Modelos internos em Solvência II. Análise integral de riscos. Observatório de sinistros

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1 ANO XXIX VERSÃO BRASILEIRA 112 Sara García Gerente de riscos, elemento de ligação entre as áreas de uma companhia Gerente de riscos da Iberia Responsabilidade ambiental e garantias financeiras O regime português e o exemplo espanhol PRIMEIRO QUADRIMESTRE 2012 PAULA RIOS E ANA SALGUEIRO Modelos internos em Solvência II Sua aplicação ao cálculo do coeficiente de queda de carteira MERCEDES AYUSO, MONTSERRAT GUILLÉN E ANA M. PÉREZ-MARÍN Análise integral de riscos Um impulso para a credibilidade e a transparência da empresa ÁNGEL ESCORIAL BONET Observatório de sinistros O último voo do Miguel de Unamuno GERÊNCIA DE RISCOS E SEGUROS

2 Instituto de Ciencias del Seguro T Paseo de Recoletos, 23. Madrid BOLSAS DE FORMAÇÃO 2012 EM SEGUROS E GESTÃO DO RISCO A FUNDACIÓN MAPFRE está realizando uma convocatória anual de bolsas destinadas a facilitar o acesso a atividades de formação relacionadas a seguros e gestão do risco. Bolsas de formação especializada para profissionais da Ibero-América e de Portugal: destinadas a oferecer a universitários da Ibero-América e de Portugal um período de formação em universidades e instituições espanholas sobre temas relacionados com seguros e gestão do risco. Bolsas de estudo: destinadas a facilitar o acesso às atividades de formação oferecidas pelo Instituto de Ciencias del Seguro

3 editorial Sempre em frente Não é que a história se repita toda hora ou que estejamos tendo surtos de paramnésia. O que acontece é que a nossa mente desenvolveu padrões e esquemas para que relacionemos o novo com o conhecido. Ainda assim, à medida que o tempo passa e que aumenta a nossa bagagem profissional, deixamos de prestar atenção ao novo. Esquecemos. Nós nos esquecemos do novo porque ficamos com as experiências que acumulamos em nossa existência. Mais de dois milênios atrás, Tucídides, historiador e militar ateniense, formulou uma teoria segundo a qual a mera crença na inevitabilidade de uma confrontação pode converter-se em uma de suas principais causas. Assim, cada grupo aliado, crendo que tudo vai acabar em guerra absoluta com o outro, faz alguns preparativos bélicos iniciais, que são interpretados pelo grupo contrário como a confirmação de seus piores medos. E, então, cada um começa a aumentar a aposta em seus próprios preparativos. Desse modo, por aproximações sucessivas, a crença inicial de que o conflito era inevitável se converte em uma espécie de profecia realizada. Sem nem sequer nos darmos conta, vivemos arrastados por uma corrente de pensamento próxima da teoria da inevitabilidade. Podemos pensar que aquilo que nos acontece se resume à profundidade da recessão econômica e à sua atribulada gestão. Prestando atenção ao relatório bianual da ONU intitulado Situação e perspectivas da economia mundial em 2012, a crise econômica mundial se aprofunda e a recessão parece inevitável. Mas o que propomos com estas linhas é questionar se aprendemos alguma lição com o passado e, ao invés de repetirmos a prática perversa do conflito permanente, nos voltarmos ao que é novo. Apesar de tudo o que está se passando, devemos recorrer a uma perspectiva otimista. Nada é inevitável e não há dúvida de que o amanhã será melhor; os constantes avanços científicos justificam abordar o futuro com entusiasmo. Cada dia há uma consciência maior de que o esforço compartilhado e a capacidade de inovação só podem resultar em coisas boas. Sempre em frente. A grave situação econômica internacional está causando problemas a todos os setores econômicos. O setor da navegação aérea não está alheio a este contexto mundial. Na entrevista que abre o presente número da revista, a gerente de riscos da Iberia, primeiro grupo de transporte aéreo na Espanha e, depois de sua fusão com a British Airways em janeiro de 2011, o terceiro da Europa e sexto do mundo em termos de faturamento, além de enfatizar a importância socioeconômica do transporte aéreo, ratifica como a comunicação, em todos os níveis, acaba sendo um dos fatores-chave para que a Gerência de Riscos alcance a velocidade de cruzeiro de um Airbus. No primeiro dos três estudos publicados, as autoras propõem, à luz dos grandes sinistros ambientais ocorridos no passado recente, uma análise da evolução legislativa em matéria de responsabilidade ambiental nos Estados Unidos e na União Europeia, com atenção especial à Península Ibérica. 3

4 editorial O segundo estudo, elaborado por uma equipe de pesquisa da Universidade de Barcelona, analisa as vantagens de utilizar modelos internos - a partir do desenvolvimento de um modelo para a quantificação do risco de negócio da companhia seguradora, incorporando o efeito contágio - para cancelar apólices no cenário de Solvência II. O terceiro e último estudo deste número apresenta a opinião do autor sobre a importância da ferramenta de análise integral dos riscos para uma gestão proativa na sua identificação e tratamento, já que permite não apenas descobrir ameaças como também oportunidades de melhora, o que ajuda a empresa a alcançar seus objetivos estratégicos. Encerra a seção um estudo que contém informações sobre o ano de 2010 e um boletim do primeiro semestre de 2011, extraído da décima edição do relatório publicado pela FUNDACIÓN MAPFRE, cujo objetivo é proporcionar uma visão geral da situação atual do mercado segurador nos países da América Latina. No Observatório de Sinistros estão descritas as consequências da violenta aterrissagem de um avião comercial em Quito (Equador) em novembro de Apesar de não ter tido vítimas mortais nem feridos graves, foi declarada perda total construtiva da aeronave sinistrada, o que na prática significa que aquele foi seu último voo. As habituais seções dedicadas a cobrir as novidades de livros e publicações sobre Gerência de Riscos e o adendo com as notícias da AGERS concluem o presente número, o qual, como todos os que o precederam, desejamos que seja do seu agrado. FUNDACIÓN MAPFRE Instituto de Ciencias del Seguro Paseo de Recoletos, Madrid (España) Tel.: Fax: PRESIDENTE: FILOMENO MIRA CANDEL DIRETOR: JOSÉ LUIS IBÁÑEZ GÖTZENS CHEFE DE REDAÇÃO: ANA SOJO GIL COORDENAÇÃO: MARÍA RODRIGO LÓPEZ CONSELHO DE REDAÇÃO: IRENE ALBARRÁN LOZANO, ALFREDO ARÁN IGLESIA, FRANCISCO ARENAS ROS, MONTSERRAT GUILLÉN ESTANY, ALEJANDRO IZUZQUIZA IBÁÑEZ DE ALDECOA, CÉSAR LÓPEZ LÓPEZ, JORGE LUZZI, FRANCISCO MARTÍNEZ GARCÍA, IGNACIO MARTÍNEZ DE BAROJA Y RUÍZ DE OJEDA, EDUARDO PAVELEK ZAMORA, Mª TERESA PISERRA DE CASTRO, CÉSAR QUEVEDO SEISES, DANIEL SAN MILLÁN DEL RÍO, FRANÇOIS SETTEMBRINO. PRODUÇÃO EDITORIAL: COMARK XXI CONSULTORES DE COMUNICACIÓN Y MARKETING DESENHO GRÁFICO: ADRÍAN Y UREÑA VERSÃO BRASILEIRA: FUNDACIÓN MAPFRE - DELEGAÇÃO BRASIL DIREÇÃO: FÁTIMA LIMA COORDENAÇÃO: MERCEDES GÓMEZ NIETO TRADUÇÃO E REVISÃO: MARISTELA LEAL CASATI PROJETO GRÁFICO E DESIGN ADAPTADO: bmew PROPAGANDA A revista Gerência de Riscos e Seguros não se responsabiliza pelo conteúdo de nenhum artigo ou trabalho assinado por seus autores, e o fato de publicá-los não implica concordância ou identificação com os trabalhos expostos nesta publicação. É proibida a reprodução total ou parcial dos textos e ilustrações desta revista sem a autorização prévia do editor. 4

5 índice PRIMEIRO QUADRIMESTRE 2012 Obs.: Versão brasileira traduzida, originalmente, da edição espanhola da Revista Gerencia de Riesgos y Seguros, 1º Quadrimestre de Atualidade 6 Novidades legislativas. Novos membros associados da IGREA. Sentença do derramamento de Aznalcóllar. Sentença das vítimas da exposição ao amianto em Getafe. Primeiro aniversário do acidente nuclear de Fukushima. Estatística de acidentes de trabalho na Espanha em Agenda Entrevista 14 Sara García, gerente de riscos da Iberia. O gerente de riscos será o elemento de ligação entre as áreas de uma companhia. Estudos A responsabilidade ambiental e as garantias financeiras: o regime português e o exemplo espanhol como referência para outros mercados. PAULA RIOS E ANA SALGUEIRO Modelos internos em Solvência II. Sua aplicação ao cálculo do coeficiente de queda de carteira. MERCEDES AYUSO, MONTSERRAT GUILLÉN E ANA M. PÉREZ-MARÍN A gestão de riscos impulsiona a credibilidade e a transparência. ÁNGEL ESCORIAL BONET Relatório O mercado segurador latino-americano CENTRO DE ESTUDOS Observatório de sinistros O último voo do Miguel de Unamuno. GERÊNCIA DE RISCOS E SEGUROS Livros 78 Notícias AGERS 84 Caderno Brasil 86 Sustentabilidade: Gestão de risco, eis a questão 5

6 LEGISLAÇÃO Novidades Resolução de 27 de fevereiro de 2012, da Direção Geral de Seguros e Fundos de Pensão, pela qual se publica a relação de centros sanitários do setor público e das entidades seguradoras que, junto com o Consórcio de Compensação de Seguros, assinaram um convênioquadro de assistência sanitária pública derivada de acidentes de tráfego para os exercícios BOE núm. 58, de 8 de março de Ordem ECC/335/2012, de 22 de fevereiro, pela qual se modifica a Ordem EHA/339/2007, de 16 de fevereiro, pela qual se desenvolvem determinados preceitos da normativa que regula os seguros privados. BOE núm. 48, de 25 de fevereiro de (COM(2009)0502 C7-0168/ /0143(COD)) (2012/C 50 E/18). Posição do Parlamento Europeu aprovada em primeira leitura em 22 de setembro de 2010 com vistas à adoção do Regulamento (UE) nº/2010 do Parlamento Europeu e do Conselho pelo qual se cria uma Autoridade Europeia de Supervisão (Autoridade Europeia de Seguros e Benefícios de Aposentadoria), se modifica a Decisão nº 716/2009/CE e se anula a Decisão 2009/79/ CE da Comissão. DOUE núm. C 50 E/209, de 21 de fevereiro de Supervisão macroprudencial do sistema financeiro e Junta Europeia de Risco Sistêmico. DOUE núm. C 50 E/210, de 21 de fevereiro de Resolução de 23 de janeiro de 2012, da Direção Geral de Emprego, pela qual se registra e se publica o convênio coletivo de trabalho de âmbito estatal do setor de mediação em seguros privados. BOE núm. 29, de 3 de fevereiro de Resolução de 5 de janeiro de 2012, da Direção Geral de Seguros e Fundos de Pensão, pela qual se publica a taxa de juro máximo a ser utilizada nos planos de aposentadoria no que diz respeito às contingências em que esteja definida a prestação, e para que se garanta exclusivamente um juro mínimo ou determinado na capitalização das contribuições, para aplicação no exercício de BOE núm.11, de 13 de janeiro de Atualidade Autoridade Europeia de Supervisão (Autoridade Europeia de Seguros e Benefícios de Aposentadoria). Resolução legislativa do Parlamento Europeu, de 22 de setembro de 2010, sobre a proposta de Regulamento do Parlamento Europeu e do Conselho pelo qual se cria uma Autoridade Europeia de Seguros e Benefícios de Aposentadoria Resolução de 24 de janeiro de 2012, da Direção Geral de Seguros e Fundos de Pensão, pela qual se publicam as quantias das indenizações por morte, lesões permanentes e incapacidade temporária que resultarão da aplicação, durante 2012, do sistema para avaliação de danos e prejuízos causados às pessoas em acidentes de circulação. BOE núm. 31, de 4 de fevereiro de

7 Novos membros associados Desde que a Iniciativa Gerentes de Riscos Espanhóis Associados (IGREA) nasceu, há mais de dois anos, com seis sócios-fundadores, a associação vem crescendo num ritmo incontrolável, e atualmente já são 30 os sócios que a integram. A categoria e o peso das empresas associadas os animam a seguir trabalhando e defendendo seus interesses no âmbito da gerência de riscos e seguros. Na seção membros associados são incluídos os novos sócios que vêm se incorporando, pois este é, sem dúvida alguma, o maior ativo que a associação tem. Atualmente as entidades associadas à IGREA são: Abengoa, Campofrío Group, Endesa, Ferrovial, Iberdrola, OHL, Telefónica, Indra Sistemas, Cemex España, Bahía Bizkaia Electricidad, Grupo Empresarial Sanjosé, Mondragon Sociedad Cooperativa, Sacyr Vallehermoso, Gas Natural SDG, Red Eléctrica Española, Uralita, BBVA, Ortiz Construcciones, Grupo Ence, Acerinox, Sol Meliá, Acciona, Agbar, ACS Dragados e Enagas. Recentemente passaram a fazer parte da associação a Inditex e a Repsol. O Supremo exime a Junta de Andaluzia da responsabilidade no derramamento de Aznalcóllar (Sevilha) e culpa a empresa Boliden A Sala do Contencioso do Supremo Tribunal eximiu recentemente a Junta de Andaluzia de qualquer responsabilidade patrimonial no vazamento tóxico ocasionado em 1998 pela ruptura da bacia de rejeitos da mina de Aznalcóllar (Sevilha), apontando que a Boliden Apirsa S.L. era a responsável, como titular da exploração mineira, por manter a barragem nas condições adequadas de segurança, e a omissão desse dever implica esse elemento de culpabilidade que a Administração levou em conta ao pronunciar o acordo do qual procede este processo. Na sentença, o Supremo Tribunal repudia o recurso de apelação a uma corte superior interposto pela Explotaciones Casa Quemada S.A. e pela Herrería La Mayor S.A. contra a sentença proferida em 23 de julho de 2009 pelo Tribunal Superior de Justiça de Andaluzia, que indeferiu o pedido dos recorrentes quanto à possível responsabilidade patrimonial da Junta andaluza no rompimento da barragem de rejeitos de mineração, que teria provocado danos à propriedade onde ambas as entidades estavam estabelecidas. 7

8 RESPONSABILIDADE DE BOLIDEN O Supremo recusou o recurso e apontou que o relatório da perícia avalia a existência de alguns danos, mas de modo algum entende que os mesmos derivem da conduta infratora da Junta, que por certo fez frente aos gastos e custos derivados do rompimento da barragem, não assumidos pelas sociedades do grupo Boliden, ao mesmo tempo em que deixou claro que o rompimento da bacia ocorreu pelo fato de o projeto técnico de construção não incorporar determinadas prescrições, e não se reconheceu que fosse obrigação da Junta comprovar a devida redação técnica do projeto, visto que por ele se responsabilizam, conforme o caso, seus autores e beneficiários. A sentença do Supremo Tribunal indicou que o rompimento da barragem de resíduos de mineração não pode qualificar-se como um acidente fortuito e inevitável, já que, se os inclinômetros instalados se encontrassem em perfeito estado de funcionamento nos meses anteriores à data em que ocorreu o rompimento do dique da bacia, o rompimento poderia ter sido evitado ou teria sido possível acionar os meios adequados para limitar suas consequências. Por isso, prosseguiu a sentença do Supremo Tribunal, a Boliden Apirsa S.L. era responsável, como titular da exploração mineira, por manter a barragem nas condições adequadas de segurança, e a omissão desse dever implica esse elemento de culpabilidade que a Administração levou em conta ao pronunciar o acordo do qual procede este processo. Sua responsabilidade não fica exonerada, porque o rompimento da barragem foi causado pelos defeitos no desenho da bacia em certos projetos que não foram elaborados por ela, acrescentou a sentença. A culpa que se atribui à Boliden Apirsa S.L. é pela escolha dessas empresas e pelo fato de a empresa não ter se envolvido mais diretamente na supervisão de certos instrumentos de controle feitos para manter em segurança uma situação de risco criada por ela no exercício de sua atividade, completou o Supremo Tribunal. Sentença das vítimas da exposição ao amianto O Tribunal Social nº 15 de Madri, numa sentença do mês de março, condenou a empresa Uralita a pagar 1,7 milhões de euros por 23 casos de trabalhadores afetados pela exposição a amianto em Getafe (Madri). A ação coletiva, apresentada pela Associação de Vítimas do Amianto (AVIDA), é a primeira que a Uralita perde em Madri pela via social. A sentença detalha que, se os trabalhadores demandantes tivessem contado com equipamentos adequados e se tivesse sido feita uma limpeza conforme a regulamentação, as enfermidades que lhes acometeram posteriormente não teriam ocorrido, ou teriam se produzido em um grau menor. Cada vez há mais ações coletivas nos tribunais de Andaluzia, do País Basco, da Galícia e de Castilla y León e se prevê que, nos próximos anos, aparecerão novas vítimas da inalação de microfibras de amianto, que provocam câncer de pulmão, da pleura e da laringe, das placas pleurais e uma doença profissional específica conhecida como asbestose. Que a tendência será de aumento é o que se deduz do único estudo epidemiológico realizado na Espanha acerca desta questão, coordenado por Fernando García Benavides, diretor do Centro de Pesquisa de Saúde do Trabalho da Universidade Pompeu Fabra, que estima que os casos de mesotelioma diretamente relacionados com a exposição ao amianto aumentarão até o ano de Não só aparecerão mais casos de trabalhadores afetados como também os casos de exposições 8

9 beneficie a todos. A legislação espanhola parte da base de que é necessário vincular a doença ao posto de trabalho e, portanto, à empresa, quando às vezes a inalação das fibras tenha acontecido em empresas que já fecharam. Outras vezes, como já ocorreu em vários casos, falecem ou adoecem donas de casa ou pessoas que tiveram contato com as roupas do trabalhador que estava em contato com esse produto. O registro oficial de pessoas em contato com o amianto chega a um total de domésticas (familiares de trabalhadores que manipulavam as roupas de trabalho em sua lavagem, por exemplo) continuarão a aumentar, segundo se deduz de um estudo que o advogado Albert Azagra realizou recentemente, analisando sentenças do Supremo Tribunal, Tribunais Superiores de Justiça e Audiências Provinciais, entre 1996 e Nos países europeus vizinhos, como é o caso da França, criou-se um fundo de compensação para agilizar as reclamações das vítimas. Na Espanha, por sua vez, o Parlamento basco iniciou os trâmites para a constituição de um fundo de compensação semelhante. Todos os partidos políticos convidaram a Associação de Vítimas do Amianto de Euskadi (ASVIAMIE) para o comitê parlamentar que estudará e projetará esse fundo de compensação. O comité parlamentar chamará as associações afetadas, as associações de empresários (mutuas) de Euskadi, a AMA e a Inspeção do Trabalho, os técnicos de Seguridade Social e os especialistas em medicina do trabalho, além da Osalan. O plano de trabalho será elaborado de acordo com as propostas do PSE, do PP e do PNV. Os parlamentares estudarão, a priori, qual seria o melhor contexto para criar um fundo de compensação que Primeiro aniversário do terremoto, tsunami e acidente nuclear do Japão No dia 11 de março último se completou o primeiro aniversário do terremoto ocorrido na zona noroeste do oceano Pacífico, no Japão, que gerou o tsunami que arrasou a costa limítrofe do país e que, entre outros danos gigantescos, desencadeou na central de Fukushima-1 o segundo acidente nuclear mais grave da história. O saldo de danos pessoais se destaca pelas vítimas mortais e pelos, ainda um ano depois, desaparecidos, em sua 9

10 imensa maioria provocados pelo tsunami, cujas ondas gigantes chegaram a 40,5 metros. Nos primeiros momentos foi necessário deslocar pessoas, e um ano depois vítimas ainda continuam fora de seus lares, uma situação provocada em iguais proporções pelo tsunami e pela catástrofe nuclear. A repercussão econômica do pacote de eventos se estima em cerca de 300 bilhões de euros, 1,7% do PIB do Japão, por enquanto atribuíveis em sua maior parte aos efeitos do tsunami, mas com a grande incógnita dos diferentes custos de danos a terceiros e do desmantelamento da central nuclear de Fukushima. As estimativas de cobertura de apólices de seguros do total de danos se situam em torno de 30%. Os trabalhos de remoção de entulhos e limpeza dos estragos do tsunami prosseguem até hoje, mas ainda não foram iniciadas as tarefas de reconstrução. Contudo, o evento que gerou a maior implicação para o futuro foi o acidente nuclear, que acabou sendo classificado como de nível máximo, 7, na escala INES, o mesmo grau que o de Chernobil (Ucrânia). O desastre de Fukushima provocou inúmeras reações de governos e grupos que exercem pressão contra a energia nuclear. Não há dúvida de que ainda falta conhecer mais detalhes das causas do sinistro e da evolução temporal do evento, que o governo japonês e a operadora TEPCO afirmam ter 10

11 conseguido estabilizar em parada fria; se assim for, poderão ser realizadas com garantia as fases de desmantelamento da central, que se prolongarão entre 30 e 40 anos. Durante as primeiras fases do acidente, foram evacuadas as zonas próximas à central em um raio de até 40 quilômetros, que atualmente foi reduzido para 20 quilômetros. Quando se desencadearam os eventos, estavam operantes no Japão 54 reatores nucleares e hoje 12 estão ativos. Dadas as limitadas condições territoriais do Japão, foram construídas centrais com vários reatores, como a que foi afetada, Fukushima-1, que contava com seis unidades, gerando uma extrema acumulação de pontos de alto risco. A partir das análises do caso de Fukushima, os peritos extraíram, entre outras, as seguintes conclusões: Dada a gravidade das emissões radioativas que podem chegar a ser produzidas, devem-se aumentar as margens de segurança diante de todo tipo de perigos, especialmente terremotos e tsunamis. Deve-se evitar a concentração na proximidade de unidades de reatores. Os seis reatores de Fukushima estavam a cerca de 40 metros de distância um do outro. A implantação das centrais nucleares deve garantir, em um nível elevado, os possíveis efeitos de catástrofes naturais, tecnológicas e malintencionadas. É necessário garantir a mais estreita colaboração entre os operadores das centrais nucleares sinistradas e as autoridades nacionais e da Agência Internacional da Energia Atômica (AIEA). 11

12 Diminui a incidência dos acidentes de trabalho na Espanha acidentes mortais, que atingiram a cifra de 520 falecidos em jornada de trabalho e 163 in itinere, com uma redução com relação ao ano anterior de 8,6 e 13,3%, respectivamente. O desemprego mais alto em 2011 explica, em parte, devido à menor exposição, a diminuição do número absoluto de acidentes do trabalho em todos os setores. No entanto, o valor dos índices de incidência de acidentes em proporção à população dos trabalhadores expostos reflete uma queda considerável nos últimos anos. Assim, o índice de incidência de todos os acidentes de trabalho com baixa em 2011 se situou em acidentes por cada trabalhadores expostos, o que representa uma redução de 11,1% com relação ao ano anterior. A taxa de incidência em acidentes mortais ficou em 4,7, apresentando um declínio de 9,6% com relação à do ano de Por outro lado, as principais causas dos acidentes mortais em jornada de trabalho se refletem no quadro abaixo. A estatística de acidentes de trabalho registrados em 2011, segundo dados do Ministério de Emprego e Seguridade Social, reflete um total de sinistros com baixas, em sua maioria (88,2%) em jornada de trabalho, sendo o restante in itinere, ou seja, o percurso do lar até o local de trabalho, ou vice-versa. Deste número total, é importante destacar a consequência extrema dos Número Porcentagem Infartos, derrames cerebrais e outras causas não traumáticas ,9 Acidentes de trânsito em missão 87 16,7 Impactos com objeto móvel 77 14,8 Aprisionamentos, achatamentos e amputações 65 12,5 Impactos com objeto imóvel 50 9,6 12

13 Agenda AGENDA 2012 CONGRESSOS E JORNADAS JORNADA DATAS LOCAL CONVOCANTE Congresso Anual: Risco e Desenvolvimento em um Mundo Mutante XXXVII Congresso Educacional de julho Sidney (Austrália) SRA 31 de julho-3 de agosto Naples, FL (EUA) RIMS Congresso Anual 5-8 de agosto Minneapolis, MN (EUA) ARIA Congresso de setembro Munique (Alemanha) DVS Congresso de setembro Saskatoon (Canadá) RIMS Canadá VII Conferência Internacional sobre Análise e Mitigação de Riscos de setembro Isla de Brac (Croácia) Wessex Institute of Technology (Londres) Congresso ERM de outubro San Antonio, TX (EUA) RIMS Congresso Anual 6-7 de novembro Pfäffikon (Suíça) SIRM XXXII Gerente de Risco de Construção Congresso Anual VII Congresso Anual de novembro de novembro de novembro Orlando, FL (EUA) Queensland (Austrália) Sidney (Austrália) IRMI RMIA IFRIMA 13

14 entrevista Na Iberia damos extrema importância à gestão do risco em todos os níveis da empresa, manifesta Sara Garcia. A fusão com a British Airways trouxe consigo grandes mudanças, a tal ponto que, segundo a gerente de riscos da Iberia, podemos falar de um antes e um depois em termos de seguros, mas eles estão bastante satisfeitos com os resultados obtidos na colocação conjunta dos riscos. Sara García GERENTE DE RISCOS DA IBERIA Texto: ALICIA OLIVAS Fotos: ALBERTO CARRASCO O gerente de riscos será um elemento de ligação entre as diferentes áreas de 14

15 Em geral, como se estabelece o programa de Gerência de Riscos do primeiro grupo de transporte aéreo na Espanha, o terceiro da Europa e o sexto do mundo em termos de faturamento? Em primeiro lugar, analisamos o quadro regulador em matéria de seguros exigíveis para a operação, e, de acordo com ele, avaliamos os riscos de todas as áreas da companhia, desenvolvemos uma normativa interna de gestão de sinistros e controlamos detalhadamente a sinistralidade histórica para identificar as situações de maior risco. uma companhia No dia 21 de janeiro se concluía a operação de fusão da Iberia e a British Airways, que agrupou os interesses de ambas as companhias na holding International Airlines Group (IAG). Que mudanças trouxe consigo a fusão para o modelo de Gerência de Riscos estabelecido na Iberia? Efetivamente, a fusão trouxe consigo todo tipo de mudanças, a um ponto tal que podemos falar de um antes e um depois. Dentro do objetivo do plano de sinergias do IAG, fixado em 500 milhões de euros até 2015, seguros e compras foram as áreas sobre as quais se atuou de imediato após a fusão com a British Airways. E, no nosso caso, estamos extremamente contentes com os resultados obtidos na colocação conjunta dos riscos. A fusão foi concluída em 21 de janeiro de 2011 e, dois meses e meio mais tarde, em 1º de abril, estávamos colocando nossa apólice de aviação, que é a mais importante do nosso programa, das mãos da British Airways. Foi uma 15

16 na opinião de... correria. Foi um trabalho exaustivo, rigoroso, mas felizmente saiu tudo muito bem, inclusive pudemos melhorar agora, durante este exercício, por dispormos de uma margem maior de tempo. Antes da fusão, a British Airways colocava suas apólices com suas filiais e franqueadas: BA Cityflyer, OpenSkies, Comair, Sunair, com a irlandesa Aer Lingus e com a LAN. Nós colocávamos com a Vueling e com a Air Nostrum. Depois da fusão, unimos todos os programas. Este ano, tivemos mais tempo para preparar a colocação, que acabamos de ELABORAMOS O PROGRAMA CORPORATIVO DE SEGUROS CONFORME A ESTRATÉGIA DA COMPANHIA terminar, e foi um processo impecável. Incorporamos a TAM ao nosso grupo, quando ela estava prestes a se fundir com a LAN, de modo que atualmente formamos um pool de 16 aerolíneas. NOVOS DESAFIOS E PROJETOS Como a Gerência de Riscos encara os novos projetos da companhia? No setor em que estamos é impossível categorizar. A aviação engloba uma série de atividades inimagináveis, então não vamos 16

17 nos ater apenas ao avião puro e simples. No Departamento de Gerência de Riscos, o que você aprende é a se desenvolver e a ter uma mente muito aberta, e a se colocar em comunicação com todas as áreas de negócio para abarcar novos projetos e ver de que maneira podemos colaborar estreitamente com os demais departamentos. Para falar a verdade, está em andamento agora um projeto muito importante - a construção da nova sede da Iberia, junto à T4, onde temos de lidar com todos os riscos de edificação, riscos com os quais até agora eu não tinha tido contato. Agora terei de estudá-los e lidar com eles. Que desafios que a forte aposta da Iberia em Responsabilidade Corporativa causou para o seu Departamento? A Iberia foi pioneira em vários aspectos relacionados com Responsabilidade Corporativa, como a gestão da qualidade e do meio ambiente, a segurança ou a ação social de seus empregados. Como mostra do reconhecimento às ações que a empresa realiza nos contextos econômicos, ambientais e sociais, a Iberia foi escolhida, durante cinco anos consecutivos, para formar parte do seletivo Dow Jones Sustainability Index, e também foi integrada ao FTSE4Good, os dois índices bursáteis de sustentabilidade mais prestigiados do mundo. Um dos grandes projetos estratégicos da Iberia em 2011 e 2012 é o desenvolvimento de uma política integral de meio ambiente. Nosso principal objetivo é reduzir o consumo de combustível e as emissões, mas também envolver nossos clientes e empregados no compromisso com o respeito e a preservação do nosso meio ambiente. A renovação dos nossos aviões de longo raio, prevista para o primeiro trimestre de 2013, nos ajudará a sermos ainda mais eficientes no futuro. Em 2011 realizamos o primeiro voo espanhol com biocombustível, uma experiência com a qual quisemos demonstrar que se pode mais voar limpo, que nossos aviões A AVIAÇÃO ENGLOBA UMA SÉRIE DE ATIVIDADES INIMAGINÁVEIS PELA NATUREZA DE NOSSA ATIVIDADE É FUNDAMENTAL TRANSFERIR UMA PARTE DO RISCO estão preparados para isso, e que o passo seguinte é criar um mercado onde se produzam biocarburantes para aviação de forma sustentável e que eles sejam comercializados a preços competitivos. Com a nossa política ambiental, pretendemos também envolver nossos clientes, e já lhes estamos informando pelo com sobre a pegada de CO2 gerada em suas viagens, com a possibilidade de que possam compensá-la realizando contribuições voluntárias destinadas ao plantio de árvores em locais próximos aos aeroportos espanhóis. No que se refere às coberturas, a Iberia conta com um Seguro de Responsabilidade Ambiental de acordo com a Lei 26/2007, que forma parte das medidas previstas nos procedimentos que a empresa estabeleceu para enfrentar qualquer contingência ambiental. RISCOS SOB CONTROLE O negócio da Iberia, que opera há mais de 80 anos ininterruptos, está centrado principalmente em três áreas: transporte de passageiros e carga, manutenção de aviões e assistência em aeroportos ( handling ). Qual destas atividades é a mais complicada do ponto de vista do risco? Sem sombra de dúvida o transporte de passageiros. Enquanto nas atividades de carga, handling e manutenção estamos diante de um risco mais fácil de ser quantificado em termos de contratação de coberturas, no transporte de passageiros nos deparamos com um grande leque de situações e, por mais que se queira, algumas não conseguimos prever... São riscos mais difíceis de quantificar e dependem de outros fatores externos, como as rotas que operamos. Por exemplo, dependendo do ordenamento jurídico de cada país, as reclamações dos passageiros são abordadas de uma forma ou de outra. Isso se torna complicado e, além da legislação, lidamos com passageiros que provêm de países cuja cultura de reclamação é 17

18 na opinião de... mais pronunciada. No transporte de passageiros sempre podem surgir novas reclamações de qualquer natureza. No momento atual, quais dentre os riscos que ameaçam sua empresa são os que mais a preocupam? O que nós chamamos de riscos desconhecidos. E, dada a dificuldade de prever o evento que pode ocorrer, é bom ter um enfoque mais de gestão de consequências que da própria natureza do risco. Estaríamos falando, por exemplo, de como gerir o fechamento do espaço aéreo por qualquer motivo. Ninguém pensou, na época, nas consequências das cinzas vulcânicas após a erupção de um vulcão. Por isso, precisamos estar à frente, tendo clara a gestão das consequências, e logo depois precisamos tomar as medidas para ver como segurar, reter ou transferir riscos que eram hipotéticos e se materializaram. O TRANSPORTE DE VIAJANTES É MUITO DIFÍCIL DE QUANTIFICAR EM TERMOS DE COBERTURAS A cada quanto tempo vocês revisam o mapa de riscos e a que nível se situa a revisão? Constantemente. Existe uma área específica dentro da empresa focada na revisão dos riscos que sempre está ativa e em contato direto com os diferentes responsáveis das áreas de negócio e com o Departamento de Gerência de Riscos. Juntos, nos sentamos todos para estudar o risco e como tratá-lo. Mas se você tem um bom sistema de ERM, como é o nosso caso, os seus riscos operacionais e financeiros ficam bem controlados. Ainda assim, sempre há riscos do tipo sistêmico ou estratégico, que são difíceis de prever e que constituem o que chamamos de cisnes negros ou cisnes cinzas, conforme o nível de ameaça. Infelizmente, a aviação é um setor sensível a este tipo de eventos. Pudemos ver isso durante a famosa gripe aviária ou nas cinzas vulcânicas. Mas esses eventos também podem ser observados quando há problemas geopolíticos como, por exemplo, as revoluções nos países árabes no ano passado, que já estão sendo incluídas no nosso mapa de riscos. Qual é o seu programa específico para emergências, tais como catástrofes naturais, acidentes aéreos e ataques terroristas, entre outros? Contamos com um departamento concreto de Safety que desenvolve um amplo programa de segurança, com diferentes planos de Emergência, Autoproteção e Aeronáuticos, perfeitamente coordenados. Além disso, temos contado com a colaboração da ITSEMAP, que desenvolveu um Protocolo de gestão de ajudas externas, que aborda os diferentes protocolos de comunicação para ativar os recursos externos necessários nas diferentes situações de emergência que uma aeronave da Iberia pode enfrentar e em todos os pontos geográficos em que elas podem acontecer. E não só abordamos as contingências maiores, já que não devemos nos limitar apenas à ideia do grande risco - a possibilidade de que um avião se espatife ou qualquer situação parecida -, mas também pensamos nas contingências menores, como o lançamento de rampas, uma aterrissagem com espuma... Não se tem que pensar sempre no risco catastrófico. Portanto, o protocolo se apresenta como um complemento aos diferentes planos de Emergência de que a Iberia já dispõe no âmbito da gestão de emergências da empresa. Além disso, por meio deste protocolo, temos contado com o beneplácito dos Seguradores, já que solicitamos previamente seu consentimento para saber quais das situações de risco seriam contempladas e abordadas pelas nossas apólices e quais não seriam. Em comunicação com a nossa área, o Departamento de Segurança tem conseguido, assim, reforçar sua obrigação de conhecer o conteúdo das apólices e afiançar seus protocolos de segurança, prestando atenção não somente às medidas preventivas. Isso tam- 18

19 bém lhes permitiu incluir em seus planos um número maior de meios para gerenciar uma contingência, uma vez que ela surja. Resumindo, com o apoio dos Seguradores é possível chegar a um programa ainda mais eficaz e satisfatório de segurança. RETENÇÃO E TRANSFERÊNCIA DO RISCO Como você avalia a transferência seguradora como ferramenta para o tratamento de riscos? Em seu caso, que riscos retêm e em quais decidiram recorrer ao Seguro? ESTAMOS CONSIDERANDO A CRIAÇÃO DE UMA CATIVA PARA OS DEDUTÍVEIS DAS APÓLICES, PORQUE EM AVIAÇÃO ELES SÃO MUITO ELEVADOS aeronave, mas também tem de incluir aqueles que causam um impacto significativo nos resultados. Há outros riscos operacionais, como a perda de benefícios ou os danos indiretos, que gostaríamos de transferir mais para o mercado, mas eles têm cobertura limitada e, na maioria dos casos, muito onerosa. Da mesma forma, desenvolvemos um programa de controle do risco para reduzir em número e impacto os riscos não segurados que financiamos internamente (ferramentas de gestão do autosseguro). Pela natureza da nossa atividade, é necessário, fundamental, transferir uma parte do risco; e digo uma parte porque, devido à gama tão variada de riscos que o negócio de aviação suporta, seria praticamente impossível transferir tudo para o mercado, seja por falta de capacidade ou por seu custo desmedido. A volatilidade das ações no setor das linhas aéreas é reflexo da volatilidade do nosso negócio e, portanto, o investidor conhece os riscos que assume. Dito isso, a transferência dos riscos precisa, forçosamente, incluir os riscos catastróficos que podem colocar a companhia aérea em perigo, tais como os de acidente de uma Em que coberturas estão trabalhando atualmente? Acabamos de renovar uma apólice conjunta de D&O que inclui os conselhos da Iberia, da British Airways e do IAG. Sob o guarda-chuva da fusão, foi a primeira apólice que contratamos em conjunto, que entrou em vigor em 21 de janeiro de 2011, o mesmo dia em que se concluiu a fusão. Atualmente estamos considerando a possibilidade de contratarmos um seguro de Caução como complemento ou alternativa às garantias bancárias nas áreas de negócio onde nos solicitam a apresentação dessas garantias. 19

20 na opinião de... Também estamos imersos em um projeto para a gestão de incidências derivadas do transporte aéreo de equipamentos, reguladas na Espanha pelo Convênio de Montreal e pelo Regulamento 889/2002. O que vocês esperam do seu segurador? Empatia, rigor, profissionalismo, criatividade e proatividade, mas sempre pudemos contar com isso. Vocês contam com alguma cativa? Por quê? Não, mas é um tema que está em discussão desde a nossa fusão com a British Airways. A BA tem uma cativa, a Speedbird, e dentro do esquema de trabalho conjunto de colocação das melhores práticas de cada linha aérea, estamos contemplando essa possibilidade. Mas ainda não sabemos se vamos nos unir à cativa da BA ou se vamos criar uma própria. Estamos avaliando. Inicialmente, estamos considerando criar uma cativa para os dedutíveis das apólices; em aviação eles são muito elevados e provavelmente seria uma cativa de resseguro. UMA DISCIPLINA DETERMINANTE Você considera que a Gerência de Riscos é hoje uma disciplina de gestão absolutamente necessária para qualquer empresa, seja ela uma grande multinacional ou uma PME? Sem dúvida, é determinante. Por este motivo na Iberia damos extrema importância à gestão do risco em todos os níveis da empresa, e trabalhamos para que a cultura do risco esteja presente em todas as ações da cadeia de produção. Quem tem de velar pela medição e assunção correta dos riscos são os responsáveis MEU PRINCIPAL OBJETIVO É DESENVOLVER UMA POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS POR MEIO DE UM PLANEJAMENTO CORRETO DE COBERTURAS dos negócios, mas, claro, sempre ajudados e coordenados pelo Departamento de Riscos. O que está faltando, então, para que a Gerência de Riscos alcance a velocidade de um Airbus 380? Falta insistir ainda mais em se fomentar uma cultura de risco a nível empresarial dentro da organização. O trabalho de comunicação é fundamental. Se os responsáveis da empresa forem conscientes disso e capazes de transmitir essa cultura a outras áreas, com certeza a Gerência de Riscos decolará como um Airbus 380. Os gerentes de riscos estão conseguindo alcançar uma visibilidade adequada? Sim, e, na verdade, nisso desempenham um grande trabalho os brokers, as seguradoras, os peritos, etc., que organizam jornadas e encontros ou delas participam, porque ninguém está de posse da verdade, e é preciso compartilhar as melhores práticas e avaliar outros pontos de vista com profissionais diversos. Tudo isso nos dá a possibilidade de obter uma visão adequada. Em poucas palavras, como será o gerente de riscos do futuro? Nos próximos anos, o gerente de riscos, e isso já está acontecendo, será uma peça chave e um elemento de ligação entre as diferentes áreas de negócio de uma empresa. 20

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