Plano Estratégico de Capacitação ARPA

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1 Plano Estratégico de Capacitação ARPA 10/01/201

2 SUMÁRIO IIIIIIIV- Apresentação Objetivo do Plano Estratégico de Capacitação Público Alvo Considerações sobre o cenário das ações de capacitação no Programa Arpa VPremissas do Plano Estratégico de Capacitação VIDiretrizes para elaboração e gestão do Plano Estratégico de Capacitação do Programa Arpa. VII- Levantamento de oportunidades de capacitação para o público Arpa VIII- Proposições para o plano anual de capacitação 201 do Programa Arpa IXPlano Anual de Capacitação ARPA 201 XOrçamento subcomponente 2. para biênio 201 e 2015 XIInsumos para priorização das unidades de conservação em relação às capacitações ofertadas no PAC 201 Arpa ANEXO 1- Modelo quadro previsão de capacitações ARPA Ciclo 201 ANEXO 2- Portaria Plano Anual de capacitação 201 do ICMBio ANEXO - Exemplo Plano de Curso ANEXO - Plano de trabalho Curso de Procedimentos ARPA_201 ANEXO 5 - Relação de UC prioritárias para capacitação em eixos temáticos relacionados aos marcos referencias do Programa no PAC ARPA

3 Lista de quadros, figuras e planilhas inseridas Quadro 1- Desempenho UC consolidação nível 1 X marcos referenciais Quadro 2- Desempenho UC consolidação nível 2 X marcos referenciais Figura 1 - Estratégia Guarda Chuva Quadro - Indicadores para medição global do desempenho PAC ARPA 201 Quadro - Plano com ofertas de capacitação para ICMBio Planilha 1- Cardápio de ofertas capacitações oferecidas por outras instituições Planilha 2- Triagem no PAC icmbio 201 das ações de capacitação elegíveis para apoio ARPA tendo em vista os marcos referências do Programa Quadro 5 - Conjunto de cursos ofertados pelo ICMBio no ano de 201 Quadro 6 - Capacitação de Procedimentos ARPA_FUNBIO Quadro 7 - Apoio participação em Congressos Quadro 8 - Comunidades de ensino e aprendizagem e publicações fruto das ações de capacitação apoiadas pelo ARPA Quadro 9 - Preparação de oportunidades de ações de capacitação na modalidade EAD (ensino à distância) para implementação em Quadro 10 - Apoio ao ICMBio para melhoria e desenvolvimento das estratégias instrucionais EAD Quadro 11- Síntese dos investimentos em ações de capacitação PAC ARPA 201 e previsão para Planilha - Orçamento detalhado do conjunto de cursos ofertados pelo ICMBio no ano de 201, selecionados para PAC ARPA Lista de Siglas MMA Ministério do Meio Ambiente UCP Unidade de Coordenação do Programa ARPA ARPA Programa Áreas Protegidas da Amazônia ICMBio Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade UC Unidade de Conservação FAUC Ferramenta de Avaliação das Unidades de Conservação PEP Plano Estratégico Plurianual do Programa ARPA EAD Ensino à Distância PAC Plano Anual de Capacitação POA Plano Operativo ARPA GT Grupo de Trabalho

4 PLANO ESTRATÉGICO DE CAPACITAÇÃO ARPA I-APRESENTAÇÃO O Programa Áreas Protegidas da Amazônia (Arpa) é uma iniciativa de longo prazo do governo brasileiro ( ), sob a coordenação do Ministério do Meio Ambiente (MMA), para a conservação de 60 milhões de hectares de ecossistemas no bioma Amazônia através da criação, consolidação e sustentabilidade financeira permanente de Unidades de Conservação (UC), utilizando recursos internacionais (doações do GEF/Banco Mundial, Governo da Alemanha/KFW, Fundo Amazônia/BNDES e WWF Brasil) e nacionais (Natura e O Boticário), além de contrapartidas do governo brasileiro. O Arpa tem por objetivos (1) a conservação de uma amostra representativa da biodiversidade no bioma Amazônia, dos ecossistemas e paisagens a ela associados, incluindo a interação de comunidades humanas com todos estes elementos, e (2) a manutenção de serviços ambientais nas regiões abrangidas pelo programa. O Arpa é implementado em fases: fase I ( ), fase II ( ) e fase III ( ). A fase II do Arpa tem componentes de planejamento e execução: criação de UC; consolidação e gestão de UC; gestão financeira; e monitoramento, coordenação, gerenciamento e comunicação do Programa, conforme Manual Operacional da segunda fase do Arpa. O Desenvolvimento de Competências para a Gestão de Áreas Protegidas está previsto no subcomponente 2.: Apoiar o desenvolvimento da competência gerencial das equipes e de parceiros envolvidos com o planejamento e a gestão das UC. Para a fase II a meta é a implementação do Plano Estratégico de Capacitação, e as metas intermediárias; Plano preparado em 2012; Plano implementado em 201, 201; Plano implementado e avaliado Segundo o Manual Operacional do Programa ARPA fase II, 2010/2015 a Capacitação do Arpa é coordenada pela Unidade de Coordenação do Programa (UCP), auxiliada por um Grupo de Trabalho (GT) com a participação dos seguintes integrantes: ICMBio SDS/Amazonas SEMA/Pará Funbio WWF-Brasil GIZ A UCP apoiada pelo GT de capacitação é responsável pela condução do processo de construção do Plano de Capacitações e deve assegurar que sejam ouvidos parceiros do Programa nesta ação. Já o gerenciamento do Plano Operacional Arpa (POA) do subcomponente e o atendimento logístico das demandas são de responsabilidade direta do Funbio, que executará as atividades em conformidade com as diretrizes advindas do GT de Capacitação. O Programa apoiará capacitações consideradas estratégicas, de cunho técnico e administrativo. Os treinamentos técnicos devem estar em consonância com as linhas temáticas prioritárias e terem relação com as metas estabelecidas no PEP da UC. Os

5 treinamentos administrativos visam o desenvolvimento da habilidade operacional dos gestores na rotina do Programa em consonância com as regras do Funbio. As linhas temáticas são: plano de manejo, conselhos gestores, proteção, consolidação territorial, gestão integrada, políticas públicas, captação de recursos e resolução de conflitos. Outros temas não citados poderão ser identificados como relevantes para o Programa. II- OBJETIVO DO PLANO ESTRATÉGICO DE CAPACITAÇÃO O Plano Estratégico de Capacitação do Programa ARPA é um instrumento de gestão que objetiva através da proposição de políticas, procedimentos e ações, a criação de condições de aquisição das competências relevantes aos resultados do programa, a fim de mitigar a distância entre o desempenho atual e o desempenho desejado do público alvo ARPA, para o alcance dos resultados pretendidos, traduzido pelas metas e marcos referenciais do ARPA. Dentro desta perspectiva o Plano Estratégico de Capacitação foi elaborado a partir de: 1. diagnósticos e iniciativas já documentadas pelo programa ARPA; Os documentos de referencia utilizados para elaboração do Plano foram os seguintes: Diagnóstico da situação atual do programa realizado pela Unidade de Coordenação do Programa (UCP) onde foi relacionado: Levantamento de ofertas de capacitação junto aos órgãos gestores participantes do ARPA ; capacitações realizadas no âmbito do ARPA destacadas na 1ª fase do programa e pesquisa de necessidades de treinamento levantadas junto aos gestores de Unidades de Conservação Versão preliminar do Manual operacional ARPA fase II para 2010/201 Manual operacional do ARPA fase II para 2010/2015 Relatório Técnico-Financeiro ARPA, período avaliado: setembro, de 2011 a fevereiro de 201, MMA Relatório técnico plano de capacitação para gestores de unidades de conservação ligadas ao Programa ARPA: Estruturação do levantamento de demandas e ofertas, elaborado por Maria Auxilidadora Drumond/GIZ,2008. Plano Anual de Capacitação- PAC ICMBio, 201 e do levantamento de oportunidades de capacitação para o público alvo ARPA no mercado e nos órgão gestores participantes do Programa;. da identificação de prioridades de investimentos em capacitação tendo em vista os avanços propostos pelas UC no Planejamento bianual do ARPA para 201 e 2015, a fim de propor diretrizes, procedimentos e ações de capacitação para o programa, no horizonte de um ano. III-PÚBLICO ALVO Equipes gestoras de Uc e parceiros envolvidos com o seu planejamento e gestão. IV- CONSIDERAÇÕES SOBRE O CENÁRIO DAS AÇÕES DE CAPACITAÇÃO NO PROGRAMA ARPA 5

6 .1) Constatações sobre o levantamento diagnóstico do cenário da capacitação Programa ARPA, realizado em 2012 Ao final de 2012 o ARPA desenvolveu iniciativa de levantamento diagnóstico sobre a situação de oferta de capacitações no âmbito do órgão gestores que compõe o Programa, além de executar pesquisa junto aos gestores de UC com a finalidade de proceder ao levantamento de necessidades de treinamento. Tendo em vista as constatações desta iniciativa, conforme anexo do TDR nº , destacam-se alguns aspectos que devem ser considerados na concepção deste Plano de Capacitação, a saber: Ausência de práticas sistematizadas de gestão da capacitação de pessoal nos órgãos gestores estaduais. No âmbito do órgão federal, ICMBio, uma prática de gestão da Educação Corporativa, sistematizada e continuada, composta por um conjunto de políticas e procedimentos de planejamento, operacionalização e avaliação, iniciados em 2008 que garantiram nos últimos anos avanços significativos no processo de formação de seu pessoal. Alguns investimentos em programas de capacitação do ARPA na 1ª fase e com avaliação positiva, como o Programa de Gestão para Resultados e as capacitações com temática gestão participativa, foram acolhidas, aprimoradas e institucionalizadas pelo ICMBio a partir de 2010 no formato do Ciclo de Formação em Gestão para Resultados e no Ciclo de Gestão Participativa. Que em pesquisa realizada pelo Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ), junto à ex alunos do Curso de Introdução à Gestão de Unidades de Conservação, realizado em 20 edições pelo ARPA por meio do WWF em parceria com IPÊ, que numa versão avançada o curso deveria priorizar temas como: legislação, gestão do conhecimento, ciclo de gestão adaptativa com noções de planejamento e elaboração de planos de manejo e ainda, a avaliação da efetividade de manejo e monitoramento da gestão. Iniciativa de execução de Curso à distância em Aprofundamento em Gestão de Unidades de Conservação da Amazônia WWF-Brasil, em parceria com o Projeto Dinâmica Biológica de Fragmentos Florestais do Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia (PDBFF/INPA/STRI) apenas obteve finalização de 20% dos inscritos. Esta experiência é extremamente significativa e deve ter seu desempenho analisado em aspectos qualitativos a fim de fornecer subsídios para futuros investimentos em ações na modalidade ensino à distância (EAD) no ARPA. Que na modalidade de cursos de pós graduação foi identificado o curso de Mestrado Profissional em Gestão de Áreas Protegidas da Amazônia no INPA, sendo uma opção regional para formação avançada de gestores de UC. Apoio do Programa ARPA a experiências como as da Comunidade de Ensino e Aprendizagem na temática Plano de Manejo e o participação de gestores no Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação (CBUC) e apoio ao Encontro de Gestores de UC, caracterizam uma perspectiva de apoiar a formação dos gestores no compartilhamento do conhecimento e das boas práticas que são desenvolvidas no cotidiano das Unidades de Conservação a partir do enfrentamento pelos gestores de realidades complexas e singulares. A possibilidade de espaços de debate e de compartilhamento de experiências 6

7 também viabiliza avanços no processo de aquisição de competências dos gestores..2) Cenário de desempenho do componente 2.1- Consolidação e Gestão de UC, como direcionadores para estratégias de capacitação no Programa ARPA. Segundo o Relatório Técnico-Financeiro ARPA/MMA, sobre os avanços obtidos no subcomponente 2.1- Consolidação e Gestão de Unidades de Conservação, é possível analisar o desempenho das UC (ver coluna - resultado da subtração das UC com avanço das sem avanço) em relação aos marcos referencias propostos pelo Programa (coluna 1 e 2). Nas UC de consolidação grau 1 Consolidação grau 1 (5UC) Desempenho (UC com avanço -UC sem avanço) quantidade UC sem avanço Marco referencial Grau de consolidação desejado Plano de manejo 100% 7 Conselho Formado 100% 7 Conselho em Funcionamento (Gestão Participativa) 5% 26 Implementação do Plano Básico de Proteção 50% 7 UC Equipamentos Mínimos 5% 25 Sinalização Básica 0% 20 Atualização das informações no Cadastro Nacional de Unidades de Conservação, nos módulos de informações básicas, recursos humanos e infra-estrutura. CNUC atualizado Alocação Orçamentária Orçamento Geral da União: 25 milhões de dólares. Fundo Amazônia: 0 milhões de dólares. Equipe Técnica com no mínimo 2 funcionários 50% 25 Quadro 1:desempenho UC consolidação nível 1 X marcos referenciais Constata-se a partir do quadro acima, que o desafio de consolidação nível 1 é maior nos marcos referenciais relativos à Plano de Manejo, Implementação do Plano Básico de Proteção e no Funcionamento dos Conselhos (gestão participativa). 7

8 Nas UC de consolidação grau 2 Consolidação grau 2 (7 UC) desempenho (UC com avanço - UC sem avanço) quantidade UC sem avanço Marco referencial Grau de consolidação Proteção 80% Instalação 100% Conselho em Funcionamento (Gestão Participativa) 100% 18 Plano de manejo /revisão 100% 8 Demarcação 100% 27 Sinalização 100% 26 Situação Fundiária 100% 1 Termos de Compromisso para unidades de proteção integral ou Concessão de Direito Real de Uso para unidades de uso sustentável 100% 19 Inventário de Recursos Naturais 100% 26 Monitoramento de indicador biológico ou social 100% 19 Equipamentos mínimos 100% 27 Equipe Técnica com no mínimo 5 funcionários 100% 0 11? 19 Quadro 2: desempenho UC consolidação nível 2 X marcos referenciais Já nas UC de consolidação grau 2 o desafio de consolidação é maior nos marcos referenciais relativos à Conselho em funcionamento (gestão participativa), Plano de manejo/ revisão, Demarcação, Sinalização, Termos de Compromisso para unidades de proteção integral ou concessão de direito real de uso para unidades de uso sustentável, inventário de recursos naturais, monitoramento de indicador biológico ou social, equipamentos mínimos. 8

9 Tal análise é relevante para identificação do conjunto de competências críticas de natureza técnica e gerencial a serem priorizadas nas capacitações apoiadas pelo ARPA Ressalta-se que tanto no tema Plano de manejo e como nas temáticas referentes à Consolidação Territorial as ações de capacitação, embora pertinentes, devem ser consideradas como adicionais às ações de definição de procedimentos claros pelos órgãos gestores para o alcance destes resultados (ex: definição do procedimento para elaboração de plano de manejo), assim como aos outros investimentos previstos em outros subcomponentes do Programa. V- PREMISSAS DO PLANO ESTRATÉGICO DE CAPACITAÇÃO Tendo em vista o cenário acima identificado e a fim de garantir agilidade, qualidade e a otimização de recursos em sua operacionalização, o Plano Estratégico de Capacitação parte do seguinte conjunto de proposições básicas: A. Só poderá ser considerado como ação de capacitação no subcomponente 2., evento ou ação que for estruturado, planejado com intenção educativa e passível de avaliação. B. Denomina-se evento ou ação de capacitação: cursos presenciais e a distância, aprendizagem em serviço, grupos formais de estudos, intercâmbios, estágios, seminários e congressos que contribuam para o desenvolvimento do público alvo e que tenham a intenção desenvolver competências (conjunto de conhecimentos, habilidades e atitudes) inerentes ao alcance das metas do Programa ARPA. C. Toda capacitação deve estar alinhada com as metas do programa, considerando seus marcos referenciais e as metas estabelecidas no Plano Estratégico Plurianual (PEP) da UC, sendo priorizada a aquisição de competências relacionadas aos desempenhos relacionados aos avanços na consolidação das UC. D. Buscar sempre que possível, integração com os planos de capacitação dos órgãos gestores envolvidos no Programa ARPA, observando os aspectos de eficiência e eficácia das ações de capacitação e objetivando também o fortalecimento de práticas estruturadas e sistematizadas de desenvolvimento de competências técnicas e gerenciais nestes órgãos. E. Priorizar capacitações que proponham em sua metodologia atividades aplicativas a serem desenvolvidas no ambiente de atuação dos participantes, propiciando assim melhores condições de repercussão dos processos educativos nos resultados das UC. F. Estimular a formação de instrutores, tutores e facilitadores internos, proporcionando o aproveitamento e multiplicação do capital intelectual existente dentro da comunidade de atores do Programa ARPA. G. Apoiar oportunidades de participação em congressos e eventos (presenciais ou virtuais) que promovam a aquisição das competências e compartilhamento de experiências pertinentes ao escopo do programa. H. Apoiar publicações que sistematizem, disseminem conhecimentos constituídos no âmbito dos eventos e ações de capacitação do ARPA, seja em termos das boas práticas das unidades envolvidas ou do conhecimento fruto da própria gestão ou operacionalização do Programa. 9

10 I. Monitorar e analisar crítica e sistematicamente os resultados previstos no Plano de Capacitação e garantir a adoção de ações corretivas pela instância responsável pela coordenação do Plano, sempre que necessário. VI- DIRETRIZES PARA ELABORAÇÃO E GESTÃO DO PLANO ESTRATÉGICO DE CAPACITAÇÃO DO PROGRAMA ARPA. O Plano Estratégico de Capacitação do ARPA (PEC) é um documento robusto e permanente que orienta políticas, estratégias e procedimentos de capacitação a serem apoiadas pelo subcomponente 2.. Parte deste documento é denominada Plano Anual de Capacitação ARPA (PAC) que consiste num plano de cunho operacional das ações de capacitação do ARPA e que deverá ser atualizado ou renovado com frequência anual. A proposição de um ciclo anual de planejamento das capacitações, deve-se a própria dinâmica do desempenho das UC em relação a suas metas no Programa e a necessidade de atualização das capacitações que deverão ser oferecidas para apoiar a aquisição de competências críticas do público alvo para obtenção destes resultados. O PAC será sempre orientado e desdobrado do PEC que funciona como um documento guarda chuva que fornece direção foco, conforme figura 1. Figura Elaboração do Plano Anual de Capacitação (PAC). O planejamento das atividades será coordenado anualmente pela UCP apoiada pelo GT de Capacitação, ficando estabelecido como prazo máximo para sua elaboração a data de 21 de janeiro. 6.2 Estrutura do Plano Anual de Capacitação (PAC). A estrutura do PAC deverá conter os seguintes itens: Análise crítica dos resultados do ciclo anual de capacitação anterior com destaque para pontos fortes e oportunidades de melhoria além de recomendação de ações corretivas para o ciclo de capacitação subseqüente. 10

11 6.2.2 Elaboração de Quadro de Previsão Anual de Capacitações ARPA (ver anexo 1) contendo todas as ações de capacitação previstas para o ciclo anual detalhadas de acordo com os seguintes itens: Eixo temático; Deverá estar sempre relacionado aos marcos referenciais da fase II do programa ARPA ou a temas transversais relacionados a aspectos da gestão de unidades de conservação ou a aspectos técnicos que impactem de forma direta nas competências envolvidas no avanço dos marcos referenciais; Nome da ação de capacitação; Exemplos: Curso Prático de GPS, Trackmaker e google earth, Ciclo de gestão Participativa, Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação, Oficina de monitoramento; Objetivos da ação de capacitação; Formato; Definir se a ação será presencial, ensino a distância (EAD), Oficina de trabalho (para elaboração de planos, tomada de decisão, resolução de problemas etc.), congresso; Período de realização; Período em que está previsto o inicio e a conclusão. Se envolver um conjunto de módulos como no caso de programas, especificar os períodos previstos; Local de realização; Onde ocorrerá a capacitação; Instituição/Executor responsável; Instituição e pessoa responsável pela coordenação da capacitação (operacionalização pedagógica e em alguns casos, logísticas) Recursos; Previsão de recursos logísticos, materiais e humanos demandado do ARPA para realização da capacitação. Investimento; Previsão do investimento financeiro que será demandado do ARPA para a realização da capacitação; Número de participantes ARPA previsto Monitoramento dos Resultados Deverão ser estabelecidos os indicadores e metas a serem monitoradas no ciclo anual de capacitação. Recomenda-se a manutenção de indicadores de ciclos anteriores para que possam ser comparados os desempenhos entre os ciclos anuais, porém devem sempre ser consideradas as possibilidades de melhoria no sistema de monitoramento, considerando sobretudo as necessidades de inovação ou melhorias advindas da análise critica dos resultados avaliados nos ciclos de planejamento anteriores. Recomenda-se a adoção de um número mínimo de e máximo de 5 indicadores para acompanhamento dos resultados globais de capacitação. Segue no quadro indicadores que deverão ser adotados nos ciclos anuais para monitoramento do Plano anual de capacitação do ARPA. 11

12 Metas Globais indicadores propostos Fórmula de cálculo Indicador de acompanhamento Nº de gestores Capacitados/ano Total de gestores de UC ou órgão gestores capacitados no ano 100% % de Implementação do Plano Anual de Capacitação/ano (Nº de ações previstas e realizadas no PAC/Nº de ações previstas no PAC) X100 Indicador de acompanhamento % de capacitações ARPA integradas aos PACs órgãos gestores/ano (Nº de ações integradas com PACs órgãos gestores/nº de ações realizadas) X 100 (no de participantes do evento x carga horária do evento) /Nº gestores lotados em UC ARPA Indicador de acompanhamento Nº horas aula/ gestor/ano 100% Volume de recursos de capacita- Valor absoluto de recursos executados ção /executados ano em eventos de capacitação ARPA Quadro : propostas indicadores para medição global do desempenho PAC ARPA Outro aspecto a ser considerado é que inicialmente, para os indicadores que tenham como proposta medir aspectos sobre os quais não existam dados sistematizados, série histórica ou mesmo experiência acumulada, pode-se optar pela adoção do indicador sem sugestão de meta, dado que poderá ocorrer grande dificuldade em fixála. Neste caso o indicador seria denominado como de acompanhamento pois a intenção de adotá-lo não seria de mensurar um desempenho em relação a uma meta, mas a de criar condições de sistematização de informação para estabelecimento de metas futuras com consistência. 6.-Execução das Ações de Capacitação 6..1 Procedimentos para as Capacitações do Arpa As ofertas de capacitação do Arpa e seu processo seletivo serão conduzidos pela UCP a qual divulgará as oportunidades através de editais, com antecedência de 60 dias, por meio de convites direcionados ou edital específico no qual serão detalhados os mecanismos de seleção, os quais dependem sempre de aprovação do órgão gestor que apoiará também o processo de seleção. No caso do número de candidatos aos cursos ser superior ao número de vagas ofertadas, será utilizado o critério de proporcionalidade de número de UC por órgão gestor em relação ao número total de Uc apoiadas pelo ARPA. Em relação à participação em Congressos, além da aprovação do órgão gestor, o participante deverá ser primeiro autor de trabalho relacionado às metas do Programa Arpa, aprovado pela organização do evento. Ainda deverá ser encaminhada à UCP documento contendo: a) a descrição dos objetivos, b) atividades programadas, c) descrição da meta do programa abordada no trabalho. d) período de realização, 12

13 e) instituição proponente, f) custos envolvidos e g) contrapartida alocada Planejamento da ação de capacitação. (Plano de curso) Com base no quadro com a previsão de ações de capacitação que consta no anexo 1 deste documento, será elaborado plano de curso para cada ação de capacitação presencial ou à distância, pelos instrutores responsáveis, onde serão detalhados objetivos, conteúdos a serem abordados, metodologia, cronograma de trabalho com distribuição dos conteúdos/carga horária e descrição do sistema de avaliação da ação da capacitação. O plano de curso deverá ser encaminhado pelo coordenador responsável com antecedência de 70 dias à UCP que compartilhará com o GT capacitação. Um modelo de Plano de Curso, segue no anexo. 6.. Acompanhamento e avaliação das ações executadas As ações de capacitação do público alvo ARPA, deverão em seu plano de trabalho definir o método de avaliação, que deverá ser tabulado e encaminhado a UCP. As ações de capacitação devem ser avaliadas da seguinte forma: Avaliação de reação Trata-se da avaliação do treinando em relação à atividade da qual acabou de participar. Pode oferecer ao gestor informações importantes sobre o que se passou no evento em si. Deve ser aplicada em todos os eventos, sendo obrigatória para todos os eventos de capacitação do programa ARPA. Avaliação da aprendizagem Avalia os conhecimentos adquiridos no evento. Pode ser realizada aplicando-se no treinando testes pré e pós-treinamento ou, ao final do evento, apenas uma verificação do conhecimento. É importante esclarecer, no início do evento, que o participante deverá responder a uma avaliação de aprendizagem dos conteúdos transmitidos. É obrigatório para treinamentos com conteúdos conceituais. Avaliação de impacto ou reflexos: esse tipo de avaliação verifica se os resultados esperados foram realmente obtidos e se os conhecimentos adquiridos puderam ser aplicados. Pode ser feita de várias formas: pesquisa por formulário, ação combinada entre aplicação do formulário, reunião/entrevista com o treinando e com sua chefia imediata. Recomendado sobretudo em programas de média e longa duração. VII- LEVANTAMENTO DE OPORTUNIDADES DE CAPACITAÇÃO PARA O PÚBLICO ARPA. 7.1 Entre os órgãos gestores participantes do ARPA Entre os órgãos gestores, foi confirmada a informação levantada pela UCP em diagnóstico realizado no início de 201 de que apenas o ICMBio apresentou plano com ofertas de capacitação para 201, conforme segue: 1

14 Eixos Ciclo Administrativo Conservação e manejo da biodiversidade Educação Ambiental Formação de Instrutores Curso Sistemas estruturantes noções básicas Gestão de contratos e convênios Gestão do patrimônio público, incluindo manutenção de veículos Orçamento e Finanças Rotinas administrativas Curso de licitação e contratos administrativos - EaD Curso de planejamento e orçamento público - EaD Curso de prestação de contas e convênios - EaD Curso de elaboração e execução de projetos de conservação Curso de estatística aplicada a projetos de conservação da biodiversidade Autorização para Licenciamento Ambiental Modelagem e Distribuição de Espécies º Ciclo de Educação Ambiental Tutores e elaboração de material didático Curso em SIG aplicado à avaliação do estado de conservação de espécies e Plano de Ação Nacional - PAN GeoprocesPrático de GPS, Trackmaker e Google Earth samento Geoprocessamento FORMAÇÃO Curso de avaliação de imóveis rurais em unidades de consertécnica vação federais Curso de instrução de processos de regularização fundiária Economia Extrativista para Inclusão Produtiva e Conservação da Biodiversidade Curso de Instrumentos de Gestão para o Uso de Recursos Gestão de UC e Naturais Consolidação Ter- Curso de Educação na Gestão Pública da Biodiversidade: ritorial Fundamentos e Estratégias de Processos Formativos da Gestão Socioambiental Curso de gestão de conflitos Curso de formação em PNGATI - Bioma Mata Atlântica Economia extrativista e gestão de negócios Gestão de conflitos territoriais: Termos de Compromisso Curso de Plano de Manejo Gestão Particip- º Ciclo de Gestão Participativa (Continuação). ativa 5º Ciclo de Gestão Participativa (Módulos 1, 2 e ) Curso de Monitoramento da Biodiversidade em ambientes marinho-costeiro Curso de integração de dados e Sistemas de Biodiversidade Monitoramento da do ICMBio Biodiversidade Curso de Monitoramento da Biodiversidade em ambientes terrestres Curso de Monitoramento Participativo da biodiversidade ICMBio (*) Ver portaria de publicada no anexo (2) 7.2 Ofertadas por outras instituições 1

15 Foram identificadas oportunidades de capacitação no mercado e sistematizadas sendo classificadas num cardápio subdividido em duas listas: cursos para marcos referenciais - onde foram registrados, cursos, treinamento e programas que tem relação com os eixos temáticos do programa ARPA outras capacitações onde foram registrados cursos de pós graduação, mestrados, congressos, cursos EAD gratuitos As ações registradas, em geral, contam com descrição de objetivos, custos, contatos e outros detalhamentos. Segue abaixo documento que relaciona as ações de capacitação identificadas. Clique no ícone para abrir planilha 1 Cardápio ofertas de capacitação_pla1.xls VIII- PROPOSIÇÕES PARA O PLANO ANUAL DE CAPACITAÇÃO 201 DO PROGRAMA ARPA. Considerando o cenário analisado no item deste relatório, as premissas propostas no item 5, e o levantamento de oportunidades de capacitação para o público alvo ARPA elencadas no item 7,seguem abaixo as propostas para definição do PAC 201 ARPA. A. Elaboração do Plano Anual de Capacitação ARPA considerando as oportunidades oferecidas no Plano Anual de Capacitação do ICMBio 201 relevantes ao Programa (ver item V deste relatório, premissa D), em função do leque de ações que são disponibilizadas (ver item 7.1), em geral já testadas, formatadas e customizadas ao público alvo do Programa. Tal iniciativa poderá implicar ainda na possibilidade de racionalizar e pulverizar a oferta das ações de capacitação e o investimento de recursos financeiros considerando que desta forma não será necessário criar turmas exclusivas para participantes ARPA. Outra vantagem são os procedimentos já integrados às rotinas do ICMBio e pessoal para operacionalização destas capacitações que desonerariam, em parte, as instâncias do programa ARPA que contam com equipe reduzida. A realização destas ações de capacitação podem também ocorrer em modalidades regionais, sendo reeditadas em local na própria região Amazônica, ou na Academia Nacional da BiodiversidadeACADEBio localizada em Iperó/SP, com capacidade de ocupação para 170 pessoas, estrutura para fornecimento de alimentação e translado para aeroporto de Viracopos, e setor logístico capaz de organizar todas as condições para eventos desta natureza. Além disto disponibiliza setor pedagógico que organiza e acompanha todas as capacitações nos aspectos das condições didáticas, equipamentos e materiais além da avaliação dos resultados. Em termos dos investimentos financeiros, quando o curso ocorrer na ACADEBio, o programa Arpa apoiaria as capacitações apenas na aquisição de passagens aéreas, ou eventual contratação de instrutores e aquisição de materiais didáticos. Quando fora da ACADEBio seriam também incluídas diárias. Em termos da análise sobre relevância e alinhamento das capacitações oferecidas pelo ICMBio aos resultados pretendidos pelo Programa 15

16 ARPA fase 2, foi realizada análise do PAC icmbio 201 e triadas as seguintes ações de capacitação tendo em vista os marcos referências do ARPA (conforme FAUC) registradas na tabela abaixo. Clique no ícone para abrir planilha 2 PAC_201 ICMBio triado_pla2.xls B. Realização de treinamento administrativo, ministrados pelo FUNBIO em C. D. E. F. 201, com aportes de investimentos adaptá-lo ao formato EAD, ampliando seu objetivo atual (capacitar os gestores nas ações operacionais do programa, com ênfase na utilização da Conta Vinculada, realização da prestação de contas e utilização do Sistema Cérebro para realização de solicitações) para capacitação em procedimentos ARPA abordando, além do conteúdo programático atual as políticas do Programa, procedimentos relativos aos procedimentos e instrumentos de planejamento do Programa, gerenciamento de metas e monitoramento dos resultados. Ver plano de trabalho da capacitação em 201 no anexo. A adaptação do novo escopo e conteúdo programático deverá ocorrer de acordo com conteúdos já identificados e trabalhados pelo FUNBio, pelos conteúdos a serem detalhados pelos UCP (conforme descrito acima) e acompanhada pelo GT capacitação ARPA. Apoio à participação de gestores em congressos. O ARPA apoiará a participação de gestores em congressos no Brasil para apresentação de trabalhos desenvolvidos no âmbito do Programa, entendendo que, além de uma oportunidade de aprimoramento, trata-se de um eficiente instrumento de divulgação do Programa. A seleção dos gestores apoiados ocorrerá de acordo com a observação dos procedimentos descritos no item 6..1 deste documento. Apoiar em caráter experimental, uma comunidade de ensino e aprendizagem fruto das ações de capacitação apoiadas pelo ARPA, criadas a partir de debates e trocas de experiências e que abordem temas relevantes aos resultados do programa,. Estabelecer meta de investimento em publicações sistematizem, disseminem conhecimentos constituídos no âmbito dos eventos e ações de capacitação do ARPA, seja em termos das boas práticas das unidades envolvidas ou do conhecimento fruto da própria gestão ou operacionalização do Programa. Investir no ano de 201 na preparação de oportunidades de ações de capacitação na modalidade EAD (ensino à distância) para implementação em 2015, conforme segue: Utilizar como plataforma EAD no Programa ARPA a plataforma já desenvolvida e utilizada pelo ICMBio que deverá comprometer-se a dar acesso aos órgãos estaduais nas ações de capacitação EAD compartilhadas com o ARPA. Por outro lado, o ICMBio solicita apoio de investimentos para melhorias, conforme segue: 16

17 o o Desenvolvimento de um curso em EaD com enfoque nas metodologias, produção do material didático e formação de tutores para acompanhamento de processos de formação à distância Apoio ao desenvolvimento da sala virtual de quatro cursos semipresenciais, entre os previstos no PAC do ICMBio 201 e abertos aos parceiros estaduais do ARPA. O apoio envolve o design instrucional e o desenvolvimento dos recursos da sala virtual do curso. Conforme já indicado no item B, propõe-se a alocação de recursos para contratação de consultoria para adaptar curso de procedimentos ARPA (que deverá ter seu escopo ampliado), ao formato EAD Investir em capacitações formato EAD em temas identificados como lacunas de oferta de capacitação relativas aos marcos referenciais do Programa. Deve-se privilegiar nestes temas, conteúdos que envolvam sobretudo a execução de procedimentos, tendo portanto um caráter mais informacional e procedimental. Indica-se os seguintes cursos a serem desenvolvidos: o Como elaborar e monitorar Planos de Proteção? (Ver questão 8 FAUC) o Como sinalizar e demarcar UC? (Ver questões 5 e 6 FAUC) o Como encaminhar diagnosticar e encaminhar a situação fundiária de uma UC? (Ver questão 7 FAUC) Disponibilizar cardápio de capacitações externas para parceiros e gestores ARPA, com o intuito de oferecer informação sistematizada e incentivar iniciativas individuais ou de parceiros para promoção de ações de capacitação. Destaca-se ainda a variedade de cursos no formato EAD gratuitos que foram identificados na pesquisa realizada sobre ofertas de capacitação, conforme cardápio que consta no item 7.2 deste relatório. IX - PLANO ANUAL DE CAPACITAÇÃO ARPA 201 De acordo com os levantamentos e análises realizados e debatidos pelo GT de Capacitação do ARPA em 21/01/201, foram selecionadas para o PAC 201 às seguintes ações de capacitação, observando o limite do teto orçamentário previsto para o biênio de 201, 2015 de R$ ,00 (dois milhões cento e sessenta mil reais). Em 201 o parâmetro utilizado pelo GT de Capacitação foi o de execução de 50% do orçamento do biênio Conjunto de cursos ofertados pelo ICMBio no ano de 201, selecionadas para PAC ARPA

18 Tema Objetivos Vagas ARPA Investimento R$ Administrativo Capacitar os condutores autorizados de veículos oficiais para reduzir custos de manutenção de veículos que tenham causado pela imperícia ou imprudência na condução. Espera-se que ao final do curso os seguintes resultados: 1. Reduzir o custo de manutenção por quebra em 70%; 2. Reduzir o número de acidentes com veículos oficiais;. Reduzir os custos de reposição de peças em pelo menos 50%;. Reduzir o consumo de combustível do veículo em até 0%; 5. Preparar o servidor para ações de mecânica básica (Troca de pneus, Preenchimento de formulários de controle de veículos, Primeiros socorros mecânicos, etc.). (será trabalhada a inclusão embarcações no programa) ,00 Identificação de oportunidades de financiamento Elaboração de projetos focados em garantir impacto na preservação e conservação da biodiversidade, com identificação de questões chave Organização de propostas, composição de equipes, redação. Execução de projetos de conservação e gestão dos conhecimentos associados (documentação) Elaboração de relatórios focados em resultados Publicação e divulgação de resultados ,00 Curso 1 Gestão do patrimônio público: mecânica básica e direção preventiva 2 Curso de elaboração e execução de projetos de conservação Conservação e manejo da biodiversidade Prático de GPS, Trackmaker e Google Earth Capacitar servidores nas unidades de conservação e seus órgãos gestores para o uso de receptores do sistema GPS e softwares de localização Geoprocessamento (GPS TrackMaker e Google Earth), para apoio nas atividades de campo e elaboração de relatórios técnicos ,00 Geoprocessamento Capacitar os servidores do ICMBio e gestores de unidades integrantes do SISNAMA a utilizar, de maneira integrada, com autonomia, organização e Geoprocessamento responsabilidade, ferramentas de geoprocessamento para a construção de produtos que subsidiem os processos de gestão das Unidades de Conservação ,00 18

19 5 Gestão de UC e consolidação territorial Capacitar gestores de UC, dos seus órgãos gestores e comunitários visando o aprimoramento dos instrumentos de regramento de uso de recursos naturais e seu monitoramento 15.00,00 Gestão de UC e consolidação territorial Ampliar a capacidade institucional dos gestores das unidades integrantes do SISNAMA para realizar intervenções estratégicas nos conflitos que perpassam a gestão das UC em prol da conservação, por meio da capacitação dos servidores, que lidam cotidianamente com as situações conflituosas inerentes às sociedades humanas, para o entendimento da gestão de conflitos enquanto processo a ser analisado e gerido, a partir da compreensão de suas origens e dinâmicas. O Curso abordará temas como: conceitos básicos da gestão de conflitos; fatores geradores e influenciadores de conflitos; estratégias e passos da gestão de conflitos; interações estratégicas; arranjos auto-organizados. Os conteúdos envolvem de forma transversal diversas áreas do conhecimento como a Sociologia, Antropologia, Comunicação Social, Psicologia Social, Ciência Política e Direito ,00 Gestão de conflitos territoriais: Termos de compromisso Gestão de UC e consolidação territorial Intercâmbio de experiencias entre gestores de unidades integrantes do SISNAMA e instruir os servidores para a condução do processo de elaboração, implementação e monitoramento de termos de compromisso, conforme previsto na Instrução Normativa nº 26/2012. O termo de compromisso é um instrumento transitório que disciplina atividades e estabelece acordos entre o órgão gestor da UC e as comunidades tradicionais que residem ou dependem dos recursos naturais localizados em UC de proteção integral para sobrevivência, visando à conservação da biodiversidade, sem prejuízo dos modos de vida das populações tradicionais, criando as condições necessárias para a consolidação territorial das UC ,00 Curso de Plano de Manejo Gestão de UC e consolidação territorial Preparar servidores nas unidades de conservação e seus órgãos gestores por meio para atuarem em diversas etapas da elaboração de planos de manejo de UC (redação, condução de reuniões participativas, coordenação de PMs, supervisão) ,00 Curso de Instrumentos de Gestão para o Uso de Recursos Naturais 6 Curso de gestão de conflitos

20 9 10 5º Ciclo de Gestão participativa dulos 1, 2 e ) (mó , , ,00 Formação gerencial Liderança, Reflexão e Ação Formação gerencial Coaching e processos de discussão grupal Formação gerencial Capacitar as lideranças no uso de técnicas de Coaching para criar um ambiente de trabalho favorável ao desenvolvimento da autonomia responsável dos liderados, estimulando o comprometimento, a criatividade e inovação na equipe ,00 Formação gerencial reconhecer a importância do planejamento e da gestão integrada para o desempenho das organizações públicas; descrever as especificidades do Estado como fornecedor de bens e serviços; entender que a responsividade às necessidades dos cidadãos, a transparência das ações e a prestação contínua de contas são inerentes à ação das organizações públicas; identificar as variáveis internas e externas que interferem na gestão das políticas, programas e projetos no âmbito das organizações públicas; reconhecer a importância da dimensão risco nas escolhas das alternativas e no acompanhamento da execução de políticas, programas e projetos no setor público; reconhecer a importância da avaliação das ações e resultados no setor público. 15 R$ 6.780,00 Noções básicas de Administração Pública para gestores Liderança, aspectos de equipes, fases e estágios de amadurecimento de equipes de trabalho, perfis de liderança e chefia, motivação de equipes. analisar a importância da reflexão como ferramenta essencial para o exercício da liderança; identificar seu estilo predominante de aprendizagem e compreender que líderes eficazes devem ser adaptáveis, flexíveis e com disposição para aprender ao longo de toda a vida; identificar estratégias para auxiliar seus liderados a conhecer e desenvolver suas competências; distinguir a importância da visão dos valores pessoais para enfrentar e superar dilemas éticos, no exercício da liderança; avaliar a importância dos fatores de inteligência emocional no desempenho da liderança; analisar a importância da cultura organizacional, principalmente em processos de mudança, e como podem influenciá-la em suas unidades de trabalho; 12 Gestão de Equipe Gestão participativa 1 Capacitar gestores públicos visando ampliar e qualificar a participação social na gestão da sociobiodiversidade. 2 Contribuir para o fortalecimento da gestão participativa nas unidades de conservação e seus órgãos gestores por meio do ICMBio" e no envolvimento da sociedade na conservação da sociobiodiversidade. Contribuir para a gestão participativa em outras esferas do SISNAMA. 20

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