoro ou Verbal - Planta de emergência Prestar primeiros socorros a eventuais acidentados. Mala 1º Socorros Equipa de Evacuação Equipa de Apoio 1º Socorristas Equipa primeiros socorros ou DS Chamar INEM ou ambulância para evacuar acidentado Orientação e distribuição dos elementos da Brigada de Intervenção no local Meios de combate a incêndio DS Delimitar a área de emergência onde vai decorrer acuação Fita sinalizadora Equipa de intervenção Informação á imprensa ou outras entidades externas Telefone Pessoal Escrito Administração Relações Publicas Verbal Responsável de Segurança Transporte interno Equipa de Intervenção Após repostas as condições de trabalho necessárias, é declarado o fim de emergência Após o rescaldo, segregar os resíduos decorrentes do incêndio, em locais próprios para o efeito Elaborar relatório da ocorrência Relatório Interno Identificação e planeamento de ações para os pontos fracos Identificação ações Responsável de Segurança Equipa de Intervenção Equipa de evacuação Responsável de Segurança

58 CAPÍTULO III Plano de Emergência PÁG. 58 Fluxograma Responsabilidade Ação Observações Incêndio Todos O alarme é efetuado Equipa de Intervenção da acionando a botoneira de Zona de Alarme Equipa de Intervenção alarme. Não Sim Equipa Intervenção? Verificar os motivos do alarme. Equipa de Intervenção Corte geral ou parcial da Avaliação do incêndio energia eléctrica Coordenação dos meios Equipa de Intervenção Responsável de humanos e materiais Combater o incêndio Dando instruções ao para utilizando os meios disponíveis (extintores, Corte geral ou parcial da acionar o alarme geral na Boca de incêndio) energia eléctrica Central de Alarme Segurança/Delegado de segurança Informação aos órgãos de Controlo do incêndio Não Sim Incêndio controlado? Equipa de Intervenção Relações Públicas Bombeiros Relatório de Ocorrência Equipa de Intervenção Responsável de Atuação em conjunto com os bombeiros segurança familiares dos trabalhadores da empresa Relatório de Ocorrência Segurança/Delegado de comunicação ou Controlo do incêndio Eventual informação ao exterior Rescaldo Relatório de Ocorrência

59 CAPÍTULO III Plano de Emergência PÁG Atuação em caso de Acidente Modo Proceder Meios Técnicos Responsável Comunicar o acidente dando as instruções exatas quanto ao local do acidente, natureza da lesão, e nº de feridos Telefone Equipas 1ª intervenção (qualquer colaborador) Comunicar ao Responsável de Segurança e Delegado de segurança da ocorrência Telefone Qualquer Trabalhador Destacar o socorrista para o local do acidente Telefone Delegado de Segurança/equipa de primeiros socorros Mala de 1º socorro Socorrista Ambulância Socorrista (ou alguém destacado p/ chefia) Prestar o 1º socorro Avaliar a necessidade de socorros especializados Acompanhar o acidentado ao Hospital Elaborar relatório da ocorrência Relatório Interno Responsável de segurança/ds Equipa Primeiros-socorros Identificação e planeamento de ações para os pontos fracos Identificação ações Responsável de Segurança 3.5 PLANO DE EVACUAÇÃO Após efetuada a confirmação do sinistro e avaliada a sua extensão serão acionados, pelo RS ou seu substituto, os procedimentos de evacuação do edifício. Pode ser parcial envolvendo apenas parte do edifício ou geral. Na evacuação parcial a ordem de evacuação será comunicada verbalmente ao sector/piso onde se verificou a situação de emergência. Numa evacuação geral o sinal de alarme é emitido com o toque intermitente. Modo Proceder Ao ouvir o alarme de evacuação (sinal sonoro) desligar os equipamentos e dirigir-se para o ponto de encontro mais próximo Meios Técnicos Responsável - Sinal sonoro - Pontos de encontro Todos os colaboradores - Pontos de encontro Equipas de Evacuação Identificar os ausentes e comunicar ao Responsável de Segurança - Telefone Responsáveis do ponto de encontro Caso se identifiquem ausentes, comunicar ao Chefe de Intervenção para proceder ao resgate - Telefone Responsável de Segurança Após a emergência avisar os responsáveis do ponto de encontro que a emergência terminou e que o trabalho e assegura das condições de segurança antes de iniciar o mesmo - Telefone - Verbal Responsável de Segurança Evacuar ocupantes com mobilidade reduzida e trabalhadores de empresas externas, visitas, e outras pessoas que se encontrem nas instalações, para os respetivos pontos de encontro, com base nas plantas de emergência. No caso de pessoas de mobilidade reduzida devem ser as últimas a evacuar. Garantir que as pessoas se mantêm calmas e efetuam uma evacuação ordenada, não regressando aos locais evacuados.

60 CAPÍTULO III Plano de Emergência PÁG. 60 Atuação em caso de Evacuação Fluxograma Responsabilidade Responsável de Segurança Ação Evacuação Acionar Alarme Equipa de Evacuação Encaminhar as pessoas para as saídas de emergência Equipa de Evacuação Não permitir que ninguém volte atrás Equipa de Evacuação Equipa de Evacuação Confirmar que todos foram evacuados Concentrar no Ponto de Encontro Informar RS sobre ausências detetadas Responsável de Segurança/delegado de Segurança Fim da Emergência Relatório da Ocorrência Observações

61 CAPÍTULO III Plano de Emergência PÁG. 61 Fluxograma Responsabilidade Ação Primeiros Socorristas Observações Feridos Avaliação dos estado dos feridos Primeiros Socorristas Sim Não Muito Grave? Delegado de segurança/ equipa de intervenção Bombeiros externos Prestação primeiros Prestação dos primeiros socorros socorros Chamar Bombeiros/ INEM/ Hospital Primeiro Socorrista Transporte do(s) ferido(s) para entidades exteriores de socorro Chefia do Acidentado Acompanhamento da (s) Vitima(s) até Ao Hospital Relatório de ocorrência Participação interna de acidente de trabalho

62 CAPÍTULO III Plano de Emergência PÁG. 62 ENCAMINHAMENTO RÁPIDO E SEGURO DOS OCUPANTES: O encaminhamento rápido e seguro dos ocupantes dos pisos sinistrados é garantido pelas disposições constantes das Instruções Especiais de Segurança da Equipa de Segurança, nomeadamente do: Chefe de fila que deve: Verificar a praticabilidade dos caminhos de evacuação Agrupar e contar as pessoas a evacuar Liderar a evacuação da zona sinistrada Cerra-fila que deve: Assegurar-se de que ninguém fica para trás Impedir que as pessoas voltem atrás Ajudar as pessoas em dificuldade AUXILIO ÀS PESSOAS COM CAPACIDADES LIMITADAS OU EM DIFICULDADE: As pessoas com capacidades limitadas ou que apresentem dificuldade de locomoção devem ser os últimos a evacuar e serem acompanhados, até ao Ponto de encontro, por um elemento da Equipa de Segurança. A Equipa de Segurança deverá sempre que possível recorrer a pessoas que se mostrem colaborantes para ajudar as pessoas em dificuldades. MISSÃO DO CHEFE DE FILA De um modo específico, o elemento da Equipa de Evacuação que atua como Chefe de Fila, deve: - combinar, com o Cerra-Fila, o melhor caminho a seguir; - dirigir-se para a saída da zona sinistrada, batendo às portas pelo caminho; - certificar-se da praticabilidade do caminho de evacuação; - caso não seja praticável, dirigir-se para a saída de alternativa, informando o Cerra-Fila da alteração do percurso; - informar os utentes da necessidade de evacuar para um local seguro; - agrupar, contar e tranquilizar as pessoas; - verificar a ausência de fumos no caminho normal de evacuação; - indicar constantemente o caminho a seguir com um braço no ar; - utilizar o caminho de evacuação de alternativa, só no caso do caminho de evacuação normal estar impraticável; - chamar as pessoas que encontrar pelo caminho, para que se integrem na evacuação; - encaminhar as pessoas para a saída do edifício; - ajudar as pessoas em dificuldades; - acompanhar as pessoas evacuadas até ao Ponto de encontro. Ao chegar ao Ponto de encontro: - recontar as pessoas evacuadas;

63 CAPÍTULO III Plano de Emergência PÁG reunir o grupo, para que todos se vejam (por exemplo, em circunferência). - perguntar insistentemente se alguém nota a falta de alguém; - tomar nota do nome das pessoas evacuadas ou, caso existir uma lista de chamada, riscar o nome das pessoas evacuadas; - informar o RS ou DS, dos locais e pessoas efetivamente evacuados, da sua situação na altura da evacuação e da eventual falta de alguém. MISSÃO DO CERRA-FILA O elemento da Equipa de Evacuação que assume a missão de Cerra-Fila deve: - assegurar-se que foram aplicadas as Instruções Gerais de Segurança; - verificar que as operações automáticas destinadas a reduzir os riscos de propagação foram efetivamente executadas, em particular no que respeita ao fecho das portas corta-fogo e, caso não tenham sido, efetuar manualmente estas operações; - combinar, com o Chefe de Fila, o melhor caminho a seguir; - dirigir-se para o oposto da posição do Chefe de Fila; - verificar que os locais fechados, em particular os quartos, foram vistoriados; - ajudar as pessoas em dificuldade, recorrendo eventualmente a pessoas que se mostrem colaborantes; - assegurar-se de que ninguém fica para trás; - certificar-se, ao sair, que todas as portas estão bem fechadas; - impedir que as pessoas voltem atrás, exercendo uma liderança firme e, se necessário, recorrer à ajuda de pessoas que se mostrem colaborantes; - substituir o Chefe de Fila e nomear um novo Cerra-Fila, caso seja necessário; - obter, junto do Operador do Posto de Segurança, a lista das pessoas presentes na altura da ocorrência. Ao chegar ao Ponto de encontro: - entregar a lista de chamada, caso existir, ao Chefe de fila; - ajudar a reunir o grupo, para que todos se vejam (por exemplo, em circunferência); - voltar para a entrada do edifício, facilitar a saída de pessoas evacuadas, impedir a reentrada das mesmas, ou de pessoas estranhas; - pôr-se á disponibilidade do RS ou DS para acompanhar os Bombeiros até à zona sinistrada. 3.6 PROCEDIMENTO DE RECEÇÃO E ENCAMINHAMENTO DO CORPO DE BOMBEIROS Compete ao Responsável de Segurança proceder ao encaminhamento dos bombeiros ou em substituição, o Delegado de Segurança. Para esse efeito deve dirigir-se ao ponto de encontro munido do Plano de Segurança Interno e respetivas plantas, bem como o chaveiro de segurança. Este poderá ser necessário para a abertura de um compartimento por norma trancado. 1. Identificar-se como Responsável de Segurança 2. Identificar e localizar o sinistro (por exemplo: incêndio que deflagrou na cozinha) 3. Descrever o ponto de situação (tempo decorrido desde do alarme; extensão do sinistro e; condições da evacuação por exemplo: o incendio ocorreu a 30 minutos na cozinha, o combate não foi possível devido ao alastramento vertical neste

64 CAPÍTULO III Plano de Emergência PÁG. 64 momento o piso 1 está a ser tomado pelas chamas, todos os sistemas de corte de energia foram acionados e, existem 2 pessoas refugiadas no primeiro andar) 4. Indicar com a ajuda da planta o local e áreas afetadas, caminhos e zonas de refúgio, situar locais de risco (ex: depósito de combustível); situar zonas de cortes de energias. 3.7 PROCEDIMENTO DE REPOSIÇÃO DE SEGURANÇA O RS ou DS, após o controlo da situação, deve elaborar um relatório com a descrição da ocorrência, medidas tendentes a repor a normalidade (como por exemplo a reconstrução de instalações), prazos para estarem finalizadas e correspondentes intervenientes nessas ações. Na reposição da normalidade deve evitar-se a repetição dos erros que deram origem à situação de emergência (deficiências de construção ou manutenção de instalações e equipamentos, por exemplo), atuando de forma preventiva na melhoria das condições de segurança. APÓS O INCÊNDIO Completar a evacuação de fumos, calor e gases de combustão; Repor nas condições adequadas todos os equipamentos do sistema de segurança; Retirar os materiais não danificados e proceder à sua manutenção (secagem, limpeza, etc.); Proceder à limpeza e manutenção das instalações atingidas.

65 CAPÍTULO IV Formação SCIE

66 CAPÍTULO IV Formação PÁG. 66 O Programa das ações de formação para os funcionários do edifício que exerçam atividades profissionais por períodos superiores a 30 dias por ano é da responsabilidade do Responsável de Segurança. Todo o plano de formação SCIE deve ser realizado antecipadamente e documentado em registo próprio (Consultar Caderno de Registos) 4.1 PROGRAMA DAS AÇÕES PARA TODOS OS OCUPANTES DA UTILIZAÇÃO-TIPO No programa de formação constam ações de formação para a receção de novos colaboradores. Estas ações deverão ser ministradas até 60 dias após a entrada ao serviço e deverão focar-se em: Familiarizar os novos colaboradores com os espaços da utilização-tipo; Identificar os respetivos riscos de incêndios; Instruções de técnicas básicas de utilização dos meios de 1ª intervenção (extintores portáteis); Conhecer e cumprir com os procedimentos, nomeadamente: Procedimentos genéricos de prevenção; Procedimento de alarme; Procedimentos gerais de atuação; Procedimento de evacuação. 4.2 PROGRAMA DE FORMAÇÃO ESPECÍFICA PARA OS OCUPANTES QUE TRABALHAM COM SITUAÇÕES DE MAIOR RISCO (LOCAIS DE RISCO C, C+, D, E e F) Sendo os locais de risco C, D, E e F, locais de risco particulares, o plano de formação deverá ter em atenção estes locais específicos. Desta forma, deverão ser planeadas e realizadas ações de formação tendo em conta: Os locais, máquinas e equipamentos presentes nos locais de risco C, bem como sistemas de corte de emergência; Instruções de segurança específicas nos locais de risco C; O conhecimento dos locais de risco, bem como procedimentos a adotar para a evacuação das pessoas presentes. Especial atenção para a coordenação das equipas de evacuação dos locais de risco E, Instruções e Procedimentos de segurança a adotar nos locais de risco E, 4.3 PROGRAMA DE FORMAÇÃO PARA OS OCUPANTES COM ATRIBUIÇÕES ESPECIAIS EM CASO DE EMERGÊNCIA O programa de formação terá em conta as ações de formação a ministrar para colaboradores designados à Segurança Contra Incêndios (colaboradores pertencentes às equipas de emergência). Desta forma, no plano de formação SCIE devem constar ações de formação anuais das equipas de intervenção, evacuação e primeiros socorros, bem como de outros intervenientes no plano de segurança interno. Estas ações deverão focar-se no cumprimento e treinamento dos procedimentos de segurança:

67 CAPÍTULO IV Formação Emitir o Sinal de Alerta; Emitir o Sinal de Alarme; Processos de evacuação; Utilização dos Meios de atuação em caso de emergência Receção e encaminhamento dos Bombeiros Direção e gestão das operações de emergência; Bem como outras atividades pré-definidas no planeamento. Para o Responsável de Segurança e/ou Delegado de Segurança a formação deve contemplar o seguinte: 1ª Parte Enquadramento legal: Apresentação do Regulamento Geral de Segurança Contra Incêndio em Edifícios; Definição das utilizações-tipo e categorias; Classificação dos locais; Linhas mestras da segurança contra incêndio; Procedimentos de licenciamento; Inspeções periódicas; Competências e responsabilidades; Medidas de autoproteção; Documentos de gestão da segurança; Contra ordenações e coimas; Missões do responsável e dos delegados de segurança; Missões da equipa de segurança; Sensibilização e formação de pessoal; Simulacros; Documentos de gestão. 2ª Parte Visita guiada ao edifício, no intuito de: Identificar os locais de maior risco; Explicar localmente o funcionamento das instalações de segurança; Mostrar a forma de utilizar corretamente os documentos de Gestão da Segurança. 3ª Parte Reciclagem: Revisão da 1ª e 2ª Parte; Avaliação das ações de formação; Análise de novos diplomas do âmbito da segurança contra incêndio. PÁG. 67

68 CAPÍTULO IV Formação PÁG. 68 Para os restantes elementos das equipas de emergência o programa de formação será estruturado da seguinte forma: 1ª Parte Formação teórica que debruçará os seguintes aspetos: Missões das Equipas; Procedimentos do Plano de Emergência; Instruções de segurança; Funcionamento dos sistemas e equipamentos de segurança contra incêndio. 2ª Parte Formação prática (visita guiada ao edifício com o intuito de): Identificar os locais de maior risco e respetivos cenários de sinistro; Verificar as características funcionais dos sistemas e equipamentos de segurança. Aplicação dos procedimentos e instruções de segurança com: Utilização dos meios de 1ª intervenção, sobre fogo real; Prestação e auxílio dos primeiros socorros; Evacuação em ambiente enfumado. 3ª Parte Reciclagem: Revisão da parte teórica e prática; Analisar os diversos cenários de sinistro; Aplicação dos procedimentos e instruções de segurança com: Utilização dos meios de 1ª intervenção, sobre fogo real; Prestação e auxílio dos primeiros socorros; Evacuação em ambiente enfumado. 4.4 RELATÓRIO DE FORMAÇÃO EM SCIE O Responsável de Segurança deve elaborar o relatório sucinto das várias e diferenciadas ações de formação. Este como elemento de avaliação pedagógico permite constatar e verificar a evolução dos conhecimentos no âmbito da Segurança Contra Incêndios, bem como comprovar todo o planeamento das ações de formação. A gestão da formação terá em conta estes relatórios, sendo por isso cruciais para a preparação do novo plano de formação.

69 CAPITULO V Exercícios e Simulacros SCIE

70 CAPÍTULO V Exercícios e Simulacros PÁG. 70 Para criar rotinas de comportamento e de atuação e ainda para aperfeiçoamento dos procedimentos em caso de emergência, o Responsável de Segurança deve promover a realização de exercícios com os objetivos de: Testar os procedimentos pré-planeados em caso de emergência; Treinar os ocupantes, em especial, aqueles com atribuições de intervenção nas várias equipas; E criar uma política, um costume inato de prevenção no edifício. 5.1 EXERCÍCIOS PRÁTICOS Em concordância com o planeamento das ações de formação, o Responsável de Segurança deve planear também os exercícios práticos em caso de emergência. Os procedimentos, devem ser então testados e realizados exercícios parciais e gerais com os objetivos de confirmar o planeado, nomeadamente: O QUÊ, QUEM ; QUANDO, COMO E ONDE e preparar para a realização de simulacros. 5.2 SIMULACROS O Responsável de Segurança deve ainda planear os simulacros todos os anos a realizar nas utilizações-tipo de acordo com o quadro XLI do art.º 207º da Portaria. Ao contrário dos exercícios, é dada informação prévia aos ocupantes da sua realização mas não é difundida rigorosamente a data e/ou hora. Exceção serão pessoas grávidas e ou suscetíveis de entrar em pânico em situações de emergência. No dia do simulacro, e nesse sentido, os elementos da receção deverão ter em atenção todos os ocupantes da empresa suscetíveis desta exceção. Os simulacros deverão ter ainda a colaboração do Corpo de Bombeiros da área e do serviço Municipal de Proteção Civil Contagem dos Tempos Para a obtenção dos tempos de resposta em minutos aquando da realização de Simulacros, deve o RS ser responsável pelo registo dos seguintes tempos: (T0) Alarme Registo da hora/minuto do sinal de alarme na Central de Incêndios. (T1) Comunicação a toda a equipa de emergência que deflagrou um incêndio (T2) Incêndio Extinto; (T3) Alerta (comunicação aos Bombeiros) (T4) Chegada do 1º Operador com Extintor/carretel junto do foco de incêndio (T5) Chegada da 2ª Intervenção ao local do foco de incêndio (T6) Chegada dos Bombeiros ao edifício (T7) Início da evacuação (T8) Contagem das presenças finalizada e controlada no Ponto de Encontro. Tempo de Alarme/confirmação T0 = T4 - T1 Tempo de 1ª Intervenção T2 = T4 - T1 Tempo de 2ª Intervenção T3 = T5 - T1

71 CAPÍTULO V Exercícios e Simulacros PÁG. 71 Tempo de Alerta T4 = T6 - T3 Tempo de Extinção T5 = T2 T1 Tempo de Evacuação T6 = T8 T Cenários Um cenário é um guião que descreve os vários acontecimentos de simulação da emergência pertencentes a um Simulacro Intervenientes São os elementos que têm uma posição participante no Plano de Emergência e aqueles a que for atribuído um papel ativo na resposta a qualquer emergência Controladores são as pessoas pré-designadas às quais é atribuída a responsabilidade de fornecer as mensagens do Simulacro e informações específicas do cenário aos intervenientes. Os controladores podem, igualmente, iniciar algumas ações para assegurar a continuidade no desenvolvimento do cenário do simulacro. O formulário da mensagem (ver registos) pode ser usado para qualquer tipo de procedimento. Avaliadores são pessoas pré-designadas, às quais é atribuída a responsabilidade de documentar e avaliar as ações dos elementos na resposta ao desenvolvimento do cenário do simulacro. Os avaliadores são a fonte de informação para processo crítico do simulacro. Observadores são as pessoas convidadas para assistir ao Simulacro, mas não participam na avaliação, controlo ou função de elemento participante no simulacro. Os observadores não possuem qualquer autoridade para controlar ou alterar o cenário durante o simulacro e não deverão intervir com qualquer ação dos elementos, controladores ou avaliadores. Qualquer questão por parte do observador durante o simulacro deverá ser comunicado ao controlador, que deverá posteriormente, decidir se alguma ação futura deverá ser considerada. 5.3 EXECUÇÃO E AVALIAÇÃO DOS SIMULACROS Na execução dos simulacros, o Corpo dos Bombeiros e Proteção Civil devem participar ativamente. A receção dos mesmos deve ser feita de acordo com os procedimentos, estabelecidos. Estes elementos devem ainda constar como observadores e acompanhar todo o simulacro, sendo elementos chave na avaliação do mesmo. O simulacro terminará com uma reunião entre os elementos intervenientes (Bombeiros, Proteção Civil, Polícia, e Equipa Interna de Intervenção) no intuito de avaliar o exercício, registando em documento próprio (ver Caderno de Registos) os aspetos mais relevantes a conservar ou a aperfeiçoar relativos aos procedimentos internos e externos executados pelos elementos intervenientes e pelos próprios ocupantes. 5.4 RELATÓRIOS DE SIMULACRO O Responsável de Segurança elabora o relatório sucinto dos aspetos mais relevantes, antes, durante e após o simulacro bem como as anotações registadas na reunião da avaliação do simulacro.

72 CAPÍTULO V Exercícios e Simulacros PÁG. 72 O Corpo dos Bombeiros da área, quando elementos ativos, elabora um relatório de intervenção dos bombeiros no simulacro e entrega cópia do mesmo ao responsável de segurança que deverá anexar ao seu relatório. 5.5 ATUALIZAÇÃO DO O conjunto das formações, exercícios e simulacros servem para efetivar a gestão do plano de segurança interno. Assim sendo, e sempre que se justifique, deverá ser atualizado o documento ou parte do mesmo e, naturalmente, sujeitas à sua verificação e inspeção. Por outro lado, sempre que sejam executados trabalhos em obras de conservação, de alteração, de manutenção ou de reparação, o documento deverá ser atualizado e sujeito a nova aprovação.

73 CAPITULO VI - Instruções de Segurança SCIE Instruções de Segurança

74 SCIE Instruções de Segurança Específicas

75 CAPÍTULO VI INCÊNDIO/EXPLOSÃO 1. PÁG. 75 OBJETIVO Definir as ações que os colaboradores com funções em emergência devem tomar, quando são chamados a intervir no quadro do Plano de Emergência (PE) Incêndio ou Explosão. 2. ÂMBITO Aplica-se nas situações em que sejam chamados a intervir os colaboradores com funções em emergência, no caso de ocorrência de incêndio ou explosão. 3. PROCEDIMENTO AÇÕES IMEDIATAS Qualquer Colaborador: Avaliar o grau de emergência da situação e providenciar a intervenção do Responsável de Segurança (RS) ou o Delegado de Segurança. Delegado de Segurança : Dirigir-se para o local do sinistro e definir as estratégias de atuação; Decidir acerca da necessidade de intervenção da(s) Equipa(s) de Intervenção; Decidir acerca da evacuação das instalações. Caso seja necessário (Emergência Parcial ou Geral), convocar informar o Responsável de Segurança para que sejam iniciadas as operações de evacuação; Contactar as Equipas de Apoio para efetuarem os cortes de energia e a salvaguarda dos circuitos informáticos, se necessários, bem como verificar o normal funcionamento de todos os sistemas de segurança; Fazer o ponto de situação com o Responsável de Segurança e em caso de necessidade de intervenção de organismos externos para combate à emergência, no sentido de garantir a ligação aos Organismos de Apoio Externo; Fazer o ponto de situação com o Responsável de Segurança, de forma a garantir a comunicação ao exterior.

76 CAPÍTULO VI INCÊNDIO/EXPLOSÃO PÁG. 76 INSTRUÇÕES OPERATIVAS COMBATE À EMERGÊNCIA Em função da dimensão do sinistro, convocar a Equipa de Intervenção, responsável pela atuação no local da ocorrência do incêndio/explosão. Em caso de indisponibilidade desta ou caso a situação o exija, chamar para intervir a(s) equipa(s) da(s) área(s) de intervenção vizinha(s); Orientar os elementos da(s) Equipa(s) de Intervenção, em função do tipo e dimensão do incêndio, garantindo que estes não põem em risco a sua integridade física. Equipa(s) de Intervenção: Seguir as instruções que lhe sejam transmitidas pelo Chefe de Intervenção; Antes de tentar combater a emergência, avaliar e atuar de acordo com os procedimentos exercidos na formação; Combater o incêndio, utilizando os meios existentes junto ao local e de acordo com as orientações do Chefe de Intervenção, sem pôr em risco a sua integridade física e a dos restantes membros das equipas que estão a intervir; Caso não consigam extinguir o incêndio, devem tentar confiná-lo, até à chegada dos organismos de apoio externos. Equipa de Evacuação (EV): Transmitir aos elementos da(s) Equipa(s) de Evacuação das zonas envolvidas, as instruções para iniciar as operações de evacuação; Orientar os elementos da(s) Equipa(s) de Evacuação, garantindo que estes, para assegurarem a evacuação, não põem em risco a sua integridade física; Receber do(s) Chefe(s) de Fila da(s) Equipa(s) de Evacuação, o colete da cor da sua de intervenção, e todas as informações relativas a ocorrências constatadas durante a evacuação; Efetuar ponto de situação com o Chefe de Intervenção, relativo às operações de evacuação; Disponibilizar-se, quando concluída a evacuação, para exercer outras funções no combate à emergência. Comunicar para a sua zona de intervenção, que é necessário proceder à evacuação da mesma; Reunir todos os colaboradores da sua zona, e evacuá-los para o Ponto de Reunião, através dos caminhos de evacuação; O Cerra-fila garante que todos os colaboradores previstos evacuar da zona, o fazem efetivamente; O Chefe de Fila, faz o ponto de situação com o Cerra-fila. O Chefe de Fila coordena as ações para que nenhum dos colaboradores evacuados, abandone o Ponto de Reunião, sem que tenha recebido autorização para tal

77 CAPÍTULO VI INCÊNDIO/EXPLOSÃO PÁG. 77 Equipas de Apoio: Intervir segundo instruções do Responsável de Segurança ou Delegado de Segurança, em conformidade com as instruções aplicáveis. Socorristas: Verificar, na sua zona de intervenção, a existência de eventuais feridos e, em caso positivo, prestar-lhe os primeiros socorros (de acordo com os seus conhecimentos). Relações Públicas: Assegurar a comunicação para o exterior, quer para os familiares dos colaboradores ou visitantes, quer para os órgãos de comunicação, transmitindo as informações consideradas pertinentes. FIM DE SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA Uma vez terminadas as operações de intervenção e rescaldo: Responsável de Segurança ou o Delegado de Segurança Verificar com os Comandos dos Organismos de Apoio Externo (caso tenham intervindo) ou as Equipas de Intervenção, de que as operações terminaram e que o comando das operações pode retornar para dentro da unidade; Assegurar a evacuação de eventuais feridos para os serviços de apoio médico, prevendo o acompanhamento por Socorristas, se necessário. Assegurar (se necessário) que o restabelecimento: Da energia ou das ligações elétricas, só seja efetuada após inspeção do(s) local(is) afetado(s), por uma pessoa especializada; Dos circuitos informáticos, só se processa após verificação por uma pessoa especializada, de que estão reunidas as condições de segurança (edifícios + equipamentos), para que tal aconteça; Verificar o normal funcionamento dos sistemas de segurança existentes no(s) local(is) sinistrado(s). Comunicar às Equipas de Evacuação que a intervenção está terminada, pelo que esta pode autorizar o regresso dos colaboradores aos seus locais de trabalho, com as precauções que se revelem adequadas.

78 CAPÍTULO VI INCÊNDIO/EXPLOSÃO PÁG. 78 AÇÕES APÓS EMERGÊNCIA Chefe de Intervenção + Equipa(s) de Intervenção: Providenciar a limpeza do(s) local(is) sinistrado(s); Garantir a limpeza de todo o material de intervenção usado, antes de o arrumar; Acondicionar os resíduos provenientes do incêndio /explosão, em recipientes adequados, para efetuar tratamento adequado Responsável de Segurança: Providenciar a substituição dos meios de intervenção utilizados no combate ao incêndio, e que se tenham danificado; Fazer o relatório completo do sinistro. 4. REAÇÕES A SITUAÇÕES ANÓMALAS Em caso de ocorrência de qualquer situação anómala, deve ser contactado o Chefe de Intervenção; caso não seja possível deve contactar o Responsável de Segurança ou Delegado de Segurança. 5. REAÇÕES A SITUAÇÕES NÃO CONFORMES Não aplicável.

79 CAPÍTULO VI SISMO 1. PÁG. 79 OBJETIVO Definir as ações que os colaboradores com funções em emergência devem tomar, quando são chamados a intervir no quadro do Plano de Emergência (PE) Sismo. 2. ÂMBITO Aplica-se nas situações em que sejam chamados a intervir os colaboradores com funções em emergência, no caso de ocorrência de sismo. 3. PROCEDIMENTO INSTRUÇÕES OPERATIVAS COMBATE À EMERGÊNCIA Delegado de Segurança / Chefe de Intervenção: Definir as estratégias de atuação; Se necessário (dependendo da magnitude), contactar as Equipas de Apoio: Ex (Efetuar os cortes de energia, dos quadros principais e / ou dos quadros secundários) Se a situação o recomendar (Emergência Geral ou Parcial) e as condições de segurança o permitirem, ativar o PEI fazendo intervir as Equipas de Intervenção, sob responsabilidade do Chefe de Intervenção; Estas atuam em conformidade com as situações que possam ocorrer, como consequência do sismo, seguindo as instruções aplicáveis em cada situação (incêndio / explosão, derrame, fuga de gás, inundação) Decidir sobre a evacuação do local (Geral, Parcial ou Local), fazendo intervir as Equipas de Evacuação, sob responsabilidade do Responsável de Segurança; Coordenar as operações de intervenção, não permitindo que os colaboradores entrem em pânico. Fazer o ponto de situação no sentido de garantir a ligação aos Organismos de Apoio Externos; Manter-se em contacto com as entidades oficiais, visando receber instruções / recomendações, cumprindo-as e fazendo-as cumprir;

80 CAPÍTULO VI SISMO PÁG. 80 FIM DE SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA Uma vez terminadas as operações de intervenção e rescaldo, o RS deve: Responsável de Segurança (RS): Verificar com os Comandos dos Organismos de Apoio Externo (caso tenham intervindo) ou as Equipas de Intervenção, de que as operações terminaram e que o comando das operações pode passar para o interior da unidade; No caso de não ter intervido nenhum organismo de apoio externo, deverá permanecer atento aos noticiários, por forma a saber qual a evolução da situação; Assegurar (se necessário) que o restabelecimento: Da energia ou das ligações elétricas, só seja efetuada após inspeção do(s) local(is) afetado(s), por uma pessoa especializada; Verificar o normal funcionamento dos sistemas de segurança existentes no(s) local(is) sinistrado(s). Relações Públicas: Assegurar a comunicação para o exterior, em particular aos familiares dos colaboradores e visitantes, bem como aos órgãos de comunicação, fazendo o ponto de situação da ocorrência AÇÕES APÓS EMERGÊNCIA Após declarado o fim da situação de emergência, o Chefe de Intervenção deve, recorrendo aos recursos internos da empresa: Assegurar a limpeza do(s) local(is) sinistrado(s); Garantir a limpeza de todo o material de intervenção usado, antes de o arrumar; Providenciar a substituição de todo o material danificado; Providenciar que os resíduos provenientes do incidente, são devidamente acondicionados para serem enviados posteriormente para destinatário(s) autorizado(s); Fazer o relatório completo do sinistro. 4 REAÇÕES A SITUAÇÕES ANÓMALAS Qualquer situação anómala deve ser comunicada ao Chefe de Intervenção. 5 REAÇÕES A SITUAÇÕES NÃO CONFORMES Não aplicável.

81 CAPÍTULO VI DERRAME 1. PÁG. 81 OBJETIVO Definir as ações que os colaboradores com funções em emergência devem tomar, quando são chamados a intervir no quadro do Plano de Emergência (PE) Derrames. 2. ÂMBITO Aplica-se nas situações em que sejam chamados a intervir os colaboradores com funções em emergência, no caso de ocorrência de derrames. 3. PROCEDIMENTO AÇÕES IMEDIATAS Qualquer colaborador Após verificação da ocorrência, deve: Contactar de imediato o Chefe de Intervenção e se for necessário, este deve dirigir-se para o local do sinistro; Chefe de Intervenção Avaliar o grau de emergência da situação e providenciar a intervenção da Equipa de Intervenção, caso considere necessário; Caso considere que a situação é controlável com os meios locais, deve contactar o(s) elemento(s) da(s) Equipa(s) de Intervenção correspondente à(s) zona(s) onde ocorreu o sinistro, para que se dirijam para o local e procedem à intervenção, e à coordenação do Chefe de Intervenção. Equipa de Intervenção : Estar à disposição do Chefe de Intervenção de forma a controlar a emergência e caso considere que a situação é controlável com os meios locais, deve iniciar o combate à emergência.

82 CAPÍTULO VI DERRAME PÁG. 82 INSTRUÇÕES OPERATIVAS DURANTE A EMERGÊNCIA Responsável de Segurança ou Delegado de Segurança (caso tenha sido considerada necessária a sua intervenção): Dirigir-se para o local do sinistro, e definir as estratégias de atuação (Emergência Parcial ou Geral); Convocar em conjunto com Chefe de Intervenção a(s) Equipa(s) de Intervenção que seja(m) considerada(s) necessária(s) para combater o derrame; Convocar em conjunto com o Chefe de Intervenção a Equipa de Apoio caso seja necessário cortar a energia; Chefe de Intervenção: Orientar os elementos da(s) Equipa(s) de Intervenção, em função do tipo de derrame e das Fichas de Segurança dos produtos envolvidos; Coordenar as operações de intervenção, não permitindo que a substância derramada atinja a rede de esgotos domésticos, o solo ou as linhas de água. Equipa(s) de Intervenção: Antes de tentar combater a emergência, colocar todos os EPI s de modo a evitar o contacto direto com o produto derramado, nomeadamente máscara, luvas e óculos, se necessário; Represar o derrame com a ajuda de rolos absorventes, panos, areia ou terra; Bombear, se possível, o produto para dentro de um contentor estanque; Colocar sobre o restante produto derramado, material absorvente. Se a pele for atingida por substâncias químicas, lavar abundantemente com água; Em caso de contaminação do vestuário de proteção, este deverá ser removido e encaminhado para descontaminação

83 CAPÍTULO VI DERRAME PÁG. 83 FIM DE SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA Uma vez terminadas as operações de intervenção, o Chefe de Intervenção deve: Verificar com os Comandos dos Organismos de Apoio Externo (caso tenham intervindo) ou as Equipas de Intervenção, de que as operações terminaram; Providenciar (se necessário) para que o restabelecimento da energia ou das ligações elétricas, só seja efetuada após inspeção do local afetado por uma pessoa especializada e que esteja totalmente eliminado o risco de ocorrer novo derrame; Verificar o normal funcionamento dos sistemas de segurança existentes no(s) local(is) sinistrado(s). AÇÕES APÓS EMERGÊNCIA Após declarado o fim da situação de emergência: Equipa(s) de Intervenção Recolher o material absorvente contaminado com o produto derramado, para dentro de recipientes adequados; Providenciar a limpeza do local sinistrado; Garantir a limpeza de todo o material de intervenção usado, antes de o arrumar; Etiquetar os recipientes que contêm os resíduos resultantes do combate a derrame e transportá-los para um local adequado para posterior eliminação. Chefe de Intervenção: Providenciar a substituição dos meios de intervenção utilizados no combate ao derrame; Elaborar o relatório da ocorrência. 4. REAÇÕES A SITUAÇÕES ANÓMALAS Em caso de ocorrência de qualquer situação anómala, deve ser contactado o Chefe de Intervenção; caso não seja possível deve contactar a o Responsável de Segurança ou Delegado de Segurança. 5. REAÇÕES A SITUAÇÕES NÃO CONFORMES Não aplicável.

84 CAPÍTULO VI FUGA DE GÁS 1. PÁG. 84 OBJETIVO Definir as ações que os colaboradores com funções em emergência devem tomar, quando são chamados a intervir no quadro do Plano Emergência (PE) Fuga de Gás. 2. ÂMBITO Aplica-se nas situações em que sejam chamados a intervir os colaboradores com funções em emergência, no caso de ocorrência de fuga (s) de gás. 3. PROCEDIMENTO AÇÕES IMEDIATAS Geral: Evite a inalação de gás; Se usar uma lanterna, ligue-a e desligue-a no exterior da(s) área(s) onde ocorreu a(s) fuga(s); Nunca procure localizar uma fuga de gás com uma chama; utilize água com sabão. Chefe de Intervenção: Após receção da informação da ocorrência, deve: Dirigir-se para o local do Sinistro, avaliar o grau de emergência da situação e providenciar a intervenção do Responsável de Segurança ou Delegado de Segurança, caso considere necessário; Se possível, feche a fonte de alimentação ou a válvula de segurança que permita controlar a fuga, mas não corra riscos

85 CAPÍTULO VI FUGA DE GÁS PÁG. 85 AÇÕES OPERATIVAS DURANTE A EMERGÊNCIA Responsável de Segurança ou Delegado de Segurança (caso tenha sido considerada necessária a sua intervenção): Dirigir-se para o local do sinistro, e definir as estratégias de atuação (Emergência Parcial ou Geral); Convocar o Chefe de Intervenção, para que em conjunto se defina qual(is) a(s) Equipa(s) de Intervenção que é(são) considerada(s) necessária(s) para combater a fuga de gás; Convocar o Chefe de Evacuação, para que se dê inicio às operações de evacuação da(s) área(s), se necessário; Convocar a Equipa de Apoio caso seja necessário cortar a energia; Fazer o ponto de situação com o Relações Públicas (se necessário), no sentido de garantir a comunicação aos familiares dos colaboradores e visitantes e aos órgãos de comunicação social Chefe de Intervenção: Definir a estratégia técnica de intervenção, ou seja, reparação da fonte da fuga ou confinamento da mesma; Orientar os elementos da(s) Equipa(s) de Intervenção e coordenar as operações de intervenção. Equipa(s) de Intervenção : Antes de tentar combater a emergência, colocar todos os EPI s de modo a evitar o contacto direto com o gás, nomeadamente máscara; Não acender fósforos ou isqueiros, nem acionar interruptores; Não utilizar o telemóvel; Se possível, arejar o espaço correspondente; Fechar a(s) válvula(s) de segurança; Atuar em conformidade com as instruções que lhes sejam transmitidas pelo Delegado de Segurança.

86 CAPÍTULO VI FUGA DE GÁS PÁG. 86 INSTRUÇÕES OPERATIVAS DURANTE A EMERGÊNCIA Equipa(s) de Apoio: Intervir segundo as diretrizes do Chefe de Intervenção. Chefe de Evacuação (CEV): Transmitir aos elementos da(s) Equipa(s) de Evacuação da(s) zona(s) envolvida(s), as instruções para iniciar as operações de evacuação; Orientar os elementos da(s) Equipa(s) de Evacuação, garantindo que estes, para assegurarem a evacuação, não põem em risco a sua integridade física; Receber do(s) Chefe(s) de Fila da(s) Equipa(s) de Evacuação, o colete da cor da sua zona de intervenção, e todas as informações relativas a ocorrências constatadas durante a evacuação; Efetuar ponto de situação com o Chefe de Intervenção, relativo às operações de evacuação; Disponibilizar-se, quando concluída a evacuação, para exercer outras funções no combate à emergência. Equipa(s) de Evacuação: Comunicar para a sua zona de intervenção, que é necessário proceder à evacuação da mesma; Reunir todos os colaboradores da sua zona, e evacuá-los para o Ponto de Reunião, através dos caminhos de evacuação; O Cerra-fila garante que todos os colaboradores previstos evacuar da zona, o fazem efetivamente; O Chefe de Fila, faz o ponto de situação com o Cerra-fila, e entrega o colete da cor da sua zona de intervenção ao CEV, e apresenta os resultados da evacuação. O Chefe de Fila coordena as ações para que nenhum dos colaboradores evacuados, abandone o Ponto de Reunião, sem que tenha recebido autorização para tal. Relações Públicas: Assegurar a comunicação para o exterior, quer para os familiares dos colaboradores ou visitantes, quer para os órgãos de comunicação, transmitindo as informações consideradas pertinentes

87 CAPÍTULO VI FUGA DE GÁS PÁG. 87 FIM DE SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA Uma vez terminadas as operações de intervenção e rescaldo: Chefe de Intervenção Verificar com os Comandos dos Organismos de Apoio Externo (caso tenham intervindo) ou o Responsável de Segurança ou Delegado de Segurança, de que as operações terminaram e que o comando das operações pode retornar para dentro da unidade; Assegurar a evacuação de eventuais feridos para os serviços de apoio médico, prevendo o acompanhamento por Socorristas, se necessário. Assegurar (se necessário) que o restabelecimento da energia ou das ligações elétricas, só seja efetuada após inspeção do(s) local(is) afetado(s), por uma pessoa especializada; Verificar o normal funcionamento dos sistemas de segurança existentes no(s) local(is) sinistrado(s). Comunicar ao Chefe de Evacuação que a intervenção está terminada, pelo que a(s) Equipa(s) de Evacuação pode(m) autorizar o regresso dos colaboradores aos seus locais de trabalho, com as precauções que se revelem adequadas. Chefe de Evacuação: Transmitir à(s) Equipa(s) de Evacuação, que a situação de emergência terminou, pelo que podem autorizar o regresso dos colaboradores da(s) sua zona(s) de intervenção, aos respetivos locais de trabalho. Relações Públicas: Assegurar a comunicação para o exterior, em particular aos familiares dos colaboradores e visitantes, bem como aos órgãos de comunicação, fazendo o ponto de situação da ocorrência.

88 CAPÍTULO VI FUGA DE GÁS PÁG. 88 AÇÕES APÓS EMERGÊNCIA Elementos de Apoio + Equipa(s) de Intervenção: Providenciar a limpeza do(s) local(is) sinistrado(s); Garantir a limpeza de todo o material de intervenção usado, antes de o arrumar; Acondicionar os resíduos resultantes da intervenção em recipientes adequados, Chefe de Intervenção: Providenciar a substituição dos meios de intervenção utilizados no combate ao incêndio, e que se tenham danificado; Providenciar que os resíduos provenientes do incidente, são devidamente encaminhados para destinatário(s) autorizado(s), Fazer o relatório completo do sinistro. 4. REAÇÕES A SITUAÇÕES ANÓMALAS Em caso de ocorrência de qualquer situação anómala, deve ser contactado o Chefe de Evacuação; caso não seja possível deve contactar o Responsável de Segurança ou Delegado de Segurança. 5. REAÇÕES A SITUAÇÕES NÃO CONFORMES Não aplicável.

89 CAPÍTULO VI VENDAVAL OU CICLONE 1. PÁG. 89 OBJETIVO Definir as ações que os colaboradores com funções no combate à emergência devem tomar no quadro do Plano de Emergência (PE), quando da ocorrência de um Vendaval ou Ciclone 2. ÂMBITO Aplica-se nas situações em que sejam chamados a intervir os colaboradores com funções em emergência, no caso de ocorrência de um vendaval ou ciclone. 3. PROCEDIMENTO INSTRUÇÕES OPERATIVAS COMBATE À EMERGÊNCIA Chefe de Intervenção : Definir as estratégias de atuação, em função do impacte na unidade; Em função dos danos causados na unidade, contactar as Equipas de Apoio, para efetuar os cortes de energia: Se a situação o recomendar (Emergência Geral ou Parcial) e as condições de segurança o permitirem, ativar o PEI fazendo intervir as Equipas de Intervenção, sob responsabilidade do Chefe de Intervenção; Estas atuam em conformidade com as situações que possam ocorrer, como consequência do vendaval ou ciclone, seguindo as instruções aplicáveis em cada situação (incêndio / explosão, derrame, fuga de gás, inundação) Decidir sobre a evacuação do(s) local(is) (Geral, Parcial ou Local), fazendo intervir a(s) Equipa(s) de Evacuação, sob responsabilidade do Chefe de Evacuação; Coordenar as operações de intervenção, não permitindo que os colaboradores entrem em pânico; Assegurar a intervenção dos Socorristas, se necessário; Fazer o ponto de situação no sentido de garantir a ligação aos Organismos de Apoio Externos

90 CAPÍTULO VI VENDAVAL OU CICLONE PÁG. 90 FIM DE SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA Uma vez terminadas as operações de intervenção e rescaldo: Chefe de Intervenção: Verificar com os Comandos dos Organismos de Apoio Externo (caso tenham intervindo) ou as Equipas de Intervenção, de que as operações terminaram e que o comando das operações pode passar para o interior da unidade; No caso de não ter intervido nenhum organismo de apoio externo, deverá permanecer atento aos noticiários, por forma a saber qual a evolução da situação; Assegurar (se necessário) que o restabelecimento: Da energia ou das ligações elétricas, só seja efetuada após inspeção do(s) local(is) afetado(s), por uma pessoa especializada; Verificar o normal funcionamento dos sistemas de segurança existentes no(s) local(is) sinistrado(s). AÇÕES APÓS EMERGÊNCIA Após declarado o fim da situação de emergência, o Chefe de Intervenção deve, recorrendo aos recursos internos da empresa: Assegurar a limpeza do(s) local(is) sinistrado(s); Garantir a limpeza de todo o material de intervenção usado, antes de o arrumar; Providenciar a substituição de todo o material danificado; Providenciar que os resíduos provenientes do incidente, são devidamente acondicionados para serem enviados posteriormente para destinatário (s) autorizado (s); Fazer o relatório completo do sinistro. 4. REAÇÕES A SITUAÇÕES ANÓMALAS Qualquer situação anómala deve ser comunicada ao Chefe de Intervenção. 5. REAÇÕES A SITUAÇÕES NÃO CONFORMES Não aplicável.

91 CAPÍTULO VI INUNDAÇÃO 1. PÁG. 91 OBJETIVO Definir as ações que os colaboradores com funções em emergência devem tomar, quando são chamados a intervir no quadro do Plano de Emergência (PE) Inundação. 2. ÂMBITO Aplica-se nas situações em que sejam chamados a intervir os colaboradores com funções em emergência, no caso de ocorrência de inundação(ões). 3. PROCEDIMENTO AÇÕES IMEDIATAS Responsável de Segurança ou Delegado de Segurança: Após receção da informação da ocorrência, deve: Dirigir-se de imediato para o local do sinistro, e contactar de imediato o Chefe de Intervenção, afim de verificar extensão do incidente e eventuais impactes ambientais, para que este tome conta da ocorrência e informar qual o elemento(s) da(s) Equipa(s) de Intervenção correspondente à(s) zona(s) onde ocorreu o sinistro, para que se dirijam para o local. Chefe de Intervenção: Avaliar o grau de emergência da situação e providenciar a intervenção do Responsável de Segurança ou Delegado de Segurança, caso considere necessário; Caso considere que a situação é controlável com os meios locais, deve contactar o(s) elemento(s) da(s) Equipa(s) de Intervenção correspondente à(s) zona(s) onde ocorreu o sinistro, para que se dirijam para o local e procedem à intervenção, sob a sua coordenação. Equipa de Intervenção : Avaliar o grau de emergência da situação e providenciar a intervenção do Chefe de Intervenção, caso considere necessário; Caso considere que a situação é controlável com os meios locais, deve iniciar o combate à emergência

92 CAPÍTULO VI INUNDAÇÃO PÁG. 92 INSTRUÇÕES OPERATIVAS DURANTE A EMERGÊNCIA Chefe de Intervenção (caso tenha sido considerada necessária a sua intervenção): Dirigir-se para o local do sinistro, e definir as estratégias de atuação (Emergência Parcial ou Geral); Orientar os elementos da(s) Equipa(s) de Intervenção, em função da extensão da inundação e dos danos causados ou dos potenciais danos para a normal atividades da unidade; Coordenar as operações de intervenção, confinando (se possível) a(s) zona(s) onde ocorreu o incidente. Convocar a Equipa de Apoio caso seja necessário cortar a energia; Transferir o comando da intervenção para o Comandante dos Organismos de Apoio Externo, assim que estas chegarem à unidade. Equipa(s) de Intervenção: Intervir segundo as diretrizes do Chefe de Intervenção; Assegurar-se que no decurso da intervenção não contactam com fios elétricos e / ou equipamentos elétricos, dados os riscos elétricos associados; Prioridade para o confinamento da(s) zona(s) afetada(s), procurando impedir (na media do possível) o arrastamento pela corrente, de produtos químicos armazenados ou disponíveis nas zonas de produção. Equipa(s) de Apoio: Intervir segundo as diretrizes do Chefe de Intervenção. FIM DE SITUAÇÃO DE EMERGÊNCIA Uma vez terminadas as operações de intervenção, o Responsável de Segurança ou Delegado de Segurança e o Chefe de Intervenção deve: Verificar com os Comandos dos Organismos de Apoio Externo (caso tenham intervindo) ou as Equipas de Intervenção, de que as operações terminaram; Providenciar (se necessário) para que o restabelecimento da energia ou das ligações elétricas, só seja efetuada após inspeção do local afetado por uma pessoa especializada e que esteja totalmente eliminado o risco de acidentes elétricos. Verificar o normal funcionamento dos sistemas de segurança existentes no(s) local(is) sinistrado(s).

93 CAPÍTULO VI INUNDAÇÃO PÁG. 93 AÇÕES APÓS EMERGÊNCIA Após declarado o fim da situação de emergência: Equipa(s) de Intervenção Providenciar a limpeza do(s) local(is) sinistrado(s); Garantir a limpeza de todo o material de intervenção usado, antes de o arrumar; Etiquetar o(s) recipiente(s) que contêm o(s) resíduo(s) resultante(s) da inundação e transportá-lo(s) para o local de Resíduos Perigosos para posterior eliminação; Responsável de Segurança ou Delegado de Segurança, juntamente com Chefe de Intervenção : Providenciar a substituição dos meios de intervenção utilizados no combate à inundação; Elaborar o relatório da ocorrência. 4. REAÇÕES A SITUAÇÕES ANÓMALAS Em caso de ocorrência de qualquer situação anómala, deve ser contactado o Chefe de Intervenção. 5. REAÇÕES A SITUAÇÕES NÃO CONFORMES Não aplicável.

94 CAPÍTULO VI INTRUSÃO NAS INSTALAÇÕES 1. PÁG. 94 OBJETIVO Definir as ações que os colaboradores sem funções no combate à emergência devem tomar no quadro do Plano de Emergência (PE), quando da ocorrência de uma tentativa de intrusão nas instalações ou de uma efetiva intrusão por parte de terceiros não identificados, com intuitos desconhecidos (mas que podem ser de perturbação do normal funcionamento da unidade) 2. ÂMBITO Aplica-se nas situações em que ocorra uma intrusão nas instalações. 3. PROCEDIMENTO AÇÕES IMEDIATAS Todos os colaboradores devem: Não entrar em pânico; manter a calma ajudará a resolver a situação; Se possível, contactar o Delegado de Segurança (DS) /Chefe de Intervenção. INSTRUÇÕES OPERATIVAS COMBATE À EMERGÊNCIA Quem deteta: Tentar limitar ou controlar a entrada de pessoas estranhas à organização; Se não conseguir controlar o possível acesso de pessoas estranhas à organização, deve abandonar o local e comunicar a situação ao Delegado ou Responsável de Segurança, ou à GNR do local. Fornecer todas as informações disponíveis, nomeadamente, local onde está a ocorrer a tentativa de intrusão, número de pessoas envolvidas, eventual proximidade de pontos perigosos, entre outras consideradas pertinentes. Todos os colaboradores: Manter-se nos seus locais de trabalho, afim de não prejudicar as operações de identificação / imobilização dos intrusos; Não propagar informações não fundamentadas, criando situações de alarmismos desnecessários; Aguardar, calmamente, por informações sobre o que fazer, a serem transmitidas pelos órgãos responsáveis pelo combate à emergência. 4. REAÇÕES A SITUAÇÕES ANÓMALAS Todas as situações anómalas devem ser comunicadas ao Chefe de Intervenção. 5. REAÇÕES A SITUAÇÕES NÃO CONFORMES Não aplicável.

95 CAPÍTULO VI AUTORIZAÇÃO FOGOS NÚS 1. PÁG. 95 OBJETIVO A autorização escrita com Fogos Nús, tem por objetivo motivar o trabalhador para a adoção de comportamentos seguros, pois permite que este se consciencialize da responsabilidade de autocontrolar as condições de segurança que lhe são exigidas. 2. ÂMBITO A norma em questão aplica-se a todos os trabalhadores (internos e externos) com utilização de Fogos Nus. NOTA: A autorização escrita de trabalhos com utilização de Fogos Nus não é necessária para os postos de trabalho fixos e permanentes (locais previamente definidos) 3. PROCEDIMENTO Definições Especiais: Trabalhos com Fogos Nús são trabalhos em que se verifica a utilização de técnicas, aparelhagem ou utensílios suscetíveis de provocar aquecimentos apreciáveis, pontos quentes, faíscas ou chamas capazes de inflamarem os produtos combustíveis que possam existir ou desenvolver-se durante o trabalho. Exemplos: Soldaduras, rebarbagens, cortes a maçarico, decapagens, utilização de equipamento elétrico não antideflagrante, trabalhos com esmeril, berbequim, ferramentas cortantes. Fases da Instrução de Trabalho: a) Autorização de Fogos Nus A autorização de trabalhos com Fogos Nús deve ser solicitada pelo responsável da obra ou serviços de manutenção ao responsável pelo preenchimento da autorização de fogos ou algum elemento pertencente à Equipa de Intervenção. b) Fins-de-semana, férias e feriados As condições de segurança aos fins-de-semana, férias e feriados, são garantidas pelo Chefe de Intervenção, devendo elaborar um relatório de ocorrências que entregará ao Responsável de Segurança. Informação dos trabalhos programados Os responsáveis dos trabalhos programados para os fins-de-semana, feriados e férias de Agosto e Dezembro, têm que, informar o Chefe de Intervenção. Os trabalhos programados para os feriados ou férias têm que ser comunicados com a antecedência mínima de 24 horas.

96 CAPÍTULO VI SUBSTÂNCIAS PERIGOSAS 1. PÁG. 96 OBJETIVO Dar a conhecer a perigosidade das substâncias perigosas e a rotulagem a que os produtos perigosos estão obrigados de acordo com legislação aplicável. 2. ÂMBITO A norma em questão aplica-se a todos os trabalhadores. 3. RESPONSABILIDADE O cumprimento desta Instrução é da responsabilidade dos utilizadores das Substâncias Perigosas. 4. PROCEDIMENTO Definições Especiais: Substância química perigosa - Agente que contenha um produto ou substância classificada de acordo com as diretivas da Comunidade Europeia, como sendo explosivo, comburente, facilmente inflamável, extremamente inflamável, tóxico, muito tóxico, corrosivo, nocivo, irritante e perigoso para o ambiente. Ficha de dados de segurança - Documento cedido obrigatoriamente pelo fabricante, importador ou distribuidor para permitir, que os utilizadores tomem as medidas necessárias para a proteção do ambiente, assim como da saúde e da segurança nos locais de trabalho. Todo e qualquer fabricante, importador ou distribuidor, aquando da primeira entrega de uma substância perigosa ou mesmo antes, deve enviar ao destinatário uma ficha de dados de segurança contendo as informações necessárias à proteção do Homem e do Ambiente, a qual pode ser transmitida em suporte de papel ou eletrónico. Fases da Instrução de Trabalho: A - Os rótulos das embalagens devem ter obrigatoriamente: a) Nome ou designação comercial da preparação b) Designação química das substâncias presentes na preparação c) Símbolos e indicações de perigo da preparação d) Perigos relativos à utilização e) Precauções a tomar na sua utilização

97 CAPÍTULO VI SUBSTÂNCIAS PERIGOSAS PÁG. 97 Significado dos símbolos utilizados nos rótulos: Tabela Símbolos B - Responsabilidade da aposição da rotulagem Aquando da receção a rotulagem é verificada e sempre que haja necessidade de se proceder a transvases, esta operação obrigatoriamente tem que ser precedida de aposição da respetiva rotulagem, de modo a que todas as embalagens existentes no edifício estejam corretamente rotuladas. C - Modo operatório Caso necessite de efetuar um transvase o rótulo deverá ser solicitado à chefia, indicando o nome do produto a identificar. Coloque a etiqueta na embalagem. D - Armazenagem D.1 Classificação de produtos químicos Os materiais perigosos são normalmente classificados em : explosivos, oxidantes, inflamáveis, tóxicos, corrosivos ou irritantes e radiativos; Compostos Explosivos: As quantidades armazenadas devem ser minimizadas. Procedimentos apropriados devem ser tomados no armazenamento, utilização e tratamento dos desperdícios. Compostos Oxidantes: Devem ser armazenados separadamente dos oxidáveis, particularmente dos solventes orgânicos, pois podem desencadear reações de combustão. O contacto destes produtos químicos (e.g. os ácidos perclórico e nítrico) com plásticos e produtos orgânicos (e.g. celulósicos) deve ser evitado. Compostos Inflamáveis: A sua quantidade deve ser mantida ao nível mínimo. O armazenamento deve ser efetuado separadamente dos restantes, preferencialmente num local afastado e com condições de segurança adequadas.

98 CAPÍTULO VI SUBSTÂNCIAS PERIGOSAS PÁG. 98 Compostos tóxicos: O maior cuidado deve ser verificado no sentido de evitar a inalação, ingestão ou absorção cutânea destes compostos. Para tal devem ser utilizadas câmaras de exaustão e luvas. Devem ser armazenados separadamente. O acesso aos produtos tóxicos deve ser controlado e o seu manuseamento deve ser o menos possível. Compostos Corrosivos: O contacto com estes produtos e os executantes e equipamentos deve ser evitado. Deve ser armazenado a 1 metro do solo e não deverá ter nada na parte inferior. D.2 Compatibilidade de Produtos químicos Área de Receção de Produtos Químicos Os diferentes produtos químicos devem ser armazenados conforme o descrito na Tabela de Compatibilidade de PQ. É da responsabilidade da chefia ter este documento afixado nas zonas de armazenagem de produtos químicos.

99 CAPÍTULO VI SUBSTÂNCIAS PERIGOSAS SIGNIFICADO SÍMBOLO PÁG. 99 MEDIDAS PREVENTIVAS TÓXICO (T) MUITO TÓXICO (T*) - Para evitar todo e qualquer contacto com a pele, utilizar meios de proteção; luvas, viseiras e fatos-macaco, etc; - Trabalhar de preferência no exterior ou num local bem arejado; - Boa higiene: lavas as mãos e nunca comer nem fumar durante a utilização; NOCIVO (Xn) FACILMENTE INFLAMÁVEL (F) EXTREMAMENTE INFLAMÁVEL (F*) - Os produtos sob a forma de aerossol são mais perigosos (inalação). - Armazenar os produtos num local bem arejado; - Nunca utilizar junto de uma fonte de calor, de uma superfície quente ou na proximidade de faúlhas ou de uma chama nua; - Proibição de fumar! - Guardar os produtos inflamáveis (símbolo F) bem afastados dos produtos COMBURENTE (O) comburentes (símbolo O). - Conservar os produtos na embalagem de origem; CORROSIVO (C) - Tomar precauções aquando da arrumação (risco de queda!); - Proteger os olhos, a pele... contra salpicos. Ser muito prudente aquando do transvasamento do produto ou ao polvilhá-lo; - Utilizar sempre luvas e óculos de proteção; IRRITANTE (Xi) - A higiene é fundamental: depois da utilização, lavar bem a cara e as mãos; - Os produtos corrosivos sob a forma de aerossol são perigosos. - Evitar sobreaquecimento e os choques, proteger contra as radiações solares; - Nunca colocar na proximidade de fontes de calor, de lâmpadas, de radiadores, EXPLOSIVO (E) etc.; - Proibição de fumar! PERIGOSO PARA O AMBIENTE (<<N) - Eliminar o produto ou os seus restos; - Evitar a contaminação do meio ambiente através de uma armazenagem adequada.

100 CAPÍTULO VI SUBSTÂNCIAS PERIGOSAS NOVA CLASSIFICAÇÃO E ROTULAGEM PÁG. 100 DOS PRODUTOS QUÍMICOS PERIGOSOS Tabela comparativa entre o sistema de classificação antigo da UE e o CLP Perigos Físicos Perigos para a Saúde Perigos para o meio Ambiente * Baseada no Anexo I do Regulamento (CE) No 1272/2008 para todas as categorias de perigos com pictogramas GHS ** Baseada nos pictogramas do Anexo V do Regulamento (CE) No 1272/2008 *** Toxicidade específica em determinados órgãos

101 CAPÍTULO VI TRABALHOS DE MANUTENÇÃO 1. PÁG. 101 OBJETIVO Esta instrução tem como objetivo o cumprimento de regras e normas de segurança, por parte dos elementos da manutenção, de forma a preservar pessoas, equipamentos, bens e impactes ambientais. 2. ÂMBITO Esta instrução aplica-se a todos os trabalhadores que executam serviços de manutenção. 3. RESPONSABILIDADE O cumprimento desta instrução é da responsabilidade dos executantes desses trabalhos. 4. PROCEDIMENTO 4.1. REGRAS DE SEGURANÇA A RESPEITAR Proibido fumar, comer ou beber no posto de trabalho Mantenha limpo e arrumado o posto de trabalho Antes de Iniciar a Intervenção a) Antes de iniciar qualquer tipo de trabalho garanta sempre que a máquina/equipamento se encontra desligada. b) Devem ser analisados os possíveis riscos relacionados com a execução do mesmo e em cada fase da execução, o facto de se poderem verificar novos riscos devem ser prevenidos. c) Verificar se as ferramentas utilizadas foram concebidas e são especificas para o tipo de trabalho a realizar e se estas se encontram defeituosas ou danificadas d) Verifique sempre se os sistemas de segurança estão operacionais. e) Verifique sempre e os diferenciais de apoio ao processo se encontram operacionais f) Coloque sinalização de aviso, quando se procede a uma intervenção e/ou manutenção, Equipamento em Manutenção g) Isole sempre a área de intervenção deixando espaços de segurança entre o local de intervenção e zonas de passagem (peões e empilhadores), deixando-as sempre desimpedidas. Faça sempre estas perguntas: - Esta peça, ferramenta, produto é necessária? - Está colocado em sítio correto? - Estou em segurança?

102 CAPÍTULO VI TRABALHOS DE MANUTENÇÃO PÁG Vou fazer fogo? Durante a intervenção a) Quando levantar ou movimentar cargas pesadas essencialmente equipamentos: manter as costas direitas e os pés planos, separados entre 30 a 40 cm, quando estiver a levantar, respire fundo, segure a carga com firmeza, estique as pernas, puxe os braços e leve as costas à posição vertical. Deverá ter em consideração os aspetos ergonómicos para que as condições de movimentação manual possa ser efetuada de forma segura e numa postura correta, caso utilize o porta-paletes deverá empurrar e não puxar. b) Nunca execute tarefas no interior da máquina enquanto esta estiver em movimento. c) Garanta e mantenha o quadro elétrico sempre fechado e com o seu acesso sempre desimpedido, após a intervenção da manutenção. d) Utilize sempre os equipamentos de proteção individual identificados na análise de risco. e) Nunca abandonar ou interromper os trabalhos deixando os pontos críticos dos equipamentos/máquinas desprotegidos. f) Coloque as proteções sempre no devido lugar após finalizar uma intervenção. g) Trabalho em altura deverá, utilizar sempre, plataforma elevatória ou empilhador com cesto de segurança. h) Se executar trabalhos em altura superiores a 2 m e tenha necessidade de utilizar as escadas portáteis, é obrigatório utilizar sempre o cinto de segurança. i) Mantenha o acesso ao material de incêndio extintores e carretel sempre desimpedido. j) Se durante a intervenção ocorrer um derrame, deverá, contê-lo e chamar de imediato o Chefe de Intervenção. Algumas medidas de segurança para execução de trabalhos em equipamentos eléctricos: 1: Desligue a instalação. 2: Certifique-se que a instalação não pode ser ligada. 3: Verifique que a instalação não tem corrente. 4: Assegure-se que a instalação tem ligação à terra e que não entra em curto-circuito. 5: Certifique-se que retirou ou isolou possíveis condutores de eletricidade Após o término da Intervenção a) Após terminar a intervenção, têm de ser garantidos que os sistemas de segurança do equipamento estão todos operacionais

103 CAPÍTULO VI TRABALHOS DE MANUTENÇÃO PÁG. 103 b) Antes de dar como concluído a Intervenção, garanta que todos os comandos e sistemas de emergência se encontram ativos. c) Manter a área limpa e arrumada, separando os resíduos gerados durante a execução da intervenção. As medidas de segurança/ambiente da sua empresa são importantes. O seu comportamento pessoal é determinante para a eficácia das medidas de Segurança/ambiente PLANO DE PROCEDIMENTOS PARA OS TRABALHOS COM MOVIMENTAÇÃO DE ÓLEOS 1. Avalie o risco a que poderá estar sujeito o trabalho com o óleo e possíveis emergências (derrame para o solo ou água). 2. Arrume a área onde se vão realizar os trabalhos de elementos indesejados ou perigosos. 3. Identifique todos os recipientes de transvase. 4. Verifique quais os EPI s a utilizar na intervenção 5. Trabalhe sobre uma tina de retenção sempre que possível. 6. Caso não seja possível, coloque folhas de cartão ou outro material absorvente no chão, de modo a prevenir contaminação do solo e das águas. 7. Caso não termine os trabalhos, arrume os materiais em segurança e isole a área de trabalho. NÃO DEIXE OS ÓLEOS À CHUVA. 8. No final do trabalho, coloque os óleos não recuperáveis na área de resíduos perigosos, identificando o bidão de "desperdícios contaminados" e coloque os restantes resíduos nos contentores adequados. Arrume a área de intervenção.

104 CAPÍTULO VI ABASTECIMENTO DE COMBUSTÍVEIS 1. PÁG. 104 OBJETIVO Esta instrução tem como objetivo o cumprimento de regras e normas de segurança, por parte dos elementos da manutenção/empresa afeta ao serviço, de forma a preservar pessoas, equipamentos, bens e impactes ambientais. 2. ÂMBITO Esta instrução aplica-se a todos os colaboradores autorizados no abastecimento de combustíveis. 3. RESPONSABILIDADE O cumprimento desta instrução é da responsabilidade dos executantes desses trabalhos. 4. PROCEDIMENTO 4.1. REGRAS DE SEGURANÇA A RESPEITAR Proibido fumar, comer ou beber no posto de trabalho Estas regras destinam-se a regulamentar as operações de abastecimento de combustíveis, bem como as operações de trasfega de combustível da cisterna para o tanque, através da canalização existente. A. O abastecimento de combustíveis a veículos está sujeito a autorização prévia da empresa, que poderá recomendar a adoção de medidas particulares de segurança. B. Antes de se dar início às operações de abastecimento, as quais deverão ser sempre efetuadas o mais rapidamente possível, deverá ser parado o motor do veículo, só devendo ser de novo posto em marcha depois da operação estar terminada e de se ter verificado que todas as aberturas e tubagens estão devidamente fechadas. C. É expressamente proibido fumar ou de qualquer forma produzir ou utilizar qualquer chama ou fogo durante as operações de abastecimento num raio de 10 metros em torno do posto, bem como o uso, para qualquer fim, de ferramentas metálicas suscetíveis de provocar faíscas. D. Durante as operações de abastecimento haverá sempre uma pessoa vigilante junto que verifica os procedimentos de segurança e quantidades de combustível. E. Os locais possuirão obrigatoriamente um letreiro visível com as palavras PROIBIDO FUMAR OU FOGUEAR. F. Durante as operações de abastecimento não é permitida qualquer sondagem ou tomada de amostra. G. O local de abastecimento de combustível deve ser acessível por vias de circulação de modo a permitir uma evacuação rápida. H. No caso de trasfega da cisterna para a tubagem existente, a bomba de descarga só deve ser posta em funcionamento após completada a ligação das mangueiras flexíveis. I. É interdito proceder a operações de limpeza ou de reparações enquanto decorre a operação de abastecimento.

105 CAPÍTULO VI ABASTECIMENTO DE COMBUSTÍVEIS J. PÁG. 105 As mangueiras usadas na trasfega da cisterna para a tubagem devem: i. Ter marcada a pressão máxima recomendada pelo fabricante; ii. Serem inspecionadas a intervalos determinados. Se for detetado qualquer sinal de deterioração, fuga ou fraqueza no corpo ou no acoplamento, a mangueira será retirada do serviço para reparação ou eliminação. iii. Aconselhado serem as mangueiras próprias para a trasfega. iv. As mangueiras de abastecimento devidamente certificadas, deverão estar em boas condições e adequadas em termos de compatibilidade química, temperatura e pressão de rotura; v. As extremidades das mangueiras deverão ser tamponadas com juntas cegas antes da sua armazenagem. K. As empresas abastecedoras (cisternas) deverão estar devidamente autorizadas pelos organismos competentes para o transporte do tipo de produtos combustíveis a fornecer e possuir pessoal devidamente habilitado para a condução e operação dos equipamentos utilizados.

106 CAPÍTULO VI TRANSPORTE, MANUSEAMENTO E ARMAZENAGEM DE GASES 1. PÁG. 106 OBJETIVO Esta instrução tem como objetivo o cumprimento de regras e normas de segurança, no Transporte, Manuseamento e Armazenamento dos Gases de forma a preservar pessoas, equipamentos, bens e impactes ambientais. 2. ÂMBITO Esta instrução aplica-se às zonas do edifício, onde está suscetível que acontecer tais atividades. 3. RESPONSABILIDADE O cumprimento desta instrução é da responsabilidade dos executantes desses trabalhos. 4. PROCEDIMENTO Qualquer utilização de garrafas sob pressão, deverá ser precedida da análise da despectiva Ficha de dados de segurança. Como usar garrafas de gás de forma segura Antes de usar uma garrafa de gás, assegurar-se de que contém o tipo de gás correto. A única fonte de informação segura do tipo de gás é o rótulo, que deve existir em todas as garrafas. Gravações como "Gás de teste" e a cor da garrafa, nem sempre fornecem informações corretas sobre o tipo de gás. Nunca utilizar uma garrafa de gás quando existem dúvidas do seu conteúdo, ou suspeitas de danos (queimaduras, sinais de impactos mecânicos). Tais garrafas devem ser claramente identificadas e devolvidas ao fornecedor. Todas as inspeções periódicas são da responsabilidade do fornecedor. Começar / terminar um trabalho No local de utilização, as garrafas devem estar fixas de forma a prevenir quedas. Desenroscar o capacete (caso exista) manualmente, assegurando-se de que este não sai torto, de tal forma que a válvula se possa abrir acidentalmente. Ao invés de um capacete pode existir uma tulipa que serve de proteção permanente da válvula e não pode ser removida. A breve abertura da válvula para verificar a pressão da garrafa não é necessária e deve ser evitada. Esta ação é perigosa nas situações de garrafas com válvulas de abertura rápida (ex: Garrafas de Dióxido de Carbono ou Azoto para sistemas de extinção de incêndios), uma vez que a garrafa pode mover-se de forma descontrolada devido à força repulsiva produzida pela saída do gás. O equipamento para consumo (ex: regulador de pressão, adaptador ou flexível de alta pressão), tem de ser adequado à pressão de trabalho da garrafa (ex: 300 bar).

107 CAPÍTULO VI TRANSPORTE, MANUSEAMENTO E ARMAZENAGEM DE GASES PÁG. 107 Abrir a válvula da garrafa com a mão, sem recorrer a quaisquer ferramentas. Regular a pressão de trabalho desejada no regulador de pressão e abrir a válvula de saída. Verificar que não existem fugas na conexão entre a garrafa e o regulador de pressão. Fechar a válvula da garrafa durante quaisquer paragens no trabalho e no final deste, de forma a prevenir qualquer saída de gás descontrolada. Consumir o gás de forma a que fique uma pressão residual, para prevenir a entrada de quaisquer substâncias para o interior da garrafa. Quando a garrafa estiver vazia e apenas com uma pressão residual, primeiro fechar a válvula da garrafa e depois desenroscar o equipamento de fornecimento. A ordem inversa pode ser perigosa, uma vez que uma garrafa aparentemente vazia, essencialmente de gases liquefeitos pressurizados, pode ainda conter gás sob pressão. Enroscar o capacete, e a garrafa está pronta para ser devolvida ao fornecedor. Figura 1 - Elementos constituintes e identificativos de uma garrafa sob pressão, assim como alguns riscos identificados

108 CAPÍTULO VI TRANSPORTE, MANUSEAMENTO E ARMAZENAGEM DE GASES PÁG. 108 Figura 2 - Cuidados de manutenção e conservação a ter com as garrafas sob pressão Transporte interno com veículos: Em paletes, usando empilhadora ou porta-paletes. Em paletes, usando uma grua (a proteção da válvula e a válvula são inadequadas como pontos de fixação para o transporte com grua). Com o acessório próprio.

109 CAPÍTULO VI TRANSPORTE, MANUSEAMENTO E ARMAZENAGEM DE GASES PÁG. 109 Em veículo, com a garrafa de gás fixa de forma a prevenir quedas. Antes de mover uma garrafa de gás do seu ponto de uso, assegurar-se de que a válvula está fechada e não existem fugas. Figura 3 - Exemplos de boas práticas no transporte das garrafas sob pressão

110 CAPÍTULO VI TRANSPORTE, MANUSEAMENTO E ARMAZENAGEM DE GASES PÁG. 110 Transporte manual em pequenas distâncias: Antes de mover uma garrafa segurando a proteção da válvula, verificar se esta está seguramente fixa. A perda da proteção é um risco de acidente. Rolar no chão as garrafas de maior capacidade, segurando-as com uma mão na proteção da válvula, guiando a garrafa, e a outra puxando a garrafa para o exterior. Movimentar as garrafas pequenas que não têm proteção da válvula, para que não possam cair e a válvula abrir-se acidentalmente. É recomendado o transporte numa estrutura. A forma ideal de transportar quadros de garrafas é com um empilhador, mas ter em atenção antes de mover os quadros que este se encontra desconectado. Para transportar quadros com uma grua, fixar uma anilha (mosquetão) a cada ponto de fixação e passar um cabo adequado ao peso. Figura 4 - Cuidados a ter durante o deslocamento das garrafas sob pressão

111 CAPÍTULO VI TRANSPORTE, MANUSEAMENTO E ARMAZENAGEM DE GASES PÁG. 111 Princípios básicos: Proteger a garrafa de forma a prevenir proximidade de calor excessivo, fogo, corrosão perigosa, danos mecânicos ou uso por pessoal não autorizado. Não permitir o seu armazenamento em acessos inadequados (ex. corredores, escadas, portas) ou de fuga. Armazenagem em salas: O local tem de ser construído com materiais resistentes ao fogo, e possuir ventilação mecânica ou natural, não devendo ser usado para outras atividades. Manter uma distância de cerca de 2 m entre garrafas de gases inflamáveis (ex: Acetileno) e gases estimulantes do fogo (ex. Oxigénio). O espaço intermédio pode no entanto ser cheio com garrafas de gases inertes (ex. Azoto). Não armazenar garrafas de gás em locais abaixo do solo, em ou após escadas, corredores, passagens ou garagens (são possíveis exceções se a regulamentação nacional o permitir).

112 CAPÍTULO VI TRANSPORTE, MANUSEAMENTO E ARMAZENAGEM DE GASES PÁG. 112 Armazenagem ao ar livre: Manter uma distância de segurança para reduzir os riscos provenientes do meio envolvente (fogo, danos mecânicos). Armazenagem em salas e ar livre: Podem ser armazenados conjuntamente todos os tipos de gás. Não armazenar garrafas de gás juntamente com outros materiais inflamáveis. Armazenar garrafas de gás com gases liquefeitos, em posição vertical Fixe as garrafas de gás de forma a prevenir quedas. Não são necessárias medidas especiais se as garrafas forem suficientemente estáveis em virtude do seu projeto de construção, (ex. Propano), tipo de armazenagem (ex. Paletes) ou armazenagem em grupo. Informações adicionais Quando utilizar gases liquefeitos pressurizados, observar o seguinte: Alguns gases podem ser liquefeitos simplesmente por compressão, como por exemplo Propano e Dióxido de Carbono, que se encontram em garrafas de gás como gases liquefeitos pressurizados. Estes gases podem ser consumidos no estado gasoso, a partir do topo da garrafa, ou no estado líquido, através de um tubo submerso (sifão) no fundo da garrafa. As garrafas com um tubo submerso têm a mesma cor e válvula que as garrafas sem tubo, podendo apenas ser diferenciadas através da indicação no rótulo com sifão. Se desejar consumir o gás no estado gasoso, usar garrafas sem sifão e um regulador de pressão, devendo a garrafa estar em posição vertical. O consumo da fase gasosa requer calor para a vaporização, que se consegue a partir do líquido que se vai tornando mais frio. Como resultado, a taxa de vaporização diminui, de tal forma que o fluxo de gás pode parar após ser retirada grande quantidade de gás, mesmo que a garrafa esteja cheia e a válvula aberta. As seguintes precauções são úteis: Utilizar diversas garrafas do mesmo tipo em paralelo e consumi-las simultaneamente. Aquecer a garrafa num banho de água, até uma temperatura máxima de 50 ºC. Pode aumentar a pressão na garrafa através da introdução de um gás inerte comprimido, que não reaja com o gás liquefeito (ex. Azoto). A pressão apenas deve ser aumentada até um valor que não exceda a pressão de teste da garrafa, ou a pressão de rebentamento de um disco ou válvula de segurança. O consumo de líquido apenas é possível a partir de uma garrafa com sifão. Não usar regulador de pressão. No consumo de líquido, o volume do fluxo é bastante maior que no consumo de gás. Situações perigosas podem ocorrer se uma garrafa com sifão for ligada por engano a um equipamento concebido para funcionar com gás. Por exemplo, um queimador de Propano concebido para trabalhar com Propano gasoso, pode tornar-se num lança-chamas se receber Propano líquido, devido ao excessivo volume distribuído.

113 CAPÍTULO VI MANUSEAMENTO DA MANTA IGNÍFUGA 1. PÁG. 113 OBJETIVO Definir as ações que os INTERVENIENTES, devem tomar no quadro do Plano de Segurança Interno (PSI), quando da ocorrência de uma emergência na utilização de Manta Ignífuga 2. ÂMBITO Aplica-se nas situações em que ocorra uma emergência (utilização de Manta Ignífuga). 3. PROCEDIMENTO

114 CAPÍTULO VI MANUSEAMENTO DE CARRETEIS 1. PÁG. 114 OBJETIVO Definir as ações que os INTERVENIENTES, devem tomar no quadro do Plano de Segurança Interno (PSI), quando da ocorrência de uma emergência na utilização de Carretel 2. ÂMBITO Aplica-se nas situações em que ocorra uma emergência (utilização de Carretel). 3. PROCEDIMENTO

115 SCIE Instruções de Segurança Gerais

116 CAPÍTULO VI SISTEMA AUTOMÁTICO DE DETEÇÃO DE INCÊNDIO Instruções de utilização de um extintor portátil: 1.º - Transporte-o na posição vertical, segurando no manípulo. 2.º - Retire o selo ou cavilha de segurança que impede a alavanca de acionar o jacto. 3.º - Aproxime-se do foco de incêndio com cautela, evitando que haja fogo pelas costas. 4.º - Pressione a alavanca, dirigindo o jacto para a base das chamas, varrendo a superfície. 5.º - Em combustíveis líquidos reduza o jacto, evitando que o combustível se espalhe. 6.º - Antes de terminar, assegure-se de que o incêndio está mesmo extinto. PÁG. 116

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