AUTORIDADE DA INFORMAÇÃO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "AUTORIDADE DA INFORMAÇÃO"

Transcrição

1 AUTORIDADE DA INFORMAÇÃO Eduardo Guimarães DL-IEL/Labeurb - UNICAMP RESUMO: Este artigo traz uma análise da afirmação Se não está no Google, não existe, na relação com a pergunta Se não está no Google, não existe (?). Inscrito em uma semântica enunciativa não-referencialista e não-cognitivista, o autor mostra que o segundo enunciado funciona como um contra-argumento que se opõe à enunciação por autoridade que sustenta o primeiro, contra-argumento este agenciado na relação entre língua e história. ABSTRACT: This article presents an analysis of the affirmative statement If it is not on Google, it doesn t exist, in relation to the question If it is not on Google, it doesn t exist (?). Based upon a non-referentialist and non-cognitivist enunciative semantics, the author shows that the second statement operates as a counter-argument that opposes the authoritative utterance that supports the first one, and that this counter-argument is configured thanks to its inscription in the relation between language and history. Vivemos a era das chamadas tecnologias da informação. E este modo de nomear estas tecnologias da atualidade já significa a força argumentativa que a enunciação de uma palavra (informação), e de expressões correlacionadas, apresenta. O sentido desta nomeação (tecnologias da informação) significa, entre outras coisas, que estamos determinados a funcionar na sociedade pelo modo como a relação com a informação produz redes e instrumentos que nos agenciam pela força dos sentidos por eles produzidos e dos modos de produzi-los. Nesta conjuntura quero me deter na análise de um enunciado cujo sentido significa esta relação. Vou me dedicar à análise do enunciado (1) Se não está no Google, não existe. 9

2 Vou me dedicar a analisar este enunciado na relação com outros enunciados correlacionados. Este enunciado, que circula de vários modos atualmente, eu o vou tomar a partir de uma busca que fiz no próprio Google, e onde encontrei o seguinte texto: 10 T1- Se não está no Google, não existe (?) A frase acima é uma máxima da internet. Se você acessou o site criado por Larry Page e Sergey Brin, pesquisou e não encontrou o que buscava, bem, é bem provável que você esteja pesquisando por algo que ainda não existe. Algo que não tenham (sic) nem mesmo o registro de uma vaga idéia sobre ele, afinal, não foi possível obter informações pelo Google. Mas se você é um ávido usuário da internet, já deve ter se deparado com a escassez (ou até mesmo a ausência) de informações claras sobre algum assunto ou item. Até porque o Google não realiza buscas internas em determinadas redes ou serviços da web, limitando algumas buscas. O Baixaki lista agora uma série de dicas para que você tenha certeza de que espremeu a internet atrás daquilo que procura. (www.tecmundo.com.br/google/4994-nao-achei-no-google-e-agora-. htm - em 24 de outubro de 2012). Vou analisar, no texto considerado, o enunciado (1), na sua relação com o enunciado: (2) Se não está no Google, não existe (?) Antes de passarmos à análise, lembramos que, de nosso ponto de vista, os enunciados significam por integrarem textos. E estes são, nesta medida, unidades de significação que integram enunciados 1. Nossa análise vai considerar os enunciados em questão enquanto integrados a este texto. Isto nos permitirá também, a partir desta entrada no texto, refletir sobre sentidos que ele produz ao integrar estes enunciados. Tomando-se o título do texto T1, (2) Se não está no Google, não existe (?) Pode-se parafrasear (2) por (2a) Dizem que no Google encontra-se tudo que se procura.

3 (2b) Dizem eu afirmo que se não está no Google, não existe (2c) É mesmo possível afirmar que se não está no Google, não existe? A paráfrase (2c) se deve a que o enunciado (2) não é se não está no Google não existe?. O modo de apresentar a pergunta em (2) a coloca incidindo sobre o engajamento performativo de (1), sobre o acontecimento de dizer (1), e não simplesmente sobre o dito em (1). Admitindo-se este modo de parafrasear, podemos dizer que o título do texto T1 traz em discurso relatado o enunciado (1) que se repete em enunciações variadas e constantes. E este aspecto, o da repetição, está ligado a que (1) é um enunciado que funciona como uma máxima, aspecto reconhecido pelo próprio T1 que o cita. Por outro lado, se consideramos a pergunta (2c), observamos que ela é paráfrase de (2c ) Não se pode afirmar que se não está no Google, não existe. que funciona, em certa medida, como paráfrase de (2c ) Não é verdade que se não está no Google, não existe. Assim a pergunta que incide sobre a veracidade do que se diz em (1) se apresenta, e já o indicamos acima, tal como o próprio texto, como uma contestação à enunciação que afirma o enunciado (1). Mas vamos analisar mais de perto o enunciado (1) e o enunciado (2) que de algum modo o cita e contesta. Argumento de Autoridade Tomando o enunciado (1), podemos considerar a seguinte paráfrase: (1a) No Google encontra-se tudo que se procura. (1b) O que não está no Google não existe. Admitida esta paráfrase para (1), somos levados a considerar que sua enunciação significa numa cena enunciativa 2 como: E1 (1 a) no Google encontra-se tudo que se procura (1 ) l-x - L AL al-x E2 (1 b) O que não está no Google não existe. 11

4 Podemos considerar tal constituição da cena enunciativa, levando em conta que o que está significado em (1 a) não é dito ao mesmo título que o que está em (1 b). Uma primeira diferença se pode observar considerando que (1 a) pode ser parafraseado por 12 (1 a ) Como se sabe (como todos sabemos como é sabido) no Google encontra-se tudo que existe. Ao passo que o que está dito em (1 b) pode ser parafraseado por (1 b ) considerando que sabemos que no Google está tudo que existe, afirmo (posso afirmar) que aquilo que não está no Google não existe. Deste modo há uma diferença no modo de dizer e significar (1 a) e (1 b). Por outro lado há que se levar em conta que em (1) a afirmação de algo torna-se aquilo que garante sua existência. A afirmação constitui a própria garantia de sua verdade. Como podemos explicar este modo de significar? Avancemos um pouco mais. Voltando à cena enunciativa representada em (1 ) podemos considerar que E1 é um enunciador genérico, já que esta voz (veja a paráfrase (1 a )) é uma voz difusa que mostra, na perspectiva de E1, que no Google encontra-se tudo que se procura. Por outro lado podemos considerar que uma voz individual se responsabiliza por (afirmo) o que não está no Google não existe. Ao mesmo tempo podemos considerar que o l-x (um l-internauta) é agenciado pela voz genérica e L é agenciado pela voz individual. Antes de avançar na interpretação do que pudemos descrever, vou trazer aqui o que se conhece como argumento de autoridade. Para começar tomemos a definição de Perelman e Tyteca (1958, P.411): O argumento de prestígio mais nitidamente caracterizado é o argumento de autoridade, o qual utiliza atos ou julgamentos de uma pessoa ou de um grupo de pessoas como meio de prova em favor de uma tese. Ducrot (1984, P.140), de uma maneira mais técnica, diz: Eu direi que se utiliza, a propósito de uma proposição P, um argumento de autoridade, quando, ao mesmo tempo: 1. indica-se que P já foi, é atualmente, ou poderia ser objeto de uma asserção;

5 2. apresenta-se esse fato como se valorizasse a proposição P, como se a reforçasse, como se lhe ajuntasse um peso particular. Um outro aspecto a considerar aqui é que este argumento de autoridade, recusado como válido em manuais de retórica, é de grande interesse para o modo de significação em muitos casos. Perelman e Tyteca dizem mesmo que apesar de os positivistas considerarem o argumento de autoridade como fraudulento, eles, ao contrário, consideram que o argumento de autoridade é de uma importância extrema, e se é sempre permitido, em uma argumentação particular, contestar seu valor, não se pode, sem mais, descartá-lo como irrelevante... (Perelman e Tyteca, 1958, p. 412). De nosso ponto de vista, isto é tanto mais importante, porque o que está em jogo não é a existência de algo, mas como um enunciado significa nestas condições. Voltemos ao enunciado (1) e à configuração da cena enunciativa em (1 ). Claramente podemos dizer que (1 a), enunciado do lugar de E1, funciona como um argumento de autoridade: apresenta um dizer como uma afirmação que tem um peso particular, que sustenta a enunciação de (1 b). E é nesta medida que (1) funciona como a sustentação de sua própria verdade. (1) produz uma garantia circular sobre o que significa, e neste plano está, aparentemente, do ponto de vista enunciativo, imune a contra-argumento. Argumento de Autoridade e Contra-Argumento Como vimos no início, tomamos o enunciado (1) num texto que tem o objetivo de dizer que há muita informação na internet à qual não se chega pelo Google. O enunciado (1) é um enunciado que, de algum modo, está relatado pelo enunciado (2), que aparece como título de um texto. Retomemos o enunciado Se não está no Google, não existe (?) Este enunciado, tal como consideramos antes, pode ser parafraseado como segue: (2a) Dizem que no Google encontra-se tudo que se procura. (2b) Dizem eu afirmo que se não está no Google, não existe (2c) É mesmo possível afirmar que se não está no Google, não existe? Como vimos, o que este parafraseamento mostra é que a pergunta não incide, simplesmente, sobre o que se afirma em (1) relatado em (2). 13

6 A pergunta incide sobre a enunciação de (1), coloca em questão o fato de se afirmar (1). Deste modo podemos considerar para (2) a seguinte cena enunciativa (as perguntas (2 c1) e (2 c2) aqui são o modo de levar em conta (1), considerando a cena enunciativa (1 ): E1 (2 a) No Google encontra-se tudo que se procura. E2 L1- (2 b) eu afirmo que se não está no Google não existe l-x - L E3- (2 c1) É mesmo possível afirmar (é verdade que) no Google encontra-se tudo que se procura? E3 (2 c2) É mesmo possível afirmar (é verdade que) se não está no Google, não existe? E neste caso observa-se que E1 significa enquanto enunciador genérico, mantemos aqui a análise que fizemos para (1), e E2 como um enunciador individual que agencia L1. Por outro lado E3 é também um enunciador individual que agencia L e l-(x internauta). E a pergunta de L (na verdade as perguntas) produz um outro movimento argumentativo. Tal como dizem Anscombre e Ducrot (1983), uma pergunta total, de resposta direta sim/não, tal como em (2), tem a mesma direção argumentativa que o enunciado negativo correlacionado. Para avançar nesta reflexão, tomemos a pergunta significada em (2), na forma de (3): paráfrase de (2 c1) e (2 c2): (3)Estas afirmações estão corretas/é possível fazer estas afirmações? Note-se que podemos imaginar para (3) a seguinte continuidade, na voz de um mesmo L: (3a)Estas afirmações estão corretas? Mas não creia que quero te contestar. E soaria estranho, nas mesmas condições, por redundante, (3b) Estas afirmações estão corretas? Eu quero te contestar. Por outro lado, podemos considerar (3c) paráfrase de (3d): (3c) Estas afirmações estão corretas? Você quis nos enganar. (3d) Estas afirmações não estão corretas. Você quis nos enganar. 14

7 Ou seja, a diretividade argumentativa da pergunta é a mesma da negação, nestes casos. Por outro lado, considerando o texto do qual (2) é título, observamos que se trata de um texto que se desenvolve, exatamente, segundo a direção argumentativa do não. Note-se que o primeiro parágrafo do texto T1, que sustenta uma argumentação na direção apresentada por (1), é um argumento preterido pela relação concessiva que se estabelece em enunciações como A mas B 3. Como se vê, o segundo parágrafo do texto, introduzido por mas, é o argumento que se impõe pelo texto, exatamente enquanto oposto ao que se argumenta no primeiro parágrafo (aquilo que se pretere). Ou seja, a pergunta em (2) direcionou o texto que aí se produz para (2 ) Não é verdade que se encontra tudo no Google. Assim podemos considerar que tanto (2c) Estas afirmações (2a e 2b) são corretas? quanto (2c ) Estas afirmações (2a e 2b) não são corretas. orientam para (2 ). E neste caso podemos considerar que em (2) tem-se o que se conhece como uma pergunta retórica (funcionamento claramente explicado pelo sentido da direção argumentativa destas perguntas totais) 4. Ou seja, trata-se de uma pergunta que já traz sua resposta, e sempre uma resposta negativa. E assim acaba significando a afirmação da negação correspondente. Ou seja, o enunciado (2) pergunta se as afirmações (2a) e (2b) são corretas e traz a resposta de que não são corretas. De outra parte, a contestação através da pergunta traz, de um lado, um elemento diverso da contestação pela negativa direta: L, agenciado em (2), não confronta diretamente o L1 agenciado em (1) e citado em (2); de outro lado, a contestação realizada se mostra, em certa medida, como realizável, por estar neste modo de enunciação. Por se apresentar como pergunta retórica, a negativa afirmada tem a mesma força de contestação que o argumento de autoridade tem. A direção argumentativa da pergunta retórica, exatamente porque não discute o argumento, coloca-o como inexistente. Tanto o argumento de autoridade quanto a pergunta retórica tiram sua força argumentativa por não dizerem diretamente o que dizem. 15

8 Assim chegamos ao seguinte, o Google traz um enunciado que sustenta que há tudo nele e que não há tudo nele. Nada de especial neste funcionamento da orientação argumentativa neste caso. O que há é que esta argumentação traz uma particularidade: sustenta a importância de um instrumento tecnológico específico, e, ao fazer isso, sustenta o próprio sentido como mera informação: o todo disponível são informações que o instrumento encontra onde estiver. De um lado um argumento de autoridade sustentando que o todo das informações podem ser encontradas no Google, de outro uma pergunta já direcionando a argumentação para o contrário do argumento de autoridade. A significação da argumentação por autoridade é, fundamentalmente, a sustentação da hegemonia disto que chamamos um buscador, um motor de busca (um buscador interessa enquanto seja capaz de encontrar as informações de que precisamos). E a afirmação contrária, ou conclusão contrária, formulada no modo da pergunta retórica, não é impedida de significar, pelo próprio modo de funcionamento da tecnologia, do buscador. O funcionamento desta tecnologia produz, então, sentidos que não só não podem ser compreendidos como informações, como também são sentidos que significam contra o sentido de informação. Conclusão O interesse nisso é que, ao sustentar em (2), no texto T1, um argumento contrário ao argumento em (1), temos um L que contesta a autoridade do Google. Contestação que o Google não tem como deixar de mostrar, como forma mesmo de sustentação da sua autoridade. De outra parte, o modo de (2) contestar o argumento de autoridade em (1) só pode se dar admitindo-se a afirmação de (1) e a autoridade que o sustenta, admitindo-se seu caráter de evidência. Projetando o resultado dessa análise semântica para a reflexão dos sentidos destas novas tecnologias, podemos observar que, dada a natureza do instrumento (o buscador, o motor de busca), ele não contém nada (um buscador não contém nenhuma das informações que procura), mas é significado como contendo tudo, veja que o enunciado (1) afirma (1) Se não está no Google, não existe. Podemos considerar que estamos diante de uma metáfora 5, pela qual um enunciado como (1c) Se não encontrou pelo Google, não existe. 16

9 tem o não encontrou reescrito e condensado por não está. Ou seja, o enunciado (1c) é reescriturado e condensado pelo enunciado (1). Esta metáfora faz assim significar o Google como um ambiente da rede onde há tudo, mesmo que nele nada haja. E nesta medida, nele não só encontramos um contra-argumento que, ao opor-se ao argumento de autoridade, opõe-se à própria autoridade, e que nos leva ao próprio enunciado que contesta a autoridade. O Google não sabe que o contestam, o Google nos leva ao argumento que o contesta e isso, ao mesmo tempo, sustenta o argumento de autoridade. O enunciado analisado adensa toda a contradição entre a afirmação do acesso a toda a informação e a impossibilidade disso, que acaba por significar circularmente, a sua própria sustentação (ao estar dito que nem tudo, nem toda informação é acessível, afirma-se que toda ela é acessível). Estamos diante do que vou chamar de controvérsia da informação, sustenta-se que toda informação está no Google, ao se contraditar que toda informação está no Google. Ela, a controvérsia, é constituída por uma argumentação de autoridade, e que sustenta socialmente o lugar das chamadas novas tecnologias da informação, e por uma argumentação que coloca diretamente em questão esta autoridade. Particularmente interessante no caso analisado é que a contestação do argumento de autoridade, e assim da própria autoridade, se faz por um movimento de sentido muito particular, uma pergunta retórica, que ao ser feita, ao incidir sobre o argumento de autoridade já o nega. Trata- -se de um embate argumentativo que se apresenta como fora de qualquer necessidade de sustentação veritativa. Não se trata da existência das coisas empiricamente, trata-se de como elas estão significadas. A análise dos enunciados considerados coloca em pauta isto que chamei controvérsia da informação. Ou seja, significar instrumentos como buscadores, como tecnologias da informação, faz significar a informação como um todo acessível e ao mesmo tempo significa-se a impossibilidade disso. (1) e (2) afirmam isso e contradizem isso. E mais, (2) se apresenta, como informação no próprio espaço garantido pelo enunciado (1). Do nosso ponto de vista, e foi por isso que chamei o confronto de sentidos em (2) de controvérsia (e não de paradoxo e muito menos falácia), o que interessa na análise dos enunciados (1) e (2) não são as informações, mas o modo de significar destas tecnologias, em condições históricas específicas, e que a análise dos enunciados nos leva a entender. A contradição na controvérsia não tem que ser resolvida, ela significa uma condição do funcionamento destes instrumentos tecnológicos. 17

10 Notas 1 A este respeito ver Guimarães (2011). 2 No sentido que dou a esta noção (Guimarães, 2002). L = Locutor (que se apresenta como responsável pelo dizer); AL= o correlato de L; l-x = lugar social de locutor; al-x = correlato de l-x; E = enunciador, um lugar de dizer (uma perspectiva do dizer). 3 A este respeito ver, por exemplo, Guimarães (1987). 4 Ver em Anscombre e Ducrot (1983, p ) uma discussão mais específica sobre o funcionamento da pergunta retórica. 5 A respeito do funcionamento da metáfora, tal como a considero, ver Guimarães (2011). Referências Bibliográficas ANSCOMBRE, J-C.; DUCROT, O. (1983) L argumentation dans la langue. Bruxelas: Mardaga. DUCROT, O. (1984) A argumentação por Autoridade. In:. O dizer e o dito. Campinas: Pontes, 1987, p GUIMARÃES, E. (1987) Texto e Argumentação. Campinas: Pontes. GUIMARÃES, E. (2002) Semântica do Acontecimento. Campinas: Pontes. GUIMARÃES, E. (2011) Uma Hipótese sobre a Metáfora. In: RODRI- GUES, E. A. et. al. (Orgs.) Análise de discurso no Brasil. Pensando o impensado sempre, uma homenagem a Eni Orlandi. Campinas: RG, p PERELMAN, Ch.; OLBRECHTS-TYTECA, L. (1983) Traité de l argumentation. Bruxelas: Editons de l Université de Bruxelles. Palavras-chave: argumentação, enunciação, autoridade Key-words: argumentation, enunciation, authority 18

TAMBÉM: UM OPERADOR ARGUMENTATIVO 1

TAMBÉM: UM OPERADOR ARGUMENTATIVO 1 TAMBÉM: UM OPERADOR ARGUMENTATIVO 1 Adilson Ventura da Silva UESB Vitória da Conquista RESUMO: De uma perspectiva enunciativa, este artigo discute a categoria gramatical da palavra também, e apresenta

Leia mais

SENTIDOS DA PALAVRA AMOR EM UM SONETO DE CAMÕES 1

SENTIDOS DA PALAVRA AMOR EM UM SONETO DE CAMÕES 1 SENTIDOS DA PALAVRA AMOR EM UM SONETO DE CAMÕES 1 ADILSON VENTURA DA SILVA Departamento de Estudos Linguísticos e Literários Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia Estrada do Bem Querer, km 4 Centro

Leia mais

POLÍTICAS PÚBLICAS DE ENSINO EM MATO GROSSO

POLÍTICAS PÚBLICAS DE ENSINO EM MATO GROSSO POLÍTICAS PÚBLICAS DE ENSINO EM MATO GROSSO Joelma Aparecida Bressanin 1 Este trabalho é resultado de uma reflexão sobre o funcionamento dos programas de formação continuada de professores que desenvolvemos

Leia mais

ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: que lugar é este?

ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: que lugar é este? Universidade do Sul de Santa Catarina UNISUL maria.schlickmann@unisul.br Palavras iniciais... As reflexões que apresento neste texto são um recorte de estudo que venho realizando na minha tese de doutorado.

Leia mais

OPERADORES ARGUMENTATIVOS: AS MARCAS DE ARGUMENTAÇÃO NO GÊNERO NOTÍCIA ONLINE

OPERADORES ARGUMENTATIVOS: AS MARCAS DE ARGUMENTAÇÃO NO GÊNERO NOTÍCIA ONLINE 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 OPERADORES ARGUMENTATIVOS: AS MARCAS DE ARGUMENTAÇÃO NO GÊNERO NOTÍCIA ONLINE André William Alves de Assis 1 RESUMO: Como participantes do processo comunicativo,

Leia mais

Política de Línguas na América Latina 1

Política de Línguas na América Latina 1 Política de Línguas na América Latina 1 Eduardo Guimarães * Num momento como o atual, em que as relações internacionais vêm mudando rapidamente e que se caracteriza, entre outras coisas, pelo fato político

Leia mais

O REAL DO DISCURSO NA REPRESENTAÇÃO DA SOCIEDADE BRASILEIRA NA ESCRITA DA CIÊNCIA DAS CIÊNCIAS SOCIAIS.

O REAL DO DISCURSO NA REPRESENTAÇÃO DA SOCIEDADE BRASILEIRA NA ESCRITA DA CIÊNCIA DAS CIÊNCIAS SOCIAIS. O REAL DO DISCURSO NA REPRESENTAÇÃO DA SOCIEDADE BRASILEIRA NA ESCRITA DA CIÊNCIA DAS CIÊNCIAS SOCIAIS. Carolina de Paula Machado 1 A análise semântica de uma palavra, que não se paute por uma visão formal,

Leia mais

A INFORMAÇÃO E A FORMAÇÃO

A INFORMAÇÃO E A FORMAÇÃO A INFORMAÇÃO E A FORMAÇÃO BECK, Eliane Maria Cabral (UNIOESTE)² PALAVRAS-CHAVE: interpretação, interlocutor, contexto. Resumo: Pretende-se, com este trabalho, analisar a transmissão de informação expressa

Leia mais

Enunciação e política de línguas no Brasil

Enunciação e política de línguas no Brasil Enunciação e política de línguas no Brasil Eduardo GUIMARÃES Universidade Estadual de Campinas Considerando o fato de que o Brasil é um país multilingüe, tomo como objetivo específico aqui a reflexão sobre

Leia mais

Alunos dorminhocos. 5 de Janeiro de 2015

Alunos dorminhocos. 5 de Janeiro de 2015 Alunos dorminhocos 5 de Janeiro de 2015 Resumo Objetivos principais da aula de hoje: entender a necessidade de se explorar um problema para chegar a uma solução; criar o hábito (ou pelo menos entender

Leia mais

ebook Aprenda como aumentar o poder de captação do seu site. por Rodrigo Pereira Publicitário e CEO da Agência Retina Comunicação

ebook Aprenda como aumentar o poder de captação do seu site. por Rodrigo Pereira Publicitário e CEO da Agência Retina Comunicação por Rodrigo Pereira Publicitário e CEO da Agência Retina Comunicação Sobre o Autor: Sempre fui comprometido com um objetivo de vida: TER MINHA PRÓPRIA EMPRESA. Mas assim como você, eu também ralei bastante

Leia mais

(Re)formulação e diferença: um processo parafrástico discursivo

(Re)formulação e diferença: um processo parafrástico discursivo (Re)formulação e diferença: um processo parafrástico discursivo Greciely Cristina da Costa * Resumo: A noção de paráfrase é abordada sob distintas perspectivas lingüísticas. Neste trabalho aponto três

Leia mais

PARANÁ GOVERNO DO ESTADO

PARANÁ GOVERNO DO ESTADO PARANÁ GOVERNO DO ESTADO COLÉGIO ESTADUAL DE PARANAVAÍ ENSINO FUNDAMENTAL, MÉDIO, NORMAL E PROFISSIONAL CURSO TÉCNICO EM INFORMÁTICA DISCIPLINA: INTERNET E PROGRAMAÇÃO WEB 1º MÓDULO SUBSEQUENTE MOTORES

Leia mais

O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO: UM EMBATE ENTRE O ATUAL E A MEMÓRIA. Élcio Aloisio FRAGOSO 1

O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO: UM EMBATE ENTRE O ATUAL E A MEMÓRIA. Élcio Aloisio FRAGOSO 1 1 O NOVO ACORDO ORTOGRÁFICO: UM EMBATE ENTRE O ATUAL E A MEMÓRIA Élcio Aloisio FRAGOSO 1 Resumo O novo acordo ortográfico já rendeu uma série de discussões sob pontos de vistas bem distintos. O acordo

Leia mais

O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA

O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA O ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA NA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA Elisandra Aparecida Palaro 1 Neste trabalho analisamos o funcionamento discursivo de documentos do Instituto Federal de Educação, Ciência

Leia mais

UM PERCURSO PELA HISTÓRIA DA SEMÂNTICA DA ENUNCIAÇÃO

UM PERCURSO PELA HISTÓRIA DA SEMÂNTICA DA ENUNCIAÇÃO Artigo recebido até 15/01/2012 Aprovado até 15/02/2012 UM PERCURSO PELA HISTÓRIA DA SEMÂNTICA DA ENUNCIAÇÃO Ana Cláudia Fernandes Ferreira (Univás) anaclau@ymail.com Introdução O presente trabalho faz

Leia mais

Palavras. chave: texto; poesia; recorte; enunciação; Manuel Bandeira.

Palavras. chave: texto; poesia; recorte; enunciação; Manuel Bandeira. 197 Eduardo Guimarães 1 Resumo esumo: Este texto tem como objetivo analisar o poema Andorinha, de Manuel Bandeira, a partir de um dispositivo de análise semântica do texto. Para isso, apresenta uma posição

Leia mais

(Re)buscando Pêcheux: algumas reflexões in-certas 1

(Re)buscando Pêcheux: algumas reflexões in-certas 1 (Re)buscando Pêcheux: algumas reflexões in-certas 1 Beatriz Maria ECKERT-HOFF 2 Doutoranda em Lingüística Aplicada/UNICAMP Este texto se insere no painel 04, intitulado Mises au point et perspectives à

Leia mais

ALBERTO CAEIRO E A POÉTICA DA NEGAÇÃO RINALDO GAMA. Resumo

ALBERTO CAEIRO E A POÉTICA DA NEGAÇÃO RINALDO GAMA. Resumo ALBERTO CAEIRO E A POÉTICA DA NEGAÇÃO RINALDO GAMA Resumo Ao explicitar, em O Guardador de Rebanhos, a impossibilidade de se atingir o real por meio dos signos, ao mesmo tempo em que se vê na contingência

Leia mais

DE NOEL ROSA E A CONSTRUÇÃO DE SENTIDOS: UM ESTUDO SEMÂNTICO-ENUNCIATIVO DA DIRETIVIDADE ARGUMENTATIVA NO PROCESSO DE LEITURA

DE NOEL ROSA E A CONSTRUÇÃO DE SENTIDOS: UM ESTUDO SEMÂNTICO-ENUNCIATIVO DA DIRETIVIDADE ARGUMENTATIVA NO PROCESSO DE LEITURA A MÚSICA POSITIVISMO DE NOEL ROSA E A CONSTRUÇÃO DE SENTIDOS: UM ESTUDO SEMÂNTICO-ENUNCIATIVO DA DIRETIVIDADE ARGUMENTATIVA NO PROCESSO DE LEITURA Josegleide Elioterio dos Santos gleideelioterio@hotmail.com

Leia mais

SITUAÇÃO DE PRODUÇÃO DA RESENHA NO ENSINO SUPERIOR

SITUAÇÃO DE PRODUÇÃO DA RESENHA NO ENSINO SUPERIOR RESENHA Neste capítulo, vamos falar acerca do gênero textual denominado resenha. Talvez você já tenha lido ou elaborado resenhas de diferentes tipos de textos, nas mais diversas situações de produção.

Leia mais

TEXTO E DISCURSO. Eni Puccinelli Orlandi

TEXTO E DISCURSO. Eni Puccinelli Orlandi TEXTO E DISCURSO Eni Puccinelli Orlandi RESUMO: Texte est un objet linguistique-historique qui établit des rapports avec soi même et l exteriorité. C est à dire: le texte est à la fois un objet empirique,

Leia mais

FORMAÇÃO IDEOLÓGICA: O CONCEITO BASILAR E O AVANÇO DA TEORIA

FORMAÇÃO IDEOLÓGICA: O CONCEITO BASILAR E O AVANÇO DA TEORIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL IV SEAD - SEMINÁRIO DE ESTUDOS EM ANÁLISE DO DISCURSO 1969-2009: Memória e história na/da Análise do Discurso Porto Alegre, de 10 a 13 de novembro de 2009 FORMAÇÃO

Leia mais

LÍNGUA INGLESA NO DISCURSO EMPRESARIAL EFEITOS DE SENTIDO. A língua é um objeto especial para a Análise do Discurso, pois constitui a condição de

LÍNGUA INGLESA NO DISCURSO EMPRESARIAL EFEITOS DE SENTIDO. A língua é um objeto especial para a Análise do Discurso, pois constitui a condição de LÍNGUA INGLESA NO DISCURSO EMPRESARIAL EFEITOS DE SENTIDO Déborah Maria Labandeira Universidade de Passo Fundo (UPF ) ( Pós-Graduanda Mestrado ) Língua, Hiperlíngua e Arquivo Coordenadoras: Marisa Grigoletto

Leia mais

DICAS DA INTERNET: UM EMBATE POLÊMICO NA CONSTRUÇÃO DO TRABALHO DO PROFESSOR

DICAS DA INTERNET: UM EMBATE POLÊMICO NA CONSTRUÇÃO DO TRABALHO DO PROFESSOR DICAS DA INTERNET: UM EMBATE POLÊMICO NA CONSTRUÇÃO DO TRABALHO DO PROFESSOR Charlene Cidrini Ferreira (UERJ) 1 Resumo: O desenvolvimento da Internet indica que muitas pessoas têm acesso aos discursos

Leia mais

A ESCOLHA DAS LÍNGUAS OFICIAIS DO MERCOSUL: HEGEMONIA E SILENCIAMENTO 1

A ESCOLHA DAS LÍNGUAS OFICIAIS DO MERCOSUL: HEGEMONIA E SILENCIAMENTO 1 A ESCOLHA DAS LÍNGUAS OFICIAIS DO MERCOSUL: HEGEMONIA E SILENCIAMENTO 1 Daiana Marques Sobrosa 2 1. Introdução Em 26 de março de 1991, Brasil, Argentina, Uruguai e Paraguai assinaram o Tratado de Assunção

Leia mais

PICCARDI, T. O sujeito da AD: um conceito em transformação. Revista Intercâmbio, volume XV. São Paulo: LAEL/PUC-SP, ISSN 1806-275X, 2006.

PICCARDI, T. O sujeito da AD: um conceito em transformação. Revista Intercâmbio, volume XV. São Paulo: LAEL/PUC-SP, ISSN 1806-275X, 2006. O SUJEITO DA AD: UM CONCEITO EM TRANSFORMAÇÃO Tatiana PICCARDI (Universidade de São Paulo) ABSTRACT: the concept Subject in discourse analysis, specially in French discourse analysis, is changing. In fact,

Leia mais

CINCO OBSERVAÇÕES SOBRE UMA RESENHA

CINCO OBSERVAÇÕES SOBRE UMA RESENHA CRÔNICAS E CONTROVÉRSIAS Neste número, a seção Crônicas e Controvérsias apresenta dois textos: o primeiro, de Sírio Possenti, acerca da resenha do livro de Alice Krieg- -Planque A noção de fórmula em análise

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL

UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO SUL IV SEAD - SEMINÁRIO DE ESTUDOS EM ANÁLISE DO DISCURSO 1969-2009: Memória e história na/da Análise do Discurso Porto Alegre, de 10 a 13 de novembro de 2009 MODERNA

Leia mais

Um aporte lingüístico ao conceito de denegação: a polifonia lingüistíca

Um aporte lingüístico ao conceito de denegação: a polifonia lingüistíca Um aporte lingüístico ao conceito de denegação: a polifonia lingüistíca Denise Cipriano Jabour O objetivo deste trabalho é apresentar subsídios lingüísticos que fundamentem, de um ponto de vista extra-psicológico,

Leia mais

As leis da procura e oferta são fundamentais para o entendimento correcto do funcionamento do sistema de mercado.

As leis da procura e oferta são fundamentais para o entendimento correcto do funcionamento do sistema de mercado. CAPÍTULO 3 PROCURA, OFERTA E PREÇOS Introdução As leis da procura e oferta são fundamentais para o entendimento correcto do funcionamento do sistema de mercado. O conhecimento destas leis requer que, em

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ COORDENADORIA DE CONCURSOS CCV PARECER

UNIVERSIDADE FEDERAL DO CEARÁ COORDENADORIA DE CONCURSOS CCV PARECER Questão 03 A questão 03 pede que se assinale a alternativa cuja palavra tem sentido contrário a fustigava (linha 22). Fustigar (Houaiss, 2009) significa bater com vara, açoitar, vargastar, produzir golpes

Leia mais

O Ministério Público é parte imparcial? 1. Hugo Nigro Mazzilli Professor Emérito da Escola Superior do Ministério Público de São Paulo

O Ministério Público é parte imparcial? 1. Hugo Nigro Mazzilli Professor Emérito da Escola Superior do Ministério Público de São Paulo O Ministério Público é parte imparcial? 1 Hugo Nigro Mazzilli Professor Emérito da Escola Superior do Ministério Público de São Paulo Área do Direito: Processual; Civil e Penal Resumo: O artigo discute

Leia mais

Abaixo você conhecerá algumas técnicas de SEO utilizadas para obter grande sucesso com as postagens no WordPress.

Abaixo você conhecerá algumas técnicas de SEO utilizadas para obter grande sucesso com as postagens no WordPress. 1 TUTORIAL PARA DEIXAR POSTAGENS E PÁGINAS BEM POSICIONADAS Abaixo você conhecerá algumas técnicas de SEO utilizadas para obter grande sucesso com as postagens no WordPress. Conhecimento básico de Html

Leia mais

AQUELE QUE DIZ O QUE NÃO DIZ UMA BIOBLIOGRAFIA DE OSWALD DUCROT

AQUELE QUE DIZ O QUE NÃO DIZ UMA BIOBLIOGRAFIA DE OSWALD DUCROT AQUELE QUE DIZ O QUE NÃO DIZ UMA BIOBLIOGRAFIA DE OSWALD DUCROT EDUARDO R. J. GUIMARÃES DL IEL / LABEURB UNICAMP Oswald Ducrot nasceu em Paris em 1930. Fez seus estudos na École Normale Supérieure de 1949

Leia mais

ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: AS CONDIÇÕES DE PRODUÇÃO DA LEI 11.274/06 NUMA ABORDAGEM DISCURSIVA, UMA ANÁLISE EM CONSTRUÇÃO

ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: AS CONDIÇÕES DE PRODUÇÃO DA LEI 11.274/06 NUMA ABORDAGEM DISCURSIVA, UMA ANÁLISE EM CONSTRUÇÃO ENSINO FUNDAMENTAL DE NOVE ANOS: AS CONDIÇÕES DE PRODUÇÃO DA LEI 11.274/06 NUMA ABORDAGEM DISCURSIVA, UMA ANÁLISE EM CONSTRUÇÃO Maria Sirlene Pereira Schlickmann 1 RESUMO: Esta comunicação tem por objetivo

Leia mais

COMO GANHAR US$ 498.00 COM APENAS 1 hora por dia

COMO GANHAR US$ 498.00 COM APENAS 1 hora por dia COMO GANHAR US$ 498.00 COM APENAS 1 hora por dia Sem sair de casa Por: Carin Guimarães AVISO LEGAL Ao receber ou comprar este Ebook, você concorda que a autora não possui nenhuma responsabilidade pelos

Leia mais

O discurso de mídia em relação a mulher 1

O discurso de mídia em relação a mulher 1 O discurso de mídia em relação a mulher 1 GLÁUCIA PEREIRA DE SOUZA UNIVERSIDADE CATOLICA DE BRASILIA O objetivo desta comunicação é fazer uma primeira discussão sobre o discurso da mídia em relação à mulher,

Leia mais

INTERNET E PROGRAMAÇÃO WEB

INTERNET E PROGRAMAÇÃO WEB MECANISMOS DE BUSCA (Motores de Busca) Introdução A realização de pesquisas na Internet para nós usuários parece ser relativamente fácil pela simplicidade e facilidade na obtenção de resultados, mas por

Leia mais

O USO DO CONECTOR PORTANTO EM TEXTOS DE PAULO SANT ANA E MARTHA MEDEIROS

O USO DO CONECTOR PORTANTO EM TEXTOS DE PAULO SANT ANA E MARTHA MEDEIROS Introdução O USO DO CONECTOR PORTANTO EM TEXTOS DE PAULO SANT ANA E MARTHA MEDEIROS Fernanda Knecht 1 O presente trabalho tem como base a Teoria da Argumentação na Língua (doravante TAL), desenvolvida

Leia mais

Locuções como isto é, ou seja, a saber, por exemplo, na verdade, e outras usadas

Locuções como isto é, ou seja, a saber, por exemplo, na verdade, e outras usadas OS CONECTORES REFORMULATIVOS * Helênio Fonseca de Oliveira ** RESUMO Este artigo fornece subsídios para o estudo da articulação entre constituintes de orações, orações e seqüências de orações, descrevendo

Leia mais

A REESCRITURA DA EXPRESSÃO POPULAÇÃO NEGRA EM TEXTOS DA POLÍTICA NACIONAL DA IGUALDADE RACIAL

A REESCRITURA DA EXPRESSÃO POPULAÇÃO NEGRA EM TEXTOS DA POLÍTICA NACIONAL DA IGUALDADE RACIAL Artigo recebido até 15/01/2012 Aprovado até 15/02/2012 A REESCRITURA DA EXPRESSÃO POPULAÇÃO NEGRA EM TEXTOS DA POLÍTICA NACIONAL DA IGUALDADE RACIAL Águeda Aparecida da Cruz Borges 1 (UFMT/UNICAMP) O primeiro

Leia mais

Algumas vantagens da Teoria das Descrições Definidas (Russel 1905)

Algumas vantagens da Teoria das Descrições Definidas (Russel 1905) Textos / Seminário de Orientação - 12 de Março de 2005 - Fernando Janeiro Algumas vantagens da Teoria das Descrições Definidas (Russel 1905) Assume-se que o objecto de uma teoria semântica é constituído

Leia mais

A linguagem matemática

A linguagem matemática A linguagem matemática Ricardo Bianconi 1 o Semestre de 2002 1 Introdução O objetivo deste texto é tentar explicar a linguagem matemática e o raciocínio lógico por trás dos textos matemáticos. Isto não

Leia mais

O discurso sobre a profissão docente: construindo sentidos. Luciana Aleva Cressoni. PPGPE/UFSCar

O discurso sobre a profissão docente: construindo sentidos. Luciana Aleva Cressoni. PPGPE/UFSCar O discurso sobre a profissão docente: construindo sentidos Luciana Aleva Cressoni PPGPE/UFSCar Depois de uma palavra dita. Às vezes, no próprio coração da palavra se reconhece o Silêncio. Clarice Lispector

Leia mais

MÓDULO 5 O SENSO COMUM

MÓDULO 5 O SENSO COMUM MÓDULO 5 O SENSO COMUM Uma das principais metas de alguém que quer escrever boas redações é fugir do senso comum. Basicamente, o senso comum é um julgamento feito com base em ideias simples, ingênuas e,

Leia mais

RESENHA BIBLIOGRÁFICA

RESENHA BIBLIOGRÁFICA RESENHA BIBLIOGRÁFICA CORTELLA, Mario Sergio. Educação, escola e docência: novos tempos, novas atitudes. São Paulo: Cortez, 2014, 126p. Palavras chave: Educação. Vocação. Docência. Bullying. Novos Paradigmas.

Leia mais

Vamos começar nossos estudos e descobertas????????

Vamos começar nossos estudos e descobertas???????? Aula 07 RESUMO E RESENHA Vamos iniciar nossos estudos???? Você já deve ter observado que pedimos que leia determinados textos e escreva o que entendeu, solicitamos que escreva o que o autor do texto quis

Leia mais

ENUNCIADOS QUE CIRCULAM NA UNIVERSIDADE: UMA ANÁLISE DISCURSIVA

ENUNCIADOS QUE CIRCULAM NA UNIVERSIDADE: UMA ANÁLISE DISCURSIVA ENUNCIADOS QUE CIRCULAM NA UNIVERSIDADE: UMA ANÁLISE DISCURSIVA Dayane Batista dos Santos (UFS) Eline Marques dos Santos (UFS) O presente trabalho tem como objetivo compreender os efeitos de sentidos e

Leia mais

Inglesar.com.br Aprender Inglês Sem Estudar Gramática

Inglesar.com.br Aprender Inglês Sem Estudar Gramática 1 Sumário Introdução...04 O segredo Revelado...04 Outra maneira de estudar Inglês...05 Parte 1...06 Parte 2...07 Parte 3...08 Por que NÃO estudar Gramática...09 Aprender Gramática Aprender Inglês...09

Leia mais

Documentos oficiais: o político para o ensino da língua portuguesa no Brasil 1 Prof. Dr. Wilton James Bernardo-Santos DLE/UFS Resumo

Documentos oficiais: o político para o ensino da língua portuguesa no Brasil 1 Prof. Dr. Wilton James Bernardo-Santos DLE/UFS Resumo Documentos oficiais: o político para o ensino da língua portuguesa no Brasil 1 Prof. Dr. Wilton James Bernardo-Santos DLE/UFS Resumo O artigo traz a síntese de uma reflexão sobre o impacto da legislação

Leia mais

SEO PARA INICIANTES Como otimizar um blog Guia passo a passo para fazer o seu blog otimizado e indexado corretamente!

SEO PARA INICIANTES Como otimizar um blog Guia passo a passo para fazer o seu blog otimizado e indexado corretamente! 1 SEO PARA INICIANTES Como otimizar um blog Guia passo a passo para fazer o seu blog otimizado e indexado corretamente! Fórmula Hotmart - www.formulahotmart.com 2 Este ebook pertence: Claudio J. Bueno

Leia mais

UM ESPAÇO POLÊMICO DE LEITURAS PELO YOUTUBE NA CONTEMPORANEIDADE

UM ESPAÇO POLÊMICO DE LEITURAS PELO YOUTUBE NA CONTEMPORANEIDADE UM ESPAÇO POLÊMICO DE LEITURAS PELO YOUTUBE NA CONTEMPORANEIDADE Juciele Pereira Dias 1 27 de janeiro de 2013: Acordo e atendo o celular... Ligo a televisão... Ligo o computador... Entro no Facebook...

Leia mais

Atividade - Sequência Conrado Adolpho

Atividade - Sequência Conrado Adolpho Atividade - Sequência Conrado Adolpho Agora, eu quero lhe apresentar os 6 e-mails do conrado adolpho para vender o 8ps. Quero que você leia está sequência com muita atenção e, depois, responda às provocações

Leia mais

Bases Matemáticas. Aula 2 Métodos de Demonstração. Rodrigo Hausen. v. 2013-7-31 1/15

Bases Matemáticas. Aula 2 Métodos de Demonstração. Rodrigo Hausen. v. 2013-7-31 1/15 Bases Matemáticas Aula 2 Métodos de Demonstração Rodrigo Hausen v. 2013-7-31 1/15 Como o Conhecimento Matemático é Organizado Definições Definição: um enunciado que descreve o significado de um termo.

Leia mais

Se você está começando a explorar o marketing digita com o YouTube, então você, certamente, já notou o quão poderosos são os vídeos.

Se você está começando a explorar o marketing digita com o YouTube, então você, certamente, já notou o quão poderosos são os vídeos. Eu fico muito feliz por você ter baixado esse ebook, nele você vai encontrar um método fantástico de atrair clientes através de uma plataforma incrível, que desenvolvi depois de milhares de testes dentro

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ PIBID-PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO A DOCÊNCIA PROVAS E DEMONSTRAÇÕES EM MATEMÁTICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ PIBID-PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO A DOCÊNCIA PROVAS E DEMONSTRAÇÕES EM MATEMÁTICA 1 DOCÊNCIA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ PIBID-PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE INICIAÇÃO A PROVAS E DEMONSTRAÇÕES EM MATEMÁTICA Fabio da Costa Rosa Fernanda Machado Greicy Kelly Rockenbach da Silva

Leia mais

A LEITURA NA VOZ DO PROFESSOR: O MOVIMENTO DOS SENTIDOS

A LEITURA NA VOZ DO PROFESSOR: O MOVIMENTO DOS SENTIDOS A LEITURA NA VOZ DO PROFESSOR: O MOVIMENTO DOS SENTIDOS Victória Junqueira Franco do Amaral -FFCLRP-USP Soraya Maria Romano Pacífico - FFCLRP-USP Para nosso trabalho foram coletadas 8 redações produzidas

Leia mais

Manifeste Seus Sonhos

Manifeste Seus Sonhos Manifeste Seus Sonhos Índice Introdução... 2 Isso Funciona?... 3 A Força do Pensamento Positivo... 4 A Lei da Atração... 7 Elimine a Negatividade... 11 Afirmações... 13 Manifeste Seus Sonhos Pág. 1 Introdução

Leia mais

Donald Davidson e a objetividade dos valores

Donald Davidson e a objetividade dos valores Donald Davidson e a objetividade dos valores Paulo Ghiraldelli Jr. 1 Os positivistas erigiram sobre a distinção entre fato e valor o seu castelo. Os pragmatistas atacaram esse castelo advogando uma fronteira

Leia mais

A APLICAÇÃO DA TEORIA DA ARGUMENTAÇÃO NA LÍNGUA NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA

A APLICAÇÃO DA TEORIA DA ARGUMENTAÇÃO NA LÍNGUA NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA A APLICAÇÃO DA TEORIA DA ARGUMENTAÇÃO NA LÍNGUA NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA Introdução Gabriela Fontana Abs da Cruz 1 Teoria e prática de ensino parecem estar muito distantes uma da outra, principalmente

Leia mais

O FENÔMENO HIPERCORREÇÃO, NOS DIZERES MONITORADOS, EM ESPAÇO PÚBLICO DE SÃO LUÍS DE MONTES BELOS/GO

O FENÔMENO HIPERCORREÇÃO, NOS DIZERES MONITORADOS, EM ESPAÇO PÚBLICO DE SÃO LUÍS DE MONTES BELOS/GO O FENÔMENO HIPERCORREÇÃO, NOS DIZERES MONITORADOS, EM ESPAÇO PÚBLICO DE SÃO LUÍS DE MONTES BELOS/GO Daniela Borba Ribeiro 1; Maryah de Oliveira Luiz Pereira 2 ; Berenice Teodoro de Rezende Souza 3 Elizete

Leia mais

A relação entre a fala e a escrita

A relação entre a fala e a escrita A relação entre a fala e a escrita Karen Alves da Silva Proposta e objetivo: Partindo de um episódio de escrita, podemos refletir sobre: de que maneira está posta a relação entre escrita e oralidade; como

Leia mais

INTEIRATIVIDADE FINAL CONTEÚDO E HABILIDADES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA. AULA: 2.1 Conteúdo: Dogmatismo Ceticismo

INTEIRATIVIDADE FINAL CONTEÚDO E HABILIDADES DINÂMICA LOCAL INTERATIVA. AULA: 2.1 Conteúdo: Dogmatismo Ceticismo : 2.1 Conteúdo: Dogmatismo Ceticismo : 2.1 Habilidade: Problematizar quais as possibilidades do conhecimento verdadeiro. REVISÃO Conhecimento = Relação SUJEITO e OBJETO Fontes do conhecimento Racionalismo

Leia mais

Como escrever melhor em 5 passos simples

Como escrever melhor em 5 passos simples Como escrever melhor em 5 passos simples Escrever um artigo para seu blog pode ser um processo estressante e tomar bastante tempo, especialmente se você não é um escritor. Mas quando você está determinado

Leia mais

3 Truques Para Obter Fluência no Inglês

3 Truques Para Obter Fluência no Inglês 3 Truques Para Obter Fluência no Inglês by: Fabiana Lara Atenção! O ministério da saúde adverte: Os hábitos aqui expostos correm o sério risco de te colocar a frente de todos seus colegas, atingindo a

Leia mais

Lição 10 Batismo Mergulhando em Jesus

Lição 10 Batismo Mergulhando em Jesus Ensino - Ensino 11 - Anos 11 Anos Lição 10 Batismo Mergulhando em Jesus História Bíblica: Mateus 3:13 a 17; Marcos 1:9 a 11; Lucas 3:21 a 22 João Batista estava no rio Jordão batizando as pessoas que queriam

Leia mais

O guia completo para uma presença. online IMBATÍVEL!

O guia completo para uma presença. online IMBATÍVEL! O guia completo para uma presença online IMBATÍVEL! Sumário Introdução 3 Capítulo 1 - Produção de Conteúdo: Por que e Como produzir 5 Capítulo 2 - Distribuição e Divulgação 8 Capítulo 3 - Monitoramento

Leia mais

8 Conclusões, recomendações e desdobramentos

8 Conclusões, recomendações e desdobramentos 8 Conclusões, recomendações e desdobramentos 136 8 Conclusões, recomendações e desdobramentos 8.1. Introdução Finalmente inicia-se a etapa conclusiva deste trabalho. Com base nos resultados da pesquisa

Leia mais

LelrosD SANTA MARIA,.XJUtEZ.1~ 85 A INTERTEXTUAUDADE COMO RECURSO DE ARGUMENTAÇÃO

LelrosD SANTA MARIA,.XJUtEZ.1~ 85 A INTERTEXTUAUDADE COMO RECURSO DE ARGUMENTAÇÃO LelrosD SANTA MARIA,.XJUtEZ.1~ 85 A INTERTEXTUAUDADE COMO RECURSO DE ARGUMENTAÇÃO Regina Mafalda Denardin Frasson' A presença da intertextualidade em várias manif~taçõ~ da linguagem é fato que d~perta

Leia mais

XI Semana de Extensão, Pesquisa e Pós-Graduação - SEPesq Centro Universitário Ritter dos Reis

XI Semana de Extensão, Pesquisa e Pós-Graduação - SEPesq Centro Universitário Ritter dos Reis Análise de sentido em provas de proficiência em Língua Inglesa para a seleção de cursos de mestrado e doutorado na UniRitter: Uma abordagem semântico-argumentativa. Marlon Machado Oliveira Rio Mestrando

Leia mais

Grasiela - Bom à gente pode começar a nossa conversa, você contando para a gente como funciona o sistema de saúde na Inglaterra?

Grasiela - Bom à gente pode começar a nossa conversa, você contando para a gente como funciona o sistema de saúde na Inglaterra? Rádio Web Saúde dos estudantes de Saúde Coletiva da UnB em parceria com Rádio Web Saúde da UFRGS em entrevista com: Sarah Donetto pesquisadora Inglesa falando sobre o NHS - National Health Service, Sistema

Leia mais

RESISTÊNCIA E DESAFIO: TRAÇOS DO PENSAMENTO DE PÊCHEUX NO BRASIL

RESISTÊNCIA E DESAFIO: TRAÇOS DO PENSAMENTO DE PÊCHEUX NO BRASIL RESISTÊNCIA E DESAFIO: TRAÇOS DO PENSAMENTO DE PÊCHEUX NO BRASIL Luiz Francisco DIAS Universidade Federal de Minas Gerais Passados 20 anos da morte de Michel Pêcheux, os estudos em torno das suas idéias

Leia mais

A grande verdade é que a maioria das empresas está perdendo muito dinheiro tentando criar um negócio online.

A grande verdade é que a maioria das empresas está perdendo muito dinheiro tentando criar um negócio online. Você gostaria de aprender o que os negócios campeões em vendas online fazem? Como eles criam empresas sólidas na internet, que dão lucros por vários e vários anos? A grande verdade é que a maioria das

Leia mais

Escrita Eficiente sem Plágio

Escrita Eficiente sem Plágio Escrita Eficiente sem Plágio Produza textos originais com qualidade e em tempo recorde Ana Lopes Revisão Rosana Rogeri Segunda Edição 2013 Direitos de cópia O conteúdo deste livro eletrônico tem direitos

Leia mais

Os Recursos do Futuro: Um outro discurso

Os Recursos do Futuro: Um outro discurso 1 Os Recursos do Futuro: Um outro discurso Eni Puccinelli Orlandi Laboratório de Estudos Urbanos (Labeurb)/NUDECRI Introdução Gostaria de iniciar fazendo um jogo com as palavras. Invertendo as que constituem

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DOS PROFESSORES DE LÍNGUA PORTUGUESA DO ENSINO MÉDIO: PERSPECTIVAS DE MUDANÇA

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DOS PROFESSORES DE LÍNGUA PORTUGUESA DO ENSINO MÉDIO: PERSPECTIVAS DE MUDANÇA PRÁTICAS PEDAGÓGICAS DOS PROFESSORES DE LÍNGUA PORTUGUESA DO ENSINO MÉDIO: PERSPECTIVAS DE MUDANÇA SANTOS, Lilian 1 NUNES, Célia 2 O presente trabalho tem como objetivo apresentar algumas considerações

Leia mais

A POLIFONIA EM ENCADEAMENTOS COM ALÉM DISSO

A POLIFONIA EM ENCADEAMENTOS COM ALÉM DISSO CAMPOS, Claudia Mendes. A polifonia em encadeamentos com além disso. ReVEL, v. 9, n. 16, 2011. [www.revel.inf.br]. A POLIFONIA EM ENCADEAMENTOS COM ALÉM DISSO Claudia Mendes Campos 1 claudiamc@ufpr.br

Leia mais

Guia do Professor / Vozes da Cidade / Conhecendo.../ Eduardo Guimarães. Conhecendo a Cidade

Guia do Professor / Vozes da Cidade / Conhecendo.../ Eduardo Guimarães. Conhecendo a Cidade 1 Guia do Professor Episódio Conhecendo a Cidade Programa Vozes da Cidade Apresentação Como já vimos nos trabalhos desenvolvidos para o episódio 1, os trabalhos para o episódio 2 também trazem várias questões

Leia mais

A LÓGICA DO RACIOCÍNIO MATEMÁTICO. GT 02 Educação matemática no ensino médio e ensino superior

A LÓGICA DO RACIOCÍNIO MATEMÁTICO. GT 02 Educação matemática no ensino médio e ensino superior A LÓGICA DO RACIOCÍNIO MATEMÁTICO GT 02 Educação matemática no ensino médio e ensino superior Aline Brum Ottes, UFSM, alinebrumottes@hotmail.com Ricardo Fajardo, UFSM, rfaj@ufsm.br Samuel Sonego Zimmermann,

Leia mais

O INTERDISCURSO NAS MÚSICAS SOBRE O CONSUMO DE BEBIDAS ALCOÓLICAS. PALAVRAS-CHAVE: música sertaneja, bebida alcoólica, interdiscurso.

O INTERDISCURSO NAS MÚSICAS SOBRE O CONSUMO DE BEBIDAS ALCOÓLICAS. PALAVRAS-CHAVE: música sertaneja, bebida alcoólica, interdiscurso. O INTERDISCURSO NAS MÚSICAS SOBRE O CONSUMO DE BEBIDAS ALCOÓLICAS LIOTO, Mariana (UNIOESTE) CATTELAN, João Carlos (Orientador-UNIOESTE) RESUMO: Toda vez que um locutor toma a palavra, ele se insere na

Leia mais

QUEM É JESUS CRISTO? UMA ANÁLISE DISCURSIVA DA POLÊMICA ENTRE DOIS MOVIMENTOS DA IGREJA CATÓLICA

QUEM É JESUS CRISTO? UMA ANÁLISE DISCURSIVA DA POLÊMICA ENTRE DOIS MOVIMENTOS DA IGREJA CATÓLICA QUEM É JESUS CRISTO? UMA ANÁLISE DISCURSIVA DA POLÊMICA ENTRE DOIS MOVIMENTOS DA IGREJA CATÓLICA Edvania Gomes da Silva Instituto de Estudos da Linguagem UNICAMP Campinas SP E-mail: edvania_g@yahoo.com.br

Leia mais

Triângulo Tático de. Resultados. Análise. Simples Método Gera Tráfego e Vendas por Baixo Custo (e aumenta até 2X as vendas em 8 semanas)

Triângulo Tático de. Resultados. Análise. Simples Método Gera Tráfego e Vendas por Baixo Custo (e aumenta até 2X as vendas em 8 semanas) Triângulo Tático de Resultados Análise Simples Método Gera Tráfego e Vendas por Baixo Custo (e aumenta até 2X as vendas em 8 semanas) Análise A Base de Tudo Análise Tráfego Motor Análise Conversão Combustível

Leia mais

ENSINO DA ESCRITA: O USO DE CONECTORES EM TEXTOS ACADÊMICOS*

ENSINO DA ESCRITA: O USO DE CONECTORES EM TEXTOS ACADÊMICOS* 287 ENSINO DA ESCRITA: O USO DE CONECTORES EM TEXTOS ACADÊMICOS* Sulemi Fabiano 1 Resumo: A questão que norteia a pesquisa é: como um aluno em formação, ao se apropriar de uma teoria, utiliza os conectores

Leia mais

OS DIFERENTES MODOS DE LEITURA NO ENSINO DE CIÊNCIAS

OS DIFERENTES MODOS DE LEITURA NO ENSINO DE CIÊNCIAS OS DIFERENTES MODOS DE LEITURA NO ENSINO DE CIÊNCIAS Narjara Zimmermann (narjarazi@ige.unicamp.br) (Mestranda do Programa de Pós-graduação em Ensino e História de Ciências da Terra, Instituto de Geociências,

Leia mais

O PAPEL DOS ENUNCIADORES EM SITUAÇÕES DIALÓGICAS

O PAPEL DOS ENUNCIADORES EM SITUAÇÕES DIALÓGICAS Introdução O PAPEL DOS ENUNCIADORES EM SITUAÇÕES DIALÓGICAS Daisy Batista Pail 1 Segundo a Teoria da Argumentação na Língua, de Oswald Ducrot, um enunciado é polifônico por possuir pelo menos três vozes:

Leia mais

AdWords. Anuncie no Google e Venda Mais! Expanda sua empresa! Você tem um argumento de vendas e precisa captar mais clientes?

AdWords. Anuncie no Google e Venda Mais! Expanda sua empresa! Você tem um argumento de vendas e precisa captar mais clientes? Anuncie no Google e Venda Mais! Expanda sua empresa! Você tem um argumento de vendas e precisa captar mais clientes? Ligue para nós e conheça a melhor estratégia para atender às necessidades de vendas

Leia mais

Parece claro que há uma, e uma só, conclusão a tirar destas proposições. Esa conclusão é:

Parece claro que há uma, e uma só, conclusão a tirar destas proposições. Esa conclusão é: Argumentos Dedutivos e Indutivos Paulo Andrade Ruas Introdução Em geral, quando se quer explicar que géneros de argumentos existem, começa-se por distinguir os argumentos dedutivos dos não dedutivos. A

Leia mais

CAPÍTULO 4. A Produção de Significados para a Noção de Base: Um Estudo de Caso

CAPÍTULO 4. A Produção de Significados para a Noção de Base: Um Estudo de Caso CAPÍTULO 4 A Produção de Significados para a Noção de Base: Um Estudo de Caso 77 4. Um Estudo Preliminar Na primeira fase de elaboração das atividades do estudo de caso, tentamos reunir alguns elementos

Leia mais

RACIOCÍNIO LÓGICO SEMANA 04

RACIOCÍNIO LÓGICO SEMANA 04 1) (FCC/TRT-PR) Considere a seguinte proposição: Na eleição para a prefeitura, o candidato A será eleito ou não será eleito. Do ponto de vista lógico, a afirmação da proposição caracteriza: (A) um silogismo;

Leia mais

COMO FICAR NAS PRIMEIRAS POSIÇÕES DO GOOGLE E PAGAR MENOS QUE O CONCORRENTE.

COMO FICAR NAS PRIMEIRAS POSIÇÕES DO GOOGLE E PAGAR MENOS QUE O CONCORRENTE. COMO FICAR NAS PRIMEIRAS POSIÇÕES DO GOOGLE E PAGAR MENOS QUE O CONCORRENTE. e ainda aumentar o numero de cliques em seu anúncio Por Maurício Oliveira www.empreendernaweb.com.br M a u r í c i o O l i v

Leia mais

Aula 05 Raciocínio Lógico p/ INSS - Técnico do Seguro Social - Com Videoaulas

Aula 05 Raciocínio Lógico p/ INSS - Técnico do Seguro Social - Com Videoaulas Aula 05 Raciocínio Lógico p/ INSS - Técnico do Seguro Social - Com Videoaulas Professor: Arthur Lima AULA 05: RESUMO Caro aluno, Para finalizar nosso curso, preparei um resumo de toda a teoria vista nas

Leia mais

MARINA CHIARA LEGROSKI

MARINA CHIARA LEGROSKI MARINA CHIARA LEGROSKI SIGNIFICADOS: UMA ABORDAGEM DA SIGNIFICAÇÃO PELOS VIESES DA SEMÂNTICA DA ENUNCIAÇÃO EM COMPARAÇÃO COM A SEMÂNTICA CLÁSSICA E A PRAGMÁTICA. Monografia apresentada como requisito à

Leia mais

O texto foi extraído de: THIOLLENT, Michel. Metodologia da Pesquisa-ação. 8. ed. São Paulo: Cortez, 1998, p. 47 72.

O texto foi extraído de: THIOLLENT, Michel. Metodologia da Pesquisa-ação. 8. ed. São Paulo: Cortez, 1998, p. 47 72. Aula 5 Antes de começarmos a pensar na elaboração de um projeto de pesquisa, continuaremos a ler um pouco mais sobre ele... O texto foi extraído de: THIOLLENT, Michel. Metodologia da Pesquisa-ação. 8.

Leia mais

O EFEITO DE TRANSCRIÇÃO NA ESCUTA DE FALAS DESVIANTES: UMA LEITURA ENUNCIATIVA

O EFEITO DE TRANSCRIÇÃO NA ESCUTA DE FALAS DESVIANTES: UMA LEITURA ENUNCIATIVA O EFEITO DE TRANSCRIÇÃO NA ESCUTA DE FALAS DESVIANTES: UMA LEITURA ENUNCIATIVA Luiza Milano Surreaux 1 O presente trabalho é efeito de reflexões que brotaram em meu projeto de pesquisa A especificidade

Leia mais

ARGUMENTAÇÃO, TEXTUALIDADE E DESIGNAÇÃO NA SEMÂNTICA DO ACONTECIMENTO: OS SENTIDOS NOS DIFERENTES MODOS DE ESCRAVIDÃO

ARGUMENTAÇÃO, TEXTUALIDADE E DESIGNAÇÃO NA SEMÂNTICA DO ACONTECIMENTO: OS SENTIDOS NOS DIFERENTES MODOS DE ESCRAVIDÃO ARGUMENTAÇÃO, TEXTUALIDADE E DESIGNAÇÃO NA SEMÂNTICA DO ACONTECIMENTO: OS SENTIDOS NOS DIFERENTES MODOS DE ESCRAVIDÃO Soeli Maria Schreiber da SILVA (UFSCar) xoila@terra.com.br Na pesquisa atual desenvolvida

Leia mais

Segredos da Redação Nota Mil

Segredos da Redação Nota Mil Lucas Martins Segredos da Redação Nota Mil Aprenda Como Utilizar Meu Método Testado e Aprovado e Aumente Suas Chances de Uma Boa Nota Índice Introdução... 5 Bem-vindo!... 5 Quem sou eu... 6 Por que você

Leia mais

DITADURA MILITAR: O DISCURSO DE MULHERES NO CONFLITO POR TERRA NA REGIÃO DO ARAGUAIA

DITADURA MILITAR: O DISCURSO DE MULHERES NO CONFLITO POR TERRA NA REGIÃO DO ARAGUAIA DITADURA MILITAR: O DISCURSO DE MULHERES NO CONFLITO POR TERRA NA REGIÃO DO ARAGUAIA Juliany Teixeira Reis 1 Judite Gonçalves Albuquerque 2 Esta pesquisa foi inicialmente objeto de uma monografia de graduação

Leia mais

SEE/AC - SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DO ACRE - PROFESSOR P2

SEE/AC - SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DO ACRE - PROFESSOR P2 SEE/AC - SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DO ACRE - PROFESSOR P2 RESPOSTAS AOS RECURSOS Cargo: ART - PROFESSOR P2 / ARTE Disciplina: LÍNGUA PORTUGUESA (LPO) 5 - Gab.:V B 5 - Gab.:W C 5 - Gab.:X D 8 - Gab.:V

Leia mais

Como criar. um artigo. em 1h ou menos. Por Natanael Oliveira

Como criar. um artigo. em 1h ou menos. Por Natanael Oliveira Como criar um artigo em 1h ou menos Por Natanael Oliveira 1 Como escrever um artigo em 1h ou menos Primeira parte do Texto: Gancho Inicie o texto com perguntas ou promessas, algo que prenda atenção do

Leia mais