Raquel Nogueira (Cgcre, Inmetro) Maurício A. Soares (Cgcre, Inmetro)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Raquel Nogueira (Cgcre, Inmetro) Maurício A. Soares (Cgcre, Inmetro)"

Transcrição

1 ISSN PROGRAMAS DE ACREDITAÇÃO E RECONHECIMENTO DA COORDENAÇÃO GERAL DE ACREDITAÇÃO (CGCRE) DO INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA (INMETRO): SITUAÇÃO ATUAL E PERSPECTIVAS FUTURAS Raquel Nogueira (Cgcre, Inmetro) Maurício A. Soares (Cgcre, Inmetro) Resumo Neste trabalho são discutidas a situação atual e as perspectivas dos programas de acreditação e reconhecimento da Coordenação Geral de Acreditação (Cgcre) do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). Palavras-chaves: Acreditação de laboratórios, ABNT NBR ISO/IEC 17025:2005, Ensaios de proficiência, Materiais de referência certificados (MRC)

2 IX Congresso Nacional de Excelência em Gestão (IX CNEG) 1. INTRODUÇÃO A Coordenação Geral de Acreditação (Cgcre) é o organismo de acreditação (OA) brasileiro de organismos de avaliação da conformidade (OAC) e orgão oficial de monitoramento de conformidade segundo os princípios das Boas Práticas de Laboratório, como estabelecido na Lei /2011 [1] e no Decreto 6.275/2007 [2]. A Cgcre é signatária dos Acordos de Reconhecimento Mútuo (ARM) da International Laboratory Accreditation Cooperation (ILAC) e da Interamerican Accreditation Cooperation (IAAC) e faz parte do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro), mas trabalha de forma independente em relação a este instituto a fim de assegurar imparcialidade, como requerido pela ABNT NBR ISO/IEC 17011:2005 [3]. A Divisão de Acreditação de Laboratórios (Dicla) da Cgcre é responsável pelos seguintes programas de acreditação/reconhecimento: 1. Acreditação de laboratórios de calibração e ensaio segundo ABNT NBR ISO/IEC 17025:2005, 2. Acreditação de laboratórios de análises clínicas segundo ABNT NBR NM ISO 15189:2008, 3. Acreditação de provedores de ensaio de proficiência segundo ABNT NBR ISO/IEC 17043:2011, 4. Acreditação de produtores de materiais de referência segundo ABNT ISO Guia 34:2012, 5. Reconhecimento de conformidade aos princípios de Boas Práticas de Laboratório (BPL). 2

3 Embora no Brasil as atividades de acreditação e reconhecimento BPL sejam de caráter voluntário, pode-se dizer que as mesmas têm adquirido um caráter praticamente obrigatório, na medida em que um número crescente de empresas tem estabelecido a acreditação e/ou reconhecimento como pré-requisito para que os laboratórios prestem serviços às mesmas. Paralelamente, verifica-se a mesma tendência na área pública, uma vez que entidades tais como Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e várias secretarias ligadas à área ambiental também começaram a exigir a acreditação para os laboratórios e o reconhecimento BPL para as instalações de teste em suas áreas de atuação. Neste trabalho são descritas os programas de acreditação e reconhecimento BPL da Dicla/Cgcre, a fim de que o leitor possa compreender a situação atual de tais programas, as dificuldades enfrentadas e as perspectivas futuras. 2. DISCUSSÃO 2.1. Acreditação de laboratórios de calibração e ensaios segundo a ABNT NBR ISO/IEC 17025: Princípios Laboratórios de calibração e ensaios acreditados segundo a ABNT NBR ISO/IEC 17025:2005 devem comprovar tanto competência técnica, quanto capacidade para operar seus sistemas de gestão [4]. A lista dos laboratórios acreditados pela Cgcre nesta norma pode ser encontrada no site e inclui 305 laboratórios de calibração e 519 laboratórios de ensaio. Este total de 824 laboratórios acreditados confirma que a acreditação já é uma prática consolidada entre os laboratórios brasileiros, os quais reconhecem a importância de comprovar sua competência técnica segundo a ABNT NBR ISO/IEC 17025:2005, devido a questões ligadas à garantia da qualidade, bem como a aspectos financeiros, comerciais e estratégicos. 3

4 Participação em ensaios de proficiência como requisito para acreditação segundo a ABNT NBR ISO/IEC 17025:2005 Conforme o parágrafo 5.9 da ABNT NBR ISO/IEC 17025:2005 [4], a validade de calibrações e ensaios deve ser monitorada pelos laboratórios acreditados por exemplo através de participação em programas de comparação interlaboratorial ou de ensaios de proficiência, uso regular de materiais de referência certificados e/ou controle interno da qualidade utilizando materiais de referência secundários, realização de calibrações ou ensaios replicados utilizando o mesmo método ou diferentes métodos, realização de reensaios ou recalibrações, bem como correlação de resultados. Os ensaios de proficiência (EP) (avaliação do desempenho do participante contra critérios pré-estabelecidos por meio de comparações interlaboratoriais [5]), bem como as comparações interlaboratoriais (organização, desempenho e avaliação de medições ou ensaios nos mesmos ou em itens similares por dois ou mais laboratórios, de acordo com as condições predeterminadas [5]) são ferramentas essenciais para se monitorar regularmente o desempenho total de um laboratório [6], validar os valores de incertezas declarados em seus certificados de acreditação [7], bem como identificar problemas sistemáticos relacionados às atividades de calibração e ensaio, com vistas à tomada de ações corretivas e preventivas. A frequência de participação em EP depende de uma série de fatores, incluindo custos, possibilidade de envio dos itens de calibração e ensaio [8] e ainda disponibilidade de programas nas áreas desejadas. Mesmo que estas dificuldades sejam significativas nos países em desenvolvimento, o número de atividades de ensaios de proficiência nestes países tem crescido consideravelmente [9]. O Brasil, por exemplo, é o quinto maior provedor de ensaios de proficiência na base de dados EPTIS (http://www.eptis.bam.de), com 120 programas registrados. Em conformidade com a ABNT NBR 17011:2005 [3] e com a publicação ILAC P9:11/2010 [10], o Setor de Confiabilidade Metrológica (Secme), o qual faz parte da Divisão de Acreditação de Laboratórios (Dicla/Cgcre), controla a participação regular dos laboratórios de calibração e ensaio acreditados em ensaios de proficiência a nível nacional e internacional e nos programas estabelecidos pelas Comissões Técnicas (CT) em suas áreas de atuação. Além disso, o Secme organiza programas regulares de auditoria de medição nos quais os laboratórios de calibração acreditados e aqueles que realizam calibração interna devem 4

5 obrigatoriamente participar. Para isto, o setor dispõe de mais de 300 artefatos utilizados em auditorias de medição em diversos campos da metrologia incluindo: dimensional, tempo e frequência, eletricidade, pressão e vácuo, força, torque, massa, temperatura, umidade, volume e massa específica. Como parte do processo de avaliação para acreditação do laboratório, artefatos são enviados para serem calibrados pelos laboratórios visando à posterior avaliação pelo Secme de seus resultados em relação a valores de referência, por exemplo, por meio do cálculo do erro normalizado (E n ). As auditorias de medição podem ser repetidas sempre que houver razões para tal, incluindo o registro de reclamações de clientes, não conformidades em avaliações e a verificação prévia à interrupção da suspensão de um laboratório Exigência de acreditação de laboratórios e de reconhecimento BPL que prestam serviços para entidades públicas No Brasil, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) é responsável pela qualidade e segurança de medicamentos, cosméticos, desinfetantes, pesticidas e alimentos. Para tal, a Anvisa estabelece os critérios para registro e manufatura destes produtos. Em 1999, foi criada a Rede Brasileira de Laboratórios Analíticos em Saúde (Reblas), a qual é formada por laboratórios analíticos que realizam o controle de qualidade de medicamentos. Através da Resolução Anvisa RDC 12/2012 [11], de 16 de fevereiro de 2012, foi estabelecido que todos os laboratórios que queiram fazer parte da Reblas devem ser acreditados segundo a ABNT NBR ISO/IEC 17025:2005 ou reconhecidos segundo os princípios de Boas Práticas de Laboratório (BPL). Há a previsão de que esta resolução cause, nos próximos anos, aumento significativo da demanda por acreditação e reconhecimento junto à Cgcre por parte de laboratórios na área de saúde e correlatas. Na mesma linha estão as ações do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa), o qual coordena outra rede de laboratórios denominada Rede Nacional de Laboratórios Nacionais Agropecuários do Sistema Unificado de Atenção à Sanidade Agropecuária, voltada para o controle de qualidade analítico de produtos agropecuários. Fazem parte da rede os seis laboratórios públicos nacionais (Lanagros), os quais já são acreditados pela Cgcre, bem como outros laboratórios públicos e privados, para os quais o Mapa passou a exigir a acreditação em suas resoluções 01/2007 [12] e 34/2011 [13]. Com 5

6 base nesta exigência, a Cgcre estima que cerca de 400 laboratórios atuantes na área deverão solicitar acreditação em um futuro próximo Escopos de acreditação segundo a ABNT NBR ISO/IEC 17025:2005 Nos últimos anos a Cgcre tem realizado várias ações no sentido de padronizar escopos de acreditação. No caso de laboratórios de calibração, esta padronização já se encontra em um nível mais avançado em relação àquele em que se encontram as atividades desenvolvidas por laboratórios de ensaios, tendo em vista sua grande diversidade. As atividades de ensaio inicialmente selecionadas para padronização incluem alimentos e bebidas, brinquedos, produtos infantis e artigos para festas, meio ambiente, petróleo e combustíveis, metrologia legal e construção civil. O modelo adotado pela Cgcre para escopos é chamado de escopo fixo, ou seja, os laboratórios de calibração e ensaio não têm permissão para realizar alterações em seus escopos sem que haja aprovação prévia da Cgcre. Caso os laboratórios, por exemplo, desejem incluir em seus escopos novos testes ou calibrações, devem encaminhar previamente à Cgcre um pedido de extensão do escopo de acreditação. De acordo com a publicação EA-2-15M/2008 da European co-operation for Accreditation [14], o tempo demandado para a concessão de uma extensão pode ser um forte fator limitante para o fechamento de novos contratos entre o laboratório e seus clientes. Assim, a Cgcre tem a intenção de implantar, em um futuro próximo, um projeto piloto de escopos flexíveis de acordo com os documentos EA- 2-15M/2008 [14] e ILAC G18:04/2010 [15], segundo os quais os laboratórios têm a autonomia para modificar seus escopos, desde que as alterações sejam nas áreas em que os laboratórios são acreditados e que não envolvam o uso de novos princípios ou métodos de medição. Adicionalmente, o laboratório deve informar o organismo de acreditação (neste caso, a Cgcre) das modificações realizadas dentro de um determinado período de tempo [16] Acreditação multilocal segundo a ABNT NBR ISO/IEC 17025:2005 Atualmente, um certificado de acreditação concedido pela Cgcre refere-se a um determinado laboratório, localizado em um endereço específico. No entanto, nos últimos anos a Cgcre vem percebendo a oportunidade de implantar um sistema de acreditação multilocal, o 6

7 qual permita uma acreditação única para uma rede de laboratórios localizados em diferentes endereços, desde que sejam operados sob o mesmo sistema de gestão. Vários laboratórios brasileiros já operam sistemas multilocais e estariam aptos a adotar um sistema de acreditação deste tipo. Um projeto já vem sendo desenvolvido pela Cgcre com base no documento TPS 51 [17] do United Kingdom Accreditation Service (UKAS), segundo o qual as visitas de acompanhamento devem ser programadas de modo a cobrir um número representativo das unidades operadas sob o mesmo sistema de gestão e ainda assegurar que cada unidade seja avaliada pelo menos uma vez a cada dois anos. Adicionalmente, deve-se considerar que a suspensão da acreditação ou reduções de escopo impostas a um laboratório da rede serão válidas para toda a organização. É fundamental ressaltar que as atividades de franquia não são consideradas pela Cgcre como atividades de acreditação multilocal, uma vez que as franquias normalmente pertencem a diferentes proprietários e funcionam sob sistemas de gestão diferentes. A Cgcre tem estabelecido regras rígidas para o uso do símbolo de acreditação, para coibir o uso incorreto por parte de franquias ou similares Acreditação de laboratórios de análises clínicas segundo ABNT NBR NM ISO 15189:2008 A Cgcre opera um programa de acreditação de laboratórios clínicos há vários anos. Inicialmente este programa foi baseado em uma norma estabelecida pela própria Cgcre, em razão da falta de normalização brasileira para este fim. Em 2009, foi iniciada a acreditação de laboratórios de análises clínicas segundo a ABNT NBR ISO NM 15189:2008. O número de laboratórios acreditados ainda é limitado, mas pode vir a sofrer um aumento considerável caso sejam estabelecidas exigências regulatórias Acreditação de provedores de ensaio de proficiência segundo a ABNT NBR ISO/IEC 17043:2011 Recentemente a Cgcre implantou um sistema de acreditação de provedores de ensaios de proficiência (EP) em conformidade com a ABNT NBR ISO/IEC 17043:2011 [5]. Após condução de um programa piloto completado em 2011, foram acreditados 12 provedores de 7

8 EP, sendo 9 na área de ensaios, 2 na área de calibração e 1 provedor que atua em ambas as áreas. Este número tende a crescer consideravelmente nos próximos anos, considerando que os provedores cadastrados na base de dados EPTIS devem vir a buscar a acreditação, seja por sua própria estratégia de gestão, ou por exigência de seus clientes ou reguladores Acreditação de produtores de materiais de referência segundo o ABNT ISO Guia 34:2012 Em 2010, a Cgcre iniciou a acreditação de produtores de materiais de referência (MR) de acordo com o ISO Guide 34:2009 [18] (traduzido recentemente para o português: ABNT NBR ISO Guia 34:2012 [19]). Embora os certificados de acreditação sejam baseados na conformidade com o ISO Guia 34, a avaliação tem uma visão mais ampla e aborda todos os ISO Guias da série 30, em especial o ISO Guide 35:2006 [20]. Após a realização de um estudo piloto com alguns produtores de materiais de referência, o programa foi implantado, com perspectivas de que o número inicial de produtores acreditados seja aumentado consideravelmente nos próximos anos Acreditação de Centros de Recursos Biológicos Em 2001, através da Portaria 03/2001 do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT), foi detectada a necessidade de estudos relativos às atividades de metrologia, normalização, regulamentação técnica e avaliação da conformidade aplicáveis a microorganismos [21], tendo em vista que o uso de materiais biológicos é fundamental em diversas áreas, incluindo pesquisa, desenvolvimento, produção e controle de qualidade. Os centros de recursos biológicos (CRB) desenvolvem um trabalho fundamental para assegurar a identidade de tais materiais biológicos e são provedores de microorganismos, células de plantas, animais e humanas, plasmídeos, vírus e fragmentos de DNA, entre outros [21]. Nos últimos anos, a Cgcre tem atuado fortemente no desenvolvimento de um programa de acreditação de atividades de ensaios e de produção de materiais de referência pelos CRB, em conformidade com os princípios da OECD [22]. Em 2012 a Cgcre aprovou os critérios para este programa que incluirá a acreditação de laboratório de acordo com a ABNT NBR ISO/IEC 17025:2005 [4] e de produtores de materiais de referência de acordo com o ABNT NBR ISO Guia 8

9 34:2012 [19], além de aplicações específicas e requisitos adicionais que incorporam os princípios estabelecidos pela OECD Reconhecimento de conformidade aos princípios das Boas Práticas de Laboratório (BPL) Em 1995, a Cgcre iniciou um programa de reconhecimento de laboratórios em conformidade com as Boas Práticas de Laboratório (BPL) em atendimento a uma demanda criada pelo Instituto Brasileiro de Recursos Naturais Renováveis (Ibama). Esta modalidade de reconhecimento é baseada no documento de referência da Organização para a Cooperação Econômica e Desenvolvimento (OECD) (1998) [23]. Em 2011, o Brasil assinou o acordo de reconhecimento mútuo de dados (do inglês Mutual Acceptance of Data Agreement - MAD) da OECD e a Cgcre tornou-se a única autoridade brasileira autorizada a conduzir inspeções de BPL e reconhecer a conformidade a tais princípios. Com base neste acordo, os estudos envolvendo pesticidas e substâncias químicas industriais que sejam conduzidos em instalações teste brasileiras reconhecidas quanto à conformidade aos princípios de BPL serão aceitos pelos demais membros da OECD. Os princípios das BPL são aplicáveis aos estudos pré-clínicos (tais estudos não envolvem seres humanos, mas podem envolver, por exemplo, cobaias, plantas ou microorganismos) exigidos pelas agências regulatórias para o registro de pesticidas, medicamentos, cosméticos, alimentos, produtos veterinários, produtos químicos industriais e organismos geneticamente modificados (OGM). O principal objetivo da adoção destes princípios é garantir a segurança dos produtos, tanto para os seres humanos, quanto para o meio ambiente. As três agências reguladoras brasileiras, Anvisa, Ibama e Mapa, têm trabalhado em forte cooperação com a Cgcre e passaram a exigir que estudos em instalações teste em suas áreas de atuação sejam realizados em conformidade com as BPL Reconhecimento de conformidade aos princípios das Boas Práticas Clínicas (BPC) Recentemente a Cgcre criou um grupo de trabalho para avaliar a implantação de programa de reconhecimento de Boas Práticas Clínicas (BPC) em conformidade com as 9

10 diretrizes da International Conference on Harmonization of Technical Requirements for Registration of Pharmaceuticals for Human Use (ICH) [24]. Os princípios de BPC tratam da ética na pesquisa clínica, ou seja, pesquisa realizada com seres humanos. O Brasil é signatário do Documento das Américas da Organização Panamericana da Saúde (2005) [25], o qual reflete a importância das discussões sobre BPC na América Latina, considerando que o número de ensaios clínicos na região aumentou de 2,1 % em 1993 para 7,5 % em 2000 [25]. É importante lembrar que os estudos de bioequivalência exigidos pela Anvisa para o registro de medicamentos no Brasil são conduzidos em humanos (ensaios in vivo), ao contrário dos estudos de equivalência, os quais são testes in vitro baseados em ensaios físicoquímicos ou microbiológicos. Um exemplo de ensaio de bioequivalência consiste em construir curvas de concentração de ingredientes farmacêuticos ativos (IFA) no sangue ou urina humanos em função do tempo após a administração do medicamento, a fim de verificar se existe equivalência na velocidade de absorção do IFA para medicamentos genéricos e de referência. Assim, o reconhecimento de conformidade aos princípios de BPC é de especial interesse nesta área. 3. CONCLUSÕES No Brasil, a acreditação de laboratórios de calibração e ensaio segundo a ABNT NBR ISO/IEC 17025:2005, assim como o reconhecimento de conformidade aos princípios de BPL, são práticas consolidadas. Dois outros programas foram implantados recentemente: acreditação de produtores de materiais de referência segundo o ABNT ISO Guia 34:2009, bem como a acreditação de provedores de ensaio de proficiência segundo a ABNT NBR ISO/IEC 17043:2011. Espera-se em um futuro próximo um aumento significativo da demanda por acreditação e reconhecimento em tais programas oferecidos pela Cgcre, considerando as exigências estabelecidas tanto por empresas privadas quanto por entidades do setor público. AGRADECIMENTOS Os autores agradecem a colaboração de todos os profissionais da CGCRE. 10

11 REFERÊNCIAS [1] BRASIL. Lei nº , de 14 de dezembro de Dispõe sobre o Fundo de Financiamento à Exportação (FFEX), altera o art. 1 o da lei n o , de 24 de novembro de 2009, e as leis n os , de 28 de maio de 2003, , de 22 de outubro de 2007, 5.966, de 11 de dezembro de 1973, e 9.933, de 20 de dezembro de 1999; e dá outras providências. [2] BRASIL. Decreto nº 6.275, de 28 de dezembro de Aprova a estrutura regimental e o quadro demonstrativo dos cargos em comissão e das funções gratificadas do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial Inmetro, e dá outras providências. [3] Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) (2005). ABNT NBR ISO/IEC Avaliação de conformidade - Requisitos gerais para os organismos de acreditação que realizam acreditação de organismos de avaliação da conformidade. Rio de Janeiro: ABNT. [4] Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) (2005). ABNT NBR ISO/IEC Requisitos gerais para a competência de laboratórios de ensaio de calibração. Rio de Janeiro: ABNT. [5] Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) (2011). ABNT NBR ISO/IEC Avaliação de conformidade - requisitos gerais para ensaios de proficiência. Rio de Janeiro: ABNT. [6] Eurachem/Citac Guide CG 4 (2012). Quantifying uncertainty in analytical measurement, QUAM:2012.P1. 3rd. edn. Eurachem/Citac working group, London. [7] Bruce S, Strouse GF (2009). Int J Thermophys 30: [8] Belli M, Brookman B, de la Calle B, James V, Koch M, Majcen N, Menditto A, Noblett T, Perissi R, van Putten K, Robouch P, Slapokas T, Taylor P, Tholen D, Tomas A, Tylle B (2009). Accred Qual Assur 14: [9] Brookman B, Bulska E, Butler O, Koch M, Noblett T, van Putten K, Robouch P (2012). Accred Qual Assur 17:

12 [10] International Laboratory Accreditation Cooperation (ILAC) (2010). ILAC policy for participation in proficiency testing activities, ILAC P9:11/2010. ILAC, Silverwater, Australia. Internet: https://www.ilac.org/documents/ilac_p9_11_2010.pdf. [11] Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) (2012). Resolução RDC n o 12, Dispõe sobre a Rede Brasileira de Laboratórios Analíticos em Saúde (REBLAS). Brasília, Anvisa. [12] Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) (2007). Instrução Normativa nº 1, Brasília, Mapa. [13] Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) (2011). Instrução Normativa nº 34, Brasília, Mapa. [14] European co-operation for accreditation (EA) (2008). EA requirement for the accreditation of flexible scopes, EA-2/15. Paris, EA. Internet: [15] International Laboratory Accreditation Cooperation (ILAC) (2012). Guideline for the formulation of scopes of accreditation for laboratories, ILAC G18:4/2010. ILAC, Silverwater, Australia. Internet: https://www.ilac.org/documents/ilac_g18_04_2010.pdf. [16] Bednarova M, Waddington C (2010) Accred Qual Assur 15: [17] United Kingdom Accreditation Service (UKAS) (2008). Accreditation of multisite/group laboratories. 2nd. ed. Feltham, Middlesex, UKAS. Internet: [18] ISO Guide 34 (2009). General requirements for the competence of reference material producers. ISO, Geneva. [19] Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) (2012). ABNT ISO Guia 34. Requisitos gerais para a competência de produtores de materiais de referência. Rio de Janeiro: ABNT. [20] ISO Guide 35 (2006). Reference materials: general and statistical principles for certification. ISO, Geneva. [21] Brasil; Ministério da Ciência e Tecnologia (2002). Sistema de avaliação da conformidade de material biológico. Brasília: Senai/DN. Internet: [22] Organization for economic co-operation and development (OECD) (2007). OECD best practice guidelines for biological research centres. OECD, Paris. 12

13 [23] Organization for economic co-operation and development (OECD) (1998). OECD series on principles of good laboratory practice and compliance monitoring, number 1, OECD principles on good laboratory practice (as revised in 1997), ENV/MC/CHEM(98)17. OECD, Paris. [24] European Medicines Agency (EMEA) (2002) ICH topic E 6 (R1) - Guideline for Good Clinical Practice. Note for Guidance on Good Clinical Practice (CPMP/IC/135/95). London, EMEA. [25] Pan American Health Organization (PAHO) (2005). Good Clinical Practices: Document of the Americas. IV Pan American Conference on Drug Regulatory Harmonization. Dominican Republic, Working Group on Good Clinical Practices (WG/GCP), PAHO. 13

Acreditação de Laboratórios. Acreditação de Laboratórios. Acreditação

Acreditação de Laboratórios. Acreditação de Laboratórios. Acreditação Acreditação de Laboratórios Acreditação Acreditação de Laboratórios Como Acreditar Laboratórios Vantagens da Acreditação Documentos Básicos para Acreditação Reconhecimento Internacional Acreditação A acreditação

Leia mais

REQUISITOS SOBRE A PARTICIPAÇÃO DOS LABORATÓRIOS DE ENSAIO E DE CALIBRAÇÃO EM ATIVIDADES DE ENSAIO DE PROFICIÊNCIA

REQUISITOS SOBRE A PARTICIPAÇÃO DOS LABORATÓRIOS DE ENSAIO E DE CALIBRAÇÃO EM ATIVIDADES DE ENSAIO DE PROFICIÊNCIA SUMÁRIO REQUISITOS SOBRE A PARTICIPAÇÃO DOS LABORATÓRIOS DE ENSAIO E DE CALIBRAÇÃO EM ATIVIDADES DE ENSAIO DE PROFICIÊNCIA NORMA No NIT-DICLA-026 APROVADA EM MAI/08 Nº 01/06 1 Objetivo 2 Campo de Aplicação

Leia mais

Mário Antônio Fernandes da Silva mafernandes@inmetro.gov.br Inmetro. Stella Regina Reis da Costa stellare@ig.com.br UFF

Mário Antônio Fernandes da Silva mafernandes@inmetro.gov.br Inmetro. Stella Regina Reis da Costa stellare@ig.com.br UFF CAUSAS-RAIZ DE RESULTADOS INSATISFATÓRIOS EM ENSAIOS DE PROFICIÊNCIA NA ACREDITAÇÃO DE LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO: DIAGNÓSTICO DE INVETIGAÇÕES REALIZADAS PELOS LABORATÓRIOS Mário Antônio Fernandes da Silva

Leia mais

Encontro da Qualidade em Laboratórios Científicos

Encontro da Qualidade em Laboratórios Científicos Elisa Rosa dos Santos Assessora Técnica na Divisão de Acreditação de Laboratórios Divisão de Acreditação de Laboratórios DICLA/Cgcre Encontro da Qualidade em Laboratórios Científicos Acreditação de Laboratórios

Leia mais

Programas de Ensaio de Proficiência. Paulo Roberto da Fonseca Santos Chefe da Divisão de Comparações Interlaboratoriais e Ensaios de Proficiência

Programas de Ensaio de Proficiência. Paulo Roberto da Fonseca Santos Chefe da Divisão de Comparações Interlaboratoriais e Ensaios de Proficiência Programas de Ensaio de Proficiência Paulo Roberto da Fonseca Santos Chefe da Divisão de Comparações Interlaboratoriais e Ensaios de Proficiência Evolução da Organização de Ensaios de Proficiência 1984:

Leia mais

REQUISITOS GERAIS PARA COMPETÊNCIA DE LABORATORIOS DE ENSAIO E CALIBRAÇÃO NBR ISO/IEC 17025

REQUISITOS GERAIS PARA COMPETÊNCIA DE LABORATORIOS DE ENSAIO E CALIBRAÇÃO NBR ISO/IEC 17025 CURSO E-LEARNING REQUISITOS GERAIS PARA COMPETÊNCIA DE LABORATORIOS DE ENSAIO E CALIBRAÇÃO NBR ISO/IEC 17025 Todos os direitos de cópia reservados. Não é permitido a distribuição física ou eletrônica deste

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DA QUALIDADE EM LABORATÓRIO

IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DA QUALIDADE EM LABORATÓRIO IMPLANTAÇÃO DE UM SISTEMA DA QUALIDADE EM LABORATÓRIO Leonardo César Amstalden Gerente da Qualidade Laboratório T&E Analítica Rua Lauro Vannucci 1260 Campinas - SP (19) 3756-6600 SISTEMA DA QUALIDADE Um

Leia mais

Acreditação Panorama Brasil

Acreditação Panorama Brasil Acreditação Panorama Brasil 28 de novembro de 2013 Victor Pavlov Miranda Gestor de Acreditação Divisão de Acreditação de Laboratórios - Coordenação Geral de Acreditação INMETRO INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA,

Leia mais

Laboratory Quality Management System: Private and Public scenarios. 0liveira M CDTS-Fiocruz /Rede TB

Laboratory Quality Management System: Private and Public scenarios. 0liveira M CDTS-Fiocruz /Rede TB Laboratory Quality Management System: Private and Public scenarios 0liveira M CDTS-Fiocruz /Rede TB O que é Gestão da Qualidade?????? A gestão da qualidade pode ser definida como sendo qualquer atividade

Leia mais

RM 62 REQUISITOS SOBRE A PARTICIPAÇÃO DE LABORATÓRIOS EM ENSAIOS DE PROFICIÊNCIA SUMÁRIO

RM 62 REQUISITOS SOBRE A PARTICIPAÇÃO DE LABORATÓRIOS EM ENSAIOS DE PROFICIÊNCIA SUMÁRIO SUMÁRIO 1 OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO 2 REFERÊNCIAS 3 DEFINIÇÕES 4 METODOLOGIA 1 OBJETIVO E CAMPO DE APLICAÇÃO O presente documento tem o objetivo definir os requisitos sobre a participação de laboratórios

Leia mais

Requisitos Boas Práticas/OCDE. Memorando de Entendimento. Rede de Informações. Gestão da Rede Global. Elementos Principais da Rede Global

Requisitos Boas Práticas/OCDE. Memorando de Entendimento. Rede de Informações. Gestão da Rede Global. Elementos Principais da Rede Global Plano de Acreditação das Atividades dos Centros de Recursos Biológicos no Brasil Elizabeth Cavalcanti, Waldemar Souza, Renata Almeida Inmetro/Cgcre/Dconf Petrópolis 16,17,18 set 2013 Elementos Principais

Leia mais

REQUISITOS PARA ACREDITAÇÃO

REQUISITOS PARA ACREDITAÇÃO ABNT NBR ISO/IEC 17025:2005 REQUISITOS PARA ACREDITAÇÃO OBJETIVO Demonstrar a documentação básica necessária para atender aos requisitos de acreditação para ensaios. ISO 9001 X ISO 17025 Abordagem Abrangência

Leia mais

CGCRE/INMETRO. Acreditação de Laboratórios

CGCRE/INMETRO. Acreditação de Laboratórios CGCRE/INMETRO Acreditação de Laboratórios João Carlos Antunes de Souza Chefe da Divisão de Credenciamento de Laboratórios dicla@inmetro.gov.br SUMÁRIO: Otimização das Atividades de Acreditação Reestruturação

Leia mais

Acreditação de Provedores de Ensaios de Proficiência e de Produtores de

Acreditação de Provedores de Ensaios de Proficiência e de Produtores de Acreditação de Provedores de Ensaios de Proficiência e de Produtores de Materiais de Referência no Brasil Rio de Janeiro, 03 de setembro de 2008. Renata Martins Horta Borges. Divisão de Acreditação de

Leia mais

Ensaio e Certificação

Ensaio e Certificação Seminário sobre as experiências basileiras na implementação das Diretivas WEEE e RoHS Ensaio e Certificação 08/02/2011 Marcos Aurélio Lima de Oliveira Cgcre/Inmetro O INMETRO Autarquia do Governo Federal

Leia mais

1. A Vigilância Sanitária pode acatar a verificação metrológica realizada pelo IPEM como calibração?

1. A Vigilância Sanitária pode acatar a verificação metrológica realizada pelo IPEM como calibração? Página 1 de 8 Esclarecimentos prestados pelo IPEM-PR aos questionamentos realizados pela Vigilância Sanitária, através do oficio n 420/2014 DVVSP/CEVS/SVS de 04 de junho de 2014. 1. A Vigilância Sanitária

Leia mais

Acreditação: Abordagem para as Américas

Acreditação: Abordagem para as Américas Acreditação: Abordagem para as Américas Aldoney Freire Costa Coordenador Geral de Acreditação Substituto Chefe da Divisão de Acreditação de Organismos de Certificação - Dicor O QUE É ACREDITAÇÃO? Atestação

Leia mais

CAPACITAÇÃO SNVS RDC 11 E 12/2012

CAPACITAÇÃO SNVS RDC 11 E 12/2012 CAPACITAÇÃO SNVS RDC 11 E 12/2012 GERÊNCIA GERAL DE LABORATÓRIOS DE SAÚDE PÚBLICA Abril/2013 - Curitiba/PR Por Lais Santana Dantas Gerente Geral/ AGENDA: Regulação de Laboratórios Analíticos Laboratórios

Leia mais

Competência Técnica de Laboratórios - INMETRO. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2014. MARCOS AURÉLIO LIMA OLIVEIRA Inmetro - Cgcre

Competência Técnica de Laboratórios - INMETRO. Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2014. MARCOS AURÉLIO LIMA OLIVEIRA Inmetro - Cgcre Divisão de Acreditação de Laboratórios DICLA/Cgcre Competência Técnica de Laboratórios - INMETRO Rio de Janeiro, 26 de novembro de 2014 MARCOS AURÉLIO LIMA OLIVEIRA Inmetro - Cgcre A Coordenação Geral

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL INMETRO

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL INMETRO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL INMETRO Portaria n.º 186, de 04 de dezembro de 2003. O PRESIDENTE

Leia mais

Acreditação de Organismos de Avaliação da Conformidade

Acreditação de Organismos de Avaliação da Conformidade Acreditação de Organismos de Avaliação da Conformidade João Carlos Antunes de Souza Chefe da Divisão de Credenciamento de Laboratórios dicla@inmetro.gov.br Acreditação Atestação realizada por terceira

Leia mais

Coordenação Geral de Acreditação

Coordenação Geral de Acreditação Coordenação Geral de Acreditação ORIENTAÇÕES AOS LABORATÓRIOS QUÍMICOS NO ATENDIMENTO DOS REQUISITOS DA ABNT NBR ISO/IEC 17025 E POLÍTICAS DE ACREDITAÇÃO DA CGCRE Documento de caráter orientativo (DOQ-Cgcre-035)

Leia mais

Programa piloto de acreditação de produtores de materiais de referência: compilação de pontos observados nas avaliações realizadas.

Programa piloto de acreditação de produtores de materiais de referência: compilação de pontos observados nas avaliações realizadas. Programa piloto de acreditação de produtores de materiais de referência: compilação de pontos observados nas avaliações realizadas. Renata Martins Horta Borges Divisão de Acreditação de Laboratórios Coordenação

Leia mais

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES

ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO EM ORGANIZAÇÕES V CONGRESSO BRASILEIRO DE METROLOGIA Metrologia para a competitividade em áreas estratégicas 9 a 13 de novembro de 2009. Salvador, Bahia Brasil. ANÁLISE DOS REQUISITOS NORMATIVOS PARA A GESTÃO DE MEDIÇÃO

Leia mais

Comparação de requisitos para a gestão de qualidade em laboratórios segundo NBR ISO/ IEC 17025 e Boas Práticas de Laboratório (BPL)

Comparação de requisitos para a gestão de qualidade em laboratórios segundo NBR ISO/ IEC 17025 e Boas Práticas de Laboratório (BPL) ISSN 2177-4420 09 Comparação de requisitos para a gestão de qualidade em laboratórios segundo NBR ISO/ IEC 17025 e Boas Práticas de Laboratório (BPL) Apresentação Os laboratórios têm passado por intensas

Leia mais

Proficiência. www.gruposaas.com.br

Proficiência. www.gruposaas.com.br Proficiência www.gruposaas.com.br Programa de Proficiência Página 2 de 9 SUMÁRIO 1 APRESENTAÇÃO... 3 2 BENEFÍCIOS DO PROGRAMA... 3 3 CONFIDENCIALIDADE... 3 4 ENVIO DOS RESULTADOS... 4 5 ORIGENS DE AMOSTRA...

Leia mais

CREDENCIAMENTO DE LABORATÓRIOS

CREDENCIAMENTO DE LABORATÓRIOS 1 OBJETIVO Estabelecer as responsabilidades, os procedimentos e os critérios técnicos para o credenciamento de laboratórios. 2 CAMPO DE APLICAÇÃO Esta Norma é aplicada aos laboratórios públicos ou privados

Leia mais

RELATÓRIO FINAL DO 8º PROGRAMA DE ENSAIO DE PROFICIÊNCIA COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL VAZÃO

RELATÓRIO FINAL DO 8º PROGRAMA DE ENSAIO DE PROFICIÊNCIA COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL VAZÃO RELATÓRIO FINAL DO 8º PROGRAMA DE ENSAIO DE PROFICIÊNCIA COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL VAZÃO PROCESSO CERTIFICADO ISO 9001:008 pela SGS Certificadora Certificado BR 98/0139 8-set-00 Relatório do PEP 008/010

Leia mais

Visão do Acreditador. Marcos Aurelio Lima de Oliveira Coordenador Geral de Acreditação Cgcre / Inmetro

Visão do Acreditador. Marcos Aurelio Lima de Oliveira Coordenador Geral de Acreditação Cgcre / Inmetro Visão do Acreditador Marcos Aurelio Lima de Oliveira Coordenador Geral de Acreditação Cgcre / Inmetro Acreditação no Acordo de Barreiras Técnicas ao Comércio 6.1.1 competência técnica adequada e contínua

Leia mais

Programa de Capacitação Interna - I Jornada PCI - CETEM

Programa de Capacitação Interna - I Jornada PCI - CETEM Programa de Capacitação Interna - I Jornada PCI - CETEM Marta Brandão Tozzi Bolsista, Química Industrial, M. Sc. Maria Alice Goes Orientadora, Engenheira Metalúrgica, D. Sc. Resumo O CETEM é acreditado

Leia mais

comparações interlaboratoriais propostos pelo MAPA e avaliação do desempenho dos técnicos do laboratório em treinamentos.

comparações interlaboratoriais propostos pelo MAPA e avaliação do desempenho dos técnicos do laboratório em treinamentos. ANEXO CRITÉRIOS PARA CREDENCIAMENTO, RECONHECIMENTO, EXTENSÃO DE ESCOPO E MONITORAMENTO DE LABORATÓRIOS NO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA, PECUÁRIA E ABASTECIMENTO - MAPA Art. 1º Os critérios constantes deste

Leia mais

Programa de acreditação para laboratórios de Perícias Forenses

Programa de acreditação para laboratórios de Perícias Forenses Programa de acreditação para laboratórios de Perícias Forenses Xerém - RJ 28 de julho de 2010 Marcos Aurélio Lima de Oliveira Coordenador Geral de Acreditação Convênio Inmetro/SENASP Termo de Cooperação

Leia mais

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO

MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR - MDIC INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL - INMETRO Portaria nº 185,de 04 de dezembro de 2003. O PRESIDENTE

Leia mais

Rastreabilidade metrológica: pontos relevantes para avaliação dos avaliadores

Rastreabilidade metrológica: pontos relevantes para avaliação dos avaliadores Rastreabilidade metrológica: pontos relevantes para avaliação dos avaliadores Vanderléa de Souza Diretoria de Metrologia Científica e Industrial Dimci/Inmetro 17/10/11 Conteúdo Conceitos de Medição Estrutura

Leia mais

RELATÓRIO FINAL DO 4º PROGRAMA DE ENSAIO DE PROFICIÊNCIA COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL MASSA

RELATÓRIO FINAL DO 4º PROGRAMA DE ENSAIO DE PROFICIÊNCIA COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL MASSA RELATÓRIO FINAL DO 4º PROGRAMA DE SAIO DE PROFICIÊNCIA COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL MASSA PROCESSO CERTIFICADO ISO 9001:2008 pela SGS Certificadora Certificado BR 98/0139 8-set-200 Relatório do PEP 004/2010

Leia mais

MEDICAMENTOS GUIA Nº 01/2015 Versão 1 GUIA PARA A ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO SUMÁRIO DE VALIDAÇÃO DE PROCESSO DE FABRICAÇÃO DE MEDICAMENTOS

MEDICAMENTOS GUIA Nº 01/2015 Versão 1 GUIA PARA A ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO SUMÁRIO DE VALIDAÇÃO DE PROCESSO DE FABRICAÇÃO DE MEDICAMENTOS MEDICAMENTOS GUIA Nº 01/2015 Versão 1 Agência Nacional de Vigilância Sanitária GUIA PARA A ELABORAÇÃO DO RELATÓRIO SUMÁRIO DE VALIDAÇÃO DE PROCESSO DE FABRICAÇÃO DE MEDICAMENTOS VIGENTE A PARTIR DE 09/10/2015

Leia mais

Uso de Materiais de Referência

Uso de Materiais de Referência Uso de Materiais de Referência Ricardo Rezende Zucchini Célia Omine Iamashita IPT Divisão de Química Agrupamento de Materiais de Referência Introdução Série de guias ISO sobre Materiais de Referência ABNT

Leia mais

II INTELAB REMEPE Encontro Técnico de Laboratórios Recife 12 de Agosto de 2015

II INTELAB REMEPE Encontro Técnico de Laboratórios Recife 12 de Agosto de 2015 II INTELAB REMEPE Encontro Técnico de Laboratórios Recife 12 de Agosto de 2015 A estratégia do trabalho em rede para o fortalecimento da metrologia industrial no Estado de São Paulo Celso Scaranello Rede

Leia mais

Documentos do Sistema de Gestão da Qualidade da Cgcre. Acreditação de Provedores de Ensaios de Proficiência

Documentos do Sistema de Gestão da Qualidade da Cgcre. Acreditação de Provedores de Ensaios de Proficiência Documentos do Sistema de Gestão da Qualidade da Cgcre Acreditação de Provedores de Ensaios de Proficiência Rio de Janeiro (RJ), 01 e 02 / 09 / 2011 Suzana Saboia de Moura Divisão de Desenvolvimento de

Leia mais

COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL EM ENSAIOS MECÂNICOS: ÁREA DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS, PRESSOSTATO

COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL EM ENSAIOS MECÂNICOS: ÁREA DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS, PRESSOSTATO COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL EM ENSAIOS MECÂNICOS: ÁREA DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS, PRESSOSTATO Programa PEP REDE 1401 Rodada 021/2015 (Instruções aos Participantes, atualizado em 25/08/2015) F.PEP-4.6-003,

Leia mais

Portaria n.º 350, de 06 de setembro de 2010.

Portaria n.º 350, de 06 de setembro de 2010. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 350, de 06 de setembro de

Leia mais

PROCESSO CERTIFICADO ISO 9001:2008. MOD01 rev13

PROCESSO CERTIFICADO ISO 9001:2008. MOD01 rev13 ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- RELATÓRIO DA INTERCOMPARAÇÃO

Leia mais

Lab Management : a tool for competitiveness. Celso Romero Kloss

Lab Management : a tool for competitiveness. Celso Romero Kloss Lab Management : a tool for competitiveness Celso Romero Kloss METROLOGIA NO DIA A DIA A VELOCIDADE DAS MUDANÇAS A aceleração da história é também medido pelo tempo entre a descoberta de um processo tecnológico

Leia mais

ACREDITAÇÃO FLEXÍVEL - REQUISITOS E

ACREDITAÇÃO FLEXÍVEL - REQUISITOS E ACREDITAÇÃO FLEXÍVEL - REQUISITOS E MAIS VALIAS Lisboa, 21 de Maio de 2013 Experiência do Laboratório de Ensaios APEB Acreditação Flexível Intermédia João André jandre@apeb.pt 1 Outubro 2012 Entrega da

Leia mais

O sistema de gestão da qualidade aplicado em laboratórios de ensaios e calibrações

O sistema de gestão da qualidade aplicado em laboratórios de ensaios e calibrações O sistema de gestão da qualidade aplicado em laboratórios de ensaios e calibrações Lucia Lima dos Santos (CEPEL) e Fernando B. Mainier (UFF) RESUMO Atualmente observa-se a importância da gestão da qualidade

Leia mais

Embora a condução de análise crítica pela direção

Embora a condução de análise crítica pela direção A análise crítica pela direção como uma ferramenta para a melhoria de desempenho A análise crítica pela direção é um requisito obrigatório para as organizações certificadas pela norma NBR ISO 9001 e para

Leia mais

Calibração de Equipamentos

Calibração de Equipamentos Vídeo Conferência Calibração de Equipamentos Instituto de Pesos e Medidas do Estado do Paraná Junho/2014 Diferença entre calibração e a verificação metrológica Calibração Estabelece o erro de medição e

Leia mais

PLANO DE AÇÃO PARA O ANO DE 2014/2015 MOD04 rev11

PLANO DE AÇÃO PARA O ANO DE 2014/2015 MOD04 rev11 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ PROGRAMA DE COMPARAÇÃO

Leia mais

SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO E OBJETIVO... 3 2 COORDENAÇÃO DO PROGRAMA E POLÍTICA DE CONFIDENCIALIDADE... 4 3 ITEM DA COMPARAÇÃO, PARÂMETROS E RESULTADOS...

SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO E OBJETIVO... 3 2 COORDENAÇÃO DO PROGRAMA E POLÍTICA DE CONFIDENCIALIDADE... 4 3 ITEM DA COMPARAÇÃO, PARÂMETROS E RESULTADOS... COMPARAÇÃO ENTRE ORGANISMOS EM INSPEÇÃO: ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS, MEDIÇÕES DE ESPESSURA POR ULTRASSOM Programa PEP REDE 1406 Rodada 012/2015 (Instruções aos Participantes, atualizado em 30/03/2015) SUMÁRIO

Leia mais

Certificação de Artigos Escolares

Certificação de Artigos Escolares Pág.: 1/44 Elaboração / Revisão Análise Crítica e Aprovação Data Clider Silva Gerente Técnico Fabio Eduardo Barbosa Executivo Sênior 19/09/2014 1. OBJETIVO E ESCOPO DE APLICAÇÃO Estabelecer as diretrizes

Leia mais

ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO. Documento de caráter orientativo

ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO. Documento de caráter orientativo Coordenação Geral de Acreditação ORIENTAÇÃO PARA A REALIZAÇÃO DE AUDITORIA INTERNA E ANÁLISE CRÍTICA EM LABORATÓRIOS DE CALIBRAÇÃO E DE ENSAIO Documento de caráter orientativo DOQ-CGCRE-002 Revisão 03

Leia mais

Cesar Lima - Gerdau Açominas.

Cesar Lima - Gerdau Açominas. Cesar Lima - Gerdau Açominas. A Gerdau Açominas. - Usina siderúrgica integrada. - Capacidade instalada de 3.000.000 t./ano de aço liquido. - Produz 2.750.000 t./ano de acabados em forma de blocos, placas,

Leia mais

Análise Crítica de Certificados de Calibração

Análise Crítica de Certificados de Calibração Análise Crítica de Certificados de Calibração João Carlos Antunes de Souza Ana Cristina D. M. Follador Chefe da Divisão Chefe do de Núcleo Acreditação de Avaliação de Laboratórios- de Laboratórios DICLA/CGCRE/INMETRO

Leia mais

NBR ISO/IEC 17025 CONCEITOS BÁSICOS

NBR ISO/IEC 17025 CONCEITOS BÁSICOS NBR ISO/IEC 17025 CONCEITOS BÁSICOS Alexandre Dias de Carvalho INMETRO/CGCRE/DICLA 1/ 28 NBR ISO/IEC 17025 Estabelece requisitos gerenciais e técnicos para a implementação de sistema de gestão da qualidade

Leia mais

Como ter confiança em um Organismo de Inspeção? É necessária certificação ABNT NBR ISO 9001 ou acreditação ABNT NBR ISO/IEC 17020?

Como ter confiança em um Organismo de Inspeção? É necessária certificação ABNT NBR ISO 9001 ou acreditação ABNT NBR ISO/IEC 17020? É necessária certificação ABNT NBR ISO 9001 ou acreditação ABNT NBR ISO/IEC 17020? O que buscar quando há uma necessidade 3 Como ter confiança em um Organismo 4 Como a acreditação do organismo de inspeção

Leia mais

Coordenação Geral de Acreditação Cgcre/Inmetro. Acreditação de Organismos de Certificação de Operadoras de Planos Privados de Assistência à Saúde

Coordenação Geral de Acreditação Cgcre/Inmetro. Acreditação de Organismos de Certificação de Operadoras de Planos Privados de Assistência à Saúde Coordenação Geral de Acreditação Cgcre/Inmetro Acreditação de Organismos de Certificação de Operadoras de Planos Privados de Assistência à Saúde Marcos Aurélio Lima de Oliveira Instituto Nacional de Metrologia,

Leia mais

O Cenário da Acreditação no Brasil e no Mundo. Marcos Aurélio Lima de Oliveira Coordenador-Geral de Acreditação - Inmetro

O Cenário da Acreditação no Brasil e no Mundo. Marcos Aurélio Lima de Oliveira Coordenador-Geral de Acreditação - Inmetro O Cenário da Acreditação no Brasil e no Mundo Marcos Aurélio Lima de Oliveira Coordenador-Geral de Acreditação - Inmetro Acreditação no Acordo de Barreiras Técnicas ao Comércio 6.1.1 competência técnica

Leia mais

PROGRAMA DE PROFICIÊNCIA

PROGRAMA DE PROFICIÊNCIA JANEIRO / Departamento de Programas de Proficiência Interlaboratorial CONVITE PROGRAMA DE PROFICIÊNCIA INTERLABORATORIAL Acesse nosso EM site: MINÉRIO DE FERRO www.itak.com.br PROGRAMAÇÃO APRESENTAÇÃO

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE QUÍMICA - IV REGIÃO (SP)

CONSELHO REGIONAL DE QUÍMICA - IV REGIÃO (SP) CONSELHO REGIONAL DE QUÍMICA - IV REGIÃO (SP) :2005 Sistemas de gestão de qualidade em laboratórios de ensaios e calibração Ministrante: Neifer Borges França Tecnólogo ambiental - Gerente de Negócios da

Leia mais

CADASTRO, TREINAMENTO E QUALIFICAÇÃO DE INSPETORES BPL

CADASTRO, TREINAMENTO E QUALIFICAÇÃO DE INSPETORES BPL CADASTRO, TREINAMENTO E QUALIFICAÇÃO DE INSPETORES BPL NORMA Nº NIE-CGCRE-039 APROVADA EM NOV/2009 Nº 01/05 SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Campo de Aplicação 3 Responsabilidade 4 Documentos Complementares 5 Histórico

Leia mais

PLANO DE AÇÃO PARA O ANO DE 2015 MOD04 rev11

PLANO DE AÇÃO PARA O ANO DE 2015 MOD04 rev11 ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ PROGRAMA PILOTO DE ENSAIO

Leia mais

Relatório de Ensaio Nº FLA 0003/2013

Relatório de Ensaio Nº FLA 0003/2013 Página 1 de 6 Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul LABELO - Laboratórios Especializados em Eletroeletrônica Calibração e Ensaios Rede Brasileira de Laboratórios de Ensaios Laboratório

Leia mais

Leticia de A. P. Rodrigues Msc Ciência de Alimentos, doutoranda em Química Analítica Metrologia Química e volumétrica - MQV SENAI Lauro de Freitas

Leticia de A. P. Rodrigues Msc Ciência de Alimentos, doutoranda em Química Analítica Metrologia Química e volumétrica - MQV SENAI Lauro de Freitas Leticia de A. P. Rodrigues Msc Ciência de Alimentos, doutoranda em Química Analítica Metrologia Química e volumétrica - MQV SENAI Lauro de Freitas Definição de rastreabilidade metrológica VIM, 2012 Propriedade

Leia mais

1º PROGRAMA DE ENSAIOS DE PROFICIÊNCIA COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL DE ELETRICIDADE

1º PROGRAMA DE ENSAIOS DE PROFICIÊNCIA COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL DE ELETRICIDADE 1º PROGRAMA DE ENSAIOS DE PROFICIÊNCIA COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL DE ELETRICIDADE GRANDEZA: TENSÃO CONTÍNUA E ALTERNADA, CORRENTE CONTÍNUA E ALTERNADA E RESISTÊNCIA ELÉTRICA PROCESSO CERTIFICADO ISO

Leia mais

PROGRAMA DE ENSAIOS DE PROFICIÊNCIA EM CROMATOGRAFIA IÔNICA - ÂNIONS -

PROGRAMA DE ENSAIOS DE PROFICIÊNCIA EM CROMATOGRAFIA IÔNICA - ÂNIONS - ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ PROGRAMA DE ENSAIOS

Leia mais

PC-HK-001 REQUISITOS GERAIS PARA CERTIFICAÇÃO DE PRODUTOS

PC-HK-001 REQUISITOS GERAIS PARA CERTIFICAÇÃO DE PRODUTOS 1. OBJETIVO Este procedimento estabelece os Requisitos Gerais para Certificação de Produtos. As particularidades de cada RAC específico de cada Objeto serão expressas em Procedimentos Específicos do HK,

Leia mais

COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL EM ENSAIOS DE ELETRODOMÉSTICOS E SIMILARES: FERRO ELÉTRICO DE PASSAR ROUPA

COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL EM ENSAIOS DE ELETRODOMÉSTICOS E SIMILARES: FERRO ELÉTRICO DE PASSAR ROUPA COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL EM ENSAIOS DE ELETRODOMÉSTICOS E SIMILARES: FERRO ELÉTRICO DE PASSAR ROUPA Apoio: Programa PEP REDE 1505 Rodada 047/2015 (Instruções aos Participantes, atualizado em 31/08/2015)

Leia mais

CRONOGRAMA DE ENSAIOS DE PROFICIÊNCIA DA REDE - PREVISÃO DE INSCRIÇÕES

CRONOGRAMA DE ENSAIOS DE PROFICIÊNCIA DA REDE - PREVISÃO DE INSCRIÇÕES BENEFÍCIOS AOS PARTICIPANTES: Sistema de gestão que opera seguindo os requisitos da norma técnica ISO/IEC 17043; Programas concluídos cadastrados na base de dados internacional EPTIS European Proficiency

Leia mais

A IMPLEMENTAÇÃO DA GARANTIA DA QUALIDADE PELA NBR ISO/IEC 17025: 2005 E SEUS FATORES CRÍTICOS

A IMPLEMENTAÇÃO DA GARANTIA DA QUALIDADE PELA NBR ISO/IEC 17025: 2005 E SEUS FATORES CRÍTICOS ENQUALAB-2006 Congresso e Feira da Qualidade em Metrologia Rede Metrológica do Estado de São Paulo - REMESP 30 de maio a 01 de junho de 2006, São Paulo, Brasil A IMPLEMENTAÇÃO DA GARANTIA DA QUALIDADE

Leia mais

Proficiência. www.gruposaas.com.br

Proficiência. www.gruposaas.com.br Proficiência www.gruposaas.com.br Página 2 de 9 SUMÁRIO SUMÁRIO... 2 1 APRESENTAÇÃO... 3 2 BENEFÍCIOS DO PROGRAMA... 3 3 CONFIDENCIALIDADE... 3 4 ENVIO DOS RESULTADOS... 4 5 ORIGENS DE AMOSTRA... 4 6 ESCOPO

Leia mais

- ENLAGRO Encontro Nacional de Laboratórios da Área da Agricultura, Pecuária e Abastecimento

- ENLAGRO Encontro Nacional de Laboratórios da Área da Agricultura, Pecuária e Abastecimento Projeto Captação de Recursos - ENLAGRO Encontro Nacional de Laboratórios da Área da Agricultura, Pecuária e Abastecimento 07, 08 e 09 de junho de 2016. Macro Office Centro de Eventos, Porto Alegre, RS,

Leia mais

Portaria n.º 385, de 23 de outubro de 2007.

Portaria n.º 385, de 23 de outubro de 2007. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 385, de 23 de outubro de

Leia mais

Novos desafios na interpretação de seus requisitos

Novos desafios na interpretação de seus requisitos Novos desafios na interpretação de seus requisitos Com a evolução tecnológica, principalmente no campo da tecnologia da informação, e o constante processo de normalização em diversas disciplinas relacionadas

Leia mais

REGRA DE CERTIFICAÇÃO PRODUTO. Elaborado por: Karen C. Martins Verificado por: Arnaldo Barbúlio

REGRA DE CERTIFICAÇÃO PRODUTO. Elaborado por: Karen C. Martins Verificado por: Arnaldo Barbúlio Doc:700-RC-001 Página: 1/11 Elaborado por: Karen C. Martins Verificado por: Arnaldo Barbúlio Aprovado por: Regina Toscano Data Aprovação: 09/12/2013 1 OBJETIVO Esta Regra de Certificação estabelece os

Leia mais

Certificação de Barras e fios de aço destinados a armaduras para concreto armado

Certificação de Barras e fios de aço destinados a armaduras para concreto armado Pág. Nº 1/26 SUMÁRIO Histórico das revisões 1 Objetivo 2 Referências normativas 3 Definições 4 Siglas 5 Descrição do processo de certificação 6 Manutenção da certificação 7 Marcação dos produtos certificados

Leia mais

EMPRESA CERTIFICADA ISO 9001:2008. RELATÓRIO DE 2015 MOD01 rev13 APOIO:

EMPRESA CERTIFICADA ISO 9001:2008. RELATÓRIO DE 2015 MOD01 rev13 APOIO: ---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------- RELATÓRIO DO PROGRAMA

Leia mais

PROTOCOLO DO 5º PROGRAMA DE ENSAIOS DE PROFICIÊNCIA COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL DE MASSA

PROTOCOLO DO 5º PROGRAMA DE ENSAIOS DE PROFICIÊNCIA COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL DE MASSA PROTOCOLO DO 5º PROGRAMA DE ENSAIOS DE PROFICIÊNCIA COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL DE MASSA Revisão 01-15 de abril de 2013 Fol. 1 de 8 INTRODUÇÃO A SETTING CALIBRATION LABORATORIES iniciou suas atividades

Leia mais

RELATÓRIO FINAL DO 2º PROGRAMA DE ENSAIO DE PROFICIÊNCIA COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL VOLUME

RELATÓRIO FINAL DO 2º PROGRAMA DE ENSAIO DE PROFICIÊNCIA COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL VOLUME RELATÓRIO FINAL DO 2º PROGRAMA DE ENSAIO DE PROFICIÊNCIA COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL VOLUME PROCESSO CERTIFICADO ISO 9001:2008 pela SGS Certificadora Certificado BR 98/0139 8-set-200 Relatório do PEP

Leia mais

Portaria n.º 456, de 01 de dezembro de 2010

Portaria n.º 456, de 01 de dezembro de 2010 Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria n.º 456, de 01 de dezembro de

Leia mais

Proposta de Nota Técnica Cgcre. Verificação intermediária das balanças utilizadas por laboratórios que realizam ensaios químicos e biológicos

Proposta de Nota Técnica Cgcre. Verificação intermediária das balanças utilizadas por laboratórios que realizam ensaios químicos e biológicos Proposta de Nota Técnica Cgcre Verificação intermediária das balanças utilizadas por laboratórios que realizam ensaios químicos e biológicos Ana Cristina D. M. Follador Coordenação Geral de Acreditação

Leia mais

Papel da Tecnologia Industrial Básica (TIB) para a Inovação

Papel da Tecnologia Industrial Básica (TIB) para a Inovação Papel da Tecnologia Industrial Básica (TIB) para a Inovação Sérgio Pinheiro de Oliveira, D.Sc. Chefe Substituto do Laboratório de Força do Inmetro Sumário da Apresentação: - Introdução: - Inovação - Simetro

Leia mais

Certificação de reatores eletrônicos para lâmpadas fluorescentes

Certificação de reatores eletrônicos para lâmpadas fluorescentes 1/26 Palavras-chave: Certificação, reatores. Exemplar nº: Sumário 1 Objetivo 2 Aplicação 3 Documentos complementares 4 Definições 5 Procedimento 6 Referências 1 Objetivo Este Procedimento tem como objetivo

Leia mais

(Instruções aos Participantes, atualizado em 25/08/2015)

(Instruções aos Participantes, atualizado em 25/08/2015) COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL EM ENSAIOS ELÉTRICOS E ÓPTICOS: LÂMPADAS Apoio: Programa PEP REDE 1503 Rodada 036/2015 (Instruções aos Participantes, atualizado em 25/08/2015) F.PEP-4.6-003, rev. 002 Origem:

Leia mais

GESTÃO DE PROCESSOS RELATIVOS AO PRODUTO: GESTÃO DA QUALIDADE INTEGRADA EM LABORATÓRIOS DE ENSAIOS - ISO 17025 E BPL

GESTÃO DE PROCESSOS RELATIVOS AO PRODUTO: GESTÃO DA QUALIDADE INTEGRADA EM LABORATÓRIOS DE ENSAIOS - ISO 17025 E BPL GESTÃO DE PROCESSOS RELATIVOS AO PRODUTO: GESTÃO DA QUALIDADE INTEGRADA EM LABORATÓRIOS DE ENSAIOS - ISO 17025 E BPL Liege de Oliveira Louro MBA Gestão pela Qualidade Total/Lab. de Tecnologia, Gestão de

Leia mais

PROGRAMA DE COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL EM CALIBRAÇÃO DE PESOS PADRÃO

PROGRAMA DE COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL EM CALIBRAÇÃO DE PESOS PADRÃO ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ PROGRAMA DE COMPARAÇÃO

Leia mais

The Application of The Principles of GLP to Computerised

The Application of The Principles of GLP to Computerised APLICAÇÃO DOS PRINCÍPIOS BPL AOS SISTEMAS INFORMATIZADOS NORMA N o NIT-DICLA-038 APROVADA EM SET/2011 N o 01/13 SUMÁRIO 1 Objetivo 2 Campo de Aplicação 3 Responsabilidade 4 Histórico da revisão 5 Siglas

Leia mais

F.PEP-4.6-003, rev. 002 Proc. de Origem: P.PEP 4.8 PEP REDE 1402 Rodada 002/2015 Página 1 de 13

F.PEP-4.6-003, rev. 002 Proc. de Origem: P.PEP 4.8 PEP REDE 1402 Rodada 002/2015 Página 1 de 13 COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL EM ENSAIOS BIOLÓGICOS: ÁREA DE SAÚDE ANIMAL, DIAGNÓSTICO DE ANEMIA INFECCIOSA EQUINA Programa PEP REDE 1402 Rodada 002/2015 (Instruções aos Participantes, atualizado 05/03/2015)

Leia mais

Curso ISO 17025 orientado para Auditores Internos

Curso ISO 17025 orientado para Auditores Internos Curso ISO 17025 orientado para Auditores Internos Pierre Morel Ministério da Saúde ANVISA / GGLAS Slide 001 Qualidade e Sistemas em Laboratório Sistema da Qualidade : condição necessária e suficiente?

Leia mais

Universidade de São Paulo Instituto de Química de São Carlos. Tatiana Barbosa Turuta

Universidade de São Paulo Instituto de Química de São Carlos. Tatiana Barbosa Turuta Universidade de São Paulo Instituto de Química de São Carlos Tatiana Barbosa Turuta Aplicação de cartas de controle como ferramenta de melhoria frente às dificuldades operacionais de laboratórios acreditados

Leia mais

SELO ALIMENTOS DO PARANÁ INFORMAÇÕES GERAIS

SELO ALIMENTOS DO PARANÁ INFORMAÇÕES GERAIS SELO ALIMENTOS DO PARANÁ INFORMAÇÕES GERAIS Curitiba, 18 de março de 2015. 1 SELO ALIMENTOS DO PARANÁ INFORMAÇÕES GERAIS Sumário APRESENTAÇÃO... 3 JUSTIFICATIVAS E BENEFÍCIOS... 3 COMO OBTER O SELO...

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA METROLOGIA NO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

A IMPORTÂNCIA DA METROLOGIA NO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE A IMPORTÂNCIA DA METROLOGIA NO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE ESTE MATERIAL É EXCLUSIVO PARA USO EM TREINAMENTOS / CURSOS DA ESTATICA. CÓPIAS SOMENTE COM AUTORIZAÇÃO DO AUTOR. METROLOGIA Ciência da medição

Leia mais

PROTOCOLO DO 5º PROGRAMA DE ENSAIOS DE PROFICIÊNCIA COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL ÁREA: CALIBRAÇÃO GRANDEZA: MASSA

PROTOCOLO DO 5º PROGRAMA DE ENSAIOS DE PROFICIÊNCIA COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL ÁREA: CALIBRAÇÃO GRANDEZA: MASSA PROTOCOLO DO 5º PROGRAMA DE ENSAIOS DE PROFICIÊNCIA COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL ÁREA: CALIBRAÇÃO GRANDEZA: MASSA Revisão 00-11 de outubro 2011 Fol. 1 de 11 INTRODUÇÃO A SETTING CALIBRATION LABORATORIES

Leia mais

COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL EM ENSAIOS BIOLÓGICOS: ÁREA DE SAÚDE ANIMAL, DIAGNÓSTICO DE ANEMIA INFECCIOSA EQUINA

COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL EM ENSAIOS BIOLÓGICOS: ÁREA DE SAÚDE ANIMAL, DIAGNÓSTICO DE ANEMIA INFECCIOSA EQUINA COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL EM ENSAIOS BIOLÓGICOS: ÁREA DE SAÚDE ANIMAL, DIAGNÓSTICO DE ANEMIA INFECCIOSA EQUINA Programa PEP REDE 1302 Rodada 019/2015 (Instruções aos Participantes, atualizado 20/08/2015)

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE-UFRN PROGRAMA DE RECURSOS HUMANOS DA ANP-PRH 43 ENGENHARIA DE PETRÓLEO RELATÓRIO FINAL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE-UFRN PROGRAMA DE RECURSOS HUMANOS DA ANP-PRH 43 ENGENHARIA DE PETRÓLEO RELATÓRIO FINAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE-UFRN PROGRAMA DE RECURSOS HUMANOS DA ANP-PRH 43 ENGENHARIA DE PETRÓLEO RELATÓRIO FINAL Metodologia para Implantação de Sistema de Gestão da Qualidade em Laboratórios

Leia mais

Portaria nº 457, de 01 de dezembro de 2010.

Portaria nº 457, de 01 de dezembro de 2010. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, NORMALIZAÇÃO E QUALIDADE INDUSTRIAL-INMETRO Portaria nº 457, de 01 de dezembro de

Leia mais

O Processo de Diagnóstico das Coleções de Microrganismos da Embrapa com relação à Norma ABNT NBR ISO/IEC 17025

O Processo de Diagnóstico das Coleções de Microrganismos da Embrapa com relação à Norma ABNT NBR ISO/IEC 17025 O Processo de Diagnóstico das Coleções de Microrganismos da Embrapa com relação à Norma ABNT NBR ISO/IEC 17025 Luzia Helena Corrêa Lima, Clarissa Silva Pires de Castro, Marise Ventura Coutinho, Heloísa

Leia mais

PROGRAMA DE ENSAIOS DE PROFICIÊNCIA EM BIODIESEL

PROGRAMA DE ENSAIOS DE PROFICIÊNCIA EM BIODIESEL ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ PROGRAMA DE ENSAIOS

Leia mais

PROGRAMA DE COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL EM CALIBRAÇÃO DE PESOS PADRÃO

PROGRAMA DE COMPARAÇÃO INTERLABORATORIAL EM CALIBRAÇÃO DE PESOS PADRÃO ------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------ PROGRAMA DE COMPARAÇÃO

Leia mais

Portaria n.º 162, de 05 de abril de 2012.

Portaria n.º 162, de 05 de abril de 2012. Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA INMETRO Portaria n.º 162, de 05 de abril de 2012. O Presidente

Leia mais

SUMÁRIO 1. HISTÓRICO DE MUDANÇAS...2 2. ESCOPO...3 3. MANUTENÇÃO...3 4. REFERÊNCIAS NORMATIVAS...3 5. DEFINIÇÕES...3

SUMÁRIO 1. HISTÓRICO DE MUDANÇAS...2 2. ESCOPO...3 3. MANUTENÇÃO...3 4. REFERÊNCIAS NORMATIVAS...3 5. DEFINIÇÕES...3 Página 1 de 21 SUMÁRIO 1. HISTÓRICO DE MUDANÇAS...2 2. ESCOPO...3 3. MANUTENÇÃO...3 4. REFERÊNCIAS NORMATIVAS...3 5. DEFINIÇÕES...3 6. QUALIFICAÇÃO DA EQUIPE DE AUDITORES...4 7. CONDIÇÕES GERAIS...4 8.

Leia mais