GUIA SOBRE SUBSTÂNCIAS E MATERIAIS NOCIVOS

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1 GUIA SOBRE SUBSTÂNCIAS E MATERIAIS NOCIVOS Abril 2013

2 SUMÁRIO Introdução O que são substâncias químicas? O que são substâncias perigosas? O que são substâncias químicas proibidas? O que são substâncias químicas de uso restrito? Diretrizes básicas de gestão Saúde das pessoas Capacitação dos envolvidos Sinalização Prevenção de danos e perdas Documentação Transporte, manuseio, acondicionamento e armazenamento Descarte Anexo 1: Definições Anexo 2: Lista de Substâncias Proibidas Anexo 3: Lista de Substâncias de Uso Restrito

3 GUIA SOBRE SUBSTÂNCIAS E MATERIAIS NOCIVOS Introdução Assegurar a utilização apropriada de substâncias e produtos químicos, assim como restringir e evitar o uso de substâncias perigosas, é parte integrante das práticas de negócios do Rio Os fornecedores devem evitar a utilização ou fornecimento de produtos que exijam, em sua fabricação, distribuição ou processo de descarte, a utilização de materiais ou substâncias nocivas ao ser humano ou ao meio ambiente. O objetivo deste Guia sobre Substâncias e Materiais Nocivos é divulgar como o Rio 2016 tratará a utilização desses materiais e substâncias, conforme previsto no Guia da Cadeia de Suprimentos Sustentável Rio O que são substâncias químicas? São substâncias que contêm componentes químicos em seu estado natural ou obtidos por qualquer processo de produção, podendo conter qualquer aditivo necessário para preservar a estabilidade do produto e quaisquer impurezas do processo utilizado. O que são substâncias perigosas? São substâncias que em uma ou mais de suas formas podem acarretar danos ao meio ambiente, às pessoas ou à comunidade. Os danos podem ocorrer em atividades habituais ou por meio de acidentes. O que são substâncias químicas proibidas? São aquelas cujo uso é controlado ou que têm sua comercialização proibida dentro de um ou mais requisitos regulamentadores para proteger a saúde humana e/ou o meio ambiente. São substâncias não aprovadas para uso, retiradas (ou em processo 2

4 de retirada) do mercado interno pela indústria ou que passaram a ser desconsideradas em processos internacionais de aprovação. O que são substâncias químicas de uso restrito? São aquelas cujo uso é limitado por regulamentações ou para as quais há dúvida científica razoável sobre sua adoção e riscos. Incluem-se também substâncias químicas perigosas que ainda não tiveram seu uso vetado por falta de substitutivos viáveis. Para essas substâncias, devem ser aplicados controles que evitem danos à saúde humana e ao meio ambiente. Podem também ser aplicadas restrições na composição dos produtos e incentiva-se ainda a pesquisa de opções para substituição no curto prazo. As listas de substâncias proibidas e de uso restrito pelo Rio 2016 TM estão nos anexos 2 e 3 deste guia e devem ser rigorosamente seguidas por todos os fornecedores. Os fornecedores devem evitar a utilização ou o provimento de produtos fabricados ou distribuídos por meio da utilização de materiais ou substâncias nocivas ao ser humano ou ao meio ambiente. É importante a constante avaliação de opções de melhoria de processo e aplicação de produtos químicos que causem menor impacto ao ser humano e ao meio ambiente em toda a cadeia produtiva (desde a produção, passando pela comercialização, distribuição e utilização, e chegando até o descarte). Tais critérios serão integrados em nossas especificações técnicas e considerados em nossas decisões de negócio, conforme detalhado no Guia da Cadeia de Suprimentos Sustentável Rio Diretrizes básicas de gestão Para o Rio 2016 TM, os seguintes aspectos são essenciais para uma boa gestão de substâncias químicas: Saúde das pessoas Capacitação dos envolvidos Sinalização 3

5 Prevenção de danos e perdas Documentação Transporte, manuseio, acondicionamento e armazenamento Descarte Substâncias proibidas e restritas Saúde das pessoas É importante a realização de avaliações de exposição para assegurar a saúde de todos os envolvidos nos processos em que produtos químicos sejam utilizados, incluindo funcionários, contratados, comunidades expostas e consumidores. Para substâncias perigosas, é necessário o monitoramento periódico, de acordo com os padrões legais aplicáveis, da saúde dos funcionários envolvidos no processo produtivo. O Rio 2016 TM encoraja a certificação nas normas OHSAS (Sistema de Gestão da Segurança e Saúde Ocupacional) e ISO (Sistema de Gestão Ambiental) para o controle de riscos da organização, visando assim à melhoria de seu desempenho. Essas certificações serão obrigatórias para parte de nossas contratações e consideradas diferenciais competitivos nas demais. Todos os envolvidos nas atividades de transporte, transferência, armazenamento, uso e manuseio, descarte e atendimento a emergências com substâncias perigosas devem utilizar equipamentos de proteção individual, definidos de acordo com os requisitos de segurança contidos nas fichas de informação de segurança de produtos (FISPQs, descritas no anexo 1). Capacitação dos envolvidos Para uma boa gestão de substâncias químicas, é necessária a realização de treinamentos específicos nas etapas de aquisição, armazenamento, uso, manuseio e descarte de substâncias químicas perigosas ou não. 4

6 A capacitação dos envolvidos é feita de acordo com as condições especificadas nas FISPQs e a partir do risco da atividade a ser executada. Essa capacitação é registrada e arquivada. Nas etapas de aquisição e utilização das substâncias químicas, é essencial que informações a respeito dessas substâncias sejam evidenciadas de forma clara e concisa. Para tal, instruções sobre como obter e utilizar informações contidas nas etiquetas e FISPQs, além de procedimentos em resposta a situações de perigo e emergências, devem ser expostas no local de trabalho. Sinalização É necessária a classificação de substâncias e misturas de acordo com suas propriedades e riscos quanto ao meio ambiente e à saúde. O Globally Harmonised System of Classification and Labeling (GHS), descrito no anexo 1, fornece diretrizes para a classificação de substâncias químicas e misturas de acordo com a quantidade de informações disponíveis da mistura em si e seus componentes. É importante que, durante o manuseio, estejam visíveis no local de trabalho o nome do produto, suas características perigosas em formato de fácil entendimento, além da sinalização de acordo com o GHS e conforme requisitos legais aplicáveis. Além disso, é necessária atenção aos requisitos de identificação de embalagens de produtos destinados aos consumidores finais. Vide o Guia de Embalagens do Rio 2016 TM. Prevenção de danos e perdas É necessária a análise de risco relativa ao meio ambiente, à saúde e à segurança associada a substâncias químicas. Essas análises devem ser devidamente documentadas e revisadas sempre que simulados de atendimento a emergências envolvendo substâncias perigosas forem realizados. Os procedimentos de emergência devem ser desenvolvidos de acordo com as informações contidas nas FISPQs, contando com a utilização de equipamentos eficazes de combate a incêndios e contenção de derrames e/ou vazamentos. 5

7 Documentação As FISPQs devem estar disponíveis no local de trabalho, com fácil visualização, para conhecimento dos envolvidos, apresentando os riscos e cuidados no manuseio, descarte, transporte, armazenamento e emergências. Os rótulos das substâncias químicas devem explicitar símbolos de perigo relacionados no GHS e/ou legislação local. É recomendado também um inventário de substâncias químicas contendo no mínimo o nome da substância química, classificação de risco, quantidades de entrada, saída e em estoque, tipo de descarte e datas de geração, descarte e destruição. Tal inventário deve ser atualizado com frequência mínima mensal. Durante o transporte de produtos químicos, o motorista deve portar a ficha de emergência do produto transportado, para casos de acidentes durante o percurso. Transporte, manuseio, acondicionamento e armazenamento No transporte de substâncias químicas perigosas, também devem ser aplicadas práticas de rotulagem conforme requisitos legais ou técnicos. A rotulagem do veículo que faz o transporte deve ser evidenciada de forma clara, bem como sua sinalização, com painéis de segurança e rotulagem de risco conforme padrões do GHS e/ou legislação local. O transporte de substâncias químicas deve seguir os requisitos legais ou técnicos aplicáveis em cada país e deve ser realizado com a documentação legal exigida para esse tipo de transporte em diferentes esferas governamentais. É importante obter junto às autoridades locais os registros necessários para transporte de substâncias perigosas, assim como procedimentos de segurança e normas técnicas aplicáveis. Para o manuseio, deve ser sempre considerado o risco de contaminação e possíveis reações da substância perigosa e seus impactos. É importante estabelecer procedimentos para o manuseio seguro de substâncias que possam causar danos à saúde e ao meio ambiente. Aqueles que lidam com tais substâncias devem utilizar equipamentos de proteção individual (EPIs), conforme indicado nas FISPQs correspondentes. 6

8 As áreas de manuseio devem ter um sistema de drenagem e/ou contenção para as substâncias químicas em caso de derrames ou vazamentos. Caso aplicável, também deve haver um sistema exaustor e equipamentos de proteção coletivos (EPCs). O tipo de acondicionamento deve ser feito de modo a proteger as substâncias químicas de derrames, colisões e reações indesejáveis durante seu transporte, distribuição, manuseio, armazenamento e descarte. As áreas de armazenamento de substâncias químicas devem ser bem ventiladas, cobertas e com controle de acesso, com portas corta-fogo sinalizadas para identificação de risco de cada classe de substância de acordo com o GHS, canaletas de drenagem e sistemas de contenção para casos de vazamentos, piso impermeabilizado, sistema de combate a incêndio e separação entre produtos químicos incompatíveis. A fim de facilitar a identificação das substâncias químicas nas áreas de armazenamento, as embalagens, os contêineres e os tanques de armazenamento devem ser etiquetados conforme legislação local e/ou GHS. A compatibilidade química entre as substâncias deve ser levada em consideração na disposição dos recipientes em seu armazenamento, avaliando requisitos técnicos para compatibilidade ou, caso haja, requisitos legais. Descarte Os procedimentos de descarte das substâncias químicas devem ser desenvolvidos de forma a minimizar os impactos à saúde e ao meio ambiente. É necessário que seja desenvolvido um plano de gestão de resíduos contendo a fonte de geração de cada resíduo, classificação de risco, forma de segregação, coleta, estocagem temporária, transporte interno e externo, disposição final, documentação e registros, além de atendimento legal. Para o Rio 2016 TM, é proibida a disposição final de substâncias químicas perigosas ou materiais contaminados sem tratamento específico. É proibido o envio de substâncias químicas perigosas sem tratamento para o solo, recursos hídricos ou atmosfera. Como formas de tratamento, devem ser priorizadas técnicas como reuso, reciclagem, coprocessamento, rerrefino e incineração, nesta ordem. As empresas receptoras de resíduos químicos devem ser qualificadas e licenciadas para tal atividade. 7

9 Anexo 1: Definições A seguir, as definições dos principais termos utilizados neste documento. Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico (FISPQ) Material Safety Data Sheet (MSDS) Ficha que contém dados relativos às propriedades de uma dada substância química. A ficha considera os aspectos de segurança, saúde e meio ambiente com relação a transporte, manuseio, armazenamento e descarte das substâncias químicas. A FISPQ é internacionalmente conhecida como MSDS, e atende à norma brasileira NBR da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT). Globally Harmonised System of Classification and Labelling (GHS) Sistema que tem como objetivo assegurar que as informações sobre os perigos físicos e a toxicidade das substâncias químicas estejam acessíveis, de modo a preservar a saúde humana durante seu manuseio, transporte e uso. Para tal, o GHS veicula a classificação das substâncias químicas e misturas por tipo de risco, além de sugerir elementos de risco harmonizados de comunicação, como o uso de etiquetas e fichas de segurança. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) oferece o guia de implantação do GHS, elaborado pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim), em seu site na internet: Convenção de Estocolmo Tratado internacional que estabelece que as substâncias químicas classificadas como Poluentes Orgânicos Persistentes (POPs) tenham medidas de controle nas etapas de produção, importação e disposição. Os POPs são substâncias químicas que persistem no ambiente por meio da sua biocomulação na cadeia alimentar, representando riscos para o meio ambiente e para a saúde humana. No Brasil, o texto da convenção foi aprovado pelo Decreto Legislativo nº 204/2004 e foi promulgado pelo Decreto Legislativo nº 5.472/

10 sobre o Procedimento de Consentimento Prévio Informado (PIC) Tratado internacional que determina o controle de importação da substância química e a permissão prévia do país importador no compromisso compartilhado pelo comércio internacional das substâncias. O Brasil aprovou o texto da convenção pelo Decreto Legislativo nº 197/2004 e sua promulgação se deu através do Decreto nº 5.360/2005. Protocolo de Montreal Tratado internacional que tem por objetivo a substituição das emissões dos grupos Clorofluocarbonos (CFCs), Halons, Tetracloretos de Carbono (CTCs) e Hidroclorofluorcarbono (HCFCs), que agridem a camada de ozônio. O Brasil aderiu ao protocolo pelo Decreto do Executivo nº /1990 e criou em 2002 o Plano Nacional para Eliminação de CFCs, a fim de eliminar os gases poluentes. Registration, Evaluation, Authorisation and Restriction of Chemical Substances (REACH) Regulamento europeu que assegura o compromisso da indústria relativo aos riscos das substâncias químicas através da viabilização de suas informações de segurança. Embora ainda não haja regulamentação similar no Brasil, o REACH é adotado como referência pelo Rio 2016 por ser internacionalmente considerado boa prática. Restriction of Certain Hazardous Substances (RoHS) Diretiva da União Europeia que impede o uso das substâncias cádmio (Cd), mercúrio (Hg), cromo hexavalente (Cr(VI)), bifenilos polibromados (PBBs), éteres difenilpolibromados (PBDEs) e chumbo (Pb) na fabricação de produtos. Assim como o REACH, o RoHS é adotado como referência pelo Rio 2016 por ser internacionalmente considerado boa prática. 9

11 Anexo 2: Lista de substâncias proibidas # Grupo Substância Aplicação Base legal Motivo de Proibição Impactos Substitutivos 1 Organoclorados Diclorodifeniltricloroetano (DDT) Aldrin Dieldrin Clordano Heptacloro Pesticida com aplicação na agricultura para o controle de insetos, principalmente nas culturas de algodão, maçã, amendoim e soja Controle de vetores da malária, tifo e outras doenças transmitidas por insetos Controle de pragas florestais Agente sanitário de erradicação da traça e controle de piolhos Pesticida com aplicação na agricultura para o controle de insetos, principalmente nas culturas de algodão e milho Pesticida com aplicação na agricultura para o controle de insetos, principalmente nas culturas de algodão e milho Pesticida com aplicação na agricultura para o controle de insetos num amplo espectro de culturas, como legumes, algodão, milho, frutas, cana-de-açúcar e hortaliças Controle de cupins, com aplicação diretamente no solo Biocida utilizado no tratamento do solo para sementes, grãos e sorgos Inseticida Conservante de madeira Convenção de Estocolmo Lei /2009 Portaria nº 329 de 1985 do Ministério da Agricultura Convenção de Estocolmo Portaria nº 329 de 1985 do Ministério da Agricultura Convenção de Estocolmo Convenção de Estocolmo Portaria nº 329 de 1985 do Ministério da Agricultura Proibido o uso, a fabricação, a importação, a exportação, a manutenção em estoque e a comercialização, de acordo com a Lei /2009 Estocolmo e listado na Estocolmo e listado na Estocolmo e listado na Estocolmo e listado na No ser humano: pode atuar sobre o sistema nervoso central, provocando alterações de comportamento, distúrbios sensoriais, do equilíbrio, da atividade da musculatura involuntária e depressão dos centros vitais, particularmente da respiração. Substância causadora de tumores No ser humano: pode atuar sobre o sistema nervoso central e causa distúrbios hormonais. Substância cancerígena No ser humano: pode causar sintomas neurológicos, como convulsões e alterações no eletroencefalograma e toxicidade hepática. Possível cancerígeno humano No ser humano: pode causar disfunção reprodutiva e endócrina. Possível cancerígeno humano Para preservação de madeira, é indicado o uso de tratamento térmico 10

12 Anexo 2: Lista de substâncias proibidas (continuação) # Grupo Substância Aplicação Base legal Motivo de Proibição Impactos Substitutivos 1 Organoclorados Toxafeno Hexaclorobenzeno Hexaclorociclohexano (BHC) Lindano (isômero do BHC) Bifenilas Policloradas (PCB) Pesticida com aplicação na agricultura para o controle de insetos, principalmente nas culturas de algodão, cereais, grãos e oleaginosas Controle de ácaros e carrapatos em gados Pesticida com aplicação na agricultura para o controle de fungos, principalmente na proteção de sementes de cebola, sorgo e trigo Conservante de madeira Aplicação industrial como solvente e aditivo na fabricação de borracha, PVC e corantes Pesticida com aplicação na agricultura para o controle de insetos, principalmente nas culturas de frutas e legumes Aplicação farmacêutica Combate à malária e à doença de Chagas Pesticida com aplicação na atividade agropecuária para o controle de ácaros e piolhos, principalmente nas criações de gado de corte e culturas de algodão Conservante de madeira Uso industrial em transformadores, capacitores, fluidos hidráulicos e resinas plastificantes Cupinicida utilizado como estabilizante de diversas formulações de plásticos e borrachas especiais, principalmente PVC e borracha clorada Convenção de Estocolmo Portaria nº 329 de 1985 do Ministério da Agricultura Convenção de Estocolmo Convenção de Estocolmo Portaria nº 329 de 1985 do Ministério da Agricultura Convenção de Estocolmo Portaria nº 329 de 1985 do Ministério da Agricultura Convenção de Estocolmo Portaria Interministerial (MIC/MI/MME) 0019 de 19/1/1981 Estocolmo e pela Convenção de Estocolmo e pela Convenção de Estocolmo e pela Convenção de Estocolmo e pela Convenção de Estocolmo e pela Convenção de e proibido no Brasil No ser humano: Pode causar disfunções renais, hepáticas, no sistema nervoso central e debilitação do sistema imunológico. Possível cancerígeno humano No ser humano: pode afetar o fígado e rins e os sistemas endócrino, imunológico, reprodutivo e nervoso. Possível cancerígeno humano No ser humano: pode causar efeitos no sistema nervoso central, irritações pulmonares, problemas cardíacos, convulsões e alterações do nível de hormônios sexuais. Possível cancerígeno humano No ser humano: pode causar alterações no fígado, nas funções reprodutivas e escamação dolorosa na pele. Substância cancerígena Para preservação de madeira é indicado o uso de tratamento térmico Para preservação de madeira, é indicado o uso de tratamento térmico Utilização de óleos não clorados com alta constante dielétrica. Cupinicidas livres de ascarel, como produtos naturais cítricos (azadiractina, fipronil e sílica neutra) 11

13 Anexo 2: Lista de substâncias proibidas (continuação) # Grupo Substância Aplicação Base legal Motivo de Proibição Impactos Substitutivos 1 2 Organoclorados Pentaclorofenol e seus sais e ésteres Endosulfan 1,2 Dicloroetano Biocida com amplo espectro de atuação (inseticida, fungicida, bactericida e moluscocida) Conservante de madeira Desinfetante Pesticida utilizado na agropecuária no controle de ácaros, piolhos e insetos nas culturas de frutas e leguminosas e na criação de animais para fins comerciais Aplicação industrial como intermediária para síntese de outros produtos químicos, como o cloreto de vinil, que é utilizado para produzir cloreto de polivinil (PVC) e outros materiais de construção Solvente extrator na síntese de outros solventes clorados Aditivo na gasolina com chumbo, sendo útil na remoção do chumbo Constituinte de produtos destinados à limpeza de tecidos, remoção de gordura do metal, quebra de óleos, gorduras, ceras, resinas e borracha Componente de algumas soluções de limpeza para adesão, pintura, verniz, remoção de tinta Pesticida com amplo espectro de atuação Convenção de Estocolmo Conama 396/2008 Conama 357/2005 Portaria nº 329 de 1985 do Ministério da Agricultura Conama 420/2009 Portaria 2.914/2011 Conama 396/2008 Conama 357/2005 Estocolmo e pela Convenção de. Proibido no Brasil No ser humano: pode causar danos aos rins, fígado, sistema nervoso e alterações hematológicas. Possível cancerígeno humano No ser humano: pode atuar sobre o sistema nervoso central, causar danos hormonais, afetando o sistema reprodutor, e provocar irritações na pele e nos olhos. Possível cancerígeno humano No ser humano: pode atuar sobre o sistema nervoso central e causar danos no fígado e rins. Possível cancerígeno humano Para preservação de madeira, é indicado o uso de tratamento térmico Para a aplicação da substância como pesticida, recomenda-se o controle biológico, uso de pesticidas naturais Para a aplicação da substância na indústria, recomenda-se a utilização seguida de práticas aceitáveis de reciclagem e/ou reaproveitamento dos resíduos gerados 12

14 Anexo 2: Lista de substâncias proibidas (continuação) # Grupo Substância Aplicação Base legal Motivo de Proibição Impactos Substitutivos 3 Auxinas 4 Ácido Ariloxialcanoico e Ácido piridinocarboxílico 2,4,5 Ácido triclorofenoxiacético e seus sais ésteres Dinoterbe 5 Cloroacetanilidas Alaclor 6 Carbamatos Aldicarbe 7 Dinitrofenóis Binapacril Poderoso pesticida com amplo espectro de atuação Herbicida seletivo de ação sistêmica para o controle de dicotiledôneas Herbicida utilizado para controlar o crescimento de ervas daninhas de folha larga e gramíneas em milho e muitas outras culturas Pesticida com aplicação na atividade agropecuária para o controle de ácaros, piolhos, insetos e vermes nematoides, principalmente nas criações de gado de corte e leite, e culturas de algodão, soja e oleaginosas Poderoso pesticida com amplo espectro de atuação 1907/2006/CE Lei 7.082/89 A utilização é proibida por se tratar de substância cancerígena e mutagênica, conforme Diretiva 1.907/2006/União Europeia (UE) No ser humano: pode causar insuficiência renal, aumento da frequência cardíaca e irritação da pele, olhos e trato respiratório. Possível cancerígeno humano ar, pela água e pelas espécies migratórias e acumula-se nos ecossistemas terrestres e aquáticos No ser humano: pode causar riscos durante a gravidez, hipertermia, catarata e glaucoma. Substância cancerígena No meio ambiente: acumula-se em níveis tróficos da cadeia alimentar, podendo causar a morte de organismos vivos No ser humano: pode causar irritação na pele e nos olhos, além de danos potenciais ao fígado, rins, baço, forro do nariz e pálpebras. Substância cancerígena ar, pela água e pelas espécies migratórias e acumula-se nos ecossistemas terrestres e aquáticos No ser humano: pode causar danos ao sistema nervoso central, sistema renal, parada cardíaca e paralisia dos pulmões. Possível cancerígeno humano ar, pela água e pelas espécies migratórias e acumula-se nos ecossistemas terrestres e aquáticos No ser humano: pode afetar o metabolismo, causar danos ao feto, catarata e glaucoma. Possível cancerígeno humano No meio ambiental: acumula-se nos ar, pela água e pelas espécies migratórias e acumula-se nos ecossistemas terrestres e aquáticos Controle biológico, uso de Controle biológico, uso de Controle biológico, uso de Controle biológico, uso de Controle biológico, uso de 13

15 Anexo 2: Lista de substâncias proibidas (continuação) # Grupo Substância Aplicação Base legal Motivo de Proibição Impactos Substitutivos 7 Dinitrofenóis 8 Carboximidas Captafol Dinitro-orto-cresol (DNOC) e seus sais (tais como sais de amônia, potássio e sódio) Dinosebe e seus sais e ésteres 1,2 dibromoetano (EDB) 9 Formamidinas Clordimeforme Herbicida eficiente utilizado na agricultura para o controle de pragas, como ervas daninhas, nas culturas grãos, frutas cítricas e lúpulo Possui efeitos secundários como inseticida, acaricida e fungicida Herbicida fenólico eficiente utilizado na agricultura para o controle seletivo de pragas, como ervas daninhas e folhas largas, nas culturas de soja, frutas cítricas, nozes e legumes Inseticida seletivo utilizado na cultura de uvas Agente de secagem de sementes Poderoso pesticida com amplo espectro de atuação Pesticida utilizado na agricultura no controle de fungos em culturas de frutas e leguminosas Utilizada como aditivo para produtos fungicidas no controle de pragas em madeiras Pesticida utilizado na agropecuária, no controle de ácaros, piolhos e insetos nas culturas de frutas e leguminosas e na criação de animais para fins comerciais Aplicação na indústria farmacêutica como aditivo para fármacos não injetáveis de controle de parasitas e em cosméticos terapêuticos Lei 7.082/89 Lei 7.082/89 Lei Federal de Agrotóxicos 8.802/1989 Produto orgânico com efeitos danosos aos seres humanos e e proibido pela Lei Federal de Agrotóxicos 8.802/1989 No ser humano: pode causar danos nos rins, fígado, sistema nervoso, sistema respiratório e sistema cardiovascular. Não classificada para efeitos carcinogênicos ar, pela água e pelas espécies migratórias e acumula-se nos ecossistemas terrestres e aquáticos No ser humano: pode causar aumento da frequência cardíaca, convulsões, problemas nos rins e fígado e infertilidade. Não classificada para efeitos carcinogênicos ar, pela água e pelas espécies migratórias e acumula-se nos ecossistemas terrestres e aquáticos No ser humano: pode causar irritações nos olhos, vias respiratórias, pele e, se ingerida, pode afetar o fígado, rins e pulmões. Possível cancerígeno humano ar, pela água e pelas espécies migratórias e acumula-se nos ecossistemas terrestres e aquáticos No ser humano: pode causar asma, irritação da pele, olhos, trato respiratório e dermatite de contato. Substância cancerígena ar, pela água e pelas espécies migratórias e acumula-se nos ecossistemas terrestres e aquáticos No ser humano: pode causar efeitos no sistema nervoso central e cistite hemorrágica. Substância cancerígena ar, pela água e pelas espécies migratórias e acumula-se nos ecossistemas terrestres e aquáticos Controle biológico, uso de Controle biológico, uso de Controle biológico, uso de Controle biológico, uso de Controle biológico, uso de 14

16 Anexo 2: Lista de substâncias proibidas (continuação) # Grupo Substância Aplicação Base legal Motivo de Proibição Impactos Substitutivos 9 Formamidinas Clorobenzilato 10 Éteres Óxido de Etileno 11 Não classificado Fluoracetamida 12 Organofosforados Monocrotofós Pesticida utilizado na agropecuária no controle de ácaros, piolhos e insetos nas culturas de frutas e leguminosas e na criação de animais para fins comerciais Pesticida com amplo espectro de atuação, principalmente no controle de bactérias e esporos, fungos e leveduras não fúngicas Esterilizante de materiais médicohospitalares e alimentares Produção do etileno glicol para posterior produção de polímeros de poliéster Raticida utilizado para controle de pragas urbanas como rato e outros roedores de interesses sanitários Pesticida utilizado na agropecuária no controle de ácaros e insetos e ervas daninhas nas culturas de frutas e leguminosas e na criação de animais para fins comerciais Regulador hormonal de crescimento das plantas PORTARIA 37/1974 RDC 215/2006 ANVISA No ser humano: pode causar efeitos no sistema nervoso central, irritações nos olhos e na pele e se acumular no tecido adiposo. Possível cancerígeno humano No ser humano: pode causar irritação no aparelho respiratório, queimadura nos olhos e na pele e causar danos ao sistema nervoso e catarata. Possível cancerígeno humano No ser humano: pode atuar sobre o sistema nervoso central. Substância cancerígena No ser humano: pode causar insuficiência respiratória, edema de pulmão, irritação nos olhos, paralisia e tremores. Substância cancerígena Para a aplicação da substância como pesticida, recomenda-se o controle biológico ou o uso de Para a aplicação da substância na indústria, recomenda-se a utilização seguida de práticas aceitáveis de reciclagem e/ou reaproveitamento dos resíduos gerados 15

17 Anexo 2: Lista de substâncias proibidas (continuação) # Grupo Substância Aplicação Base legal Motivo de Proibição Impactos Substitutivos 12 Organofosforados Paration 13 Combinações químicas 14 Organometálicos Formulações em pó contendo: benomil > 7%, carbofurano > 10%, thiram > 15% Fosfamidona (formulações líquidas solúveis da substância que exceda g ingrediente ativo/l) Chumbo tetraetil Chumbo tetrametil Pesticida utilizado na agropecuária no controle de ácaros, insetos e ervas daninhas nas culturas de frutas e leguminosas e na criação de animais para fins comerciais Regulador hormonal de crescimento das plantas Poderosos pesticidas utilizados na agropecuária para o controle de fungos (amplo espectro de atuação) e ectoparasitas Pesticida utilizado na agropecuária no controle de ácaros, insetos, nematoides e ervas daninhas nas culturas de frutas e leguminosas e na criação de animais para fins comerciais É utilizada diretamente no solo Regulador hormonal de crescimento das plantas Aditivo para gasolina para melhorar a octanagem Aplicação industrial, principalmente em caldeiraria Pintura naval Lei 7.082/89 Lei 7.082/89 Formulações sintéticas, persistentes e extremamente danosas aos serem humanos e ao meio ambiente, banidas pela No ser humano: pode atuar sobre o sistema nervoso e causar dores de cabeça, convulsões, visão deficiente, vômitos, dor abdominal, inconsciência, tremores e edema pulmonar. Substância cancerígena No ser humano: podem causar danos ao sistema nervoso central, distúrbios gastrointestinais, sistema reprodutivo e funções hepáticas. Possível cancerígeno humano No ser humano: pode causar irritação nos olhos, desconforto respiratório, efeitos no sistema nervoso e insuficiência cardíaca. Possível cancerígeno No ser humano: pode afetar múltiplos órgãos e tecidos, principalmente cérebro, sangue, fígado, rins, testículos, esperma, sistema imunológico e pulmões. Substância cancerígena Uso de álcool etílico em aditivo na gasolina 16

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