SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA"

Transcrição

1 RESOLUÇÃO N o 06/2014, DO CONSELHO DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO Altera as regras para o reconhecimento de diplomas de mestrado e doutorado e de certificados de especialização, obtidos no estrangeiro. O CONSELHO DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO DA, no uso das competências que lhe são conferidas pelo art. 18 do seu Estatuto, em reunião realizada aos 21 dias do mês de maio do ano de 2014, tendo em vista a aprovação do Parecer n o 01/2014 de um de seus membros, e CONSIDERANDO a necessidade de atualizar as normas referentes ao reconhecimento de diplomas e certificados de cursos de pós-graduação expedidos por estabelecimentos estrangeiros de ensino superior; e ainda, CONSIDERANDO o disposto no 3 o do art. 48 da Lei n o 9.394/96, o prescrito no art. 4 o da Resolução n o 01/2001, da CES/CNE, modificada pela Resolução n o 6/2009, da CES/CNE, e o Parecer CNE/CES n o 106/2007, que dispõem sobre o reconhecimento de diplomas e certificados de cursos de pósgraduação expedidos por estabelecimentos estrangeiros superiores, R E S O L V E: CAPÍTULO I DO RECONHECIMENTO DE DIPLOMAS DE MESTRADO E DOUTORADO Art. 1 o Esta Resolução trata do processo de reconhecimento de diplomas de doutorado e mestrado e de certificados de conclusão de especialização obtidos no estrangeiro. Art. 2 o A declaração de validade nacional de Diplomas de Mestrado (acadêmico e profissional) e de Doutorado obtidos no estrangeiro, e dos certificados de especialização obtidos no estrangeiro, dependerá de reconhecimento realizado pelo Conselho de Pesquisa e Pós-graduação, com a participação dos Programas de Pós-graduação e órgãos fracionários previstos nesta Resolução, nos termos do art. 48 da Lei n o 9.394, de Art. 3 o O reconhecimento dos diplomas e certificados estrangeiros será possível desde que atendidas cumulativamente as seguintes exigências: I - correspondência com os títulos ou habilitações conferidas por instituições brasileiras do Sistema Nacional de Pós-graduação; II - equivalência com os títulos ou habilitações conferidas por instituições brasileiras do Sistema Nacional de Pós-graduação, abrangendo áreas congêneres, similares ou afins aos que são oferecidos no País; III - existência de programa na Universidade Federal de Uberlândia (UFU) na mesma área de conhecimento, em nível equivalente ou superior àquele de origem do diploma; IV - cadastramento da instituição ou programa de emissão do diploma no sistema de registro de instituições estrangeiras da UFU; V - comprovação de domínio linguístico, de acordo com as exigências de componentes curriculares do mestrado e do doutorado da UFU; 1 de 15

2 VI - comprovação de elaboração e defesa de dissertação ou de tese, ou de trabalho conclusivo do mestrado profissional, com sessão pública de julgamento. Seção I Da equivalência Art. 4º A equivalência será apreciada pelas autoridades definidas nesta Resolução e envolverá os seguintes aspectos: I - realização de curso acadêmico ou profissional que comprove similitude com os cursos de mestrado e doutorado existentes no país e na UFU; II - realização de créditos ou fluxo de pesquisas ou atividades que comprovem a similitude com os cursos de mestrado e doutorado existentes no país e na UFU; III - comprovação de que o curso de origem envolva o conjunto de atividades necessário à configuração de algo similar às exigências dos cursos de mestrado e doutorado existentes no país e na UFU; IV - comprovação de dedicação e emprego de tempo necessário à realização de programas em similitude àqueles existentes no país e na UFU; V - apresentação de trabalho de conclusão que comprove a qualidade da pesquisa e que tenha sofrido o escrutínio de banca especialmente designada para tal finalidade; e VI - demonstração de que houve, além da produção de trabalho de conclusão, de produtos, trabalhos ou envolvimento em projetos de pesquisa e demais atividades similares àquelas existentes e exigidas nos cursos de mestrado e de doutorado no Brasil e na UFU. 1 o Não é exigida a identidade entre os títulos apresentados pelos interessados e os conferidos no Brasil, quanto aos currículos, carga horária e programas. 2 o Nos pedidos de reconhecimento de títulos que envolvam atividades não presenciais estas deverão ser minuciosamente retratadas e descritas no cadastramento da instituição e no pedido do interessado. CAPÍTULO II DAS AUTORIDADES ENVOLVIDAS NO PROCESSO DE RECONHECIMENTO Art. 5 o O processo de reconhecimento de diplomas de mestrado e de doutorado emitidos no estrangeiro envolverá as seguintes autoridades: I - a Secretaria-geral da Reitoria (SEGER); II - o Presidente do Conselho de Pesquisa e de Pós-graduação; III - a Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-graduação (PROPP); IV - a Comissão de cadastramento institucional; V - o Programa de Pós-graduação da área afeta ao pedido; VI - a Comissão de Avaliação de pedido indicada pelo Programa; e VII - o Conselho de Pesquisa e de Pós-graduação (CONPEP). 2 de 15

3 Art. 6 o O Setor de Protocolo (SEPRO) da Reitoria é o órgão que receberá os pedidos de cadastramento de instituições e de reconhecimento de acordo com as exigências dos arts. 14 e 17 e o encaminhará à SEGER para a atuação do processo. Art. 7 o O Presidente do Conselho de Pesquisa e Pós-graduação é a autoridade que instaura o processo de credenciamento institucional e de reconhecimento de diplomas, e a autoridade competente para determinar as reuniões de apreciação dos pedidos e a inclusão nas pautas de sessões. Art. 8 o A Pró-Reitoria de Pesquisa e Pós-graduação é o órgão responsável pela análise preliminar dos pedidos de cadastramento e de reconhecimento, podendo adotar as medidas necessárias ao saneamento do processo. Art. 9 o A Comissão de cadastramento institucional é o órgão formado em composição paritária às nove grandes áreas de conhecimento e é responsável pelo cadastramento de instituições no sistema de reconhecimento de diplomas, de acordo com as exigências dos arts 12 ao 16. Art. 10. Os programas de pós-graduação e as Comissões de avaliação de pedido de reconhecimento são os órgãos responsáveis pela análise meritória e de conteúdo dos pedidos de reconhecimento de diplomas. Art. 11. O Conselho de Pesquisa e Pós-graduação é órgão de decisão sobre os pedidos de cadastramento institucional e de reconhecimento de diplomas. CAPÍTULO III DO CADASTRAMENTO INSTITUCIONAL E DOS PEDIDOS DE RECONHECIMENTO NO SISTEMA DE RECONHECIMENTO DE DIPLOMAS DA UFU Seção I Do cadastramento Institucional Art. 12. O cadastramento institucional é o ato necessário e condição para que sejam analisados os pedidos de reconhecimento de diplomas. Art. 13. O processo de cadastramento institucional será realizado uma vez ao ano, obedecendose ao seguinte cronograma: I - os pedidos de cadastramento serão protocolados no mês de janeiro no SEPRO, endereçados ao Presidente do CONPEP; e II - o CONPEP definirá, na primeira reunião de cada ano, o cronograma para apreciação dos pedidos de que trata o parágrafo anterior. Art. 14. Qualquer interessado, pessoa física ou jurídica, poderá peticionar solicitando o cadastramento, ou alterações de cadastramento, de instituições no sistema de reconhecimento de diplomas da UFU, com o pedido sendo instruído com os seguintes documentos: I - documentos identificadores da instituição: a) do local ou dos locais onde está sediada; b) da história da instituição; 3 de 15

4 c) das diversas atividades de pesquisa da instituição, inclusive os centros, unidades ou áreas de excelência da instituição; d) da natureza pública, privada ou confessional da instituição; e) da existência de documentos de direito internacional com o país de origem do programa/curso; e f) da existência de convênios ou acordos com a UFU; II - documentos identificadores e circunstanciados dos cursos ou programas da instituição que deseja incluir: a) com minuciosa descrição das atividades desenvolvidas no programa/curso, incluindo atividades ou créditos, pesquisas, trabalhos e produções realizadas; b) do título atribuído no programa/curso; c) dos períodos exigidos para a realização das atividades, inclusive o período de duração; d) das possíveis atividades não presenciais; e) da forma de defesa e conclusão, e das formas de composição dos Tribunais ou bancas; f) da forma de realização da progressão do curso/programa, inclusive dos históricos ou ementas; g) dos aspectos metodológicos e de conteúdo exigidos nos trabalhos conclusivos; h) necessidade, ou não, de pagamento pelo curso; i) da língua ou das línguas de oferta do curso/programa, da exigência de domínio linguístico e da língua exigida para a redação do trabalho conclusivo; e j) dos programas ou cursos da UFU que tenham equivalência com os cursos ou programas que se quer cadastrar; e III - requerimento de cadastramento de instituição para o sistema de reconhecimento de diploma e de certificados de pós-graduação obtidos em instituições estrangeiras (Anexo I desta Resolução). 1 o Em casos de pedidos da mesma instituição patrocinados por diferentes interessados, o Presidente da Comissão os reunirá para a apreciação conjunta. 2 o O Presidente poderá solicitar documentos complementares para esclarecimentos adicionais do pedido, bem como solicitar pareceres externos sobre a matéria. Art. 15. O pedido será instruído com o formulário próprio constante do Anexo I desta Resolução e deverá vir acompanhado de cópia impressa e de registro eletrônico de todos os documentos listados. 1 o A PROPP receberá vista prévia dos pedidos para que emita parecer sobre a matéria. 2 o Os pedidos de cadastramento que apresentem cursos/programas que não tenham equivalentes ou de mesmo nível na UFU serão liminarmente indeferidos pela PROPP, dispensando-se a manifestação do CONPEP ou da Comissão. Art. 16. A Comissão reunir-se-á e analisará os pedidos de cadastramento e emitirá parecer sobre o enquadramento, ou não, da instituição no sistema de reconhecimento da UFU, utilizando-se dos documentos listados nos artigos anteriores. 4 de 15

5 1 o O parecer da Comissão envolverá a análise da instituição de origem, verificando se atende aos padrões qualitativos e quantitativos exigidos pelo Sistema Brasileiro de Pós-graduação e pelas exigências dos programas de pós-graduação da UFU. 2 o O parecer da Comissão indicará os programas que receberão o status de cadastrados e aqueles não recomendados ao sistema de cadastramento. 3 o O parecer será encaminhado ao Presidente do CONPEP, que nomeará relator para a matéria. 4 o O Presidente da Comissão ou um de seus membros deverá comparecer à reunião do CONPEP que deliberará sobre a matéria. 5 o O CONPEP produzirá decisão administrativa das instituições cadastradas e será divulgada lista dos programas cadastrados que deverão ter o nome publicado no sítio eletrônico da PROPP. Seção II Dos pedidos de reconhecimento de diplomas de mestrado e de doutorado Art. 17. O pedido de reconhecimento de diplomas expedidos por instituições estrangeiras será instruído com o formulário próprio constante do Anexo II desta Resolução, e deverá vir acompanhado de cópia impressa e registro eletrônico de todos os documentos listados: I - cópia, com alto grau de legibilidade, do diploma de mestrado ou doutorado, em que constem os carimbos ou selos da Embaixada ou Autoridade Consular Brasileira, a qual será conferida e autenticada pelo SEPRO, em confronto com o original; II - histórico escolar ou equivalente e ementas ou programas das disciplinas cursadas, além do detalhamento e comprovação de todas as atividades de pesquisa e produções, ou produtos, realizados durante o curso/programa; III - documento fornecido pela instituição outorgante do título, que contenha descrição dos requisitos para a obtenção deste, com indicação da duração e das características do curso; IV - cópia da dissertação, tese, monografia, ou do trabalho de conclusão do curso ou equivalente, conforme o nível acadêmico do título obtido; V - ata da defesa pública com os nomes e currículo dos professores que compuseram a banca; VI - cópia do Registro Civil, Identidade e do diploma de graduação brasileiro, ou estrangeiro; VII - comprovação de domínio linguístico, em um idioma estrangeiro, para os casos do título de mestrado, e em dois idiomas estrangeiros, para os casos do título de doutorado; VIII - demonstração de que o programa/curso encontra-se cadastrado no sistema de reconhecimento da UFU; e IX - requerimento de reconhecimento de diploma de pós-graduação obtido em instituição estrangeira (Anexo II desta Resolução). 1 o No caso de diplomas obtidos a partir de cursos realizados sem a exigência de créditos formais em disciplinas, o interessado deverá instruir o processo com dados referentes à duração e características gerais do curso fornecidas pela própria instituição. 2 o Nos casos de diplomas ou certificados emitidos por países com os quais o Brasil possua acordos que contemplem matéria de pós-graduação, em vigor à época da solicitação, inclusive os casos de dispensa de autenticação por órgão consular ou de acreditação recíproca, serão observados 5 de 15

6 os direitos, as regras e as instruções estabelecidas para a matéria, devendo os requerentes apresentar os documentos alusivos a esta hipótese. 3 o Aos refugiados de guerra, assim declarados legalmente, admitir-se-á, para os efeitos previstos nesta Resolução, qualquer meio da prova documental prevista na lei civil, na hipótese de o requerente não possuir a documentação acadêmica arrolada no art. 17, supra, sendo vedada a cobrança de taxas aos incluídos nesta condição, nos termos do art. 22 do Estatuto dos Refugiados. 4 o Somente se exigirá tradução dos documentos previstos neste artigo se houver manifestação fundamentada das autoridades envolvidas no processo, notadamente naqueles casos em que envolva idiomas nos quais não haja professores ou servidores na UFU com domínio linguístico bastante à comprovação da documentação. 5º As autenticações necessárias serão efetuadas pelas autoridades administrativas envolvidas no processo, no recebimento dos documentos, bastando ao interessado apresentar o original e a cópia, não se podendo exigir, exceto nas hipóteses do inciso I, autenticações notariais ou de outra natureza. 6 o Os servidores ocupantes de cargos efetivos da Instituição, afastados conforme o disposto nas normas da UFU ou previamente avaliados por comissões desta Instituição, e que cumpriram todos seus requisitos, deverão apresentar apenas a documentação descrita nos incisos I e IV, supra. 7 o A taxa de expediente correspondente aos serviços tratados neste documento será definida em Resolução do Conselho Diretor da UFU, devendo o requisitante apresentar o comprovante de recolhimento ou de isenção, junto à solicitação. 8 o Atendendo às determinações da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES) sobre a oferta de vagas e aos índices de produção recomendados por este órgão, em cursos de mestrado e de doutorado, os pedidos de reconhecimento de diplomas por cada curso não poderão exceder, no ano base, à décima parte das dissertações ou teses defendidas no ano base anterior. 9 o Havendo solicitações em quantidade superior ao previsto no parágrafo anterior, atender-seão aos pedidos na ordem cronológica de protocolo, sendo indeferidos liminarmente os pedidos que ultrapassarem o limite do parágrafo anterior. 10. O acompanhamento do número de defesas ocorridas no ano base anterior, por programas/cursos, e o número de diplomas reconhecidos no ano corrente será divulgado mensalmente pela PROPP no seu sítio eletrônico. Subseção I Da manifestação da PROPP e da nomeação da Comissão de avaliação de pedido de reconhecimento de diploma Art. 18. A PROPP receberá vista prévia dos pedidos para que emita parecer sobre a matéria. 1 o Após a manifestação inicial da PROPP, esta autoridade enviará cópia eletrônica do parecer e solicitará à Coordenação do Programa, também por via eletrônica, a indicação de três professores com titulação igual ou superior ao título em julgamento para a análise do pedido e, recebida a indicação, comunicará ao Presidente do CONPEP que editará Portaria nomeando os indicados para a composição da Comissão. 2 o A Comissão Examinadora a que se refere o parágrafo anterior será composta por três docentes, com titulação igual ou superior ao título em julgamento, e que possuam identificação científica em área equivalente ou correlata ao curso realizado. 6 de 15

7 3 o O Coordenador do Programa, instado a se manifestar pela Diretoria de Pós-graduação quanto aos nomes dos docentes que comporão a Comissão Examinadora, poderá, ante a eventual interdisciplinaridade verificada neste momento, solicitar a nomeação de docente(s) pertencente(s) a outro(s) Programa(s) de Pós-graduação da Instituição. 4 o A Portaria será encaminhada à PROPP que enviará os autos com a Portaria à Comissão. 5 o As cópias eletrônicas serão impressas e encaminhadas à SEGER, com os autos, finda a análise pela Comissão de Avaliação de pedido de reconhecimento. 6 o Os pedidos de reconhecimento de cursos/programas que não tenham equivalentes ou de mesmo nível na UFU, ou que não apresentem a comprovação de inclusão no sistema de cadastramento, serão liminarmente indeferidos pela PROPP, dispensando-se a manifestação do CONPEP ou da Comissão. Subseção II Do parecer da Comissão de avaliação de pedido de reconhecimento Art. 19. A comissão reunir-se-á e analisará os pedidos e emitirá parecer, em até 15 dias após o recebimento dos autos, sobre o reconhecimento, ou não, do diploma, utilizando-se dos documentos listados nos artigos anteriores. 1 o O parecer da Comissão envolverá a análise do fluxo do curso ou programa realizado pelo requerente, e do trabalho de conclusão, verificando se atende aos padrões qualitativos e quantitativos exigidos pelo Sistema Brasileiro de Pós-graduação e pelas exigências dos programas de pós-graduação da UFU, de acordo com as exigências dos arts. 3º, 4 o e 17 desta Resolução. 2 o Quando surgirem dúvidas sobre a real equivalência dos estudos realizados no exterior aos correspondentes nacionais ou dúvidas quanto ao mérito acadêmico do curso, poderá a Comissão valer-se de consultor ad hoc ou determinar que o candidato seja submetido a exames e provas, destinados à caracterização dessa equivalência e prestados em língua portuguesa. 3 o O parecer será encaminhado à PROPP que, vista a regularidade do processo, o encaminhará ao Presidente do CONPEP. 4 o A PROPP encaminhará os autos à SEGER para as providências formais e, logo após, ao Presidente do CONPEP que indicará relator para a matéria. Subseção III Da decisão do CONPEP Art. 20. O relator produzirá parecer, produzindo relato simplificado dispensando-se nova análise sobre a instituição cadastrada, mas com a análise de todas as exigências constantes desta Resolução sobre o pedido específico, verificando os vários aspectos qualitativos e quantitativos do programa/curso, desde o fluxo do curso e da pesquisa desenvolvida, bem como da qualidade do trabalho conclusivo. Parágrafo único. Na fundamentação do parecer há a necessidade de menção clara aos elementos manifestados pelo deferimento ou indeferimento, produzidos pela Comissão, acolhendo-o, ou não, e, ao final, o parecer deve ter a recomendação de decisão pelo reconhecimento, ou não, do diploma. Art. 21. A decisão administrativa do Conselho de Pesquisa e Pós-graduação será produzida com a análise de todas as exigências constantes desta Resolução, envolvendo tanto a instituição cadastrada 7 de 15

8 como o pedido específico, analisando os vários aspectos qualitativos e quantitativos do programa/curso, desde o fluxo do curso e da pesquisa desenvolvida, bem como da qualidade do trabalho conclusivo.. Subseção IV Do processo simplificado de reconhecimento de certificados de especialização Art. 22. Os pedidos de reconhecimento de certificados de especialização não dependem do cadastramento das instituições previsto no art. 13. Art. 23. O pedido de reconhecimento de certificados de especialização será instruído com o formulário próprio constante do Anexo III desta Resolução, e deverá vir acompanhado de cópia impressa e registro eletrônico de todos os documentos listados: I - cópia, com alto grau de legibilidade, do certificado, com os selos e carimbos da Embaixada ou Autoridade Consular Brasileira, a qual será conferida e autenticada pelo SEPRO, em confronto com o original; II - histórico escolar ou equivalente e ementas ou programas das disciplinas cursadas, além do detalhamento e comprovação de todas as atividades e produções, ou produtos, realizados durante o curso/programa; III - documento fornecido pela instituição outorgante do título, que contenha descrição dos requisitos para a obtenção deste, com indicação da duração e das características do curso; IV - cópia do trabalho de conclusão do curso ou equivalente, conforme o nível acadêmico do título obtido; V - cópia do Registro Civil, Identidade e do diploma de graduação brasileiro, ou estrangeiro; e VI - requerimento de reconhecimento de certificado de pós-graduação obtido em instituição estrangeira (Anexo III desta Resolução). Art. 24. A PROPP receberá vista prévia dos pedidos para que emita parecer sobre a matéria. 1 o Após a manifestação inicial da PROPP, esta autoridade enviará os autos à Direção da Unidade para que, por Portaria, nomeie três professores que farão a análise do pedido. 2 o A Comissão Examinadora a que se refere o parágrafo anterior será composta por três docentes, com titulação igual ou superior ao título em julgamento, e que possuam identificação científica em área equivalente ou correlata ao curso realizado. 3 o Feita a análise e produzido o parecer, a Direção da Unidade enviará os autos à SEGER. 4 o A SEGER tomará as providências formais e, logo após, enviará ao Presidente do CONPEP que indicará relator para a matéria. 5 o O relator produzirá parecer e submeterá ao CONPEP que decidirá pelo reconhecimento, ou não, do certificado. Art. 25. Nos casos em que houver o indeferimento dos pedidos de reconhecimento de diplomas de doutorado ou de mestrado, poderá o interessado requerer a conversão do pedido em reconhecimento de certificado de especialista. 1 o Nas hipóteses do caput, o interessado protocolará o pedido nos próprios autos originais. 8 de 15

9 2 o A PROPP se manifestará sobre o pedido de conversão e, sendo possível a análise com os documentos constantes, dispensará os procedimentos previstos no artigo anterior, enviando à SEGER para que o relator original se pronuncie sobre a conversão, submetendo-a à apreciação do CONPEP. 3 o Não havendo os elementos suficientes, o processo será enviado à Direção da Unidade como previsto no artigo anterior. CAPÍTULO IV DISPOSIÇÕES FINAIS Art. 26. Concluído o processo de reconhecimento, o original do diploma ou do certificado e os documentos previstos nos arts. 17 e 23 serão apresentados à Diretoria de Administração e Controle Acadêmico (DIRAC) para os atos e os procedimentos próprios ao registro da apostila a ser assinada pelo Reitor. Art. 27. Os casos omissos serão analisados pelo Conselho de Pesquisa e Pós-graduação. Art. 28. Em caráter excepcional, no ano de 2014, a Comissão de cadastramento prevista nesta Resolução abrirá processo no mês de julho, e o CONPEP apreciará a matéria no mês de agosto. Art. 29. A PROPP emitirá Portaria com os modelos de formulários de pareceres para o cadastramento de instituições e o reconhecimento de diplomas. Art. 30. Esta Resolução entra em vigor nesta data, revogando-se as disposições Resolução n o 02/2010, deste Conselho. Uberlândia, 21 de maio de EDUARDO NUNES GUIMARÃES Vice-Presidente no exercício do cargo de Presidente 9 de 15

10 ANEXO I DA RESOLUÇÃO N o 06/2014, DO CONSELHO DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO Universidade Federal de Uberlândia Conselho de Pesquisa e Pós-graduação REQUERIMENTO DE CADASTRAMENTO DE INSTITUIÇÃO PARA O SISTEMA DE RECONHECIMENTO DE DIPLOMA E DE CERTIFICADOS DE PÓS-GRADUAÇÃO OBTIDOS EM INSTITUIÇÕES ESTRANGEIRAS PESSOA FÍSICA/JURÍDICA: PAÍS ONDE ESTÁ SEDIADA: ENDEREÇO PRINCIPAL: DADOS PARA CONTATO TELEFÔNICO/ELETRÔNICO: SÍTIO ELETRÔNICO: PROGRAMAS/CURSOS PARA OS QUAIS PRETENDE O CADASTRAMENTO: (listar todos com esclarecimento se Mestrado, Doutorado, ou Mestrado/Doutorado): Nome do requerente: Nacionalidade: CPF do peticionante/cnpj: Residente/estabelecido: N o Complemento: Bairro: Cidade: CEP: Estado: Fone residencial: Fone comercial: Celular: Vem requerer o cadastramento da instituição acima indicada no sistema de reconhecimento de diplomas obtidos no estrangeiro, juntando os documentos discriminados abaixo neste requerimento. Uberlândia, de de. Assinatura do requerente 10 de 15

11 Relação dos documentos a serem anexados ao processo de reconhecimento (check-list): Documentos identificadores da instituição: ( ) Do local ou dos locais onde está sediada; ( ) Da história da instituição; ( ) Das diversas atividades de pesquisa da instituição, inclusive os centros, unidades ou áreas de excelência da instituição; ( ) Da natureza pública, privada ou confessional da instituição; (...) Da existência de documentos de direito internacional com o pais de origem do programa/curso; ( ) Da existência de convênios ou acordos com a UFU; Documentos identificadores e circunstanciados dos cursos ou programas da instituição que deseja incluir: ( ) Com minuciosa descrição das atividades desenvolvidas no programa/curso, incluindo atividades ou créditos, pesquisas, trabalhos e produções realizadas; ( ) Do título atribuído no programa/curso; ( ) Dos períodos exigidos para a realização das atividades, inclusive o período de duração; ( ) Das possíveis atividades não presenciais; ( ) Da forma de defesa e conclusão, e das formas de composição dos Tribunais ou bancas; ( ) Da forma de realização da progressão do curso/programa, inclusive dos históricos ou ementas; ( ) Dos aspectos metodológicos e de conteúdo exigidos nos trabalhos conclusivos; ( ) Necessidade, ou não, de pagamento pelo curso; ( ) Da língua ou das línguas de oferta do curso/programa, da exigência de domínio linguístico e da língua exigida para a redação do trabalho conclusivo; ( ) Dos programas ou cursos da UFU que tenham equivalência com os cursos ou programas que se quer cadastrar; ( ) Requerimento de cadastramento de instituição para o sistema de reconhecimento de diplomas e de certificados de pós-graduação obtidos em instituições estrangeiras. Recebido por: em / / 11 de 15

12 ANEXO II DA RESOLUÇÃO N o 06/2014, DO CONSELHO DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO Universidade Federal de Uberlândia Conselho de Pesquisa e Pós-graduação Requerimento de reconhecimento de diploma de pós-graduação obtido em instituição estrangeira Eu: Nacionalidade: CPF: Residente à Rua: N o : Complemento: Bairro: Cidade: CEP: Estado: Fone residencial: Fone comercial: Celular: tendo obtido o título de ( ) Doutor ( ) Mestre em: (título original) na Instituição: situada na cidade de: País: venho, mui respeitosamente, requerer o reconhecimento do diploma/certificado na área de: juntado os documentos discriminados abaixo neste requerimento. Uberlândia, de de. Assinatura do requerente 12 de 15

13 Relação dos documentos a serem anexados ao processo de reconhecimento (check-list): ( ) Cópia, com alto grau de legibilidade, do diploma de mestrado ou doutorado, em que constem os carimbos ou selos da Embaixada ou Autoridade Consular Brasileira, a qual será conferida e autenticada pelo SEPRO, em confronto com o original; ( ) Histórico escolar ou equivalente e ementas ou programas das disciplinas cursadas, além do detalhamento e comprovação de todas as atividades de pesquisa e produções, ou produtos, realizados durante o curso/programa; ( ) Documento fornecido pela instituição outorgante do título, que contenha descrição dos requisitos para a obtenção deste, com indicação da duração e das características do curso; ( ) Cópia da dissertação, tese, monografia, ou do trabalho de conclusão do curso ou equivalente, conforme o nível acadêmico do título obtido; ( ) Ata da defesa pública com os nomes e curricula dos professores que compuseram a banca; ( ) Cópia do Registro Civil, Identidade e do diploma de graduação brasileiro, ou estrangeiro; ( ) Comprovação de domínio linguístico, em 1 idioma estrangeiro, para os casos do título de mestrado, em 2 idiomas estrangeiros, para os casos do título de doutorado; ( ) Demonstração de que o programa/curso encontra-se cadastrado no sistema de reconhecimento da UFU; ( ) Requerimento de reconhecimento de certificado obtido em instituição estrangeira. Recebido por: em / / 13 de 15

14 ANEXO III DA RESOLUÇÃO N o 06/2014, DO CONSELHO DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO Universidade Federal de Uberlândia Conselho de Pesquisa e Pós-graduação REQUERIMENTO DE RECONHECIMENTO DE CERTIFICADO DE PÓS-GRADUAÇÃO (ESPECIALIZAÇÃO) OBTIDO EM INSTITUIÇÃO ESTRANGEIRA Eu: Nacionalidade: CPF: Residente à Rua: N o : Complemento: Bairro: Cidade: CEP: Estado: Fone residencial: Fone comercial: Celular: tendo obtido o título de Especialista em (título original) na Instituição: situada na cidade de: País: venho, mui respeitosamente, requerer o reconhecimento do diploma/certificado na área de: juntando os documentos discriminados abaixo neste requerimento. Uberlândia, de de. Assinatura do requerente 14 de 15

15 Relação dos documentos a serem anexados ao processo de reconhecimento (check-list): ( ) Cópia, com alto grau de legibilidade, do certificado com os selos e carimbos da Embaixada ou Autoridade Consular Brasileira, a qual será conferida e autenticada pelo SEPRO, em confronto com o original; ( ) Histórico escolar ou equivalente e ementas ou programas das disciplinas cursadas, além do detalhamento e comprovação de todas as atividades e produções, ou produtos, realizados durante o curso/programa; ( ) Documento fornecido pela instituição outorgante do título, que contenha descrição dos requisitos para a obtenção deste, com indicação da duração e das características do curso; ( ) Cópia do trabalho de conclusão do curso ou equivalente, conforme o nível acadêmico do título obtido; ( ) Cópia do Registro Civil, Identidade e do diploma de graduação brasileiro, ou estrangeiro; ( ) Requerimento de reconhecimento de certificado obtido em instituição estrangeira. Recebido por: em / / 15 de 15

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 54/2007 Altera dispositivos que menciona da Resolução nº 06/2000 do CONSEPE, que institui novos procedimentos

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 156/2011-CEPE, DE 4 DE AGOSTO DE 2011.

RESOLUÇÃO Nº 156/2011-CEPE, DE 4 DE AGOSTO DE 2011. RESOLUÇÃO Nº 156/2011-CEPE, DE 4 DE AGOSTO DE 2011. Normas para revalidação de diplomas de graduação e de pós-graduação stricto sensu expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras. O CONSELHO

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO CONSELHO SUPERIOR

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO CONSELHO SUPERIOR SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE PERNAMBUCO CONSELHO SUPERIOR RESOLUÇÃO Nº 32/2013 Dispõe sobre Revalidação de Diplomas e Certificados

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº. 030/2011-CONSUNIV DISPÕE sobre revalidação de diplomas de cursos de graduação

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº. 030/2011-CONSUNIV DISPÕE sobre revalidação de diplomas de cursos de graduação UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº. 030/2011-CONSUNIV DISPÕE sobre revalidação de diplomas de cursos de graduação expedidos por estabelecimentos estrangeiros de ensino

Leia mais

EDITAL DE REVALIDAÇÃO DE DIPLOMAS PÓS-GRADUAÇÃO

EDITAL DE REVALIDAÇÃO DE DIPLOMAS PÓS-GRADUAÇÃO COORDENADORIA DE ASSUNTOS E REGISTROS ACADÊMICOS GERÊNCIA DE REGISTROS ACADÊMICOS RUA JOSÉ LOURENÇO KELMER, S/N - CAMPUS UNIVERSITÁRIO JUIZ DE FORA MG - CEP 36036-330 - TEL. (032)2102-3737 - FAX (032)

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 69, DE 30 DE JANEIRO DE 2014

RESOLUÇÃO Nº 69, DE 30 DE JANEIRO DE 2014 RESOLUÇÃO Nº 69, DE 30 DE JANEIRO DE 2014 O CONSELHO UNIVERSITÁRIO da Universidade Federal do Pampa, em sua 49ª Reunião Ordinária, realizada no dia 30 de janeiro de 2014, de acordo com a proposta da Comissão

Leia mais

RESOLUÇÃO CEPE Nº 085, DE 16 DE AGOSTO DE 2005.

RESOLUÇÃO CEPE Nº 085, DE 16 DE AGOSTO DE 2005. RESOLUÇÃO CEPE Nº 085, DE 16 DE AGOSTO DE 2005. REGULAMENTA REVALIDAÇÃO DE DIPLOMAS/CERTIFICADOS DE PÓS-GRADUAÇÃO, EXPEDIDOS POR ESTABELECIMENTOS ESTRANGEIROS DE ENSINO SUPERIOR. O CONSELHO DE ENSINO,

Leia mais

DELIBERAÇÃO CONSEP Nº 238/2011

DELIBERAÇÃO CONSEP Nº 238/2011 DELIBERAÇÃO CONSEP Nº 238/2011 Dispõe sobre as Normas para Revalidação de Diplomas obtidos no exterior, na Universidade de Taubaté. O CONSELHO DE ENSINO E PESQUISA, na conformidade do Processo n o PRG-054/11,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA COMISSÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02/2010/CPG

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA COMISSÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02/2010/CPG INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02/2010/CPG Estabelece procedimento para o reconhecimento e o registro de diploma de conclusão de curso de Pós-Graduação expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras.

Leia mais

REGULAMENTO DE REVALIDAÇÃO DE DIPLOMAS DE CURSOS TÉCNICOS EXPEDIDOS POR INSTITUIÇÃO DE ENSINO ESTRANGEIRA SEÇÃO I

REGULAMENTO DE REVALIDAÇÃO DE DIPLOMAS DE CURSOS TÉCNICOS EXPEDIDOS POR INSTITUIÇÃO DE ENSINO ESTRANGEIRA SEÇÃO I REGULAMENTO DE REVALIDAÇÃO DE DIPLOMAS DE CURSOS TÉCNICOS EXPEDIDOS POR INSTITUIÇÃO DE ENSINO ESTRANGEIRA SEÇÃO I DA REVALIDAÇÃO DE DIPLOMAS Art. 1º O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. UF Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO. UF Câmara de Educação Superior do Conselho Nacional de Educação PARECER HOMOLOGADO(*) (*) Despacho do Ministro, publicado no Diário Oficial da União de 07/12/2001 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADO: UF Câmara de Educação Superior do Conselho

Leia mais

Número do Documento: 1005795

Número do Documento: 1005795 Número do Documento: 1005795 Governo do Estado do Ceará Secretaria da Ciência Tecnologia e Educação Superior Universidade Estadual do Ceará UECE Secretaria dos Órgãos de Deliberação Coletiva - SODC RESOLUÇÃO

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.141, DE 25 DE MAIO DE 2011

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.141, DE 25 DE MAIO DE 2011 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO N. 4.141, DE 25 DE MAIO DE 2011 Estabelece diretrizes para o reconhecimento, pela Universidade

Leia mais

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS NORMAS PARA ACEITAÇÃO DE DIPLOMAS DE GRADUAÇÃO E PÓS- GRADUAÇÃO STRICTO SENSU E CERTIFICADOS DE CURSOS DE PÓS- GRADUAÇÃO LATO SENSU PARA FINS DE ADMISSÃO, CONTRATAÇÃO, PROMOÇÃO FUNCIONAL E INCENTIVO POR

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA RESOLUÇÃO N.º 3.210, DE 26 DE OUTUBRO DE 2004

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA RESOLUÇÃO N.º 3.210, DE 26 DE OUTUBRO DE 2004 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO E PESQUISA RESOLUÇÃO N.º 3.210, DE 26 DE OUTUBRO DE 2004 Estabelece diretrizes para a revalidação e reconhecimento, pela

Leia mais

R E S O L V E disciplinar o regime de cotutela de tese de doutorado e a consequente dupla diplomação, nos termos desta Resolução.

R E S O L V E disciplinar o regime de cotutela de tese de doutorado e a consequente dupla diplomação, nos termos desta Resolução. MEC - UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CONSELHO DE ENSINO E PESQUISA RESOLUÇÃO N.º 133/2013 EMENTA: Regulamenta o regime de cotutela de tese de doutorado entre a UFF e instituições de ensino superior estrangeiras.

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS SECRETARIA DOS CONSELHOS SUPERIORES CONSELHO COORDENADOR DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS SECRETARIA DOS CONSELHOS SUPERIORES CONSELHO COORDENADOR DO ENSINO, DA PESQUISA E DA EXTENSÃO NORMAS PARA O PROCESSO DE REVALIDAÇÃO DE DIPLOMA DE MÉDICO EMITIDO POR INSTITUIÇÕES ESTRANGEIRAS, DE CURSOS DE GRADUAÇÃO Art. 1º Os diplomas de médico emitidos por instituição estrangeira de ensino superior

Leia mais

A Câmara Superior de Pós-Graduação da Universidade Federal de Campina Grande, no uso de suas atribuições, de conformidade com a legislação em vigor, e

A Câmara Superior de Pós-Graduação da Universidade Federal de Campina Grande, no uso de suas atribuições, de conformidade com a legislação em vigor, e SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR PÓS-GRADUAÇÃO RESOLUÇÃO N o 12/2007 Dá nova redação à Resolução 10/2005 sobre os procedimentos administrativos

Leia mais

Resolução nº 283/CONSEA, de 30 de abril de 2013.

Resolução nº 283/CONSEA, de 30 de abril de 2013. Resolução nº 283/CONSEA, de 30 de abril de 2013. Fixa Normas para Afastamento de Docentes da UNIR para Realizar Cursos de Pós-Graduação (Alteração da Resolução 091/CONSEA/2005). O Conselho Superior Acadêmico

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS RESOLUÇÃO - CEPEC Nº 709

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS RESOLUÇÃO - CEPEC Nº 709 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS RESOLUÇÃO - CEPEC Nº 709 Dispõe sobre o reconhecimento de diplomas e certificados de Pós-Graduação expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras,

Leia mais

R E S O L U Ç Ã O. Esta resolução entra em vigor nesta data, revogando as disposições contrárias. Bragança Paulista, 12 de dezembro de 2012.

R E S O L U Ç Ã O. Esta resolução entra em vigor nesta data, revogando as disposições contrárias. Bragança Paulista, 12 de dezembro de 2012. RESOLUÇÃO CONSEPE 36/2012 APROVA O REGULAMENTO PARA REVALIDAÇÃO DE TÍTULOS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EXPEDIDOS POR INSTITUIÇÕES ESTRANGEIRAS PELA UNIVERSIDADE SÃO FRANCISCO USF. O Presidente do Conselho

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU CAPÍTULO I DA CONSTITUIÇÃO, NATUREZA, FINALIDADES E OBJETIVOS DOS CURSOS Art. 1. Os Cursos de Pós-Graduação Lato sensu do Instituto Federal de Rondônia

Leia mais

PROF. RAIMUNDO NONATO DA COSTA SABÓIA VILARINS Presidente do Conselho Universitário Reitor Pro Tempore da UERR

PROF. RAIMUNDO NONATO DA COSTA SABÓIA VILARINS Presidente do Conselho Universitário Reitor Pro Tempore da UERR Dispõe sobre a aprovação do Regulamento Geral da Pós Lato Sensu da Universidade Estadual de Roraima. O PRESIDENTE DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO E REITOR PRO TEMPORE DA - UERR, no uso das atribuições que lhe

Leia mais

PROJETO DE RESOLUÇÃO

PROJETO DE RESOLUÇÃO PROJETO DE RESOLUÇÃO ESTABELECE CRITÉRIOS DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PARA FINS DE PROGRESSÃO E PROMOÇÃO NA CARREIRA DO MAGISTÉRIO SUPERIOR DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO, no uso de suas atribuições

Leia mais

RESOLUÇÃO - CEPEC Nº 742

RESOLUÇÃO - CEPEC Nº 742 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS RESOLUÇÃO - CEPEC Nº 742 Aprova o Regulamento Geral dos Cursos de Pós-Graduação LATO SENSU da UFG, revogando-se a Resolução CEPEC Nº 540. O CONSELHO

Leia mais

Universidade Positivo Resolução n o 04 de 16/04/2010 Normas Acadêmicas do Stricto Sensu

Universidade Positivo Resolução n o 04 de 16/04/2010 Normas Acadêmicas do Stricto Sensu RESOLUÇÃO N o 04 de 16/04/2010 - CONSEPE Dispõe sobre as normas das atividades acadêmicas dos Programas de Pós-Graduação Stricto Sensu da Universidade Positivo. O Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão,

Leia mais

Regulamenta e estabelece normas sobre os Cursos de Extensão Universitária da Universidade de São Paulo e dá outras providências.

Regulamenta e estabelece normas sobre os Cursos de Extensão Universitária da Universidade de São Paulo e dá outras providências. RESOLUÇÃO CoCEx nº 6667, de 19 de dezembro de 2013. (D.O.E. 21.12.13) (Protocolado 11.5.2443.1.5). Regulamenta e estabelece normas sobre os Cursos de Extensão Universitária da Universidade de São Paulo

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Pró-Reitoria de Pós-Graduação

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo Pró-Reitoria de Pós-Graduação REQUERIMENTO DE RECONHECIMENTO DE TÍTULO DO EXTERIOR Eu,, nascido(a) aos (nacionalidade) (estado civil) / /, no Estado de residente a CEP - (rua/bairro/apto./nº), tel.: ( ), e-mail: (Cidade) (U.F.) tendo

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 1 de 03 de Abril de 2000

RESOLUÇÃO Nº 1 de 03 de Abril de 2000 RESOLUÇÃO Nº 1 de 03 de Abril de 2000 EMENTA: Estabelece normas para a organização e funcionamento de cursos de especialização (pósgraduação lato sensu) na Universidade. O CONSELHO COORDENADOR DE ENSINO,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 01/2011

RESOLUÇÃO Nº 01/2011 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA CONSELHO ACADÊMICO DE PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 01/2011 Aprova as Normas Complementares para Cursos de Pós-Graduação

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC REGULAMENTO DO CONCURSO PÚBLICO PARA DOCENTES TÍTULO I DO CONCURSO E DOS CANDIDATOS

UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC REGULAMENTO DO CONCURSO PÚBLICO PARA DOCENTES TÍTULO I DO CONCURSO E DOS CANDIDATOS UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC REGULAMENTO DO CONCURSO PÚBLICO PARA DOCENTES TÍTULO I DO CONCURSO E DOS CANDIDATOS Art. 1º O ingresso como docente na UNISC faz-se mediante Concurso Público de

Leia mais

EDITAL Nº 010/2014 PROGEPE IFPR PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO

EDITAL Nº 010/2014 PROGEPE IFPR PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO EDITAL Nº 010/2014 PROGEPE IFPR PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Por delegação de competência do Magnífico Reitor do Instituto Federal do Paraná - IFPR, conforme Portaria nº 87 de 03/02/2014, torno público

Leia mais

EDITAL Nº 01, de 04 de dezembro de 2014.

EDITAL Nº 01, de 04 de dezembro de 2014. EDITAL Nº 01, de 04 de dezembro de 2014. A Faculdade de Ciências Humanas (FCH), da Fundação Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD), torna público o presente Edital para abertura de inscrições,

Leia mais

Av. João Negrão, 1285, Rebouças Curitiba Paraná CEP 80230-150 Fone/Fax: (41) 3535-1662 Homepage: http://www.ifpr.edu.br

Av. João Negrão, 1285, Rebouças Curitiba Paraná CEP 80230-150 Fone/Fax: (41) 3535-1662 Homepage: http://www.ifpr.edu.br EDITAL Nº 003/2014 CÂMPUS CURITIBA IFPR PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Por delegação de competência do Magnífico Reitor do Instituto Federal do Paraná - IFPR, conforme Portaria nº 729, de 14/05/2014, torno

Leia mais

RESOLUÇÃO CsU N., DE DE DEZEMBRO DE 2015. 2. o disposto na Resolução CNE/CES n. 1, de 03 de abril de 2001 (Norma de Funcionamento da Pós-Graduação);

RESOLUÇÃO CsU N., DE DE DEZEMBRO DE 2015. 2. o disposto na Resolução CNE/CES n. 1, de 03 de abril de 2001 (Norma de Funcionamento da Pós-Graduação); RESOLUÇÃO CsU N., DE DE DEZEMBRO DE 2015 Aprova o Regulamento do processo de reconhecimento e revalidação de diplomas e certificados de conclusão de cursos de pósgraduação stricto sensu (mestrado e doutorado)

Leia mais

Ementa : Estabelece normas para o funcionamento de cursos de Pós-Graduação lato sensu na Universidade de Pernambuco

Ementa : Estabelece normas para o funcionamento de cursos de Pós-Graduação lato sensu na Universidade de Pernambuco Resolução CEPE N XXX/200 Ementa : Estabelece normas para o funcionamento de cursos de Pós-Graduação lato sensu na Universidade de Pernambuco O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão CEPE,

Leia mais

REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA TÍTULO I DISPOSIÇÕES INICIAIS

REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA TÍTULO I DISPOSIÇÕES INICIAIS REGIMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA TÍTULO I DISPOSIÇÕES INICIAIS Art. 1. O POSMEC - Programa de Pós-Graduação em Engenharia Mecânica da UFSC, em nível de Mestrado e Doutorado,

Leia mais

Aprovado no CEP em 13/01/2010, Resolução 02/2010 REGULAMENTO PARA OS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

Aprovado no CEP em 13/01/2010, Resolução 02/2010 REGULAMENTO PARA OS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE 1 Aprovado no CEP em 13/01/2010, Resolução 02/2010 REGULAMENTO PARA OS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU DA UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE PARTE I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS CAPÍTULO I DAS MODALIDADES

Leia mais

GERAL DOS CURSOS DE PÓS GRADUAÇÃO PROPe

GERAL DOS CURSOS DE PÓS GRADUAÇÃO PROPe REGULAMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS GRADUAÇÃO PROPe Sumário Título I Dos Cursos de Pós Graduação e suas finalidades...1 Título II Dos Cursos de Pós Graduação em Sentido Lato...1 Título III Dos Cursos de

Leia mais

EDITAL Nº 17, DE 13 DE FEVEREIRO DE 2015. PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO

EDITAL Nº 17, DE 13 DE FEVEREIRO DE 2015. PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO EDITAL Nº 17, DE 13 DE FEVEREIRO DE 2015. PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Por delegação de competência do Magnífico Reitor do Instituto Federal do Paraná - IFPR, conforme Portaria nº 419 de 01/07/2011,

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 32/2011

RESOLUÇÃO Nº 32/2011 RESOLUÇÃO Nº 32/2011 Regulamenta a Pós-Graduação Lato Sensu da O, da Universidade Federal de Juiz de Fora, no exercício de suas atribuições e tendo em vista o que consta do Processo 23071.014937/2010-12

Leia mais

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE

UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE NORMAS ESPECÍFICAS DA FEA SÃO PAULO I Taxas 1. Não serão cobradas taxas nos processos seletivos dos programas de pós-graduação desta Faculdade. 2. Não será cobrada dos alunos especiais taxa de matrícula

Leia mais

REGIMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC UFABC. TÍTULO I Dos Objetivos

REGIMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC UFABC. TÍTULO I Dos Objetivos Regimento REGIMENTO DOS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ABC UFABC TÍTULO I Dos Objetivos Art. 1º - As atividades dos Cursos de Pós-Graduação abrangem estudos e trabalhos de formação

Leia mais

Prof Dr. Antonio Guedes Rangel Junior

Prof Dr. Antonio Guedes Rangel Junior RESOLUÇÃO/UEPB/CONSEPE/065/2014 Regulamenta o processo de afastamento para capacitação de Docentes da UEPB. O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO CONSEPE, da UNIVERSIDADE ESTADUAL DA PARAÍBA UEPB,

Leia mais

Regimento da Pós-Graduação Stricto Sensu

Regimento da Pós-Graduação Stricto Sensu Regimento da Pós-Graduação Stricto Sensu TÍTULO I Do Regimento da Pós-Graduação Stricto Sensu Capítulo I Das Disposições Preliminares Artigo 1º - O Regime de Pós-Graduação Stricto Sensu, nos níveis de

Leia mais

RESOLUÇÃO CFP Nº 007/01 DE 01 DE JUNHO DE 2001.

RESOLUÇÃO CFP Nº 007/01 DE 01 DE JUNHO DE 2001. RESOLUÇÃO CFP Nº 007/01 DE 01 DE JUNHO DE 2001. Aprova o Manual para Credenciamento de Cursos com finalidade de Concessão do Título de Especialista e respectivo registro. O CONSELHO FEDERAL DE PSICOLOGIA,

Leia mais

RECONHECIMENTO DE DIPLOMA DE PÓS-GRADUAÇAO DE MESTRADO E DOUTORADO OBTIDO EM INSTITUIÇÃO ESTRANGEIRA

RECONHECIMENTO DE DIPLOMA DE PÓS-GRADUAÇAO DE MESTRADO E DOUTORADO OBTIDO EM INSTITUIÇÃO ESTRANGEIRA RECONHECIMENTO DE DIPLOMA DE PÓS-GRADUAÇAO DE MESTRADO E DOUTORADO OBTIDO EM INSTITUIÇÃO ESTRANGEIRA De acordo com a Resolução Complementar nº01/2007, de 8/11/2007, Art.1º, a Universidade Federal de Minas

Leia mais

Texto orientador para a audiência pública sobre o marco regulatório dos Cursos de Pós-graduação Lato Sensu Especialização

Texto orientador para a audiência pública sobre o marco regulatório dos Cursos de Pós-graduação Lato Sensu Especialização CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO Texto orientador para a audiência pública sobre o marco regulatório dos Cursos de Pós-graduação Lato Sensu Especialização Comissão da Câmara de Educação Superior Erasto Fortes

Leia mais

CADERNO 1 - ADMINISTRATIVO > MINISTÉRIO PÚBLICO > PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA > SECRETARIA GERAL ATO NORMATIVO Nº 004/2011

CADERNO 1 - ADMINISTRATIVO > MINISTÉRIO PÚBLICO > PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA > SECRETARIA GERAL ATO NORMATIVO Nº 004/2011 Diário n. 440 de 22 de Março de 2011 CADERNO 1 - ADMINISTRATIVO > MINISTÉRIO PÚBLICO > PROCURADORIA GERAL DE JUSTIÇA > SECRETARIA GERAL ATO NORMATIVO Nº 004/2011 Dispõe sobre a validação de certificados,

Leia mais

RESOLUÇÃO ADMINISTRATIVA Nº 82/2007 Dispõe sobre o afastamento de magistrados para participar de cursos ou seminários de aperfeiçoamento e estudos.

RESOLUÇÃO ADMINISTRATIVA Nº 82/2007 Dispõe sobre o afastamento de magistrados para participar de cursos ou seminários de aperfeiçoamento e estudos. RESOLUÇÃO ADMINISTRATIVA Nº 82/2007 Dispõe sobre o afastamento de magistrados para participar de cursos ou seminários de aperfeiçoamento e estudos. CERTIFICO E DOU FÉ que o Pleno do Egrégio Tribunal Regional

Leia mais

REGULAMENTO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO IMOBILIÁRIO

REGULAMENTO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO IMOBILIÁRIO REGULAMENTO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO IMOBILIÁRIO Cabedelo - PB Página 1 de 9 FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR DA PARAÍBA - FESP, PESQUISA E EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA REGULAMENTO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO

Leia mais

PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS REGIMENTO. Das Finalidades

PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS REGIMENTO. Das Finalidades PROGRAMA DE PÓS GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM DIREITOS E GARANTIAS FUNDAMENTAIS REGIMENTO Das Finalidades Art. 1º Os Cursos de Doutorado e Mestrado em Direito da Faculdade de Direito de Vitória (FDV) objetivam

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO RESOLUÇÃO Nº 34/2014 Altera o Regulamento Geral dos Programas de Pós- Graduação Stricto Sensu da

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 40, DE 20 DE MARÇO DE 2013.

RESOLUÇÃO Nº 40, DE 20 DE MARÇO DE 2013. RESOLUÇÃO Nº 40, DE 20 DE MARÇO DE 2013. O PRESIDENTE DO CONSELHO DE PESQUISA E PÓS-GRADUAÇÃO da, no uso de suas atribuições legais, resolve, ad referendum: Art. 1º Aprovar as Normas para Cursos de Pós-Graduação

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

REGULAMENTO GERAL DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU REGULAMENTO GERAL DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU TÍTULO I DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º - O Programa de Pós-graduação lato sensu da FAZU - Faculdades Associadas de Uberaba, tem por objetivo

Leia mais

EDITAL Nº 185/2013 PROGEPE IFPR PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO

EDITAL Nº 185/2013 PROGEPE IFPR PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO EDITAL Nº 185/2013 PROGEPE IFPR PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Por delegação de competência do Magnífico Reitor do Instituto Federal do Paraná - IFPR, conforme Portaria nº 751 de 12/11/2013, torno público

Leia mais

CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA. Resolução nº 01/2010

CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA. Resolução nº 01/2010 CENTRO DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DE JUIZ DE FORA Resolução nº 01/2010 Regulamenta a pós-graduação lato sensu nas modalidades semipresencial e à distância O Diretor do Centro de Educação

Leia mais

PORTARIA CAPES Nº 193, DE 4 DE OUTUBRO DE 2011

PORTARIA CAPES Nº 193, DE 4 DE OUTUBRO DE 2011 PORTARIA CAPES Nº 193, DE 4 DE OUTUBRO DE 2011 Fixa normas e procedimentos para a apresentação e avaliação de propostas de cursos novos de mestrado e doutorado. O Presidente da Coordenação de Aperfeiçoamento

Leia mais

Texto orientador para a audiência pública sobre o marco regulatório dos Cursos de Pós-graduação Lato Sensu Especialização

Texto orientador para a audiência pública sobre o marco regulatório dos Cursos de Pós-graduação Lato Sensu Especialização CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO Texto orientador para a audiência pública sobre o marco regulatório dos Cursos de Pós-graduação Lato Sensu Especialização Comissão da Câmara de Educação Superior Erasto Fortes

Leia mais

REGULAMENTO PARA EMISSÃO, REGISTRO E EXPEDIÇÃO DE DIPLOMA DE CURSO DE GRADUAÇÃO TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES

REGULAMENTO PARA EMISSÃO, REGISTRO E EXPEDIÇÃO DE DIPLOMA DE CURSO DE GRADUAÇÃO TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES REGULAMENTO PARA EMISSÃO, REGISTRO E EXPEDIÇÃO DE DIPLOMA DE CURSO DE GRADUAÇÃO TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES Art. 1º O Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia de Mato Grosso do Sul

Leia mais

RESOLUÇÃO N.º 046/2014

RESOLUÇÃO N.º 046/2014 MEC - UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CONSELHO DE ENSINO E PESQUISA RESOLUÇÃO N.º 046/2014 EMENTA: Aprovação do Regimento Interno do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu Especialização em Micropolítica da

Leia mais

REGIMENTO ESPECÍFICO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO DINÂMICA DOS OCEANOS E DA TERRA (DOT) UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE

REGIMENTO ESPECÍFICO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO DINÂMICA DOS OCEANOS E DA TERRA (DOT) UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE REGIMENTO ESPECÍFICO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO DINÂMICA DOS OCEANOS E DA TERRA (DOT) UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE I. DOS OBJETIVOS E ORGANIZAÇÃO GERAL Art. 1 o O Programa de Pós-Graduação stricto sensu

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 28/2015/CS/IFS

RESOLUÇÃO Nº 28/2015/CS/IFS RESOLUÇÃO Nº 28/2015/CS/IFS Aprova a reformulação do Regulamento para concessão de afastamento de docentes para participação em programas de pósgraduação stricto sensu no âmbito do IFS. O PRESIDENTE DO

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA GERAL DOS CONSELHOS SUPERIORES

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA GERAL DOS CONSELHOS SUPERIORES SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA GERAL DOS CONSELHOS SUPERIORES DELIBERAÇÃO Nº 013/2006 CONSELHO DEPARTAMENTAL EM 28 DE ABRIL DE 2006

Leia mais

ATO Nº 32/2009. O DESEMBARGADOR PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABA- LHO DA 7ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

ATO Nº 32/2009. O DESEMBARGADOR PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABA- LHO DA 7ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, ATO Nº 32/2009 Dispõe sobre a concessão de Bolsa de Estudo de cursos de pós-graduação lato e strito sensu, na forma de reembolso parcial, para magistrados e servidores do Tribunal Regional do Trabalho

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM ADMINISTRAÇÃO DA UNIGRANRIO

REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM ADMINISTRAÇÃO DA UNIGRANRIO UNIVERSIDADE DO GRANDE RIO Prof. José de Souza Herdy Reconhecida pela Portaria MEC 940/94 D.O.U. de 16 de Junho de 1994 PRÓ - REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA PROPEP REGIMENTO INTERNO DO PROGRAMA DE

Leia mais

EDITAL Nº 70/2014 PROGEPE IFPR PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO

EDITAL Nº 70/2014 PROGEPE IFPR PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO EDITAL Nº 70/2014 PROGEPE IFPR PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO Por delegação de competência do Magnífico Reitor do Instituto Federal do Paraná - IFPR, conforme Portaria nº 87 de 03/02/2014, torno público

Leia mais

Colegiado do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ciências Veterinárias

Colegiado do Programa de Pós-Graduação Stricto Sensu em Ciências Veterinárias MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE LAVRAS PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO REGULAMENTO DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU EM CIÊNCIAS VETERINÁRIAS Colegiado do Programa de Pós-Graduação

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Art. 1º- A análise e registro das atividades complementares será realizada pela Coordenação das Atividades Complementares

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU

PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU R E G I M E N T O G E R A L PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Regimento Geral PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU Este texto foi elaborado com as contribuições de um colegiado de representantes da Unidades Técnico-científicas,

Leia mais

REGIMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS GRADUAÇÃO " LATO SENSU"

REGIMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS GRADUAÇÃO  LATO SENSU UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS PRÓ REITORIA ACADÊMICA ASSESSORIA DE PÓS GRADUAÇÃO E PESQUISA REGIMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS GRADUAÇÃO " LATO SENSU" CAPÍTULO I DOS CURSOS E SEUS OBJETIVOS Art. 1º A

Leia mais

REGULAMENTO DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU

REGULAMENTO DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU REGULAMENTO DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU Res. Consun nº 96/10, de 24/11/10. Art. 1º Art. 2º Art. 3º Art. 4º TÍTULO I DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU CAPÍTULO I DAS FINALIDADES

Leia mais

EDITAL Nº 172/2015 - PROGEPE - IFPR PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO

EDITAL Nº 172/2015 - PROGEPE - IFPR PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO EDITAL Nº 172/2015 - PROGEPE - IFPR PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO O Pró-Reitor de Gestão de Pessoas do Instituto Federal do Paraná - IFPR, conforme Portaria nº 1480 de 31/10/2014, torna público que estarão

Leia mais

REGULAMENTO DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU e LATO SENSU DO INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS.

REGULAMENTO DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU e LATO SENSU DO INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS. REGULAMENTO DOS PROGRAMAS DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU e LATO SENSU DO INSTITUTO DE GEOCIÊNCIAS DA UNIVERSIDADE ESTADUAL DE CAMPINAS. TÍTULO I DA PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO-SENSU CAPÍTULO I Dos objetivos

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - UFAL CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UFAL- CONSUNI/UFAL

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - UFAL CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UFAL- CONSUNI/UFAL SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS - UFAL CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UFAL- CONSUNI/UFAL MINUTA DE RESOLUÇÃO Nº XX/2014 REGULAMENTA O PROCESSO DE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO PARA FINS DE

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO DO ENSINO E DA PESQUISA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO DO ENSINO E DA PESQUISA 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE CONSELHO DO ENSINO E DA PESQUISA RESOLUÇÃO Nº 49/2002/CONEP Aprova reformulação das Normas de Pós-Graduação da UFS. O CONSELHO DO ENSINO E DA PESQUISA da Universidade

Leia mais

RESOLUÇÃO N o 047, de 16 de outubro de 2006. (Modificada pela Res. 039/2012 e 002/2013)

RESOLUÇÃO N o 047, de 16 de outubro de 2006. (Modificada pela Res. 039/2012 e 002/2013) RESOLUÇÃO N o 047, de 16 de outubro de 2006. (Modificada pela Res. 039/2012 e 002/2013) Aprova o Regulamento Geral dos Cursos de Pós-Graduação Lato Sensu. O PRESIDENTE DO CONSELHO UNIVERSITÁRIO DA UNIVERSIDADE

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 020/2006-CONSU de 22 de agosto de 2006

RESOLUÇÃO Nº 020/2006-CONSU de 22 de agosto de 2006 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO AMAPÁ CONSELHO UNIVERSITÁRIO RESOLUÇÃO Nº 020/2006-CONSU de 22 de agosto de 2006 EMENTA: Normatiza os Afastamentos de Curta, Média e Longa Duração de Docentes.

Leia mais

REGULAMENTO DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA CAPITULO I DA VINCULAÇÃO E FINALIDADE DO CURSO

REGULAMENTO DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA CAPITULO I DA VINCULAÇÃO E FINALIDADE DO CURSO REGULAMENTO DO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA CAPITULO I DA VINCULAÇÃO E FINALIDADE DO CURSO Art. 1º - O CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SAUDE COLETIVA (CESC), será coordenado pelo Departamento de

Leia mais

TÍTULO I DAS ENTIDADES

TÍTULO I DAS ENTIDADES RESOLUÇÃO Nº 444 DE 27 DE ABRIL DE 2006. 1205 Ementa: Dispõe sobre a regulação de cursos de pós-graduação lato sensu de caráter profissional. O Conselho Federal de Farmácia, no uso das atribuições que

Leia mais

FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA MATER CHRISTI NORMAS PARA REGISTRO ACADÊMICO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA MATER CHRISTI NORMAS PARA REGISTRO ACADÊMICO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES FACULDADE DE CIÊNCIAS E TECNOLOGIA MATER CHRISTI NORMAS PARA REGISTRO ACADÊMICO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES MOSSORÓ RN 2005 REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE GRADUAÇÃO EM DIREITO

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE PÓS-GRADUAÇÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE PÓS-GRADUAÇÃO RESOLUÇÃO Nº. 07/2015 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE CONSELHO UNIVERSITÁRIO CÂMARA SUPERIOR DE PÓS-GRADUAÇÃO Aprova a criação do Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, em nível

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 30, DE 28 DE ABRIL DE 2011

RESOLUÇÃO Nº 30, DE 28 DE ABRIL DE 2011 RESOLUÇÃO Nº 30, DE 28 DE ABRIL DE 2011 Dispõe sobre as normas para a pós-graduação na modalidade lato sensu ofertada pela Universidade Federal do Pampa. O CONSELHO UNIVERSITÁRIO da Universidade Federal

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 62 DE 26 DE SETEMBRO DE 2013

RESOLUÇÃO Nº 62 DE 26 DE SETEMBRO DE 2013 RESOLUÇÃO Nº 62 DE 26 DE SETEMBRO DE 2013 O CONSELHO UNIVERSITÁRIO da Universidade Federal do Pampa, em sua 45ª Reunião Ordinária, realizada no dia 26 de setembro de 2013, no uso das atribuições que lhe

Leia mais

EDITAL Nº 162/2015 PROGEPE IFPR PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO

EDITAL Nº 162/2015 PROGEPE IFPR PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO EDITAL Nº 162/2015 PROGEPE IFPR PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO O Pró-Reitor de Gestão de Pessoas do Instituto Federal do Paraná IFPR, conforme Portaria nº 1480 de 31/10/2014, torna público que estarão

Leia mais

RESOLUÇÃO N.º 150/2010. Art. 1º - Fica aprovado o Regulamento Geral dos Cursos de Pós-graduação Lato Sensu da Universidade Federal Fluminense

RESOLUÇÃO N.º 150/2010. Art. 1º - Fica aprovado o Regulamento Geral dos Cursos de Pós-graduação Lato Sensu da Universidade Federal Fluminense MEC - UNIVERSIDADE FEDERAL FLUMINENSE CONSELHO DE ENSINO E PESQUISA RESOLUÇÃO N.º 150/2010 EMENTA: Aprovação do Regulamento Geral dos Cursos de Pós-graduação Lato Sensu da Universidade Federal Fluminense.

Leia mais

NORMAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO DA FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO

NORMAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO DA FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO NORMAS DO PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO DA FACULDADE DE ECONOMIA, ADMINISTRAÇÃO E CONTABILIDADE DA UNIVERSIDADE DE SÃO PAULO I - II - III IV - COMPOSIÇÃO DA COMISSÃO COORDENADORA DO PROGRAMA

Leia mais

REGULAMENTO GERAL DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

REGULAMENTO GERAL DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO CAPÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS REGULAMENTO GERAL DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA GOIANO Dispõe sobre o Regulamento Geral de Pós- Graduação Stricto sensu do Instituto Federal de Educação,

Leia mais

Patrimônio Genético - Cadastramento de Instituições e Autorização de Acesso e Remessa

Patrimônio Genético - Cadastramento de Instituições e Autorização de Acesso e Remessa Patrimônio Genético - Cadastramento de Instituições e Autorização de Acesso e Remessa RN-017/2010 O Presidente do CONSELHO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO CIENTÍFICO E TECNOLÓGICO - CNPq, no uso das atribuições

Leia mais

FACULDADE DE DIREITO UFMG

FACULDADE DE DIREITO UFMG RESOLUÇÃO N. 15, DE 20 DE MARÇO DE 2012 Regulamenta as atividades complementares de graduação no curso de graduação em Direito da Universidade Federal de Minas (UFMG). O Colegiado de Coordenação Didática

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA RESOLUÇÃO Nº 06/2013 DO CONSELHO DIRETOR SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Institui o Programa de Apoio à Qualificação (QUALI-UFU) mediante o custeio de ações de qualificação para os servidores efetivos: docentes

Leia mais

EDITAL Nº 165/2015 PROGEPE IFPR PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO

EDITAL Nº 165/2015 PROGEPE IFPR PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO EDITAL Nº 165/2015 PROGEPE IFPR PROCESSO SELETIVO SIMPLIFICADO O Pró-Reitor de Gestão de Pessoas do Instituto Federal do Paraná IFPR, conforme Portaria nº 1480 de 31/10/2014, torna público que estarão

Leia mais

Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul

Ministério da Educação Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul EDITAL Nº 031/2015 PROCESSO CLASSIFICATÓRIO DE AFASTAMENTO DE SERVIDORES TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS EM EDUCAÇÃO DA UNIDADE ORGANIZACIONAL CAMPUS BENTO GONÇALVES DO IFRS O Diretor-Geral da Unidade Organizacional

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE ORDEM INTERNA 24/2012 de 18 de setembro de 2012 Altera e consolida o procedimento continuado de análise de títulos de stricto sensu obtidos em cursos realizados em Universidades estrangeiras sediadas no

Leia mais

Regulamento do Programa de Estudos Pós-Graduados em EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO.

Regulamento do Programa de Estudos Pós-Graduados em EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO. Regulamento do Programa de Estudos Pós-Graduados em EDUCAÇÃO: PSICOLOGIA DA EDUCAÇÃO. 1- Objetivos do Programa Artigo 1º - São objetivos do Programa: I - capacitar pessoal em nível de Mestrado Acadêmico,

Leia mais

Proposta de Resolução Ementa:

Proposta de Resolução Ementa: Proposta de Resolução Ementa: Dispõe sobre a regulamentação de Título de Especialista e de Especialista Profissional Farmacêutico e sobre normas e procedimentos para seu registro O Conselho Federal de

Leia mais

CAPÍTULO I Das definições preliminares, das e dos objetivos.

CAPÍTULO I Das definições preliminares, das e dos objetivos. Resolução n.º 03/2010 Regulamenta os Cursos de Pós-Graduação da Faculdade Campo Real. O CONSU Conselho Superior, por meio do Diretor Geral da Faculdade Campo Real, mantida pela UB Campo Real Educacional

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 3681 - ANTAQ, DE 6 DE OUTUBRO DE 2014.

RESOLUÇÃO Nº 3681 - ANTAQ, DE 6 DE OUTUBRO DE 2014. RESOLUÇÃO Nº 3681 - ANTAQ, DE 6 DE OUTUBRO DE 2014. APROVA A ESTRUTURA ORGANIZACIONAL E OS PROCEDIMENTOS DE ASSESSORAMENTO E CONSULTORIA JURÍDICA DA PROCURADORIA FEDERAL JUNTO À AGÊNCIA NACIONAL DE TRANSPORTES

Leia mais