IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, Lisboa, Portugal Tel

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com"

Transcrição

1 CADERNO IDC Nº 52 IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, Lisboa, Portugal Tel Serviços Móveis de Dados para Empresas OPINIÃO IDC Os níveis de adopção e utilização dos serviços móveis de dados pelas pequenas e médias empresas europeias não são ainda significativos. Apesar dos fornecedores de aplicações e serviços, e dos operadores de telecomunicações móveis terem vindo a desenvolver esforços bastante enérgicos nos domínios técnico e de marketing, apenas um conjunto reduzido de organizações tem implementado soluções móveis, muitas delas tirando apenas partido de funcionalidades suportadas pelas mensagens curtas. A resistência à mudança e falta de visão estratégica sobre o impacto dos serviços móveis têm sido as maiores barreiras à disseminação, não obstante persistirem alguns factores de bloqueio, como a latência ainda elevada das redes, a reduzida largura da banda, a inexistência de níveis de serviço, os custos extremamente elevados com a transmissão de dados, ou a falta de maturidade de algumas soluções. Mesmo face a estes desafios e perante um processo de adopção ainda pouco entusiasta, a IDC mantém a perspectiva de que os serviços móveis de dados podem constituir uma vantagem competitiva muito forte e duradoura. Janeiro 2003

2 ÂMBITO Neste momento ainda estamos a assistir a uma fase muito primitiva do desenvolvimento dos serviços móveis de dados para empresas. Não obstante o conjunto de numerosos e significativos desafios a ultrapassar, a perspectiva é a de que o contributo dos serviços móveis para a consecução das estratégias das organizações será extremamente positivo. O caderno que apresentamos dá conta disso, ao abordar o crescente papel dos serviços no suporte às estratégias de redução de custos e de aumento das oportunidades de negócio. Inicia com as definições mais importantes, analisando de seguida os níveis de adopção dos serviços na Europa e de alguns indicadores relativamente a Portugal. Posteriormente, são indicados os benefícios e as barreiras à sua adopção e disseminação. Por último, é apresentado um conjunto de tendências que irão caracterizar o mercado nos próximos anos. DEFINIÇÃO Apesar de incipientes, os serviços móveis de dados para empresas apresentam já várias soluções, envolvendo essencialmente a comunicação e o acesso a informação de carácter empresarial através de todo o tipo de equipamento (computadores portáteis, PDA, ou telefones móveis). Entre as soluções disponíveis ou que se prevê que venham rapidamente a compreender a oferta às empresas, podemos encontrar: Serviços de mensagens curtas (SMS), através de telefones móveis; Correio electrónico, através de um computador portátil, PDA, ou telefone móvel; Acesso a Intranets/Extranets, através de computadores portáteis ou PDA; Browsing na Internet, através de computadores portáteis, PDA, ou telefones móveis; Acesso a aplicações empresariais, através de computadores portáteis ou PDA; Serviços baseados na localização, através de telefones móveis IDC

3 INTRODUÇÃO Ao contrário do que as circunstâncias actuais possam indicar, os serviços móveis de dados para empresas não são um fenómeno novo. Desde meados dos anos 90 que algumas das maiores empresas de distribuição e transporte, por força de enormes exigências a nível operacional, têm vindo a utilizar equipamentos e aplicações móveis. Contudo, a introdução recente do GPRS, que actua como um suplemento, ultrapassando os obstáculos técnicos colocados anteriormente pela tecnologia circuit switched, vem promover um maior potencial de adopção e utilização dos serviços, sobretudo a nível empresarial. Para além de permitir uma capacidade superior de transmissão, a tecnologia GPRS permite que chamada não seja interrompida caso o utilizador não se encontre activo. Ao estar permanentemente on-line é possível, por exemplo, ser imediatamente alertado da recepção de uma mensagem de correio electrónico sem que para isso tenha que estabelecer uma ligação a cada momento. A cobrança passa a efectuar-se apenas com base no volume de dados transferidos, em detrimento do tempo de conexão o que acontecia anteriormente com a solução circuit switched. Os serviços passam a ser disponíveis de uma forma mais rápida, fácil e acima de tudo, a um custo mais baixo. Para além da transformação tecnológica, outros factores de ordem distinta têm vindo a contribuir para que a adopção dos serviços para empresas seja crescentemente contemplada nas estratégias das organizações. Entre os aspectos mais significativos, destacam-se: Possibilidade de utilizar uma crescente variedade de equipamentos, cada um com funcionalidades e vantagens distintas; Melhoria das condições de segurança para transmissão de informação através das várias redes; Crescente envolvimento dos integradores de sistemas no desenvolvimento e implementação de projectos, sobretudo para integração e sincronização de diferentes equipamentos e tecnologias; Surgimento de novas empresas que têm vindo a desenvolver soluções específicas bastante inovadoras, quer em termos de middleware ou mesmo aplicações; Desenvolvimento, por parte dos principais fornecedores de aplicações empresariais, de componentes para utilização de inúmeras funcionalidades em condições de mobilidade; Crescente aproximação entre operadores de telecomunicações móveis, fabricantes de equipamento, integradores de sistemas e fornecedores de aplicações; Pressão dos mercados para as organizações se diferenciarem, racionalizarem processos, e diminuírem os custos operacionais IDC 3

4 ADOPÇÃO DOS SERVIÇOS MÓVEIS DE DADOS PARA EMPRESAS NA EUROPA Por força da enorme capacidade de inovação actualmente existente nos domínios da concepção e desenvolvimento de aplicações móveis, a oferta de serviços para as empresas tem vindo a passar por diversas etapas de evolução e transformação. Apesar da generalidade das organizações não ter ainda adoptado os serviços nas suas formas mais sofisticadas, é contudo evidente que inúmeros profissionais já utilizam regularmente algumas das soluções mais básicas, sobretudo as que são suportadas pelos serviços de mensagens curtas (SMS). O SMS tem sido um dos poucos serviços cuja proposta de valor foi rapidamente entendida por todos. A integração da funcionalidade em todos os telefones, a padronização tecnológica entre fabricantes de redes e equipamentos, a facilidade de comunicação entre distintos operadores, o baixo custo, o roaming, a transmissão rápida da informação, e o desenvolvimento de múltiplas aplicações que tiram partido do serviço, foram algumas das condições que permitiram uma rápida adopção. Num inquérito realizado pela IDC em Junho de 2002, junto de pequenas e médias empresas da Alemanha, França, Holanda, Itália e Reino Unido, mais de 30% dos inquiridos confirmaram a utilização das mensagens curtas como uma das formas de comunicação com colegas, clientes, parceiros e fornecedores. Nos países mais entusiastas, caso do Reino Unido e da Holanda, uma maioria dos profissionais, cerca de 77%, indicaram uma utilização regular. Contudo, os outros tipos de utilização das mensagens curtas são menos populares. A restrição quanto ao número de caracteres, a falta de qualidade da interface, e o acesso gratuito a conteúdos informativos em outros meios, tem-se traduzido em níveis de aceitação mais restritos. FIGURA 1 UTILIZAÇÃO DE SERVIÇOS SUPORTADOS EM MENSAGENS CURTAS SMS P2P Notificação SMS da recepção de SMS Informativo Notificação SMS da recepção de fax 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% Alemanha França Holanda Itália Reino Unido Fonte: IDC, 2002 Base: pequenas e médias empresas da Alemanha, França, Holanda, Itália e Reino Unido IDC

5 Mas não tem sido apenas através de mensagens curtas que os profissionais têm tirado partido dos serviços móveis de dados. Por meio de computadores portáteis ou PDA ainda que ligados a telefones móveis, um número crescente de utilizadores tem sido capaz de enviar e receber mensagens de correio electrónico, navegar na Web, aceder a Intranets e Extranets, ou até mesmo, a bases de dados, enquanto participam nas suas rotinas profissionais fora do escritório. No referido inquérito realizado junto de uma amostra representativa das pequenas e médias empresas da Alemanha, França, Holanda, Itália e Reino Unido, mais de 30% dos inquiridos manifestaram ter o hábito de aceder regularmente e em situações de mobilidade ao correio electrónico através de um computador portátil ou PDA. Com uma percentagem de utilizadores bastante menos significativa encontra-se o acesso a Extranets, até porque é uma solução que apresenta de um modo geral, níveis de implementação pouco expressivos entre a generalidade das organizações. FIGURA 2 UTILIZAÇÃO DE SERVIÇOS ACESSÍVEIS ATRAVÉS DE COMPUTADORES PORTÁTEIS E PDA Acesso a bases de dados Browsing Intranet Extranet 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% Alemanha França Holanda Itália Reino Unido Fonte: IDC, 2002 Base: pequenas e médias empresas da Alemanha, França, Holanda, Itália e Reino Unido. Se neste momento apenas o acesso a bases de dados constitui a funcionalidade mais avançada, dentro em breve, e face aos inúmeros progressos em matéria de desenvolvimento tecnológico, será possível aceder remotamente às mais diversas aplicações empresariais. As aplicações sempre existiram para ajudar as organizações a atingirem vantagens competitivas, por meio da redução de diversos custos operacionais, e da identificação de oportunidades de negócio. Através dos serviços em mobilidade será possível reforçar o impacto das aplicações nas organizações, sobretudo porque se perspectiva um enorme contributo na racionalização dos processos. Não obstante a diversidade de aplicações que integram os sistemas das organizações, até ao momento, apenas alguns segmentos têm sido identificados 2003 IDC 5

6 como sendo capazes de recolher benefícios significativos da sua extensão aos equipamentos móveis: CRM, SCM, ERM e aplicações de apoio aos colaboradores (Office e Workforce). Entre estes segmentos é ainda é difícil determinar quais vão ser os serviços mais adoptados, pelo seu maior potencial de contributo, dado que o mercado irá desenvolver-se sobretudo através das orientações e determinações dos fornecedores de aplicações. A perspectiva da IDC, é que pela maior facilidade de implementação, integração e interacção, os fornecedores de soluções apostem com maior intensidade nos segmentos Office e Workforce, seguindo-se posteriormente os segmentos ligados aos processo de negócio CRM, M-SCM e M-ERM. FIGURA 3 PERSPECTIVA DAS ETAPAS DE ADOPÇÃO DOS SERVIÇOS MÓVEIS PARA EMPRESAS M-Office M-Workforce M-CRM M-ERM M-SCM Fonte: IDC, 2003 M-CRM: é uma solução que estende as aplicações de gestão do relacionamento com clientes a qualquer colaborador, em qualquer momento ou local onde se encontre. Nos mais diversos contactos, a informação detalhada sobre os produtos, ou sobre o cliente e as anteriores transacções é extremamente importante e útil, pelo que através deste tipo de soluções, pode ser eficazmente extraída dos sistemas centrais. A troca fluida de informação não só promove um maior sucesso no relacionamento com o cliente, dado que a generalidade das questões do cliente podem ser eficazmente respondidas, como permite uma redução dos custos operacionais através de um aumento da produtividade. Ao reduzir o tempo necessário para preencher e elaborar documentos ou para aceder à informação, as equipas de vendas passam a dispor de mais tempo para contacto com o cliente, diminuindo consequentemente os riscos de não venda. M-SCM: é uma solução que estende as aplicações de gestão da cadeia de abastecimento a qualquer colaborador, em qualquer momento ou local onde se encontre. Com a crescente integração das cadeias de abastecimento, sobretudo pelo advento das transacções electrónicas, a gestão do aprovisionamento e da distribuição tem vindo a sofrer uma pressão progressiva. Para poder retirar o benefício máximo das aplicações de gestão da cadeia de abastecimento, as organizações devem permitir aos elementos que participam no processo logístico, caracterizados por rotinas extremamente móveis, a recolha de informação primária (leitura de códigos de barra ou de identificadores de rádio frequência), a participação de incidentes, e o apoio à gestão das ordens de aprovisionamento, do inventário, dos recursos, dos fluxos de distribuição e do armazém. M-ERM: é uma solução que estende as aplicações de gestão dos recursos das organizações a qualquer colaborador, em qualquer momento ou local onde se encontre. O contributo do M-ERM faz-se por exemplo ao nível da melhoria dos fluxos de informação sobre os recursos (localização, caracterização, entre outros aspectos), bem como respectivo planeamento e programação da sua utilização. M-Office: são soluções que apoiam os colaboradores, enquanto membros de uma organização. De uma forma geral são aplicações que facilitam a IDC

7 participação nos processos de negócio, através de funcionalidades como planeamento e produtividade, conectividade (acesso a Intranets e à Internet) e colaboração (mensagens curtas e correio electrónico). M-Workforce: são soluções que apoiam os colaboradores, enquanto actores críticos nos processos das organizações. Envolvem essencialmente soluções de automação da força de vendas e de equipas de suporte a actividades operacionais. FIGURA 4 ENQUADRAMENTO DOS SEGMENTOS COM IMPACTO MAIS SIGNIFICATIVO M-SCM M-ERM M-CRM Fornecedores Empresa Clientes Parceiros M-Office Colaboradores M-Workforce Fonte: IDC, 2003 No inquérito realizado junto de pequenas e médias empresas da Alemanha, França, Holanda, Itália e Reino Unido, mais de 10% dos inquiridos destacaram o interesse em adquirir em 2003 uma solução M-Workforce, na área de automação da força de vendas. Na Alemanha e na Itália, e para a mesma solução, as intenções ultrapassaram os 30% de intenção de compra para o mesmo período. Com uma percentagem de intenção de compra bastante reduzida encontra-se a solução de comércio electrónico, que implica uma integração a nível electrónico de todos os processos de negócio ainda demasiado complexa e exigente para uma parte significativa das pequenas e médias empresas IDC 7

8 FIGURA 5 INTENÇÕES DE ADOPÇÃO DOS SERVIÇOS MÓVEIS EM 2003 M-Office M-Workforce (SFA) M-CRM M-Commerce M-ERM/ M-SCM 0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% 40% Alemanha França Holanda Itália Reino Unido Fonte: IDC, 2002 Base: pequenas e médias empresas da Alemanha, França, Holanda, Itália e Reino Unido. Perante a assunção dos potenciais benefícios a obter com uma determinada solução móvel, e a sua inclusão nas estratégias da organização, diversas opções de desenvolvimento e implementação se colocam. Desde a opção de contactar o fornecedor das aplicações empresariais para desenvolver uma solução integrada, passando pelo desenvolvimento interno quando as competências existem, até à procura de uma entidade externa que possa disponibilizar uma solução que esteja entre as melhores do mercado, ou que possa desenvolver uma à medida, com todas as funcionalidades pretendidas. No referido inquérito, as opções prevalecentes entre os inquiridos são as da procura da "melhor" solução existente no mercado e da adopção das componentes desenvolvidas pelo fornecedor das aplicações empresariais já implementadas IDC

9 FIGURA 6 OPÇÕES DE DESENVOLVIMENTO E IMPLEMENTAÇÃO DAS SOLUÇÕES MÓVEIS Procura da "melhor" solução no mercado Solução integrada Desenvolvimento interno à medida Desenvolvimento externo à medida 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% Alemanha França Holanda Itália Reino Unido Fonte: IDC, 2002 Base: pequenas e médias empresas da Alemanha, França, Holanda, Itália e Reino Unido. Não obstante os colaboradores em mobilidade serem os beneficiários mais evidentes, outros grupos poderão igualmente potenciar as suas actividades através da adopção de serviços móveis nas organizações. Aliás, este é um aspecto extremamente importante para a estratégia de desenvolvimento e implementação de soluções móveis em cada entidade. É fundamental a identificação dos potenciais utilizadores dos diversos serviços, para que seja assegurada a resposta às suas necessidades mais específicas. Mas não será apenas através da inclusão das funcionalidades mais críticas à rotina de cada utilizador que se assegurará o sucesso da adopção e utilização dos serviços. Este dependerá também de outras características dos serviços como: Conveniência: sem estruturas complexas com inúmeros cliques e scrolls; Localização: sem ignorar a posição do utilizador no momento de acesso; Ubiquidade: sem estar circunscrito a uma determinada região ou país; Escalabilidade: sem depender do número de utilizadores; Personalização: sem desconhecer a função, os hábitos e preferências do utilizador. A satisfação das expectativas, pela reunião de características e funcionalidades nos serviços, irá certamente equivaler à aceitação de um esforço inicial para a utilização das soluções mais sofisticadas IDC 9

10 No inquérito realizado junto de uma amostra representativa dos diversos sectores verticais nos vários países, os inquiridos identificaram um conjunto vasto de áreas/trabalhadores beneficiados com a utilização de soluções móveis por parte da organização. Para além do aumento de produtividade e eficácia por parte dos próprios trabalhadores em mobilidade, a elevada percentagem de empresas que citaram os trabalhadores no escritório central mostra que há um claro ententimento dos benefícios secundários gerados em termos de back-office na automatização de inúmeras actividades e processos. FIGURA 7 BENEFICIÁRIOS DAS SOLUÇÕES MÓVEIS NA ESTRUTURA FUNCIONAL DAS ORGANIZAÇÕES Clientes Parceiros/Fornecedores Trabalhadores em mobilidade Tele-trabalhadores Trabalhadores remotos Trabalhadores no escritório central 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% Alemanha França Holanda Itália Reino Unido Fonte: IDC, 2002 Base: pequenas e médias empresas da Alemanha, França, Holanda, Itália e Reino Unido. ADOPÇÃO DOS SERVIÇOS MÓVEIS PARA EMPRESAS EM PORTUGAL As perspectivas de adopção dos serviços móveis pelas empresas presentes no mercado nacional são ainda bastante incipientes. Tal como na generalidade dos processos de adopção e utilização de aplicações empresariais, a maioria das pequenas e médias empresas portuguesas ainda não se encontram preparadas, em termos tecnológicos e processuais, para aderirem no momento actual de desenvolvimento, aos serviços móveis. Para além desta contingência, e tal como verificado nas PME de outros países europeus, a resistência à mudança e falta de visão estratégica sobre o impacto dos serviços móveis na competitividade das organizações é também um enorme factor de bloqueio. A situação será porventura distinta entre as empresas de maior dimensão. Num painel recentemente criado pela IDC, o painel ebusiness IDC, constituído por administradores e directores de tecnologias de informação de grandes empresas, e ainda que meramente indicativo, cerca de 57% dos inquiridos indicaram que as suas organizações pretendiam apostar em aplicações e serviços móveis durante IDC

11 FIGURA 8 PERSPECTIVAS DE ADOPÇÃO DE APLICAÇÕES E SERVIÇOS MÓVEIS PELOS MEMBROS DO PAINEL E- BUSINESS DA IDC Muito fraca Fraca Forte Muito Forte 0% 5% 10% 15% 20% 25% 30% 35% 40% 45% Fonte: IDC, Painel ebusiness, Nov Nota: O painel ebusiness da IDC é constituído por cerca de 60 administradores e directores de TI. Entre os serviços de maior interesse, entre os membros do painel, o destaque vai sobretudo para o apoio à comunicação em mobilidade (M-Office), o acesso a uma caixa de correio electrónico através de um equipamento móvel, e o suporte à actividade comercial (M-Workforce). O acesso remoto a bases de dados ou a aplicações empresariais gerou um interesse pouco significativo entre os participantes, reforçando a tendência que se verifica nos restantes países europeus de um menor entusiasmo pelos serviços mais sofisticados e com maiores exigências de suporte, integração e segurança IDC 11

12 FIGURA 9 INTENÇÕES DE ADOPÇÃO DE VÁRIOS SERVIÇOS MÓVEIS PELOS MEMBROS DO PAINEL E-BUSINESS DA IDC M-Office M-Workforce (SFA) Serviços baseados em localização M-ERM E-learning M-SCM 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% Fonte: IDC, Painel ebusiness, Nov Nota: O painel ebusiness da IDC é constituído por cerca de 60 administradores e directores de TI. BENEFÍCIOS DA ADOPÇÃO DOS SERVIÇOS MÓVEIS DE DADOS O movimento de adopção dos serviços móveis para empresas tem vindo a progredir significativamente sobretudo pela força dos benefícios potenciais que apresentam. Não obstante as dificuldades ou mesmo o desaparecimento de inúmeras empresas dos sectores das tecnologias de informação e das telecomunicações, muitas organizações têm persistido na reflexão sobre os serviços em mobilidade, reflectindo-se num conjunto de considerações bastante consensuais sobre os prováveis benefícios decorrentes da sua utilização. As mais importantes são certamente as de aumento de receitas e de redução de custos. De uma forma mais detalhada, as soluções móveis permitem: Estender os recursos de informação e de dados a colaboradores, clientes, parceiros e fornecedores; Adequar da informação ao perfil do utilizador; Reforçar o rigor e consistência da informação; Automatizar inúmeras actividades e processos; Reduzir níveis de inventário; Reduzir a intensidade de capital; IDC

13 Maximizar a eficácia operacional; Efectuar um maior controlo de activos; Reduzir incidentes; Diminuir o tempo dispendido em actividades administrativas; Aumentar o tempo disponível para contacto com clientes; Diminuir contactos infrutíferos; Reduzir o tempo de procura da informação crítica; Reduzir o tempo de resposta às solicitações de clientes; Aumentar o nível de serviço a clientes; Reduzir tempos de ciclo das vendas; Diminuir custos de transacção; Obter uma maior eficiência dos colaboradores; Aumentar a flexibilidade dos colaboradores; No inquérito realizado a nível europeu, os inquiridos das várias organizações identificaram a produtividade dos trabalhadores, o rigor e consistência da informação, e a prestação do serviço a clientes, como as áreas de intervenção onde as soluções móveis poderão apresentar um maior contributo. FIGURA 10 BENEFÍCIOS DA ADOPÇÃO DAS SOLUÇÕES MÓVEIS PELAS EMPRESAS Maior produtividade dos trabalhadores Maior rigor e consistência da informação Prestação mais rápida do serviço a clientes Melhor serviço e satisfação dos clientes Menores custos com os trabalhadores Canal de comunicação permanente 0% 20% 40% 60% 80% 100% Alemanha França Holanda Itália Reino Unido Fonte: IDC, 2002 Base: pequenas e médias empresas da Alemanha, França, Holanda, Itália e Reino Unido IDC 13

14 BARREIRAS À UTILIZAÇÃO DOS SERVIÇOS MÓVEIS DE DADOS Face à situação económica actual, todos os argumentos de carácter financeiro têm ganho uma enorme importância contribuindo para uma análise bastante rigorosa dos investimentos face aos benefícios. Contudo e apesar de existirem ainda outros aspectos para reflexão como a crescente latência das redes móveis, a reduzida largura da banda, a inexistência de níveis de serviço, os custos extremamente elevados com a transmissão de dados, o problema da aparente falta de segurança das redes, a falta de maturidade de algumas soluções, a falta de cooperação entre operadores, fornecedores de aplicações e integradores, a generalidade das organizações permanece alheia ao impacto das soluções móveis na sua actividade, não entendendo como estas poderão fazer parte da estratégia. No inquérito já referido, os inquiridos destacaram fundamentalmente a falta de visão estratégica, e um número de trabalhadores em situações de mobilidade insuficiente para justificar a não adopção de soluções móveis pelas organizações a que pertencem. A falta de segurança e a imaturidade ficaram surpreendentemente entre as barreiras menos indicadas, o que confirma o reduzido entendimento dos inquiridos quanto aos maiores desafios que as soluções móveis enfrentam. FIGURA 11 BARREIRAS À ADOPÇÃO DAS SOLUÇÕES MÓVEIS PELAS EMPRESAS Falta de segurança Imaturidade do mercado Falta de apoio a nível executivo Falta de visão estratégica Reduzido numéro de trabalhadores em situações de mobilidade ROI não evidente Custo elevado do projecto 0% 20% 40% 60% 80% Alemanha França Holanda Itália Reino Unido Fonte: IDC, 2002 Base: pequenas e médias empresas da Alemanha, França, Holanda, Itália e Reino Unido IDC

15 TENDÊNCIAS NA OFERTA E UTILIZAÇÃO DOS SERVIÇOS MÓVEIS DE DADOS O apoio aos trabalhadores remotos ou em mobilidade por parte das tecnologias de informação e comunicação na consecução das tarefas é fundamental, dado que permitem o acesso a todo o tipo de informação, necessária à tomada de decisões de uma forma rigorosa, rápida, e eficaz. Deixa de ser obrigatório a utilização do computador de secretária para aceder a mensagens de correio electrónico, a informação sobre o nível de inventário, à lista dos contactos de clientes em base de dados, entre muitas outras rotinas, para ser exequível a partir de qualquer lugar, em qualquer momento e através de qualquer equipamento com acesso à Internet. Face à importância e impacto das várias funcionalidades dos serviços móveis, as expectativas da IDC face ao desenvolvimento do mercado são positivas, não obstante o período de abrandamento económico actual. A adopção será lenta mas progressiva e dependerá não só do enquadramento económico como também de um conjunto de outros factores: O mercado continuará a médio prazo a desenvolver-se segundo as determinações e orientações dos fornecedores de aplicações, serviços e em última análise, pelos operadores de telecomunicações móveis; As soluções implementadas, dependendo do tamanho e sector de actividade das organizações, serão um misto de padronizadas e desenvolvidas à medida das necessidades; A progressão dos níveis de adopção e utilização das soluções móveis dependerá significativamente de uma maior maturidade dos utilizadores; A introdução de um maior número de serviços no mercado de consumo irá facilitar a evolução da maturidade dos potenciais utilizadores de serviços móveis para empresas, e promover uma diminuição dos custos das comunicações, dado o crescimento das economias de rede; O foco dos operadores de telecomunicações móveis e dos fornecedores de aplicações e serviços irá transferir-se da tecnologia para a proposta de valor associada a cada serviço; Para além das soluções Office e Workforce, não irá surgir uma aplicação dominante, mas várias que terão impacto mais ou menos expressivo dependendo do sector de actividade em que a organização actua; Alguns dos maiores fornecedores irão tentar consolidar as várias soluções, no sentido de dispor de uma oferta multi-funcional; O crescimento da capacidade das redes e consequente diminuição da latência, irá permitir uma melhoria das funcionalidades disponíveis em cada serviço, e consequentemente, um maior potencial de utilização e adopção; A disponibilização de níveis de serviço (QoS) por parte dos operadores de telecomunicações móveis e dos prestadores de serviços será um factor fundamental para a apresentação de uma proposta de valor às organizações; A entrada de mais empresas no mercado, quer de fornecimento de soluções e serviços, quer de integração de sistemas, entre novas e empresas estabelecidas, irá promover uma melhoria da qualidade dos serviços e uma progressiva diminuição dos custos; A cooperação entre os actores no mercado para o desenvolvimento de padrões irá verificar-se a curto prazo, sobretudo pela premência de desafios como a segurança, privacidade, interoperabilidade e roaming dos serviços; 2003 IDC 15

16 Os equipamentos de acesso continuarão a evoluir em duas perspectivas distintas: por um lado a consolidação, através da criação de equipamentos multifuncionais (smartphones), e numa vertente de especialização, através de uma maior oferta de equipamentos para funcionalidades específicas; O desenvolvimento da capacidade de processamento e armazenagem dos equipamentos móveis irá por em causa as soluções que efectuam processamento e armazenagem remota; As características dos equipamentos irão adaptar-se às exigências de utilização dos serviços móveis, através por exemplo de um aumento do tamanho do ecrã, das formas de introdução de texto, de uma maior autonomia de energia, de roaming com outras tecnologias (Wi-Fi) IDC

IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com

IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com CADERNO IDC Nº 53 IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com ROI - Retorno do Investimento OPINIÃO IDC Os anos 90 permitiram a inclusão das tecnologias

Leia mais

IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com

IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com CADERNO IDC Nº 54 IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com elearning OPINIÃO IDC Em momentos de maior constrangimento económico, e consequente

Leia mais

A MOBILIDADE NAS EMPRESAS E A TRANSFORMAÇÃO DOS ERP

A MOBILIDADE NAS EMPRESAS E A TRANSFORMAÇÃO DOS ERP A MOBILIDADE NAS EMPRESAS E A TRANSFORMAÇÃO DOS ERP Conteúdos A MOBILIDADE NAS EMPRESAS E A TRANSFORMAÇÃO DOS ERP... 3 PREPARA-SE PARA UMA MAIOR MOBILIDADE... 4 O IMPACTO DOS ERP NO MOBILE... 5 CONCLUSÕES...

Leia mais

IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andra, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com

IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andra, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com CADERNO IDC Nº 49 IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andra, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com Web Services OPINIÃO IDC Apesar de não constituírem uma alteração tecnológica radical,

Leia mais

Secção I. ƒ Sistemas empresariais cruzados

Secção I. ƒ Sistemas empresariais cruzados 1 Secção I ƒ Sistemas empresariais cruzados Aplicações empresariais cruzadas 2 ƒ Combinações integradas de subsistemas de informação, que partilham recursos informativos e apoiam processos de negócio de

Leia mais

Objectivos de aprendizagem

Objectivos de aprendizagem Capítulo 6 1 Telecomunicações e redes 2 Objectivos de aprendizagem ƒ Identificar as principais tendências e os grandes desenvolvimentos nas empresas, nas tecnologias e nas aplicações de negócio, das telecomunicações

Leia mais

IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com

IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com CADERNO IDC Nº 55 IDC Portugal: Av. António Serpa, 36 9º Andar, 1050-027 Lisboa, Portugal Tel. 21 796 5487 www.idc.com A Utilização da Internet em Portugal OPINIÃO IDC Apesar das dificuldades que assolam

Leia mais

ESTUDO IDC O papel das tecnologias de informação na produtividade e redução de custos nas organizações nacionais

ESTUDO IDC O papel das tecnologias de informação na produtividade e redução de custos nas organizações nacionais ESTUDO IDC O papel das tecnologias de informação na produtividade e redução de custos nas organizações nacionais Patrocinado por: Microsoft Versão Preliminar - Março 2013 SUMÁRIO EXECUTIVO IDC Portugal:

Leia mais

A Internet nas nossas vidas

A Internet nas nossas vidas Economia Digital A Internet nas nossas vidas Nos últimos anos a internet revolucionou a forma como trabalhamos, comunicamos e até escolhemos produtos e serviços Economia Digital Consumidores e a Internet

Leia mais

Empresa Digital: Da quimera à sobrevivência. Nuno Queirós nuno.queiros@primaverasoft.pt

Empresa Digital: Da quimera à sobrevivência. Nuno Queirós nuno.queiros@primaverasoft.pt Empresa Digital: Da quimera à sobrevivência Nuno Queirós nuno.queiros@primaverasoft.pt Enquadramento tecnológico Democratização da tecnologia Presença a da PRIMAVERA Software MFrames 1950...70 O DOS O

Leia mais

O futuro do planeamento financeiro e análise na Europa

O futuro do planeamento financeiro e análise na Europa EUROPA: RESULTADOS DA INVESTIGAÇÃO Elaborado por Research em colaboração com a SAP Patrocinado por O futuro do planeamento financeiro e análise na Europa LÍDERES FINANCEIROS PRONUNCIAM-SE SOBRE A SUA MISSÃO

Leia mais

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS

SISTEMAS DE NEGÓCIOS. a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1 SISTEMAS DE NEGÓCIOS a) SISTEMAS DE APOIO EMPRESARIAIS 1. COLABORAÇÃO NAS EMPRESAS Os sistemas colaborativos nas empresas nos oferecem ferramentas para nos ajudar a colaborar, comunicando idéias, compartilhando

Leia mais

A versão básica disponibiliza a informação criada no Microsoft Navision em unidades de informação

A versão básica disponibiliza a informação criada no Microsoft Navision em unidades de informação O Business Analytics for Microsoft Business Solutions Navision ajuda-o a ter maior controlo do seu negócio, tomar rapidamente melhores decisões e equipar os seus funcionários para que estes possam contribuir

Leia mais

Software as a Service As múltiplas dimensões do SaaS

Software as a Service As múltiplas dimensões do SaaS Software as a Service As múltiplas dimensões do SaaS Microsoft Solutions Day: Software as a Service 18 de Junho 2008 Gabriel Coimbra Research & Consulting Director IDC Portugal Copyright 2008 IDC. Reproduction

Leia mais

SISTEMAS DEGESTÃO EMPRESARIAL

SISTEMAS DEGESTÃO EMPRESARIAL SISTEMAS DEGESTÃO EMPRESARIAL Imagine um mundo onde a sua Empresa se desenvolve facilmente, onde a cooperação entre os seus funcionários, as suas filiais e o seu ambiente de negócio é simples e em que

Leia mais

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005.

Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. Cooperação empresarial, uma estratégia para o sucesso Nota: texto da autoria do IAPMEI - UR PME, publicado na revista Ideias & Mercados, da NERSANT edição Setembro/Outubro 2005. É reconhecida a fraca predisposição

Leia mais

IP Communications Platform

IP Communications Platform IP Communications Platform A Promessa de Convergência, Cumprida As comunicações são essenciais para os negócios mas, em última análise, estas são conduzidas a nível pessoal no ambiente de trabalho e por

Leia mais

IDC Portugal aumenta produtividade e reduz custos operacionais com Microsoft Dynamics CRM em modelo hosted

IDC Portugal aumenta produtividade e reduz custos operacionais com Microsoft Dynamics CRM em modelo hosted Microsoft Dynamics CRM Online Customer Solution Case Study IDC Portugal IDC Portugal aumenta produtividade e reduz custos operacionais com Microsoft Dynamics CRM em modelo hosted Sumário País Portugal

Leia mais

O projecto de sistemas de informação para as empresas de "Facility Services" e sua rede de parceiros

O projecto de sistemas de informação para as empresas de Facility Services e sua rede de parceiros PREMIVALOR O projecto de sistemas de informação para as empresas de "Facility Services" e sua rede de parceiros Rita Oliveira SEIDOR roliveira@seidor.es Telef.: +351 210 001 686 Lisboa, 6 Dezembro 2007

Leia mais

Primeira Unidade Empresarial de Serviços Partilhados em Saúde arranca em Portugal

Primeira Unidade Empresarial de Serviços Partilhados em Saúde arranca em Portugal Primeira Unidade Empresarial de Serviços Partilhados em Saúde arranca em Portugal É hoje apresentada publicamente a primeira Unidade Empresarial de Serviços Partilhados em Saúde a funcionar em Portugal.

Leia mais

MICROSOFT BUSINESS SOLUTIONS NAVISION

MICROSOFT BUSINESS SOLUTIONS NAVISION MICROSOFT BUSINESS SOLUTIONS NAVISION MICROSOFT BUSINESS SOLUTIONS NAVISION O Microsoft Business Solutions Navision dá-lhe a liberdade para se concentrar no seu negócio ao fornecer uma forma eficaz de

Leia mais

Os Sistemas de Informação Regionais das Cidades e Regiões Digitais na vertente Infraestrutural

Os Sistemas de Informação Regionais das Cidades e Regiões Digitais na vertente Infraestrutural Os Sistemas de Informação Regionais das na vertente Infraestrutural 1, 2 1 Instituto Politécnico de Tomar Tomar, Portugal 2 Centre of Human Language Tecnnology and Bioinformatics Universidade da Beira

Leia mais

Mitel IP Desktop Solutions. Adaptadas ao Modo como Trabalha

Mitel IP Desktop Solutions. Adaptadas ao Modo como Trabalha Mitel IP Desktop Solutions Adaptadas ao Modo como Trabalha NÃO existem soluções universais 1 O atendimento e assistência a clientes são o ponto de entrada para a sua empresa... Será que os trabalhadores

Leia mais

O papel dominante da mobilidade no mercado de trabalho

O papel dominante da mobilidade no mercado de trabalho Um perfil personalizado de adoção da tecnologia comissionado pela Cisco Systems Fevereiro de 2012 Dinâmica de ganhos com as iniciativas de mobilidade corporativa Os trabalhadores estão cada vez mais remotos,

Leia mais

Competitividade e Inovação

Competitividade e Inovação Competitividade e Inovação Evento SIAP 8 de Outubro de 2010 Um mundo em profunda mudança Vivemos um momento de transformação global que não podemos ignorar. Nos últimos anos crise nos mercados financeiros,

Leia mais

Salário de E-commerce Director pode chegar aos 75.000

Salário de E-commerce Director pode chegar aos 75.000 Salário de E-commerce Director pode chegar aos 75.000 Outras conclusões: Recrutamento na área de Marketing Digital registou crescimento de 15%. Área de E- commerce cresceu 6% Remuneração dos profissionais

Leia mais

» apresentação. WORKFLOW que significa?

» apresentação. WORKFLOW que significa? » apresentação WORKFLOW que significa? WORKFLOW não é mais que uma solução que permite sistematizar de forma consistente os processos ou fluxos de trabalho e informação de uma empresa, de forma a torná-los

Leia mais

Atividade Capitulo 6 - GABARITO

Atividade Capitulo 6 - GABARITO Atividade Capitulo 6 - GABARITO 1. A Internet é uma força motriz subjacente aos progressos em telecomunicações, redes e outras tecnologias da informação. Você concorda ou discorda? Por quê? Por todos os

Leia mais

PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS, SA

PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS, SA PRIMAVERA BUSINESS SOFTWARE SOLUTIONS, SA Introdução Nesta edição do Catálogo de Serviços apresentamos os vários tipos de serviços que compõe a actual oferta da Primavera na área dos serviços de consultoria.

Leia mais

O Contributo do Cluster da Electrónica e Telecomunicações para o Desenvolvimento Económico Espanhol

O Contributo do Cluster da Electrónica e Telecomunicações para o Desenvolvimento Económico Espanhol O Contributo do Cluster da Electrónica e Telecomunicações para o Desenvolvimento Económico Espanhol O presente estudo visa caracterizar o cluster da electrónica, informática e telecomunicações (ICT), emergente

Leia mais

Barómetro Anual Travelstore American Express 2012 Um estudo cujas respostas das empresas que participaram gerou uma doação à

Barómetro Anual Travelstore American Express 2012 Um estudo cujas respostas das empresas que participaram gerou uma doação à Barómetro Anual Travelstore American Express 2012 Um estudo cujas respostas das empresas que participaram gerou uma doação à 1. Amostra 2. Caracterização das viagens profissionais 3. Política de viagens

Leia mais

CUSTO TOTAL DE PROPRIEDADE DO PANDA MANAGED OFFICE PROTECTION. 1. Resumo Executivo

CUSTO TOTAL DE PROPRIEDADE DO PANDA MANAGED OFFICE PROTECTION. 1. Resumo Executivo 1. Resumo Executivo As empresas de todas as dimensões estão cada vez mais dependentes dos seus sistemas de TI para fazerem o seu trabalho. Consequentemente, são também mais sensíveis às vulnerabilidades

Leia mais

Carteira. de formação. análise às nossas oportunidades e recursos. Missão, Visão e Objectivos. Desenvolver competências técnicas e transversais

Carteira. de formação. análise às nossas oportunidades e recursos. Missão, Visão e Objectivos. Desenvolver competências técnicas e transversais conteúdos: Programa de formação avançada centrado nas competências e necessidades dos profissionais. PÁGINA 2 Cinco motivos para prefirir a INOVE RH como o seu parceiro, numa ligação baseada na igualdade

Leia mais

CURSO GESTÃO DA MOBILIDADE E DESLOCAÇÕES

CURSO GESTÃO DA MOBILIDADE E DESLOCAÇÕES CURSO GESTÃO DA MOBILIDADE E DESLOCAÇÕES NAS EMPRESAS PLANEAR PARA A REDUÇÃO DE CUSTOS E OPTIMIZAÇÃO DE SOLUÇÕES 19 e 20 Fevereiro 2013 Auditório dos CTT- Correios de Portugal Lisboa Horário Laboral: 09h30

Leia mais

Trabalho sobre Social Media Como implementar Social Media na empresa

Trabalho sobre Social Media Como implementar Social Media na empresa Como implementar Social Media na empresa 1 As razões: Empresas ainda desconhecem benefícios do uso de redes sociais Das 2,1 mil empresas ouvidas em estudo do SAS Institute e da Harvard Business Review,

Leia mais

Carta de Segurança da Informação

Carta de Segurança da Informação Estrutura Nacional de Segurança da Informação (ENSI) Fevereiro 2005 Versão 1.0 Público Confidencial O PRESENTE DOCUMENTO NÃO PRESTA QUALQUER GARANTIA, SEJA QUAL FOR A SUA NATUREZA. Todo e qualquer produto

Leia mais

INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES. Eng. Mário Lino

INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES. Eng. Mário Lino INTERVENÇÃO DE SUA EXCELÊNCIA O MINISTRO DAS OBRAS PÚBLICAS, TRANSPORTES E COMUNICAÇÕES Eng. Mário Lino por ocasião da Cerimónia de Abertura do Diálogo Estratégico sobre as Tecnologias da Informação e

Leia mais

Maturidade da Impressão e Gestão Documental nas Organizações Nacionais

Maturidade da Impressão e Gestão Documental nas Organizações Nacionais Maturidade da Impressão e Gestão Documental nas Organizações Nacionais 1. Tendências na impressão e gestão documental 2. Modelo de maturidade da impressão e gestão documental 3. Q&A 2 Uma nova plataforma

Leia mais

PUB. Interface. Banca &Seguros

PUB. Interface. Banca &Seguros Interface Banca &Seguros PUB DOSSIER Marketing Bancário: focos em tempo de crise RADAR Sistema financeiro no triângulo estratégico DOSSIER Tecnologias de informação e gestão de fraude Tendências Mobilidade

Leia mais

SIBS PROCESSOS cria solução de factura electrónica com tecnologias Microsoft

SIBS PROCESSOS cria solução de factura electrónica com tecnologias Microsoft SIBS PROCESSOS cria solução de factura electrónica com tecnologias Microsoft A solução MB DOX oferece uma vantagem competitiva às empresas, com a redução do custo de operação, e dá um impulso à factura

Leia mais

A vantagem competitiva através do desenvolvimento do e-business

A vantagem competitiva através do desenvolvimento do e-business A vantagem competitiva através do desenvolvimento do e-business Artigo original redigido por: Dien D. Phan Extraído do Information & Management, Vol.40, 2003 (pág.581-590) Introdução * E-business O seu

Leia mais

MARKETING NA INTERNET PARA PME A contribuição das ferramentas online para a performance empresarial. Raquel Melo 1

MARKETING NA INTERNET PARA PME A contribuição das ferramentas online para a performance empresarial. Raquel Melo 1 MARKETING NA INTERNET PARA PME A contribuição das ferramentas online para a performance empresarial Raquel Melo 1 Índice Objectivos do estudo Sociedade da Informação nas Empresas Definição, Objectivos

Leia mais

Região Autónoma dos Açores Inquérito à Utilização das Tecnologias da Informação e da Comunicação na Administração Pública Regional 2004

Região Autónoma dos Açores Inquérito à Utilização das Tecnologias da Informação e da Comunicação na Administração Pública Regional 2004 Região Autónoma dos Açores Inquérito à Utilização das Tecnologias da Informação e da Comunicação na Administração Pública Regional 2004 BREVE NOTA METODOLÓGICA Universo de referência: Organismos do Governo

Leia mais

Síntese do estudo sobre A ADESÃO DAS PME NACIONAIS À PRÁTICA DO COMÉRCIO ELECTRÓNICO

Síntese do estudo sobre A ADESÃO DAS PME NACIONAIS À PRÁTICA DO COMÉRCIO ELECTRÓNICO Síntese do estudo sobre A ADESÃO DAS PME NACIONAIS À PRÁTICA DO COMÉRCIO ELECTRÓNICO 1. PRINCIPAIS CONCLUSÕES Há um entendimento razoável das vantagens da prática do comércio electrónico no seio das PME

Leia mais

Competindo com Tecnologia da Informação. Objetivos do Capítulo

Competindo com Tecnologia da Informação. Objetivos do Capítulo Objetivos do Capítulo Identificar as diversas estratégias competitivas básicas e explicar como elas podem utilizar a tecnologia da informação para fazer frente às forças competitivas que as empresas enfrentam.

Leia mais

Objectivos de aprendizagem

Objectivos de aprendizagem 2 Objectivos de aprendizagem ƒ Dar exemplos de como a Internet e outras tecnologias da informação apoiam os processos de negócio nas seguintes funções empresariais: ƒ contabilidade; ƒ gestão financeira;

Leia mais

RESPONSABILIDADE SOCIAL EM PORTUGAL REALIDADE OU FICÇÃO?

RESPONSABILIDADE SOCIAL EM PORTUGAL REALIDADE OU FICÇÃO? RESPONSABILIDADE SOCIAL EM PORTUGAL REALIDADE OU FICÇÃO? O mundo sindical tem tido várias reacções a este conceito, nem sempre favoráveis, sendo certo que deve haver consciência de que uma certa medida

Leia mais

Sistema Integrado de Gestão. Evento IDC PME 24.set.2008. Carlos Neves

Sistema Integrado de Gestão. Evento IDC PME 24.set.2008. Carlos Neves Sistema Integrado de Gestão Evento IDC PME 24.set.2008 Carlos Neves Agradecimentos Carlos Neves - 24.Set.08 2 Sumário 1. Oportunidades e desafios para as PME 2. Os projectos SI/TI e a Mudança 3. Perspectivas

Leia mais

Qualidade e Inovação. CONTROLO DA QUALIDADE Qualidade e Inovação Trabalho de grupo

Qualidade e Inovação. CONTROLO DA QUALIDADE Qualidade e Inovação Trabalho de grupo CONTROLO DA QUALIDADE Qualidade e Inovação Trabalho de grupo Curso de Arte e Multimédia/Design 2º Semestre 1º Ciclo Ano lectivo 2007/2008 Docente: José Carlos Marques Discentes: Ana Pedro nº 2068207/ Encarnação

Leia mais

Estratégia para os Sistemas e Tecnologias de Informação

Estratégia para os Sistemas e Tecnologias de Informação Estratégia para os Sistemas e Tecnologias de Informação A transcrição ou reprodução deste documento não é permitida sem a prévia autorização escrita do IGIF PRINCIPAIS MENSAGENS O IGIF, na vertente SI,

Leia mais

A Gestão da experiência do consumidor é essencial

A Gestão da experiência do consumidor é essencial A Gestão da experiência do consumidor é essencial Sempre que um cliente interage com a sua empresa, independentemente do canal escolhido para efetuar esse contacto, é seu dever garantir uma experiência

Leia mais

PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE PROJECTO DE PROGRAMA DE TRABALHO 1998-1999 (Art. 5.2.b da Decisão Nº 1400/97/CE)

PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE PROJECTO DE PROGRAMA DE TRABALHO 1998-1999 (Art. 5.2.b da Decisão Nº 1400/97/CE) PROGRAMA DE ACÇÃO COMUNITÁRIO RELATIVO À VIGILÂNCIA DA SAÚDE PROJECTO DE PROGRAMA DE TRABALHO 1998-1999 (Art. 5.2.b da Decisão Nº 1400/97/CE) 1. INTRODUÇÃO As actividades da União Europeia no domínio da

Leia mais

O seu escritório na nuvem - basta usar o browser.

O seu escritório na nuvem - basta usar o browser. 02 O seu escritório na nuvem - basta usar o browser. As soluções tecnológicas que encontra para melhorar a colaboração na sua empresa são muito caras e complexas? Pretende tornar as suas equipas mais ágeis

Leia mais

Tecnologias de Informação

Tecnologias de Informação Sistemas Empresariais Enterprise Resource Planning (ERP): Sistema que armazena, processa e organiza todos os dados e processos da empresa de um forma integrada e automatizada Os ERP tem progressivamente

Leia mais

WWAN DE BANDA LARGA: VANTAGENS PARA O PROFISSIONAL MÓVEL

WWAN DE BANDA LARGA: VANTAGENS PARA O PROFISSIONAL MÓVEL ARTIGO WWAN DE BANDA LARGA WWAN DE BANDA LARGA: VANTAGENS PARA O PROFISSIONAL MÓVEL Cada vez mais, a conectividade imediata de alta-velocidade é essencial para o sucesso dos negócios bem como para a eficiência

Leia mais

Estratégia Empresarial. Capítulo 6 Integração Vertical. João Pedro Couto

Estratégia Empresarial. Capítulo 6 Integração Vertical. João Pedro Couto Estratégia Empresarial Capítulo 6 Integração Vertical João Pedro Couto Natureza da integração vertical A integração vertical consiste na execução de várias funções da cadeia operacional sob a égide de

Leia mais

O SECTOR A SOLUÇÃO Y.make Num mundo cada vez mais exigente, cada vez mais rápido e cada vez mais competitivo, o papel dos sistemas de informação deixa de ser de obrigação para passar a ser de prioridade.

Leia mais

Informática. Aula 7. Redes e Telecomunicações

Informática. Aula 7. Redes e Telecomunicações Informática Aula 7 Redes e Telecomunicações Comunicação Empresarial 2º Ano Ano lectivo 2003-2004 Introdução Para as empresas modernas funcionarem eficazmente, são vitais as ligações que conectam as suas

Leia mais

Premier. Quando os últimos são os Primeiros

Premier. Quando os últimos são os Primeiros Premier Quando os últimos são os Primeiros Fundada em 1997 Especializada no desenvolvimento de soluções informáticas de apoio à Gestão e consultoria em Tecnologias de Informação. C3im tem como principais

Leia mais

PT PRIME - APRESENTAÇÃO

PT PRIME - APRESENTAÇÃO PT PRIME - APRESENTAÇÃO A PT Prime Soluções Empresariais de Telecomunicações e Sistemas, é uma empresa do Grupo PT que presta serviços e soluções de comunicação e informação para o mercado empresarial.

Leia mais

Realidade Empresarial,Globalização da Informação e Segurança

Realidade Empresarial,Globalização da Informação e Segurança Culture OnLine, 5-7.6 Realidade Empresarial,Globalização da Informação e Segurança Peering down the Wormhole Dr. Susan Hazan Filomena Pedroso Realidade Empresarial em Portugal Incerteza nos mercados recomenda

Leia mais

A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO

A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO A INTERNET E A NOVA INFRA-ESTRUTURA DA TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO 1 OBJETIVOS 1. O que é a nova infra-estrutura informação (TI) para empresas? Por que a conectividade é tão importante nessa infra-estrutura

Leia mais

BARÓMETRO PME COMÉRCIO E SERVIÇOS 4º TRIMESTRE 2013 DIVULGAÇÃO DE RESULTADOS

BARÓMETRO PME COMÉRCIO E SERVIÇOS 4º TRIMESTRE 2013 DIVULGAÇÃO DE RESULTADOS DIVULGAÇÃO DE RESULTADOS 14 DE ABRIL 2014 BARÓMETRO PME COMÉRCIO E SERVIÇOS PRINCIPAIS RESULTADOS 1.1 - EVOLUÇÃO DO VOLUME DE NEGÓCIOS Volume de Negócios no 4º Trimestre de 2013 (t.v.h.) Aumentou em 42,5%

Leia mais

Consulta Pública sobre o novo regime jurídico das plataformas eletrónicas de contratação pública PARECER DA ESOP

Consulta Pública sobre o novo regime jurídico das plataformas eletrónicas de contratação pública PARECER DA ESOP Consulta Pública sobre o novo regime jurídico das plataformas eletrónicas de PARECER DA ESOP Janeiro de 2015 Índice 1 Enquadramento... 3 2 O novo regime jurídico... 4 3 Contributos para o novo regime das

Leia mais

Webmail FEUP. Rui Tiago de Cruz Barros tiago.barros@fe.up.pt

Webmail FEUP. Rui Tiago de Cruz Barros tiago.barros@fe.up.pt Webmail FEUP Rui Tiago de Cruz Barros tiago.barros@fe.up.pt Mestrado Integrado em Engenharia Informática e Computação Interacção Pessoa-Computador Junho 2013 Índice Índice 1. Introdução 2. Webmail FEUP

Leia mais

PHC TeamControl CS. A gestão de equipas e de departamentos

PHC TeamControl CS. A gestão de equipas e de departamentos PHC TeamControl CS A gestão de equipas e de departamentos A solução que permite concretizar projectos no tempo previsto e nos valores orçamentados contemplando: planeamento; gestão; coordenação; colaboração

Leia mais

Apresentação do produto Versão Premium 9.0 (GMPE)

Apresentação do produto Versão Premium 9.0 (GMPE) Apresentação do produto Versão Premium 9.0 (GMPE) Qual a importância que o relacionamento com os clientes tem para a sua empresa? Goldmine CRM é para as empresas que atribuem importância máxima à manutenção

Leia mais

BGAN. Transmissão global de voz e dados em banda larga. Banda larga para um planeta móvel

BGAN. Transmissão global de voz e dados em banda larga. Banda larga para um planeta móvel BGAN Transmissão global de voz e dados em banda larga Banda larga para um planeta móvel Broadband Global Area Network (BGAN) O firm das distâncias O serviço da Rede Global de Banda Larga da Inmarsat (BGAN)

Leia mais

INSTITUTO NACIONAL DE ESTATISTICA CABO VERDE. INQUÉRITO DE CONJUNTURA Folha de Informação Rápida. CONSTRUÇÃO 3º Trimestre 2013

INSTITUTO NACIONAL DE ESTATISTICA CABO VERDE. INQUÉRITO DE CONJUNTURA Folha de Informação Rápida. CONSTRUÇÃO 3º Trimestre 2013 INSTITUTO NACIONAL DE ESTATISTICA INSTITUTO NACIONAL DE ESTATISTICA INSTITUTO NACIONAL DE ESTATISTICA CABO VERDE CABO VERDE CABO VERDE INSTITUTO NACIONAL DE ESTATISTICA CABO VERDE INQUÉRITO DE CONJUNTURA

Leia mais

Manual de Utilização Rápida Vodafone Connect Pen. Concebido para a Vodafone

Manual de Utilização Rápida Vodafone Connect Pen. Concebido para a Vodafone Manual de Utilização Rápida Vodafone Connect Pen Concebido para a Vodafone 1 Bem-vindo ao mundo das comunicações móveis 1 2 3 4 5 6 8 9 9 10 13 2 Bem-vindo Configuração da sua Connect Pen Iniciar o software

Leia mais

Escola Superior de Gestão de Santarém

Escola Superior de Gestão de Santarém Escola Superior de Gestão de Santarém Marketing & Publicidade Marketing II Docente: Fernando Gaspar Discente: Tiago Louro nº 7014 Santarém, 20 de Maio 2008 1 Índice História da Vodafone pag. 3 Missão Vodafone

Leia mais

Informática. Conceitos Básicos. Informação e Sistemas de Informação. Aula 3. Introdução aos Sistemas

Informática. Conceitos Básicos. Informação e Sistemas de Informação. Aula 3. Introdução aos Sistemas Informática Aula 3 Conceitos Básicos. Informação e Sistemas de Informação Comunicação Empresarial 2º Ano Ano lectivo 2003-2004 Introdução aos Sistemas A Teoria dos Sistemas proporciona um meio poderoso

Leia mais

Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento. Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto

Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento. Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto Estratégia De Diferenciação Competitiva Através Do Marketing De Relacionamento Profa. Dra. Maria Isabel Franco Barretto CURRÍCULO DO PROFESSOR Administradora com mestrado e doutorado em engenharia de produção

Leia mais

1 Descrição sumária. Varajão, Santana, Cunha e Castro, Adopção de sistemas CRM nas grandes empresas portuguesas, Computerworld, 2011 1

1 Descrição sumária. Varajão, Santana, Cunha e Castro, Adopção de sistemas CRM nas grandes empresas portuguesas, Computerworld, 2011 1 Adopção de sistemas CRM nas grandes empresas portuguesas João Varajão 1, Daniela Santana 2, Manuela Cunha 3, Sandra Castro 4 1 Escola de Ciências e Tecnologia, Departamento de Engenharias, Universidade

Leia mais

Soluções de Gestão Integradas SENDYS ERP. Otimize a Gestão do Seu Negócio!

Soluções de Gestão Integradas SENDYS ERP. Otimize a Gestão do Seu Negócio! Soluções de Gestão Integradas SENDYS ERP Otimize a Gestão do Seu Negócio! Universo da Solução de Gestão SENDYS ERP SENDYS - Copyright 2007 SENDYS é uma marca proprietária da Readsystem, Lda. 2 Universo

Leia mais

Comunicação através das novas tecnologias

Comunicação através das novas tecnologias Comunicação através das novas tecnologias d o ss i e r 1 A INTERNET COMO FORMA DE REDUZIR CUSTOS DE COMUNICAÇÃO http://negocios.maiadigital.pt Indíce 1 INTRODUÇÃO 2 E-MAIL 3 SMS 4 SKYPE 5 MSN 6 VOIP 7

Leia mais

PHC dteamcontrol Externo

PHC dteamcontrol Externo PHC dteamcontrol Externo A gestão remota de projectos e de informação A solução via Internet que permite aos seus Clientes participarem nos projectos em que estão envolvidos, interagindo na optimização

Leia mais

EDIÇÃO 2011/2012. Introdução:

EDIÇÃO 2011/2012. Introdução: EDIÇÃO 2011/2012 Introdução: O Programa Formação PME é um programa financiado pelo POPH (Programa Operacional Potencial Humano) tendo a AEP - Associação Empresarial de Portugal, como Organismo Intermédio,

Leia mais

Negócios à Sua dimensão

Negócios à Sua dimensão Negócios à Sua dimensão O seu Software de Gestão acompanha-o? O ArtSOFT pode ser a solução de gestão da sua empresa. O ArtSOFT Profissional permite o controlo total sobre a gestão da sua empresa, assegura

Leia mais

OLIVEIRA, Helena. Como gerir a informação. DIGITAL ON LINE, v.5, n.5, Mai, 1999

OLIVEIRA, Helena. Como gerir a informação. DIGITAL ON LINE, v.5, n.5, Mai, 1999 COMO GERIR A INFORMAÇÃO OLIVEIRA, Helena. Como gerir a informação. DIGITAL ON LINE, v.5, n.5, Mai, 1999 RESUMO:"O mundo dos negócios vai mudar mais nos próximos 10 anos do que nos últimos 50 anos. O êxito

Leia mais

A ÁREA DE PRÁTICA DE PROPRIEDADE INTELECTUAL, MARKETING E TMT DA ABBC

A ÁREA DE PRÁTICA DE PROPRIEDADE INTELECTUAL, MARKETING E TMT DA ABBC A ÁREA DE PRÁTICA DE PROPRIEDADE INTELECTUAL, MARKETING E TMT DA ABBC ABBC A actuação da ABBC assenta na independência, no profissionalismo e na competência técnica dos seus advogados e colaboradores,

Leia mais

Por dentro do mercado de médio porte: Uma perspectiva para 2011

Por dentro do mercado de médio porte: Uma perspectiva para 2011 Janeiro 2011 Exclusivamente para empresas de médio porte Por dentro do mercado de médio porte: Uma perspectiva para 2011 Relatório para o Brasil Panorama global: Pesquisa com 2.112 líderes do mercado de

Leia mais

A ARTSOFT é uma empresa especializada no desenvolvimento e comercialização de soluções tecnológicas de apoio à gestão empresarial.

A ARTSOFT é uma empresa especializada no desenvolvimento e comercialização de soluções tecnológicas de apoio à gestão empresarial. POWERING BUSINESS QUEM SOMOS A ARTSOFT é uma empresa especializada no desenvolvimento e comercialização de soluções tecnológicas de apoio à gestão empresarial. Desde 1987 que desenvolvemos um trabalho

Leia mais

ππ Definir em cada dispositivo os acessos de introdução ou altera-

ππ Definir em cada dispositivo os acessos de introdução ou altera- PHC Gama Pocket DESCRITIVO O Software PHC Pocket dispõe de múltiplas funcionalidades que estão disponíveis em todas as gamas e que permitem estender a capacidade de cada produto. Neste documento apresentamos

Leia mais

Mónica Montenegro António Jorge Costa

Mónica Montenegro António Jorge Costa Mónica Montenegro António Jorge Costa INTRODUÇÃO... 4 REFERÊNCIAS... 5 1. ENQUADRAMENTO... 8 1.1 O sector do comércio em Portugal... 8 2. QUALIDADE, COMPETITIVIDADE E MELHORES PRÁTICAS NO COMÉRCIO... 15

Leia mais

Retalho. Simplificamos o seu negócio.

Retalho. Simplificamos o seu negócio. Retalho Soluções especializadas para boutiques, sapatarias, perfumariam, hipermercados, supermercados, lojas de electrodomésticos, hardware, jardins. etc. Também tem software especializado em ponto de

Leia mais

Factura Electrónica by Carlos Costa Tavares Executive Manager da Score Innovation

Factura Electrónica by Carlos Costa Tavares Executive Manager da Score Innovation Factura Electrónica by Carlos Costa Tavares Executive Manager da Score Innovation Desafios da Facturação Electrónica A facturação electrónica (e-invoicing) poderá fazer parte das iniciativas emblemáticas

Leia mais

Senhor Presidente do Instituto da Mobilidade e dos. Senhor Vereador da Câmara Municipal de Lisboa. Senhor Vereador da Câmara Municipal do Porto

Senhor Presidente do Instituto da Mobilidade e dos. Senhor Vereador da Câmara Municipal de Lisboa. Senhor Vereador da Câmara Municipal do Porto Senhor Presidente do Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres Senhor Vereador da Câmara Municipal de Lisboa Senhor Vereador da Câmara Municipal do Porto Senhores representantes das associações

Leia mais

Capítulo. Sistemas empresariais

Capítulo. Sistemas empresariais Capítulo 8 1 Sistemas empresariais 2 Objectivos de aprendizagem Identificar e exemplificar os seguintes aspectos da gestão do relacionamento com os clientes, da gestão de recursos empresariais e dos sistemas

Leia mais

Processadores de telecomunicações

Processadores de telecomunicações 1 Processadores de telecomunicações ƒ Modems (modulação/desmodulação) ƒ Converte sinais entre os formatos analógico e digital. ƒ Multiplexadores ƒ Permitem que um canal de comunicação transporte simultaneamente

Leia mais

Estudo de Mercado Fiabilidade de Leitura em Loja

Estudo de Mercado Fiabilidade de Leitura em Loja Estudo de Mercado Fiabilidade de Leitura em Loja Decorreu no primeiro trimestre 2009, um estudo de avaliação de implementação e desempenho dos códigos de barras comerciais, no âmbito do espaço nacional.

Leia mais

App Banif Trader. Um canal de educação financeira. 8 de Outubro de 2015. Frederico Xavier da Costa Luís Sepulveda Catarina Santos

App Banif Trader. Um canal de educação financeira. 8 de Outubro de 2015. Frederico Xavier da Costa Luís Sepulveda Catarina Santos App Banif Trader Um canal de educação financeira Frederico Xavier da Costa Luís Sepulveda Catarina Santos 8 de Outubro de 2015 Banif - Banco de Investimento, SA Banif Trader Quem Somos - Banif 2014 Empreendedorismo:

Leia mais

Contexto e objetivos do estudo... 3 Metodologia, definições e âmbito da análise... 4

Contexto e objetivos do estudo... 3 Metodologia, definições e âmbito da análise... 4 Índice Contexto e objetivos do estudo... 3 Metodologia, definições e âmbito da análise... 4 População alvo...4 Unidade amostral...4 Dimensão da população...4 Metodologia...4 Caracterização da amostra...4

Leia mais

Elementos essenciais para criar a Jornada do Cliente. para qualquer nível de profissional de marketing

Elementos essenciais para criar a Jornada do Cliente. para qualquer nível de profissional de marketing 3 Elementos essenciais para criar a Jornada do Cliente para qualquer nível de profissional de marketing Elementos essenciais para criar a Jornada do Cliente para qualquer nível de profissional de marketing

Leia mais

Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE. Prof. Luís Rodolfo

Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE. Prof. Luís Rodolfo Unidade III PRINCÍPIOS DE SISTEMAS DE INFORMAÇÃO Prof. Luís Rodolfo Vantagens e desvantagens de uma rede para a organização Maior agilidade com o uso intenso de redes de computadores; Grandes interações

Leia mais

Maior Foco no Cliente. Para experiências consistentes e melhoradas em todos os canais. Vodafone Power to you

Maior Foco no Cliente. Para experiências consistentes e melhoradas em todos os canais. Vodafone Power to you Maior Foco no Cliente Para experiências consistentes e melhoradas em todos os canais Vodafone Power to you 02 Neste momento estamos a usar 400 tablets no terreno. Podemos mostrar vídeos aos clientes, fazer

Leia mais

Espírito Santo Private Banking aumenta eficiência na gestão de clientes com Dynamics CRM

Espírito Santo Private Banking aumenta eficiência na gestão de clientes com Dynamics CRM Microsoft Dynamics CRM Customer Solution Case Study Espírito Santo Private Banking Espírito Santo Private Banking aumenta eficiência na gestão de clientes com Dynamics CRM Sumário País Portugal Sector

Leia mais

PONTDOC. Sistema de Gestão Documental. Dossier de Produto 02.01.2009 DP10.02. www.pontual.pt UGD 1 de 13

PONTDOC. Sistema de Gestão Documental. Dossier de Produto 02.01.2009 DP10.02. www.pontual.pt UGD 1 de 13 PONTDOC Sistema de Gestão Documental Dossier de Produto DP10.02 02.01.2009 www.pontual.pt UGD 1 de 13 PONTDoc Sistema de Gestão Documental A Pontual A Pontual é uma empresa de capitais 100% nacionais,

Leia mais

INFORMÁTICA PARA GESTÃO I Curso Superior de Gestão de Marketing

INFORMÁTICA PARA GESTÃO I Curso Superior de Gestão de Marketing INFORMÁTICA PARA GESTÃO I Curso Superior de Gestão de Marketing Docente (Teóricas): E-mail: vmnf@yahoo.com Web: http://www.vmnf.net/ipam Aula 13 Sumário A Internet: Modelos de Negócio, Publicidade e Meios

Leia mais

DE DOCUMENTO ELABORADO PELO GRUPO DE TRABALHO REUNIDO EM SANTA CRUZ DE LA SIERRA, BOLÍVIA, ENTRE OS DIAS 3 E 5 DE MAIO DE

DE DOCUMENTO ELABORADO PELO GRUPO DE TRABALHO REUNIDO EM SANTA CRUZ DE LA SIERRA, BOLÍVIA, ENTRE OS DIAS 3 E 5 DE MAIO DE A REDE on-line (PROJECTO DE DOCUMENTO ELABORADO PELO GRUPO DE TRABALHO REUNIDO EM SANTA CRUZ DE LA SIERRA, BOLÍVIA, ENTRE OS DIAS 3 E 5 DE MAIO DE 2006) SUMÁRIO: I. INTRODUÇÃO; II. OBJECTIVOS DA REDE on-line

Leia mais