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1 Elaboração e gestão de projetos e acordos de cooperação técnica internacional

2 INDICE Parte 1: Conceitos e definições básicas Parte 2: Fase de elaboração e gestão de projeto Estudos e Pesquisas preliminares Anteprojeto Elaboração do Projeto Nome do projeto Apresentação ou histórico Cenário do problema Objetivo Justificativa Beneficiários Cronograma de Execução Orçamento Indicadores de desempenho Gestão do Projeto Execução Monitoramento e avaliação Encerramento Parte 3: Agência Reguladora e Organismos Internacionais Agência Brasileira de Cooperação ABC Organismos Internacionais Parte 4: Agências de Fomento e tipos de patrocínio Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91) Fundo Nacional de Cultura PETROBRAS Parte 5: Prestação de contas e órgãos de controle Prestação de contas Órgãos de controle Parte 6: Oficinas de trabalhos e discussão com apresentação de casos práticos Apresentação de êxito do projeto de restauração, através do Mecenato, e do programa de modernização do Arquivo Nacional, em parceria com a UNESCO. 2

3 Parte 1: Definições e conceitos básicos Conceito básico O Projeto é um conjunto de atividades e ações detalhadas, planejadas objetivando a sua implantação, podendo ser de caráter ambiental, educativo, social, cultural, científico e/ou tecnológico. O projeto considera os mesmos elementos do programa, mas se acha em nível maior de especificidade. Todo o projeto tem um ciclo de vida, isto é, início, meio e fim. A Cooperação é a união de instituições com interesses comuns e fim específico, como, por exemplo, a realização de um projeto ou acordo. Pode ser uma alternativa para viabilizar recursos financeiros, humanos, logísticos e técnicos por tempo definido. Uma instituição isolada tem certo limite de atuação. A parceria colabora para a ampliação de possibilidades desse limite, isto é, contribui para a efetivação das metas a serem atingidas somando esforços para melhores e maiores resultados. Assim, busca no parceiro os recursos e as capacidades que não estão ao seu alcance, mas que são necessários para atingir seus propósitos. Definição básica Os projetos ou acordos de cooperação técnica têm a missão de transformar a situação atual na situação desejada. O projeto ou acordo deve ser bem elaborado e conter o maior detalhamento possível das atividades propostas, de forma objetiva e organizada, pois visa expor aos interessados o que se pretende fazer, por que deve fazer e as possibilidades reais de obter os resultados positivos. Um projeto bem elaborado contribuirá para a sua aprovação e posterior captação. Existem vários roteiros para a elaboração de projetos. Cada roteiro de elaboração de projetos atenderá às exigências específicas de cada patrocinador, que pretende conhecer a capacidade real da instituição de elaborar, implantar e administrar um projeto, bem como de reunir as informações pertinentes e atender às solicitações de maneira precisa. Neste trabalho procuramos mostrar, de uma forma geral e básica, os princípios elementares necessários à apresentação e gestão de um projeto e acordo de cooperação técnica, visto que cada agente financiador tem suas exigências próprias, assim como modelos de apresentação de projetos disponibilizados em seus sites. Parte 2: Fase de elaboração e gestão de projeto Distinto de atividade, o projeto ou acordo de cooperação técnica tem início, meio e fim, ou seja, um ciclo de vida com fases bem definidas. Dentro do ciclo de vida existem duas etapas diferentes, a elaboração e a gestão: OBJETIVO PROJETO Elaboração Estudo e pesquisa preliminar Anteprojeto Projeto Gestão Execução Monitoria e Avaliação Encerramento Estudo e pesquisa preliminar É o momento em que se estuda e analisa o aspecto a ser tratado no projeto: o problema, a complexidade, a solução e os recursos técnicos e financeiros a serem empregados. Após a apresentação do problema presente no cenário atual, iniciam-se os estudos de forma preliminar, cabendo ao gestor o melhor emprego das ferramentas gerenciais para o alcance do cenário desejado. Começa a ser delineada a complexidade do projeto e quais os agentes necessários a serem empregados. Não existe uma regra clara quanto à complexidade de cada projeto. Na verdade, é uma fase preliminar de levantamento de riscos, na qual se define a estratégia a ser adotada para a elaboração de um anteprojeto. 3

4 Anteprojeto Após as pesquisas preliminares, já com a visão da missão, damos início ao estudo de viabilidade técnica, financeira, os benefícios, o aspecto legal, o impacto social e econômico e demais pontos julgados necessários. O conhecimento pleno dos estudos acima citados colabora para o melhor entendimento do problema e servirá de base para a posterior elaboração do projeto. O proponente do anteprojeto poderá ter que recorrer a recursos do órgão, e em alguns casos a recursos externos, para a elaboração de um anteprojeto que servirá de base para o projeto. Elaboração do Projeto Nome do Projeto: É o primeiro passo a definir. Deve estar alinhado com o objetivo ou a missão do projeto. Em linhas gerais o nome ideal do projeto poderá advir do cenário do problema que se deseja alterar, entretanto não é uma regra. É comum o nome inicial dado ao projeto ser alterado após a conclusão do mesmo. Apresentação ou histórico: Iniciamos o projeto com um histórico da instituição, ou seja, seu surgimento, sua criação, seus objetivos e área de atuação. Relata-se o desenvolvimento de suas atividades até o período atual para demonstrar aos parceiros que a instituição está preparada para realizar o projeto. Devem ser ressaltadas parcerias anteriores, caso haja, e apoios e financiamentos obtidos em outros projetos, bem como os resultados obtidos, de forma a demonstrar credibilidade, reputação e legitimidade da instituição. Cenário do problema: É baseado nos aspectos já conhecidos de um cenário atual e em um cenário futuro desejado. Não existem parâmetros rígidos para esses critérios. É importante o conhecimento do problema onde o projeto irá atuar e que se pretende modificar. Além do conhecimento pleno do problema, essa etapa deverá já apontar o público-alvo e os desafios a serem superados. O conhecimento do problema e do públicoalvo colabora para a interpretação do projeto ou do acordo por parte do agente financiador. Objetivo: É o momento de definir o que se quer realizar. O objetivo demonstra os benefícios que devem ser alcançados com a implantação do projeto. O objetivo deve ser concreto e viável e deverá ser alcançado através do conjunto de atividades e ações desenvolvidas durante o projeto. Justificativa: A justificativa descreve as razões pelas quais o projeto deve ser realizado e os aspectos positivos para os beneficiários.é preciso destacar os problemas que serão abordados, a eficácia das ações previstas e de que forma contribuirão para transformar a realidade. Nesta etapa é fundamental demonstrar conhecimento amplo do problema, de sua interferência no contexto e da base conceitual com que se vai trabalhar. Também é importante citar dados e experiências que reforcem a justificativa. Entende-se esta etapa como a defesa do projeto. Beneficiários: É de suma importância a definição clara do público-alvo ou beneficiários a fim de criar métodos adequados visando atingir os objetivos propostos. Os beneficiários podem ser diretos e/ou indiretos. Os beneficiários diretos podem ser, por exemplo, o usuário que terá melhores serviços prestados. Já os beneficiários indiretos podem ser as instituições que receberão os conhecimentos e prestarão melhores serviços. A verdade é que a definição de diretos e indiretos dependerá da missão do projeto. A definição clara do público-alvo auxiliará na identificação dos indicadores do projeto. Cronograma de Execução: O cronograma de execução consiste em organizar uma ou mais ações necessárias para alcançar o objetivo específico. Os objetivos a serem atingidos serão dispostos fisicamente e financeiramente. As metas a serem atingidas devem ser de linguagem clara para facilitar a visualização da estratégia e do planejamento a ser adotado, para contribuir na orientação das atividades que estão sendo desenvolvidas e, mais tarde, para servir como dados de avaliação do que foi previsto e o que foi realizado. 4

5 Execução Física O cronograma de execução física indica o prazo de realização para cada uma das ações do Projeto. Como por exemplo: ATIVIDADES CRONOGRAMA DE ATIVIDADES PERIODO MÊS 1 MÊS 2 MÊS 3 MÊS 4 MÊS 5 MÊS 6 Ação 1 Ação 2 Ação 3 Ação 4 Ação 5 Ação 6 Execução Financeira O Cronograma de execução financeira define os gastos por período de tempo. Os gastos deverão estar alinhados com a execução física, isto é, cada gasto por período deve corresponder à ação executada. ATIVIDADES CRONOGRAMA FINANCEIRO PERIODO MÊS 1 MÊS 2 MÊS 3 MÊS 4 MÊS 5 TOTAL Ação Ação Ação Ação Ação TOTAL

6 Físico-Financeiro Também podemos elaborar um único cronograma de execução denominado físico-financeiro, que agrega as duas informações em uma única planilha. Os cronogramas devem atender às exigências dos patrocinadores e parceiros. Item Discriminação das atividades Quantificação dos serviços por unidade Valor total Período R$ Mês 1 Mês 2 % R$ % R$ 1 Capacitar Eventos TOTAL Orçamento: O orçamento deve ser o mais detalhado possível. É importante detalhar todos os custos envolvidos por atividades a serem desenvolvidas. Os custos orçamentários serão apresentados, geralmente, por ano fiscal, demonstrando todos os gastos de forma clara e detalhada. Uma dica é sempre manter a memória de cálculo para cada componente orçamentário. Por exemplo, na contratação de pessoa jurídica e/ou física, para obter o custo final se devem calcular todos os impostos inerentes à contratação. Lembrando que os impostos podem variar por região. Quando se tratar de um projeto de abrangência nacional o cuidado é redobrado. Um orçamento equivocado é a primeira premissa para o insucesso do projeto ou acordo de cooperação. Qualquer alteração orçamentária do projeto deverá ser aprovada pelo agente patrocinador. O gestor terá que, obrigatoriamente, seguir as linhas de orçamento previamente aprovadas. O formato da planilha orçamentária será determinado pela agência de fomento ou pelo patrocinador do projeto. Indicador de realização: Os indicadores de realização de projetos são instrumentos indispensáveis para verificação dos resultados propostos a serem alcançados. Os indicadores variam de acordo com a natureza do projeto ou acordo de cooperação. Há um constante estudo na procura de indicadores para a correta avaliação do projeto. É igualmente importante definir os meios de verificação para cada indicador. Dentre vários tipos de indicadores destacam-se os quantitativos e objetivos, podendo ser mensurados percentualmente ou numericamente. Outros grupos de indicadores são chamados de qualitativos e subjetivos, de difícil mensuração. É uma importante ferramenta de trabalho para os gestores de projetos, pois fornece informação para as tomadas de decisão, para o planejamento e para a execução do projeto. Gestão de Projetos É necessária a formação de uma equipe multidisciplinar das áreas administrativa e técnica para a gestão do projeto. No caso especifico de órgãos públicos que venham a se habilitar a projetos incentivados ou a acordos de cooperação técnica, aconselhamos que a equipe ou o grupo de trabalho seja formado por servidores públicos do órgão, devidamente capacitados a gerir tais projetos. Esse grupo deve, obrigatoriamente, ser formalizado pelo ordenador de despesa do projeto ou dirigente máximo do órgão, através de uma portaria ou comissão, visando ao acompanhamento da execução física e financeira do projeto. O grupo acompanhará os trabalhos dos profissionais contratados e subsidiará a tomada de decisão por parte do ordenador de despesa. Para os acordos de cooperação técnica internacional, essa equipe também irá monitorar as ações dos organismos internacionais de acordo com o manual de convergência e da legislação vigente. É importante salientar a importância da manutenção da equipe de trabalho mesmo após o encerramento do projeto, pois os integrantes ampliam a capacidade instalada da instituição gestora, podendo colaborar sempre em futuros projetos. 6

7 Execução: A gestão de projetos diz respeito ao cumprimento de prazos e compromissos previamente estabelecidos na concepção do projeto. Cabe ao gestor manter o que foi traçado na matriz de concepção do projeto e definir o caminho mais adequado para a plena execução do conjunto de atividades propostas. O gestor do projeto será a pessoa responsável pelos procedimentos a serem adotados na busca dos resultados relativos à proposta aprovada pelos agentes financiadores e parceiros. O gerenciamento ou gestão, seguindo o dicionário Aurélio, é o ato ou efeito de gerenciar, exercer as funções de gerente. A participação da equipe nas fases de gerenciamento do projeto é de suma importância, pois descentraliza as ações e não engessa o projeto. Entretanto, a tomada de decisão será exclusiva do responsável pelo gerenciamento do projeto. O planejamento também deverá ser participativo, pois isso facilita o acompanhamento e monitoramento realizados pela equipe, além de permitir que a equipe colabore com a tomada de decisão do coordenador ou ordenador de despesa do projeto. O correto planejamento proporcionará a rápida identificação de um problema e do desejo de solucioná-lo, devendo ser discutido com a equipe o redirecionamento de estratégias, quando necessário. Por isso, a elaboração correta do projeto será decisiva na fase de gestão e planejamento. Podemos considerar, como exemplo, que possíveis equívocos na elaboração do orçamento podem implicar não só a não aprovação do projeto, como também tornar inviável sua gestão. Assim, é importante que o gestor participe da elaboração do projeto, pois na fase de gerenciamento e planejamento terá pleno conhecimento das ferramentas necessárias e do problema a ser solucionado visando à execução plena do projeto no período desejado e com os recursos aportados. Monitoramento e avaliação: O processo de monitoramento e avaliação será de forma constante e periódica. O monitoramento será realizado pela equipe de trabalho interna, através das ferramentas gerenciais adequadas e dispostas no projeto. A equipe acompanhará a partir do planejamento toda a execução das atividades físicas e financeiras. Para a atividade de avaliação o mais aconselhável é a contratação de consultores externos não vinculados à instituição, mas a equipe de trabalho interna deverá participar também de todo o processo de avaliação, juntamente com os consultores externos. O plano de avaliação passará por distintas etapas, variando sempre de acordo com o agente financiador ou organismo internacional parceiro. Usualmente, utilizam-se avaliações de resultado, de conteúdo, de processo e de impacto: Avaliação de resultado: analisa o cumprimento dos objetivos e metas no tempo planejado. Avaliação de conteúdo: analisa a produção de documentos a partir do projeto, tais como publicações, tratados, etc. Avaliação de processo: analisa a forma de condução do projeto, isto é, o gerenciamento do projeto. Avaliação de impacto: analisa os efeitos na sociedade criados a partir da execução do projeto. Encerramento: É a última fase do projeto, quando daremos inicio à elaboração do relatório final com abordagem técnica e administrativa. A abordagem técnica, em linhas gerais, apresentará os resultados atingidos: análise das atividades, ações empregadas, os indicadores e seus meios de verificação. Se for o caso, podemos realizar uma apresentação de forma a medir percentualmente o nível de execução técnica e o impacto socioeconômico. O encerramento do projeto no âmbito administrativo reunirá todos os comprovantes legais de forma ordenada para a formação de uma prestação de contas administrativa e contábil. No caso de órgãos públicos o relatório final será apresentado conforme legislação vigente. Parte 3: Agência Reguladora e Organismos Internacionais Agência Brasileira de Cooperação ABC A Agência Brasileira de Cooperação ABC faz parte da estrutura do Ministério das Relações Exteriores (MRE) e tem a missão de negociar, coordenar, implementar e acompanhar os programas e projetos brasileiros de cooperação técnica executados com base nos acordos firmados pelo Brasil com outros países e organismos internacionais. A ABC foi criada em setembro de 1987, por meio do Decreto Nº , como parte integrante da Fundação Alexandre de Gusmão (FUNAG), vinculada ao Ministério das relações Exteriores (MRE). A criação da Agência Brasileira de Cooperação atendeu a um momento de mudanças fundamentais na orientação dada à cooperação técnica internacional. A ABC é vinculada ao Ministério das Relações Exteriores MRE e tem a finalidade de operar programas de cooperação técnica em todas as áreas do conhecimento, entre o Brasil e outros países e organismos internacionais, obedecendo aos critérios da política externa brasileira. Em 1992, teve sua finalidade estendida à gestão dos projetos desenvolvidos 7

8 com organismos internacionais, passando a desenvolver a ação de coordenação junto com o Departamento de Cooperação Científica, Técnica e Tecnológica do Ministério das Relações Exteriores. Em 1996, a ABC foi integrada à Secretária-Geral do Ministério das Relações Exteriores, por meio do Decreto nº 2070/96, passando a constituir-se em órgão da Administração Direta, com a finalidade de coordenar, negociar, aprovar, acompanhar e avaliar, em âmbito nacional, a cooperação para o desenvolvimento em todas as áreas do conhecimento, recebida de outros países e organismos internacionais e entre o Brasil e países em desenvolvimento. Há cerca de quarenta anos o Brasil vem trabalhando em parceria com organismos internacionais. Os acordos de cooperação técnica produzem benefícios em importantes setores produtivos da economia brasileira. A parceria com organismos internacionais consolida a idéia de cooperação que compartilha esforços na consecução dos objetivos finais. Os objetivos dos acordos propostos são avaliados quanto ao seu impacto sobre a sociedade. O que implica aprimorar os mecanismos de negociação, avaliação e gestão dos projetos, a fim de enquadrá-los às prioridades nacionais. Apresentação de projetos O instrumento para formulação de um pedido de cooperação técnica é denominado Projeto de Cooperação Técnica (PCT), que se constitui em um referencial para a ABC quanto à análise e ao enquadramento inicial do acordo, assim como para o monitoramento e avaliação desenvolvida. O PCT, como é denominado, deverá conter todas as informações necessárias sobre o trabalho que se pretende desenvolver, começando pela identificação do problema, além das estratégias, objetivos, justificativas e resultados que formarão sua futura execução. As Propostas de Projeto de Cooperação, ou de Ações Pontuais e Atividades, apresentadas à Agência Brasileira de Cooperação, devem seguir roteiros específicos a cada vertente da Cooperação Técnica Internacional. Roteiro Básico para Elaboração do Projeto de Cooperação Técnica - PCT 1. Identificação do Projeto Título do projeto: O título adotado deve traduzir, de forma sintética, o tema central do projeto proposto Duração prevista do projeto: em meses Fonte externa: Indicar, quando possível, o país ou organismo internacional ao qual se solicita a cooperação externa Custo estimado: Indicar os recursos externos necessários. 1.5 Nome da entidade proponente: Indicar o nome, a sigla, o endereço completo, telefone e telefax da entidade proponente do projeto e que se encarregará da execução do mesmo. Fornecer o nome do seu titular e o cargo correspondente, assim como o nome do responsável pela elaboração do projeto e o cargo que ocupa Entidades co-participantes: Indicar o nome das entidades que desempenharão papel de supervisão ou coordenação institucional, bem como daquelas que participarão do projeto integrando-se às equipes da entidade executora. Indicar também a sigla de cada instituição e a forma de sua participação Local, data e assinatura do titular: O titular da entidade proponente deve datar a proposta de projeto e apor a sua assinatura no documento. 2 Justificativa Diagnóstico de situação: O diagnóstico deve identificar o problema ou problemas que o projeto se propõe a solucionar Situação esperada ao término do projeto: Neste item deve ser apresentada uma explanação de qual será a situação ao término do projeto, supondo-se que o mesmo tenha atingido todos os resultados a que se propunha. Esta descrição deve ser objetiva, quantificando, sempre que possível, aspectos que caracterizem a situação decorrente da execução do projeto Descrição do projeto: Este item tem por finalidade apresentar uma descrição sucinta do trabalho que se propõe implementar; destacando-se as principais realizações previstas e a estratégia a ser adotada para alcançá-las. A descrição apresentada deve esclarecer quem são os beneficiários dos resultados do projeto, de que forma os seus resultados se reverterão em benefícios para o seu público-alvo e as medidas previstas para ampliar a disseminação dos seus resultados Quadro institucional: Neste item deve ser indicada a existência de condições locais - institucionais, de infra-estrutura, financeiras e de recursos humanos - que possibilitem a implementação do projeto com uma probabilidade razoável de sucesso. A existência de condições locais para que a instituição executora possa 8

9 continuar atuando de forma autônoma ao término do projeto, no tema em questão, também constitui aspecto importante, a ser abordado e descrito neste item. O papel das instituições locais envolvidas diretamente com a execução do projeto, bem como daquelas participando em nível de coordenação ou de apoio, deve ser descrito. Em especial, devem ser destacadas as políticas e programas de formação de recursos humanos da instituição executora (diretrizes, áreas prioritárias, resultados atingidos) e de fixação das equipes técnicas formadas. 3 - Objetivos e Resultados Objetivo de desenvolvimento: Constitui-se no objetivo maior do projeto. Com a execução do projeto, pretende-se contribuir para o alcance do objetivo de desenvolvimento enunciado sabendo-se, no entanto, que o projeto por si só não tem meios de atingi-lo totalmente. O objetivo de desenvolvimento almejado, setorial ou multissetorial, está relacionado, na maioria dos casos, a mudanças estruturais (por exemplo, reduzir os índices de desnutrição, substituir combustíveis líquidos importados por fontes energéticas nacionais, melhorar as condições de saneamento básico de populações de baixa renda, etc.) Objetivo específico: Constitui-se no objetivo a ser alcançado pelo projeto, exclusivamente em função das atividades implementadas no seu âmbito. É recomendável que o projeto tenha somente um ou dois objetivos específicos. Cuidado especial deve ser dado ao enunciado do objetivo específico do projeto, evitando-se utilizar termos vagos ou ambíguos como promover, estimular, apoiar, fortalecer, desenvolver, melhorar e conscientizar. 3.3 Resultados: Os resultados constituem o que o projeto, por si mesmo, pode produzir com o fim de alcançar os seus objetivos específicos. São os produtos das atividades realizadas. Tomados em conjunto, eles refletem o grau e a qualidade do cumprimento do plano de trabalho. A cada resultado está relacionado um conjunto de atividades específicas; as metas do projeto e os indicadores de seu alcance são também correlacionados aos resultados. 4 - Plano de Trabalho A elaboração do Plano de trabalho do projeto de cooperação técnica constitui-se na definição das atividades que necessitam ser executadas, com vistas a se atingir os resultados almejados, e na previsão dos recursos (humanos, materiais, tempo) necessários para implementá-las. A experiência indica que o grau de sucesso na implementação de um projeto está estreitamente relacionado ao planejamento da execução das tarefas envolvidas e à previsão dos meios que serão necessários para executá-las. Dessa forma, a definição realista de atividades, recursos e prazos, é fundamental para o futuro bom andamento do projeto Indicadores e meios de verificação: Aos Resultados do projeto devem ser relacionados Indicadores que permitam aferir o seu alcance. Os Indicadores selecionados serão adequados se: a) permitirem a quantificação dos Resultados, esclarecendo quais são as metas propostas pelo projeto; e b) forem objetivamente verificáveis, isto é, permitirem que diferentes observadores cheguem à mesma conclusão. Os Meios de Verificação dos Indicadores também devem ser especificados cronograma de execução: O Cronograma de Execução do projeto deve indicar os prazos necessários para a execução das Atividades definidas. Um diagrama de barras constitui um instrumento útil e de fácil elaboração para apresentar o cronograma de execução do projeto. Organismos Internacionais Em dezembro de 2006, a carteira de projetos da Coordenação Geral de Cooperação Técnica Recebida Multilateral contabilizava 438 projetos em execução. Fonte Agência Brasileira de Cooperação ABC 9

10 PNUD Programa Das Nações Unidas para o Desenvolvimento Área de atuação: Administração Pública, Política Pública, Meio Ambiente e Desenvolvimento humano. UNESCO - Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura Área de atuação: Educação; Ciências humanas; Desenvolvimento Cultural ; Comunicação e Informação. UNICEF - Fundo das Nações Unidas para a Infância Área de atuação: Proteção e Sistema de Garantias; Redução das Disparidades; Políticas Públicas; Cultura pela Cidadania da Criança. IICA - Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura Área de atuação: Desenvolvimento Rural Sustentável; Recursos Naturais e Produção Agropecuária; etc. FAO - Organização das Nações Unidas para a Agricultura e a Alimentação Área de atuação: Desenvolvimento Agrícola e Rural Sustentável; Segurança Alimentar; Pesca e Florestas OIT - Organização Internacional do Trabalho Área de atuação: Trabalho e Emprego; Seguridade Social; Combate ao Trabalho Infantil; Segurança e Saúde no Trabalho; Cooperativismo e Associativismo e Organizações trabalhistas independentes. UNV Programa Voluntário das Nações Unidas Área de atuação: Programa de voluntariado para o desenvolvimento da paz em todo o mundo. É representado em todo mundo através do PNUD. OIMT Organização Internacional de Madeiras Tropicais Área de atuação: Desenvolvimento Florestal Sustentável; Produção, Mercado e Comercialização de Madeira; Indústria Florestal; etc. OEA - Organização dos Estados Americanos Área de atuação: Desenvolvimento Econômico Sustentável (Desenvolvimento regional, Meio Ambiente e Recursos Hídricos); Educação; Cultura; Ciência e Tecnologia. OEI - Organização dos Estados Ibero-americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura Área de atuação: Seu âmbito de atuação refere-se à promoção da educação, da ciência, da tecnologia e da cultura no contexto do desenvolvimento, da democracia e da integração regional. Parte 4: Agências de Fomento e tipos de patrocínio Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91) O Governo Federal estimula a cultura no país através da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei nº 8.313/91), também conhecida como Lei Rouanet, e da Lei de audiovisual (Lei nº 8.685/93). Os projetos são encaminhados ao Minc, disponível no site Basicamente, a proposta passa por uma análise técnica e quando aprovada o proponente poderá buscar apoio junto a pessoas físicas e jurídicas. As pessoas de caráter jurídico e físico que venham a apoiar os projetos culturais são denominadas incentivadores. Os incentivadores são tributados com base no lucro real, isto é, antes do cálculo do imposto de renda: 10

11 Pessoa física 6% do imposto devido Pessoa jurídica 4% do imposto devido O Lucro Real é o lucro tributável, para fins da legislação do imposto de renda, distinto do lucro líquido apurado contabilmente. O abatimento no Imposto de Renda atende o disposto no artigo 26 da Lei 8.313/9, da seguinte forma: Pessoa Física: - 60% do valor patrocinado; - 80% do valor doado Pessoa Jurídica: - 30% do valor patrocinado; - 40% do valor doado. Entretanto, com a Lei 9.874/99 e a Medida Provisória nº /2001, a pessoa física ou a empresa incentivadores de projetos enquadrados, conforme artigo 18, podem ter a possibilidade de deduzir até 100% do valor doado ou patrocinado, obedecendo aos limites da legislação do imposto de renda vigente. Os segmentos que podem ter os benefícios citados são: Artes Cênicas; Livros de valor artístico, literário ou humanístico; Música erudita ou instrumental; Exposições de Artes Visuais; Doações de acervos para bibliotecas públicas, museus, arquivos públicos e cinematecas, treinamento de pessoal e aquisição de equipamentos para manutenção desses acervos; Produção de obras cinematográficas e videofonográficas de curta e média metragem e preservação e difusão do acervo audiovisual (apenas produções independentes e culturais-educativas de caráter não-comercial, realizadas por empresas de rádio e televisão); Preservação do patrimônio cultural material e imaterial (só é considerado como patrimônio o bem cultural oficialmente tombado, em esfera federal, estadual ou municipal; processo de tombamento em andamento não é considerado); Construção e manutenção de salas de cinema e teatro, que poderão funcionar também como centros culturais comunitários, em Municípios com menos de (cem mil) habitantes. Já vimos quem pode apoiar e agora é importante saber quem pode obter apoio, através da Lei de Incentivos Federais a Cultura: Pessoas físicas da área cultural: artistas, produtores culturais, técnicos da área cultural etc; Pessoas jurídicas públicas de natureza cultural da administração indireta: autarquias, fundações etc; Pessoas jurídicas privadas de natureza cultural, com ou sem fins lucrativos (empresas, cooperativas, fundações, ONGs, Organizações Sociais etc). Os projetos são encaminhados a duas secretarias distintas no Ministério da Cultura. A Secretaria de Incentivo e Fomento à Cultura SEFIC, abrange como por exemplo as áreas ligadas a teatro, dança, circo, ópera, mímica e congêneres; literatura; música; artes plásticas e gráficas, gravuras e congêneres; cultura popular e artesanato; patrimônio cultural material e imaterial (museu, acervo, obras de restauração, etc.). A outra é a Secretaria de Audiovisual SAV, que recebe os projetos relativos a filmes de curta e média metragem, festivais nacionais, oficinas, programas de rádio e TV, sites etc. Entretanto, cabe ressaltar que antes de enviar qualquer projeto é importante analisar os critérios e procedimentos estabelecidos pela Comissão Nacional de Incentivos CNIC. A Comissão Nacional de Incentivo à Cultura é um órgão colegiado do Ministério da Cultura, responsável por analisar e opinar sobre as propostas culturais encaminhadas ao MinC com vistas a obter apoio pelo mecanismo de incentivos fiscais previsto na Lei nº 8.313/91 (Lei Rouanet). Como órgão deliberativo, a CNIC reúne-se uma vez ao mês com este propósito, sendo uma das instâncias de análise da proposta. Outra informação relevante aos gestores de projetos aprovados pela lei Rouanet é a Instrução Normativa nº 01, de 05/10/10, que estabelece novas regras e procedimentos legais para a autorização de captação, apresentação, recebimento, análise, aprovação, execução e acompanhamento de projetos, bem como a prestação de contas dos projetos culturais relativos a incentivos fiscais do Programa Nacional de Apoio à Cultura PRONAC. Os projetos culturais recebem um número do PRONAC. Este número é a identificação do projeto junto ao MinC. Portanto, tanto na captação, na conta bancária específica, nas despesas, nos comprovantes de recebimento, na 11

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