UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANA. Fernanda Hoshiguti Grandizoli. COLE<;:Ao DE ROUPAS FEMININAS: UMA INSPIRA<;Ao NA RAINHA FARAD HATCHEPSUT

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1 UNIVERSIDADE TUIUTI DO PARANA Fernanda Hoshiguti Grandizoli COLE<;:Ao DE ROUPAS FEMININAS: UMA INSPIRA<;Ao NA RAINHA FARAD HATCHEPSUT CURITIBA 2007

2 Fernanda Hoshiguti Grandizoli COLE9AO DE ROUPAS FEMININAS: UMA INSPIRA9AO NA RAINHA FARAO HATCHEPSUT Tee - Trabalho de Conclusao de Curso apresentado 80 Curso de Design, habilitac;ao em Design de Moda, da Faculdade de Ciemcias Exatas e de Tecnologia da Universidade Tuiuti do Parana, como requisite parcial para obtenc;:ao do grau de Designer de Moda. Orientador: Prof. Eunice Valente CURITIBA 2007

3 ~omestre na arte da vida faz pouca distinqao entre 0 seu trabalho e 0 seu lazer, entre a sua mente e 0 seu cor po, entre a sua educa9ao e a sua recrea9ao, entre seu amor e sua religiao. Ele difidlmente sabe distinguir um corpo do outro. Ele simplesmente persegue sua visao de excelencia em tudo que faz, deixando para os outros a decisao de saber se esta trabalhando ou se divertindo. Ele acha que esm sempre fazendo as duas coisas simultaneamente. " (Texto Zen-Budista)

4 Agradeqo primeiramenle a Deus, par eslar presenle em minha vida em lodos as momentos e de todas as formas; Agradeqo principa/mente e especialmente a meus pais, nao 56 por financiarem 0 curso, mas por loda base e educaqao. Por serem a ancora e 0 porto segura. Par aco/herem, conforiarem, ensinarem e darem sentido as palavras "amar", "va/ores", ''principios'', "familia", "uniao", "lea/dade", "fidelidade", "honestidade" e "carafer"; Agradeqo a Maria e a Fe, nad 56 por sempre me ajudarem, mas por serem as me/hares amigas que eu jamais poderia encontrar na faculdade; AgradeqD a Prof. Eunice Valente, nad 56 por ser minha orientadara, mas por me guiar pelo melhor eaminho; Agradeqo a Tia Le, nao 56 por desenvofver minha textura, mas tambem por estar sempre por perla quando precise;; Agradeqo a Rafa Melo, nao s6 par ser minha modelo, mas sim pela boa vonlade e principa/mente pelo carinho e consideraqao; Agradeqo tambem a Maria Tereza, pela confecqao das roupas, Us Catenaci, pelas fotos, Priscilla Passos, pela maquiagem, Bel e Flavia, par terem vestido as roupas no dia da banea, Prof. Seheila Camargo, pelas dieas de projelo e Prof. Femanda Maroehi, pela ajuda com a produqao de folos. Finalmente agradeqo a todas as outras pessoas que de alguma forma contribuiram para este projeto, independente da maneira com que me ajudaram. Deixo aqui a meu muito obrigada!

5 RESUMO o Egito surge como a primeira grande civilizagao existente e conseguiu durar par muitos seculos no deserto do Saara, quase como urn milagre proporcionado pelo solo fertil do Rio Nilo. Dentro deste pais cheia de tradi9ao e gl6rias, existiu apenas uma mulher que conseguiu 0 titulo supremo de fara6. Ela foi a rainha Hatchepsut, que usurpou 0 cargo de seu enteado, titulando-se filha dos deuses. Tendo a rainha fara6 como tema central, a presente trabalho pretende criar uma coleg8o de roupas femininas inspiradas em sua vida, unindo sua feminilidade com seu papel masculino de fara6. Como fontes, estao a pesquisa bibliografica e a pesquisa de campo e como procedimentos necessarios para 0 desenvolvimento do projeto utiliza-se: defini9ao do publico-alvo, conceito, cartela de cores e materia is, gera9ao e sele9ao de alternativas. Estas eta pas sao relevantes a cria9210 e constru921o de modelos que expressam 0 conceito estabelecido, representando 0 poder e a for9a de Hatchepsut, unindo sua feminilidade junto a sua inquestionavel fun9810 masculina. Palavras-Chave: Hatchepsut; Vestuario Feminino; Design de Moda.

6 ABSTRACT Egypt appeared as the first big civilization and lasted for many centuries in Sahara Desert, almost as a miracle proportioned by the Nile River. In this country full of tradition and glories, just one woman acquired the title of pharaoh. She was queen Hatshepsut, which to get the throne crowned as pharaoh, had to take the place of her stepson and proclaimed herself daughter of gods. Having queen pharaoh as the main theme of this project, the present work intends to create a fashion collection of feminine clothes inspired on Queen Hatshepsut, joining her feminine side with her role as masculine pharaoh. Research on books and field research are used as resources. The definition of a target public, concept, color and materials boards, drawing samples are other procedures that will develop the project. These stages are relevant to create and sew the clothes that express the concept, representing Hatshepsut's power and strength, uniting her femininity with her masculine role. Key Words: Hatshepsut; Feminine Clothing; Fashion Design.

7 L1STA DE FIGURAS FIGURA 1 - LOCALlZA<;Ao DO EGITO.. FIGURA 2 -INUNDA<;AO DO RIO NILO... ~ ~ 2. 3 FIGURA 3 - AGRICULTOR EGiPCIO TRABALHANDO.4 FIGURA 4 - EMBARCA<;AO EGiPCIA 5 FIGURA 5 - PIRAMIDE SOCIAL DO EGITO 6 FIGURA 6 - PIRAMIDE DE GIZE 8 FIGURA 7 - EXERCITO DOS HICSOS 9 FIGURA 8 - RITUAL DE MUMIFICA<;AO 10 FIGURA 9 - TUMBA DE TUTANKAMON 11 FIGURA 10 - KALASIRIS SEM MANGA 15 FIGURA 11 - VESTUARIO FEMININO EGiPCIO 16 FIGURA 12 - MOLDE DE KALASIRIS COM MANGA ~..~ 17 FIGURA 13 - MOLDE DE CAPAS 17 FIGURA 14 - TRAJE FEMININO EGiPCIO 18 FIGURA 15 - CASAL EGiPCIO 18 FIGURA 16 - COROAS DOS FARAOS 19 FIGURA 17 - JOIAS EGiPCIAS ~ 20 FIGURA 18 - COLAR EGiPCIO ~..~ 20 FIGURA 19 - PENTEADOS EGiPCIOS 21 FIGURA 20 - HATCHEPSUT 22 FIGURA 21 - HATCHEPSUT COMO FARAO 25 FIGURA 22 - ESTATUA DE HATCHEPSUT 26

8 FIGURA 23 - TEMPLO DE HATCHEPSUT 27 FIGURA 24 - TEMPLO DE DEIR-EL-BAHARI FIGURA 25 - ESCULTURA DE HATCHEPSUT 28 FIGURA 26 - MUMIA DA RAINHA HATCHEPSUT 29 FIGURA 27 - ZAHI HAWASS DESCOBRE A MUMIA 30 FIGURA 28 - ANALISE DA MUMIA EM TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA 31 FIGURA 29 - CHANEL 36 FIGURA 30 - COLE<;AO PRIMAVERANERAo 2005 DE JOAO PIMENTA 50 FIGURA 31 - COLE<;AO DE JOAO PIMENTA PARA CASA DOS CRIADORES 50 FIGURA 32 - FABIA BERCSEK COLE<;AO PRIMAVERA VERAo FIGURA 33 - COLE<;AO FABIA BERCSEK PARA SPFW 51 FIGURA 34 - COLE<;Ao CHRISTIAN DIOR PRIMAVERA VERAo FIGURA 35 - JOHN GALLIANO PARA CHRISTIAN DIOR 52 FIGURA 36 - DESFILE MARC JACOBS INVERNO 2007/08 53 FIGURA 37 - DESFILE KAREN WALKER INVERNO 2007/ FIGURA 38 - DESFILE ALEXANDRE HERCHCOVITCH VERAo FIGURA 39 - BORDADO LOOK CONCEITUAL 59 FIGURA 40 - CAIXA USADA COMO IDEIA BASE 59 FIGURA 41 - PASSO 1: CORTAR PAPEL 60 FIGURA 42 - PASSO 2: AMASSAR PAPEL 60 FIGURA 43 - PASSO 3: COLAR PAPEL NO TECIDO 60 FIGURA 44 - PAINEL DA AMBIENCIA FIGURA 45 - GERA<;AO DE ALTERNATIVAS 1 A 4 63 FIGURA 46 _ GERA<;Ao DE ALTERNATIVAS 5 A 8 64

9 FIGURA 47 - GERA<;AO DE ALTERNATIVAS 9 A FIGURA 48 - GERA<;AO DE ALTERNATIVAS 13 A FIGURA 49-GERA<;Ao DE ALTERNATIVAS 17 A FIGURA 50 - GERA<;AO DE ALTERNATIVAS 21 A FIGURA 51 - GERA<;Ao DE ALTERNATIVAS 25 A FIGURA 52 - GERA<;AO DE ALTERNATIVAS 29 A FIGURA 53 - GERA<;Ao DE ALTERNATIVAS 33 A FIGURA 54 - GERA<;Ao DE ALTERNATIVAS 37 A FIGURA 55 - GERA<;AO DE ALTERNATIVAS 41 A FIGURA 56 - GERA<;AO DE ALTERNATIVAS 45 A 48 74

10 LlSTA DE GRAFICOS GRAFICO 1 - IDADE... GRAFICO 2 - GRAU DE INSTRU<;:AO GRAFICO 3 - FREQUENCIA QUE VIAJA GRAFICO 4 - SEGUE TENDENCIAS DE MODA GRAFICO 5 - ASSISTE PROGRAMAS OU DES FILES DE MODA GRAFICO 6 - LE REVISTAS DE MODA GRAFICO 7 - QUE PE<;:A DE ROUPA MAIS COMPRA GRAFICO 8 - QUANTO GASTA POR MES COM COMPRAS.. GRAFICO 9 - PREFERENCIA DE AVIAMENTOS GRAFICO 10 - PREFERENCIA DE CORES PARA ROUPAS..44 GRAFICO 11 - GOSTA DA TENDENCIA DE PE<;:AS INSPIRADAS NO VESTUARIO MASCULlNO GRAFICO 12-0 QUE REPRESENTA 0 PODER FEMININO NAS ROUPAS.45 GRAFICO 13-0 QUE MAIS GOSTA NO VESTUARIO MASCULlNO..46 GRAFICO 14 - USARIA ROUPAS INSPIRADAS NO VESTUARIO MASCULINO..46 GRAFICO 15-0 QUE ACHOU DAS PE<;:AS CONFECCIONADAS.47 GRAFICO 16 - USARIA ROUPAS CONFECCIONADAS.47 GRAFICO 17-0 QUE MUDARIA NAS ROUPAS..48 GRAFICO 18 - COMPRARIA AS ROUPAS CONFECCIONADAS..48

11 SUMARIO 1. INTRODUr;:AO 1 2. REVISAO BIBLIOGRAFICA EGITO Cronologia Egito VESTUARIO EGiPCIO RAINHA HATCHEPSUT DESCOBERTA DA MUMIA DE HATCHEPSUT DESIGN DESIGN DE MODA MATERIAlS E METODOS DE PESQUISA FUN<;OES PRATICA. ESTETICA E SIMBOLICA PUBLICO-ALVO PESQUISA DE CAMPO FEITA COM PUBLICO ALVO CONTEXTO SOCIAL, ECONOMICO E CULTURAL DO PUBLICO-ALVO PRODUTOS SIMILARES MATERIAlS E TECNICAS UTILIZADAS NO DESENVOLVIMENTO DO TRABALHO Oescrig<3odos Materials Utilizados no Desenvolvimento do Trabalho Descriyao das Tecnicas Utilizadas no Desenvolvimento do Trabalho., CONCEITO DESCRIC;;AO DA AMBIENCIA AMBIENCIA GERAr;:AO DE ALTERNATIVAS CARTELA DE CORES Descri9ao da Cartela de Cores CARTELA DE MATERIAlS CARTELA DE AVIAMENTOS ANALISE ERGONOMICA RESULTADOS CRITERIOS PARA SELE<;AO DE ALTERNATIVAS SELE<;AO DE ALTERNATIVAS FICHA TECNICA FOTOS DISCUSSAO CONCLUSAO E RECOMENDAr;:OES REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS APENDICE.. 108

12 1.INTRODUCAo o Egito surge como a primeira grande civiliza9ao existente e conseguiu durar par muitos seculos no deserto do Saara, quase como urn milagre proporcionado pelo solo fertil do Rio Nilo, 0 rio da vida. Denlro deste pais cheia de tradiyc30 e gl6rias, existiu apenas uma mulher que conseguiu 0 titulo supremo de fara6. Ela foi a rainha Hatchepsut, que para subir ao trona coroada como fara6, usurpou a lugar de seu enteado, predestinado ao cargo, titulando-se filha dos deuses. Em seu nascimento divino, Amon, 0 grande deus do Egito, unira-se a sua mae para gera-ia e com esle argumento Hatchepsut governa seu pais per mais de vinle anos. Obteve muito exilo durante todo 0 seu reinado e par issa ainda hoje, Ires mil e quinhentos anos apos sua morte, inspira ousadia, coragem e poder. Tendo a rainha farad como tema geral do projeto, estabelece-se a objetivo de criar uma coleyao de roupas femininas inspiradas na vida de Hatchepsut, unindo sua feminilidade com sua funyao masculina de farao, buscando para isto a utilizac;ao de materiais diferenciados, como a textura feita a partir do papel de sed a reciclado de fibra de sisal e 0 tecido de algodao que contem 35% de fibra de bambu em sua composiyao. A partir da pesquisa feita sobre 0 tema, a metodologia utilizada foi a utilizac;ao de eta pas que complementariam 0 projeto ate chegar efetivamente na gerayao e selec;ao de alternativas que transmitem 0 conceita. Entre estas eta pas, estao: definic;ao do publico-alva, pesquisa de produtos simi lares, conceito e ambiemcia, definiyao de cartela de cores e materiais, fichas tecnicas dos looks selecionados e analise ergonomica. Estas eta pas serao apresentadas a seguir.

13 2. REVISAO BIBLIOGRAFICA 2.1 EGITO o Egito toi a primeira das grandes civiliza90es existentes e perdurou durante mais tempo do que qualquer Dutra. Sobreviveu par muitos seculos, de a.c. ate aproximadamente 30 a.c. as primeiros egipcios eram n6mades e viviam em busca de alimento e agua. Par volta de a. C eles ja se encontravam instalados em vilas as margens do rio Nilo, criando urn sistema de vida adaptado ao seu meio ambiente. o Nile resulta da uniao do Nilc Branco com 0 Nilo Azul. Sem ele, 0 Egito seria apenas uma extensao do deserto do Saara, pois quase nad chove na regiao e 0 rio proporciona uma lon9a faixa de solo fertil ideal para plantayoes, cobrindo cerca de 34 mil quil6metros quadrados. FIGURA 1 - LOCALlZA<;Ao DO EGITO Fonte: ALDRED, Cyril. Os Egipcios. Lisboa: Verba, (Historia Mundial v. 2) p. 8

14 Segundo Aldred (1996), urna vez par ana, as neves e as fortes chuvas das montanhas da Etiopia provocavam uma forte torrente de agua e lama que chegava ate 0 Nilo, fazendo com que ele transbordasse. A terra ficava inundada ate 0 Mar Mediterraneo e a este fenomeno se dava 0 nome de inunda9ao. Quando a agua baixava, deixava a terra coberta par uma nova camada de solo negro (lama), servindo de solo rico, quente e umido. Eventualmente as cheias nao ocorriam e havia enta~ fome no pais. Desde que a represa Assua foi terminada, em 1968, 0 rio nad tern mais enchentes. A inunda.;:ao lksc"o 0,1""",1 Fevereiro e maft;o Agosto e setembro FIGURA 2 -INUNDA<;:Ao DO RIO NILO. Fonte: ALDRED, Cyril. Os Egipcios. Usboa: Verbo, p. 9. As margens submersas resultavam em alimento e agua para 0 pavo egipcio. 0 sisal era usado para a confecc;ao de esteiras e cestos. Os peixes eram apanhados em redes au com anzois e linhas, servindo de alimentos preciosos. Os pescadores trabalhavam em grupas e os nob res pescavam apenas por esporte. Passarinheiros escondiam as redes entre os canaviais, atraindo os passaros com iscas. As plantayoes eram semeadas logo depois das cheias. Os agricultores usavam bois para puxar seus arados de madeira e plantavam graos, lentilhas,

15 feijao e hortalic;:as na lama umida do rio, que atuava como fertilizante natural e era essencial na fabricac;:ao de tijolos para as construc;:6es. Eles fabricavam e consertavam suas ferramentas agricolas, que eram simples e feitas de madeira. Os egipcios das aldeias colhiam plantas silvestres para alimentar a gada, fiavam la e cultivavam linho para fazer tecido. Os camponeses cavavam canais de irrigac;:ao para espalhar a agua das enchentes e garantir a abastecimento quando a inundac;:ao terminasse. FIGURA 3 - AGRICUL TOR EGlpCIO TRABALHANDO Fonte: MACDONALD, Fiona. Egipcios Anligos. Sao Paulo: Moderna, (Colet;aO Desafios) P.30 "As mulheres usavam as aguas do "rio da vida~, assim chamado, lavar as roupas. Elas cozinhavam, limpavam e cuidavam das para criant;:as, usando os quintais das casas para moer milho, secar peixes, depenar aves e fazer alimentos. 0 pao e a cerveja eram os alimentos basicos da populat;:ao egipcia. 0 pao egipcio era feito de um trigo selvagem, que era amassado entre duas pedras e misturado com agua. Cultivavam varias frutas e verduras, faziam queijo, bebiam leite, vinho, usavam 0 mel para adot;:ar e criavam gados. carneiros e cabras. ~ (FIONA MACDONALD. 1996) o meio utilizado para viajar e transportar cargas pesadas era as embarcac;:6es. Os barcos eram dirigidos par meio de remos especiais a proa. Os tamanhos das embarcac;:6es iam desde os pequenos barcos ate os grandes mercantes e os barcos de guerra. As barcac;:as fabricadas para a uso dos nobres eram coloridas e enfeitadas com ouro.

16 FIGURA 4 - EMBARCA<;Ao EGlpCIA Fonte: MACDONALD, Fiona. Egfpcios Antigos. sao Paulo: Moderna, (Coleyao Desafios) p.29 As cidades eram 0 centro de governo e de comercio. 0 pais era dividido em quarenta e dais distritos, denominados nomos. Cada noma tinha a sua cidade principal e muitas delas representavam a morada de urn deus. Como 0 espac;o era pequeno, as casas eram altas, estreitas e juntas. As mais pobres eram feitas de junco, madeira e barra, com apenas uma divisao. As autras eram feitas de tijolos de barra, com as colunas e as telhados de madeira. Seu interior era rico e bern decorado, possuindo camas, mesas, cadeiras, bancos e armarias de madeira. Algumas mobilias eram revestidas de auro e pedras semi-preciosas. Conforme 0 livro de Macdonald (1996). os palacios construidos de tijolos de barre eram grandes e podiam ter dais au tres andares. Possuiam lavatorios, grandes sal6es, salas, quartos exciusivds, escritorios e alojamentos. Nele moravam tantas pessoas que se assemelhava a uma vila. o comercio no Egito se dava a base de intercambio, pais nad existia dinheiro naquela epoca. Como a troca par mercadorias de mesma valor era dificil, eram utilizados pesos de cobre chamados deben. Havia mercadores individuais, mas a missoes importantes a Qutros paises eram feitas pelo rei. Os mercadores

17 egipcios compravam cobre, incenso, pedras semi-preciosas e madeiras, enquanto exportavam trigo, lentilha, papiro e linho. A sociedade egipcia se organizava na forma de piramide. Ao tapa ficava 0 farad e logo em seguida vinham os nobres e as altos sacerdotes. Abaixo estavam os demais sacerdotes, as comandantes do exercito e outros oficiais. Na proxima camada vinham as artesaos e a base era composta par trabalhadores e camponeses, ficando as escravos em ultimo plano. FIGURA 5 - PlAAMIDE SOCIAL DO EGITO Fonte:MACDONALD, Fiona. cgipcios Antigos. Sao Paulo: Moderna, (Cole~ao Oesafios) p.14 Ah m de rei supremo, a farad simbolizava urn deus vivo e por isso era respeitado, tern ida e idolatrado. Junto aos deveres religiosos, a farad era responsavel pelo govern a e devia manter a lei. cuidar dos templos e comandar a exercito. Tambem tinha que conquistar a apoio dos nobres e altos sacerdotes, fazer tratados de paz com reis de outras terras, proteger seu pavo contra as

18 inimigos e defender as fronteiras do reino. Por ser um pais muito extenso e sem muitas estradas, 0 Egito era dificil de ser governado. Para isso os faraos nomeavam governadores para administrar as provincias e recrutaram inumeros escribas, que recebiam e enviavam mensagens reais e faziam relatorios detalhados sobre 0 governo, as leis e os impostos. Estas mensagens eram feitas em papiro e a tinta era feita de fuligem. Os egipcios foram um des primeiros peves a inventar a escrita, feita atraves de hieroglifos. Os rolos de papiro sobreviveram par muito tempo, dando uma ideia do modo de vida deste povo e os seus conhecimentos. Esta cultura tambem ficou exemplificada pelo artesanato desenvolvido na epoca. Os artesaos trabalhavam para 0 rei, para os templos ou para os nobres. Eram muito habilidosos e utilizavam como ferramentas 0 cobre, 0 bronze, as pedras, 0 marfim, 0 metal e 0 couro. Os pintores e os escultares seguiam regras muito rigid as, pais tinham que desenhar seguindo proparyoes. As pessoas eram representadas em certas poses, passando a ideia de que eram jovens, fortes e elegantes. Os trabalhadores faziam parte da maior camada social, construindo casas, palacios, cuidando das piantac;oes, dos canais de irrigac;aoe serviam 0 fara6 e os nobres, sempre contribuindo atraves de impostos. Tambem construiram piramides e templos, recebendo em troca comida e moradia. Existem cerca de trinta piramides no Egito e cada uma demorou cerca de vinte anos para ser construida, utilizando aproximadamente quatro mil homens. Eram feitas de blocos de pedra, sem ferramentas de ferro, sem maquinas ou guindastes." (SILIOTTI,1994)

19 FIGURA 6 - PIRAMIDE DE GIZE Fonte: SILIOTTI. Alberto. Egypt. Londres: Thames and Hudson, Os templos eram feitos de areia e bloeds de pedra, que formavam as paredes e col un as. Eram construidos como se fassem palacios, pois as egipcios consideravam as templos locais sagrados por Gonta dos deuses. Varias sacerdotes, bailarinas e cantores serviam estas divindades e Amom era considerado 0 rnais poderoso. Alguns deuses tinham a forma human a e Quiros possuiam cabe9a de animais. Os egipcios acreditavam que as deuses governavam 0 mundo e que era dever das pessoas viver de acordo com as desejos divinos. As estatuas dos de uses ficavam em alta res, localizadas denlro de santuarios, ande se faziam oferendas de comida, roupas e incenso. As pessoas comuns nao podiam freqgentar os templos. Alguns trabalhadores eram recrutados para 0 exercito e tinham a func;;ao de manter afastados os nomades e proteger as expedic;;6es mineiras e comerciais. No Medio Imperio as tropas egipcias ocuparam a Nubia para conseguir ouro, ebano, marfim, peles de leopardo e recrutas negros. Durante 0 Novo Imperio, atacaram as civilizac;;6es da Siria e da Palestina. Por volta de 1640 a. C. 0 Egito foi invadido

20 por estrangeiros chamados hicsos, que permaneceram por cem anos. Par tim 0 povo derrotou e expulsou os hicsos, retomando 0 poder do pais. Os soldados egipcios lutavam com arcos, f1echas, lanlfas e machados, a principia a pe. Os hicsos trouxeram os cavalos e as carros de combate, que foram introduzidos no Egito junto a espadas e armaduras. FIGURA 7 - EXERCITO DOS HICSOS Fonte: SILIOTTI, Alberto. Egypt. Londres: Thames and Hudson p. 53 Muitos soldados morreram durante essas batalhas, deixando para tras a vida terrena. Porem os egipcios acreditavam ter de passar par testes para demonstrarem que tinham levado uma boa vida e assim alcanlfar a vida ap6s a morte, sendo esta confortavel e livre de todos os problemas. Para isso as coisas boas eram retratadas nos tumulos atraves de pinturas e junto eram enterrados comida, bebidas e objetos de usa pessoal. Chegando ao reino de Osiris, 0 deus da marte, tinham de enfrentar urn julgamento, onde 0 corac;ao do morto era pesado e comparado a uma pena, tendo de ser do mesmo peso, caso contrario 0 morto era com ida par um animal. Os bans eram recompensados com a vida eterna e as maus, castigados.

21 "0 marta necessitava do seu corpo, que era conservado atraves da mumificacao, pais enquanto seus corpos sobrevivessem, seus espiritos existiriam.~ (MACDONALD, 1989) Fazer mumias era urn processo desagradavel e requeria habilidade, pais os carpos apodreciam rapidamente no clima quente do Egito. Os rna is pobres nao podiam pagar pel a mumificac;:ao au por urn sarc6fago decorado, entao seus corpos eram embalsamados de forma simples. As mumias eram feitas par trabalhadores especializados, que primeiramente tiravam os 6rgaos e cobriam 0 cadaver com carbonato de s6dio. Depois de aproximadamente setenta dias, banhavam 0 carpo com 61eos e substancias aromaticas e envolviam-no com bandagens e tecidos. Assim os egipcios preservaram a mem6ria de sua civilizac;:ao., I}~) FIGURA 8 - RITUAL DE MUMIFICA<;AO Fonte: MACDONALD. Fiona. Egipcios Antigos. Sao Paulo: Moderna, (Colecao Desafios) pa8

22 II No Antigo e Media Imperio, as reis eram sepultados em piramides, mas como houve a presen9a de lad roes, as reis comeyaram a esconder seus tumulos, escavando-os em rochas. Mesmo assim, muitos ladroes descobriram as tumbas, fazendo com que sacerdotes mudassem-nas para lugares mais seguros. Urn dos mais famosas tumulos encontrados foi a tumba de Tutankamon, descoberta em 1922 por Howard Carter, arque61ogo britanico. FIGURA 9 - TUMBA DE TUTANKAMON Fonte: MACDONALD, Fiona. Egipcios Antigos. Sao Paulo: Moderna, (Coleyao Oesafios). p.46. Par volta de 1100 a.c. houve varios ataques inimigos e 0 descontentamento dentro das fronteiras do pais, fazendo com que 0 poder egipcio come<;asse a declinar. Entre 1100 a.c. e 950 a.c. 0 Egito estava dividido em dois, com mercadores Hbios governando ao norte e sacerdotes ao sui. Em aproximadamente 730 a.c. os nubios invadiram 0 pais e conquistaram terras ao norte de Tebas. Em 663 a.c. houve ataque dos assfrios e algum tempo depois foi negociado urn tratado de paz, que durou ate 525 a.c., quanto tropas persas atacaram e estabeleceram uma dinastia de quase duzentos anos. Foram derrubados por Alexandre, 0 Grande, lider da Macedonia, em 332 a.c. Ap6s a morte de Alexandre, 0 poder foj assumido pelos ptolomeus, uma dinastia grega. 0 fim da

23 12 civilizar;ao egipcia independente ocorreu em 30 a.c. quando Cleopatra, ultima governante dos ptolomeus, se suicidou para nad se tornar prisioneira dos romanos. Logo depois 0 Egito foi declarado uma provincia do Imperio Romano. Em 634 d.c. 0 Egito tornou-se parte do Imperio Mu~ulmano e reconquistaram sua independemcia apenas em CRONOLOGIA DO EGITO Aproximadamente 3200 a.c. - Periodo Pre-dinastico Os homens desta apoea viviam em aldeias, com seus chefes e deuses. Viveram assim por varias gerac;:oes e gradualmente as comunidades se uniram, formando 0 reino do Alto e do Baixo Egito a.c. - Periodo Arcaico (I e II Dinastias) Menes, rei do Alto Egito, conquistou 0 Baixo Egito e governou 0 pais unido a partir de uma nova capital, Menfis. Inventaram a escrita e as turnulos retangulares feitos de tijolos a.c -Imperio Antigo (III a VI Dinastia) Periodo prospera para os egipcios, onde os artesaos e artistas produziarn objetos de grande porte. 0 rei Ojoser construiu 0 primeiro grande monumento em pedra conhecido no mundo, a Piramide de Oegraus de Sacan!. Outros reis tambem construiram piramides. Os cortesaos eram sepultados em turnulos feitos em pedras retangulares enquanto as nobres preferiam ser sepultados em tumulos abertos dentro das rochas. 0 comercio floresceu durante este peri ado a. C - Primeiro Periodo Intermediario (VII a X Dinastia)

24 13 No final da VI Oinastia, reis rivais desencadearam uma guerra civil e como 0 governo era fraco e ineficiente, quem arcou com as conseqiiemcias foi 0 pavo do Egito a.c -Imperio Media (XI a XIII Dinastia) Periodo primeiramente governado pela familia do nomarca (principe IDeal) Mentuhotepe. Os el05 comerciais com Punt e Libano foram restabelecidos. 0 Egito queria transformar a Nubia em sua provincia, conduzindo varias campanhas militares ao local e construindo fortalezas para manter as nubios sob contrale a.c - Segundo Periodo Intermediario (XIV a XVII Dinastia) A autoridade dos reis enfraqueceu e com issa surgiram varias disputas. Os hicsos (invasores biubaros) aproveitaram a fraqueza do Egito e invadiram-no, dominando a zona norte. Fizeram alianc;a com as nubios, que tinham recuperado a independencia. A zona sui continuou independente, mas teve que pagar tributos aos hicsos. Os prfncipes de Tebas conduziram assim a luta pela independencia, que durou varios anos a. C. - 0 Imperio Novo (XVIII a XX Dinastia) Os egipcios nao queriam apenas expulsar as hicsos, mas apagar da mem6ria suas desgrac;as recentes, conquistando outros povos. Uma serie de fara6s guerreiros conquistaram um vasto imperio que se estendia desde a rio Eufrates ate 0 sui do Nilo. 0 comercio, os impostos e os saques trouxeram grande riqueza ao Egito. Foram construidos varios templos e cidades. Ramses III, farad da XIX Dinastia derrotou as filisteus, salvando assim a cultura e tradic;ao de seu pais. Oito reis governaram depois dele, todos com a mesmo nome. A maioria era fraca e 0 dominio do reino passou para a mao dos ministros e sacerdotes.

25 a.c - Terceiro Periodo Intermediario (XXI a XXIV Dinastia) Momento de crise, greve e elevac;:ao dos prec;os no Egito. Reis rivais governavam com bases em cidades diferentes e durante muitos anos, lad roes roubavam as tumulos rea is, sendo que as sacerdotes tiveram de reunir as mumias reais que tinham escapado e sepulta-ias em esconderijos secretos a. C. - 0 Ultimo Periodo (XXV a XXXI Dinastia) o Egito voltou a prosperar durante as XXV e XXVI Dinastias, mas logo foi conquistado pel os assirios e depois pelos persas a.c. - 0 Periodo Ptolomaico Alexandre, 0 Grande, da Macedonia, expulsou as persas e 0 Egito passou a fazer parte do seu imperio. Seu sucessor, Ptolomeu tornou-se fara6 e uma linhagem de reis e rain has governou por trezentos anos. A ultima foi Cleopatra que foi derrotada pelo Imperador Augusto. 0 Egito transformou-se assim em urna provincia romana. 2.2 VESTUARIO EGiPCIO Pode-se dizer que a representac;ao mais antiga da vestimenta humana vem do povo egipcio. 0 usa dos tecidos e das roupagens eram as (micas marcas que distinguiam a fara6 e as nobres das classes inferiores, numa sociedade dividida per classes socia is. No Antigo Imperio (c a.c.) os homens usavam apenas uma tanga, enrolada varias vezes ao corpo e presa per um cinto. Tambem usavam saietes de varios cornprimentes. As mulheres usavam uma especie de saia justa, que tambem era presa par urn cinte. A qualidade do material ia de tecido mais grosseiro ate as

26 tecidos muito finos, semelhantes a cambraia. 0 tecido mais utilizado era 0 linho, que era cultivado nas margens do Rio Nilo. 0 estilo era geometrico, devido a adarac;ao aos elementos naturais, como 0 sol, 0 ceu, 0 horizonte, as rochas, os rios. As formas eram triangulares e bem delineadas. Segundo Tierney (1999), ap6s 0 estabelecimento do Novo Imperio (c a.c.), a vestimenta ficou mais elabarada e 0 chamado ka/asins foi introduzido dentro da cultura egipcia. Era uma tunica longa, feita para ambos os sexos, que seguia a forma do carpo e se diferenciava pelo corte e pelo tecido com que era confeccionada. Existia mais de um estilo de kafasiris. Podia ser uma especie de casaco que cob ria 0 corpo desde os quadris ate 0 abdomen, preso par uma faixa que passava por um dos ombros. Ou ainda ser uma pec;a mais longa, que chegava ate 0 pesco~o, leito com uma pe~a de tecido retangular. Era dobrado ao meio e no centro do tecido existia uma abertura para passar a cabec;a. Os lad os eram entao costurados, deixando as cavas para a passagem dos brac;os. FIGURA 10 - KALASIRIS SEM MANGA Fonte: KOHLER, Karl. Hist6ria do Vestuario. sao Paulo: [5. n p. 62. Havia, porem duas maneiras de eonfeeeionar 0 kafasiris: ou era feito em uma s6 pec;a, dotado de elasticidade e ajustado junto aos membros inferiares, assemelhando-se a um saeo estreito que possuia sempre a mesma largura, ou

27 16 era feito com pec;as cortadas separadamente e posteriormente costuradas nas laterais. Este era urn traje curto e seu comprimento era determinado pela largura do tecida. A transparencia do tecido se deve ad fato de que este era muito estirado, fazendo com que seus fios se rompessem..;;a... 'r FIGURA 11 - VESTUARIO FEMININO EGlpCIO TIERNEY, Tom. Ancient Egyptian Fashions, Fonte: p. 42 as trajes variavam em largura, sendo as vezes largos e soltos e Qutras eram tao justos que a locomogao se tornava dificil. Algumas variantes do kalasiris possuiam mangas, que eram curtas e estreitas e Qutras eram longas e folgadas. Neste casa, ou as mangas eram cortadas separadamente e depois sobrepostas, au 0 traje era modificado na hera de cortar.

28 FIGURA 12 - MOLDE DE KALASIRIS COM MANGA Fonte: KOHLER, Karl. Hist6ria do Vestuario. Sao Paulo: [so n.]1993. p. 62. Alem do kalasiris, as egipcios tambem usavam capas, usadas par homens e mulheres de camadas socials mais alias. A capa de ombro de formata circular era usada durante 0 Antigo Imperio. Variava em largura, mas nunca ia alem do ombro e era feita com linho pintado em diversas cores ou com algum requintado tecido entrela,!(ado. Existia urn outro modele de capa, feito com tecido transparente, que ia ate a altura dos cotoveios. Esta capa poderia ser arredondada, com uma abertura no centro para a cabega au retangular, passando pelos ombros, franzidas no peito e presas par uma fivela. FIGURA 13 - MOLDES DE CAPAS Fonte: KOHLER. Karl. Hist6ria do Vestuario. Sao Paulo: (s. n.)1993. p. 63.

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