RESPOSTA TÉCNICA. Bicho da seda; fibra artificial; fibra de algodão; fibra natural; fibra sintética; fibra têxtil; fibra vegetal; seda; tecido

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "RESPOSTA TÉCNICA. Bicho da seda; fibra artificial; fibra de algodão; fibra natural; fibra sintética; fibra têxtil; fibra vegetal; seda; tecido"

Transcrição

1 RESPOSTA TÉCNICA Título Fibras Têxteis Resumo Informações sobre fibras têxteis, sua utilidade, classificação, características físico-químicas e o processo de fabricação de algumas delas. Palavras-chave Bicho da seda; fibra artificial; fibra de algodão; fibra natural; fibra sintética; fibra têxtil; fibra vegetal; seda; tecido Assunto Fabricação de artefatos têxteis não especificados Demanda O que são fibras têxteis, para que servem e como fabricá-las? Quais as principais características físico-químicas? Solução apresentada Introdução Fibras têxteis são definidas como substratos naturais ou sintéticos constituídos por filamentos ou células alongadas que podem ser usados na produção de têxteis. A fibra natural é extraída e preparada pela indústria agropecuária (por exemplo, o algodão) e a artificial é produzida pela indústria química (por exemplo, o poliéster). Classificação As fibras têxteis são classificadas em: Naturais: que são extraídas da natureza e depois beneficiadas e podem ser: De origem animal: alguns exemplos são a seda (que provém da secreção glandular da larva do bicho da seda), lã, camurça, caxemira (pêlo de cabra), angorá (pêlo de coelho), couro e outras peles de animais; De origem vegetal: a mais comum é o algodão (extraído da semente), a juta e o linho (extraídos do caule), o sisal e a palma (extraídos da folha) e a fibra coco (extraído do próprio fruto); De origem mineral: o único exemplo é o amianto, que é extraído de um mineral chamado asbesto. O tecido feito com essa fibra é usado nas roupas de bombeiros como isolante térmico e antichama. Não-naturais: produzidas, através de processos químicos, pelo homem e podem ser: Artificiais: obtida através de transformação de um polímero natural utilizando-se artifícios físico-químicos. Exemplos: fibras originadas da celulose como a viscose 1

2 (que é a celulose regenerada) e o cupramónio (um derivado da celulose); Sintéticas: produzidas a partir de matérias primas como o petróleo, com as quais se sintetiza o polímero que irá compor a fibra: exemplos: nylon (uma poliamida), dracon (um poliéster) e elastano (lycra). Características Físico-Químicas Hidrofilidade: nome atribuído à capacidade de absorver e reter água. Essa característica é comum de fibras naturais Hidrofobilidade: capacidade de repelir água, não absorver. Essa característica é mais comum das fibras sintéticas; Finura: refere-se à espessura da fibra. Quanto mais fina a fibra, mais agradável elas serão ao toque; Elasticidade: propriedade que algumas fibras apresentam de se deformarem ao serem submetidas a ações de forças externas e retornarem à forma inicial quando a ação externa é removida; Toque: conforto que certas fibras produzem quando estão em contato com a pele; Desgaste: comportamento das fibras frente a ação de agentes mecânicos. A viscose, por exemplo, é sensível ao calor. Histórico e usos de algumas fibras têxteis Algodão Foram encontrados na índia indícios de tecidos de algodão que remota de 3000 a.c. esses tecidos foram introduzidos na Europa pelos árabes. Usado no vestuário, em tecidos de uso doméstico e em lonas. Possui algumas aplicações técnicas como em telas para pneus, tapetes transportadores e tendas de campismo. Linho A cultura do linho iniciou-se no Egito, mas foi primeiramente usada para alimentação e só posteriormente para fabricar tecidos. Usado no vestuário de verão, na produção de cortinas e lenços e na fabricação de papel. Lã Já no período Paleolítico (2,7 milhões de anos até a.c), os homens já usavam a lã para se cobrir. Usada no vestuário de inverno, roupas de bebês, meias, mantas, feltros cobertores, tapetes e carpetes. Seda Sua produção iniciou-se na China há cerca de 4000 anos. Foi a primeira fibra que o homem tentou imitar devido ao seu delicado processo de produção. Usada para fazer roupas de luxo, lingeries, gravatas e lenços. Nylon Sintetizada pela primeira vez pelo químico Wallace Hume Carothers em Foi a primeira fibra têxtil sintética produzida. Usada na fabricação do velcro e dos tecidos usados em meias femininas, roupas íntimas, maiôs, biquínis e sungas. Elastano Foi inventado em 1959 por Joseph Shivers, da DuPont. Quando foi colocado no mercado, 2

3 revolucionou muitas áreas da indústria do vestuário Usado na produção de roupas de ginástica, de sungas, biquínis e maiôs, em fraldas, lingeries e meias-calça. Viscose O cientista e industrialista francês Hilaire de Chardonnet sintetizou a viscose em Échirolles em Três cientistas franceses, Charles Frederick Cross, Edward John Bevan e Clayton Beadle patentearam o processo em Usada em malhas, vestidos, blusas e trajes esportivos. Processos de fabricação de algumas fibras têxteis Algodão Beneficiamento do algodão Depois de colhido, o algodão passa por uma etapa de beneficiamento. Essa etapa é realizada antes da industrialização e consiste em separar a fibra da semente, tomando o cuidado para não prejudicar as características próprias da fibra, obtendo um algodão que atenda as exigências da indústria têxtil e de fiação. O processo se inicia com a pesagem do fardão que, posteriormente, passa por um equipamento denominado vulgarmente de Piranha ou Ricardão, que tem a função de desmanchá-lo através de eixos batedores de pinos que abrem, desempelotam e limpam parte do algodão, conduzindo-o a uma esteira que o levará à sucção de alimentação da usina. O processo de separação da fibra da semente é realizado por descaroçadores de serras circulares que são apresentados em diferentes modelos, número de serras, capacidade de trabalho e fabricantes. Seda Extração da seda A seda é uma fibra feita pela lagarta do bicho-da-seda. Existem mais de 16 espécies desse bicho, que são criadas principalmente em laboratório. Cada espécie produz um fio de cor diferente. O bicho-da-seda nasce lagarta (FIG.1). Durante seu crescimento ele é alimentado somente com folhas de amora. Ao atingir um estágio de metamorfose, a lagarta procura um local seguro para fazer a sua crisálida (ou casulo), onde se fixa com fios muito finos e começa a deteriorar o seu próprio corpo para criar o casulo de onde surgirá a mariposa. O casulo todo é feito com apenas um fio, muito longo e resistente. A lagarta nunca chega a se tornar mariposa porque se isso ocorrer ela rompe o casulo e com isso, o fio. Os casulos são colocados em uma máquina que as aquece até uma temperatura insuportável para as larvas, porém não tão alta que prejudique o casulo. Após isso são colocados em uma máquina especificamente preparada para achar o início do fio de seda e desenrolá-lo, desfazendo o casulo sem romper o fio e sem prejudicar o inseto morto dentro dele. 3

4 Fibras artificiais Figura 1 - Larva do bicho-da-seda e seus casulos. FONTE: TECNOCRACIA, Rotas de produção de fibras artificiais O processo de produção das fibras artificiais consiste na transformação química de matérias-primas naturais. Partindo das lâminas de celulose, o raiom acetato e o raiom viscose seguem rotas distintas. A viscose passa por um banho de soda cáustica e, em seguida, por subprocessos de moagem, sulfurização e maturação para, no final, ser extrudada e assumir a forma de filamento contínuo ou fibra cortada. O acetato passa por um banho de ácido sulfúrico, diluição em acetona, extrusão (processo de produção onde o material é forçado através de uma matriz adquirindo uma forma desejada) e, só depois, a acetona é evaporada (FIG.2). Figura 2 - Esquema representado a rota de produção do raiom acetato e do raiom viscose (fibras artificiais). FONTE: ABRAFAS,

5 Fibra sintética Rotas de produção de fibras sintéticas Essas fibras são obtidas principalmente por processos de polimerização. A polimerização consiste na união de milhares moléculas de um dado composto (o monômero), para formar um novo composto denominado polímero (uma macromolécula). O processo de produção das fibras sintéticas se inicia com a transformação da nafta petroquímica, um derivado do petróleo, em benzeno, eteno, p-xileno e propeno. O benzeno é a matéria-prima básica da poliamida 6 (náilon 6, um polímero), que, por sua vez, é obtida pela polimerização da caprolactama (único monômero), enquanto que a poliamida 6.6 consiste na polimerização de dois monômeros: hexametilenodiamina e ácido adípico, que por reação de policondensação formam o "Sal N", e em uma segunda fase a poliamida 6.6 (náilon 6.6). O poliéster cuja matéria-prima básica é o p-xileno pode ser obtido por intermédio de duas rotas de produção: a do DMT (Dimetil Tereftalato + MEG) ou a do PTA (Ácido Terefetálico Puro + MEG: Monoetilenoglicol). As fibras acrílicas e olefínicas (polipropileno), por sua vez, têm como principal insumo básico petroquímico o propeno. Pelas suas propriedades e presença de aminoácidos, as fibras acrílicas são comparadas à lã natural e ocuparam os segmentos de roupas de inverno e de tapeçaria, devido as suas semelhanças aos produtos de lã (FIG.3). Figura 3 - Esquema representado a rota de produção do náilon 6.6, náilon 6, poliéster e da fibra acrílica (fibras sintéticas). FONTE: ABRAFAS,

6 Conclusões e recomendações São diversos os tipos de fibras têxteis as quais possuem diversas aplicações que vão desde a confecção de roupas e cobertores até a confecção de lonas e tendas de campismo. O grande desafio da indústria é melhorar cada vez mais a qualidade das fibras produzidas, fazendo fibras mais resistentes e duradouras e, ao mesmo tempo procurar desenvolver processos de produção que não agridam o meio-ambiente. Outras informações sobre fibras têxteis naturais e beneficiamento sugere-se acessar o site <www.respostatecnica.org.br> e realizar a busca no Banco de Respostas, utilizando os códigos das respostas 5071 / 8844 / / para encontrar o(s) arquivo(s) disponível (is). Sugere-se o curso de Engenharia Têxtil nas instituições abaixo: CENTRO UNIVERSITÁRIO DA FEI. Disponível em: <http://www.fei.edu.br/default.htm>. Acesso em: 01 jul FACULDADE DE AMERICANA FAM. Disponível em: <http://www.fam.br/>. Acesso em: 01 jul UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ - UEM. Disponível em: <http://www.crg.uem.br/>. Acesso em: 01 jul SERVIÇO NACIONAL DE APRENDIZAGEM INDUSTRIAL SENAI/CETIQT. Disponível em: <http://www.cetiqt.senai.br/>. Acesso em: 01 jul O CETEC não tem qualquer responsabilidade quanto à idoneidade das instituições de ensino citadas, cabendo ao empreendedor optar por aquela que melhor atender às suas necessidades. Fontes consultadas ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE PRODUTORES DE FIBRAS ARTIFICIAIS E SINTÉTICAS - ABRAFAS. Disponível em: <http://www.abrafas.org.br/fibras/manufaturadas.html>. Acesso em: 27 jun ELASTANO. Wikipédia: a enciclopédia livre. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/elastano>. Acesso em: 27 jun EMPRESA BRASILEIRA DE PESQUISA AGROPECUÁRIA EMBRAPA. Cultura do algodão no cerrado. Disponível em: <http://sistemasdeproducao.cnptia.embrapa.br/fonteshtml/algodao/algodaocerrado/colhei ta.htm>. Acesso em: 27 jun FIBRA TÊXTIL. Disponível em: <http://www.bauhausnet.com.br/corpo_fibra1.htm#conceito> Acesso em: 27 jun NÁILON. Wikipédia: a enciclopédia livre. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/náilon>. Acesso em: 27 jun TECNOCRACIA-BICHO DA SEDA. TECNOLOGIA EM GENETICA. Disponível em: <http://tecnocracia.com.br/arquivos/bicho-da-seda-tecnologia-em-genetica>. Acesso em: 27 jun VISCOSE. Wikipédia: a enciclopédia livre. Disponível em: <http://pt.wikipedia.org/wiki/viscose> Acesso em: 27 jun

7 Elaborado por Aline Barros Felix de Sousa Nome da Instituição respondente Fundação Centro Tecnológico de Minas Gerais - CETEC Data de finalização 28 jun

Ciclo de Vida. Elastano

Ciclo de Vida. Elastano Ciclo de Vida Elastano A fibra é a menor parte visível de uma unidade de tecido, e é conhecida por ser muito longa para sua largura (que pode ser até 100 vezes menor). As fibras de tecido podem ser naturais

Leia mais

Ciclo de Vida. Fibras de Aramida

Ciclo de Vida. Fibras de Aramida Ciclo de Vida Fibras de Aramida A fibra é a menor parte visível de uma unidade de tecido, e é conhecida por ser muito longa para sua largura (que pode ser até 100 vezes menor). As fibras de tecido podem

Leia mais

-Estrutura, composição, características. -Aplicações e processamento. -Tecnologias associadas às aplicações industriais.

-Estrutura, composição, características. -Aplicações e processamento. -Tecnologias associadas às aplicações industriais. Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri Bacharelado em Ciência e Tecnologia Teófilo Otoni - MG Prof a. Dr a. Flaviana Tavares Vieira Tópicos : -Estrutura, composição, características.

Leia mais

Correspondência NCM X CNAE Classe 2.0 dos produtos desonerados pela Lei 12.546/11/2011 - art. 8º com as alterações da MP nº 563/2012.

Correspondência NCM X CNAE Classe 2.0 dos produtos desonerados pela Lei 12.546/11/2011 - art. 8º com as alterações da MP nº 563/2012. Correspondência NCM X CNAE 2.0 dos produtos desonerados pela Lei 12.546/11/2011 - art. 8º com as alterações da MP nº 563/2012. NCM 2007 DESCRIÇÃO NCM 2007 39262000 Vestuario e seus acessorios, de plasticos,

Leia mais

REQUERIMENTO DE INFORMAÇÕES Nº, DE 2011.

REQUERIMENTO DE INFORMAÇÕES Nº, DE 2011. REQUERIMENTO DE INFORMAÇÕES Nº, DE 2011. (Do Sr. PEPE VARGAS) Solicita informações ao Sr. Ministro da Fazenda sobre a arrecadação dos impostos Federais do PIS e COFINS para o setor têxtil. Senhor Presidente:

Leia mais

FIBRAS NÃO-NATURAIS OU QUÍMICAS

FIBRAS NÃO-NATURAIS OU QUÍMICAS FIBRAS TÊXTEIS FIBRAS NÃO-NATURAIS OU QUÍMICAS As fibras não-naturais, também chamadas de fibras químicas, diferentemente das fibras naturais que já encontram-se prontas para processamento têxtil, são

Leia mais

Compósitos. Os materiais compostos são formados apenas por duas fases: MATRIZ, que é contínua e envolve a outra fase, denominada FASE DISPERSA,

Compósitos. Os materiais compostos são formados apenas por duas fases: MATRIZ, que é contínua e envolve a outra fase, denominada FASE DISPERSA, Os materiais compostos são formados apenas por duas fases: MATRIZ, que é contínua e envolve a outra fase, denominada FASE DISPERSA, As propriedades são obtidas através da quantidade, da geometria da fase

Leia mais

FIBRAS ARTIFICIAIS E SINTÉTICAS JUN/95

FIBRAS ARTIFICIAIS E SINTÉTICAS JUN/95 RELATO SETORIAL FIBRAS ARTIFICIAIS E SINTÉTICAS JUN/95 FIBRAS ARTIFICIAIS E SINTÉTICAS EQUIPE: Luiz Lauro Romero - Gerente Jayme Otacilio W. M. Vieira - Analista de Sistemas Renato Alberto Martins - Contador

Leia mais

Conselho Abit e Sinditêxtil SP Premiére Vision São Paulo. São Paulo, 21 de janeiro de 2014

Conselho Abit e Sinditêxtil SP Premiére Vision São Paulo. São Paulo, 21 de janeiro de 2014 Conselho Abit e Sinditêxtil SP Premiére Vision São Paulo São Paulo, 21 de janeiro de 2014 ECONOMIA PRODUÇÃO, VAREJO E IMPORTAÇÕES NO BRASIL EVOLUÇÃO NA QUANTIDADE EM COMPARAÇÃO AO PERÍODO ANTERIOR 39,3

Leia mais

Tesoura Mayo Curva e Reta. Tesoura Metzenbaum curva e reta

Tesoura Mayo Curva e Reta. Tesoura Metzenbaum curva e reta TESOURAS Tesoura Mayo Curva e Reta Tesoura Metzenbaum curva e reta Bisturi LÂMINAS DE BISTURI Pinça Halsted Pinça Crile Pinça Hemostática Kelly Pinça Hemostática Kocher Curva Pinça Hemostática Kocher Reta

Leia mais

27 Sistemas de vedação II

27 Sistemas de vedação II A U A UL LA Sistemas de vedação II Ao examinar uma válvula de retenção, um mecânico de manutenção percebeu que ela apresentava vazamento. Qual a causa desse vazamento? Ao verificar um selo mecânico de

Leia mais

Jornal da Metrologia A INFLUÊNCIA DOS PARÂMETROS DAS FIBRAS TÊXTEIS, NAS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DA MALHA FLAMÉ INVERTIDO

Jornal da Metrologia A INFLUÊNCIA DOS PARÂMETROS DAS FIBRAS TÊXTEIS, NAS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DA MALHA FLAMÉ INVERTIDO A INFLUÊNCIA DOS PARÂMETROS DAS FIBRAS TÊXTEIS, NAS CARACTERÍSTICAS FÍSICAS DA MALHA FLAMÉ INVERTIDO Alini Cavichioli 1, Juliana Menezes Da Silva Pianezzer 2, Wallace Nóbrega Lopo 1 Kazuo Hatakeyaman,

Leia mais

Entretelas Coats Corrente

Entretelas Coats Corrente Entretelas Coats Corrente Introdução às Entretelas - O que é uma entretela? Entretela é um material aplicado em certas partes das roupas confeccionadas, com a função de encorpar e estruturar a peça, oferecendo-lhe

Leia mais

Polímeros. São macromoléculas constituídas de unidades repetitivas, ligadas através de ligações covalentes.

Polímeros. São macromoléculas constituídas de unidades repetitivas, ligadas através de ligações covalentes. Polímeros 1 São macromoléculas constituídas de unidades repetitivas, ligadas através de ligações covalentes. Celulose Classificação quanto a natureza Naturais (Madeira, borracha, proteínas) Sintéticos

Leia mais

PRODUÇÃO DE AMOSTRAS DE AMIDO CATIÔNICO E REALIZAÇÃO DE TESTES DE FLOCULAÇÃO

PRODUÇÃO DE AMOSTRAS DE AMIDO CATIÔNICO E REALIZAÇÃO DE TESTES DE FLOCULAÇÃO PRODUÇÃO DE AMOSTRAS DE AMIDO CATIÔNICO E REALIZAÇÃO DE TESTES DE FLOCULAÇÃO José Carlos Trindade Filho. IC-Fecilcam, Engenharia de Produção Agroindustrial, Fecilcam, jctf_epa@hotmail.com Me. Nabi Assad

Leia mais

Universidade Tecnológica Federal do Paraná Câmpus Apucarana Professora: Patrícia Mellero Machado Cardoso MATERIAIS TÊXTEIS

Universidade Tecnológica Federal do Paraná Câmpus Apucarana Professora: Patrícia Mellero Machado Cardoso MATERIAIS TÊXTEIS Universidade Tecnológica Federal do Paraná Câmpus Apucarana Professora: Patrícia Mellero Machado Cardoso MATERIAIS TÊXTEIS Como são produzidos os tecidos das roupas? E sobre as características das fibras

Leia mais

VII Seminário de Combustíveis Salvador, 13 de junho de 2008

VII Seminário de Combustíveis Salvador, 13 de junho de 2008 VII Seminário de Combustíveis Salvador, 13 de junho de 2008 COMPANHIA PETROQUÍMICA DE PERNAMBUCO A PetroquímicaSuape foi criada em 11 de abril de 2006 para produzir ácido tereftálico purificado PTA, com

Leia mais

Fibras Têxteis. Conceituação

Fibras Têxteis. Conceituação Conceituação Entende-se por Fibra Têxtil, todo elemento de origem química ou natural, constituído de macromoléculas lineares, que apresente alta proporção entre seu comprimento e diâmetro e cujas características

Leia mais

Publicada no DOE em 18/10/2011 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 34/2011

Publicada no DOE em 18/10/2011 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 34/2011 Publicada no DOE em 18/10/2011 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 34/2011 Explicita procedimentos referentes às operações realizadas ao abrigo do Decreto nº 28.443, de 31 de outubro de 2006, que trata do regime de

Leia mais

Colocamos a disposição para melhor orientação a tabela do IPI, onde você irá encontrar as Nomenclaturas referidas de acordo com o seu produto.

Colocamos a disposição para melhor orientação a tabela do IPI, onde você irá encontrar as Nomenclaturas referidas de acordo com o seu produto. Colocamos a disposição para melhor orientação a tabela do IPI, onde você irá encontrar as Nomenclaturas referidas de acordo com o seu produto. Observe que para as Indústrias de Confecções que trabalham

Leia mais

Separar as peças susceptíveis de serem oxidadas (rebites,gutos, botões) e eliminar manchas de óxido com tira nódoas adequado antes de lavar.

Separar as peças susceptíveis de serem oxidadas (rebites,gutos, botões) e eliminar manchas de óxido com tira nódoas adequado antes de lavar. CUIDADOS GERAIS Leia atentamente as etiquetas da roupa. Respeite sempre as indicações dos fabricantes das máquinas de lavar. Dissolva bem os detergentes para que não causem nódoas e utilize detergentes

Leia mais

Outros materiais que merecem atenção do marceneiro. Introdução

Outros materiais que merecem atenção do marceneiro. Introdução Introdução Existem diversos materiais utilizados pela marcenaria na composição do móvel ou ambiente. Por exemplo os vidros, chapas metálicas, tecidos e etc. O mercado fornecedor da cadeia moveleira lança

Leia mais

CADERNO DE EXERCÍCIOS 1D

CADERNO DE EXERCÍCIOS 1D CADERNO DE EXERCÍCIOS 1D Ensino Fundamental Ciências da Natureza II Questão Conteúdo Habilidade da Matriz da EJA/FB 01 Propriedades e aplicação dos materiais H55/H56 02 Propriedades específicas, físicas

Leia mais

Emprego Industrial em Mato Grosso do Sul

Emprego Industrial em Mato Grosso do Sul Comportamento do emprego formal na Indústria em Mato Grosso do Sul O emprego formal na Indústria sul-mato-grossense encerrou mais um mês com redução liquida de postos de trabalho. Em maio, o conjunto das

Leia mais

Notícia: Fisipe produz fibra de carbono

Notícia: Fisipe produz fibra de carbono Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro Departamento de Economia, Sociologia e Gestão Licenciatura em Gestão 3ºano/2ºsemestre Unidade curricular: Inovação e Gestão da Mudança Docentes: Carla Marques

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DAS FIBRAS INTELIGENTES NA NATAÇÃO THE IMPORTANCE OF HIGH-TECH IN SWIMMING

A IMPORTÂNCIA DAS FIBRAS INTELIGENTES NA NATAÇÃO THE IMPORTANCE OF HIGH-TECH IN SWIMMING A IMPORTÂNCIA DAS FIBRAS INTELIGENTES NA NATAÇÃO THE IMPORTANCE OF HIGH-TECH IN SWIMMING Mariana Silos Moraes Pereira Universidade Estadual de Maringá. Campus Regional de Cianorte. Curso Bacharelado em

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL Faculdade de Engenharia PROCESSAMENTO DE POLÍMEROS

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO RIO GRANDE DO SUL Faculdade de Engenharia PROCESSAMENTO DE POLÍMEROS PROCESSAMENTO DE POLÍMEROS AULA 01 Polímeros Definição de Polímeros Tipos de Polímeros Aplicações dos Polímeros Definições gerais para Polímeros Peso Molecular Arquitetura Molecular Estado de Conformação

Leia mais

INTRODUÇÃO REDUZIR OS IMPACTOS AMBIENTAIS. POR OUTRO

INTRODUÇÃO REDUZIR OS IMPACTOS AMBIENTAIS. POR OUTRO INTRODUÇÃO OS METAIS SÃO ATUALMENTE ESSENCIAIS PARA O NOSSO COTIDIANO. OS QUE SÃO MAIS UTILIZADOS SÃO O ALUMÍNIO (EM LATAS), O COBRE (NOS CABOS DE TELEFONE), O CHUMBO (EM BATERIAS DE AUTOMÓVEIS), O NÍQUEL

Leia mais

Isadora Ribeiro Graduanda do curso Moda na Universidade Estadual de Maringá

Isadora Ribeiro Graduanda do curso Moda na Universidade Estadual de Maringá Isadora Ribeiro Graduanda do curso Moda na Universidade Estadual de Maringá Pricila Fernanda Cancelier Soranso Graduanda do curso de Design e Marketing de Moda na Universidade do Minho Ronaldo Salvador

Leia mais

FIBRAS TÊXTEIS SUSTENTÁVEIS: ALGODÃO COLORIDO E ORGÂNICO, FIBRAS DE BAMBU, SOJA E MILHO

FIBRAS TÊXTEIS SUSTENTÁVEIS: ALGODÃO COLORIDO E ORGÂNICO, FIBRAS DE BAMBU, SOJA E MILHO FIBRAS TÊXTEIS SUSTENTÁVEIS: ALGODÃO COLORIDO E ORGÂNICO, FIBRAS DE BAMBU, SOJA E MILHO Fibre Sustainable: Colorful Cotton and Organic, Bamboo Fiber, Soy and Corn Muchinski,César Henrique; Graduando PUC-PR

Leia mais

Indústrias Química, do Plástico, do Vidro e dos Metais

Indústrias Química, do Plástico, do Vidro e dos Metais Indústrias Química, do Plástico, do Vidro e dos Metais Trabalho realizado por: Leonardo Vieira R. da Silveira Marcelo Henrique G. Bueno Ralf Marcelo. S. de Oliveira Professor: Renato de Sousa Dâmaso Disciplina:

Leia mais

T E X T I L E E V O L U T I O N

T E X T I L E E V O L U T I O N T E X T I L E E V O L U T I O N POR nly nature imprints so well ReNOIR ReNOIR: a excelência no digital Resultado de uma junção entre inovação e tradição, ReNOIR é uma máquina de impressão digital industrial

Leia mais

Por fim, foi revogada a Instrução Normativa nº 35/2006 que tratava sobre o mesmo assunto.

Por fim, foi revogada a Instrução Normativa nº 35/2006 que tratava sobre o mesmo assunto. CE - ICMS - Substituição tributária - Tecidos e os produtos de aviamento - Disposições Por meio da IN nº 34/2011 foram determinados os procedimentos referentes às operações sujeitas ao regime de substituição

Leia mais

Broad Base. Best Solutions. PANOX Fibras PAN oxidadas

Broad Base. Best Solutions. PANOX Fibras PAN oxidadas Broad Base. Best Solutions. CARBON FIBERS and COMPOSITE MATERIALS PANOX Fibras PAN oxidadas 2 Fibras de carbono e materiais compósitos fabricados pelo SGL Group. Q Amplo portfólio de produtos Q Cadeia

Leia mais

Petroquímica Básica Instrutor André Costa

Petroquímica Básica Instrutor André Costa Petroquímica Básica Instrutor André Costa Como é explotado da jazida não possui valor agregado para o homem. É uma mistura complexa de compostos orgânicos e inorgânicos, em que predominam carbono e hidrogênio.

Leia mais

IX Congresso Brasileiro de Análise Térmica e Calorimetria 09 a 12 de novembro de 2014 Serra Negra SP - Brasil

IX Congresso Brasileiro de Análise Térmica e Calorimetria 09 a 12 de novembro de 2014 Serra Negra SP - Brasil ESTUDO TERMOANALÍTICO DE COMPÓSITOS DE POLI(ETILENO-CO-ACETATO DE VINILA) COM BAGAÇO DE CANA-DE-AÇÚCAR Carla R. de Araujo, Igor B. de O. Lima, Cheila G. Mothé Departamento de Processos Orgânicos - Escola

Leia mais

Tratamento Anti-Chama em Materiais Têxteis

Tratamento Anti-Chama em Materiais Têxteis 1 Tratamento Anti-Chama em Materiais Têxteis Fabiana Hiromi Miyada, Regina Aparecida Sanches, Waldir Mantovani, Júlia Baruque Ramos Universidade de São Paulo; Curso de Têxtil e Moda (EACH-USP); Av. Arlindo

Leia mais

EXERCÍCIOS PARA O 8 ANO (2015)

EXERCÍCIOS PARA O 8 ANO (2015) EXERCÍCIOS PARA O 8 ANO (2015) 1- A Fábrica Celular Células de bactérias (procarióticas) e células animais (eucarióticas), apresentam semelhanças e diferenças. a) Qual a estrutura presente em ambas que

Leia mais

Cabos. Um motorista dirigia, quando, de repente, Conceito

Cabos. Um motorista dirigia, quando, de repente, Conceito A U A UL LA Cabos Introdução Um motorista dirigia, quando, de repente, surgiu um problema na embreagem do carro. Por mais que tentasse, o motorista não conseguia engatar a marcha. O carro foi rebocado

Leia mais

Não compreendo civilização sem papel. Ele se presta aos mais tristes e ignóbeis fins, mas isso não lhe macula a honra intrínseca.

Não compreendo civilização sem papel. Ele se presta aos mais tristes e ignóbeis fins, mas isso não lhe macula a honra intrínseca. Não compreendo civilização sem papel. Ele se presta aos mais tristes e ignóbeis fins, mas isso não lhe macula a honra intrínseca. Carlos Drummond de Andrade ORIGENS SUPORTE Antes do papel, o suporte da

Leia mais

As bactérias operárias

As bactérias operárias A U A UL LA As bactérias operárias Na Aula 47 você viu a importância da insulina no nosso corpo e, na Aula 48, aprendeu como as células de nosso organismo produzem insulina e outras proteínas. As pessoas

Leia mais

RESPOSTA TÉCNICA. Informações técnicas sobre tipos de fios para tecelagem de tecidos utilizados para uso em forros de bolsos de calças jeans.

RESPOSTA TÉCNICA. Informações técnicas sobre tipos de fios para tecelagem de tecidos utilizados para uso em forros de bolsos de calças jeans. RESPOSTA TÉCNICA Título Fabricação de produtos têxteis Resumo Informações técnicas sobre tipos de fios para tecelagem de tecidos utilizados para uso em forros de bolsos de calças jeans. Palavras-chave

Leia mais

Aplicação de Reúso na Indústria Têxtil

Aplicação de Reúso na Indústria Têxtil Aplicação de Reúso na Indústria Têxtil 1. Indústria Têxtil Uma Abordagem Geral: Indústria têxtil tem como objetivo a transformação de fibras em fios, de fios em tecidos e de tecidos em peças de vestuário,

Leia mais

POLÍMEROS POLIETILENO DE BAIXA DENSIDADE

POLÍMEROS POLIETILENO DE BAIXA DENSIDADE POLÍMEROS Os polímeros são macromoléculas formada pela união de pequenas unidades que se repetem, os monômeros. Existem basicamente dois tipos de polimerização: adição e condensação. Na polimeirzação por

Leia mais

ISOLANTES TÉRMICOS. Isolantes Térmicos e Refratários LTDA. catalogofinal25.05.indd 1 25/5/2010 12:56:00

ISOLANTES TÉRMICOS. Isolantes Térmicos e Refratários LTDA. catalogofinal25.05.indd 1 25/5/2010 12:56:00 ISOLANTES TÉRMICOS Isolantes Térmicos e Refratários LTDA. catalogofinal25.05.indd 1 25/5/2010 12:56:00 catalogofinal25.05.indd 2 25/5/2010 12:56:01 ÍNDICE Apresentação 5 Tecido de fibra de vidro 6 Fio

Leia mais

Rodada de negócios com empresários alemães do setor têxtil

Rodada de negócios com empresários alemães do setor têxtil 01 Fabricante de correias transportadoras e de a- cionamento. O programa de produtos abrange mais de 400 tipos diferentes de correias de acionamento e de transporte. Estes produtos são utilizados em muitas

Leia mais

Sua 1ª opção em redes esportivas

Sua 1ª opção em redes esportivas Sua 1ª opção em redes esportivas MASTERFEW Indústria e Comércio Ltda. Av. Prefeito Bernardino de Lucca, 1222 - Jd. Carambeí - São Roque - SP - CEP 18132-295 vendas@masterfew.com.br www.masterfew.com.br

Leia mais

Ensaiar é preciso! Como você se sentiria se a chave que acabou

Ensaiar é preciso! Como você se sentiria se a chave que acabou A U A UL LA Acesse: http://fuvestibular.com.br/ Ensaiar é preciso! Introdução Como você se sentiria se a chave que acabou de mandar fazer quebrasse ao dar a primeira volta na fechadura? Ou se a jarra de

Leia mais

7. o ANO FUNDAMENTAL. Prof. a Andreza Xavier Prof. o Walace Vinente

7. o ANO FUNDAMENTAL. Prof. a Andreza Xavier Prof. o Walace Vinente 7. o ANO FUNDAMENTAL Prof. a Andreza Xavier Prof. o Walace Vinente CONTEÚDOS E HABILIDADES A A Unidade II Comunicação e tecnologia. Aula 7.2 Conteúdo Classificação da indústria moderna. Habilidade Classificar

Leia mais

RESPOSTA TÉCNICA. Preciso de informações sobre reciclagem de thinner, fabricante de máquinas para reciclagem e viabilidade.

RESPOSTA TÉCNICA. Preciso de informações sobre reciclagem de thinner, fabricante de máquinas para reciclagem e viabilidade. RESPOSTA TÉCNICA Título Reciclagem de Thinner Resumo Informações de como é feita a reciclagem de solventes orgânicos como o thinner, fornecedores de equipamentos para reciclagem dos mesmos e viabilidade

Leia mais

Natural&Orgânico. Beleza&Bem Estar. Cosméticos Naturais, Orgânicos e Aromaterapia

Natural&Orgânico. Beleza&Bem Estar. Cosméticos Naturais, Orgânicos e Aromaterapia Natural&Orgânico Equilíbrio Harmonia Beleza&Bem Estar Cosméticos Naturais, Orgânicos e Aromaterapia Bem vindos a Beleza Natural! Na Arte dos Aromas, a natureza é a nossa fonte de inspiração. Acreditamos

Leia mais

TIPOS DE SUJIDADES O QUE É SUJIDADE?

TIPOS DE SUJIDADES O QUE É SUJIDADE? TIPOS DE SUJIDADES O QUE É SUJIDADE? A sujidade é um residual físico, químico ou biológico considerado estranho ao produto original, que pode ser capaz de provocar efeitos deterioráveis, detectados visualmente

Leia mais

Orientações e sugestões para o desenvolvimento de conteúdos e habilidades para aluno DV. Ciências da Natureza/Ensino Médio

Orientações e sugestões para o desenvolvimento de conteúdos e habilidades para aluno DV. Ciências da Natureza/Ensino Médio Orientações e sugestões para o desenvolvimento de conteúdos e habilidades para aluno DV Ciências da Natureza/Ensino Médio Bloco da INDÚSTRIA PETROQUÍMICA E PLÁSTICO O petróleo é um dos principais insumos

Leia mais

PORTUGAL GREECE Trade Balance

PORTUGAL GREECE Trade Balance PORTUGAL GREECE Trade Balance March 2013 TRADE BALANCE PORTUGAL GREECE IMPORTS (CIF) Annual Variation % EXPORTS (FOB) Annual Variation % 10³ Euros BALANCE 2003 81.998 121.881 39.883 2004 76.487-6,72 126.685

Leia mais

Processamento do Algodão para a Produção Têxtil

Processamento do Algodão para a Produção Têxtil Processamento do Algodão para a Produção Têxtil Filipe Tonet Assad 1 (FECILCAM) filassad@hotmail.com João Batista Sarmento dos Santos Neto 2 (FECILCAM) neto.joaobss@hotmail.com Katherine Kaneda Moraes

Leia mais

Índice de Preços ao Produtor (IPP) de setembro fica em 1,23%

Índice de Preços ao Produtor (IPP) de setembro fica em 1,23% Índice de Preços ao Produtor Fonte IBGE Base: Setembro de 2011 Por Ricardo Bergamini Índice de Preços ao Produtor (IPP) de setembro fica em 1,23% Em setembro de 2011, o Índice de Preços ao Produtor (IPP)

Leia mais

SISTEMAS CONSTRUTIVOS Professor:Regialdo BLOCOS DE CONCRETO

SISTEMAS CONSTRUTIVOS Professor:Regialdo BLOCOS DE CONCRETO SISTEMAS CONSTRUTIVOS Professor:Regialdo BLOCOS DE CONCRETO CONCEITO A tipologia estrutural composta por bloco, argamassa, graute e eventualmente armações é responsável por um dos sistemas construtivos

Leia mais

NR 06. Luvas e/ou mangas de proteção e/ou cremes protetores devem ser usados em trabalhos em que haja perigo de lesão provocada por:

NR 06. Luvas e/ou mangas de proteção e/ou cremes protetores devem ser usados em trabalhos em que haja perigo de lesão provocada por: Página1 II - Proteção para os membros superiores: NR 06 Luvas e/ou mangas de proteção e/ou cremes protetores devem ser usados em trabalhos em que haja perigo de lesão provocada por: 1. Materiais ou objetos

Leia mais

Capítulo 54. Filamentos sintéticos ou artificiais; lâminas e formas semelhantes de matérias têxteis sintéticas ou artificiais

Capítulo 54. Filamentos sintéticos ou artificiais; lâminas e formas semelhantes de matérias têxteis sintéticas ou artificiais Capítulo 54 Filamentos sintéticos ou artificiais; lâminas e formas semelhantes de matérias têxteis sintéticas ou artificiais Notas. 1.- Na Nomenclatura, a expressão fibras sintéticas ou artificiais refere-se

Leia mais

FORMAÇÃO TEXTIL TODOS OS CLIENTES SÃO IMPORTANTES EVOLUÇÃO DA LAVANDARIA TENDÊNCIAS UMA BOA RECEPÇÃO EVITA 1 MILHÃO DE

FORMAÇÃO TEXTIL TODOS OS CLIENTES SÃO IMPORTANTES EVOLUÇÃO DA LAVANDARIA TENDÊNCIAS UMA BOA RECEPÇÃO EVITA 1 MILHÃO DE FORMAÇÃO TEXTIL Diferentes fibras: Naturais Químicas Resolução de conflitos Tipos de nódoa e sua remoção TODOS OS CLIENTES SÃO IMPORTANTES Receber o Cliente: Cumprimentar Sorrir ouvir Aconselhar e informar

Leia mais

Materiais têm personalidade?

Materiais têm personalidade? Materiais têm personalidade? Introdução O pior é que têm! Como? Pense um pouco. Por que o plástico é plástico? Por que o alumínio é mais leve que o ferro? Por que a borracha depois de esticada volta a

Leia mais

Módulo 1 Questões Básicas da Economia. 1.1. Conceito de Economia

Módulo 1 Questões Básicas da Economia. 1.1. Conceito de Economia Módulo 1 Questões Básicas da Economia 1.1. Conceito de Economia Todos nós temos uma série de necessidades. Precisamos comer, precisamos nos vestir, precisamos estudar, precisamos nos locomover, etc. Estas

Leia mais

RESÍDUOS SÓLIDOS. N u t r i ç ã o e D i e t é t i c a outubro, 13

RESÍDUOS SÓLIDOS. N u t r i ç ã o e D i e t é t i c a outubro, 13 RESÍDUOS SÓLIDOS N u t r i ç ã o e D i e t é t i c a outubro, 13 UNINASSAU FACULDADE MAURÍCIO DE NASSAU Centro Universitário Maurício de Nassau Fazendo Parte de Sua Vida Professor Adriano Silva RESÍDUOS

Leia mais

OS IMPACTOS DA ALCA E DO ACORDO COMERCIAL COM A UNIÃO EUROPÉIA - O CASO DA CADEIA TÊXTIL/CONFECÇÕES 1 Victor Prochnik 2

OS IMPACTOS DA ALCA E DO ACORDO COMERCIAL COM A UNIÃO EUROPÉIA - O CASO DA CADEIA TÊXTIL/CONFECÇÕES 1 Victor Prochnik 2 OS IMPACTOS DA ALCA E DO ACORDO COMERCIAL COM A UNIÃO EUROPÉIA - O CASO DA CADEIA TÊXTIL/CONFECÇÕES 1 Victor Prochnik 2 1. Apresentação Este artigo discute as oportunidades e riscos que se abrem para a

Leia mais

NOVAS ESTIMATIVAS DO MODELO DE GERAÇÃO DE EMPREGOS DO BNDES* Sheila Najberg** Roberto de Oliveira Pereira*** 1- Introdução

NOVAS ESTIMATIVAS DO MODELO DE GERAÇÃO DE EMPREGOS DO BNDES* Sheila Najberg** Roberto de Oliveira Pereira*** 1- Introdução NOVAS ESTIMATIVAS DO MODELO DE GERAÇÃO DE EMPREGOS DO BNDES* Sheila Najberg** Roberto de Oliveira Pereira*** 1- Introdução O Modelo de Geração de Empregos do BNDES 1 (MGE) estima o número de postos de

Leia mais

Perfil Econômico Municipal

Perfil Econômico Municipal indústria Extração de carvão mineral Extração de petróleo e gás natural Extração de minerais metálicos Extração de minerais não-metálicos Fabricação de alimentos e bebidas Fabricação de produtos do fumo

Leia mais

INTRODUÇÃO AOS PROCESSOS METALÚRGICOS. Prof. Carlos Falcão Jr.

INTRODUÇÃO AOS PROCESSOS METALÚRGICOS. Prof. Carlos Falcão Jr. INTRODUÇÃO AOS PROCESSOS METALÚRGICOS Prof. Carlos Falcão Jr. Conformação de Materiais Metálicos Estampagem É um processo de conformação mecânica, que compreende um conjunto de operações por intermédio

Leia mais

LUVAS E VESTIMENTAS PARA ALTA TEMPERATURA ALUMINIZADOS

LUVAS E VESTIMENTAS PARA ALTA TEMPERATURA ALUMINIZADOS LUVAS E VESTIMENTAS PARA ALTA TEMPERATURA EMPRESA Há mais de 10 anos no mercado a Suprema Luvas se destacou na fabricação de luvas para diversos segmentos, como construção civil, metalúrgicas, siderúrgicas.

Leia mais

Sistema de Filtros Magnéticos na Tubulação GLP

Sistema de Filtros Magnéticos na Tubulação GLP GRUPO ULTRA S.A Sistema de Filtros Magnéticos na Tubulação GLP Prêmio GLP - Otimização Categoria - Infraestrutura Gerência de Produção Corporativa -Flavio Pastorello - José Antonio Trevine - Mauro Mamoru

Leia mais

Curso Avançado de Vendas

Curso Avançado de Vendas Curso Avançado de Vendas Módulo 3. 2014 Av. Saburo Akamine, 1.555 Rio Claro SP 13504-505 A maior fábrica de estofados do Brasil Garantia Luizzi A garantia do estofado depende da sua correta utilização.

Leia mais

Estudo comparativo de tintas e vernizes na flexografia: curável por raios ultravioletas e à base de solventes

Estudo comparativo de tintas e vernizes na flexografia: curável por raios ultravioletas e à base de solventes Estudo comparativo de tintas e vernizes na flexografia: curável por raios ultravioletas e à base de solventes Ana Paula Alves da Silva 1, a, Aline Resmini Melo 1,b, Carolina Resmini Melo 1,c. 1 Engenharia

Leia mais

Informação de Imprensa

Informação de Imprensa Informação de Imprensa Estudo aponta alternativa de chuveiro mais ecoeficiente para banho quente Análise de Ecoeficiência desenvolvida pela Fundação Espaço ECO comparou o desempenho econômico e ambiental

Leia mais

BIT - Boletim Informativo Torcetex

BIT - Boletim Informativo Torcetex INTRODUÇÃO O presente trabalho tem por finalidade orientar nossos clientes, amigos e usuários de nossos produtos quanto a a aplicação e especificação dos produtos TORCETEX. Os produtos TORCETEX representam

Leia mais

Gaxetas de Fibras Sintéticas e Outras

Gaxetas de Fibras Sintéticas e Outras Gaxetas de Fibras Sintéticas e Outras Quimgax 2030 Quimgax 2004 Quimgax 2017 Quimgax 2043 Quimgax 2044 Quimgax 2777 Quimgax 2019 Quimgax 2143 Quimgax 2153 Quimgax 2061 e 2062 As gaxetas de fibras sintéticas

Leia mais

ESTUDO E APLICAÇÃO PARA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM UM PROCESSO DE REFINO DE CELULOSE NA INDÚSTRIA ETERNIT

ESTUDO E APLICAÇÃO PARA EFICIÊNCIA ENERGÉTICA EM UM PROCESSO DE REFINO DE CELULOSE NA INDÚSTRIA ETERNIT UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA FEDERAL DO PARANÁ DEPARTAMENTO ACADÊMICO DE ELETROTÉCNICA CURSO ENGENHARIA INDUSTRIAL ELÉTRICA/ELETROTÉCNICA ANDRYWS WILLIAM CORREIA FABIO SILVA BORA GUILHERME AUGUSTO MEIRA BATISTA

Leia mais

Plásticos x Meio Ambiente. Jamille Valéria Piovesan Silvane Machado

Plásticos x Meio Ambiente. Jamille Valéria Piovesan Silvane Machado Plásticos x Meio Ambiente Jamille Valéria Piovesan Silvane Machado JUSTIFICATIVA A maioria das invenções modernas estão diretamente relacionadas com nosso conforto e praticidade, porém muitas delas são

Leia mais

Prestamos serviços de instalação de correias, emendas vulcanizadas,

Prestamos serviços de instalação de correias, emendas vulcanizadas, APRESENTAÇÃO. A União Correias é uma empresa especializada em CORREIAS TRANSPOTARDORAS E TRANSMISSÃO para os diversos seguimentos industriais e agrícolas. Fornecendo correias resistentes a diversos fatores

Leia mais

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 33, DE 24 DE AGOSTO DE 2010

INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 33, DE 24 DE AGOSTO DE 2010 INSTRUÇÃO NORMATIVA Nº 33, DE 24 DE AGOSTO DE 2010 Publicada no DOE em 30/08/2010 Altera o Anexo Único da Instrução Normativa nº 35, de 26 de dezembro de 2006, que explicita procedimentos referentes às

Leia mais

MANUAL DO FORNECEDOR MF - 02.008 MANUAL DE QUALIDADE - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS

MANUAL DO FORNECEDOR MF - 02.008 MANUAL DE QUALIDADE - ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS VERSÃO 5 PAG: 1 / 7 Esta Instrução tem por objetivo determinar os padrões de conformidade para as informações legais obrigatórias que devem estar contidas nas etiquetas internas de composição e conservação

Leia mais

http://www.portaldaindustria.com.br/senai/iniciativas/programas/senai-cetiqt/educacao/2014/07/1,40922/cursos-de-extensao-a-distancia.

http://www.portaldaindustria.com.br/senai/iniciativas/programas/senai-cetiqt/educacao/2014/07/1,40922/cursos-de-extensao-a-distancia. www.cni.org.br http://www.portaldaindustria.com.br/senai/iniciativas/programas/senai-cetiqt/educacao/2014/07/1,40922/cursos-de-extensao-a-distancia.html Cursos de extensão a distância O SENAI CETIQT oferece

Leia mais

CLASSIFICAÇÃO DAS FIBRAS TÊXTEIS

CLASSIFICAÇÃO DAS FIBRAS TÊXTEIS CLASSIFICAÇÃO DAS FIBRAS TÊXTEIS FIBRAS QUÍMICAS Entende-se por fibra sintética aquela produzida com matérias-primas simples, normalmente do petróleo, com as quais se sintetiza o polímero que irá compor

Leia mais

E.I. DU PONT DE NEMOURS & CO

E.I. DU PONT DE NEMOURS & CO E.I. DU PONT DE NEMOURS & CO A DuPont é uma companhia voltada para a ciência, que concentra seus esforços e atua nas áreas de alimentação e nutrição; higiene pessoal; moda; casa e construção; eletrônicos;

Leia mais

Normas Técnicas para Etiquetas

Normas Técnicas para Etiquetas Normas Técnicas para Etiquetas Informativo Técnico: Nova Lei das Etiquetas Informações que devem constar nas etiquetas de artigos confeccionados: 1 - Composição têxtil do produto. 2 - Nome ou razão social

Leia mais

MEMORIAL ECONÔMICO - SANITÁRIO DE ESTABELECIMENTO DE ABATE MODELO 01

MEMORIAL ECONÔMICO - SANITÁRIO DE ESTABELECIMENTO DE ABATE MODELO 01 MEMORIAL ECONÔMICO - SANITÁRIO DE ESTABELECIMENTO DE ABATE MODELO 01 4. Categoria do estabelecimento. 5. Espécie de animais que pretende sacrificar. 6. Processo de matança (descrição detalhada). 7. Velocidade

Leia mais

PLACAS E TELHAS PRODUZIDAS A PARTIR DA RECICLAGEM DO POLIETILENO / ALUMÍNIO PRESENTES NAS EMBALAGENS TETRA PAK.

PLACAS E TELHAS PRODUZIDAS A PARTIR DA RECICLAGEM DO POLIETILENO / ALUMÍNIO PRESENTES NAS EMBALAGENS TETRA PAK. PLACAS E TELHAS PRODUZIDAS A PARTIR DA RECICLAGEM DO POLIETILENO / ALUMÍNIO PRESENTES NAS EMBALAGENS TETRA PAK. Mario Henrique de Cerqueira Engenheiro de Desenvolvimento Ambiental - Tetra Pak 1. Introdução

Leia mais

Metodologia Científica e Tecnológica

Metodologia Científica e Tecnológica Metodologia Científica e Tecnológica Módulo 3 Variáveis e Constantes Prof. Carlos Fernando Jung carlosfernandojung@gmail.com http://lattes.cnpq.br/9620345505433832 Edição 2009 Material para Fins Didáticos

Leia mais

Aula 5 A energia não é o começo de tudo, mas já é um início

Aula 5 A energia não é o começo de tudo, mas já é um início Aula 5 A energia não é o começo de tudo, mas já é um início Itens do capítulo 5 A energia não é o começo de tudo, mas já é o início 5. A energia não é o começo de tudo, mas já é o início 5.1 O consumo

Leia mais

Obtenção (Polimerização) de compósito polimérico por feixe de elétrons

Obtenção (Polimerização) de compósito polimérico por feixe de elétrons Obtenção (Polimerização) de compósito polimérico por feixe de elétrons Maria Cecília Evora, Delmo Nishitsuji, Dr.Gerson Marinucci Dr. Leonardo Gondim de Andrade e Silva Objetivo Pesquisar e desenvolver

Leia mais

Íman. Índice. Tipos de ímanes. O íman ou ímã. chamado ainda de magneto, é um objecto que provoca um campo magnético à sua volta.

Íman. Índice. Tipos de ímanes. O íman ou ímã. chamado ainda de magneto, é um objecto que provoca um campo magnético à sua volta. Íman Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. (português europeu) (português brasileiro) [nota 1] O íman ou ímã. chamado ainda de magneto, é um objecto que provoca um campo magnético à sua volta. Um íman

Leia mais

MADEIRAS MCC1001 AULA 12

MADEIRAS MCC1001 AULA 12 MADEIRAS MCC1001 AULA 12 Disciplina: Materiais de Construção I Professora: Dr. a Carmeane Effting 1 o semestre 2014 Centro de Ciências Tecnológicas Departamento de Engenharia Civil MADEIRAS É um material

Leia mais

PROPRIEDADES DA MATÉRIA

PROPRIEDADES DA MATÉRIA Profª Msc.Anna Carolina A. Ribeiro PROPRIEDADES DA MATÉRIA RELEMBRANDO Matéria é tudo que tem massa e ocupa lugar no espaço. Não existe vida nem manutenção da vida sem matéria. Corpo- Trata-se de uma porção

Leia mais

ec balbo RECICLAGEM DE PNEUS

ec balbo RECICLAGEM DE PNEUS RECICLAGEM DE PNEUS ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO AO PNEU 2. O MERCADO DE PNEUS 3. O PROBLEMA 4. AS SOLUÇÕES 5. A RECICLAGEM DE PNEUS 6. A ECOBALBO 7. OPORTUNIDADES FUTURAS A HISTÓRIA DO PNEU UMA HISTÓRIA DE MAIS

Leia mais

s informações contidas nas etiquetas de quaisquer produtos têxteis são tão importantes quanto os rótulos dos alimentos. Elas informam sobre a

s informações contidas nas etiquetas de quaisquer produtos têxteis são tão importantes quanto os rótulos dos alimentos. Elas informam sobre a s informações contidas nas etiquetas de quaisquer produtos têxteis são tão importantes quanto os rótulos dos alimentos. Elas informam sobre a composição, a origem e os cuidados de conservação dos produtos.

Leia mais

TINGIMENTO NATURAL UMA ALTERNATIVA SUSTENTÁVEL PARA A ÁREA TÊXTIL

TINGIMENTO NATURAL UMA ALTERNATIVA SUSTENTÁVEL PARA A ÁREA TÊXTIL TINGIMENTO NATURAL UMA ALTERNATIVA SUSTENTÁVEL PARA A ÁREA TÊXTIL Costa, Andréa Fernanda de Santana Design, Universidade Federal de Pernambuco¹ Cruz, Aniery Moraes de Lima - Design; Universidade Federal

Leia mais

Polias e correias I. Como Ernesto resolveu o problema da correia e da polia? Polias e correias é o tema desta aula.

Polias e correias I. Como Ernesto resolveu o problema da correia e da polia? Polias e correias é o tema desta aula. Polias e correias I A UU L AL A O número de rotações por minuto (rpm) executado por uma furadeira de coluna não estava compatível com a necessidade exigida pelo trabalho. O número de rotações desenvolvido

Leia mais

RESOLUÇÃO SMAC nº 577 de 02 de dezembro de 2014*

RESOLUÇÃO SMAC nº 577 de 02 de dezembro de 2014* RESOLUÇÃO SMAC nº 577 de 02 de dezembro de 2014* Estabelece parâmetros para o Licenciamento Ambiental das atividades de comércio atacadista e de confecção e fabricação de produtos têxteis. O SECRETÁRIO

Leia mais

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO OPERACIONAL DE UM EQUIPAMENTO ITINERANTE PARA DESCASCAMENTO DE FRUTOS DE MAMONA DA CULTIVAR BRS PARAGUAÇU

AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO OPERACIONAL DE UM EQUIPAMENTO ITINERANTE PARA DESCASCAMENTO DE FRUTOS DE MAMONA DA CULTIVAR BRS PARAGUAÇU AVALIAÇÃO DO DESEMPENHO OPERACIONAL DE UM EQUIPAMENTO ITINERANTE PARA DESCASCAMENTO DE FRUTOS DE MAMONA DA CULTIVAR BRS PARAGUAÇU Gedeão Rodrigues de Lima Neto¹, Franklin Magnum de Oliveira Silva¹, Odilon

Leia mais

Aço. Ciclo de vida é o conjunto de todas as etapas necessárias para que um produto cumpra sua função na cadeia de produtividade.

Aço. Ciclo de vida é o conjunto de todas as etapas necessárias para que um produto cumpra sua função na cadeia de produtividade. Ciclo de Vida Ciclo de vida é o conjunto de todas as etapas necessárias para que um produto cumpra sua função na cadeia de produtividade. Sua análise permite a quantificação das emissões ambientais e o

Leia mais

POLÍMEROS. Prof. Roberto Monteiro de Barros Filho. Roberto Monteiro de Barros Filho

POLÍMEROS. Prof. Roberto Monteiro de Barros Filho. Roberto Monteiro de Barros Filho POLÍMEROS Prof. Macromoléculas Moléculas grandes contendo um número de átomos encadeados superior a uma centena e podendo atingir valor ilimitado, podendo ou não ter unidades químicas repetidas Polímeros

Leia mais

Ideal Qualificação Profissional

Ideal Qualificação Profissional 2 0 1 1 Finalista Estadual - SP Categoria Serviços de Educação 2 0 1 2 Vencedora Estadual - SP Categoria Serviços de Educação 2 0 1 2 Finalista Nacional Categoria Serviços de Educação Apresentação O desenvolvimento

Leia mais