ANEXO REGIMENTO INTERNO DA SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO RURAL

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1 ANEXO REGIMENTO INTERNO DA SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO RURAL CAPÍTULO I CATEGORIA E FINALIDADE Art.1º. À Secretaria de Desenvolvimento Rural, órgão específico singular diretamente subordinado ao Ministro de Estado da Agricultura e do Abastecimento, compete: I. propor subsídios à formulação da política agrícola, no que se refere à produção e ao fomento agropecuário, inclusive da pesca e da heveicultura; II. supervisionar a execução de programas e ações nas áreas de fomento à produção agropecuária, da pesca e da heveicultura, de cooperativismo e associativismo rural, de infra-estrutura rural e de proteção, manejo e conservação do solo e da água, voltados ao processo produtivo agrícola e pecuário, inclusive agricultura irrigada e drenagem, em nível de propriedade rural; III. normatizar, na forma da legislação específica, e supervisionar as atividades de: a) preservação e melhoramento das espécies animais e vegetais de interesse econômico; b) fiscalização da produção e comércio de alimentos para animais, de materiais de reprodução animal, de sementes e mudas, de corretivos, fertilizantes, inoculantes e biofertilizantes, da classificação de produtos vegetais, subprodutos e resíduos de valor econômico, da prestação de serviços de reprodução animal, mecanização e aviação agrícolas, bem como do funcionamento dos estabelecimentos de promoções turfísticas e hípicas; c) proteção de cultivares e do Cadastro Nacional dela decorrente, conforme previsto na Lei nº 9.456, de 25 de abril de 1997; d) desenvolvimento e fomento à produção pesqueira e à heveicultura; IV. elaborar estudos e implementar ações relacionadas com o controle, avaliação e recomendação de cultivares; V. implementar a execução e o acompanhamento da programação operacional dos recursos provenientes da Lei nº 9.456/97; VI. promover estudos e compatibilizar ações para definição de critérios de classificação de animais vivos, couros, peles e lãs para comercialização; VII. coordenar: a) o Sistema Nacional de Informação Documental Agrícola - SNIDA; b) o Sistema Brasileiro de Assistência Técnica e Extensão Rural - SIBRATER; VIII. promover a compatibilização das programações de pesquisa agropecuária e de assistência técnica e extensão rural. CAPÍTULO II ORGANIZAÇÃO Art.2º. A Secretaria de Desenvolvimento Rural - SDR tem a seguinte estrutura: 1. Gabinete - GAB/SDR 2. Departamento de Fiscalização e Fomento da Produção Animal - DFPA/SDR 2.1. Coordenação-Geral de Melhoramento Animal - CGMA/DFPA 2.2. Coordenação-Geral de Promoção Animal - CGPA/DFPA 3. Departamento de Fiscalização e Fomento da Produção Vegetal - DFPV/SDR

2 3.1. Coordenação-Geral de Desenvolvimento Vegetal - CGDV/DFPV 3.2. Coordenação-Geral de Solo e Água - CGSA/DFPV 4. Departamento de Cooperativismo e Associativismo Rural - DENACOOP/SDR 4.1. Coordenação-Geral de Desenvolvimento das Organizações Associativistas CGDO/DENACOOP 4.2. Coordenação-Geral de Apoio à Gestão das Organizações Associativistas CGGO/DENACOOP 5. Departamento de Infra-Estrutura Rural - DIER/SDR 6. Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural - DATER/SDR 6.1. Coordenação de Apoio à Assistência Técnica e Extensão Rural - CAATER/DATER 6.2. Coordenação de Fortalecimento da Agricultura Familiar - CFAF/DATER 7. Departamento de Pesca e Aqüicultura - DPA/SDR 7.1. Coordenação-Geral de Fomento à Pesca - CGFA/DPA 7.2. Coordenação-Geral de Aqüicultura - CGA/DPA 7.3. Serviço de Programação e Acompanhamento - SPAC/DPA 8. Serviço Nacional de Proteção de Cultivares - SNPC/SDR 8.1. Coordenação de Cadastro, Análise e Proteção - CAPRO/SNPC 8.2. Coordenação Técnica - COTEC/SNPC 8.3. Laboratório de Análise, Diferenciação e Caracterização de Cultivares - LADIC/SNPC 9. Coordenação-Geral de Informação Documental Agrícola - CENAGRI/SDR 9.1. Divisão de Suporte e Disseminação de Informação Documental - DSDI/CENAGRI 9.2. Serviço de Atendimento ao Usuário - SAU/CENAGRI Setor de Biblioteca - SB/SAU 9.3. Serviço de Processamento Técnico - SPT/CENAGRI Seção de Análise da Informação - SAI/SPT 9.4. Núcleo de Processamento de Dados - NPD/CENAGRI 10. Coordenação de Apoio Operacional - CAO/SDR Serviço de Programação e Acompanhamento Operacional - SPO/CAO Serviço de Apoio Administrativo - SAD/CAO Seção de Execução Orçamentária e Financeira - SEOF/SAD Seção de Material e Patrimônio - SMP/SAD Núcleo de Atividades Auxiliares - NAA/SAD. 1º. O Gabinete, os Departamentos, o Serviço Nacional e a Coordenação de Apoio Operacional dispõem, para alocação em suas respectivas unidades, de cargos de Assessor, Assistente, Auxiliar e Gerentes de Programa e de Projeto, bem como de Funções Gratificadas de Assistente Intermediário, identificadas e quantificadas a seguir, cujas atribuições dos seus ocupantes serão definidas por ato do Secretário: I. Gabinete a) 11 Assessores do Secretário - DAS 102.4; b) 3 Assistentes - DAS-102.2; c) 1 Auxiliar - DAS-102.1;

3 d) 2 Funções Gratificadas de Assistente Intermediário - FG-1; e) 1 Função Gratificada de Assistente Intermediário - FG-2; II. Departamento de Fiscalização e Fomento da Produção Animal: a) 3 Gerentes de Programa - DAS 101.2; b) 3 Gerentes de Projeto - DAS 101.1; c) 2 Funções Gratificadas de Assistente Intermediário - FG-1; d) 3 Funções Gratificadas de Assistente Intermediário - FG-3; III. Departamento de Fiscalização e Fomento da Produção Vegetal: a) 3 Gerentes de Programa - DAS 101.2; b) 4 Gerentes de Projeto - DAS 101.1; c) 2 Funções Gratificadas de Assistente Intermediário - FG-1; d) 1 Funções Gratificadas de Assistente Intermediário - FG-3; IV. Departamento de Cooperativismo e Associativismo Rural: a) 2 Gerentes de Programa - DAS 101.2; b) 4 Gerentes de Projeto - DAS 101.1; c) 2 Funções Gratificadas de Assistente Intermediário - FG-1; d) 2 Funções Gratificadas de Assistente Intermediário - FG-3; V. Departamento de Infra-Estrutura Rural: a) 2 Gerentes de Programa - DAS 101.2; b) 2 Gerentes de Projeto - DAS 101.1; c) 1 Função Gratificada de Assistente Intermediário - FG-1; d) 2 Funções Gratificadas de Assistente Intermediário - FG-2; e) 2 Funções Gratificadas de Assistente Intermediário - FG-3; VI. Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural: a) 8 Gerentes de Projeto - DAS 101.1; b) 1 Função Gratificada de Assistente Intermediário - FG-1; c) 2 Funções Gratificadas de Assistente Intermediário - FG-2; d) 2 Funções Gratificadas de Assistente Intermediário - FG-3; VII. Departamento da Pesca e Aqüicultura: a) 4 Gerentes de Projetos - DAS VIII Serviço Nacional de Proteção de Cultivares: a) 3 Auxiliar - DAS 102.1; b) 1 Função Gratificada de Assistente Intermediário - FG-2; c) 1 Função Gratificada de Assistente Intermediário - FG-3; IX. Coordenação de Apoio Operacional: a) 1 Função Gratificada de Assistente Intermediário - FG-1; b) 1 Função Gratificada de Assistente Intermediário - FG-3. 2º. A Chefia do Laboratório de Análise, Diferenciação e Caracterização de Cultivares, localizado em Brasília/DF, corresponde à Função Gratificada/FG-1. Art.3º. A SDR será dirigida por Secretário, os Departamentos por Diretor, o Serviço Nacional por Chefe, as Coordenações-Gerais por Coordenador-Geral, a Coordenação por Coordenador, o Gabinete, a Divisão, os Serviços, o Laboratório, as Seções, o Setor e os Núcleos por Chefe, cujos cargos serão providos na forma da legislação específica.

4 Parágrafo Único - Os cargos em comissão do SNPC/SDR serão privativos de engenheiro agrônomo ou florestal, que não tenham vinculação com as atividades de pesquisa agrícola e de produção de sementes, quer pública ou privada. Art.4º. Os ocupantes dos cargos e funções previstos no artigo anterior serão substituídos, em suas faltas e impedimentos, por servidores por eles indicados e designados na forma da legislação específica. Art.5º. Funcionará, junto ao Serviço Nacional de Proteção de Cultivares, a Comissão Nacional de Proteção de Cultivares, órgão consultivo e de assessoramento, consoante disposições do Decreto nº 2.366, de 05 de novembro de CAPÍTULO III COMPETÊNCIA DAS UNIDADES SEÇÃO I GABINETE Art.6º. Ao Gabinete compete: I. prestar assistência ao Secretário na execução de suas atribuições, inclusive instruindo processos e elaborando documentos de interesse do Gabinete; II. orientar e controlar as atividades afetas ao Gabinete; III. coordenar a agenda de trabalho do Secretário e promover o preparo de expediente para seu despacho; IV. proceder à seleção do expediente dirigido ao Secretário; V. promover articulações e programar entrevistas e contatos de interesse do Secretário. SEÇÃO II DEPARTAMENTO DE FISCALIZAÇÃO E FOMENTO DA PRODUÇÃO ANIMAL Art.7º. Ao Departamento de Fiscalização e Fomento da Produção Animal compete: I. elaborar as diretrizes de ação governamental para a produção e a promoção animal, com vistas a subsidiar a formulação da política agrícola; II. implementar ações, elaborar, promover e avaliar a execução de programas e projetos de fomento pecuário; III. programar e promover a execução das atividades de: a) fiscalização da produção e comercialização de alimentos para animais, materiais de multiplicação animal e de prestadores de serviços de reprodução animal; b) desenvolvimento da eqüideocultura do País; c) registro genealógico; d) realização de provas zootécnicas; e) sistema de marcas para animais; f) fiscalização do funcionamento de estabelecimentos de promoções turfísticas e hípicas; IV. efetuar o acompanhamento do desenvolvimento da produção animal e manter bases de dados; V. identificar necessidades de pesquisa pecuária no que se refere à produção animal; VI. implementar a execução e o acompanhamento da programação operacional dos recursos provenientes da Lei nº 7.291, de 19 de dezembro de 1984; VII. realizar estudos e implementar ações relacionadas com a classificação de animais vivos de interesse econômico, para fins de acabamento e terminação, nos termos do art. 37 da Lei nº 8.171, de 17 de janeiro de 1991;

5 VIII. promover auditorias técnico-fiscal e operacional das atividades pertinentes à sua área de competência. Parágrafo Único - A execução das atividades inerentes ao funcionamento de estabelecimentos de promoções turfísticas e hípicas, bem como a fiscalização prevista no inciso III, da alínea "f", deste artigo, referem-se àquelas definidas pela Lei nº 7.291, de 19 de dezembro de 1984 e oriundas da extinta Comissão Coordenadora da Criação do Cavalo Nacional - CCCCN. Art.8º. À Coordenação-Geral de Melhoramento Animal compete: I. elaborar e controlar a execução de programas e projetos de, apoio à produção animal, objetivando a promoção do desenvolvimento sustentado das atividades pecuárias e a melhoria da qualidade dos seus produtos, nas áreas de melhoramento genético e reprodução animal; II. elaborar normas, bem como promover, orientar e controlar a execução das atividades de fiscalização relacionadas a: a) registro genealógico de animais; b) provas zootécnicas; c) controle zoogenético de doadores de sêmen e de embriões; d) industrialização, comercialização e importação de materiais de multiplicação animal; e) registro de doadores de sêmen e embriões; f) registro de estabelecimentos que industrializam, comercializam ou importam materiais de multiplicação animal; g) registro de estabelecimentos prestadores de serviços de inseminação artificial; III. elaborar padrões de identidade e qualidade de materiais de multiplicação animal e normas a serem observadas na realização de testes sorológicos para identificação de animais ou características de produção, reprodução e de parentesco; IV. manter atualizado o cadastro nacional de estabelecimentos que atuam na área de multiplicação animal; V. elaborar resumo estatístico dos registros genealógicos e promover a divulgação dos resultados das provas zootécnicas; VI. instruir, para efeito de julgamento, os processo administrativos decorrentes da fiscalização das atividades de melhoramento genético e reprodução animal. Art.9º. À Coordenação-Geral de Promoção Animal compete: I. elaborar e controlar a execução de programas e projetos de apoio à produção animal, objetivando a promoção do desenvolvimento sustentado das atividades e a melhoria da qualidade dos seus produtos, nas áreas de nutrição, agrostologia e sistemas criatórios, especialmente nos seguintes seguimentos: a) manejo das criações; b) formação, recuperação e manejo de pastagens; c) alternativas estratégicas de alimentação (silagem, feno, pastagem de inverno, aproveitamento de dejetos e resíduos, etc.); d) arraçoamento e suplementação mineral; e) criação intensiva e pecuária de leite; f) classificação de animais e seus produtos; g) preservação do meio ambiente; II. elaborar normas e padrões de identidade e qualidade de produtos destinados à alimentação animal;

6 III. elaborar normas, promover, orientar e controlar o registro e cadastramento de produtos destinados à alimentação animal e dos estabelecimentos que os fabricam, comercializam e importam; IV. elaborar normas, promover, orientar e controlar a execução das atividades de fiscalização da produção, comércio, importação e uso de produtos destinados à alimentação animal; V. manter atualizado o cadastro nacional de estabelecimentos e de produtos destinados à alimentação animal; VI. elaborar estatísticas sobre a produção, comércio e importação de produtos destinados à alimentação animal; VII. instruir, para efeito de julgamento, os processos administrativos decorrentes da fiscalização da produção, comércio e importação de produtos destinados à alimentação animal; VIII. estabelecer diretrizes e acompanhar as atividades relacionadas com exposições, feiras e leilões pecuários; IX. elaborar o Calendário Oficial de Exposições e Feiras Agropecuárias; X. operacionalizar o Sistema Ordem e Progresso de marcação animal. SEÇÃO III DEPARTAMENTO DE FISCALIZAÇÃO E FOMENTO DA PRODUÇÃO VEGETAL Art.10. Ao Departamento de Fiscalização e Fomento da Produção Vegetal compete: I. elaborar as diretrizes de ação governamental para a produção e a promoção vegetal, bem como para o fomento da heveicultura, com vistas a subsidiar a formulação da política agrícola; II. implementar ações, elaborar, promover e avaliar a execução de programas e projetos de fomento á produção agrícola e à heveicultura, de proteção, manejo e conservação do solo e da água, voltados ao processo produtivo agropecuário, inclusive agricultura irrigada e drenagem em nível de propriedade rural; III. programar e promover a execução das atividades de: a) fiscalização da produção e comercialização de corretivos, fertilizantes, biofertilizantes e inoculantes, bem como dos prestadores de serviços de mecanização e de aviação agrícolas; b) fiscalização da classificação de produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico; IV. promover o desenvolvimento e o ordenamento das ações relacionadas com a heveicultura e a cultura de outras espécies produtoras de borracha em áreas ecologicamente apropriadas; V. efetuar o acompanhamento do desempenho técnico da produção vegetal, da heveicultura e manter bases de dados; VI. identificar necessidade de pesquisa científica no que se refere à produção vegetal, solo e água, mecanização e aviação agrícolas, bem como produção da borracha; VII. implementar a execução e o acompanhamento da programação operacional dos recursos provenientes do Decreto-Lei nº 1899, de 21 de dezembro de 1981; VIII. formular, disciplinar e executar as ações de incentivo ao cultivo da borracha; IX. promover auditorias técnico-fiscal e operacional das atividades pertinentes à sua área de competência. Art.11. À Coordenação-Geral de Desenvolvimento Vegetal compete: I. elaborar normas, bem como promover, orientar e controlar a execução das atividades de classificação e de fiscalização da classificação de produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico;

7 II. promover e orientar estudos e análises técnicas, visando ao estabelecimento de padrões e especificações para os produtos vegetais, seus subprodutos, e resíduos de valor econômico, bem como divulgá-los; III. organizar e manter banco de dados estatísticos e documentação técnico-científica e bibliográfica sobre padronização, classificação, importação, exportação e comercialização interna de produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico; IV. elaborar e acompanhar programas de formação e desenvolvimento de recursos humanos, voltados à classificação e à fiscalização das atividades de classificação de produtos vegetais, em articulação com o órgão setorial específico; V. proceder ao registro e à expedição de certificados, bem como decidir sobre o credenciamento de classificadores de produtos vegetais, na forma da legislação específica; VI. divulgar os padrões de identidade e qualidade, dos produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico e demais informações de interesse; VII. propor: a) requisitos de concessão para execução da classificação; b) convênio e contrato de classificação de produtos vegetais e acompanhar a execução dos mesmos; VIII. elaborar e manter atualizada a pauta de prioridades de produtos vegetais, seus subprodutos e resíduos de valor econômico sujeitos à classificação obrigatória para comercialização interna nos termos da Lei nº 6.305/75; IX. elaborar e acompanhar a programação operacional dos recursos provenientes da aplicação das disposições do Decreto-Lei nº 1.899/81; X. articular-se com as demais unidades desta Pasta, de outros Ministérios e demais órgãos públicos e privados envolvidos com o controle da qualidade dos produtos vegetais; XI. elaborar e controlar a execução de programas e projetos de fomento de cultivos; XII. elaborar e controlar a execução de programas e projetos de fomento à heveicultura, bem como estabelecer o seu ordenamento; XIII. promover a aplicação de parâmetros técnicos no desenvolvimento da heveicultura e de culturas de outras espécies produtoras de borracha, em áreas ecologicamente apropriadas; XIV. promover estudos voltados para assistência técnica, crédito, incentivos e outros instrumentos necessários para o estímulo à heveicultura; XV. promover o desenvolvimento de pesquisa científica no que se refere ao processo de produção e manejo de variedades voltadas para o fomento da heveicultura. Art.12. À Coordenação-Geral de Solo e Água compete: I. elaborar normas, promover, orientar e controlar as atividades referentes a: a) uso e conservação do solo; b) gerenciamento de microbacias hidrográficas, agricultura irrigada e drenagem em propriedade rural; c) fiscalização das atividades de mecanização e aviação agrícolas; d) fiscalização da produção e comércio de corretivos, fertilizantes, biofertilizantes e inoculantes; II. elaborar, implementar e acompanhar a execução de programas e projetos nas áreas de: a) manejo e conservação do solo e água; b) administração de microbacias hidrográficas, agricultura irrigada e drenagem em propriedade rural;

8 c) mecanização e aviação agrícolas; d) uso de corretivos, fertilizantes, inoculantes e afins; III. orientar e acompanhar a execução do Programa de Desenvolvimento Rural Integrado em Microbacias Hidrográficas; IV. apoiar as atividades da Rede Latino-americana de Manejo de Bacias Hidrográficas, bem como de outras redes de cooperação técnica pertinentes às atividades da Coordenação-Geral; V. implementar o ordenamento e o gerenciamento de bacias hidrográficas como unidades de planejamento e ocupação do espaço rural, visando a utilização dos recursos naturais e sua integração no desenvolvimento sócio-econômico; VI. promover e apoiar criação de comissões estaduais, regionais e municipais de conservação do solo, no território nacional; VII. coordenar eventos promocionais relativos à conservação de solos, inclusive a comemoração do Dia Nacional de Conservação do Solo e Água; VIII. identificar, consoante a legislação vigente, áreas prioritárias com o objetivo de promover a adoção de práticas conservacionistas para o melhoramento e a manutenção da capacidade produtiva do solo; IX. promover: a) levantamento e a avaliação dos recursos naturais, principalmente do solo, no que se refere à sua aptidão e potencialidade, com vistas ao zoneamento agrícola; b) treinamento e capacitação de recursos humanos de suporte às atividades de gerenciamento de bacias hidrográficas, conservação, manejo e fertilidade do solo, agricultura irrigada e drenagem, em nível de propriedade rural, bem como mecanização e aviação agrícolas; c) acompanhar a execução de Cursos de Aviação Agrícola ministrados por entidades credenciadas; X. apoiar as atividades de assistência técnica e extensão rural e de pesquisa nas microbacias-pilotos; XI. instruir, para efeito de julgamento, os processos administrativos decorrentes da fiscalização da produção, comércio e importação de corretivos, fertilizantes e inoculantes; XII. elaborar normas relacionadas com ensaios de tratores, implementos, máquinas e ferramentas agrícolas e à respectiva certificação. SEÇÃO IV DEPARTAMENTO DE COOPERATIVISMO E ASSOCIATIVISMO RURAL Art.13. Ao Departamento de Cooperativismo e Associativismo Rural compete elaborar as diretrizes de ação governamental para o associativismo rural e o cooperativismo, com vistas a subsidiar a formulação da política agrícola; elaborar programas e projetos que tenham por objeto o desenvolvimento do associativismo rural e do cooperativismo, bem como promover e avaliar sua execução; administrar os recursos provenientes do Fundo Nacional de Cooperativismo. FUNACOOP, instituído pelo Decreto-Lei nº 59, de 21 de novembro de 1966, e mantido pela Lei nº 5.764, de 16 de dezembro de 1971 e, especificamente: I. apoiar: a) autogestão e a capacitação tecnológica do sistema cooperativista e associativismo rural; b) o cooperativismo e o associativismo em novas fronteiras agrícolas;

9 c) o cooperativismo urbano; II. promover o desenvolvimento de processos de comunicação e divulgação que visem o fortalecimento do associativismo rural e do cooperativismo; III. promover a integração e a participação do associativismo rural, do cooperativismo e dos seus órgãos de representação, nos programas de desenvolvimento do Governo Federal; IV. articular e coordenar ações e programas de cooperação técnica e financeira com organismos nacionais e internacionais voltados ao desenvolvimento do associativismo rural e do cooperativismo. Art.14. À Coordenação-Geral de Desenvolvimento das Organizações Associativistas compete: I. formular programas e projetos de desenvolvimento do cooperativismo e do associativismo rural que visem: a) criação ou adaptação de tecnologias de processos e/ou serviços; b) expansão da oferta de serviços e produtos e da participação no mercado; c) capacitação tecnológica; II. promover a cooperação técnica entre cooperativas, associações rurais e suas congêneres estrangeiras; III. avaliar a execução de programas e projetos que tenham por objeto o desenvolvimento do associativismo rural e do cooperativismo; IV. manter informações organizadas sobre fontes de recursos que possam ser utilizados nos empreendimentos associativistas; V. propor o financiamento de projetos e empreendimentos na área de cooperativismo e associativismo rural, junto a organismos públicos e privados. Art.15. À Coordenação-Geral de Apoio à Gestão das Organizações Associativistas compete: I. elaborar programas e projetos de apoio à gestão das cooperativas e associações rurais que visem: a) fortalecimento da unidade cooperativista; b) a formação profissional, desenvolvimento e promoção social dos empregados das cooperativas e dos cooperados; c) aprimoramento do quadro social; II. promover a cooperação técnica entre cooperativas e associações rurais e suas congêneres estrangeiras, como instrumento eficaz ao processo de autogestão; III. estimular o processo de organização social como instrumento e desenvolvimento das comunidades; IV. manter informações organizadas sobre fontes de recursos que viabilizem os processos de atingimento da excelência empresarial. SEÇÃO V DEPARTAMENTO DE INFRA-ESTRUTURA RURAL Art.16. Ao Departamento de Infra-Estrutura Rural compete elaborar as diretrizes da ação governamental para infra-estrutura rural, com vistas a subsidiar a formulação da política agrícola; elaborar programas e projetos que tenham por objeto o desenvolvimento da eletrificação rural, bem como promover e avaliar sua execução;

10 apoiar ações, em articulação, com outros organismos governamentais, voltadas para a infra-estrutura rural e, especificamente: I. articular-se com os órgãos e instituições, públicas e privadas, visando buscar parcerias e subsídios para a formulação de projetos na área de infra-estrutura em apoio ao desenvolvimento rural; II. elaborar estudos e manter banco de dados, visando subsidiar a formulação de propostas para a área de infra-estrutura em apoio ao desenvolvimento rural; III. elaborar, apoiar e acompanhar programas e projetos que tenham por objeto o fortalecimento da infra-estrutura rural, relacionados a: a) energização rural e agroenergia; b) habitações, poços, açudes, diques, comportas, canais centrais e secundários de uso comunitário, silos, escolas, postos de saúde e centros comunitários; c) estradas vicinais de escoamento da produção agropecuária; d) sistemas de telecomunicações rurais; e) unidades de processamento, armazenamento e comercialização de produtos agropecuários, inclusive matadouros; f) redes de saneamento rural. SEÇÃO VI DEPARTAMENTO DE ASSISTÊNCIA TÉCNICA E EXTENSÃO RURAL Art.17. Ao Departamento de Assistência Técnica e Extensão Rural compete: I. elaborar as diretrizes de ação governamental para a assistência técnica e a extensão rural, com vistas a subsidiar a formulação das políticas agrícola e agrária; II. contribuir para a interiorização e execução de políticas de interesse do Governo Federal, no âmbito do desenvolvimento rural, quando voltadas para o fortalecimento da agricultura familiar; III. apoiar iniciativas dos Estados e Municípios que visem ao desenvolvimento rural, com base no fortalecimento da agricultura familiar; IV. promover a modernização de processos de trabalho atualmente utilizados pelos extensionistas rurais, com vistas à melhoria da qualidade dos serviços de assistência técnica e extensão rural; V. promover ações de apoio à profissionalização dos participantes do Programa de Agricultura Familiar; VI. elaborar programas e projetos de assistência técnica e extensão rural, bem como promover e avaliar sua execução, inclusive das ações decorrentes de acordos de empréstimos internacionais; VII. apoiar técnica e financeiramente o desenvolvimento de projetos de pesquisas que visem suprir demandas de tecnologia agropecuária dos participantes do Programa de Agricultura Familiar; VIII. promover e acompanhar a operacionalização do Sistema Brasileiro de Assistência Técnica e Extensão Rural - SIBRATER. Art.18. À Coordenação de Apoio à Assistência Técnica e Extensão Rural compete: I. apoiar os Estados e o Distrito Federal na elaboração de projetos voltados para a assistência técnica e extensão rural, inclusive no que respeita a acordos de empréstimos com organismos internacionais;

11 II. elaborar programas e projetos de interesse do MA na área de assistência técnica e extensão rural, bem como promover e avaliar a sua execução, inclusive daqueles decorrentes de acordos de empréstimos internacionais; III. levantar necessidades e promover a formação e aperfeiçoamento de mão-de-obra para a execução de atividades de assistência técnica e extensão rural; IV. promover ações em apoio à educação rural e à profissionalização de agricultores; V. manter estreita articulação com os organismos de assistência técnica e extensão rural, de maneira a orientar e avaliar a operacionalização do SIBRATER. Art.19. À Coordenação de Fortalecimento da Agricultura Familiar compete: I. apoiar iniciativas dos Estados e Municípios que visem ao desenvolvimento rural, com base no fortalecimento da agricultura familiar, de forma participativa; II. promover a viabilização da infra-estrutura rural necessária à melhoria do desempenho produtivo e da qualidade de vida da população rural; III. promover a elevação do nível de profissionalização de agricultores familiares, propiciando-lhes novos padrões tecnológicos e de gestão; IV. propiciar condições de acesso dos agricultores familiares e suas organizações aos mercados de produtos e insumos agrícolas e ao crédito; V. buscar a participação dos agricultores familiares e/ou seus representantes em colegiados, assegurando-lhes o protagonismo nas decisões e iniciativas do Programa; VI. manter estreita articulação com os demais Programas Sociais do Governo, com o objetivo de integrar interesses convergentes dos municípios com vocação agrícola e mobilizar recursos direcionados ao fortalecimento da agricultura familiar; VII. apoiar esforços para a redução da pobreza no meio rural, mediante a geração de ocupação produtiva e a melhoria da renda dos agricultores familiares. SEÇÃO VII DEPARTAMENTO DE PESCA E AQÜICULTURA Art.20. Ao Departamento de Pesca e Aqüicultura compete: I. elaborar as diretrizes para o desenvolvimento e o fomento da produção pesqueira e aqüicola, com vistas a subsidiar a formulação da política agrícola; II. promover a execução e a avaliação de medidas, programas e projetos de apoio ao desenvolvimento da pesca artesanal e industrial; III. promover a execução e a avaliação de medidas, programas e projetos de apoio ao fomento da aqüicultura e ao povoamento e repovoamento de coleção de água com espécies aquáticas; IV. promover ações que visem à implantação de infra-estrutura de apoio à produção e comercialização do pescado; V. supervisionar; coordenar e orientar as atividades referentes as infra-estruturas de apoio à produção e circulação do pescado e das estações e postos de aqüicultura; VI. elaborar estudos e propor procedimentos e normas com vistas ao aproveitamento adequado, racional e conveniente exploração dos recursos pesqueiros; VII. supervisionar e implementar as ações de povoamento de águas públicas da União; VIII. identificar e indicar a necessidade de geração de novos conhecimentos científicos e informações sobre o desenvolvimento da pesca e da aqüicultura; IX. desenvolver, adotar e difundir formas, mecanismos e métodos para a classificação de produtos da pesca e da aqüicultura; X. manter, em articulação com o Distrito Federal, estados e municípios, programas racionais de exploração da aqüicultura em águas públicas e privadas e apoiar iniciativas visando agregar, de forma sistemática, inovações tecnológicas, métodos de cultivo sustentáveis, a capacitação técnica e o aperfeiçoamento da mão-de-obra;

12 XI. definir e implementar programas de fomento setoriais, regionalizados e segmentados, de forma compartilhada e descentralizada, tendo como base a premissa da interação institucional, participação comunitária e do cooperativismo; XII. apoiar programas de estímulo à pesca esportiva atuando em sinergia com órgãos do governo federal, do Distrito Federal, dos estados, municípios, comunidades locais e segmentos produtores de bens, equipamentos e serviços; XIII. subsidiar, assessorar e participar em interação com o órgão público competente, de negociações e eventos que envolvam o comprometimento de direitos e a interferência em interesses nacionais sobre a pesca, a produção e a comercialização do pescado e interesses do setor neste particular, seja em nível nacional ou internacional. Parágrafo Único. Compete, ainda, ao Departamento de Pesca e Aqüicultura orientar, controlar e promover a execução das atividades previstas no Decreto nº 2.840, de 10 de outubro, de Art. 21. Á Coordenação-Geral de Fomento à Pesca compete: I. elaborar estudos e propor diretrizes para o desenvolvimento e fomento das atividades pesqueiras; II. elaborar e controlar a execução de programas e projetos de desenvolvimento e fomento da pesca artesanal e industrial; III. propor medidas e implementar ações para implantação de infra-estrutura de apoio à produção e comercialização do pescado; IV. promover e realizar levantamentos com vistas ao aproveitamento adequado, racional e conveniente dos recursos pesqueiros e elaborar propostas que visem a geração de novos conhecimentos científicos sobre o desenvolvimento da pesca; V. promover a execução de programas de fomento das atividades pesqueiras, de forma compartilhada e decentralizada, tendo como base a interação institucional com estados e municípios, a participação comunitária e de instituições privadas; VI. incentivar e participar de programas de estímulo à pesca esportiva em estreita articulação com órgãos dos governos federal, estadual e municipal e instituições privadas; VII. propor e participar de negociações e eventos relacionados com o desenvolvimento e fomento das atividades pesqueiras, seja em nível nacional ou internacional; VIII. contribuir para a formulação do Plano Nacional de Desenvolvimento da Pesca e da Aqüicultura promovendo, acompanhando e avaliando sua execução; IX. promover e apoiar iniciativas com vistas à educação, profissionalização e capacitação de mão-de-obra para fomento à produção pesqueira; X. desenvolver e propor normas, mecanismos e métodos para classificação de produtos da pesca marítima; XI. examinar e emitir pareceres nos pedidos de autorização de arrendamento ou de prorrogação de arrendamento de embarcações estrangeiras de pesca por empresas brasileiras de pesca, observadas as condições fixadas pelo MMA; XII. proceder aos registros de embarcações de pesca e emitir pareceres nos pedidos de permissão de pesca em águas jurisdicionais brasileiras requeridos por proprietários, armadores ou arrendatários de embarcações pesqueiras; XIII. propor normas com vistas ao cumprimento pelos proprietários, armadores e arrendatários de embarcações de pesca de exigências no tocante a manutenção à bordo da embarcação, sem ônus para a União, de acomodação e alimentação para servir à técnico brasileiro que proceder à coleta de dados e informações de interesse do setor pesqueiro nacional e do monitoramento ambiental; XIV. elaborar normas sobre os métodos e os equipamentos de pesca a serem utilizados pelas embarcações, quando da permissão de pesca; XV. implementar a coleta de dados e informações junto a embarcações pesqueiras.

13 Art. 22. À Coordenação-Geral de Aqüicultura compete: I. elaborar estudos e propor diretrizes para o desenvolvimento e fomento da aqüicultura e o povoamento e repovoamento de corpos aquáticos; II. elaborar e controlar a execução de programas e projetos de desenvolvimento e fomento da aqüicultura em águas públicas e privadas, em articulação com os estados, os municípios e a iniciativa privada; III. elaborar estudos técnicos e financeiros, sócio-econômicos e setoriais referentes ao desenvolvimento da aqüicultura; IV. gerenciar as estações e postos de aqüicultura; V. incentivar e implementar as ações de povoamento ictício de lagos artificiais e rios, de responsabilidade das empresas hidroelétricas; VI. promover e apoiar incentivos com vistas à educação, profissionalização e capacitação de mão-de-obra para o desenvolvimento da aqüicultura; VII. desenvolver e difundir normas, mecanismos e métodos para a classificação do pescado oriundo da aqüicultura; VIII. propor e participar de negociações e eventos relacionados com o desenvolvimento da aqüicultura, seja em nível nacional ou internacional; Art.23. Ao Serviço de Programação e Acompanhamento compete: I. oferecer subsídios à elaboração dos planos plurianuais e elaborar a conseqüente programação orçamentária anual, no que se refere às atividades do Departamento; II. identificar a necessidade de remanejamento dos recursos orçamentários e extraordinários consignados às atividades, programas e projetos do Departamento; III. acompanhar, controlar e avaliar o desenvolvimento da programação operacional do Departamento, mediante a análise de relatórios; IV. promover medidas de correção nas falhas encontradas na execução da programação, através do seu acompanhamento; V. efetuar o controle e acompanhar a execução de convênios, ajustes, acordos e protocolos de interesse do DPA; VI. elaborar relatórios mensal e anual referentes a execução de programas, projetos e atividades afetas ao Departamento; VII. elaborar a proposta de programação anual de treinamento e aperfeiçoamento dos servidores do Departamento, a ser encaminhada à CAO/SDR; VIII. promover a elaboração de diretrizes, metas, estratégias e indicadores de desempenho para as ações de produção e fomento das atividades pesqueiras; IX. elaborar estudos agregados de apoio à função de planejamento, em especial, os diagnósticos e prognósticos da produção pesqueira e da aqüicultura; X. executar as atividades de administração geral, consoante orientações dos órgãos setoriais dos respectivos sistemas: SEÇÃO VIII SERVIÇO NACIONAL DE PROTEÇÃO DE CULTIVARES Art. 24. O Serviço Nacional de Proteção de Cultivares, criado pela Lei nº 9.456, de 1997, é o órgão competente para a proteção de cultivares no País, cabendo-lhe, especialmente, consoante disposições do Decreto nº 2.366, de 05 de novembro de 1997: I. proteger as novas cultivares e as cultivares essencialmente derivadas, outorgandolhes os certificados de proteção correspondentes; II. divulgar, progressivamente, as espécies, vegetais e respectivos descritores mínimos, necessários à abertura de pedidos de proteção, bem como a data-limite, para apresentação dos pedidos;

14 III. elaborar e submeter à aprovação do Ministro de Estado da Agricultura e do Abastecimento normas complementares, no âmbito de sua competência, sobre a proteção de novas cultivares e de cultivares essencialmente derivadas, bem assim de cultivares passíveis de proteção, na forma do artigo 4º, parágrafo 1º, da Lei 9.456, de 1997, de qualquer gênero ou espécie vegetal, e estabelecer os formulários necessários à tramitação do pedido de proteção; IV. receber, protocolizar, deferir e indeferir pedidos de proteção, formalizados mediante requerimentos assinados pela pessoa física ou jurídica que obtiver cultivar, ou por seu procurador devidamente habilitado; V. receber, protocolizar, julgar, deferir e indeferir pedidos de impugnação apresentados por terceiros ou pelo requerente do direito de proteção; VI. receber, protocolizar, instruir e encaminhar ao Ministro de Estado da Agricultura e do Abastecimento recursos apresentados por terceiros ou pelo requerente do pedido de proteção; VII. divulgar, mediante publicação do Diário Oficial da União e em publicação periódica especializada, os extratos dos pedidos de proteção, a proteção concedida, as transferências de titularidade, a declaração de licenciamento compulsório ou de uso público restrito, a suspensão transitória, a extinção da proteção e a nulidade ou o cancelamento dos certificados de proteção e outros atos, despachos e decisões administrativas decorrentes da proteção de cultivares; VIII. conceder, manter, transferir, cancelar e anular Certificado Provisório de Proteção e Certificado de Proteção de Cultivar; IX. estruturar ou credenciar bancos destinados à conservação de amostras vivas que integrarão a coleção de germoplasma de cultivares protegidas; X. determinar a realização de ensaios de campo e testes em laboratório para diferenciação da cultivar, quando julgar necessário; XI. fiscalizar o cumprimento das normas legais pertinentes à proteção e ao direito de proteção; XII. fornecer certidões relativas ás matérias de que trata a lei de proteção de cultivares; XIII. estabelecer os modelos de certificados de proteção; XIV. emitir parecer técnico conclusivo em processo de requerimento de licença compulsória da cultivar protegida, bem como adotar as medidas complementares referentes á comunicação às parte interessadas e acompanhamento da implementação da licença concedida; XV. emitir parecer técnico conclusivo com vistas a subsidiar declaração de uso público restrito de cultivar protegida; XVI. criar grupo de trabalho composto de especialistas para prestar assessoramento em matérias específicas; XVII. opinar sobre a conveniência de assinatura, ratificação ou denúncia de convenções, tratados, convênio e acordos sobre proteção de cultivares; XVIII. averbar, no cadastro de cultivar protegida, as decisões relativas a processos de licença compulsória e de declaração de uso público restrito; XIX. indicar a participação de servidores em reuniões técnicas, comitês e grupos de trabalho de âmbito nacional e internacional sobre proteção de cultivares; XX. relacionar-se com instituições públicas e privadas de âmbito nacional, internacional e estrangeira, com o objetivo de manter banco de dados de denominações e de descritores de cultivares, bem como para intercâmbio técnico-científico na área de proteção de cultivares; XXI. implantar e manter atualizado o Cadastro Nacional de Proteção de Cultivares - CNPC; Parágrafo Único - Compete, ainda ao SNPC:

15 a) prestar apoio administrativo e operacional à Comissão Nacional de Proteção de Cultivares - CNPC; b) orientar, controlar e executar as atividades de fiscalização da produção e comercialização de sementes e mudas previstas no regulamento aprovado pelo Decreto nº , de 7 de junho de 1978; c) implementar a execução e o acompanhamento da programação operacional dos recursos provenientes da Lei de Proteção de Cultivares; d) promover auditorias técnico-fiscal e operacional das atividades pertinentes a sua área de competência. Art. 25. À Coordenação de Cadastro, Análise e Proteção - CAPRO, compete: I. receber, protocolizar, analisar e instruir, mediante parecer conclusivo, os pedidos de proteção de cultivares, os pedidos de impugnação e os recursos apresentados por terceiros interessados ou pelos requerentes do direto de proteção; II. propor concessão, manutenção, transferência, cancelamento ou anulação de Certificado Provisório de Proteção e de Certificado de Proteção de Cultivar; III. promover a publicação no Diário Oficial da União e em publicação periódica especializada dos extratos dos pedidos de proteção, da proteção concedida, das transferências de titularidade, da declaração de licenciamento compulsório ou de uso público restrito, da suspensão transitória, da extinção da proteção e da nulidade ou cancelamento dos certificados de proteção e de outros atos, despachos e decisões administrativas decorrentes da proteção de cultivares; IV. fornecer certidões relativas às matérias de que trata a Lei nº 9.456, de 1997; V. organizar e manter atualizado o Cadastro Nacional de Cultivares Protegidas - CNCP; VI. promover averbação no Certificado de Proteção de Cultivar das alterações relativas à transferência de titularidade, nome, domicílio, ou sede do titular, das condições de licenciamento no cadastro da cultivar protegida, das decisões relativas à licença compulsória e à declaração, de uso público restrito; VII. manter articulação com o Instituto Nacional de Propriedade Industrial - INPI, visando evitar a duplicidade de denominação proposta para a cultivar com marcas depositadas e registradas naquele Instituto; VIII. propor os valores da remuneração de serviços referentes à proteção de cultivar conforme previsto em legislação específica; IX. receber, codificar e dar destinação às amostras vivas da cultivar protegida, recebidas por ocasião da obtenção do Certificado Provisório de Proteção ou do Certificado de Proteção de Cultivar; X. manter bancos de dados de denominações e descritores mínimos de âmbito nacional e internacional; XI. analisar textos de convenções, tratados, convênios e acordos sobre proteção de cultivares, emitindo parecer sobre a conveniência de sua assinatura, ratificação ou denúncia; XII. editar publicação periódica e especializada e promover a divulgação do Cadastro Nacional de Cultivares Protegidas - CNPC; XIII. organizar e manter sob sigilo os arquivos relativos a pedidos de proteção de cultivares; Art. 26. À Coordenação Técnica - COTEC, compete: I. elaborar e revisar a lista de espécies vegetais e respectivos descritores mínimos a serem divulgadas para fins de abertura de pedidos de proteção; II. promover a estruturação e manter bancos destinados à conservação de amostras vivas e as coleções de germoplama de cultivares protegidas; III. promover a realização de ensaios de campo e testes em laboratório para diferenciação de cultivar;

16 IV. credenciar instituições públicas ou particulares para a realização dos serviços técnicos referentes à conservação e coleções de germoplasma de amostras vivas, bem assim de promover a realização de ensaios de campo e testes em laboratório para diferenciação de cultivar; V. fiscalizar ou requerer a amostra viva de cultivar protegida em poder do titular, bem como propor a sua substituição; VI. promover a coleta de amostras e a realização de testes de laboratório ou ensaios de campo material de multiplicação ou reprodução de cultivar protegida; VII. promover a apuração de denuncias relativas ao uso ou comércio, indevido de cultivar protegida; VIII. promover os estudos e propor a remuneração da indenização a ser concedida ao titular de cultivar protegida pelo requerente da licença compulsória, quando não houve acordo; IX. elaborar normas, programar e promover a execução das atividades de fiscalização da produção e comércio de materiais de multiplicação vegetal; X. exercer a coordenação da execução de programas e projetos de: a) produção de sementes e mudas certificadas e fiscalizadas; b) renovação genética de sementes e mudas para pequeno produtor; XI. implementar o Registro Nacional de Cultivares: Art. 27. Ao Laboratório de Análise, Diferenciação e Caracterização de Cultivares compete: I. análise de rotina em sementes e exame de mudas; II. testes de diferenciação e caracterização de cultivares; III. conservação de amostras vivas de cultivares protegidas; IV. manutenção e conservação de banco de germoplasma de cultivares protegidas, quando couber; V. colaborar na elaboração e revisão dos descritores mínimos das espécies vegetais em proteção ou a serem objeto de proteção. SEÇÃO IX COORDENAÇÃO-GERAL DE INFORMAÇÃO DOCUMENTAL AGRÍCOLA Art. 28. À Coordenação Geral de Informação Documental Agrícola CENAGRI compete: I. gerir o Sistema Nacional de Informação Documental Agrícola - SNIDA; II. planejar, coordenar, orientar e controlar as atividades de organização, desenvolvimento e disseminação da informação documental agrícola do Ministério da Agricultura e do Abastecimento; III. preservar a memória técnica, instrucional e institucional do Ministério da Agricultura e do Abastecimento, mantendo os documentos bibliográficos e material audiovisual produzidos pelos seus órgãos e entidades vinculadas; IV. representar o Brasil no AGRIS/FAO (International Information System for the Agricultural Sciences and Technology/ Food and Agriculture Organization of the United Nations); V. promover a política de seleção e de editoração da informação documental agrícola; VI. desenvolver estudos de captação de recursos e outras finalidades; VII. planejar, coordenar e divulgar a informação documental agrícola em eventos agrícolas; VIII. manter intercâmbio com instituições agrícolas nacionais e internacionais; visando acompanhamento e divulgação das informações agrícolas. Art. 29. À Divisão de Suporte e Disseminação da Informação Documental compete:

17 I. identificar, definir, disseminar e manter base de dados documentais, bem como material audiovisual de interesse da agricultura; II. coordenar e aperfeiçoar o Sistema Nacional de Informação Documental Agrícola - SNIDA, mantendo constante intercâmbio com as bibliotecas agrícolas e áreas correlatas em nível nacional e internacional; III. promover a execução das atividades de protocolo, xerox, e controle-patrimonial; IV. divulgar os serviços prestados pela Coordenação-Geral de Informação Documental Agrícola, para o público interno e externo; V. promover o treinamento dos recursos humanos da CENAGRI, consoante orientações do órgão setorial; Art. 30. Ao Serviço de Atendimento aos Usuários compete: I. suprir os usuários com informações relativas aos serviços prestados pelo MA e ao acervo de informação documental agrícola; II. operar os canais de telecomunicação e teleinformática que permitam ao cidadão acesso às informações existentes no âmbito do Ministério; III. orientar o produtor rural sobre funcionamento do Ministério da Agricultura e do Abastecimento e demais órgãos ligados à área agrícola, consoante orientações dos órgãos específicos; IV. fornecer aos produtores rurais material documental agrícola; V. receber sugestões e denúncias quanto a prestação de serviços voltados ao setor agrícola; VI. desenvolver e tornar acessível biblioteca virtual em agricultura; VII. emitir e divulgar informações extraídas das bases de dados operadas pela CENAGRI; Art. 31. Ao Setor de Biblioteca compete: I. organizar, controlar, manter e disponibilizar o acervo bibliográfico, de vídeos, de meios magnéticos e de legislação; II. executar buscas de informações institucionais, bibliográficas, legislativas e de material audiovisual, bem como proceder a disseminação seletiva destas informações, consoante orientações dos órgãos que tratam especificamente dos assuntos; III. manter cadastro de usuários; IV. manter controle de registros de empréstimo e devolução de material bibliográfico e audiovisual; V. encaminhar e controlar respostas às solicitações dos usuários, articulando-se com as unidades envolvidas no assunto; VII. fornecer cópias reprográficas de documentos do acervo da CENAGRI, através do Sistema de Comutação Bibliográfica - COMUT e AGRIS/FAO; VIII. providenciar a recuperação, restauração e encadernação de documentos. Art. 32. Ao Serviço de Processamento Técnico compete: I. atualizar o acervo documental agrícola; II. identificar, selecionar e adquirir dados de interesse para área agrícola e correlatas; III. alimentar, controlar e atualizar as bases de dados da CENAGRI; IV. alimentar o Catálogo Coletivo de Publicações Periódicas Nacionais - CCN - CNPQ/IBICT; V. proceder a padronização dos instrumentos de aplicação das normas bibliográficas; VI. atualizar e manter vocabulários controlados: THESAGRO - Thesaurus Agrícola Nacional, BDTA - Base de Dados de Tecnologia Apropriada e AGROVOC - Multilingual Agricultural Thesaurus; VII. controlar e registrar as coleções de publicações periódicas e seriadas; VIII. normalizar as publicações a serem editadas pelo MA;

18 IX. gerar material informativo agrícola para divulgação. Art. 33. Á Seção de Análise compete: I. catalogar, classificar e indexar os documentos agrícolas; II. indexar atos legais secundários publicados no DOU, pertinentes à área agrícola, para alimentação do Banco de Dados de Normas Jurídicas do PRODASEN, em articulação com os órgãos específicos e setoriais do Ministério; III. revisar, controlar e incluir- os registros bibliográficos nas bases de dados, bem como outras informações enviadas pelas unidades cooperantes do SNIDA. Art. 34. Ao Núcleo de Processamento de Dados compete: I. definir, manter e aperfeiçoar as bases de dados; II. acompanhar e implementar estruturas de redes computacionais; III. definir estruturas de dados, implementar e configurar software's e manter bases de dados; IV. dar suporte técnico aos projetos da CENAGRI que envolvam assuntos de informática; V. intercambiar dados entre instituições parceiras da CENAGRI; VI. definir formatos de saídas dos Bancos de Dados para emissão de produtos e interface com outras instituições; VII. dar suporte técnico na operação/manuseio de software gerenciador de informação e outros. SEÇÃO X COORDENAÇÃO DE APOIO OPERACIONAL Art.35. À Coordenação de Apoio Operacional compete planejar e coordenar, no âmbito da Secretaria, as atividades de administração geral, execução orçamentária e financeira, programação orçamentária, consoante orientações dos órgãos setoriais dos respectivos sistemas e, especialmente: I. orientar a elaboração da proposta orçamentária da Secretaria, bem como àquelas referentes à solicitação de créditos suplementares; II. coordenar, orientar e controlar a execução orçamentária e financeira da Secretaria, inclusive os registros no Sistema Integrado de Administração Financeira - SIAFI; III. submeter ao Secretário, para apreciação e assinatura, a Tomada de Contas Anual referente à execução orçamentária e financeira da Secretaria; IV. coordenar, controlar e orientar as atividades relacionadas com a administração do pessoal, em exercício na Secretaria, bem como àquelas referentes a material, patrimônio e serviços gerais; V. gestionar, junto ao órgão setorial de orçamento e finanças, a alocação de recursos orçamentários e financeiros necessários à manutenção das atividades da Secretaria; VI. coordenar e controlar a reprodução de documentos e dos trabalhos de emissão de telexograma de interesse da Secretaria. Art. 36. Ao Serviço de Programação e Acompanhamento Operacional compete: I. consolidar as propostas para elaboração do Plano Plurianual e da programação orçamentária da SDR, bem como proceder o controle de sua execução em articulação com as unidades da Secretaria; II. efetuar controle de convênios, ajustes, acordos e protocolos de interesse da SDR, bem como elaborar relatórios periódicos de acompanhamento da execução;

19 III. analisar e propor alterações, bem como remanejamentos e ajustes necessários às programações físicas e orçamentárias, além de créditos suplementares necessários aos projetos e atividades da Secretaria; IV. manter banco de dados, com registros atualizados, sobre a programação operacional da Secretaria e elaborar relatórios dos projetos e atividades desenvolvidos pela Secretaria; V. elaborar relatórios gerenciais de acompanhamento da execução da programação orçamentária. Art. 37. Ao Serviço de Apoio Administrativo compete promover e controlar as atividades relacionadas a pessoal, material, patrimônio, comunicações administrativas e demais serviços gerais, bem como de execução orçamentária e financeira dos recursos alocados à Secretaria. Art. 38. À Seção de Execução Orçamentária e Financeira compete proceder a execução orçamentária e financeira dos recursos alocados à Secretaria, efetuando os registros no SIAFI e PROGORCAM e, especificamente: I. empenhar, liquidar e pagar as despesas da Secretaria, em conformidade com as normas de Administração Financeira, de Contabilidade e Auditoria; II. efetuar a conferência da documentação e o controle para emissão de empenho, liquidação e pagamento da despesa; III. efetuar pagamento de suprimento de fundos e controlar a respectiva prestação de contas; IV. elaborar a proposta orçamentária da Secretaria; V. elaborar a programação financeira da Secretaria; VI. processar, registrar e controlar a emissão e anulação de Empenhos e Notas de Movimentação de Crédito; VII. encaminhar à CISET os documentos da gestão orçamentária e financeira; VIII. preparar a Tomada de Contas Anual da gestão orçamentária e financeira da Secretaria. Art. 39. À Seção de Material e Patrimônio compete: I. requisitar material ao Almoxarifado, de conformidade com o calendário de requisição estabelecido pela Subsecretaria de Assuntos Administrativos; II. fornecer material regularmente requisitado, observando as disponibilidades e os estoques pré-estabelecidos; III. realizar aquisição de material, através de pesquisa de mercado, quando não houver disponibilidade do material no Almoxarifado, observando os limites para aquisição; IV. encaminhar notas fiscais ao Almoxarifado para o devido registro; V. propor a alienação do material inservível ou em desuso; VI. elaborar e acompanhar pedido de compra de material, equipamento e/ou execução de serviços, junto à Coordenação-Geral de Serviços Gerais; VII. classificar e cadastrar os bens móveis de responsabilidade da Secretaria; VIII. controlar a movimentação de bens móveis, relacionando os respectivos responsáveis; IX. propor a transferência, baixa, cessão ou alienação dos equipamentos e bens móveis inservíveis, ou em desuso; X. realizar inventário inicial, anual e de passagem de responsabilidade e de encerramento dos bens móveis da Secretaria; XI. fiscalizar o cumprimento das normas sobre guarda, conservação e utilização de equipamentos e demais bens patrimoniais;

20 XII. promover a realização de procedimentos licitatórios para aquisição de bens móveis e contratação de obras e serviços. Art. 40. Ao Núcleo de Atividades Auxiliares compete: I. executar as atividades de comunicação administrativa; II. controlar e fiscalizar as atividades de limpeza, telefonia e manutenção elétrica, bem como o tráfego de pessoas e materiais nas dependências da Secretaria; III. zelar pela conservação de equipamentos em serviço, providenciando revisão periódica ou necessária; IV. executar trabalhos de datilografia e de processamento de informações; V. executar trabalhos de reprografia, e outros necessários ao desenvolvimento das atividades da Secretaria; VI. exercer outras atividades relacionadas com serviços gerais de interesse da Secretaria. CAPÍTULO IV ATRIBUIÇÕES DOS DIRIGENTES Art. 41. Ao Secretário de Desenvolvimento Rural incumbe: I. planejar e supervisionar a execução das atividades das unidades da Secretaria; II. assessorar o Ministro de Estado no exercício da supervisão ministerial das entidades vinculadas, bem como nos demais assuntos relativos à sua área de competência; III. aprovar e submeter à apreciação do órgão competente as propostas consolidadas de programações plurianual, orçamentária e operacional da SDR; IV. regulamentar os assuntos necessários ao desenvolvimento das ações da Secretaria, mediante portarias, instruções e ordens de serviço e outros atos administrativos; V. apresentar ao órgão competente relatório anual das atividades desenvolvidas pela SDR; VI. praticar os atos de gestão orçamentária e financeira à conta dos recursos alocados à Secretaria; VII. homologar: a) parecer técnico conclusivo sobre a celebração de convênios, ajustes, acordos, protocolos e contratos que envolvam assuntos de desenvolvimento rural; b) licitação relativa à execução de atividades, programas e projetos finalísticos da Secretaria; VIII. aprovar a pauta de produtos vegetais e de seus subprodutos e resíduos de valor econômico sujeitos à classificação obrigatória para comercialização interna; IX. suspender ou cancelar, em função de processo administrativo, o registro de: a) materiais de multiplicação animal e vegetal; b) corretivos, fertilizantes, inoculantes e de alimentos para animais; c) produtores e comerciantes de sementes e mudas; d) estabelecimentos que industrializam sêmen; e) prestadores de serviços especializados na agropecuária; f) estabelecimentos produtores, manipuladores, fracionadores, armazenadores e de comercialização de corretivos, fertilizantes, inoculantes e alimentos para animais; X. credenciar: a) entidades para execução de ensaios em tratores, implementos, máquinas e ferramentas agrícolas e a emissão dos respectivos certificados, observadas as normas estabelecidas

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