Sacou-Tocou - música em devir

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Sacou-Tocou - música em devir"

Transcrição

1 1 Sacou-Tocou - música em devir Autor: Pedro de Albuquerque Araujo Resumo A questão que move este trabalho é a noção do liame composto a partir do encontro entre duas redes conceituais: o método de ensino musical Pré-Figurativo, de Hans-Joachim Koellreutter, e o pensamento sem imagem, de Gilles Deleuze. Tais conceitos são tomados, aqui, como Multiplicidades em que um é constituído pelo outro, e vice-versa. Trata-se, no caso do ensino musical pré-figurativo, de um método que não se utiliza de modelos prévios e por isso coloca o pensamento em devir e, do pensamento sem imagem, a maneira como tal movimento da produção desse devir-pensar se desterritorializa sendo capaz de delinear algo que ainda não existe, mas que pode existir. Contudo, é com a manifestação do liame, ou do fazer borda, como diria Deleuze, que a música, como ato de criação, acontece, se produz, se autoproduz. Palavras-chave: Pré-figurativo. Pensamento sem imagem. Devir-outro. Ato de escuta. Ato de criação. Deleuze. Koellreutter. Abstract We work here with the notion of bond, composed by the meeting of two conceptual nets: the pre-figurative method of music education, by Hans-Joachim Koellreutter, and the thinking without an image, by Gilles Deleuze. These concepts are taken as multiplicities, one being constituted by the other and vice versa. In the case of pre-figurative, we have a method that does not use previous models and because that takes thinking as becoming; and thinking without an image is a deterritorialising movement designing something that still does not exist but that can exist. It s starting from this bond, or this edging, as Deleuze would say, that music, as an act of creation, happens, or is produced. Keywords: Pre-Figurative. Thinking without an image. Becoming another. Act of listening Act of creation. Deleuze. Koellreutter. Este artigo surge da observação prática da composição Sacou-Tocou música em devir, nos dois momentos em que foram executadas: o primeiro na gravação feita

2 2 nos Estúdios Kaxinawá 1 Faculdade de Educação da Baixada Fluminense (UERJ), na Vila São Luís, Duque de Caxias com um Quarteto de Cordas pouco usual, dois contrabaixos e dois violoncelos (2010); e o segundo com um Trio de Cordas, violino, violoncelo e contrabaixo, em duas apresentações ao vivo, dentro do Colóquio Deleuze & Guattari: filosofia prática 2, no Teatro Cacilda Becker no Rio de Janeiro (2011). Esta observação só se tornou possível através da noção de liame que foi formulada a partir do encontro entre duas redes conceituais: o método de ensino musical pré-figurativo de H-J Koellreutter, e o pensamento sem imagem, de Gilles Deleuze Pré-figurativo de H-J Koellreutter Por trabalhar sem modelos pré-concebidos, nós consideramos o método de ensino musical pré-figurativo mais do que um método, onde se coloca o pensamento em devir, aumentando sua potência a cada momento em que relaciona cognição e expressão e a cada instante em que os diferencia. Foi com o sentido de potencializar tais diferenças existentes no processo de aprendizagem que Koellreutter pôde criar essa metodologia de ensino. Para além da simples aplicação do complexo metodológico, o que é considerado vital é a observação das diferenças que o próprio processo pré-supõe, na medida em que geram alteridades e valorizam singularidades, ambas constituintes do ato de criação. O método pode ser visto como o método em Spinoza, no sentido de que não pretende fazer com que conheçamos a coisa, mas sim de nos fazer entender a nossa 1 2

3 3 potência para conhecer a coisa. É um ato, uma ação, uma tomada de consciência de nossa capacidade reflexiva em potencial, isto é, a compreensão do movimento como a ideia da ideia. Pois, a ideia como primeira ideia está envolvida por uma ficção, por uma paixão, desse modo, a ideia como um objeto geométrico é ela mesma, a inadequação de um corpo afetante, algo que, de certa maneira, nos incomoda. Portanto, ela (ideia envolvida numa ficção/paixão) nos faz perceber a nossa potencialidade para o conhecimento sem nos ampararmos efetivamente por um objeto real, como numa mesa ou numa cadeira. Mas, se pensarmos no método como produtor de ideias e estas se relacionando com um corpo afetante exterior, que chamamos de força que força o pensar de maneira positiva ou adequada (como diz Spinoza), o que teremos é uma multiplicidade criativa. Um exemplo concreto disso são os Modelos de improvisação que Koellreutter propõe como modos de criação, como modelos, mas também de improvisações, para que façamos explodir as metodologias tradicionais e passemos a produzir outras linhas múltiplas e criativas. Como diz Carlos Kater (Kater, Encontro com H. J. Koellreutter, 141) entrevistando Koellreutter: esses modelos de improvisação são para estimular o questionamento e explorar os limites do conhecimento, pois a improvisação põe em prática conceitos até então teóricos e traz, com isso, a ampliação da possibilidade reflexiva de alunos e de professores que se perguntam a todo o momento o que a música é. Mas, para Koellreutter e Kater, a música é um sistema de signos, sonoros e visuais, que se misturam, portanto, a música é como um meio, que se atualiza na sua máxima potência expressiva. Porém, há uma necessidade de organização (no sentido de separação, divisão) de tais signos em geradores e gerados assim, chegamos ao meta-signo pré-figurativo, que produz e é produzido a partir das formas, das pesquisas empíricas, das experiências

4 4 com materiais, da relação do silêncio com as peculiaridades sonoras. Distinguindo, desse modo, cada vez mais as diferenças entre as crenças, as éticas, as morais e as estéticas. Nos quais o ideal não se trata de manter a pulsação única e monolítica (que nos leva à ideia de unidade), mas exatamente em caracterizar cada um faz, como múltiplo de si. Para, portanto, podermos trabalhar longe desse lugar que é conhecido como tradicional musical pedagógico, que se resume à reprodução de exemplos dados na reprodução de conceitos e problemas que não são os seus, nem são os nossos. Então, ao pensamos que, é através da prática da improvisação, pelo metasigno pré-figurativo, em que produz e é produzido que podemos chegar à produção de outros problemas, e, na busca de suas resoluções, gerarmos novos conceitos. O pensamento sem imagem, de Gilles Deleuze Para Deleuze o pensamento sem imagem é uma maneira de pensar sem um padrão pré-existente que determina de antemão o que significa pensar ou orientar-se no pensamento. Trata-se aqui de um movimento de desterritorialização capaz de delinear algo que ainda não existe, mas que pode existir. Tal pensamento pode ser relacionado a um estado de sombreamento, numa condição muito sutil entre forças que se produzem através das diferenças, de uma maneira não dialética. Isso caracteriza uma zona de vizinhança, uma espécie de telhagem, como um telhado mesmo, em que as telhas se recobrem apenas em partes, em que, um existe no outro e pelo outro, simultaneamente, o que permite a existência efetiva de um devir-outro 3. 3 O conceito de devir é um devir-outro por excelência, pois, além de ter vindo de algum outro conceito que veio de outro, e assim por diante, constituindo uma multiplicidade conceitual, os conceitos criam uma zona de vizinhança que não delimita muito bem seus territórios; não se pode saber exatamente a linha divisória entre o começo de um e o término do outro, se misturando, se compondo.

5 5 Segundo Deleuze (2003), os músicos (compositores, instrumentistas e ouvintes) e os filósofos estão frente a frente em uma tarefa bem semelhante quando a filosofia e a música se colocam de maneira canônica, regular, profissional 4, e nos forçam a reconhecê-las numa forma tão incipiente de pensamento que temos que submetê-las a conceitos e a categorias para resguardá-las, para protegê-las de um estado de inatismo, de passividade que o próprio pensamento senso comum carrega consigo. Mas isso é pouco para podermos sair da condição de bom-mocismo que nos devasta. O que é preciso fazer, no entanto, é retorcer a música como linguagem, é dar um sentido turbilhonar à filosofia, é inventar um movimento giratório à filosofia e à música para, só então, arrancar a fórceps o dinamismo essencial (no sentido de Spinoza) do devir que os dois tipos de pensamento (linguagem?) carregam. No mesmo texto Por que nós, não músicos? (2003), Deleuze diz que a música não é um assunto exclusivo dos músicos na proporção em que ela não se utiliza de um elemento único e fundamental, o som. Ela é a relação das intensidades não sonoras e das forças que agem através do material sonoro elaborado pelo compositor. Tal ligação se torna perceptível, audível, de modo que podemos perceber as diferenças no jogo relacional, não dialético, produtivo entre o material e as forças. Essas conexões entre o material sonoro-musical e as forças de intensidade são o que chamamos de liame musical. 4 Referência à letra de Chico Buarque Homenagem ao malandro.

6 6 A composição 5 O que nos interessa aqui, à pesquisa, é se nos domínios relativos ao sonoro (intensivo) e ao musical (extensivo), o fato de existir como outra atualização da/na linguagem musical, que não é a do significante nem como fala nem como palavra escrita, mas que é afeto do corpo e afeto de um corpo afetante (no sentido de Spinoza), pode continuar a motivar a produção estético-musical através do liame (que é ativo e criador). Por algo que está entre o sonoro e o musical, que age no instante naquele único instante com a potência de um raio, fazendo com que o ato de escuta seja capaz de gerar-se e ser gerado. As ressonâncias, portanto, entre o pré-figurativo e o pensamento sem imagem provocam a criação de um meta-signo, que tem por características: trabalhar sem modelos prévios, por o pensamento em devir, gerar alteridades e valorizar as singularidades, fazendo com isso uma zona de vizinhança, trazendo a noção do deviroutro para o ato de criação e para o ato de escuta, simultaneamente. Concebemos uma composição para ser executada no ato de sua criação: Sacou- Tocou 6 música em devir 7 ; e com isso mantemos forma e estilo abertos, à maneira de Cage em 4 33, só que a relação não se dá entre 8 músico/música e plateia/audiência; a relação se dá entre músicos. O que nos interessa aqui é a pesquisa da produção musical sob determinadas condições de possibilidades (o uso de instrumentos de cordas friccionadas) e o acaso (capacidade de afetar e de delinear aquilo que ainda não existe). 5 O Quarteto de Cordas Sacou-Tocou é pouco usual: 2 contrabaixos e 2 violoncelos. Sendo Pedro de Albuquerque Araujo (contrabaixo), Mayo Pamplona (contrabaixo), Maria Clara Valle (violoncelo), Nana Carneiro da Cunha (violoncelo). Trio de Cordas Sacou-Tocou: Pedro de Albuquerque Araujo (contrabaixo), Nora Fortunato (violoncelo), e Renata Neves (violino) Sempre lembrando que nas relações de devir entre-dois não se formam pares homogêneos e complementares, mas sim heterogêneos e diversos.

7 7 As Cordas irão executar a música em devir, isto é, o que elas estarão produzindo será uma co-existência no âmbito sonoro-musical, na qual a partir do som de uma corda friccionada por um arco, cria-se um estímulo, o que poderíamos chamar também de uma espécie de partitura (escritura, traço), pois esta gera e é gerada entre o plano sonoro e o plano musical. Sendo isto que engendra o devir-pensar no pensamento, o devir-musical na música e o devir-músico entre o músico e seu instrumento. A regra da música é a seguinte: inicialmente sugere-se que se vá do grave ao agudo e os instrumentistas irão atuando um de cada vez, no momento em que cada um for percebendo a relação que está sendo criada, aí sim, cada um colocará sua nota. Pode ser uma nota (como conhecemos no sistema tonal), mas também pode ser uma batida no tampo, um rangido, um ruído etc., ou seja, qualquer coisa que produza sonoridades diversas; uma nota longa que altere o acorde ou um determinado ritmo que altere o compasso. A questão que se produz, então, é: como os affectus atuam no ato de criação. Spinoza observa que, em regra geral, a afecção (affectio) se refere diretamente ao corpo, já o afeto (affectus) se remete ao espírito, à ideia. Porém, suas diferenças não são tão simples assim. A afecção do corpo (affectio) e a ideia envolvem uma natureza, uma qualidade, uma origem do corpo exterior, entretanto, o afeto (affectus) envolve tanto o corpo como a ideia no aumento ou na diminuição da potência de agir. O affectio é a condição do corpo afetado e pressupõe a presença do corpo exterior afetante, a partir dessa condição o affectus propõe uma mudança de lugar, de conjuntura, de modos de ser, de um corpo a outro. O léxico usado por Spinoza para tratar dos afetos assinala sua distância da perspectiva moralizante, baseada na falsa ideia de um poder da vontade sobre as paixões em favor de uma compreensão objetiva dos afetos, sejam ou não humanos. A distinção

8 8 entre as afecções (affectio) corporais (os efeitos físicos causados por outros corpos) e mentais (as ideias e as imagens), e que são simultâneas no indivíduo, remetem a um estado (constitutio) do corpo afetado e implicam a presença de um corpo afetante. Já o termo afeto (affectus) exprime, no corpo afetado e no corpo afetante, a transição (transitio) de um estado a outro (a doença ou um exercício físico modificam a compleição do corpo e produzem simultaneamente ideias e sentimentos essas mudanças podem ser nocivas, caso diminuam, ou boas, caso aumentem a potência de agir do indivíduo afetado). As afecções são eventos físicos, no corpo, e representações ou ideias (verdadeiras ou falsas) na mente. Mas é preciso acrescentar: o afeto é uma ideia, um modo de pensar, mas não é uma representação no sentido habitual de uma ideia que representa seu objeto (Deleuze, Cursos sobre Spinoza: Vincennes, ). Se tivermos ideias das coisas amadas, odiadas, esperadas, etc., os afetos enquanto tal (amor, ódio, esperança) não são representações, mas expressões (sob o modo do pensamento) dessas transições de um estado a outro da potência de existir, agir e pensar e há sempre concomitância ou simultaneidade entre afetos e afecções. Rubores, tremores e outras manifestações físicas dos afetos, evidentemente, acompanham tais variações, mas o que interessa aqui é a expressão mental dos afetos se passivos, associados a ideias inadequadas, se ativos, a ideias adequadas. De todo modo é preciso atentar para não reduzir o afeto a um sentimento (o que não o define, mas que ele não deixa de ser). Os afetos possuem uma realidade ontológica ou metafísica, dado que são variações da potência constitutiva das coisas singulares. No entanto, se a ideia for adequada em vez de uma imagem confusa, se ela exprimir diretamente a essência do corpo afetante em vez de envolvê-lo indiretamente,

9 9 se ela for a ideia de uma affectio interna ou de uma auto-afecção que marca a conveniência interior de nossa essência, nesse caso, os afetos que dela se originam serão eles mesmos ações. (Deleuze, Espinosa: filosofia prática, 57). Já o ato de tocar a música em devir requer do músico uma atenção diferenciada, que não está no elemento concreto (mas num procedimento concreto), não está na partitura (mas que faz do som uma partitura), não está no instrumento (mas que está no devir músico/instrumento, uma mistura heterogênea entre músico e instrumento). Ela está na capacidade do músico de operar em velocidades e lentidões (Deleuze e Guattari, Mil platôs: capitalismo e esquizofrenia, 52) muito diferentes das suas e de estar atento ao fora, à diferença. Mas isso tudo é o primeiro passo para que o músico não se encerre em si mesmo e seja capaz de compor com os outros músicos um deviroutro. A exterioridade 9 funciona como um signo, um saber acumulado, uma memória que se dá no corpo através do corpo, de um corpo afetante (no sentido de Spinoza), não necessariamente de um corpo biológico ou orgânico, mas que se atualiza num plano afetivo pela pura afetividade, e então se funde, à maneira de um liame sonoro-musical, com o músico e o seu instrumento; e com isso, cria a possibilidade qualquer estilo musical ser aceito como um devir, desde a orquestra sinfônica um exemplo do que pode ser mais estriado, à eletroacústica um exemplo do que pode ser mais liso Não confundir atenção ao fora, à exterioridade, com atenção no que está fora, aos elementos mundanos. 10 Como dizem Deleuze e Guattari: Foi Pierre Boulez quem primeiro desenvolveu um conjunto de oposições simples e de diferenças complexas, mas também de correlações recíprocas não simétricas, entre espaço liso e espaço estriado. Criou esses conceitos e esses termos no campo musical, e os definiu justamente em diversos níveis, a fim de dar conta ao mesmo tempo da distinção abstrata e das misturas concretas. No nível mais simples, Boulez diz que num espaço-tempo liso ocupa-se sem contar, ao passo que num espaço-tempo estriado conta-se a fim de ocupar. Desse modo, ele torna sensível ou perceptível a diferença entre multiplicidades não métricas e multiplicidades métricas, entre espaços direcionais e espaços dimensionais. Torna-os sonoros e musicais. Sua obra pessoal sem dúvida é feita com essas relações criadas, recriadas musicalmente (Deleuze e Guattari, Mil platôs: capitalismo e esquizofrenia,

10 10 Quando não há mais esforço para evocar uma representação que oriente o tocar (pensar) é que o músico se aproxima do devir-musical. Dizemos, então, que: quando não há mais o que representar (ou o que ser representado), quando não há mais onde se orientar (nem por quê), quando não há mais para onde fugir ou se agarrar no que pensar, mesmo que seja uma nesga de pensamento, aí, sim, começamos a fazer música. Entramos num ponto, num devir-musical, num devir-músico, no qual só faz sentido, no qual só há valor o pensar sem imagem. REFERÊNCIAS Araujo, Pedro de Albuquerque. O Pré-Figurativo: diferenciações de um liame musical. Dissertação Mestrado em Educação, Cultura e Comunicação nas Periferias Urbanas Faculdade de Educação da Baixada Fluminense, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Buarque, Chico. Homenagem ao malandro. In: Chico Buarque. [S.l.]: Philips, Cage, John. Estreando em Woodstock no mesmo ano e sendo executada por David Tudor no piano, Acesso em: 01 jun Disponível em: <http://www.youtube.com/watch?v=gn2zclbr_vm&feature=related>. Deleuze, Gilles. Cursos sobre Spinoza: Vincennes, Tradução de Emanuel Angelo da Rocha Fragoso e Hélio Rebello Cardoso Junior. Fortaleza: UECE, Espinosa: filosofia prática. Tradução de Danel Lins e Fabien Pascal Lins. São Paulo: Escuta, Por que nós, não-músicos. In: Deux régimes de fous: Textes et entretiens Tradução de Tomás Tadeu da Silva. Ed. Lapoujade, David, Paris: Minuit, Deleuze, Gilles e Felix Guattari. Mil platôs: capitalismo e esquizofrenia. v.5 Tradução de Peter Pál Pelbart. Rio de Janeiro: Editora 34, Kater, Carlos Elias. Encontro com H. J. Koellreutter. Cadernos de Estudo: educação musical, n.6 (1997): Melo, Fabrício; Palombini, Carlos. O objeto sonoro de Pierre Schaeffer: duas abordagens. XVI ANPPOM, Brasília, ).

11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na segunda coluna:

11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na segunda coluna: TÉCNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS 4 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS QUESTÕES DE 11 A 25 11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na

Leia mais

Composição musical na educação infantil: uma experiência possível

Composição musical na educação infantil: uma experiência possível Composição musical na educação infantil: uma experiência possível Francine Kemmer Cernev francine@cernev.com.br Universidade Estadual de Londrina/ Colégio Nossa Senhora do Rosário, Cornélio Procópio/PR/

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. DINIS

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. DINIS 1 NOTA INTRODUTÓRIA Programa Música - AEC (1º e 2º Ano - 1º CEB) (Adaptação do Programa do 1º Ciclo Plano da Meloteca) No âmbito da Expressão e Educação Musical, ao abrigo do Despacho n.º 9265-B/2013,

Leia mais

O SISTEMA NERVOSO NA RELAÇÃO PERCEPÇÃO-AÇÃO NO CORPO QUE DANÇA

O SISTEMA NERVOSO NA RELAÇÃO PERCEPÇÃO-AÇÃO NO CORPO QUE DANÇA 7º Seminário de Pesquisa em Artes da Faculdade de Artes do Paraná Anais Eletrônicos O SISTEMA NERVOSO NA RELAÇÃO PERCEPÇÃO-AÇÃO NO CORPO QUE DANÇA Carolina Madsen Beltrame 137 Faculdade De Artes Do Paraná

Leia mais

Os registros do terapeuta na experiência psicoterápica em Gestalt-Terapia: um ensaio teórico

Os registros do terapeuta na experiência psicoterápica em Gestalt-Terapia: um ensaio teórico Os registros do terapeuta na experiência psicoterápica em Gestalt-Terapia: um ensaio teórico Kelly Gonçalves da Silva gsilva.kelly@gmail.com Instituto de Psicologia 12º período Clara Castilho Barcellos

Leia mais

FLADEM 2011. Fundamentação Teórica para a Mostra de Musicalização: Compositores e Intérpretes : a criação na aula de instrumento

FLADEM 2011. Fundamentação Teórica para a Mostra de Musicalização: Compositores e Intérpretes : a criação na aula de instrumento FLADEM 2011 Fundamentação Teórica para a Mostra de Musicalização: Compositores e Intérpretes : a criação na aula de instrumento Sandra Mara da Cunha e Claudia Maradei Freixedas Breve introdução A experiência

Leia mais

A percepção da produção vocal pelo regente coral

A percepção da produção vocal pelo regente coral A percepção da produção vocal pelo regente coral Snizhana Drahan snid@terra.com.br Resumo: O presente trabalho considera o conceito percepção vocal, incluindo suas funções e recursos, como a capacidade

Leia mais

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CURSO DE GRADUAÇAO EM PEDAGOGIA LICENCIAMENTO EAD

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CURSO DE GRADUAÇAO EM PEDAGOGIA LICENCIAMENTO EAD UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CURSO DE GRADUAÇAO EM PEDAGOGIA LICENCIAMENTO EAD Município: Pirassununga Estado: São Paulo Turma: 440 Pólo: Fundação de Ensino de Pirassununga Tutor (a): Inez Nunes Paula

Leia mais

METAS DE APRENDIZAGEM (3 anos)

METAS DE APRENDIZAGEM (3 anos) METAS DE APRENDIZAGEM (3 anos) 1. CONHECIMENTO DO MUNDO Revelar curiosidade e desejo de saber; Explorar situações de descoberta e exploração do mundo físico; Compreender mundo exterior mais próximo e do

Leia mais

O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA

O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA Maria Lúcia C. Neder Como já afirmamos anteriormente, no Texto-base, a produção, a seleção e a organização de textos para a EAD devem

Leia mais

PROGRAMA QUALIDADE NA PRÁTICA PEDAGÓGICA MÚSICA VERA MARIA RODRIGUES ALVES SÃO PAULO ABRIL

PROGRAMA QUALIDADE NA PRÁTICA PEDAGÓGICA MÚSICA VERA MARIA RODRIGUES ALVES SÃO PAULO ABRIL 1 PROGRAMA QUALIDADE NA PRÁTICA PEDAGÓGICA MÚSICA VERA MARIA RODRIGUES ALVES SÃO PAULO ABRIL 2015 ROTEIRO 2 1. O que é Música 2. Para fazer música na creche é preciso: 3. O que devemos evitar 4. Qualidades

Leia mais

Modelo, cópia e simulacro: Uma perspectiva deleuziana ao problema platônico

Modelo, cópia e simulacro: Uma perspectiva deleuziana ao problema platônico Modelo, cópia e simulacro: Uma perspectiva deleuziana ao problema platônico Elemar Kleber Favreto RESUMO Este artigo tem por objetivo esclarecer alguns aspectos mais gerais da crítica que Deleuze faz à

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches A presença de tecnologias digitais no campo educacional já é facilmente percebida, seja pela introdução de equipamentos diversos,

Leia mais

AEC ALE EXPRESSÃO MUSICAL. Orientações Pedagógicas. 1.º Ciclo do Ensino Básico

AEC ALE EXPRESSÃO MUSICAL. Orientações Pedagógicas. 1.º Ciclo do Ensino Básico ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR ANO LETIVO AEC ALE EXPRESSÃO MUSICAL Orientações Pedagógicas 1.º Ciclo do Ensino Básico 1. Introdução A atividade de enriquecimento curricular, ALE (atividades lúdico-expressivas)

Leia mais

O QUE É A FILOSOFIA? DA CRIAÇÃO CONCEITUAL AO APRENDER 1

O QUE É A FILOSOFIA? DA CRIAÇÃO CONCEITUAL AO APRENDER 1 O QUE É A FILOSOFIA? DA CRIAÇÃO CONCEITUAL AO APRENDER 1 Jurandir Goulart Soares 2 Salvador Leandro Barbosa 3 Resumo: O presente trabalho pretende apontar a partir da contribuição dos filósofos franceses

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS DE EDUCAÇÃO MUSICAL 5.º ANO

PLANO DE ESTUDOS DE EDUCAÇÃO MUSICAL 5.º ANO DE EDUCAÇÃO MUSICAL 5.º ANO Ano Letivo 2015 2016 PERFIL DO ALUNO Perfil do aluno no final do 5.º Ano O aluno canta a solo e em grupo, com intencionalidade expressiva, canções em diferentes tonalidades

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANSELMO DE ANDRADE DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES ENSINO BÁSICO 2º CICLO PLANIFICAÇÃO ANUAL

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANSELMO DE ANDRADE DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES ENSINO BÁSICO 2º CICLO PLANIFICAÇÃO ANUAL Domínios e Subdomínios Desenvolvimento da Capacidade de Expressão e Comunicação: Interpretação e Comunicação INDICADORES O aluno canta controlando a emissão vocal em termos de afinação e respiração. O

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DE JEAN PIAGET E DE LEV. S. VYGOTSKY PARA A PSICOLOGIA EDUCACIONAL E PARA O PROFESSOR

CONTRIBUIÇÕES DE JEAN PIAGET E DE LEV. S. VYGOTSKY PARA A PSICOLOGIA EDUCACIONAL E PARA O PROFESSOR 1 CONTRIBUIÇÕES DE JEAN PIAGET E DE LEV. S. VYGOTSKY PARA A PSICOLOGIA EDUCACIONAL E PARA O PROFESSOR Paulo Gomes Lima Prof. Adjunto da FAED/UFGD MS. Área Fundamentos da Educação A Psicologia Educacional,

Leia mais

PLANIFICAÇÕES AEC Expressão Musical

PLANIFICAÇÕES AEC Expressão Musical PLANIFICAÇÕES AEC Expressão Musical 1º Ano Sons do meio ambiente e da natureza / silêncio Sons do corpo (níveis corporais) Sons naturais e artificiais Sons fortes e fracos Sons pianos (p), médios (mf)

Leia mais

A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA

A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA Rita Bomfati. UNESPAR- FAP ritabomfati1@gmail.com Resumo: A importância da formação musical do musicoterapeuta (conhecimento de ritmos e instrumentos, história da

Leia mais

LINGUAGENS ARTÍSTICAS E LÚDICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL.

LINGUAGENS ARTÍSTICAS E LÚDICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. LINGUAGENS ARTÍSTICAS E LÚDICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. ANA PAULA CORDEIRO ARTE ARTE? O QUE É? QUAL SUA NECESSIDADE? QUAL SUA FUNÇÃO? ARTE: O QUE É? ARTE Uma forma de criação de linguagens- a linguagem visual,

Leia mais

ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA DE

ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA DE Unidade II ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA DE EDUCAÇÃO INFANTIL Profa. Ana Lucia M. Gasbarro A formação pessoal e social da criança, áreas de conhecimento e desenvolvimento da criança Introdução A importância

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho Departamento de Expressões e Tecnologias Planificação Anual de Educação Musical 5º ano Ano Letivo 2013/2014

Leia mais

CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES

CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES Poliana de Brito Morais ¹ Francisco de Assis Lucena² Resumo: O presente trabalho visa relatar as experiências

Leia mais

O SOM E SEUS PARÂMETROS

O SOM E SEUS PARÂMETROS O SOM E SEUS PARÂMETROS Você já percebeu como o mundo está cheio de sons? Mas você já parou para pensar o que é o SOM? Pois bem, som é tudo o que nossos ouvidos podem ouvir, sejam barulhos, pessoas falando

Leia mais

NOTAS ACERCA DO VIRTUAL. Celso Candido

NOTAS ACERCA DO VIRTUAL. Celso Candido NOTAS ACERCA DO VIRTUAL Celso Candido A fim de tornar mais claro o conceito de virtual, pressuposto neste trabalho, vai-se abordar este problema a partir de uma leitura de Pierre Lévy e Gilles Deleuze.

Leia mais

Reflexões sobre a percepção sonora no processo de musicalização infantil na Escola de Música Maestro Moisés Araújo em Marabá/PA

Reflexões sobre a percepção sonora no processo de musicalização infantil na Escola de Música Maestro Moisés Araújo em Marabá/PA Reflexões sobre a percepção sonora no processo de musicalização infantil na Escola de Música Maestro Moisés Araújo em Marabá/PA Jane Lino Barbosa de Sousa janeufpa@hotmail.com Resumo: O presente trabalho

Leia mais

Gestalt. Gestalt é o termo intradutível do alemão utilizado para abarcar a teoria da percepção visual baseada na psicologia da forma.

Gestalt. Gestalt é o termo intradutível do alemão utilizado para abarcar a teoria da percepção visual baseada na psicologia da forma. Gestalt 29 de setembro de 2006 Gestalt é o termo intradutível do alemão utilizado para abarcar a teoria da percepção visual baseada na psicologia da forma. '''ORIGEM DA PSICOLOGIA DA FORMA''' Durante o

Leia mais

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL 1988 CONSTITUIÇÃO FEDERAL ANTECEDENTES Art. 210. Serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum

Leia mais

V de Viagem (do Abecedário Deleuze) 77

V de Viagem (do Abecedário Deleuze) 77 LUGAR COMUM Nº23-24, pp.129-134 V de Viagem (do Abecedário Deleuze) 77 Gerardo Silva Havia uma terrível sintonia entre o sonho e a realidade, os dois mundos misturando-se numa tigela de luz, e nós, os

Leia mais

PADRÃO PLÁSTICO TOM.

PADRÃO PLÁSTICO TOM. PADRÃO PLÁSTICO TOM. Os princípios de dinâmica de um padrão tonal são muito parecidos com o que vimos em relação aos da linha. Ao colocarmos algumas pinceladas de preto sobre um campo, eles articulam uma

Leia mais

Palavras-chave: aulas coletivas; motivação; execução musical; flauta transversal; prática interpretativa.

Palavras-chave: aulas coletivas; motivação; execução musical; flauta transversal; prática interpretativa. 794 AULAS COLETIVAS DE INSTRUMENTO COMO FATOR DE MOTIVAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EXECUÇÃO MUSICAL DE FLAUTISTAS EM CURSOS DE GRADUAÇÃO. José Benedito Viana Gomes Universidade Federal do Estado do Rio

Leia mais

Todos os direitos reservados a Fluxo - Escola de Fotografia Expandida. por Caio Amon. Imagens Sonoras. A Expansão da Imagem pelo Som

Todos os direitos reservados a Fluxo - Escola de Fotografia Expandida. por Caio Amon. Imagens Sonoras. A Expansão da Imagem pelo Som Imagens Sonoras por Caio Amon A Expansão da Imagem pelo Som Todos os direitos reservados a Fluxo - Escola de Fotografia Expandida Aprenda a produzir som e trilha para seus projetos. Imagens Sonoras A Expansão

Leia mais

RELAÇÃO ENTRE FONÉTICA E FONOLOGIA. Miguél Eugenio Almeida UEMS Unidade Universitária de Jardim. 0. Considerações iniciais

RELAÇÃO ENTRE FONÉTICA E FONOLOGIA. Miguél Eugenio Almeida UEMS Unidade Universitária de Jardim. 0. Considerações iniciais RELAÇÃO ENTRE FONÉTICA E FONOLOGIA Miguél Eugenio Almeida UEMS Unidade Universitária de Jardim 0. Considerações iniciais A Relação entre fonética e fonologia compreende uma relação de interdependência,

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho Departamento de Expressões e Tecnologias Planificação Anual de Educação Musical 6º ano Ano Letivo 2015/2016

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS DE LEV VYGOTSKY (1896-1934) 1

CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS DE LEV VYGOTSKY (1896-1934) 1 . PREFEITURA MUNICIPAL DO SALVADOR Secretaria Municipal de Educação e Cultura SMEC Coordenadoria de Ensino e Apoio Pedagógico CENAP CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS DE LEV VYGOTSKY (1896-1934) 1 Angela Freire 2

Leia mais

AS SONATAS PARA VIOLINO E PIANO DE CLÁUDIO SANTORO: UMA ABORDAGEM ESTILÍSTICA

AS SONATAS PARA VIOLINO E PIANO DE CLÁUDIO SANTORO: UMA ABORDAGEM ESTILÍSTICA AS SONATAS PARA VIOLINO E PIANO DE CLÁUDIO SANTORO: UMA ABORDAGEM ESTILÍSTICA Michelle Lauria Silva milasila@bol.com.br Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG) Resumo Este estudo trata da relação entre

Leia mais

JUSTIFICATIVA DA INCLUSÃO DA DISCIPLINA NA CONSTITUIÇÃO DO CURRICULO

JUSTIFICATIVA DA INCLUSÃO DA DISCIPLINA NA CONSTITUIÇÃO DO CURRICULO FATEA Faculdades Integradas Teresa D Ávila Curso: Pedagogia Carga Horária: 36h Ano: 2011 Professor: José Paulo de Assis Rocha Plano de Ensino Disciplina: Arte e Educação Período: 1º ano Turno: noturno

Leia mais

Palavras-chave: metodologia, linguagem, projeto arquitetônico

Palavras-chave: metodologia, linguagem, projeto arquitetônico æ ensaios A linguagem ideogrâmica como elemento de intermediação reflexiva entre o programa de necessidades e o estudo preliminar Arquiteto, Prof. Dr. Paulo Corrêa O artigo traz, à discussão sobre metodologia

Leia mais

JUSTIFICATIVA OBJETIVOS GERAIS DO CURSO

JUSTIFICATIVA OBJETIVOS GERAIS DO CURSO FATEA Faculdades Integradas Teresa D Ávila Plano de Ensino Curso: Pedagogia Disciplina: Fundamentos Teoricos Metodologicos para o Ensino de Arte Carga Horária: 36h Período: 2º ano Ano: 2011 Turno: noturno

Leia mais

Título: A Improvisação Física e Experimental i

Título: A Improvisação Física e Experimental i IV Reunião Científica de Pesquisa e Pós-Graduação em Artes Cênicas 1 Título: A Improvisação Física e Experimental i Luiz Carlos de Almeida Garrocho(UFMG) GT: Territórios e Fronteiras Palavras-chave: improvisação,

Leia mais

Reestruturação Produtiva em Saúde

Reestruturação Produtiva em Saúde Trabalho em Saúde O trabalho Toda atividade humana é um ato produtivo, modifica alguma coisa e produz algo novo. Os homens e mulheres, durante toda a sua história, através dos tempos, estiveram ligados,

Leia mais

Educação Musical: Criação, Linguagem e Conhecimento

Educação Musical: Criação, Linguagem e Conhecimento Educação Musical: Criação, Linguagem e Conhecimento INTRODUÇÃO Educadores musicais têm manifestado sua preocupação com a observância da Lei nº 11769, que é a lei de inclusão da música no currículo das

Leia mais

A PUBLICIDADE E PROPAGANDA: face á moral, á ética e ao direito

A PUBLICIDADE E PROPAGANDA: face á moral, á ética e ao direito A PUBLICIDADE E PROPAGANDA: face á moral, á ética e ao direito Fabiana Ferraz Dias 1 Marcela Juliana.A. de Oliveira Marink Martins de Souza Vagliano Ralphe Vinicius Pereira dos Santos Resumo: Diante do

Leia mais

MODELAGEM DE NEGÓCIOS CANVAS

MODELAGEM DE NEGÓCIOS CANVAS MODELAGEM DE NEGÓCIOS CANVAS Uma nova maneira de desenvolver o seu negócio... Leal alex.leal @ ba.sebrae.com.br (75) 3321 2153 NOSSO CONTEÚDO A empresa e suas visões As diferenças entre o Canvas e o Plano

Leia mais

WORKSHOP INTRODUÇÃO À MÚSICA

WORKSHOP INTRODUÇÃO À MÚSICA WORKSHOP INTRODUÇÃO À MÚSICA INTRODUÇÃO Nos dias de hoje, é quase impensável querermos uma televisão a preto e branco em deterimento de uma televisão a cores e acontece porque a partir do momento em que

Leia mais

Colégio Cenecista Dr. José Ferreira

Colégio Cenecista Dr. José Ferreira Colégio Cenecista Dr. José Ferreira MATEMÁTICA E MÚSICA ESTRUTURA MUSICAL EM ESCALA MATEMÁTICA Área de Concentração: Matemática, Ciências Naturais e Teoria Musical Disciplina de Concentração: Matemática

Leia mais

CEM BENJAMIM JOSÉ DE ALMEIDA PROJETO INTERDISCIPLINAR EINSTEIN E A MÚSICA PROFESSORES: ROSEVALDO CELESTINO BARROS FÁBIO JÚNIOR MILHOMEM

CEM BENJAMIM JOSÉ DE ALMEIDA PROJETO INTERDISCIPLINAR EINSTEIN E A MÚSICA PROFESSORES: ROSEVALDO CELESTINO BARROS FÁBIO JÚNIOR MILHOMEM CEM BENJAMIM JOSÉ DE ALMEIDA PROJETO INTERDISCIPLINAR EINSTEIN E A MÚSICA PROFESSORES: ROSEVALDO CELESTINO BARROS FÁBIO JÚNIOR MILHOMEM ARAGUAÍNA, DEZEMBRO DE 2015 A FÍSICA NA MÚSICA A música, de um modo

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA RAIMUNDO PEREIRA DO NASCIMENTO

A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA RAIMUNDO PEREIRA DO NASCIMENTO A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA RAIMUNDO PEREIRA DO NASCIMENTO 0 1 A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA

Leia mais

instrumentos passaram a ser tocados muitas vezes de maneira diferente da regular

instrumentos passaram a ser tocados muitas vezes de maneira diferente da regular INTRODUÇÃO A música do século XX foi marcada por grandes inovações em estruturações e outros procedimentos. As estruturações passaram a ter formas cada vez mais livres como na poesia sem metro ou rima;

Leia mais

Alunos de 6º ao 9 anos do Ensino Fundamental

Alunos de 6º ao 9 anos do Ensino Fundamental Alunos de 6º ao 9 anos do Ensino Fundamental Resumo Este projeto propõe a discussão da Década de Ações para a Segurança no Trânsito e a relação dessa com o cotidiano dos alunos, considerando como a prática

Leia mais

ENSINO FUNDAMENTAL. DIRETRIZES CURRICULARES 1º ao 5º ANO MÚSICA

ENSINO FUNDAMENTAL. DIRETRIZES CURRICULARES 1º ao 5º ANO MÚSICA CHARLES DARWIN ENSINO FUNDAMENTAL 2015 DIRETRIZES CURRICULARES 1º ao 5º ANO MÚSICA OBJETIVOS GERAIS Explorar e identificar elementos da música para se expressar e interagir com outros; Interpretar músicas

Leia mais

Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre

Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre sabem alguma coisa, todo educando pode aprender, mas

Leia mais

JULIANA STEDILLE RICHELLY DE MACEDO RAMOS PROJETO DE PESQUISA AVALIAÇÃO EM ARTE

JULIANA STEDILLE RICHELLY DE MACEDO RAMOS PROJETO DE PESQUISA AVALIAÇÃO EM ARTE UNIVERSIDADE DE CAXIAS DO SUL CENTRO DE FILOSOFIA E EDUCAÇÃO PROJETO NOSSA ESCOLA PESQUISA SUA OPINIÃO - PÓLO RS CURSO ESCOLA E PESQUISA: UM ENCONTRO POSSÍVEL JULIANA STEDILLE RICHELLY DE MACEDO RAMOS

Leia mais

PLANIFICAÇÃO ANUAL Actividades de Enriquecimento Curricular Expressão Dramática/Teatro e Corporal

PLANIFICAÇÃO ANUAL Actividades de Enriquecimento Curricular Expressão Dramática/Teatro e Corporal PLANIFICAÇÃO ANUAL Actividades de Enriquecimento Curricular Expressão Dramática/Teatro e Corporal Ano de escolaridade: 1.º e 2.º Ano Ano lectivo: 2011/2012 Professor/a da Disciplina:... Agrupamento/Escola:.

Leia mais

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Claudia Maria da Cruz Consultora Educacional FEVEREIRO/2015 CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ênfase na operacionalização escrita dos documentos curriculares municipais é

Leia mais

Projeto: Música na Escola. O amor é a melhor música na partitura da vida e sem ele, você é um eterno desafinado.

Projeto: Música na Escola. O amor é a melhor música na partitura da vida e sem ele, você é um eterno desafinado. Projeto: Música na Escola O amor é a melhor música na partitura da vida e sem ele, você é um eterno desafinado. Justificativa De acordo com as diretrizes curriculares, o som é a matériaprima da música;

Leia mais

Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática

Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática Patricia Andretta 1 Ana Maria P. Liblik 2 Resumo O presente projeto de pesquisa terá como objetivo compreender

Leia mais

INDIVÍDUO E SOCIEDADE PARTE 2

INDIVÍDUO E SOCIEDADE PARTE 2 TEXTO NUM. 2 INDIVÍDUO E SOCIEDADE PARTE 2 Max Weber, O indivíduo e a ação social: O alemão Max Weber (1864-1920), diferentemente de Durkheim, tem como preocupação central compreender o indivíduo e suas

Leia mais

Dança e políticas de cultura na pós-modernidade

Dança e políticas de cultura na pós-modernidade Dança e políticas de cultura na pós-modernidade Thaís Gonçalves Rodrigues da Silva Universidade Estadual do Ceará UECE Mestranda Professora e pesquisadora de dança Resumo: O balé clássico tem sido uma

Leia mais

Aprender é inventar-se e inventar o mundo, ensinar também.

Aprender é inventar-se e inventar o mundo, ensinar também. Universidade Estadual do Rio Grande do Sul Unidade de Montenegro Curso de Graduação em Teatro: Licenciatura Programa Institucional de Bolsa de Iniciação a Docência PIBID Bolsista: Gleniana da Silva Peixoto

Leia mais

Quatro coordenadas para o andamento da educação musical

Quatro coordenadas para o andamento da educação musical Quatro coordenadas para o andamento da educação musical Léa Pintor Martins de Arruda Maria Angela de Souza Lima Rizzi O trabalho realizado com os educadores, pela equipe da Associação Arte Despertar no

Leia mais

Objetos de aprendizagem como ambientes interativos de aprendizagem

Objetos de aprendizagem como ambientes interativos de aprendizagem Objetos de aprendizagem como ambientes interativos de aprendizagem Prof. Me. Wagner Antonio Junior Secretaria Municipal da Educação de Bauru e-mail: wag.antonio@gmail.com Pôster Pesquisa em andamento A

Leia mais

GT Psicologia da Educação Trabalho encomendado. A pesquisa e o tema da subjetividade em educação

GT Psicologia da Educação Trabalho encomendado. A pesquisa e o tema da subjetividade em educação GT Psicologia da Educação Trabalho encomendado A pesquisa e o tema da subjetividade em educação Fernando Luis González Rey 1 A subjetividade representa um macroconceito orientado à compreensão da psique

Leia mais

FICHA TÉCNICA. Concepção Marcelo Garcia João Cruz Rodrigo Salgueiro Naira de Araújo. Revisão Ludmila Schmaltz Pereira

FICHA TÉCNICA. Concepção Marcelo Garcia João Cruz Rodrigo Salgueiro Naira de Araújo. Revisão Ludmila Schmaltz Pereira SENAR INSTITUTO FICHA TÉCNICA Presidente da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil Senadora Kátia Abreu Secretário Executivo do SENAR Daniel Carrara Presidente do Instituto CNA Moisés Pinto

Leia mais

O mundo das pequenas coisas: estampas para tecido feitas com objetos do universo da costura

O mundo das pequenas coisas: estampas para tecido feitas com objetos do universo da costura O mundo das pequenas coisas: estampas para tecido feitas com objetos do universo da costura The little things world: prints for textile made with objects of sewing universe Cavalcante, Vanessa Peixoto;

Leia mais

Música é linguagem que organiza, intencionalmente, os sons e o silêncio, no continuum espaço-tempo.

Música é linguagem que organiza, intencionalmente, os sons e o silêncio, no continuum espaço-tempo. CAPACITAÇÃO EM EDUCAÇÃO MUSICAL SESC/SEDU MÓDULO 1: ELEMENTOS DA MÚSICA PROF. DARCY ALCANTARA (UFES) CAPACITAÇÃO EM EDUCAÇÃO MUSICAL SESC/SEDU DOMINGO - MANHÃ REVISÃO DOS CONCEITOS DE MÚSICA, RITMO E MELODIA

Leia mais

Titulo Ver e olhar: dois pólos que instrumentalizam a construção da significação no design de moda

Titulo Ver e olhar: dois pólos que instrumentalizam a construção da significação no design de moda Titulo Ver e olhar: dois pólos que instrumentalizam a construção da significação no design de moda Autor Lourdes Maria Puls Introdução As imagens são utilizadas como meio de comunicação e expressão cultural

Leia mais

Os Poemas são as Crianças

Os Poemas são as Crianças Os Poemas são as Crianças MT Gregório Pereira de Queiroz 1 São as ilhas afortunadas, São terras sem ter lugar... Fernando Pessoa Resumo Este trabalho traça um paralelo entre o trabalho musical e musicoterapêutico

Leia mais

CAPÍTULO 1. A FACULDADE DE PERCEBER, A PERCEPÇÃO E OS OBJETOS DA PERCEPÇÃO

CAPÍTULO 1. A FACULDADE DE PERCEBER, A PERCEPÇÃO E OS OBJETOS DA PERCEPÇÃO CAPÍTULO 1. A FACULDADE DE PERCEBER, A PERCEPÇÃO E OS OBJETOS DA PERCEPÇÃO Muito antigo e pouco alterado no longo transcurso que teve dentro da história da filosofia, o sentido do termo latino facultas

Leia mais

AEC ALE EXPRESSÃO DRAMÁTICA. Planificação. 1.º Ciclo do Ensino Básico

AEC ALE EXPRESSÃO DRAMÁTICA. Planificação. 1.º Ciclo do Ensino Básico ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR ANO LETIVO 2014/2015 AEC ALE EXPRESSÃO DRAMÁTICA Planificação 1.º Ciclo do Ensino Básico ALE EXPRESSÃO DRAMÁTICA Proposta de Plano Anual 2014/2015 1. Introdução

Leia mais

RESENHAS. BECKER, Fernando. A origem do conhecimento e a aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artmed, 2003, 116 p.

RESENHAS. BECKER, Fernando. A origem do conhecimento e a aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artmed, 2003, 116 p. Linguagem & Ensino, Vol. 8, Nº 2, 2005 (275-285) RESENHAS BECKER, Fernando. A origem do conhecimento e a aprendizagem escolar. Porto Alegre: Artmed, 2003, 116 p. Resenhado por Márcia Cristina Greco OHUSCHI

Leia mais

UM MINUTO PRA FALAR DO MUNDO Davina Marques Ludmila Alexandra dos Santos Sarraipa

UM MINUTO PRA FALAR DO MUNDO Davina Marques Ludmila Alexandra dos Santos Sarraipa CULTURAS E CONHECIMENTOS DISCIPLINARES ANO 3 EDIÇÃO 16 UM MINUTO PRA FALAR DO MUNDO Davina Marques Ludmila Alexandra dos Santos Sarraipa O sabiá Teco vai fugir da gaiola em busca de um lugar melhor para

Leia mais

Instituto Fonte Diálogo A integração entre a avaliação e gestão no mundo real. Rizoma mapeando encontros e desenvolvimentos. por Joyce M.

Instituto Fonte Diálogo A integração entre a avaliação e gestão no mundo real. Rizoma mapeando encontros e desenvolvimentos. por Joyce M. Instituto Fonte Diálogo A integração entre a avaliação e gestão no mundo real Rizoma mapeando encontros e desenvolvimentos Não há um método para descobrir, apenas uma longa preparação. Gilles Deleuze por

Leia mais

Palavras-chave: Formação de professores; Justificativas biológicas; Dificuldades de escolarização

Palavras-chave: Formação de professores; Justificativas biológicas; Dificuldades de escolarização OS MECANISMOS DE ATUALIZAÇÃO DAS EXPLICAÇÕES BIOLÓGICAS PARA JUSTIFICAR AS DIFICULDADES NO PROCESSO DE ESCOLARIZAÇÃO: ANÁLISE DO PROGRAMA DE ALFABETIZAÇÃO LETRA E VIDA Cristiane Monteiro da Silva 1 ; Aline

Leia mais

METAS DE APRENDIZAGEM (4 anos)

METAS DE APRENDIZAGEM (4 anos) METAS DE APRENDIZAGEM (4 anos) 1. CONHECIMENTO DO MUNDO Expressar curiosidade e desejo de saber; Reconhecer aspetos do mundo exterior mais próximo; Perceber a utilidade de usar os materiais do seu quotidiano;

Leia mais

Piaget diz que os seres humanos passam por uma série de mudanças previsíveis e ordenadas; Ou seja, geralmente todos os indivíduos vivenciam todos os

Piaget diz que os seres humanos passam por uma série de mudanças previsíveis e ordenadas; Ou seja, geralmente todos os indivíduos vivenciam todos os Teoria cognitivista Piaget utilizou os princípios conhecidos como o conceito da adaptação biológica para desenvolver esta teoria; Ela diz que o desenvolvimento da inteligência dos indivíduos acontece à

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE JOGOS ELETRÔNICOS NA MUSICALIZAÇÃO DE CRIANÇAS

A UTILIZAÇÃO DE JOGOS ELETRÔNICOS NA MUSICALIZAÇÃO DE CRIANÇAS A UTILIZAÇÃO DE JOGOS ELETRÔNICOS NA MUSICALIZAÇÃO DE CRIANÇAS Marcus J. Vieira marcus.musico@bol.com.br Fábio P. Furlanete ffurlanete@nics.unicamp.br Universidade Estadual de Londrina Resumo Este artigo

Leia mais

A formulação do Projeto de Pesquisa

A formulação do Projeto de Pesquisa Ciências Sociais Veronica Cortes A formulação do Projeto de Pesquisa Imagem 1 O pesquisador é, às vezes, como um homem que desejaria conhecer o mecanismo de um relógio que não pode abrir. Apenas a partir

Leia mais

I OS GRANDES SISTEMAS METAFÍSICOS

I OS GRANDES SISTEMAS METAFÍSICOS I OS GRANDES SISTEMAS METAFÍSICOS A principal preocupação de Descartes, diante de uma tradição escolástica em que as espécies eram concebidas como entidades semimateriais, semi-espirituais, é separar com

Leia mais

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Josiane Lima Zanata (Seduc) josianezanata@hotmail.com Ivani Souza Mello (UFMT) ivanimello1@hotmail.com

Leia mais

O ESTUDO DO HANON NA MÚSICA POPULAR: UM NOVO OLHAR PARA A SUA TÉCNICA PIANÍSTICA

O ESTUDO DO HANON NA MÚSICA POPULAR: UM NOVO OLHAR PARA A SUA TÉCNICA PIANÍSTICA O ESTUDO DO HANON NA MÚSICA POPULAR: UM NOVO OLHAR PARA A SUA TÉCNICA PIANÍSTICA Por Turi Collura Elaborado no Século XIX, o antigo livro de técnica pianística chamado Hanon - O Pianista Virtuoso resiste

Leia mais

PRÁTICAS DE LINGUAGEM ORAL E ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL

PRÁTICAS DE LINGUAGEM ORAL E ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL PRÁTICAS DE LINGUAGEM ORAL E ESCRITA NA EDUCAÇÃO INFANTIL CRUVINEL,Fabiana Rodrigues Docente do curso de pedagogia da faculdade de ciências humana- FAHU/ACEG Garça/SP e-mail:fabianarde@ig.com.br ROCHA,

Leia mais

AVALIAÇÃO: Teste escrito

AVALIAÇÃO: Teste escrito Aulas de Ciências do Comportamento 24 Novembro (quarta) Introdução à Psic. Desporto Conhecimento do atleta Motivação 3 Dezembro (quarta) Comunicação e aprendizagem Auto-confiança Formulação de objectivos

Leia mais

A liberdade reflexiva como ideal educacional

A liberdade reflexiva como ideal educacional A liberdade reflexiva como ideal educacional Introdução Quantas vezes já fomos a um concerto de piano e saímos extasiados com o que ouvimos? Quantas vezes ouvimos uma antiga canção que nos trouxe lembranças

Leia mais

O DIÁLOGO COM AS CRIANÇAS PEQUENAS - REFLEXÕES SOBRE O COTIDIANO INFANTIL

O DIÁLOGO COM AS CRIANÇAS PEQUENAS - REFLEXÕES SOBRE O COTIDIANO INFANTIL O DIÁLOGO COM AS CRIANÇAS PEQUENAS - REFLEXÕES SOBRE O COTIDIANO INFANTIL Viviane Cardoso¹ Resumo: O objetivo desse artigo é refletir como os ideais da pedagogia freireana tem contribuído para as práticas

Leia mais

Articulando saberes e transformando a prática

Articulando saberes e transformando a prática Articulando saberes e transformando a prática Maria Elisabette Brisola Brito Prado Na sociedade do conhecimento e da tecnologia torna-se necessário repensar o papel da escola, mais especificamente as questões

Leia mais

A PRESENÇA NÃO É UM ATRIBUTO DO ATOR

A PRESENÇA NÃO É UM ATRIBUTO DO ATOR ENSAIO A PRESENÇA NÃO É UM ATRIBUTO DO ATOR por Renato Ferracini Possui graduação em Artes Cênicas (1993), mestrado (1998) e doutorado (2004) em Multimeios pela UNICAMP. É ator- pesquisador e atualmente

Leia mais

A LINGUAGEM MUSICAL NA FORMAÇÃO INICIAL DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO INFANTIL

A LINGUAGEM MUSICAL NA FORMAÇÃO INICIAL DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO INFANTIL Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 584 A LINGUAGEM MUSICAL NA FORMAÇÃO INICIAL DO PROFESSOR DE EDUCAÇÃO INFANTIL Maria Cristina Ponçano Brito 1, Carmen

Leia mais

COMPOSIÇÃO COMO RECURSO NO PROCESSO ENSINO / APRENDIZAGEM MUSICAL

COMPOSIÇÃO COMO RECURSO NO PROCESSO ENSINO / APRENDIZAGEM MUSICAL 389 COMPOSIÇÃO COMO RECURSO NO PROCESSO ENSINO / APRENDIZAGEM MUSICAL Ruth de Sousa Ferreira Silva Mestranda em Artes pela Universidade Federal de Uberlândia Introdução Este relato de experiência tem como

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA: A VISÃO DOS PROFESSORES E PROFESSORAS DE CIENCIAS E BIOLOGIA ACERCA DA FORMAÇÃO NECESSÁRIA

EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA: A VISÃO DOS PROFESSORES E PROFESSORAS DE CIENCIAS E BIOLOGIA ACERCA DA FORMAÇÃO NECESSÁRIA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NA ESCOLA: A VISÃO DOS PROFESSORES E PROFESSORAS DE CIENCIAS E BIOLOGIA ACERCA DA FORMAÇÃO NECESSÁRIA FERREIRA, Adriana Ribeiro & ROSSO, Ademir José INTRODUÇÃO O meio ambiente (MA) é

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO DE GRADUAÇÃO DE PEDAGOGIA Disciplina: Comunicação e Expressão Ementa: A leitura como vínculo leitor/texto através do conhecimento veiculado pelo texto escrito. Interpretação:

Leia mais

Projeto de Ações para o Serviço Psicológico do Setor Socioeducacional da Faculdade ASCES

Projeto de Ações para o Serviço Psicológico do Setor Socioeducacional da Faculdade ASCES Projeto de Ações para o Serviço Psicológico do Setor Socioeducacional da Faculdade ASCES Jovanka de Freitas S. Limeira Psicóloga Setor Socioeducacional Caruaru 2014 APRESENTAÇÃO O presente projeto sugere

Leia mais

2014 Setembro Ed. 16 1

2014 Setembro Ed. 16 1 1 Editorial Caros assinantes, tudo o que fazemos na vida tem por objetivo nossa felicidade. Quando ajudamos outra pessoa sentimos um forte prazer, felicidade. A filosofia nos convida a refletir se fazemos

Leia mais

Filosofia, Arte e Ciência : modos de pensar o acontecimento e o virtual segundo Gilles Deleuze

Filosofia, Arte e Ciência : modos de pensar o acontecimento e o virtual segundo Gilles Deleuze Filosofia, Arte e Ciência : modos de pensar o acontecimento e o virtual segundo Gilles Deleuze Catarina Pombo Nabais No seu último livro, intitulado O que é a Filosofia?, Deleuze e Guattari desenham uma

Leia mais

O SUJEITO-PROFESSOR E SUA INSCRIÇÃO APARENTE NO DISCURSO EDUCACIONAL VIGENTE Luzia Alves 1

O SUJEITO-PROFESSOR E SUA INSCRIÇÃO APARENTE NO DISCURSO EDUCACIONAL VIGENTE Luzia Alves 1 410 O SUJEITO-PROFESSOR E SUA INSCRIÇÃO APARENTE NO DISCURSO EDUCACIONAL VIGENTE Luzia Alves 1 RESUMO. O presente estudo se propõe a analisar num artigo, publicado em uma revista de grande circulação no

Leia mais

NuCA PROJETO CONSTRUTIVISTA E MULTICULTURAL. G. Oliveira Penna 1. L. Maria Filipetto 2. C. Souza 3. E. Carpes Camargo 4

NuCA PROJETO CONSTRUTIVISTA E MULTICULTURAL. G. Oliveira Penna 1. L. Maria Filipetto 2. C. Souza 3. E. Carpes Camargo 4 NuCA PROJETO CONSTRUTIVISTA E MULTICULTURAL G. Oliveira Penna 1 L. Maria Filipetto 2 C. Souza 3 E. Carpes Camargo 4 RESUMO: O Projeto NuCA Núcleo de Cultura e Arte tem como objetivo levar a cultura para

Leia mais

UMA ESTÉTICA PARA A ESTÉTICA

UMA ESTÉTICA PARA A ESTÉTICA UMA ESTÉTICA PARA A ESTÉTICA Por Homero Alves Schlichting Doutorando no PPGE UFSM homero.a.s@gmail.com Quando falares, procura que tuas palavras sejam melhores que teus silêncios. (Provérbio da cultura

Leia mais

A paisagem sonora em práticas teatrais na escola: voz e escuta

A paisagem sonora em práticas teatrais na escola: voz e escuta A paisagem sonora em práticas teatrais na escola: voz e escuta Raquel Guerra Universidade Federal de Santa Maria - UFSM Graduação Programa de Pós-Graduação em Teatro - UDESC. Professora Resumo: Neste artigo

Leia mais

O tema desta edição do EVP em Notícias é: Conexões

O tema desta edição do EVP em Notícias é: Conexões O tema desta edição do EVP em Notícias é: Conexões Nosso entrevistado é o Prof. Dr. Rogério da Costa, da PUC-SP. A partir de um consistente referencial teórico-filosófico, mas em uma linguagem simples,

Leia mais