ACADEMIAS DE DIREITO DE SÃO PAULO E OLINDA: UM OLHAR SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA NA SEGUNDA METADE DO SÉC. XIX.

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ACADEMIAS DE DIREITO DE SÃO PAULO E OLINDA: UM OLHAR SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA NA SEGUNDA METADE DO SÉC. XIX."

Transcrição

1 ACADEMIAS DE DIREITO DE SÃO PAULO E OLINDA: UM OLHAR SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO BRASILEIRA NA SEGUNDA METADE DO SÉC. XIX. Gustavo dos Santos 1 Tanize Feijão Monteiro 2 Ilka Miglio de Mesquita 3 Eixo Temático: GT2 Educação e Ciências Humanas e Socialmente Aplicáveis. RESUMO: Este artigo tem como objetivo, realizar uma incursão sobre a história da educação na segunda metade do período imperial através das academias de direito de São Paulo e Olinda analisando suas propostas de modernização, construção e formação do Estado-Nação. Para tanto, pretendese identificar os problemas existentes na ausência de uma analise histórica mais aprofundada da história da educação brasileira no período imperial. Para tanto, foi feito uma pesquisa bibliográfica com seleção de livros que retratam sobre o assunto, existente na biblioteca da Universidade Tiradentes e em site voltados para a educação. Utilizou-se de técnicas de fichamento pra facilitar a compreensão da obra estudada. Portando, percebe-se que as academias de Direito de São Paulo e Recife desempenharam um papel importante na construção dos projetos de modernidade para a educação brasileira do século XIX. Palavras-Chaves: Educação Brasileira, Modernidade, Estado-Nacional e Academia. ABSTRACT This article aims, conduct a raid on the history of education in the second half of the imperial period through the academies right to São Paulo and Olinda analyzing their proposals for modernization, construction and formation of the nation-state. Therefore, we intend to identify existing problems in the absence of a more thorough historical analysis of the history of Brazilian education in the imperial period. To that end, we made a selection of books that portray about it, existing in the library of the University Tiradentes and site focused on education. Was used BOOK REPORT techniques to facilitate the understanding of the work studied. Porting, one realizes that the academies of São Paulo Law Recife and played a major role in the construction of projects of modernity for Brazilian education nineteenth century. Key Words: Brazilian Education, Modernity, State and National Academy INTRODUÇÃO: O estudo da história da educação no século XIX através das academias de direito de São Paulo e Olinda, traz uma importância muito significativa para os modelos de educação implantados no período imperial brasileiro. Contudo, é necessário realizar essa analise através de métodos típicos da História particular do período estudado. 1 Mestrando em 2 Graduanda em 3 Professora Doutora/UNIT- 1

2 Logo, surgi um questionamento em vem sendo derrubado entre os historiadores da educação brasileira, que consiste em um novo interesse pela história da educação escolar no Império. História esta que trás um novo olhar acerca dos procedimentos e objetivos do ensino imperial, além da inserção de aspectos internos na analise do contexto sociopolítico e cultural da época. Também é necessário que se diga que houve um período de bibliografias enfocando o Império apenas sob um ângulo de abordagem liberal. Negando qualquer tipo de evolução educacional nesse período. Sendo assim, percebe-se que, nessa perspectiva estudar história da educação serviria para compreender o presente e intervir no futuro por meio do estudo do passado, não repetindo os erros já cometidos ( LOPES e GALVÃO, 2010, p.22) Entretendo,não se pode negar a existência de uma preocuparão com o novo processo que se instalava no Império, qual seja, a institucionalização da instrução pública pela monarquia constitucional brasileira e dos projetos e debates da assembléia constituinte e legislativa. Segundo Lopes e Galvão, o interesse dos historiadores em pesquisar sobre o séc. XIX está em esse interesse talvez se justifique pelo desafio de mostrar que, muitos mais do que um hiato, esse momento foi fundamental para a institucionalização da escola brasileira. (2010, p.38) Logo, buscaremos trazer nesse trabalho um olhar diferente acerca da história da educação no império brasileiro revelando novas perspectiva de analise pelos métodos da história, tendo consciência de que a história será sempre um conhecimento mutilado: só conta aquilo que foi possível saber, o passado, nunca é demais repetir, é uma realidade inapreensível. (LOPES e GALVÃO, 2010, p.67) Este artigo tem como objetivo, realizar uma incursão sobre a história da educação na segunda metade do período imperial através das academias de direito de São Paulo e Olinda analisando suas propostas de modernização, construção e formação do Estado-Nação. Para tanto, pretende-se identificar os problemas existentes na ausência de uma analise histórica mais aprofundada da história da educação brasileira no período imperial. 2

3 Neste trabalho iremos ter como norteamento questionamentos que muitas vezes leva-nos a discutir qual o real papel das Academias de Direito de São Paulo e Olinda na construção e formação do Estado-Nação. Foi feito uma seleção de livros que retratam sobre o assunto, existente na biblioteca Jacinto Uchôa, na Universidade Tiradentes e em site voltados para a educação. Utilizou-se de técnicas de fichamento pra facilitar a compreensão da obra estudada. BREVE HISTÓRIA DAS ACADEMIAS DE DIREITO DE SÃO PAULO E OLINDA. A Academia de Direito de São Paulo foi criada em 11 de agosto de 1827, no velho convento de São Francisco; e no dia primeiro de março de 1828 foi proferida a aula inaugural. O curso tinha a duração de cinco anos com duas cadeiras para cada ano e a idade mínima dos estudantes iniciantes nos cursos jurídicos era de 15 anos completos, desde que fossem aprovados em Gramática Latina, Retórica, Língua Francesa, Filosofia Racional e Moral, Geometria e, com o passar dos anos foram incluídas para o ingresso história, geografia e língua inglesa. Para a preparação desse ingresso, o governo criara o Curso Anexo à Faculdade, substituído em 1893 pelo Ginásio do Estado. Porém, nos primeiros cinco anos de academia foram permitidos aos estudantes ingressarem sem os exames de Aritmética e Geometria. O curso de Direito abrangeu as cadeiras: o primeiro ano trouxera Direito Natural e Direito Público, Análise da Constituição do Império, Direito das Gentes e Diplomacia; o segundo, a continuação das cadeiras do ano anterior, acrescentado do Direito Público Eclesiástico; o terceiro ano, na primeira cadeira o Direito Pátrio Civil e na segunda o Direito Pátrio Criminal, com teoria do Processo Criminal; o quarto ano, na primeira cadeira a continuação do Direito Pátrio Civil e na segunda com Direito Mercantil e Marítimo; no quinto e último ano, a primeira cadeira contou com os estudos de Economia Política e a segunda com a Teoria e Prática do Processo adotado pelo Império. O curso jurídico de Olinda foi instalado em 15 de maio de 1828, no mosteiro São Bento. As aulas começaram a ser ministra apenas a partir de 02 de junho, na primeira turma do curso forma matriculados entre 38 e 41 estudantes tendo como 3

4 diretor Pedro de Araújo Lima. No que fere a organização do curso jurídico de Olinda era semelhante ao da Academia de Direito de São Paulo, o curso tinha duração de cinco anos distribuídas em disciplina como Direito Natural, Direito Público, Direito Pátrio, Direito Civil e Economia política dentre outras e tendo a política como maior ênfase nas discussões no interior das salas de aulas. Vale dizer que a Igreja Católica tinha grande influencia na Faculdade de Olinda, por conta da premiação, a cada dois anos de cinquenta mil réis, a dois alunos aplicados, cedido pela congregação de São Bento. A partir de 1854 a Faculdade de Olinda deve sua sede transferida para Recife, com isso transferindo não só o espaço geográfico mais também o meio intelectual. As Academias de Direito de São Paulo e Recife desempenharão um papel importante no projeto de construção do Estado Nacional, uma vez que os projetos de Brasil no início do período Imperial constituíam-se de uma proposta de modernização do Império brasileiro no século XIX. Muitos dos seus egressos exerceram cargos administrativos no Império do Brasil. Após a Independência do Brasil em 1822, com o advento da monarquia constitucional o Império vivenciou um período de intensos debates acerca da educação e também de incentivo a educação, aliais, deste a vinda da Família Real portuguesa para o Brasil (1808),a preocupação fundamental do governo, no que se refere à educação, passou a ser a formação das elites dirigentes do país. com Biblioteca pública do Rio de Janeiro (Sede do governo),academia de Belas Artes, Academia Real da Marinha (1808), Academia Real Militar (1810), Academia Médico-cirúrgica da Bahia (1808), Academia Médico-cirúrgica do Rio de Janeiro (1809) e Criação da Imprensa Régia. A Constituição outorgada em 1824, estabelece a instrução primária é gratuita para todos os cidadãos. Em 15 de outubro de 1827, a Assembléia Legislativa aprovou a primeira lei sobre a instrução pública nacional do Império do Brasil, estabelecendo que em todas as cidades, vilas e lugares populosos haverá escolas de primeiras letras que forem necessárias. Com isso, os presidentes de província definiam os ordenados dos professores; As escolas deviam ser de ensino mútuo; Devem ser ensinados os princípios da moral cristã e de doutrina da religião católica e apostólica romana; Deve ser dada 4

5 preferência aos temas, no ensino de leitura, sobre a Constituição do Império e História do Brasil. O ano de 1850 trata-se do período de consolidação do Império e início do II Reinado, tratando-se de projetos de modernização com mudanças de legislações, configuração dos partidos políticos liberal e conservador, desenvolvimento de ferrovias, mudanças no cenário das cidades, adquirindo outra fisionomia trazida pelo crescimento das exportações do café, principal produto de comercialização. O ano de 1889 configura-se outro regime a República Brasileira. Por outro lado, Sérgio Adorno adverte: Por volta dos fins da década de 1860, transformações que se operavam na sociedade brasileira, sobretudo a lenta e penosa superação do escravismo e a emergência da ordem social competitiva, reclamavam soluções de ordem prática, dificilmente encontráveis no espírito do filósofo francês ( ADORNO, 1988, p.99) Essa superação veio com o advento do positivismo, princípios filosóficos diferentes penetraram na Academia de Direito de São Paulo e Recife. Princípios estes que conduziam os bacharéis e seus propósitos de renovação espiritual, científica e política, para o universalismo e para o humanismo, ou seja, a uma visão harmônica e unitária da realidade, que atraía os acadêmicos num sentido social e ético a identificarse com instrumentos pedagógicos de ação política. Contudo, contribuiremos para o campo da História da educação ao evidenciar o processo de formação dos bacharéis e doutores da Academia de Direito de São Paulo e Recife, pois sabe-se que foram eles, enquanto gestores do Império e construtores das leis, que regiam e projetavam a educação. Perpassarmos, assim, por um período da História da Educação Brasileira, envolvendo principalmente um momento de tentativa de modernidade no projeto de construção e consolidação do Estado Nacional, pós-independência, que exigira novas medidas de governança. O ESTUDO CIENTÍFICO DA EDUCAÇÃO ATRAVÉS DOS MÉTODOS HISTÓRICOS O estudo científico da educação, efetivamente enquanto campo da ciência é educação. Se nos remetermos a ao passado veremos existia várias formas de educar: a Teologia (Educar para vida eterna) e filosofia, e aqui cabe um parêntese para dizer que 5

6 todos esses modelos de educar está intimamente ligado a projetos de modernidade. No caso da filosofia, tem seus moldes construídos no período renascentistas, com uma educação ligada ao ato de civilizar, algo que brota a partir do período denominado historiograficamente como Modernidade. A história enquanto campo da ciência é um conjunto de fatos que realmente aconteceram, processos que efetivamente foram vividos, a historiografia se enquadra como modo de se escrever e pensar a história. Mas sabe-se ainda que a história resulta de uma seleção arbitrária de escolha de fontes e de evidências. Porém embora os historiadores posam tomar a decisão de selecionar essas evidências, e escrever uma história de aspectos isolados do todo (...) o objeto continua unitário( THOMPSON, 1981, p.50) Sendo assim, a história se apresenta enquanto reino das incertezas. A corrente ideológica do marxismo vai dizer que vivíamos em uma sociedade comunal primitiva, ou seja, o homem vivia dos frutos da natureza e que depois os homens na tentativa de dominar a natureza chegamos ao escravismo, sem que disponhamos desse trabalho para viver. Esse movimento causou insurreições, por isso o homem necessitou de exercido para defender seus territórios. Agora o homem passa assumir o domínio também dos meios de produção, surge o Capitalismo. Mas o que a escola tem haver com isso? A escola passa a agir como reprodutora do capitalismo, operando como os filhos das classes trabalhadoras a fim de convencer-los que a sociedade é democrática e a ascensão social é possível. Então para que educar os filhos das classes trabalhadoras? Simples, para que eles tivessem que se conformar com a exploração. No texto A Miséria da Teoria Thompson traz uma reação a toda essa tradição típica da teoria francesa de Althusser, que por sua vez afirma que vai dizer, quem estrutura o meio em que estamos é a economia, daí a necessidade de surgimento de Estado, leis e instituições escolares. Esse movimento, tipicamente francês, também ocorre no Brasil oitocentista com os bacharéis de direito das Academias de Direito de São Paulo e Olinda. Entretanto, Thompson diz que não há teoria que não possa ser questionada e que devemos ir aos teóricos como um amigo que vai tirar nossas dúvidas. Portanto, a 6

7 verdade história só pode ser revelada dentro da própria teoria, pelos procedimentos teórico (THOMPSON, 1981, p.24). E Humberto Eco acrescenta que os fatos é para servir as teorias, ao invés de a teoria servir aos fatos ( ECO, 1991, p.30). Toda essa discussão intelectual é típica do final do século XIX na Europa. Ao criticar a estruturalismo althusseriano, Thompson, traz o conceito de experiência como chave de qualquer procedimento de pesquisa histórica. Existe uma diferença entre os conceitos de experiência e de observação, fora disso estamos no campo das especulações. Segundo Thompson (1981), A experiência uma categoria que, por mais imperfeita que seja, é indispensável ao historiador, já que compreender a resposta mental e emocional, seja de um individuo ou de um grupo social, a muitos acontecimentos inter-relacionados ou a muitas repetições de mesmo tipo de acontecimento. (p.15) Logo, é necessário na pesquisa histórica ter as evidências. A evidência histórica existe, em sua forma primária, não para revelar seu próprio significado, mas para ser interrogada por mentes treinadas numa disciplina de desconfiança atenta. (THOMPSON, 1981, p.38). Dessa forma, quando Althusser, diz que a escola forma para alienar os filhos das classes trabalhadora ele precisa mostrar as evidências. Até porque a história não oferece um laboratório de verificação experimental, oferece evidências de causas necessárias (...) mas nunca de causas suficientes (THOMPSON, 1981, p.48). No que fere a lógica histórica Thompson diz: Os modos de escrever a história são tão diversos, as técnica empregadas pelos historiadores são variadas, os temas da investigação são tão díspares e, acima de tudo, as conclusões são tão controversas e tão veementemente contestadas dentro da profissão, que é difícil apresentar qualquer coerência disciplinar.( 1981, p.48) Humberto Eco seu livro O signo de Três nos mostra que muitas vezes as fontes se comunicam conosco de forma involuntária, porém e necessário que se faça um esforço par levantar suposições, Foi somente quando ele se esforçou a fazer o que aparentemente seria uma suposição cega, que ele se deu conta de que ele mesmo havia percebido esse sinal revelador de uma maneira, como ele diz, autoinconsciente.(eco,1991,p.22) 7

8 Logo, o pesquisador deve atuar como um detetive no processo de consulta de suas fontes, tendo as qualidades necessárias para a pesquisa, dentre eles podemos destacar os poderes de observação, dedução e conhecimento do objeto de pesquisa e quais fontes utilizará. Entretanto sabe-se que existe limites entre os conceitos de observação e dedução.um ponto de bastante relevância na pesquisa é o fato da observação das insignificâncias para melhor apurar os fatos e evidências de uma pesquisa. Através de uma perspectiva da Nova História Cultural, buscaremos por meio de uma avaliação da estrutura curricular, das Teses e Dissertações defendidas pelos bacharéis de Direito de Faculdade de São Paulo e Recife, analisar a relação entre ciência e cultura política e jurídica no processo de formação destes entre o período de 1850 á Realizamos esse trabalho baseados nos estudos de Sérgio Adorno que apresenta-nos como se organizava e como se constituía a estrutura curricular das Academias de Direito de São Paulo e Recife buscando responder as indagações e atender os objetivos do trabalho. A história dos intelectuais, segundo Sirinelli, por muito tempo teve seus status negado pela chamada história nova, mas sem muito aprofundamento que justificasse a negação. Em poucos anos tornou-se, assim, um campo histórico autônomo e aberto situado no cruzamento das histórias política, social e cultural. Vale ressaltar, ainda que esse tipo de História tem um forte teor ideológico, na qual o pesquisador, bem ou mal um intelectual ele próprio está imerso (SIRINELLI, 1996,p.234). Também será estudado nesse trabalho. O historiador Thompson (1981) lembra-nos que o real chega até nós a partir das evidências, ou seja, no momento de diálogo com o objeto em questão e entre evidências e teorias. Através das produções dos acadêmicos observa-se como ele processaram as ideias teorias a eles apresentadas em sua formação inicial e como os mesmos concebiam o projeto de modernização do Estado Nacional consolidado e os apresentavam em suas produções bibliográficas. 8

9 Sendo assim, questiona-se as escolhas das disciplinas oferecidas pelo curso, a sequência lógica das cadeiras bem como o tempo de duração de cada disciplina no curso, além de suas mudanças ao longo do período em foco, tanto um olhar especial ao período em que ouve reforma na academia, qual seja 1857, por Couto Ferraz; 1865, a reforma de Liberato Benosa ( que não chegou a vigorar) e por fim, no que fere ao recorte temporal deste trabalho, a de Leôncio de Carvalho em Dessa forma, o diálogo com as fontes permite-nos analisar os elementos intrínsecos e extrínsecos contidos no que o registro documental é capaz de nos falar a respeito de um passado e, para tanto, no ato da investigação, levantar uma série de indagações com base nas reflexões sobre o procedimento histórico que devem ser levados em considerações na construção da narrativa. Contudo, os documentos exigem que sejam retomados de sua materialidade, de sua condição de objeto, isto é, um resultado de produção e apropriação por homens determinados historicamente (MARSON, 1984, p. 51-4). São fontes providas de significações e de possibilidades para uma investigação histórica. Sabe-se ainda que raramente encontra-se as fontes pesquisadas disponíveis para consulta. Na maior parte das vezes, a coleta seleção, recuperação e, finalmente, a organização das fontes demandam tempo, no entanto, constituem também uma das etapas do trabalho. Assim, é fundamental ao historiador visualizar os documentos e testemunhos como interrogáveis e questionáveis para a construção do conhecimento, pois estes documentos não falam por si só, precisão ser lapidados, para que inquiridos, a investigação histórica assuma sua direção preestabelecida. Todos esses cuidados no tratamento das fontes constituem como ferramentas próprias do oficio do historiador, como propõe a produção histórica pensada e praticada pelo historiador Thompson de interação entre sujeito e objeto e suas construções. Logo, esse estudo assume um arranjo de uma pesquisa histórica estrelada a uma analise bibliográfica e documental, todas fundadas no processo teóricometodológico da Nova história cultural. 9

10 LUGAR DAS ACADEMIAS DE DIREITO DE SÃO PAULO E OLINDA NA FORMAÇÃO DO ESTADO-NACIONAL Na tentativa de solucionar ao tempo em que propunha-se a superar, ainda que de modo ambíguo, o passado colonial e implantar uma nova Era na história do Brasil, o curso de Direito da Academia de São Paulo e Recife em meados do século XIX apresentava, pela proposta de formação, a elite intelectual para fazer frente à fase de inovações e projetos de modernização. Sendo assim, os bacharéis em Direito busca na Academia, que por sua vez já constituía como meio de acessão social no inicio dos oitocentos, uma oportunidade de ocupar um espaço político no Império do Brasil. Será essa relação entre ciência e política, tendo em vista a formação dos bacharéis e doutores da Academia de Direito de São Paulo e Recife, que propõe ser aportado neste trabalho de investigação histórica. Nesse sentido, observa-se que essa nova figura intelectual faz parte dos projetos de Brasil, uma vez que o ensino superior torna-se imperativo para a formação de lideranças políticas do novo Estado. A Academia de Direito de São Paulo e Recife tornam-se um dos berços intelectuais e políticos da época, contribuindo na formação e desenvolvimento social e cultural do Brasil oitocentista, promovendo princípios de um projeto civilizador no Império. Para Sérgio Adorno, por influência do jus-naturalismo, a estrutura curricular exposta pela academia de Direito de São Paulo: (...) testemunha o modo ambíguo pelo qual se acreditava, àquela época, superar o passado imediatamente colonial, formando, através do ensino jurídico, uma elite intelectual aberta à modernidade. Porém, ao mesmo tempo em que procurava conferir amplo reconhecimento ao papel desempenhado pelas ciências políticas e sociais na formação de homens hábeis para serem um dia sábios magistrados e peritos advogados de que tanto se carece e dignos deputados e senadores para ocuparem os lugares diplomáticos e mais empregos do Estado (...), a estrutura curricular insistia em arcaicas noções de Direito Público Eclesiástico para ponderar as relações entre Igreja e Estado, chegando mesmo a se apoiar em princípios que se supunham universais e imutáveis. (1988, p ) Entretanto a inclusão da cadeira de Economia Política no quinto ano do Curso era garantida a inovação curricular, apesar de apresentar orientações filosóficas e ideias jurídicas conflitantes. (ADORNO, 1988, p.96) 10

11 No que fere os limites da estrutura curricular do curso de Direito da Academia de Direito paulista e de Recife, Adorno (1988) evidencia ainda que: Parece pouco provável que a estrutura curricular tenha sido eficaz do ponto de vista pedagógico. Depoimentos históricos deixam mesmo entrever uma certa desilusão frente ao quadro geral do ensino jurídico. A deficiente qualidade didática dos mestres parecia tônica geral, pela frequência com que os cronistas tecem comentários nem sempre elogiosos, sobre a personalidade de determinados lentes. (ADORNO, 1988, p.103) Para assumir determinadas cadeiras dos componentes de disciplina curricular, nove lentes proprietários deveriam ser nomeados. Só poderiam ser lentes da academia de São Paulo e Recife aqueles que tivessem adquirido o grau de doutor, que por sua vez só adquiria o titulo de doutor através da defesa de teses, seguida de dissertações escritas sobre um tema apresentado. Caso não existissem compêndios relativos às doutrinas poderia ser criado conforme a aprovações de membros da congregação e pela assembleia geral, seguido de impressão e distribuição do governo. Essa fiscalização e controle sobre a elaboração dos compêndios não deixou de gerar conflitos entre o governo, a congregação e os lentes. (ADORNO, 1988, p. 151) Entretanto, sabe-se que foram ineficazes as ações intimidáveis lançadas pelo Ministério Imperial, como afirma Sérgio Adorno: Ao contrario, tudo leva a crer que, na prática, a academia de Direito de São Paulo gozava de autonomia. Ressalte-se que suas reuniões e deliberações eram efetuadas sob sigilo, por força de ato exarada pelo próprio Ministério do Império, a 18 de novembro de Essa autonomia conseguiu produzir uma vida acadêmica tão peculiar que a formação profissional e cultural do bacharel não pode, por consequência, ser atribuída ao padrão de ensino jurídico dominante na faculdade. (1988, p.153) Embora tais medidas possam parecer que o Estado Brasileiro exercia forte controle sobre o que deveria ser ensinado aos estudantes, os estudos empíricos de Sérgio Adorno (1988) evidenciaram que: A despeito de todas as possibilidades que se ofereciam à ação governamental, os controles burocráticos sobre a administração do processo de ensino-aprendizagem nunca foram, efetivamente, eficazes e tampouco feriram a autonomia das práticas acadêmicas. Se, formalmente, os estatutos limitavam e subordinavam a atuação do corpo acadêmico ao Estado patrimonial brasileiro, na prática, a estrutura didática e administrativa se desenvolveu ao sabor das 11

12 relações sociais dominantes no interior da academia. Era a congregação o órgão que, em última instância, detinha o controle e as decisões sobre o cotidiano acadêmico e que interpretava, segundo seus interesses, as normas e regras instituídas pelo governo. De fato, durante quase todo o curso do século XIX, a principal característica do ensino jurídico no Império foi o conflito entre a academia real e a academia formal. (1988, p ) A academia formal, conviveu com inúmeros problemas em sua prática didáticas e pedagógicas, visto que muitas cadeiras ficavam vazias pela falta de lentes proprietários, que abandonavam a docência para ocupar cargos administrativos no Império, causando danos a formação dos estudantes, que por sua vez ocupava o tempo livre nos pátios das Arcadas em reuniões recitando poesia e falando sobre problemas de ordem política. Sendo assim, Adorno (1988) nos lembra que a atividade didático- pedagógica foi política no sentido de estimular um aprendizado que, seguramente nenhuma outra instituição imperial foi capaz. (ADORNO, 1988, p.154) Com a criação das Faculdades de Direito, São Paulo e Recife foi modificada com a intensificação de suas atividades culturais, pois estes se dedicaram à produção de jornais e revistas, introduzindo uma imprensa acadêmica dotada de artigos sobre literatura, política e direito, colocando em evidência a irreverência estudantil. Muitos artigos tinham forte conotação política de ideário liberal, em defesa da Abolição da Escravatura e mais tarde da construção da República do Brasil. Para Sérgio Adorno: REFERÊNCIAS Muito mais do que uma simples escola de transmissão de ciência, a Academia de Direito de São Paulo foi uma verdadeira escola de costumes. Humanizou o embrutecido estudante proveniente do campo; civilizou os hábitos enraizados num passado imediatamente colonial; disciplinou o pensamento no sentido de permitir pensar a coisa política como atividade dirigida por critérios intelectuais; enfim, moralizou o universo da política ao formar uma intelligentzia capaz de se pôr à frente dos negócios públicos e de ocupar os principais postos diretivos do Estado. (1988, p. 155) ADORNO, Sergio. Os aprendizes do poder. Rio de Janeiro: Paz e terra, CASTANHO, Sérgio. Institucionalização das instituições escolares: Final do Império e Primeira República no Brasil. In: SARVIANE, Dermeval; NASCIMENTO,Maria Isabel Moura; SANDANO, Wilson;LOMBARDI,José Claudinei (Orgs). Instituições 12

13 Escolares no Brasil: conceitos e reconstituição Histórica. São Paulo: Autores Associados, 2007.Cap.3, p COELHO, Edmundo Campos. As Profissoes Imperiais: Medicina Engenharia e Advocacia no Rio de Janeiro Rio de Janeiro: Record, FARIA FILHO, Luciano Mendes de. Os projetos de Brasis e a questão da instrução no nascimento do Império. In: VAGO, Tarcísio Mauro [et.al] organizadores. Intelectuais e Escola Pública no Brasil: séculos XIX e XX. Belo Horizonte: Mazza Edições, FARIA FILHO, Luciano Mendes de; XAVIER, Maria do Carmo. Moderno, Modernidade, Modernização: a educação nos projetos de Brasil séc. XIX e XX. Belo Horizonte: CNPq; GEPHE/FAE/UFMG, GIL, Natália; ZICA, Matheus da Cruz e; FARIAS FILHO, Luciano Mendes(Orgs). Moderno, Modernidade e Moderniazação: a educação nos projetos de Brasil sec. XIX e XX. Belo Horizonte: Mazza Edições, 2012.v.1 LOPES, Eliane Marta Santos de Teixeira; GALVÃO, Ana Maria de Oliveira. Território Plural: a pesquisa em história da educação. São Paulo: Ática, LUCA, Tânia Regina de. Fontes impressas: história dos, nos e por meio dos periódicos.in:pinsky, Carla Bassanezi.Fontes Históricas.2 Ed. São Paulo: Contexto, 2006.Cap.4,p MARSON, Adalberto. Reflexões sobre o procedimento histórico. In: SILVA, Marcos (org.). Repensando a história. 2. ed. São Paulo: Marco Zero, 1984, MIGUEL, Maria Elisabeth Blanck. Os arquivos e fontes como conhecimento da história das instituições escolares. In: SARVIANE, Dermeval; NASCIMENTO,Maria Isabel Moura; SANDANO, Wilson;LOMBARDI,José Claudinei (Orgs). Instituições Escolares no Brasil: conceitos e reconstituição Histórica. São Paulo: Autores Associados, 2007.Cap.2, p SAVIANE, Dermeval. Instituição Escolares no Brasil Conceito e Reconstrução Histórica. In: SARVIANE, Dermeval; NASCIMENTO,Maria Isabel Moura; SANDANO, Wilson;LOMBARDI,José Claudinei (Orgs). Instituições Escolares no Brasil: conceitos e reconstituição Histórica. São Paulo: Autores Associados, 2007.Cap.1, p VAMPRÉ, Spencer. Memórias para a História da Academia de São Paulo. 2 ed., Brasília: INL, Conselho Federal de Cultura, 1977, v.1-2. SIRINELLI, Jean François. Os Intelectuais. IN: RÉMOND, René (Org.) Por uma História Política. Rio de Janeiro: Editora UFRJ: Fundação Getulio Vargas p

14 SIRINELLI, Jean François. Elites Culturais. IN: RIOUXJ, Jean Pierre; SIRINELLI, Jean François (Org.) Por uma História Cultural. Lisboa: Editora Estampa p THOMPSON, E. P. A miséria da teoria ou um planetário de erros: uma crítica ao pensamento de Althusser. Trad. Waltenssir Dutra. Rio de Janeiro: Zahar,

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Formação do bacharel em direito Valdir Caíres Mendes Filho Introdução O objetivo deste trabalho é compreender as raízes da formação do bacharel em Direito durante o século XIX. Será

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA LINGUAGEM NA DIFUSÃO DA PROPOSTA PEDAGÓGICA CRISTÃ NA ALTA IDADE MÉDIA, SÉCULOS V E VI.

A IMPORTÂNCIA DA LINGUAGEM NA DIFUSÃO DA PROPOSTA PEDAGÓGICA CRISTÃ NA ALTA IDADE MÉDIA, SÉCULOS V E VI. A IMPORTÂNCIA DA LINGUAGEM NA DIFUSÃO DA PROPOSTA PEDAGÓGICA CRISTÃ NA ALTA IDADE MÉDIA, SÉCULOS V E VI. BORTOLI, Bruno de (PIC/UEM) MARQUIOTO, Juliana Dias (PIC/UEM) OLIVEIRA, Terezinha (UEM) INTRODUÇÃO

Leia mais

Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX

Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX Nas Margens da Educação: imprensa feminina e urbanidade moderna na Ribeirão Preto das primeiras décadas do século XX Jorge Luiz de FRANÇA * Nesta comunicação, pretendemos, por intermédio das publicações

Leia mais

NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA

NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA NÚCLEO DE ESTUDOS E PESQUISAS HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM PERNAMBUCO: 13 ANOS DE HISTÓRIA Margarete Maria da Silva meghamburgo@yahoo.com.br Graduanda em Pedagogia e membro do NEPHEPE Universidade Federal de

Leia mais

Reforma gerencial do Estado, teoria política e ensino da administração pública

Reforma gerencial do Estado, teoria política e ensino da administração pública Artigo Especial Reforma gerencial do Estado, teoria política e ensino da administração pública Luiz Carlos Bresser-Pereira 1 1 Fundação Getúlio Vargas. Ministro da Fazenda (1987). Ministro da Administração

Leia mais

A universidade antiga (medieval) tinha duas funções características:

A universidade antiga (medieval) tinha duas funções características: 14. HISTÓRIA DAS UNIVERSIDADES Um universitário de hoje talvez imagine que a ciência sempre foi parte integrante dessas instituições, mas a ciência chega relativamente tarde à comunidade universitária,

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO Faculdade de Educação PROJETO DE PESQUISA

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO Faculdade de Educação PROJETO DE PESQUISA PROJETO DE PESQUISA INSTITUIÇÕES E INTELECTUAIS DA EDUCAÇÃO NO BRASIL: HISTÓRIA, IDEIAS E TRAJETÓRIAS Responsável: Prof. Dr. Mauro Castilho Gonçalves O projeto investiga a história de instituições educativas

Leia mais

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA

A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA A GESTÃO ESCOLAR E O PROCESSO DE DEMOCRATIZAÇÃO DA ESCOLA PÚBLICA Shirlei de Souza Correa - UNIVALI 1 Resumo: No contexto educacional pode-se considerar a gestão escolar como recente, advinda das necessidades

Leia mais

A Bandeira Brasileira e Augusto Comte

A Bandeira Brasileira e Augusto Comte A Bandeira Brasileira e Augusto Comte Resumo Este documentário tem como ponto de partida um problema curioso: por que a frase Ordem e Progresso, de autoria de um filósofo francês, foi escolhida para constar

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br

BuscaLegis.ccj.ufsc.Br BuscaLegis.ccj.ufsc.Br A lei de 15 de outubro de 1827 Vicente Martins O Decreto Federal nº 52.682, em 1963, criou, oficialmente, o Dia do Professor. O dia 15 de outubro não foi escolhido à toa. A data

Leia mais

Artigo: Educação e Inclusão: Projeto Moral ou Ético. Autora: Sandra Dias ( Buscar na internet o texto completo)

Artigo: Educação e Inclusão: Projeto Moral ou Ético. Autora: Sandra Dias ( Buscar na internet o texto completo) Artigo: Educação e Inclusão: Projeto Moral ou Ético. Autora: Sandra Dias ( Buscar na internet o texto completo) Os ideais e a ética que nortearam o campo da educação Comenius: A educação na escola deve

Leia mais

O uso de cartilha paranaense nas Escolas do Estado do Paraná. Solange Apª de O. Collares/UEPG Drª Profª Maria Isabel Moura Nascimento/UEPG

O uso de cartilha paranaense nas Escolas do Estado do Paraná. Solange Apª de O. Collares/UEPG Drª Profª Maria Isabel Moura Nascimento/UEPG 1 O uso de cartilha paranaense nas Escolas do Estado do Paraná Solange Apª de O. Collares/UEPG Drª Profª Maria Isabel Moura Nascimento/UEPG O presente trabalho apresenta resultados preliminares de uma

Leia mais

Inclusão: entre a teria e a prática Roberta Kuhn Fuhr 1. Resumo:

Inclusão: entre a teria e a prática Roberta Kuhn Fuhr 1. Resumo: Resumo: Inclusão: entre a teria e a prática Roberta Kuhn Fuhr 1 Este artigo apresenta uma breve análise de como esta se desencadeando o processo de inclusão de crianças com necessidades especiais nas instituições

Leia mais

BRASIL: O ENSINO SUPERIOR ÀS PRIMEIRAS UNIVERSIDADES COLÔNIA IMPÉRIO PRIMEIRA REPÚBLICA

BRASIL: O ENSINO SUPERIOR ÀS PRIMEIRAS UNIVERSIDADES COLÔNIA IMPÉRIO PRIMEIRA REPÚBLICA BRASIL: O ENSINO SUPERIOR ÀS PRIMEIRAS UNIVERSIDADES COLÔNIA IMPÉRIO PRIMEIRA REPÚBLICA Tânia Regina Broeitti Mendonça 1 INTRODUÇÃO: Os espanhóis fundaram universidades em seus territórios na América desde

Leia mais

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto 1 Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Professor Doutor Marcos T. Masetto Objetivos Desenvolver competências

Leia mais

RELATO DO PROJETO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO. GT 06 Formação de professores de Matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional

RELATO DO PROJETO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO. GT 06 Formação de professores de Matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional RELATO DO PROJETO OBSERVATÓRIO DA EDUCAÇÃO GT 06 Formação de professores de Matemática: práticas, saberes e desenvolvimento profissional Maria Madalena Dullius, madalena@univates.br Daniela Cristina Schossler,

Leia mais

O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS- EJA

O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS- EJA O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS- EJA RESUMO Alba Patrícia Passos de Sousa 1 O presente artigo traz como temática o ensino da língua inglesa na educação de jovens e adultos (EJA),

Leia mais

3.3. Conselho escolar e autonomia: participação e democratização da gestão administrativa, pedagógica e financeira da educação e da escola

3.3. Conselho escolar e autonomia: participação e democratização da gestão administrativa, pedagógica e financeira da educação e da escola 3.3. Conselho escolar e autonomia: participação e democratização da gestão administrativa, pedagógica e financeira da educação e da escola João Ferreira de Oliveira - UFG Karine Nunes de Moraes - UFG Luiz

Leia mais

EIXOS TEMÁTICOS REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS

EIXOS TEMÁTICOS REFERENCIAS BIBLIOGRÁFICAS EIXOS TEMÁTICOS 1. Cultura, saberes e práticas escolares e pedagógicas na educação profissional e tecnológica: arquivos escolares, bibliotecas e centros de documentação. Para este eixo temático espera

Leia mais

EDUCAÇÃO JURÍDICA BRASILEIRA: PATOLOGIAS E DIAGNÓSTICOS BRAZILIAN LEGAL EDUCATION: PATHOLOGY AND DIAGNOSTICS

EDUCAÇÃO JURÍDICA BRASILEIRA: PATOLOGIAS E DIAGNÓSTICOS BRAZILIAN LEGAL EDUCATION: PATHOLOGY AND DIAGNOSTICS EDUCAÇÃO JURÍDICA BRASILEIRA: PATOLOGIAS E DIAGNÓSTICOS BRAZILIAN LEGAL EDUCATION: PATHOLOGY AND DIAGNOSTICS Júlia do Nascimento Simião - Graduanda em Direito - Centro Universitário Católico Salesiano

Leia mais

EMPREGABILIDADE E A FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO BACHAREL EM DIREITO NO RECIFE-PE: UM ESTUDO DESCRITIVO

EMPREGABILIDADE E A FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO BACHAREL EM DIREITO NO RECIFE-PE: UM ESTUDO DESCRITIVO EMPREGABILIDADE E A FORMAÇÃO PROFISSIONAL DO BACHAREL EM DIREITO NO RECIFE-PE: UM ESTUDO DESCRITIVO Diogo Oliveira Amorim 1 ; Diogo Henrique Helal 2 1 Estudante do Curso de Direito CCJ UNICAP; E-mail:

Leia mais

Memória e discurso: reflexões sobre a trajetória do ensino de espanhol a. partir da análise de textos oficiais

Memória e discurso: reflexões sobre a trajetória do ensino de espanhol a. partir da análise de textos oficiais Memória e discurso: reflexões sobre a trajetória do ensino de espanhol a partir da análise de textos oficiais Maria Cecília do Nascimento Bevilaqua (UERJ) Apresentação Quem não se lembra da ênfase dada

Leia mais

CONCEPÇÃO DE CURRÍCULO EM CURSOS DE LICENCIATURA EM QUÍMICA: UM ESTUDO DE CASO

CONCEPÇÃO DE CURRÍCULO EM CURSOS DE LICENCIATURA EM QUÍMICA: UM ESTUDO DE CASO CONCEPÇÃO DE CURRÍCULO EM CURSOS DE LICENCIATURA EM QUÍMICA: UM ESTUDO DE CASO VAITEKA, SANDRA; FERNANDEZ, CARMEN Instituto de Química da Universidade de São Paulo, Brasil; Programa de Pós Graduação Interunidades

Leia mais

Geyso D. Germinari Universidade Estadual do Centro-Oeste

Geyso D. Germinari Universidade Estadual do Centro-Oeste O ENSINO DE HISTÓRIA LOCAL E A FORMAÇÃO DA CONSCIÊNCIA HISTÓRICA DE ALUNOS DO 6º ANO DO ENSINO FUNDAMENTAL: UMA EXPERIÊNCIA COM A UNIDADE TEMÁTICA INVESTIGATIVA Geyso D. Germinari Universidade Estadual

Leia mais

DOCUMENTO 03 ENSINO SUPERIOR NO BRASIL

DOCUMENTO 03 ENSINO SUPERIOR NO BRASIL DOCUMENTO 03 ENSINO SUPERIOR NO BRASIL Com o advento da nova Constituição em 1988 e a promulgação e da Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional em fins de 1996, novas perspectivas foram colocadas

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR:

ESTRUTURA CURRICULAR: ESTRUTURA CURRICULAR: Definição dos Componentes Curriculares Os componentes curriculares do Eixo 1 Conhecimentos Científico-culturais articula conhecimentos específicos da área de história que norteiam

Leia mais

INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NA ESCOLA: A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL

INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NA ESCOLA: A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL INCLUSÃO DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA NA ESCOLA: A IMPORTÂNCIA DO TRABALHO DO ASSISTENTE SOCIAL Resumo 1 Discente do Curso de Serviço Social da Faculdade Novos Horizontes MG 2 Discente do Curso de Serviço

Leia mais

A INFLUÊNCIA DE LUTERO NA EDUCAÇÃO DE SUA ÉPOCA Gilson Hoffmann

A INFLUÊNCIA DE LUTERO NA EDUCAÇÃO DE SUA ÉPOCA Gilson Hoffmann A INFLUÊNCIA DE LUTERO NA EDUCAÇÃO DE SUA ÉPOCA Gilson Hoffmann 1 DELIMITAÇÃO Ao abordarmos sobre as razões para ser um professor numa escola e falar sobre o amor de Deus, encontramos algumas respostas

Leia mais

REPENSANDO O ENSINO EM MATEMATCIA: CONTRIBUIÇÕES NO ENSINO - APRENDIZAGEM VIA RESOLUÇAO DE PROBLEMAS

REPENSANDO O ENSINO EM MATEMATCIA: CONTRIBUIÇÕES NO ENSINO - APRENDIZAGEM VIA RESOLUÇAO DE PROBLEMAS REPENSANDO O ENSINO EM MATEMATCIA: CONTRIBUIÇÕES NO ENSINO - APRENDIZAGEM VIA RESOLUÇAO DE PROBLEMAS RESUMO Poliana de Brito Morais 1 Silvanio de Andrade 2 Este artigo tem como objetivo discutir nossa

Leia mais

A EPISTEMOLOGIA DA PRÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES E SUAS CONSEQUÊNCIAS NA RELAÇÃO TEORIA E PRÁTICA

A EPISTEMOLOGIA DA PRÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES E SUAS CONSEQUÊNCIAS NA RELAÇÃO TEORIA E PRÁTICA A EPISTEMOLOGIA DA PRÁTICA NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES E SUAS CONSEQUÊNCIAS NA RELAÇÃO TEORIA E PRÁTICA Amarildo Luiz Trevisan Eliana Regina Fritzen Pedroso - UFSM Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico

Leia mais

4 EIXOS ORGANIZADORES DOS CONTEÚDOS HISTÓRIA GEOGRAFIA ENSINO RELIGIOSO. Informações, Comunicação e Interação

4 EIXOS ORGANIZADORES DOS CONTEÚDOS HISTÓRIA GEOGRAFIA ENSINO RELIGIOSO. Informações, Comunicação e Interação 1 TÍTULO DO PROJETO Bíblia Sagrada Livro de Provérbios. 2 SÉRIE/CICLO 3ª Série 1ª Etapa do 2º Ciclo 3 AUTORA Rosângela Cristina Novaes Balthazar Curso: Pedagogia 6º Período Noite E-mail: rocryss@yahoo.com.br

Leia mais

A FORMAÇÃO CONTRADITÓRIA DAS CLASSES DOMINANTES

A FORMAÇÃO CONTRADITÓRIA DAS CLASSES DOMINANTES A FORMAÇÃO CONTRADITÓRIA DAS CLASSES DOMINANTES Luiz Carlos Bresser-Pereira Senhor, nº 24, março de 1980 Estou passando pelos corredores e ouço: Quando as empresas brasileiras forem dirigidas por administradores

Leia mais

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA

CURSO DE PEDAGOGIA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS DO CURSO DE PEDAGOGIA 1 CURSO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS 2015.1 BRUSQUE (SC) 2015 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INVESTIGAÇÃO DA PRÁTICA DOCENTE I... 4 02 LEITURA E PRODUÇÃO DE TEXTO... 4 03 PROFISSIONALIDADE DOCENTE... 4 04 RESPONSABILIDADE

Leia mais

CULTURA ESCOLAR DICIONÁRIO

CULTURA ESCOLAR DICIONÁRIO CULTURA ESCOLAR Forma como são representados e articulados pelos sujeitos escolares os modos e as categorias escolares de classificação sociais, as dimensões espaço-temporais do fenômeno educativo escolar,

Leia mais

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO Instituto Federal Farroupilha Câmpus Santa Rosa ledomanski@gmail.com Introdução Ler no contexto mundial globalizado

Leia mais

3.360 H/AULA (*) CURRÍCULO PLENO/

3.360 H/AULA (*) CURRÍCULO PLENO/ MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Regime: Duração: HISTÓRIA LICENCIATURA PLENA SERIADO ANUAL 3 (TRÊS) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 03 (TRÊS) ANOS LETIVOS - MÁXIMO = 05 (CINCO)

Leia mais

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: REALIDADE OU ILUSÃO?

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: REALIDADE OU ILUSÃO? PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO: REALIDADE OU ILUSÃO? Daniella Brito de Oliveira Cotrim¹, Luciana Maria Pereira Rocha², Viviane Silva Santos Malheiros³, Kalyanne Pereira de Oliveira 4 1 Discente do curso de

Leia mais

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA

EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA EDUCAÇÃO E CIDADANIA: OFICINAS DE DIREITOS HUMANOS COM CRIANÇAS E ADOLESCENTES NA ESCOLA Autores: FIGUEIREDO 1, Maria do Amparo Caetano de LIMA 2, Luana Rodrigues de LIMA 3, Thalita Silva Centro de Educação/

Leia mais

EXPERIÊNCIAS DE LEITURA, ESCRITA E MÚSICA

EXPERIÊNCIAS DE LEITURA, ESCRITA E MÚSICA EXPERIÊNCIAS DE LEITURA, ESCRITA E MÚSICA Aline Mendes da SILVA, Marcilene Cardoso da SILVA, Reila Terezinha da Silva LUZ, Dulcéria TARTUCI, Maria Marta Lopes FLORES, Departamento de Educação UFG - Campus

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO 1.ª SÉRIE

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO 1.ª SÉRIE MATRIZ CURRICULAR Curso: Graduação: Regime: Duração: BACHARELADO SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL - MÍNIMO = 04 (QUATRO) ANOS LETIVOS - MÁXIMO = 07 (SETE)

Leia mais

CURSO EXCLUSIVO IBECO

CURSO EXCLUSIVO IBECO PÓS-GRADUAÇÃO EM DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR EM ESTÉTICA CURSO EXCLUSIVO IBECO Destinado aos docentes que atuam ou que pretendem atuar no ensino superior e profissionalizante da área estética, o curso

Leia mais

1 POLÍTICA PÚBLICA DE ACESSO AO ENSINO SUPERIOR: UM OLHAR SOBRE A UTILIZAÇÃO DO ENEM/SISU NA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA

1 POLÍTICA PÚBLICA DE ACESSO AO ENSINO SUPERIOR: UM OLHAR SOBRE A UTILIZAÇÃO DO ENEM/SISU NA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA 1 POLÍTICA PÚBLICA DE ACESSO AO ENSINO SUPERIOR: UM OLHAR SOBRE A UTILIZAÇÃO DO ENEM/SISU NA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RECÔNCAVO DA BAHIA 1. Introdução Janete dos Santos Universidade Federal da Bahia sajanetes@gmail.com

Leia mais

Universidade Federal de Santa Catarina UFSC Centro de Ciências Jurídicas CCJ Departamento de Direito DIR PLANO DE ENSINO

Universidade Federal de Santa Catarina UFSC Centro de Ciências Jurídicas CCJ Departamento de Direito DIR PLANO DE ENSINO 1 Universidade Federal de Santa Catarina UFSC Centro de Ciências Jurídicas CCJ Departamento de Direito DIR PLANO DE ENSINO I IDENTIFICAÇÃO DA DISCIPLINA Nome Curso HISTÓRIA DO DIREITO DIREITO Código DIR

Leia mais

RESOLUÇÃO Nº. 93 DE JUNHO DE 2014

RESOLUÇÃO Nº. 93 DE JUNHO DE 2014 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS RESOLUÇÃO Nº. 93 DE JUNHO DE 2014 O CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E CULTURA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DA GRANDE DOURADOS,

Leia mais

FONTES PRIMÁRIAS SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL: BOLETINS E CIRCULARES DO APOSTOLADO POSITIVISTA (1881-1927) APRESENTAÇÃO

FONTES PRIMÁRIAS SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL: BOLETINS E CIRCULARES DO APOSTOLADO POSITIVISTA (1881-1927) APRESENTAÇÃO FONTES PRIMÁRIAS SOBRE A HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO NO BRASIL: BOLETINS E CIRCULARES DO APOSTOLADO POSITIVISTA (1881-1927) APRESENTAÇÃO João Carlos da Silva 1 A produção da IPB reúne uma farta publicação de

Leia mais

Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault

Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault Formação de Professores: um diálogo com Rousseau e Foucault Eixo temático 2: Formação de Professores e Cultura Digital Vicentina Oliveira Santos Lima 1 A grande importância do pensamento de Rousseau na

Leia mais

GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS DO GEPHE - GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM CAMPINA GRANDE PARAIBA

GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS DO GEPHE - GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM CAMPINA GRANDE PARAIBA GERENCIAMENTO ELETRÔNICO DE DOCUMENTOS DO GEPHE - GRUPO DE ESTUDOS E PESQUISAS EM HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO EM CAMPINA GRANDE PARAIBA Autora: Regina Coelli Gomes Nascimento - Professora do curso de História

Leia mais

O IMPÉRIO E AS PRIMEIRAS TENTATIVAS DE ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO NACIONAL - (1822-1889) Maria Isabel Moura Nascimento

O IMPÉRIO E AS PRIMEIRAS TENTATIVAS DE ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO NACIONAL - (1822-1889) Maria Isabel Moura Nascimento O IMPÉRIO E AS PRIMEIRAS TENTATIVAS DE ORGANIZAÇÃO DA EDUCAÇÃO NACIONAL - (1822-1889) Maria Isabel Moura Nascimento Publicado em Navegando na História da Educação Brasileira: http://www.histedbr.fae.unicamp.br/navegando/index.html

Leia mais

Estágio Supervisionado: Pesquisa e Mobilização de Saberes na Construção da Identidade Docente

Estágio Supervisionado: Pesquisa e Mobilização de Saberes na Construção da Identidade Docente Estágio Supervisionado: Pesquisa e Mobilização de Saberes na Construção da Identidade Docente CARVALHO, Ademar de Lima 1 RESSUMO O presente texto tem por objetivo apresentar uma reflexão sobre o Estágio

Leia mais

OS SIGNIFICADOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA ATRIBUÍDOS PELOS EGRESSOS DO CURSO PEDAGOGIA DA TERRA EM SUAS PRÁTICAS DOCENTES

OS SIGNIFICADOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA ATRIBUÍDOS PELOS EGRESSOS DO CURSO PEDAGOGIA DA TERRA EM SUAS PRÁTICAS DOCENTES OS SIGNIFICADOS DA FORMAÇÃO ACADÊMICA ATRIBUÍDOS PELOS EGRESSOS DO CURSO PEDAGOGIA DA TERRA EM SUAS PRÁTICAS DOCENTES Luciana Borges Junqueira Mestranda Educação - UFSJ Écio Portes - Orientador RESUMO

Leia mais

UMA RESPOSTA ESTRATÉGICA AOS

UMA RESPOSTA ESTRATÉGICA AOS UMA RESPOSTA ESTRATÉGICA AOS DESAFIOS DO CAPITALISMO GLOBAL E DA DEMOCRACIA Luiz Carlos Bresser-Pereira A Reforma Gerencial ou Reforma à Gestão Pública de 95 atingiu basicamente os objetivos a que se propunha

Leia mais

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA.

O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. O SERVIÇO SOCIAL NA UNIVERSIDADE CASTELO BRANCO: ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO NA CONSTRUÇÃO DE UM PROJETO DE CIDADANIA. Profa. Elizabeth Rodrigues Felix 1 I- INTRODUÇÃO Com dezoito anos de existência, o

Leia mais

A POLÍTICA DE FORMAÇÃO DO GESTOR ESCOLAR NO BRASIL

A POLÍTICA DE FORMAÇÃO DO GESTOR ESCOLAR NO BRASIL Anais da Semana de Pedagogia da UEM ISSN Online: 2316-9435 XX Semana de Pedagogia da UEM VIII Encontro de Pesquisa em Educação / I Jornada Parfor A POLÍTICA DE FORMAÇÃO DO GESTOR ESCOLAR NO BRASIL LUPPI,

Leia mais

ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG.

ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG. ENTRE A LEI, OS COSTUMES E O DESENVOLVIMENTO: O PROJETO URBANÍSTICO DE 1970 EM MONTES CLAROS/MG. Michael Jhonattan Delchoff da Silva. Universidade Estadual de Montes Claros- Unimontes. maicomdelchoff@gmail.com

Leia mais

A DIDÁTICA NUMA ABORDAGEM FREIREANA Maria da Conceição Bizerra 196

A DIDÁTICA NUMA ABORDAGEM FREIREANA Maria da Conceição Bizerra 196 A DIDÁTICA NUMA ABORDAGEM FREIREANA Maria da Conceição Bizerra 196 Introdução O presente estudo tem por objetivo refletir sobre o ensino da didática, inspirado no pensamento de Paulo Freire, no contexto

Leia mais

O PEDAGOGO COMO ARTICULADOR POLÍTICO-PEDAGÓGICO DAS ÁREAS DO CONHECIMENTO

O PEDAGOGO COMO ARTICULADOR POLÍTICO-PEDAGÓGICO DAS ÁREAS DO CONHECIMENTO O PEDAGOGO COMO ARTICULADOR POLÍTICO-PEDAGÓGICO DAS ÁREAS DO CONHECIMENTO João Marcos V. Santos Universidade Estadual do Norte do Paraná UENP João.vitorino@hotmail.com Luiz A.Oliveira Universidade Estadual

Leia mais

A legislação e a Orientação Educacional

A legislação e a Orientação Educacional A legislação e a Orientação Educacional A legislação relacionada à educação no Brasil auxiliou o Orientador Educacional a fortalecer-se como profissional, muitas vezes embasado em pressupostos teóricos

Leia mais

A CONSTRUÇÃO HISTÓRICO CULTURAL DA DEFICIÊNCIA E AS DIFICULDADES ATUAIS NA PROMOÇÃO DA INCLUSÃO

A CONSTRUÇÃO HISTÓRICO CULTURAL DA DEFICIÊNCIA E AS DIFICULDADES ATUAIS NA PROMOÇÃO DA INCLUSÃO A CONSTRUÇÃO HISTÓRICO CULTURAL DA DEFICIÊNCIA E AS DIFICULDADES ATUAIS NA PROMOÇÃO DA INCLUSÃO (2009) Taís Evangelho Zavareze Psicóloga - CRP 12/07644 - Brasil. Especialista em Avaliação Psicológica.

Leia mais

GD5 História da matemática e Cultura. Palavras-chave: Ensino de Matemática. Escola Normal. Cultura Escolar.

GD5 História da matemática e Cultura. Palavras-chave: Ensino de Matemática. Escola Normal. Cultura Escolar. Curso de Formação de Professores Primários da Escola Normal de Caetité Ba no Período de 1925 a 1940: Análise das Transformações Curriculares do Ensino de Matemática. Márcio Oliveira D Esquivel 1 GD5 História

Leia mais

PEDAGOGO QUESTÕES DE PROVAS DE CONCURSOS PÚBLICOS DO MAGISTÉRIO

PEDAGOGO QUESTÕES DE PROVAS DE CONCURSOS PÚBLICOS DO MAGISTÉRIO PEDAGOGO 01. Um pedagogo que tem como pressuposto, em sua prática pedagógica, a concepção de que o aluno é o centro do processo e que cabe ao professor se esforçar para despertar-lhe a atenção e a curiosidade,

Leia mais

A PRESENÇA NEGRA NO PARÁ: RESENHA DE UM

A PRESENÇA NEGRA NO PARÁ: RESENHA DE UM R E S E N H A A PRESENÇA NEGRA NO PARÁ: RESENHA DE UM TRABALHO PIONEIRO SALLES, VICENTE. O NEGRO NO PARÁ. SOB O REGIME DA ESCRAVIDÃO. 3ª EDIÇÃO. BELÉM: INSTITUTO DE ARTES DO PARÁ, 2005. JOSÉ MAIA BEZERRA

Leia mais

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CIDADANIA ELEMENTOS COMPLEMENTARES NO COTIDIANO ESCOLAR

EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CIDADANIA ELEMENTOS COMPLEMENTARES NO COTIDIANO ESCOLAR EDUCAÇÃO AMBIENTAL E CIDADANIA ELEMENTOS COMPLEMENTARES NO COTIDIANO ESCOLAR LUZ, Janes Socorro da 1, MENDONÇA, Gustavo Henrique 2, SEABRA, Aline 3, SOUZA, Bruno Augusto de. 4 Palavras-chave: Educação

Leia mais

HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO

HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO Cumprimentos Sobre a importância do tempo Desejos HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO Introdução História reconstituição do passado, por meio de fatos relevantes, ordenados cronologicamente. A história

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS JAGUARÃO CURSO DE PEDAGOGIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS JAGUARÃO CURSO DE PEDAGOGIA PLANO DE ENSINO 2011-1 DISCIPLINA: Estudos filosóficos em educação I - JP0003 PROFESSOR: Dr. Lúcio Jorge Hammes I DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Carga Horária Teórica: 60 (4 créditos) II EMENTA Aborda os pressupostos

Leia mais

A RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS NO ENSINO DA MATEMÁTICA: ANÁLISE DA COMPREENSÃO DO CONCEITO DE M.D.C. (MÁXIMO DIVISOR COMUM)

A RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS NO ENSINO DA MATEMÁTICA: ANÁLISE DA COMPREENSÃO DO CONCEITO DE M.D.C. (MÁXIMO DIVISOR COMUM) A RESOLUÇÃO DE PROBLEMAS NO ENSINO DA MATEMÁTICA: ANÁLISE DA COMPREENSÃO DO CONCEITO DE M.D.C. (MÁXIMO DIVISOR COMUM) Angelo Pedrote Caon 1 Tânia da Silveira Cardona 2 Resumo 1 UFJF/Instituto de Ciências

Leia mais

O COLÉGIO ESTADUAL PRESIDENTE VARGAS DE DOURADOS E O SEU LABORATÓRIO

O COLÉGIO ESTADUAL PRESIDENTE VARGAS DE DOURADOS E O SEU LABORATÓRIO O COLÉGIO ESTADUAL PRESIDENTE VARGAS DE DOURADOS E O SEU LABORATÓRIO (1958-1971) Inês Velter Marques Mestranda em Educação /Linha História, Memória e Sociedade/Universidade Federal da Grande Dourados (UFGD)/Programa

Leia mais

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Maria do Socorro Pimentel da Silva 1 Leandro Mendes Rocha 2 No Brasil, assim como em outros países das Américas, as minorias étnicas viveram

Leia mais

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo

Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Educação ambiental crítica e a formação de professores de pedagogia em uma faculdade municipal no interior do estado de São Paulo Eliane Aparecida Toledo Pinto Docente da Faculdade Municipal de Filosofia,

Leia mais

MONITORIA SEMIPRESENCIAL NA MODALIDADE REMUNERADA PEDAGOGIA

MONITORIA SEMIPRESENCIAL NA MODALIDADE REMUNERADA PEDAGOGIA ANEXO II - EDITAL Nº. 16/2011 PERÍODO: 2012/01 INSTITUTO DE CIÊNCIAS HUMANAS, LETRAS E ARTES - ICHLA MONITORIA SEMIPRESENCIAL NA MODALIDADE REMUNERADA PEDAGOGIA VAGAS DIA CARGA História da Educação 01

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL

A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL A IMPORTÂNCIA DAS ATIVIDADES LÚDICAS NO PPROCESSO DE Resumo ALFABETIZAÇÃO NOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL NICOLITTO, Mayara Cristina UEPG maycris_nic@hotmail.com CAMPOS, Graziela Vaneza de UEPG

Leia mais

CONTRIBUIÇÕES DO GT CAPOEIRA E EDUCAÇÃO

CONTRIBUIÇÕES DO GT CAPOEIRA E EDUCAÇÃO CONTRIBUIÇÕES DO GT CAPOEIRA E EDUCAÇÃO Este documento apresenta os resultados dos debates desenvolvidos pelo Grupo de Trabalho Capoeira e Educação, do 1º Encontro Regional do Programa Nacional de Salvaguarda

Leia mais

LEITURA E ESCRITA: ALIMENTAÇÃO E PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE

LEITURA E ESCRITA: ALIMENTAÇÃO E PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE LEITURA E ESCRITA: ALIMENTAÇÃO E PRESERVAÇÃO DO MEIO AMBIENTE Renata Angélica dos SANTOS, Cristiana Alves da SILVA, Maria Marta L. FLORES, Dulcéria TARTUCI, Ângela Aparecida DIAS, Departamento de Educação,

Leia mais

DOCÊNCIA NO ENSINO SUPERIOR: DILEMAS E PERSPECTIVAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MÚSICA

DOCÊNCIA NO ENSINO SUPERIOR: DILEMAS E PERSPECTIVAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MÚSICA DOCÊNCIA NO ENSINO SUPERIOR: DILEMAS E PERSPECTIVAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES DE MÚSICA Everson Ferreira Fernandes Universidade Federal do Rio Grande do Norte eversonff@gmail.com Gislene de Araújo Alves

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 FORMAÇÃO DE PROFESSORES QUE ENSINAM MATEMÁTICA: UM ESTUDO SOBRE O CURRÍCULO NA FORMAÇÃO EM LICENCIATURA EM MATEMÁTICA NO ESTADO DO MARANHÃO Mauro Guterres Barbosa Universidade Estadual do Maranhão - UEMA

Leia mais

CONTOS DA MATA VISÕES DE VIDA: UM DESAFIO FRENTE À CULTURA INDÍGENA RESUMO

CONTOS DA MATA VISÕES DE VIDA: UM DESAFIO FRENTE À CULTURA INDÍGENA RESUMO CONTOS DA MATA VISÕES DE VIDA: UM DESAFIO FRENTE À CULTURA INDÍGENA RESUMO OLIVEIRA, Luiz Antonio Coordenador/Orientador ARAÚJO, Roberta Negrão de Orientadora O artigo tem como objetivo apresentar o Projeto

Leia mais

Palavras-chave: Didática; Estágio; Formação; Teoria; Prática.

Palavras-chave: Didática; Estágio; Formação; Teoria; Prática. ESTÁGIO E DIDÁTICA: DESAFIOS E PERSPECTIVAS Maria do Socorro Sousa e Silva Universidade Estadual Vale do Acaraú UVA Resumo O presente artigo objetiva registrar e refletir sobre a disciplina de Estágio

Leia mais

SUJEITO COLETIVO NO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO DO CAMPO TURMA DOM JOSÉ MAURO

SUJEITO COLETIVO NO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO DO CAMPO TURMA DOM JOSÉ MAURO SUJEITO COLETIVO NO CURSO DE LICENCIATURA EM EDUCAÇÃO DO CAMPO TURMA DOM JOSÉ MAURO VIANA, Valdecir Lopes Universidade Federal de Minas Gerais Valdecir_viana@yahoo.com.br RESUMO Este texto integra as reflexões

Leia mais

CURSO DE MAGISTÉRIO E CURSO DE PEDAGOGIA: SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO DA PROFESSORA ALFABETIZADORA

CURSO DE MAGISTÉRIO E CURSO DE PEDAGOGIA: SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO DA PROFESSORA ALFABETIZADORA CURSO DE MAGISTÉRIO E CURSO DE PEDAGOGIA: SUAS CONTRIBUIÇÕES PARA A FORMAÇÃO DA PROFESSORA ALFABETIZADORA Zoraia Aguiar Bittencourt Resumo Este artigo apresenta os resultados de uma pesquisa realizada

Leia mais

A EXPANSÃO DA ESCOLA PRIMÁRIA NO PIAUÍ (1930-1950): MENSAGENS GOVERNAMENTAIS E RELATÓRIOS DA EDUCAÇÃO

A EXPANSÃO DA ESCOLA PRIMÁRIA NO PIAUÍ (1930-1950): MENSAGENS GOVERNAMENTAIS E RELATÓRIOS DA EDUCAÇÃO A EXPANSÃO DA ESCOLA PRIMÁRIA NO PIAUÍ (1930-1950): MENSAGENS GOVERNAMENTAIS E RELATÓRIOS DA EDUCAÇÃO Camila Oliveira Neves¹- Universidade Federal do Piauí (UFPI) camilapeixes@hotmail.com Maria do Amparo

Leia mais

O ENSINO DA ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL

O ENSINO DA ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL O ENSINO DA ADMINISTRAÇÃO NO BRASIL Historicamente, o ensino da administração no Brasil passou por dois momentos marcados pelos currículos mínimos aprovados em 1966 e 1993, culminando com a apresentação

Leia mais

CRIANÇAS E ADOLESCENTES: DIREITOS E GARANTIAS, ESTADO, CIDADANIA E POLÍTICAS SOCIAS NO ÂMBITO BRASILEIRO.

CRIANÇAS E ADOLESCENTES: DIREITOS E GARANTIAS, ESTADO, CIDADANIA E POLÍTICAS SOCIAS NO ÂMBITO BRASILEIRO. CRIANÇAS E ADOLESCENTES: DIREITOS E GARANTIAS, ESTADO, CIDADANIA E POLÍTICAS SOCIAS NO ÂMBITO BRASILEIRO. SHEILA AGDA RIBEIRO DA SILVA (Autora-Mestranda) Profª Drª ROSELI ESQUERDO LOPES (Orientadora-Docente)

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Direito agrário: função social da propriedade; sua evolução e história Paula Baptista Oberto A Emenda Constitucional Nº. 10 de 10/11/64 foi o grande marco desta recente ciência jurídica

Leia mais

REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA

REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU MESTRADO EM CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO SILMARA SILVEIRA ANDRADE REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DE LÍNGUA ESTRANGEIRA Assunção, Paraguay Março 2015 REFLEXÕES ACERCA DO ENSINO DE LÍNGUA

Leia mais

Portfólio Easy to Learn SERVIÇO SOCIAL

Portfólio Easy to Learn SERVIÇO SOCIAL Portfólio Easy to Learn SERVIÇO SOCIAL ÍNDICE Pensamento Social...2 Movimentos Sociais e Serviço Social...2 Fundamentos do Serviço Social I...2 Leitura e Interpretação de Textos...3 Metodologia Científica...3

Leia mais

PROJETO 1. IDENTIFICAÇÃO. da Inclusão e da Permanência Escolar de Crianças e Adolescentes com Necessidades Educativas Especiais.

PROJETO 1. IDENTIFICAÇÃO. da Inclusão e da Permanência Escolar de Crianças e Adolescentes com Necessidades Educativas Especiais. PROJETO 1. IDENTIFICAÇÃO Nome do projeto Nome da Instituição Proponente Construindo Pontes Garantia da Inclusão e da Permanência Escolar de Crianças e Adolescentes com Necessidades Educativas Especiais.

Leia mais

ENTUSIASMO PELA EDUCAÇÃO E O OTIMISMO PEDAGÓGICO. pesquisadores da educação, como também é considerado ponto de virada de

ENTUSIASMO PELA EDUCAÇÃO E O OTIMISMO PEDAGÓGICO. pesquisadores da educação, como também é considerado ponto de virada de ENTUSIASMO PELA EDUCAÇÃO E O OTIMISMO PEDAGÓGICO Irene Domenes Zapparoli - UEL/ PUC/SP/ehps zapparoli@onda.com.br INTRODUÇÃO Jorge Nagle com o livro Educação e Sociedade na Primeira República consagrou-se

Leia mais

BENEFÍCIOS DAS EMPRESAS EM IMPLANTAÇÃO DO MENOR APRENDIZ

BENEFÍCIOS DAS EMPRESAS EM IMPLANTAÇÃO DO MENOR APRENDIZ 1 BENEFÍCIOS DAS EMPRESAS EM IMPLANTAÇÃO DO MENOR APRENDIZ Ângela de Souza Brasil (Docente Esp. das Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS) Diego Leite (Discente do 4º ano de administração AEMS) Gean

Leia mais

Papel dos Bacharéis na formação do Estado nacional (slides) sobre texto de José Murilo de Carvalho

Papel dos Bacharéis na formação do Estado nacional (slides) sobre texto de José Murilo de Carvalho Papel dos Bacharéis na formação do Estado nacional (slides) sobre texto de José Murilo de Carvalho Diferença verificada na libertação das colônias espanhola e portuguesa. 1) Manutenção da unidade política

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO A DISTÂNCIA: FEITO PARA QUAL ALUNO? Simone Antaki Moussatché UNESA

CURSO DE GRADUAÇÃO A DISTÂNCIA: FEITO PARA QUAL ALUNO? Simone Antaki Moussatché UNESA CURSO DE GRADUAÇÃO A DISTÂNCIA: FEITO PARA QUAL ALUNO? Simone Antaki Moussatché UNESA Introdução Com o objetivo de que as universidades se tornem instituições-guia para a construção de cenários sociais

Leia mais

LIVROS PARA A ESCOLA NORMAL NO PARANÁ: MODELOS E PROJETOS SOCIAIS SE VIABILIZAM NA ESCOLA

LIVROS PARA A ESCOLA NORMAL NO PARANÁ: MODELOS E PROJETOS SOCIAIS SE VIABILIZAM NA ESCOLA LIVROS PARA A ESCOLA NORMAL NO PARANÁ: MODELOS E PROJETOS SOCIAIS SE VIABILIZAM NA ESCOLA Marlete dos Anjos Silva Schaffrath 13 Maria Elisabeth Blanck Miguel 14 Faculdade de Artes do Paraná Área: História

Leia mais

PROCEDIMENTOS PARA O ESTUDO DA DISCIPLINA DE GEOGRAFIA: CASO DA PROVÍNCIA DE SÃO PAULO SÉC. XIX.

PROCEDIMENTOS PARA O ESTUDO DA DISCIPLINA DE GEOGRAFIA: CASO DA PROVÍNCIA DE SÃO PAULO SÉC. XIX. PROCEDIMENTOS PARA O ESTUDO DA DISCIPLINA DE GEOGRAFIA: CASO DA PROVÍNCIA DE SÃO PAULO SÉC. XIX. Daniel Mendes Gomes Pontifícia Universidade Católica de São Paulo PEPG em Educação: História, Política,

Leia mais

discurso medalha JOÃO MAGABEIRA a MENEZES DIREITO A doutrina e os julgados que enfrentam nas estórias

discurso medalha JOÃO MAGABEIRA a MENEZES DIREITO A doutrina e os julgados que enfrentam nas estórias 1 discurso medalha JOÃO MAGABEIRA a MENEZES DIREITO (25.07.01) Senhoras, Senhores: A doutrina e os julgados que enfrentam nas estórias do dia-a-dia o desafio de construir o direito vivo, para que melhor

Leia mais

PONTO 1: ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA PONTO 4: ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA INDIRETA. 1. ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA Administração Direta e Indireta

PONTO 1: ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA PONTO 4: ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA INDIRETA. 1. ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA Administração Direta e Indireta 1 DIREITO ADMINISTRATIVO DIREITO ADMINISTRATIVO PONTO 1: ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA PONTO 4: ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA INDIRETA 1. ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA Administração Direta e Indireta O Estado, enquanto

Leia mais

A PARADIPLOMACIA: CONCEITO E INSERÇÃO DO PROFISSIONAL DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS

A PARADIPLOMACIA: CONCEITO E INSERÇÃO DO PROFISSIONAL DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS A PARADIPLOMACIA: CONCEITO E INSERÇÃO DO PROFISSIONAL DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS Ana Carolina Rosso de Oliveira Bacharel em Relações Internacionais pela Faculdades Anglo-Americano, Foz do Iguaçu/PR Resumo:

Leia mais

SABERES ADQUIRIDOS NO PIBID (PROGRAMA INSTUCIONAL DE BOLSA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA) PARA O SUCESSO PROFISSIONAL.

SABERES ADQUIRIDOS NO PIBID (PROGRAMA INSTUCIONAL DE BOLSA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA) PARA O SUCESSO PROFISSIONAL. SABERES ADQUIRIDOS NO PIBID (PROGRAMA INSTUCIONAL DE BOLSA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA) PARA O SUCESSO PROFISSIONAL. TayaraCrystina P. Benigno, UERN; tayara_bbg@hotmail.com Emerson Carlos da Silva, UERN; emersoncarlos90@hotmail.com

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Resolução n 36 / 2009 Aprova o Projeto Político-Pedagógico do Curso de Graduação em Línguas Estrangeiras

Leia mais

Ciclo de Audiências Públicas Comissão de Educação Senado Federal

Ciclo de Audiências Públicas Comissão de Educação Senado Federal Ciclo de Audiências Públicas Comissão de Educação Senado Federal Depoimento de Fredric M. Litto Presidente da ABED-Associação Brasileira de Educação a Distância Brasília, 5 de julho de 2007 ABED-Associação

Leia mais

UMA TRAJETÓRIA DEMOCRÁTICA: das habilitações à coordenação pedagógica

UMA TRAJETÓRIA DEMOCRÁTICA: das habilitações à coordenação pedagógica UMA TRAJETÓRIA DEMOCRÁTICA: das habilitações à coordenação pedagógica Shirleiscorrea@hotmail.com A escola, vista como uma instituição que historicamente sofreu mudanças é apresentada pelo teórico português

Leia mais