MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS

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1 i UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO RURAL ESPECIALIZAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO RURAL E AGROECOLOGIA CONVÊNIO PGDR-UFRGS/ASCAR-EMATER MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS Autor: Ricardo Machado Barbosa Orientador: Prof. Dr. Sérgio Schneider Porto Alegre, 2001.

2 ii UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO RURAL ESPECIALIZAÇÃO EM DESENVOLVIMENTO RURAL E AGROECOLOGIA CONVÊNIO PGDR-UFRGS/ASCAR-EMATER MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS Autor: Ricardo Machado Barbosa Trabalho de conclusão submetido ao Programa de Pós-Graduação em Desenvolvimento Rural, como quesito parcial de obtenção do Grau de Especialista em Desenvolvimento Rural e Agroecologia. Porto Alegre, 2001.

3 iii AGRADECIMENTOS Toda minha gratidão, deste trabalho. Ao meu tutor, pela amizade construída, pelo empenho e paciência na orientação conhecimentos. Aos professores, pelo companheirismo e esforço na transmissão de sábios Ao pessoal do PGDR e colegas da EMATER/ASCAR, pela atenção e apoio que sempre prestaram. curso. À EMATER/ASCAR, pela oportunidade que me proporcionou de fazer este Aos colegas do curso, pelo companheirismo e amizade construídos. Aos meus familiares, pelo carinho, compreensão, estímulo e ajuda que a todo instante dedicaram

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5 v SUMÁRIO LISTA DE QUADROS...vii LISTA DE FIGURAS...ix RESUMO...xi INTRODUÇÃO O PROJETO Conceito de Projeto Origem de um Projeto Políticas Públicas, Projetos e Atores Sociais Fases de um Projeto Efeitos e Impactos de um Projeto Social O PROJETO PRORENDA Contexto Geral do PRORENDA no Rio Grande do Sul O Sistema de Monitoramento e Avaliação do PRORENDA O MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS Os Indicadores de Monitoramento e Avaliação O Monitoramento Aspectos Principais de um Sistema de Monitoramento O Monitoramento Participati vo A Avaliação Tipos de Avaliação Condições para o Sucesso de um Projeto Social...46 CONCLUSÃO...49 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS...53

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7 vii LISTA DE QUADROS QUADRO 1 - Evolução do número de municípios participantes do projeto...25 QUADRO 2 - Evolução do número de grupos comunitários participantes do projeto...25 QUADRO 3 - Evolução do número de famílias participantes do projeto...26 QUADRO 4 - Indicadores e fases da situação dos grupos...28

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9 ix LISTA DE FIGURAS FIGURA 1 - Fluxo das linhas de planejamento da ação pública...9

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11 xi RESUMO O processo de exclusão social que vem ocorrendo na sociedade brasileira tem ocupado cada vez mais espaço nas discussões sociais. No meio rural, a exclusão social se agravou com o processo de modernização que a agricultura experimentou nas últimas décadas, deixando muitos agricultores sem as mínimas condições de se reproduzirem. Desta forma, vários projetos que buscam o desenvolvimento social vem sendo elaborados e implementados na tentativa de se alcançar uma melhora na qualidade de vida das pessoas, ou mudar uma determinada situação. Contudo, diversas variáveis são envolvidas quando se busca elaborar e executar projetos no sentido de se alcançar o desenvolvimento rural. Assim, através da revisão bibliográfica, se procurou inicialmente descrever os principais conceitos e etapas que devem fazer parte da elaboração de um projeto de desenvolvimento social. Em uma segunda parte, o trabalho aborda o desenvolvimento do projeto PRORENDA Agricultura Familiar e seu sistema de monitoramento e avaliação e, em uma última parte, trata o monitoramento e a avaliação de projetos sociais, abordando alguns dos seus principais aspectos. A principal conclusão que se percebe é a de que o perfeito conhecimento da realidade a ser mudada, somado à constante participação dos atores locais em todo o projeto, isto é, desde sua elaboração até sua avaliação final, inclusive durante o monitoramento e a avaliação final do projeto, poderá ser fator determinante para garantirlhe o sucesso.

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14 1 INTRODUÇÃO O processo de modernização do meio rural que o País experimentou nas últimas décadas veio acompanhado por um aprofundamento da concentração de renda, provocando uma forte exclusão social e expulsando muitos agricultores do campo. Estes vêem nos grandes centros urbanos uma alternativa para melhorar sua qualidade de vida e acabam se direcionando para a cidade. No entanto, esta atitude piora ainda mais sua situação, uma vez que na cidade não encontram ocupação e, assim, o que ocorre é que esta população, originada do meio rural, acaba colaborando para o aumento da pobreza dos grandes centros urbanos e perdendo completamente sua auto-estima. Além disso, este abandono da atividade agrícola por parte do agricultor familiar traz uma grande perda para toda a sociedade, pois, mais do que os alimentos que se deixam de produzir e o aumento da pobreza da população, se acaba perdendo a cultura, o conhecimento, enfim, o modo de vida deste agricultor. Este processo de exclusão no qual se encontra grande parte da população brasileira começa a ter maior importância nas discussões sociais. Isto tem levado as organizações a direcionar esforços no sentido de elaborarem e executarem projetos sociais que busquem contemplar a inclusão social de forma sustentável; no entanto, na prática, nem sempre estes projetos vêm alcançando seus objetivos. Muitas vezes eles fracassam por falta de um acompanhamento que lhes forneça novas direções, permitindo o alcance mais eficaz dos seus objetivos. Deste modo, torna-se pertinente a elaboração de um estudo referente aos projetos sociais, ressaltando o processo de execução do monitoramento e avaliação desses projetos,

15 2 no sentido de tornar mais claros estes conceitos e facilitar a utilização destes importantes instrumentos de análise na busca do desenvolvimento sustentável da sociedade, uma vez que muitos projetos sociais, por melhor elaborados que sejam, correm grande risco de fracassarem em função de não possuírem um bom monitoramento e avaliação, pois estes são momentos em que o projeto poderá ser redirecionado, o que muitas vezes determina o seu fracasso ou sucesso. Além disso, o monitoramento e avaliação de um projeto poderá nos trazer parâmetros que auxiliem futuros projetos e permitam que estes sejam elaborados e executados com menores possibilidades de erros e, portanto, aumentando as chances de atingir os seus propósitos. Desta forma, este trabalho objetiva expressar algumas considerações no sentido de confirmar a importância da participação dos atores locais no desenvolvimento do projeto como um todo e no monitoramento e avaliação do mesmo, demostrando ainda se a ação social organizada através de projetos pode aumentar as suas chances de êxito. Outrossim, se procura compor alguns pontos que facilitem o desenvolvimento de um sistema de monitoramento e avaliação de projetos sociais que busquem o desenvolvimento sustentável das famílias rurais. Assim, este trabalho, desenvolvido com base na revisão bibliográfica sobre obras de diversos autores que tratam do assunto, foi dividido em três capítulos: inicialmente, no primeiro capítulo, são tratados alguns conceitos necessários para o bom entendimento do assunto, como, por exemplo, o próprio conceito de projeto. É abordada também no primeiro capítulo a origem dos projetos e se busca identificar como os projetos sociais se inserem nas políticas públicas, ressaltando a importância dos atores sociais e instituições que, de alguma forma, encontram-se envolvidos no projeto. No segundo capítulo, é descrito um caso empírico de projeto de desenvolvimento social, o projeto PRORENDA.

16 3 Este capítulo é dividido em duas partes. A primeira descreve como se desenvolveu o PRORENDA Agricultura Familiar no Rio Grande do Sul, descrevendo as diversas fases pelas quais o projeto passou. A segunda parte do capítulo trata especificamente do sistema de monitoramento e avaliação do projeto, mostrando como foi desenvolvido este processo. O terceiro capítulo do trabalho trata do monitoramento e avaliação de projetos sociais, onde é ressaltada a necessidade de se definirem indicadores para o desenvolvimento desta tarefa. Além disso, são colocados conceitos e alguns aspectos referentes ao monitoramento e avaliação de projetos sociais, ressaltando a importância da participação dos beneficiários em todo o processo. Por fim, são relacionadas, algumas condições que o projeto deve satisfazer para que possa realmente ser considerado como um projeto de sucesso.

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18 5 1 O PROJETO 1.1 Conceito de Projeto Inicialmente, o conceito de projeto pode ser considerado algo amplo, aplicável a qualquer tipo de planejamento, no entanto, quando comparados a planos e programas, os projetos normalmente caracterizam-se por serem mais limitados no tempo, no espaço e nos recursos. Além disso, os projetos tratam um tema específico, de forma mais direcionada e, portanto, com menos amplitude que o planejamento. Deste modo, o projeto de uma forma geral significa o trabalho de equacionar um problema apontado pelo planejamento, tomando decisões relacionadas à implementação de soluções e avaliação dos resultados obtidos. Um projeto social é uma ação social planejada, estruturada em objetivos, resultados e atividades baseados em uma quantidade limitada de recursos (humanos, materiais e financeiros) e de tempo (Armani, 2000), isto é, um projeto social tem início com uma idéia de se construir ou modificar algo no futuro para suprir necessidades ou aproveitar oportunidades. Significa um conjunto de ações estruturadas, planejadas e delimitadas no tempo e espaço e em função dos recursos existentes, com objetivos e atividades definidos, porém em constante redirecionamento em função de adaptações às mudanças ocorridas no espaço, no tempo e em outras variáveis que podem afetar o seu desempenho. Pode-se dizer que um projeto social é uma das formas com que as pessoas enfrentam os problemas sociais de forma organizada, ágil e prática. Ele não significa apenas o documento formal, mas, sim, representa um instrumento metodológico para fazer

19 6 da ação social uma intervenção organizada e com melhores possibilidades de atingir seus objetivos. Assim, pode-se dizer que os projetos compreendem um instrumento útil e necessário para qualificar a ação social organizada no sentido de elevar a qualidade de vida, fortalecer a cidadania, enfim, de forma a delinear ações que levem ao alcance do desenvolvimento sustentável. 1.2 Origem de um Projeto Os processos democráticos que têm avançado no País não têm sido acompanhados por uma distribuição de renda mais justa, muito pelo contrário, de uma forma geral, o processo de exclusão social se acentua de forma alarmante, levando as organizações a criarem políticas de desenvolvimento que se traduzem na elaboração e implementação de projetos sociais. Assim, o que se vê é que os projetos sociais normalmente têm origem em percepções ou pressões de necessidade de mudanças, surgidas de diversos órgãos, instituições públicas ou privadas, ou até mesmo de pessoas individualmente, no sentido de se atingir uma situação diferente da atual. No entanto, os projetos que se originam de sugestões das pessoas diretamente envolvidas, isto é, gestores, beneficiários, etc., têm demostrado maior capacidade de sucesso, pois traduzem de modo mais próximo da realidade as necessidades dos envolvidos, bem como permitem que se alcance um melhor nível de aproveitamento da criatividade e conhecimento de cada ator envolvido.

20 7 1.3 Políticas Públicas, Projetos e Atores Sociais Os projetos sociais fazem parte de um sistema complexo de relações que envolvem diversas variáveis. Entre essas variáveis, estão os atores sociais e as políticas públicas que, em última análise, fazem com que surjam projetos de ação social originados de diversos órgãos e entidades, mas principalmente dos órgãos governamentais, que constituem no principal encarregado de zelar pela evolução social da comunidade. Segundo a Confederação Nacional dos Trabalhadores na Agricultura, as políticas sociais desempenham um papel fundamental na construção de alternativas de desenvolvimento para o campo (CONTAG, 1999). Estas políticas públicas, pensadas para a agricultura nas últimas décadas, foram voltadas para o produtivismo, ou seja, a prioridade das ações planejadas estava centrada principalmente no aumento da produção como condição a ser alcançada. Contudo, as políticas públicas devem conter também a dimensão social, de resgate da cidadania e participação da comunidade, além de ter preocupação com as questões ambientais, econômicas, culturais e sociais Em países como o Brasil, marcados por desigualdades e exclusão social, as políticas públicas desempenham um importante papel, principalmente para as populações menos favorecidas, no sentido de se planejarem e desenvolverem ações de promoção da inclusão social implementadas através dos projetos, conforme será descrito adiante. Assim, para melhor compreender o tema, se faz necessário situar os projetos sociais no contexto das políticas públicas, bem como identificar os diversos atores sociais que, de uma forma geral, estão envolvidos no projeto. (1997): Conforme descrito no dicionário de sociologia elaborado por Alhan G. Johnson

21 8 política é o processo pelo qual o poder coletivo é gerado, organizado, distribuído e usado nos sistemas sociais. Na maioria das sociedades, é organizada sobretudo em torno da instituição do Estado, (...) no entanto, pode ser aplicado virtualmente a todos os sistemas sociais nos quais o poder representa papel importante. (Johnson, 1997). Assim as políticas públicas podem ser consideradas como a geração e organização do poder coletivo da sociedade através dos poderes públicos, no sentido de se alterar uma situação. Normalmente, na esfera gove rnamental, as políticas públicas, que são o meio pelo qual a ação pública começa a ser construída, têm basicamente três linhas de planejamento, podendo estar presentes em qualquer esfera de poder, federal, estadual ou municipal, são elas: o plano, o programa e o projeto. O plano é onde se têm os objetivos mais amplos e os maiores eixos estratégicos para a ação social. Para cada setor da sociedade, existem vários planos e, dentro de cada um desses planos, encontramos diversos programas. Os programas traduzem os planos de governo, isto é, dentro de cada plano existem vários programas para cada setor da sociedade, no entanto, nos programas, os objetivos e as linhas de ação não possuem a mesma amplitude dos planos de governo. Dentro de cada programa de governo, encontramos inúmeros projetos, que se traduzem na ação social concreta com a população. Os projetos possuem limites definidos, como de tempo e recursos e, além disso, apresentam objetivos específicos. A figura abaixo nos traz uma visão melhor da localização dos projetos dentro dos planos de governo, evidenciando a estreita relação existente entre cada etapa do planejamento.

22 9 FIGURA 1 - Fluxo das linhas de planejamento da ação pública PLANO PROGRAMA 1 PROGRAMA 2 Projeto 1 A Projeto 1 B Projeto 2 A Projeto 2 B No entanto, a ação social do Estado, ou de qualquer outra organização, desempenhada através de projetos, tem contando com diversos atores que estão direta ou indiretamente envolvidos com o projeto, desde sua elaboração até a avaliação final. Segundo Armani, os atores envolvidos são todos os indivíduos, grupos ou instituições sociais que tem algum interesse em jogo em relação a um projeto determinado (Armani, 2000). Assim, pode-se dizer que estes atores sociais podem ser constituídos desde cidadãos individualmente, até entidades, como, por exemplo, órgãos de representação de grupo, conselhos, lideranças de agricultores, população beneficiada, financiadores dos projetos, órgãos do governo, grupos de pessoas, organização promotora do projeto, parceiros, e até mesmo aqueles que poderão ser afetados negativamente pelo projeto. Na maioria das vezes, a ação destes atores sociais é feita através das instituições. Estas mostram-se diferentes umas das outras em função de tratarem de funções sociais diferentes, mas de uma forma geral as instituições políticas destinam-se a gerar, organizar, e aplicar o poder coletivo, com vistas a atingir metas, proteger grupos, aplicar leis, etc. (Johnson, 1997).

23 10 Deste modo percebe-se que as instituições consistem na forma como as pessoas se agrupam, respeitando determinadas normas e regras, com o intuito de atingir um determinado ponto, isto é, uma instituição é o conjunto duradouro de idéias sobre como atingir metas reconhecidamente importantes na sociedade (Johnson, 1997), ou seja, é um complexo integrado de idéias, padrões de comportamento, relações inter-humanas, organizados em torno de um interesse social reconhecido. Portanto, fica claro que as instituições desempenham importante papel na sociedade, uma vez que, através delas, os indivíduos agem no sentido de conquistar seus objetivos, tornando-se parte importante no desenvolvimento de um projeto social, ou seja, através das instituições os agricultores adquirem mais espaço nas discussões sociais e, portanto, acabam adquirindo maior influência junto aos poderes governamentais na elaboração e desenvolvimento de projetos sociais. Assim, pode-se dizer que as instituições acabam fortalecendo as decisões dos atores que a compõem e permitem uma relação mais forte entre o Estado e a sociedade. 1.4 Fases de um Projeto Um projeto tem início, meio e fim, desenvolve-se em um determinado espaço e deve respeitar os limites de recursos que lhe são propostos, sejam eles financeiros, técnicos, ambientais, etc. Assim sendo, a maioria dos projetos deve passar por determinadas fases para que não se ponha em risco o seu sucesso. Apesar de não serem rígidas, pois não existe um consenso, isto é, uma idéia única referente ao desenvolvimento de um projeto social, de uma forma geral, podem-se destacar 6 (seis) diferentes fases interligadas e que devem ser comuns para maioria dos projetos sociais.

24 11 A primeira fase de um projeto pode ser chamada de fase de identificação. Nela, temos inicialmente a identificação da oportunidade ou necessidade de intervenção, identificando o objeto de ação, o espaço e as possíveis limitações institucionais, ou seja, a partir da verificação de um problema, inicia-se a busca pela sua solução, promovendo a sensibilização dos atores sociais e a mobilização dos órgãos parceiros. Na fase da identificação, ocorre também o exame preliminar da viabilidade da idéia, que servirá como um indicador para a continuidade ou não do projeto. A viabilidade deverá ser analisada de acordo com todas as óticas possíveis, isto é, política, em termos de apoio político suficiente, financeira, em termos de recursos suficientes, ambiental, em termos de evitar a degradação do meio ambiente, técnica, em termos de capacidade disponível, etc. Além disso, é necessário que se considerem as relações existentes no sistema como um todo, buscando contemplar as influências existentes entre as diversas partes que o integram. Esta mesma fase possui ainda o diagnóstico da situação, que poderá ser desenvolvido através de reuniões de grupos, pesquisa documental, entrevista local, etc.; contudo, o ideal é que o diagnóstico agregue um conjunto de atividades suficientes para que o levantamento das informações seja o mais claro e preciso possível. O diagnóstico irá delinear a formulação das ações, atores envolvidos, objetivos, resultados e atividades do projeto. Ele deverá identificar e avaliar as ações similares que possam já ter sido desenvolvidas e também identificar a posição da comunidade local a respeito da problemática. Assim, fica evidente a grande importância do diagnóstico para o desenvolvimento de um projeto social, pois é nesse momento que é feito o reconhecimento da situação inicial do espaço a ser alterado, ou seja, é realizado o levantamento detalhado das

25 12 informações que caracterizam os beneficiários e a situação-problema, e que servirão de base para as demais fases do projeto. O Diagnóstico Rural Participativo é instrumento fundamental para o desempenho do monitoramento participativo, ponto este que será abordado no capítulo 3 (três) deste trabalho. A outra fase de um projeto consiste na fase de elaboração, quando são definidos com mais clareza pontos como os objetivos do projeto, tanto gerais quanto específicos, resultados imediatos, atividades, são estudadas as alternativas para o projeto, as ações necessárias para atingir os objetivos, etc. O objetivo geral normalmente faz parte de um programa setorial mais amplo, expressando o impacto mais geral; portanto, vai além dos efeitos diretos para os beneficiários do projeto. O objetivo do projeto consiste na sua contribuição para que se alcance o objetivo geral. O objetivo específico está ligado aos efeitos do projeto com os beneficiários diretos e é referência central para dimensionar seu sucesso ou fracasso. Além disso, na elaboração, devem ser analisados os fatores que poderão colocar em risco o sucesso do projeto, e também a forma ou a sistemática com que será feito o monitoramento e avaliação, inclusive definindo indicadores a serem usados neste processo e também seu sistema de coleta e registro. Ainda na fase de elaboração deverá ser feita a montagem do plano operacional, que consiste em definir especificamente as ações, os responsáveis, os prazos, os resultados e os recursos necessários; além disso, devem-se determinar os custos do projeto segundo o cronograma de atividades definidos no plano operacional e, por fim, nesta fase, faz-se a redação formal do projeto.

26 13 A terceira fase de um projeto é a da aprovação, isto é, tendo em mãos o documento formal com todas as informações apontadas nas fases anteriores, parte-se para a busca da aprovação do projeto junto aos órgãos ou instituições competentes. Depois de aprovado o projeto, passa-se para a fase de implementação do mesmo, quando ocorre a prática das ações e atividades estipuladas anteriormente, na busca de atingir os objetivos e resultados traçados para o projeto, ou seja, parte-se para a ação concreta junto ao público beneficiário. A próxima fase pela qual passa um projeto social é a fase de avaliação. Esta fase ocorre normalmente no encerramento do projeto, mas também pode ocorrer quando este muda de natureza ou em determinados períodos de tempo. Este período de tempo varia segundo a natureza e complexidade de cada projeto. De acordo com o resultado da fase de avaliação, se parte para a última fase que compõe o ciclo de um projeto, a de replanejamento. Nesta fase, são revistos pontos do projeto que deverão sofrer algum tipo de mudança para adequação a alterações ocorridas em uma ou mais variáveis, ou para corrigir erros identificados, como, por exemplo, os objetivos e as ações do projeto. Contudo, o que pode ser facilmente percebido na análise das fases que compõem o desenvolvimento de um projeto é que elas são recorrentes, isto é, uma fase lança mão de informações identificadas nas anteriores para que possa ser dada continuidade ao desenvolvimento do projeto. 1.5 Efeitos e Impactos de um Projeto Social Muitas vezes os efeitos e impactos de um projeto são abordados como se estivéssemos tratando da mesma coisa, no entanto trata-se de conceitos diferentes. Desta forma, cabe salientar o que é impacto de um projeto e o que é efeito de um projeto,

27 14 ressaltando algumas diferenças que colaboram no esclarecimento da distinção entre estes dois conceitos. As diferenças mais marcantes entre os impactos e os efeitos de um projeto social situam-se basicamente no tempo e no grau de abrangência. Com relação ao tempo, o que diferencia um efeito de um impacto é o fato de que os efeitos de um projeto aparecem em um curto espaço de tempo, enquanto os seus impactos normalmente começam a aparecer após transcorrido um determinado período de andamento do projeto, ou seja, para que sejam percebidos os impactos do projeto social, é necessário um espaço de tempo maior que o tempo necessário para a percepção dos seus efeitos. No sentido do grau de abrangência, os efeitos estão mais relacionados com os beneficiários diretos e com pontos específicos, enquanto os impactos consideram os beneficiários diretos e indiretos e atingem a comunidade em geral, portanto, os impactos de um projeto social possuem uma abrangência mais ampla que os seus efeitos. Assim podem-se relacionar impactos a mudanças de longo prazo, que não podem ser medidas isoladamente, enquanto os efeitos podem ser medidos mais objetivamente, isto é, os impactos de um projeto são mais profundos. Podem ser entendidos como os resultados dos seus efeitos.

28 15 2 O PROJETO PRORENDA O processo de modernização da agricultura ocorrido nas últimas décadas trouxe profundos efeitos para a agricultura familiar gaúcha, pois muitos agricultores não têm acesso à tecnologia, ficando à margem do processo de desenvolvimento. Desta forma, vários projetos de desenvolvimento têm sido elaborados no sentido de alcançar o desenvolvimento local e melhorar as condições de vida dos agricultores familiares. Neste capítulo, será apresentado o Programa de Viabilização de Espaços Econômicos das Populações de Baixa Renda PRORENDA, no entanto, em função da amplitude do programa, a análise será mais centrada nos projetos ligados ao Estado do Rio Grande do Sul, com o projeto PRORENDA Agricultura Familiar, buscando-se trazer informações de como se deu a implementação, o desenvolvimento do projeto de uma forma geral, onde ficará explícita a participação dos diversos atores. E, após, será destacado o seu sistema de monitoramento e avaliação. 2.1 Contexto Geral do PRORENDA no Rio Grande do Sul A partir da nova política nacional de desenvolvimento rural (PNDR) do Governo no ano de 1985, após o período militar, surgiram propostas de modificações nas políticas públicas. Para a agricultura, algumas das propostas foram no sentido de facilitar o acesso à terra através da reforma agrária, no entanto, não era facilitado o acesso ao crédito e outros instrumentos tradicionais de fomento à agricultura.

29 16 Essas mudanças nas políticas que ocorriam no Brasil, chamaram a atenção do Ministério Federal de Cooperação Econômica (BMZ) da Alemanha, que acabou por suscitar diversos contatos e visitas entre o Governo brasileiro e alemão nos anos de 1985 e Em fevereiro de 1986, foi acertada a colaboração técnica entre os governos em áreas prioritárias, como: desenvolvimento rural, fortalecimento das administrações municipais, proteção do meio ambiente e formação profissional, sendo criada uma comissão bilateral para que fosse elaborada uma estratégia de cooperação para projetos integrados, descentralizados e participativos. Neste contexto, foi criado o PRORENDA, que seria implementado pelos dois governos e foi sistematizado no documento Marco de Orientação do PRORENDA, onde foi descrito que cada projeto deveria ter três fases de cinco anos: uma fase-piloto aberta, quando seriam testados e definidos os procedimentos a serem adotados, uma fase de expansão e uma fase de consolidação. No ano seguinte, em 1987, começam a chegar a Brasília as solicitações dos governos estaduais para implementação de projetos de cooperação técnica e, apesar da prioridade para o Nordeste, foram escolhidos estados onde os recém-empossados governos estaduais estivessem dispostos a implementar novas ações voltadas a população de baixa renda; entre estes, estava o Rio Grande do Sul. As solicitações feitas pelo Estado contemplavam três áreas-piloto: 1. área de assentamentos (Santa Rita no município de Santiago e São Pedro no município de Guaíba), com prioridade na integração das famílias recém assentadas no espaço econômico; 2. área litoral norte, com estímulo à produção programada de hortigranjeiros nos municípios de Osório e Torres; 3. área de citricultura, com prioridade na agregação de valor aos citros nos municípios de Montenegro, São Sebastião do Caí, Bom Princípio e Salvador do Sul. (Brose, 1999). Em maio de 1988, ao final da visita da missão bilateral que recomendou a implementação do projeto para o Estado, ocorreu, em Porto Alegre, uma oficina de

30 17 planejamento estratégico com o objetivo de definir as linhas mestras do projeto. Nesta ocasião, foram consideradas as três áreas como subprojetos próprios em função da diversidade de cada uma das regiões. Desta forma foi definido o objetivo geral do projeto: Espaços Econômicos para os pequenos produtores rurais viabilizados (Brose, 1999), o que seria atingido através do alcance dos objetivos dos três subprojetos, que eram, respectivamente: Aumentada a capacidade dos assentados de manter e ampliar sua base de sustentação; As associações autogeridas de hortigranjeiros contribuem à viabilização do espaço econômico dos pequenos produtores no litoral norte; Propiciadas condições de crescimento da renda do pequeno e médio citricultor do Vale do Caí (Brose, 1999). Contudo, já em julho desse mesmo ano, o departamento regional da GTZ unificou o planejamento das 3 (três) áreas-piloto em uma Matriz de Planejamento do Projeto (MPP) onde se tem o seguinte: como objetivo superior, As condições de vida das pequenas propriedades rurais estão melhoradas ; como objetivo do projeto, foram iniciados processos para a melhoria sustentável da qualidade de vida dos pequenos agricultores no RS, com base na mobilização de seu potencial de autogestão e mínima intervenção estatal ; como resultados previstos, foram definidos os seguintes: os grupos beneficiários estão organizados; a cooperação entre o Governo Estadual, as Prefeituras e ONGs fortalece o atendimento dos interesses articulados pelos grupos beneficiários; acesso dos grupos a capital e assistência técnica adequada possibilita o incremento da produção agrícola; canais de comercialização foram estabilizados; a infra-estrututra produtiva e social demandada pelos grupos foi alocada; a integração entre as instituições envolvidas foi garantida. (Brose, 1999). No entanto, devido a burocracias e negociações entre os dois países participantes, houve um intervalo desde meados de 1988 até início de 1990, quando foi assinado o Ajuste Complementar formalizando a implementação do projeto e, portanto, iniciando a fase piloto.

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