Preço do seguro automóvel caiu 71 euros em 4 anos

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1 SEGUROS DOSSIER MENSAL SOBRE O MERCADO SEGURADOR VidaEconómica ESTE SUPLEMENTO FAZ PARTE INTEGRANTE DA VIDA ECONÓMICA Nº 1409, DE 2 SETEMBRO DE 2011, E NÃO PODE SER VENDIDO SEPARADAMENTE Preço do seguro automóvel caiu 71 euros em 4 anos seguro obrigatório não ultrapassava os 156 euros. A Associação Portuguesa de Seguradores acredita que o movimento de quebra do volume de prémios do seguro automóvel está em desaceleração e pode até começar a ser invertido já este ano Pág. VIII ENTREVISTA A KAREL VAN HULLE Não sou a favor da regulação dos modos de remuneração dos mediadores CASO DE SUCESSO Seguros de Estomatologia atrativos em tempo de crise Pág. II Págs. IV-V NOVA OFERTA Açoreana prepara reformulação de seguro automóvel e de saúde Pág. VIII

2 II sexta-feira, 2 setembro de 2011 SEGUROS AUSÊNCIA DE LIMITES DE CAPITAL E DE PERÍODOS DE CARÊNCIA ATRAEM PORTUGUESES Seguros de Estomatologia atrativos em tempo de crise Aceder a cuidados de saúde dentária a preços reduzidos por menos de 8 euros mensais tem vindo a revelar-se um negócio atrativo para muitos portugueses que já beneficiam de seguro de estomatologia. ANA SANTOS GOMES É quando grande parte dos portugueses anda a fazer e a refazer contas à vida que o seguro de estomatologia se revela cada vez mais uma opção interessante de investimento. Por menos de 100 euros anuais, o seguro de estomatologia dá acesso a uma tabela de preços reduzidos em redes convencionadas de médicos e clínicas dentárias, permitindo aos beneficiários deste seguro beneficiar de descontos em tratamentos que se poderiam revelar extremamente dispendiosos e penosos para o seu orçamento familiar. E a subscrição destes seguros exclusivos de estomatologia nem PUB sequer obriga à subscrição simultânea de um seguro de saúde, podendo os clientes limitar-se a investir apenas no seguro de estomatologia, caso sintam necessidade de prescindir da despesa com o seguro de saúde. Disponível em regime de rede convencionada, o seguro de estomatologia materializa-se sob a forma de um cartão de descontos que os beneficiários do seguro podem apresentar junto do prestador. Cabe, no entanto, aos beneficiários liquidar o copagamento referente a cada ato médico praticado na sessão, de acordo com a tabela de descontos acordada anualmente entre as companhias de seguros e os prestadores que integram a rede. Mas o que tem feito do seguro de estomatologia um produto tão bem sucedido? Por um lado, o Serviço Nacional de Saúde não oferece uma cobertura universal em termos de serviços de Medicina Dentária, o que ajudou à criação e desenvolvimento dos seguros específicos de estomatologia. Por outro, este tipo de seguros disponibilizou à generalidade da população o acesso rápido e eficiente a uma rede de prestadores de cuidados de saúde oral espalhada por todo o país, mediante um custo mensal bastante acessível, refere fonte da Allianz, identificando estes dois aspetos como sendo aqueles que mais têm contribuído para o sucesso dos seguros de estomatologia. Já na Liberty, Liliana Carriço, da Direção Técnica de Acidentes Particulares e de Saúde, realça como fatores decisivos a sua rede de clínicas e prestadores de serviços por todo o país, com acesso a um leque alargado de tratamentos preventivos sem custo; a sua fácil adesão e utilização imediata, sem períodos de carência, o facto de ser um seguro gratuito para os filhos até aos 8 anos, quando subscrito em conjunto com os pais, e de ser um seguro sem idade mínima para adesão e nem idade máxima para permanência. Os operadores confirmam, de resto, uma adesão crescente a este tipo de seguros, cujo investimento se torna tanto mais justificável quanto mais dispendiosos forem os tratamentos previstos para realizar no prazo de um ano. É que, tendo em conta que o seguro disponibiliza descontos para cada ato médico e que o prémio anual é geralmente inferior a 100 euros, tal significa que em poucas passagens pela cadeira do dentista já estará a conseguir recuperar o seu investimento na apólice, pois não será difícil somar mais de 100 euros entre os descontos acumulados ao longo de um ano de tratamentos dentários. APÓLICE PODE SER SUBSCRITA A METADE DO PREÇO Allianz Auto dá desconto em seguro de estomatologia Um desconto de 50% na subscrição do seguro de estomatologia Saúde Dentall está a ser disponibilizado pela Allianz aos clientes que contratarem o seguro Allianz Auto até ao final do mês de setembro. A promoção está disponível apenas para a primeira anuidade do seguro de estomatologia e é válida para os subscritores de seguro automóvel para todo o tipo de veículos e condutores. O Saúde Dentall é um seguro que cobre exclusivamente cuidados de estomatologia e higiene oral, podendo ser acionado numa rede de prestadores de abrangência nacional. O seguro não impõe períodos de carência, nem limite de capital.

3 SEGUROS sexta-feira, 2 setembro de 2011 III COLECIONÁVEL SEGURO DE ESTOMATOLOGIA Rede Convencionada Geralmente o seguro de estomatologia apenas está disponível em regime de rede convencionada, não podendo ser utilizado em regime de reembolso. Assim, os beneficiários deste seguro apenas podem usufruir dos descontos estabelecidos no contrato quando recorrem a prestadores de cuidados de estomatologia que integram a rede convencionada com a seguradora Seguro de Estomatologia Seguro do Ramo Doença que cobre exclusivamente atos médicos de estomatologia. Não implica a subscrição de seguro de saúde. Cartão de Descontos Ao subscrever um seguro de estomatologia, cada beneficiário recebe um cartão que deverá apresentar junto do prestador de cuidados de estomatologia convencionado com a seguradora para poder usufruir de preços mais reduzidos. Tabela de Preços Todos os anos as companhias de seguros atualizam a sua tabela de preços convencionados com os prestadores de cuidados de estomatologia, especificando concretamente a percentagem de desconto atribuída a cada ato médico ou indicando o valor absoluto a liquidar o cliente em cada tratamento. Os descontos para cada ato médico podem variar entre os 0 e os 100%. O valor restante (copagamento) fica a cargo do beneficiário. A tabela de preços pode ser disponibilizada pela seguradora a todos os subscritores de seguro de estomatologia. Prémio Na generalidade das companhias de seguros, o prémio do seguro de estomatologia é inferior a 100 euros anuais, o que representa um custo mensal inferior a 8 euros Agregado Familiar Algumas companhias permitem a inclusão gratuita de crianças nas apólices dos pais. Noutros casos, essa inclusão beneficia de um desconto no prémio anual. Período de Carência Não tem. Logo que subscrito, o seguro de estomatologia pode ser acionado, passando o cliente a beneficiar desde logo dos descontos convencionados com os prestadores. Limite de Permanência Geralmente não tem. Habitualmente.as seguradoras não impõem qualquer Limite de Capital Não tem. O cliente pode acionar o seguro de estomatologia o número de vezes que desejar durante o ano de vigência do contrato, comprometendo-se em cada ato médico a liquidar a tarifa convencionada. limite de idade para os beneficiários de seguros de estomatologia PUB

4 IV sexta-feira, 2 setembro de 2011 SEGUROS SEGUROS sexta-feira, 2 setembro de 2011 V KAREL VAN HULLE REVELA NOVAS TENDÊNCIAS DO PROCESSO DE REVISÃO DA DIRETIVA DE MEDIAÇÃO Não sou a favor da regulação dos modos de remuneração dos mediadores O chefe da Unidade de Seguros e Pensões na Direção- Geral do Mercado Interno e Serviços da Comissão Europeia reconhece que os conflitos de interesses motivarão grandes discussões entre os vários estados-membros e Karel Van Hulle assume desde já a sua posição contra a regulação dos modos de remuneração dos mediadores. A proposta da Comissão Europeia só deverá, no entanto, ser conhecida em fevereiro de Vida Económica A proteção dos consumidores é uma prioridade presentemente. E o crescimento e o Mercado Interno? Karel Van Hulle A proteção dos consumidores é um assunto que está hoje muito no coração das atividades europeias. É o resultado da crise financeira. No outono de 2008, nós, gente do setor financeiro, estávamos aqui sentados em contacto próximo com todos os estados-membros e tivemos a sensação de estar a descer num elevador. O G20 reuniu-se e disseram que, para haver estabilidade novamente nos mercados, teríamos que criar confiança nos mesmos mercados e essa confiança não regressaria se não protegêssemos melhor os consumidores. A Comissão Europeia (CE) apercebeu-se que a proteção dos consumidores por si mesma irá ajudar o Mercado Interno a crescer. Estas preocupações com a proteção dos consumidores estiveram claramente refletidas na criação da EIOPA. Tem um mandato especificamente estabelecido para este efeito e âmbito. Na CE a proteção dos consumidores é tratada por diferentes departamentos a Direção-Geral da Saúde e Defesa do Consumidor, Direção-Geral da Justiça e Direção-Geral do Mercado Interno. Existe uma espécie de acordo tácito entre todos os departamentos no seio da Comissão que os serviços financeiros são o reino da Direção- Geral do Mercado Interno. Mas se eu mencionar, por exemplo, a igualdade dos géneros e a recente decisão do Tribunal de Justiça sobre este assunto, esse assunto em si mesmo é tratado pela Direção-Geral da Justiça, apesar de afetar claramente os serviços financeiros e os seguros em particular. O Parlamento Europeu (PE) está empenhado em melhorar a proteção dos consumidores na União Europeia. Sabemos, na CE, que a proteção dos consumidores não surge sem um custo. E é por isso que fazemos avaliações de impacto e análise de custo/benefício previamente à adoção das nossas propostas. VE Qual é o estado atual de pensamento a respeito da revisão da Diretiva da Mediação de Seguros (DMS) e, em particular, o porquê da revisão? KVH A primeira razão para a revisão da DMS é porque a mesma é um bom exemplo de uma diretiva clássica de harmonização mínima. Muitas pessoas deixaram de apreciar isto. Os estados-membros têm, de facto, uma tendência para utilizar aquele mínimo para adicionar e acrescentar, i.e., gold-plating (excesso de regulamentação). Por exemplo, tivemos discussões na Europa acerca do que significa prestar aconselhamento. Existe efetivamente um caminho entre o atual nível e o que conseguimos atingir num determinado número de estados-membros. O processo de harmonização mínima, tal como o concebíamos, é um instrumento de distorção do mercado. Existe hoje imenso debate acerca disto. A CE apresentará uma proposta para implementar o Basileia III, que se chama CRD4. A questão é saber se a CE deveria ter uma iniciativa de harmonização máxima ou se deveria deixar aos estados-membros a adição de requisitos mais restritivos. Isto não é necessariamente no melhor interesse da Europa e do seu Mercado Único. Não há dúvida de que o nível mínimo da DMS foi ultrapassado pelos acontecimentos. Precisamos de um nível superior de harmonização, no interesse de todas as partes envolvidas. Isto significa uma melhoria em alguns estados-membros e possivelmente não produzirá Temos de ter a certeza que não regulamos em demasia, salienta Karel Van Hulle. qualquer modificação em outros estadosmembros. A pergunta difícil surgirá quando tivermos de decidir se alguns requisitos impostos por estados-membros são tão restritivos que criam obstáculos ao Mercado Único. Serão estes requisitos proporcionais e quais são os seus efeitos na prestação transfronteiriça de serviços? A segunda razão para a revisão da DMS tem a ver com o facto de ter sido especificamente solicitada pelo Parlamento Europeu durante a negociação da Diretiva Solvência II. Uma das suas disposições preambulares estipula que a Comissão deveria apresentar uma proposta para rever a DMS antes do final de O PE insistiu nisto porque em 2009 argumentou que a Solvência II estava a dar uma vantagem à indústria seguradora: permitiria às empresas de seguros operar com os requisitos de capital, que em grande medida, seriam elas próprias a estabelecer. Quanto melhor a gestão de risco menor seriam os requisitos de capital. O PE argumentou, por isso, que tal poderia ser injusto para os consumidores. A terceira razão para a revisão da DMS tem a ver com a consistência com outros setores e, em particular, com a iniciativa dos PRIP (pacotes de produtos financeiros de retalho). Ainda não sabemos exatamente o que é um PRIP. Mas existirá uma definição de PRIP, que será diferente de um não-prip e de um seguro PRIP. A ideia é, basicamente, a de que determinados produtos de investimento a retalho embrulhados como seguro não continuarão a escapar ao regime dos produtos de investimento a retalho. Por isso, quando se adquirir estes produtos, ter-se-á o mesmo direito à informação e transparência... Pretendemos incluir isso na iniciativa horizontal da Comissão, que surgirá para o final deste ano. As regras de venda serão as da MiFID (Diretiva dos instrumentos financeiros) para os não-seguros PRIP e para os seguros PRIPs serão as da DMS 2. Todos sabemos que tem havido bastantes vendas irregulares nesta área, onde as pessoas não sabem o que estão a comprar e o que estão a vender. Esta é uma área onde existe espaço, definitivamente, para uma melhoria em termos de proteção dos consumidores. VE Em abril de 2011 receberam as respostas à consulta sobre a DMS. Quais foram os resultados da consulta? KVH Houve acordo, em larga medida, com a iniciativa da CE em rever a DMS e também com a maioria dos itens do parecer do CEIOPS. Isto significa que existe vontade no mercado em prosseguirmos neste sentido. A maior parte dos comentários aborda os requisitos de informação, conflitos de interesse e o âmbito de aplicação. A respeito dos requisitos de informação, penso que existe acordo de que deveria haver idênticas regras para as empresas de seguros e para os mediadores quando vendem produtos. A nova Diretiva pode ter, por isso, um novo título. Não existe razão para haver diferenças em termos de regras entre canais de distribuição. Isto não quer dizer que tenhamos que ter as mesmas regras porque também temos de olhar, em termos de substância, para cada canal. Devemos, antes, ter a mesma abordagem. Um número de pessoas entende que deve ser adotada a solução cartão-de-visita, através da qual a pessoa que vende produtos de seguros revelará quem ele ou ela é e quem ele ou ela representa. Os conflitos de interesse serão, indubitavelmente, a área onde teremos mais discussões a todos os níveis, na CE, no PE e no Conselho Europeu. As pessoas querem ter maior transparência acerca da remuneração dos mediadores de seguros. Existem estadosmembros que querem um sistema europeu em que as comissões de seguros não sejam permitidas. Não sou a favor de a CE regular os modos de remuneração dos mediadores. Isto depende da cultura empresarial. O que acredito ser necessário é transparência da remuneração a pedido do cliente. A obrigação de informar a pedido parece ser o caminho correto. Podemos impor muita informação mas as pessoas não estão interessadas nisso e, então, cria burocracia desnecessária. Mas se as pessoas quiserem saber, têm que ter a possibilidade de pedir a informação. Por outro lado, não serão permitidas algumas práticas nesta diretiva, como a imposição do netquoting (prémios líquidos da remuneração do mediador) por parte dos estados-membros. Não é no interesse dos mercados nem dos consumidores. Outra coisa é o aconselhamento. Temos de ser claros acerca do que é aconselhamento. Temos de ter a certeza que não regulamos em demasia. Uma conversa particular entre dois cidadãos acerca de um produto fornecido por uma empresa de seguros não deveria ser entendida como intermediação. No que ao âmbito de aplicação diz respeito, não o alargaremos às empresas de seguros apenas para ter igualdade de tratamento. Também trataremos do âmbito de aplicação em relação a algumas das exclusões que existem presentemente. Precisamos de olhar para estas exclusões em termos de consequências para os consumidores. Deverá haver clareza na Diretiva acerca do significado de atividade transfronteiriça. O que é que significa a liberdade de prestação de serviços e liberdade de estabelecimento, todos os conceitos da legislação europeia com que temos vindo a trabalhar há tantos anos, no contexto da mediação de seguros? Aqui, novamente, temos de estabelecer um regime que funcione no interesse dos consumidores. Também devemos ter um sistema de reconhecimento mútuo na área das qualificações profissionais. Todos os 27 estados-membros Calendário do processo legislativo O processo de revisão da Diretiva da Mediação de Seguros teve início em 2010 quando a Comissão Europeia enviou uma carta ao Comité Europeu dos Supervisores de Seguros e de Fundos de Pensões (CEIOPS) a solicitar-lhes respostas a um determinado número de perguntas acerca da DMS. O CEIOPS deu o seu parecer em novembro de 2010 e foi organizada uma audiência pública no mês seguinte e uma consulta pública sobre o tema. Atualmente está em curso o processo de avaliação do impacto e a proposta, cuja apresentação estava inicialmente prevista para dezembro deste ano, deverá ser agora apresentada em fevereiro de O sistema está a ficar entupido com propostas legislativas. A máquina não está a acompanhar necessariamente e esta tem sido uma das causas para este atraso, lamenta Karel Van Hulle. Publicámos em março de 2011 um resumo da nossa consulta de novembro de Acordou-se agora a apresentação da revisão da MiFID em outubro de 2011 e de propor as regras de divulgação horizontal para os PRIP em fevereiro de 2012, conjuntamente com a proposta de revisão da DMS. Ainda não se decidiu ainda se irá haver trabalho de 2º nível, isto é, delegação à CE, com a colaboração da EIOPA, de poderes para emitir procedimentos de implementação no quadro da Diretiva, acrescenta Van Hulle. Se se decidir que haja medidas de 2º nível, então, trabalharemos nelas durante 2012/2013. Assim, em 2014/2015, um novo regime poderá entrar em vigor. creem que o seu sistema é o melhor. Não podemos aceitar isto. Isto não é um Mercado Interno. Se se passou por um processo de qualificação, dever-se-á ser aceite em outros estados-membros. Adicionalmente, devemos ter um registo central e suavizar o sistema corrente, que é, por vezes, um pouco pesado. O nível das aptidões profissionais deve ser proporcional à complexidade dos produtos vendidos. No capítulo dos PRIP teremos de incluir as regras de venda destes produtos, as qualificações, quaisquer especificidades que sejam necessárias. Existe atualmente um grande debate a respeito das regras de conduta aplicáveis aos seguros PRIP, se deveriam ser as da MiFID, sem que haja regras separadas na DMS. Pessoalmente, não sou a favor disto porque creio que existe aqui uma especificidade nos seguros que quero que seja reconhecida. Também quero que haja supervisão apropriada destas condutas porque os seguros são produtos complexos, sendo diferentes dos produtos de investimento. Por isso penso que os seguros PRIPs deveriam ser regulados na DMS 2. VE Alguma mensagem para o BIPAR e seus membros? KVH Creio que é muito importante que o BIPAR participe plenamente no processo, apresentando boas ideias e sugestões. Tentem e apresentem perspetivas comuns e depois assegurem-se que as mesmas são tornadas públicas de modo a que não haja obstrucionismo nos corredores. É importante que aumentemos o nível de harmonização. Isto é no vosso interesse porque facilita as atividades transfronteiriças e aumenta a credibilidade da vossa profissão. Também é importante que quando apresentarem o vosso contributo pensem no princípio da proporcionalidade. Não queremos na Europa um mercado em que a mediação de seguros seja a atividade de apenas alguns operadores de grande dimensão. Queremos que a diversidade se mantenha. Ajudem-nos a assegurar isto e apresentem propostas acerca de como atingir este objetivo. As pessoas dirão durante o processo que lhes estamos a fazer a vida mais difícil. Mas vivemos num mundo que mudou e penso que os consumidores de hoje esperam dos mediadores de seguros um nível de profissionalismo que não esperavam possivelmente há 20 anos. Ajudem-nos a assegurar que temos na União Europeia uma profissão de mediadores de seguros de que fiquemos todos orgulhosos. Espero que, quando concluirmos este trabalho, concordem comigo que a DMS é boa para todos vós.

5 VI sexta-feira, 2 setembro de 2011 SEGUROS CALENDÁRIO DE EVENTOS DA ATIVIDADE SEGURADORA SETEMBRO/2011 CONSULTE ONLINE EM Data 5/09/11 12/09/11 13/09/11 15/09/11 16/09/11 19/09/11 20/09/11 22/09/11 26 e 27/09/11 27/09/11 29 e 30/09/11 29/0911 Evento Curso: Certificação de agentes e corretores de seguros Pós-graduação e mestrado: Análise e gestão de riscos com especialização no setor segurador Curso: Qualificação de agentes, corretores de seguros Curso: Atuariado para Não-Atuários Curso: Modelação e gestão dos riscos de mortalidade e de longevidade no ramo vida e fundos de pensões Curso: Contrato de Seguro à Distância Curso: Seguros Multirriscos Curso: Iniciação na Atividade Seguradora Curso: Regularização de Sinistros Acidentes de Trabalho Curso: Acidentes Pessoais - Subscrição e Regularização de Sinistros Curso: Seguros de Saúde Curso: Gestão técnica do ramo vida Local Contactos e informações Organização Cidade Endereço Telefone Fax Web page Braga Lisboa, Universidade Nova de Lisboa elearning Av. Liberdade, nº Piso 8 Campus de Campolide R. Rodrigo Fonseca, 41 Lisboa R. Rodrigo Fonseca, 41 Lisboa R. Rodrigo Fonseca, 41 Porto Hotel Ipanema Porto Bragaconta-Gestão e Formação, Lda SEGI NOVA & APS B-Learning B-Learning Temos assistido ultimamente, e mais do que nunca, a comentadores de acidentes automóveis que, quais comentadores desportivos, possuem sempre comentários apropriados para preencherem tempos de antena e aparecerem nos media, mas não para esclarecer o que devem, até pelo facto de os seus parcos conhecimentos também não darem para mais. Perfeitas bacoradas, com pedido antecipado de desculpas aos bácoros que nas suas pocilgas desconhecem o que se passa no mundo humano. O seguro de garagista ou seguro de carta como muitos dos comerciantes e indústrias do ramo automóvel assim o apelidam, tem um sentido restrito de uso e não amplo como muitos pensam. Assim, as seguradoras garantem a condução feita pelo portador da carta segura (ou pelo presumível comprador, tendo sido subscrita a extensão de cobertura e acompanhado deste) desde que tenha ocorrido com qualquer veículo do tipo e cilindrada contratada e desde que no exercício da respetiva atividade profissional, como seja, por exemplo, a reparação ou controlo do bom funcionamento das viaturas, o comércio e desempanagem, garagista, fabrico, montagem ou transformação. Não estão incluídos sinistros ocasionados por veículos cujo registo de propriedade se encontre averbado em nome do titular da carta segura ou do seu cônjuge, assim como pelo veículo propriedade do Tomador do Seguro e/ou Segurado, ou que estes detenham em regime de usufruto, aquisição com reserva financeira de propriedade ou locação financeira. De igual modo e como a legislação vigente torna obrigatório que todo e qualquer comerciante de veículos auto verifique comprovando que foi efetuado o seguro obrigatório para a viatura LUIZ FILIPE ACTASEGUROS CORRETORES DE SEGUROS, SA Seguro de garagistas ou automóveis sem seguro que vendeu, antes de a mesma ser entregue, pois, em caso de acidente, o Fundo de Garantia Automóvel (se utilizado) tem direito de regresso perante o comerciante face ao incumprimento da formalidade implícita (art.º 54º do Decreto- -Lei 291/2007). Assim e sempre que o acidente produzido não se enquadre no antes exarado, estamos perante Automóvel sem Seguro, o que, infelizmente, será comum a mais de viaturas em circulação. Nesse sentido recordamos que podemos estar perante três situações diferentes, a saber: Veículos com matrícula nacional sem seguro os sinistrados devem recorrer ao Fundo de Garantia Automóvel (www.isp.pt); Veículos com matrícula estrangeira, matriculados num país aderente ao Sistema Carta Verde os sinistrados devem recorrer ao Gabinete Português de Carta Verde (www.apseguradores.pt); Veículos com matrícula estrangeira de outros países que não os anteriores devem contactar o Fundo de Garantia Automóvel (www.isp.pt) Talvez não seja de mais lembrar que, se o sinistrado tiver um mediador profissional de seguros, este acompanhá-lo-á duma forma profissional e sem perda de tempo em todas essas demandas junto das entidades respetivas e de uma forma graciosa. Se ainda não possui, por favor não deixe de contactar Vai ver que bem perto de si terá um profissional dedicado, pois para perda de tempo já nos basta no dia-a-dia, as seguradoras telefónicas e alguns comentadores que, em vez de facilitarem informação, são no mínimo escolhos ou empatas. Boas e santas Férias! Liberty promove passeios de vela A Liberty Seguros prepara-se para realizar nos próximos dias uma Volta a Portugal em Vela. A iniciativa é dinamizada pelo velejador Ricardo Diniz e inclui vários passeios à vela pela costa portuguesa, durante 10 dias. O evento antecede a realização da regata Portugal Ocean Race, que terá início a 20 de outubro em Portimão, e que passará pela África do Sul, Nova Zelândia e Brasil A MAPFRE está a comercializar até 30 de setembro o novo PPR Vital, seguro de vida de tipo capitalização, a prémio único, com duração mínima de 5 anos e entrega mínima de 500 euros. O produto tem uma Marsh distinguida em Seguro de Créditos durante sete meses. A iniciativa conta com o apoio da Presidência da República e do Turismo de Portugal. MAPFRE comercializa PPR Vital taxa técnica de juro garantida de 3,70% nos primeiros 5 anos da apólice, com possibilidade de participação nos resultados após este período. Para os anos seguintes, a taxa técnica de juro garantida é 2,25%. A Marsh foi eleita a Melhor Corretora de Seguro de Créditos e de Risco Político pela Revista Trade & Forfaiting Review. É o segundo ano consecutivo que a Marsh recebe esta distinção atribuída pela prestigiada revista. Zurich estende seguro RC Profissional A Zurich incluiu novas profissões no leque de coberturas do seu seguro de Responsabilidade Civil Profissional. Engenheiros, advogados, arquitetos e profissionais da área das Tecnologias de Informação, entre outros, passam agora a estar abrangidos pelo seguro comercializado pela Zurich para cobrir atos negligentes, erros ou omissões na prestação dos serviços profissionais, que ocorram durante o período da apólice e que sejam prestados pelo segurado.

6 SEGUROS sexta-feira, 2 Setembro de 2011 VII Associado em Destaque FERNANDO PEREIRA CONTESTA ESTRATÉGIA COMERCIAL DA BANCA Sentimos a concorrência desleal dos mediadores ligados O sócio-gerente da Gondoseguros acusa a banca de praticar uma política comercial de captação de clientes de seguros recorrendo apenas à competitividade do preço, sacrificando o profissionalismo da atividade. Fernando Pereira não poupa críticas à figura do mediador de seguros ligado e questiona mesmo o fundamento da sua criação no âmbito da legislação que preconizava a profissionalização da mediação de seguros Vida Económica O concelho de Gondomar tem-se desenvolvido bastante. A atividade da empresa tem beneficiado desse crescimento económico? Fernando Pereira De facto, o concelho de Gondomar desenvolveu-se bastante nos últimos 15 anos. O problema é que grande parte desse desenvolvimento se tem verificado essencialmente a nível de infraestruturas rodoviárias, ficando um pouco de parte o desenvolvimento económico do concelho, que nos últimos anos tem sofrido alguns reveses. Na verdade, a crise nacional e internacional de que todos estamos, infelizmente, cansados de ouvir falar, tem tido um efeito muito particular no concelho de Gondomar. É preciso não esquecer que Gondomar é a capital da ourivesaria e, em tempo de crise, a primeira coisa em que as pessoas cortam é nos artigos supérfluos como os de ourivesaria, daí que sintamos grandes dificuldades por parte dos nossos clientes ligados a esta atividade, que já constituíram uma parte importante da nossa carteira. A empresa tem tentado ultrapassar estas dificuldades procurando novos ramos de negócio. Dez anos de história VE Sentem que a dificuldade em fazer clientes aumenta na mesma proporção do seu distanciamento geográfico? Quais as maiores dificuldades que têm sentido? FP Atualmente, as maiores dificuldades que sentimos nem têm a ver com o distanciamento geográfico, mas sim com a falta de resposta e estratégias por parte das seguradoras. Estamos numa altura em que as seguradoras pretendem vender contratos de seguro já pré-elaborados, os denominados packs, que nem sempre estão conformes com as necessidades dos nossos clientes; Ora, quando pretendemos colocar um contrato adequado às necessidades do cliente que foge aos packs existentes, são colocados os mais diversos tipos de entraves. Em paralelo, sentimos igualmente a concorrência desleal dos mediadores de seguros ligados, nomeadamente do setor bancário, que, lançando mão das dificuldades que as pessoas hoje sentem, aliado ao facto de essas próprias instituições bancárias não deterem atualmente capacidade para desenvolver o seu tradicional ramo de negócio por falta de liquidez, tentam, com a conivência do nosso governo, destruir a nossa atividade, através de uma política em que tentam captar clientes única e exclusivamente através do fator preço, sem qualquer profissionalismo na sua atuação. Ainda estamos para tentar perceber como é que a criação da figura do mediador de seguros ligado contribuiu para o pretendido aumento da profissionalização na atividade de mediação de seguros, que consta do preâmbulo do Decreto-lei n.º 144/2006. VE Na vossa opinião, qual é o seguro mais valorizado pelos clientes? Porquê? FP Em tempos de crise, é óbvio que os seguros mais valorizados pelos clientes são os obrigatórios. Para além dos obrigatórios, sentimos a preocupação por parte dos clientes em proteger a sua habitação, através de contratos de seguro de multirriscos. VE E aquele cuja penetração é mais difícil? FP Talvez os seguros de saúde. Numa altura em que as pessoas tentam poupar o máximo possível para aguentar as medidas de austeridade impostas pelo Estado, os seguros que não obrigatórios ficam para segundo plano. VE A atividade da vossa empresa altera-se em tempo de férias? De que forma? FP Não notamos grande alteração na nossa atividade em tempo de férias; Apenas um óbvio incremento na contratação de seguros de viagem e seguros provisórios de responsabilidade civil automóvel, em resultados dos emigrantes que possuem viaturas no nosso país que apenas utilizam neste período. VE No que toca ao apoio às empresas e criação de emprego, consideram suficiente a anunciada redução da taxa social única (TSU)? O plano de austeridade recentemente aprovado pelo Governo irá afetar a atividade seguradora em geral e a da mediação, em particular? FP Não cremos que a redução da TSU, por si só, seja suficiente, no que ao apoio às empresas e criação de emprego diz respeito. Pensamos que a redução da TSU funcionará mais como uma forma de evitar o encerramento de ainda mais empresas e redução de postos de trabalho do que propriamente na sua criação. Preocupam-nos as medidas de austeridade que estão a ser levadas a cabo pelo Governo, como a tributação de parte do subsídio de Natal, aumento de IVA em alguns produtos e aumento da tributação em sede de IMI, entre outros, medidas que irão contribuir ainda mais para a retração da economia, com consequentes repercussões na atividade seguradora e de mediação. A Gondoseguros Hercília & Pereira, Lda. nasceu a 3 de Janeiro de 2001 sob a denominação social Hercília & Pereira Mediação de Seguros, Lda., no seguimento da atividade de mediação de seguros exercida a título individual pelos seus fundadores, Fernando Pereira e Hercília Pereira. Esta atividade, a título individual no ramo segurador, foi iniciada pelo sócio fundador Fernando Pereira em 1967, entretanto interrompida entre 1985 e 1991, ano em que retoma a actividade. A sócia fundadora Hercília Pereira inicia a atividade de mediadora a título individual em Em meados do ano 2001, fruto do volume de negócios entretanto atingido enquanto mediadores pessoas singulares, Hercília e Fernando sentiram a necessidade de alterar a estrutura de que dispunham, como forma de manter os níveis de qualidade dos serviços prestados aos clientes, tendo sido fundada a sociedade. No decorrer do ano de 2010, a empresa decide adotar uma imagem nova e moderna, tendo alterado a denominação social para Gondoseguros Hercília & Pereira Lda. Numa altura em que as pessoas tentam poupar o máximo possível, os seguros que não obrigatórios ficam para segundo plano, reconhece Fernando Pereira. PUB

7 VIII sexta-feira, 2 setembro de 2011 SEGURADORA DO GRUPO BANIF QUER AUMENTAR RENTABILIDADE DOS RAMOS Açoreana prepara reformulação de seguro automóvel e de saúde A partir de 7 de setembro a Açoreana vai começar a comercializar a nova versão do seu seguro de saúde. A companhia do grupo Banif decidiu reformular a sua oferta de seguro de saúde para contrariar a degradação da rentabilidade do ramo Doença, apesar da subida de 9,2% registada na produção do ramo no primeiro semestre de Não vamos necessariamente subir preços, mas sim alterar as coberturas previstas em cada plano, nomeadamente criando uma subcobertura para o parto, respondendo à crescente procura de cesarianas, em alternativa ao parto natural, explica Diogo da Silveira, presidente da Comissão Executiva da Açoreana. Entre as novidades previstas para o novo produto está também a inclusão da cobertura de Doenças Graves em todos os planos disponibilizados no âmbito do seguro de saúde. Além de reformular a oferta de saúde, a Açoreana prepara-se também para lançar um novo seguro automóvel, cuja comercialização começará a ser feita em outubro. Sabemos que neste seguro o preço é sempre o mais importante, mas este novo produto será também caracterizado pelo compromisso com níveis de serviço, revela Diogo da Silveira, que espera que o novo seguro tenha um impacto favorável de 2% no aumento do volume de prémios do ramo Automóvel. A Açoreana fechou o primeiro semestre de 2011 com um resultado líquido de 5,05 milhões de euros, que compara com o resultado negativo de 9,2 milhões de euros registado no primeiro semestre de Nesse ano, o resultado da Açoreana havia sido negativamente afetado pelos custos com o temporal da Madeira, em fevereiro de 2010, que custou à seguradora do grupo Banif 5,8 milhões de euros. O preço médio do seguro automóvel era, no final de 2010, de 241 euros, dando continuidade à tendência de quebra de preços verificada sobretudo na segunda metade da década. Mas a inversão da tendência pode acontecer já este ano ANA SANTOS GOMES O seguro obrigatório de responsabilidade civil automóvel, vulgarmente designado como seguro contra terceiros, custava, em média, 156 euros no final de Em 2006, o seu preço médio era de 217 euros e a quebra desde então tem sido consecutiva, ano após ano. E o mesmo acontece com os seguros que incluem danos próprios. Segundo dados compilados pela Associação Portuguesa de Seguradores (APS), o preço médio do seguro automóvel praticado em Portugal era de 241 euros em 2010, menos 71 euros que os 312 praticados em 2006 no mercado português. Só nos últimos quatro anos, os consumidores portugueses puderam poupar cerca de 500 milhões de euros com a descida do preço do seguro automóvel, sublinha Pedro Seixas Vale, presidente da APS. Em linha com esta tendência, a produção anual do setor segurador referente aos prémios de seguro automóvel tem sofrido uma quebra histórica, nas palavras de Miguel Guimarães, diretor-geral adjunto da APS. A redução dos prémios de seguro SEGUROS ASSOCIAÇÃO PORTUGUESA DE SEGURADORES CLASSIFICA MOVIMENTO DESCENDENTE COMO QUEBRA HISTÓRICA Preço do seguro automóvel caiu 71 euros em 4 anos automóvel coincidiu com o aumento do parque automóvel seguro em Portugal, com o aumento das indemnizações pagas pelos sinistros e com a amplificação das coberturas incluídas nas apólices de seguro automóvel, explica Miguel Guimarães. No final de 2010, a APS contabilizava 1672 milhões de euros em prémios de seguro automóvel, quando em 2006 a produção anual estava muito perto dos 2 mil milhões de euros neste ramo. Apesar disso, o movimento descendente dos preços do seguro automóvel desacelerou em 2010 e o primeiro semestre de 2011 já deixa perceber que este pode ser o ano da inversão da tendência, embora sem oscilações bruscas. Para Pedro Seixas Vale, a redução dos prémios de seguro automóvel foi em grande medida justificada que quebra consecutiva dos custos médios com sinistros registada também na segunda metade da década. Segundo a APS, entre 2006 e 2010 os custos médios com sinistros sofreram uma redução de 30%. No final do ano passado, cada sinistro automóvel custava, em média, 1663 euros às seguradoras. Além disso, Seixas Vale salienta que a gravidade média dos sinistros ocorridos em Portugal tem diminuído e as companhias de seguros têm conseguido incrementar os seus níveis de eficiência na regularização dos mesmos. A taxa de sinistralidade tem, no entanto, sofrido um ligeiro agravamento nos últimos anos. Está agora nos 84%, quando em 2006 era de 69%. Uma subida de 15 pontos percentuais que representa um acréscimo de 250 milhões de euros nos custos anuais do setor, confirma a APS. 26% dos condutores desprotegidos Os dados compilados pela Associação Portuguesa de Seguradores confirmaram também que 74% dos condutores de veículos seguros estão já abrangidos por coberturas específicas para a eventualidade de ocorrência de danos corporais, um fenómeno que tem vindo a acentuar-se nos últimos anos. Ainda assim, 26% dos condutores de veículos seguros circulam habitualmente sem qualquer proteção perante a eventualidade de serem responsáveis por sinistros que originem lesões em si próprios. Isto porque, em caso de acidente com culpa, o seguro obrigatório de responsabilidade civil apenas cobre eventuais indemnização devidas a terceiros, onde se incluem todos os passageiros dos veículos envolvidos no acidente, exceto o condutor. Apenas em caso de acidente sem culpa os condutores estarão cobertos pela apólice de seguro obrigatório do veículo conduzido pelo responsável pelo sinistro.

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