ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA OLIVEIRA JÚNIOR

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1 ESCOLA BÁSICA E SECUNDÁRIA OLIVEIRA JÚNIOR PLANO DE SEGURANÇA INTERNO GATENGEL Projectos de Engenharia, Lda.

2 ÍNDICE Promulgação do Plano de Segurança 1. Introdução 8 2. Caracterização do estabelecimento Identificação, localização geográfica e enquadramento dos edifícios Descrição das instalações Caracterização e classificação dos edifícios e respetivos locais Identificação das fontes e cortes de energia Fatores de risco Meios, recursos internos Extinção, deteção, alarme e alerta Posto de Segurança Vias e pontos de acesso Plano de Prevenção Introdução Procedimentos de exploração e de utilização Matérias e substâncias perigosas Instruções de funcionamento dos equipamentos técnicos Execução de trabalhos Alteração de uso, de lotação ou de configuração de espaços Procedimentos de conservação e de manutenção Plantas de segurança Plano de Emergência Introdução 20 Março 2012 pág. 2 de 32

3 4.2 Organização da Segurança Serviço de Segurança (SS) Organograma da Segurança Funções e responsabilidades dos elementos do SS Identificação das equipas interna e das entidades externas Plano de atuação Introdução Procedimento de atuação em caso de emergência Alarme inicial Alarme primeira atuação Alarme local Alarme Geral Alerta a Entidades Externas de Socorro Segunda Intervenção Atuação do SS Fim de emergência Instruções de segurança Utilização dos meios de primeira intervenção Plano de Evacuação Introdução Saídas, caminhos de evacuação Funções dos intervenientes no processo de evacuação Pontos críticos Normas de evacuação Plantas de emergência Registo da segurança Formação e Simulacros 28 Março 2012 pág. 3 de 32

4 6.1. Formação Simulacros Inspeções e vistorias Controlo Documental Atualização do Plano de segurança Distribuição interna do Plano de segurança 32 Anexo A Plantas Anexo B Caraterização dos edifícios Anexo C Organização da Segurança C1. Organograma do SS C2. Funções dos Elementos SS C3. Identificação Nominal dos Elementos do SS C4. Organismos de Apoio Anexo D Instruções de Segurança D1. Cozinha D2. Salas de Preparação e Laboratórios D3. Oficina de manutenção D4. Arrecadação / arrumo / arquivo D5. Casa do lixo D6. Zona Técnica (com gás) D7. Zona Técnica (sem gás) Março 2012 pág. 4 de 32

5 D8. Central de Bombagem para combate a incêndio D9. Posto de Segurança D10. Posto de transformação D11. Sala UAEM Anexo E Procedimentos de exploração, utilização e manutenção E1. Programa de Prevenção, Conservação e Manutenção E2. Verificações e Acompanhamentos a Realizar Anexo F Caderno dos Registos de Segurança F1. Mapa dos relatórios de Vistoria, Inspeções e Fiscalizações F2. Relatório de anomalias nas Instalações Técnicas F3. Relatório de anomalias nos Equipamentos e Sistemas de Segurança F4. Relatório de Ocorrências (incidentes, acidentes e avarias) F5. Relação das ações de Manutenção dos Equipamentos e Sistemas de Segurança Extintores F6. Relação das ações de Manutenção dos Equipamentos e Sistemas de Segurança Iluminação de emergência F7. Relação das ações de Manutenção dos Equipamentos e Sistemas de Segurança RIA (Rede de Incêndio Armada BIA do tipo carretel e do tipo teatro F8. Relação das ações de Manutenção dos Equipamentos e Sistemas de Segurança SADI (Sistema Automático de Deteção de Incêndio) F9. Relação das ações de Manutenção dos Equipamentos e Sistemas de Segurança - Sinalização F10. Relação das ações de Manutenção dos Equipamentos e Sistemas de Segurança Outros Equipamentos e Sistemas F11. Relação das ações de Manutenção nas Instalações Técnicas F12. Relatório de Modificações, Alterações e Trabalhos Perigosos F13. Relatório de Ocorrências Março 2012 pág. 5 de 32

6 F14. Cópia dos Relatórios de Intervenção F15. Relatório das Ações de Formação F16. Implementação das Medidas após Simulacro F17. Preparação do Simulacro F18. Relatório do Simulacro Anexo G Instruções Gerais de Segurança G1. Regras de comportamento, normas de evacuação, como atuar em caso de incêndio G2. Como atuar em caso explosão, ameaça de bomba, urgência médica, inundação, sismo, furacão Anexo H Utilização dos Meios de 1ª Intervenção H1. Utilização de extintor H2. Utilização de manta ignífuga H3. Utilização de boca-de-incêndio do tipo carretel e de extintor Anexo I Manuais dos Equipamentos Técnicos e Instruções de Utilização Anexo J Fichas de Dados de Segurança de Matérias e Substâncias Perigosas Anexo L Procedimento de Atuação e Evacuação Anexo M Plantas de Emergência Março 2012 pág. 6 de 32

7 Anexo N Registo de alterações ao plano e distribuição N1. Registo de Alterações ao Plano de Segurança N2. Lista de Distribuição Interna Março 2012 pág. 7 de 32

8 1. Introdução Este Plano de Segurança foi elaborado de acordo com o exigido pelo Decreto-Lei nº 220/2008 e pela Portaria n.º 1532/2008 e define um conjunto de medidas de autoproteção (organização e procedimentos) tendentes a evitar a ocorrência de incêndios, que possam ocorrer nas instalações da Escola e a limitar as suas consequências. De forma a melhorar a atuação em caso de emergência, incluíram-se ainda alguns procedimentos relativos a outros riscos, apesar de não serem do âmbito da Portaria atrás mencionada e, por isso, considerados menos relevantes. É composto essencialmente por um plano de prevenção, um plano de emergência e pelos registos de segurança e tem os seguintes objetivos principais: Reduzir a probabilidade de ocorrência de incêndios; Limitar o desenvolvimento de eventuais incêndios, circunscrevendo e minimizando os seus efeitos; Facilitar a evacuação e o salvamento dos ocupantes em risco; Permitir a intervenção eficaz e segura dos meios de socorro. Março 2012 pág. 8 de 32

9 2. Caracterização do estabelecimento 2.1. Identificação, localização geográfica e enquadramento dos edifícios Nome Atividade Data de entrada em funcionamento Morada Freguesia Concelho Escola Básica e Secundária Oliveira Júnior Ensino público 1983 Rua Adelino Amaro da Costa São João da Madeira São João da Madeira Contactos Telefone: Horário funcionamento Segunda a sexta das 8h:15m às 22h:00m Projeto segurança contra incêndio (remodelação 2010) Autor: Eng.º Fernando da Silva Gusmão Processo n.º /2008 Parecer: favorável ( ) Data: 07/01/2009 População escolar (média) Alunos 1260 Colaboradores e docentes 169 No anexo A apresentam-se as plantas de localização e de implantação da escola Descrição das instalações A entrada principal da escola situa-se na Avenida Adelino Amaro da Costa. As instalações da escola são constituídas por dois edifícios independentes, o edifício principal e o pavilhão gimnodesportivo. O edifício principal tem três pisos e é constituído de uma forma geral: PISO 0 - Entrada principal, compartimentando-se em salas de aulas, salas de unidade apoio especializado para a educação de alunos com multideficiência e surdocegueira congénita (UAEM), zona administrativa, biblioteca, sala polivalente, arrumos, instalações sanitárias; PISO 1 - Este piso compartimenta-se em salas de aula, bar, refeitório, cozinha arrumos e instalações sanitárias; Março 2012 pág. 9 de 32

10 PISO 2 - Este piso compartimenta-se em salas de aula, arrumos e instalações sanitárias; Para além disso, existe ainda uma Portaria situada junto à entrada principal da Escola e um Posto de Transformação. A escola possuirá ainda espaços exteriores envolventes entre os edifícios e um campo de jogos exterior. A localização dos edifícios e espaços exteriores envolventes da escola encontra-se indicada na planta de Implantação (anexo A). Em determinadas situações, partes do edifício (o pavilhão gimnodesportivo, a cantina ou o auditório, por exemplo) podem ser utilizadas por pessoas ou entidades estranhas à escola Caracterização e classificação dos edifícios e respetivos locais No anexo B reproduz-se uma tabela com o efetivo previsto para cada edifício bem como a sua categoria de risco De acordo com o estipulado no caderno técnico nº 16 da ANPC, a biblioteca, a sala polivalente, o auditório, o refeitório e o pavilhão desportivo foram integradas na utilização tipo IV. Os arrumos e arquivos, e as áreas administrativas, também foram integrados na utilização tipo IV por terem uma área <10% da área bruta afeta à utilização tipo IV. De acordo com o Caderno Técnico já referido, para o cálculo do efetivo total, teve-se por base a ocupação dos locais de ensino e atividades simultâneas, não se considerando o efetivo dos espaços de utilização comum (salas dos professores, salas de convívio, refeitório, etc.). Deste modo, a escola foi classificada na 4ª categoria de risco. Identificam-se, na tabela seguinte, os locais que se enquadram nas classes de risco C, D e F. Locais Cozinha Sala de Preparação do Laboratório Oficina de manutenção Arrecadação/arrumo/arquivo Casa do lixo Área Técnica (com gás) Área Técnica (sem gás) Central de bombagem para combate a incêndio Classe de risco C C C C C C C F Março 2012 pág. 10 de 32

11 Posto de Segurança Posto de Transformação Sala UAEM F C D Nas plantas de segurança, indica-se a classificação de risco atribuída a cada local Identificação das fontes e cortes de energia Identifica-se na tabela que se segue as fontes de energia e respetivos cortes. Fonte Equipamento com maior risco Cortes Gerais Cortes Parciais Quadros elétricos Energia elétrica Equipamentos de confeção e de conservação de alimentos Sistema de condicionamento do ar Termoacumuladores Grupos de bombagem de água Botoneira localizada na entrada principal do edifício (receção). Permite efetuar o corte de energia da rede e da UPS. Localizados nos diversos sectores Unidades de alimentação ininterrupta Válvula manual existente nos locais onde existe consumo gás. Gás natural Equipamentos de confeção de alimentos Caldeiras Equipamentos (VRV) localizados na cobertura, ao ar livre. Válvula manual e electroválvula localizadas no P.R.M. A electroválvula é comandada pela CDI. Válvula manual e electroválvula existente na caixa exterior de entrada na cozinha e dos compartimentos das caldeiras. A electroválvula é comandada pelo detetor de fuga de gás existente nos compartimentos respetivos. Electroválvula comandada pela hotte da cozinha. Gasóleo Motobomba para combate a incêndio Não aplicável. Depósito de gasóleo incorporado no equipamento. Não aplicável. Depósito de gasóleo incorporado no equipamento. A localização dos cortes de energia elétrica e de gás combustível encontra-se indicada nas plantas de segurança e na planta de implantação incluídas no anexo A. Março 2012 pág. 11 de 32

12 2.5. Fatores de risco Indicam-se nas tabelas que se seguem os riscos internos e externos identificados. Risco Origem mais provável Possíveis Consequências Incêndio Carga térmica elevada Materiais facilmente inflamáveis Instalação elétrica complexa e sobrecarregada Utilização de potenciais fontes de ignição pelos alunos Falha nos equipamentos e/ou máquinas Riscos Internos Explosão Inundações Fuga de gás Deficiente funcionamento dos termoacumuladores Deflagração de uma bomba Fuga de gás Manuseamento incorreto de produtos químicos Tubagem, depósitos e válvulas danificadas Existência de torneiras abertas Situações climatéricas adversas Equipamento de queima com deficiência Tubagem e válvulas danificadas Intoxicações Queimaduras Perda de bens Perda de vidas Obstrução das vias de evacuação Afogamento Etc. Exposição a substâncias perigosas Derrame: utilização ou armazenamento inadequados das substâncias perigosas Fuga de gás ou deficiente exaustão dos gases de combustão Ameaça de bomba Risco Possíveis Consequências Diretas: Queda de objetos, móveis, etc. Desmoronamento total ou parcial do edifício Obstrução das vias de evacuação Soterramento Riscos Externos Sismo Indiretas: Incêndios Derrame ou fuga de matérias e substâncias perigosas Electrocução Inundações, por rebentamento de tubagens de água Falha dos meios de combate Dificuldade nos acessos Incêndio nas áreas adjacentes Dificuldades respiratórias Incêndio no edifício ou espaços exteriores Condições climatéricas adversas Queda de árvores e de equipamento de desporto Projeção de objetos que poderão atingir os utentes Inundação Março 2012 pág. 12 de 32

13 2.6. Meios, recursos internos Extinção, deteção, alarme e alerta O estabelecimento encontra-se equipado com os meios e recursos indicados nas tabelas que se seguem: Meios de extinção Rede de incêndio dotada de bocas-de-incêndio do tipo carretel de calibre reduzido, para primeira intervenção. A rede é alimentada a partir de uma reserva privativa de água, complementada com uma central de bombagem. Existe ainda a possibilidade de abastecer a RIA através de uma boca siamesa localizada no alçado lateral norte do gimnodesportivo, em caso de falha do grupo de bombagem. Extintores pó químico ABC Extintores CO2 Manta ignífuga Sistema fixo de extinção automática instalado na hotte da cozinha. Hidrantes exteriores existem dois marcos-de-incêndio na envolvente do recinto da escola. Meios de deteção, alarme e alerta Deteção Alarme Sistema automático de deteção de incêndio (SADI) do tipo analógico endereçável. A unidade central (CDI) está instalada junto ao átrio de entrada principal (receção). Existe ainda um painel repetidor na portaria e no ginásio. Sirene do sistema automático de deteção de incêndio. Alerta Deteção e alarme fuga de gás Telefone localizado no posto de segurança. Sistema está localizado na zona de confeção da cozinha e na zona das caldeiras. Em caso de alarme, o sistema assegura o fecho da electroválvula existente na caixa exterior destes locais. Elaborado: Catarina Carvalho Março 2012 Aprovado: Mário Coelho pág. 13 de 32

14 Outros meios e recursos Compartimentação de fogo Desenfumagem Corte automático da alimentação de gás combustível aos equipamentos de confeção de alimentos Evacuação Iluminação de emergência e sinalização de saídas Outra sinalização de segurança Primeiros socorros Portas corta-fogo de fecho automático. Registos corta-fogo. Selagens corta-fogo. Desenfumagem passiva por vãos de abertura automática. Encontra-se assegurado o corte da alimentação de gás à cozinha, sempre que a respetiva hotte não esteja em funcionamento, por intermédio de electroválvula colocada no coletor existente neste local. Barras antipânico Blocos autónomos de iluminação com pictograma de sinalização de saídas. Armaduras de emergência para iluminação ambiente Assegurada por placas fotoluminescentes. Existe um posto médico no pavilhão gimnodesportivo. Existe caixas de primeiros socorros distribuídas pelas salas de preparação. Nas plantas de segurança e de emergência apresentadas nos anexos A e M, indicase a localização de alguns destes meios Posto de Segurança O posto de segurança fica situado na receção, na entrada principal do edifício. Deverá assegurar-se que o posto de segurança é ocupado, em permanência, por pelo menos um dos elementos do serviço de segurança. No posto de segurança deve existir um chaveiro de segurança contendo as chaves de reserva para abertura de todos os acessos ao recinto e edifícios, bem como dos seus compartimentos. No posto de segurança também deverá existir permanentemente um exemplar do Plano de Segurança Vias e pontos de acesso Vias e pontos de acesso Via acesso aos edifícios Existem dois acessos a viaturas de socorro, um pela Avenida Adelino Amaro da Costa e outro pela Rua de Santa Cruz. Pontos acesso ao interior dos edifícios Existem diversas portas, distribuídas ao longo do perímetro dos edifícios que possibilitam o acesso ao seu interior Encontram-se assinalados, na planta de implantação, incluída no anexo A, as vias existentes na envolvente da escola, os pontos de acesso ao seu recinto, os hidrantes exteriores e o ponto de encontro. Março 2012 pág. 14 de 32

15 3. Plano de Prevenção 3.1. Introdução Neste plano pretende-se definir regras de exploração e de comportamento que constituem um conjunto de procedimentos de prevenção a adotar pelos ocupantes, destinados a garantir a manutenção das condições de segurança Procedimentos de exploração e de utilização Todo o pessoal deste estabelecimento deverá adotar regras de exploração e de utilização dos espaços e das instalações técnicas, equipamentos e sistemas, de forma a garantir permanentemente: Acessibilidade dos meios de socorro; Acessibilidade dos veículos de socorro dos bombeiros aos meios de abastecimento de água; Praticabilidade dos caminhos de evacuação; Eficácia da estabilidade ao fogo e dos meios de compartimentação, isolamento e proteção; Acessibilidade aos meios de alarme e de intervenção em caso de emergência; Vigilância dos espaços, em particular os de maior risco de incêndio e os que estão normalmente desocupados; Conservação dos espaços do estabelecimento em condições de limpeza e arrumação adequadas; Segurança na produção, na manipulação e no armazenamento de matérias e substâncias perigosas; Segurança em todos os trabalhos de manutenção, recuperação, beneficiação, alteração ou remodelação de sistemas ou das instalações, que impliquem um risco agravado de incêndio, introduzam limitações em sistemas de segurança instalados ou que possam afetar a evacuação dos ocupantes; Segurança das instalações técnicas, equipamentos e sistemas mantendo acessível as respetivas instruções de funcionamento, os procedimentos de segurança, a descrição dos comandos e de eventuais alarmes, bem como dos sintomas e indicadores de avaria que os caracterizam. As instruções de funcionamento dos dispositivos e equipamentos técnicos encontram-se nos respetivos manuais que deverão ser mantidos atualizados no anexo I. Março 2012 pág. 15 de 32

16 O Delegado de Segurança deverá verificar estes aspetos com uma periodicidade que garanta o permanente cumprimento dos mesmos. Para auxílio desta verificação, e de outros aspetos considerados pertinentes, poderá utilizar a lista de verificações e de acompanhamentos a realizar existente no anexo E2 onde se apresentam alguns exemplos das tarefas a realizar. Nas instruções particulares de segurança do anexo D, encontram-se descritos alguns procedimentos de prevenção que devem ser respeitados na utilização de locais de maior risco. Estas regras deverão ser afixadas à entrada de cada um dos locais a que digam respeito Matérias e substâncias perigosas Na manipulação e armazenagem de matérias e substâncias perigosas (ex. gás combustível, produtos químicos, etc.) devem ser tidas em conta as normas e recomendações de prevenção contidas nas respetivas fichas de segurança que deverão ser mantidas atualizadas no anexo J. Estas fichas de segurança deverão estar sempre disponíveis nos locais de armazenamento ou de utilização dos produtos a que dizem respeito e devem ser do conhecimento de todos as pessoas que os utilizem ou que possam estar expostas. Não se deve armazenar nem manipular produtos perigosos nas vias de evacuação nem fora dos locais destinados para o efeito. Estes produtos perigosos deverão estar guardados em locais de acesso reservado, não devendo exceder as quantidades estritamente necessárias. A rede de distribuição de gás combustível, deverá estar devidamente licenciada e ser submetida a inspeções periódicas pelas entidades competentes Instruções de funcionamento dos equipamentos técnicos Além das normas de comportamento deverão ser seguidas as regras de segurança contidas nos manuais dos equipamentos existentes e as indicadas pelos respetivos fabricantes/instaladores. As instruções de funcionamento dos dispositivos e equipamentos técnicos encontram-se nos respetivos manuais que deverão ser mantidos atualizados no anexo I, devendo existir uma cópia destes junto aos equipamentos a que digam respeito Execução de trabalhos Os trabalhos em obras de conservação, de alteração, de manutenção ou reparação em edifícios e recintos, que envolvam procedimentos que possam prejudicar a evacuação dos ocupantes devem ser realizados fora dos períodos de funcionamento Março 2012 pág. 16 de 32

17 dos espaços. No caso de manifesta impossibilidade, devem ser previamente implementados meios de evacuação alternativos e registados no documento F12 em anexo. Os trabalhos em obras que envolvam a utilização de substâncias, materiais, equipamentos ou processos que apresentem riscos de incêndio ou de explosão, nomeadamente pela produção de chama nua, faíscas ou elementos incandescentes em contacto com o ar, associados à presença de materiais facilmente inflamáveis, carecem de autorização expressa do Responsável pela Segurança, devendo a zona de intervenção ser convenientemente isolada e dotada dos meios de intervenção e de socorro suplementares apropriados ao risco em causa. A autorização deve ser registada no documento F12 em anexo e deve conter informação sobre: Os locais para onde se pretende a execução dos trabalhos; A natureza das operações previstas e os meios a empregar na sua execução; A data de início e a duração dos mesmos; Eventuais meios de segurança compensatórios ou suplementares a implementar; Ajustamentos porventura necessários dos procedimentos de prevenção Alteração de uso, de lotação ou de configuração de espaços Os locais devem ter uso e lotação compatíveis com as finalidades para que foram concebidos. Sempre que o edifício ou recinto sofram alterações de uso, configuração ou de lotação, o responsável pela segurança deverá promover a atualização deste plano de segurança interno. No caso de cedência temporária a terceiros, apenas deve ser permitido aos utilizadores eventuais o acesso aos locais estritamente necessários, devendo os restantes ser vedados mediante sinalização adequada, sem prejuízo da manutenção dos caminhos de evacuação. O RS deverá assegurar a existência de uma equipa de segurança nesses espaços de forma a dar resposta a alguma ocorrência que possa surgir. Nas mudanças de uso, os materiais a aplicar devem respeitar as limitações de reação ao fogo impostas na Portaria n.º 1532/2008, com as exceções no que se refere a operações de modificação de acabamentos, mobiliário fixo ou decoração em caso de festas, exposições ou outras manifestações extraordinárias. Neste caso devem adotar-se as seguintes medidas de autoproteção: O afastamento adequado de fontes de calor dos materiais com classe de reação ao fogo não especificada; Março 2012 pág. 17 de 32

18 A disponibilidade de meios de primeira intervenção suplementares apropriados; A interdição, nos espaços envolvidos, do uso de chama nua, de elementos incandescentes não protegidos ou de aparelhos ou equipamentos suscetíveis de produzir faíscas. Os elementos de decoração temporária devem ser desmontados num prazo não superior a 48 horas após as manifestações que os justificaram Procedimentos de conservação e de manutenção Os procedimentos de conservação e de manutenção das instalações técnicas, dispositivos, equipamentos e sistemas existentes devem ser efetuados de acordo com o programa que se encontra no anexo E1. Conforme indicado neste programa, parte das ações de inspeção previstas deverão ser realizados por entidades devidamente habilitadas para o efeito. Estas ações deverão ser efetuadas com a periodicidade que essas entidades vierem a indicar. O Delegado de Segurança deverá assegurar permanentemente que todas as instalações e equipamentos existentes na escola se encontram contemplados neste quadro e, caso o não estejam, proceder às necessárias retificações do Programa de Conservação e Manutenção e dos restantes elementos do Plano de Segurança. No final de cada intervenção, a empresa de assistência deverá entregar um relatório contendo, no mínimo, as seguintes indicações: Inspeções/ações realizadas; Data em que será necessário efetuar nova intervenção; Anomalias detetadas e ações corretivas para a sua eliminação; Cuidados e eventuais tarefas a desempenhar de modo a garantir o bom funcionamento até à próxima intervenção. Estes relatórios deverão ser registados no anexo F14 e arquivados junto a este registo. A manutenção efetuada deve ser registada no documento respetivo (F5 a F11). Todas as anomalias detetadas deverão ser registadas no anexo F2 ou F3, conforme aplicável, e o Delegado de Segurança deverá garantir a sua correção nos prazos estabelecidos. Março 2012 pág. 18 de 32

19 3.4. Plantas de segurança A informação relativa à localização dos dispositivos e equipamentos de segurança contra incêndio existentes nas instalações encontra-se representada nas plantas de segurança incluídas no anexo A. Março 2012 pág. 19 de 32

20 4. Plano de Emergência 4.1 Introdução O Plano de emergência interno indica as medidas de autoproteção a adotar, para fazer face a uma situação de incêndio nas instalações, nomeadamente a organização, os meios humanos e materiais a envolver e os procedimentos a cumprir nessa situação. 4.2 Organização da Segurança Para concretização das medidas de autoproteção, o Responsável pela Segurança estabelece a organização necessária, recorrendo a funcionários, trabalhadores e colaboradores da Escola. As pessoas que vão constituir o Serviço de Segurança (SS) devem ter competência de acordo com os padrões de certificação para os vários perfis funcionais a integrar. Os elementos nomeados para as equipas de segurança são responsabilizados pelo Responsável pela Segurança, relativamente ao cumprimento das atribuições que lhes forem cometidas na organização de segurança estabelecida. Durante os períodos de funcionamento da escola, deve ser assegurada, no mínimo, a presença simultânea dos elementos do serviço de segurança indicados na tabela que se segue. Nº mínimo elementos da equipa SS Serviço de Segurança (SS) Para satisfação dos objetivos deste plano torna-se necessário criar um Serviço de Segurança que será integrado na orgânica administrativa do estabelecimento e terá uma estrutura organizacional adequada para fazer face a eventuais situações de emergência. Os elementos do SS também deverão ter competências para atuar perante a ocorrência de sinistros relacionados com outros riscos, conforme descrito no procedimento do anexo L Organograma da Segurança A estrutura do organograma da segurança, constitui a estrutura normal de funcionamento do estabelecimento durante o período em que vigore a emergência. Março 2012 pág. 20 de 32

21 De uma forma geral, é constituído por um órgão de comando e pelas equipas de atuação, conforme se encontra indicado no organograma do anexo C1. Para cada sector deverá criar-se um cargo de coordenador de sector, de acordo com o indicado no anexo C Funções e responsabilidades dos elementos do SS O Responsável pela Segurança deste estabelecimento escolar, perante as entidades competentes, é o seu órgão de gestão. Durante a intervenção dos bombeiros, o respetivo comandante das operações de socorro é responsável pelas operações, devendo o Responsável pela Segurança prestar toda a colaboração necessária. Os restantes intervenientes na segurança terão, em caso de emergência, as funções indicadas no anexo C Identificação das equipas interna e das entidades externas No anexo C3 apresenta-se a identificação nominal dos intervenientes na segurança para o ano escolar em curso. São nomeadas duas pessoas para cada cargo, tendo em consideração os períodos de férias ou outro tipo de ausências. Para cada grupo de evacuação (turma) deverá nomear-se um chefe de fila, escolhido entre os alunos. Todos os professores que, no momento da evacuação, se encontrem em atividade letiva, ficarão encarregues das funções de cerra-fila do grupo respetivo. Nos anos letivos em que existam na escola alunos com deficiência, deve ser tido em conta a autonomia dos mesmos e deverá ser analisada a necessidade de nomear um ou mais elementos para dar apoio na sua evacuação. Os números dos organismos de apoio estão indicados no documento C4 em anexo e deverá ser afixado no posto de segurança Plano de atuação Introdução O plano de atuação estabelece, para os diversos riscos previstos, os procedimentos a adotar de modo a combater o sinistro e minimizar as suas consequências até à chegada de socorros externos. Março 2012 pág. 21 de 32

22 Procedimento de atuação em caso de emergência O procedimento de atuação em caso de emergência encontra-se no anexo L. Para auxílio na interpretação do fluxo, faz-se nos pontos que se seguem uma descrição do procedimento Alarme inicial Quando a situação de emergência é identificada presencialmente, a pessoa que a detetar deve transmitir o alarme acionando o botão manual do sistema automático de deteção de incêndio (SADI) mais próximo. Quando a situação de emergência é detetada por meios automáticos (SADI ou sistema de deteção de fuga de gás), dada a possibilidade de se tratar de um falso alarme, o elemento do SS que se encontra a vigiar a central de deteção de incêndio (CDI), deverá solicitar a confirmação no local da ocorrência. Confirmando-se a situação de emergência, o Delegado de Segurança deverá ser informado para que possa analisar a situação e desencadear as ações necessárias Alarme primeira atuação A Primeira Atuação será autorizada pelo Delegado de Segurança e consiste na ativação da sirene do SADI durante aproximadamente 10 segundos. Após este alarme, as equipas do SS, com exceção das equipas de evacuação e de concentração e controlo, devem entrar em contato com o posto de segurança e verificar a necessidade da sua atuação e o local da emergência Alarme local O alarme local implica a evacuação do setor afetado, ou em risco de vir a ser afetado, pelo sinistro e é dado por ordem do Delegado de Segurança. Este alarme é transmitido verbalmente ao coordenador de setor que por sua vez o transmite às equipas de atuação do setor em causa. Os coordenadores dos restantes setores asseguram que as pessoas presentes no seu setor não passam para o setor afetado Alarme Geral O alarme geral consiste na ativação da sirene do SADI de forma contínua enquanto durar a situação de emergência e é acionado por ordem do Delegado de Segurança ou de forma automática por temporização, de acordo com a programação estabelecida na CDI. Março 2012 pág. 22 de 32

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