PLANO ANUAL DE ATIVIDADES E ORÇAMENTO PREVISIONAL Processo

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PLANO ANUAL DE ATIVIDADES E ORÇAMENTO PREVISIONAL - 2015. Processo"

Transcrição

1 PERSPETIVAS PROCESSOS OBJETIVOS ESTRATÉGICOS CLIENTES PROCESSOS CRESCIMENTO FINANCEIRA Siglas s PRH PCAO P PC PJ PATL PCD PCC PSAD PCAT/LIJ PSAAS PLI Gestão e Melhoria Recursos Humanos Centro Atividades Ocupacionais Formação Profissional Creche Jardim Atividades Tempos Livres Centro Dia Centro Convívio Serviço Apoio Domiciliário Centro Acolhimento Temporário Lar Infância e Juventude Serviço de Atendimento e Acompanhamento Social Lar de Idosos OE1- Melhorar continuamente a qualidade na prestação dos serviços. OE2- Desenvolver esforços para a manutenção, conservação e melhoria das infra-estruturas. OE3- Melhorar a comunicação com os clientes e seus familiares. OE4- Alargar e reforçar parcerias. OE5- Assegurar a qualificação, satisfação e motivação dos. OE6- Aumentar a sustentabilidade da Instituição. OE7- Criar novas formas de comunicação e divulgação, reforçando a imagem positiva da Instituição.

2 s CLIENTES OE1 Melhorar continuamente a qualidade na prestação dos serviços Introduzir oportunidades de melhoria N.º de oportunidades de melhoria introduzidas N.º 1Qquadrimeste Quadrimestral Diretores Técnicos Colabora dores Sugestões/Oportunidades de melhoria (ficha de sugestões, inquéritos de avaliação da satisfação às partes interessadas; reuniões) Livro de reclamações Pedidos de ação corretiva e preventiva Relatório de gestão Aplicação de questionários de satisfação a clientes/familiares; parceiros, entidades financiadoras e comunidade; Articulação da Instituição com Entidades Externas; Formalização de protocolos com entidades; Intercâmbio com outras instituições e organismos públicos e privados com o intuito de desenvolver ações de sensibilização e projetos temáticos para os clientes, e sócios; Reuniões (, clientes, comunidade educativa)

3 CLIENTES OE1 Melhorar continuamente a qualidade na prestação dos serviços Concretizar os objetivos definidos nos processos Assegurar a operacionalizaçã o de todos os procedimentos inerentes ao Sistema de Gestão da Qualidade concretização dos objetivos concretização (n.º ações ações planeadas*100 objetivos atingidos/ objetivos planeados* 100 acções concretizadas/ acções planeadas* % 85% Quadrimestral Quadrimestral GP GPRH Mapa de objetivos Relatório de gestão Relatórios de atividades Ficha de planeamento Pedidos de Acção corretiva e preventiva Acompanhamento de sugestões de Melhoria Mod..30; Atas de reuniões s quadrimestrais Relatórios de Atividades (semestrais) Revisão do Sistema da Qualidade; Avaliação do grau de concretização dos objectivos operacionais. Elaboração da ficha de planeamento da qualidade; Realização de reuniões. Melhoria dos procedimentos existentes; criação dos instrumentos de suporte à monitorização dos processos; Implementar as novas práticas/ metodologias de trabalho. Consolidar práticas/ procedimentos.

4 CLIENTES OE1 Melhorar continuamente a qualidade na prestação dos serviços Tratar com eficácia todo o tipo de ocorrências/ situações anómalas Promover ações de formação/ sensibilização para familiares dos clientes e comunidade em geral Realização de fórum comunitário (Exclusão Social como prevenir e como agir) eficácia das ações realizadas Ação realizada para 50 participantes(co munidade em geral) ações eficazes/ n.º total de ações 100 n.ºações planeadas/n.º de ações realizadas N.º participantes /50 85% 85% 1 Quadrimestral anual anual GP Diretore s Técnicos Colabora dores G GP DTSAA S DTCAT /LIJ Reclamações Sugestões (ficha de sugestões, inquéritos às partes interessadas) Pedidos de ação corretiva e preventiva PQ.02- Tratamento NC's, corretivas e preventivas Flyer s, poster s, comunicados, facebook; site Cronograma das ações Programa de formação Inscrições Avaliação das ações; Folha de presenças; Certificados ; Flyer s, poster s, comunicados, facebook; site Cronograma da ação Programa de formação Inscrições Avaliação da ação; Folha de presenças; Certificados de participação ; s Recolha de informação sobre as ocorrências; Dar resposta atempada aos emissores de reclamações, sugestões. Conceção e difusão de materiais de divulgação das ações; Reuniões com equipa formativa Organização das sessões Aplicação de questionário de avaliação da ação, respetivo tratamento e divulgação de resultados; Emissão de certificados. Conceção e difusão de materiais de divulgação do fórum; Contactos com oradores; Organização do fórum; Aplicação de questionário de avaliação da ação, respetivo tratamento e divulgação de resultados; Emissão de certificados.

5 CLIENTES PCreche PJardim P ATL PCAO P PCento Dia PC Convívio PCAT/LIJ PLar Idosos PSAD OE1 Melhorar continuamente a qualidade na prestação dos serviços Realizar Planos Pedagógicos/ Planos de Atividades (clientes; representantes legais) Implementação dos Planos Individuais Planos Pedagógicos Planos de Atividades concretização das atividades em PI dos objetivos do PI Respostas Sociais/ Planos Apresentados atividades do PI concretizadas / n.º total de actividades planeadas * 100 objectivos atingidos/ objectivos planeados* % 75% Semestral Edu.Inf. DT s GP Diretores Técnicos Equipa Técnica Planos Pedagógicos Planos de Atividades Planos Individuais (PI) Relatórios técnicos/informações Técnicas; Registos de acompanhamento; Atas de reunião;. s Diagnóstico de necessidades e expetativas; Reuniões (técnico pedagógicas; reuniões de Sala); formulação de objetivos, atividades, estratégias, cronogramas, parcerias, recursos, avaliação. Identificação das necessidades e expetativas dos Clientes ( da IT plano de desenvolvimento individual); Promover a participação dos clientes/ famílias na elaboração do PI; Sessões de Acompanhamento; Reuniões, contactos, visitas de acompanhamento; Aprovação e implementação do PI; Avaliação e divulgação dos resultados.

6 s Assegurar um elevado grau de satisfação dos clientes/familiar es IMS satisfação 75% anual GP/ DT s Inquéritos de Avaliação do Grau de Satisfação Aplicação Inquérito de avaliação da satisfação dos clientes/ familiares Tratamento, análise e divulgação de resultados CLIENTES Formação Profissional OE1 Melhorar continuamente a qualidade na prestação dos serviços Qualificar profissionalmente e academicamente jovens com deficiência e/ou incapacidade do plano de formação objectivos atingidos/ objectivos planeados* % GP Diretore s Técnicos Equipa Técnica Programa de Formação Manuais Sumários e presenças Avaliações Atas de reuniões Relatórios de Gestão Certificados o Sessões de formação ministradas; Reuniões; Contactos; Visitas de Acompanhamento Avaliação e divulgação de resultados Visitas Técnicas e Atividades Integradoras; Visitas a empresas para prática em contexto de trabalho; Formalização de parcerias;

7 PCAT/LIJ e PSAAS Promover nos jovens competências ao nível da gestão doméstica (área Lavandaria, Gestão Económica, Cuidados Básicos de saúde, alimentação e culinária) e criação de lavandaria comunitária acções acções planeadas*100 75% Semestral Diretores Técnicos CAT/LIJ DTSAAS Programa de Formação Manuais Sumários e presenças Avaliações Atas de reuniões Relatórios de Gestão Lavandaria s Seleção e recrutamento de jovens; Ministrar formação nas áreas definidas; Funcionamento de lavandaria comunitária. Implementação de dinâmicas de grupo Criação e implementação de programas de inserção

8 PROCESSOS OE4 Alargar e reforçar parcerias Intensificar a comunicação com os parceiros (divulgação de atividades, apelo ao envolvimento / participação) Assegurar um elevado grau de satisfação dos parceiros Assegurar parcerias com valor acrescentado para a Instituição e seus clientes Criar novas parcerias N.º de reuniões realizadas com o parceiro/ ano N.º de contactos ( , telefone, fax) satisfação dos parceiros Nível de capacidade de resposta/ valor acrescentado do parceiro N.º de novas parcerias N.º 1 N.º 5 IMS (índice médio de satisfação) Nível do parceiro 75% Nível II N.º 5 DT's Atas de reunião Registos de contactos ( , telefone, fax) efetuados Inquérito de avaliação da satisfação aos parceiros/ sugestões de melhoria Lista de parceiros Inquérito de avaliação interna das parcerias; Lista de parceiros Lista de parceiros Protocolo/ Acordo estabelecido s Efetuar contactos com os parceiros; Realizar reuniões com os parceiros. Aplicação de inquérito de avaliação da satisfação; Recolha, análise e tratamento dos resultados; Divulgação dos resultados. Avaliação interna dos parceiros; Análise de resultados. Identificar as necessidades da Instituição/ clientes; Elaborar lista de potenciais parceiros; Realizar contactos; Estabelecer protocolo/ Acordo.

9 PROCESSOS OE7 Criar novas formas de comunicação e divulgação, reforçando a imagem positiva da Instituição Divulgar a Instituição, as suas actividades e serviços concretização ( intervenções total de ações planeadas) intervenções total de ações planeadas 80% Quadrimestral Ficha de planeamento s Aquisição de painel publicitário digital para exterior Colocação de sinalética (sinalização da instituição em diferentes pontos do concelho) Distribuição de flyers, panfletos, outdoors da instituição na freguesia e freguesias circunvizinhas Dinamizar a comunicação via facebook; Reformular o site da instituição Dinamizar o site da instituição Participar nos eventos promovidos pela Comunidade/ Parceiros/ outros organismos participação da Instituição nos eventos promovidos pela comunidade eventos participados pela Instituição/ convites para a participação * % Convites Lista de eventos assistidos/ participados Certificados de participação Identificação e seleção das atividades da comunidade e participação nas mesmas; Registo de participação.

10 s OE7 Criar novas formas de comunicação e divulgação, reforçando a imagem positiva da Instituição Assegurar um elevado grau de satisfação da comunidade satisfação da comunidade IMS (índice médio de satisfação) 75% Inquérito de avaliação da satisfação à comunidade/ sugestões de melhoria Aplicação inquérito de avaliação da satisfação; Distribuição, recolha e análise dos resultados; Divulgação dos resultados. CRESCIMENTO OE2 Desenvolver esforços para a manutenção, conservação e melhoria das infra-estruturas Conclusão das obras de reestruturação do Lar de idosos: - Edificação de sala de convívio; - Redimensio namento de espaços; - Renovação de quartos; -colocação de pavimento, pintura e colocação de lambril; -edificação de Wc (hall entrada); -aquisição de mobiliário concretização ( intervenções total de acções planeadas) intervenções total de acções planeadas Quadrimestral Fichas de planeamento Execução das intervenções; Monitorização do planeamento

11 APRENDIZAGEM E CRESCIMENTO CRESCIMENTO OE2 Desenvolver esforços para a manutenção, conservação e melhoria das infra-estruturas Melhorar as condições estruturais das Salas de Formação Profissional (quinta Pedagógica): -colocação de pavimento (4 salas) -remodelação do mobiliário - Aquisição de ar condicionado (2 salas); -colocação de painel decorativo (4 salas) Elaboração de plano de reestruturação e reorganização da quinta pedagógica com estudo/análise de potencialidades acções acções planeadas*100 acções acções planeadas*100 GP Ficha de planeamento Ficha de planeamento s Identificação das necessidades/interesses; Elaborar o planeamento das intervenções; Execução das intervenções; Monitorização do planeamento. Identificação das necessidades/interesses; Reuniões com profissionais da área Elaborar o planeamento das intervenções; Diligenciar no sentido de efetivar parcerias e protocolos visando a implementação do Centro de Atividades Experimentais do concelho; Realização de maquete virtual.

12 s Dar continuidade à implementaçã o de medidas que visem a segurança da via principal da Instituição ações ações planeadas*100 Semestral DT ATL Ficha de planeamento Execução das intervenções; Monitorização do executado. CRESCIMENTO OE2 Desenvolver esforços para a manutenção, conservação e melhoria das infraestruturas Remodelar e redimensionar os Wc s da infantil Concluir a sala de espera no Jardim de Infância Aquisição de equipamento de ginásio (bicicletas, passadeiras) acções acções planeadas*100 acções acções planeadas*100 acções acções planeadas*100 75% Semestral Semestral Equipa CAO Ficha de planeamento Ficha de planeamento Ficha de planeamento Execução das intervenções planeadas; Monitorização do planeamento. Execução das intervenções planeadas; Monitorização do planeamento. Identificação das necessidades/interesses; Elaborar o planeamento das intervenções; Execução das intervenções; Monitorização do planeamento. Sala de Convívio para os acções acções planeadas*100 Colabor dores Ficha de planeamento Identificação das necessidades/interesses; Elaborar o planeamento das intervenções; Execução das intervenções; Monitorização do planeamento.

13 CRESCIMENTO PCreche PJardim P ATL PCAO P PCento Dia PC Convívio PCAT/LIJ PLar Idosos PSAD OE3 Melhorar a comunicação com os clientes e seus familiares Assegurar a participação dos clientes/repres entantes legais na elaboração e revisão dos PI's Assegurar a participação das famílias/ representantes legais em reuniões Realizar visitas domiciliárias às famílias que não comparecem na Instituição Realização de eventos envolvendo as famílias participação dos clientes na elaboração/ revisão dos PI's participação das famílias/ representantes legais nas reuniões promovidas pela Instituição N.º de visitas domiciliárias realizadas N.º de eventos envolvendo as famílias clientes que participam na elaboração /revisão PI/n.º total de clientes*100 famílias que participam /n.º total de famílias*100 n.º visitas planeadas/ n.º visitas efetuadas*100 n.º eventos planeadas/ n.º eventos efetuadas* % 60% 1/ano 5 Semestral Semestral GP Diretores Técnicos Equipa Técnica Clientes/ represent ante legal Diretores Técnicos Equipa Técnica Clientes/ represent ante legal Diretor Técnico Diretores Técnicos Colabora dores Plano Individual Registo de reunião Atas de reunião Registo de atendimento Convites; Materiais de divulgação/ comunicação do evento s Elaboração, monitorização e avaliação do PI; Realização de reuniões de avaliação do PI com os clientes; Promoção de reuniões com os familiares; Elaboração de convocatórias; Sensibilização para a importância da participação nas reuniões. Promoção/ realização de eventos.

14 CRESCIMENTO PRH OE5 Assegurar a qualificação, satisfação e motivação dos Cumprir com plano anual de formação Assegurar a eficácia das acções de formação Proceder à avaliação de desempenho dos concretização do plano de formação eficácia das ações de formação concretização do planeamento acções realizadas/ n.º ações planeadas* 100 n.º ações de formação eficazes/ n.º total de ações de formação com avaliação de eficácia*10 0 n.º ações planeadas/ n.º total de ações executadas *100 85% 90% Semestral Semestral GPRH Colaborad ores Parceiros GPRH Colaborado res Avaliadores GPRH G Plano anual de formação Registos da formação (folhas presença/ certificados da formação) Plano de formação Ficha de avaliação da eficácia da acção da formação Relatório da formação Atas de reuniões com a equipa de benchmarking Procedimento de avaliação de desempenho; Fichas de Avaliação de Desempenho Listagem de avaliados/avaliadores s Identificação das necessidades de formação (reuniões); Elaboração e aprovação do Plano de formação; Divulgação do plano; Divulgação de ações de formação; Execução e monitorização da execução. Realização das ações de formação; Planeamento do momento da avaliação da eficácia; Distribuição da ficha de avaliação da eficácia aos avaliadores; Recolha e tratamento estatístico. Reuniões com equipa de benchmarking revisão dos instrumentos; Reuniões com e apresentação de novos instrumentos de avaliação Aplicação dos procedimentos de avaliação de desempenho divulgação de resultados

15 Obter elevado grau de desempenho dos Nível de Desempenho com nível de desempenho 0 e com desempenho 4/ n.º total de * 100 nível <3 =0 nível 4 = 70% GPRH Avaliado res Avaliados Procedimento de avaliação de desempenho Fichas de Avaliação de Desempenho s Cumprimento dos procedimentos e instruções de trabalho. CRESCIMENTO PRH OE5 Assegurar a qualificação, satisfação e motivação dos Assegurar a satisfação dos satisfação dos IMS (índice médio de satisfação) 75% GP RH colabora dores Inquérito de avaliação da satisfação dos sugestões/ reclamações Atas de reunião Envolver no planeamento das atividades; Promover a participação dos em atividades da Instituição; Realizar fórum de início de ano; Realizar reuniões/ encontros de e ; Assegurar condições de higiene, segurança e saúde no trabalho; Assegurar os meios e recursos necessários para o pleno desempenho das funções; Avaliar a satisfação dos e proceder ao tratamento estatístico e divulgação de resultados.

16 FINANCEIRA OE6 Aumentar a sustentabilidade da Instituição Promover eventos/ campanhas de cariz financeiro realização de eventos/ campanhas eventos planeados/ eventos realizados *100 Semestral colabora dores Parceiros Patrocin adores Ficha de planeamento s Elaboração de ficha de planeamento e incluir os seguintes eventos: -Reis; -Concertos e Teatros; -Semana do Outono (programas específicos na Quinta para grupos escolares); -Festa da Castanha e Leilão; -Festa de Encerramento de actividades; - Cicloturismo ; -Feira do Natal; - Festa de Natal; -Gala de Fado; -Santos Populares; - Take away mensal; -Preparação e distribuição dos convites e materiais de divulgação; -Organização e realização dos eventos. Promover eventos/ campanhas de cariz financeiro Receitas/ evento receitas do evento/recei tas do evento do ano anterior> 1 Valor monetá rio apurado que o valor do mesmo no ano anterior Semestral Colabora dores Livro de entrada de caixa Recolha dos montantes e registo; Divulgação dos resultados apurados.

17 FINANCEIRA OE6 Aumentar a sustentabilidade da Instituição Aumentar o n.º de sócios da Instituição Realizar candidaturas diversas Criação e dinamização do Clube de empreendedores () Aumentar o auto financiamento (donativos, cotas, venda de produtos e prestação de serviços) aumento de sócios realização de candidaturas do plano Autofinanciamento ( )/ total da receita sócios do ano n- n.º sócios do ano n-1/ sócios do ano n-1 *100 Candidaturas divulgadas de interesse institucional/c andidaturas realizadas N.º Ideias apresentadas/ N.º Ideias concretizáveis Auto financiamento (donativos, subsídios de empresas, cotas de sócios, vendas, prestação de serviços, entre outros)/ total receitas 25% 85% 50% 10% anual anual Serviços administ rativos Diretores Técnicos Dir GP Equipa Técnica GPRH G Lista de sócios divulgações; regulamentos específicos, legislação, formulários. Cronograma; Atas de Reuniões;. Recibo das cotas; Recibos de donativos; Fatura/recibo de prestação de serviços. s Realizar campanha para angariação de novos sócios; Divulgação da Instituição através dos diferentes canais de comunicação (facebook, site do CSCSPB, jornais locais, jornal de parede e/ou outros) reuniões; elaboração de candidaturas. Realização/dinamização de reuniões do clube de empreendedores; Apresentação de resultados e respetivo encaminhamento Realização de campanhas de sensibilização à comunidade; Divulgação da Instituição através dos diferentes canais de comunicação (facebook, site do CSCSPB, jornais locais, jornal de parede e/ou outros); Divulgação dos produtos e serviços da Instituição (materiais promocionais); Aluguer de espaços.

18 s

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES E ORÇAMENTO PREVISIONAL - 2013

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES E ORÇAMENTO PREVISIONAL - 2013 PLANO ANUAL DE ATIVIDADES E ORÇAMENTO PREVISIONAL - 2013 Aprovado em Reunião de Assembleia Geral a: / / ÍNDICE GERAL APRESENTAÇÃO 1. ENQUADRAMENTO INSTITUCIONAL 1.1. Síntese Histórica 1.2 Âmbito de Ação

Leia mais

GESTÃO DOCUMENTAL. Mapeamento de processos P05 - Gestão Estratégica. Sub-processo Procedimento Gestão Instruções de Trabalho Impressos

GESTÃO DOCUMENTAL. Mapeamento de processos P05 - Gestão Estratégica. Sub-processo Procedimento Gestão Instruções de Trabalho Impressos Actualizado em: 81121 P5 - Gestão Estratégica Sub-processo Procedimento Gestão Instruções de Trabalho Impressos SP3 Planeamento e Revisão do Sistema IT 9 Planeamento e Análise 4 Programa de Objectivos

Leia mais

ASCUDT - Associação Sócio-Cultural dos Deficientes de Trás-os-Montes

ASCUDT - Associação Sócio-Cultural dos Deficientes de Trás-os-Montes ASCUDT - Associação Sócio-Cultural dos Deficientes de Trás-os-Montes PLANO ANUAL ANO - 2014 Confidencialidade Tipo de Atividade: Confidencialidade Atividade: Ação de informação/sensibilização aos colaboradores

Leia mais

CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL (MAIO 2014 ) REDE SOCIAL DE ALANDROAL

CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL (MAIO 2014 ) REDE SOCIAL DE ALANDROAL CONSELHO LOCAL DE ACÇÃO SOCIAL (MAIO ) REDE SOCIAL DE ALANDROAL CLAS /2015 Área de Intervenção: Equipamentos e Respostas Sociais e Serviços 1 Objetivo Geral Objetivos Específicos Ação População - Alvo

Leia mais

Apresentação de Resultados Plano de Ações de Melhoria. www.anotherstep.pt

Apresentação de Resultados Plano de Ações de Melhoria. www.anotherstep.pt Apresentação de Resultados Plano de Ações de Melhoria www.anotherstep.pt 2 Sumário Ponto de situação Plano de Ações de Melhoria PAM Enquadramento e planeamento Selecção das Ações de Melhoria Fichas de

Leia mais

Plano de Actividades e Orçamento

Plano de Actividades e Orçamento Plano de Actividades e Orçamento 2 0 1 1 ÍNDICE Enquadramento 3 Introdução 3 A Organização 4 Eixos / Objectivos Estratégicos 5 Orientação para o Cliente 5 1. Implementar serviços em resposta às necessidades

Leia mais

Curso Técnico de Apoio à Gestão Desportiva

Curso Técnico de Apoio à Gestão Desportiva Componente Técnica, Tecnológica e Prática Componente Científica Componente Sociocultural Morada: Rua D. Jaime Garcia Goulart, 1. 9950 361 Madalena do Pico. Telefones: 292 623661/3. Fax: 292 623666. Contribuinte:

Leia mais

1.1. PROMOVER A IMPLEMENTAÇÃO DE SERVIÇO EM RESPOSTA ÀS NECESSIDADES IDENTIFICADAS

1.1. PROMOVER A IMPLEMENTAÇÃO DE SERVIÇO EM RESPOSTA ÀS NECESSIDADES IDENTIFICADAS EIXO 1- ORIENTAÇÃO PARA O CLIENTE 1.1. PROMOVER A IMPLEMENTAÇÃO DE SERVIÇO EM RESPOSTA ÀS NECESSIDADES IDENTIFICADAS 1.1.1. Prestar apoio sócio ocupacional Alargamento da resposta social (CAO) CAO Lra

Leia mais

Rede Social no Concelho de Azambuja Plano de Ação 2014 PLANO DE ACÇÃO 2014

Rede Social no Concelho de Azambuja Plano de Ação 2014 PLANO DE ACÇÃO 2014 PLANO DE ACÇÃO 2014 1 EDUCAÇÃO ÁREA ATIVIDADES RESPONSAVEIS PARTICIPANTES/ INTERVENIENTES Calendarização Manter os projetos existentes nos Agrupamentos de Escolas (Fénix, tutorias, Aprender a Estudar,

Leia mais

Serviço Comunitário na licenciatura em Psicologia: Um programa com reconhecidas vantagens na qualidade da formação dos futuros psicólogos

Serviço Comunitário na licenciatura em Psicologia: Um programa com reconhecidas vantagens na qualidade da formação dos futuros psicólogos na licenciatura em Psicologia: Um programa com reconhecidas vantagens na qualidade da formação dos futuros psicólogos 1.º Congresso Nacional da Ordem dos Psicólogos 18 a 21 abril 2012 Luísa Ribeiro Trigo*,

Leia mais

A CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE NA CERCIMARCO. Dra. Paula Lima

A CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE NA CERCIMARCO. Dra. Paula Lima A CERTIFICAÇÃO DA QUALIDADE NA CERCIMARCO Dra. Paula Lima Breve apresentação da CERCIMARCO MISSÃO Desenvolver respostas ajustadas às necessidades das pessoas com deficiência ou com problemas de inserção

Leia mais

APEL Associação Promotora do Ensino Livre REGRAS DE FUNCIONAMENTO DA ATIVIDADE FORMATIVA ANEXO AO REGULAMENTO INTERNO

APEL Associação Promotora do Ensino Livre REGRAS DE FUNCIONAMENTO DA ATIVIDADE FORMATIVA ANEXO AO REGULAMENTO INTERNO APEL Associação Promotora do Ensino Livre REGRAS DE FUNCIONAMENTO DA ATIVIDADE FORMATIVA ANEXO AO REGULAMENTO INTERNO ÍNDICE 1. ENQUADRAMENTO 2. REQUISITOS DE ACESSO E FORMAS DE INSCRIÇÃO 3. CRITÉRIOS

Leia mais

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às

Introdução. 1 Direcção Geral da Administração Interna, Violência Doméstica 2010 Ocorrências Participadas às Câmara Municipal da Departamento de Educação e Desenvolvimento Sociocultural Divisão de Intervenção Social Plano Municipal contra a Violência Rede Integrada de Intervenção para a Violência na Outubro de

Leia mais

Objectivo Estratégico Objectivo SMART Iniciativas a Desenvolver Responsável Recursos Data de concretização

Objectivo Estratégico Objectivo SMART Iniciativas a Desenvolver Responsável Recursos Data de concretização Novas Iniciativas A. Criação de Novos Serviços Criar serviços de valor acrescentado Desenvolver a Quinta pedagógica e terapêutica no complexo de Lomar Adequar as estruturas s existentes Obter financiamento

Leia mais

Prólogo REGULAMENTO INTERNO LOJA SOCIAL

Prólogo REGULAMENTO INTERNO LOJA SOCIAL REGULAMENTO INTERNO LOJA SOCIAL Prólogo O CLDS SERPE EnReDe, consiste numa estratégia de desenvolvimento social integrado visando a criação de respostas sociais inovadoras e sustentáveis que atendem às

Leia mais

Centro Social de Nossa Senhora da Conceição

Centro Social de Nossa Senhora da Conceição Pág. 1/17 Centro Social de Nossa Senhora da Conceição Vila do Carvalho, 12 de Novembro de 2013 Pág. 2/17 Índice 1. Introdução 3 2. Apresentação institucional 4 2.1. Visão 4 2.2. Missão 4 2.3. Valores 4

Leia mais

Linhas de Acção. 1. Planeamento Integrado. Acções a desenvolver: a) Plano de Desenvolvimento Social

Linhas de Acção. 1. Planeamento Integrado. Acções a desenvolver: a) Plano de Desenvolvimento Social PLANO DE ACÇÃO 2007 Introdução O CLASA - Conselho Local de Acção Social de Almada, de acordo com a filosofia do Programa da Rede Social, tem vindo a suportar a sua intervenção em dois eixos estruturantes

Leia mais

PAREDES DE COURA INTRODUÇÃO

PAREDES DE COURA INTRODUÇÃO INTRODUÇÃO Após a elaboração do Plano de Desenvolvimento Social, definindo as linhas orientadoras de intervenção social até ao final de 2009, procedemos agora à formulação de um Plano de Acção para esse

Leia mais

Plano de Desenvolvimento Social de Ponte de Lima 2014-2017

Plano de Desenvolvimento Social de Ponte de Lima 2014-2017 Plano de Desenvolvimento Social de Ponte de Lima 2014-2017 Página 2 de 29 Plano de Desenvolvimento Social de Ponte de Lima 2014-2017 Índice Índice de Siglas. 4 Nota Prévia... 5 Exposição e Explicação dos

Leia mais

Ficha de Caracterização de Projecto

Ficha de Caracterização de Projecto Ficha de Caracterização de Projecto Projecto +Skillz E5G Programa Escolhas Promotor: Associação Mais Cidadania 2 A. IDENTIFICAÇÃO GERAL DA ENTIDADE Projecto Projecto +Skillz E5G Promotor: Associação Mais

Leia mais

Plano de Ação 2013. I Eixo De Intervenção: QUALIFICAÇÃO DAS ORGANIZAÇÕES E RESPONSABILIDADE SOCIAL

Plano de Ação 2013. I Eixo De Intervenção: QUALIFICAÇÃO DAS ORGANIZAÇÕES E RESPONSABILIDADE SOCIAL 0 Plano de Ação I Eixo De Intervenção: QUALIFICAÇÃO DAS ORGANIZAÇÕES E RESPONSABILIDADE SOCIAL OBJETIVO GERAL: Dotar as Instituições do Município de competências na área da qualidade para melhorar a resposta

Leia mais

Lar, Centro Dia, SAD, Centro Convívio, Creche, Jardim Infância, ATL

Lar, Centro Dia, SAD, Centro Convívio, Creche, Jardim Infância, ATL Lar, Centro Dia, SAD, Centro Convívio, Creche, Jardim Infância, ATL 1 Sendo uma IPSS, que: Não tem fins lucrativos; Fornece serviços para melhorar a qualidade de vida dos clientes; Os lucros, se houverem,

Leia mais

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES

PLANO ANUAL DE ATIVIDADES 2012 PLANO ANUAL DE ATIVIDADES Aprovado em Reunião de Assembleia A Presidente da Direção Índice 1. Apresentação Institucional... 3 1.1 Enquadramento... 3 1.2 Breve Descrição da Associação... 4 1.3 Estrutura

Leia mais

Plano de Ação. Benéfica e Previdente

Plano de Ação. Benéfica e Previdente Plano de Ação 2015 Benéfica e Previdente Mensagem da Administração Objetivos Estratégicos para 2015 Plano de Ação 2015 Desenvolvimento Associativo Apoio ao Associado Lazer Abrigo da Geira Residências de

Leia mais

PROGRAMA DE AÇÃO 2015. Respostas sociais: O GAS-SVP define, para 2015, como objectivos gerais:

PROGRAMA DE AÇÃO 2015. Respostas sociais: O GAS-SVP define, para 2015, como objectivos gerais: PROGRAMA AÇÃO 2015 O GAS-SVP define, para 2015, como objectivos gerais: - Preservar a identidade da Instituição, de modo especial no que respeita a sua preferencial ação junto das pessoas, famílias e grupos

Leia mais

SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS

SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS SISTEMA DE AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO DA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA - SIADAP - ANO DE 2015 MISSÃO E OBJECTIVOS DAS UNIDADES ORGÃNICAS DOS SERVIÇOS MUNICIPALIZADOS DA MAIA, PARA O ANO DE 2015 DIVISÃO ECONÓMICA

Leia mais

PLANO DE AÇÃO 2016. Casa do Povo de Alvito - IPSS Alvito S. Pedro - Barcelos PLANO DE AÇÃO 2016 MISSÃO

PLANO DE AÇÃO 2016. Casa do Povo de Alvito - IPSS Alvito S. Pedro - Barcelos PLANO DE AÇÃO 2016 MISSÃO PLANO DE AÇÃO 2016 Casa do Povo de Alvito - IPSS Alvito S. Pedro - Barcelos MISSÃO A nossa missão consiste por um lado, em proporcionar e desenvolver o bem-estar dos nossos utentes e familiares, por outro

Leia mais

Regulamento. Sorriso Solidário

Regulamento. Sorriso Solidário Regulamento Sorriso Solidário 0 Introdução A Santa Casa da Misericórdia de Mirandela, tem desenvolvido ao longo dos tempos, diversas iniciativas no sentido de criar condições que favoreçam o bem-estar

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade PLANO ANUAL

Sistema de Gestão da Qualidade PLANO ANUAL ASCUDT - Associação Sócio-Cultural dos Deficientes de Trás-os-Montes Sistema de Gestão da Qualidade PLANO ANUAL (2012) MONITORIZAÇÃO DO PLANO ANUAL 2012 Política da Qualidade A organização define, implementa

Leia mais

Regulamento do Núcleo de Formação

Regulamento do Núcleo de Formação Regulamento do Núcleo de Formação 2013 1.Nota Introdutória Qualquer processo de formação com qualidade exige medidas e instrumentos de normalização e controlo, que permitam garantir desempenhos de excelência

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO CENTRO COMUNITÁRIO

REGULAMENTO INTERNO CENTRO COMUNITÁRIO REGULAMENTO INTERNO CENTRO COMUNITÁRIO INTRODUÇÃO A cultura Comunitária é a expressão concreta de tentar proporcionar aqueles que mais precisam a ajuda necessária para começar de novo a viver. O Centro

Leia mais

PROGRAMA DE AÇÃO E ORÇAMENTO 2015. Servir a comunidade; educar para a cidadania e incluir os mais vulneráveis

PROGRAMA DE AÇÃO E ORÇAMENTO 2015. Servir a comunidade; educar para a cidadania e incluir os mais vulneráveis PROGRAMA DE AÇÃO E ORÇAMENTO 2015 Servir a comunidade; educar para a cidadania e incluir os mais vulneráveis CAPÍTULO I AETP: A INSTITUIÇÃO 1. Introdução No decorrer do ano de 2015 prevê-se que a AETP

Leia mais

NOTA INTRODUTÓRIA... 3 DESENHO E MONTEGEM DAS ACÇÕES...4. Eixo de Desenvolvimento 1: Situações de Risco Social... 5

NOTA INTRODUTÓRIA... 3 DESENHO E MONTEGEM DAS ACÇÕES...4. Eixo de Desenvolvimento 1: Situações de Risco Social... 5 INDICE NOTA INTRODUTÓRIA... 3 DESENHO E MONTEGEM DAS ACÇÕES...4 Eixo de Desenvolvimento 1: Situações de Risco Social... 5 Eixo de Desenvolvimento 2: Empregabilidade de Formação Profissional... 13 Eixo

Leia mais

Políticas 2013. Sistema de Gestão da Qualidade. Gestão de Processos e Documentos. Sistema de Gestão da Qualidade. Gestão de Processos e Documentos

Políticas 2013. Sistema de Gestão da Qualidade. Gestão de Processos e Documentos. Sistema de Gestão da Qualidade. Gestão de Processos e Documentos Sistema de Gestão da Qualidade Políticas 2013 1 Índice 1. Enquadramento 2. Visão, Missão e Políticas 3. Posicionamento Estratégico 4. Políticas 5. Mapa de controlo das alterações efetuadas 2 1. Enquadramento

Leia mais

[PLANO DE ATIVIDADES E ORÇAMENTO]

[PLANO DE ATIVIDADES E ORÇAMENTO] 2015 Associação de Promoção Social Cultural e Desportiva de Fornos de Algodres [PLANO DE ATIVIDADES E ORÇAMENTO] 1 Versão 1 Elaborado por Direção Aprovado por Assembleia Geral Em 14-11-2014 Disseminado

Leia mais

Projecto GPS Gabinete de Proximidade para a Sustentabilidade

Projecto GPS Gabinete de Proximidade para a Sustentabilidade Projecto GPS Gabinete de Proximidade para a Sustentabilidade Actividade Formativa - Intervenção Comunitária Data - 1 de Abril de 2009 Local Auditório do Edifício Cultural Município de Peniche Participação:

Leia mais

PLANO DE ACÇÃO 2010 CPCJ

PLANO DE ACÇÃO 2010 CPCJ PLANO DE ACÇÃO 2010 CPCJ COMISSÃO DE PROTECÇÃO DE CRIANÇAS E JOVENS DO PESO DA RÉGUA Modalidade Alargada Divulgar os Direitos da Criança na Comunidade OBJECTIVOS ACÇÕES RECURSOS HUMANOS DA CPCJ RECURSOS

Leia mais

Centro Comunitário Bairro Social de Paradinha

Centro Comunitário Bairro Social de Paradinha A Cáritas Diocesana de Viseu no Bairro Social de Paradinha A Cáritas continua com um trabalho de relevante interesse social no Bairro Social de Paradinha. No ano de 2008, a Cáritas continuou a desenvolver

Leia mais

GUIA DE APOIO. Documento aprovado em sede do Conselho Diretivo Nacional da Ordem dos Engenheiros em 17 de setembro de 2013

GUIA DE APOIO. Documento aprovado em sede do Conselho Diretivo Nacional da Ordem dos Engenheiros em 17 de setembro de 2013 GUIA DE APOIO Documento aprovado em sede do Conselho Diretivo Nacional da Ordem dos Engenheiros em 17 de setembro de 2013 Gabinete de Qualificação Avenida António Augusto de Aguiar, 3D 1069-030 Lisboa

Leia mais

Sistema de Informação e Comunicação da Rede Social de Alcochete. Sistema de Informação e Comunicação - REDE SOCIAL DE ALCOCHETE

Sistema de Informação e Comunicação da Rede Social de Alcochete. Sistema de Informação e Comunicação - REDE SOCIAL DE ALCOCHETE . Sistema de Informação e Comunicação da Rede Social de Alcochete . Objectivos e Princípios Orientadores O Sistema de Informação e Comunicação (SIC) da Rede Social de Alcochete tem como objectivo geral

Leia mais

AVALIAÇÃO DO PLANO DE ACÇÃO 2011

AVALIAÇÃO DO PLANO DE ACÇÃO 2011 AVALIAÇÃO DO PLANO DE ACÇÃO 2011 Eixo de Desenvolvimento I: Emprego/Desemprego Desenvolver medidas com vista à redução do desemprego, ao aumento da estabilidade no emprego e facilitadores do ingresso dos

Leia mais

Estratégia de Dinamização e de Divulgação

Estratégia de Dinamização e de Divulgação Estratégia de Dinamização e de Divulgação Plano de Ação de 2015 FEVEREIRO 2015 1 Índice 1. INTRODUÇÃO... 3 2. VISÃO DA BOLSA DE TERRAS... 4 3. OBJETIVOS ESTRATÉGICOS - LINHAS GERAIS DA ESTRATÉGIA... 5

Leia mais

Mapa de Iniciativas Página 1 de 5 1

Mapa de Iniciativas Página 1 de 5 1 04-03-2009 Mapa de Iniciativas Página 1 de 5 1 22 ASE - Novo Regulamento para 2009-2010 11 (1)Proposta e publicação novo regulamento ASE 12 (2)Divulgação, orientação e formação estabelecimentos para a

Leia mais

PLANO DE ATIVIDADES 2013

PLANO DE ATIVIDADES 2013 PLANO DE ATIVIDADES 2013 CENTRO SOCIAL DO TOURIGO IPSS Instituição Particular de Solidariedade Social, registo nº 55/93 da D.G.A.S de 13 de janeiro de 1993. Pessoa de Utilidade Pública nº 500 941 351.

Leia mais

CONTRATO LOCAL DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL (CLDS) ESPINHO VIVO

CONTRATO LOCAL DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL (CLDS) ESPINHO VIVO CONTRATO LOCAL DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL (CLDS) ESPINHO VIVO EIXO 1 EMPREGO, FORMAÇÃO, QUALIFICAÇÃO E EMPREENDEDORISMO 01 - BALCÃO DE EMPREGABILIDADE; O Balcão de Empregabilidade pretende apoiar os desempregados

Leia mais

Associação de Apoio a Crianças e Jovens em Risco. Plano de Atividades 2015

Associação de Apoio a Crianças e Jovens em Risco. Plano de Atividades 2015 Associação de Apoio a Crianças e Jovens em Risco Plano de Atividades 2015 INTRODUÇÃO Depois de escalar uma montanha muito alta, descobrimos que há muitas mais montanhas por escalar. (Nelson Mandela) A

Leia mais

PLANO DE ATIVIDADES SERVIÇO SÓCIO-EDUCATIVO. outubro 2014 a agosto 2015. Realizado em: 02.10.2014. Aprovado pela Direção em: 09.10.

PLANO DE ATIVIDADES SERVIÇO SÓCIO-EDUCATIVO. outubro 2014 a agosto 2015. Realizado em: 02.10.2014. Aprovado pela Direção em: 09.10. PLANO DE ATIVIDADES SERVIÇO SÓCIO-EDUCATIVO outubro 2014 a agosto 2015 Realizado em: 02.10.2014 Aprovado pela Direção em: 09.10.14 Índice Introdução... 3 Linhas orientadoras... 3 Objetivos estratégicos...

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO O presente Regulamento pretende enquadrar as principais regras e linhas de orientação pelas quais se rege a atividade formativa da LEXSEGUR, de forma a garantir

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL 2014-2016

PLANO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL 2014-2016 PLANO DE DESENVOLVIMENTO SOCIAL 2014-2016 MARÇO DE 2014 FICHA TÉCNICA Plano de Desenvolvimento Social do Concelho de Águeda março de 2014 Equipa de elaboração: Núcleo Executivo do CLAS de Águeda Colaboraram

Leia mais

SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE S. JOÃO DA MADEIRA REGULAMENTO INTERNO EQUIPA DE INTERVENÇÃO DIRECTA

SANTA CASA DA MISERICÓRDIA DE S. JOÃO DA MADEIRA REGULAMENTO INTERNO EQUIPA DE INTERVENÇÃO DIRECTA Artigo 1º Âmbito 1. Este regulamento aplica-se à resposta social Equipa de Intervenção Directa (EID) resposta social dirigida à população toxicodependente, da Unidade de Apoio a Toxicodependentes e Seropositivos

Leia mais

XXVIII. Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE

XXVIII. Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE XXVIII Qualidade do Novo Edifício Hospitalar ÍNDICE 1. Sistema de gestão de qualidade... 2 1.1 Objectivos do sistema... 2 1.2 Estrutura organizativa... 4 1.2.1 Organização interna... 4 1.2.2 Estrutura

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA FORMAÇÃO Introdução O presente Regulamento foi concebido a pensar em si, visando o bom funcionamento da formação. Na LauTraining Formação e Consultoria, vai encontrar um ambiente de trabalho e de formação agradável

Leia mais

Cercipenela Manual de Gestão da Qualidade

Cercipenela Manual de Gestão da Qualidade Cercipenela Manual de Gestão da Qualidade I ÍNDICE I - Índice II - Lista de revisões efectuadas 3 III - Lista de abreviaturas 4 IV - Introdução 1. Confidencialidade 5 2. Referências 5 3. Promulgação 5

Leia mais

Manual. Coordenador / Diretor de Curso. Ano letivo 2012/2013

Manual. Coordenador / Diretor de Curso. Ano letivo 2012/2013 Manual do Coordenador / Diretor de Curso Ano letivo 2012/2013 Índice Índice... 1 Atribuições do Coordenador/Diretor de Curso... 2 Horários... 4 Alteração de Horários... 5 Arquivo de Documentação... 5 C1

Leia mais

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA ATIVIDADE FORMATIVA - Formação Interempresa (formação externa) -

REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA ATIVIDADE FORMATIVA - Formação Interempresa (formação externa) - REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO DA ATIVIDADE FORMATIVA - Formação Interempresa (formação externa) - CAPÍTULO I ENQUADRAMENTO 1. O presente Regulamento é aplicável às Acções de Formação promovidas pela SIPRP

Leia mais

Regulamento da Raízes para o voluntariado

Regulamento da Raízes para o voluntariado Regulamento da Raízes para o voluntariado Capítulo I Disposições Gerais Artigo 1º Âmbito de Aplicação O presente Regulamento visa definir as regras de actuação do voluntariado, nas actividades desenvolvidas

Leia mais

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção

Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento. (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção Estratégia Nacional de Educação para o Desenvolvimento (2010-2015) ENED Plano de Acção 02 Estratégia Nacional de

Leia mais

CRIE > Iniciativa Escolas, Professores e Computadores Portáteis

CRIE > Iniciativa Escolas, Professores e Computadores Portáteis CRIE > Iniciativa Escolas, Professores e Computadores Portáteis Resumo do projecto Com a candidatura a este projecto, e envolvendo todos os departamentos, alunos e encarregados de educação, a nossa escola

Leia mais

Mais e Melhor no Desenvolvimento Comunitário

Mais e Melhor no Desenvolvimento Comunitário Mais e Melhor no Desenvolvimento Comunitário Responsabilidade Social Como estratégia de Sustentabilidade a Responsabilidade Social das Organizações, tornou-se de vital importância para o Terceiro Sector,

Leia mais

QUALIDADE TERCEIRA IDADE

QUALIDADE TERCEIRA IDADE QUALIDADE TERCEIRA IDADE DESCRITIVO DA APLICAÇÃO A TSR - Sistemas de Informação disponibiliza uma vasta gama de software capaz de satisfazer as necessidades dos nossos clientes, com diversas funcionalidades

Leia mais

Relatório de atividades do Conselho Geral

Relatório de atividades do Conselho Geral ESCOLA SECUNDÁRIA DA RAMADA Relatório de atividades do Conselho Geral ESCOLA SECUNDÁRIA DA RAMADA Uma Educação de Qualidade para Construir o Futuro 2009/2011 RELATÓRIO DE ATIVIDADES DO CONSELHO GERAL (2009-2011)

Leia mais

UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu

UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu UNIÃO EUROPEIA Fundo Social Europeu Rede Social de Aljezur Plano de Acção (2009) Equipa de Elaboração do Plano de Acção de 2009 / Parceiros do Núcleo Executivo do CLAS/Aljezur Ana Pinela Centro Distrital

Leia mais

JUNTA DE FREGUESIA DE Nª. SRª GUADALUPE. Concelho de Évora OPÇÕES DO PLANO PARA 2006. Largo Abel Augusto nº 4 7000-222 Nª. Sr.

JUNTA DE FREGUESIA DE Nª. SRª GUADALUPE. Concelho de Évora OPÇÕES DO PLANO PARA 2006. Largo Abel Augusto nº 4 7000-222 Nª. Sr. JUNTA DE FREGUESIA DE Nª. SRª GUADALUPE Concelho de Évora OPÇÕES DO PLANO PARA 2006 Largo Abel Augusto nº 4 7000-222 Nª. Sr.ª Guadalupe Tel. e Fax: 266 781 165 Tel.: 266 747 916 email: jfguadalupe@mail.evora.net

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE Data Preparado por Aprovado por Página

MANUAL DA QUALIDADE Data Preparado por Aprovado por Página 12-07-2013 Paula Assis Paula Assis 2/23 12-07-2013 Paula Assis Paula Assis 3/23 12-07-2013 Paula Assis Paula Assis 4/23 1.... e só melhoramos se aprendermos! 12-07-2013 Paula Assis Paula Assis 5/23 2.

Leia mais

CURSO Formação Pedagógica Inicial de Formadores

CURSO Formação Pedagógica Inicial de Formadores REGULAMENTO DE FUNCIONAMENTO CURSO Formação Pedagógica Inicial de Formadores Homologado pelo IEFP com o código de curso C1840003 Presencial 90 horas (Conforme Portaria n.º 214/2011, de 30 de maio) DPJ.FOR.FPIF.01

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão da Qualidade e Ambiente

Sistema Integrado de Gestão da Qualidade e Ambiente Sistema Integrado de Gestão da Qualidade e Ambiente Concelho de Esposende Distrito de Braga 15 Freguesias Área - Cerca de 95 Km2 População - 33.325 habitantes ( x 3 na época balnear ) Orla Costeira Parque

Leia mais

Eventos. Eixo I Emprego, Formação e Qualificação. Acção: Bom Porto

Eventos. Eixo I Emprego, Formação e Qualificação. Acção: Bom Porto Eventos Eixo I Emprego, Formação e Qualificação Acção: Bom Porto - Gabinete de Empregabilidade e Empreendedorismo: Uma das acções do projecto consiste na criação de um Gabinete de atendimento na área da

Leia mais

Comissão Social Inter Freguesias da Zona Central

Comissão Social Inter Freguesias da Zona Central Comissão Social Inter Freguesias da Zona Central Regulamento Interno Preâmbulo O Regulamento Interno estabelece a constituição, organização e funcionamento da Comissão Social Inter Freguesia da Zona Central,

Leia mais

Nota Introdutória. Objetivos da Biblioteca Escolar (de acordo com o MANIFESTO IFLA/UNESCO PARA BIBLIOTECA ESCOLAR)

Nota Introdutória. Objetivos da Biblioteca Escolar (de acordo com o MANIFESTO IFLA/UNESCO PARA BIBLIOTECA ESCOLAR) Nota Introdutória Objetivos da Biblioteca Escolar (de acordo com o MANIFESTO IFLA/UNESCO PARA BIBLIOTECA ESCOLAR) Apoiar e promover os objetivos educativos definidos de acordo com as finalidades e currículo

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE. Câmara Municipal do Funchal. Divisão de Atendimento e Informação

MANUAL DA QUALIDADE. Câmara Municipal do Funchal. Divisão de Atendimento e Informação Câmara Municipal do Funchal Divisão de Atendimento e Informação INDICE Promulgação Âmbito Exclusões Hierarquia da documentação do Sistema de Gestão da Qualidade Política da Qualidade Missão e Visão Apresentação

Leia mais

REGULAMENTO INTERNO DO CENTRO DE FORMAÇÃO DA APEI - ASSOCIAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO DE INFÂNCIA

REGULAMENTO INTERNO DO CENTRO DE FORMAÇÃO DA APEI - ASSOCIAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO DE INFÂNCIA REGULAMENTO INTERNO DO CENTRO DE FORMAÇÃO DA APEI - ASSOCIAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE EDUCAÇÃO DE INFÂNCIA CAPITULO I DA CONSTITUIÇÃO, SEDE, PRÍNCIPIOS GERAIS, DURAÇÃO E FINS DO CENTRO DE FORMAÇÃO ARTIGO

Leia mais

Regulamento de Funcionamento da Formação

Regulamento de Funcionamento da Formação Regulamento de Funcionamento da Formação Índice 1. Caracterização e Identificação da Entidade... 3 2. Certificação entidade formadora... 3 3. Acreditação Entidade Formadora... 3 4. Certificação ISO 9001...

Leia mais

Constituição dos Orgãos da Rede Social do Concelho de Valpaços 2. Constituição do Núcleo Executivo 4. Nota Introdutória 5

Constituição dos Orgãos da Rede Social do Concelho de Valpaços 2. Constituição do Núcleo Executivo 4. Nota Introdutória 5 ÍNDICE Constituição dos Orgãos da Rede Social do Concelho de Valpaços 2 Constituição do 4 Nota Introdutória 5 Eixo I Envelhecimento Populacional 7 Eixo II Qualificação e Integração Escolar e Sócio-Profissional

Leia mais

Rede Social - Conselho Local de Acção Social de Coruche (CLAS) PLANO DE ACÇÃO ANUAL 2009

Rede Social - Conselho Local de Acção Social de Coruche (CLAS) PLANO DE ACÇÃO ANUAL 2009 Rede Social - Conselho Local de Acção Social de Coruche (CLAS) PLANO DE ACÇÃO ANUAL 2009 1 1. ÁREA DE INTERVENÇÃO ACÇÃO SOCIAL Promover a integração social dos grupos socialmente mais vulneráveis * Romper

Leia mais

Plano de Desenvolvimento Social do Município de Gondomar 2015-2020

Plano de Desenvolvimento Social do Município de Gondomar 2015-2020 Plano de Desenvolvimento Social do Município de Gondomar 2015-2020 Reunião Plenária do Conselho Local de Ação Social de Gondomar 16 de março de 2015 Biblioteca Municipal de Gondomar Eixo 1 Capacitação,

Leia mais

Associação Desportiva Cultural Social da Aldeia de S. Sebastião

Associação Desportiva Cultural Social da Aldeia de S. Sebastião da Aldeia de S. Sebastião DS.03.226 LISTA DE ATIVIDADES PAG (SIMPLIFICADO AGRUPADO POR ÁREA) ANO - 2015 ASSOCIAÇÃO DESPORTIVA CULTURAL SOCIAL DA ALDEIA DE S. SEBASTIÃO Ambiental Atividade: Rentabilização

Leia mais

Projeto Pedagógico e de Animação

Projeto Pedagógico e de Animação Projeto Pedagógico e de Animação 1 - Memória Descritiva 2 Identificação e Caracterização da Instituição Promotora 3 - Objetivos Gerais 4 - Objetivos Específicos 5 - Princípios educacionais 6 Metodologias

Leia mais

Grupo de Trabalho para as Questões da Pessoa Idosa, Dependente ou Deficiente de Grândola REGULAMENTO INTERNO

Grupo de Trabalho para as Questões da Pessoa Idosa, Dependente ou Deficiente de Grândola REGULAMENTO INTERNO Grupo de Trabalho para as Questões da Pessoa Idosa, Dependente ou Deficiente de Grândola REGULAMENTO INTERNO Maio de 2011 Preâmbulo As alterações demográficas que se têm verificado na população portuguesa

Leia mais

PAO 2015 Nº DE CONCELHOS ABRANGIDOS Nº TOTAL DE PESSOAS APOIADAS Nº CRIANÇAS/JOVENS APOIADOS 155 080,00 158 873,00 75 321,00 71 950,00

PAO 2015 Nº DE CONCELHOS ABRANGIDOS Nº TOTAL DE PESSOAS APOIADAS Nº CRIANÇAS/JOVENS APOIADOS 155 080,00 158 873,00 75 321,00 71 950,00 Nº DE CONCELHOS ABRANGIDOS Nº CRIANÇAS/JOVENS APOIADOS Nº TOTAL DE PESSOAS APOIADAS 4 4 33 44 127 167 2 2 20 71 10 36 EVOLUÇÃO RH EVOLUÇÃO ORÇAMENTO 4 5 5 75 321,00 155 080,00 158 873,00 2 2 71 950,00

Leia mais

MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL

MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL 3926-(2) Diário da República, 1.ª série N.º 116 17 de junho de 2015 MINISTÉRIO DA SOLIDARIEDADE, EMPREGO E SEGURANÇA SOCIAL Portaria n.º 179-B/2015 de 17 de junho O Programa de Contratos Locais de Desenvolvimento

Leia mais

Cada utente é um ser Humano único, pelo que respeitamos a sua pessoa, os seus ideais, as suas crenças, a sua história e o seu projecto de vida.

Cada utente é um ser Humano único, pelo que respeitamos a sua pessoa, os seus ideais, as suas crenças, a sua história e o seu projecto de vida. 1. APRESENTAÇÃO DA INSTITUIÇÃO A Casa do Povo de Alvalade foi criada em 1943, por grupo informal de pessoas, na tentativa de dar resposta às necessidades das pessoas que a esta se iam associando. Com o

Leia mais

GUIA PRÁTICO APOIOS SOCIAIS PROGRAMA DE COOPERAÇÃO PARA A QUALIDADE E SEGURANÇA DAS RESPOSTAS SOCIAIS

GUIA PRÁTICO APOIOS SOCIAIS PROGRAMA DE COOPERAÇÃO PARA A QUALIDADE E SEGURANÇA DAS RESPOSTAS SOCIAIS Manual de GUIA PRÁTICO APOIOS SOCIAIS PROGRAMA DE COOPERAÇÃO PARA A QUALIDADE E SEGURANÇA DAS RESPOSTAS SOCIAIS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/8 FICHA TÉCNICA

Leia mais

CLAS de CAMINHA Plano de Ação 2014. Plano de Ação 2014

CLAS de CAMINHA Plano de Ação 2014. Plano de Ação 2014 Plano de Ação 2014 Os Planos de Ação têm como objetivo operacionalizar os objetivos e as estratégias definidas em Plano de Desenvolvimento Social. O Plano 2014 procura reconhecer possíveis projetos e formas

Leia mais

(n.º/lote), (andar), (localidade) (cód. Postal), Freguesia de, com o telefone n.º, telemóvel n.º fax n.º e-mail Site (WWW):.

(n.º/lote), (andar), (localidade) (cód. Postal), Freguesia de, com o telefone n.º, telemóvel n.º fax n.º e-mail Site (WWW):. FORMULÁRIO DE CANDIDATURA Ano a que respeita a candidatura I. IDENTIFICAÇÃO DA ENTIDADE GESTORA (Designação da Entidade/Organização) n.º de contribuinte, com sede na (Rua, Av.) (n.º/lote), (andar), (localidade)

Leia mais

Plano a Médio Prazo e Orçamento 2005. Intervenção no Plenário Assembleia Legislativa da R.A.A. 5 a 8 de Abril de 2005

Plano a Médio Prazo e Orçamento 2005. Intervenção no Plenário Assembleia Legislativa da R.A.A. 5 a 8 de Abril de 2005 Plano a Médio Prazo e Orçamento 2005 Intervenção no Plenário Assembleia Legislativa da R.A.A. 5 a 8 de Abril de 2005 Senhor Presidente da ALRAA Senhoras e Senhores Deputados Senhor Presidente do Governo

Leia mais

APCC Plano de Actividades e Orçamento

APCC Plano de Actividades e Orçamento APCC Plano de Actividades e Orçamento 2015 Conteúdo Introdução... 3 1.Gestão Estratégica... 4 1.1. Missão, Visão, Valores e Política da Qualidade... 4 2. Análise da envolvente... 5 2.1 - Externa... 5 2.2

Leia mais

ANO: 2015. Taxa de Reprodução da visão, missão e valores da. 90.00 organização. Taxa de Reprodução das políticas da organização 60.

ANO: 2015. Taxa de Reprodução da visão, missão e valores da. 90.00 organização. Taxa de Reprodução das políticas da organização 60. Casa Santa Isabel POLÍTICAS ANO: 2015 Política da ética A organização define, implementa e controla o seu compromisso relativo a valores morais fundamentais, orientados para a prevenção de riscos desnecessários

Leia mais

GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL

GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL CADERNOS DE MUSEOLOGIA Nº 28 2007 135 GESTÃO MUSEOLÓGICA E SISTEMAS DE QUALIDADE Ana Mercedes Stoffel Fernandes Outubro 2007 QUALIDADE E MUSEUS UMA PARCERIA ESSENCIAL INTRODUÇÃO Os Sistemas da Qualidade

Leia mais

GRUPO DE TRABALHO: GRUPO DE TRABALHO (ALTERAÇÃO):

GRUPO DE TRABALHO: GRUPO DE TRABALHO (ALTERAÇÃO): GRUPO DE TRABALHO: ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DE VALE DA PEDRA PAULA FERREIRA ASSOCIAÇÃO COMUNITÁRIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL ANA OLIVEIRA ASSOCIAÇÃO OPERAÇÃO SAMARITANO CARINA CRENA CÂMARA MUNICIPAL DO CARTAXO

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE Edição 13 26-08-2013

MANUAL DA QUALIDADE Edição 13 26-08-2013 MANUAL DA QUALIDADE Edição 13 26-08-2013 ÍNDICE 1. ORGANIZAÇÃO E GESTÃO DO MANUAL DA QUALIDADE... 4 1.1. Objetivo... 4 1.2. Âmbito e Exclusões... 4 1.3. Gestão do Manual da Qualidade... 5 2. ESTRUTURA

Leia mais

www.finaccount.com Vales Simplificados Prestação de Serviços de Consultoria Empresarial e Formação

www.finaccount.com Vales Simplificados Prestação de Serviços de Consultoria Empresarial e Formação www.finaccount.com Vales Simplificados Prestação de Serviços de Consultoria Empresarial e Formação Índice 1. Vale Empreendedorismo 3 2. Vale Inovação 5 3. Vale Internacionalização 8 2 1 VALE EMPREENDEDORISMO

Leia mais

Distrito de Aveiro Concelho Ílhavo Freguesias: S. Salvador, Gafanha da Nazaré, Gafanha da Encarnação e Gafanha do Carmo

Distrito de Aveiro Concelho Ílhavo Freguesias: S. Salvador, Gafanha da Nazaré, Gafanha da Encarnação e Gafanha do Carmo IDENTIFICACÃO Atendimento Integrado e Núcleo Local de Inserção de Ílhavo Morada de Ílhavo Código Postal 3830-044 Ílhavo Localidade Ílhavo Distrito de Aveiro Concelho Ílhavo Freguesias: S. Salvador, Gafanha

Leia mais

PROGRAMA DE AÇÃO 2016. Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental

PROGRAMA DE AÇÃO 2016. Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental PROGRAMA DE AÇÃO 2016 Associação Portuguesa de Pais e Amigos do Cidadão Deficiente Mental ÍNDICE I - INTRODUÇÃO... 3 II EIXOS/OBJETIVOS ESTRATÉGICOS... 3 III AÇÕES E ATIVIDADES... 4 IV AVALIAÇÃO... 4 V

Leia mais

Carta Social. Carta Social. objectivos faseamento princípios diagnóstico intervenção CEDRU CÂMARA MUNICIPAL DE CASCAIS

Carta Social. Carta Social. objectivos faseamento princípios diagnóstico intervenção CEDRU CÂMARA MUNICIPAL DE CASCAIS Co ncelho de Cascais Concelho de Cascais Carta de Equipamentos e Serviços Sociais objectivos faseamento princípios diagnóstico intervenção 03214 Concelho de Cascais C a r t a d e E q u i p a m e n t o

Leia mais

Escola Profissional de Desenvolvimento Rural do Rodo PLANO DE MELHORIA. Anos letivos 2014/2015 e 2015/2016. 00PDG Página 1 de 13. Mod.

Escola Profissional de Desenvolvimento Rural do Rodo PLANO DE MELHORIA. Anos letivos 2014/2015 e 2015/2016. 00PDG Página 1 de 13. Mod. Escola Profissional de Desenvolvimento Rural do Rodo PLANO DE MELHORIA Anos letivos 2014/2015 e 2015/ Página 1 de 13 ÍNDICE Títulos Pág. 1. INTRODUÇÃO 3. 2. ESTRUTURA DO PLANO DE MELHORIA 4. 3. DESCRIÇÃO

Leia mais

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE de 19/03/2015 MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE Junta de Freguesia de Ramalde 003/SGQ/00 Junta de Freguesia de Ramalde Página 1 de 21 1 INTRODUÇÃO... 3 1.1 Promulgação do Manual de Gestão da Qualidade... 3

Leia mais

PLANO DE MELHORIA 2014/15 <>2017/18

PLANO DE MELHORIA 2014/15 <>2017/18 PLANO DE MELHORIA 2014/15 2017/18 1 - Introdução O Plano de Melhoria (PM) integra um conjunto de procedimentos e estratégias, planificadas e organizadas, a implementar com o objetivo de promover a melhoria

Leia mais

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA

PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DO FUNDÃO + ESCOLA + PESSOA PLANO DE AÇÃO ESTRATÉGICA 2013-2017 Agrupamento de Escolas do Fundão Página 1 Perante o diagnóstico realizado, o Agrupamento assume um conjunto de prioridades

Leia mais

MAPA DE PESSOAL DA JUNTA DE FREGUESIA DE CARNIDE - Ano 2014 Nos termos da Lei n.º 12-A/2008, de 27 de Fevereiro

MAPA DE PESSOAL DA JUNTA DE FREGUESIA DE CARNIDE - Ano 2014 Nos termos da Lei n.º 12-A/2008, de 27 de Fevereiro MAPA DE PESSOAL DA JUNTA DE FREGUESIA DE CARNIDE - Ano 204 Nos termos da Lei n.º 2-A/2008, de 27 de Fevereiro SECÇÃO DE APOIO E DE COORDENAÇÃO GERAL (Capitulo III do Regulamento da Organização dos Serviços)

Leia mais

PROGRAMA REDE SOCIAL Co-financiado pelo Estado Português, Ministério da Segurança Social e do Trabalho PLANO DE ACÇÃO 2005-2006

PROGRAMA REDE SOCIAL Co-financiado pelo Estado Português, Ministério da Segurança Social e do Trabalho PLANO DE ACÇÃO 2005-2006 PROGRAMA REDE SOCIAL Co-financiado pelo Estado Português, Ministério da Segurança Social e do Trabalho PLANO DE ACÇÃO 2005-2006 Documento elaborado pelo: Conselho Local de Acção Social do Concelho do Núcleo

Leia mais