Boletim Aon. Nesta edição. Agenda. 30 Março. 01 Abril. 10 Abril. 15 Abril. 27 Abril

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1 Aon Risk Solutions Boletim Aon Ano 3 nº 5 Março 2015 Nesta edição Conheça as curiosidades do seguro de transportes Demanda por seguro de riscos ambientais deve aumentar 100% em 2015 Companhias do Paraná e Santa Catarina investem em política de gerenciamento de riscos Como o racionamento de energia e a falta de água podem impactar o mercado de seguros Melhor gestão de riscos aumenta assertividade de balanços financeiros e projeção de resultados das empresas GRIP: tecnologia em prol do cliente Aon Client Promise Agenda 30 Março Aon Night Rio de Janeiro 10 Abril Café da Manhã Seguro Garantia Judicial Trench, Rossi e Watanabe Porto Alegre 01 Abril Café da Manhã Crise Hídrica São Paulo O ano de 2015 começa com enormes desafios para o Brasil. A previsão de crescimento econômico baixo, a iminente crise energética e hídrica, o ambiente político repleto de incertezas, além da queda dos preços das commodities, fazem com que os desafios da indústria de seguros sejam amplificados. Primeiramente, vale registrar dois pontos de destaque desse mercado em 2014: o crescimento por volta de 11% e o contínuo interesse de grandes empresas globais no mercado brasileiro, com alguns investimentos importantes realizados ao final do ano, e que demonstram a pujança da indústria de seguros brasileira. Certamente, as empresas estabelecidas no País, tanto de capital nacional como estrangeiro, continuarão esperando do mercado de seguros o apoio necessário para a condução de seus negócios nesse ambiente desafiador. Neste momento, a Aon se posiciona de forma consistente, pois possui equipes que podem mostrar diferenciais importantes em três dimensões: analítica, técnica e mercadológica. A analítica parte de suas equipes comerciais e de atendimento, que usam de sua larga experiência para oferecer soluções customizadas, assim como podem se basear em poderosas ferramentas de benchmark de mercado. Vale ressaltar que ainda há o apoio de uma equipe dedicada à gestão e análise de riscos. No quesito técnica, as equipes de especialistas, juntamente com as de atendimento, oferecerão soluções específicas e desenhos de coberturas que atendam às demandas para melhor proteger as operações das empresas. Por fim, a mercadológica se diferencia graças às equipes que se dedicam à negociação com os mercados seguradores, contando com o suporte de plataformas tecnológicas. Além disso, a vantagem de estar diariamente no mercado, colocando bilhões em prêmios de seguro, amplia nossa margem competitiva. Conte com a Aon. Isso é Empower Results! 15 Abril Café da Manhã Seguro Garantia Judicial Belo Horizonte 27 Abril Aon Night Belo Horizonte Marcelo Homburger Vice-Presidente Executivo & Chief Broking Officer Aon Risk Solutions Brasil Risk. Reinsurance. Human Resources.

2 Transportes Conheça as curiosidades do seguro de transportes O segmento logístico é muito dinâmico e se altera conforme as necessidades dos clientes. As transações do setor envolvem diversos países e, para realizar as operações a contento, são necessários profissionais devidamente qualificados para subscrever condições de seguro de riscos complexos. Outro ponto é adequar as coberturas de acordo com o risco de transporte, evitando, assim, possíveis gaps nas apólices. Apresentamos a seguir as principais causas de dúvidas recentes e curiosidades envolvendo o setor: Limite máximo de garantia das apólices de seguro de transportes nacionais e internacionais As apólices possuem definição de limite máximo de garantia em que o cliente pode transportar suas cargas seguradas em uma mesma viagem. Esse limite leva em consideração a somatória de todas as verbas seguradas na apólice. Caso o cliente transporte mercadoria com limite superior ao estabelecido em sua apólice sem a anuência de sua companhia seguradora, ele passa a participar do risco em caso de perda total ou, a participar proporcionalmente dos prejuízos em caso de perdas parciais. Dependendo do perfil do risco, pode haver seguradoras que não reconhecem a cobertura mesmo até o limite definido na apólice. Vantagens de implementar uma apólice no sistema ajustável As condições de seguro de transportes do embarcador permitem que as seguradoras comercializem apólices no formato ajustável. A companhia cobra o prêmio de seguro com base nos valores previstos de transporte realizado pelos clientes anualmente, fazendo o ajuste no final de vigência entre o valor efetivamente transportado e o previsto. Tal sistemática possibilita que os clientes obtenham taxa de risco mais atrativa, redução do trabalho operacional e maior controle no provisionamento do pagamento de seguro. DDR: cenário atual Em 2014, o tema foi muito debatido. A Aon foi a única empresa do segmento a realizar um grande fórum sobre o assunto, interagindo com clientes e diversos profissionais renomados no mercado. No cenário atual, o mercado segurador ainda caminha com muita dificuldade para operacionalizar essa nova prática da DDR quando, dentro do programa de seguro de transporte do embarcador, negocia-se para seu transportador rodoviário a contratação do seguro obrigatório de RCTR-C. Vale ressaltar que a DDR não abrange as coberturas dos seguros obrigatórios. Com isso, o mercado enfrenta dificuldade, porque as empresas de modo geral não estavam com suas estruturas preparadas para absorver a grande demanda. Os transportadores rodoviários também foram afetados, porque precisam gerenciar as apólices de RCTR-C contratadas ou negociadas por seus clientes e, dependendo do tamanho de sua carteira, haverá vários sistemas para a realização do averbamento das cargas antes do início do risco e/ou diariamente. Ricardo Guirao Diretor de Transportes Boletim Aon Aon Risk Solutions Março

3 Responsabilidade Civil Demanda por seguro de riscos ambientais deve aumentar 100% em 2015 Movimentando anualmente cerca de R$ 28,5 milhões, o seguro ambiental deve dobrar o volume de prêmios em Isso se deve ao fato de as empresas estarem mais conscientes e a fiscalização cada vez mais rigorosa desde que a Política Nacional de Resíduos Sólidos entrou em vigor. Por isso, a contratação do seguro no Brasil, principalmente por indústrias, transportadoras e empresas que realizam obras com potencial poluidor, está em crescente evolução. Um dos principais objetivos desse seguro é proteger o meio ambiente de riscos decorrentes de Poluição Súbita ou Gradual, além de garantir o pagamento de indenizações a terceiros. Basicamente as coberturas são: Limpeza do Local do Segurado e Fora do Local Segurado (Clean-Up); Custos de Remediação, Investigação e Monitoramento; Danos Corporais e Materiais; Danos Decorrentes do Transporte; Corresponsabilidade Relacionada aos Locais de Descarte de Resíduos; Custos de Representação Legal. É importante ressaltar que a cláusula de Poluição Súbita, que é usualmente comercializada nas apólices de Responsabilidade Civil, não concede cobertura aos recursos naturais, somente danos a terceiros (pessoas físicas e/ou jurídicas), com limite de 72 horas. No entanto, o seguro ambiental ainda não é obrigatório no Brasil. O órgão licenciador pode exigir a contratação de apólice, mas, dessa forma, continua sendo uma ferramenta de gestão ambiental e de gerenciamento de áreas contaminadas além de um instrumento de minimização de riscos, prevenção de perdas e continuidade dos negócios. Como pontos de alerta e indicativos dessa evolução constante na legislação ambiental brasileira, podemos citar: Grande parte das licitações, principalmente em relação às concessões de rodovias, já exige a contratação do seguro ambiental, um dos motivos que podem impulsionar o seguro. O passivo ambiental tornou-se um quesito elementar nas negociações de empresa (compra e venda). A responsabilidade dos novos proprietários pelos efeitos nocivos ao meio ambiente é provocada pelo processo operacional da empresa ou pela forma como os resíduos poluentes foram tratados. A própria Política Nacional de Resíduos Sólidos, de 2010, que acabou com os lixões e criou a logística reversa, coloca o produto no radar das empresas ao sugerir o seguro ambiental como uma ferramenta facultativa dos órgãos ambientais no licenciamento de empreendimentos que manipulem com resíduos perigosos. Em São Paulo, a Lei Estadual de Áreas Contaminadas (13.577/13) define o seguro ambiental como instrumento de proteção da qualidade do solo para gerenciar áreas contaminadas e obriga a contratação da apólice em situações que envolvam a descontaminação por sistemas de contenção. Há um forte movimento na área portuária pela Agência Nacional de Transportes Aquaviários (Antaq) por conta da Resolução de 2011, que exige a apresentação de uma apólice de seguro ambiental das prestadoras de serviços de retirada de resíduos das embarcações. A fiscalização mais rigorosa da Política Nacional de Resíduos Sólidos, que instituiu a responsabilidade compartilhada dos geradores de resíduos, propiciou que indústrias e empresas que realizam obras com potencial poluidor passassem a contratar mais o produto. A legislação tem motivado as empresas a buscar uma proteção e muitos acionistas e investidores estão se preocupando com a contratação do seguro ambiental. Bruno Amorim Diretor de Responsabilidade Civil Boletim Aon Aon Risk Solutions Março

4 Unidades Regionais Companhias do Paraná e Santa Catarina investem em política de gerenciamento de riscos Foto: Thinkstock A preocupação com gerenciamento de riscos e seguros nas grandes e médias empresas do Paraná e Santa Catarina, sejam nacionais ou multinacionais, tem sido uma tendência observada pela Aon nos últimos anos. Esses trabalhos, além de apresentarem recomendações baseadas em melhores práticas de prevenção de perdas e normas técnicas reconhecidas mundialmente, trazem resultados importantes. Com forte predominância das indústrias têxtil, alimentícia, de madeira, papel e celulose e agronegócio em sua economia, a região historicamente apresenta perdas materiais significativas principalmente em decorrência de eventos climáticos. Por serem atividades que se caracterizam pelo alto risco do processo produtivo, o mercado segurador realiza diversas restrições de capacidade de coberturas. Ressalta-se, ainda, que existem na região empresas quase ou já centenárias e que durante muitos anos não investiram em políticas de gerenciamento de riscos e melhorias que pudessem mudar a percepção das seguradoras. Após a passagem do furacão Catarina em 2004, que ocasionou perdas estimadas em US$ 400 milhões, além das enchentes históricas observadas nos últimos anos, que geraram perdas superiores a US$ 800 milhões entre danos materiais e lucros cessantes, os empresários da região aumentaram a preocupação com seu negócio. Por isso, foram elevados os investimentos em medidas que minimizem os impactos de eventos inerentes a suas atividades, bem como decorrentes de danos da natureza que possam prejudicar a continuidade do negócio. Enchente Santa Catarina, 2008 Nesse movimento, a Aon tem oferecido uma ampla gama de serviços de consultoria em gerenciamento de riscos, desde a análise e diagnóstico das plantas industriais, por meio de inspeção realizada por profissionais especializados, e estudos de exposições de Responsabilidade Civil e Danos Ambientais até projetos de ERM (Enterprise Risk Management), os quais visam o mapeamento de risco de todas as áreas das empresas. Enchente Paraná, 2014 Juliano Trein Diretor Filial PR/SC Boletim Aon Aon Risk Solutions Março

5 Infraestrutura Como o racionamento de energia e a falta de água podem impactar o mercado de seguros Grande parte da população brasileira está vivenciando neste início de ano uma situação, no mínimo desconfortável, de racionamento de energia elétrica conjugada com falta de água. Essa condição impacta o desempenho das indústrias e empresas de forma inexorável. Os processos das indústrias dependem, em maior ou menor grau, de energia elétrica e água, que invariavelmente provêm de rede de distribuição pública. A falta de fornecimento dessas utilidades traz risco para suas plantas em operação. Dentro desse escopo e considerando o padrão de duas das principais linhas de seguro para proteção do patrimônio Riscos Operacionais (RO) e Responsabilidade Civil (RC), a Aon alerta sobre alguns aspectos de cobertura desses seguros com a iminente ocorrência de tais eventos: Riscos Operacionais Basicamente, o seguro de RO tem por objetivo indenizar a empresa em decorrência de danos materiais sofridos pelos bens das plantas (edifícios, máquinas e mercadorias) devidos a evento de causa súbita, desde que tal evento não esteja classificado na lista de riscos excluídos mencionados na apólice. As apólices de RO podem também incluir a extensão para a cobertura de Lucros Cessantes (LC), que são o reflexo financeiro da diminuição da receita decorrente da paralisação (total ou parcial) da planta. De Maneira Generalizada Ressaltando que cada segurado deve consultar as condições específicas de sua apólice, os eventuais danos materiais sofridos pelos bens das empresas em decorrência de falha de fornecimento de energia ou água pela distribuidora pública de utilidades são um risco excluído das apólices e consequentemente também os eventuais lucros cessantes decorrentes. Responsabilidade Civil O seguro de RC visa repor as perdas sofridas pelo segurado em decorrência de danos materiais e/ou corporais causados a terceiros, devido a sua operação. Nesse sentido, as empresas responsáveis pela distribuição de energia elétrica e água carregam tal exposição de risco pela natureza de sua operação, pois podem causar danos a seus clientes por falha de fornecimento. Porém as seguradoras também têm como padrão excluir essa cobertura de danos causados aos clientes (terceiros) em função da falha de fornecimento de energia ou água, podendo haver exceções. Cláusula de Falha de Fornecimento de Utilidades na apólice de RO Algumas apólices de RO com coberturas mais abrangentes podem opcionalmente, e com cobrança de prêmio adicional, possuir a cláusula de Falha de Fornecimento de Utilidades. Tal condição possui o mesmo objetivo da cobertura de Lucros Cessantes, que é proteger a perda financeira do segurado pela queda da receita por estar parcialmente em operação ou totalmente paralisado. No que diz respeito à exposição do risco de falha no fornecimento de energia elétrica e água, a Aon, por meio de seus profissionais especializados, está capacitada para auxiliar seus segurados nas análises individuais de apólices. Clemens Freitag Diretor de Infraestrutura Boletim Aon Aon Risk Solutions Março

6 AGRC Consultoria em Gestão de Riscos Melhor gestão de riscos aumenta assertividade de balanços financeiros e projeção de resultados das empresas A Aon, em parceria com a Wharton, escola de administração da Universidade da Pensilvânia (EUA), divulgou recentemente um relatório com novas percepções sobre a importância da maturidade de riscos para as empresas. Realizado no decorrer de 2014, o estudo questionou 50 companhias de capital aberto dos Estados Unidos sobre suas práticas de gerenciamento e seus resultados financeiros. Enquanto as organizações que ficaram no topo da escala em relação ao planejamento estratégico de riscos obtiveram uma redução de 20% nos erros de previsão orçamentária, as piores colocadas registraram aumento de 17,5%. O estudo comprova que cada vez mais a gestão de riscos se torna uma ferramenta indispensável para evitar prejuízos e aproveitar oportunidades de agregar valor à operação. As empresas que compreendem com muita clareza a complexidade dos riscos diretos e indiretos a que estão expostas tendem a ter maior precisão sobre sua margem de lucro e resultado operacional. O levantamento mostra também que as companhias mais preparadas apresentaram redução de 2,5% na volatilidade no preço dos papéis no mercado financeiro, ao passo que as menos preparadas obtiveram aumento de 2,9%. Quando o mercado está em alta, empresas com processos menos estruturados também podem ter bom desempenho. Mas, em um cenário adverso de crise financeira ou catástrofe natural que possa afetar a economia do país, a queda nas ações de companhias mais preparadas chega a ser de 36% a 90% menor em relação às outras. Essa pesquisa é parte de um levantamento mais amplo de dados globais da Aon em parceria com a Wharton, no qual foram ouvidas 700 companhias de capital aberto. A análise completa da base de informações também evidencia que, quando a alta direção participa ativamente da gestão de riscos e não apenas delega, o engajamento da empresa é significativamente maior. Consequentemente, a diretoria também consegue se comunicar melhor com a equipe administrativa encarregada das estratégias de gestão de riscos. Empresas com alto índice de maturidade de riscos apresentam, entre outras características, uma cultura de riscos que envolve todos os níveis da organização. O entendimento e comprometimento com a gestão de riscos no patamar da diretoria são um fator crítico para a tomada de decisões e geração de valor. O desafio nos próximos anos para as empresas é incorporar em suas estruturas organizacionais eficientes programas de gestão de riscos, já que a tendência cada vez mais é que as companhias despreparadas fiquem sujeitas a prejuízos em qualquer intempérie que impacte o negócio. No atual contexto, em constante mutação, a capacidade para antever oportunidades, compreender e responder eficazmente aos riscos é essencial para o bem-estar operacional e financeiro das companhias. A ausência dessa prática provavelmente fará com que as organizações fiquem para trás em relação às que a aplicam em seu planejamento estratégico. Alexandre Botelho Diretor da Aon Global Risk Consulting (AGRC) Boletim Aon Aon Risk Solutions Março

7 AGCN Rede Global de Atendimento GRIP: tecnologia em prol do cliente Uma das ferramentas de maior destaque da Aon é o GRIP (Global Risk Insight Platform). Trata-se de uma plataforma eletrônica alimentada por nossos corretores, sendo o principal repositório mundial de atividades de cotações de seguros. Ao capturar informações sobre as atividades de corretagem realizadas pela Aon, o GRIP oferece visões sobre as tendências de mercado, características das atuações das seguradoras e comportamentos de compra dos clientes. As informações capturadas são resultado das contribuições de usuários distribuídos por 20 países da América do Norte, América do Sul, Europa, Ásia e Pacífico. O GRIP é monitorado e gerenciado pelo Aon Centre for Innovation and Analytics (ACIA), unidade de negócios localizada em Dublin, Irlanda. Esse centro oferece serviços de análises que identificam e criam produtos e serviços inovadores para as diversas divisões da Aon. Ao analisar os dados capturados pelo GRIP, o ACIA desenvolve perspectivas de mercado impactantes e disponibiliza os dados para nossos corretores e executivos de contas por meio de ferramentas eletrônicas fáceis de usar. Ao fazê-lo, o ACIA apoia um dos objetivos centrais da Aon para construir capacidades diferenciadas e para fornecer valor ao cliente diferenciado: o Aon Client Promise. Outra ferramenta do GRIP a destacar é a Benchmark Tool. Ela é responsável por gerar relatórios de benchmark baseados nas informações inseridas pelos corretores, conforme as negociações com o mercado segurador. Esses relatórios possibilitam aos atuais e futuros clientes avaliar o que é praticado no mercado segurador, além de entender como obter apólices mais adequadas a seus riscos, uma vez que as informações apresentadas no benchmark comparam dados de clientes do mesmo segmento de indústria e porte de empresa. Tal contraponto é realizado de maneira anônima, sem expor, em qualquer momento, a identidade dos clientes analisados no universo selecionado. Débora Melitto Gerente da Aon Global Client Network (AGCN) Por meio de ferramentas e tecnologias exclusivas, como o GRIP e a Benchmark Tool, a Aon fortalece e consolida seu papel de consultoria junto a seus clientes. Boletim Aon Aon Risk Solutions Março

8 Marketing Aon Client Promise Projetado pelos próprios clientes, o Aon Client Promise é uma metodologia global de relacionamento que assegura aos clientes a prestação dos melhores serviços em consultoria de riscos e corretagem de seguros e resseguros, customizados de acordo com suas necessidades e prioridades. São cinco pilares que articulam o compromisso que assumimos com nossos clientes e traduzem, de forma clara e com total transparência, o que eles podem esperar da Aon, independentemente de sua localização, tamanho ou segmento de atuação. O Plano de Compromisso é desenvolvido para elaborar e documentar planos de ação, análises e avaliações que incluam iniciativas, prazos, tarefas e objetivos alcançados. É utilizado como um instrumento compartilhado para otimizar os recursos e mensurar o sucesso da gestão de contas e cumprimento de objetivos estabelecidos. Esse processo também identifica potenciais ameaças aos clientes e ações para mitigá-las e ainda cria uma linguagem universal, que agrega valor a nossa marca, pois descreve nossos diferenciais e define o que podem esperar da parceria com a Aon. A criação de uma única abordagem torna mais fácil cumprir nosso compromisso de entregar valor diferenciado ao cliente por meio de uma experiência consistente. Inclusive, algumas pesquisas internas têm comprovado que o Aon Client Promise impacta diretamente o crescimento dos negócios de nossos clientes. Tudo o que fazemos é focado em criar valor diferenciado a nossos clientes, com base em um conhecimento profundo de nosso negócio e seus riscos, em uma análise perspicaz e em uma execução fundamentada. E essa relação é realizada com parceria, conhecimento, inovação, excelência e resultados. Luis Felipe Barranco Diretor de Marketing Boletim Aon Aon Risk Solutions Março

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