AUTORIDADE DA INFORMAÇÃO

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1 AUTORIDADE DA INFORMAÇÃO Eduardo Guimarães DL-IEL/Labeurb - UNICAMP RESUMO: Este artigo traz uma análise da afirmação Se não está no Google, não existe, na relação com a pergunta Se não está no Google, não existe (?). Inscrito em uma semântica enunciativa não-referencialista e não-cognitivista, o autor mostra que o segundo enunciado funciona como um contra-argumento que se opõe à enunciação por autoridade que sustenta o primeiro, contra-argumento este agenciado na relação entre língua e história. ABSTRACT: This article presents an analysis of the affirmative statement If it is not on Google, it doesn t exist, in relation to the question If it is not on Google, it doesn t exist (?). Based upon a non-referentialist and non-cognitivist enunciative semantics, the author shows that the second statement operates as a counter-argument that opposes the authoritative utterance that supports the first one, and that this counter-argument is configured thanks to its inscription in the relation between language and history. Vivemos a era das chamadas tecnologias da informação. E este modo de nomear estas tecnologias da atualidade já significa a força argumentativa que a enunciação de uma palavra (informação), e de expressões correlacionadas, apresenta. O sentido desta nomeação (tecnologias da informação) significa, entre outras coisas, que estamos determinados a funcionar na sociedade pelo modo como a relação com a informação produz redes e instrumentos que nos agenciam pela força dos sentidos por eles produzidos e dos modos de produzi-los. Nesta conjuntura quero me deter na análise de um enunciado cujo sentido significa esta relação. Vou me dedicar à análise do enunciado (1) Se não está no Google, não existe. 9

2 Vou me dedicar a analisar este enunciado na relação com outros enunciados correlacionados. Este enunciado, que circula de vários modos atualmente, eu o vou tomar a partir de uma busca que fiz no próprio Google, e onde encontrei o seguinte texto: 10 T1- Se não está no Google, não existe (?) A frase acima é uma máxima da internet. Se você acessou o site criado por Larry Page e Sergey Brin, pesquisou e não encontrou o que buscava, bem, é bem provável que você esteja pesquisando por algo que ainda não existe. Algo que não tenham (sic) nem mesmo o registro de uma vaga idéia sobre ele, afinal, não foi possível obter informações pelo Google. Mas se você é um ávido usuário da internet, já deve ter se deparado com a escassez (ou até mesmo a ausência) de informações claras sobre algum assunto ou item. Até porque o Google não realiza buscas internas em determinadas redes ou serviços da web, limitando algumas buscas. O Baixaki lista agora uma série de dicas para que você tenha certeza de que espremeu a internet atrás daquilo que procura. (www.tecmundo.com.br/google/4994-nao-achei-no-google-e-agora-. htm - em 24 de outubro de 2012). Vou analisar, no texto considerado, o enunciado (1), na sua relação com o enunciado: (2) Se não está no Google, não existe (?) Antes de passarmos à análise, lembramos que, de nosso ponto de vista, os enunciados significam por integrarem textos. E estes são, nesta medida, unidades de significação que integram enunciados 1. Nossa análise vai considerar os enunciados em questão enquanto integrados a este texto. Isto nos permitirá também, a partir desta entrada no texto, refletir sobre sentidos que ele produz ao integrar estes enunciados. Tomando-se o título do texto T1, (2) Se não está no Google, não existe (?) Pode-se parafrasear (2) por (2a) Dizem que no Google encontra-se tudo que se procura.

3 (2b) Dizem eu afirmo que se não está no Google, não existe (2c) É mesmo possível afirmar que se não está no Google, não existe? A paráfrase (2c) se deve a que o enunciado (2) não é se não está no Google não existe?. O modo de apresentar a pergunta em (2) a coloca incidindo sobre o engajamento performativo de (1), sobre o acontecimento de dizer (1), e não simplesmente sobre o dito em (1). Admitindo-se este modo de parafrasear, podemos dizer que o título do texto T1 traz em discurso relatado o enunciado (1) que se repete em enunciações variadas e constantes. E este aspecto, o da repetição, está ligado a que (1) é um enunciado que funciona como uma máxima, aspecto reconhecido pelo próprio T1 que o cita. Por outro lado, se consideramos a pergunta (2c), observamos que ela é paráfrase de (2c ) Não se pode afirmar que se não está no Google, não existe. que funciona, em certa medida, como paráfrase de (2c ) Não é verdade que se não está no Google, não existe. Assim a pergunta que incide sobre a veracidade do que se diz em (1) se apresenta, e já o indicamos acima, tal como o próprio texto, como uma contestação à enunciação que afirma o enunciado (1). Mas vamos analisar mais de perto o enunciado (1) e o enunciado (2) que de algum modo o cita e contesta. Argumento de Autoridade Tomando o enunciado (1), podemos considerar a seguinte paráfrase: (1a) No Google encontra-se tudo que se procura. (1b) O que não está no Google não existe. Admitida esta paráfrase para (1), somos levados a considerar que sua enunciação significa numa cena enunciativa 2 como: E1 (1 a) no Google encontra-se tudo que se procura (1 ) l-x - L AL al-x E2 (1 b) O que não está no Google não existe. 11

4 Podemos considerar tal constituição da cena enunciativa, levando em conta que o que está significado em (1 a) não é dito ao mesmo título que o que está em (1 b). Uma primeira diferença se pode observar considerando que (1 a) pode ser parafraseado por 12 (1 a ) Como se sabe (como todos sabemos como é sabido) no Google encontra-se tudo que existe. Ao passo que o que está dito em (1 b) pode ser parafraseado por (1 b ) considerando que sabemos que no Google está tudo que existe, afirmo (posso afirmar) que aquilo que não está no Google não existe. Deste modo há uma diferença no modo de dizer e significar (1 a) e (1 b). Por outro lado há que se levar em conta que em (1) a afirmação de algo torna-se aquilo que garante sua existência. A afirmação constitui a própria garantia de sua verdade. Como podemos explicar este modo de significar? Avancemos um pouco mais. Voltando à cena enunciativa representada em (1 ) podemos considerar que E1 é um enunciador genérico, já que esta voz (veja a paráfrase (1 a )) é uma voz difusa que mostra, na perspectiva de E1, que no Google encontra-se tudo que se procura. Por outro lado podemos considerar que uma voz individual se responsabiliza por (afirmo) o que não está no Google não existe. Ao mesmo tempo podemos considerar que o l-x (um l-internauta) é agenciado pela voz genérica e L é agenciado pela voz individual. Antes de avançar na interpretação do que pudemos descrever, vou trazer aqui o que se conhece como argumento de autoridade. Para começar tomemos a definição de Perelman e Tyteca (1958, P.411): O argumento de prestígio mais nitidamente caracterizado é o argumento de autoridade, o qual utiliza atos ou julgamentos de uma pessoa ou de um grupo de pessoas como meio de prova em favor de uma tese. Ducrot (1984, P.140), de uma maneira mais técnica, diz: Eu direi que se utiliza, a propósito de uma proposição P, um argumento de autoridade, quando, ao mesmo tempo: 1. indica-se que P já foi, é atualmente, ou poderia ser objeto de uma asserção;

5 2. apresenta-se esse fato como se valorizasse a proposição P, como se a reforçasse, como se lhe ajuntasse um peso particular. Um outro aspecto a considerar aqui é que este argumento de autoridade, recusado como válido em manuais de retórica, é de grande interesse para o modo de significação em muitos casos. Perelman e Tyteca dizem mesmo que apesar de os positivistas considerarem o argumento de autoridade como fraudulento, eles, ao contrário, consideram que o argumento de autoridade é de uma importância extrema, e se é sempre permitido, em uma argumentação particular, contestar seu valor, não se pode, sem mais, descartá-lo como irrelevante... (Perelman e Tyteca, 1958, p. 412). De nosso ponto de vista, isto é tanto mais importante, porque o que está em jogo não é a existência de algo, mas como um enunciado significa nestas condições. Voltemos ao enunciado (1) e à configuração da cena enunciativa em (1 ). Claramente podemos dizer que (1 a), enunciado do lugar de E1, funciona como um argumento de autoridade: apresenta um dizer como uma afirmação que tem um peso particular, que sustenta a enunciação de (1 b). E é nesta medida que (1) funciona como a sustentação de sua própria verdade. (1) produz uma garantia circular sobre o que significa, e neste plano está, aparentemente, do ponto de vista enunciativo, imune a contra-argumento. Argumento de Autoridade e Contra-Argumento Como vimos no início, tomamos o enunciado (1) num texto que tem o objetivo de dizer que há muita informação na internet à qual não se chega pelo Google. O enunciado (1) é um enunciado que, de algum modo, está relatado pelo enunciado (2), que aparece como título de um texto. Retomemos o enunciado Se não está no Google, não existe (?) Este enunciado, tal como consideramos antes, pode ser parafraseado como segue: (2a) Dizem que no Google encontra-se tudo que se procura. (2b) Dizem eu afirmo que se não está no Google, não existe (2c) É mesmo possível afirmar que se não está no Google, não existe? Como vimos, o que este parafraseamento mostra é que a pergunta não incide, simplesmente, sobre o que se afirma em (1) relatado em (2). 13

6 A pergunta incide sobre a enunciação de (1), coloca em questão o fato de se afirmar (1). Deste modo podemos considerar para (2) a seguinte cena enunciativa (as perguntas (2 c1) e (2 c2) aqui são o modo de levar em conta (1), considerando a cena enunciativa (1 ): E1 (2 a) No Google encontra-se tudo que se procura. E2 L1- (2 b) eu afirmo que se não está no Google não existe l-x - L E3- (2 c1) É mesmo possível afirmar (é verdade que) no Google encontra-se tudo que se procura? E3 (2 c2) É mesmo possível afirmar (é verdade que) se não está no Google, não existe? E neste caso observa-se que E1 significa enquanto enunciador genérico, mantemos aqui a análise que fizemos para (1), e E2 como um enunciador individual que agencia L1. Por outro lado E3 é também um enunciador individual que agencia L e l-(x internauta). E a pergunta de L (na verdade as perguntas) produz um outro movimento argumentativo. Tal como dizem Anscombre e Ducrot (1983), uma pergunta total, de resposta direta sim/não, tal como em (2), tem a mesma direção argumentativa que o enunciado negativo correlacionado. Para avançar nesta reflexão, tomemos a pergunta significada em (2), na forma de (3): paráfrase de (2 c1) e (2 c2): (3)Estas afirmações estão corretas/é possível fazer estas afirmações? Note-se que podemos imaginar para (3) a seguinte continuidade, na voz de um mesmo L: (3a)Estas afirmações estão corretas? Mas não creia que quero te contestar. E soaria estranho, nas mesmas condições, por redundante, (3b) Estas afirmações estão corretas? Eu quero te contestar. Por outro lado, podemos considerar (3c) paráfrase de (3d): (3c) Estas afirmações estão corretas? Você quis nos enganar. (3d) Estas afirmações não estão corretas. Você quis nos enganar. 14

7 Ou seja, a diretividade argumentativa da pergunta é a mesma da negação, nestes casos. Por outro lado, considerando o texto do qual (2) é título, observamos que se trata de um texto que se desenvolve, exatamente, segundo a direção argumentativa do não. Note-se que o primeiro parágrafo do texto T1, que sustenta uma argumentação na direção apresentada por (1), é um argumento preterido pela relação concessiva que se estabelece em enunciações como A mas B 3. Como se vê, o segundo parágrafo do texto, introduzido por mas, é o argumento que se impõe pelo texto, exatamente enquanto oposto ao que se argumenta no primeiro parágrafo (aquilo que se pretere). Ou seja, a pergunta em (2) direcionou o texto que aí se produz para (2 ) Não é verdade que se encontra tudo no Google. Assim podemos considerar que tanto (2c) Estas afirmações (2a e 2b) são corretas? quanto (2c ) Estas afirmações (2a e 2b) não são corretas. orientam para (2 ). E neste caso podemos considerar que em (2) tem-se o que se conhece como uma pergunta retórica (funcionamento claramente explicado pelo sentido da direção argumentativa destas perguntas totais) 4. Ou seja, trata-se de uma pergunta que já traz sua resposta, e sempre uma resposta negativa. E assim acaba significando a afirmação da negação correspondente. Ou seja, o enunciado (2) pergunta se as afirmações (2a) e (2b) são corretas e traz a resposta de que não são corretas. De outra parte, a contestação através da pergunta traz, de um lado, um elemento diverso da contestação pela negativa direta: L, agenciado em (2), não confronta diretamente o L1 agenciado em (1) e citado em (2); de outro lado, a contestação realizada se mostra, em certa medida, como realizável, por estar neste modo de enunciação. Por se apresentar como pergunta retórica, a negativa afirmada tem a mesma força de contestação que o argumento de autoridade tem. A direção argumentativa da pergunta retórica, exatamente porque não discute o argumento, coloca-o como inexistente. Tanto o argumento de autoridade quanto a pergunta retórica tiram sua força argumentativa por não dizerem diretamente o que dizem. 15

8 Assim chegamos ao seguinte, o Google traz um enunciado que sustenta que há tudo nele e que não há tudo nele. Nada de especial neste funcionamento da orientação argumentativa neste caso. O que há é que esta argumentação traz uma particularidade: sustenta a importância de um instrumento tecnológico específico, e, ao fazer isso, sustenta o próprio sentido como mera informação: o todo disponível são informações que o instrumento encontra onde estiver. De um lado um argumento de autoridade sustentando que o todo das informações podem ser encontradas no Google, de outro uma pergunta já direcionando a argumentação para o contrário do argumento de autoridade. A significação da argumentação por autoridade é, fundamentalmente, a sustentação da hegemonia disto que chamamos um buscador, um motor de busca (um buscador interessa enquanto seja capaz de encontrar as informações de que precisamos). E a afirmação contrária, ou conclusão contrária, formulada no modo da pergunta retórica, não é impedida de significar, pelo próprio modo de funcionamento da tecnologia, do buscador. O funcionamento desta tecnologia produz, então, sentidos que não só não podem ser compreendidos como informações, como também são sentidos que significam contra o sentido de informação. Conclusão O interesse nisso é que, ao sustentar em (2), no texto T1, um argumento contrário ao argumento em (1), temos um L que contesta a autoridade do Google. Contestação que o Google não tem como deixar de mostrar, como forma mesmo de sustentação da sua autoridade. De outra parte, o modo de (2) contestar o argumento de autoridade em (1) só pode se dar admitindo-se a afirmação de (1) e a autoridade que o sustenta, admitindo-se seu caráter de evidência. Projetando o resultado dessa análise semântica para a reflexão dos sentidos destas novas tecnologias, podemos observar que, dada a natureza do instrumento (o buscador, o motor de busca), ele não contém nada (um buscador não contém nenhuma das informações que procura), mas é significado como contendo tudo, veja que o enunciado (1) afirma (1) Se não está no Google, não existe. Podemos considerar que estamos diante de uma metáfora 5, pela qual um enunciado como (1c) Se não encontrou pelo Google, não existe. 16

9 tem o não encontrou reescrito e condensado por não está. Ou seja, o enunciado (1c) é reescriturado e condensado pelo enunciado (1). Esta metáfora faz assim significar o Google como um ambiente da rede onde há tudo, mesmo que nele nada haja. E nesta medida, nele não só encontramos um contra-argumento que, ao opor-se ao argumento de autoridade, opõe-se à própria autoridade, e que nos leva ao próprio enunciado que contesta a autoridade. O Google não sabe que o contestam, o Google nos leva ao argumento que o contesta e isso, ao mesmo tempo, sustenta o argumento de autoridade. O enunciado analisado adensa toda a contradição entre a afirmação do acesso a toda a informação e a impossibilidade disso, que acaba por significar circularmente, a sua própria sustentação (ao estar dito que nem tudo, nem toda informação é acessível, afirma-se que toda ela é acessível). Estamos diante do que vou chamar de controvérsia da informação, sustenta-se que toda informação está no Google, ao se contraditar que toda informação está no Google. Ela, a controvérsia, é constituída por uma argumentação de autoridade, e que sustenta socialmente o lugar das chamadas novas tecnologias da informação, e por uma argumentação que coloca diretamente em questão esta autoridade. Particularmente interessante no caso analisado é que a contestação do argumento de autoridade, e assim da própria autoridade, se faz por um movimento de sentido muito particular, uma pergunta retórica, que ao ser feita, ao incidir sobre o argumento de autoridade já o nega. Trata- -se de um embate argumentativo que se apresenta como fora de qualquer necessidade de sustentação veritativa. Não se trata da existência das coisas empiricamente, trata-se de como elas estão significadas. A análise dos enunciados considerados coloca em pauta isto que chamei controvérsia da informação. Ou seja, significar instrumentos como buscadores, como tecnologias da informação, faz significar a informação como um todo acessível e ao mesmo tempo significa-se a impossibilidade disso. (1) e (2) afirmam isso e contradizem isso. E mais, (2) se apresenta, como informação no próprio espaço garantido pelo enunciado (1). Do nosso ponto de vista, e foi por isso que chamei o confronto de sentidos em (2) de controvérsia (e não de paradoxo e muito menos falácia), o que interessa na análise dos enunciados (1) e (2) não são as informações, mas o modo de significar destas tecnologias, em condições históricas específicas, e que a análise dos enunciados nos leva a entender. A contradição na controvérsia não tem que ser resolvida, ela significa uma condição do funcionamento destes instrumentos tecnológicos. 17

10 Notas 1 A este respeito ver Guimarães (2011). 2 No sentido que dou a esta noção (Guimarães, 2002). L = Locutor (que se apresenta como responsável pelo dizer); AL= o correlato de L; l-x = lugar social de locutor; al-x = correlato de l-x; E = enunciador, um lugar de dizer (uma perspectiva do dizer). 3 A este respeito ver, por exemplo, Guimarães (1987). 4 Ver em Anscombre e Ducrot (1983, p ) uma discussão mais específica sobre o funcionamento da pergunta retórica. 5 A respeito do funcionamento da metáfora, tal como a considero, ver Guimarães (2011). Referências Bibliográficas ANSCOMBRE, J-C.; DUCROT, O. (1983) L argumentation dans la langue. Bruxelas: Mardaga. DUCROT, O. (1984) A argumentação por Autoridade. In:. O dizer e o dito. Campinas: Pontes, 1987, p GUIMARÃES, E. (1987) Texto e Argumentação. Campinas: Pontes. GUIMARÃES, E. (2002) Semântica do Acontecimento. Campinas: Pontes. GUIMARÃES, E. (2011) Uma Hipótese sobre a Metáfora. In: RODRI- GUES, E. A. et. al. (Orgs.) Análise de discurso no Brasil. Pensando o impensado sempre, uma homenagem a Eni Orlandi. Campinas: RG, p PERELMAN, Ch.; OLBRECHTS-TYTECA, L. (1983) Traité de l argumentation. Bruxelas: Editons de l Université de Bruxelles. Palavras-chave: argumentação, enunciação, autoridade Key-words: argumentation, enunciation, authority 18

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