AVALIAÇÃO DE RISCOS OPERACIONAIS NO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE PRODUTOS PERIGOSOS, PARA UMA POSTURA PREVENCIONISTA

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1 CARLOS AUGUSTO PEIXOTO COSTA MÁRIO FREDERICO V. A. COSTA MARISA ASPROMONTE PANARO NILSON ALVES DA SILVA TÂNIA DA COSTA VELHO AVALIAÇÃO DE RISCOS OPERACIONAIS NO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE PRODUTOS PERIGOSOS, PARA UMA POSTURA PREVENCIONISTA Projeto final apresentado ao Curso de Pós- Graduação em Engenharia de Segurança do Trabalho da Universidade Federal Fluminense, como requisito parcial para obtenção do Grau de Especialista em Engenharia de Segurança do Trabalho. ORIENTADOR Prof. Gleudes Praxedes de Oliveira CO-ORIENTADOR Prof. Gilson Brito Alves Lima, Dr. Sc. Niterói 2002

2 AGRADECIMENTOS Palavras foram colocadas para se formar uma frase, e aulas ministradas para determinada formação. Pelo conjunto de todas e seus responsáveis, que com a maior atenção e preocupação transmitiram seus conhecimentos, experiências profissionais e procuraram meios para melhor fixação, agradecemos toda a dedicação que nos foi concedida. Ao coordenador do curso, prof. Osvaldo Luís Gonçalves Quelhas, ao orientador, prof. Gleudes Praxedes de Oliveira, e ao nosso co-orientador, prof. Gilson Brito Alves Lima, pela ajuda e preocupação em nos deixar preparados para finalizar a elaboração deste estudo, bem como os funcionários do LATEC, presentes a qualquer solicitação. III

3 AGRADECIMENTOS ESPECIAIS Aos nossos familiares sempre presentes, amigos e companheiros de trabalho, que nos auxiliaram com palavras de incentivo para a continuidade do nosso propósito. Aos nossos colegas pela força e amizade demonstradas ao longo do curso, nas horas de aperto e de descontração. Ao nosso mestre Sérgio Américo M. Carvalho que com esportividade e agilidade anexou uma névoa de conhecimentos em nossas cabeças. IV

4 "A promoção da transformação para uma sociedade sustentável requer a busca de novos padrões éticos e de novos paradigmas que induzam ao alcance da sustentabilidade não só nos aspectos ecológicos e ambientais, mas também nos aspectos sociais, culturais, políticos, institucionais. Será necessário fortalecer a cidadania, transformar práticas e comportamentos e reformular visões de economia, das relações de trabalho, do consumo, da educação, do acesso à tecnologia e outros aspectos do cotidiano." Axel Schmidt Grael V

5 SUMÁRIO FOLHA DE ROSTO... I FOLHA DE APLICAÇÃO... II AGRADECIMENTOS... III AGRADECIMENTOS ESPECIAIS... IV EPÍGRAFE... V LISTA DE SIGLAS... VIII RESUMO... XII ABSTRACT... XIII 1. Introdução Acidentes tecnológicos Acidente com produtos perigosos Atuação nas emergências Equipamentos para o transporte de produtos perigosos Extintores de incêndio Explosões e incêndio Integração da comunidade para prevenção e atendimento às empresas Sistema de classificação da Organização das Nações Unidas "ONU" para produtos perigosos Simbologia e Rótulos de Riscos Painel de Segurança Algarismo significativo Rótulos de Segurança Números de Risco Produtos Perigosos Explosivos Gases Líquidos Inflamáveis Sólidos Inflamáveis Substâncias oxidantes - Peróxidos orgânicos Substâncias tóxicas e Infectantes VI

6 11.7 Materiais Radioativos Substâncias Corrosivas Substâncias Perigosas Diversas Regulamentos e Normas Técnicas para o Transporte de Produtos Perigosos Embalagem Direção Defensiva Documentos para transporte Certificado de capacitação para Transporte de Produtos Perigosos a granel do veículo e do equipamento Ficha de emergência Envelope para transporte Documento Fiscal Guia de tráfego - Ministério do Exército Autorização para transporte de materiais radioativos Condutores Descarte de embalagens de Produtos Perigosos Toxicologia Recomendar Política de Empresa Rastreamento e Monitoramento Conclusão Referências Bibliográficas Anexos: Lista de figura Lista de quadro VII

7 LISTA DE SIGLAS ABIQUIM Associação Brasileira de Indústrias Químicas ABNT Associação Brasileira de Normas Técnicas ACGIH American Conference of Governmental Industrial Hygienists ADR Acordo Europeu (para Transporte Internacional de Mercadorias Perigosas) APELL Manual de Alerta e Preparação de Comunidades para Emergências Locais ASMT D American Standard for Testing Materials (D - nível de proteção, onde não haja riscos químicos, ou seja, contaminantes presentes na atmosfera) CL Concentração Letal CLT Consolidação das Leis do Trabalho CNEN Comissão Nacional de Energia Nuclear CNEN-NE-5.01 Transporte de Materiais Radioativos CNEN-NE-5.02 Transporte de Elementos Combustíveis CNEN-NE-2.01 Proteção Física de Unidades Operacionais da Área Nuclear CONTRAN Conselho Nacional de Trânsito VIII

8 CONTROLSAT Controle via satélite (Sistema desenvolvido pela SCHAHIN) DL Dose Letal ECE/TRANS Comissão Econômica Européia (Transporte) EMBRATEL Empresa Brasileira de Telecomunicação EPI Equipamentos de Proteção Individual EUA Estados Unidos da América Fd Fator de desvio GA Gases Ácidos GEIPOT Empresa Brasileira de Transporte GLP Gás Liquefeito de Petróleo GPS Global Positioning System (Sistema de Posicionamento Global) IBC Intermediate Bulk Container (Transporte a Granel de Recipientes Transportáveis) IDLH Immediately Dangerous for Life and Health (Concentração Imediatamente Perigosa para a Vida e para a Saúde - IPVS) INMARSAT Rede de Satélites (Sistema da EMBRATEL) INMETRO Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial IPEN Instituto de Pesquisas Energéticas e Nucleares IX

9 IRD Instituto de Radioproteção e Dosimetria ISO International Standard Organization (Certificado de Qualidade) L.E. Limite de Exposição L.T. Limite de Tolerância MARS Major Accidents Report System ( Sistema de Informação para Comunidades Européias) MERCOSUL Mercado Comum do Sul (Argentina - Brasil - Paraguai - Uruguai) MHIDAS Major Hazard Incidents Data Service MSDS Material Safety Data Sheet (Número de identificação de informação de segurança) MT Ministério dos Transportes NBR Normas Brasileiras Regulamentadoras N.E. Não especificada NR Normas Regulamentadoras OMNISAT Sistema de Identifacação (AUTOTRAC) OMS Organização Mundial de Saúde ONU Organização das Nações Unidas PQS Pó Químico Seco X

10 PV Polivalente PVC Cloreto de polivilina R-105 Regulamento para a Fiscalização de Produtos Controlados SMS Segurança, Meio ambiente e Saúde UNEP United Nation Environment Program (Programa do Meio Ambiente das Nações Unidas) VO Vapores Orgânicos XI

11 RESUMO A finalidade do presente estudo é conscientizar, informar e alertar sobre os Riscos Operacionais Inerentes ao Transporte Rodoviário de Produtos Perigosos. Toda operação de Transporte, seja nas fases de carregamento, movimentação ou descarga, traz com si um grande número de riscos agregados, por conta de falhas, negligências, desatenção e outros fatores que contribuem para o descontrole da operação. Estes riscos inerentes são potencializados quando incluímos o fator de risco no produto, isto é, quando a operação envolve produtos perigosos. Sabendo que as consequências de um acidente com produtos perigosos raramente são limitadas aos limites das empresas, envolvendo também comunidades próximas, alertar para estas situações e para a necessidade de prevenção para detectar as possíveis falhas, minimizando os riscos e evitando causar danos e perdas, é de vital importância. PALAVRAS CHAVES: Riscos e prevenção, transporte rodoviário de produtos perigosos. XII

12 ABSTRACT The purpose of the present study is to become aware, to inform and to alert on the Inherent Operational Risks to the Hazardous Products Transportation. All operation of Transport, be in the shipment phases, movement or discharge, brings with itself a great number of risks attached, due to flaws, negligences, inattention and other factors that contribute to the disarray of the operation. These inherent risks are maximized when we included the risk factor in the product, that is, when the operation involves hazardous products. Knowing that the consequences of an accident with hazardous products are rarely limited to the limits of the companies, also involving close communities, to alert for these situations and for need of prevention to detect the possible flaws, minimizing the risks and avoiding to cause damages and losses, it is of vital importance. KEY WORDS: Risks, prevention, transport of hazardous products. XIII

13 1 - INTRODUÇÃO O termo "Produto Perigoso", originário do inglês "Hazardous Materials", cuja tradução significa "Materiais Perigosos", tem um significado bastante amplo. Embora o conceito "Produto Perigoso" seja bastante genérico, quando falamos a seu respeito estamos nos referindo, de uma forma geral, a substâncias com propriedades físico-químicas que podem causar danos à saúde e ao meio ambiente. O produto perigoso é conceituado como toda substância sólida, líquida ou gasosa que, pelas suas características, representa riscos para a saúde das pessoas, para a segurança pública ou para o meio ambiente. O avanço tecnológico do mundo observado logo após o período pós-guerra, o mesmo, gerou necessidades crescentes de desenvolvimento de novas substâncias para atender as novas tecnologias, acelerando ainda mais os processos produtivos de transformação, gerando novos produtos e substancias na mesma velocidade que hoje, não mais conseguimos quantificar ou catalogar precisamente, conhecendo seus efeitos ao homem e ao meio ambiente. Pior ainda, é que com o aumento desta diversificação de oferta de produtos e a necessidade crescente de transferência dos mesmos para diversos pontos do planeta, verificou-se o aumento do número de acidentes nos mais variados meios de transportes, principalmente no transporte rodoviário, que queiramos ou não, é o meio de transporte mais utilizado pois invariavelmente todos os outros meios o utilizam no seu início ou no seu final.

14 2 Preocupada com o crescente número de acidentes envolvendo produtos perigosos e a necessidade de uma padronização dos mesmos, a ONU elaborou o documento "Recomendações ONU para produtos perigosos", definindo 9 (nove) classes de produtos perigosos, elaborando listas de identificação (alfabética e numérica). A lista numérica apresenta a identificação numérica dos produtos através de código formado por 4 (quatro) algarismos denominado "número ONU do produto", e que pode ser precedido por uma única letra. A única letra que pode aparecer nesse código é a letra "X", que indica a incompatibilidade do uso de água sobre ou em contato com o produto, pois pode haver reação violenta, exposição, liberação de gases tóxicos, etc. Na atividade de transporte, são considerados produtos perigosos àqueles listados pela ONU e, no caso do Brasil, pelo Ministério dos Transportes (MT). Centenas de milhares de diferentes produtos perigosos são produzidas, armazenados, transportados e utilizados anualmente. Em realidade, o emprego destes produtos sempre seguirá incrementando-se, com a aparição inevitável de um crescente número de incidentes provocada por derrames químicos, fugas acidentais, acidentes de trânsito, transportes inadequados e outras falhas. Com o aumento progressivo do transporte desses produtos e o potencial de riscos que podem impor em situações emergenciais, principalmente em rodovias, torna-se evidente a grande necessidade em se prever tais eventos e que se defina uma estratégia, visando melhorar a qualidade de todo sistema operacional (transporte rodoviário), fazendo treinamentos e estabelecendo planos e provisões para atendimentos específicos, imediatos e seguro. Para atingir um objetivo, as diretrizes mínimas devem estar contidas em um estudo estatístico do transporte, avaliando quantidades, tipos de produtos, sentido e horário em que são transportadas, análises da freqüência e dos tipos de acidentes, assim como a extensão do mesmo. Ressalvando ainda, a necessidade de um estudo de atos e condições dos funcionários para que não haja comportamentos inseguros.

15 3 Acidentes podem variar consideravelmente, dependendo dos tipos de produtos e quantidades envolvidas, das propriedades e características físico-químicas dos produtos, das condições meteorológicas, do terreno onde ocorreu o acidente e outros fatores. Define-se este tipo de acidente como uma situação na qual um produto perigoso escapa ou está na iminência de escapar do controle para o meio ambiente, causando lesões ou não ao homem ou ao meio ambiente de alguma forma. Este trabalho tem o objetivo de alertar ao público em geral ou aos envolvidos direta ou indiretamente a operação de transportes rodoviários, colocando os envolvidos a par da identificação dos mesmos, utilizando ferramentas simples, criando mecanismos, procedimentos que possibilitem a diminuição dos riscos nesta atividade sabendo-se que por ser uma atividade perigosa o risco sempre existirá mesmo que em níveis menores. A visão prevencionista deste trabalho poderá ser verificada no decorrer dos tópicos cujas recomendações se fazem presente no corpo deste trabalho.

16 2 - ACIDENTES TECNOLÓGICOS Acidentes tecnológicos são considerados como os acidentes com Produtos Perigosos (Acidentes Químicos Ampliados), na movimentação, no transporte e na estocagem, e podem ser : Incêndio; Explosão; Intoxicação; Contaminação; Radiação; Corrosão; Efeitos Combinados. É universalmente reconhecido que acidentes com Produtos Perigosos, em países altamente desenvolvidos e industrializados, assim como em países de economia periférica, ocasionam impactos severamente adversos ao meio ambiente, perdas inaceitáveis de vidas, danos irreversíveis à saúde, devido às conseqüências dos efeitos cumulativos, danos patrimoniais de grande monta, seguidos de umas fortes comoções sociais, resultando em elevados custos sociais, econômicos, políticos, além de pesadas sanções legais. A sociedade, os órgãos governamentais, as indústrias, as entidades, as transportadoras, consumidoras e seguradoras enfrentam hoje o grande desafio do complexo gerenciamento dos riscos químicos. A extensão das perdas causadas pelos Acidentes Químicos Ampliados depende, em grande parte dos procedimentos adotados, nos primeiros instantes da situação

17 5 emergencial, o atendimento adequado nessas situações exige qualificação para o pronto atendimento, conhecendo os riscos e as conseqüências inerentes. O aumento progressivo do transporte de produtos químicos, e o potencial de riscos que esses agentes podem impor em situações emergenciais, principalmente em rodovias, tornam evidente a necessidade em se prever tais eventos, considerando o grau de danos à vida, ao meio ambiente e ao patrimônio em geral, para que se defina uma estratégia, visando melhorar a qualidade de todo o sistema operacional (transporte rodoviário) e estabelecendo planos e provisões para atendimentos específicos, imediatos e seguro nas emergências. Para atingir esse objetivo, as diretrizes mínimas devem contemplar o estudo estatístico desse modal de transporte, avaliando quantidades, tipos de produtos, sentido e horários em que são transportados; análise de freqüência e dos tipos de acidentes, assim como a extensão das conseqüências pós-acidente. O dimensionamento dos equipamentos de segurança para as equipes de socorro e resgate, para a previsão de contenção de pequenos vazamentos, baias apropriadas e específicas, para retenção de veículos avariados e operações de transbordo, planos integrados de comunicações e ajuda mútua que inclua a polícia rodoviária federal, o corpo de bombeiros, o sistema de defesa civil, órgãos de controle e preservação ambiental, secretarias de saúde, autoridades (federais, estaduais, municipais, etc.), empresas transportadoras e fabricantes de Produtos Perigosos, assim como as organizações particulares que prestam atendimento especializado para essas emergências. Especialistas em segurança industrial afirmam que todos os acidentes tecnológicos podem ser prevenidos, contudo estão cientes de que é impossível existir um sistema, processo, atividade, operação e etc. cem por cento à prova de falhas. Por isso, a prevenção deve ser motivo para: educação, reflexão, divulgação, treinamento, conscientização e atualização para todos, independentemente de quais sejam as atribuições profissionais de cada um, e a que classe social pertença.

18 6 Onde há risco deve haver planos de prevenção e atendimento emergencial, pois são bastante complexos e extremamente variados os tipos de acidentes, na extensão e conseqüências dos efeitos pós-acidentes. De um modo geral, as recomendações de segurança, bem como os procedimentos de prevenção e as medidas propostas para atuação em situações emergenciais, têm como referência o risco inerente de cada produto, contudo, além de toda a complexidade, de controle de riscos inerentes, surge o desafio na situação acidental, de como prever, combater e controlar os riscos agregados. Emergência no transporte de Produtos Perigosos é a ocorrência caracterizada por vazamentos, princípios de incêndios e explosões, envolvendo veículos que transportem tais produtos, assim como, colisões, choques, ou qualquer evento que provoque a perda do confinamento dos produtos transportados, ou implique no risco iminente de ocorrer qualquer uma das situações citadas acima. Perigo é a situação que possui o potencial de causar danos, ameaçar a existência e/ou a integridade do ser humano, dos animais, do meio ambiente ou de um bem material e/ou patrimonial. Risco é o inconveniente ou fatalidade muito provável de realizar-se com severas conseqüências, decorrentes da operação, atividade ou processo tecnológico. Segundo estatísticas da ONU (Organizações das Nações Unidas), somente na década de 80, acidentes tecnológicos impuseram ao mundo danos individuais e coletivos, perdas e contaminações, com alto grau de severidade, equivalentes aos últimos 500 anos de desenvolvimento tecnológico, atingindo diretamente a saúde, meio ambiente, infraestrutura e economia das populações dos países envolvidos. Em meados da década de 40, logo após o término da Segunda Guerra Mundial, o transporte de Produtos Perigosos passou a ser alvo de preocupação, devido à ocorrência de vários acidentes com elevado grau de severidade. Em decorrência disto, Alemanha, França e Inglaterra elaboraram algumas recomendações padronizadas para melhorar a segurança. Os bons resultados de tais recomendações originaram uma série de procedimentos específicos para determinados produtos, sendo aplicados, no final da década de 40, por

19 7 outros países da Europa. O crescente desenvolvimento industrial tornou a utilização de produtos químicos uma necessidade mundial tão grande, que é praticamente impossível à sobrevivência sem a dependência do consumo desses produtos nos dias atuais, aumentando então a incidência de riscos de acidentes. Em 1957, a ONU, atentando para a ocorrência de tais acidentes e suas catastróficas injúrias, tanto ao ser humano quanto ao meio ambiente, catalogou e classificou aproximadamente 200 Produtos Perigosos. Reconhecendo a importância de medidas de prevenção e segurança, e a necessidade urgente de reduzir o número de acidentes, o governo dos EUA, em 1975, começou a recomendar esses procedimentos em todo o seu território, com expressivo rigor, pois nessa época e até o ano de 1984, eles eram o líder mundial em acidentes industriais (tecnológicos) de porte. Constatou-se que, no período de 1917 a 1986, foram registrados 2500 acidentes industriais em todo o mundo, sendo que 56% (1419) ocorreram entre 1981 e 1986, com maior incidência no transporte e armazenamento de Produtos Perigosos. As primeiras recomendações, procedimentos e atenções contemplavam basicamente apenas os líquidos inflamáveis (combustíveis) e os explosivos como produtos potencialmente perigosos. Em 1986 foi elaborado pela ONU o documento: Recomendações das Nações Unidas para o Transporte de Produtos Perigosos, que hoje é aceito a nível mundial. Estimativas recentes da ONU indicam que atualmente existem cerca de 17 milhões de substâncias químicas, sendo que desse universo, aproximadamente, 100 mil substâncias têm uso e aplicação difundidos no mundo e apenas 2% têm limite de tolerância estabelecido para evitar risco a saúde. Por suas características próprias e peculiares, todos esses produtos oferecem um elevado potencial de risco, que incrementa a cada acidente (perda do controle), principalmente se a falta de treinamento, de conhecimento específico, de conscientização, de informação e de prevencionismo estiverem evidenciadas.

20 8 Acidentes envolvendo substâncias perigosas nas atividades de transporte, armazenamento, manuseio e produção industrial de produtos químicos constituem sempre um sério risco à saúde e ao meio ambiente. Tais acidentes são considerados Acidentes Químicos Ampliados quando as conseqüências individuais ou combinadas, envolvendo uma ou mais substâncias perigosas, causarem, simultaneamente, múltiplos e severos danos ao meio ambiente e à saúde dos seres humanos expostos.

21 3 - ACIDENTES COM PRODUTOS PERIGOSOS O que caracteriza o Acidente Químico Ampliado não é somente sua capacidade de causar grande número de óbitos, embora sejam freqüentemente identificados por essa característica, é também o potencial da gravidade e extensão dos seus efeitos, que não respeitam limites políticos, geográficos, sociais, podendo atingir qualquer pessoa e em qualquer lugar, sem distinção, demonstrando a vulnerabilidade social quanto a este aspecto de segurança. A natureza competitiva do setor químico industrial e petroquímico, incrementada pelo desenvolvimento tecnológico e pelo desempenho da economia em escala mundial, propiciou um elevado crescimento das atividades de produção, armazenamento e transporte de Produtos Perigosos, resultando no aumento de pessoas expostas aos riscos na crescente freqüência, tanto na ocorrência, quanto na gravidade dos acidentes com tais produtos. Na base de dados internacionais Major Hazard Incidents Data Service (MHIDAS), assim como o segundo a Diretiva de Seveso, de 1982, do Conselho das Comunidades Européias, esses acidentes ocorrem no processo industrial, no transporte e no armazenamento de Produtos Perigosos, que resultem em emissão, incêndio ou explosão, envolvendo uma ou mais substâncias químicas perigosas, decorrendo de um desenvolvimento incontrolável no curso da atividade, impondo sérios perigos para a comunidade e para o meio ambiente, imediatos ou a longo prazo.

22 10 Quanto à saúde, tais acidentes têm ênfase na gravidade e extensão dos agravos, que podem provocar em um grande número de pessoas. Um dos dados empregados no grupo de parâmetros das conseqüências é o número de óbitos, sendo classificados como: Importante: entre 0 e 4 óbitos; Severo: entre 5 e 19 óbitos; Muito Severo: entre 20 e 49 óbitos; Catastrófico: a partir de 50 óbitos. Atualmente são considerados 3 tipos de parâmetros: Potencial de perigo em função do tipo e quantidade envolvida; Conseqüências à saúde, meio ambientes e materiais; Extensão das medidas externas de intervenção e segurança. Os fatores que ocorrem na grande maioria dos acidentes com Produtos Perigosos: Localização muito próxima a uma área habitada de uma indústria que utiliza substâncias tóxicas; Evento acidental, causado por descontrole das condições operacionais, durante o processo de síntese industrial, resultando na emissão de substâncias perigosas; Natureza parcialmente conhecida dos efeitos previstos, incluindo, além dos efeitos agudos severos, prováveis efeitos cumulativos, que serão evidenciados ao longo do tempo; Demora em se obter informações precisas sobre as substâncias químicas envolvidas, seus efeitos, e que medidas de atendimento emergencial devem ser adotadas; Equipes de atendimento, resgate e socorro, despreparadas, sem equipamentos próprios de proteção individual, ferramentas e outros meios próprios para atuação responsável e segura;

23 11 Localização distante dessas equipes, não permitindo o acesso rápido ao local de emergência; Planos de Contingência, inexistentes, mal elaborados ou sem recursos para aplicação; Populações desinformadas, possibilitando forte exposição e envolvimento por aproximação e contato, aos riscos inerentes, aumentando o número de vítimas. Entre 1945 e 1951 ocorreram 20 acidentes, com uma média de 70 óbitos por acidente; entre 1980 e 1986 ocorreram 66 acidentes, com uma média de 142 óbitos por acidente, 46% desses acidentes ocorreram nas operações de transporte, causando 45% de mortes. Segundo o Major Accidents Report System (MARS) Sistema de Informações para as Comunidades Européias dos 121 acidentes registrados entre 1980 e 1991, 49,6% causaram vítimas. As explosões ocorrem com maior freqüência, propiciando elevado número de óbitos imediatos. Contudo, o potencial de gravidade e extensão das conseqüências de emissões acidentais e incêndios envolvendo a combustão de Produtos Perigosos, que resultam na transformação de nuvens tóxicas, ampliam e potencializam os riscos, ultrapassando limites espaciais (bairros, cidades, países) e temporais, podendo atingir gerações futuras (teratogênese, mutagênese, carcinogênese) e danos a alvos específicos ao longo do tempo, pelos efeitos cumulativos. Nos 121 acidentes pesquisados pelo MARS, explosões, incêndios e formação de nuvens tóxicas estiveram presentes em 98,4% do total.

24 4 - ATUAÇÃO NAS EMERGÊNCIAS Um plano bem estruturado deve englobar o estudo e a avaliação das características geográficas, dos recursos naturais, das áreas de maior probabilidade da ocorrência de tais acidentes, o destino adequado dos resíduos gerados, assim como a previsão da evacuação e resgate de populações envolvidas. Os acidentes com Produtos Perigosos sofrem variações consideráveis quanto: Ao tipo de produto; A quantidade envolvida; Aos riscos e características inerentes; Aos esforços despendidos nas ações emergenciais; Ao número de pessoas envolvidas nas equipes de reação; Aos resultados obtidos. De um modo geral, as obras de arte (ponte, viadutos, túneis, etc.) são trechos de percurso muito vulneráveis em caso de acidentes com Produtos Perigosos, por isso, são mantidas fortes restrições técnicas e legais quanto ao tráfego desses produtos em tais trechos. A informação é uma importante ferramenta no tratamento das situações emergenciais. Logo, para maior agilidade no atendimento emergencial, são estabelecidos níveis de informação para cada etapa do processo, fornecendo aos líderes dados precisos para as ações em cada nível.

25 13 Nível 1 Reconhecimento Informação imediata, onde é classificado o acidente, identificado o número do risco e o número do produto, segundo classificação da ONU, nos painéis de segurança e rótulos de risco. 1) Ao se aproximar de acidentes, principalmente envolvendo contêineres, caminhões tanque e veículos para transporte de produtos sobre pressão, devem-se manter distância de 100 metros do acidente, se possível com o vento pelas costas, promovendo o isolamento do local; em seguida, fazer a identificação do produto, preferencialmente com o uso de binóculos, através dos painéis de segurança e rótulos de risco, expostos na carroceria, e informar ao centro de operações. 2) Confirmar a presença de vazamentos ou derramamento de produto, através da observação da área, do local de impacto, das válvulas e acesso aos compartimentos e, em seguida, o centro de informação fará contato com os órgãos necessários. Nível 2 Avaliação Informações compactas, obtidas sobre o produto nas guias ou fichas de emergências, descrevendo impactos à saúde pública e ao meio ambiente, e procedimentos em caso de fogo, vazamento e vítimas. Nível 3 Controle Informações detalhadas, identificando as características físico-químicas do produto e as ações emergenciais, para eliminar ou minimizar o impacto. Somente após a consulta aos guias, ou com a ficha de emergência para conhecimento dos riscos do produto, deve-se decidir a entrada no local do acidente. Caso contrário, o acesso fica restrito as pessoas com treinamento específico, portando EPI adequado, que sejam: máscaras com filtros especiais ou equipamento de respiração autônoma, roupas impermeáveis, protetores auriculares, óculos para produtos químicos,

26 14 capacetes, botas e perneiras, luvas e avental de PVC. Recomenda-se que estes equipamentos estejam com a equipe de resgate, por serem as pessoas indicadas para entrar na área isolada e efetuar o resgate das vítimas, e que antes, durante e depois, o técnico consuma água para evitar a desidratação. Na definição e projeto dos locais para transbordo e guarda de carga recomenda-se verificar sua adequação às NR-19 (Explosivos), NR-20 (Líquidos Combustíveis e Inflamáveis), NR-23 (Proteção Contra Incêndio) e NR-25 (Resíduos Industriais). Havendo princípio de incêndio na carreta, no cavalo ou próximo a este, em produto não tóxico, de baixa toxicidade ou de produto tóxico com embalagem intacta, deve ser combatido normalmente com extintores, ou com uso de caminhões pipa, sempre observando a necessidade de resfriamento e reações adversas que o produto pode ter em presença de água. Em relação aos vazamentos, devem ser combatidos a fim de evitar a contaminação do meio ambiente e prevenir danos à saúde pública, sendo aplicadas técnicas de tamponagem, retenção e contenção. Para tal, recomenda-se como equipamentos mínimos: gerador de energia, mangotes e engates para válvulas de diversos tamanhos, materiais para contenção de líquidos, massa especial para eliminação de vazamentos, batoques diversos em teflon e madeira, pás e enxadas antifaiscantes, sacos reforçados para resíduos e lanterna a prova de explosão. Nível 4 Informação Informação especializada neste nível as indústrias químicas fornecem as informações necessárias, equipamentos e ajuda técnica para condições ou circunstâncias de um ambiente em particular. Neste nível as informações são divididas em: Inteligência: informações obtidas de registros, documentos existentes, configuração especial de recipientes, observações visuais e informes técnicos;

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