Sacou-Tocou - música em devir

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Sacou-Tocou - música em devir"

Transcrição

1 1 Sacou-Tocou - música em devir Autor: Pedro de Albuquerque Araujo Resumo A questão que move este trabalho é a noção do liame composto a partir do encontro entre duas redes conceituais: o método de ensino musical Pré-Figurativo, de Hans-Joachim Koellreutter, e o pensamento sem imagem, de Gilles Deleuze. Tais conceitos são tomados, aqui, como Multiplicidades em que um é constituído pelo outro, e vice-versa. Trata-se, no caso do ensino musical pré-figurativo, de um método que não se utiliza de modelos prévios e por isso coloca o pensamento em devir e, do pensamento sem imagem, a maneira como tal movimento da produção desse devir-pensar se desterritorializa sendo capaz de delinear algo que ainda não existe, mas que pode existir. Contudo, é com a manifestação do liame, ou do fazer borda, como diria Deleuze, que a música, como ato de criação, acontece, se produz, se autoproduz. Palavras-chave: Pré-figurativo. Pensamento sem imagem. Devir-outro. Ato de escuta. Ato de criação. Deleuze. Koellreutter. Abstract We work here with the notion of bond, composed by the meeting of two conceptual nets: the pre-figurative method of music education, by Hans-Joachim Koellreutter, and the thinking without an image, by Gilles Deleuze. These concepts are taken as multiplicities, one being constituted by the other and vice versa. In the case of pre-figurative, we have a method that does not use previous models and because that takes thinking as becoming; and thinking without an image is a deterritorialising movement designing something that still does not exist but that can exist. It s starting from this bond, or this edging, as Deleuze would say, that music, as an act of creation, happens, or is produced. Keywords: Pre-Figurative. Thinking without an image. Becoming another. Act of listening Act of creation. Deleuze. Koellreutter. Este artigo surge da observação prática da composição Sacou-Tocou música em devir, nos dois momentos em que foram executadas: o primeiro na gravação feita

2 2 nos Estúdios Kaxinawá 1 Faculdade de Educação da Baixada Fluminense (UERJ), na Vila São Luís, Duque de Caxias com um Quarteto de Cordas pouco usual, dois contrabaixos e dois violoncelos (2010); e o segundo com um Trio de Cordas, violino, violoncelo e contrabaixo, em duas apresentações ao vivo, dentro do Colóquio Deleuze & Guattari: filosofia prática 2, no Teatro Cacilda Becker no Rio de Janeiro (2011). Esta observação só se tornou possível através da noção de liame que foi formulada a partir do encontro entre duas redes conceituais: o método de ensino musical pré-figurativo de H-J Koellreutter, e o pensamento sem imagem, de Gilles Deleuze Pré-figurativo de H-J Koellreutter Por trabalhar sem modelos pré-concebidos, nós consideramos o método de ensino musical pré-figurativo mais do que um método, onde se coloca o pensamento em devir, aumentando sua potência a cada momento em que relaciona cognição e expressão e a cada instante em que os diferencia. Foi com o sentido de potencializar tais diferenças existentes no processo de aprendizagem que Koellreutter pôde criar essa metodologia de ensino. Para além da simples aplicação do complexo metodológico, o que é considerado vital é a observação das diferenças que o próprio processo pré-supõe, na medida em que geram alteridades e valorizam singularidades, ambas constituintes do ato de criação. O método pode ser visto como o método em Spinoza, no sentido de que não pretende fazer com que conheçamos a coisa, mas sim de nos fazer entender a nossa 1 2

3 3 potência para conhecer a coisa. É um ato, uma ação, uma tomada de consciência de nossa capacidade reflexiva em potencial, isto é, a compreensão do movimento como a ideia da ideia. Pois, a ideia como primeira ideia está envolvida por uma ficção, por uma paixão, desse modo, a ideia como um objeto geométrico é ela mesma, a inadequação de um corpo afetante, algo que, de certa maneira, nos incomoda. Portanto, ela (ideia envolvida numa ficção/paixão) nos faz perceber a nossa potencialidade para o conhecimento sem nos ampararmos efetivamente por um objeto real, como numa mesa ou numa cadeira. Mas, se pensarmos no método como produtor de ideias e estas se relacionando com um corpo afetante exterior, que chamamos de força que força o pensar de maneira positiva ou adequada (como diz Spinoza), o que teremos é uma multiplicidade criativa. Um exemplo concreto disso são os Modelos de improvisação que Koellreutter propõe como modos de criação, como modelos, mas também de improvisações, para que façamos explodir as metodologias tradicionais e passemos a produzir outras linhas múltiplas e criativas. Como diz Carlos Kater (Kater, Encontro com H. J. Koellreutter, 141) entrevistando Koellreutter: esses modelos de improvisação são para estimular o questionamento e explorar os limites do conhecimento, pois a improvisação põe em prática conceitos até então teóricos e traz, com isso, a ampliação da possibilidade reflexiva de alunos e de professores que se perguntam a todo o momento o que a música é. Mas, para Koellreutter e Kater, a música é um sistema de signos, sonoros e visuais, que se misturam, portanto, a música é como um meio, que se atualiza na sua máxima potência expressiva. Porém, há uma necessidade de organização (no sentido de separação, divisão) de tais signos em geradores e gerados assim, chegamos ao meta-signo pré-figurativo, que produz e é produzido a partir das formas, das pesquisas empíricas, das experiências

4 4 com materiais, da relação do silêncio com as peculiaridades sonoras. Distinguindo, desse modo, cada vez mais as diferenças entre as crenças, as éticas, as morais e as estéticas. Nos quais o ideal não se trata de manter a pulsação única e monolítica (que nos leva à ideia de unidade), mas exatamente em caracterizar cada um faz, como múltiplo de si. Para, portanto, podermos trabalhar longe desse lugar que é conhecido como tradicional musical pedagógico, que se resume à reprodução de exemplos dados na reprodução de conceitos e problemas que não são os seus, nem são os nossos. Então, ao pensamos que, é através da prática da improvisação, pelo metasigno pré-figurativo, em que produz e é produzido que podemos chegar à produção de outros problemas, e, na busca de suas resoluções, gerarmos novos conceitos. O pensamento sem imagem, de Gilles Deleuze Para Deleuze o pensamento sem imagem é uma maneira de pensar sem um padrão pré-existente que determina de antemão o que significa pensar ou orientar-se no pensamento. Trata-se aqui de um movimento de desterritorialização capaz de delinear algo que ainda não existe, mas que pode existir. Tal pensamento pode ser relacionado a um estado de sombreamento, numa condição muito sutil entre forças que se produzem através das diferenças, de uma maneira não dialética. Isso caracteriza uma zona de vizinhança, uma espécie de telhagem, como um telhado mesmo, em que as telhas se recobrem apenas em partes, em que, um existe no outro e pelo outro, simultaneamente, o que permite a existência efetiva de um devir-outro 3. 3 O conceito de devir é um devir-outro por excelência, pois, além de ter vindo de algum outro conceito que veio de outro, e assim por diante, constituindo uma multiplicidade conceitual, os conceitos criam uma zona de vizinhança que não delimita muito bem seus territórios; não se pode saber exatamente a linha divisória entre o começo de um e o término do outro, se misturando, se compondo.

5 5 Segundo Deleuze (2003), os músicos (compositores, instrumentistas e ouvintes) e os filósofos estão frente a frente em uma tarefa bem semelhante quando a filosofia e a música se colocam de maneira canônica, regular, profissional 4, e nos forçam a reconhecê-las numa forma tão incipiente de pensamento que temos que submetê-las a conceitos e a categorias para resguardá-las, para protegê-las de um estado de inatismo, de passividade que o próprio pensamento senso comum carrega consigo. Mas isso é pouco para podermos sair da condição de bom-mocismo que nos devasta. O que é preciso fazer, no entanto, é retorcer a música como linguagem, é dar um sentido turbilhonar à filosofia, é inventar um movimento giratório à filosofia e à música para, só então, arrancar a fórceps o dinamismo essencial (no sentido de Spinoza) do devir que os dois tipos de pensamento (linguagem?) carregam. No mesmo texto Por que nós, não músicos? (2003), Deleuze diz que a música não é um assunto exclusivo dos músicos na proporção em que ela não se utiliza de um elemento único e fundamental, o som. Ela é a relação das intensidades não sonoras e das forças que agem através do material sonoro elaborado pelo compositor. Tal ligação se torna perceptível, audível, de modo que podemos perceber as diferenças no jogo relacional, não dialético, produtivo entre o material e as forças. Essas conexões entre o material sonoro-musical e as forças de intensidade são o que chamamos de liame musical. 4 Referência à letra de Chico Buarque Homenagem ao malandro.

6 6 A composição 5 O que nos interessa aqui, à pesquisa, é se nos domínios relativos ao sonoro (intensivo) e ao musical (extensivo), o fato de existir como outra atualização da/na linguagem musical, que não é a do significante nem como fala nem como palavra escrita, mas que é afeto do corpo e afeto de um corpo afetante (no sentido de Spinoza), pode continuar a motivar a produção estético-musical através do liame (que é ativo e criador). Por algo que está entre o sonoro e o musical, que age no instante naquele único instante com a potência de um raio, fazendo com que o ato de escuta seja capaz de gerar-se e ser gerado. As ressonâncias, portanto, entre o pré-figurativo e o pensamento sem imagem provocam a criação de um meta-signo, que tem por características: trabalhar sem modelos prévios, por o pensamento em devir, gerar alteridades e valorizar as singularidades, fazendo com isso uma zona de vizinhança, trazendo a noção do deviroutro para o ato de criação e para o ato de escuta, simultaneamente. Concebemos uma composição para ser executada no ato de sua criação: Sacou- Tocou 6 música em devir 7 ; e com isso mantemos forma e estilo abertos, à maneira de Cage em 4 33, só que a relação não se dá entre 8 músico/música e plateia/audiência; a relação se dá entre músicos. O que nos interessa aqui é a pesquisa da produção musical sob determinadas condições de possibilidades (o uso de instrumentos de cordas friccionadas) e o acaso (capacidade de afetar e de delinear aquilo que ainda não existe). 5 O Quarteto de Cordas Sacou-Tocou é pouco usual: 2 contrabaixos e 2 violoncelos. Sendo Pedro de Albuquerque Araujo (contrabaixo), Mayo Pamplona (contrabaixo), Maria Clara Valle (violoncelo), Nana Carneiro da Cunha (violoncelo). Trio de Cordas Sacou-Tocou: Pedro de Albuquerque Araujo (contrabaixo), Nora Fortunato (violoncelo), e Renata Neves (violino) Sempre lembrando que nas relações de devir entre-dois não se formam pares homogêneos e complementares, mas sim heterogêneos e diversos.

7 7 As Cordas irão executar a música em devir, isto é, o que elas estarão produzindo será uma co-existência no âmbito sonoro-musical, na qual a partir do som de uma corda friccionada por um arco, cria-se um estímulo, o que poderíamos chamar também de uma espécie de partitura (escritura, traço), pois esta gera e é gerada entre o plano sonoro e o plano musical. Sendo isto que engendra o devir-pensar no pensamento, o devir-musical na música e o devir-músico entre o músico e seu instrumento. A regra da música é a seguinte: inicialmente sugere-se que se vá do grave ao agudo e os instrumentistas irão atuando um de cada vez, no momento em que cada um for percebendo a relação que está sendo criada, aí sim, cada um colocará sua nota. Pode ser uma nota (como conhecemos no sistema tonal), mas também pode ser uma batida no tampo, um rangido, um ruído etc., ou seja, qualquer coisa que produza sonoridades diversas; uma nota longa que altere o acorde ou um determinado ritmo que altere o compasso. A questão que se produz, então, é: como os affectus atuam no ato de criação. Spinoza observa que, em regra geral, a afecção (affectio) se refere diretamente ao corpo, já o afeto (affectus) se remete ao espírito, à ideia. Porém, suas diferenças não são tão simples assim. A afecção do corpo (affectio) e a ideia envolvem uma natureza, uma qualidade, uma origem do corpo exterior, entretanto, o afeto (affectus) envolve tanto o corpo como a ideia no aumento ou na diminuição da potência de agir. O affectio é a condição do corpo afetado e pressupõe a presença do corpo exterior afetante, a partir dessa condição o affectus propõe uma mudança de lugar, de conjuntura, de modos de ser, de um corpo a outro. O léxico usado por Spinoza para tratar dos afetos assinala sua distância da perspectiva moralizante, baseada na falsa ideia de um poder da vontade sobre as paixões em favor de uma compreensão objetiva dos afetos, sejam ou não humanos. A distinção

8 8 entre as afecções (affectio) corporais (os efeitos físicos causados por outros corpos) e mentais (as ideias e as imagens), e que são simultâneas no indivíduo, remetem a um estado (constitutio) do corpo afetado e implicam a presença de um corpo afetante. Já o termo afeto (affectus) exprime, no corpo afetado e no corpo afetante, a transição (transitio) de um estado a outro (a doença ou um exercício físico modificam a compleição do corpo e produzem simultaneamente ideias e sentimentos essas mudanças podem ser nocivas, caso diminuam, ou boas, caso aumentem a potência de agir do indivíduo afetado). As afecções são eventos físicos, no corpo, e representações ou ideias (verdadeiras ou falsas) na mente. Mas é preciso acrescentar: o afeto é uma ideia, um modo de pensar, mas não é uma representação no sentido habitual de uma ideia que representa seu objeto (Deleuze, Cursos sobre Spinoza: Vincennes, ). Se tivermos ideias das coisas amadas, odiadas, esperadas, etc., os afetos enquanto tal (amor, ódio, esperança) não são representações, mas expressões (sob o modo do pensamento) dessas transições de um estado a outro da potência de existir, agir e pensar e há sempre concomitância ou simultaneidade entre afetos e afecções. Rubores, tremores e outras manifestações físicas dos afetos, evidentemente, acompanham tais variações, mas o que interessa aqui é a expressão mental dos afetos se passivos, associados a ideias inadequadas, se ativos, a ideias adequadas. De todo modo é preciso atentar para não reduzir o afeto a um sentimento (o que não o define, mas que ele não deixa de ser). Os afetos possuem uma realidade ontológica ou metafísica, dado que são variações da potência constitutiva das coisas singulares. No entanto, se a ideia for adequada em vez de uma imagem confusa, se ela exprimir diretamente a essência do corpo afetante em vez de envolvê-lo indiretamente,

9 9 se ela for a ideia de uma affectio interna ou de uma auto-afecção que marca a conveniência interior de nossa essência, nesse caso, os afetos que dela se originam serão eles mesmos ações. (Deleuze, Espinosa: filosofia prática, 57). Já o ato de tocar a música em devir requer do músico uma atenção diferenciada, que não está no elemento concreto (mas num procedimento concreto), não está na partitura (mas que faz do som uma partitura), não está no instrumento (mas que está no devir músico/instrumento, uma mistura heterogênea entre músico e instrumento). Ela está na capacidade do músico de operar em velocidades e lentidões (Deleuze e Guattari, Mil platôs: capitalismo e esquizofrenia, 52) muito diferentes das suas e de estar atento ao fora, à diferença. Mas isso tudo é o primeiro passo para que o músico não se encerre em si mesmo e seja capaz de compor com os outros músicos um deviroutro. A exterioridade 9 funciona como um signo, um saber acumulado, uma memória que se dá no corpo através do corpo, de um corpo afetante (no sentido de Spinoza), não necessariamente de um corpo biológico ou orgânico, mas que se atualiza num plano afetivo pela pura afetividade, e então se funde, à maneira de um liame sonoro-musical, com o músico e o seu instrumento; e com isso, cria a possibilidade qualquer estilo musical ser aceito como um devir, desde a orquestra sinfônica um exemplo do que pode ser mais estriado, à eletroacústica um exemplo do que pode ser mais liso Não confundir atenção ao fora, à exterioridade, com atenção no que está fora, aos elementos mundanos. 10 Como dizem Deleuze e Guattari: Foi Pierre Boulez quem primeiro desenvolveu um conjunto de oposições simples e de diferenças complexas, mas também de correlações recíprocas não simétricas, entre espaço liso e espaço estriado. Criou esses conceitos e esses termos no campo musical, e os definiu justamente em diversos níveis, a fim de dar conta ao mesmo tempo da distinção abstrata e das misturas concretas. No nível mais simples, Boulez diz que num espaço-tempo liso ocupa-se sem contar, ao passo que num espaço-tempo estriado conta-se a fim de ocupar. Desse modo, ele torna sensível ou perceptível a diferença entre multiplicidades não métricas e multiplicidades métricas, entre espaços direcionais e espaços dimensionais. Torna-os sonoros e musicais. Sua obra pessoal sem dúvida é feita com essas relações criadas, recriadas musicalmente (Deleuze e Guattari, Mil platôs: capitalismo e esquizofrenia,

10 10 Quando não há mais esforço para evocar uma representação que oriente o tocar (pensar) é que o músico se aproxima do devir-musical. Dizemos, então, que: quando não há mais o que representar (ou o que ser representado), quando não há mais onde se orientar (nem por quê), quando não há mais para onde fugir ou se agarrar no que pensar, mesmo que seja uma nesga de pensamento, aí, sim, começamos a fazer música. Entramos num ponto, num devir-musical, num devir-músico, no qual só faz sentido, no qual só há valor o pensar sem imagem. REFERÊNCIAS Araujo, Pedro de Albuquerque. O Pré-Figurativo: diferenciações de um liame musical. Dissertação Mestrado em Educação, Cultura e Comunicação nas Periferias Urbanas Faculdade de Educação da Baixada Fluminense, Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Buarque, Chico. Homenagem ao malandro. In: Chico Buarque. [S.l.]: Philips, Cage, John. Estreando em Woodstock no mesmo ano e sendo executada por David Tudor no piano, Acesso em: 01 jun Disponível em: <http://www.youtube.com/watch?v=gn2zclbr_vm&feature=related>. Deleuze, Gilles. Cursos sobre Spinoza: Vincennes, Tradução de Emanuel Angelo da Rocha Fragoso e Hélio Rebello Cardoso Junior. Fortaleza: UECE, Espinosa: filosofia prática. Tradução de Danel Lins e Fabien Pascal Lins. São Paulo: Escuta, Por que nós, não-músicos. In: Deux régimes de fous: Textes et entretiens Tradução de Tomás Tadeu da Silva. Ed. Lapoujade, David, Paris: Minuit, Deleuze, Gilles e Felix Guattari. Mil platôs: capitalismo e esquizofrenia. v.5 Tradução de Peter Pál Pelbart. Rio de Janeiro: Editora 34, Kater, Carlos Elias. Encontro com H. J. Koellreutter. Cadernos de Estudo: educação musical, n.6 (1997): Melo, Fabrício; Palombini, Carlos. O objeto sonoro de Pierre Schaeffer: duas abordagens. XVI ANPPOM, Brasília, ).

Composição musical na educação infantil: uma experiência possível

Composição musical na educação infantil: uma experiência possível Composição musical na educação infantil: uma experiência possível Francine Kemmer Cernev francine@cernev.com.br Universidade Estadual de Londrina/ Colégio Nossa Senhora do Rosário, Cornélio Procópio/PR/

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. DINIS

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS D. DINIS 1 NOTA INTRODUTÓRIA Programa Música - AEC (1º e 2º Ano - 1º CEB) (Adaptação do Programa do 1º Ciclo Plano da Meloteca) No âmbito da Expressão e Educação Musical, ao abrigo do Despacho n.º 9265-B/2013,

Leia mais

O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA

O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA Maria Lúcia C. Neder Como já afirmamos anteriormente, no Texto-base, a produção, a seleção e a organização de textos para a EAD devem

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches A presença de tecnologias digitais no campo educacional já é facilmente percebida, seja pela introdução de equipamentos diversos,

Leia mais

O SISTEMA NERVOSO NA RELAÇÃO PERCEPÇÃO-AÇÃO NO CORPO QUE DANÇA

O SISTEMA NERVOSO NA RELAÇÃO PERCEPÇÃO-AÇÃO NO CORPO QUE DANÇA 7º Seminário de Pesquisa em Artes da Faculdade de Artes do Paraná Anais Eletrônicos O SISTEMA NERVOSO NA RELAÇÃO PERCEPÇÃO-AÇÃO NO CORPO QUE DANÇA Carolina Madsen Beltrame 137 Faculdade De Artes Do Paraná

Leia mais

CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES

CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES CONSTRUINDO TRIÂNGULOS: UMA ABORDAGEM ENFATIZANDO A CONDIÇÃO DE EXISTÊNCIA E CLASSIFICAÇÕES Poliana de Brito Morais ¹ Francisco de Assis Lucena² Resumo: O presente trabalho visa relatar as experiências

Leia mais

11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na segunda coluna:

11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na segunda coluna: TÉCNICO EM ASSUNTOS EDUCACIONAIS 4 CONHECIMENTOS ESPECÍFICOS QUESTÕES DE 11 A 25 11. Com base na Teoria Piagetiana, relacione os conceitos da primeira coluna de acordo com as definições apresentadas na

Leia mais

O SOM E SEUS PARÂMETROS

O SOM E SEUS PARÂMETROS O SOM E SEUS PARÂMETROS Você já percebeu como o mundo está cheio de sons? Mas você já parou para pensar o que é o SOM? Pois bem, som é tudo o que nossos ouvidos podem ouvir, sejam barulhos, pessoas falando

Leia mais

Palavras-chave: aulas coletivas; motivação; execução musical; flauta transversal; prática interpretativa.

Palavras-chave: aulas coletivas; motivação; execução musical; flauta transversal; prática interpretativa. 794 AULAS COLETIVAS DE INSTRUMENTO COMO FATOR DE MOTIVAÇÃO PARA O DESENVOLVIMENTO DA EXECUÇÃO MUSICAL DE FLAUTISTAS EM CURSOS DE GRADUAÇÃO. José Benedito Viana Gomes Universidade Federal do Estado do Rio

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 TÍTULO DO PROGRAMA As letrinhas mágicas. 2 EPISÓDIO TRABALHADO Uma visita ao zoológico. 3 SINOPSE DO EPISÓDIO ESPECÍFICO As Vogais vão ao zoológico e têm contato com

Leia mais

PADRÃO PLÁSTICO TOM.

PADRÃO PLÁSTICO TOM. PADRÃO PLÁSTICO TOM. Os princípios de dinâmica de um padrão tonal são muito parecidos com o que vimos em relação aos da linha. Ao colocarmos algumas pinceladas de preto sobre um campo, eles articulam uma

Leia mais

GT Psicologia da Educação Trabalho encomendado. A pesquisa e o tema da subjetividade em educação

GT Psicologia da Educação Trabalho encomendado. A pesquisa e o tema da subjetividade em educação GT Psicologia da Educação Trabalho encomendado A pesquisa e o tema da subjetividade em educação Fernando Luis González Rey 1 A subjetividade representa um macroconceito orientado à compreensão da psique

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

Piaget diz que os seres humanos passam por uma série de mudanças previsíveis e ordenadas; Ou seja, geralmente todos os indivíduos vivenciam todos os

Piaget diz que os seres humanos passam por uma série de mudanças previsíveis e ordenadas; Ou seja, geralmente todos os indivíduos vivenciam todos os Teoria cognitivista Piaget utilizou os princípios conhecidos como o conceito da adaptação biológica para desenvolver esta teoria; Ela diz que o desenvolvimento da inteligência dos indivíduos acontece à

Leia mais

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: CONSTRUÇÃO COLETIVA DO RUMO DA ESCOLA

PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: CONSTRUÇÃO COLETIVA DO RUMO DA ESCOLA PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO: CONSTRUÇÃO COLETIVA DO RUMO DA ESCOLA Luís Armando Gandin Neste breve artigo, trato de defender a importância da construção coletiva de um projeto político-pedagógico nos espaços

Leia mais

NOTAS ACERCA DO VIRTUAL. Celso Candido

NOTAS ACERCA DO VIRTUAL. Celso Candido NOTAS ACERCA DO VIRTUAL Celso Candido A fim de tornar mais claro o conceito de virtual, pressuposto neste trabalho, vai-se abordar este problema a partir de uma leitura de Pierre Lévy e Gilles Deleuze.

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA RAIMUNDO PEREIRA DO NASCIMENTO

A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA RAIMUNDO PEREIRA DO NASCIMENTO A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA RAIMUNDO PEREIRA DO NASCIMENTO 0 1 A IMPORTÂNCIA DA MÚSICA NAS AULAS DE LÍNGUA PORTUGUESA DA TURMA DE 9º ANO DA ESCOLA

Leia mais

RELAÇÃO ENTRE FONÉTICA E FONOLOGIA. Miguél Eugenio Almeida UEMS Unidade Universitária de Jardim. 0. Considerações iniciais

RELAÇÃO ENTRE FONÉTICA E FONOLOGIA. Miguél Eugenio Almeida UEMS Unidade Universitária de Jardim. 0. Considerações iniciais RELAÇÃO ENTRE FONÉTICA E FONOLOGIA Miguél Eugenio Almeida UEMS Unidade Universitária de Jardim 0. Considerações iniciais A Relação entre fonética e fonologia compreende uma relação de interdependência,

Leia mais

A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA

A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA Rita Bomfati. UNESPAR- FAP ritabomfati1@gmail.com Resumo: A importância da formação musical do musicoterapeuta (conhecimento de ritmos e instrumentos, história da

Leia mais

TAMANHO DAS FOLHAS - DEMONSTRATIVOS

TAMANHO DAS FOLHAS - DEMONSTRATIVOS TAMANHO DAS FOLHAS - DEMONSTRATIVOS INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO AMAZONAS IFAM CAMPUS HUMAITÁ CURSO DE... NOME DO(A) DISCENTE TÍTULO DA PESQUISA HUMAITÁ AM ANO EM QUE O TRABALHO

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE OS CONCEITOS DE RITMO

REFLEXÕES SOBRE OS CONCEITOS DE RITMO REFLEXÕES SOBRE OS CONCEITOS DE RITMO E ANDAMENTO E SUAS POSSÍVEIS APLICAÇÕES NA CENA TEATRAL Ernani de Castro Maletta Universidade Federal de Minas Gerais UFMG Ritmo, andamento, encenação. O ritmo é um

Leia mais

Suas atividades terão como horizonte a escola, de modo particular, a escola em que você atua!

Suas atividades terão como horizonte a escola, de modo particular, a escola em que você atua! PROJETO-INTERVENÇÃO O curso de formação de gestores escolares que estamos realizando orientase por dois eixos básicos: a) a educação compreendida como direito social a ser suprido pelo Estado; b) a gestão

Leia mais

Palavras-chave: metodologia, linguagem, projeto arquitetônico

Palavras-chave: metodologia, linguagem, projeto arquitetônico æ ensaios A linguagem ideogrâmica como elemento de intermediação reflexiva entre o programa de necessidades e o estudo preliminar Arquiteto, Prof. Dr. Paulo Corrêa O artigo traz, à discussão sobre metodologia

Leia mais

FLADEM 2011. Fundamentação Teórica para a Mostra de Musicalização: Compositores e Intérpretes : a criação na aula de instrumento

FLADEM 2011. Fundamentação Teórica para a Mostra de Musicalização: Compositores e Intérpretes : a criação na aula de instrumento FLADEM 2011 Fundamentação Teórica para a Mostra de Musicalização: Compositores e Intérpretes : a criação na aula de instrumento Sandra Mara da Cunha e Claudia Maradei Freixedas Breve introdução A experiência

Leia mais

A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná.

A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná. A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná. O Curso de Formação de Docentes Normal, em nível médio, está amparado

Leia mais

Alunos de 6º ao 9 anos do Ensino Fundamental

Alunos de 6º ao 9 anos do Ensino Fundamental Alunos de 6º ao 9 anos do Ensino Fundamental Resumo Este projeto propõe a discussão da Década de Ações para a Segurança no Trânsito e a relação dessa com o cotidiano dos alunos, considerando como a prática

Leia mais

Educação Musical: Criação, Linguagem e Conhecimento

Educação Musical: Criação, Linguagem e Conhecimento Educação Musical: Criação, Linguagem e Conhecimento INTRODUÇÃO Educadores musicais têm manifestado sua preocupação com a observância da Lei nº 11769, que é a lei de inclusão da música no currículo das

Leia mais

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CURSO DE GRADUAÇAO EM PEDAGOGIA LICENCIAMENTO EAD

UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CURSO DE GRADUAÇAO EM PEDAGOGIA LICENCIAMENTO EAD UNIVERSIDADE LUTERANA DO BRASIL CURSO DE GRADUAÇAO EM PEDAGOGIA LICENCIAMENTO EAD Município: Pirassununga Estado: São Paulo Turma: 440 Pólo: Fundação de Ensino de Pirassununga Tutor (a): Inez Nunes Paula

Leia mais

Por uma pedagogia da juventude

Por uma pedagogia da juventude Por uma pedagogia da juventude Juarez Dayrell * Uma reflexão sobre a questão do projeto de vida no âmbito da juventude e o papel da escola nesse processo, exige primeiramente o esclarecimento do que se

Leia mais

O Programa Educativo Apetece-me chegou ao Pré-Escolar.

O Programa Educativo Apetece-me chegou ao Pré-Escolar. O Programa Educativo Apetece-me chegou ao Pré-Escolar. O Programa Educativo Apetece-me é uma iniciativa da Nestlé Portugal que conta com o apoio da Direção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular

Leia mais

Projeto: Música na Escola. O amor é a melhor música na partitura da vida e sem ele, você é um eterno desafinado.

Projeto: Música na Escola. O amor é a melhor música na partitura da vida e sem ele, você é um eterno desafinado. Projeto: Música na Escola O amor é a melhor música na partitura da vida e sem ele, você é um eterno desafinado. Justificativa De acordo com as diretrizes curriculares, o som é a matériaprima da música;

Leia mais

JUSTIFICATIVA DA INCLUSÃO DA DISCIPLINA NA CONSTITUIÇÃO DO CURRICULO

JUSTIFICATIVA DA INCLUSÃO DA DISCIPLINA NA CONSTITUIÇÃO DO CURRICULO FATEA Faculdades Integradas Teresa D Ávila Curso: Pedagogia Carga Horária: 36h Ano: 2011 Professor: José Paulo de Assis Rocha Plano de Ensino Disciplina: Arte e Educação Período: 1º ano Turno: noturno

Leia mais

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL 1988 CONSTITUIÇÃO FEDERAL ANTECEDENTES Art. 210. Serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum

Leia mais

Vamos começar nossos estudos e descobertas????????

Vamos começar nossos estudos e descobertas???????? Aula 07 RESUMO E RESENHA Vamos iniciar nossos estudos???? Você já deve ter observado que pedimos que leia determinados textos e escreva o que entendeu, solicitamos que escreva o que o autor do texto quis

Leia mais

Os registros do terapeuta na experiência psicoterápica em Gestalt-Terapia: um ensaio teórico

Os registros do terapeuta na experiência psicoterápica em Gestalt-Terapia: um ensaio teórico Os registros do terapeuta na experiência psicoterápica em Gestalt-Terapia: um ensaio teórico Kelly Gonçalves da Silva gsilva.kelly@gmail.com Instituto de Psicologia 12º período Clara Castilho Barcellos

Leia mais

METAS DE APRENDIZAGEM (3 anos)

METAS DE APRENDIZAGEM (3 anos) METAS DE APRENDIZAGEM (3 anos) 1. CONHECIMENTO DO MUNDO Revelar curiosidade e desejo de saber; Explorar situações de descoberta e exploração do mundo físico; Compreender mundo exterior mais próximo e do

Leia mais

Objetos de aprendizagem como ambientes interativos de aprendizagem

Objetos de aprendizagem como ambientes interativos de aprendizagem Objetos de aprendizagem como ambientes interativos de aprendizagem Prof. Me. Wagner Antonio Junior Secretaria Municipal da Educação de Bauru e-mail: wag.antonio@gmail.com Pôster Pesquisa em andamento A

Leia mais

Descobrindo o que a criança sabe na atividade inicial Regina Scarpa 1

Descobrindo o que a criança sabe na atividade inicial Regina Scarpa 1 1 Revista Avisa lá, nº 2 Ed. Janeiro/2000 Coluna: Conhecendo a Criança Descobrindo o que a criança sabe na atividade inicial Regina Scarpa 1 O professor deve sempre observar as crianças para conhecê-las

Leia mais

Roteiro VcPodMais#005

Roteiro VcPodMais#005 Roteiro VcPodMais#005 Conseguiram colocar a concentração total no momento presente, ou naquilo que estava fazendo no momento? Para quem não ouviu o programa anterior, sugiro que o faça. Hoje vamos continuar

Leia mais

PLANIFICAÇÕES AEC Expressão Musical

PLANIFICAÇÕES AEC Expressão Musical PLANIFICAÇÕES AEC Expressão Musical 1º Ano Sons do meio ambiente e da natureza / silêncio Sons do corpo (níveis corporais) Sons naturais e artificiais Sons fortes e fracos Sons pianos (p), médios (mf)

Leia mais

Conceitos de Identidade Relação "eu" e "outro" Para Vygotsky

Conceitos de Identidade Relação eu e outro Para Vygotsky FAMOSP - FACULDADE MOZARTEUM DE SÃO PAULO PEDAGOGIA - 1 o SEMESTRE PSICOLOGIA DO DESENVOLVIMENTO Conceitos de Identidade Relação "eu" e "outro" Para Vygotsky Deyse Maria Souza Almeida Eliete Pereira Nunes

Leia mais

Ivan Guilhon Mitoso Rocha. As grandezas fundamentais que serão adotadas por nós daqui em frente:

Ivan Guilhon Mitoso Rocha. As grandezas fundamentais que serão adotadas por nós daqui em frente: Rumo ao ITA Física Análise Dimensional Ivan Guilhon Mitoso Rocha A análise dimensional é um assunto básico que estuda as grandezas físicas em geral, com respeito a suas unidades de medida. Como as grandezas

Leia mais

Colégio Cenecista Dr. José Ferreira

Colégio Cenecista Dr. José Ferreira Colégio Cenecista Dr. José Ferreira MATEMÁTICA E MÚSICA ESTRUTURA MUSICAL EM ESCALA MATEMÁTICA Área de Concentração: Matemática, Ciências Naturais e Teoria Musical Disciplina de Concentração: Matemática

Leia mais

MODELAGEM DE NEGÓCIOS CANVAS

MODELAGEM DE NEGÓCIOS CANVAS MODELAGEM DE NEGÓCIOS CANVAS Uma nova maneira de desenvolver o seu negócio... Leal alex.leal @ ba.sebrae.com.br (75) 3321 2153 NOSSO CONTEÚDO A empresa e suas visões As diferenças entre o Canvas e o Plano

Leia mais

Plano de aula para três encontros de 50 minutos cada. Tema: Vida e obra de Vincent Van Gogh. Público alvo: 4º série do Ensino fundamental

Plano de aula para três encontros de 50 minutos cada. Tema: Vida e obra de Vincent Van Gogh. Público alvo: 4º série do Ensino fundamental UDESC UNIVERSIDADE DO ESTADO DE SANTA CATARINA DAV- DEPARTAMENTO DE ARTES VISUAIS Curso: Licenciatura em Artes Visuais Disciplina: Cultura Visual Professora: Jociele Lampert Acadêmica: Cristine Silva Santos

Leia mais

I. A empresa de pesquisa de executivos deve lhe fornecer uma avaliação precisa e cândida das suas capacidades para realizar sua pesquisa.

I. A empresa de pesquisa de executivos deve lhe fornecer uma avaliação precisa e cândida das suas capacidades para realizar sua pesquisa. DIREITO DOS CLIENTES O que esperar de sua empresa de Executive Search Uma pesquisa de executivos envolve um processo complexo que requer um investimento substancial do seu tempo e recursos. Quando você

Leia mais

Corpo e Fala EMPRESAS

Corpo e Fala EMPRESAS Corpo e Fala EMPRESAS A Corpo e Fala Empresas é o braço de serviços voltado para o desenvolvimento das pessoas dentro das organizações. Embasado nos pilares institucionais do negócio, ele está estruturado

Leia mais

-----------------------------------------------------------------------------------------------------------------

----------------------------------------------------------------------------------------------------------------- GESTÃO DEMOCRÁTICA DA ESCOLA, ÉTICA E SALA DE AULAS Cipriano Carlos Luckesi 1 Nos últimos dez ou quinze anos, muito se tem escrito, falado e abordado sobre o fenômeno da gestão democrática da escola. Usualmente,

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS DE LEV VYGOTSKY (1896-1934) 1

CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS DE LEV VYGOTSKY (1896-1934) 1 . PREFEITURA MUNICIPAL DO SALVADOR Secretaria Municipal de Educação e Cultura SMEC Coordenadoria de Ensino e Apoio Pedagógico CENAP CONTRIBUIÇÕES TEÓRICAS DE LEV VYGOTSKY (1896-1934) 1 Angela Freire 2

Leia mais

PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA

PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA PRATICANDO TRABALHO COM PROJETOS NA EDUCAÇÃO MATEMÁTICA Fernanda Pimentel Dizotti Academia de Ensino Superior fernandadizotti@gmail.com Norma Suely Gomes Allevato Universidade Cruzeiro do Sul normallev@uol.com.br

Leia mais

A percepção da produção vocal pelo regente coral

A percepção da produção vocal pelo regente coral A percepção da produção vocal pelo regente coral Snizhana Drahan snid@terra.com.br Resumo: O presente trabalho considera o conceito percepção vocal, incluindo suas funções e recursos, como a capacidade

Leia mais

A RELAÇÃO ENTRE A LINGUAGEM EM BLOGS EDUCATIVOS E O PROCESSO DE APRENDIZAGEM Adriana Ferreira Boeira* PPGEd/UCS

A RELAÇÃO ENTRE A LINGUAGEM EM BLOGS EDUCATIVOS E O PROCESSO DE APRENDIZAGEM Adriana Ferreira Boeira* PPGEd/UCS 1 A RELAÇÃO ENTRE A LINGUAGEM EM BLOGS EDUCATIVOS E O PROCESSO DE APRENDIZAGEM Adriana Ferreira Boeira* PPGEd/UCS RESUMO: Este trabalho apresenta a pesquisa, que está em andamento, que tem como objetivo

Leia mais

APONTAMENTOS SOBRE A DISCIPLINA DE PERCEPÇÃO MUSICAL NO ENSINO SUPERIOR DE MÚSICA

APONTAMENTOS SOBRE A DISCIPLINA DE PERCEPÇÃO MUSICAL NO ENSINO SUPERIOR DE MÚSICA APONTAMENTOS SOBRE A DISCIPLINA DE PERCEPÇÃO MUSICAL NO ENSINO SUPERIOR DE MÚSICA Luiz Rafael Moretto Giorgetti Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP (Ex-aluno) e-mail: rafael_giorgetti@hotmail.com

Leia mais

I OS GRANDES SISTEMAS METAFÍSICOS

I OS GRANDES SISTEMAS METAFÍSICOS I OS GRANDES SISTEMAS METAFÍSICOS A principal preocupação de Descartes, diante de uma tradição escolástica em que as espécies eram concebidas como entidades semimateriais, semi-espirituais, é separar com

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DR. VIEIRA DE CARVALHO Escola Básica e Secundária Dr. Vieira de Carvalho Departamento de Expressões e Tecnologias Planificação Anual de Educação Musical 5º ano Ano Letivo 2013/2014

Leia mais

PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA

PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA PROJETO DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA NA ESCOLA O que é o Projeto de Intervenção Pedagógica? O significado de projeto encontrado comumente nos dicionários da Língua Portuguesa está associado a plano de realizar,

Leia mais

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM

8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM CORRENTES DO PENSAMENTO DIDÁTICO 8. O OBJETO DE ESTUDO DA DIDÁTICA: O PROCESSO ENSINO APRENDIZAGEM Se você procurar no dicionário Aurélio, didática, encontrará o termo como feminino substantivado de didático.

Leia mais

LINGUAGENS ARTÍSTICAS E LÚDICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL.

LINGUAGENS ARTÍSTICAS E LÚDICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. LINGUAGENS ARTÍSTICAS E LÚDICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. ANA PAULA CORDEIRO ARTE ARTE? O QUE É? QUAL SUA NECESSIDADE? QUAL SUA FUNÇÃO? ARTE: O QUE É? ARTE Uma forma de criação de linguagens- a linguagem visual,

Leia mais

A Educação Artística na Escola do Século XXI

A Educação Artística na Escola do Século XXI A Educação Artística na Escola do Século XXI Teresa André teresa.andre@sapo.pt Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular Caldas da Rainha, 1 de Junho de 2009 1. A pós-modernidade provocou

Leia mais

VIOLÃO 1. escalas, formação de acordes, tonalidade e um sistema inédito de visualização de trechos para improvisar.

VIOLÃO 1. escalas, formação de acordes, tonalidade e um sistema inédito de visualização de trechos para improvisar. VIOLÃO 1 escalas, formação de acordes, tonalidade e um sistema inédito de visualização de trechos para improvisar CD com solos e acompanhamento Saulo van der Ley Guitarrista e violonista Composição & Regência

Leia mais

Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault

Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault Eixo temático 2: Formação de Professores e Cultura Digital Vicentina Oliveira Santos Lima 1 A grande importância do pensamento de Rousseau na

Leia mais

O CONCEITO DE MATÉRIA NA FILOSOFIA KANTIANA DA NATUREZA

O CONCEITO DE MATÉRIA NA FILOSOFIA KANTIANA DA NATUREZA O CONCEITO DE MATÉRIA NA FILOSOFIA KANTIANA DA NATUREZA Gilberto do Nascimento Lima Brito* 1. INTRODUÇÃO Nossa pesquisa consistirá em analisar o conceito de matéria na filosofia da natureza de Immanuel

Leia mais

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE

OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE OS CONHECIMENTOS DE ACADÊMICOS DE EDUCAÇÃO FÍSICA E SUA IMPLICAÇÃO PARA A PRÁTICA DOCENTE Maria Cristina Kogut - PUCPR RESUMO Há uma preocupação por parte da sociedade com a atuação da escola e do professor,

Leia mais

Tecnológicas, UEG. Resumo

Tecnológicas, UEG. Resumo MODELAGEM E ETNOMATEMÁTICA PARA A EDUCAÇÃO BÁSICA - UMA ANÁLISE DE DOIS TIPOS DE PROFISSÃO EM GOIÁS. Suéllen de Freitas Marra 1,3 ; Karly Barbosa Alvarenga 2,3. 1 Bolsista PBIC/UEG 2 Pesquisadora Orientadora

Leia mais

Cognição: Piaget e Vygotsky

Cognição: Piaget e Vygotsky Cognição: Piaget e Vygotsky - 1 - UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA CATARINA CURSO DE MESTRADO EM ENGENHARIA DE PRODUÇÃO DISCIPLINA - ERGONOMIA COGNITIVA Cognição: Piaget e Vygotsky Professor: Francisco Antônio

Leia mais

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças PADILHA, Aparecida Arrais PMSP cidarrais@yahoo.com.br Resumo: Este artigo apresenta uma

Leia mais

Profª. Maria Ivone Grilo Martinimariaivone@superig.com.br

Profª. Maria Ivone Grilo Martinimariaivone@superig.com.br Educação Inclusiva Direito à Diversidade O Ensino comum na perspectiva inclusiva: currículo, ensino, aprendizage m, conheciment o Educação Inclusiva Direito à Diversidade Profª. Maria Ivone Grilo Martinimariaivone@superig.com.br

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANSELMO DE ANDRADE DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES ENSINO BÁSICO 2º CICLO PLANIFICAÇÃO ANUAL

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS ANSELMO DE ANDRADE DEPARTAMENTO DE EXPRESSÕES ENSINO BÁSICO 2º CICLO PLANIFICAÇÃO ANUAL Domínios e Subdomínios Desenvolvimento da Capacidade de Expressão e Comunicação: Interpretação e Comunicação INDICADORES O aluno canta controlando a emissão vocal em termos de afinação e respiração. O

Leia mais

EMPREENDEDORISMO DE. Professor Victor Sotero

EMPREENDEDORISMO DE. Professor Victor Sotero EMPREENDEDORISMO DE NEGÓCIOS COM INFORMÁTICA Professor Victor Sotero 1 OBJETIVOS DA DISCIPLINA Esta disciplina apresenta uma metodologia para formação de empreendedores. Aberta e flexível, baseada em princípios

Leia mais

Prof. Kildo Adevair dos Santos (Orientador), Prof.ª Rosângela Moura Cortez UNILAVRAS.

Prof. Kildo Adevair dos Santos (Orientador), Prof.ª Rosângela Moura Cortez UNILAVRAS. BARBOSA, S. L; BOTELHO, H. S. Jogos e brincadeiras na educação infantil. 2008. 34 f. Monografia (Graduação em Normal Superior)* - Centro Universitário de Lavras, Lavras, 2008. RESUMO Este artigo apresenta

Leia mais

Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre

Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre Sugestões de como trabalhar (ensinar) a turma toda Cinara Rizzi Cecchin Uma das primeiras certezas que o professor deve ter é que as crianças sempre sabem alguma coisa, todo educando pode aprender, mas

Leia mais

Situando o uso da mídia em contextos educacionais

Situando o uso da mídia em contextos educacionais Situando o uso da mídia em contextos educacionais Maria Cecília Martinsi Dentre os pressupostos educacionais relevantes para a época atual, considera-se que as múltiplas dimensões do ser humano - intelectual,

Leia mais

PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA

PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA universidade de Santa Cruz do Sul Faculdade de Serviço Social Pesquisa em Serviço Social I I PESQUISA QUANTITATIVA e QUALITATIVA BIBLIOGRAFIA: MARCONI, Marina de Andrade; LAKATOS, Eva Maria. Técnicas de

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO DE ESTUDANTES SURDOS: UMA ANÁLISE DE ATIVIDADES DO ENSINO REGULAR

ALFABETIZAÇÃO DE ESTUDANTES SURDOS: UMA ANÁLISE DE ATIVIDADES DO ENSINO REGULAR ALFABETIZAÇÃO DE ESTUDANTES SURDOS: UMA ANÁLISE DE ATIVIDADES DO ENSINO REGULAR INTRODUÇÃO Raquel de Oliveira Nascimento Susana Gakyia Caliatto Universidade do Vale do Sapucaí (UNIVÁS). E-mail: raquel.libras@hotmail.com

Leia mais

Educação a Distância: quando se justificam os encontros presenciais?

Educação a Distância: quando se justificam os encontros presenciais? Educação a Distância: quando se justificam os encontros presenciais? Paulo Alcantara Gomes Representante do Conselho de Reitores das Universidades Brasileiras Audiência Pública no Senado Federal 6 de maio

Leia mais

O QUE É A FILOSOFIA? DA CRIAÇÃO CONCEITUAL AO APRENDER 1

O QUE É A FILOSOFIA? DA CRIAÇÃO CONCEITUAL AO APRENDER 1 O QUE É A FILOSOFIA? DA CRIAÇÃO CONCEITUAL AO APRENDER 1 Jurandir Goulart Soares 2 Salvador Leandro Barbosa 3 Resumo: O presente trabalho pretende apontar a partir da contribuição dos filósofos franceses

Leia mais

PLANO DE ESTUDOS DE EDUCAÇÃO MUSICAL 5.º ANO

PLANO DE ESTUDOS DE EDUCAÇÃO MUSICAL 5.º ANO DE EDUCAÇÃO MUSICAL 5.º ANO Ano Letivo 2015 2016 PERFIL DO ALUNO Perfil do aluno no final do 5.º Ano O aluno canta a solo e em grupo, com intencionalidade expressiva, canções em diferentes tonalidades

Leia mais

PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA ELABORAR PROJETO DE ENSINO INTEGRANDO RECURSOS TECNOLÓGICOS

PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA ELABORAR PROJETO DE ENSINO INTEGRANDO RECURSOS TECNOLÓGICOS PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA ELABORAR PROJETO DE ENSINO INTEGRANDO RECURSOS TECNOLÓGICOS Fortaleza Ce Agosto 2009 Liádina Camargo Lima Universidade de Fortaleza liadina@unifor.br Categoria C Métodos

Leia mais

Reflexão. A Música, as Canções e a utilização de instrumentos na Educação. Aluna: Ana Isabel Araújo Olim

Reflexão. A Música, as Canções e a utilização de instrumentos na Educação. Aluna: Ana Isabel Araújo Olim 1 Reflexão A Música, as Canções e a utilização de instrumentos na Educação Aluna: Ana Isabel Araújo Olim As escolas, ao longo do ano letivo, trabalham várias temáticas sociais. O infantário Donamina, para

Leia mais

Apresentação do Professor. Ludicidade. Pedagogia. Ementa. Contextualização. Teleaula 1

Apresentação do Professor. Ludicidade. Pedagogia. Ementa. Contextualização. Teleaula 1 Ludicidade Teleaula 1 Prof. Me. Marcos Ruiz da Silva tutoriapedagogia@grupouninter.com.br Pedagogia Apresentação do Professor Marcos Ruiz da Silva Graduado em Educação Física UEL Especialista em Educação

Leia mais

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES Introdução ao tema A importância da mitologia grega para a civilização ocidental é tão grande que, mesmo depois de séculos, ela continua presente no nosso imaginário. Muitas

Leia mais

CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL

CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL Somos especializados na identificação e facilitação de soluções na medida em que você e sua empresa necessitam para o desenvolvimento pessoal, profissional,

Leia mais

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA RESUMO Os educadores têm se utilizado de uma metodologia Linear, que traz uma característica conteudista; É possível notar que o Lúdico não se limita

Leia mais

NuCA PROJETO CONSTRUTIVISTA E MULTICULTURAL. G. Oliveira Penna 1. L. Maria Filipetto 2. C. Souza 3. E. Carpes Camargo 4

NuCA PROJETO CONSTRUTIVISTA E MULTICULTURAL. G. Oliveira Penna 1. L. Maria Filipetto 2. C. Souza 3. E. Carpes Camargo 4 NuCA PROJETO CONSTRUTIVISTA E MULTICULTURAL G. Oliveira Penna 1 L. Maria Filipetto 2 C. Souza 3 E. Carpes Camargo 4 RESUMO: O Projeto NuCA Núcleo de Cultura e Arte tem como objetivo levar a cultura para

Leia mais

A EPISTEMOLOGIA NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL

A EPISTEMOLOGIA NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL A EPISTEMOLOGIA NA EDUCAÇÃO AMBIENTAL Nilson Duarte Rocha 1 Lúcio Jorge Hammes 2 Resumo Este artigo apresenta a epistemológica para a efetivação de uma educação ambiental transformadora do sujeito-aluno

Leia mais

Política e Comunicação - A comunicação com pensamento

Política e Comunicação - A comunicação com pensamento Política e Comunicação - A comunicação com pensamento Onde o comunicador não é considerado protagonista da história da organização, não pode haver comunicação eficaz. Paulo Nassar No mundo da comunicação

Leia mais

ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA DE

ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA DE Unidade II ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA DE EDUCAÇÃO INFANTIL Profa. Ana Lucia M. Gasbarro A formação pessoal e social da criança, áreas de conhecimento e desenvolvimento da criança Introdução A importância

Leia mais

AEC ALE EXPRESSÃO MUSICAL. Orientações Pedagógicas. 1.º Ciclo do Ensino Básico

AEC ALE EXPRESSÃO MUSICAL. Orientações Pedagógicas. 1.º Ciclo do Ensino Básico ATIVIDADES DE ENRIQUECIMENTO CURRICULAR ANO LETIVO AEC ALE EXPRESSÃO MUSICAL Orientações Pedagógicas 1.º Ciclo do Ensino Básico 1. Introdução A atividade de enriquecimento curricular, ALE (atividades lúdico-expressivas)

Leia mais

DA UNIVERSIDADE AO TRABALHO DOCENTE OU DO MUNDO FICCIONAL AO REAL: EXPECTATIVAS DE FUTUROS PROFISSIONAIS DOCENTES

DA UNIVERSIDADE AO TRABALHO DOCENTE OU DO MUNDO FICCIONAL AO REAL: EXPECTATIVAS DE FUTUROS PROFISSIONAIS DOCENTES DA UNIVERSIDADE AO TRABALHO DOCENTE OU DO MUNDO FICCIONAL AO REAL: EXPECTATIVAS DE FUTUROS PROFISSIONAIS DOCENTES Karem Nacostielle EUFRÁSIO Campus Jataí karemnacostielle@gmail.com Sílvio Ribeiro DA SILVA

Leia mais

Copiright de todos artigos, textos, desenhos e lições. A reprodução parcial ou total desta aula só é permitida através de autorização por escrito de

Copiright de todos artigos, textos, desenhos e lições. A reprodução parcial ou total desta aula só é permitida através de autorização por escrito de 1 Nesta aula você aprenderá a diferenciar um desenhista de um ilustrador e ainda iniciará com os primeiros exercícios de desenho. (Mateus Machado) O DESENHISTA E O ILUSTRADOR Ainda que não sejam profissionais

Leia mais

Programação Novas turmas INSTITUIÇÕES CERTIFICADORAS: PROMOVEM: CERTIFICAÇÃO INTERNACIONAL EM COACHING. Certificado Europeu. Formadora: Cris Carvalho

Programação Novas turmas INSTITUIÇÕES CERTIFICADORAS: PROMOVEM: CERTIFICAÇÃO INTERNACIONAL EM COACHING. Certificado Europeu. Formadora: Cris Carvalho Programação Novas turmas INSTITUIÇÕES CERTIFICADORAS: PROMOVEM: CERTIFICAÇÃO INTERNACIONAL EM COACHING Certificado Europeu Formadora: Cris Carvalho Apresentação Este curso foi desenvolvido através da experiência

Leia mais

NuCA PROJETO CONSTRUTIVISTA E MULTICULTURAL

NuCA PROJETO CONSTRUTIVISTA E MULTICULTURAL NuCA PROJETO CONSTRUTIVISTA E MULTICULTURAL G. Oliveira Penna 1 L. Maria Filipetto 2 C. Souza 3 E. Carpes Camargo 4 RESUMO: O Projeto NuCA Núcleo de Cultura e Arte tem como objetivo levar a cultura para

Leia mais

Estrutura e Metodologia da Oficina 1: Sensibilização de Agentes Multiplicadores

Estrutura e Metodologia da Oficina 1: Sensibilização de Agentes Multiplicadores Estrutura e Metodologia da Oficina 1: Sensibilização de Agentes Multiplicadores Oficina 1: Sensibilização de Agentes Multiplicadores Integração do grupo; Sensibilização para os problemas e potencialidades

Leia mais

Elaboração de Projetos

Elaboração de Projetos Elaboração de Projetos 2 1. ProjetoS Projeto: uma nova cultura de aprendizagem ALMEIDA, Maria Elizabeth Bianconcini de. Projeto: uma nova cultura de aprendizagem. [S.l.: s.n.], jul. 1999. A prática pedagógica

Leia mais

BRINCAR É UM DIREITO!!!! Juliana Moraes Almeida Terapeuta Ocupacional Especialista em Reabilitação neurológica

BRINCAR É UM DIREITO!!!! Juliana Moraes Almeida Terapeuta Ocupacional Especialista em Reabilitação neurológica BRINCAR É UM DIREITO!!!! Juliana Moraes Almeida Terapeuta Ocupacional Especialista em Reabilitação neurológica PORQUE AS CRIANÇAS ESTÃO PERDENDO TODOS OS REFERENCIAIS DE ANTIGAMENTE EM RELAÇÃO ÀS BRINCADEIRAS?

Leia mais

Unidade III GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSOS HUMANOS. Profa. Ani Torres

Unidade III GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSOS HUMANOS. Profa. Ani Torres Unidade III GESTÃO ESTRATÉGICA DE RECURSOS HUMANOS Profa. Ani Torres Desenvolvendo pessoas O desenvolvimento e a manutenção de pessoas estão relacionados com a evolução das equipes de trabalho e com a

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA

A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA A CONSTRUÇÃO DE ESPAÇOS E MATERIAIS DIGITAIS PARA A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: O USO DO SMARTPHONE NO ENSINO DA GEOMETRIA Autores : Agata RHENIUS, Melissa MEIER. Identificação autores: Bolsista IFC-Campus Camboriú;

Leia mais

A FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA A INCLUSÃO DOS ALUNOS NO ESPAÇO PEDAGÓGICO DA DIVERSIDADE 1

A FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA A INCLUSÃO DOS ALUNOS NO ESPAÇO PEDAGÓGICO DA DIVERSIDADE 1 A FORMAÇÃO DE PROFESSORES PARA A INCLUSÃO DOS ALUNOS NO ESPAÇO PEDAGÓGICO DA DIVERSIDADE 1 Rita Vieira de Figueiredo 2 Gosto de pensar na formação de professores (inspirada no poema de Guimarães) Rosa

Leia mais