ANEXO XI ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PARA SEMIAUTOMAÇÃO DAS USINAS MCH-JOSÉ TOGNI (BORTOLAN) E PCH- ENG. UBIRAJARA MACHADO DE MORAES (VÉU DAS NOIVAS)

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1 ANEXO XI ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS PARA SEMIAUTOMAÇÃO DAS USINAS MCH-JOSÉ TOGNI (BORTOLAN) E PCH- ENG. UBIRAJARA MACHADO DE MORAES (VÉU DAS NOIVAS) Página 1 de 37

2 1) OBJETO As presentes Especificações Técnicas fixam os requisitos básicos necessários para apresentação de proposta, projeto, fabricação, instalação, comissionamento e garantias para a semiautomação das usinas Minicentral Hidrelétrica José Togni e Pequena Central Hidrelétrica Eng. Ubirajara Machado de Moraes e demais condições que serão exigidas pela DME Distribuição S/A DMED. As usinas MCH-José Togni (Bortolan) e PCH-Eng. Ubirajara Machado de Moraes (Véu das Noivas), hoje operadas com presença de operadores, deverão ser completamente desassistidas, ficando seus sistemas de operação e controle instalados na UHE Eng. Pedro Affonso Junqueira (Antas I). O proponente deverá fornecer todos os equipamentos necessários para o perfeito funcionamento da semiautomação, não se limitando à extensão dos equipamentos descritos nestas especificações. O proponente poderá apresentar alternativas técnicas devendo, no entanto, oferecer todas as informações, justificativas e arrazoados técnicos que permitam a análise comparativa entre propostas. Para a MCH-José Togni (Bortolan), deverá ser previsto acionamento e controle remoto para as válvulas borboleta do conduto forçado e dispersora de controle de vazão à jusante da barragem. Deverá também ser previsto controle do nível da barragem e controle de nível das caixas de água de selo de vedação do eixo. Os sensores de níveis das barragens da MCH-José Togni (Bortolan) e PCH-Eng. Ubirajara Machado de Moraes (Véu das Noivas) deverão ser conectados aos sistemas de controle através de cabos óticos, ligando as barragens às respectivas casas de força. A operação manual das usinas deverá ser preservada, pela atuação direta dos operadores, através de chave local/remoto a ser instalada no painel de comando existente na unidade geradora de cada usina. 2) CONDIÇÕES GERAIS 2.1) QUALIDADE E NORMAS TÉCNICAS Página 2 de 37

3 Todos e quaisquer equipamentos utilizados na semiautomação das usinas José Togni e Eng. Ubirajara Machado de Moraes deverão ser novos, de primeira qualidade, livres de defeitos e imperfeições, cujos fabricantes deverão ser aprovados pela DMED. 2.2) CONDIÇÕES BÁSICAS DE FORNECIMENTO PARA AS USINAS JOSÉ TOGNI E ENG. UBIRAJARA MACHADO DE MORAES Conforme condições básicas aqui descritas, entretanto sem se limitar a elas, o proponente poderá optar por instalar IHM/Supervisório nas casas de força das respectivas usinas. O Controlador Lógico Programático deverá seguir o padrão IEC preferencialmente, e Velocidade de Processamento menor que 0,1 ms/kbyte de Instrução. Os módulos de entradas e saídas digitais e analógicas poderão ser configurados livremente em número e posições, considerando como mínimo de 10% de pontos reservas. Os módulos de entradas e saídas do Controlador Lógico Programável deverão atender as Normas EN , EN para impulso e compatibilidade eletromagnética e EN , EN para vibração e resistência a choques mecânicos. Com o intuito de futura integração entre os sistemas de automação de usinas, deverá ser fornecido com protocolo de comunicação DNP3.0. Para o Notebook, considerar a especificação mínima abaixo: Processador Intel (Core2 Duo ou superior). Display mínimo 17 Widescreen. Memória maior ou igual a 2 GB. Driver maior ou igual a 500 GB. Resolução do display no mínimo 1440 x 900. Velocidade do processador maior ou igual a 2,0 GHz. Velocidade do barramento maior ou igual a 800 MHz. Tipo de memória igual ou superior a DDR2 SDRAM. Capacidade de memória de no mínimo 4 GB. Página 3 de 37

4 Conectividade Wireless a/b/g/DRAFT-N. Conectividade Ethernet 10/100/1000 Mbps. Modem 56 K V.92. Webcam e teclado numérico. Leitor de cartão de memória incluso. Sistema operacional Windows XP com licenciamento. Acessórios, fontes, cabos e maletas inclusos. Garantia de 24 meses. Especificação para o Desktop do sistema supervisório: Processador Intel (Core2 Duo ou superior). Display mínimo de 22 Widescreen. Memória maior ou igual a 2 GB. Driver maior ou igual a 500 GB. Resolução do display e no mínimo 1024 x 768. Velocidade do processador maior ou igual a 2,2 GHz. Velocidade do barramento maior ou igual a 800 MHz. Tipo de memória igual ou superior ao DDR2SDRAM. Capacidade de memória de no mínimo 4 GB. Conectividade Ethernet 10/100/1000 Mbps. Conectividade 4 USB 2.0 ou superior traseira e 2 USB ou superior dianteira. 1 Porta Ethernet RJ45 (ONBOARD) 2 Portas Ethernet RJ45 (OFFBOARD) Página 4 de 37

5 1 VGA 15 Pinos D-SUB/Saída de áudio Placa de vídeo dedicada com no mínimo 256 MB. Garantia de no mínimo 12 (doze) meses. Áudio Placa OFFBOARD Driver ótico DVD±RW/DVD-RAM/DVD+R Double Layer ou superior Sistema operacional Windows XP original e licenciado Acessórios, cabos de conectividade multimídia (teclado padrão ABNT 2), caixas de som, mouse ótico, mouse pad. Impressora laser ou jato de tinta com conexão via rede. O sistema ainda deverá permitir expansão de placas, bem como a própria motherboard deverá fornecer expansão para pelo menos 3 dispositivos, fora os já solicitados. Todos os periféricos deverão ter a mesma garantia de 12 (doze) meses. Para a Usina José Togni (Bortolan), o quadro de interfaceamento com os quadros das válvulas dispersora e borboleta do conduto deverão ser remotamente acionados via cabo de fibra ótica, partindo do quadro de comando e controle da unidade geradora. Os comandos locais desses quadros deverão permanecer ativos. Para a Usina Eng. Ubirajara Machado de Moraes (Véu das Noivas), apenas o controle de nível de barragem deverá utilizar cabo de fibra ótica. 2.3) SISTEMA SUPERVISÓRIO O software SCADA deverá executar em ambiente Windows, ser próprio para aplicações em concessionárias de energia e utilizar arquitetura cliente servidor. Servidor/IHM SCADA: responsáveis pela comunicação com o processo (sítio da DMED), lendo dados que representam o estado do processo e enviando ordens Página 5 de 37

6 para alterar o estado de dispositivos controlados. Os servidores SCADA deverão funcionar em modo HOT-STANDBY nativo, de modo a permitir que em caso de falha de um dos servidores, o outro possa assumir a operação sem perda de dados e de modo completamente automático. Os servidores deverão ser lotados como nível de operação 2 dentro da própria estação. Os dados históricos do sistema devem ser armazenados em SQL Server. Pelo menos um dos servidores deve permitir a atualização, correção e melhorias em todo o sistema monitorado pelo conjunto. Os recursos de parametrização de telas do software SCADA deverão permitir a implementação dos padrões estabelecidos pela DMED e já implantados em alguns sítios. Assim, a DMED estabeleceu e implantou um padrão na parametrização de telas e relatórios da subestações e na máquina sete da UHE Antas I. Este padrão deverá ser rigorosamente mantido. Assim, o padrão de cores, símbolos de representação de equipamentos, janelas de comando, níveis de prioridade, símbolos de impedimento, sons e etc. deverão ser os mesmos usados na automação destes sítios. Todas as variáveis analógicas deverão suportar limites de alarmes operacional e emergencial. Os limites preferencialmente deverão trocar automaticamente em função da carga do sistema: leve, média e pesada. O software SCADA deverá suportar a criação de biblioteca de objetos de maneira que, por exemplo, em uma subestação e/ou usina são criados alguns poucos objetos que são: vão de linha, transformador, alimentador, banco de capacitor, etc. A partir destes objetos são feitas derivações criando-se assim, por exemplo, dez alimentadores idênticos aos da biblioteca podendo ser adequado a necessidade da DMED. Complementado o conceito de biblioteca de objetos, o software SCADA deverá suportar multiplexação/tela de grupo de telas, onde se cria uma única tela e associa-se a um grupo de objetos. O software SCADA deverá possuir uma ferramenta para criação de scripts orientada a eventos e objetos, permitindo operações matemáticas, lógicas e manipulação de estruturas, além de possuir interface amigável com diversos tipos de fontes e cores diferentes para Página 6 de 37

7 palavras-chave. A linguagem de SCRIPTS deverá ser aberta e baseada em algum padrão de mercado, como VB Script. Ações do Operador deverão ser apresentadas em uma tela funcional. Os operadores, engenheiros, supervisores de operação, etc. deverão ser cadastrados no SCADA e a eles atribuídos perfis de acesso que habilitarão ou não funcionalidades dos consoles de operação. Todas as funcionalidades do SCADA deverão ou não ser habilitadas em função deste perfil. O usuário ao iniciar sua sessão fornecerá seu código e senha e, em função de seu perfil de acesso, terá ou não permissão para executar funcionalidades. Através do perfil de acesso poder-se-á operar o sistema por ilhas. O perfil de acesso deverá, no mínimo, implementar as seguintes restrições: Habilitar ou não o comando de equipamentos de um determinado vão. Habilitar ou não o reconhecimento de alarmes de um determinado vão; Habilitar ou não o alarme sonoro em função do vão onde ocorreu o alarme; Habilitar ou não a visualização de telas; Habilitar ou não a alteração de parâmetros de tags de um determinado vão; A tela de log de operação deverá ter as mesmas informações e funcionalidades estabelecidas pela DMED. Eventos do sistema deverão ser apresentados em uma tela funcional, sendo que o conceito de evento corresponde a: Todos os alarmes de variáveis digitais e analógicas ocorridos; Todas as mudanças de estado de variáveis digitais; Variáveis inibidas e habilitadas pelo operador; Falhas de comunicação com equipamentos; pela DMED. A tela de eventos deverá ter as mesmas informações e funcionalidades estabelecidas Página 7 de 37

8 Devera (ão) existir tela(s) com gráficos de tendência em tempo real de variáveis analógicas do sistema apresentando gráficos de grupos de variáveis selecionadas com as seguintes características mínimas: O grupo de variáveis deve permitir no mínimo, a seleção de três variáveis; Cada variável deve ter uma pena (linha) com cor distinta; Deve ser possível selecionar uma área do gráfico e fazer zoom; Deve ser possível clicar em um ponto do gráfico e ver o valor preciso da variável naquele ponto; Deve ser possível tanto ter janelas genéricas onde as variáveis são selecionadas em cada console de operação em função da demanda atual quantas telas prontas com variáveis pré-selecionadas; A janela de tempo do gráfico deve ser selecionada pelo operador podendo ser de alguns minutos a várias horas. A(s) tela(s) de tendência em tempo real deverão ter as mesmas informações e funcionalidades estabelecidas pela DMED. Deverá (ão) existir tela(s) com gráficos de tendência histórica de variáveis com características idênticas ao gráfico de tempo real exceto que referente a um período passado. Deve ser possível ver o gráfico de variáveis históricas no formato de planilha com os valores medidos em cada intervalo assim como deve ser possível exportar esta tabela para Excel. A(s) tela(s) de tendência histórica deverão ter as mesmas informações e funcionalidades estabelecidas pela DMED. Deverá existir uma tela funcional que lista o sumário de um conjunto de variáveis selecionadas contendo os principais atributos de configuração das mesmas, assim como seu valor em tempo real. Página 8 de 37

9 Deverá possuir ferramenta de desenvolvimento de relatórios, com acesso nativo ao SQL Server, de forma a permitir a impressão de valores on-line do sistema e consultas em Bancos de Dados, em formato tabular, com possibilidade de efetuar cálculos, inserir grupos, subrelatórios, gráficos e códigos de barras; Além disso, deve haver a possibilidade de exportar os dados para arquivos no formato Acrobat (PDF), Microsoft Excel (XLS), Texto (TXT) e Gráficos (GIF); Deverá existir uma tela funcional de consulta a eventos históricos que a partir de filtros lista eventos históricos ocorridos no sistema. Os filtros de consulta devem ser o mais amplo possível, permitindo consultas do tipo E, OU e E NÃO. Deverá ser padronizado a sigla das estações conforme modelo utilizado atualmente pela DMED, sendo que na criação das TAG s deve-se ser respeitado e mantido o padrão atual bem como a descrição dos textos de alarmes e eventos conforme exemplo abaixo: > nome da estação_nivel de tensão_relé e/ou Vão Descrição do Evento. > Todos os eventos devem vir com timestamp para o SOE de operação do Sistema. > Não deverá haver falhas de comandos devido a arquitetura construtiva do sistema digital, ou seja, concentradores de pontos, reles, plc s, uac e etc. em hot/standby, hot/hot e/ou outra configuração disponível para coleta dos dados de campo. O sistema supervisório de controle e proteção para a semiautomação das usinas Bortolan e Véu da Noivas deverá possuir Sistema GPS para sincronização das IHM com a proteção de linhas e geradores. A configuração de hardware do Sistema Supervisório deverá ser composta por 5 microcomputadores, destinados para a funcionalidade de estação de operação ou Interface Homem Máquina (IHM). Uma das estações de operação será localizada na Sala de Controle da UHE- Antas I (COG) e as outras estarão localizadas na Sala de Controle da MCH-José Togni e PCH-Eng. Ubirajara Machado de Moraes. A monitoração da planta será realizada em ambas as máquinas de forma independente. O comando/intervenção da planta, via supervisório, deve respeitar a seleção de prioridade feita pelo operador localizado na IHM da UHE Antas I (COG). Desta forma, a IHM da Página 9 de 37

10 UHE Antas I (COG) possui prioridade sobre a IHM das demais usinas para comandos/intervenções da planta. O conjunto mestre/escravo lotado na estação (Nível 2) deve-se comunicar com concentradores de pontos em estrutura hot/standby através de rede ethernet sob o protocolo tcp/ip e para o trafego das mensagens deve-se obrigatoriamente utilizar o protocolo DNP3.0. Os concentradores devem possuir plataforma Windows XP embebed, permitir acesso via Conexão Area de Trabalho Remota e periféricos (Teclado/Mouse/Video), deve permitir o gerenciamento dos pontos vindo dos equipamentos de comando e controle da planta e possuir no mínimo três conexões ethernet sendo duas em fibra óticas e uma porta metálica via RJ45. Os servidores/ihm s locais de nível 2 devem trafegar dos dados através de switchs gerenciáveis sendo que os mesmos também devem trabalhar em redundância e permitir a integração dos sistemas através de porta de fibra ótica e porta metálica com possibilidade de expansão para pelo menos mais duas conexões em cada tipo de porta. Somente a IHM local fará a aquisição de dados vindos dos Relés Microprocessados. Em caso de falha desta IHM a estação de operação (COG) assume a função de aquisição de dados dos relés. As três Estações de Operação são responsáveis pela interface processo/ operador, permitindo através das telas customizadas, monitorar e disponibilizar os recursos necessários para que o operador possa atuar de forma prática e eficiente no processo. As telas deverão ser agrupadas no mínimo em sete tipos principais (arquitetura, unifilares, processo, tendências, históricos, alarmes e eventos) que permitem aos usuários localizados neste subsistema visualizar, controlar e telecomandar a planta. O acesso para iniciar, finalizar e ativar/desativar as funções do Sistema Supervisório será condicionado à validação de senhas de acesso. As senhas de acesso serão definidas em três níveis de privilégios: administrador, operador e visitante: - administrador: a este usuário é permitido comandar, modificar parâmetros de operação, acessar o sistema operacional e visualizar o processo. - operador: a este usuário é permitido comandar, modificar parâmetros de operação e visualizar o processo. Página 10 de 37

11 - visitante: a este usuário é permitido comandar, modificar parâmetros de operação e visualizar o processo. I - Padronização de Desenvolvimento das Telas Sinóticas Layout das Telas As telas gerais do Sistema são apresentadas conforme layout mostrado a seguir: Cabeçalho Processo Rodapé Layout das telas do sistema Cabeçalho: Nesta área será apresentada ao operador uma barra fixa onde estão disponíveis, em todas as telas, funcionalidades e sinalizações essenciais a todo o projeto, Página 11 de 37

12 como por exemplo: Link de Telas Principais, Macro Alarmes, sinalização de status de comunicação com as UCs (Unidade de Controle), Parada de Emergência, nome do Usuário logado, nome da Estação, data e hora do sistema. Deverão conter botões de link direto para permitir um acesso rápido às telas mais prioritárias do processo, sendo elas: Tela de Log On, Tela de Eventos, Tela de Históricos, Tela de Unifilar Geral, Tela de Arquitetura Geral, Tela Geral do Processo, Tela de Tendência e Tela de Alarmes. Os botões de macro alarmes sinalizam a ocorrência de um alarme em determinada área específica. No cabeçalho deverá estar disponível o comando de Parada de Emergência de cada Unidade e Parada de Emergência Central. Após clicar no botão irá aparecer uma janela para confirmação ou cancelamento do comando. Rodapé: Nesta área será apresentada ao operador uma barra fixa onde estará disponível, em todas as telas do projeto, um resumo dos últimos 4 alarmes do sistema. Sempre que surgirem novos alarmes, estes serão visualizados no rodapé. Também devem fazer parte do rodapé botões de Link rápido para a Página de Alarmes, comando de silenciar a Sirene, Reconhecer alarme selecionado e Reconhecer todos os alarmes. Processo: Nesta área o operador deverá monitorar e controlar toda a Planta do Sistema. Todas as telas operacionais e de funcionalidades do sistema serão apresentadas de forma clara e objetiva, de forma a permitir ao operador atuar de forma mais rápida e segura no processo. II- Animação de Estados A animação de estados de equipamentos e processos constitui ferramenta que deve propiciar operar a planta, fornecendo ao operador recursos padronizados para a rápida interpretação do estado atual das PCHs. Página 12 de 37

13 Cores: As sinalizações de atributos de cor e textos indicativos do status dos equipamentos de Manobra, Proteção, Operação e Controle da planta seguem a seguintes definições: Estado Posição fechado Posição aberto Posição extraído Defeito Disjuntor Cor Vermelho Verde Sem animação Piscando Amarelo Válvula / Seccionadora / Comporta Estado Cor Posição aberta Vermelho Posição fechada Verde Em movimento abrindo Vermelho Piscando Em movimento fechando Verde Piscando Defeito Piscando Amarelo Estado Posição aplicado Posição desaplicado Defeito Sistema de Freios Cor Vermelho Verde Piscando Amarelo Estado Estado Ligado Estado desligado Defeito Bombas / Equipamentos diversos Cor Vermelho Verde Piscando Amarelo Estado Máquina Rodando Máquina Parada Máquina em Giro Mecânico Máquinas Cor Vermelho Verde Vermelho+ Texto Giro Mecânico Página 13 de 37

14 Máquina em Sincronizada Defeito Vermelho + Texto Sincronizada Piscando Amarelo Estado Distribuidor aberto Distribuidor fechado Turbina Cor Vermelho Verde Regulador de Tensão Regulação cos θ Texto Regulação cos θ Regulação tensão Texto Regulação tensão Corrente de excitação Texto Valor da corrente Tensão de excitação Texto Valor da tensão Regulador de Velocidade Operação Interligada Texto Interligada Operação Isolada Texto Isolada Posição do Distribuidor Texto porcentagem de abertura Velocidade da Máquina Texto <40%, <45%, >90%, >98% Estado Presença de fluxo Ausência de fluxo Defeito Chave de Fluxo Cor Vermelho Cinza Piscando Amarelo Circuitos Elétricos Circuito Cor Circuito de 69 KV Azul Circuito de 6,9 KV Laranja Circuito de Vca (Baixa Tensão) Branca Circuito de Vcc Verde Circuito Circuitos Mecânicos Cor Página 14 de 37

15 Água Ar Óleo / Graxa Verde escuro Azul Marrom Estado de Comunicação Estado Cor Dispositivo em Comunicação Vermelho Dispositivo fora de Comunicação Amarelo piscando Seleção de Modo de Operação Modo de Seleção Local Texto Local Modo de Seleção Remoto Ausência de texto Operação Interligada Texto Interligada Operação Isolada Texto Isolada III - Alarmes Alarmes Discretos Os alarmes gerados pelo sistema de monitoração serão visualizados na tela específica de alarmes e no rodapé das demais telas. Os alarmes são atualizados automaticamente e apresentados em ordem cronológica de cima para baixo. Ao ocorrer um alarme será gerado um aviso sonoro, utilizando os recursos da placa de som da IHM. O operador deverá selecionar o botão para silenciar o alarme. O estado dos alarmes será sinalizado através de atributos de cor, conforme tabela abaixo: Estado do Alarme Atuado não Reconhecido Atuado Reconhecido Normalizado não Reconhecido Normalizado Reconhecido Cor Vermelho Verde Preto Ausência de alarme Obs : Se o alarme foi reconhecido, ele desaparece da tela ao ser normalizado. Página 15 de 37

16 Alarmes Analógicos Para os alarmes analógicos, é possível gerar quatro níveis distintos de alarmes: Muito Baixo, Baixo, Alto e Muito Alto; sendo que eles são gerados conforme valor de setpoint definido pelo operador na Tela de Configuração de Alarmes Analógicos. As cores para apresentação dos alarmes analógicos são apresentadas na tabela a seguir: Nível de Alarme Estado Cor da Letra Muito Baixo Atuado não Reconhecido Vermelho Baixo Atuado Reconhecido Verde Alto Normalizado não Reconhecido Preto Muito Alto Normalizado Reconhecido Ausência de alarme IV - Janela de Operação de Equipamentos A janela de operação de equipamento é um recurso que permitirá ao operador comandar os equipamentos das PCHs, bem como inserir comentários. As Janelas de Operação de equipamentos devem possuir os seguintes comandos: Comandos - (Abrir, Fechar, Ligar, Parar, Parada Direta, Partida Passo a Passo, etc.). Os botões de comandos destas janelas de operação, ao serem atuados, realizam a ativação da Janela de Comando, onde serão disponibilizadas as precondições de comando. Dentro da Janela de Comando serão disponibilizados os botões de confirmação e cancelamento. O botão Confirma realizará ação imediata no equipamento. Haverá ainda nesta janela um Timeout que faz com que a janela desapareça da tela, caso o operador não tome nenhuma ação. Comentário Permitirá ao operador escrever observações para determinado equipamento, que serão armazenadas na tela. Os comentários associados ao equipamento serão colocados através de uma interface que é habilitada ao atuar o botão Comentário. Esta interface disponibilizará uma entrada de texto, sendo esta limitada em 50 caracteres. Página 16 de 37

17 A Janela de operação deverá conter informações sobre as precondições para que o comando seja executado, sinalizadas através de textos coloridos: Vermelho indica condição negada e Verde condição permitida para execução do comando. V - Telas do Sistema Tela de Alarmes Nesta tela os alarmes deverão ser mostrados cronologicamente de forma que o alarme mais atual fique posicionado na primeira linha disponível no topo da tela. Na parte inferior da tela deverão se localizar os botões Reconhecer Alarme Selecionado e Reconhecer Todos os Alarmes. Para reconhecer um alarme será necessário selecioná-lo anteriormente. Os atributos de cor adotados para os alarmes são os mencionados anteriormente. Esta tela específica de alarmes será exibida ao clicarmos o link Alarmes na barra de links ou no botão específico do cabeçalho. O tag é formado com no máximo 25 caracteres e a descrição é formada com no máximo de 64 caracteres. A tela específica de eventos será exibida ao clicarmos no link Eventos, distribuído na barra de links ou no botão específico do cabeçalho. Esta tela apresentará os 200 últimos eventos em ordem cronológica, gerados pelos Relés Microprocessados. Os eventos serão gerados pelo sistema no formato Data, Hora, Equipamento e Descrição. Os eventos serão datados com a informação de data/hora dos relés. Os relés e as IHMs deverão ser são sincronizados via pulso enviado por GPS adequado à aplicação, fornecido e instalado pela proponente. Tela de Tendência (Real/Histórica) Esta tela deverá permitir ao usuário visualizar, de forma gráfica, a evolução de grandezas analógicas em função do tempo. A tela deve oferecer o recurso de ampliação (zoom) de uma região específica do gráfico, para uma melhor visualização de detalhes das curvas. Página 17 de 37

18 Nesta tela será possível a verificação de no mínimo 3 grandezas paralelamente, disponibilizando a opção de visualização das variáveis em tempo real ou histórico. Em modo histórico deverá ser permitida a visualização das variáveis armazenadas nos últimos 30 dias. As grandezas elétricas deverão ser armazenadas em intervalos parametrizáveis de no mínimo 2 segundos; as grandezas físicas de temperatura são armazenadas em intervalos mínimos de 15 segundos. Tela de Histórico A tela de Histórico deverá ser exibida ao clicarmos no link Históricos, distribuído na barra de links ou no botão específico do cabeçalho. Será exibida uma tela contendo os históricos de alarmes e filtros para exibição: Tela de Configuração de Set Point s Esta tela é acessada via Barra de Links e permitirá aos usuários visualizar/configurar possíveis níveis de alarme para as grandezas analógicas adquiridas pelo sistema supervisório. 3. Tela de Log On Essa é a Tela deverá ser apresentada na Inicialização do Sistema ou na solicitação de troca de operador, onde apresentará dois campos iniciais, um para inserção do nome do usuário e o outro para sua senha. É através dessa tela inicial que o usuário/operador terá acesso ou não aos diversos recursos do sistema, sendo que esse recurso será definido através de um prévio cadastro dos usuários com seus respectivos privilégios, conforme descrito a seguir: - Visitante: Para este nível de privilégio, o usuário não terá acesso às janelas de comando e de referências, apenas será permitida a monitoração/navegação no sistema. - Operador: Este nível habilita a monitoração e controle de todo o Sistema, habilitando as janelas de comando e de referências de setpoint. Página 18 de 37

19 - Administrador: Este nível habilita o usuário a executar todas as funções do nível operador e permite também efetuar a manutenção e gerência do sistema através das ferramentas disponíveis no mesmo. 4. Tela de Arquitetura Geral Esta tela será apresenta aos usuários a organização do conjunto com a representação de todos os equipamentos utilizados e os seus estados. Ela apresenta também todos os estados atuais das comunicações entre os diversos sistemas, subsistemas e dispositivos de campo. Telas Unifilares da Planta Devido à integração de 2 PCHs, torna-se necessário no mínimo duas telas para cada usina, podendo ainda ser subdivididas em Tela Unifilar Geral e Tela Unifilar de Serviços Auxiliares CA/CC. Cada tela indica o estado atual dos equipamentos, os valores de tensão, corrente, potência ativa, reativa e aparente da parte observada pelo unifilar considerado. Na Tela Unifilar Geral, caso o operador clique em cima da Máquina, o sistema irá chamar a Tela de Sequência de Partida (com Máquina desligada) ou a Tela de Sequência de Parada (com Máquina ligada). 6. Tela Geral do Processo Nesta tela deverá estar disponível a representação geral do Sistema de Geração de Energia, desde a barragem até as unidades geradoras. Nela está representado o nível da Barragem, o status das comportas (aberta/fechada/defeito) e das máquinas (ligada/desligada/defeito). Página 19 de 37

20 Desta tela é possível navegar para a tela de Câmara de Carga, da Barragem e para as telas individuais das máquinas. Para tanto, basta clicar sobre a unidade desejada que o Sistema abrirá a respectiva tela. 7. Tela do Sistema de Esgotamento de Água Esta tela apresenta também o Sistema de Esgotamento de Água, com indicação de níveis e indicação de estado das bombas de drenagem. 8. Tela da Barragem Tomada D Água Nesta tela estará representada a Barragem, com indicação de níveis e indicação de estado da unidade hidráulica das Comportas e Válvula Dispersora. 9. Tela da Unidade Geradora Da tela de Sequência de Partida da Unidade será possível realizar o acesso direto para a tela de Condições de Partida, onde serão apresentadas todas as condições necessárias para realizar o procedimento de partida da unidade. 10. Tela de Condições de Partida da Unidade Geradora Esta tela apresentará as etapas principais de uma determinada sequência de partida ou parada. A cada etapa será associado um campo para sinalização de etapa completa. Desta tela poderá se ter um diagnóstico das causas de uma eventual falha, impossibilitando a finalização da seqüência no tempo previsto. Esta tela também apresentará todas as precondições que permitem a partida ou parada da unidade. A cada condição será associada uma cor de sinalização de condição satisfeita. Seu acesso pode ser via Link de telas ou através da tela específica da unidade, ao se clicar sobre o desenho da máquina. Página 20 de 37

21 VI - Relatório Os relatórios que serão gerados pelo Sistema são os seguintes: - Relatório Diário do Gerador da PCH-José Togni; - Relatório Diário do Gerador da PCH-Ubirajara Machado de Moraes; - Relatório de Valores de Níveis. O Relatório Diário Gerador deverá possui os seguintes dados armazenados: Tensão, Excitação, Corrente de Excitação, Corrente Fase A, Corrente Fase B, Corrente Fase C, Carga Frequência, Potência Ativa, Potência Reativa, Cos φ, Posição do Distribuidor, Horas Trabalhada, Tensão do Gerador, Temperatura Mancal Turbina LNA, Temperatura Mancal Turbina LA, Temperatura Mancal Gerador LA, Temperatura Mancal Gerador LNA, Temperatura Enrolamento Gerador Máxima, Energia Ativa e Energia Reativa. Os dados são armazenados a cada hora e inseridos no relatório. Os dados serão alocados no computador durante o período de 365 dias. Após o 365º dia, o sistema irá eliminar o dia mais antigo pelo atual. Os dados serão lidos do PLC a cada hora cheia. A Tensão de Excitação será medida em volts(v) e será mostrada com no máximo 2 números inteiros e 2 casas decimais. A Corrente de Excitação será medida em ampères(a) e será mostrada com no máximo 2 números inteiros e 2 casas decimais. A Corrente Fase A, B e C será medida em ampères(a) e será mostrada com no máximo 3 números inteiros. A Carga de Frequência será medida em porcentagem(%) e será mostrada com no máximo 3 números inteiros. A Potência Ativa será medida em quilowatts (KW) e será mostrada com no máximo 4 números inteiros. A Potência Reativa será medida em quilovatt (kvar) e será mostrada com no máximo 4 números inteiros. Página 21 de 37

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