PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE Nº 31, DE RELATÓRIO PRÉVIO (reformulado)

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE Nº 31, DE 2004. RELATÓRIO PRÉVIO (reformulado)"

Transcrição

1 PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE Nº 31, DE RELATÓRIO PRÉVIO (reformulado) Propõe que a Comissão de Finanças e Tributação realize ato de fiscalização e controle, por meio de órgão competente, acerca dos atos praticados pelas empresas: Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização (Fenaseg); Movimento das Donas de Casa e Consumidores de Minas Gerais; Associação Brasileira dos Departamentos de Trânsito (ABDetran); Sindicato dos Corretores de Seguros (Sincor); Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados de Capitalização, de Previdência Privada e das Empresas Corretoras de Seguros (Fenacor); o Superintendente do Seguros Privados (Ministério da Fazenda); Grupo Itaú Seguros, Paraná Seguros; BANERJ Seguros, BEMGE Seguradoras, Companhia de Seguros Gralha Azul, a AXA Seguros do Brasil e Rio Branco Seguros e a SINAF Previdencial, SUSEP Superintendência de Seguros Privados, e as 65 (sessenta e cinco) seguradoras conveniadas para trabalhar com o DPVAT em função de supostas irregularidades promovidas por essas seguradoras, com base nas denúncias publicadas pelo jornal Estado de Minas, de 10 de março de 2003, decorrentes da arrecadação com a cobrança do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais. Autor: Dep. Carlos Willian (PSC/MG) Relator: Dep. João Magalhães (PMDB/MG)

2 I SOLICITAÇÃO DA PFC O excelentíssimo senhor Deputado Carlos Willian (PSC/MG) apresentou à Comissão de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados proposição para que, ouvido o Plenário desta Comissão, realize ato de fiscalização e controle, por meio de órgão competente, acerca dos atos praticados pelas empresas: Federação Nacional das Empresas de Seguros Privados e de Capitalização (Fenaseg); Movimento das Donas de Casa e Consumidores de Minas Gerais; Associação Brasileira dos Departamentos de Trânsito (ABDetran); Sindicato dos Corretores de Seguros (Sincor); Federação Nacional dos Corretores de Seguros Privados de Capitalização, de Previdência Privada e as Empresas Corretoras de Seguros (Fenacor); o Superintendente do Seguros Privados (Ministério da Fazenda); Grupo Itaú Seguros, Paraná Seguros; BANERJ Seguros, BEMGE Seguradoras, Companhia de Seguros Gralha Azul, a AXA Seguros do Brasil e Rio Branco Seguros e a SINAF Previdencial, SUSEP Superintendência de Seguros Privados, e as 65 (sessenta e cinco) seguradoras conveniadas para trabalhar com o DPVAT, em função de supostas irregularidades promovidas por essas seguradoras, segundo denúncias publicadas pelo jornal Estado de Minas, de 10 de março de 2003, decorrentes da arrecadação com a cobrança do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais. A proposição, baseia-se no art. 100, 1º, combinado com os arts. 60, I e II, e 61 do Regimento Interno da Câmara dos Deputados, foi numerada como Proposta de Fiscalização e Controle nº 31, de Fundamentam a PFC notícias veiculadas no jornal Estado de Minas, de 10/03/2003, que questionam o destino dos recursos arrecadados com a cobrança do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de Via Terrestre (DPVAT). O teor das reportagens levanta questões quanto ao produto da arrecadação do seguro obrigatório e sua destinação. D acordo com o art. 1º, III, da Lei nº 2.867/98, metade do montante arrecadado pelo seguro obrigatório é passado à companhia seguradora, na forma da regulamentação vigente. 1[1] Parte desses recursos cobre o pagamento de indenizações a vítimas de acidentes. A FENASEG administra o Convenio de seguradoras responsáveis pelas indenizações. Conforme a Resolução CNSP nº 35/2000, 12% da arrecadação destinam-se a despesas gerais. A Resolução CNSP nº 35/2000, também, estabelece que 0,656% dos valores arrecadados com o seguro obrigatório devem ser passados para a FENENSEG Fundação Escola Nacional de Seguros, entidade especializada em treinar corretores de seguros. Outra situação abordada na reportagem diz respeito a repasse da ordem de 1% para a ABDetran Associação Brasileira dos Departamentos de Trânsito, entidade que congrega os Diretores dos DETRANS do país.. Também são repassados aos Sindicatos dos Corretores de Seguros (Sincors 0,59%).; 1[1] Essa regulamentação encontra-se, hodiernamente, na Resolução CNSP nº 35/

3 A crítica baseia-se no fato de que recursos públicos estão sendo canalizados para entidades civis, que deveriam sobreviver com recursos próprios. Assim, esta PFC tem por fim fazer um exame sobre a regularidade da cobrança e da destinação do produto arrecadado com o seguro obrigatório. II COMPETÊNCIA DESTA COMISSÃO Reexaminando a matéria sob os mais diversos aspectos, à luz dos documentos em nosso poder, quer sejam de natureza jurídica, regimental, como, também, no que diz respeito ao instituto do Seguro Obrigatório DPVAT, destinado a cobrir danos pessoais às vítimas e/ou seus beneficiários decorrentes de acidentes de trânsito de vias terrestres, houvemos por reformular o Relatório Prévio. É que não obstante a Proposta suscitar questões de natureza tributária, financeira e orçamentária, tais aspectos não se enquadram, na verdade, na linha apontada, isto é, o seguro ora em exame não se afigura como um tributo, não obstante a sua obrigatoriedade, visando reparar danos pessoais causados por acidentes com veículos automotores de vias terrestres. O art. 32, inciso IX (renumerado), alínea c inclui como questão temática o sistema nacional de seguros privados e capitalização.todavia a alínea g oferece amparo apenas e tão somente às matérias financeiras e orçamentárias públicas, enquanto que a alínea j deixa claro o encadeamento do comando expresso no caput do já mencionado artigo na linha do sistema tributário nacional e repartição das receitas tributárias. Por fim a alínea l que completa o espírito do Regimento Interno, estabelece como prerrogativa desta Comissão Permanente o trato quanto às áreas de tributação, arrecadação e fiscalização de tributos e não oferece a amplitude de fiscalizar entidades de direito privado. III EMBASAMENTO REGIMENTAL E CONSTITUCIONAL DA PROPOSTA Examinemos os dispositivos invocados na Proposta em exame. a) Art. 100 do Regimento Interno: Proposição é toda matéria sujeita à deliberação da Câmara. Parágrafo 1º: As proposições poderão consistir em proposta de emenda à Constituição, projeto, emenda, indicação, requerimento, recurso, parecer e proposta de fiscalização e controle. b) Art. 60, do Regimento Interno: Constituem atos ou fatos sujeitos à fiscalização e controle do Congresso Nacional, de suas Casas e Comissões : I os passíveis de fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial referida no art. 70 da Constituição Federal; 3

4 c) O caput do art. 61, do Regimento Interno, estabelece apenas os procedimentos, ao dispor: A fiscalização e controle dos atos do Poder Executivo, incluídos os da administração indireta, pelas Comissões, sobre matéria de competência destas, obedecerão às regras seguintes: seguem-se as regras de procedimentos d) Já o art. 70, da Constituição Federal, que empresta comando ao art. 60 do Regimento, também invocado na Proposta, diz o seguinte: Art. 70 A fiscalização contábil, financeira, orçamentária, operacional e patrimonial da União e das entidades da administração direta e indireta, quanto à legalidade, legitimidade, economicidade, aplicação das subvenções e renúncia de receitas, será exercida pelo Congresso Nacional, mediante controle externo, e pelo sistema de controle interno de cada Poder. Com efeito, fica claro que as atribuições fiscalizatórias previstas no Regimento Interno e no dispositivo constitucional invocados pela Proposta, ora em exame, restringem-se ao setor público e não abrigam ações que se relacionem a entes de direito privado, como as pretendidas. IV ANÁLISE DO INSTITUTO DO SEGURO OBRIGATÓRIO DPVAT Poderíamos nos ater apenas e tão somente a questões regimentais, mas diante das supostas dúvidas levantadas e dada a importância da matéria para a sociedade nacional, é oportuno ressaltar que o chamado Seguro Obrigatório é, na verdade, um seguro, de caráter privado e de contratação e pagamento obrigatório, e não se afigura como um encargo de natureza tributária, conforme assevera o Requerimento do Ilustre Deputado Autor. Não se trata, pois, de recursos públicos, mas sim recursos oriundos do pagamento dos prêmios pelos proprietários de veículos automotores particulares que compõe a frota nacional em circulação no país. Sem o seguro, os veículos automotores não podem trafegar pelas vias públicas do país. Dito instituto, isto é, o Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Vias Terrestres DPVAT foi instituído pela Lei n. º 6.194, de 1974, com a finalidade de amparar as vítimas de acidentes de trânsito em todo o território nacional, não importando de quem seja a culpa pelos acidentes envolvendo veículos automotores de vias terrestres. De caráter mutualista, como todo seguro, esse instituto oferece cobertura para toda a população brasileira, isto é, cerca de 170 milhões de pessoas, transportadas ou não no que diz respeito aos riscos do trânsito brasileiro. A contratação do seguro, isto é, o seu pagamento, de outra parte, obriga o DPVAT a arcar com indenizações por morte, invalidez permanente, totais ou parciais e despesas médico-hospitalares, nos valores estabelecidos pelo Conselho 4

5 Nacional de Seguros Privados CNSP, órgão vinculado ao Ministério da Fazenda, com base em cálculos atuariais, que são os seguintes: 1. Morte R$ 6.754,01, por pessoa falecida em decorrência de acidente de trânsito. R$ 1.524, Invalidez Permanente, até R$ 6.754, Reembolso de Despesas Médicas e Suplementares (DAMS), até Na maioria dos países existe o seguro obrigatório, geralmente cobrindo riscos materiais, além dos que dizem respeito aos danos pessoais decorrentes de acidentes provocados por veículos automotores. Nos países do Mercado Comum Europeu, por exemplo, o referido seguro tem um custo médio em torno de 400, 00 (quatrocentos euros), o que equivale a cerca de R$ 1.500,00 (um mil e quinhentos reais), contra os R$ 52,00 (cinqüenta e dois reais), incluindo o Imposto Sobre Operações Financeiras, correspondentes ao seguro obrigatório de um automóvel que circule no país O Seguro Obrigatório, DPVAT, que não tem, portanto, nome júris de tributo, uma vez que, como seguro, paga as indenizações por danos pessoais causados por veículos automotores em vias terrestres do país. Os repasses ao SUS, na ordem de 45% do valor dos prêmios líquidos do seguro, feitos automaticamente na boca do caixa da rede bancária, tem a finalidade de custear as despesas médico-hospitalares com vítimas pessoais do trânsito na rede pública e/ou privada credenciada pelo sistema. Portanto tais recursos constituem-se, também, indenizações das despesas médico-hiospitalares. De outra parte, os repasses ao DENATRAN, de 5% dos prêmios,estabelecidos pelo novo Código de Trânsito Brasileiro, destinam-se à formação de um Fundo destinado a custear campanhas educativas de prevenção contra acidentes do trânsito. Assim sendo, somando-se os 25% aos 45% repassados ao SUS para fazer face ao atendimento médico-hospitalar, a sinistralidade do sistema situa-se na casa dos 70%, o que é considerado normal. Os demais repasses estabelecidos pela Resolução do Conselho Nacional de Seguros Privados, num total de 2,9452%, destinam-se à SUSEP, que adota todos os procedimentos técnicos no sentido da operacionalização do seguro, que é o seu mister, ao Sindicato dos Corretores, que prestam assistência às vítimas e seus beneficiários no sentido da orientação e do encaminhamento da documentação e à Fundação Nacional de Seguros FUNENSEG, entidade, sem fins lucrativos, que ministra a formação, o aperfeiçoamento e o desenvolvimento do conhecimento da ciência do seguro, em constante avanço no mundo moderno e que exige, dos milhares de profissionais da corretagem, uma formação adequada para atendimento à sociedade que demanda por coberturas de seguros para os mais variados riscos, quer sejam 5

6 patrimoniais, de vidas ou de quaisquer bens que se relacionam com a atividade humana contemporânea. Não há, portanto, outros repasses que não legais, conforme veicula o jornal, cuja matéria embasou a Proposta ora em exame. Tecnicamente, em matéria de seguro tudo o que é pago a título de indenização constitui a chamada sinistralidade, sendo que os respectivos cálculos atuariais levam em conta, também, as despesas operacionais e o valor das corretagens. No que diz respeito à cobrança dos prêmios do seguro, cabe registrar que a mesma está prevista em lei e, portanto se afigura absolutamente legal e constitucional, na medida em que dito diploma legal está em pleno vigor. Os prêmios, isto é, o custo do seguro para os proprietários de veículos automotores, bem como o valor das indenizações são estabelecidas pela SUSEP Superintendência de Seguros Privados, de acordo com a Resolução n. º 35, de 08 de dezembro de 2000, do Conselho Nacional de Seguros Privados, que examinamos, cujo documento está em nosso poder. Doutrinariamente, não há seguro de cobertura de quaisquer bens, interesses e pessoas, se não houver uma ou mais seguradoras, devidamente autorizadas pelo Poder Público, que, mediante pagamento dos respectivos prêmios, banquem a cobertura, na forma de indenizações, de tais riscos em caso de sinistros. No caso presente, trata-se de seguro de caráter privado, com cobertura dos riscos de danos pessoais decorrentes de acidentes de trânsito pelas companhias seguradoras partícipes do Convênio administrado pela Fenaseg, na forma da legislação vigente. No que tange à questão de possíveis desvios, o DPVAT opera com base na mesma Resolução n.º 35, de , que estabelece que 33% da arrecadação são destinados ao pagamento das indenizações e à constituição de Reserva (IBR) para fazer face aos sinistros a pagar. Completando o percentual acima de 33%, os restantes 12%, de acordo com a mesma Resolução n. º 35, de 2000, destinam-se à cobertura de custos com cobrança bancária, custeio de formulários CRV e CRLV destinados ao registro e licenciamento de veículos em todo o Brasil, processamento de dados, honorários com regulação, investigação e auditoria de sinistros, despesas com pessoal e despesas administrativas. As indenizações são direito das vítimas ou seus beneficiários. Pelo atual Código Civil, prescrevem em três anos, sendo que quanto aos acidentes anteriores ao novo diploma legal prescrevem em vinte anos, conforme documento em nosso poder. 6

7 Cabe registrar que no ano de 2003, conforme documento em nossas mãos, as indenizações beneficiaram vítimas ou seus beneficiários; num total de R$ 334,6 milhões de reais. A capilaridade, num país de tamanhas dimensões, é outro aspecto relevante, na medida em que os segurados podem encaminhar os seus pedidos em qualquer cidade do território nacional A fiscalização do seguro cabe à SUSEP Superintendência de Seguros Privados, órgão do Ministério da Fazenda. Enfim, vale ressaltar o importante papel social cumprido pelo instituto do seguro obrigatório, bem como o seu funcionamento regular, segundo pudemos apurar, consultando, inclusive, pessoas que encaminharam pedidos de indenizações e receberam os respectivos pagamentos. Tem, portanto, o Seguro Obrigatório, um cunho social relevante, principalmente no que diz respeito às famílias menos abastadas, que a todo instante são vítimas do nosso trânsito. IV VOTO Em função do exposto e considerando que trata-se de um seguro de caráter privado, que movimenta recursos privados na sua operacionalização, e, fundamentalmente, a falta de amparo regimental e constitucional à luz dos dispositivos citados, conforme demonstrei acima, VOTO no sentido da não implementação da presente Proposta de Fiscalização e Controle, pedindo e esperando o devido acolhimento por parte Ilustres Pares que compõem esta Douta Comissão de Finanças e Tributação. Sala da Comissão, Brasília, 25 de agosto de Deputado JOÃO MAGALHÃES Relator 7

WEBINAR SEGURO DPVAT O SEGURO DO TRÂNSITO. Palestrante Vera Cataldo

WEBINAR SEGURO DPVAT O SEGURO DO TRÂNSITO. Palestrante Vera Cataldo 1 WEBINAR SEGURO DPVAT O SEGURO DO TRÂNSITO Palestrante Vera Cataldo Seguro DPVAT Seguro Obrigatório de Danos Pessoais causados por Veículos Automotores de Via Terrestre ou por sua carga, a pessoas transportadas

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE Nº 96, DE 2009

CÂMARA DOS DEPUTADOS PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE Nº 96, DE 2009 PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE Nº 96, DE 2009 Propõe que a Comissão de Defesa do Consumidor fiscalize os atos de gestão praticados pela Superintendência de Seguros Privados - SUSEP em relação à conduta

Leia mais

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira

Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira Nota Técnico n.º 08/07 Relações das obras com indícios de irregularidades graves constantes nos anexos às leis orçamentárias para os exercícios de 2002

Leia mais

CIRCULAR SUSEP N o 451, de 17 de outubro de 2012 ANEXO

CIRCULAR SUSEP N o 451, de 17 de outubro de 2012 ANEXO Fl. 2 da CIRCULAR SUSEP N o 451, de 17 de outubro de 2012. CIRCULAR SUSEP N o 451, de 17 de outubro de 2012 ANEXO INSTRUÇÕES COMPLEMENTARES PARA A OPERAÇÃO DO SEGURO OBRIGATÓRIO DE DANOS PESSOAIS CAUSADOS

Leia mais

SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS - SUSEP

SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS - SUSEP SUPERINTENDENTE DA SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS - SUSEP Circular nº 266 de 25.08.2004 Dispõe sobre instruções complementares para a operação do seguro obrigatório de danos pessoais causados por

Leia mais

O QUE É DPVAT? VALORES DE INDENIZAÇÃO

O QUE É DPVAT? VALORES DE INDENIZAÇÃO DPVAT O QUE É DPVAT? Toda a facilidade para vítimas, beneficiários, corretores de seguro e hospitais no atendimento aos processos de indenização do Seguro Obrigatório. O Seguro DPVAT foi criado com o objetivo

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 5.963, DE 2001 (Do Sr. Milton Monti)

PROJETO DE LEI Nº 5.963, DE 2001 (Do Sr. Milton Monti) COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E DE CIDADANIA PROJETO DE LEI Nº 5.963, DE 2001 (Do Sr. Milton Monti) Que torna obrigatório o exame de acuidade visual em todos os alunos matriculados no ensino fundamental

Leia mais

COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO. PROJETO DE LEI N o 637, DE 2011 I - RELATÓRIO

COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO. PROJETO DE LEI N o 637, DE 2011 I - RELATÓRIO COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO PROJETO DE LEI N o 637, DE 2011 Altera a Lei nº 6.830, de 22 de setembro de 1980, para incluir o segurogarantia dentre os instrumentos de garantia nas ações de execução

Leia mais

Legislação Tributária ARRECADAÇÃO. Início dos Efeitos 10057/2014 14-02-2014 14-02-2014 1 14/02/2014 14/02/2014

Legislação Tributária ARRECADAÇÃO. Início dos Efeitos 10057/2014 14-02-2014 14-02-2014 1 14/02/2014 14/02/2014 Legislação Tributária ARRECADAÇÃO Ato: Lei Número/Complemento Assinatura Publicação Pág. D.O. Início da Vigência Início dos Efeitos 10057/2014 14-02-2014 14-02-2014 1 14/02/2014 14/02/2014 Ementa: Cria

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 326, DE 4 DE OUTUBRO DE 2000 (AUTORIA DO PROJETO: PODER EXECUTIVO)

LEI COMPLEMENTAR Nº 326, DE 4 DE OUTUBRO DE 2000 (AUTORIA DO PROJETO: PODER EXECUTIVO) LEI COMPLEMENTAR Nº 326, DE 4 DE OUTUBRO DE 2000 (AUTORIA DO PROJETO: PODER EXECUTIVO) Publicação: DODF nº 192 de 5/10/2000 PÁG.01 e 02. Regulamentada pelo Decreto nº 21.933, de 31/01/2001 DODF nº 23,

Leia mais

LEI Nº 1556, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2000.

LEI Nº 1556, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2000. LEI Nº 1556, DE 28 DE DEZEMBRO DE 2000. Institui o Plano de Custeio do Regime de Previdência dos Servidores Municipais e dá outras providências. A CÂMARA MUNICIPAL DE DUQUE DE CAXIAS decreto e eu sanciono

Leia mais

Relato de Casos: Comissão Técnica Riscos Pessoais

Relato de Casos: Comissão Técnica Riscos Pessoais Relato de Casos: Comissão Técnica Riscos Pessoais Convidado para Diretor Sem Fronteiras Dr. Lodi Maurino Sodré Comissão indicou para os Grupos de Trabalhos e demais Comissões. A questão está na aplicação

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO DE FISCALIZAÇÃO FINANCEIRA E CONTROLE PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE N.º 49, DE 2008 RELATÓRIO PRÉVIO

CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO DE FISCALIZAÇÃO FINANCEIRA E CONTROLE PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE N.º 49, DE 2008 RELATÓRIO PRÉVIO PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE N.º 49, DE 2008 Propõe que a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle fiscalize a forma de gestão entre FENASEG e MEGADATA, DETRANs, DENATRAN e SUSEP, bem como

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO

CÂMARA MUNICIPAL DO RIO DE JANEIRO 2006 N.º Despacho PROJETO DE LEI N.º 942/2006 TORNA OBRIGATÓRIA A AFIXAÇÃO DE CARTAZ INFORMATIVO SOBRE O SEGURO OBRIGATÓRIO DE DANOS PESSOAIS CAUSADOS POR VEÍCULOS AUTOMOTORES DE VIA TERRESTRE (DPVAT),

Leia mais

COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL

COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL PROJETO DE LEI N o 5.542, DE 2013 Torna obrigatória a aquisição de seguro saúde pelos estrangeiros que ingressarem no País, nas condições que especifica.

Leia mais

Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania

Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania PROJETO DE LEI N o 6.332, DE 2005 Dá nova redação aos arts. 20 e 123 do Decreto-Lei nº 73, de 21 de novembro de 1966, que dispõe sobre o Sistema Nacional

Leia mais

Amigos, Atenciosamente,

Amigos, Atenciosamente, Amigos, A MSCB Advogados Associados, é o braço jurídico da Zênite Assessoria e Consultoria Ltda., que há mais de 20 anos presta serviços às empresas que atuam na área de transporte de cargas e logística,

Leia mais

PROJETO DE LEI. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 2º O SESF terá em sua estrutura organizacional os seguintes órgãos:

PROJETO DE LEI. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 2º O SESF terá em sua estrutura organizacional os seguintes órgãos: PROJETO DE LEI Dispõe sobre a criação do Serviço Social do Transporte Ferroviário - SESF e altera a redação do art. 3º da Lei nº 8.706, de 14 de setembro de 1993. O CONGRESSO NACIONAL decreta: Art. 1º

Leia mais

Um seguro de responsabilidade civil contra danos pessoais obrigatório, criado há 37 anos por Lei Federal (Lei n o 6.194/74).

Um seguro de responsabilidade civil contra danos pessoais obrigatório, criado há 37 anos por Lei Federal (Lei n o 6.194/74). Setembro 2012 O que é Um seguro de responsabilidade civil contra danos pessoais obrigatório, criado há 37 anos por Lei Federal (Lei n o 6.194/74). Objetivo Cobrir Danos Pessoais causados por Veículos Automotores

Leia mais

PROJETO DE LEI N o 5.080, de 2013 (Apensados: PL nº 6.879, de 2013 e PL nº 7.345, de 2014)

PROJETO DE LEI N o 5.080, de 2013 (Apensados: PL nº 6.879, de 2013 e PL nº 7.345, de 2014) COMISSÃO DE EDUCAÇÃO PROJETO DE LEI N o 5.080, de 2013 (Apensados: PL nº 6.879, de 2013 e PL nº 7.345, de 2014) Altera a Lei nº 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da

Leia mais

DELPHOS INFORMA DIVULGAÇÃO DA DECISÃO COSIT Nº 17, DE 09 DE DEZEMBRO DE 1999

DELPHOS INFORMA DIVULGAÇÃO DA DECISÃO COSIT Nº 17, DE 09 DE DEZEMBRO DE 1999 DELPHOS INFORMA ANO 6 - Nº 23 DEZEMBRO / 99 DIVULGAÇÃO DA DECISÃO COSIT Nº 17, DE 09 DE DEZEMBRO DE 1999 Ementa: As sociedades seguradoras estão obrigadas a incluir na apuração da base de cálculo mensal

Leia mais

OPERADORAS DE SAÚDE. Mariana Braga Shoji Barbosa Enfermagem UNIFESP mariana_shoji@yahoo.com.br

OPERADORAS DE SAÚDE. Mariana Braga Shoji Barbosa Enfermagem UNIFESP mariana_shoji@yahoo.com.br OPERADORAS DE SAÚDE Mariana Braga Shoji Barbosa Enfermagem UNIFESP mariana_shoji@yahoo.com.br O que são Operadoras de saúde? O que são Operadoras de saúde? Operadora é a pessoa jurídica que opera ( administra,

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 2640, DE 2007

PROJETO DE LEI Nº 2640, DE 2007 COMISSÃO DE VIAÇÃO E TRANSPORTES PROJETO DE LEI Nº 2640, DE 2007 Dispõe sobre a comercialização de seguro facultativo complementar de viagem no âmbito dos serviços de transporte rodoviário interestadual

Leia mais

CAPÍTULO I DO ENVIO DE RELATÓRIOS TRIMESTRAIS

CAPÍTULO I DO ENVIO DE RELATÓRIOS TRIMESTRAIS Fls. 2 da CIRCULAR SUSEP N o 266, de 25 de agosto de 2004. CIRCULAR SUSEP N o 266, de 25 de agosto de 2004 ANEXO INSTRUÇÕES COMPLEMENTARES PARA A OPERAÇÃO DO SEGURO OBRIGATÓRIO DE DANOS PESSOAIS CAUSADOS

Leia mais

PROJETO DE LEI N o 4.970, DE 2013.

PROJETO DE LEI N o 4.970, DE 2013. COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR PROJETO DE LEI N o 4.970, DE 2013. Adota medidas para informar os consumidores acerca dos tributos indiretos que incidem sobre bens e serviços, conforme o disposto no 5º,

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 162, DE 2006.

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 162, DE 2006. MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS RESOLUÇÃO CNSP N o 162, DE 2006. Institui regras e procedimentos para a constituição das provisões técnicas das sociedades seguradoras, entidades

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE SABOEIRO-CE

CÂMARA MUNICIPAL DE SABOEIRO-CE CÂMARA MUNICIPAL DE SABOEIRO-CE PROJETO DE LEI Nº /2013, de 23 de abril de 2013 DISPOE SOBRE A CRIAÇÃO DO PROGRAMA DE INCENTIVO A CULTURA CINEMA POPULAR EM DISTRITOS, COMUNIDADES E PRAÇAS DO MUNICÍPIO.

Leia mais

PROJETO DE LEI Nº 2.031, DE 1999

PROJETO DE LEI Nº 2.031, DE 1999 COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI Nº 2.031, DE 1999 Dispõe sobre o atendimento obrigatório aos portadores da Doença de Alzheimer no Sistema Único de Saúde - SUS, e dá outras providências.

Leia mais

REGULAMENTO DO PLANO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA - PGA

REGULAMENTO DO PLANO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA - PGA INSTITUTO GEIPREV DE SEGURIDADE SOCIAL REGULAMENTO DO PLANO DE GESTÃO ADMINISTRATIVA - PGA Regulamento aprovado pelo Conselho Deliberativo do GEIPREV na 123ª reunião realizada em 27/11/2009. 1 SUMÁRIO

Leia mais

CIRCULAR SUSEP N o 373, de 27 de agosto de 2008.

CIRCULAR SUSEP N o 373, de 27 de agosto de 2008. MINISTÉRIO DA FAZENDA Superintendência de Seguros Privados CIRCULAR SUSEP N o 373, de 27 de agosto de 2008. Altera e consolida as instruções complementares para a operação do Seguro Obrigatório de Danos

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA

ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA ADMINISTRAÇÃO FINANCEIRA E ORÇAMENTÁRIA LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL (LRF) Atualizado até 13/10/2015 LEI DE RESPONSABILIDADE FISCAL A Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF) tem como base alguns princípios,

Leia mais

MENSAGEM N 36, DE 2015

MENSAGEM N 36, DE 2015 CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO DE RELAÇÕES EXTERIORES E DE DEFESA NACIONAL MENSAGEM N 36, DE 2015 Submete à consideração do Congresso Nacional o texto do Acordo entre o Governo da República Federativa do

Leia mais

REQUERIMENTO. (Do Sr. Carlos Bezerra) Senhor Presidente,

REQUERIMENTO. (Do Sr. Carlos Bezerra) Senhor Presidente, REQUERIMENTO (Do Sr. Carlos Bezerra) Requer o envio de indicação ao Poder Executivo, sugerindo alteração na legislação tributária federal relativa ao Imposto de Renda incidente sobre aplicações em renda

Leia mais

URGENTE. Para: SINDICATO DOS FISCAIS E AGENTES FISCAIS DE TRIBUTOS DO ESTADO DE MINAS GERAIS- SINDIFISCO/MG PARECER

URGENTE. Para: SINDICATO DOS FISCAIS E AGENTES FISCAIS DE TRIBUTOS DO ESTADO DE MINAS GERAIS- SINDIFISCO/MG PARECER URGENTE De: Departamento Jurídico do SINDIFISCO/MG Belo Horizonte, 23 de abril de 2009. Para: SINDICATO DOS FISCAIS E AGENTES FISCAIS DE TRIBUTOS DO ESTADO DE MINAS GERAIS- SINDIFISCO/MG PARECER Trata-se

Leia mais

LEI Nº 5.194, DE 24 DE DEZEMBRO DE 1966

LEI Nº 5.194, DE 24 DE DEZEMBRO DE 1966 LEI Nº 5.194, DE 24 DE DEZEMBRO DE 1966 Regula o exercício das profissões de Engenharia, Arquiteto e Engenheiro-Agrônomo, e dá outras providências. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA: Faço saber que o CONGRESSO

Leia mais

http://www.almg.gov.br/consulte/legislacao/completa/completa.html?tipo=dec&num...

http://www.almg.gov.br/consulte/legislacao/completa/completa.html?tipo=dec&num... Página 1 de 9 DECRETO 44945, DE 13/11/2008 - TEXTO ORIGINAL Altera o Decreto nº 44.046, de 13 de junho de 2005, que regulamenta a cobrança pelo uso de recursos hídricos de domínio do Estado, e o Decreto

Leia mais

PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE Nº 168, DE 2014.

PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE Nº 168, DE 2014. PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE Nº 168, DE 2014. Propõe que a Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio, com o auxílio do Tribunal de Contas da União, fiscalizem as operações, negociações

Leia mais

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 303, DE 2013

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 303, DE 2013 SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 303, DE 2013 Dispõe sobre a destinação dos recursos recuperados por meio de ações judiciais para o Fundo Nacional de Saúde e o Fundo Nacional de Desenvolvimento

Leia mais

Este documento objetiva a apresentação de nosso voto relativamente ao assunto em epígrafe, acompanhado da respectiva justificativa.

Este documento objetiva a apresentação de nosso voto relativamente ao assunto em epígrafe, acompanhado da respectiva justificativa. VOTO ASSUNTO: AUDIÊNCIA PÚBLICA DA MINUTA DE CIRCULAR QUE DISPÕE SOBRE PROCEDIMENTOS OPERACIONAIS PARA A CONTRATAÇÃO DE SEGURO EM MOEDA ESTRANGEIRA, A CONTRATAÇÃO DE SEGURO NO EXTERIOR E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS

Leia mais

CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES

CÂMARA MUNICIPAL DE VEREADORES PARECER DA COMISSÃO DE SAÚDE, CIDADANIA E ASSISTÊNCIA SOCIAL Projeto de Lei nº 039 de 02 de abril de 2014 AUTOR: Poder Executivo PARECER: Favorável, sem apresentação de emendas EMENTA: Autoriza o Poder

Leia mais

Incentivos do Poder Público à atuação de entidades civis sem fins lucrativos, na área social. (1) renúncia fiscal

Incentivos do Poder Público à atuação de entidades civis sem fins lucrativos, na área social. (1) renúncia fiscal Incentivos do Poder Público à atuação de entidades civis sem fins lucrativos, na área social Associação Fundação Privada Associação Sindical Partidos Políticos (1) renúncia fiscal Subvencionada 1 Entidades

Leia mais

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos

Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos Page 1 of 5 Presidência da República Casa Civil Subchefia para Assuntos Jurídicos LEI N o 10.823, DE 19 DE DEZEMBRO DE 2003. O PRESIDENTE DA REPÚBLICA Faço saber que o Congresso Nacional decreta e eu sanciono

Leia mais

O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE SUMARÉ

O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE SUMARÉ LEI Nº 5456, DE 14 DE DEZEMBRO DE 2012. Estima a receita e fixa a despesa do Município de Sumaré para o exercício financeiro de 2013, e dá outras providências.- O PREFEITO DO MUNICÍPIO DE SUMARÉ seguinte

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE

O GOVERNADOR DO ESTADO DO ACRE LEI N. 1.099, DE 1º DE DEZEMBRO DE 1993 "Dispõe sobre a constituição do Conselho Estadual do Bem-Estar Social e a criação do Fundo Estadual a ele vinculado e dá outras providências." O GOVERNADOR DO ESTADO

Leia mais

Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) PARECER Nº, DE 2015

Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle (CMA) PARECER Nº, DE 2015 PARECER Nº, DE 2015 Da Comissão de Meio Ambiente, Defesa do Consumidor e Fiscalização e Controle, sobre a Proposta de Fiscalização e Controle nº 1, de 2015, que propõe investigação sobre o processo de

Leia mais

ACÓRDÃO N.º 147 /2008 TCE Pleno

ACÓRDÃO N.º 147 /2008 TCE Pleno ACÓRDÃO N.º 147 /2008 TCE Pleno 1. Processo nº: 02050/2008 2. Classe de Assunto: II - Prestações de Contas de Ordenador de Despesas 3. Responsável: Doris de Miranda Coutinho Presidente 4. Entidade: Tribunal

Leia mais

COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO PROJETO DE LEI Nº 4.976, DE 2013 III - PARECER DA COMISSÃO

COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO PROJETO DE LEI Nº 4.976, DE 2013 III - PARECER DA COMISSÃO Página 1 de 7 CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO DE TRABALHO, DE ADMINISTRAÇÃO E SERVIÇO PÚBLICO PROJETO DE LEI Nº 4.976, DE 2013 III - PARECER DA COMISSÃO A Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço

Leia mais

A representação institucional do mercado segurador

A representação institucional do mercado segurador A representação institucional do mercado segurador A Confederação Nacional das Empresas de Seguros Gerais, Previdência Privada e Vida, Saúde Suplementar e Capitalização CNseg é a entidade de representação

Leia mais

Agência de Propaganda

Agência de Propaganda Agência de Propaganda Um assinante do Consultor Municipal fez a seguinte consulta: As empresas de propaganda e marketing são consideradas agências? E qual seria a base de cálculo do ISS? Por ser um assunto

Leia mais

PARECER Nº, DE 2011. RELATOR: Senador ARMANDO MONTEIRO I RELATÓRIO

PARECER Nº, DE 2011. RELATOR: Senador ARMANDO MONTEIRO I RELATÓRIO PARECER Nº, DE 2011 Da COMISSÃO DE ASSUNTOS ECONÔMICOS, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 259, de 2010 Complementar, que altera a Lei Complementar nº 126, de 15 de janeiro de 2007, que dispõe sobre a

Leia mais

COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO PARECER REFORMULADO ÀS EMENDAS APRESENTADAS AO SUBSTITUTIVO DO RELATOR DA CFT PROJETO DE LEI Nº 3741, DE 2000

COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO PARECER REFORMULADO ÀS EMENDAS APRESENTADAS AO SUBSTITUTIVO DO RELATOR DA CFT PROJETO DE LEI Nº 3741, DE 2000 COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO PARECER REFORMULADO ÀS EMENDAS APRESENTADAS AO SUBSTITUTIVO DO RELATOR DA CFT PROJETO DE LEI Nº 3741, DE 2000 Altera e revoga dispositivos da Lei nº 6.404, de 15 de dezembro

Leia mais

Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul GAB. CONS. MARISA JOAQUINA MONTEIRO SERRANO

Tribunal de Contas do Estado de Mato Grosso do Sul GAB. CONS. MARISA JOAQUINA MONTEIRO SERRANO RELATÓRIO VOTO : REV-G.MJMS-1196/2015 PROCESSO TC/MS : TC/116662/2012 PROTOCOLO : 2012 ÓRGÃO : INSTITUTO MUNICIPAL DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DE ROCHEDO ASSUNTO DO PROCESSO : CONSULTA RELATOR : CONS. JERSON

Leia mais

ACÓRDÃO Nº 095/2009 TCE/TO 2ª Câmara

ACÓRDÃO Nº 095/2009 TCE/TO 2ª Câmara ACÓRDÃO Nº 095/2009 TCE/TO 2ª Câmara 1. Processo nº: 1686/2007 2. Classe de Assunto: II Prestação de Contas de ordenador de despesas referente ao exercício de 2006 3. Responsável: Valquíria Moreira Rezende

Leia mais

PROJETO DE LEI N. O CONGRESSO NACIONAL decreta:

PROJETO DE LEI N. O CONGRESSO NACIONAL decreta: PROJETO DE LEI N Institui o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego PRONATEC, altera as Leis n. 7.998, de 11 de janeiro de 1990, n. 8.121, de 24 de julho de 1991 e n. 10.260, de 12 de julho

Leia mais

INSTRUÇÃO CONJUNTA Nº 1, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2008

INSTRUÇÃO CONJUNTA Nº 1, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2008 SECRETARIA DE PREVIDÊNCIA COMPLEMENTAR INSTRUÇÃO CONJUNTA Nº 1, DE 18 DE DEZEMBRO DE 2008 Estabelece critérios para a execução das atribuições legais da Secretaria de Previdência Complementar - SPC e da

Leia mais

COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO

COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO PROJETO DE LEI COMPLEMENTAR Nº. 140, DE 2004. Dispõe sobre as instituições de mercado de capitais, e dá outras providências. AUTOR: Deputado EDUARDO VALVERDE RELATOR:

Leia mais

PREFEITURA MUNICIPAL DE SERROLÂNDIA BAHIA CNPJ 14.196.703/0001-41

PREFEITURA MUNICIPAL DE SERROLÂNDIA BAHIA CNPJ 14.196.703/0001-41 DECRETO Nº. 075, DE 16 DE DEZEMBRO DE 2015. Dispõe sobre os procedimentos para o encerramento do exercício financeiro de 2015 no âmbito da Administração Pública Municipal e dá outras providências. O PREFEITO

Leia mais

DELPHOS INFORMA CONSELHO CURADOR DO FUNDO DE COMPENSAÇÃO DE VARIAÇÕES SALARIAIS RESOLUÇÃO Nº 133, DE 26 DE ABRIL DE 2002

DELPHOS INFORMA CONSELHO CURADOR DO FUNDO DE COMPENSAÇÃO DE VARIAÇÕES SALARIAIS RESOLUÇÃO Nº 133, DE 26 DE ABRIL DE 2002 DELPHOS INFORMA ANO 8 - Nº 35 ABRIL / 2002 CONSELHO CURADOR DO FUNDO DE COMPENSAÇÃO DE VARIAÇÕES SALARIAIS RESOLUÇÃO Nº 133, DE 26 DE ABRIL DE 2002 Ementa: Aprovar o Regulamento do Parcelamento de Débitos

Leia mais

Lucro Líquido de R$179,4 milhões ou R$2,33 por ação no 4T06 e R$460,2 milhões ou R$5,99 por ação em 2006.

Lucro Líquido de R$179,4 milhões ou R$2,33 por ação no 4T06 e R$460,2 milhões ou R$5,99 por ação em 2006. Lucro Líquido de R$179,4 milhões ou R$2,33 por ação no 4T06 e R$460,2 milhões ou R$5,99 por ação em 2006. São Paulo, 28 de fevereiro de 2007 - A Porto Seguro S.A. (Bovespa: PSSA3) anuncia seu resultado

Leia mais

LEI COMPLEMENTAR Nº 108, DE 29 DE MAIO DE 2001

LEI COMPLEMENTAR Nº 108, DE 29 DE MAIO DE 2001 LEI COMPLEMENTAR Nº 108, DE 29 DE MAIO DE 2001 Dispõe sobre a relação entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, suas autarquias, fundações, sociedades de economia mista e outras entidades

Leia mais

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E CIDADANIA

COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E CIDADANIA COMISSÃO DE CONSTITUIÇÃO E JUSTIÇA E CIDADANIA PROJETO DE LEI N o 5.423, DE 2009 Acrescenta dispositivo à Consolidação das Leis do Trabalho, aprovada pelo Decreto-lei nº 5.452, de 1º de maio de 1943, estabelecendo

Leia mais

SEGUROS, RESSEGUROS E PREVIDÊNCIA. Resoluções CNSP de fevereiro de 2013. 1. Resolução CNSP nº. 276, de 30 de janeiro de 2013

SEGUROS, RESSEGUROS E PREVIDÊNCIA. Resoluções CNSP de fevereiro de 2013. 1. Resolução CNSP nº. 276, de 30 de janeiro de 2013 SEGUROS, RESSEGUROS E PREVIDÊNCIA 08/03/2013 Resoluções CNSP de fevereiro de 2013 1. Resolução CNSP nº. 276, de 30 de janeiro de 2013 A Resolução CNSP nº. 276, publicada em 18 de fevereiro de 2013 no Diário

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS

CÂMARA DOS DEPUTADOS PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE Nº 8, DE 2015 Propõe que a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara dos Deputados (CFFC) realize, por intermédio do Tribunal de Contas da União (TCU),

Leia mais

FUNDO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - FMAS

FUNDO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - FMAS FUNDO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL Órgão/Sigla: Natureza Jurídica: Vinculação: Finalidade: FUNDO MUNICIPAL DE ASSISTÊNCIA SOCIAL - FMAS FUNDO SECRETARIA MUNICIPAL DO TRABALHO, ASSISTÊNCIA SOCIAL E DIREITOS

Leia mais

Unidade III. Operadores. Demais instituições financeiras. Outros intermediários financeiros e administradores de recursos de terceiros

Unidade III. Operadores. Demais instituições financeiras. Outros intermediários financeiros e administradores de recursos de terceiros MERCADO FINANCEIRO E DE CAPITAIS Unidade III 6 O SISTEMA FINANCEIRO NACIONAL O sistema financeiro nacional é o conjunto de instituições e instrumentos financeiros que possibilita a transferência de recursos

Leia mais

PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº 391-A, DE 2014

PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº 391-A, DE 2014 COMISSÃO ESPECIAL DESTINADA A PROFERIR PARECER À PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº 391-A, DE 2014 PROPOSTA DE EMENDA À CONSTITUIÇÃO Nº 391-A, DE 2014 Fixa parâmetros para a remuneração da Carreira de

Leia mais

SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS

SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS SUPERINTENDÊNCIA DE SEGUROS PRIVADOS CIRCULAR SUSEP N o 429, DE 15 DE FEVEREIRO DE 2012. Dispõe sobre o registro de corretor e de sociedade corretora de seguros, sobre a atividade de corretagem de seguros

Leia mais

Entidade Legislação aplicável Redação normativa quanto à obrigatoriedade de auditoria independente

Entidade Legislação aplicável Redação normativa quanto à obrigatoriedade de auditoria independente Entidade Legislação aplicável Redação normativa quanto à obrigatoriedade de auditoria independente Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) Entidade Fechada de Previdência Complementar (EFPC)

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO PROJETO DE LEI Nº 10, DE 2015

CÂMARA DOS DEPUTADOS COMISSÃO DE FINANÇAS E TRIBUTAÇÃO PROJETO DE LEI Nº 10, DE 2015 PROJETO DE LEI Nº 10, DE 2015 Altera o art. 2º do Decreto-Lei nº 2.296, de 21 de novembro de 1986, a alínea p do 9º do art. 28 da Lei nº 8.212, de 24 de julho de 1991 e o art. 63 da Medida Provisória nº

Leia mais

PROJETO DE LEI N.º 866, DE 2015 (Do Sr. Izalci)

PROJETO DE LEI N.º 866, DE 2015 (Do Sr. Izalci) *C0052108A* C0052108A CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N.º 866, DE 2015 (Do Sr. Izalci) Cria o Fundo Nacional de Apoio ao Sistema Socioeducativo DESPACHO: ÀS COMISSÕES DE: SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA;

Leia mais

LEI Nº. 8.943, DE 15 DE JANEIRO DE 2007.

LEI Nº. 8.943, DE 15 DE JANEIRO DE 2007. Governo do Estado do Rio Grande do Norte Gabinete Civil Coordenadoria de Controle dos Atos Governamentais LEI Nº. 8.943, DE 15 DE JANEIRO DE 2007. Estima a receita e fixa a despesa do Estado do Rio Grande

Leia mais

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE SANT ANA DO LIVRAMENTO Palácio Moisés Viana Unidade Central de Controle Interno

ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE SANT ANA DO LIVRAMENTO Palácio Moisés Viana Unidade Central de Controle Interno ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL PREFEITURA MUNICIPAL DE SANT ANA DO LIVRAMENTO Palácio Moisés Viana Unidade Central de Controle Interno INFORMAÇÃO UCCI N 048/2005 UNIDADE DESTINO: Secretaria de Administração

Leia mais

Seminário Comercialização de Seguros e Previdência Complementar por Meios não Presenciais

Seminário Comercialização de Seguros e Previdência Complementar por Meios não Presenciais Seminário Comercialização de Seguros e Previdência Complementar por Meios não Presenciais Como havíamos falado no evento que realizamos no mês de abril/14 em parceria com a Funenseg, recebemos dos participantes

Leia mais

(Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame) O Congresso Nacional decreta:

(Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame) O Congresso Nacional decreta: PROJETO DE LEI N o, DE 2005 (Do Sr. Antonio Carlos Mendes Thame) Dispõe sobre a desburocratização dos processos de constituição, funcionamento e baixa das microempresas e empresas de pequeno porte, nos

Leia mais

LEI Nº 963, de 21 de julho de 2009.

LEI Nº 963, de 21 de julho de 2009. LEI Nº 963, de 21 de julho de 2009. Dispõe sobre a criação da Coordenadoria Municipal de Trânsito - CMT, órgão executivo de trânsito, vinculado à Secretaria Municipal de Transporte e Trânsito, em conformidade

Leia mais

PROJETO DE LEI N o, DE 2009

PROJETO DE LEI N o, DE 2009 PROJETO DE LEI N o, DE 2009 (Do Sr. Dr. Nechar ) Obriga as pessoas jurídicas inscritas no Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas do Ministério da Fazenda - CNPJ/M.F - à contratação de seguro de vida para

Leia mais

COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA PROJETO DE LEI Nº 2.947, DE 2008 VOTO EM SEPARADO DO DEPUTADO SEVERIANO ALVES PDT

COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA PROJETO DE LEI Nº 2.947, DE 2008 VOTO EM SEPARADO DO DEPUTADO SEVERIANO ALVES PDT COMISSÃO DE EDUCAÇÃO E CULTURA PROJETO DE LEI Nº 2.947, DE 2008 Estende medidas de estímulo à inovação prevista na Lei nº 10.973, de 2 de dezembro de 2004, às universidades comunitárias e confessionais.

Leia mais

O GOVERNADOR DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL: Faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu sanciono a seguinte Lei.

O GOVERNADOR DO ESTADO DE MATO GROSSO DO SUL: Faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu sanciono a seguinte Lei. (*) Os textos contidos nesta base de dados têm caráter meramente informativo. Somente os publicados no Diário Oficial estão aptos à produção de efeitos legais. LEI Nº 3.545, DE 17 DE JULHO DE 2008. Publicada

Leia mais

RESOLUÇÃO CNSP N o 81, de 2002.

RESOLUÇÃO CNSP N o 81, de 2002. RESOLUÇÃO CNSP N o 81, de 2002. Dispõe sobre a atividade dos corretores de seguros de ramos elementares e dos corretores de seguros de vida, capitalização e previdência, bem como seus prepostos. A SUPERINTENDÊNCIA

Leia mais

ANEXO DE METAS FISCAIS AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO FINANCEIRA E ATUARIAL. (Artigo 4º 2º, inciso IV, alínea a da Lei Complementar nº 101/2000)

ANEXO DE METAS FISCAIS AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO FINANCEIRA E ATUARIAL. (Artigo 4º 2º, inciso IV, alínea a da Lei Complementar nº 101/2000) ANEXO DE METAS FISCAIS AVALIAÇÃO DA SITUAÇÃO FINANCEIRA E ATUARIAL (Artigo 4º 2º, inciso IV, alínea a da Lei Complementar nº 101/2000) PLANO DE PREVIDÊNCIA SOCIAL DOS SERVIDORES MUNICIPAIS DE LONDRINA

Leia mais

Subseção I Disposição Geral

Subseção I Disposição Geral Subseção I Disposição Geral Art. 59. O processo legislativo compreende a elaboração de: I - emendas à Constituição; II - leis complementares; III - leis ordinárias; IV - leis delegadas; V - medidas provisórias;

Leia mais

Uma Visão do Setor de Seguros no Brasil. Alexandre H. Leal Neto Superintendente de Regulação

Uma Visão do Setor de Seguros no Brasil. Alexandre H. Leal Neto Superintendente de Regulação Uma Visão do Setor de Seguros no Brasil Alexandre H. Leal Neto Superintendente de Regulação Pauta da apresentação 1º Estrutura do Setor 2º Representação Institucional do Setor 3º Arrecadação Visão por

Leia mais

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 228, DE 2010.

MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS. RESOLUÇÃO CNSP N o 228, DE 2010. MINISTÉRIO DA FAZENDA CONSELHO NACIONAL DE SEGUROS PRIVADOS RESOLUÇÃO CNSP N o 228, DE 2010. Dispõe sobre os critérios de estabelecimento do capital adicional baseado no risco de crédito das sociedades

Leia mais

SUBCHEFIA DE ASSUNTOS PARLAMENTARES

SUBCHEFIA DE ASSUNTOS PARLAMENTARES SUBCHEFIA DE ASSUNTOS PARLAMENTARES PROJETO DE LEI Institui o Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego - PRONATEC; altera as Leis n os 7.998, de 11 de janeiro de 1990, que regula o Programa

Leia mais

Assunto: Projeto de Lei da Câmara n 50/2014, que dispõe sobre a normatização e fiscalização dos planos de assistência funerária

Assunto: Projeto de Lei da Câmara n 50/2014, que dispõe sobre a normatização e fiscalização dos planos de assistência funerária OF-0164/2015-PR Rio de janeiro, 12 de junho de 2015. Ao Excelentíssimo Senhor Senador Renan Calheiros Presidente do Congresso Nacional Brasília - DF Assunto: Projeto de Lei da Câmara n 50/2014, que dispõe

Leia mais

COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA PROJETO DE LEI Nº 3.728, DE 2012

COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA PROJETO DE LEI Nº 3.728, DE 2012 COMISSÃO DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA, COMUNICAÇÃO E INFORMÁTICA PROJETO DE LEI Nº 3.728, DE 2012 Dispõe sobre o apoio tecnológico a micro e pequenas empresas e dá outras providências. Autor: Deputado ARIOSTO

Leia mais

a) constituição e retorno de capitais brasileiros no exterior e de capitais estrangeiros no País;

a) constituição e retorno de capitais brasileiros no exterior e de capitais estrangeiros no País; SEÇÃO : 1 - Disposições Gerais 1. As pessoas físicas e as pessoas jurídicas podem comprar e vender moeda estrangeira ou realizar transferências internacionais em reais, de qualquer natureza, sem limitação

Leia mais

RESOLUÇÃO CNSP N o 109, DE 2004.

RESOLUÇÃO CNSP N o 109, DE 2004. RESOLUÇÃO CNSP N o 109, DE 2004. Altera e consolida as Normas Disciplinadoras do Seguro Obrigatório de Danos Pessoais Causados por Veículos Automotores de Via Terrestre, ou por sua Carga, a Pessoas Transportadas

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DO INSTITUTO DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO (INIT/UFES)

REGIMENTO INTERNO DO INSTITUTO DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO (INIT/UFES) REGIMENTO INTERNO DO INSTITUTO DE INOVAÇÃO TECNOLÓGICA DA UNIVERSIDADE FEDERAL DO ESPÍRITO SANTO (INIT/UFES) Da caracterização, dos fins e dos objetivos Art. 1º. Este Regimento regulamenta a estrutura,

Leia mais

NÚMEROS DO MERCADO DE SEGUROS ALTERAÇÕES DE CONCEITOS NÚMEROS SUSEP SES

NÚMEROS DO MERCADO DE SEGUROS ALTERAÇÕES DE CONCEITOS NÚMEROS SUSEP SES NÚMEROS DO MERCADO DE SEGUROS ALTERAÇÕES DE CONCEITOS NÚMEROS SUSEP SES lcastiglione@uol.com.br - 011-99283-6616 Página 1 Curitiba, 2 de julho de 2014. Ilmos. Senhores, Presidentes de Seguradoras, Previdência

Leia mais

REGIMENTO INTERNO DE ATUAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA DA FUNDAÇÃO UNIPLAC DA NATUREZA, FINALIDADE E COMPOSIÇÃO

REGIMENTO INTERNO DE ATUAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA DA FUNDAÇÃO UNIPLAC DA NATUREZA, FINALIDADE E COMPOSIÇÃO REGIMENTO INTERNO DE ATUAÇÃO DA DIRETORIA EXECUTIVA DA FUNDAÇÃO UNIPLAC DA NATUREZA, FINALIDADE E COMPOSIÇÃO Art. 1º A Diretoria Executiva, subordinada ao Presidente da Fundação, é responsável pelas atividades

Leia mais

SOARES & ASSOCIADOS AUDITORES INDEPENDENTES

SOARES & ASSOCIADOS AUDITORES INDEPENDENTES SOARES & ASSOCIADOS AUDITORES INDEPENDENTES Ilmos. Srs. Diretores e Acionistas de BVA Seguros S/A Rio de Janeiro - RJ RELATÓRIO DOS AUDITORES INDEPENDENTES Examinamos as demonstrações financeiras individuais

Leia mais

MUNICÍPIO DE PANAMBI RS

MUNICÍPIO DE PANAMBI RS DECRETO MUNICIPAL Nº 064/2014, DE 02 DE JULHO DE 2014. REGULAMENTA A LEI MUNICIPAL 3.681/2013, INSTITUIDORA DO FUNDO MUNICIPAL DOS DIREITOS DA PESSOA IDOSA E DA OUTRAS PROVIDENCIAS. Miguel Schmitt Prym,

Leia mais

COMISSÃO DE FISCALIZAÇÃO FINANCEIRA E CONTROLE

COMISSÃO DE FISCALIZAÇÃO FINANCEIRA E CONTROLE COMISSÃO DE FISCALIZAÇÃO FINANCEIRA E CONTROLE PROPOSTA DE FISCALIZAÇÃO E CONTROLE Nº 94, DE 2012 Propõe que a Comissão de Fiscalização Financeira e Controle, com auxílio do Tribunal de Contas da União,

Leia mais

ILUSTRÍSSIMO SENHOR PREGOEIRO DO PREGÃO ELETRÔNICO Nº 458/2009 DO DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA- ESTRUTURA DE TRANSPORTES DNIT/RS.

ILUSTRÍSSIMO SENHOR PREGOEIRO DO PREGÃO ELETRÔNICO Nº 458/2009 DO DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA- ESTRUTURA DE TRANSPORTES DNIT/RS. ILUSTRÍSSIMO SENHOR PREGOEIRO DO PREGÃO ELETRÔNICO Nº 458/2009 DO DEPARTAMENTO NACIONAL DE INFRA- ESTRUTURA DE TRANSPORTES DNIT/RS. PREGÃO ELETRÔNICO Nº 458 / 2009 PROCESSO : 50610.000792/2009-59 PORTO

Leia mais

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA. PROJETO DE LEI N o 117, DE 2011 I - RELATÓRIO

COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA. PROJETO DE LEI N o 117, DE 2011 I - RELATÓRIO COMISSÃO DE SEGURIDADE SOCIAL E FAMÍLIA PROJETO DE LEI N o 117, DE 2011 (Apensos: Projetos de Lei n os 130, 289, 561, 747, 911, 1.389, 1.629, 2.238 e 2.543, de 2011) Altera dispositivos da Lei nº 8.742,

Leia mais

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 37, DE 2009

SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 37, DE 2009 SENADO FEDERAL PROJETO DE LEI DO SENADO Nº 37, DE 2009 Altera a Lei nº 9.250, de 26 de dezembro de 1995, e a Lei nº 9.532, de 10 de dezembro de 1997, para permitir a dedução, do imposto de renda das pessoas

Leia mais

CÂMARA DOS DEPUTADOS Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira ESTUDO TÉCNICO Nº 4/2014

CÂMARA DOS DEPUTADOS Consultoria de Orçamento e Fiscalização Financeira ESTUDO TÉCNICO Nº 4/2014 Solicitação de Trabalho nº 252/2014 CONOF Solicitante: Deputado Pauderney Avelino ESTUDO TÉCNICO Nº 4/2014 ASPECTOS ORÇAMENTÁRIOS E FINANCEIROS SOBRE A INCLUSÃO DA ALIMENTAÇÃO ESCOLAR COMO DESPESA DE MANUTENÇÃO

Leia mais

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONTRAÇÕES CONTÁBEIS FINDAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013

NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONTRAÇÕES CONTÁBEIS FINDAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 NOTAS EXPLICATIVAS ÀS DEMONTRAÇÕES CONTÁBEIS FINDAS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2013 NOTA 01- Contexto Operacional: SIMPROEL Sindicato Municipal dos Profissionais em Educação de Lages - SC Fundado em 17/12/1997,

Leia mais

DELIBERAÇÃO NORMATIVA CGFPHIS Nº 016, DE 28 DE MAIO DE 2013

DELIBERAÇÃO NORMATIVA CGFPHIS Nº 016, DE 28 DE MAIO DE 2013 Deliberação Normativa nº 016, de 28 de maio de 2013. Reedita, com alterações, a Deliberação Normativa nº 014, de 11 de setembro de 2012, que aprovou a implantação do PROGRAMA CASA PAULISTA APOIO AO CRÉDITO

Leia mais