Os sistemas de hidrantes devem ser dimensionados segundo o Capítulo VI do COSCIP, a Resolução 109/93, a Resolução 124/93 e, no que couber, a NBR-

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1 SECRETARIA DE ESTADO DA DEFESA CIVIL CORPO DE BOMBEIROS MILITAR DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DIRETORIA GERAL DE SERVIÇOS TÉCNICOS ESTÁGIO DE NIVELAMENTO PARA OFICIAS QOC 2013 MÓDULO II DISPOSITIVOS PREVENTIVOS E PROCEDIMENTOS PARA VISTORIAS Instrutor: Maj. BM Luciano Assunção

2 I SISTEMAS DE HIDRANTES (CP e RP): Os sistemas de hidrantes devem ser dimensionados segundo o Capítulo VI do COSCIP, a Resolução 109/93, a Resolução 124/93 e, no que couber, a NBR sistemas de hidrantes e de mangotinhos para combate a incêndio.

3 I.1 CARACTERÍSTICAS DOS SISTEMAS DE HIDRANTES (ANEXO II RES. 109/93): * 100,00 KPA 10,00 MCA

4 Os sistemas disporão de ramal para teste de pressão e vazão do projeto, com diâmetro ajustado a estes parâmetros, manômetro em ramal sem turbulência, chave liga e desliga do tipo pressostato ou válvula de fluxo para acionamento automático. PRESSOSTATOS E MANÔMETRO CHAVE DE FLUXO

5 As bombas de incêndio e seus apetrechos serão instalados em um compartimento exclusivo e específico denominado Casa de Máquinas de Incêndio (CMI), com acesso através de PCF. A CMI deverá possuir as seguintes dimensões (C x L x A): 1,50m x 1,50m x 2,00m (Risco Pequeno e Médio) 2,50m x 2,50m x 2,30m (Risco Grande). A Reserva Técnica de Incêndio (RTI) deve ser calculada da seguinte forma: -Edificações de Risco Pequeno e Médio (CP) a) Até 04 hidrantes: RTI = Litros b) Mais de 04 hidrantes: RTI = (n-4) n = número total de hidrantes -Edificações de Risco Médio (RP) - RTI = L -Edificações de Risco Grande (RP) - RTI = L As mangueiras de incêndio instaladas deverão possuir os seguintes dados: FABRICANTE NBR TIPO II 08/03 15 m

6 I-2 - INSPEÇÃO VISUAL DA INSTALAÇÃO Compreende a verificação de que todos os equipamentos, acessórios e canalizações foram instalados em conformidade ao projeto, onde devem ser respondidos, os seguintes questionamentos : - O posicionamento dos pontos de hidrantes, inclusive do hidrante de recalque, corresponde às indicações do projeto?

7 - A reserva técnica de incêndio está armazenada convenientemente e no volume adequado? - Os pontos de hidrantes estão montados com todos os materiais e acessórios previstos e totalmente desobstruídos?

8 - A quantidade e as características das bombas de incêndio (principalmente a potência) correspondem ao indicado no projeto e no Laudo de Exigências? - Caso a edificação tenha dois ou mais sistemas, estes podem ser prontamente identificados quanto as suas características de funcionamento e finalidades?

9 - As peças instaladas estão em boas condições de uso?

10 I-3 - TESTE DE ESTANQUEIDADE A responsabilidade pela estanqueidade do sistema cabe a empresa responsável pela instalação/manutenção, cuja comprovação é feita através do Certificado de Responsabilidade e Garantia e da ART do engenheiro que executou o sistema.

11 I-4 - TESTE DE FUNCIONAMENTO O teste dos sistema de bombas compreende o seu pronto funcionamento pelos sistemas de acionamento previstos: Acionamento Automático Pressostato ou Válvula de Fluxo. Acionamento Manual Painel de Comando. Acionamento por Grupo Gerador de Emergência Risco Grade (RP).

12 II ESCADA ENCLAUSURADA A PROVA DE FUMAÇA: A escada deve ser envolvida por paredes de alvenaria de 25cm (vinte e cinco centímetros) de espessura ou de 15cm (quinze centímetros) de concreto, resistentes ao fogo por 4h (quatro horas). (4 TRRF TEMPO REQUERIDO DE RESISTÊNCIA AO FOGO) O acesso à ante-câmara e ao corpo da escada deve ser feito, exclusivamente, através de porta corta-fogo (PCF) do Tipo P-60. Junto à ante-câmara haverá um duto, dotado de abertura por janela ou veneziana, destinado a promover a exaustão da fumaça, impedindo que esta invada o corpo da escada por ocasião de um eventual incêndio.

13 IDENTIFICAÇÃO DA PORTA CORTA-FOGO: ETIQUETA METÁLICA DE IDENTIFICAÇÃO MARCA DE CONFORMIDADE DA ABNT

14 FERRAGENS ADOTADAS: 03 (TRÊS) DOBRADIÇAS, NO MÍNIMO; DISPOSITIVO DE FECHAMENTO AUTOMÁTICO; FECHADURA ESPECÍFICA DE ALAVANCA (OPCIONAL) OU BARRA ANTI-PÂNICO (QUANDO EXIGIDO). NBR Portas Corta-Fogo para Saídas de Emergência- Especificação. DISPOSITIVOS MAIS USADOS: DOBRADIÇA COM MOLA AÉREA ELETROIMÃ MOLA HELICOIDAL

15 II.1 DETALHE DA ESCADA ENCLAUSURADA À PROVA DE FUMAÇA:

16 II.2 DETALHE DA ANTE-CÂMARA E DUTO DA ESCADA ENCLAUSURADA:

17 Conforme prevê o Art. 47 da Resolução 300/06, as escadas pressurizadas, dimensionadas conforme a NBR-14880, substituem as escadas enclausuradas a prova de fumaça. PLANTA DE CORTE

18 III - EDIFICAÇÕES DE REUNIÃO DE PÚBLICO PRINCIPAIS EXIGÊNCIAS CAPÍTULO XII DO COSCIP: Art. 90 As saídas dos locais de reunião devem se comunicar de preferência, diretamente, com a via pública. Art. 91 As saídas de emergência podem dar para corredores, galerias ou pátios, desde que se comuniquem diretamente com a via pública. Art. 92 Os teatros, cinemas, auditórios, boates e salões diversos terão os seguintes dispositivos contra incêndio e pânico; I Dispositivos Preventivos Fixos: determinados de acordo com a área e a localização, no interior ou fora do corpo da edificação, conforme o disposto no Capítulo IV; II Extintores Portáteis e Sobre-Rodas cuja quantidade, capacidade e localização será determinada de acordo com o exposto no Capítulo XI; III Sistemas Preventivos de Caráter Estrutural, instalação e montagem, conforme as seguintes prescrições: a) todas as peças de decoração (tapetes, cortinas e outras), assim como cenários e outras montagens transitórias, deverão ser incombustíveis ou tratadas com produtos retardantes à ação do fogo; OS TAPETES E CORTINAS DEVERÃO SER TRATADOS COM AGENTES IGNIFUGANTES. UM EXEMPLO É O CKC-2020, QUE É UMA SOLUÇÃO RETARDANTE DE CHAMAS.

19 QUANDO EM CONTATO COM O FOGO, A SOLUÇÃO DE CKC-2020 QUE PENETROU NO MATERIAL PROTEGIDO, SE CARBONIZA, IMPEDINDO A PROPAGAÇÃO DAS CHAMAS NO LOCAL. b) os sistemas de refrigeração e calefação serão cuidadosamente instalados, não sendo permitido o emprego de material de fácil combustão; c) todas as portas serão dotadas de ferragens do tipo anti-pânico, previstas no Capítulo XIX, deverão abrir de dentro para fora e ser encimadas com os anúncios SAÍDA, em luz suave e verde, e É PROIBIDO FUMAR, em luz vermelha, legíveis à distância, mesmo quando se apagarem as luzes da platéia;

20 d) quando o escoamento de público, do local de reunião, se fizer através de corredores ou galerias, estes possuirão uma largura constante até o alinhamento do logradouro, igual à soma das larguras das portas que, para eles, se abrirem; e) as circulações, em um mesmo nível, dos locais de reunião até 500m², (quinhentos metros quadrados), terão largura mínima de 2,50m (dois metros e cinqüenta centímetros). Ultrapassada esta área, haverá um acréscimo de 5cm (cinco centímetros) na largura por metro quadrado excedente; A APLICAÇÃO DA ALÍNEA E DO INCISO III DO ART. 92 É INVIÁVEL.

21 f) nas edificações destinadas a locais de reunião de público, o dimensionamento da largura das escadas deverá atender ao fluxo de circulação de cada nível contíguo superior, de maneira que, no nível das saídas para o logradouro, a escada tenha sempre a largura correspondente à soma dos fluxos de todos os níveis; g) as escadas de acesso aos locais de reunião de público deverão atender aos seguintes requisitos: 1) ter largura mínima de 2m (dois metros) para a lotação até 200 (duzentas) pessoas. Acima deste limite, será exigido o acréscimo de 1m (um metro) para cada 100 (cem) pessoas. 2) o lanço externo que se comunicar com a saída deverá estar sempre orientado na direção desta. 3) os degraus terão altura máxima de 18,5cm (dezoito centímetros e meio), profundidade mínima de 25cm (vinte e cinco centímetros) e serão dotados de espelho. 4) as escadas não poderão ter seus degraus balanceados, ensejando a formação de leques.

22 h) as folhas das portas de saídas dos locais de reunião, bem como das bilheterias, se houver, não poderão abrir diretamente sobre o passeio do logradouro; i) entre as filas de cadeiras de uma série, deverá existir um espaço mínimo de 90 cm (noventa centímetros), de encosto a encosto e, entre as séries de cadeiras, deverá existir espaço livre de, no mínimo, 1,20m de largura; j) o número máximo de assentos por fila será de 15 (quinze) e por coluna de 20 (vinte),constituindo séries de 300 (trezentos) assentos no máximo; l) não serão permitidas séries de assentos que terminem junto às paredes, devendo ser mantido um espaço de, no mínimo, 1,20m vinte centímetros) de largura; m) para o público haverá sempre, no mínimo, uma porta de entrada e de saída do recinto, situadas em pontos distantes, de modo a não haver sobreposição de fluxo, com largura mínima de 2m (dois metros). A soma das larguras de todas as portas equivalerá a uma largura total correspondente a 1m (um metro) para cada 100 (cem) pessoas; n) os locais de espera terão área equivalente, no mínimo, a 1m² (um metro quadrado) para cada 8 (oito) pessoas;

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24 o) nos teatros, cinemas e salões, é terminantemente proibido guardar ou armazenar material inflamável ou de fácil combustão, tais como cenários em desuso, sarrafos de madeira, papéis, tinta e outros, sendo admitido, única e exclusivamente, o indispensável ao espetáculo; p) quando a lotação exceder de (cinco mil) lugares, serão exigidas rampas para escoamento do público; q) o guarda-corpo terá a altura mínima de 1m (um metro);... v) nos teatros e cinemas, além dos circuitos de iluminação geral, haverá um de luzes de emergência com fonte de energia própria; quando ocorrer uma interrupção de corrente, as luzes de emergência deverão iluminar o ambiente de forma a permitir uma perfeita orientação aos espectadores, na forma do Cap. XIX; VER ADIT. DE SERV. TÉCNICOS Nº 2 BOL. Nº 190 DE 08/10/12 QUE EXIGE SINALIZAÇÃO E ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA PARA AS EDIFICAÇÕES DE REUNIÃO DE PÚBLICO. x) os teatros, cinemas, auditórios, boates e salões diversos terão suas lotações declaradas nos respectivos Laudos de Exigências e Certificados de Aprovação expedidos pelo Corpo de Bombeiros; z) as lotações máximas dos salões diversos, desde que as saídas convencionais comportem, serão determinadas admitindo-se, nas áreas destinadas a pessoas sentadas, 1 (uma) pessoa para cada 70 dm² (0,70 m²) e, nas áreas destinadas a pessoas em pé, 1 (uma) para cada 40 dm² (0,40 m²); não serão computadas as áreas de circulação e halls.

25 III.1 EXIGÊNCIAS COMPLEMENTARES O CBMERJ exige alguns dispositivos complementares para as edificações de reunião de público, tendo em vista a necessidade de, em situações de emergência, haver um escape rápido e seguro. III.1.1 SINALIZAÇÃO DE EMERGÊNCIA: O sistema de iluminação tem por objetivo orientar os freqüentadores dos estádios em situações de risco, adverti-los quanto aos riscos potenciais da edificação e facilitar a localização dos dispositivos de combate a incêndio. Todas as placas deverão ser confeccionadas em material fotoluminescente e o dimensionamento das mesmas deve atender aos critérios definidos na NBR sinalização de segurança contra incêndio e pânico - VER ANEXO AO ADIT. DE SERV. TÉCNICOS Nº 2 BOL. Nº 190 DE 08/10/12. ALERTA PROIBIÇÃO EQUIPAMENTOS ORIENTAÇÃO E SALVAMENTO

26 III.1.2 ILUMINAÇÃO DE EMERGÊNCIA: O sistema de iluminação de emergência deve ser composto por blocos autônomos ou conjugar as próprias luminárias convencionais da edificação, no caso de suprimento de energia através de gerador ou baterias. O projeto deste dispositivo deve ser elaborado com base na NBR sistema de iluminação de emergência - VER ANEXO AO ADIT. DE SERV. TÉCNICOS Nº 2 BOL. Nº 190 DE 08/10/12. III.1.3 PLANO DE ESCAPE: Características físicas e ocupacionais da edificação (ATC, nº pavimentos, lotação, saídas de emergência, rotas de fuga,...); Recursos materiais disponíveis (sistema de hidrantes, sinalização, iluminação, barras anti-pânico,...); Recursos humanos (brigada de incêndio, seguranças, porteiros, funcionários); Procedimentos e atribuições (definir responsabilidades). NBR plano de emergência contra incêndio.

27 III.2 CONSIDERAÇÕES SOBRE A MONTAGEM DE ESTRUTURAS AS LONAS UTILIZADAS NOS CIRCOS, PARQUES DE EXPOSIÇÕES E EM OUTRAS MONTAGENS, TRANSITÓRIAS OU DEFINITIVAS, DEVEM SER CONFECCIONADAS EM MATERIAIS AUTO-EXTINGUÍVEIS. A COMPROVAÇÃO DESSA CONDIÇÃO DEVE SER FEITA ATRAVÉS DE LAUDO/CERTIFICADO DE UM LABORATÓRIO/INSTITUTO RECONHECIDO NACIONALMENTE (INMETRO, IPT, LABORATÓRIO FALCÃO BAUER,...)

28 Quando as arquibancadas forem de estrutura metálica temporária, serão admitidos assentos de madeira, entretanto deve ser dada uma atenção especial a montagem da estrutura. PARA ARQUIBANCADAS, PALANQUES, PALCOS E PASSARELAS COM ESTRUTURAS METÁLICAS EM EVENTOS, SÃO EXIGIDOS: TESTE DE CARGA ESTÁTICA, ART DE EXECUÇÃO DO TESTE DE CARGA E DE MONTAGEM DA ESTRUTURA.

29 IV CANALIZAÇÃO DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS (SPRINKLERS) A rede de chuveiros automáticos constitui um sistema fixo e integrado, composto de tubulações, subterrâneas e/ou aéreas, onde são dispostos, regularmente, bicos de sprinkler sobre todas as áreas da edificação a serem protegidas, possibilitando, na ocorrência de um princípio de incêndio, a aplicação direta e automática de água sobre o local do sinistro. A aspersão da água é feita, de uma maneira geral, mediante o rompimento do elemento termo- sensível do bico, permitindo a passagem da água, com acionamento simultâneo de um dispositivo de alarme sonoro e/ou visual que identificará o local do foco do incêndio. Esse sistema deve ser dimensionado considerando o grau de risco da edificação, de acordo com a norma considerada, de forma que sejam definidos os parâmetros de vazão e de pressão, bem como, os distanciamentos entre os bicos e os diâmetros da tubulação em cada trecho. A canalização de chuveiros automáticos é um sistema extremamente eficiente pois agrega inúmeras vantagens, dentre as quais podemos destacar o fato de tratar-se de um sistema totalmente automático e a sua ação rápida e restrita sobre o foco do incêndio.

30 É necessário ressaltar que, de uma maneira geral, os sistemas de sprinklers são dimensionados e projetados com o intuito de controlar ou conter o princípio de incêndio, retardando sua propagação até a chegada do Corpo de Bombeiros, e permitir que o escape da edificação seja efetuado de maneira mais segura.

31 IV.1 PRINCIPAIS TIPOS DE CHUVEIROS AUTOMÁTICOS: - DIFUSOR; - AMPOLA; - OBTURADOR; - ANEL DE VEDAÇÃO; - CORPO. IV CHUVEIRO CONVENCIONAL OU MODELO ANTIGO Modelo antigo e em desuso, onde o tipo de defletor possibilita que, aproximadamente, 40% da água seja projetada para cima e os outros 60% para baixo, comprometendo o raio de ação e a eficiência deste tipo de bico. Este chuveiro apresenta a característica de poder ser montado nas posições pendente ou para cima.

32 IV CHUVEIRO PENDENTE É aquele em que o defletor possui um formato achatado ou com leve inclinação para baixo, de tal forma que a água seja totalmente projetada para baixo, mantendo um formato hemisférico abaixo do plano do defletor, possibilitando que a água seja direcionada sobre o foco do incêndio. IV CHUVEIRO PARA CIMA (UP RIGHT) Chuveiro em que o defletor possui alhetas voltadas para baixo, de tal forma que a água seja totalmente projetada nessa direção, mantendo um formato hemisférico abaixo do plano do defletor, possibilitando que a água seja direcionada sobre o foco do incêndio.

33 IV CHUVEIRO LATERAL(SIDEWALL) É aquele em que o defletor possui uma inclinação acentuada ou um anteparo, objetivando que a maior parte da água seja projetada para frente e para os lados, em forma de ¼ de esfera, e uma pequena quantidade para trás contra a parede. São instalados ao longo das paredes de uma sala e junto ao teto, estando seu emprego limitado à proteção de ambientes relativamente estreitos, cuja largura não exceda ao alcance máximo que este tipo de chuveiro proporciona. Existem dois tipos de chuveiros sidewall : os verticais e os horizontais, sendo que estes últimos possuem um alcance maior. SIDEWALL VERTICAL SIDEWALL HORIZONTAL

34 IV.2 - CORES DAS AMPOLAS DOS BICOS E TEMPERATURAS DE ACIONAMENTO:

35 IV.3 - MATERIAIS COMPONENTES DAS TUBULAÇÕES: TUBOS DE AÇO TUBOS DE COBRE TUBOS DE CPVC (cloreto de polivinila clorado) Os tubos de CPVC foram incluídos na revisão de 2007 da NBR e passaram a ser aceitos pelo CBMERJ a partir da expedição do Parecer Técnico da DGST nº 016/2008, publicado no Boletim da SUBSEDEC/CBMERJ nº 189 de 09/10/2008. O uso de tubulação de CPVC é restrito às áreas enquadradas no Risco Leve e neste tipo de tubo devem ser instalados, exclusivamente, chuveiros de resposta rápida (FR).

36 IV.4 VÁLVULA DE GOVERNO E ALARME (VGA): Válvulas especiais, cuja função básica é dividir uma rede de chuveiros automáticos em diferentes zonas de proteção. Sua instalação deverá ser feita em local de fácil acesso, preferencialmente fora da área protegida. Os diversos componentes de uma VGA estão demonstrados na figura abaixo.

37 IV.4.1 FUNCIONAMENTO DA VGA Quando um ou mais bicos se abrem, a pressão após a VGA cai, até que a pressão antes da VGA seja superior, abrindo a sede da válvula, permitindo o fluxo d água. A água passa através da VGA, flui também para uma derivação que vai ao gongo de alarme, ao entrar no gongo, passa pelas pás da turbina hidráulica localizada em seu interior, fazendo com que um pequeno martelete fique girando e batendo na tampa, denunciando assim, o funcionamento do sistema através de um alarme sonoro. Outro recurso de envio de sinalização é aquele realizado através do pressostato ou válvula de fluxo instalada, entretanto, este destina-se a emitir sinais a locais remotos que denunciem o funcionamento da VGA, normalmente na sala da brigada de incêndio.

38 V EXTINTORES PORTÁTEIS Conforme determina o Art. 84 do COSCIP a quantidade de extintores será determinada no Laudo de Exigências da edificação e obedecerá o seguinte critério. RISCO DE INCÊNDIO ÁREA MÁXIMA A SER PROTEGIDA DISTÂNCIA MÁXIMA A SER PERCORRIDA PEQUENO 250,00 m² 20,00 m MÉDIO 150,00 m² 15,00 m GRANDE 100,00 m² 10,00 m V.1 UNIDADE EXTINTORA: Os extintores serão exigidos de acordo com a(s) classe(s) de incêndio das áreas protegidas, considerando como unidades extintoras os seguintes aparelhos: Água Pressurizada (AP) 10L Pó Químico Seco (PQS) 6Kg Espuma (ES) 10L Gás Carbônico (CO2) 6Kg Nos locais onde a periculosidade justificar, poderão ser exigidos extintores com volume/tipo diferente, bem como extintores sobre-rodas.

39 V.2 CERTIFICAÇÃO DOS EXTINTORES: O CBMERJ exige que os extintores possuam selo de certificação do INMETRO, além disso, no caso de extintores recarregados, é necessário que o serviço seja efetuado por empresa credenciada junto à Diretoria Geral de Serviços Técnicos. EXTINTORES QUE SOFRERAM MANUTENÇÃO EXTINTORES NOVOS

40 FIM

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