Pastoral da Criança. Luiz Gustavo Honorio Coordenador Regional Centro Estado de Minas Gerais

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Pastoral da Criança. Luiz Gustavo Honorio Coordenador Regional Centro Estado de Minas Gerais"

Transcrição

1 Pastoral da Criança Luiz Gustavo Honorio Coordenador Regional Centro Estado de Minas Gerais

2 Como é a Realidade de Nossas Crianças

3 Todos os anos milhões de crianças morrem em consequência de doenças que poderiam ser evitadas. Em 2003, em todo o mundo morreram aproximadamente 10,8 milhões de crianças antes dos 5 anos de vida. Cerca de 6 milhões morreram por causas facilmente preveníveis ou tratáveis: 2 milhões por DIARREIA - 98% das mortes seriam prevenidas pelo uso do SORO CASEIRO; 2,1 milhões por PNEUMONIA - mais de 90% das mortes seriam prevenidas pela PENICILINA/ANTIBIÓTICO; 1 milhão por MALÁRIA - prevenidas pelo uso de REDES INSETICIDAS e por tratamento com ANTI-MALÁRICOS; Centenas de milhares por SARAMPO - prevenidas por VACINA efetiva e barata. Fonte: Black RE, Morris SS, Bryce J. Where and why are 10 million children dying every year? The Lancet 2003; 361:

4

5

6 No Brasil há crianças menores de seis anos, das quais são pobres. Fonte: IBGE, Indicadores Sociais Municipais 2000: Brasil. RJ, IBGE 2002.

7

8 REDUZIR EM DOIS TERÇOS, ENTRE 1990 E REDUZIR EM TRÊS QUARTOS, ENTRE 1990 E 2015.

9 Pastoral da Criança Há 29 anos formando redes de solidariedade nas comunidades pobres para REDUZIR a MORTALIDADE INFANTIL e MATERNA, a DESNUTRIÇÃO, a OBESIDADE e a VIOLÊNCIA FAMILIAR

10 A Pastoral da Criança baseou, desde de seu início, em 1983, sua Metodologia comunitária no Evangelho sobre o Milagre da Multiplicação de 2 peixes e 5 pães que saciaram a fome de homens, sem contar mulheres e crianças. Jo 6, 1-15

11 A Pastoral da Criança surge com o desafio de criar uma rede de solidariedade Cristã através de informações simples e de fácil entendimento para todos.

12 Características da Pastoral da Criança, nesses 29 anos de trabalho. 1.Mística de Fé e Vida; 2.Trabalho voluntário; 3. Religiosidade: ajudar nossos irmãos ; 4. Capilaridade da Igreja Católica; Aproveita-se a estrutura da Igreja Católica para um trabalho interreligioso,mas predominantemente cristão; 90% dos brasileiros são cristãos e destes 85% são católicos; apenas 7% não tem religião.

13 5. Capacidade de enfrentar a enorme rotatividade de agentes voluntários. 6. Produção de material educativo apropriado em escala muito superior a estritamente necessária, de forma a saturar a estrutura e permitir que os mais pobres tenham acesso.

14 6. Transparência na utilização dos recursos e no uso do sistema de informação 7. Ações simples, capazes de serem realizadas em larga escala por pessoas com baixa escolaridade. 8. Seleção de prioridades sob ponto de vista epidemiológico. 9. Executado por mulheres: 90% dos voluntários. Ele dedica, em média, 24 horas mensais para o trabalho na Pastoral da Criança.

15 OBJETIVO DA PASTORAL DA CRIANÇA: Formar redes de solidariedade humana nas comunidades pobres para promover o desenvolvimento integral da criança desde a gestação até aos 6 anos de idade. AÇÕES DA PASTORAL DA CRIANÇA: 1-Saúde da Gestante; 2-Aleitamento Materno; 3-Vigilância Nutricional e Educação das famílias para a Alimentação Saudável; 4-Soro Caseiro; 5-Vacinação; 6-Educação das famílias para o desenvolvimento integral da criança: físico, social, mental, espiritual e cognitivo; 7- Saúde Bucal Odontologia para bebês e gestantes; 8-Alfabetização de jovens e adultos.

16 Laços de Amor Material educativo da Gestante

17 C am panha da Paz

18

19 Educação grupal: Dia mensal da Celebração da Vida Dia do Peso na comunidade.

20 Reunião de Reflexão e Avaliação É o dia em que os líderes, observam a realidade das famílias que acompanham, identificam as causas e consequências de determinada situação, unem esforços e avaliam quais alternativas podem ajudar as famílias ou a comunidade.

21 3. Meios de comunicação de massa: Programa de rádio semanal Viva a Vida transmitido por emissoras em todas as regiões do país. Jornal da Pastoral da Criança com tiragem de 280 mil exemplares mensais, com 24 páginas;

22 SITUAÇÃO DE ABRANGÊNCIA MINAS GERAIS 4 TRIMESTRE 2011 Total de Crianças < 6 anos pobres no Estado (Censo 2000) Crianças menores de 6 anos acompanhadas pela Pastoral da Criança % de crianças pobres acompanhados pela Pastoral da Criança Média mensal de Gestantes acompanhadas Média mensal de Famílias acompanhadas % Dioceses com Pastoral da Criança 28 (100%) Paróquias com Pastoral da Criança 828 (66%) Municípios com Pastoral da Criança Comunidades acompanhadas Líderes Comunitários atuantes 561 (66%) Outros voluntários na comunidade Total de voluntários atuantes nas comunidades Fonte: Pastoral da Criança CNBB, Folhas de Acompanhamento, digitadas entre 18/10/2012 e 23/05/2012. IBGE, Indicadores Sociais Municipais 2000:Brasil. RJ,IBGE, 2002.

23 SITUAÇÃO DE ABRANGÊNCIA BRASIL 4 TRIMESTRE 2011 Total de Crianças < 6 anos pobres no Setor (Censo 2000) Crianças menores de 6 anos acompanhadas pela Pastoral da Criança % de crianças pobres acompanhados pela Pastoral da Criança Média mensal de Gestantes acompanhadas Média mensal de Famílias acompanhadas % Dioceses com Pastoral da Criança 268(100%) Paróquias com Pastoral da Criança 6.455(58%) Municípios com Pastoral da Criança Comunidades acompanhadas Líderes Comunitários 3.974(71%) Outros voluntários na comunidade Total de voluntários atuantes nas comunidades Fonte: Pastoral da Criança CNBB, Folhas de Acompanhamento, digitadas entre 18/10/2011 e23/05/2012. IBGE, Indicadores Sociais Municipais 2000:Brasil. RJ,IBGE, 2002.

24 Pastoral da Criança Coordenação Regional Centro Estado de Minas Gerais Rua Além Paraíba 208 Lagoinha Obrigado!

IV Seminário Internacional da Primeira Infância Brasília, 5 a 7 de julho de 2016

IV Seminário Internacional da Primeira Infância Brasília, 5 a 7 de julho de 2016 IV Seminário Internacional da Primeira Infância Brasília, 5 a 7 de julho de 2016 Ministério da Saúde Secretaria de Atenção à Saúde Departamento de Ações Programáticas e Estratégicas Coordenação Geral de

Leia mais

O QUE REPRESENTA O ACOMPANHAMENTO DAS CONDICIONALIDADES DE SAÚDE DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA PARA O SUS?

O QUE REPRESENTA O ACOMPANHAMENTO DAS CONDICIONALIDADES DE SAÚDE DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA PARA O SUS? O QUE REPRESENTA O ACOMPANHAMENTO DAS CONDICIONALIDADES DE SAÚDE DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA PARA O SUS? Coordenação-Geral de Saúde das Mulheres CONDICIONALIDADES DE SAÚDE Mulheres entre 14 e 44 anos: Pré-natal

Leia mais

BOLSA FAMÍLIA Tecnologia e inovação a serviço do fim da pobreza. V Seminário de Gestão de Tecnologias e Inovação em Saúde Salvador 11/10/2013

BOLSA FAMÍLIA Tecnologia e inovação a serviço do fim da pobreza. V Seminário de Gestão de Tecnologias e Inovação em Saúde Salvador 11/10/2013 BOLSA FAMÍLIA Tecnologia e inovação a serviço do fim da pobreza V Seminário de Gestão de Tecnologias e Inovação em Saúde Salvador 11/10/2013 CRESCIMENTO DA RENDA DOMICILIAR PER CAPITA POR QUINTIL (2002

Leia mais

A saúde dos adolescentes em Portugal: respostas e desafios

A saúde dos adolescentes em Portugal: respostas e desafios A saúde dos adolescentes em Portugal: respostas e desafios Andreia Jorge Silva Direção de Serviços de Prevenção da Doença e Promoção da Saúde 1 PNS/ELS - Obesidade Saúde dos Adolescentes PNS/Saúde dos

Leia mais

CONDICIONALIDADES DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA Concepção, Desenho e Resultados

CONDICIONALIDADES DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA Concepção, Desenho e Resultados CONDICIONALIDADES DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA Concepção, Desenho e Resultados Departamento de Condicionalidades (SENARC/MDS) Brasília, 02 de abril de 2014 DIMENSÕES DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA Transferência

Leia mais

-PNAN - Portaria Estatuto da criança e do adolescente -PCNs

-PNAN - Portaria Estatuto da criança e do adolescente -PCNs -PNAN - Portaria 1.010 - Estatuto da criança e do adolescente -PCNs Alimentação Escolar Aline Guimarães Nutricionista - CECANE UnB PNAN Política Nacional de Alimentação e Nutrição Alimentação escolar PNAN

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO PRETO Secretaria da Saúde

PREFEITURA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO PRETO Secretaria da Saúde PREFEITURA MUNICIPAL DE RIBEIRÃO PRETO Secretaria da Saúde PAPEL DA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE NO PROGRAMA BOLSA FAMILIA A Secretaria Municipal de Saúde deverá conforme Art. 14 do Decreto n.º 5.209,

Leia mais

Prefeitura Municipal de Volta Redonda Secretaria Municipal de Saúde Coordenação de Programas e Projetos

Prefeitura Municipal de Volta Redonda Secretaria Municipal de Saúde Coordenação de Programas e Projetos Prefeitura Municipal de Volta Redonda Secretaria Municipal de Saúde Coordenação de Programas e Projetos 1 2 0 0 8 Prefeitura do Município de Volta Redonda Gothardo Lopes Netto Prefeito do Município de

Leia mais

Coordenação-Geral da Política de Alimentação e Nutrição Ministério da Saúde

Coordenação-Geral da Política de Alimentação e Nutrição Ministério da Saúde Situação Alimentar e Nutricional no Brasil e no Mundo - O rápido declínio da desnutrição infantil no Brasil e o papel das políticas públicas na redução das desigualdades Coordenação-Geral da Política de

Leia mais

Dra Hedi Martha Soeder Muraro

Dra Hedi Martha Soeder Muraro Dra Hedi Martha Soeder Muraro hemuraro@sms.curitiba.pr.gov.br Missão da SMS Planejar e executar a política de saúde para o Município de Curitiba, responsabilizando-se pela gestão e regulação dos serviços

Leia mais

cüé} Ü xvxàé v àé a a Å `âäà áàâüt Zâ Z Ç â U Ç áát U â áát

cüé} Ü xvxàé v àé a a  Å `âäà áàâüt  Zâ Z Ç â U Ç áát U â áát cüé}xvàé a ^âåx ftu @`âäà Å áàâüt `âäà Å áàâüt@ @Vtv{xâ@ Zâ Ç U áátâ OBJECTIVOS GLOBAIS: Prevenir e combater c a desnutrição das grávidas e das crianças dos 0 aos 5 anos através da produção e comercialização

Leia mais

Mostra de Projetos 2011. Promoção da Saúde e do Desenvolvimento Integral das Gestantes e das Crianças que mais necessitam

Mostra de Projetos 2011. Promoção da Saúde e do Desenvolvimento Integral das Gestantes e das Crianças que mais necessitam Mostra de Projetos 2011 Promoção da Saúde e do Desenvolvimento Integral das Gestantes e das Crianças que mais necessitam Mostra Local de: Piraquara Categoria do projeto: I - Projetos em implantação, com

Leia mais

ANEXO 3 CONHECIMENTOS GERAIS EM SAÚDE

ANEXO 3 CONHECIMENTOS GERAIS EM SAÚDE ANEXO 3 PROGRAMA CONHECIMENTOS GERAIS EM SAÚDE 1. Conhecimentos sobre o SUS - Legislação da Saúde: Constituição Federal de 1988 (Título VIII - capítulo II - Seção II); Lei 8.080/90 e Lei 8.142/90; Norma

Leia mais

1.1 Recuperar a comunidade (Base do Antigo Israel); 1.2 A nova experiência de Deus: o Abbá (Oração e escuta comunitária da Palavra);

1.1 Recuperar a comunidade (Base do Antigo Israel); 1.2 A nova experiência de Deus: o Abbá (Oração e escuta comunitária da Palavra); Uma nova paróquia Introdução DA: Conversão Pastoral Escolha de outro caminho; Transformar a estrutura paroquial retorno a raiz evangélica; Jesus: modelo (vida e prática); Metodologia: Nele, com Ele e a

Leia mais

MISSIOLOGIA. Missão e juventude

MISSIOLOGIA. Missão e juventude MISSIOLOGIA Cesar Leandro Ribeiro O cristianismo é uma religião marcada por uma série de aspectos próprios e indispensáveis para sua existência, sendo um deles justamente a missão, condição que se fez

Leia mais

DIRETÓRIO DA PASTORAL FAMILIAR doc

DIRETÓRIO DA PASTORAL FAMILIAR doc DIRETÓRIO DA PASTORAL FAMILIAR doc 79-2004 O trabalho da PF é amplo e abrangente; principal enfoque é PROMOVER, FORTALECER e EVANGELIZAR a família. Uma das principais ações: UNIR ESFORÇOS PARA QUE A FAMÍLIA

Leia mais

Feira de Santana Outubro/2011

Feira de Santana Outubro/2011 PREFEITURA MUNICIPAL DE FEIRA DE SANTANA SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE ATENÇÃO BÁSICA DE SAÚDE SEÇÃO NUTRIÇÃO Experiências no Acompanhamento de Saúde do Programa Bolsa Família no Município de Feira de

Leia mais

OBJETIVO REDUZIR A MORTALIDADE

OBJETIVO REDUZIR A MORTALIDADE pg44-45.qxd 9/9/04 15:40 Page 44 44 OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO BRASIL OBJETIVO REDUZIR A MORTALIDADE NA INFÂNCIA pg44-45.qxd 9/9/04 15:40 Page 45 45 4 " META 5 REDUZIR EM DOIS TERÇOS, ENTRE

Leia mais

QUEM SOMOS? 1.2. Aproximadamente, quantas pessoas vivem na comunidade?

QUEM SOMOS? 1.2. Aproximadamente, quantas pessoas vivem na comunidade? 1 2 QUEM SOMOS? Parte 1: Perfil da comunidade. Nome da comunidade: Estado onde se localiza: Município onde se localiza: 1.1. A que distância a sua comunidade fica da cidade? 1.2. Aproximadamente, quantas

Leia mais

DISTRITOS SANITÁRIOS

DISTRITOS SANITÁRIOS DISTRITOS SANITÁRIOS CONCEITO: É unidade mais periférica de administração sanitária, que detém responsabilidades e poder decisório ante a política local de saúde, tendo como objetivo chegar a uma integração

Leia mais

Cartilha de Alimentação Infantil para profissionais de saúde e educação

Cartilha de Alimentação Infantil para profissionais de saúde e educação Cartilha de Alimentação Infantil para profissionais de saúde e educação Cristiane Aparecida Azevedo de Assis Machado Secretaria Municipal da Saúde de Curitiba Coordenação de Vigilância Nutricional II FÓRUM

Leia mais

Obesidade Infantil. Nutrição & Atenção à Saúde. Grupo: Camila Barbosa, Clarisse Morioka, Laura Azevedo, Letícia Takarabe e Nathália Saffioti.

Obesidade Infantil. Nutrição & Atenção à Saúde. Grupo: Camila Barbosa, Clarisse Morioka, Laura Azevedo, Letícia Takarabe e Nathália Saffioti. Obesidade Infantil Nutrição & Atenção à Saúde Grupo: Camila Barbosa, Clarisse Morioka, Laura Azevedo, Letícia Takarabe e Nathália Saffioti. A Obesidade Infantil O Problema da Obesidade Infantil É uma doença

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CAMPUS JATAÍ CURSO DE ENFERMAGEM

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CAMPUS JATAÍ CURSO DE ENFERMAGEM 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS CAMPUS JATAÍ CURSO DE ENFERMAGEM 1 - DADOS DE IDENTIFICAÇÃO: Unidade: Campus Jataí - UFG Curso: Enfermagem Disciplina: Enfermagem pediátrica e neonatológica I Código: 8282

Leia mais

* Apostila Nr. 01 O VERDADEIRO SENTIDO DO DIZIMO. DIOCESE DE JOINVILLE SC PASTORAL DO DIZIMO Pe. Ivanor Macieski

* Apostila Nr. 01 O VERDADEIRO SENTIDO DO DIZIMO. DIOCESE DE JOINVILLE SC PASTORAL DO DIZIMO Pe. Ivanor Macieski Apostila Nr. 01 O VERDADEIRO SENTIDO DO DIZIMO DIOCESE DE JOINVILLE SC PASTORAL DO DIZIMO Pe. Ivanor Macieski Introdução Neste primeiro volume da Apostila da Pastoral do dizimo, desejamos aprofundar o

Leia mais

Informações da disciplina de EMRC 5.º ano. Aulas Previstas (45 minutos )

Informações da disciplina de EMRC 5.º ano. Aulas Previstas (45 minutos ) Departamento de Ciências Socias e Humanas 2016/ 2017 Educação Moral e Religiosa Católica 5.º ano RESUMO DA PLANIFICAÇÃO Informações da disciplina de EMRC 5.º ano Resumo da Planificação: Conteúdos 1.º Período

Leia mais

PNS Pesquisa Nacional de Saúde 2013 Ciclos de vida, Brasil e grandes regiões Volume 3

PNS Pesquisa Nacional de Saúde 2013 Ciclos de vida, Brasil e grandes regiões Volume 3 PNS Pesquisa Nacional de Saúde 2013 Ciclos de vida, Brasil e grandes regiões Volume 3 ABRANGÊNCIA A Pesquisa Nacional de Saúde 2013 foi planejada para a estimação de vários indicadores com a precisão desejada

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO GERAL DA POLÍTICA DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO GERAL DA POLÍTICA DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE ATENÇÃO BÁSICA COORDENAÇÃO GERAL DA POLÍTICA DE ALIMENTAÇÃO E NUTRIÇÃO SEPN 511- Bloco C Edifício Bittar IV 4º andar - Brasília/DF CEP:775.543

Leia mais

Participação social é método de governar. Secretaria-Geral da Presidência da República

Participação social é método de governar. Secretaria-Geral da Presidência da República OS OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO DO MILÊNIO Foram definidos para dar respostas aos principais problemas mundiais levantados nas conferências sociais que a ONU promoveu na década de 90: Criança (NY/90);

Leia mais

Medida Multidimensional Breve de Religiosidade/Espiritualidade BMMRS-p

Medida Multidimensional Breve de Religiosidade/Espiritualidade BMMRS-p Medida Multidimensional Breve de Religiosidade/Espiritualidade BMMRS-p A) Experiências espirituais diárias As seguintes questões lidam com as possíveis experiências espirituais. Com que frequência você

Leia mais

PLANEJAMENTO Fé versus força física Todos saberão que há deus em Israel Jeitos de ser convicto O que diz a educação física

PLANEJAMENTO Fé versus força física Todos saberão que há deus em Israel Jeitos de ser convicto O que diz a educação física Disciplina: Ensino Religioso Série: 8º ano Prof.:Cristiano Souza 1ªUNIDADE EIXOS COGNITIVOS CONTEÚDOS HABILIDADES CONVICÇÃO Favorecer um caminho de auto descoberta. Auto-conhecimento: Caminho para conviver

Leia mais

UCF da ULS de Castelo Branco. 25º aniversário das UCFs

UCF da ULS de Castelo Branco. 25º aniversário das UCFs UCF da ULS de Castelo Branco 25º aniversário das UCFs Coimbra, 19 de junho de 2015 Área geográfica da ULS COMPOSIÇÃO Coordenador - Dr. Carlos Rodrigues Vertente Materna e Neonatal Vertente Criança e Adolescente

Leia mais

Gestão Compartilhada. do Programa Bolsa. Família

Gestão Compartilhada. do Programa Bolsa. Família Gestão Compartilhada do Programa Bolsa Família Olinda Abriga uma população de 397.268 habitantes (IBGE/2009), 3ª maior cidade de Pernambuco. Extensão territorial de 43,55 km², das quais 9,73 km² fazem

Leia mais

Programa Bolsa Família Desenho, Instrumentos, Evolução Institucional e Impactos. Brasília, 2 de abril de 2014

Programa Bolsa Família Desenho, Instrumentos, Evolução Institucional e Impactos. Brasília, 2 de abril de 2014 Programa Bolsa Família Desenho, Instrumentos, Evolução Institucional e Impactos Brasília, 2 de abril de 2014 O que é? A quem se destina? Qual sua dimensão? Qual o desenho básico do programa? Que desafios

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE SECRETARIA ESPECIAL DE SAÚDE INDÍGENA

MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE SECRETARIA ESPECIAL DE SAÚDE INDÍGENA MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE SECRETARIA ESPECIAL DE SAÚDE INDÍGENA ORIENTAÇÕES PARA O ACOMPANHAMENTO DAS CONDICIONALIDADES DE SAÚDE DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA DE FAMÍLIAS INDÍGENAS

Leia mais

ESTUDO DE CASO EXPLORATÓRIO QUESTÕES DE GÊNERO

ESTUDO DE CASO EXPLORATÓRIO QUESTÕES DE GÊNERO ESTUDO DE CASO EXPLORATÓRIO QUESTÕES DE GÊNERO A EXPERIÊNCIA DO PCPR/ RN Coordenação BIRD: Fatima Amazonas Tulio Barbosa Alberto Costa Claudia Romano Apresentação: Ana Guedes SEPLAN/RN PCPR II: RESUMO

Leia mais

INQUÉRITO SOBRE A REALIDADE PAROQUIAL

INQUÉRITO SOBRE A REALIDADE PAROQUIAL INQUÉRITO SOBRE A REALIDADE PAROQUIAL Feminino: 291 inqueridos Masculino: 179 inqueridos 1. ESTRUTURA PAROQUIAL Que conhecimento se tem sobre os espaços para a vivência da fé: a) Capela 90/61 32/21 51/31

Leia mais

QUESTIONÁRIO SOBRE A ATENÇÃO AO PRÉ- NATAL E PUERPÉRIO

QUESTIONÁRIO SOBRE A ATENÇÃO AO PRÉ- NATAL E PUERPÉRIO QUESTIONÁRIO SOBRE A ATENÇÃO AO PRÉ- NATAL E PUERPÉRIO Denise Silveira, Anaclaudia Gastal Fassa, Maria Elizabeth Gastal Fassa, Elaine Tomasi, Luiz Augusto Facchini BLOCO A - IDENTIFICAÇÃO DA UNIDADE BÁSICA

Leia mais

AGENDA PARA INTENSIFICAÇÃO DO MONITORAMENTO E DO CUIDADO DA CRIANÇA COM EXCESSO DE PESO

AGENDA PARA INTENSIFICAÇÃO DO MONITORAMENTO E DO CUIDADO DA CRIANÇA COM EXCESSO DE PESO AGENDA PARA INTENSIFICAÇÃO DO MONITORAMENTO E DO CUIDADO DA CRIANÇA COM EXCESSO DE PESO Excesso de peso infantil no Brasil A prevalência de excesso de peso triplicou no Brasil nos últimos 20 anos (IBGE,

Leia mais

NOTA TÉCNICA Nº 2/2016-CVN/GVE/SUVISA. Em 23 de agosto de 2016

NOTA TÉCNICA Nº 2/2016-CVN/GVE/SUVISA. Em 23 de agosto de 2016 SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE GERÊNCIA DE VIGILÂNCIA EPIDEMIOLÓGICA COORDENAÇÃO DE VIGILÂNCIA NUTRICIONAL NOTA TÉCNICA Nº 2/2016-CVN/GVE/SUVISA Em 23 de agosto de 2016 ASSUNTO: Operacionalização

Leia mais

EM RESUMO, QUE LUZES NOS TRAZ O DOCUMENTO DE APARECIDA?

EM RESUMO, QUE LUZES NOS TRAZ O DOCUMENTO DE APARECIDA? EM RESUMO, QUE LUZES NOS TRAZ O DOCUMENTO DE APARECIDA? O documento Conclusivo da V Conferência contém inúmeras e oportunas indicações pastorais, motivadas por ricas reflexões à luz da fé e do atual contexto

Leia mais

Igreja Metodista Segunda Região Eclesiástica - RS PRAM - Plano Regional de Ação Missionária 2016

Igreja Metodista Segunda Região Eclesiástica - RS PRAM - Plano Regional de Ação Missionária 2016 ÊNFASES DO PLANO NACIONAL 1. Intensificar o zelo evangelizador; 2. Fortalecer o ministério pastoral; 3. Valorizar o ministério leigo; 4. Disseminar discipulado; 5. Zelar com a criação do Senhor: meio ambiente;

Leia mais

Visita domiciliar ao recém nascido: uma prática Interdisciplinar.

Visita domiciliar ao recém nascido: uma prática Interdisciplinar. TÍTULO DA PRÁTICA: Visita domiciliar ao recém nascido: uma prática Interdisciplinar. CÓDIGO DA PRÁTICA: T23 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16 17 18 19 20 a)situação problema e/ou demanda inicial que

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE GUARULHOS SECRETARIA DE SAÚDE REGIÃO DE SAÚDE FERNÃO DIAS DUTRA DISTRITO VILA GALVÃO & PASTORAL DA CRIANÇA PROJETO

PREFEITURA MUNICIPAL DE GUARULHOS SECRETARIA DE SAÚDE REGIÃO DE SAÚDE FERNÃO DIAS DUTRA DISTRITO VILA GALVÃO & PASTORAL DA CRIANÇA PROJETO PREFEITURA MUNICIPAL DE GUARULHOS SECRETARIA DE SAÚDE REGIÃO DE SAÚDE FERNÃO DIAS DUTRA DISTRITO VILA GALVÃO & PASTORAL DA CRIANÇA PROJETO COZINHA ENRIQUECIDA GUARULHOS/SP 2009 I APRESENTAÇÃO Em setembro

Leia mais

Partir de cada realidade e suas particularidades NOVA PAROQUIA, uma Comunidade Comunidades (setorização), Estado permanente de missão

Partir de cada realidade e suas particularidades NOVA PAROQUIA, uma Comunidade Comunidades (setorização), Estado permanente de missão PISTAS DE AÇÃO GRUPO 1 Partir de cada realidade e suas particularidades, para criar conselhos missionários diocesanos e paroquiais onde ainda não existem, e fortalecer aqueles existentes, para dinamizar

Leia mais

PROGRAMA NACIONAL DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR-PNAE

PROGRAMA NACIONAL DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR-PNAE PROGRAMA NACIONAL DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR-PNAE PROGRAMA NACIONAL DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR - PNAE 10 ELEMENTOS CHAVE Objetivo Apresentar o componente nutricional inserido na alimentação escolar Metodologia

Leia mais

Caracterização da Região Alentejo

Caracterização da Região Alentejo Reunião Plenária da Comissão Nacional com as Comissões Regionais da Saúde da Mulher, da Criança e do Adolescente, e com as Autoridades de Saúde das Regiões Autónomas. Um contributo para a definição de

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE IVAIPORÃ-PR PROGRAMA INTERSETORIAL DE ENFRENTAMENTO ÀS SITUAÇÕES DE VIOLÊNCIAS

SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE IVAIPORÃ-PR PROGRAMA INTERSETORIAL DE ENFRENTAMENTO ÀS SITUAÇÕES DE VIOLÊNCIAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE IVAIPORÃ-PR PROGRAMA INTERSETORIAL DE ENFRENTAMENTO ÀS SITUAÇÕES DE VIOLÊNCIAS SECRETARIA MUNICIPAL DE SAÚDE DE IVAIPORÃ-PR Nova estratégia de gestão em redes em matéria

Leia mais

Agrupamento de Escolas de Paço de Arcos. Projeto. Clube de Nutrição

Agrupamento de Escolas de Paço de Arcos. Projeto. Clube de Nutrição Agrupamento de Escolas de Paço de Arcos Projeto Clube de Nutrição julho de 2013 1. Enquadramento A Obesidade é provavelmente o maior problema, relacionado com a saúde, que a sociedade moderna apresenta.

Leia mais

Paróquia missionária comunidades de comunidades. Animada pela Palavra de Deus

Paróquia missionária comunidades de comunidades. Animada pela Palavra de Deus Paróquia missionária comunidades de comunidades Animada pela Palavra de Deus Renovação paroquial Toda paróquia é chamada a ser o espaço onde se recebe e se acolhe a Palavra (172). Sua própria renovação

Leia mais

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM. Brasília, 18 de Novembro de 2013 Michelle Leite da Silva

POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM. Brasília, 18 de Novembro de 2013 Michelle Leite da Silva POLÍTICA NACIONAL DE ATENÇÃO INTEGRAL À SAÚDE DO HOMEM Brasília, 18 de Novembro de 2013 Michelle Leite da Silva DAET- Departamento de Atenção Especializada e Temática Secretaria de Atenção à Saúde - SAS

Leia mais

Desafios e perspectivas do Programa Bolsa Família

Desafios e perspectivas do Programa Bolsa Família Desafios e perspectivas do Programa Bolsa Família Rodrigo Lofrano Coordenador-Geral de Acompanhamento das Condicionalidades Decon/Senarc/MDS Brasília, 19 de agosto de 2015 As três dimensões do Programa

Leia mais

Mostra de Projetos Criando Identidade com Pontal do Paraná. Protegendo a Maternidade. Alimentando Vidas. Qualidade de Vida - Mulheres Coletoras

Mostra de Projetos Criando Identidade com Pontal do Paraná. Protegendo a Maternidade. Alimentando Vidas. Qualidade de Vida - Mulheres Coletoras Mostra de Projetos 2011 Criando Identidade com Pontal do Paraná Protegendo a Maternidade Alimentando Vidas Qualidade de Vida - Mulheres Coletoras Mostra Local de: Pontal do Paraná. Categoria do projeto:

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA AMAMENTAÇÃO. Saiba quais os benefícios da amamentação para o seu bebê!

A IMPORTÂNCIA DA AMAMENTAÇÃO. Saiba quais os benefícios da amamentação para o seu bebê! A IMPORTÂNCIA DA AMAMENTAÇÃO Saiba quais os benefícios da amamentação para o seu bebê! IMPORTÂNCIA DA AMAMENTAÇÃO Sabemos que o começo do processo de amamentação nem sempre é fácil. Ele ocorre em um momento

Leia mais

DATA: / / 2012 III ETAPA AVALIAÇÃO ESPECIAL DE EDUCAÇÃO RELIGIOSA 7.º ANO/EF

DATA: / / 2012 III ETAPA AVALIAÇÃO ESPECIAL DE EDUCAÇÃO RELIGIOSA 7.º ANO/EF SOCIEDADE MINEIRA DE CULTURA Mantenedora da PUC Minas e do COLÉGIO SANTA MARIA DATA: / / 0 UNIDADE: III ETAPA AVALIAÇÃO ESPECIAL DE EDUCAÇÃO RELIGIOSA 7.º ANO/EF PROFESSOR(A): VALOR: 0,0 MÉDIA: 6,0 RESULTADO:

Leia mais

Mortalidade Infantil E Populações tradicionais. Objetivos de Desenvolvimento Sustentável

Mortalidade Infantil E Populações tradicionais. Objetivos de Desenvolvimento Sustentável Mortalidade Infantil E Populações tradicionais Objetivos de Desenvolvimento Sustentável OS ODM s Muito a celebrar... O Brasil alcançou a meta relacionada à mortalidade infantil. Mas com muita desigualdades

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Programa Bolsa Família

Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome. Programa Bolsa Família Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Programa Bolsa Família Brasil na América do Sul População: 175 milhões Área: 8.514.215,3 km² 26 estados e DF 5.562 municípios População pobre: em torno

Leia mais

QUANTIDADE CARGA HORÁRIA SEMANAL

QUANTIDADE CARGA HORÁRIA SEMANAL LEI MUNICIPAL Nº 620, EM 14 DE DEZEMBRO DE 2006. Cria empregos destinados a atender ao Programa de Agentes Comunitários de Saúde PACS, Agentes Indígenas de Saúde - AIS, Agentes Indígenas de Saneamento

Leia mais

Formação Financeira para a Inclusão Projeto de intervenção: Saber viver em Tempos de crise Fernanda Santos

Formação Financeira para a Inclusão Projeto de intervenção: Saber viver em Tempos de crise Fernanda Santos Formação Financeira para a Inclusão Projeto de intervenção: Saber viver em Tempos de crise Fernanda Santos Contexto Crise financeira mundial Crise económica e social em Portugal Inquérito à literacia

Leia mais

Desenvolvendo o Pensamento Matemático em Diversos Espaços Educativos A MATEMÁTICA EM SITUAÇÕES QUE ENGLOBAM ALIMENTAÇÃO E SAÚDE

Desenvolvendo o Pensamento Matemático em Diversos Espaços Educativos A MATEMÁTICA EM SITUAÇÕES QUE ENGLOBAM ALIMENTAÇÃO E SAÚDE A MATEMÁTICA EM SITUAÇÕES QUE ENGLOBAM ALIMENTAÇÃO E SAÚDE Modelagem e Educação Matemática (MEM) GT 4 Ângela Tereza Silva de SOUZA Universidade Federal da Paraíba anjinhatereza@hotmail.com RESUMO Neste

Leia mais

A Pastoral da Criança é uma organização ecumênica, que une fé e vida, no acompanhamento de crianças, famílias e gestantes carentes em todo o Brasil.

A Pastoral da Criança é uma organização ecumênica, que une fé e vida, no acompanhamento de crianças, famílias e gestantes carentes em todo o Brasil. ZILDA ARNS NEUMANN Médica pediatra e sanitarista, Dra. Zilda é fundadora e coordenadora nacional da Pastoral da Criança, organismo de ação social da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil, que foi indicada

Leia mais

ESTRATÉGIAS SINGULARES DE IMPLANTAÇÃO DA CADERNETA DO IDOSO NO MUNICÍPIO DE CAXIAS DO SUL - RS

ESTRATÉGIAS SINGULARES DE IMPLANTAÇÃO DA CADERNETA DO IDOSO NO MUNICÍPIO DE CAXIAS DO SUL - RS PREFEITURA MUNICIPAL DE CAXIAS DO SUL SECRETARIA MUNICIPAL DA SAÚDE ESTRATÉGIAS SINGULARES DE IMPLANTAÇÃO DA CADERNETA DO IDOSO NO MUNICÍPIO DE CAXIAS DO SUL - RS Nadia Peresin Perottoni Enfermeira Atenção

Leia mais

Avaliação dos Programas de Saúde nos Cuidados de Saúde Primários

Avaliação dos Programas de Saúde nos Cuidados de Saúde Primários PATROCINADOR OURO Avaliação dos Programas de Saúde nos Cuidados de Saúde Primários Isabel Hintze d Almeida MFamília- CS Povoação Isabel_h_almeida@hotmail.com 1 Sumário Qualidade em CSP Programas Regionais

Leia mais

Equipe Estadual. Coordenador (a): Adriana Bouças Ribeiro. Equipe técnica: Técnicos da Divisão de DCNT

Equipe Estadual. Coordenador (a): Adriana Bouças Ribeiro. Equipe técnica: Técnicos da Divisão de DCNT ESTADO DE SÃO PAULO Equipe Estadual Coordenador (a): Adriana Bouças Ribeiro Equipe técnica: Técnicos da Divisão de DCNT Contextualização da Coordenação na estrutura e organograma da Secretaria de Estado

Leia mais

Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional SISVAN WEB Vilma Ramos de Cerqueira Gestão em Sistemas de Saúde

Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional SISVAN WEB Vilma Ramos de Cerqueira Gestão em Sistemas de Saúde Sistema de Vigilância Alimentar e Nutricional SISVAN WEB Vilma Ramos de Cerqueira Gestão em Sistemas de Saúde OBJETIVOS DO SISVAN I -Fornecer informação contínua e atualizada sobre a situação alimentar

Leia mais

ENTENDENDO O CARDÁPIO. Centro Colaborador de Alimentação e Nutrição do Escolar (CECANE)

ENTENDENDO O CARDÁPIO. Centro Colaborador de Alimentação e Nutrição do Escolar (CECANE) ENTENDENDO O CARDÁPIO Centro Colaborador de Alimentação e Nutrição do Escolar (CECANE) O que é um cardápio? CARDÁPIO DO PNAE É a relação das preparações de alimentos a serem oferecidas em uma refeição.

Leia mais

Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar PeNSE

Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar PeNSE Diretoria de Pesquisas Coordenação de População e Indicadores Sociais Gerência de Estudos e Pesquisas Sociais Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar PeNSE Data 26/08/2016 Introdução Adolescência Transição

Leia mais

Paróquia, torna-te o que tu és.

Paróquia, torna-te o que tu és. Paróquia, torna-te o que tu és. Leitura do Questionário sobre a realidade paroquial na Região Episcopal Sé Entendendo o questionário Contexto Objetivos Dificuldades Estrutura e aspectos Leitura dos resultados

Leia mais

Calendário Paroquial de 2015 JANEIRO FEVEREIRO

Calendário Paroquial de 2015 JANEIRO FEVEREIRO Calendário Paroquial de 2015 JANEIRO 1 qui Solenidade de Maria Mãe de Deus - Missas : 9h30 / 18h30 2 sex Apostolado da Oração - Missa - 15h - Catedral 3 sab Setor Família - Missa - 19h30 - Catedral 5 seg

Leia mais

Catequese Adolescência Paróquia S. Salvador de Carregosa 8º ano/ º Período Objectivos Data Tema da catequese Objectivos Estratégias

Catequese Adolescência Paróquia S. Salvador de Carregosa 8º ano/ º Período Objectivos Data Tema da catequese Objectivos Estratégias Finalidade: Descobrir-se Cristão Objectivos: Participar na eucaristia Concretizar projecto comunitário (partilha fraterna) Tema do Período Em Diálogo 1 1º Período Objectivos Data Tema da catequese Objectivos

Leia mais

QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DA VIGILÂNCIA ALIMENTAR E NUTRICIONAL NA ATENÇÃO BÁSICA PERFIL DA GESTÃO DA UNIDADE DE SAÚDE

QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DA VIGILÂNCIA ALIMENTAR E NUTRICIONAL NA ATENÇÃO BÁSICA PERFIL DA GESTÃO DA UNIDADE DE SAÚDE QUESTIONÁRIO DE AVALIAÇÃO DA VIGILÂNCIA ALIMENTAR E NUTRICIONAL NA ATENÇÃO BÁSICA PERFIL DA GESTÃO DA UNIDADE DE SAÚDE IDENTIFICAÇÃO DO QUESTIONÁRIO (ID) [ ] ( ) Questionário [ ] ( ) Entrevistador (bolsista)

Leia mais

Luanda Bairro Cambamba I Um projecto de apoio a crianças e mulheres desfavorecidas

Luanda Bairro Cambamba I Um projecto de apoio a crianças e mulheres desfavorecidas Luanda Bairro Cambamba I Um projecto de apoio a crianças e mulheres desfavorecidas Janeiro Dezembro 2012 Ano I Um Projecto de: SCALABRINIANAS Congregação das Irmãs Missionárias de S. Carlos Borromeu Um

Leia mais

16. pesquisa sobre o serviço de recepção do acompanhamento de pré-natal

16. pesquisa sobre o serviço de recepção do acompanhamento de pré-natal 16. pesquisa sobre o serviço de recepção do acompanhamento de pré-natal Perfil das Gestantes/ Puérperas da Rede de Proteção à Mãe Paulistana RELATÓRIO À MARÇO DE 2015 45 17. pesquisa sobre o serviço de

Leia mais

Municípios e Comunidades. Saudáveis. Promovendo a qualidade de vida através da Estratégia de Municípios e Comunidades. Saudáveis

Municípios e Comunidades. Saudáveis. Promovendo a qualidade de vida através da Estratégia de Municípios e Comunidades. Saudáveis Organização Pan Americana da Saúde Oficina Regional da Organização Mundial da Saúde Municípios e Comunidades Saudáveis Guia dos prefeitos e outras autoridades locais Promovendo a qualidade de vida através

Leia mais

Prefeitura Municipal da Estância Turística de Batatais Estado de São Paulo

Prefeitura Municipal da Estância Turística de Batatais Estado de São Paulo PROCESSO SELETIVO - EDITAL Nº 01/2016 ANEXO II PRINCIPAIS ATRIBUIÇÕES DAS FUNÇÕES RETIFICAÇÃO Nomenclatura Professor de Educação Básica I - Ensino Fundamental e Educação Infantil Fundamental (Arte) PRINCIPAIS

Leia mais

Programa de Promoção de Competências

Programa de Promoção de Competências Programa de Promoção de Competências Início: 15 de Junho Fim: 26 de Outubro Duração por sessão: 90 minutos Periodicidade: semanal / Bi-semanal Horário: 10h00 11h30 / 14h30 16h00 População Abrangida: Casais

Leia mais

Promovendo o engajamento das famílias e comunidades na defesa do direito à saúde sexual e reprodutiva de adolescentes e jovens

Promovendo o engajamento das famílias e comunidades na defesa do direito à saúde sexual e reprodutiva de adolescentes e jovens Promovendo o engajamento das famílias e comunidades na defesa do direito à saúde sexual e reprodutiva de adolescentes e jovens Jaqueline Lima Santos Doutoranda em Antropologia Social UNICAMP Instituto

Leia mais

O QUE É A PASTORAL DA COMUNICAÇÃO? - A PASCOM é a pastoral que comunica o evangelho.

O QUE É A PASTORAL DA COMUNICAÇÃO? - A PASCOM é a pastoral que comunica o evangelho. O QUE É A PASTORAL DA COMUNICAÇÃO? - A PASCOM é a pastoral que comunica o evangelho. O anúncio fundamental é: - O amor pessoal de Deus que Se fez homem, entregou-se a Si mesmo por nós e, vivo, oferece

Leia mais

Transição Demográfica: o perfil demográfico da futura sociedade brasileira. José Eustáquio Diniz Alves ENCE/IBGE

Transição Demográfica: o perfil demográfico da futura sociedade brasileira. José Eustáquio Diniz Alves ENCE/IBGE Transição Demográfica: o perfil demográfico da futura sociedade brasileira José Eustáquio Diniz Alves ENCE/IBGE 8 de junho de 2011 Sumário Panorama econômico e demográfico mundial; Transição Demográfica;

Leia mais

COMO INICIAR UM GRUPO DE JOVENS DA PJMP

COMO INICIAR UM GRUPO DE JOVENS DA PJMP COMO INICIAR UM GRUPO DE JOVENS DA PJMP Preparando o Terreno Quem se dispõe a formar e acompanhar um novo grupo de jovens precisa ter conhecimento de algumas coisas como: O objetivo da Pastoral da Juventude

Leia mais

PARÓQUIA SÃO JOSÉ DE CALASANZ PADRES ESCOLÁPIOS Feu Rosa, Vila Nova de Colares e Nova Zelândia - SERRA (ES) AGENDA ANUAL 2014

PARÓQUIA SÃO JOSÉ DE CALASANZ PADRES ESCOLÁPIOS Feu Rosa, Vila Nova de Colares e Nova Zelândia - SERRA (ES) AGENDA ANUAL 2014 PARÓQUIA SÃO JOSÉ DE CALASANZ PADRES ESCOLÁPIOS Feu Rosa, Vila Nova de Colares e Nova Zelândia - SERRA (ES) AGENDA ANUAL 2014 Organização das pastorais e equipes para uma melhor evangelização Seg Ter Qua

Leia mais

06:00 - Alvorada Festiva, anunciando o início da Novena e Festa do Senhor Bom Jesus

06:00 - Alvorada Festiva, anunciando o início da Novena e Festa do Senhor Bom Jesus FESTA DO SENHOR BOM JESUS DE IGUAPE / 2014 Bom Jesus, liberte-nos para a vida (Gl 5,1) DIA 27 DE JULHO DOMINGO 19:00 - Missa de Envio dos Voluntários DIA 28 DE JULHO SEGUNDA-FEIRA 1 DlA DA NOVENA 06:00

Leia mais

7. ROTEIRO DE ENTREVISTA DIREÇÃO OU COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA DAS ESCOLAS

7. ROTEIRO DE ENTREVISTA DIREÇÃO OU COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA DAS ESCOLAS 7. ROTEIRO DE ENTREVISTA DIREÇÃO OU COORDENAÇÃO PEDAGÓGICA DAS ESCOLAS Parte I Identificação e controle da entrevista 1. Data Dia Mês Ano 2. Articulador(a) 3. Nome da Escola 4. Nível (s) de ensino ofertado(s)

Leia mais

SAÚDE PARA TODOS Mudando o paradigma de prestação dos Cuidados de Saúde em São Tomé e Príncipe IMVF

SAÚDE PARA TODOS Mudando o paradigma de prestação dos Cuidados de Saúde em São Tomé e Príncipe IMVF SAÚDE PARA TODOS Mudando o paradigma de prestação dos Cuidados de Saúde em São Tomé e Príncipe IMVF 1988-2011 CLÁUDIA COSTA; RITA SANTOS; ADRIANA LOUREIRO; PAULA SANTANA Intervenção do IMVF Perfil Instituto

Leia mais

PSE. Programa de Saúde nas Escolas. 68 Relatório de Gestão 2009, 2010, 2011 e 2012 (Copyright. Proibida cópia ou reprodução sem autorização do IABAS)

PSE. Programa de Saúde nas Escolas. 68 Relatório de Gestão 2009, 2010, 2011 e 2012 (Copyright. Proibida cópia ou reprodução sem autorização do IABAS) PSE 68 Relatório de Gestão 200, 2010, 2011 e 2012 (Copyright. Proibida cópia ou reprodução sem autorização do IABAS) b lanço soci l (Copyright. Proibida cópia ou reprodução sem autorização do IABAS) Relatório

Leia mais

Programa Analítico de Disciplina NUR320 Nutrição Materno-Infantil

Programa Analítico de Disciplina NUR320 Nutrição Materno-Infantil 0 Programa Analítico de Disciplina Campus Rio Paranaíba - Campus Rio Paranaíba Número de créditos: 4 Teóricas Práticas Total Duração em semanas: 15 Carga horária semanal 3 1 4 Períodos - oferecimento:

Leia mais

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CONCURSO PÚBLICO - EDITAL 050/2014. Anexo 2 Atribuições dos Cargos

SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CONCURSO PÚBLICO - EDITAL 050/2014. Anexo 2 Atribuições dos Cargos SECRETARIA MUNICIPAL DE EDUCAÇÃO CONCURSO PÚBLICO - EDITAL 050/2014 Anexo 2 Atribuições dos Cargos AGENTE DE APOIO EM EDUCAÇÃO ESPECIAL Acompanhar, auxiliar e orientar os alunos nas Atividades de Vida

Leia mais

Tipologias de Intervenção 3.6, e Qualificação dos Profissionais da Saúde

Tipologias de Intervenção 3.6, e Qualificação dos Profissionais da Saúde Tipologias de Intervenção 3.6, 8.3.6 e 9.3.6 Qualificação dos Profissionais da Saúde De acordo com informação do POPH, a ACSS, I.P. comunica que, no âmbito das Tipologias de Intervenção 3.6; 8.3.6 e 9.3.6.,

Leia mais

Política de atenção integral à saúde da mulher - Rede Cegonha. Balanço da mortalidade materna 2011

Política de atenção integral à saúde da mulher - Rede Cegonha. Balanço da mortalidade materna 2011 Política de atenção integral à saúde da mulher - Rede Cegonha Balanço da mortalidade materna 2011 Brasília, 23 de fevereiro de 2012 Mortalidade Materna É a morte de uma mulher durante a gestação ou em

Leia mais

A taxa ou coeficiente de mortalidade representa a intensidade com que os óbitos por uma determinada doença ocorrem em dada população.

A taxa ou coeficiente de mortalidade representa a intensidade com que os óbitos por uma determinada doença ocorrem em dada população. Mortalidade Mortalidade é uma propriedade natural das comunidades dos seres vivos. Refere-se ao conjunto dos indivíduos que morrem em um dado intervalo de tempo e em certo espaço. A taxa ou coeficiente

Leia mais

Saúde Brasil Uma análise da situação de. e internacional de. Brasília, 14 de dezembro de 2010

Saúde Brasil Uma análise da situação de. e internacional de. Brasília, 14 de dezembro de 2010 Saúde Brasil 2009 Uma análise da situação de saúde e da agenda nacional e internacional de prioridades em saúde Brasília, 14 de dezembro de 2010 INTRODUÇÃO O Saúde Brasil 2009, em sua sexta edição, foi

Leia mais

PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA

PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA Prefeitura do Município de Taboão da Serra Secretaria de Educação, Ciência e Tecnologia Departamento de Educação PROGRAMA SAÚDE NA ESCOLA (PSE) O Programa Saúde na Escola Política intersetorial dos Ministérios

Leia mais

Fórum Concelhio Para a Promoção da Saúde

Fórum Concelhio Para a Promoção da Saúde Fórum Concelhio Para a Promoção da Saúde CASCAIS SAUDÁVEL 1. Contexto SÓCIO-POLÍTICO: Saúde na ordem do dia Envelhecimento da população Sustentabilidade do SNS Transferência de competências para as Autarquias

Leia mais

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente Ensino Técnico Administração Central Unidade de Ensino Médio e Técnico - CETEC Plano de Trabalho Docente 2013 Ensino Técnico ETEC Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Ambiente, Saúde e

Leia mais

Desigualdades nos riscos de mortalidade na infância e de gravidez na adolescência em populações vulneráveis nos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo

Desigualdades nos riscos de mortalidade na infância e de gravidez na adolescência em populações vulneráveis nos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo Desigualdades nos riscos de mortalidade na infância e de gravidez na adolescência em populações vulneráveis nos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo Mário Francisco Giani Monteiro Palavras-chave: Mortalidade

Leia mais

Desenvolvimento Humano em Porto Alegre

Desenvolvimento Humano em Porto Alegre Desenvolvimento Humano em Porto Alegre Evolução e Indicadores Porto Alegre, julho de 2011. CONCEITOS Desenvolvimento Humano Uma visão holística e multidimensional valorizando diversas dimensões do ser

Leia mais

TEMPO PARA A FAMÍLIA E PARA A COMUNIDADE. Jörg Garbers Ms. de Teologia

TEMPO PARA A FAMÍLIA E PARA A COMUNIDADE. Jörg Garbers Ms. de Teologia TEMPO PARA A FAMÍLIA E PARA A COMUNIDADE Jörg Garbers Ms. de Teologia Introdução A família hoje talvez é o elo mais fraco na distribuição de tempo. Entre trabalho, lazer próprio, amigos, comunidade e sono

Leia mais

Avanços do Programa bolsa Família em João Pessoa: Uma Questão de Acesso à Saúde para Beneficiários do Programa Bolsa Família

Avanços do Programa bolsa Família em João Pessoa: Uma Questão de Acesso à Saúde para Beneficiários do Programa Bolsa Família Secretaria Municipal de Saúde Diretoria de Atenção à Saúde Área Técnica de Saúde da Criança e Adolescente Avanços do Programa bolsa Família em João Pessoa: Uma Questão de Acesso à Saúde para Beneficiários

Leia mais

CARTÃO DA GESTANTE AGENDAMENTO. Nome. Endereço. Município. Bairro. Telefone. Nome da Operadora. Registro ANS. ANS- nº

CARTÃO DA GESTANTE AGENDAMENTO. Nome. Endereço. Município. Bairro. Telefone. Nome da Operadora. Registro ANS. ANS- nº CARTÃO DA GESTANTE Nome ANS- nº 0004 Endereço Município Bairro Telefone Nome da Operadora Registro ANS AGENDAMENTO Hora Nome do profissional Sala ANS- nº 0004 1 Idade Estado Civil Peso anterior Altura (cm)

Leia mais

Mostra de Projetos 2011. "Ser Gestante"

Mostra de Projetos 2011. Ser Gestante Mostra de Projetos 2011 "Ser Gestante" Mostra Local de: Guarapuava Categoria do projeto: Projetos em implantação, com resultados parciais. Cidade: Guarapuava Contato: (42) 3677 3379 / craspinhao@yahoo.com.br

Leia mais