PROJECTO: CERÂMICA + SUSTENTÁVEL Re(i)novação e Sensibilização para Fatores competitivos

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1 Medidas de sensibilização e controlo de substâncias libertadas de materiais cerâmicos para meios aquosos Relatório Final Dezembro 2012 Relatório de trabalho Nº: /11 PROJECTO: CERÂMICA + SUSTENTÁVEL Re(i)novação e Sensibilização para Fatores competitivos Cliente: APICER Associação Portuguesa da Indústria de Cerâmica Contacto no cliente: Dr. José Sequeira / Dr. António Oliveira Contacto no CTCV: Marisa Almeida Período de Realização do Trabalho: Janeiro 2011 a Dezembro 2012 UNIÃO EUROPEIA

2 ÍNDICE OBJETIVO ENQUADRAMENTO PROCESSO DE FABRICO DOS DOIS SUBSETORES DESENVOLVIMENTO DAS TAREFAS GESTÃO DO PROJETO PESQUISA BIBLIOGRÁFICA DESENVOLVIMENTO DE METODOLOGIA DE IDENTIFICAÇÃO E CARACTERIZAÇÃO DAS SUBSTÂNCIAS LIBERTADAS DE PRODUTOS RECOLHA DE PRODUTOS CERÂMICOS METODOLOGIA DE IDENTIFICAÇÃO DAS SUBSTÂNCIAS LIBERTADAS CARACTERIZAÇÃO DAS SUBSTÂNCIAS LIBERTADAS DOS PRODUTOS DETERMINAÇÃO DAS SUBSTÂNCIAS LIBERTADAS DE PRODUTOS CERÂMICOS NACIONAIS E DAS RESPETIVAS MATÉRIAS-PRIMAS SUBSTÂNCIAS LIBERTADAS DOS PRODUTOS CERÂMICOS SUBSTÂNCIAS LIBERTADAS DAS MATÉRIAS-PRIMAS SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS MANUSEAMENTO E ARMAZENAMENTO DE SUBSTÂNCIAS QUÍMICAS ROTULAGEM E EMBALAGEM DE ACORDO COM O REGULAMENTO CLP REGULAMENTO REACH REALIZAÇÃO DE GUIÃO SOBRE BOAS PRÁTICAS A IMPLEMENTAR PELAS EMPRESAS CERÂMICAS ELABORAÇÃO DE MODELO-TIPO DE DECLARAÇÃO DA LIBERTAÇÃO POTENCIAL DE SUBSTÂNCIAS PERIGOSAS INDICADORES DO PROJETO CONCLUSÕES AA/-- Página 2 de 43

3 Medidas de sensibilização e controlo de substâncias libertadas de materiais cerâmicos para meios aquosos APICER Associação Portuguesa da Indústria de Cerâmica Objetivo Com este projeto, promovido pela APICER e desenvolvido com o apoio do CTCV, pretendeu-se fomentar o seguinte: - Uma metodologia de identificação das substâncias contidas nos materiais cerâmicos que possam migrar para a água, bem como as quantidades de migração, tendo em conta que, as substâncias químicas regulamentadas que possam ser libertadas pelos materiais cerâmicos poderão ser provenientes das matérias-primas, dos combustíveis, aditivos, engobes, vidros ou impermeabilizantes. Assim como, a tipologia de normas e ensaios a utilizar e os parâmetros /substâncias a determinar. - Um estudo de quantificação das substâncias libertadas dos produtos cerâmicos (que estão em contacto com agentes meteorológicos como a pluviosidade), das empresas representativas dos dois subsectores (produtores de ladrilhos e produtores de telhas), para o meio aquoso, de acordo com a metodologia desenvolvida anteriormente. - Um guião sobre boas práticas a implementar pelas empresas cerâmicas, particularmente os produtos de materiais cerâmicos sujeitos a fatores climáticos, como telhas e pavimentos e revestimentos, para sensibilização de boas práticas ambientais e de controlo de substâncias de forma a poderem ser substituídas as matérias-primas, aditivos ou combustíveis que possam ser os indutores dessas substâncias para o ambiente (água). - Um modelo-tipo de declaração da libertação potencial de substâncias regulamentadas, resultantes dos produtos de construção, de forma a determinar a conformidade dos produtos com os futuros requisitos regulamentares, que os fabricantes possam vir a utilizar. AA/-- Página 3 de 43

4 1. Enquadramento A estratégia para uma construção sustentável assenta, entre muitas outras variáveis, na obtenção de produtos que possam garantir uma sustentabilidade ao longo do seu ciclo de vida, com impactes o mais reduzido possível no ambiente. A emissão ou desenvolvimento de substâncias nocivas ou insalubres nas superfícies dos elementos de construção para o meio ambiente, deverá ser salvaguardada em todas as fases do ciclo de vida de um produto de construção, na medida em que, os produtos de construção podem emitir ou conter substâncias que têm sido definidas como "substâncias perigosas" ao abrigo das diretivas e regulamentos europeus. Neste contexto a Comissão Europeia tem lançado uma série de iniciativas com vista ao desenvolvimento de regulamentação, normas e outros requisitos que deem origem a exigências específicas para as diversas substâncias e respetivos limites de emissão. Não existindo, à data qualquer regulamentação neste âmbito, sendo previsível nos próximos anos o seu desenvolvimento e concretização em valores-limite a aplicar pelos vários países da União Europeia. Desta forma, a Comissão Europeia está a mandatar o CEN para que os diferentes Comités desenvolvam este tipo de exigências, prevendo que no futuro os fabricantes poderão ser obrigados a realizar os ensaios de determinação e indicar os teores de libertação para cada substância. Por outro lado, o novo Regulamento dos Produtos de Construção (RPC) - Regulamento (UE) n.º 305/2011, abrange sete requisitos essenciais para as obras de construção, sendo dois deles abrangentes da área ambiental, nomeadamente o terceiro orientado para a Higiene, Saúde e Ambiente, e o sétimo sobre a Utilização sustentável dos recursos naturais. Assim, e apesar de na indústria cerâmica não ser expectável a presença de substâncias ditas perigosas, não existe nenhum estudo detalhado sobre este tema, pelo que surge agora a necessidade de identificar, avaliar e controlar a emissão daquelas substâncias das telhas e ladrilhos cerâmicas para o meio aquoso. Neste sentido, o Centro Tecnológico da Cerâmica e do Vidro (CTCV) desenvolveu um estudo (no âmbito dos projetos SIAC, promovido pela APICER e desenvolvido com o apoio técnico do CTCV) de quantificação das substâncias libertadas dos produtos cerâmicos para o meio aquoso, de empresas representativas de dois subsectores (ladrilhos e telhas), o qual poderá vir a sustentar a libertação ou ausência das substâncias dos materiais cerâmicos, permitindo ao sector cerâmico ter um espírito crítico perante novos requisitos legais que poderão surgir. Aqueles produtos cerâmicos foram escolhidos na medida em que, são materiais particularmente sujeitos aos fatores climáticos naturais, nomeadamente a chuva, granizo, neve, vento entre outros, AA/-- Página 4 de 43

5 o que poderá favorecer o modo de migração de determinadas substâncias para o meio ambiente, nomeadamente, para a água e solo. Para o estudo em apreço, foi necessário desenvolver uma metodologia de identificação das substâncias contidas nos materiais cerâmicos que possam migrar para a água, bem como as quantidades de migração, tendo em conta que, as substâncias químicas regulamentadas que possam ser libertadas pelos materiais cerâmicos poderão ser provenientes das matérias-primas, dos combustíveis, aditivos, engobes, vidros ou impermeabilizantes. Salienta-se que a água é um recurso vital para a saúde humana e um fator de produção essencial para a agricultura, o turismo, a indústria, os transportes e a energia. Neste sentido, o bom estado ambiental e a saúde dos cidadãos dependem da qualidade e disponibilidade de água doce. Do estudo resultou ainda um guião sobre boas práticas a implementar pelas empresas cerâmicas e um modelo-tipo de declaração da libertação potencial de substâncias regulamentadas, de forma a determinar a conformidade dos produtos com os futuros requisitos regulamentares. 2. Processo de fabrico dos dois subsetores A atividade cerâmica dos dois subsetores em análise envolve um conjunto de ações sequenciais, podendo ser esquematizadas num fluxograma-tipo, com identificação das principais etapas e indicação qualitativa dos principais aspetos ambientais associados. A fig. 1 esquematiza de forma genérica o fabrico de telhas cerâmicas, no qual constam as etapas descritas de seguida, as quais poderão não ocorrer na sua totalidade em todas as unidades fabris: i. Extração de matérias-primas O processo de fabrico de telhas e acessórios de telhado inicia-se com a extração das matérias-primas argilosas e arenosas. Estas matérias-primas são escavadas mecanicamente (máquinas escavadoras) de acordo com o Plano de Pedreira (PP) aprovado, constituído pelo Plano de Lavra (PL) e pelo Plano Ambiental e de Recuperação Paisagística (PARP). Estes materiais, previamente caracterizadas e aprovadas, provenientes de várias pedreiras (próprias e de fornecedores), são transportados para o parque de matérias-primas na fábrica, onde são elaborados os lotes através da deposição e estratificação cíclica de materiais de várias proveniências. ii. Pré-preparação e Preparação da pasta Esta etapa tem como objetivo a obtenção de uma pasta homogénea em termos de granulometria, humidade e plasticidade adequada a cada processo de fabrico das unidades fabris. AA/-- Página 5 de 43

6 Fig. 1 Fluxograma do fabrico de telhas cerâmicas Consoante as necessidades de cada tipo de argila, esta é abastecida com recurso a uma pá carregadora para o doseador de entrada, passando por um desterroador, seguida de laminador e seguidamente via transportador de telas é colocada em tulhas, onde permanece em maturação cerca de um mês, afim de melhorar/uniformizar as suas características. As tulhas são locais frios e com pouca claridade, para que a argila possa manter-se sempre húmida. Na fase de preparação de pasta, as argilas e restantes matérias-primas (ex. aditivo de carbonato de bário) são novamente misturadas e laminadas passando por um doseador, por um ralador, seguindo para o sector de moldagem. AA/-- Página 6 de 43

7 iii. Moldagem A conformação das telhas é efetuada sequencialmente por extrusão da pasta em fieiras de vácuo, corte de lastras e sua prensagem automática. Normalmente são usados moldes metálicos revestidos a borracha. Noutros casos são usados moldes de gesso para dar melhor acabamento superficial aos produtos. Este último processo exige uma linha paralela de fabricação de moldes de gesso. iv. Secagem A secagem tem como objetivo a redução da percentagem de água utilizada na extrusão até à obtenção de um produto seco, pronto para ser cozido. O produto verde segue para a secagem, sendo esta efetuada em secadores contínuos (túnel) ou em secadores estáticos (câmaras) ou semicontínuos. Os secadores contínuos são constituídos por túneis onde os produtos são colocados em prateleiras nos vagons e percorrem o secador, correspondendo à entrada os produtos verdes e à saída os produtos secos. Os secadores estáticos são constituídos por câmaras independentes ficando o produto imobilizado e fazendo-se variar no tempo condições termohigrométricas internas. Normalmente os secadores são alimentados com ar recuperado do forno, podendo ser complementado com queimadores. v. Cozedura Depois de secas, as peças são empilhadas e colocadas em vagons para serem cozidas no forno. Os fornos utilizados são fornos túnel, onde os vagons com as telhas avançam sobre carris na direção oposta à circulação do ar, encontrando-se as fontes de calor em posições fixas. As zonas em que se divide o forno são basicamente: aquecimento, onde ocorre um aumento progressivo da temperatura; a cozedura, onde é alcançado o valor máximo da temperatura e onde esta se mantém constante; e a zona de arrefecimento, onde a entrada de ar forçado provoca a diminuição da temperatura até à saída do forno. As peças vão adquirindo propriedades específicas deste tipo de produtos (ex. resistência mecânica, sonoridade, etc.) ao longo da curva de cozedura, sendo denominadas de produto cozido ao saírem do forno. vi. Engobagem Depois de seca, a telha pode ou não passar por uma linha de engobagem ou vidragem, onde são aplicados diversos tipos de vidro para obter efeitos decorativos no produto final. vii. Escolha, embalagem e armazenamento Procede-se então à escolha final das peças, onde manualmente se detetam alguns defeitos que possam existir. De seguida as peças são embaladas, processo que consiste em cintar as mesmas e colocá-las em paletes. AA/-- Página 7 de 43

8 Após embalagem os produtos finais são armazenados em parque com recurso a empilhadores, devidamente segregados por lotes de fabrico onde aguardam os resultados do controlo de qualidade. A fig. 2 esquematiza de forma genérica o fabrico de pavimento e revestimentos cerâmicos, no qual constam as etapas descritas de seguida, as quais poderão não ocorrer na sua totalidade em todas as unidades fabris: i. Receção e Preparação de Matérias-primas As principais matérias-primas para a produção de pavimentos são argilas, feldspatos, areia (inertes) e talco. Para a produção de revestimentos tipicamente são utilizadas argilas/caulinos, areia (inertes), calcite/dolomite e/ou feldspatos, e talco, as quais são adquiridas a fornecedores. O seu armazenamento é feito em tulhas cobertas, donde são retiradas por intermédio de uma pá carregadora que as transporta para o ponto de carga em silos com pesagem, onde é efetuada a dosagem automática. O processamento é separado, sofrendo os materiais duros moagem em húmido (em moinhos de bolas) e os materiais argilosos são dispersos em turbo-diluidores. Segue-se a mistura e homogeneização de ambos de modo a formar a pasta em suspensão (também designada por barbotina), que seguidamente é peneirada, filtrada e transferida para um tanque de repouso onde fica sujeita a uma agitação lenta. Daqui é bombada para o atomizador (equipamento alimentado, em regra, a gás natural), onde é sujeita a uma operação de secagem para obtenção do pó para prensagem. O pó atomizado é ensilado, onde permanece em repouso para homogeneização da humidade. Nos casos das instalações fabris que adquirem a pasta preparada, o pó atomizado é rececionado e transferido, em circuito pneumático, de camiões cisterna para silos de armazenagem. Os vidrados e tintas podem ser previamente preparados (em papa ou pó) ou processados internamente. Neste último caso, a sua preparação envolve operações de doseamento, moagem, peneiração e desferrização. Os vidrados em suspensão necessitam de agitação contínua. ii. Conformação O pó atomizado é descarregado, transportado, peneirado e distribuído pelas tremonhas de alimentação às prensas. Os produtos são obtidos por prensagem do granulado em prensas hidráulicas unidirecionais. AA/-- Página 8 de 43

9 Fig. 1 Fluxograma do fabrico de ladrilhos cerâmicos AA/-- Página 9 de 43

10 Nesta operação a peça adquire a sua forma e parte das características mecânicas e superficiais que permitirão o seu transporte e processamento nas fases subsequentes. iii. Secagem Os produtos prensados são introduzidos em secadores rápidos normalmente verticais sendo sujeitos a um processamento térmico a temperaturas entre 120 a 150ºC para eliminação da humidade residual. Estes secadores são, em regra, alimentados a gás natural. iv. Vidragem e decoração Os produtos secos são introduzidos nas linhas de vidragem, tipicamente movimentados em transportadores por correias (trapezoidais). Os engobes, vidrados, granilhas e serigrafias são aplicados em linha recorrendo a diversas tecnologias (disco, campânula e spray para vidros, e diversos tipos de máquinas serigráficas i.e. planas, rotativas, tambor, impressora digital), dependendo do tipo de efeito estético que se pretende no produto final. No final da linha as peças são carregadas em vagonetas (de rolos) que são armazenadas em parque, constituindo um pulmão do forno. As operações de carga e descarga de produtos e gestão das vagonetas são normalmente efetuadas por sistemas automatizados. A movimentação das vagonetas no parque de material vidrado crú é assegurada por sistemas mecânicos ou por AGV (Automated Guided Vehicle), comandados por microprocessadores. v. Cozedura Dependendo da opção tecnológica, particularmente para produtos de revestimento, a aplicação de vidrados pode ser feita sobre produtos crús (monoporosa) ou produtos chacotados (bicozedura). Neste último caso (menos comum por ser menos evoluído), os produtos são sujeitos a um processamento térmico inicial (chacotagem) a temperaturas de 850 a 1050ºC. Os produtos são então sujeitos ao processamento térmico final para cozedura de pasta e vidrado, com temperaturas entre 1100 e 1200ºC e ciclos tipicamente entre 50 e 70 minutos. O processo de cozedura é completamente controlado, principalmente na temperatura e nos ciclos, em função das dimensões e das características técnicas do produto final. Os fornos mais comuns são do tipo contínuo de rolos alimentados a gás natural. vi. Escolha e Embalagem Após cozedura em forno de rolos o material é descarregado automaticamente. A descarga pode ser direta ou para vagonetas de rolos, constituindo um pulmão de material vidrado para escolha. Os produtos finais são então colocados na linha de escolha. A grande maioria das unidades cerâmicas dispõe já de sistemas automáticos para avaliação de dimensões e planaridade (por sensores AA/-- Página 10 de 43

11 optoelectrónicos). A análise da qualidade da superfície é assegurada pela inspeção visual dos produtos. A evolução tecnológica recente tem permitido introduzir sistemas de apoio à escolha visual. Os produtos são encaminhados para as linhas de embalagem, de acordo com a sua classificação, onde é embalado em caixas de cartão que por sua vez são acondicionadas em paletes. As paletes são então cintadas e plastificadas. vii. Operações Adicionais Podem ainda ser efetuadas diversas operações sobre os produtos ou peças especiais, nomeadamente a aplicação de decorações sobre os vidrados (e.g. serigrafias) sendo os produtos sujeitos a um novo processamento térmico para cozedura dos elementos decorativos (3º Fogo), ou sujeitos a operações de corte, retificação de arestas e/ou polimento de superfície, onde são submetidas a operações de desgaste por fricção de abrasivos de grão sucessivamente mais fino. viii. Armazenamento de Produto Final As paletes com o produto final são armazenadas em parques exteriores e/ou interiores, em alguns casos utilizando soluções de armazenamento em altura (estantes) e geridos automaticamente. 3. Desenvolvimento das tarefas O projeto em apreço envolveu várias fases de trabalho, as quais passamos a sumarizar e informar das atividades desenvolvidas: 3.1. Gestão do projeto Esta fase acompanhou todo o projeto, englobando um conjunto de atividades de coordenação e acompanhamento das tarefas de modo a que se existissem potenciais desvios poderiam ser rapidamente desencadeadas ações no sentido de repor a conformidade. Durante esta etapa foram cruciais, o contacto com empresas representativas do sector cerâmico de modo a recolher materiais (produto cerâmico) representativos, identificando a sua localização no território nacional. Para o estudo pretendido foram contactadas várias empresas produtoras de materiais cerâmicos nacionais, nomeadamente telha e ladrilho, pela APICER e pelo CTCV. Tendo ocorrido uma secção de apresentação da ação a desenvolver na sede da APICER (Coimbra), no dia 6 de Abril de 2011, onde estiveram presentes várias empresas do sector. AA/-- Página 11 de 43

12 Em consequência dos vários contactos desenvolvidos surgiram várias empresas interessadas em participar no estudo em apreço, encarando como uma oportunidade de melhor conhecimento dos produtos fabricados. As empresas participantes no projeto englobaram um total de 10 unidades fabris dos dois subsetores cerâmicos, conforme indicado abaixo. Salienta-se que são empresas pertencentes a vários pólos cerâmicos nacionais, nomeadamente Aveiro, Figueira da Foz, Pombal, Porto Mós e Torres Vedras, abrangendo desta forma a maioria das localizações estratigráficas nacionais em termos de matériasprimas cerâmicas. Empresa Produto fabricado Localização Cerâmica Torreense de Miguel Pereira Suces, SA Telha Outeiro da Cabeça Torres Vedras CS Coelho da Silva, SA Telha Albergaria Porto de Mós CT Cobert Telhas, SA Telha Outeiro da Cabeça Torres Vedras Umbelino Monteiro, SA Telha Meirinhas - Pombal Aleluia Cerâmicas, SA Ladrilho Esgueira - Aveiro Cliper Cerâmica, SA Ladrilho Figueira da Foz Grés Panaria Portugal, SA Divisão Love Tiles Grés Panaria Portugal, SA Divisão Margrés Recer Indústria de Revestimentos Cerâmicos, SA TopCer Indústria de Cerâmica, Lda Ladrilho Ladrilho Ladrilho Ladrilho Aveiro Chousa Nova - Ílhavo Oliveira do Bairro Oiã Oliveira do Bairro Durante esta fase de reporte a interação com as empresas no sentido de conhecer as suas matériasprimas, fontes de energia, processo tecnológico e respetivas emissões e outras foi fundamental no sentido de percecionar oportunidades de melhoria Pesquisa bibliográfica O estudo iniciou com a recolha de informação técnico-científica, normas e/ou especificações, relacionada com a informação técnica sobre as substâncias perigosas e a sua possível libertação para a água. AA/-- Página 12 de 43

13 Foi essencial a pesquisa em termos de estado da arte, particularmente ao nível dos trabalhos dos grupos técnicos do CEN comité europeu de normalização, nomeadamente do CEN TC 178, em termos de substâncias a analisar, para que o trabalho desenvolvido se encontre em harmonia com o europeu. Assim como os documentos produzidos no âmbito do CEN TC 351, sobre o método de lixiviação, tendo sido definida a base de caracterização dos produtos cerâmicos, através de ensaios de lixiviação, baseados na norma EA NEN 7375:2004, conforme metodologia definida no ponto seguinte. Foi ainda crucial a recolha de informação sobre os limites de concentração de vários parâmetros já quantificados na legislação holandesa (para o solo) - Dutch Regulations on dangerous substances Soil Quality decree, para termo de comparação com os valores obtidos nos produtos portugueses analisados no estudo em apreço Desenvolvimento de metodologia de identificação e caracterização das substâncias libertadas de produtos Recolha de produtos cerâmicos Após a obtenção do número de empresas para participar no estudo foi definido um plano de recolha de amostras, representativas dos vários produtos produzidos nas unidades fabris envolvidas. Neste sentido, durante os meses de Agosto e Setembro de 2011 foram recolhidos nas várias empresas participantes um total de 36 produtos fabricados pelas mesmas, assim como vários dados identificativos desses produtos e do processo de fabrico. Na metodologia seguida teve-se em conta os materiais auxiliares presentes nos produtos, na medida em que, a libertação de substâncias perigosas poderá estar associada a determinados materiais utilizados em quantidades pouco significativas, em regra inferiores a 5-10%, como aditivos, engobes, vidrados e impermeabilizantes, mas que, no entanto, poderão ter um comportamento de lixiviação distinto Metodologia de identificação das substâncias libertadas Os produtos recolhidos nas várias empresas foram caracterizados, através de ensaios de lixiviação com o teste da difusão (teste tanque em ambiente controlado), para determinação de vários parâmetros indicativos da libertação das substâncias para o meio aquoso, com base na norma EA NEN 7375:2004 (amostragem e metodologia de determinação). Este ensaio é algo violento, com o intuito de representar as condições mais agressivas do meio a que aqueles produtos poderão estar sujeitos, durante a sua aplicação no exterior. AA/-- Página 13 de 43

14 O princípio do teste de difusão é simular a lixiviação dos componentes inorgânicos e orgânicos de materiais monolíticos e moldados, sob condições aeróbias, durante 64 dias. O teste determina a natureza e propriedade dos eluatos libertados pelo material colocando uma peça inteira em água e renovando-a a tempos específicos. Tendo sido medidas as concentrações dos componentes lixiviados nos sucessivos eluatos. A dimensão mais pequena da peça para teste deve ser maior que 40 mm e o volume (Vp) em litros conhecido. Neste ensaio se o material a testar tiver a dimensão mais pequena, menor que 40 mm, então o produto tem que ter uma área superficial A de pelo menos 75 cm 2, podendo agrupar-se um número de peças para aumentar e representatividade. O tanque ou balde, segundo a norma, deve ser fechado com um volume entre 2 a 5 vezes o volume da peça e dimensões tais que a peça esteja rodeada por todos os lados por pelo menos 2 cm. Deve ter uma construção de suporte em plástico de modo a que a peça de teste esteja rodeada por líquido em todas as partes (ver foto seguinte). TB2 Se a superfície da peça teste se encontra parcialmente coberta por uma camada impermeável, deve ser usada uma quantidade de água (em litros) entre 50 e 200 vezes a área (em m 2 ) da parte não coberta da superfície da peça teste. AA/-- Página 14 de 43

15 O teste de difusão foi levado a cabo em 8 estágios e numa gama de temperatura entre os 18 e os 22ºC. ESTÁGIO 1: Após lavagem do tanque com HNO 3 1M e com água destilada, colocou-se a peça naquele recipiente e encheu-se com um volume (V) de água, de maneira que: a) se nenhuma parte da superfície é coberta: 2 x Vp V 5 x Vp ou b) se parte da superfície está coberta: 50 x A x f V 200 x A x f onde: V é o volume de água a colocar (L); Vp é o volume da peça de teste (L); A é a área geométrica não coberta da peça (m 2 ); f é um fator = 1L/ m 2 ; Após cerca de 6±0,5 h foi retirado o primeiro eluato, foi filtrado através de filtro de membrana e foi a preservar. Foi lido o ph e a peça não podia ser lavada ou seca. ESTÁGIOS 2 a 8: Imediatamente após a retirada do eluato do estágio 1 encheu-se o tanque com o mesmo volume (V) de água. Foi repetido o procedimento descrito para o estágio 1 para os períodos indicados a seguir e registados os tempos de reabastecimento para cada período: PERIODOS (n) TEMPO (dias) 1 0,25 ± 10% 2 1 ± 10% 3 2,25 ± 10% 4 4 ± 10% 5 9 ± 10% 6 16 ± ± ± 1 Para cada componente a ser estudado foi determinado o lixiviado medido por fracção usando a seguinte fórmula: AA/-- Página 15 de 43

16 E * i = ci xv fxa Onde: E * i é a lixiviado do componente na fração i, em mg/m 2 ; c i é a concentração do componente na fração i em µg/l; V é o volume do eluato em L; A é a área superficial da peça teste em m 2 ; f é o fator de conversão: 1000µg/mg. Os vários eluatos amostrados foram de seguida sujeitos a vários métodos de ensaio para determinação da concentração das várias substâncias pretendidas, conforme indicado no ponto seguinte Caracterização das substâncias libertadas dos produtos As substâncias analisadas nos vários eluatos do ensaio de lixiviação, tendo por base alguma documentação existente no CEN TC 178, foram as seguintes: ph, sulfatos, brometos, cloretos, fluoretos, Antimónio (Sb); arsénio (As); bário (Ba), cálcio (Ca); cádmio (Cd); crómio (Cr), cobalto (Co); cobre (Cu), mercúrio (Hg); manganês (Mn); chumbo (Pb); molibdénio (Mo); níquel (Ni); selénio (Se); estanho (Sn); vanádio (V); zinco (Zn); fenol; BTEX (benzeno, etilbenzeno, tolueno e xileno); HAP (naftaleno, antraceno, fluoreteno, criseno, fluoreno, fenantreno, pireno, acenafteno, acenaftileno, benzo(a)antraceno, benzo(b)fluoreteno, benzo(a)pireno, benzo(k)fluoreteno, indeno(1,2,3cd)pireno, benzo(g,h,i)perileno, dibenzo(a,h)antraceno); PCBs e óleos minerais. Desta forma, os produtos cerâmicos amostrados foram sujeitos, de acordo com a metodologia descrita anteriormente, a ensaios de lixiviação e os eluatos obtidos nesse ensaio foram submetidos a vários métodos de ensaio para a determinação da concentração das várias substâncias, nomeadamente: Electrometria análise do ph através do potenciómetro e eléctrodo combinado; Gravimetria determinação dos sulfatos através da acidificação da amostra a ph <2, precipitação com BaCl 2, filtração e calcinação a 1000ºC; Espectrofotometria de Absorção Molecular determinação dos brometos e dos fenóis através dum espectrofotómetro de UV-Visível; Potenciometria análise dos cloretos e dos fluoretos por potenciometria direta, utilizando um eléctrodo selectivo (ião Cl - ou F - respetivamente) em conjunto com o eléctrodo de referência; AA/-- Página 16 de 43

17 Espectrofotometria de Absorção Atómica o espectrofotómetro de absorção atómica em câmara de grafite foi utilizado para a determinação do arsénio, cádmio, crómio, níquel e chumbo, enquanto o espectrofotómetro de absorção atómica com chama foi para o bário, cálcio, cobalto, cobre, manganês, estanho, vanádio, zinco e o espectrofotómetro de absorção atómica com gerador de hidretos para o mercúrio; Espectrofotometria de Emissão por Plasma determinação do molibdénio, selénio e antimónio através da ionização da amostra por plasma e análise no espectrofotómetro de massa; Cromatografia Gasosa benzeno, etilbenzeno, tolueno e xileno foram determinados pela técnica Head-space acoplada a um cromatografo gasoso com espectrometria de massa, enquanto os HAP e PCB foram analisados num cromatografo gasoso com espectrometria de massa; Espectrofotometria de Infravermelhos determinação dos óleos minerais através do espectrofotómetro de infravermelhos. Neste sentido, dos 8 eluatos do ensaio de lixiviação para cada uma das 36 amostras ensaiadas, resultou um total de análises realizadas para obtenção dos vários parâmetros pretendidos Determinação das substâncias libertadas de produtos cerâmicos nacionais e das respetivas matérias-primas Substâncias libertadas dos produtos cerâmicos Das várias análises realizadas resultaram as concentrações dos parâmetros indicativos da libertação das substâncias para o meio aquoso, nos 8 eluatos amostrados, para cada produto cerâmico, as quais se apresentam nos quadros em anexo. Verificou-se que a maioria dos valores das concentrações encontram-se inferiores ao limite de quantificação do equipamento (nos 8 eluatos amostrados) e apenas 7 parâmetros exibem valores mensuráveis em alguns eluatos, nomeadamente sulfatos, cádmio e chumbo nos produtos de telha, cloretos e crómio nos produtos de ladrilhos e fluoretos e arsénio em ambos os produtos cerâmicos. Os sulfatos ocorrem em 4 amostras de telha, em apenas um ou parte dos eluatos, o cádmio e o chumbo ocorrem apenas numa amostra, num eluato. Nas telhas verifica-se uma maior incidência de valores nos fluoretos (14 amostras) e no arsénio (7 amostras), em parte ou na totalidade dos eluatos. Estes vários parâmetros ocorrem tanto em produtos sem qualquer aditivo como em produtos com aditivos de diferentes tipologias. AA/-- Página 17 de 43

18 No que se refere aos ladrilhos a maioria dos materiais (16 amostras) não apresentou qualquer valor acima do limite de quantificação, verificando-se que relativamente às classes de absorção, os grupos BIb e BIa são aqueles que exibem maior representação nestas amostras. Os cloretos aparecem com valores acima daqueles limites em 3 amostras de ladrilho, em apenas um eluato, o crómio em apenas uma amostra mas em todos os eluatos, enquanto os fluoretos ocorrem em 3 amostras, num ou em vários eluatos e o arsénio em 2 amostras, em alguns eluatos. Os produtos onde ocorrem estes parâmetros são constituídos quer pela pasta cerâmica quer pela pasta e diferentes aditivos. Relativamente às classes de absorção verifica-se que os produtos de revestimento (BIII) apresentam os maiores valores detetados nos ladrilhos, o que poderá estar associado ao próprio processo de fabrico e à porosidade do produto, que é superior à das restantes classes de absorção em estudo. Nos quadros I e II apresentam-se os valores cumulativos das concentrações dos componentes lixiviados nos sucessivos eluatos, nos dois subsectores considerados, indicando os valores máximos para cada parâmetro nos produtos ensaiados. Em Portugal, não existe nenhuma referência legislativa sobre lixiviação de produtos de construção. A referência legal existente, o Decreto-Lei n.º 183/2009, de 10 de Agosto, corresponde no entanto, à deposição de resíduos em aterro, o que não se encontra em harmonia com o objetivo do estudo desenvolvido. Verificando-se que nesta legislação, os valores limite para admissão em aterro para resíduos inertes. Embora ocorra uma ausência de enquadramento legal nesta matéria no nosso país, era importante termos uma referência para sabermos até que ponto as concentrações determinadas no estudo em apreço são relevantes ou não. Assim, os valores encontrados foram comparados com os limites quantificados na legislação holandesa relativa ao solo Dutch regulations on dangerous substances - Soil quality decree (quadro I e II), os quais são o resultado de estudos de lixiviação efetuados a materiais de construção. Estes limites apresentam-se menos exigentes que os da legislação portuguesa anteriormente referida, ou seja, da deposição de resíduos em aterro, consequência dos diferentes objetivos pretendidos. Neste sentido, o estudo desenvolvido neste projeto, tendo em conta a amostragem efetuada, permite demonstrar que a libertação das substâncias dos materiais cerâmicos para a água não é significativa, ocorrendo concentrações vestigiais ou mesmo não detetadas (para a maioria dos parâmetros analisados) nos respetivos lixiviados, verificando-se, conforme apresentado nos quadros referidos anteriormente, que são sempre inferiores aos limites holandeses. AA/-- Página 18 de 43

19 Os valores máximos apresentados naqueles quadros servirão de base para futuros requisitos legais, na comunidade europeia, sobre a libertação de substâncias dos materiais cerâmicos para a água, permitindo que Portugal tenha elementos para avaliar as decisões a tomar sobre o assunto. Nas figuras seguintes apresentam-se os parâmetros, para cada um dos subsetores, em que se obteve valores acima do limite de quantificação dos métodos analíticos, os quais são os cumulativos dos vários eluatos, assim como o respetivo limite da Holanda. Alguns destes gráficos apresentam-se com efeito de escala devido à elevada discrepância com o limite holandês. Quadro I Valores máximos cumulativos dos parâmetros inorgânicos obtidos nos vários eluatos dos dois subsetores, comparados com o limite da Holanda Parâmetro inorgânico Valores máximos cumulativos (mg/m 2 ) Telhas Ladrilhos Valor limite Holanda (mg/m 2 ) Sulfatos (SO 4 ) < 3035 < Brometos (Br) < 165 < Cloretos (Cl) < 499 < Fluoretos (F) < 286 < Arsénio (As) < 16 < Bário (Ba) < 499 < Cádmio (Cd) < 0,44 < 0,07 3,8 Cobalto (Co) < 51 < Crómio (Cr) < 0,83 < 5, Cobre (Cu) < 10 < 4,35 98 Mercúrio (Hg) < 0,83 < 0,36 1,4 Manganês (Mn) < 8,32 < 3,57 - Molibdénio (Mo) < 7,49 < 5, Níquel (Ni) < 4,16 < 1,81 81 Chumbo (Pb) < 1,53 < 0, Selénio (Se) < 1,49 < 1,17 4,8 Antimónio (Sb) < 0,88 < 0,70 8,7 Estanho (Sn) < 0,44 < 0,21 50 Vanádio (V) < 166 < Zinco (Zn) < 3,33 < 1, AA/-- Página 19 de 43

20 Quadro II Valores máximos cumulativos dos parâmetros orgânicos obtidos nos vários eluatos dos dois subsetores, comparados com o limite da Holanda Parâmetro orgânico Valores máximos cumulativos (mg/kg) Telhas Ladrilhos Valor limite Holanda (mg/kg) Fenóis < 0,13 < 0,11 1,25 BTEX (benzeno, tolueno, etilbenzeno e xileno) HAP (hidrocarbonetos aromáticos policíclicos) PCB (policlorobifenilos 7 congéneres) < 0,13 < 0,11 4,75 < 0,13 < 0,11 50 < 0,013 < 0,011 0,5 Óleos minerais < 35 < Fig. 3 Concentração de arsénio nas amostras de telhas e ladrilhos AA/-- Página 20 de 43

21 Fig. 4 Concentração de fluoretos nas amostras de telhas e ladrilhos Fig. 5 Concentração de sulfatos nas amostras de telhas AA/-- Página 21 de 43

22 Fig. 6 Concentração de cádmio nas amostras de telhas Fig. 7 Concentração de chumbo nas amostras de telhas AA/-- Página 22 de 43

23 Fig. 8 Concentração de cloretos nas amostras de ladrilhos Fig. 9 Concentração de crómio na amostra de ladrilhos AA/-- Página 23 de 43

24 Substâncias libertadas das matérias-primas Em alguns produtos que revelaram valores acima dos limites de quantificação foi realizada a caracterização das suas matérias-primas constituintes, com determinação dos parâmetros que se apresentaram acima dos referidos limites, nomeadamente fluoretos, arsénio, crómio e chumbo. Para isso, foi necessário a recolha de informação suplementar junto das empresas, nomeadamente sobre o processo de fabrico e dados ambientais (água, energia, matérias-primas, combustíveis, aditivos, etc.) e a recolha dos materiais em apreço, nomeadamente de matérias-primas argilosas, vidrados, engobes ou impermeabilizantes. Estes materiais foram sujeitos a ensaios químicos para determinação da concentração dos parâmetros referidos anteriormente, através dos seguintes métodos de ensaio: Potenciometria análise dos fluoretos por potenciometria direta, utilizando um eléctrodo selectivo de ião F - em conjunto com o eléctrodo de referência; Espectrofotometria de Absorção Atómica determinação do arsénio, crómio e chumbo através do espectrofotómetro de absorção atómica em câmara de grafite, após digestão/fusão da amostra. A caracterização dos vários materiais constituintes dos produtos em análise, teve como objetivo a obtenção de informação sobre a origem dos elementos nos lixiviados dos materiais cerâmicos, embora os resultados obtidos tenham dado reduzidas concentrações ou não detetadas nos respetivos lixiviados. A concentração dos componentes determinados nas amostras selecionadas, dos dois subsectores considerados, apresenta-se no quadro III. Os valores resultantes das matérias-primas não nos permitem inferir aquelas que são causadoras de uma maior libertação de elementos dos materiais cerâmicos, na medida em que, os parâmetros analisados ocorrem em todos os materiais, apesar de em grandezas diferentes. Verifica-se que os fluoretos e o crómio provêm essencialmente das pastas e em menor percentagem dos seus aditivos, ou seja, são elementos intrínsecos às matérias-primas naturais cerâmicas. No entanto, no caso do arsénio verifica-se o contrário, este elemento provem da pasta mas também e em maior quantidade dos diferentes aditivos, nomeadamente determinados vidrados e tintas. Salienta-se que, o ladrilho que apresenta os maiores valores de arsénio é um produto que contém aditivos específicos para a obtenção da coloração vermelha. AA/-- Página 24 de 43

25 Quadro III Valores obtidos nas várias matérias-primas Produto Valores obtidos (mg/kg) Fluoretos Arsénio Crómio Chumbo TA3 Pasta ,0 n.d. n.d. TC1 PRC3 PRE4 Pasta ,0 n.d Hidrofugante < 0,5 mg/l n.d. n.d. n.d. Pasta 755 8,08 n.d. n.d. Engobe ,9 n.d. n.d. Tinta ,4 n.d. n.d. Tinta ,3 n.d. n.d. Vidrado ,7 n.d. n.d. Vidrado ,0 n.d. n.d. Pasta ,6 58,3 n.d. Vidrado ,7 17,5 n.d. n.d. Não determinado Ao evitarmos a utilização de produtos químicos perigosos estamos a contribuir para a proteção de recursos fundamentais à nossa sobrevivência e do ecossistema envolvente, como o solo e a água, ajudando a identificar oportunidades de substituição de produtos perigosos por alternativas mais seguras e viáveis. Deste estudo verificamos que os elementos lixiviados dos produtos finais não são significativos. No caso das pastas cerâmicas, a sua substituição teria de passar pela procura de novas matérias-primas cerâmicas naturais, o que poderá não ser viável, porque apenas podemos recorrer às matériasprimas naturais do território nacional, devido à inviabilização da importação deste tipo de matériasprimas. No caso dos aditivos poderá ser equacionado a sua substituição se no mercado existirem outro tipo de produtos com as mesmas funções, o que no caso de não haver poderá incentivar à investigação de novos produtos com elementos constituintes menos perigosos, nomeadamente o arsénio. AA/-- Página 25 de 43

26 3.5. Substâncias químicas As substâncias são classificadas de acordo com os efeitos para a saúde humana e para o ambiente, sendo-lhes atribuídas as respetivas perigosidades. As substâncias perigosas mais preocupantes são aquelas que, permanecem no ambiente por longo tempo, antes de se degradarem e com a característica de se deslocarem a grandes distâncias através do ar e da água e/ou serem bioacumuláveis. Através de uma correta manipulação dos produtos potencialmente perigosos, pode-se minimizar os riscos associados à exposição a essas substâncias, bem como os riscos de os mesmos serem libertados no ambiente. Também as condições de armazenamento de materiais e produtos químicos devem assegurar a sua estabilidade, segurança, acondicionamento segregado e controlo de acessos. Assim, o pessoal que trabalha nas áreas de armazenagem deve ser conhecedor das características das substâncias armazenadas e do modo de realização das suas tarefas, em segurança. A rotulagem constitui a informação mais facilmente acessível ao trabalhador (muitas vezes é a única informação disponível acerca da substância química). O rótulo informa acerca da perigosidade, das medidas de segurança e do modo de atuação em caso de acidente. Na tentativa de incrementar às condições de gestão de substâncias químicas, apresenta-se um conjunto de regras que se traduzem em boas práticas ambientais a aplicar em cada um dos subsetores em análise Manuseamento e armazenamento de substâncias químicas O controlo dos riscos, inerentes ao manuseamento de substâncias químicas, passa pela implementação de boas práticas ambientais e de segurança, higiene e saúde no trabalho, como condições essenciais no desenvolvimento das respetivas atividades. Neste sentido, pretendemos enunciar algumas regras gerais relativas ao manuseamento de substâncias químicas: Usar o equipamento de proteção individual adequado ao trabalho a desenvolver. Este deverá incluir sempre, bata, luvas e óculos de proteção; Conferir o rótulo do recipiente ou a FDS antes de utilizar uma substância química, no sentido de verificar quais são as suas propriedades de risco; Nunca usar produtos de recipientes que não tenham rótulos legíveis. Esta regra também se aplica a outros tipos de embalagens, que devem estar sempre rotuladas; AA/-- Página 26 de 43

27 Não misturar substâncias químicas ao acaso, pois podem ocorrer reações incompatíveis, que se poderão traduzir em reações violentas ou explosivas; Depois de retirar uma substância química de um recipiente, voltar a fechá-lo, imediatamente; Não tocar, cheirar ou provar qualquer substância química; Não fumar, comer, beber ou guardar alimentos em locais que não sejam próprios para esse efeito, especialmente em áreas onde se localizem substâncias químicas; A fim de evitar contaminações, não deverá usar o equipamento de proteção fora do local de trabalho; Após o consumo total das substâncias químicas: Escorrer muito bem as embalagens; As embalagens vazias devem ser reutilizadas para os mesmos produtos; Quando não podem ser reutilizadas, encaminhar as embalagens vazias de substâncias químicas para destino adequado => Gestão de Resíduos. A armazenagem deve iniciar-se com a identificação das substâncias a serem armazenadas e com o conhecimento das classes de perigo associadas: A separação ou isolamento são recomendados em função do grau de perigo, das quantidades totais armazenadas e do tamanho e duração de contentores individuais; A ventilação é necessária para químicos e contentores que podem libertar quantidades de vapores ou gases perigosos ou inflamáveis, corrosivos, irritantes ou tóxicos. A ventilação pode também ser necessária para contentores e químicos que possam produzir odores prejudiciais; Podem estar nos serviços e/ou nas áreas de trabalho as substâncias químicas que são usadas frequentemente, mas em quantidades limitadas ao mínimo necessário; Deverão ser realizadas inspeções periódicas a todos os locais de armazenagem (mínimo anual), no respeitante à sua caducidade, deterioração ou integridade do recipiente e do rótulo, procedendo-se à respetiva eliminação em segurança; De igual modo, deverão ser verificadas nos espaços de armazenagem, boas condições de limpeza e manutenção. AA/-- Página 27 de 43

28 (-) armazenar separadamente; (+) podem ser armazenadas em conjunto; (o) não armazenar em conjunto, exceto se implementadas as medidas de segurança adequadas Assim, as medidas de segurança genéricas e afetas às áreas de armazenagem devem incluir: Identificação clara e completa dos locais de armazenagem; Colocação de sinalização e outra informação (cartazes, desdobráveis, etc.) junto dos locais de armazenagem e utilização das substâncias químicas, com indicações sobre o modo de atuar em caso de acidente (fuga, derrame, incêndio, evacuação, etc.); Dispositivos de segurança para retenção de eventuais derrames (paletes de contenção, bacias de retenção, entre outros); Locais distintos para armazenagem temporária de recipientes vazios e cheios; Meios de combate a incêndios, cujas especificações dependem do tipo e quantidades das substâncias químicas armazenadas; Fichas de Dados de Segurança (FDS) para cada substância química. Estas devem estar compiladas e disponíveis em locais de fácil acesso e ser do conhecimento geral; AA/-- Página 28 de 43

29 Os recipientes de maior capacidade e as substâncias/preparações concentradas devem ser armazenadas nas prateleiras inferiores, de preferência abaixo do nível dos olhos; Quando não estiverem a ser utilizadas, as substâncias químicas devem ser conservadas em recipientes fechados; Afixação da sinalização de segurança, para alertar para os riscos presentes, proibir comportamentos, identificar as obrigações e informar sobre as práticas a adotar; Critérios de armazenagem adequados, respeitando as incompatibilidades e as boas práticas de segurança: Rotulagem e embalagem de acordo com o regulamento CLP Enquadramento Os produtos químicos são utilizados diariamente nos locais de trabalho, sob formas tão variadas como produtos de limpeza, tintas e solventes, etc.. O Regulamento (CE) n.º 1272/2008 (Regulamento CRE ou CLP) é a nova legislação da UE em matéria de classificação, rotulagem e embalagem de substâncias e misturas. Entrou em vigor em 20 de Janeiro de 2009 na União Europeia e é diretamente aplicável aos fabricantes, importadores, utilizadores a jusante e distribuidores de substâncias e misturas químicas. O novo regulamento substituirá as disposições da Diretiva 67/548/CEE relativa às substâncias perigosas (DSP) e da Diretiva 1999/45/CE relativa às preparações perigosas (DPP), numa abordagem faseada; estas diretivas serão revogadas em 1 de Junho de Em geral, o Regulamento CLP contém elementos de rotulagem que são retomados do Sistema Mundial Harmonizado de Classificação e Rotulagem de Produtos Químicos (GHS) das Nações Unidas, ou seja, novos pictogramas, palavras-sinal, advertências de perigo e recomendações de prudência, para refletir as classificações atribuídas a uma substância ou mistura. Ao mesmo tempo, o Regulamento CRE mantém alguns dos conceitos de rotulagem existentes na DSP e na DPP, tais como as derrogações aplicáveis às embalagens de pequenas dimensões. Para ter em conta determinadas informações de perigo constantes da DSP ainda não abrangidas pelo GHS da ONU, bem como elementos de rotulagem suplementares que são obrigatórios por força de outra legislação europeia, o Regulamento CLP introduz o conceito de «informações suplementares» no rótulo. O Título III do Regulamento CLP introduz a «comunicação dos perigos através da rotulagem». Esta redação serve para indicar que o Regulamento CLP abrange um aspeto da comunicação dos perigos, nomeadamente o rótulo de perigo. Outro elemento essencial da comunicação dos perigos é a Ficha de Dados de Segurança cujo formato geral e conteúdo são definidos no artigo 31.º e no anexo II do AA/-- Página 29 de 43

30 Regulamento (CE) n.º 1907/2006 (Regulamento REACH). De salientar que o anexo II do Regulamento REACH foi recentemente adaptado através do Regulamento da Comissão (UE) n.º 453/2010, a fim de incorporar as regras da ficha de dados de segurança estabelecidas no GHS da ONU. Âmbito de Aplicação As disposições do Regulamento CLP são aplicáveis a substâncias químicas (ex: ácido sulfúrico, cloreto de sódio, hidróxido de sódio, etc.), misturas (ex: detergentes, vernizes, colas, tintas, etc.) e artigos explosivos (ver secção 2.1 do Anexo I do CLP). O Regulamento CLP não se aplica a: Substâncias e misturas radioativas (no âmbito da Diretiva 96/29/Euratom); Substâncias e misturas que sejam objeto de controlo aduaneiro, desde que não sejam objeto de qualquer tratamento ou transformação e que se encontrem em armazenagem temporária, numa zona franca ou num entreposto franco tendo em vista a sua reexportação ou em trânsito; Substâncias intermédias não isoladas; Substâncias e misturas destinadas a atividades de investigação e desenvolvimento não colocadas no mercado, desde que sejam utilizadas em condições controladas de acordo com a legislação comunitária relativa ao ambiente e ao local de trabalho; Resíduos (definidos na Diretiva 2008/98/CE). O Regulamento CLP não se aplica às seguintes substâncias e misturas na forma acabada e destinadas ao utilizador final: Medicamentos (definidos na Diretiva 2001/83/CE); Medicamentos de uso veterinário (definidos na Diretiva 2001/82/CE); Produtos cosméticos (definidos na Diretiva 76/768/CEE); Dispositivos médicos (definidos nas Diretivas 90/385/CEE, 93/42/EEC e 98/79/CE); Géneros alimentícios ou alimentos para animais (definidos no Regulamento (CE) n.º 178/2002). Por último, e com as devidas exceções previstas no próprio regulamento, este não se aplica ao transporte aéreo, marítimo, rodoviário, ferroviário ou fluvial de mercadorias perigosas. Principais Obrigações As principais obrigações decorrentes do Regulamento CLP são: Classificar, rotular e embalar os produtos químicos antes de os colocar no mercado; AA/-- Página 30 de 43

31 Classificar as substâncias não colocadas no mercado que estão sujeitas à obrigação de registo ou de notificação no âmbito do Regulamento REACH; Notificar a ECHA sobre a classificação e rotulagem de substâncias colocadas no mercado, para efeitos de inclusão no inventário de classificação e rotulagem; Conservar informações e pedidos de informação relativos à classificação e rotulagem (art.º 49.º do CLP). Calendário de Implementação O Regulamento CLP tem uma implementação faseada, pelo que nem todas as disposições são obrigatórias imediatamente após a sua entrada em vigor: Classificação e Rotulagem Fonte: Todos os produtos químicos colocados no mercado, independentemente da sua quantidade, devem ser classificados e rotulados. A classificação de uma substância ou mistura baseia-se na identificação e avaliação dos seus efeitos na saúde humana e no ambiente, bem como nas suas propriedades físicas; a comunicação desses perigos é efetuada através da rotulagem. AA/-- Página 31 de 43

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