MEMÓRIA E DIREITO: AS ORIGENS DO BACHARELISMO LIBERAL NO BRASIL IMPÉRIO ( )

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "MEMÓRIA E DIREITO: AS ORIGENS DO BACHARELISMO LIBERAL NO BRASIL IMPÉRIO (1822-1889)"

Transcrição

1 MEMÓRIA E DIREITO: AS ORIGENS DO BACHARELISMO LIBERAL NO BRASIL IMPÉRIO ( ) Daniella Miranda Santos (UESB) 1 * Ana Palmira Bittencourt Santos Casimiro (UESB) 2 * Resumo: O presente trabalho tem por escopo fazer algumas considerações acerca dos atores jurídicos responsáveis pela formação do Estado Nacional, bem como da organização do Poder Judiciário no Brasil, os bacharéis do século XIX, e sua relação com a memória. Após a aproximação das relações entre tempo, direito e memória, utiliza-se o conceito de memória coletiva de Maurice Halbwachs, que por sua vez, também foi utilizado pelo jurista belga François Ost para compreender a temporalização social do tempo e a instituição jurídica da sociedade. Apresentar-se-á os aspectos meramente históricos e econômicos do Império para fazer uma análise histórico-sociológica do Bacharelismo Liberal e da cultura bacharelesca a fim de relacioná-los com a memória. Palavras Chaves: direito memória bacharelismo liberal Abstract: The scope of this work is to make some considerations about the legal actors responsible for the formation of the National State, and the organization of the judiciary in 1 *Mestranda do Curso de Pós-Graduação em Memória: Linguagem e Sociedade, da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB). Bacharel em Direito pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB). Bolsista da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior. Integrante do Grupo Fundamentos da Educação: A Relação Estado, Igreja e Educação no Brasil. 2 *Doutora em Educação pela Universidade Federal da Bahia. Pós-Doutora em Educação pela UNICAMP. Professora Titular da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB). Orientadora. 1

2 Brazil, the lawyers of the nineteenth century, and their relation to memory. After approximation between time, law and memory, uses the concept of collective memory of Maurice Halbwachs, who in turn was also used by the Belgian jurist François Ost to understand the timing of social time and legal institution of society. It will be presented the historical and economic aspects of the Empire to a historical-sociological analysis of the liberal baccalaureate and scholastic culture in order to relate them to the memory. Key Words: law memory - liberal baccalaureate Análise histórico-sociológica do período pré-bacharelismo Nos tempos mais remotos possíveis, a Justiça não era sequer um direito da humanidade, quando não havia leis, órgãos ou instituições que assegurassem o perpetuamento deste sentimento de justiça. Neste mesmo sentido: O homem pré-judiciário não tinha limites para suas ações e nem punições para os seus atos, ou seja, podia praticar todo e qualquer tipo de infração - que nem podia ser considerada como tal, uma vez que não havia legislação que a qualificasse como ilegal - e, mesmo assim, continuava impune.para que chegasse à Justiça pública, como a concebemos hoje, foi necessário um longo processo de evolução. Passou-se da conduta olho por olho, dente por dente para a ordem. Indivíduos abriam mão da sua total liberdade em prol do convívio social, com regras e limitações. Um sistema de ações legais substituía a barbárie. (ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS BRASILEIROS, 2005, p. 10). Diferentemente do que ocorreu em outros países, o Direito no Brasil não foi resultado de evoluções progressivas e de conquistas populares, aconteceu de maneira imposta, devido a sua posição de colônia. O Direito brasileiro não foi, portanto, fruto das relações sociais diárias ou do embate de grupos contrários buscando o reconhecimento dos seus direitos. Em bases análogas, tal fenômeno ocorreu também na arte, na religião, na educação e em outras formas de expressão de ideias. As bases jurídicas e culturais do Brasil Colonial foram desdobramentos das bases da metrópole, já que os índios e negros que tanto deram a sua contribuição para a cultura não puderam contribuir neste âmbito. No que tange ao Direito, os negros e índios foram mais objetos ou coisas que sujeitos de direito. Assim, admite-se ter havido somente a contribuição portuguesa dos colonizadores que, sem respeitar as outras etnias, organizaram o Judiciário à 2

3 sua maneira, ou seja, segundo os seus interesses próprios. Importante observar que à época, era a cultura portuguesa que possuía o Direito, do ponto de vista racional e formal, mais evoluído. Na fase pós-descobrimento os portugueses encontraram uma civilização que, de acordo com Machado Neto, era formada de povos de origem tribal em diferentes estágios culturais, todos eles beirando, porém, o neolítico, despossuídos por completo de uma regulamentação realmente jurídica. (MACHADO NETO, 1979, p. 311) Foi por isso que o direito português tornou-se base para o direito pátrio, o que significa mais uma espécie de ocupação e não uma conquista efetiva de direitos. No início da colonização brasileira, ainda no período das Capitanias Hereditárias, seus donatários, além de administradores, eram também legisladores e juízes. Eram os donatários que legislavam, acusavam e julgavam e não repartiam com ninguém tais poderes. Com o sistema das capitanias hereditárias, que não obteve o sucesso pretendido por Portugal, fez-se necessária a nomeação de um governo-geral. A partir daí, os rumos do Poder Judiciário e do direito em si foram modificados, já que se iniciou um processo de profissionalização e de burocratização. A estrutura do Poder Judiciário, à época, tinha como característica a descentralização do poder local. Quando da designação do governador-geral, Tomé de Souza, houve também a nomeação de Dr. Pedro Borges para o cargo de ouvidor-geral. O ouvidor-geral, por designação real, Conhecia por ação nova dos casos crimes e tinha alçada até a morte natural, inclusive nos escravos, gentios e peões cristãos livres. Nos casos, porém, em que, segundo o direito, cabia a pena de morte, inclusive nas pessoas das ditas qualidades, o ouvidor procederia nos feitos afinal e os despacharia com o governador sem apelação nem agravo, sendo ambos conformes nos votos. No caso de discordarem, seriam os autos com os réus remetidos ao corregedor da corte. (GARCIA, 1956, p. 73). Deste modo, era o ouvidor-geral a maior autoridade naquele Judiciário primitivo. A sua nomeação estendia-se por três anos, desde que desempenhasse bem a sua função, caso contrário, seria exonerado. A administração da justiça era realizada por diferentes operadores jurídicos que algumas vezes possuíam competências muito próximas, a saber: os juízes de fora, de órfãos de vintena, os ordinários, e seus auxiliares (escrivães do público e notas, tabeliães judiciais, os inquiridores e os quadrilheiros). 3

4 O objetivo da Metrópole era perpetuar o seu domínio, buscando assim formar um Poder Judiciário que a representasse. Dessa maneira, formou-se um corpo burocratizado de agentes públicos que procurou manter-se hierarquicamente afastado da população para que dela não sofresse nenhuma espécie de pressão ou quaisquer influências. A Metrópole não tinha interesse de que se formasse no Brasil um Judiciário independente que privilegiasse os interesses locais e, contudo, a premissa de que os representantes da metrópole não sofressem influência da população não se validou e os acontecimentos perpassaram os temores de Portugal: houve a interpenetração da burocracia, representada pelos atores jurídicos, e pelas relações de parentesco. Durante muito tempo, a formação e a organização do Poder Judiciário foram baseadas na integração da elite e dos membros integrantes do mesmo. Embora Portugal quisesse um Poder Judiciário afastado da população, isso não aconteceu. No entanto, isso não significa que os agentes jurídicos representassem os anseios populares, já que era a elite local que se unia aos operadores jurídicos. O objetivo de tal união não era a de estabelecer em uníssono um grupo para interceder em prol dos anseios locais, muitos menos resguardar o direito dos negros ou dos indígenas. Por conseguinte, o modelo jurídico predominante durante os primeiros dois séculos de colonização foi, por conseqüência, marcado pelos princípios e pelas diretrizes do Direito Alienígena - segregador e discricionário com relação à própria população nativa_- revelando, mais do que nunca as intenções e o comprometimento da estrutura elitista do poder. (WOLKMER, 1994, p. 12). Para a elite local era extremamente interessante a união com o corpo jurídico e a recíproca também era verdadeira. Ao passo que a elite buscava a manutenção dos esquemas de corrupção preexistentes, os agentes jurídicos queriam cercar-se de privilégios, o que resultava, na época, em uma troca mútua de favores. Muitas vezes, os magistrados que vinham para a Colônia não eram provenientes da nobreza, tentando a ela se igualar. Firmado esse objetivo buscavam recriar os símbolos da aristocracia brasileira na composição desse status. Os membros pertencentes àquela que seria a aristocracia brasileira, ostentavam suas riquezas através da aquisição de terras, motivo pelo qual os magistrados tornaram-se proprietários de fazendas de cana-de-açúcar e de engenhos. Outra forma da interpenetração entre os agentes jurídicos e os interesses pessoais foi o casamento de vários magistrados com filhas de fazendeiros ricos. Esse casamento servia de laço principal entre as famílias e era o 4

5 método mais eficiente de incorporar magistrados na sociedade local de forma permanente. (SCHWARTZ, 1979, p. 271). Diante disso, percebe-se que não existia imparcialidade ou neutralidade e que as decisões eram pautadas na troca de favores e no tráfico de influências. Portanto, é possível afirmar que a organização do Poder Judiciário ocorreu por meio da burocracia e das relações de parentesco. Os agentes públicos eram enviados à metrópole para ocuparem os postos no Judiciário, tendo como objetivo principal a representação dos interesses da metrópole e não as aspirações locais. Apesar disso, os magistrados não ficaram distantes da sociedade e a ela se uniu. A crítica a esse acontecimento não reside no simples fato de ter havido essa aproximação, já que todo agente jurídico também está inserido na sociedade, mas na opção que os magistrados fizeram de realizar essa interpenetração na aristocracia obedecendo a seus próprios interesses, sem se preocupar com todo o conjunto social, ocupando-se apenas dos problemas da elite dominante a que se incorporou. Desde a gênese, confundiu-se o âmbito público e o privado, não havendo distinção entre este e os interesses da coletividade. Wolkmer (1998), quando descreve o perfil ideológico dos atores jurídicos no século XIX, reafirma a idéia de que no cenário composto por uma cultura marcada pelo individualismo político e pelo formalismo legalista, percebe-se a necessidade de um agente profissional que tinha como encargo a composição dos quadros políticos burocráticos do Império e de grande parte da República. Com os primeiros cursos jurídicos, o aparecimento do bacharel em Direito acabou se tornando uma constante na vida política brasileira. Isso se revestia de um significado muito grande para uma sociedade escravocrata para a qual o trabalho manual era desprezado em função do trabalho dos letrados que iam ocupando as múltiplas atividades públicas nos centros urbanos. A supervalorização dos homens letrados é uma questão histórica de raízes muito profundas. Incontestavelmente, a posse do saber era uma maneira de detenção do poder. E esse saber realçava as diferenças entre as classes sociais da época. Wolkmer (2006, p. 99), afirma que [...]Ninguém melhor do que eles para usar e abusar do uso incontinente do palavreado pomposo, sofisticado e ritualístico. Entendendo, pois, o bacharelismo como um conjunto político de usos e costumes, não como uma instituição jurídica, há que se afirmar essa dicotomia entre bacharelismo e jurisdicismo, associando o primeiro exclusivamente à atividade política. Na tentativa de definição, segundo Nelson Nogueira (apud VENÂNCIO FILHO, 1982, p. 294): Falar em 5

6 bacharelismo é pouco menos que alimentar um mito, (...) uma forma mentis tendente a ver o jurídico como essência do social. Admite-se, portanto, que o bacharelismo não foi apenas um fenômeno político-social, mas também, linguístico e sociológico. Autores como Sergio Buarque de Holanda, Caio Prado Junior e Gilberto Freyre analisaram em suas obras o bacharelismo liberal no Brasil e, a partir de então, foi possível perceber que este não foi um fenômeno típico da sociedade brasileira e sim um acontecimento mundial. 3 No Brasil, no entanto, esse fenômeno ganhou contornos próprios em virtude do diferente processo histórico a que se submeteu o país. O Brasil, desde o início, foi visto como o resultado de uma aventura mercantilista portuguesa, já que foi descoberto e só obteve sua independência no início do século XIX. Para explicar tal fato, faz-se imprescindível o uso do conceito de monarquia patrimonial de Weber(1994). Assim, pode-se dizer que Portugal vivenciou uma monarquia patrimonial, na qual o rei possuía todas as terras e detinha todo o poder e riqueza dela proveniente. Era o monarca quem distribuía funções e cargos, o que criava, seguindo a tipologia weberiana, entre os servidores e o rei, uma relação de dependência. A distribuição desses cargos não seguia uma linha racional e baseava-se em relações pessoais de confiança. Assim, como o país foi estruturado sob o patrimonialismo português, herança histórica da metrópole, até hoje não se faz distinção entre o público e o privado quando da apropriação de cargos e funções públicas, muitas vezes tratados como se particulares fossem. A análise sociológica do período pré-bacharelismo permite perceber que o Brasil era uma sobreposição de experiências liberais de outros países numa sociedade totalmente desarticulada e subordinada, o que tornava o país incompatível com o ideal capitalista-liberal. Neste mesmo sentido, afirma Sergio Buarque de Holanda: Na verdade, a ideologia impessoal do liberalismo democrático jamais de naturalizou entre nós. Só assimilamos efetivamente esses princípios até onde coincidiram com a negação pura e simples de uma autoridade incômoda, confirmando nosso instintivo horror às hierarquias e permitindo tratar com familiaridade os governantes. A democracia no Brasil sempre foi um lamentável mal-entendido (HOLANDA, 1993, p.119) Diferentemente da colonização que tinha como objetivo o povoamento para escoar o excesso de população das zonas temperadas, a colonização no Brasil era meramente extrativista e predatória, e a utilização da mão-de-obra escrava veio para finalizar a 3 Inclusive, Holanda (1993, p. 115) utiliza a expressão praga do bacharelismo para descrever o bacharelismo nos Estados Unidos. 6

7 composição desse cenário patrimonialista peculiar. Para Prado Jr. (1994) a adoção da mão-deobra escrava foi um fato absolutamente anômalo na evolução natural da civilização ocidental. Além de constituir um corpo absolutamente estranho na estrutura social da época e de ser uma monstruosa aberração do ponto de vista ético-moral, essa involução trouxe consequências sérias na história dos povos que estiveram ligados a ela, e do ponto de vista econômico, significou o naufrágio da civilização ibérica já que não seguiu a lógica do liberalismo econômico que se baseava na mão-de-obra assalariada. A peculiaridade fundada na utilização da mão-de-obra e as profundas mudanças ocorridas no panorama político-social são, do ponto de vista sociológico, determinantes para o processo de desvalorização do trabalho manual e, em sentido contrário, de um reconhecimento significativo da beca como meio de aristocratização. No entanto, o caminho percorrido desde a educação jesuítica até a criação dos primeiros cursos de Direito foi muito longo. Embora, na América Espanhola já existissem cursos superiores desde o início da colonização, as experiências concernentes a formação do espírito acadêmico na colônia brasileira foram efetivamente provocadas pelos jesuítas até o ano de 1759, quando da sua expulsão. Para Luiz Antônio Cunha (1980), a ausência de cursos superiores é facilmente atribuída à formação centralizada que era pretendida pela Metrópole. A atitude de não promover a implantação de cursos jurídicos no Brasil (que só foi acontecer em 1827), decorria de um método de controle ideológico. 4 Durante esse período de visível desamparo intelectual por parte da Metrópole, os padres oriundos da Companhia de Jesus organizaram uma espécie de pedagogia jesuítica baseada na ratio studiorum (sistematização de regras padronizadas) focando especialmente o estudo da retórica e incentivando a leitura de autores como Aristóteles e Tomás de Aquino. Para Romita (1976), foi quando se deu início a cultura retórica e formalista que seria o meio de propagação dos ideais bacharelescos brasileiros. Acerca do tema: Desenvolvendo antes de tudo as atividades literárias e acadêmicas e dando um valor exagerado ao menino inteligente com queda para as letras, os jesuítas criaram muito cedo, com a tendência literária e o gosto que ficou tradicional pelo diploma de bacharel, o desprezo pelo trabalho técnico e produtivo [...] (VENÂNCIO FILHO, 1982, p.5) 4 Importante lembrar que Althusser (1980, p. 78), de acordo com categorias marxistas, considera o aparelho escolar na sociedade capitalista, como o aparelho ideológico dominante. 7

8 As leituras incentivadas pelos jesuítas influenciaram, num todo, o pensamento intelectual da época: é atribuída a Aristóteles, bem como a Platão e Cícero a difusão do ideal de que o trabalho manual é degradante, indigno do homem livre. (Romita, 1976, p. 28). 5 Assim como, não é possível conceber o estudo do latim sem os textos de Marcus Túlio e Cícero. Durante um período, a preocupação com ensino superior se resumia à formação militar e outras áreas como Economia, Engenharia e Medicina. Embora seja possível afirmar que todos fossem bacharéis, preserva-se o termo para aqueles que, oriundos das escolas de Direito, tornaram-se o elemento de formação do fenômeno chamado de bacharelismo. Importante destacar que a atividade jurídico-política dos bacharéis se manifestou na sociedade como um todo, especialmente na produção literária e jornalística. Para Venâncio Filho (1982, p. 136): Ser estudante de Direito era, pois, sobretudo, dedicar-se ao jornalismo, fazer literatura, especialmente a poesia, [...] ser bom orador, participar dos grêmios literários e políticos, das sociedades secretas e das lojas maçônicas. Diante disso, percebe-se que as aptidões literárias dos estudantes puderam ser desenvolvidas nos jornais acadêmicos e o que parecia ser apenas um espaço para exposição de opiniões, tornou-se meio de profissionalização dos bacharéis nas atividades jornalísticas e literárias. No que tange à disseminação de bacharéis na literatura, pode-se considerar que, além de todos os fatores expostos anteriormente, tem-se como elemento expressivo da cultura bacharelesca, a aproximação da literatura com a retórica. [...] o professor de retórica, requisitado após o professor de gramática, que já terá ensinado as regras da língua racional dita correta, será instado a fornecer as receitas para tornar a língua elegante. Como essa língua elegante concerne a uma elite social, a missão normativa latente da retórica muda de caráter. Tal ornamento não é mais preconizado, como para os Antigos, porque é mais conforme à eficácia do discurso ou porque é a melhor forma de colocar uma idéia ou um arrazoado [...] A normatividade retórica não é mais cogitada em termos de eficácia linguística, mas de estética sociocultural. Torna-se um código de marcas sociais valorizadas esteticamente. (BARTHES, 1975, p.19) No entanto, a cultura bacharelesca não é apenas retórica, mas também literária: é retórica quando privilegia a eloqüência, quando muitas vezes, em contradição aos recursos retóricos, despreza o conteúdo e é literária quando seus bacharéis desenvolvem suas aptidões 5 Embora seja utilizado um excerto de Romita (1976, p. 28) para corroborar o desprezo pelo trabalho e caracterizar essa repulsa, faz-se necessário ressaltar que o autor discorda da idéia de que o desprezo ao trabalho manual é decorrente da Antiguidade. Faz referência à Sócrates, Hesíodo, Protágoras e Pródigo que defendiam a dignidade do trabalho, inclusive o manual. 8

9 de escrita através da poesia e de atividades jornalísticas, mas demonstram-se indiferentes à realidade concreta. Uma geração de intelectuais, influenciada por filosofias materialistas fortaleceu a importância do papel do escritor em centros culturais da época. Um desses centros era a Faculdade de Direito do Recife, na qual os bacharéis eram liderados por Tobias Barreto, estudioso da cultura alemã, do direito moderno e do modernismo filosófico-científico. Foi ele também quem cuidou de limitar as influências portuguesas e francesas no ideário liberal da época. Para o ingresso nas Faculdades de Direito até então, era preciso ser maior de 15 anos e ser aprovado nos exames de latim e francês, retórica, filosofia racional e moral, geometria e aritmética. Vale asseverar que os cursos jurídicos não ofereciam estudos preparatórios para as provas, apenas, realizavam o exame, o que notadamente, evidenciava as diferenças abissais entre as classes daquela sociedade escravocrata. A Faculdade de Direito de Recife foi o berço ideológico desta elite intelectual e também da elite dirigente na tentativa da construção do Estado Nacional. Não obstante, a importância desta na formação da cultura jurídica nacional, a qualidade do ensino era extremamente questionada, como se o processo ensino-aprendizagem não fosse o objetivo naquela época: As permanentes críticas dirigidas contra a má qualidade de ensino e contra a própria habilitação do corpo docente, formuladas até mesmo por acadêmicos que vivenciaram esse processo educativo àquela época, sugerem que a profissionalização do bacharel se operou fora do contexto das relações didáticas estabelecidas entre o corpo docente e o corpo discente, a respeito das doutrinas jurídicas difundidas em sala de aula (ADORNO, 1988, p. 164). A Escola de Recife destacou-se pela erudição e dedicação às artes e letras, tornando-se palco do bacharelismo liberal. De fato, as faculdades de Direito da época foram o meio disseminador do intelectualismo, já que em consonância com o pensamento de Alberto Venâncio Filho (1982, p. 182): além dos cargos públicos, da ascensão social, consideram-se alguns argumentos de que se buscava também no curso de direito, uma cultura geral, [...] oferecida nesses cursos penetrados de filosofia e de letras. 9

10 Memória, Bacharelismo Liberal e a Formação do Estado Nacional Sempre foi de extrema importância a retomada dos estudos em História do Direito uma vez que se torna necessário, por vezes, reorganizar uma tradição normativa ou, criticamente, refinar a análise de certas práticas sociais. No entanto, a historicidade jurídica sempre esteve baseada num ideal téorico-empírico, dotado de certa previsibilidade e formalismo. Quando se objetiva comprender, por exemplo, um viés mais sociopolítico de um fenômeno jurídico, é preciso abandonar qualquer tipo de influência do historicismo formalista e legalista. Assim, nessa perspectiva desmistificadora do Direito e na real apreensão da memória do bacharelismo liberal é preciso compreender a cultura jurídica e as instituições jurídicas do século XIX, num outro contexto interpretativo. Dentro dessa perspectiva, far-se-á uma reanálise do saber histórico, tomando por base a memória coletiva. Para esse estudo crítico da historicidade jurídica, é preciso que se faça um reexame dialético do contexto sócio-político, da vida produtiva do Brasil-Império e das relações sociais da época, tomando por base os estudos em memória, em busca das raízes do bacharelismo liberal no Brasil. Segundo Halbwachs: Não se pode concentrar num único quadro a totalidade dos acontecimentos passados senão na condição de desligá-lo da memória dos grupos que deles guardavam a lembrança, romper as amarras pelas quais participavam da vida psicológica dos meios sociais onde aconteceram, de não manter deles senão o esquema cronológico e espacial. Não se trata mais de revivê-los em sua realidade, porém de recolocá-los dentro de quadros nos quais a história dispõe os acontecimentos, quadros que permanecem exteriores aos grupos. (HALBWACHS, 2004, p. 90, grifo nosso) Assim, a escolha pela percepção da memória do bacharelismo liberal no Brasil Império ( ), justifica-se por sua relevância, uma vez que se tenta analisar após a instituição do Império no Brasil, em 1822, como se deu o liberalismo brasileiro numa sociedade analfabeta e alienada trazendo para a sua constituição sérias distorções e limitações. E é a partir dessa análise que se busca a compreensão de como se deu a formação da cultura jurídica brasileira, dentro de uma perspectiva formalista, juridiscista, individualista, patrimonialista e retórica. Salientando que, no Brasil, tanto o liberalismo, como o 10

11 bacharelismo ganharam contornos próprios, levando em consideração todas as peculiaridades da nossa formação histórica. É notório, após uma breve análise, que no final do período colonial, o Brasil não possuía condições de se firmar como nação: de cada três brasileiros, dois eram escravos; a maioria da população vivia em miséria e era, em sua maioria, analfabeta; era dominada pelo latifúndio e, ainda existia a escravidão. Existia um temor que houvesse uma rebelião de escravos, além do que, tudo indicava para uma guerra civil que resultaria na fragmentação territorial. Uma das explicações coerentes que indicam para a manutenção da integridade do território e o fez se firmar com nação independente é o fato de a elite brasileira conseguir envolver o Príncipe D. Pedro I em seus planos: declarar a independência do Brasil. Portanto, faz-se claro a importância que os bacharéis tiveram para a vida sócio-política do país, a ponto de colaborar com a construção do Estado nacional e, consequentemente, com a constituição do Poder Judicário: O país foi edificado de cima para baixo. Coube à pequena elite imperial, bem-preparada em Coimbra e outros centros europeus de formação, conduzir o processo de construção nacional, de modo a evitar que a ampliação da participaçao para o restante da sociedade resultasse em caos e rupturas traumáticas. (GOMES, 2010, p. 23) Foi longo o caminho percorrido para que houvesse o aprimoramento do ideal de Justiça no Brasil. Desde a organização primitiva do Poder Judiciário, ainda na época da colonização portuguesa, até a Constituição Federal de 1988, quando se inaugura a era dos direitos fundamentais, ainda que controverso, o papel do bacharel foi essencial na configuração desse cenário jurídico Segundo, Gomes (2010): Apesar do isolamento e do atraso, as ideias revolucionárias chegavam ao Brail, mas geralmente de forma clandestina, em publicações contrabandeadas ou reuniões de sociedades secretas [...]. Viajavam também na bagagem da pequena elite brasileira que tivera a oportunidade de estudar em Coimbra e em outras universidades europeias no final do período colonial. (GOMES, 2010, p. 51) O primeiro curso jurídico, no entanto, só foi implantado no Brasil em 1827, (inicialmente em Olinda, transferido posteriormente para Recife), já que a formação de bacharéis não foi uma necessidade imediata. No entendimento de Américo Lacombe(1985): 11

12 A formação de juristas não era urgente. A Universidade de Coimbra forneceu-nos bacharéis em Direito em número suficiente [...]. A relação de nossos estadistas, magistrados e professores é toda de bacharéis de Coimbra. Todo o Brasil político e intelectual foi formado em Coimbra, único centro formador do mundo português. Era um ponto básico da orientação da Metrópole essa formação centralizada. (LACOMBE, 1985, p. 361). Destacam-se alguns juristas que possuíram inegável importância na configuração do Estado Nacional: José Bonifácio, Azeredo Coutinho, Teixeira de Freitas, Epitácio Pessoa, Nilo Peçanha, Pontes de Miranda, Clóvis Beviláqua, Tobias Barreto, Washington Luis, Castro Alves, Olavo Bilac e Rui Barbosa. Portanto, o bacharelismo entendido como a situação caracterizada pela predominância de bacharéis na vida política e cultural do país (Holanda, 1993, p. 115) revela a importância que os bacharéis tiveram na estruturação do Estado. Analisando a historiografia brasileira e a estreita relação entre a formação do Estado Nacional e os núcleos formadores do bacharelismo, faz-se imprescindível asseverar que o Segundo Reinado foi o reinado dos bacharéis. 66 Foi nesta época que D. Pedro II, o imperador-bacharel, incentivou as artes de um modo geral, dando ênfase às letras e a música, além de ter sido também durante o Segundo Reinado que foram produzidos o Código Penal, o Código de Processo Criminal, o Código Comercial e o Regulamento 737 (que deram origem ao Código de Processo Civil). Considerações finais Dentro dessa perspectiva, buscando explicar o presente e relacioná-lo com o futuro através do passado, demonstram-se como objetivos dessa investigação o de relacionar a estruturação do Estado Nacional com os núcleos do bacharelismo liberal. Destacando como os bacharéis ainda formados em Portugal, na Universidade de Coimbra, influenciaram na construção de uma cultura jurídica e como a mesma esteve diretamente ligada à formação do Estado Nacional. Nessa época, todos os magistrados e professores eram bacharéis de Coimbra, todo o Brasil político e intelectual era oriundo do único centro formador do mundo português. Assim, foi somente em 1827 que ocorreu definitivamente a implantação dos cursos jurídicos no Brasil. Já declarada a independência e tendo em vista a necessidade de não se 6 A expressão reinado dos bacharéis foi muito felizmente utilizada por Gilberto Freyre, já que para ele ninguém foi mais bacharel nem mais doutor neste País que Dom Pedro II. (FREYRE,1981, p. 579) 12

13 importar bacharéis portugueses, mas de fundar as bases jurírdicas para a construção do Estado Nacional. Para tanto, ao realizar essa análise historiográfica do período do Brasil Império e do período colonial que antecedeu o bacharelismo, fez-se necessário o conceito de memória coletiva de Maurice Halbwachs igualmente utilizado pelo jurista belga François Ost para correlacionar tempo e direito. Após breve relato acerca das bases sociológicas e ideológicas da historicidade dos atores jurídicos no Brasil, foram analisados os fatores e as influências que o bacharelismo liberal sofreu, demonstrando quais foram as origens do bacharelismo liberal no Brasil Império ( ). Assim, o desejo de realizar essa pesquisa esteve pautado na tentativa de compreender como as características culturais no âmbito sócio-jurídico, presentes na época do Império, manifestam-se até hoje como gerador de diretrizes patrimonialistas e burocráticas que consolidaram o Brasil como um Estado, mas sem identidade nacional. Referências ADORNO, Sergio. Os aprendizes do poder. Rio de Janeiro: Paz e Terra, ALTHUSSER, Louis. Aparelhos ideológicos do Estado. Rio de Janeiro. Graal, ASSOCIAÇÃO DOS MAGISTRADOS BRASILEIROS. O judiciário ao alcance de todos: noções básicas de juridiquês. 1. ed. Brasília: BARTHES, Roland. Apud DELAS, Daniel; FILLIOLET, Jacques. Linguística e poética, Trad. Carlos Felipe Moisés. São Paulo: Cultrix, Edusp, CUNHA, Luiz Antônio. A universidade temporã: o ensino superior da colônia à era de Vargas. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, FREYRE, Gilberto. Sobrados e Mucambos: decadência do patriarcado rural e desenvolvimento do urbano. 6. Ed. Rio de Janeiro: José Olympio, GARCIA, Rodolfo. Ensaio sobre história política e administrativa do Brasil. Rio de Janeiro: José Olympio, GOMES, Laurentino. 1822: como um homem sábio, uma princesa triste e um escocês louco por dinheiro ajudaram D. Pedro a criar o Brasil, um país que tinha tudo para dar errado. Rio de Janeiro: Nova Fronteira,

14 HALBWACHS, Maurice. A memória coletiva. São Paulo: Editora Centauro, 2006 HOLANDA, Sergio Buarque de. Raízes do Brasil. 25. ed. Rio de Janeiro: José Olympio, LACOMBE, Américo Jacobina. A cultura jurídica. In: HOLANDA, Sérgio Buarque de. História da civilização brasileira. 5. ed. São Paulo: Difel, MACHADO NETO, A. L. Sociologia Jurídica. São Paulo: Saraiva, PRADO JR., Caio. A formação do Brasil contemporâneo. 23. ed. São Paulo: Brasiliense, NORA, Pierre. Entre a memória e a história: a problemática dos lugares. Projeto História, n 10, p. 7-28, dez OST, François. O tempo do direito; tradução de Élcio Fernandes. São Paulo: EDUSC, ROMITA, Arion Sayão. Direito Sindical Brasileiro. Rio de Janeiro: Ed. Brasília, SCHWARTZ Stuart B. Burocracia e sociedade no Brasil Colonial. São Paulo: Perspectica, VENÂNCIO FILHO, Alberto. Das arcadas ao bacharelismo. 2. ed. São Paulo: Perspectiva, WEBER, Max. Economia e Sociedade: fundamentos da sociologia compreensiva. Trad. Regis de Barbosa e Karen Elsabe Barbosa. Brasília: UnB, WOLKMER, Antonio Carlos. História do Direito no Brasil. Rio de Janeiro: Forense,

HISTÓRIA, MEMÓRIA E EDUCAÇÃO NA FORMAÇÃO DO ESTADO BRASILEIRO E NA CONSTITUIÇÃO DO PODER JUDICIÁRIO

HISTÓRIA, MEMÓRIA E EDUCAÇÃO NA FORMAÇÃO DO ESTADO BRASILEIRO E NA CONSTITUIÇÃO DO PODER JUDICIÁRIO HISTÓRIA, MEMÓRIA E EDUCAÇÃO NA FORMAÇÃO DO ESTADO BRASILEIRO E NA CONSTITUIÇÃO DO PODER JUDICIÁRIO Daniella Miranda Santos myrandella@yahoo.com Ana Palmira Bittencourt Santos Casimiro apcasimiro@oi.com.br

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Formação do bacharel em direito Valdir Caíres Mendes Filho Introdução O objetivo deste trabalho é compreender as raízes da formação do bacharel em Direito durante o século XIX. Será

Leia mais

FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR DE LINHARES EDIMIR DOS SANTOS LUCAS GIUBERTI FORNACIARI SARAH NADIA OLIVEIRA

FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR DE LINHARES EDIMIR DOS SANTOS LUCAS GIUBERTI FORNACIARI SARAH NADIA OLIVEIRA FACULDADE DE ENSINO SUPERIOR DE LINHARES EDIMIR DOS SANTOS LUCAS GIUBERTI FORNACIARI SARAH NADIA OLIVEIRA LIBERDADE ANTIGA E LIBERADE MODERNA LINHARES 2011 EDIMIR DOS SANTOS LUCAS GIUBERTI FORNACIARI SARAH

Leia mais

De que jeito se governava a Colônia

De que jeito se governava a Colônia MÓDULO 3 De que jeito se governava a Colônia Apresentação do Módulo 3 Já conhecemos bastante sobre a sociedade escravista, especialmente em sua fase colonial. Pouco sabemos ainda sobre a organização do

Leia mais

FIPAR 1º SEMESTRE DE DIREITO SOCIOLOGIA JURÍDICA I CONTEÚDO PROGRAMÁTICO

FIPAR 1º SEMESTRE DE DIREITO SOCIOLOGIA JURÍDICA I CONTEÚDO PROGRAMÁTICO FIPAR 1º SEMESTRE DE DIREITO SOCIOLOGIA JURÍDICA I CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 1 Sociologia: conceito, objeto, objetivo e métodos. 2 A sociologia pura, prática e aplicada. 3 Sociologia e política. 4 O processo

Leia mais

GRAMSCI E A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO CENTRO DE TRABALHO E CULTURA

GRAMSCI E A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO CENTRO DE TRABALHO E CULTURA GRAMSCI E A PRÁTICA PEDAGÓGICA DO CENTRO DE TRABALHO E CULTURA SPINELLI, Mônica dos Santos IE/PPGE/UFMT RESUMO O texto apresenta resultados parciais da pesquisa teórica sobre categorias conceituais em

Leia mais

TRABALHO DE RECUPERAÇÃO FINAL SOCIOLOGIA - 1 ANO 2014 (manuscrito)

TRABALHO DE RECUPERAÇÃO FINAL SOCIOLOGIA - 1 ANO 2014 (manuscrito) TRABALHO DE RECUPERAÇÃO FINAL SOCIOLOGIA - 1 ANO 2014 (manuscrito) 1- EXPLIQUE o que argumenta a Teoria do Conflito Social. 2- Em que consiste as teses defendidas pelo interacionismo simbólico? 3- O que

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

Distinção entre Norma Moral e Jurídica

Distinção entre Norma Moral e Jurídica Distinção entre Norma Moral e Jurídica Filosofia do direito = nascimento na Grécia Não havia distinção entre Direito e Moral Direito absorvia questões que se referiam ao plano da consciência, da Moral,

Leia mais

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior.

Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Fragmentos do Texto Indicadores para o Desenvolvimento da Qualidade da Docência na Educação Superior. Josimar de Aparecido Vieira Nas últimas décadas, a educação superior brasileira teve um expressivo

Leia mais

Palavras-chave: Historia da Educação Física. Formação Profissional. Tendências Pedagógicas.

Palavras-chave: Historia da Educação Física. Formação Profissional. Tendências Pedagógicas. GT10 EDUCAÇÃO, HISTÓRIA E MEMÓRIA HISTÓRIA DA EDUCAÇÃO FISICA NO BRASIL E SUAS TENDÊNCIAS PEDAGÓGICAS NO ENSINO SUPERIOR. Jose Carlos de Sousa 1 RESUMO Este artigo constitui-se numa reflexão a respeito

Leia mais

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS BR/1998/PI/H/4 REV. DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948 Brasília 1998 Representação

Leia mais

EDITAL DE CONTRATAÇÃO DE PROFESSOR HORISTA

EDITAL DE CONTRATAÇÃO DE PROFESSOR HORISTA EDITAL DE CONTRATAÇÃO DE PROFESSOR HORISTA 1) Sociologia II A Escola de Ciências Sociais / CPDOC da FGV-RJ informa a abertura de processo seletivo para a contratação de um professor horista para a disciplina

Leia mais

História da Educação. Pedagogia. - Período colonial brasileiro. Professor Edson Fasano

História da Educação. Pedagogia. - Período colonial brasileiro. Professor Edson Fasano Pedagogia Professor Edson Fasano História da Educação O Brasil cresceu isolado do mundo, apenas convivendo com aquele pobre e retrógrado Portugal que não permitiu a criação de um sistema escolar de ensino

Leia mais

ESTRUTURA CURRICULAR:

ESTRUTURA CURRICULAR: ESTRUTURA CURRICULAR: Definição dos Componentes Curriculares Os componentes curriculares do Eixo 1 Conhecimentos Científico-culturais articula conhecimentos específicos da área de história que norteiam

Leia mais

BRASIL: O ENSINO SUPERIOR ÀS PRIMEIRAS UNIVERSIDADES COLÔNIA IMPÉRIO PRIMEIRA REPÚBLICA

BRASIL: O ENSINO SUPERIOR ÀS PRIMEIRAS UNIVERSIDADES COLÔNIA IMPÉRIO PRIMEIRA REPÚBLICA BRASIL: O ENSINO SUPERIOR ÀS PRIMEIRAS UNIVERSIDADES COLÔNIA IMPÉRIO PRIMEIRA REPÚBLICA Tânia Regina Broeitti Mendonça 1 INTRODUÇÃO: Os espanhóis fundaram universidades em seus territórios na América desde

Leia mais

Reforma gerencial do Estado, teoria política e ensino da administração pública

Reforma gerencial do Estado, teoria política e ensino da administração pública Artigo Especial Reforma gerencial do Estado, teoria política e ensino da administração pública Luiz Carlos Bresser-Pereira 1 1 Fundação Getúlio Vargas. Ministro da Fazenda (1987). Ministro da Administração

Leia mais

Capítulo. Organização político- -administrativa na América portuguesa

Capítulo. Organização político- -administrativa na América portuguesa Capítulo Organização político- -administrativa na América portuguesa 1 O Império Português e a administração da Colônia americana Brasil: 1500-1530 O interesse português pelo território americano era pequeno

Leia mais

Construção do Espaço Africano

Construção do Espaço Africano Construção do Espaço Africano Aula 2 Colonização Para melhor entender o espaço africano hoje, é necessário olhar para o passado afim de saber de que forma aconteceu a ocupação africana. E responder: O

Leia mais

EIXO 3 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Disciplina: D 3.2 Administração Pública Brasileira (24h) (Aula 1: Patrimonialismo e Formação do Estado Brasileiro)

EIXO 3 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA. Disciplina: D 3.2 Administração Pública Brasileira (24h) (Aula 1: Patrimonialismo e Formação do Estado Brasileiro) EIXO 3 ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Disciplina: D 3.2 Administração Pública Brasileira (24h) (Aula 1: Patrimonialismo e Formação do Estado Brasileiro) Professor: Eduardo Granha Magalhães Gomes 2 a 4 de fevereiro

Leia mais

Principais Sociólogos

Principais Sociólogos Principais Sociólogos 1. (Uncisal 2012) O modo de vestir determina a identidade de grupos sociais, simboliza o poder e comunica o status dos indivíduos. Seu caráter institucional assume grande importância

Leia mais

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais

EDITAL 01/2012DH 2011.2 SELEÇÃO PARA MONITOR DE ENSINO DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA

EDITAL 01/2012DH 2011.2 SELEÇÃO PARA MONITOR DE ENSINO DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA EDITAL 01/2012DH 2011.2 SELEÇÃO PARA MONITOR DE ENSINO DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA A Direção do Departamento de História, no uso de suas atribuições, conferidas pela resolução CONSEPE 04/2001, torna público

Leia mais

TODOS COLÉGIOS SIMULADO 2ª SÉRIE

TODOS COLÉGIOS SIMULADO 2ª SÉRIE TODOS COLÉGIOS SIMULADO 2ª SÉRIE 1.Analise as afirmativas abaixo referentes ao Iluminismo: 01 - Muitas das idéias propostas pelos filósofos iluministas são, hoje, elementos essenciais da identidade da

Leia mais

ORGANIZAÇÃO DO ENSINO NO BRASIL: PERÍODO COLONIAL

ORGANIZAÇÃO DO ENSINO NO BRASIL: PERÍODO COLONIAL Aula ORGANIZAÇÃO DO ENSINO NO BRASIL: PERÍODO COLONIAL META Apresentar as razões da expansão da pedagogia (ensino) jesuítica no Brasil-colônia e, posteriormente, a sua expulsão motivada pela reforma da

Leia mais

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI

Projeto Pedagógico Institucional PPI FESPSP FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI FUNDAÇÃO ESCOLA DE SOCIOLOGIA E POLÍTICA DE SÃO PAULO PROJETO PEDAGÓGICO INSTITUCIONAL PPI Grupo Acadêmico Pedagógico - Agosto 2010 O Projeto Pedagógico Institucional (PPI) expressa os fundamentos filosóficos,

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSA DE INICIAÇÃO À DOCÊNCIA (PIBID): UMA AVALIAÇÃO DA ESCOLA SOBRE SUAS CONTRIBUIÇÕES Silva.A.A.S. Acadêmica do curso de Pedagogia (UVA), Bolsista do PIBID. Resumo: O trabalho

Leia mais

O PENSAMENTO SOCIOLÓGICO DE MAX WEBER RESUMO. do homem em sociedade. Origem de tal Capitalismo que faz do homem um ser virtual e alienador

O PENSAMENTO SOCIOLÓGICO DE MAX WEBER RESUMO. do homem em sociedade. Origem de tal Capitalismo que faz do homem um ser virtual e alienador O PENSAMENTO SOCIOLÓGICO DE MAX WEBER Tamires Albernaz Souto 1 Flávio Augusto Silva 2 Hewerton Luiz Pereira Santiago 3 RESUMO Max Weber mostra suas ideias fundamentais sobre o Capitalismo e a racionalização

Leia mais

Análise Sociológica do Filme -Notícias de Uma Guerra Particular [1999], (de Katia Lund e João Moreira Salles)

Análise Sociológica do Filme -Notícias de Uma Guerra Particular [1999], (de Katia Lund e João Moreira Salles) FACULDADE CARLOS DRUMMOND DE ANDRADE Curso de Bacharel em Direito Turma A Unidade: Tatuapé Ana Maria Geraldo Paz Santana Johnson Pontes de Moura Análise Sociológica do Filme -Notícias de Uma Guerra Particular

Leia mais

500 anos: O Brasil Colônia na TV

500 anos: O Brasil Colônia na TV 500 anos: O Brasil Colônia na TV Episódio 5: A Conquista da terra e da gente Resumo O episódio 5, A Conquista da terra e da gente, parte da série 500 anos: O Brasil Colônia na TV, apresenta o processo

Leia mais

A Educação na Constituinte de 1823. O presente trabalho tem como objetivo estudar os Anais da Assembléia Constituinte

A Educação na Constituinte de 1823. O presente trabalho tem como objetivo estudar os Anais da Assembléia Constituinte A Educação na Constituinte de 1823 Cristiano de Jesus Ferronato 1 - PPG-UFPB O presente trabalho tem como objetivo estudar os Anais da Assembléia Constituinte de 1823, e documentos contemporâneos ao período

Leia mais

TÍTULO: DESIGUALDADE SOCIAL E O FENÔMENO DA GLOBALIZAÇÃO CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS

TÍTULO: DESIGUALDADE SOCIAL E O FENÔMENO DA GLOBALIZAÇÃO CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS Anais do Conic-Semesp. Volume 1, 2013 - Faculdade Anhanguera de Campinas - Unidade 3. ISSN 2357-8904 TÍTULO: DESIGUALDADE SOCIAL E O FENÔMENO DA GLOBALIZAÇÃO CATEGORIA: EM ANDAMENTO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS

Leia mais

Do contrato social ou Princípios do direito político

Do contrato social ou Princípios do direito político Jean-Jacques Rousseau Do contrato social ou Princípios do direito político Publicada em 1762, a obra Do contrato social, de Jean-Jacques Rousseau, tornou-se um texto fundamental para qualquer estudo sociológico,

Leia mais

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda

CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda CURSO e COLÉGIO ESPECÍFICO Ltda www.especifico.com.br DISCIPLINA : Sociologia PROF: Waldenir do Prado DATA:06/02/2012 O que é Sociologia? Estudo objetivo das relações que surgem e se reproduzem, especificamente,

Leia mais

Weber e o estudo da sociedade

Weber e o estudo da sociedade Max Weber o homem Maximilian Karl Emil Weber; Nasceu em Erfurt, 1864; Iniciou seus estudos na cidade de Heidelberg Alemanha; Intelectual alemão, jurista, economista e sociólogo; Casado com Marianne Weber,

Leia mais

6 Considerações finais

6 Considerações finais 6 Considerações finais Este pesquisa objetivou investigar como vem se caracterizando o processo de reforma psiquiátrica em Juiz de Fora e suas repercussões no trabalho dos assistentes sociais no campo

Leia mais

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros

Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Educação bilíngüe intercultural entre povos indígenas brasileiros Maria do Socorro Pimentel da Silva 1 Leandro Mendes Rocha 2 No Brasil, assim como em outros países das Américas, as minorias étnicas viveram

Leia mais

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Pensar na realidade é pensar em transformações sociais. Atualmente, temos observado os avanços com relação à

Leia mais

A TEORIA DO PODER SIMBÓLICO NA COMPREENSÃO DAS RELAÇÕES SOCIAIS CONTEMPORÂNEA

A TEORIA DO PODER SIMBÓLICO NA COMPREENSÃO DAS RELAÇÕES SOCIAIS CONTEMPORÂNEA CONGRESSO INTERNACIONAL INTERDISCIPLINAR EM SOCIAIS E HUMANIDADES Niterói RJ: ANINTER-SH/ PPGSD-UFF, 03 a 06 de Setembro de 2012, ISSN 2316-266X A TEORIA DO PODER SIMBÓLICO NA COMPREENSÃO DAS RELAÇÕES

Leia mais

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos:

Idealismo - corrente sociológica de Max Weber, se distingui do Positivismo em razão de alguns aspectos: A CONTRIBUIÇÃO DE MAX WEBER (1864 1920) Max Weber foi o grande sistematizador da sociologia na Alemanha por volta do século XIX, um pouco mais tarde do que a França, que foi impulsionada pelo positivismo.

Leia mais

Manual de Direito Previdenciário

Manual de Direito Previdenciário Manual de Direito Previdenciário Manual de Direito Previdenciário Benefícios Fábio Alexandre Coelho Luciana Maria Assad Vinícius Alexandre Coelho 4ª edição Revista e atualizada até julho/2015 Rua Machado

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO CURITIBA UNICURITIBA FACULDADE DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS

CENTRO UNIVERSITÁRIO CURITIBA UNICURITIBA FACULDADE DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS CENTRO UNIVERSITÁRIO CURITIBA UNICURITIBA FACULDADE DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS DANNIELE VARELLA RIOS DEBORAH DONATO DE SOUZA FELIPE PENIDO PORTELA PÂMELLA ÀGATA TÚLIO ESCOLA INGLESA CURITIBA 2009 DANNIELE

Leia mais

NOTA À 3ª EDIÇÃO... NOTA À 2ª EDIÇÃO... APRESENTAÇÃO À 1ª EDIÇÃO...

NOTA À 3ª EDIÇÃO... NOTA À 2ª EDIÇÃO... APRESENTAÇÃO À 1ª EDIÇÃO... SUMÁRIO NOTA À 3ª EDIÇÃO... NOTA À 2ª EDIÇÃO... APRESENTAÇÃO À 1ª EDIÇÃO... CAPÍTULO 1 O DIREITO NAS SOCIEDADES PRIMITIVAS Antonio Carlos Wolkmer 2. FORMAÇÃO DO DIREITO NAS SOCIEDADES PRIMITIVAS... 3.

Leia mais

OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE

OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE NASCIMENTO, Elaine Cristina Universidade Tecnológica Federal do Paraná AMORIM, Mário

Leia mais

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA

CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA CENTRO FEDERAL DE EDUCAÇÃO TECNOLÓGICA CELSO SUCKOW DA FONSECA ENSINO MÉDIO ÁREA CURRICULAR: CIÊNCIAS HUMANAS E SUAS TECNOLOGIAS DISCIPLINA: HISTÓRIA SÉRIE 1.ª CH 68 ANO 2012 COMPETÊNCIAS:. Compreender

Leia mais

A ideologia alemã. Karl Marx e Friedrich Engels

A ideologia alemã. Karl Marx e Friedrich Engels A ideologia alemã Karl Marx e Friedrich Engels Percurso Karl Marx (1817-1883) Filho de advogado iluminista Formou-se em Direito, Filosofia e História pela Universidade de Berlim; não seguiu carreira acadêmica

Leia mais

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006.

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006. UM ENSAIO SOBRE A DEMOCRATIZAÇÃO DA GESTÃO NO COTIDIANO ESCOLAR: A CONEXÃO QUE FALTA. Noádia Munhoz Pereira Discente do Programa de Mestrado em Educação PPGE/FACED/UFU - noadia1@yahoo.com.br Resumo O presente

Leia mais

ÉTICA, EDUCAÇÃO E CIDADANIA

ÉTICA, EDUCAÇÃO E CIDADANIA ÉTICA, EDUCAÇÃO E CIDADANIA Marconi Pequeno * * Pós-doutor em Filosofia pela Universidade de Montreal. Docente do Programa de Pós-Graduação em Filosofia e membro do Núcleo de Cidadania e Direitos Humanos

Leia mais

Música e políticas culturais em Goiânia: algumas reflexões

Música e políticas culturais em Goiânia: algumas reflexões Música e políticas culturais em Goiânia: algumas reflexões Márcia Terezinha Brunatto Bittencourt Mestranda em Música da Universidade Federal de Goiás e-mail: marciatbbittencourt@yahoo.com.br Sumário: A

Leia mais

Dalriliane Schultz Josilda Silva Juliana Turibio Maria Nhyara Fernanda K. Halila Cecilia Hauresko

Dalriliane Schultz Josilda Silva Juliana Turibio Maria Nhyara Fernanda K. Halila Cecilia Hauresko O PROJETO POLITICO PEDAGÓGICO NA ESCOLA: ANALISE DOS PPP DO COLÉGIO ESTADUAL PADRE CHAGAS E COLÉGIO ESTADUAL DO CAMPO DA PALMEIRINHA, PELO PIBID- GEOGRAFIA 1 Resumo: Dalriliane Schultz Josilda Silva Juliana

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

O RESGATE DO PENSAMENTO DE ALBERTO TORRES PARA A COMPREENSÃO HISTORIOGRÁFICA DA POLÍTICA NACIONAL DO PÓS- REVOLUÇÃO DE

O RESGATE DO PENSAMENTO DE ALBERTO TORRES PARA A COMPREENSÃO HISTORIOGRÁFICA DA POLÍTICA NACIONAL DO PÓS- REVOLUÇÃO DE O RESGATE DO PENSAMENTO DE ALBERTO TORRES PARA A COMPREENSÃO HISTORIOGRÁFICA DA POLÍTICA NACIONAL DO PÓS- REVOLUÇÃO DE 1930 Jorge Eschriqui Vieira PINTO Alberto Torres foi um intelectual vanguardista entre

Leia mais

HISTÓRIA. Assinale a alternativa que preenche corretamente os parênteses da Coluna B, de cima para baixo.

HISTÓRIA. Assinale a alternativa que preenche corretamente os parênteses da Coluna B, de cima para baixo. HISTÓRIA 37 Associe as civilizações da Antigüidade Oriental, listadas na Coluna A, às características políticas que as identificam, indicadas na Coluna B. 1 2 3 4 COLUNA A Mesopotâmica Fenícia Egípcia

Leia mais

A Responsabilidade Ética na Propaganda & Marketing. Com DANILO CUNHA

A Responsabilidade Ética na Propaganda & Marketing. Com DANILO CUNHA A Responsabilidade Ética na Propaganda & Marketing Com DANILO CUNHA Ética A Responsabilidade Ética na Propaganda & Marketing Conceito Estudo dos juízos de apreciação referentes à conduta humana suscetível

Leia mais

Max Weber e o Direito (1864-1920)

Max Weber e o Direito (1864-1920) 82 Max Weber e o Direito (1864-1920) Fontes: BILLIER, Jean-Cassiere MARYIOLI, Aglaé. História da Filosofia do Direito. Barueri: Manole, 2005. DEFLEM, Mathiew. Sociology of Law. Cambridge: CUP, 2008. RODRIGUES

Leia mais

DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE

DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE DIREITO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE HISTÓRICO DA PROTEÇÃO DA CRIANÇA E DO ADOLESCENTE NO BRASIL PERÍODO COLONIAL 1551 - fundada no Brasil a primeira Casa de Recolhimento: gerida pelos jesuítas, objetivava

Leia mais

E-mail: rabello_jr@yahoo.com.br. Comunidade no Orkut: Administração Pública - concursos

E-mail: rabello_jr@yahoo.com.br. Comunidade no Orkut: Administração Pública - concursos ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA _ Prof. Wagner Rabello Jr. Currículo resumido: Wagner Leandro Rabello Junior é pós-graduado em Administração Pública pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e bacharel em Biblioteconomia

Leia mais

O termo cidadania tem origem etimológica no latim civitas, que significa "cidade". Estabelece um estatuto de pertencimento de um indivíduo a uma

O termo cidadania tem origem etimológica no latim civitas, que significa cidade. Estabelece um estatuto de pertencimento de um indivíduo a uma Bruno Oliveira O termo cidadania tem origem etimológica no latim civitas, que significa "cidade". Estabelece um estatuto de pertencimento de um indivíduo a uma comunidade politicamente articulada um país

Leia mais

UMA TRAJETÓRIA DEMOCRÁTICA: das habilitações à coordenação pedagógica

UMA TRAJETÓRIA DEMOCRÁTICA: das habilitações à coordenação pedagógica UMA TRAJETÓRIA DEMOCRÁTICA: das habilitações à coordenação pedagógica Shirleiscorrea@hotmail.com A escola, vista como uma instituição que historicamente sofreu mudanças é apresentada pelo teórico português

Leia mais

A VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS E O DESAFIO DA EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA.

A VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS E O DESAFIO DA EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA. A VIOLÊNCIA NAS ESCOLAS E O DESAFIO DA EDUCAÇÃO PARA A CIDADANIA. NOGUEIRA, Ione da Silva Cunha - UNESP/Araraquara Uma educação conscientizadora e emancipadora, que garanta qualidade de ensino e acesso

Leia mais

Seja Bem-vindo(a)! AULA 1

Seja Bem-vindo(a)! AULA 1 Seja Bem-vindo(a)! Neste módulo vamos trabalhar os principais conceitos de Administração Pública que apareceram com mais frequência nas últimas provas. AULA 1 Estado, origens e funções Teoria Burocrática

Leia mais

CADERNO 1 BRASIL CAP. 3. Gabarito: EXERCÍCIOS DE SALA. Resposta da questão 1: [D]

CADERNO 1 BRASIL CAP. 3. Gabarito: EXERCÍCIOS DE SALA. Resposta da questão 1: [D] Gabarito: EXERCÍCIOS DE SALA Resposta da questão 1: Somente a proposição está correta. Com a expansão napoleônica na Europa e a invasão do exército Francês em Portugal ocorreu a vinda da corte portuguesa

Leia mais

A TRAJETÓRIA DA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NA CONTEMPORANEIDADE: DILEMAS E INDEFINIÇÕES

A TRAJETÓRIA DA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NA CONTEMPORANEIDADE: DILEMAS E INDEFINIÇÕES A TRAJETÓRIA DA FORMAÇÃO DO PEDAGOGO NA CONTEMPORANEIDADE: DILEMAS E INDEFINIÇÕES Introdução Vilma Fernandes Neves Maria Auxiliadora Cavazotti Patrícia Andréia Fonseca de Carvalho Pitta Programa de Pós-Graduação

Leia mais

Reflexões sobre Empresas e Direitos Humanos. Leticia Veloso leticiahelenaveloso@outlook.com

Reflexões sobre Empresas e Direitos Humanos. Leticia Veloso leticiahelenaveloso@outlook.com Reflexões sobre Empresas e Leticia Veloso leticiahelenaveloso@outlook.com PRINCÍPIOS ORIENTADORES SOBRE EMPRESAS E DIREITOS HUMANOS (ONU, 2011): 1. PROTEGER 2. RESPEITAR 3. REPARAR Em junho de 2011, o

Leia mais

SÉCULO XIX NOVOS ARES NOVAS IDEIAS Aula: 43 e 44 Pág. 8 PROFª: CLEIDIVAINE 8º ANO

SÉCULO XIX NOVOS ARES NOVAS IDEIAS Aula: 43 e 44 Pág. 8 PROFª: CLEIDIVAINE 8º ANO SÉCULO XIX NOVOS ARES NOVAS IDEIAS Aula: 43 e 44 Pág. 8 PROFª: CLEIDIVAINE 8º ANO 1 - INTRODUÇÃO Séc. XIX consolidação da burguesia: ascensão do proletariado urbano (classe operária) avanço do liberalismo.

Leia mais

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR.

ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ESTA PALESTRA NÃO PODERÁ SER REPRODUZIDA SEM A REFERÊNCIA DO AUTOR. ÉTICA E SERVIÇO SOCIAL: Elementos para uma breve reflexão e debate. Perspectiva de Análise Teoria Social Crítica (Marx e alguns marxistas)

Leia mais

THOMAS HOBBES LEVIATÃ MATÉRIA, FORMA E PODER DE UM ESTADO ECLESIÁSTICO E CIVIL

THOMAS HOBBES LEVIATÃ MATÉRIA, FORMA E PODER DE UM ESTADO ECLESIÁSTICO E CIVIL THOMAS HOBBES LEVIATÃ ou MATÉRIA, FORMA E PODER DE UM ESTADO ECLESIÁSTICO E CIVIL Thomas Hobbes é um contratualista teoria do contrato social; O homem natural / em estado de natureza para Hobbes não é

Leia mais

Cap 1 A teoria e a prática da Educação. Ramiro Marques

Cap 1 A teoria e a prática da Educação. Ramiro Marques Cap 1 A teoria e a prática da Educação Ramiro Marques Aristóteles dedica um espaço importante de A Política ao tema da educação, preocupando-se com a discussão de vários assuntos: fim pacífico da Educação,

Leia mais

Curso: Letras Português ( 1 ª Licenciatura) II Bloco

Curso: Letras Português ( 1 ª Licenciatura) II Bloco Curso: Letras Português ( 1 ª Licenciatura) I Bloco Filosofia da Educação 60 horas Metodologia Científica 60 horas Iniciação à Leitura e Produção de Textos Acadêmicos 60 horas Introdução à filosofia e

Leia mais

Papel dos Bacharéis na formação do Estado nacional (slides) sobre texto de José Murilo de Carvalho

Papel dos Bacharéis na formação do Estado nacional (slides) sobre texto de José Murilo de Carvalho Papel dos Bacharéis na formação do Estado nacional (slides) sobre texto de José Murilo de Carvalho Diferença verificada na libertação das colônias espanhola e portuguesa. 1) Manutenção da unidade política

Leia mais

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes FACULDADE ALFREDO NASSER INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO III PESQUISAR

Leia mais

A universidade antiga (medieval) tinha duas funções características:

A universidade antiga (medieval) tinha duas funções características: 14. HISTÓRIA DAS UNIVERSIDADES Um universitário de hoje talvez imagine que a ciência sempre foi parte integrante dessas instituições, mas a ciência chega relativamente tarde à comunidade universitária,

Leia mais

Preâmbulo. Considerando essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações,

Preâmbulo. Considerando essencial promover o desenvolvimento de relações amistosas entre as nações, DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembleia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948 Preâmbulo Considerando que o reconhecimento da

Leia mais

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA

TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA TEMA: O LÚDICO NA APRENDIZAGEM DA LEITURA E DA ESCRITA RESUMO Os educadores têm se utilizado de uma metodologia Linear, que traz uma característica conteudista; É possível notar que o Lúdico não se limita

Leia mais

OS MODELOS DE UNIVERSIDADE E O PROJETO DE MODERNIZAÇÃO BRASILEIRO

OS MODELOS DE UNIVERSIDADE E O PROJETO DE MODERNIZAÇÃO BRASILEIRO OS MODELOS DE UNIVERSIDADE E O PROJETO DE MODERNIZAÇÃO BRASILEIRO Junia de Freitas Knychala Graduanda em Geografia Universidade Federal de Uberlândia junia_f_k@yahoo.com.br Lucas Mendes Costa Graduando

Leia mais

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS

DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Preâmbulo DECLARAÇÃO UNIVERSAL DOS DIREITOS HUMANOS Adotada e proclamada pela resolução 217 A (III) da Assembléia Geral das Nações Unidas em 10 de dezembro de 1948 Considerando que o reconhecimento da

Leia mais

Tempo e psicologia: a concepção de desenvolvimento na teoria de Wallon

Tempo e psicologia: a concepção de desenvolvimento na teoria de Wallon Tempo e psicologia: a concepção de desenvolvimento na teoria de Wallon Soraya Vieira SANTOS; Marília Gouvea de MIRANDA (PPGE/FE/UFG) soraya_vieira@hotmail.com marília.ppge@uol.com.br Palavras-chave: Wallon;

Leia mais

Curso: Pedagogia ( 1 ª Licenciatura) I Bloco. Fundamentos Epistemológicos de Pedagogia 60 horas

Curso: Pedagogia ( 1 ª Licenciatura) I Bloco. Fundamentos Epistemológicos de Pedagogia 60 horas Curso: Pedagogia ( 1 ª Licenciatura) I Bloco Fundamentos Epistemológicos de Pedagogia 60 horas Metodologia Científica 60 horas História da Educação 60 horas Sociologia da Educação I 60 horas Filosofia

Leia mais

OS CAMINHOS DA PRODUÇÃO BIBLIOGRÁFICA EM GESTÃO DEMOCRÁTICA: UM ESTUDO SOBRE AS REVISTAS NOVA ESCOLA E EDUCAÇÃO & SOCIEDADE

OS CAMINHOS DA PRODUÇÃO BIBLIOGRÁFICA EM GESTÃO DEMOCRÁTICA: UM ESTUDO SOBRE AS REVISTAS NOVA ESCOLA E EDUCAÇÃO & SOCIEDADE OS CAMINHOS DA PRODUÇÃO BIBLIOGRÁFICA EM GESTÃO DEMOCRÁTICA: UM ESTUDO SOBRE AS REVISTAS NOVA ESCOLA E EDUCAÇÃO & SOCIEDADE LUCIANE WEBER BAIA HEES Núcleo de Estudos e Pesquisas: Política e Gestão da Educação

Leia mais

Anna Catharinna 1 Ao contrário da palavra romântico, o termo realista vai nos lembrar alguém de espírito prático, voltado para a realidade, bem distante da fantasia da vida. Anna Catharinna 2 A arte parece

Leia mais

Fórum Nacional de Diretores de Faculdades/Centros/Departamentos de Educação das Universidades Públicas Brasileiras (FORUMDIR)

Fórum Nacional de Diretores de Faculdades/Centros/Departamentos de Educação das Universidades Públicas Brasileiras (FORUMDIR) Fórum Nacional de Diretores de Faculdades/Centros/Departamentos de Educação das Universidades Públicas Brasileiras (FORUMDIR) I ENCONTRO NACIONAL DE COORDENADORES DE CURSO DE PEDAGOGIA DAS UNIVERSIDADES

Leia mais

Sociologia: ciência da sociedade

Sociologia: ciência da sociedade Sociologia: ciência da sociedade O QUE É SOCIOLOGIA? Sociologia: Autoconsciência crítica da realidade social. Ciência que estuda os fenômenos sociais. A Sociologia procura emancipar o entendimento humano

Leia mais

Unidade III Produção, trabalho e as instituições I. Aula 5.2 Conteúdo:

Unidade III Produção, trabalho e as instituições I. Aula 5.2 Conteúdo: Unidade III Produção, trabalho e as instituições I. Aula 5.2 Conteúdo: A família patriarcal no Brasil e seus desdobramentos. 2 Habilidade: Reconhecer que a ideologia patriarcal influenciou a configuração

Leia mais

COLÉGIO MARISTA DE BRASÍLIA Educação Infantil e Ensino Fundamental Aluno(a): 8º Ano: Nº Professor(a): Data: / / Componente Curricular: HISTÓRIA

COLÉGIO MARISTA DE BRASÍLIA Educação Infantil e Ensino Fundamental Aluno(a): 8º Ano: Nº Professor(a): Data: / / Componente Curricular: HISTÓRIA COLÉGIO MARISTA DE BRASÍLIA Educação Infantil e Ensino Fundamental Aluno(a): 8º Ano: Nº Professor(a): Data: / / Componente Curricular: HISTÓRIA 2011/HIST8ANOEXE2-PARC-1ºTRI-I AVALIAÇÃO PARCIAL 1º TRIMESTRE

Leia mais

INDIVÍDUO E SOCIEDADE PARTE 2

INDIVÍDUO E SOCIEDADE PARTE 2 TEXTO NUM. 2 INDIVÍDUO E SOCIEDADE PARTE 2 Max Weber, O indivíduo e a ação social: O alemão Max Weber (1864-1920), diferentemente de Durkheim, tem como preocupação central compreender o indivíduo e suas

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA ANÁLISE DOS INDICADORES E METAS DO ACORDO DE RESULTADOS DA DIRETORIA DE FISCALIZAÇÃO DO DER/MG.

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA ANÁLISE DOS INDICADORES E METAS DO ACORDO DE RESULTADOS DA DIRETORIA DE FISCALIZAÇÃO DO DER/MG. CENTRO UNIVERSITÁRIO UNA DIRETORIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, PESQUISA E EXTENSÃO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO/MBA GESTÃO PÚBLICA ANÁLISE DOS INDICADORES E METAS DO ACORDO DE RESULTADOS DA DIRETORIA DE FISCALIZAÇÃO

Leia mais

FÁVERO, Altair A.; TONIETO, Carina. Leituras sobre John Dewey e a educação. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2011. RESENHA

FÁVERO, Altair A.; TONIETO, Carina. Leituras sobre John Dewey e a educação. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2011. RESENHA FÁVERO, Altair A.; TONIETO, Carina. Leituras sobre John Dewey e a educação. Campinas, SP: Mercado de Letras, 2011. RESENHA Marta Marques 1 O livro Leituras sobre John Dewey e a educação, do Prof. Dr. Altair

Leia mais

CULTURA AFRO CULTURA AFRO

CULTURA AFRO CULTURA AFRO CULTURA AFRO ESCOPO Apresentamos o projeto Cultura Afro com o compromisso de oferecer aos alunos do ensino fundamental um panorama completo e diversificado sobre a cultura afro em nosso país. Levamos em

Leia mais

UMA ANÁLISE DE TEXTOS DE ALUNOS NA AULA DE SOCIOLOGIA: (DES)MOTIVAÇÃO PARA A VIDA

UMA ANÁLISE DE TEXTOS DE ALUNOS NA AULA DE SOCIOLOGIA: (DES)MOTIVAÇÃO PARA A VIDA UMA ANÁLISE DE TEXTOS DE ALUNOS NA AULA DE SOCIOLOGIA: (DES)MOTIVAÇÃO PARA A VIDA José de Jesus de Oliveira 1 (Fac. Signorelli) Siderlene Muniz-Oliveira 2 (UTFPR) Resumo: Esta comunicação tem como objetivo

Leia mais

180 ANOS DO ENSINO DO DIREITO NO BRASIL, A ASSESSORIA JURÍDICA UNIVERSITÁRIA POPULAR E UM NOVO PARADIGMA PARA A EDUCAÇÃO NO SÉCULO XXI

180 ANOS DO ENSINO DO DIREITO NO BRASIL, A ASSESSORIA JURÍDICA UNIVERSITÁRIA POPULAR E UM NOVO PARADIGMA PARA A EDUCAÇÃO NO SÉCULO XXI 180 ANOS DO ENSINO DO DIREITO NO BRASIL, A ASSESSORIA JURÍDICA UNIVERSITÁRIA POPULAR E UM NOVO PARADIGMA PARA A EDUCAÇÃO NO SÉCULO XXI Nádja Cristina Carvalho Santos 1 nadjapcajuina@yahoo.com.br Universidade

Leia mais

1º ano. 1º Bimestre. 2º Bimestre. 3º Bimestre. Capítulo 26: Todos os itens O campo da Sociologia. Capítulo 26: Item 5 Senso Crítico e senso comum.

1º ano. 1º Bimestre. 2º Bimestre. 3º Bimestre. Capítulo 26: Todos os itens O campo da Sociologia. Capítulo 26: Item 5 Senso Crítico e senso comum. 1º ano A Filosofia e suas origens na Grécia Clássica: mito e logos, o pensamento filosófico -Quais as rupturas e continuidades entre mito e Filosofia? -Há algum tipo de raciocínio no mito? -Os mitos ainda

Leia mais

Exerc ícios de Revisão Aluno(a): Nº:

Exerc ícios de Revisão Aluno(a): Nº: Exerc íciosde Revisão Aluno(a): Nº: Disciplina:HistóriadoBrasil Prof(a).:Cidney Data: deagostode2009 2ªSériedoEnsinoMédio Turma: Unidade:Nilópolis 01. QuerPortugallivreser, EmferrosqueroBrasil; promoveaguerracivil,

Leia mais

1) Em novembro de 1807, a família real portuguesa deixou Lisboa e, em março de 1808, chegou ao Rio de Janeiro. O acontecimento pode ser visto como:

1) Em novembro de 1807, a família real portuguesa deixou Lisboa e, em março de 1808, chegou ao Rio de Janeiro. O acontecimento pode ser visto como: 1) Em novembro de 1807, a família real portuguesa deixou Lisboa e, em março de 1808, chegou ao Rio de Janeiro. O acontecimento pode ser visto como: a) incapacidade dos Braganças de resistirem à pressão

Leia mais

Total aulas previstas

Total aulas previstas ESCOLA BÁSICA 2/3 DE MARTIM DE FREITAS Planificação Anual de História do 7º Ano Ano Lectivo 2011/2012 LISTAGEM DE CONTEÚDOS TURMA Tema 1.º Período Unidade Aulas Previas -tas INTRODUÇÃO À HISTÓRIA: DA ORIGEM

Leia mais

Processo Seletivo/UFU - julho 2007-1ª Prova Comum FILOSOFIA QUESTÃO 01

Processo Seletivo/UFU - julho 2007-1ª Prova Comum FILOSOFIA QUESTÃO 01 FILOSOFIA QUESTÃO 01 Leia atentamente o seguinte verso do fragmento atribuído a Parmênides. Assim ou totalmente é necessário ser ou não. SIMPLÍCIO, Física, 114, 29, Os Pré-Socráticos. Coleção Os Pensadores.

Leia mais

Planejamento Urbano no Brasil, Estatuto da Cidade e o GIS

Planejamento Urbano no Brasil, Estatuto da Cidade e o GIS ALÍCIA FERNANDINO RODRIGUES aliciarodrigues@terra.com.br Título: Planejamento Urbano no Brasil, Estatuto da Cidade e o GIS GRUPO 1 : Planos Diretores e Sustentabilidade urbano-ambiental Planejamento Urbano

Leia mais

REFORMA OU DESMONTE? Análise crítica acerca do Plano Diretor da Reforma do Estado

REFORMA OU DESMONTE? Análise crítica acerca do Plano Diretor da Reforma do Estado REFORMA OU DESMONTE? Análise crítica acerca do Plano Diretor da Reforma do Estado Ana Carolyna Muniz Estrela 1 Andreza de Souza Véras 2 Flávia Lustosa Nogueira 3 Jainara Castro da Silva 4 Talita Cabral

Leia mais

BuscaLegis.ccj.ufsc.br

BuscaLegis.ccj.ufsc.br BuscaLegis.ccj.ufsc.br Direito agrário: função social da propriedade; sua evolução e história Paula Baptista Oberto A Emenda Constitucional Nº. 10 de 10/11/64 foi o grande marco desta recente ciência jurídica

Leia mais

AÇÃO SOCIAL. Exemplo de AÇÃO SOCIAL 25/3/2011 A MAX WEBER. Vida e Obra de Max Weber. Max Weber (Contexto) Maximillian Carl Emil Weber (1864-1920)

AÇÃO SOCIAL. Exemplo de AÇÃO SOCIAL 25/3/2011 A MAX WEBER. Vida e Obra de Max Weber. Max Weber (Contexto) Maximillian Carl Emil Weber (1864-1920) A MAX WEBER Vida e Obra de Maximillian Carl Emil Weber (1864-1920) Erfurt/Alemanha (Contexto) 1830: Alemanha - país mais atrasado da Europa Origem burguesa, origem protestante e religiosa, família de comerciantes

Leia mais