PMESP: Planejamento Estratégico Do Sistema Integrado de Gestão ao Plano de Policiamento Inteligente (PPI)

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "PMESP: Planejamento Estratégico Do Sistema Integrado de Gestão ao Plano de Policiamento Inteligente (PPI)"

Transcrição

1 PMESP: Planejamento Estratégico Do Sistema Integrado de Gestão ao Plano de Policiamento Inteligente (PPI) Manoel Messias Mello * PAPER 1: Modelo Gerencial da Polícia Militar do Estado de São Paulo - Gestão Sistêmica focada no cidadão. Resumo Modelo Gerencial da Polícia Militar do Estado de São Paulo - Gestão Sistêmica focada no cidadão representa uma inovação na gestão pública na esfera da Segurança Pública à medida que incorpora conceitos relevantes para o desenvolvimento de uma administração de resultados focada no atendimento ao interesse público. O planejamento define os objetivos estratégicos e relaciona as diretrizes institucionais, os padrões e metas desafios, controle qualitativo por meio de medidas de desempenho e de resultados, alinhando sua postura gerencial aos direcionamentos governamentais, ao Plano Plurianual PPA e aos anseios da comunidade. O modelo adotado incorpora dois aspectos importantes da sociedade contemporânea: uma visão sistêmica na gestão e uso eficaz da tecnologia de informação e comunicação. Palavras-chave: Gestão de polícia, Planejamento Estratégico, Policiamento focado no cidadão, Gestão sistêmica. Abstract The Polícia Militar do Estado de São Paulo s Managerial Model Citizen-focused Systemic Management represents an innovation of public management in the Public Security sector in the way it incorporates strong concepts to the development of a results-driven management always focused on the public needs. The police plan determines the strategic aims that drive the work patterns, the organizational goals and its qualitative control through some measures of performance and results, aligning the police management action to the government policies, to the Plurianual Plan (PPA) and to the community needs. The model combines two important aspects of the contemporary society: the systemic vision on management and the effective use of Information and Communication Technology. Key-words: Police management, Strategic Planning, Citizen-focused policing, Systemic Management.

2 PMESP: Planejamento Estratégico Do Sistema Integrado de Gestão ao Plano de Policiamento Inteligente (PPI) PAPER 1: Modelo Gerencial da Polícia Militar do Estado de São Paulo - Gestão Sistêmica focada no cidadão. Manoel Messias Mello Tenente Coronel da Polícia Militar do Estado de São Paulo, Atual Chefe da Seção de Estado Maior responsável pelo Planejamento Estratégico, Orçamento e Gestão pela Qualidade. Bacharel em Direito pela Instituição Toledo de Ensino de Bauru. Nível Pos Graduação pelo Centro de Aperfeiçoamento de Ensino Superior da Polícia Militar do Estado de São Paulo CAES.. Nível Mestrado Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais (CAO).. Nível Doutorado-Curso Superior de Polícia (CSP). 2

3 INTRODUÇÃO O presente artigo tem como escopo descrever o modelo gerencial da Polícia Militar do Estado de São Paulo, relacionando uma gestão pública aos conceitos gerenciais da administração em geral, mostrando seus aspectos sistêmicos que geram resultados significativos na esfera da segurança pública. É sabido que os teóricos da Administração Geral consideravam o tema da administração sob a perspectiva da organização como um todo. Segundo Fayol (1920), principal representante da Teoria Clássica da Administração, a administração era uma atividade comum a todos os empreendimentos humanos na empresa, no governo e mesmo em casa 1. A abordagem contemporânea, mais especificamente a sistêmica, encara as organizações como um conjunto de partes interelacionadas e interdependentes dispostas de maneira a produzir uma totalidade unificada. A Polícia Militar, sob esta ótica, elaborou seu Planejamento Estratégico para o quadriênio , sistematizando todos seus processos, que há algum tempo vem sendo padronizado sob o prisma da administração por resultados. O planejamento estratégico é um processo gerencial que permite estabelecer um direcionamento a ser seguido pela organização, com o objetivo de se obter uma otimização na relação entre a Instituição e seu ambiente. 2 Ele diz respeito à formulação de objetivos para a seleção de programas de ação e para sua execução, levando em conta as condições internas e do ambiente externo da Polícia Militar e sua evolução projetada em cenários esperados. Também considera premissas básicas que a organização deve respeitar para que todo o processo tenha coerência e sustentação. Além do compromisso de atender os anseios da comunidade, a organização pública bem sucedida deve estar sempre pronta a se adaptar a ambientes em contínua mudança. O planejamento estratégico orientado ao ambiente cumpre exatamente esta função, pois busca manter a flexibilidade viável de seus objetivos, habilidades e recursos enquanto mantém o compromisso com a sua missão institucional. Visão Sistêmica da Administração A teoria do conhecimento, que estuda as relações entre sujeito cognoscente e objeto a ser conhecido, se tem dirigido à utilização 1 ROBBINS, S.P. Administração Mudanças e Perspectivas. 1. Ed. São Paulo: Saraiva, p.491.

4 de uma metodologia interdisciplinar, interagindo diversos objetos e campos do saber numa perspectiva sistêmica. A administração gerencial das Instituições quer pública ou privada, não pode prescindir de dois aspectos importantes na sociedade moderna contemporânea: uma visão sistêmica na gestão e existência de uma Tecnologia de Informação e Comunicação que possibilite a organização de um Sistema Integrado de Gestão (SIG) para melhor aproveitamento dos recursos colocados à disposição do administrador em geral. Notamos que nos tempos modernos a sociedade exige de suas Organizações Públicas resultados melhores e a menor custo. Isto reforça a tese de que é prioritária uma visão sistêmica dos processos, representando um sistema de gestão integrado, segundo o qual, na esfera da Segurança Pública, todos os processos de policiamento e atividades gerenciais sejam focados e integrados de tal forma que possibilite a consecução dos objetivos macros propostos de diminuição dos indicadores criminais e maior sensação de segurança da comunidade, fins precípuos de sua existência enquanto Instituição. Como justificativa dessa assertiva, além do princípio da legalidade, há de se reconhecer que ganha força na realidade atual o princípio da finalidade, eficiência e da moralidade administrativa, os quais permeiam o novo modo de fazer polícia. Vale dizer, não mais se admite nos processos finalísticos o empirismo e o desperdício de meios materiais e de pessoal. A forma orientada dos serviços de policiamento requer íntimo conhecimento e controle das necessidades da comunidade e dos usuários em geral. A Instituição é na verdade um sistema. Nos tempos modernos, podemos afirmar que se trata de um sistema aberto, haja vista o próprio conteúdo constitucional que deu responsabilidade conjugada com a comunidade nas questões relativas à Segurança Pública. No dizer de Robbins: Sistema é um conjunto de partes interelacionadas e interdependentes dispostas de uma maneira que produz um todo unificado. Existem dois tipos básicos de sistemas: fechados e abertos. Os sistemas fechados não são influenciados pelo ambiente em relação aos que interagem com ele. A visão mecanicista de Frederick Taylor sobre as pessoas e as organizações era essencialmente uma perspectiva de sistemas fechados. Em compensação, uma abordagem de sistemas abertos reconhece a interação dinâmica do sistema com seu ambiente. 3 2 OLIVEIRA, D. P. R. Planejamento Estratégico: conceitos, metodologia, práticas. São Paulo: Atlas, 1999, 14. ed. p Robbins. Ob.cit., p.199 4

5 A abordagem sistêmica representa o olhar do todo da organização e o entendimento de que as partes são interdependentes entre si e qualquer impacto nas partes gera alterações substanciais no todo. Novamente recorre-se a Robbins para demonstrar a interdependência dos fatores de uma organização: Utilizando uma abordagem sistêmica, vislumbramos a organização como constituída de fatores interdependentes, incluindo indivíduos, grupos, atitudes, motivações, estrutura formal, interações, metas, status e autoridade onde o trabalho de um gerente é garantir que todas as partes da organização sejam coordenadas internamente de forma que suas metas possam ser alcançadas. 4 Na verdade, a visão sistêmica representa um modelo gerencial que vai além do administrar simplesmente o cotidiano. É pensar à frente, antecipandose a própria necessidade das partes envolvidas na relação. Representa a visão holística ou cosmopolita da administração. É entender que todos os esforços da administração são integrados e interagentes, causando reações imediatas em todos os sentidos e partes do sistema, fenômeno que bem aproveitado pode gerar resultados melhores e a menor custo. Neste 4 Idem sentido, é importante conhecer o conceito de gestão. Assim, Nunes define gestão: Embora não seja possível encontrar uma definição universalmente aceita para o conceito de gestão e, por outro lado, apesar deste ter evoluído muito ao longo do último século, existe algum consenso relativamente a que este deva incluir obrigatoriamente um conjunto de tarefas que procuram garantir a afetação eficaz de todos os recursos disponibilizados pela organização, a fim de serem atingidos os objetivos prédeterminados. Continua a dizer Nunes: Por outras palavras, cabe à gestão a otimização do funcionamento das organizações através da tomada de decisões racionais e fundamentadas na recolha e tratamento de dados e informação relevantes e, por essa via, contribuir para o seu desenvolvimento e para a satisfação dos interesses de todos os seus colaboradores e proprietários e para a satisfação de necessidades da sociedade em geral ou de um grupo em particular. 5 Vale dizer que a administração moderna impõe ao gestor a capacidade de colocar em prática o planejamento estratégico da Instituição, com a visão global da organização ou empresa, com finalidade de atingir a visão de futuro e os objetivos 5 NUNES, Paulo. Conceito de Gestão e de Gestor. htpp// em 22abr06, 22h10m. p.26. 5

6 definidos, visando satisfazer seus parceiros, usuários e demais partes envolvidas. Isto é, cumprir fielmente seu papel existencial, aproveitando todos os vetores e impactos que a ação gerencial proporciona para a busca dos resultados desejados. MODELO GERENCIAL PMESP A Polícia Militar é uma Instituição que vive o tempo de seu tempo e é o reflexo da própria sociedade. Hoje, a sobrevivência das organizações, mercantis ou sem fins lucrativos, pública ou privada, está intimamente ligada a sua capacidade de adaptação às exigências do mercado ou de seus usuários, no caso das organizações públicas. Portanto, a Polícia Militar do Estado de São Paulo, totalmente adequada, em resposta ao chamamento governamental feito em 1996, após a edição do Decreto /95, que instituía o Programa Permanente de Qualidade e Produtividade do Governo do Estado de São Paulo, iniciou o seu Programa de Qualidade, alicerçada na educação dos colaboradores, nas técnicas e conceitos modernos da Gestão da Qualidade. A Polícia Militar é uma instituição que pensa global e age localmente para atender a cada um dos cidadãos presentes no Estado de São Paulo. Sua capilaridade pelos 645 (seiscentos e quarenta e cinco) municípios paulista possibilita que compartilhe com os anseios de cada uma das regiões sem, contudo, perder de vista sua missão e sua visão de futuro. O alinhamento de suas ações busca a eficiência, por intermédio do fortalecimento de seus processos principais, com aplicação dos Programas de Policiamento, sob o direcionamento da Inteligência Policial, que se materializa na aplicação do Plano de Policiamento Inteligente gerado em cada uma das OPM territoriais. Os resultados iniciais indicam e impulsionam para uma sinergia entre o planejamento setorial, que são as áreas de apoio, e o operacional, que são os órgãos de execução, estes diretamente relacionados à atividade primeira da Instituição de polícia ostensiva e atuante direta na preservação da Ordem Pública. O conceito de Ordem Pública que abrange inúmeras variáveis, desde a vida em sociedade, especificamente na relação interpessoal, até o ambiente em que se vive, coloca a Polícia Militar como Instituição que interage e integra a sociedade de forma muito intensa. Completando esse sistema, a Polícia Militar adota a Filosofia de Polícia Comunitária como instrumento valioso de cooperação entre a polícia e a sociedade, validando e estimulando nas partes 6

7 envolvidas o respeito às pessoas e, principalmente, aos direitos fundamentais da pessoa humana. Somente com a constante atualização de suas práticas é que se podem atender os anseios de seus usuários, diretos e indiretos. Alinhamento à política governamental, processos bem definidos; disseminação eficiente, treinamento e desenvolvimento de pessoal, valorização da força de trabalho, controle adequado sobre as práticas, realinhamento estratégico, reconhecimento, respeito às pessoas, parcerias, participação da comunidade, análise dos resultados, intercâmbio com outras organizações policiais, nacionais e internacionais, programas de responsabilidade social, são práticas insertas no modelo gerencial que demonstram que a Polícia Militar caminha focada rumo à excelência. METODOLOGIA DO MODELO Para a elaboração de seu Planejamento Estratégico a Polícia Militar do Estado de São Paulo utilizou a ferramenta SWOT. A palavra se constitui em uma sigla, composta pelas iniciais de quatro palavras do idioma Inglês, sendo elas: Strengths (forças), weaknesses (fraquezas), Opportunities (oportunidades) e, threats (ameaças). A Matriz SWOT é uma ferramenta concebida para realização da análise dos ambientes de influência da organização. A análise dos cenários desenhados possibilitou a formulação dos Objetivos Estratégicos e a definição do principal Nicho da Instituição. Por fim, os cálculos da Matriz indicaram o parâmetro mínimo e máximo de pontuação das variáveis e apresentou o Poder Ofensivo e Defensivo da Instituição. Do mesmo modo possibilitou a localização nos quadrantes das variáveis qual o dimensionamento estratégico a que está submetida no ambiente desenhado, ensejando um perfeito direcionamento das estratégias. Estratégia é a definição de como serão alocados recursos para se atingir determinado objetivo. Considera-se que apenas fazer o que outros fazem, mas com maior eficácia operacional, não é propriamente ter uma estratégia. Está implícito no conceito que, para ter uma estratégia, precisamos atuar de forma diferente, com inteligência e planejamento. A Polícia Militar, como órgão da Administração Direta, deve caminhar alinhada às estratégias governamentais para a área de Segurança Pública. A propósito, ao se verificar as estratégias relacionadas junto aos objetivos governamentais, nota-se uma perfeita sintonia entre o que a Instituição 7

8 desenvolve nos dias hodiernos e o contido na esfera do poder político para o setor. âmbito da segurança pública. O diagrama abaixo simboliza o modelo de maneira gráfica: Objetivos Governamentais Estratégias Governamentais Estratégias Institucionais Objetivos Institucionais ESTRATÉGIAS GESTÃO DE LOGÍSTICA ESTRATÉGIAS GESTÃO PESSOAL GESTÃO GESTÃO INTEGRADA INTEGRADA ESTRATÉGIAS GESTÃO DE SAÚDE OBJETIVOS INSTITUCIONAIS ESTRATÉGIAS GESTÃO FORMAÇÃO TREINAMENTO E DESENVOLVIMENTO POLÍCIA POLÍCIA OSTENSIVA E OSTENSIVA E PRESERVAÇÃO DA PRESERVAÇÃO DA ORDEM PÚBLICA ORDEM PÚBLICA Figura 1: Padrão para definição das Estratégias ESTRATÉGIAS GESTÃO OPERACIONAL ESTRATÉGIAS DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO POPULAÇÃO POPULAÇÃO GESTÃO SISTÊMICA ESTRATÉGIAS GESTÃO DE FINANÇAS Figura 2: Diagrama do Modelo de Gestão A Polícia Militar do Estado de São Paulo definiu suas estratégias em sintonia com as estratégias governamentais a fim de atingir os objetivos da Instituição e consequentemente os governamentais. A PMESP estrutura suas estratégias em sete segmentos integrados: Gestão de Pessoal; Gestão de Logística; Gestão de Formação, Treinamento e Desenvolvimento de Pessoal; Gestão Operacional; Gestão de Tecnologia de Informação e Comunicações; Gestão de Finanças e Gestão de Saúde. O modelo privilegia uma administração sistêmica onde as estratégias gerenciais são interdependentes e integradas de tal forma que todas caminham para a consecução dos objetivos institucionais e, por conseguinte, o atendimento dos anseios e das necessidades da população paulista no Basicamente, as premissas iniciais de cada uma das estratégias mencionadas no diagrama, que se interligam no modelo de gestão adotado, são as seguintes: a. Gestão de Pessoal aumentar o efetivo policial militar nas atividades do Policiamento Ostensivo, e, administração de Pessoal que estimule clima organizacional positivo. b. Gestão de Logística a. dotar as OPM e os policiais militares de condições adequadas de trabalho; e, b. adequar a aquisição e substituição de viaturas, armamentos e equipamentos dentro de um plano sistêmico e continuado de modernização. c. Gestão de Formação, Treinamento e Desenvolvimento. valorizar a proteção da vida, da integridade física, da liberdade e da dignidade humana; integração permanente com a comunidade; as estruturas e convicções democráticas, especialmente a crença na justiça, na ordem e no cumprimento da lei; os princípios 8

9 fundamentais da Instituição Policial Militar; assimilação e prática dos direitos, dos valores morais e deveres; e, programas de Treinamento voltados para redução de não conformidades e garantia dos direitos fundamentais. d. Gestão Tecnologia de Informação e Comunicação estrutura de um Data Center para hospedagem dos sistemas de informação e de equipamentos de tecnologia para suportar os investimentos da rede de informações e de comunicações; estrutura de um Sistema Integrado de Gestão (SIG) com geração de dados relevantes para aplicação no controle e melhoria contínua da gestão estratégica e do policiamento orientado descrito no Plano de Policiamento Inteligente (PPI). e. Gestão Operacional estabelecer padrões de organização operacional calcados em programas de policiamento; aumentar a eficácia e eficiência do sistema operacional e implementação o uso da tecnologia de informação e comunicação na atividade operacional orientar a atividade policial aplicandolhe sistemas inteligentes. f. Gestão de Saúde promover a medicina preventiva e curativa no policial militar nos aspectos psicobiossociais, reduzindo-se o absenteísmo na Polícia Militar. promover a odontologia preventiva e curativa no policial militar, reduzindo-se o absenteísmo na polícia militar, através de atendimentos em nível primário, secundário e terciário, possibilitando minimizar os afastamentos do efetivo ativo. g. Gestão de Finanças atender as ações e atividades das OPM territoriais e especializadas para consecução dos objetivos governamentais e institucionais da polícia ostensiva e de preservação da ordem pública. Controle absoluto das demandas anuais de despesas correntes com redução a favor de investimentos. ESTRATÉGIAS EM AÇÃO Para implementação das estratégias considera-se como premissa que o funcionamento da Instituição está baseado no conjunto de atividades transformadoras interrelacionadas e caracteriza a real colocação da estratégia em ação. Para tanto para cada uma das etapas foram definidas as medidas de desempenho e de resultados, estabelecendo as metas desafios e os planos de ação contemplando os recursos a serem alocados no orçamento. As estratégias estão em ação por meio dos Planos Setoriais, a partir de definição das diretrizes emanadas do Estado Maior da PMESP que contém os padrões, descritivos e quantitativos, e seus desdobramentos, e as medidas de resultado que se deseja alcançar. Vale dizer que essa correlação entre as medidas comunica a maneira como os resultados devam ser alcançados para dizer se a estratégia está sendo bem sucedida ou não. Com a aprovação do Planejamento Estratégico , adotando parâmetros em medidas de desempenho e de resultados para alcance de seus objetivos, além de definir o modelo de gestão a ser 9

10 desenvolvido, foi necessário padronizar o processo de avaliação de gestão e de certificação das Organizações Policiais Militares. A nova sistemática pressupõe a necessidade de adaptação da metodologia de avaliação da gestão das Organizações Policiais Militares e dos parâmetros dos resultados que comprovem a eficiência e eficácia de suas práticas de administração rumo à excelência que se deseja alcançar. O Programa de Avaliação de Gestão e Certificação se desenvolve em duas etapas distintas: auto-avaliação e certificação. A auto-avaliação é obrigatória a todas as OPM a partir do nível Batalhão ou equivalente, processada por meio de um sistema informatizado e interativo onde são descritas as práticas de sua gestão, abrangendo a correlação entre os quesitos (marcadores) do critério de avaliação do desempenho e o Adendo Interpretativo. A participação no processo de Certificação é facultativa às Organizações Policiais Militares que forem selecionadas na fase anterior e abrange as seguintes etapas: Entrega do Relatório de Gestão; Análise crítica e de consenso, Visitas às OPM e Certificação propriamente dita. O Programa de Avaliação de Gestão representa ferramenta importante para a aplicação do ciclo PDCA na gestão sistêmica adotada, à medida que analisa a correlação das medidas de desempenho com as medidas de resultados, possibilitando a verificação quanto ao acerto das estratégias, sua aplicabilidade inadequada ou o ponto em que deva ser revista. O Ciclo PDCA compõe o conjunto de ações em seqüência dada pela ordem estabelecida pelas letras que compõem a sigla: P(plan: planejar), D(do: fazer, executar), C(check: verificar, controlar), e finalmente o A(act: agir, atuar corretivamente). O diagrama abaixo representa os pontos em que o ciclo ocorre dentro do Planejamento Estratégico da Polícia Militar do Estado de São Paulo, em diversos momentos em que as estratégias estão em ação. PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Gestão Integrada PLANO SETORIAL PLANO OPERACIONAL PROGRAM A DE AVAL IAÇÃO PROGRAM DE GESTÃO A DE E AVALIAÇÃO CERTIFICAÇÃO DE GESTÃO PMESP E CERTIFICAÇÃO PMESP MEDIDAS DE MEDIDAS DE DESEM PENHO RESULTADOS DIRETRIZES BÁSICAS DIRETRIZES BÁSICAS PADRÕES E MEDIDAS INDICADORES PADRÕES E MEDIDAS ESTRATÉGICOS Figura 3: Diagrama - Planejamento Estratégico CONSIDERAÇÕES FINAIS A descrição sucinta apresentada neste artigo retrata parte do modelo gerencial adotado pela Polícia Militar do Estado de São Paulo. Obviamente que para cada uma das 10

11 estratégias mencionadas existe um histórico de inovações que ocorreram com o passar dos anos, pois a Instituição é uma organização que apreende. Pode-se entender melhor o que é uma organização que aprende pensando nela como um modelo ideal que se vale de uma série de conceitos contemporâneos de administração. No dizer de Robbins: Uma organização que aprende (learning organization) é uma organização que desenvolveu a capacidade contínua para adaptar--se e mudar. Tal como os indivíduos aprendem, o mesmo acontece com as organizações. Todas as organizações aprendem, quer escolham conscientemente ou não, fazer isso é um requisito fundamental para a continuidade de sua existência. 6 Há de se ressaltar que a padronização dos processos, levada a efeito na Polícia Militar do Estado de São Paulo, é condição primeira para que, hodiernamente, pudesse aplicar metodologias e padrões insertos no Planejamento Estratégico. Nesse sentido, resultados das análises desenvolvidos na Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho, pela Faculdade de Engenharia do Campus de Bauru, Departamento de Engenharia de Produção, após aplicação de análise fatorial múltipla, concluiu que a gestão policial descrita no modelo 6 ROBBINS. Ob. cit., p.476. gerencial da Polícia Militar é acertada e impacta diretamente na redução dos indicadores criminais. 7 Assim, a Polícia Militar do Estado de São Paulo acredita nas seguintes assertivas como visão do futuro: a. Segurança como questão de Estado b. Políticas Públicas de transformação social associadas à Segurança Pública c. Polícia como vetor das mudanças sociais d. Polícia de defesa da vida, da integridade física e da dignidade da pessoa humana, integrada à comunidade e a comunidade integrada à Polícia como partícipe do processo (interação). REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL. Constituição da República Federativa do Brasil. 37ª Edição. São Paulo: Saraiva, CAMPOS, Vicente Falconi. Gerenciamento da Rotina do Trabalho do Dia-a-Dia. Rio de Janeiro: Bloch, DRUCHER, Peter F. Foudation, A Comunidade do Futuro. São Paulo: Futura, FUNDAÇÃO PARA O PRÊMIO NACIONAL DA QUALIDADE. Planejamento do Sistema de Medição do Desempenho. 2ª ed. São Paulo: KAPLAN, Robert S., NORTON, David P. A Estratégia em Ação - Balanced Scorecard. 6ª. ed. Rio de Janeiro: Campus, NUNES, Paulo. Conceito de Gestão e de Gestor. htpp// em 22abr06, 22h10m. OLIVEIRA, D. P. R. Planejamento Estratégico: conceitos, metodologia, práticas. São Paulo: Atlas, 1999, 14. ed. ROBBINS, S.P. Administração Mudanças e Perspectivas. 1. Ed. São Paulo: Saraiva, MELLO, Manoel Messias. Sistema Integrado de gestão índice global de gestão policial das organizações policiais militares territoriais aproveitamento do modelo gerencial do Comando de Policiamento do Interior Quatro região de Bauru. Monografia (Curso Superior de Polícia) Centro de Aperfeiçoamento e Estudos Superiores da Polícia Militar do Estado de São Paulo, São Paulo: p.131,

12 PMESP: Planejamento Estratégico Do Sistema Integrado de Gestão ao Plano de Policiamento Inteligente (PPI) Manoel Messias Mello * PAPER 2: Tecnologia de Informação e Comunicação na Polícia Militar do Estado de São Paulo Sistema Integrado de Gestão (SIG). Resumo Tecnologia de Informação e Comunicação na Polícia Militar do Estado de São Paulo Sistema Integrado de Gestão (SIG) representa importante passo para aperfeiçoar a gestão sistêmica desejável. A Polícia Militar do Estado de São Paulo desenvolveu seu próprio Sistema Integrado de Gestão (SIG), concebido e em aprimoramento com base nas melhores práticas (best practices), centrado na intensiva aplicação da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) e direcionado para atender os objetivos estratégicos de descentralizar o processo decisório, dando maior autonomia aos Comandantes de Policiamento no gerenciamento da atividade operacional e facilitar o acesso às informações necessárias para uma intervenção eficaz na prevenção e no combate à criminalidade. Palavras-chave: Tecnologia da Informação e Comunicação, Sistema de Gestão, Gestão de Polícia. Abstract Information and Communication Technology in the Polícia Militar do Estado de São Paulo Integrated Management System (IMG) represents an important step to the development of the police systemic management. The Polícia Militar do Estado de São Paulo developed its own Integrated Management System witch was created and has been enhanced through the dissemination of best practices, focused on the intensive use of Information and Communication Technology (ICT) and driven to the strategic aims related to the decentralization of decision-make processes, what gives more autonomy to the policing commanders for the operational management. Besides, it facilitates the access to information needed to do effective interventions in order to fight and prevent crimes. Key-words: Information and Communication Technology, Management System, Police Management.

13 13 PMESP: Planejamento Estratégico Do Sistema Integrado de Gestão ao Plano de Policiamento Inteligente (PPI) PAPER 2: Tecnologia de Informação e Comunicação na Polícia Militar do Estado de São Paulo Sistema Integrado de Gestão (SIG). Manoel Messias Mello Tenente Coronel da Polícia Militar do Estado de São Paulo, Atual Chefe da Seção de Estado Maior responsável pelo Planejamento Estratégico, Orçamento e Gestão pela Qualidade. Bacharel em Direito pela Instituição Toledo de Ensino de Bauru. Nível Pos Graduação pelo Centro de Aperfeiçoamento de Ensino Superior da Polícia Militar do Estado de São Paulo CAES.. Nível Mestrado Curso de Aperfeiçoamento de Oficiais (CAO).. Nível Doutorado-Curso Superior de Polícia (CSP). 13

14 INTRODUÇÃO O presente artigo busca demonstrar o processo de definição da política de Tecnologia de Informação e Comunicação com foco no interesse público, à medida que seu desenvolvimento, no caso em estudo, está direcionado para atender os objetivos estratégicos de descentralizar o processo decisório, dando maior autonomia aos Comandantes de Policiamento no gerenciamento da atividade operacional e facilitar o acesso às informações necessárias para uma intervenção eficaz na prevenção e no combate à criminalidade. A peculiaridade da atividade de polícia lhe coloca a necessidade de encontrar soluções próprias e, nesse sentido, desenvolveu seu próprio Sistema Integrado de Gestão (SIG), concebido e em aprimoramento com base nas melhores práticas (best practices), centrado na intensiva aplicação da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC). A Polícia Militar possui inúmeros processos administrativos e operacionais, daí a necessidade de integrá-los, sob pena de gerar desperdícios irrecuperáveis. Entretanto, é importante cautela na definição do Sistema Corporativo, que é todo sistema informatizado de uso comum pelas unidades da Polícia Militar. Esses sistemas têm como características básicas o acesso através de Módulos de Sistemas Informatizados (MSI), que são componentes de um Sistema Integrado; a plataforma de produção centralizada no Centro de Processamento de Dados da Polícia Militar; a utilização de Bancos de Dados Corporativos, interface gráfica padronizada; com os dados a serem manipulados catalogados no Dicionário de Dados; e, sujeitos à metodologia de desenvolvimento de sistemas da Instituição. Assim, explica-se a utilização chamada best practices que se caracteriza exatamente pela observância a critérios definidos para fixação de prioridades com vistas ao processo de desenvolvimento e implantação, que contempla a idéia de que um projeto que tenha definido seu processo, controle e com experiências comprovadas por grande número de usuários podem apresentar melhores resultados no uso corporativo. Com as cautelas técnicas devidas, o Sistema Integrado de Gestão da Polícia Militar está sendo desenvolvido de maneira modular, sendo que o foco operacional é prioritário, por sua relevância, apresentando inúmeras ferramentas que facilitam a tomada de decisão do Comandante Operacional; gera acessos rápidos a banco de dados e sistemas inteligentes que lhe possibilita adotar, pela

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão

Desenvolve Minas. Modelo de Excelência da Gestão Desenvolve Minas Modelo de Excelência da Gestão O que é o MEG? O Modelo de Excelência da Gestão (MEG) possibilita a avaliação do grau de maturidade da gestão, pontuando processos gerenciais e resultados

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Histórico de elaboração Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Histórico de elaboração Julho 2014 Motivações Boa prática de gestão Orientação para objetivos da Direção Executiva Adaptação à mudança de cenários na sociedade

Leia mais

Formulação Estratégica da PMERJ

Formulação Estratégica da PMERJ Formulação Estratégica da PMERJ Dezembro.2012 Projeto de Formulação Estratégica da PMERJ O Projeto de Formulação Estratégica da PMERJ foi resultado de todo realinhamento estratégico da SESEG, facilitado

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Este material resulta da reunião de fragmentos do módulo I do Curso Gestão Estratégica com uso do Balanced Scorecard (BSC) realizado pelo CNJ. 1. Conceitos de Planejamento Estratégico

Leia mais

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016

Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO SUDESTE DE MINAS GERAIS Planejamento Estratégico de Tecnologia da Informação PETI 2014-2016 Versão 1.0 1 APRESENTAÇÃO O Planejamento

Leia mais

O que é Balanced Scorecard?

O que é Balanced Scorecard? O que é Balanced Scorecard? A evolução do BSC de um sistema de indicadores para um modelo de gestão estratégica Fábio Fontanela Moreira Luiz Gustavo M. Sedrani Roberto de Campos Lima O que é Balanced Scorecard?

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da

Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Universidade de Brasília Faculdade de Economia, Administração, Contabilidade e Ciência da Informação e Documentação Departamento de Ciência da Informação e Documentação Disciplina: Planejamento e Gestão

Leia mais

Alinhamento entre Estratégia e Processos

Alinhamento entre Estratégia e Processos Fabíola Azevedo Grijó Superintendente Estratégia e Governança São Paulo, 05/06/13 Alinhamento entre Estratégia e Processos Agenda Seguros Unimed Modelo de Gestão Integrada Kaplan & Norton Sistema de Gestão

Leia mais

Administração Judiciária

Administração Judiciária Administração Judiciária Planejamento e Gestão Estratégica Claudio Oliveira Assessor de Planejamento e Gestão Estratégica Conselho Superior da Justiça do Trabalho Gestão Estratégica Comunicação da Estratégia

Leia mais

SIMPLIFICAÇÃO DE PROCESSOS

SIMPLIFICAÇÃO DE PROCESSOS SIMPLIFICAÇÃO DE PROCESSOS 1 FINALIDADE DO PROJETO ESTRATÉGICO Simplificar e padronizar os processos internos, incrementando o atendimento ao usuário. Especificamente o projeto tem o objetivo de: Permitir

Leia mais

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade).

O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). O QUE É? Um programa que visa melhorar a Gestão dos CFCs Gaúchos, tendo como base os Critérios de Excelência da FNQ (Fundação Nacional da Qualidade). Coordenação Sindicato dos Centros de Formação de Condutores

Leia mais

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014

Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO. Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Planejamento Estratégico PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO Formação dos grupos de trabalho e Detalhamento das estratégias do Plano de Ação Julho 2014 Grupos de trabalho: formação Objetivo: elaborar atividades e

Leia mais

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008

Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública. Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Desenvolvimento de Pessoas na Administração Pública Assembléia Legislativa do Estado de Säo Paulo 14 de outubro de 2008 Roteiro 1. Contexto 2. Por que é preciso desenvolvimento de capacidades no setor

Leia mais

GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS. Vanice Ferreira

GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS. Vanice Ferreira GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS Vanice Ferreira 12 de junho de 2012 GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS: conceitos iniciais DE QUE PROCESSOS ESTAMOS FALANDO? GESTÃO E OTIMIZAÇÃO DE PROCESSOS: conceitos iniciais

Leia mais

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul

Planejamento Estratégico de TIC. da Justiça Militar do Estado. do Rio Grande do Sul Planejamento Estratégico de TIC da Justiça Militar do Estado do Rio Grande do Sul MAPA ESTRATÉGICO DE TIC DA JUSTIÇA MILITAR DO ESTADO (RS) MISSÃO: Gerar, manter e atualizar soluções tecnológicas eficazes,

Leia mais

Modelos, Métodos e Técnicas de Planejamento

Modelos, Métodos e Técnicas de Planejamento UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA Faculdade de Filosofia e Ciências Câmpus de Marília Departamento de Ciência da Informação Modelos, Métodos e Técnicas de Planejamento Profa. Marta Valentim Marília 2014 Modelos,

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS

A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS A IMPORTÂNCIA DO SISTEMA DE INFORMAÇÃO GERENCIAL PARA AS EMPRESAS Gilmar da Silva, Tatiane Serrano dos Santos * Professora: Adriana Toledo * RESUMO: Este artigo avalia o Sistema de Informação Gerencial

Leia mais

GESTÃO EFICIENTE 1 FINALIDADE DO PROJETO ESTRATÉGICO 2 JUSTIFICATIVA

GESTÃO EFICIENTE 1 FINALIDADE DO PROJETO ESTRATÉGICO 2 JUSTIFICATIVA GESTÃO EFICIENTE 1 FINALIDADE DO PROJETO ESTRATÉGICO Promover eficiência na gestão de recursos para assegurar a realização da Estratégia, a partir de uma política organizacional de planejamento e execução

Leia mais

Luiz Ildebrando Pierry Porto Alegre, Maio de 2006

Luiz Ildebrando Pierry Porto Alegre, Maio de 2006 Luiz Ildebrando Pierry Porto Alegre, Maio de 2006 Evolução Estratégica do Movimento Qualidade RS 13 anos de atividade Instalação do Programa Cumulativo Consolidação do Programa como Promotor da Causa Evolução

Leia mais

CAMPO DE APLICAÇÃO Esta Norma Complementar se aplica no âmbito da Administração Pública Federal, direta e indireta. APROVAÇÃO

CAMPO DE APLICAÇÃO Esta Norma Complementar se aplica no âmbito da Administração Pública Federal, direta e indireta. APROVAÇÃO 05/IN01/DSIC/GSIPR 00 14/AGO/09 1/7 PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Gabinete de Segurança Institucional Departamento de Segurança da Informação e Comunicações CRIAÇÃO DE EQUIPES DE TRATAMENTO E RESPOSTA A INCIDENTES

Leia mais

Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia.

Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia. Construção de um Sistema de Informações Estratégicas, Integrando Conhecimento, Inteligência e Estratégia. Introdução Sávio Marcos Garbin Considerando-se que no contexto atual a turbulência é a normalidade,

Leia mais

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário

ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário RESOLUÇÃO Nº 99, DE 24 DE NOVEMBRO DE 2009 Dispõe sobre o Planejamento Estratégico de TIC no âmbito do Poder Judiciário e dá outras providências. ANEXO I A Estratégia de TIC do Poder Judiciário Planejamento

Leia mais

Principal Projeto: Implementação do PEG-SEDEC

Principal Projeto: Implementação do PEG-SEDEC Principal Projeto: Implementação do PEG-SEDEC PROGRAMA EXCELÊNCIA GERENCIAL DA SEDEC ( PEG SEDEC ) 1. CONSIDERAÇÕES INICIAIS a. O PEG-SEDEC é a ferramenta de implementação da estratégia de melhoria da

Leia mais

Gestão de Programas Estruturadores

Gestão de Programas Estruturadores Gestão de Programas Estruturadores Fevereiro/2014 DEFINIÇÕES Rede de Desenvolvimento Integrado Arranjos que estimulam e proporcionam um comportamento (em rede) cooperativo entre agentes governamentais

Leia mais

Gerenciamento de Serviços de TI ITIL v2 Módulo 1 Conceitos básicos

Gerenciamento de Serviços de TI ITIL v2 Módulo 1 Conceitos básicos Gerenciamento de Serviços de TI ITIL v2 Módulo 1 Conceitos básicos Referência: An Introductory Overview of ITIL v2 Livros ITIL v2 Cenário de TI nas organizações Aumento da dependência da TI para alcance

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇAO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA COMISSÃO DE ELABORAÇÃO DO PLANO DIRETOR DE TI

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇAO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA COMISSÃO DE ELABORAÇÃO DO PLANO DIRETOR DE TI MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇAO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA COMISSÃO DE ELABORAÇÃO DO PLANO DIRETOR DE TI Plano de Trabalho Elaboração do Plano Diretor de Tecnologia da Informação

Leia mais

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti

Governança AMIGA. Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti e d a id 4 m IN r fo a n m Co co M a n ua l Governança AMIGA Para baixar o modelo de como fazer PDTI: www.microsoft.com/brasil/setorpublico/governanca/pdti Um dos grandes desafios atuais da administração

Leia mais

PROJETO BRA/04/029. Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE

PROJETO BRA/04/029. Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE PROJETO BRA/04/029 Seleciona CONSULTOR na modalidade PRODUTO* MAPEAMENTO DE Os currículos deverão ser encaminhados para o endereço eletrônico seguranca.cidada@mj.gov.br até o dia 20 de dezembro de 2015.

Leia mais

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003

Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC SALVADOR MAIO/2003 Secretaria Municipal da Educação e Cultura - SMEC ATRIBUIÇÕES DOS GESTORES ESCOLARES DA REDE PÚBLICA MUNICIPAL DE ENSINO VERSÃO PRELIMINAR SALVADOR MAIO/2003 Dr. ANTÔNIO JOSÉ IMBASSAHY DA SILVA Prefeito

Leia mais

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações

O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Projeto Saber Contábil O Papel Estratégico da Gestão de Pessoas para a Competitividade das Organizações Alessandra Mercante Programa Apresentar a relação da Gestão de pessoas com as estratégias organizacionais,

Leia mais

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE

MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE Revisão: 07 Data: 05.03.09 Página 1 de 7 Copia controlada MANUAL DE GESTÃO DA QUALIDADE José G. Cardoso Diretor Executivo As informações contidas neste Manual são de propriedade da Abadiaço Ind. e Com.

Leia mais

Módulo 07 Gestão de Conhecimento

Módulo 07 Gestão de Conhecimento Módulo 07 Gestão de Conhecimento Por ser uma disciplina considerada nova dentro do campo da administração, a gestão de conhecimento ainda hoje tem várias definições e percepções, como mostro a seguir:

Leia mais

Empresa como Sistema e seus Subsistemas. Professora Cintia Caetano

Empresa como Sistema e seus Subsistemas. Professora Cintia Caetano Empresa como Sistema e seus Subsistemas Professora Cintia Caetano A empresa como um Sistema Aberto As organizações empresariais interagem com o ambiente e a sociedade de maneira completa. Uma empresa é

Leia mais

Estratégia Empresarial. Prof. Felipe Kovags

Estratégia Empresarial. Prof. Felipe Kovags Estratégia Empresarial Prof. Felipe Kovags Conteúdo programático Planejamento: definição, origem, espírito, princípios e tipos empresariais Planejamento estratégico por negócio Formulação de estratégia:

Leia mais

CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL

CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL CONSULTORIA DE DESENVOLVIMENTO ORGANIZACIONAL Somos especializados na identificação e facilitação de soluções na medida em que você e sua empresa necessitam para o desenvolvimento pessoal, profissional,

Leia mais

Pessoas e Negócios em Evolução

Pessoas e Negócios em Evolução Empresa: Atuamos desde 2001 nos diversos segmentos de Gestão de Pessoas, desenvolvendo serviços diferenciados para empresas privadas, associações e cooperativas. Prestamos serviços em mais de 40 cidades

Leia mais

Gestão por Processos. Gestão por Processos Gestão por Projetos. Metodologias Aplicadas à Gestão de Processos

Gestão por Processos. Gestão por Processos Gestão por Projetos. Metodologias Aplicadas à Gestão de Processos Gestão por Processos Gestão por Projetos Gestão por Processos Gestão de Processos de Negócio ou Business Process Management (BPM) é um modelo de administração que une gestão de negócios à tecnologia da

Leia mais

ESCOLA PAULISTA DE NEGOCIOS DISCIPLINA: ESTRATÉGIA E PLANEJAMENTO CORPORATIVO PROFESSOR: CLAUDEMIR DUCA VASCONCELOS ALUNOS: BRUNO ROSA VIVIANE DINIZ

ESCOLA PAULISTA DE NEGOCIOS DISCIPLINA: ESTRATÉGIA E PLANEJAMENTO CORPORATIVO PROFESSOR: CLAUDEMIR DUCA VASCONCELOS ALUNOS: BRUNO ROSA VIVIANE DINIZ ESCOLA PAULISTA DE NEGOCIOS DISCIPLINA: ESTRATÉGIA E PLANEJAMENTO CORPORATIVO PROFESSOR: CLAUDEMIR DUCA VASCONCELOS ALUNOS: BRUNO ROSA VIVIANE DINIZ INTRODUÇÃO Estratégia é hoje uma das palavras mais utilizadas

Leia mais

MANUAL DA QUALIDADE Viva Vida Produtos de Lazer Ltda. Manual da Qualidade - MQ V. 1 Sistema de Gestão da Qualidade Viva Vida - SGQVV

MANUAL DA QUALIDADE Viva Vida Produtos de Lazer Ltda. Manual da Qualidade - MQ V. 1 Sistema de Gestão da Qualidade Viva Vida - SGQVV MANUAL DA QUALIDADE Manual da Qualidade - MQ Página 1 de 15 ÍNDICE MANUAL DA QUALIDADE 1 INTRODUÇÃO...3 1.1 EMPRESA...3 1.2 HISTÓRICO...3 1.3 MISSÃO...4 1.4 VISÃO...4 1.5 FILOSOFIA...4 1.6 VALORES...5

Leia mais

MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG), UMA VISÃO SISTÊMICA ORGANIZACIONAL

MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG), UMA VISÃO SISTÊMICA ORGANIZACIONAL MODELO DE EXCELÊNCIA EM GESTÃO (MEG), UMA VISÃO SISTÊMICA ORGANIZACIONAL Alessandro Siqueira Tetznerl (1) : Engº. Civil - Pontifícia Universidade Católica de Campinas com pós-graduação em Gestão de Negócios

Leia mais

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO

ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO ANEXO B CONTEXTUALIZAÇÃO DA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM MODELO DE GESTÃO ORGANIZACIONAL DE ALTO DESEMPENHO Autoria: Elaine Emar Ribeiro César Fonte: Critérios Compromisso com a Excelência e Rumo à Excelência

Leia mais

Gestão Estratégica de Marketing

Gestão Estratégica de Marketing Gestão Estratégica de Marketing A Evolução do seu Marketing Slide 1 O Marketing como Vantagem Competitiva Atualmente, uma das principais dificuldades das empresas é construir vantagens competitivas sustentáveis;

Leia mais

FERRAMENTAS DA QUALIDADE BALANCED SCORECARD

FERRAMENTAS DA QUALIDADE BALANCED SCORECARD FERRAMENTAS DA QUALIDADE BALANCED SCORECARD Histórico Desenvolvimento do Balanced Scorecard: 1987, o primeiro Balanced Scorecard desenvolvido por Arthur Schneiderman na Analog Devices, uma empresa de porte

Leia mais

Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares

Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Universidade de Brasília Faculdade de Ciência da Informação Profa. Lillian Alvares Existem três níveis distintos de planejamento: Planejamento Estratégico Planejamento Tático Planejamento Operacional Alcance

Leia mais

Planejamento Organização Direção Controle. Termos chaves Planejamento processo de determinar os objetivos e metas organizacionais e como realiza-los.

Planejamento Organização Direção Controle. Termos chaves Planejamento processo de determinar os objetivos e metas organizacionais e como realiza-los. Decorrência da Teoria Neoclássica Processo Administrativo. A Teoria Neoclássica é também denominada Escola Operacional ou Escola do Processo Administrativo, pela sua concepção da Administração como um

Leia mais

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS METODOLOGIA DE AUDITORIA PARA AVALIAÇÃO DE CONTROLES E CUMPRIMENTO DE PROCESSOS DE TI NARDON, NASI AUDITORES E CONSULTORES CobiT

Leia mais

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS

POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS EMPRESAS ELETROBRAS POLÍTICA DE COMUNICAÇÃO E ENGAJAMENTO COM PÚBLICOS DE INTERESSE DAS Versão 2.0 09/02/2015 Sumário 1 Objetivo... 3 1.1 Objetivos Específicos... 3 2 Conceitos... 4 3 Princípios... 5 4 Diretrizes... 5 4.1

Leia mais

ISO 9001 Relatórios. A importância do risco em gestao da qualidade. Abordando a mudança. ISO Revisions. ISO Revisions

ISO 9001 Relatórios. A importância do risco em gestao da qualidade. Abordando a mudança. ISO Revisions. ISO Revisions ISO 9001 Relatórios A importância do risco em gestao da qualidade Abordando a mudança BSI Group BSI/UK/532/SC/1114/en/BLD Contexto e resumo da revisão da ISO 9001:2015 Como uma Norma internacional, a ISO

Leia mais

GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO. Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br

GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO. Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br GERENCIAMENTO DE PROCESSOS DE NEGÓCIO Professor: Rômulo César romulodandrade@gmail.com www.romulocesar.com.br Guia de Estudo Vamos utilizar para a nossa disciplina de Modelagem de Processos com BPM o guia

Leia mais

FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT

FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃODE RECURSOS HUMANOS DA ANTT Quadro de Servidores SITUAÇÃO 2008 2009 Abril 2010 CARGOS EFETIVOS (*) 429 752 860 Analista Administrativo 16 40 41 Especialista em Regulação 98 156 169

Leia mais

RESOLUÇÃO - TCU Nº 247, de 7 de dezembro de 2011

RESOLUÇÃO - TCU Nº 247, de 7 de dezembro de 2011 RESOLUÇÃO - TCU Nº 247, de 7 de dezembro de 2011 Dispõe sobre a Política de Governança de Tecnologia da Informação do Tribunal de Contas da União (PGTI/TCU). O TRIBUNAL DE CONTAS DA UNIÃO, no uso de suas

Leia mais

PROJETO DE INOVAÇÃO E MELHORIA

PROJETO DE INOVAÇÃO E MELHORIA PROJETO DE INOVAÇÃO E MELHORIA 1. Introdução A apresentação dos Projetos de Inovação e Melhoria - PIM pelos Escalões/Divisões possui os seguintes objetivos: a. Estimular os Escalões e Divisões do Cmdo

Leia mais

Teoria e Prática. Totalmente de acordo com a 4 a Edição/2009. Rosaldo de Jesus Nocêra, PMP, PMI-SP, MCTS. do PMBOK do PMI. Acompanha o livro:

Teoria e Prática. Totalmente de acordo com a 4 a Edição/2009. Rosaldo de Jesus Nocêra, PMP, PMI-SP, MCTS. do PMBOK do PMI. Acompanha o livro: Gerenciamento de Projetos Teoria e Prática Totalmente de acordo com a 4 a Edição/2009 do PMBOK do PMI Acompanha o livro: l CD com mais de 70 formulários exemplos indicados pelo PMI e outros desenvolvidos

Leia mais

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA)

ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA (GESTÃO PARTICIPATIVA) A administração participativa é uma filosofia ou política de administração de pessoas, que valoriza sua capacidade de tomar decisões e resolver problemas,

Leia mais

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI

FINANÇAS EM PROJETOS DE TI FINANÇAS EM PROJETOS DE TI 2012 Material 1 Prof. Luiz Carlos Valeretto Jr. 1 E-mail valeretto@yahoo.com.br Objetivo Objetivos desta disciplina são: reconhecer as bases da administração financeira das empresas,

Leia mais

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE

MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE MANUAL DO SISTEMA DE GESTÃO DA QUALIDADE Revisão 00-fevereiro de 2014 1/11 SUMÁRIO 1. POLÍTICA DO SISTEMA DE GESTÃO... 3 2. OBJETIVOS DO SISTEMA DE GESTÃO... 3 3. ORGANIZAÇÃO... 4 4. HISTÓRICO... 6 5.

Leia mais

Módulo 3: O Metódo Balance Scorecard (BSC)

Módulo 3: O Metódo Balance Scorecard (BSC) ENAP Diretoria de Desenvolvimento Gerencial Coordenação Geral de Educação a Distância Gestão da Estratégia com uso do BSC Conteúdo para impressão Módulo 3: O Metódo Balance Scorecard (BSC) Brasília 2014

Leia mais

GESTÃO POR PROCESSOS

GESTÃO POR PROCESSOS GESTÃO POR PROCESSOS O que é um Processo: Uma série de ações que produz um resultado que agrega valor ao produto ou serviço. Gestão de Processos: Conjunto de ações sistemáticas, baseadas em fatos e dados

Leia mais

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve.

Balanced Scorecard BSC. O que não é medido não é gerenciado. Medir é importante? Também não se pode medir o que não se descreve. Balanced Scorecard BSC 1 2 A metodologia (Mapas Estratégicos e Balanced Scorecard BSC) foi criada por professores de Harvard no início da década de 90, e é amplamente difundida e aplicada com sucesso em

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei:

Faço saber que a Assembléia Legislativa do Estado do Tocantins decreta e eu sanciono a seguinte Lei: LEI Nº 1.374, DE 08 DE ABRIL DE 2003. Publicado no Diário Oficial nº 1.425. Dispõe sobre a Política Estadual de Educação Ambiental e adota outras providências. O Governador do Estado do Tocantins Faço

Leia mais

VIGILÂNCIA SOCIAL E A GESTÃO DA INFORMAÇÃO: A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO

VIGILÂNCIA SOCIAL E A GESTÃO DA INFORMAÇÃO: A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO VIGILÂNCIA SOCIAL E A GESTÃO DA INFORMAÇÃO: A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO, MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO CONCEITUANDO... Vigilância Social : Produção e sistematização de informações territorializadas sobre

Leia mais

Estratégia de TI. Posicionamento Estratégico da TI: como atingir o alinhamento com o negócio. Conhecimento em Tecnologia da Informação

Estratégia de TI. Posicionamento Estratégico da TI: como atingir o alinhamento com o negócio. Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Estratégia de TI Posicionamento Estratégico da TI: como atingir o alinhamento com o negócio 2011 Bridge Consulting Apresentação

Leia mais

Fatores e Indicadores de Desempenho ADP

Fatores e Indicadores de Desempenho ADP Fatores e Indicadores de Desempenho ADP RESPONSABILIDADE / COMPROMETIMENTO COM A INSTITUIÇÃO - Assumir o compromisso na realização das atribuições - Atuar com disposição para mudanças - Buscar qualidade

Leia mais

FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS

FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS 1 FATORES PARA A INCLUSÃO NO MERCADO DE TRABALHO: EDUCAÇÃO, CIDADANIA E DESENVOLVIMENTO DAS QUALIDADES PESSOAIS MAURICIO SEBASTIÃO DE BARROS 1 RESUMO Este artigo tem como objetivo apresentar as atuais

Leia mais

Capacitando Profissionais

Capacitando Profissionais Capacitando Profissionais 2014 Setup Treinamentos & Soluções em TI www.setuptreinamentos.com APRE SENTA ÇÃ O A atual realidade do mercado de trabalho, que cada dia intensifica a busca por mão-de-obra qualificada,

Leia mais

biblioteca Cultura de Inovação Dr. José Cláudio C. Terra & Caspar Bart Van Rijnbach, M Gestão da Inovação

biblioteca Cultura de Inovação Dr. José Cláudio C. Terra & Caspar Bart Van Rijnbach, M Gestão da Inovação O artigo fala sobre os vários aspectos e desafios que devem ser levados em consideração quando se deseja transformar ou fortalecer uma cultura organizacional, visando a implementação de uma cultura duradoura

Leia mais

04/04/2014. Antes de 1940

04/04/2014. Antes de 1940 Prof. William Costa Rodrigues Eng. Agrônomo Um Sistema de Informação Gerenciais é um instrumento administrativo que contribui efetivamente para a otimização das comunicações e do processo decisório nas

Leia mais

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX

Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Lei N X.XXX de XX de XXXXX de XXX Dispõe sobre a Educação Ambiental, institui a Política Estadual de Educação Ambiental e dá outras providências. A GOVERNADORA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE: FAÇO SABER

Leia mais

A FORMALIZAÇÃO COMO TENDÊNCIA

A FORMALIZAÇÃO COMO TENDÊNCIA EVOLUÇÃO DO SEGMENTO DE PROMOÇÃO DE CRÉDITO: A FORMALIZAÇÃO COMO TENDÊNCIA Desenvolvendo Pessoas e Fortalecendo o Sistema Renato Martins Oliva Agenda O que é ABBC Missão e valores Bancos de pequena e média

Leia mais

3. Processos, o que é isto? Encontramos vários conceitos de processos, conforme observarmos abaixo:

3. Processos, o que é isto? Encontramos vários conceitos de processos, conforme observarmos abaixo: Perguntas e respostas sobre gestão por processos 1. Gestão por processos, por que usar? Num mundo globalizado com mercado extremamente competitivo, onde o cliente se encontra cada vez mais exigente e conhecedor

Leia mais

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva.

Palavra chave: Capital Humano, Gestão de Pessoas, Recursos Humanos, Vantagem Competitiva. COMPREENDENDO A GESTÃO DE PESSOAS Karina Fernandes de Miranda Helenir Celme Fernandes de Miranda RESUMO: Este artigo apresenta as principais diferenças e semelhanças entre gestão de pessoas e recursos

Leia mais

Missão, Visão e Valores

Missão, Visão e Valores , Visão e Valores Disciplina: Planejamento Estratégico Página: 1 Aula: 12 Introdução Página: 2 A primeira etapa no Planejamento Estratégico é estabelecer missão, visão e valores para a Organização; As

Leia mais

o planejamento, como instrumento de ação permanente; a organização do trabalho, como produto efetivo do planejamento;

o planejamento, como instrumento de ação permanente; a organização do trabalho, como produto efetivo do planejamento; FRANCISCO BITTENCOURT Consultor Sênior do MVC VISÃO, AÇÃO, RESULTADOS Visão sem ação é um sonho, sonho sem visão é um passatempo. Fred Polak INTRODUÇÃO No conhecido diálogo entre Alice e o gato Ceeshire,

Leia mais

Garantir a economicidade dos recursos e a melhor alocação dos recursos necessários à prestação jurisdicional.

Garantir a economicidade dos recursos e a melhor alocação dos recursos necessários à prestação jurisdicional. Tema 1: Eficiência Operacional Buscar a excelência na gestão de custos operacionais. Garantir a economicidade dos recursos e a melhor alocação dos recursos necessários à prestação jurisdicional. Agilizar

Leia mais

EXPERIÊNCIA DE USO DE ARQUITETURA CORPORATIVA NO PROJETO DE RES

EXPERIÊNCIA DE USO DE ARQUITETURA CORPORATIVA NO PROJETO DE RES EXPERIÊNCIA DE USO DE ARQUITETURA CORPORATIVA NO PROJETO DE RES Rigoleta Dutra Mediano Dias 1, Lívia Aparecida de Oliveira Souza 2 1, 2 CASNAV, MARINHA DO BRASIL, MINISTÉRIO DA DEFESA, BRASIL Resumo: Este

Leia mais

Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento)

Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento) Brasil em Ação (Investimentos Básicos para o Desenvolvimento) Nos dois últimos anos, vimos construindo as bases de um crescimento sustentável e socialmente benéfico para a grande maioria dos brasileiros.

Leia mais

07/06/2014. Segunda Parte Prof. William C. Rodrigues Copyright 2014 Todos direitos reservados.

07/06/2014. Segunda Parte Prof. William C. Rodrigues Copyright 2014 Todos direitos reservados. Segunda Parte Prof. William C. Rodrigues Copyright 2014 Todos direitos reservados. 1 Conceituação, análise, estruturação, implementação e avaliação. 2 Metodologia é sempre válida: Proporcionando aos executivos

Leia mais

Gestão da Tecnologia da Informação

Gestão da Tecnologia da Informação TLCne-051027-P0 Gestão da Tecnologia da Informação Disciplina: Governança de TI São Paulo, Outubro de 2012 0 Sumário TLCne-051027-P1 Conteúdo desta Aula Abordar o domínio Adquirir e Implementar e todos

Leia mais

Governança de TI Evolução e Conceitos de Gestão da TI. Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br

Governança de TI Evolução e Conceitos de Gestão da TI. Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br Governança de TI Evolução e Conceitos de Gestão da TI Raimir Holanda raimir@tce.ce.gov.br Agenda Conceitos de Governança de TI Fatores motivadores das mudanças Evolução da Gestão de TI Ciclo da Governança

Leia mais

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE DESCRIÇÕES DOS NÍVEIS APRENDIZ SABER Aprende para adquirir conhecimento básico. É capaz de pôr este conhecimento em prática sob circunstâncias normais, buscando assistência

Leia mais

PRINCÍPIOS DA QUALIDADE E MODELOS DE GESTÃO

PRINCÍPIOS DA QUALIDADE E MODELOS DE GESTÃO INSTITUTO DE ENSINO SUPERIOR DO ESPÍRITO SANTO FACASTELO Faculdade De Castelo Curso de Administração Disciplina: Qualidade e Produtividade PRINCÍPIOS DA QUALIDADE E MODELOS DE GESTÃO 1 Profa.: Sharinna

Leia mais

Estabelecimento da Diretriz Organizacional

Estabelecimento da Diretriz Organizacional Estabelecimento da Diretriz Organizacional AULA 3 Bibliografia: Administração Estratégica: Planejamento e Implantação da Estratégia SAMUEL C. CERTO & J. P. PETERTO ASSUNTO: Três importantes considerações

Leia mais

Redes sociais no Terceiro Setor

Redes sociais no Terceiro Setor Redes sociais no Terceiro Setor Prof. Reginaldo Braga Lucas 2º semestre de 2010 Constituição de redes organizacionais Transformações organizacionais Desenvolvimento das organizações articuladas em redes

Leia mais

G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS

G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS G P - AMPLITUDE DE CONTROLE E NÍVEIS HIERÁRQUICOS Amplitude de Controle Conceito Também denominada amplitude administrativa ou ainda amplitude de supervisão, refere-se ao número de subordinados que um

Leia mais

Elétrica montagem e manutenção ltda. AVALIAÇÃO DE COLABORADORES

Elétrica montagem e manutenção ltda. AVALIAÇÃO DE COLABORADORES AVALIAÇÃO DE COLABORADORES RESUMO A preocupação com o desempenho dos colaboradores é um dos fatores que faz parte do dia-a-dia da nossa empresas. A avaliação de desempenho está se tornando parte atuante

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing

PROJETO PEDAGÓGICO. Curso de Graduação Tecnológica em Marketing PROJETO PEDAGÓGICO Curso de Graduação Tecnológica em Marketing Porto alegre, 2011 1 1. Objetivos do Curso O projeto do curso, através de sua estrutura curricular, está organizado em módulos, com certificações

Leia mais

ALESSANDRO PEREIRA DOS REIS PAULO CESAR CASTRO DE ALMEIDA ENGENHARIA DE SOFTWARE - CAPABILITY MATURITY MODEL INTEGRATION (CMMI)

ALESSANDRO PEREIRA DOS REIS PAULO CESAR CASTRO DE ALMEIDA ENGENHARIA DE SOFTWARE - CAPABILITY MATURITY MODEL INTEGRATION (CMMI) ALESSANDRO PEREIRA DOS REIS PAULO CESAR CASTRO DE ALMEIDA ENGENHARIA DE SOFTWARE - CAPABILITY MATURITY MODEL INTEGRATION (CMMI) APARECIDA DE GOIÂNIA 2014 LISTA DE TABELAS Tabela 1 Áreas de processo por

Leia mais

Gestão estratégica em finanças

Gestão estratégica em finanças Gestão estratégica em finanças Resulta Consultoria Empresarial Gestão de custos e maximização de resultados A nova realidade do mercado tem feito com que as empresas contratem serviços especializados pelo

Leia mais

POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO

POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO POLÍTICAS DE EXTENSÃO E ASSUNTOS COMUNITÁRIOS APRESENTAÇÃO A universidade vivencia, em seu cotidiano, situações de alto grau de complexidade que descortinam possibilidades, mas também limitações para suas

Leia mais

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Prefeitura Municipal de Cachoeiro de Itapemirim - ES PROGRAMA DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Introdução O Programa Municipal de Educação Ambiental estabelece diretrizes, objetivos, potenciais participantes, linhas

Leia mais

GESTÃO DAS INFORMAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 11

GESTÃO DAS INFORMAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 11 GESTÃO DAS INFORMAÇÕES DAS ORGANIZAÇÕES MÓDULO 11 Índice 1. Importância do ERP para as organizações...3 2. ERP como fonte de vantagem competitiva...4 3. Desenvolvimento e implantação de sistema de informação...5

Leia mais

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros

Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Implementação rápida do modelo Balanced Scorecard (BSC) nas empresas de seguros Uma evolução nos sistemas de controle gerencial e de planejamento estratégico Francisco Galiza Roteiro Básico 1 SUMÁRIO:

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

Sistemas de Informações Gerenciais (SIG) Juliana Grigol Fonsechi - 5147903 Chang Ming - 4915182 Vanessa Herculano de Oliveira - 5146840

Sistemas de Informações Gerenciais (SIG) Juliana Grigol Fonsechi - 5147903 Chang Ming - 4915182 Vanessa Herculano de Oliveira - 5146840 Sistemas de Informações Gerenciais (SIG) Juliana Grigol Fonsechi - 5147903 Chang Ming - 4915182 Vanessa Herculano de Oliveira - 5146840 1 Contexto Reclamações comuns dos executivos: Há muita informação

Leia mais

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e

DECRETO Nº, DE DE DE. A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e DECRETO Nº, DE DE DE. Aprova a Política Nacional da Indústria de Defesa (PNID). A PRESIDENTA DA REPÚBLICA, no uso da atribuição que lhe confere o art. 84, inciso VI, alínea a, da Constituição, e Considerando

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE SECRETARIA EXECUTIVA DOS CONSELHOS RESOLUÇÃO Nº xx/xxxx CONSELHO UNIVERSITÁRIO EM dd de mês de aaaa Dispõe sobre a criação

Leia mais

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás

POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS. Sistema. Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO DO SISTEMA ELETROBRÁS Sistema Eletrobrás Política de Logística de Suprimento do Sistema Eletrobrás POLÍTICA DE LOGÍSTICA DE SUPRIMENTO 4 POLÍTICA DE Logística de Suprimento

Leia mais

CONCEITOS FUNDAMENTAIS PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO RESPEITAR PONTO DE VISTA. Material preparado e de responsabilidade de Júlio Sérgio de Lima

CONCEITOS FUNDAMENTAIS PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO RESPEITAR PONTO DE VISTA. Material preparado e de responsabilidade de Júlio Sérgio de Lima INDICADORES DE RH E METAS ORGANIZACIONAIS JÚLIO SÉRGIO DE LIMA Blumenau SC PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO PLANEJAMENTO ESTRATEGICO E PERSPECTIVAS DE NEGOCIO, ARQUITETURA DE MEDIÇÃO DO DESEMPENHO E NIVEIS DOS

Leia mais