Resumo da Carta aberta entregue aos Membros do Congresso Nacional. A Carta, na íntegra, foi entregue aos parlamentares.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Resumo da Carta aberta entregue aos Membros do Congresso Nacional. A Carta, na íntegra, foi entregue aos parlamentares."

Transcrição

1 Não tenho a presunção de ser o dono da verdade, mas não vejo razões para entender que a verdade associada ao Exame da OAB seja justa. Assim, não posso ficar passivo esperando ATÉ QUANDO VAI ESSA TORTURA. Compartilho com V.Exa. as razões pelas quais sou contra a perpetuação deste exame para que a justiça seja feita e não nos envergonhemos, no futuro, de termos sido omissos. Vamos passar a limpo essa história PARA QUE SEUS EFEITOS PERVERSOS NUNCA MAIS SE REPITAM. Rubens Teixeira Resumo da Carta aberta entregue aos Membros do Congresso Nacional. A Carta, na íntegra, foi entregue aos parlamentares. De autoria do (www.rubensteixeira.com.br)

2 Resumo da Carta aberta aos Membros do Congresso Nacional. A Carta, na íntegra, foi entregue aos parlamentares. De autoria do Dr. Rubens Teixeira (www.rubensteixeira.com.br) Autoria do 2

3 RESUMO DA CARTA AOS MEMBROS DO CONGRESSO NACIONAL DO EXAME DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL Não podemos fazer contorcionismos que mudem a realidade e levar a discussão para a penumbra. Precisamos ir direto ao tema que estamos analisando. 1) O MEC autoriza faculdades a funcionarem e as fiscaliza; 2) as faculdades ministram os cursos cumprindo as regras estabelecidas e fiscalizadas pelo MEC; 3) a OAB fiscaliza escritórios onde são realizados estágios e participa de avaliação na fase final do curso de Direito; e 4) aulas são ministradas por professores juízes, desembargadores, membros do Ministério Público, Defensores Públicos, advogados, registrados na OAB e sujeitos às suas responsabilidades, e outros agentes públicos do mundo jurídico de várias áreas. Cumpridas estas etapas, alguém argumentar que este aluno não tem condições de exercer a profissão para a qual se formou é admitir de forma sumária a falência das instituições, irresponsabilidade ou até leviandade do corpo docente e das instituições envolvidas. Discordo totalmente destas hipóteses. Como entre o mar e o rochedo quem leva a pior é o marisco; no caso do Exame da OAB, entre o MEC, a faculdade, a OAB e os bacharéis, quem vai levar a pior é o cidadão, mais fraco, que deveria estar protegido pelo Estado, com base nos Direitos Humanos? A OAB tem em sua história grandes atuações nos direitos relacionados à cidadania. Se ela acredita firmemente na importância deste Exame para a segurança dos que utilizam os serviços de profissionais liberais, em defesa da sociedade, deveria defender, com bons argumentos, avaliação análoga em outras profissões, especialmente às que os erros dos seus profissionais podem levar à morte imediata, como médicos, engenheiros, eletricistas e outras. Diferente da advocacia, erros desses profissionais não permitem, em geral, recursos que reformem os erros de instâncias inferiores. Por outro lado, se a OAB, qualquer pessoa ou instituição souber de eventual existência de faculdades caça-níqueis e não as denunciar, estará sendo conivente. Não podemos consagrar a lógica de que cada instituição faz o que quer desde que os fins que alega alcançar sejam justificativas para legitimar os meios utilizados. Assim, não explica, sob nenhuma ótica, a cassação do direito dos bacharéis de exercer a profissão de advogado, impondo-lhes o dever de cumprir uma etapa confrontante com a Constituição e as leis, com direitos fundamentais, com regras do mercado de trabalho, ineficiente, cara, e com outras incongruências Autoria do 3

4 que serão mostradas a seguir. Um ilegal pedágio para o livre exercício da profissão consagrado na Carta Magna. Tenho visto que a maioria dos argumentos largamente utilizados para defender o Exame da OAB são eivados de preconceitos e avaliações distorcidas da realidade. Quando há preconceito, não há argumentos bons o suficiente, mas isso é contraditório com a justiça e com a moral. DAS QUESTÕES CONSTITUCIONALS E LEGAIS DO EXAME DA OAB Por atingir direitos fundamentais, o Exame colide frontalmente com a cláusula pétrea do artigo 60, 4, IV, da Constituição da República. O artigo 5 o, XIII, da Carta Magna que dispõe sobre Direitos Fundamentais afirma que: é livre o exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, atendidas as qualificações profissionais que a lei estabelecer. A qualificação é obtida na Faculdade, não no Exame da OAB. Se o Exame qualificasse o candidato a advogado, qualquer pessoa, formada em Direito, ou não, que passasse no Exame da OAB, poderia qualificar-se em Advogado. As inconstitucionalidades dilaceram direitos fundamentais previstos no artigo 5º da Lei Maior, como o direito ao trabalho, à vida e à dignidade da pessoa humana. A Declaração Universal dos Direitos Humanos prevê no art. XXIII 1. Toda pessoa tem o direito ao trabalho, à livre escolha de emprego, a condições justas e favoráveis de trabalho e à proteção contra o desemprego. Neste caso, há a proteção do emprego de uma minoria em detrimento do emprego de uma maioria. Para mostrar o desalinhamento, pleno, da prática do Exame, cito o princípio do Pleno Emprego, previsto no artigo 170, VIII, da Lei Maior. DAS QUESTÕES ÉTICAS DO EXAME DA OAB A reprovação em massa no Exame da OAB produz três efeitos perversos: (i) impede o ingresso de novos profissionais no mercado; (ii) garante um número maior de candidatos no concurso seguinte, propiciando uma arrecadação mais robusta ; e (iii) torna a advocacia elitizada, pois não há profissionais com disposição de patrocinar causas mais modestas para pessoas mais vulneráveis e pobres (vide direitos de cidadãos vilipendiados em comunidades pobres). Autoria do 4

5 DA INCAPACIDADE DO EXAME DA OAB SELECIONAR BEM UM PROFISSIONAL Desempenho profissional é demonstrado em resultados obtidos em questões normalmente não contempladas por métodos pré-estabelecidos, como ocorrem nas avaliações do Exame da OAB. O bom profissional é identificado através da conquista de bons resultados no exercício de suas atividades. Essa avaliação envolve vários fatores não avaliáveis neste modelo de prova. O resultado que se almeja não é o que o órgão de classe busca, mas o que o cliente que contratou espera. Se nota de prova atestasse capacidade profissional, todos os profissionais do mercado deveriam ostentar suas notas em cursos. Isso não é feito para médicos, engenheiros, advogados, etc. DO DESALINHAMENTO COM O MERCADO QUE A OAB DIZ PROTEGER A seleção dos melhores profissionais será no mercado, como acontece em todo mundo livre, não por terceiros que não dão garantias aos serviços prestados, como no caso, a OAB. Quem acredita que o Exame seleciona os melhores, não deveria estar preocupado com a sua extinção, porque os melhores se destacariam naturalmente no mercado. Assim, a prova é inócua. Nosso país possui muita gente que não tem acesso à justiça. As Defensorias Públicas estão sobrecarregadas. Se o exame for abolido, o número de advogados aumentará, juntamente com a competitividade por conta da disponibilidade de profissionais no mercado. Com mais advogados, haverá menos casos de direitos ultrajados e questões tão básicas sem solução. Competitividade obriga, por questão de sobrevivência, uma necessidade de melhoria de performance. É um instrumento mais eficiente que qualquer prova para elevar em massa o nível dos profissionais. As empresas e os contratantes de serviços sabem procurar o profissional de acordo com o nível de complexidade que a sua demanda exige. Isso é regra de mercado. Há bacharéis em Direito que não alcançaram a aprovação no Exame da Ordem, porém, são contratados por escritórios para realizar atividades privativas de advogados, recebendo salários menores. É o mercado reprovando a metodologia da OAB e aproveitando para reduzir salários dos empregados. Autoria do 5

6 DAS INCOERÊNCIAS E CONTRADIÇÕES DO EXAME DA OAB Existem inúmeras profissões no país. Os demais Conselhos e órgãos de classe, com responsabilidades correspondentes à OAB, que não replicaram o modelo são ineficientes ou rejeitaram o mesmo? A OAB está certa sozinha? Se a OAB entendesse que a seleção de bons advogados (profissionais liberais) deve ser por meio de provas, por que não se utiliza deste mesmo método para selecionar seus candidatos a desembargador (cargo público), pelo quinto constitucional? Está evidente que as finalidades pretendidas justificam os meios escolhidos. A prova da OAB é aplicada por instituições terceirizadas. Isso mostra que ela não tem condições sequer de fazer essa tal peneira que estaria usando em suas avaliações. O resultado absurdo é que a instituição avaliadora privada acaba influindo como limitadora de um direito fundamental que a Constituição diz que é livre, no artigo 5º, XIII. Se o Exame efetivamente tivesse a finalidade de cumprir o que a OAB afirma, ele deveria ser periódico e por área. Periódico porque a legislação, a doutrina e a jurisprudência mudam periodicamente. A avaliação ficaria obsoleta em 5 anos, por exemplo. Por área porque o Exame só afere, na segunda fase, uma área do Direito, mas habilita em todas. Isso seria uma garantia de que os profissionais estariam atualizados e avaliados nas áreas que atuam. Como não é feito assim, o Exame é uma negação do que se alega em sua defesa. O bacharel que é aprovado na primeira fase do Exame, e não passa na segunda, poderia ter a validação dessa primeira aprovação para outros exames subsequentes. Eles seriam mais baratos para a OAB e para os bacharéis. Isso não é feito. O Exame sai mais caro para o bacharel e arrecada-se mais, de muitos desempregados, em exames subsequentes. CONCLUSÃO: (Qualquer das sugestões abaixo seria mais justa, valiosa para o mercado e respeitaria a meritocracia, defendida pela OAB). 1) A OAB poderia criar um sistema de certificação de advogados, em que todos os profissionais poderiam somar pontos baseados em provas, trabalhos defendidos, títulos obtidos, etc., mas que não seria limitante ao Direito Fundamental de exercer a profissão livremente. Assim, a OAB contribuiria com o mercado dando informações para que o mesmo pudesse se subsidiar para decidir Autoria do 6

7 com relação à escolha do melhor profissional. Ainda assim, como em todas as áreas, o cliente faria a escolha que quisesse. Esta certificação obrigaria a todos os profissionais se aprimorarem a cada dia, inclusive os que eventualmente estejam acomodados no mercado. 2) Poderia haver, como no caso da medicina, uma espécie de residência que habilitaria o advogado a atuar em algumas áreas, mas não o impediria de ser advogado. Logicamente, como no caso dos médicos, este processo seria dirigido pelo governo, não pela OAB. 3) A OAB poderia criar sistemas de oficinas durante o curso de Direito, onde poderiam corrigir falhas na formação dos profissionais enquanto eles fossem alunos. Os próprios professores advogados, juízes, promotores e tantos outros com capacidade técnica de alto nível têm plenas condições de desenvolver uma metodologia capaz de auxiliar os alunos a vencerem suas dificuldades. Muitas deficiências de profissionais do Direito, como capacidade de falar em público e outros atributos importantes ao advogado, e não avaliados no Exame da OAB, seriam aprimorados nestas oficinas em que a OAB, em cooperação com as faculdades, implementaria. Não se pode esquecer que qualquer profissional, em início de carreira, precisa de paciência para que atinja a sua maior capacidade de exercer a sua profissão. O tempo trabalhando ajuda no sentido de se aprimorar, o cerceamento ao trabalho prejudica esse desenvolvimento profissional. Por isso, para alguns cargos e funções exige-se experiência. 4) Se a advocacia precisa ser melhor, serão bem vindas as melhorias. Contudo, a metodologia não pode ser baseada em expedientes inadequados, que ataquem direitos fundamentais alheios, que firam as instituições e pessoas que legitimaram os cursos, que ataquem as regras de mercado e desempreguem milhares de pessoas injustamente, impondo-lhes humilhações insuportáveis. Não há explicações capazes de fazer de um mal um bem, mesmo que revestidas de legalidade, intelectualidade ou de qualquer outro adorno. Assim, pedimos clemência, pedimos pouco: GARANTIA AO DIREITO DE TRABALHAR AOS BACHARÉIS EM DIREITO PARA QUE TENHAM DIGNIDADE. É SÓ ISSO. * Rubens Teixeira da Silva é Doutor em Economia pela UFF, Mestre em Engenharia Nuclear pelo IME, pós-graduado em Auditoria e Perícia Contábil pela UNESA, Engenheiro de Fortificação e Construção (Civil) pelo IME, bacharel em Direito pela UFRJ (aprovado na prova da OAB-RJ) e bacharel em Ciências Militares pela AMAN. É membro da Associação dos Diplomados da Escola Superior de Guerra, da Academia Evangélica de Letras do Brasil, professor, escritor e palestrante. Ganhou o Prêmio Tesouro Nacional com sua tese de doutorado em Economia e o Prêmio Paulo Roberto de Castro, com sua monografia de Direito adaptada, recebeu a Médaille de Vermeil de la Societé d'encouragement au Progrès (França), Medalha de Mérito Pedro Ernesto, Troféu Dom Quixote, da Revista Justiça e Cidadania e Medalha do Mérito Adesguiano. Autoria do 7

ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO E JUSTIÇA DO TRABALHO 2ª TURMA GOIÂNIA-GO

ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO E JUSTIÇA DO TRABALHO 2ª TURMA GOIÂNIA-GO ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO E JUSTIÇA DO TRABALHO 2ª TURMA GOIÂNIA-GO REGULAMENTAÇÃO Resolução CNE/CES nº 1/2007, Diário Oficial da União, Brasília, 08/06/2007, Seção 1, pág. 9 Estabelece normas para o funcionamento

Leia mais

CURSO DE DIREITO REGULAMENTO PARA ATIVIDADES COMPLEMENTARES

CURSO DE DIREITO REGULAMENTO PARA ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE DIREITO REGULAMENTO PARA ATIVIDADES COMPLEMENTARES 2 DA FINALIDADE E DO OBJETIVO Art. 1º. As Atividades Complementares do Curso de Direito da Faculdade Unida de Suzano serão regidas por este Regulamento.

Leia mais

Circular NPJ nº 01/2008:

Circular NPJ nº 01/2008: Rio de Janeiro, 14 de março de 2008. Circular NPJ nº 01/2008: Apresenta o funcionamento do Núcleo de Prática Jurídica e do Escritório Modelo. Estimados Alunos, Essa circular visa ao esclarecimento do funcionamento

Leia mais

Regulamento das Atividades Complementares Obrigatórias ACO do Curso de Direito da Faculdade Arthur Thomas

Regulamento das Atividades Complementares Obrigatórias ACO do Curso de Direito da Faculdade Arthur Thomas Art. 1º. Este Regulamento tem por finalidade regular o aproveitamento e a validação das Atividades Complementares Obrigatórias ACO que compõem a Matriz Curricular do Curso de Graduação em Direito da Faculdade

Leia mais

DECRETO nº 53.464 de 21-01-1964

DECRETO nº 53.464 de 21-01-1964 DECRETO nº 53.464 de 21-01-1964 Regulamenta a Lei nº 4.119, de agosto de 1962, que dispõe sobre a Profissão de Psicólogo. O Presidente da República, usando das atribuições que lhe confere o art.87, item

Leia mais

PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº, DE 2014 (Do Sr. Moreira Mendes e outros)

PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº, DE 2014 (Do Sr. Moreira Mendes e outros) PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº, DE 2014 (Do Sr. Moreira Mendes e outros) Altera o artigo 93, o artigo 129 e o artigo 144, da Constituição Federal, para exigir do bacharel em Direito, cumulativamente,

Leia mais

FACULDADE DE MEDICINA - CCS. Critérios para a Avaliação Docente referente à Progressão para a Categoria de PROFESSOR ASSOCIADO

FACULDADE DE MEDICINA - CCS. Critérios para a Avaliação Docente referente à Progressão para a Categoria de PROFESSOR ASSOCIADO FACULDADE DE MEDICINA - CCS Critérios para a Avaliação Docente referente à Progressão para a Categoria de PROFESSOR ASSOCIADO PROF. Grupo I - Ensino de Graduação e Pós-Graduação (Até 50 pontos) Mínimo

Leia mais

Decreto nº 66.408, de 3 de abril de 1970

Decreto nº 66.408, de 3 de abril de 1970 Regulamentação do exercício da profissão de atuário Decreto nº 66.408, de 3 de abril de 1970 Dispõe sobre a regulamentação do exercício da profissão de Atuário, de acordo com o Decreto-Lei nº 806, de 4

Leia mais

TEMA. Instrução e Mercado de Perícia Contábil

TEMA. Instrução e Mercado de Perícia Contábil TEMA Instrução e Mercado de Perícia Contábil Preservação da Graduação A perícia contábil é grandemente utilizada no âmbito do Poder Judiciário, mas não é um subproduto dos serviços jurídicos. A perícia

Leia mais

A Faculdade e a Preparação para o Mercado de Trabalho

A Faculdade e a Preparação para o Mercado de Trabalho 1 A Faculdade e a Preparação para o Mercado de Trabalho Alexandre Ogusuku Advogado, especialista em Direito Tributário. Professor de Direito Tributário na Uniso e Presidente da Ordem dos Advogados do Brasil

Leia mais

FACULDADE RADIAL SÃO PAULO - FARSP CURSO DE DIREITO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE DIREITO

FACULDADE RADIAL SÃO PAULO - FARSP CURSO DE DIREITO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE DIREITO FACULDADE RADIAL SÃO PAULO - FARSP CURSO DE DIREITO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE DIREITO 1 SUMÁRIO DAS DISPOSIÇÕES GERAIS...3 DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES...3 DA COORDENAÇÃO DAS

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 8.662, DE 7 DE JUNHO DE 1993. (Mensagem de veto). Dispõe sobre a profissão de Assistente Social e dá outras providências O

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº, DE 2013

PROJETO DE LEI Nº, DE 2013 PROJETO DE LEI Nº, DE 2013 (Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame) Dispõe sobre a regulamentação do exercício da profissão de Informata - que engloba todos os profissionais de Informática. O Congresso Nacional

Leia mais

Associação dos Assistentes Jurídicos do Estado do Rio de Janeiro AASSIJUR Fundada em 13 de maio de 1963 RIO DE JANEIRO - ASSISTENTES JURÍDICOS

Associação dos Assistentes Jurídicos do Estado do Rio de Janeiro AASSIJUR Fundada em 13 de maio de 1963 RIO DE JANEIRO - ASSISTENTES JURÍDICOS RIO DE JANEIRO - ASSISTENTES JURÍDICOS Para incluir no site da ABRAP A Associação dos Assistentes Jurídicos do Estado do Rio de Janeiro -, com sede própria localizada na Travessa do Ouvidor n 8, 3 andar,

Leia mais

Pós-graduação em Direito e Processual Penal

Pós-graduação em Direito e Processual Penal Apresentação O Grupo Verbo Jurídico figura hoje como uma das instituições mais completas quando se trata de preparação para Concursos Públicos, também atuando no segmento editorial e de ensino. No campo

Leia mais

Anteprojeto de Lei: Autonomia das Universidades e Institutos Federais.

Anteprojeto de Lei: Autonomia das Universidades e Institutos Federais. X Encontro Nacional- PROIFES-Federação Anteprojeto de Lei: Autonomia das Universidades e Institutos Federais. Apresentação PROIFES-Federação A Constituição Brasileira de 1988 determinou, em seu artigo

Leia mais

Reforma gerencial do Estado, teoria política e ensino da administração pública

Reforma gerencial do Estado, teoria política e ensino da administração pública Artigo Especial Reforma gerencial do Estado, teoria política e ensino da administração pública Luiz Carlos Bresser-Pereira 1 1 Fundação Getúlio Vargas. Ministro da Fazenda (1987). Ministro da Administração

Leia mais

RESOLUÇÃO DO CONSELHO Nº 002/PRES/OAB/RO RESOLVE:

RESOLUÇÃO DO CONSELHO Nº 002/PRES/OAB/RO RESOLVE: RESOLUÇÃO DO CONSELHO Nº 002/PRES/OAB/RO O CONSELHO SECCIONAL DO ESTADO DE RONDÔNIA DA ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL, no uso de suas atribuições estatutárias, com base no que dispõe o art. 10, 1º da Lei

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE UBERLÂNDIA RESOLUÇÃO Nº 06/2013 DO CONSELHO DIRETOR SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL Institui o Programa de Apoio à Qualificação (QUALI-UFU) mediante o custeio de ações de qualificação para os servidores efetivos: docentes

Leia mais

PIRATARIA É CRIME!?! ANÁLISE DA QUESTÃO SOB UM PRISMA PRINCIPIOLÓGICO.

PIRATARIA É CRIME!?! ANÁLISE DA QUESTÃO SOB UM PRISMA PRINCIPIOLÓGICO. PIRATARIA É CRIME!?! ANÁLISE DA QUESTÃO SOB UM PRISMA PRINCIPIOLÓGICO. THALES PONTES BATISTA Advogado-sócio da Paulo Albuquerque Advogados Associados, especialista em Direito do Consumidor, Direito Imobiliário,

Leia mais

INFORMAÇÕES SOBRE A ATUAÇÃO DOS VOLUNTÁRIOS NO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO

INFORMAÇÕES SOBRE A ATUAÇÃO DOS VOLUNTÁRIOS NO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO INFORMAÇÕES SOBRE A ATUAÇÃO DOS VOLUNTÁRIOS NO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO DEPARTAMENTO DE PROMOÇÃO DA SUSTENTABILIDADE CARTILHA DO VOLUNTÁRIO

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES Art. 1º- A análise e registro das atividades complementares será realizada pela Coordenação das Atividades Complementares

Leia mais

CARTILHA DE ORIENTAÇÃO

CARTILHA DE ORIENTAÇÃO CARTILHA DE ORIENTAÇÃO TÉCNICO-ADMINISTRATIVOS IFPE/IFS RECONHECIMENTO DE SABERES E COMPETÊNCIAS - (R.S.C.) UMA QUESTÃO DE JUSTIÇA! Caro servidor: Como é do conhecimento de todos, o seguimento docente

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA INICIAÇÃO CIENTÍFICA PARA OS ALUNOS DE GRADUAÇÃO EM BIOMEDICINA

A IMPORTÂNCIA DA INICIAÇÃO CIENTÍFICA PARA OS ALUNOS DE GRADUAÇÃO EM BIOMEDICINA Revista Eletrônica Novo Enfoque, ano 2010, v. 11, n. 11, p. 61 66 A IMPORTÂNCIA DA INICIAÇÃO CIENTÍFICA PARA OS ALUNOS DE GRADUAÇÃO EM BIOMEDICINA Flávia Bastos 1, Fernanda Martins 1, Mara Alves 1, Mauro

Leia mais

REGULAMENTO ATIVIDADE COMPLEMENTAR Curso de Ciências Contábeis

REGULAMENTO ATIVIDADE COMPLEMENTAR Curso de Ciências Contábeis REGULAMENTO ATIVIDADE COMPLEMENTAR Curso de O presente regulamento normativa as Atividades Complementares, componente do Projeto Pedagógico do Curso da Faculdade de Presidente Epitácio FAPE. DA NATUREZA

Leia mais

A Carreira de Fiscal Tributário Municipal

A Carreira de Fiscal Tributário Municipal A Carreira de Fiscal Tributário Municipal Levando em conta o fato de que os Municípios receberam da Constituição Federal competência para instituir tributos, recebeu, em concomitância, o direito de criar

Leia mais

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL 2015 2019. Capítulo 5 Organização Didático Pedagógica

PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL 2015 2019. Capítulo 5 Organização Didático Pedagógica PLANO DE DESENVOLVIMENTO INSTITUCIONAL 2015 2019 Capítulo 5 Organização Didático Pedagógica Florianópolis Dezembro 2014 CAPÍTULO 5...5.1 ORGANIZAÇÃO DIDÁTICO PEDAGÓGICA...5.1 5.1 INOVAÇÕES NOS PROCESSOS

Leia mais

Red Derechos Humanos y Educación Superior Taller 1 Metodología de la enseñanza de los DDHH en la Educación Superior (Lima, 16-17 de julio de 2012)

Red Derechos Humanos y Educación Superior Taller 1 Metodología de la enseñanza de los DDHH en la Educación Superior (Lima, 16-17 de julio de 2012) Red Derechos Humanos y Educación Superior Taller 1 Metodología de la enseñanza de los DDHH en la Educación Superior (Lima, 16-17 de julio de 2012) O Ensino de Direitos Humanos da Universidade Federal do

Leia mais

CÓDIGO BRASILEIRO DE ÉTICA PARA ARQUIVISTAS

CÓDIGO BRASILEIRO DE ÉTICA PARA ARQUIVISTAS CÓDIGO BRASILEIRO DE ÉTICA PARA ARQUIVISTAS Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Código de Ética dos Arquivistas Objetivo: Fornecer à profissão arquivística

Leia mais

CURRÍCULO RESUMIDO. Curso de Direito FIC 2004 a 2006 FAROL FAFIBE

CURRÍCULO RESUMIDO. Curso de Direito FIC 2004 a 2006 FAROL FAFIBE CURRÍCULO RESUMIDO I DADOS PESSOAIS Nome: Andrea das Graças Souza Camacho Gimenez Garcia e-mail: II QUALIFICAÇÃO PROFISSIONAL FORMAÇAÕ ÁREA/SUBÁREA CONHECIMENTO INSTITUIÇÃO ANO INÍCIO ANO CONCLUSÃO Graduação

Leia mais

A CONTEE a Reforma Universitária e o Programa Universidade Para Todos.

A CONTEE a Reforma Universitária e o Programa Universidade Para Todos. A CONTEE a Reforma Universitária e o Programa Universidade Para Todos. A CONTEE, depois de uma trajetória de mais de uma década de permanente debate interno e sintonia com as entidades filiadas, se encontra

Leia mais

FACULDADE DE SÃO VICENTE CURSO ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS

FACULDADE DE SÃO VICENTE CURSO ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS FACULDADE DE SÃO VICENTE CURSO ADMINISTRAÇÃO DE EMPRESAS SANDRA REGINA ALMEIDA DE SOUZA CURSO DE CIÊNCIAS CONTÁBEIS RELATÓRIO FINAL DE ESTÁGIO São Vicente 2011 SANDRA REGINA ALMEIDA DE SOUZA RELATÓRIO

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº DE 2007 ( Do Sr. Alexandre Silveira)

PROJETO DE LEI Nº DE 2007 ( Do Sr. Alexandre Silveira) PROJETO DE LEI Nº DE 2007 ( Do Sr. Alexandre Silveira) Regulamenta a Profissão de Técnico de Meio Ambiente. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º - Considera-se Técnico em Meio Ambiente aquele que se dedica

Leia mais

CURSO DE DIREITO REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO (NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS)

CURSO DE DIREITO REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO (NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS) CURSO DE DIREITO REGULAMENTO ESTÁGIO SUPERVISIONADO (NÚCLEO DE PRÁTICAS JURÍDICAS) REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA E DO ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO TÍTULO I DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº 002/2014

RESOLUÇÃO Nº 002/2014 RESOLUÇÃO Nº 002/2014 Dispõe sobre o Estágio Profissional de Advocacia e disciplina o credenciamento de escritórios de advocacia e outras entidades interessadas, bem como os convênios celebrados pela OAB/BA

Leia mais

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO

MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO MANUAL DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO Núcleo de Prática Jurídica Faculdade de Direito FAAP SUMÁRIO 1. O que é Estágio... 3 2. O Estágio Supervisionado na Faculdade de Direito... 3 3. Planejamento e desenvolvimento

Leia mais

RELATÓRIO FINAL DO I FÓRUM DE DEBATES SOBRE QUALIFICAÇÃO E REQUALlFICAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE SECRETARIADO

RELATÓRIO FINAL DO I FÓRUM DE DEBATES SOBRE QUALIFICAÇÃO E REQUALlFICAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE SECRETARIADO RELATÓRIO FINAL DO I FÓRUM DE DEBATES SOBRE QUALIFICAÇÃO E REQUALlFICAÇÃO DE PROFISSIONAIS DE SECRETARIADO Realizado em 29 de agosto de 2002, em Recife/PE, durante o XIII Congresso Nacional de Secretariado.

Leia mais

MANUAL DE ESTÁGIO CIÊNCIAS CONTÁBEIS. Profa. LUCIANE ALVES FERNANDES. Coordenação de Estágio e Trabalho de Conclusão.

MANUAL DE ESTÁGIO CIÊNCIAS CONTÁBEIS. Profa. LUCIANE ALVES FERNANDES. Coordenação de Estágio e Trabalho de Conclusão. MANUAL DE ESTÁGIO CIÊNCIAS CONTÁBEIS Profa. LUCIANE ALVES FERNANDES Porto Alegre/RS 2014 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2. O ESTÁGIO... 3 3. FUNDAMENTAÇÃO LEGAL DO ESTÁGIO... 3 4. OBJETIVOS DO ESTÁGIO... 3

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE INTEGRADA BRASIL AMAZÔNIA FIBRA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE INTEGRADA BRASIL AMAZÔNIA FIBRA CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES GERAIS REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DA FACULDADE INTEGRADA BRASIL AMAZÔNIA FIBRA Regula o funcionamento do Núcleo de Prática Jurídica NPJ do curso de Direito Bacharelado da Fibra. CAPÍTULO I DISPOSIÇÕES

Leia mais

COMISSÃO DE EDUCAÇÃO. PROJETO DE LEI N o 4.106, DE 2012 I RELATÓRIO

COMISSÃO DE EDUCAÇÃO. PROJETO DE LEI N o 4.106, DE 2012 I RELATÓRIO COMISSÃO DE EDUCAÇÃO PROJETO DE LEI N o 4.106, DE 2012 Regulamenta o exercício da profissão de Supervisor Educacional, e dá outras providências. Autor: Deputado ADEMIR CAMILO Relator: Deputado ARTUR BRUNO

Leia mais

Ferramentas da Contabilidade. Tipos de Auditoria. Tipos de Auditoria. Tipos de Auditoria. Objetivo da Auditoria Contábil

Ferramentas da Contabilidade. Tipos de Auditoria. Tipos de Auditoria. Tipos de Auditoria. Objetivo da Auditoria Contábil Ferramentas da Contabilidade Tipos de Auditoria Escrituração Contabilidade de Custos Análise das Demonstrações Contábeis Auditoria * Balanço Patrimonial -- BP, BP, Demonstração do do Resultado do do Exercício

Leia mais

Parâmetros para avaliação de mestrado profissional*

Parâmetros para avaliação de mestrado profissional* Parâmetros para avaliação de mestrado profissional* 1. Natureza do mestrado profissional A pós-graduação brasileira é constituída, atualmente, por dois eixos claramente distintos: o eixo acadêmico, representado

Leia mais

Regulamento Cursos de Especialização Tecnológica. Ano Letivo 2013-2014. www.ipiaget.org

Regulamento Cursos de Especialização Tecnológica. Ano Letivo 2013-2014. www.ipiaget.org Instituto Piaget Campus Académico de Vila Nova de Gaia Escola Superior de Saúde de Vila Nova de Gaia www.ipiaget.org Ano Letivo 201-201 Regulamento Cursos de Especialização Tecnológica Índice Artigo 1º

Leia mais

INSTITUTO DE ENGENHARIA NUCLEAR PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA NUCLEARES

INSTITUTO DE ENGENHARIA NUCLEAR PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA NUCLEARES INSTITUTO DE ENGENHARIA NUCLEAR PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA NUCLEARES REGULAMENTO DO CURSO DE MESTRADO ACADÊMICO EM CIÊNCIA E TECNOLOGIA NUCLEARES Atualização de 30 de outubro de

Leia mais

Meritíssimo Conselheiro Presidente do Tribunal Constitucional R-1870/11 (A6)

Meritíssimo Conselheiro Presidente do Tribunal Constitucional R-1870/11 (A6) Meritíssimo Conselheiro Presidente do Tribunal Constitucional R-1870/11 (A6) O Provedor de Justiça, no uso da competência prevista no artigo 281.º, n.º 2, alínea d), da Constituição da República Portuguesa,

Leia mais

Coordenação de Pós-Graduação e Extensão. Legislação sobre cursos de Pós-graduação Lato Sensu e Credenciamento da FACEC

Coordenação de Pós-Graduação e Extensão. Legislação sobre cursos de Pós-graduação Lato Sensu e Credenciamento da FACEC Coordenação de Pós-Graduação e Extensão Legislação sobre cursos de Pós-graduação Lato Sensu e Credenciamento da FACEC Os cursos de especialização em nível de pós-graduação lato sensu presenciais (nos quais

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 198/2013

PROJETO DE LEI Nº 198/2013 PROJETO DE LEI Nº 198/2013 Dispõe sobre a admissão, no Estado do Espírito Santo, de diplomas de pós-graduação strictusensu (Mestrado e Doutorado) originários de cursos ofertados de forma integralmente

Leia mais

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E CIDADANIA

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E CIDADANIA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E CIDADANIA PROJETO DE LEI N o 3.962, DE 2012 Altera e inclui dispositivos na Lei nº 8.906, de 04 de julho de 1994, e no Decreto-Lei nº 2.848, de 7 de dezembro de 1940,

Leia mais

PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais,

PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. A PRESIDENTE DO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 4ª REGIÃO, no uso de suas atribuições legais e regimentais, PORTARIA Nº 3.870 DE 15 DE JULHO DE 2014. Regulamenta as atribuições da Secretaria de Controle Interno do Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região e dá outras providências. A PRESIDENTE DO, no uso de

Leia mais

EDITAL DE SELEÇÃO 001/2015

EDITAL DE SELEÇÃO 001/2015 EDITAL DE SELEÇÃO 001/2015 SELEÇÃO PARA O CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO PÚBLICO A SER REALIZADO EM PARCEIRA COM A UNIVERSIDADE DO ESTADO DO AMAZONAS O PRESIDENTE DA ORDEM DOS ADVOGADOS NO BRASIL SEÇÃO

Leia mais

Curso de Especialização EM DIREITO ADMINISTRATIVO

Curso de Especialização EM DIREITO ADMINISTRATIVO Curso de Especialização EM DIREITO ADMINISTRATIVO ÁREA DO CONHECIMENTO: Direito. NOME DO CURSO: Curso de Pós-Graduação Lato Sensu, especialização em Direito Administrativo. PERFIL PROFISSIONAL: Conhecer

Leia mais

CURSO DE DIREITO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES E DIRETRIZES DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO. Ji-Paraná RO, 2015.

CURSO DE DIREITO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES E DIRETRIZES DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO. Ji-Paraná RO, 2015. CURSO DE DIREITO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES E DIRETRIZES DAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO Ji-Paraná RO, 15. CURSO DE DIREITO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES E DIRETRIZES DAS ATIVIDADES

Leia mais

DO MINISTÉRIO PÚBLICO art.170 a art175

DO MINISTÉRIO PÚBLICO art.170 a art175 CONSTITUIÇÃO FEDERAL 88 DO MINISTÉRIO PÚBLICO art.127 a art.130- A Art. 127. O Ministério Público é instituição permanente, essencial à função jurisdicional do Estado, incumbindo-lhe a defesa da ordem

Leia mais

Teoria das nulidades dos atos de advocacia. Dispõe o Estatuto da Advocacia (Lei Federal n.º 8.906/94):

Teoria das nulidades dos atos de advocacia. Dispõe o Estatuto da Advocacia (Lei Federal n.º 8.906/94): Thiago d Ávila Membro da Advocacia-Geral da União. Procurador Federal. Procurador do INCRA em Natal/RN. Ex-Procurador do INSS. Ex-Procurador do Órgão de Arrecadação da Procuradoria-Geral Federal. Dedica-se

Leia mais

REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor. Brasília, outubro de 2004

REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor. Brasília, outubro de 2004 REFORMA UNIVERSITÁRIA: contribuições da FENAJ, FNPJ e SBPJor Brasília, outubro de 2004 FEDERAÇÃO NACIONAL DOS JORNALISTAS FENAJ http://www.fenaj.org.br FÓRUM NACIONAL DOS PROFESSORES DE JORNALISMO - FNPJ

Leia mais

COMUNICADO N.º 1 INCOMPATIBILIDADES E IMPEDIMENTOS LEGAIS DO AGENTE DE EXECUÇÃO

COMUNICADO N.º 1 INCOMPATIBILIDADES E IMPEDIMENTOS LEGAIS DO AGENTE DE EXECUÇÃO COMUNICADO N.º 1 INCOMPATIBILIDADES E IMPEDIMENTOS LEGAIS DO AGENTE DE EXECUÇÃO Atendendo aos pedidos de esclarecimento solicitados à Comissão para a Eficácia das Execuções relativamente às incompatibilidades

Leia mais

FIRE FIGTHER CONSULTING

FIRE FIGTHER CONSULTING Artigo Técnico Referente quais profissionais e empresas podem exercer atividade de acordo com a norma da ABNT 14608 revisada em 2006 com validade em 29.11.2007. NORMA BRASILEIRA ABNT NBR 14608 Bombeiro

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA COMISSÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02/2010/CPG

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SERGIPE PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO E PESQUISA COMISSÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02/2010/CPG INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 02/2010/CPG Estabelece procedimento para o reconhecimento e o registro de diploma de conclusão de curso de Pós-Graduação expedidos por instituições de ensino superior estrangeiras.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE DIREITO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO AMBIENTAL REGIMENTO. I Da Proposta do Curso e seus Objetivos

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE DIREITO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO AMBIENTAL REGIMENTO. I Da Proposta do Curso e seus Objetivos UNIVERSIDADE FEDERAL DE PELOTAS FACULDADE DE DIREITO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM DIREITO AMBIENTAL REGIMENTO I Da Proposta do Curso e seus Objetivos Art. 1. O Curso de Pós-Graduação latu sensu Especialização

Leia mais

FACULDADE SETE DE SETEMBRO FASETE

FACULDADE SETE DE SETEMBRO FASETE REGULAMENTO PARA AS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE BACHARELADO EM SISTEMAS DE INFORMAÇÃO RESOLUÇÃO - CONSUP Nº 001/2012 REGULAMENTO PARA AS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DA NATUREZA DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Leia mais

RESOLUÇÃO CNSP N o 81, de 2002.

RESOLUÇÃO CNSP N o 81, de 2002. RESOLUÇÃO CNSP N o 81, de 2002. Dispõe sobre a atividade dos corretores de seguros de ramos elementares e dos corretores de seguros de vida, capitalização e previdência, bem como seus prepostos. A SUPERINTENDÊNCIA

Leia mais

UFV Catálogo de Graduação 2014 403 DIREITO. COORDENADOR Luiz Filipe Araújo Alves luiz.filipe@ufv.br

UFV Catálogo de Graduação 2014 403 DIREITO. COORDENADOR Luiz Filipe Araújo Alves luiz.filipe@ufv.br UFV Catálogo de Graduação 2014 403 DIREITO COORDENADOR Luiz Filipe Araújo Alves luiz.filipe@ufv.br 404 Currículos dos Cursos do CCH UFV Bacharelado ATUAÇÃO O Bacharel em Direito formado por este curso

Leia mais

DECRETO Nº 3.182, DE 23 DE SETEMBRO DE 1999.

DECRETO Nº 3.182, DE 23 DE SETEMBRO DE 1999. DECRETO Nº 3.182, DE 23 DE SETEMBRO DE 1999. Regulamenta a Lei 9.786, de 8 de fevereiro de 1999, que dispõe sobre o ensino no Exército Brasileiro e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA, no

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO N 324, DE 2005

PROJETO DE LEI DO SENADO N 324, DE 2005 PROJETO DE LEI DO SENADO N 324, DE 2005 Regulamenta o exercício da profissão de Relações Públicas, revogando a Lei nº 5.377, de 11 de dezembro de 1967, e dá outras providências. O CONGRESSO NACIONAL decreta:

Leia mais

I. Apresentação Geral... 3

I. Apresentação Geral... 3 Programa de Pós- Graduação Lato Sensu Especialização em Direito Constitucional Entrada: 2011 1º Semestre Índice I. Apresentação Geral... 3 II. Especialização em Direito Constitucional... 4 1. Plano de

Leia mais

Currículos dos Cursos UFV DIREITO. COORDENADOR Fernando Laércio Alves da Silva fernando.laercio@ufv.br

Currículos dos Cursos UFV DIREITO. COORDENADOR Fernando Laércio Alves da Silva fernando.laercio@ufv.br 128 Currículos dos Cursos UFV DIREITO COORDENADOR Fernando Laércio Alves da Silva fernando.laercio@ufv.br UFV Catálogo de Graduação 2013 129 Bacharelado ATUAÇÃO O Bacharel em Direito formado por este curso

Leia mais

Normas das Atividades Complementares do Curso de Ciência da Computação

Normas das Atividades Complementares do Curso de Ciência da Computação Normas das Atividades Complementares do Curso de Ciência da Computação 1. Apresentação As atividades complementares são consideradas parte integrante do Currículo do Curso de Bacharelado em Ciência da

Leia mais

Projeto de Lei nº de 2006.

Projeto de Lei nº de 2006. Projeto de Lei nº de 2006. Dispõe sobre o exercício da profissão de Ministro de Confissão Religiosa Evangélica, e dá outras providências O Presidente da República, faço saber que o Congresso Nacional decreta

Leia mais

RESOLUÇÃO ADMINISTRATIVA Nº 74/2007 Aprova o Estatuto da Escola de Formação e Aperfeiçoamento da Magistratura da 18ª Região da Justiça do Trabalho

RESOLUÇÃO ADMINISTRATIVA Nº 74/2007 Aprova o Estatuto da Escola de Formação e Aperfeiçoamento da Magistratura da 18ª Região da Justiça do Trabalho RESOLUÇÃO ADMINISTRATIVA Nº 74/2007 Aprova o Estatuto da Escola de Formação e Aperfeiçoamento da Magistratura da 18ª Região da Justiça do Trabalho EMAT-18. CERTIFICO E DOU FÉ que o Pleno do Egrégio Tribunal

Leia mais

A Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, Estado do Paraná, Aprova:

A Câmara Municipal de Foz do Iguaçu, Estado do Paraná, Aprova: PROJETO DE LEI Nº 131/2010 Dispõe sobre a criação do Fundo Especial dos Procuradores, Consultores Jurídicos, Assessores Técnicos Jurídicos e Advogados Públicos Municipais de Foz do Iguaçu. Autor: Vereador

Leia mais

REGIMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS GRADUAÇÃO " LATO SENSU"

REGIMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS GRADUAÇÃO  LATO SENSU UNIVERSIDADE CATÓLICA DE PELOTAS PRÓ REITORIA ACADÊMICA ASSESSORIA DE PÓS GRADUAÇÃO E PESQUISA REGIMENTO GERAL DOS CURSOS DE PÓS GRADUAÇÃO " LATO SENSU" CAPÍTULO I DOS CURSOS E SEUS OBJETIVOS Art. 1º A

Leia mais

Grupo 1: Atividades Complementares de Ensino (Máximo de 120 horas)

Grupo 1: Atividades Complementares de Ensino (Máximo de 120 horas) CENTRO INTEGRADO DE ENSINO SUPERIOR DE FLORIANO FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR DE FLORIANO - FAESF RUA FÉLIX PACHÊCO, 1206 BAIRRO: MANGUINHA FONE: (89) 3521-6512 ou 3521-2956 CNPJ: 04.899.971/0001-76 E-MAIL:

Leia mais

Regulamento das Atividades Complementares Obrigatórias ACO

Regulamento das Atividades Complementares Obrigatórias ACO Art. 1º. Este Regulamento tem por finalidade regular o aproveitamento e a validação das Atividades Complementares Obrigatórias ACO que compõem a Matriz Curricular do Curso de Graduação em Administração

Leia mais

Da finalidade das atividades complementares

Da finalidade das atividades complementares Salvador, 28 de setembro de 2010. Da finalidade das atividades complementares Art. 1º A finalidade das atividades complementares é o enriquecimento da formação do aluno quanto ao seu curso de graduação,

Leia mais

Entendendo a organização do sistema acadêmico brasileiro

Entendendo a organização do sistema acadêmico brasileiro Entendendo a organização do sistema acadêmico brasileiro Não é todo estudante que entende bem a organização do sistema educacional brasileiro e seus níveis de ensino. Nem todos sabem, por exemplo, a diferença

Leia mais

REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO

REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO REGIMENTO INTERNO PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU DA ESCOLA DO PARLAMENTO DA CÂMARA MUNICIPAL DE SÃO PAULO Sumário TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES PRELIMINARES... 3 CAPÍTULO I Da Caracterização do Curso... 3 CAPÍTULO

Leia mais

GUIA DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES. Faculdade de Engenharia Universidade do Estado de Minas Gerais

GUIA DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES. Faculdade de Engenharia Universidade do Estado de Minas Gerais GUIA DE ATIVIDADES COMPLEMENTARES Faculdade de Engenharia Universidade do Estado de Minas Gerais Apresentação Querido (a) aluno (a) Seja bem vindo (a) à Faculdade de Engenharia da Universidade do Estado

Leia mais

VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL

VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL VALORIZAÇÃO PROFISSIONAL Um pouco da história da valorização das profissões de engenharia, agronomia, agrimensura e arquitetura no Brasil. Art. 3º. Logo que alguma das sobredictas obras fôr projectada,

Leia mais

REGULAMENTO DE ESTÁGIO

REGULAMENTO DE ESTÁGIO REGULAMENTO DE ESTÁGIO Regulamento do Estágio Supervisionado de prática Jurídica CAPÍTULO I DA NATUREZA Art. 1º - A presente norma de Estágio Supervisionado refere-se à formação de bacharéis em Direito

Leia mais

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO Curso: DIREITO Missão O Curso se propõe a formar profissionais conscientes da finalidade do Direito como instrumento de transformação social e construção da cidadania, capazes

Leia mais

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE BACHARELADO EM DIREITO DA FACULDADE DO GUARUJÁ

REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE BACHARELADO EM DIREITO DA FACULDADE DO GUARUJÁ REGULAMENTO DO NÚCLEO DE PRÁTICA JURÍDICA DO CURSO DE BACHARELADO EM DIREITO DA FACULDADE DO GUARUJÁ I - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS Art.1º. O presente Regulamento rege as Atividades de Estágio Supervisionado,

Leia mais

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Coordenadoria Geral de Pós-Graduação Lato Sensu

UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Coordenadoria Geral de Pós-Graduação Lato Sensu PORTFÓLIO ESPECIALIZAÇÃO / MBA UNIVERSIDADE PRESBITERIANA MACKENZIE Sumário ÁREA: CIÊNCIAS DA SAÚDE... 2 CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO: PSICOLOGIA ORGANIZACIONAL E DO TRABALHO... 2 ÁREA: COMUNICAÇÃO E LETRAS...

Leia mais

Código de Ética do Administrador

Código de Ética do Administrador Código de Ética do Administrador Júlio Cesar Andrade de Abreu Fonte: CÓDIGO DE ÉTICA PROFISSIONAL DO ADMINISTRADOR (Aprovado pela Resolução Normativa CFA nº 353, de 9 de abril de 2008) Dos Deveres (Art

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE DIREITO DA FACULDADE BIRIGUI

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE DIREITO DA FACULDADE BIRIGUI REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES CURSO DE DIREITO DA FACULDADE BIRIGUI APRESENTAÇÃO Tendo como objetivo propiciar ao aluno um conjunto de oportunidades que se refletirão, de forma direta e decisiva,

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL Faculdade de Ciências Biomédicas de Cacoal CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM GESTÃO AMBIENTAL Cacoal RO REGULAMENTO

Leia mais

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL OAB

ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL OAB PADRÃO DE RESPOSTAS PEÇA PROFISSIONAL : Fábio é universitário, domiciliado no Estado K e pretende ingressar no ensino superior através de nota obtida pelo Exame Nacional, organizado pelo Ministério da

Leia mais

Faculdade Escola Paulista de Direito

Faculdade Escola Paulista de Direito REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE DIREITO São Paulo 2014 ESCOLA PAULISTA DE DIREITO REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DO CURSO DE DIREITO ATIVIDADES COMPLEMENTARES As atividades

Leia mais

PARECER DO CRESS/SP SOBRE A RESOLUÇÃO SAP 88, de 28/04/2010.

PARECER DO CRESS/SP SOBRE A RESOLUÇÃO SAP 88, de 28/04/2010. 1/7 CONSIDERANDO a Lei de Execução Penal 7.210/1984, a partir da redação em vigor dada pela Lei 10.792/2003, especificamente no que diz respeito ao Exame Criminológico; CONSIDERANDO a Súmula Vinculante

Leia mais

PROGRAMA DE ESTÁGIO 2013

PROGRAMA DE ESTÁGIO 2013 PROGRAMA DE ESTÁGIO 2013 Estamos em busca de jovens talentos! Cavalcante Ramos Advogados através do seu programa de estágio tem como objetivo proporcionar ao estagiário o conhecimento das rotinas forenses

Leia mais

Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho

Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho Especialização em Engenharia de Segurança do Trabalho 732 horas Escola Superior de Tecnologia e Educação de Rio Claro ASSER Rio Claro Objetivos do curso: Formar profissionais das áreas de Engenharia e

Leia mais

Núcleo Especializado de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher

Núcleo Especializado de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher A Defensoria Pública do Estado de São Paulo, através de seu Núcleo Especializado de Promoção e Defesa, vem por meio deste, apresentar os projetos apresentados por conta da assinatura do Termo de Cooperação

Leia mais

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2004. Art. 2º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2004. Art. 2º Esta lei entra em vigor na data de sua publicação. PROJETO DE LEI DO SENADO Nº, DE 2004 Revoga a Lei nº 7.399, de 04 de novembro de 1985, e o Decreto nº 92.290, de 10 de janeiro de 1986, e dá outras providências. O Congresso Nacional decreta: Art. 1º Fica

Leia mais

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DA UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE PALMEIRAS DE GOIÁS

REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES DA UNIDADE UNIVERSITÁRIA DE PALMEIRAS DE GOIÁS UNIVERSIDADE ESTADUAL DE GOIÁS Unidade Universitária de Palmeiras de Goiás Rua S-7, s/ nº _ Setor Sul_ Palmeiras de Goiás-GO Fone/ Fax: (64) 3571-1198 (64) 3571-1173 REGULAMENTO DAS ATIVIDADES COMPLEMENTARES

Leia mais

Bacharel em Medicina, a quem interessa?

Bacharel em Medicina, a quem interessa? Espaço CREMERS Bacharel em Medicina, a quem interessa? DR. ISMAEL MAGUILNIK Segundo Secretário CREMERS DR. GUILHERME BRUST BRUM Consultor Jurídico DRA. CARLA BELLO FIALHO CIRNE LIMA Consultora Jurídica

Leia mais

Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia CREMEB III Fórum de Publicidade Médica 24 de agosto de 2012 Conselho Regional de Medicina do Estado da Bahia CREMEB Comissão de Divulgação de Assuntos Médicos

Leia mais

Decisão do STF permite contratação de professores federais por Organização Social

Decisão do STF permite contratação de professores federais por Organização Social Decisão do STF permite contratação de professores federais por Organização Social Na mesma semana em que os trabalhadores brasileiros tomaram as ruas e conseguiram suspender a votação do Projeto de Lei

Leia mais

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA

CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA EMENTA: ADMINISTRAÇÃO HOSPITALAR POSSIBILIDADE DO PROFISSIONAL MÉDICO EXERCER A ADMINISTRAÇÃO HOSPITALAR RESOLUÇÃO CFM Nº 1441/94. Referência: Protocolo CFM nº 905/95 ORIGEM:

Leia mais

DECISÃO DE IMPUGNAÇÃO AO EDITAL PREGÃO PRESENCIAL Nº 05/2011

DECISÃO DE IMPUGNAÇÃO AO EDITAL PREGÃO PRESENCIAL Nº 05/2011 DECISÃO DE IMPUGNAÇÃO AO EDITAL PREGÃO PRESENCIAL Nº 05/2011 Impugnação ao edital da licitação em epígrafe, proposta por NORTH SEGURANÇA LTDA, mediante protocolo nº 2011/004806, datado de 06/09/2011. 1

Leia mais

OS ASPECTOS LEGAIS E A VALIDADE DA CLÁUSULA DE NÃO-CONCORRÊNCIA NO BRASIL

OS ASPECTOS LEGAIS E A VALIDADE DA CLÁUSULA DE NÃO-CONCORRÊNCIA NO BRASIL OS ASPECTOS LEGAIS E A VALIDADE DA CLÁUSULA DE NÃO-CONCORRÊNCIA NO BRASIL DRA. ADRIANA C. CALVO Mestranda da PUC/SP e coordenadora da área trabalhista do escritório rio Stuber Advogados Associados 1 ROTEIRO

Leia mais

PROCESSO SELETIVO DE PROVAS E TÍTULOS PARA PROVIMENTO DE VAGAS EM EMPREGOS DE NÍVEL SUPERIOR COMPLETO EDITAL Nº 02/2011

PROCESSO SELETIVO DE PROVAS E TÍTULOS PARA PROVIMENTO DE VAGAS EM EMPREGOS DE NÍVEL SUPERIOR COMPLETO EDITAL Nº 02/2011 PROCESSO SELETIVO DE PROVAS E TÍTULOS PARA PROVIMENTO DE VAGAS EM EMPREGOS DE NÍVEL SUPERIOR COMPLETO EDITAL Nº 02/2011 A Fundação de Educação Tecnológica e Cultural da Paraíba FUNETEC/PB, pessoa jurídica

Leia mais