Curso de Fisioterapia GABRIELLE SIDRIM DE CARVALHO

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1 Curso de Fisioterapia GABRIELLE SIDRIM DE CARVALHO AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA DA FUNCIONALIDADE DO IDOSO COM BASES NO ÍNDICE KATZ E ESCALA MIF RIO DE JANEIRO 2008

2 1 GABRIELLE SIDRIM DE CARVALHO AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA DA FUNCIONALIDADE DO IDOSO COM BASES NO ÍNDICE KATZ E ESCALA MIF Monografia apresentada ao Curso de Graduação em Fisioterapia da Universidade Veiga de Almeida como requisito para obtenção do título de Fisioterapeuta. Orientador: Profº Jorge Barboza Rio de Janeiro 2008

3 2 GABRIELLE SIDRIM DE CARVALHO AVALIAÇÃO FISIOTERAPÊUTICA DA FUNCIONALIDADE DO IDOSO COM BASES NO ÍNDICE KATZ E ESCALA MIF Monografia de Conclusão de Curso apresentada ao Curso de Fisioterapia da Universidade Veiga de Almeida, como requisito para obtenção do título de Fisioterapeuta. BANCA EXAMINADORA Aprovada em: / /2008. Prof. Dr. Jorge Barboza Universidade Veiga de Almeida - Presidente da Banca Examinadora. Prof. Dr. Universidade Veiga de Almeida - Membro da Banca Examinadora. Prof. Dr. Universidade Veiga de Almeida - Membro da Banca Examinadora.

4 3 RESUMO O envelhecimento populacional mundial é um tema muito estudado nos dias atuais. Com o envelhecimento o corpo humano apresenta diversas modificações, podendo fazer com que a capacidade funcional do idoso diminua. O objetivo deste trabalho é uma revisão da literatura em relação a dois instrumentos de avaliação da capacidade funcional do idoso, o índice Katz e a escala de medida de independência funcional. Com base neste estudo conclui-se que uma avaliação correta da capacidade funcional do idoso é de fundamental importância para um bom programa de tratamento fisioterapêutico. Palavras-chave: Funcionalidade. Idoso. Índice de Katz. Medida de Independência Funcional (MIF).

5 4 ABSTRACT The worldwide population aging is a theme very studied in nowadays. With the aging the human body presents several modifications, that can decreases the senior s functional capacity. The aim of this work is a revision about the literature between two instruments of evaluation of the senior's functional capacity: the Katz index and the scale of functional independence measure. Based on this study I have concluded that a correct evaluation of the senior's functional capacity is extremelly important for a good program of fisiotherapeutics treatment. Key-Words: Functionality. Elderly. Katz Index. Functional Independence Measure (FIM).

6 5 SUMÁRIO INTRODUÇÃO CAPÍTULO 1 ENVELHECIMENTO Envelhecimento comum e bem-sucedido Envelhecimento normativo Senescência e Senilidade Teorias sobre o envelhecimento Relógio Biológico Erro Catastrófico Proteínas Alteradas Fatores que influenciam no envelhecimento Fatores intrínsecos Fatores extrínsecos Alterações que ocorre devido o envelhecimento CAPÍTULO 2 CAPACIDADE E INCAPACIDADE FUNCIONAL Atividades da Vida diária Atividades instrumentais da vida diária CAPÍTULO 3 AVALIAÇÂO FUNCIONAL Instrumentos de avaliação Índice de Katz Escala de medida de independência funcional CONCLUSÃO REFERÊNCIAS... 41

7 6 INTRODUÇÃO O envelhecimento populacional é um fenômeno mundial característico de países desenvolvidos e em países em desenvolvimento (KALACHE et al, 1987). No Brasil, a população idosa, idade maior ou igual à 60 anos, aumentou absurdamente, passou de 3 milhões em 1960 para 14 milhões em 2002 (aumento de 500% em quarenta anos) e tem estimativa para alcançar 32 milhões em 2020 (LIMA-COSTA & VERAS, 2003). Devido este envelhecimento da população, houve maior interesse por estudos sobre o tema e a preocupação por um envelhecimento saudável está cada vez mais presente na sociedade. Com este crescimento mundial da população idosa, a preocupação em relação à capacidade funcional vem aparecendo com destaque. Esse aumento gera maior probabilidade de ocorrência de doenças crônicas e, com isto, levando ao desenvolvimento de incapacidades associadas ao envelhecimento (RICCI at al, 2005). O envelhecimento biológico normal leva o indivíduo à uma diminuição das reservas funcionais do organismo, este efeito é observado em todos os aparelhos e sistemas do corpo humano: muscular, ósseo, nervoso, circulatório, pulmonar, endócrino e imunológico. Porém a velocidade do declínio varia muito entre os tecidos, assim como de uma pessoa para outra (VANDERVOORT, 2000). Essas diversas modificações que ocorre no corpo, como as alterações físicas, fisiológicas e cognitivas tornam o indivíduo mais propenso à morte. Estas alterações podem ocorrer devido a fatores intrínsecos e extrínsecos (GARBELLINI, 2007). Com o envelhecimento há uma diminuição da capacidade funcional da pessoa, tornando-a dependente em algumas atividades realizadas no dia-a-dia. Para mensurar essa dependência é necessária uma avaliação correta da sua funcionalidade, para identificação das principais deficiências e dificuldades. A partir desta avaliação correta do nível de incapacidade do individuo, é possível aumentar o efetivo das terapias propostas, através de uma prescrição complementar quanto aos cuidados necessários para amenizar e suprir as

8 7 deficiências funcionais e prevenir possíveis complicações que advenham de uma dependência existente, visando a melhor qualidade de vida deste paciente, tornando sua vida mais confortável e independente possível. (YUASO & SGUIZZATTO, 1996). O diagnóstico baseado somente na avaliação clínica torna-se inadequado com a real condição de saúde dos indivíduos idosos, já que nesta faixa etária os níveis de funcionalidade e independência são dados mais importantes do que apenas a presença de condições mórbidas (RICCI at al, 2005). Há diversos instrumentos para realização destas avaliações da funcionalidade do idoso, neste presente trabalho será abordado o Índice Katz de Independência nas atividades da vida diária e a escala de medida de independência funcional.

9 8 1 ENVELHECIMENTO O envelhecimento é um processo lento, caracteriza-se pelas perdas progressivas e muitas vezes irreversíveis das capacidades fisiológicas e órgãos, dos sistemas e de adaptação e certas situações de estresse, inicia-se em algum momento da vida do ser humano e acentua-se em diferentes ocasiões (MIATELO, 1978; MOTTA 1989). Segundo Confort (1979), o envelhecimento se caracteriza por redução da capacidade de adaptação do equilíbrio homeostático perante situações de sobrecarga funcional do organismo. Filho & Alencar (2000) definem o envelhecimento como a redução da capacidade de sobreviver. O envelhecimento pode ser conceituado como um processo dinâmico e progressivo onde há modificações tanto morfológicas como funcionais, bioquímicas e psicológicas que determinam progressiva perda da capacidade de adaptação do indivíduo ao meio ambiente, ocasionando maior vulnerabilidade e maior incidência de processos patológicos que levam o individuo à morte. O termo envelhecimento é muito empregado para descrever as mudanças morfofuncionais ao longo da vida que ocorrem após a maturação sexual e que, progressivamente compromentem a capacidade de respostas dos indivíduos ao estresse ambiental e à manutenção da homeostasia (NETTO, 1996). Mobbs (2001) definiu envelhecimento como um processo gradual e espontâneo de mudanças biológicas do homem, que resulta na maturação e no crescimento durante a infância, puberdade e idade adulta, e no declínio durante a meia-idade e a idade tardia. Para Baltes & Baltes (1990), o envelhecimento é mundialmente reconhecido como um processo heterogêneo, caracterizado por ampla variabilidade interindividual, um processo multidimensional. Pode-se considerar o envelhecimento, como admite a maioria dos biogerontologistas, como a fase de todo um continuum que é a vida, começando esta com a concepção e terminando com a morte. Ao longo desse

10 9 continuum é possível observar fases de desenvolvimento, puberdade e maturidade, entre as quais podem ser identificados marcadores biofisiológicos que representam limites de transição entre as mesmas. O exemplo é a menarca como marcador do início da puberdade na mulher. Ao contrário do que acontece com as outras fases, o envelhecimento não possui um marcador biofisiológico de seu início. De qualquer forma, a demarcação entre maturidade e envelhecimento, a qual este período aparentemente segue, é arbitrariamente fixada, mais por fatores socioeconômicos e legais do que biológicos (NETTO, 1996). A incapacidade de mensurar o fenômeno do envelhecimento, que está intimamente vinculada à dificuldade de definir a idade biológica, justifica a falta de segurança para adotar quaisquer das teorias existentes sobre o fenômeno. Os mesmos motivos justificam a inexistência de uma definição de envelhecimento que atenda aos múltiplos aspectos que o compõem. Respeitando-se as limitações assinaladas e dentro de uma visão prioritariamente biogerontológica, o envelhecimento é conceituado como um processo dinâmico e progressivo, no qual há modificações morfológicas, funcionais, bioquímicas e psicológicas, que determinam perda da capacidade de adaptação do indivíduo ao meio ambiente, ocasionando maior vulnerabilidade e maior incidência de processos patológicos que terminam por levá-lo à morte (NETTO, 1996). 1.1 Envelhecimento Comum e Bem-Sucedido Hoje em dia, admite-se duas formas distintas de envelhecimento: usual ou comum e bem-sucedido ou saudável. No envelhecimento comum estão presentes fatores extrínsecos (tipo de dieta, sedentariedade, dentre outros) que aumentam os efeitos adversos que ocorrem com o passar dos anos, já no envelhecimento bem-sucedido estes fatores estão presente em menor intensidade e importância ou até mesmo não estariam presentes. Para Rowe e Kahn (2001), a definição de envelhecimento bem-sucedido se dá quando as pessoas apresentam um baixo risco de doença e incapacidades (que apresentam, por exemplo, fatores de estilo de vida

11 10 saudável, tais como dieta adequada, ausência do hábito de fumar e prática de atividades físicas); que estão utilizando ativamente habilidades de resolução de problemas, conceitualização e linguagem; que estão mantendo contatos sociais e estão participando em atividades produtivas (voluntariado; trabalho remunerado ou não remunerado). Rowe e Kahn (1998) apresentam três indicadores de envelhecimento saudável: baixo risco de doenças e de incapacidades funcionais; funcionamento mental e físico excelentes; e envolvimento ativo com a vida Envelhecimento Normativo De acordo com Odenheimer et al (2004), o conceito de envelhecimento normal alterou-se ao longo das últimas gerações. Segundo Fox & Hollander (1990), desde que o normal não pode ser adequadamente definido, é impossível selecionar pessoas idosas normais como controle ou como material para estudo dos efeitos da idade. Afirmam inclusive que a expressão envelhecimento normativo representaria o processo natural de desenvolvimento em fases avançadas da vida. Este envelhecimento pode ser dividido em dois tipos: primário e secundário. O envelhecimento normativo primário seria definido como universal presente em todas as pessoas, geneticamente determinado ou préprogramado. Já o envelhecimento normativo secundário representa o resultado de algumas influências externas e variável entre indivíduos em diferentes meios, seria decorrente de fatores cronológicos, geográficos e culturais Senescência e Senilidade Senescência é o período da vida que inicia após os 30 anos quando começam a ocorrer alterações que refletem as diminuições normais em todos os sistemas orgânicos (HARRIS, 2005). A senescência e a senilidade freqüentemente são acompanhadas do declínio da mobilidade (OLIVEIRA, GORETTI, & PEREIRA, 2006).

12 11 A senescência é um fenômeno fisiológico, arbitrariamente identificado pela idade cronológica, sendo considerado um envelhecimento sadio porque o declínio físico e mental é lento e compensado pelo organismo (DUARTE, SANTOS & GONÇALVES, 2002). O termo senescência pode ser empregado para descrever as mudanças que ocorrem no organismo humano relacionado com a idade, alterando e afetando adversamente suas funções e vitalidade, aumentando assim a taxa de mortalidade em função do tempo. Senescência pode ser considerado um somatório de alterações orgânicas, funcionais e psicológicas próprias do envelhecimento normal, natural (NETO & CUNHA, 2006). Jamet et al (2004) relataram que a senescência, afeta desfavoravelmente o equilíbrio, produzindo mudanças em todos os níveis do controle postural, propiciando desordens nas três funções principais: os receptores sensoriais, o processamento cognitivo central e a execução da resposta motora. Senilidade é caracterizada por um declínio gradual no funcionamento de todos os sistemas do corpo humano e por modificações determinadas por afecções que freqüentemente acometem a pessoa idosa. A senilidade seria o estágio final da senescência, quando o risco de mortalidade beira os 100% (NETO & CUNHA, 2006). Segundo a senilidade caracteriza-se pelo declínio físico associado à desorganização mental. Curiosamente, a senilidade não é exclusiva da idade avançada, mas pode ocorrer prematuramente porque é identificada com uma perda considerável do funcionamento físico e cognitivo, observável pelas alterações na coordenação motora, a alta irritabilidade, além de uma considerável perda de memória (DUARTE, SANTOS & GONÇALVES, 2002). 1.3 Teorias sobre envelhecimento Diversas teorias são estudas para tentar explicar e entender o processo de envelhecimento, algumas não apresentam qualquer base científica, outras ainda não foram testadas Relógio Biológico

13 12 Teoria que sugere que todas as pessoas possuem uma quantidade finita de substância vital que quando esgotada resulta em envelhecimento e morte (HARRIS, 2005). Há várias evidências que estabelecem o fato que fatores genéticos são fundamentais no processo de envelhecimento. Assim, acredita-se que cada espécie de ser vivo apresenta uma duração máxima de vida, que seria determinada pelo seu padrão genético (NETTO & BORGONOVI, 1996). Nos processos de crescimento e desenvolvimento observa-se que certos gens apresentam uma ação definida em certas fases da vida. Assim, o envelhecimento seria a continuação do programa de diferenciação que teria a morte como fase derradeira (FILHO & ALENCAR, 2000). Alguns autores seguem a hipótese do envelhecimento estar relacionado com os genes responsáveis por esse fato e, assim sendo, a duração máxima da vida das espécies seria determinada por um relógio biológico controlado por seu padrão genético. O relógio seria administrado pelas histonas, proteínas que decidem se a atividade de determinado gene será ou não expressa (LUSTRI & MORELLI, 2007). Este relógio biológico é regulado de maneira diferente nas várias espécies, procurando manter sempre a relação entre os eventos (FILHO & ALENCAR, 2000). É importante ressaltar que em algumas pesquisas foram separados o núcleo do citoplasma e verificou-se que o núcleo vive mais tempo. Da mesma forma, verificaram a capacidade de divisão dessas células juntando núcleos jovens com citoplasmas jovens. Esses estudos demonstraram que o controle do relógio pode estar no núcleo celular (LUSTRI & MORELLI, 2007). Os autores que defendem esta teoria, admitem que as células teriam um relógio biológico intrínseco, ou seja, uma seqüência de eventos programados dentro do genoma, que dariam origem ao processo de envelhecimento, que seria a continuação do programa de diferenciação, isto é, uma extensão do programa de crescimento e desenvolvimento (NETTO & BORGONOVI, 1996). Outros estudos propõem que a coordenação do processo de envelhecimento se localiza no sistema nervoso central, sugerindo que esse controle encontrava-se na hipófise, pois em estudo de hipofisectomia em ratos, contrariando as expectativas, os ratos apresentaram maior sobrevida. Também

14 13 houve melhora na capacidade de síntese de RNA a partir do DNA, fato muito reduzido com o envelhecimento (LUSTRI & MORELLI, 2007) Erro Catastrófico Teoria proposta por Orgel (1963), afirma que erros na síntese de uma proteína podem ser utilizados na síntese de outras proteínas, levando à uma diminuição progressiva da fidelidade e à eventual acumulação de proporções de proteínas aberrantes, potencialmente letais. Estes erros assumem significado especial quando afetam proteínas envolvidas na síntese de DNA, resultando na perda de fidelidade do DNA replicado, aumentando, conseqüentemente, as mutações somáticas e originando, eventualmente, patologias e disfunção celular (MOTA, FIGUEIREDO & DUARTE, 2004). A transcrição por uma enzima alterada poderia determinar suspensão e/ou inversão de uma ou mais seqüências de bases purínicas ou pirimidínicas que constituem o código genético. A conseqüência da transcrição do equivoco seria reunião de seqüências incorretas de aminoácidos, levando à produção de proteínas anormais, que terminariam por levar à deterioração orgânica e à morte (NETTO & BORGONOVI, 1996). Processos incorretos de transcrição e/ou de tradução dos ácidos nucléicos reduziriam a eficiência celular a um nível incompatível com a vida. Essa hipótese diverge das teorias de mutação somática e de dano ao DNA, pois afirma que o erro na informação incide sobre outras moléculas que não o DNA. A idéia básica contida nessa teoria é de que a capacidade da célula de produzir seu conjunto normal de proteínas funcionais depende não apenas da correta especificação genética das seqüências polipeptídicas, mas também da fidelidade do aparato de síntese protéica. Mesmo que o genoma não contenha nenhuma mutação somática ou dano no DNA, erros poderiam acontecer durante o processo de tradução (NETO & CUNHA, 2006). Se as proteínas ou RNAs erroneamente traduzidos tivessem função na síntese protéica, esses erros seriam transmissíveis e cumulativos, levando a um efeito exponencial chamado de erro catastrófico. Um erro catastrófico aconteceria quando a freqüência de erros alcançasse um valor no qual um ou mais processos vitais para a célula assumissem uma ineficiência letal. Se

15 14 morrerem células em quantidades suficientes para causar esse efeito, o resultado seria o decréscimo na capacidade funcional que caracteriza o envelhecimento (NETO & CUNHA, 2006). Além disto, outros argumentos se contrapõem à hipótese de Orgel, pois pesquisas básicas sobre o envelhecimento têm mostrado que: 1) a transcrição e translação mantêm-se inalteradas com o avançar da idade; 2) o envelhecimento é caracterizado pela constância da seqüência de aminoácidos de uma grande variedade de proteínas fisiologicamente importantes (NETTO & BORGONOVI, 1996) Proteínas Alteradas É a possibilidade que mudanças na estrutura da proteína podem ocorrer após serem produzidas, mudando a atividade enzimática e assim, comprometendo a eficiência da célula, podendo ocorrer acúmulo de proteínas alteradas com o avançar da idade. Tais alterações poderiam, constituir fator fundamental para redução da função celular. Essas modificações que surgem na pós-síntese seriam resultantes de alterações enzimáticas que ocorreriam com a idade. A presença de moléculas protéicas anormais em células idosas poderia ser também resultado da redução da degradação (NETTO & BORGONOVI, 1996). Possivelmente, as enzimas alteradas são moléculas de longa vida e residem que na célula por um longo tempo, o bastante para sofrerem uma desnaturação sutil no ambiente citoplasmático. Proteínas alteradas representariam um caso especial do conceito de ligações cruzadas, envolvendo mudanças conformacionais que poderiam ser tanto reversíveis (como no uso de pontes de hidrogênio para alterar a forma) como irreversíveis (uso de ligações covalentes para estabelecer ligações com outras moléculas) (NETO & CUNHA, 2006). Um outro fator a ser levado em conta na hipótese de proteínas alteradas é o processamento de proteínas. Essa atividade parece ficar mais lenta com a idade, devido a mudanças desconhecidas nas vias citoplasmáticas de degradação. A idéia de que proteínas anormais se acumulam com o passar do tempo é comprovada pelo aumento da probabilidade de as proteínas de vida

16 15 longa sofrerem uma modificação pós-tradução e de se alterarem com a idade, ao mesmo tempo em que a taxa de degradação diminui. Assim, a alteração das propriedades enzimáticas pode afetar a célula de modo mais abrangente do que o reduzido número de enzimas mostraria (NETO & CUNHA, 2006). A agressão contínua das células somáticas durantes dias, meses e anos, por diferentes fatores, pode determinar mutações ou alterações ao acaso de alguns genes e, como conseqüência, haveria acúmulo progressivo de alterações cromossômicas e, portanto, na síntese de várias moléculas protéicas. As células divisíveis parecem apresentar maior capacidade de reparar o DNA alterado. No entanto, nas células cerebrais e nas fibras cardíacas, os danos são irrecuperáveis, pois elas não são substituídas (FILHO & ALENCAR, 2000). 1.4 Fatores que influenciam o envelhecimento São diversos fatores que podem influenciar o envelhecimento, nos fatores intrínsecos têm-se os fatores genéticos, radicais livres, ligações cruzadas, ligação de DNA-Histona e outros. Nos fatores extrínsecos têm a radiação, temperatura, poluição, alimentação e tensão emocional. Muitos destes fatores internos e externos ainda precisam ser mais estudos Fatores intrínsecos - Genético Os genes podem ser úteis para promover a longevidade ou prejudiciais encurtando o ciclo de vida (HARRIS, 2005). As características do envelhecimento e a duração da vida são próprias de cada espécie. Os progressos tecnológicos, o avanço da medicina, a melhora das condições sócio-econômicas têm influenciado e prolongado a expectativa média de vida, porém o tempo máximo de vida do ser humano permanece em torno de 120 anos, o que demonstra que todo o progresso médico e tecnológico não influenciou o processo de envelhecimento. Acreditase que cada espécie de ser vivo apresente uma duração máxima de vida que

17 16 seria determinada pelo seu padrão genético. No entanto, a avaliação da herança genética é difícil, pois o envelhecimento é processo complexo, soma de vários fatores que agem durante a vida (FILHO & ALENCAR, 2000). - Radicais Livres Entende-se por radical livre de maneira simples, qualquer átomo ou molécula altamente reativo, que contêm número ímpar de elétrons em sua última camada eletrônica (FERREIRA & MATSUBARA, 1997). Isto torna esse átomo ou molécula altamente reagente, combinando-se com as moléculas próximas, principalmente aminoácidos contendo grupo sulfidril e ácidos graxos insaturados. Os radicais livres surgiriam no organismo em reações metabólicas normais e também em resposta a influencias internas e externas, como isquemia, radiação e drogas. Os radicais livres provocariam alterações orgânicas devido às reações com enzimas, lípides, colágeno, hormônios e também com DNA e RNA. Em conseqüência dessas reações ocorreriam alterações celulares, teciduais e também genéticas que estariam relacionadas com o processo de envelhecimento (FILHO & ALENCAR, 2000). - Ligações Cruzadas O colágeno é uma proteína de tecido conectivo encontrada principalmente nos ligamentos, tendões, cartilagens, músculos, válvulas cardíacas e vasos sangüíneos. À medida que o indivíduo envelhece, mais colágeno é formado, surgindo ligações cruzadas que tornam a estrutura mais resistente e quase inflexível. Com o aumento da rede de ligações cruzadas no envelhecimento, os processos de difusão seriam alterados, a permeabilidade dos vasos sangüíneos se modificaria, resultando na passagem menos eficiente de nutrientes e metabólitos entre as células e os vasos sangüíneos (FILHO & ALENCAR, 2000). - Ligação DNA-Histona

18 17 As histonas são proteínas básicas pequenas que consistem de um domínio globular, em que o filamento de DNA se enrola, porém se separa facilmente também, deixando-o livre para transcrição do RNA. No envelhecimento, as ligações de DNA-histona seriam mais estáveis, determinando modificações em algumas propriedades físico-químicas do DNA e causando alterações na transcrição. Estas alterações na expressão do gen seriam responsáveis pelas modificações na síntese protéica (MENDITI & KANG, 2007) Fatores Extrínsecos É muito difícil avaliar o real valor de um fator ambiental ou externo, pois os dados obtidos em laboratório não são observados no homem (FILHO & ALENCAR, 2000). - Radiação A radiação em doses pequenas ou em única dose pode aumentar o número de aberrações cromossômicas em animais. São importantes a idade em que aconteceu a exposição, a quantidade recebida, o tempo e o número de exposições. Os efeitos da radiação sobre o DNA variam segundo o agente (NETTO & BORGONOVI, 1996). Em sobreviventes das explosões atômicas no Japão, em 1945, verificouse maior incidência de neoplasias relacionadas à proximidade do local da explosão, porém não foram observadas manifestações precoces de envelhecimento através de variáveis morfológicas e funcionais (FILHO & ALENCAR, 2000). - Temperatura O ser humano, devido à sua capacidade de termorregulação e à utilização de meios de proteção contra variações da temperatura. No entanto, o homem submetido a temperaturas próximas a 50ºC ou a 0ºC e sem meios de proteção, tolera-se por pouco tempo, surgindo precocemente alterações

19 18 orgânicas que podem até levá-lo à morte. Verifica-se, portanto, que é difícil estabelecer para o homem relação entre temperatura e longevidade, mas parece que o clima temperado, sujeito a pequenas variações, seria o mais propício à espécie humana (FILHO & ALENCAR, 2000). - Poluição A contaminação do ar pelo monóxido de carbono, bastante intensa nas grandes cidades é a maior causa de incidência de doenças pulmonares crônicas e de suas complicações, aumentando o índice de mortalidade por problemas respiratórios, contudo, não está provado que este fator interfira no processo de envelhecimento propriamente dito (FILHO & ALENCAR, 2000). - Alimentação Inúmeros estudos têm demonstrado que a alimentação pode, em certos casos, afetar o processo de envelhecimento. Segundo Confort (1979), o mecanismo pelo qual agiria este fator dietético ainda é obscuro, embora se suspeite de que atuaria nos mecanismos de síntese protéica, retardando os processos que levariam à sua deterioração. - Tensão Emocional O estado de tensão emocional é responsabilizado pela maior incidência de diversas infecções como, por exemplo, a aterosclerose, porém discute-se sua influência no processo de envelhecimento. Em estudos, Bourlière analisou este fato e observou dentro de um grupo de 40 idosos, os indivíduos ulcerosos tinham menos capacidade física, declínio mais rápido da capacidade intelectual e maior estado de tensão, assim pode-se descartar a tensão emocional como aceleradora do processo de envelhecimento. O envelhecimento é um fenômeno extremamente complexo, que pode ser influenciado por inúmeros fatores, muitos dos quais ainda permanecem obscuros (FILHO & ALENCAR, 2000).

20 Alterações que ocorre devido ao envelhecimento Marca-se o envelhecimento biológico pela diminuição da taxa metabólica, o que se reflete na demora do intercâmbio de energia do organismo nervoso, a energia (capacidade de reserva), usada em excesso, não é totalmente recuperada, uma vez que o aumento da idade celular decorrente de menor capacidade para a divisão celular resulta em desaceleracão funcional. Assim, o envelhecimento do tecido resultado da mudança das células renováveis para não renováveis. (MCARDLE & KATCH, 1998). À medida que aumenta a idade cronológica as pessoas tornam-se menos ativas, suas capacidades físicas diminuem e, com alterações psicológicas que acompanham a idade (depressão, estresse, sentimento de velhice), existe ainda a diminuição maior da atividade física que consequentemente facilita a aparição de doenças crônicas, que, contribuem para deteriorar o processo de envelhecimento. A maioria dos efeitos do envelhecimento acontece por imobilidade e má adaptação e não somente por doenças crônicas (MATSUDO et al,2000). Uma das mais evidentes alterações que ocorrem com o aumento da idade cronológica é a mudança nas dimensões corporais. Com o processo de envelhecimento, existem mudanças principalmente na estatura, no peso e na composição corporal. Com o envelhecimento existe uma diminuição da estatura, esta perda é de aproximadamente 1 cm por década e começa acontecer por volta de 40 anos de idade. Essa perda de estatura se deve à diminuição do arco do pé, ao aumento das curvaturas da coluna, a uma diminuição no tamanho da coluna vertebral devido à perda de água nos discos intervertebrais decorrentes dos esforços de compressão a que são submetidos (figura 1). (LUSTRI & MORELLI, 2007). Fiatarone-Singh (1998), fala que este evento se deve à compressão vertebral, o estreitamento dos discos e a cifose. Este processo parece ser mais rápido nas mulheres do que nos homens, devido principalmente, a prevalência de osteoporose na pós-menopausa.

21 20 Figura 1. Diferença de estatura entre um adulto e um idoso Fonte: LUSTRI & MORELLI, A pele e os pêlos seguem direções próprias conforme suas linhas de tensão, a pele fica menos elástica por causa da alteração da elastina e ocorre a diminuição da sua espessura e do tecido subcutâneo, levando ao aparecimento das rugas. Observa-se uma diminuição da atividade das glândulas sudoríparas e sebáceas, resultando em uma pele áspera e seca, mais sujeita a lesões e infecções. Os melonócitos podem sofrer alterações no seu funcionamento e, consequentemente, levar à formação de manchas hiperpigmentadas, marrons, lisas e achatadas, principalmente na face e no dorso da mão. Há diminuição geral dos pêlos, por todo o corpo, exceto narinas, orelha e sobrancelhas. As células do córtex, com o envelhecimento perdem pigmento, resultando cabelos brancos (LUSTRI & MORELLI, 2007). O indivíduo idoso apresenta um aumento dos diâmetros da caixa torácica e do crânio, a continuidade de crescimento do pavilhão auditivo e do

22 21 nariz. Aumenta-se também o tecido adiposo, principalmente na região abdominal. O teor de água corporal diminui pela perda hídrica intracelular e também há perda de potássio, principalmente pela diminuição do número de células nos órgãos. Isto leva o idoso a perda de massa corporal, afetando vários órgãos e músculos. Os músculos são os que mais sofrem com essa perda de massa, ocorre também perda de massa óssea (LUSTRI & MORELLI, 2007). De acordo com Matsudo e Matsudo (1992), para ambos sexos, o início do decréscimo ósseo se dá com uma perda massa óssea de menos de 0,5% ao ano, sendo alterada na pós menopausa para 3% a 10% para o osso trabecular e 1% a 2% para o cortical. O envelhecimento é marcado por uma perda aproximada de 2 a 3% de massa corporal magra por década. A sarcopenia perda gradativa de massa do músculo esquelético que ocorre com o avanço da idade contribui para diminuições na força muscular, alterações no modo de andar e equilíbrio, perda de função física e risco aumentado de doenças crônicas (DUTTA, 1997). A sarcopenia foi associada, em ambos os sexos, a três a quatro vezes mais chances de incapacidade física e funcional, independente da idade, sexo, raça, hábitos de saúde, nível sócio-econômico e doenças crônicas (MATSUDO et al, 2000). A perda de massa corporal magra, o tecido mais ativo metabolicamente, é acompanhada freqüentemente por aumento da gordura corporal e diminuição proporcional na taxa metabólica (HURLEY, 1997). A perda da massa muscular e consequentemente da força muscular é a principal responsável pela deterioração na mobilidade e na capacidade funcional do índividuo idoso. A sarcopenia que indica perda da massa, força e qualidade do músculo esquelético tem um impacto significante na saúde pública, pelas suas bem reconhecidas conseqüências funcionais ao andar e no equilíbrio, aumentando o risco de queda e perda da independência física funcional, além disto contribui para aumentar o risco de doenças crônicas (MATSUDO et al, 2000). A taxa metabólica de repouso diminui aproximadamente 15 a 20% durante a vida. Essas alterações na massa corporal magra, gordura corporal e taxa metabólica podem reduzir as necessidades de energia, diminuir a

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